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Iron Maiden: Bruce Dickinson diz que não devem parar
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, conversou recentemente com Raymond Flotat da Mxdwn, sobre seu último álbum solo, The Mandrake Project (2024), sua história em quadrinhos e outros temas. Ao ser perguntado sobre a possibilidade de tirar uma pausa de seus projetos, ele respondeu (via Brave Words): “Quando o seu destino é criar, não há nada melhor do que estar nessa posição. E, até agora – tocando madeira! – estou adorando tudo isso. Musicalmente e em outras áreas criativas, como os quadrinhos, por exemplo. Para mim, essas coisas se conectam de maneira natural” Ele ainda continuou dizendo que “quando você está criando coisas boas e se divertindo, por que parar?”. O vocalista então diz amar o que faz e por isso não acredita em tirar uma pausa do seu trabalho. Quando questionado sobre uma nova turnê solo de quatro meses, mesmo após uma sequência de turnês com o Maiden, ele disse: “Trabalho é algo que você faz sem gostar, algo que te pesa. Eu amo isso aqui!”. Bruce também afirmou: “É gratificante perceber que estou construindo meu próprio público… Comecei a notar que as pessoas realmente gostam da minha música, não apenas porque sou o vocalista do Iron Maiden”. A entrevista completa pode ser lida (em inglês) no Mxdwn. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden reafirma ser a maior banda de heavy metal da história em show em São Paulo Via: WikiMetal

Dave Evans, vocalista original do AC/DC, revela a história por trás do nome da banda
A história por trás do nome da banda AC/DC, foi revelada pelo primeiro vocalista da banda, Dave Evans, em recente entrevista ao podcast Podpokas, contradizendo a versão popularmente conhecida. Segundo Evans, a escolha não surgiu de uma observação casual de um eletrodoméstico, mas sim a partir de uma sugestão e decisão coletiva. No final de 1973, com um show de véspera de Ano Novo agendado na renomada boate Chequers, na Austrália, a então banda sem nome precisava urgentemente de uma identidade. A solução encontrada foi durante uma discussão entre os membros, com a condição de que cada um traria três sugestões de nomes para serem sorteadas. No entanto, antes mesmo do sorteio, Malcolm Young, um dos fundadores da banda, apresentou uma sugestão de sua cunhada: AC/DC. Então, Evans recorda ter associado imediatamente o nome à praticidade e à universalidade da sigla em diversos aparelhos elétricos, significando corrente alternada (AC) e corrente contínua (DC). Confira na íntegra o trecho no podcast com a participação de Dave Evans: Declaração por trás do nome da banda Em trecho transcrito (via Blabbermouth) Dave disse: “Pensei rápido, e achei que era um nome fácil de lembrar, AC/DC. E estava na lateral de muitos aparelhos elétricos. AC/DC significa corrente alternada e corrente contínua. Corrente alternada significa baterias. Corrente contínua, conecte-a na parede. E eu tinha um toca-discos portátil, que tinha AC/DC na lateral. Então eu podia ir ao parque e fazer isso apenas com baterias, depois voltar para casa e conectá-lo. AC/DC.” “Sim, muitos aparelhos eram AC/DC. E eu pensei, propaganda gratuita — propaganda gratuita em todos os lugares. Eu pensei, ‘Uau, propaganda gratuita na lateral de todos esses aparelhos, e é fácil de dizer, e significa energia.’ E então tudo passou pela minha cabeça muito rapidamente. E eu disse sim, ótimo. Eu amo isso. Eu amo isso.” Além disso, a proposta foi recebida com entusiasmo pelos outros integrantes, Colin Burgess (bateria) e Larry Van Kriedt (baixo), resultando em uma aprovação unânime e na oficialização do nome AC/DC. Sobretudo, os nomes alternativos trazidos por Evans sequer foram considerados. Todavia, essa versão diverge da história mais difundida, que atribui a escolha do nome a Margaret Young, irmã de Malcolm e Angus, que teria visto a sigla em uma máquina de costura ou aspirador de pó. A passagem de Evans pela banda foi curta, gravando os dois primeiros singles, “Can I Sit Next To You Girl” e “Baby, Please Don’t Go”. Em outubro de 1974, menos de um ano após o primeiro show, Evans deixou a banda, sendo substituído por Bon Scott. LEIA TAMBÉM: AC/DC: show lendário de 1981 em Tóquio está disponível no YouTube Via: WikiMetal

Primeiros álbuns do Sepultura soam mal pela falta de experiência e dinheiro, segundo Max Cavalera
Tempos atrás, os irmãos Max e Iggor Cavalera revisitaram os três primeiros trabalhos do Sepultura, Bestial Devastation (1985), Morbid Visions (1986) e Schizophrenia (1987), e os relançaram no boxset Third World Trilogy. Em recente conversa com o canal australiano The Rockpit, Max falou sobre as razões que levaram ele e seu irmão caçula a regravar os discos. Segundo o brasileiro, os primeiros álbuns do Sepultura soam mal pela falta de experiência e dinheiro para uma produção mais elaborada. “Eu e Iggor geralmente falamos sobre esses discos! Acho que são bons álbuns, eles têm ótimas músicas, mas eles não soam bem. A gente não conseguiu fazê-los da forma correta. Nós não tínhamos um bom engenheiro de som, éramos inexperientes, tínhamos estúdios ruins e não tínhamos dinheiro. Todos esses fatores colaboraram para que esses álbuns soassem o lixo que soam. É claro que há um certo charme em torno desses discos, eles têm um sentimento legal, mas, como músico, eu sempre fiquei intrigado em saber como eles soariam com um bom timbre de guitarra e bateria e com uma boa produção. Além do mais, seria muito legal trazer esses álbuns de volta do mundo dos mortos! Foi meio desafiador fazer isso e manter o espírito original vivo. Não mudamos as composições, não mudamos nenhum riff, tudo continua a mesma coisa. Nós só tocamos melhor e gravamos melhor”. Eis o bate-papo na íntegra no player logo abaixo: Via: Rockbizz

Korzus: Vocalista Marcello Pompeu pede trabalho nas redes sociais
Fechar o mês no azul é difícil, visto que o custo de vida está cada vez mais caro e o poder de compra do nosso dinheiro vem ficando bastante fraco. Como as contas não pedem licença, o jeito é se virar como é possível para deixar tudo quitado. Como o começo de ano costuma ter muitas contas como IPVA e IPTU batendo em nossa porte, o vocalista do Korzus, Marcello Pompeu, pediu trabalho nas redes sociais. Ele escreveu: “Olá meus queridos! O novo ano começou e como todo começo de ano os trabalhos na cena diminuem até março que começa a melhorar, então, tô aqui me colocando à disposição, quem precisar do Pomps e suas habilidades artísticas estou à disposição. Agenda aberta pra janeiro e fevereiro! Não se acanhe e chame o Pomps pra trampar com você. O Pomps tá precisando muito e urgente, bora chamar o Pomps. O Pomps faz uma par de coisa, sou honesto, sério, profissional e bem legal. Então quem precisar de mim pode me chamar que preciso trabalhar. Bora, Brasil”. E não foi a primeira vez que o cantor pediu trabalho nas redes sociais, visto que, cerca de três anos atrás, ele humildemente pediu ajuda aos fãs. Portanto, quem puder e quiser ajudá-lo, basta lhe mandar uma mensagem. Via: Rockbizz

Tom Morello manda recadinho aos haters do Rage Against The Machine
O Rage Against The Machine alcançou a façanha de ter mais de um bilhão de streamings no spotify com a canção Killing In The Name. Tal conquista fez com que o guitarrista e ativista político Tom Morello usasse as mídias sociais para mandar um recadinho aos haters do Rage Against The Machine. “Killing In The Name acabou de atingir 1 bilhão de streams no Spotify! Obrigado a todos que ouviram: aqueles que amaram, aqueles que odiaram e aqueles que gostaram sem entender. Prova justa de que a música rebelde e a ironia estão vivas e bem”. “KILLING IN THE NAME” just hit 1 billion streams on Spotify! Thanks to all those who listened to it: those who love it, those who hate it, and those that have enjoyed it without understanding it. Righteous proof that rebel music and irony are alive and well. — Tom Morello (@tmorello) January 11, 2025 Tom Morello é assumidamente um indivíduo de esquerda e se identifica com as causas sociais, mais justa distribuição de renda e queda de regimes autoritários. O músico nunca escondeu as suas convicções políticas e sociais e as expressa nas músicas do Rage Against The Machine. Curta o hino da rebeldia Killing In The Name no player logo abaixo: Via: Rockbizz

Disturbed: Mike Wengren conta como foi abrir para o Iron Maiden em 2024
Acompanhar o modo de trabalho de quem já tem décadas de experiência é uma ótima maneira de aprender e melhorar os próprios processos de serviço. Batendo um papo com a turma da rádio norte-americana 102.9 The Hog, o baterista do Disturbed, Mike Wengren, contou como foi abrir para o Iron Maiden em 2024. “Olha, foi uma experiência de nossa lista de desejos. Foi muito incrível. Nós tocamos com tantas lendas ao longo da nossa carreira, e o Iron Maiden foi uma das poucas que não havíamos tocado juntos. Então, poder coroar isso e ainda começar a celebrar os vinte e cinco anos de nosso álbum de estreia, The Sickness, foi muito incrível”. Mike completou: “O legal que foi o Iron Maiden que nos convidou para tocar na Cidade do México. Foi ótimo! Eles foram muito cordiais e nos trataram super bem. Nós só tentamos não parecer muito ‘fan boy’”. A doença O Disturbed vai fazer uma extensa turnê em celebração aos vinte e cinco anos de The Sickness. O giro irá começar no final de fevereiro e já possui trinta e quatro concertos confirmados. Outro detalhe bacana da tour é que o disco será tocado na íntegra. Veja o itinerário da The Sickness 25th Anniversary Tour: Via: Rockbizz

Mark Tremonti escolhe James Hetfield como uma das maiores vozes do rock de todos os tempos
Em uma nova entrevista com a Primordial Radio, Mark Tremonti falou sobre sua admiração por James Hetfield e como o Metallica afetou toda a sua carreira. “Como eu estava dizendo, é lindamente escrita”, disse o guitarrista do Creed e Alter Bridge sobre as músicas da banda. “Você poderia ter uma música como Battery que tem apenas essa introdução que te atrai e é tão bem composta. Então, de repente, ela te atinge na cabeça com algo”. “Ela fez tudo o que eu queria fazer com música quando eu a ouvia quando era criança”, continuou Tremonti. “Essa música me fez querer pegar a guitarra, me fez querer praticar meu golpes para baixo como James Hetfield estava fazendo”. O músico então elogiou a voz de Hetfield e o chamou de um dos melhores do gênero. “Eu acho que a voz de James, especialmente naquele disco [Master Of Puppets], era uma das maiores vozes do rock. É só a minha praia, cara, e a de milhões de outras pessoas por algum motivo”. Confira a entrevista no player abaixo: Via: Rockbizz

Black Sabbath fez coisas inimagináveis com Dio e que seriam impossíveis com Ozzy, segundo Tony Iommi
A história do Black Sabbath é conhecida por todo mundo que já tem uma certa intimidade com os universos rock n’ roll e heavy metal. O trabalho do grupo ao lado do vocalista Ozzy Osbourne só funcionou até determinado ponto, visto que a partir da segunda metade dos anos 70 as drogas e bebidas tomaram conta e o caldo entornou de vez. Em 1979, a demissão do Madman veio a galope e restou ao líder Tony Iommi juntar os cacos para reestruturar a casa e seguir em frente. A mão salvadora foi a de Ronnie James Dio, cantor com certo reconhecimento no mercado, já que emprestou seu vozeirão ao Rainbow em trabalhos como Rising (1976) e Long Live Rock ‘n’ Roll (1978). Em 2007, batendo um papo com o pessoal da Metal Hammer, Iommi lembrou como foi trabalhar com o saudoso baixinho-gigante. Segundo Tony, o Black Sabbath fez coisas inimagináveis com Dio e que seriam impossíveis com Ozzy. “Foi tudo tão emocionante e desafiador”, contou Iommi. “Estávamos fazendo coisas que, francamente, estavam além de nós com Ozzy”, ressaltou. “Ele [Ozzy] não era esse tipo de cantor”, pontuou o guitarrista. “Mas com Ronnie, havia muito mais opções. Realmente parecia que estávamos começando tudo de novo”, comemorou. “E todos nós sabíamos quando o álbum foi concluído que era algo especial. Parecia certo para a época, era o Black Sabbath como as pessoas nunca tinham nos ouvido antes”. Tony também falou sobre uma possível recusa dos fãs ao então novo álbum, Heaven And Hell, e ao novo frontman. “Havia uma preocupação em relação aos fãs! Não sabíamos se eles iriam curtir o novo Sabbath, mas tínhamos tanta confiança na força do que tínhamos. A nossa crença era que iríamos superar qualquer crítica. É verdade que houveram alguns fãs reclamando da ausência de Ozzy, mas estávamos confiantes de que a maioria dos fãs iria conosco e que conseguiríamos outros fãs, também”. A parceria Black Sabbath e Ronnie James Dio deu muito certo e foi bancada por sons como Children Of The Sea, Die Young, Neon Knights e Heaven And Hell. E como dizem os mais antigos: o resto é apenas história. Via: Rockbizz

Megadeth: Dirk Verbeuren ensina todos os pulos do gato de Hangar 18
O músico belga Dirk Verbeuren (ex-Soilwork) deu as caras na Drumeo, que é uma plataforma especializada no ensino de bateria, para contar sua trajetória no instrumento, na cena heavy metal e seu trabalho ao lado de Dave Mustaine no Megadeth. Verbeuren também aproveitou a oportunidade para ensinar todos os pulos do gato de Hangar 18, faixa icônica do grupo thrash metal, que saiu em 1990, no repertório do álbum Rust in Peace. Veja: Como o assunto está na seara do Megadeth vale dizer que os caras estão trabalhando no sucessor de The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). O vindouro álbum do grupo será o primeiro com o guitarrista finlandês, Teemu Mäntysaari, substituto do brasileiro Kiko Loureiro, que resolveu deixar a banda para se concentrar nos próprios projetos e família. A expectativa é que o novo disco do Megadeth saia ainda neste ano. Via: Rockbizz

Slash ft. Myles Kennedy & The Conspirators: novo álbum está animando Myles Kennedy
O supergrupo Slash ft. Myles Kennedy & the Conspirators já iniciou as gravações para o próximo registro e o vocalista Myles Kennedy se empolgou com a produção do projeto. Em entrevista ao Trunk Nation com Eddie Trunk na edição do dia 23 de dezembro de 2024, Kennedy contou mais sobre como está a produção do quinto álbum do Slash ft. Myles Kennedy & the Conspirators e as sessões de gravação (via Blabbermouth): “A boa notícia que posso dar é que as demos já estão todas feitas. As composições foram feitas antes mesmo de embarcar na minha última turnê solo. A parte fácil é a gravação; a parte difícil é compor. Slash estava me enviando demos das músicas e eu passava um tempo com ele, trazendo melodias e letras. Está tudo feito com exceção de uma música. Agora, preciso encontrar um momento para ir no estúdio e finaliza-la.” O vocalista continua: “Vou dizer que no processo de gravação das demos e onde estávamos antes que eles entrassem para realmente fazer o disco musicalmente, tem um material realmente empolgante. Estou muito empolgado pelo que vem por aí. Vai ser legal.” Myles Kennedy também foi indagado sobre se ele compõe para o grupo ou se apenas contribui trazendo melodias e letras: “Sim, a maior parte do que estou fazendo é letras e melodias. Ocasionalmente, se algo aparece e eu fico: ‘Ei, podemos mudar essa progressão de acordes por causa da melodia?’ É interessante porque mais ainda no Apocalyptic Love (2012), quando eu toquei guitarra naquele álbum, havia um pouco mais de: ‘Ei, tenta isso. Veja como soa caso utilizarmos isso para ajudar o arranjo de alguma forma.’” O supergrupo Slash ft. Myles Kennedy & the Conspirators planeja lançar o novo trabalho de estúdio ainda em 2025. LEIA TAMBÉM: Slash feat. Myles Kennedy and The Conspirators iniciam produção de novo álbum Via: WikiMetal

Mikkey Dee desmente boatos de que deixará o Scorpions: “Histórias falsas”
No comecinho deste ano o baterista sueco Mikkey Dee (Scorpions, Motörhead) informou os fãs que sofreu uma sepse e quase foi fazer uma jam presencial com Lemmy Kilmister. Por conta do grave problema de saúde algumas pessoas começaram a ventilar a ideia de que Dee iria pedir o chapéu. Agora, pelas redes sociais, Mikkey Dee desmentiu os boatos de que deixará o Scorpions. Ele escreveu: “Não! Eu não vou deixar o Scorpions! Estou em casa me recuperando da sepse e fazendo um bom progresso. Não se importe com esses bastardos inventando histórias falsas. Se não estiver nas minhas páginas oficiais, não confie em uma palavra”. Veja a postagem oficial de Mikkey Dee: E por falar em Scorpions, a banda alemã vai se apresentar em São Paulo no dia 19 de abril no Allianz Parque, quando ocorrerá a edição de trinta anos do Monsters of Rock Brasil. A festa heavy metal também contará com shows do Judas Priest, Opeth, Europe, Savatage, Queensrÿche e Stratovarius. Os ingressos já estão à venda no site da Eventim. Via: Rockbizz

The Halo Effect lança o novo álbum March Of The Unheard
A banda referência para o death metal melódico está de volta e determinada a redefinir o gênero que ajudou a criar. O The Halo Effect, composto por personalidades icônicas da cena metal de Gotemburgo, anuncia com entusiasmo o lançamento de seu novo álbum, March Of The Unheard. Este álbum não é apenas uma homenagem às suas raízes, mas também uma declaração audaciosa de que o death metal melódico continua a evoluir. Trinta anos após seus membros terem elevado o som de Gotemburgo ao reconhecimento mundial, The Halo Effect demonstra que novas ideias e energia vibrante continuam a fluir abundantemente no gênero. Para ilustrar a intensidade do álbum, a banda lançou um impressionante clipe para o single principal, What We Become. Uma representação essencial do som de Gotemburgo, a música é uma verdadeira aula de agressão melódica, com riffs de guitarra intensos, percussão eletrizante e refrãos cativantes que têm encantado os fãs de metal por gerações. O vocalista Mikael Stanne comenta: “A espera acabou! Nosso segundo álbum é lançado hoje e estamos extremamente orgulhosos dele. A confiança, a experiência e o amor pela música são claramente evidentes nessas canções, e finalmente poder compartilhar isso com vocês é incrível. Para garantir que você ouça o álbum desde o primeiro dia, apresentamos nosso novo vídeo para a música What We Become! Esta música aborda como nossas emoções podem nos destruir e alterar nossa essência através da depressão, dúvida e insegurança. O vídeo, que filmamos em um celeiro gelado no meio do nada com o diretor Johan Carlén, confere à música seu mistério e a sensação de ser esquecido ou silenciado. Aproveitem!” Ouça o novo álbum em https://thehaloeffect.bfan.link/motulp. Confira o clipe de What We Become no player abaixo: Via: Rockbizz

Left To Die fará show em São Paulo tocando clássicos do Death
Atenção, fãs de death metal! Uma noite histórica está prestes a acontecer em São Paulo. No dia 12 de janeiro, o Fabrique Club será palco de um show brutal com a banda Left To Die, que promete trazer o peso e a fúria do verdadeiro death metal. Left To Die não é apenas mais uma banda – é uma celebração à história do death metal. Formada por grandes nomes da cena, o grupo é liderado por ninguém menos que Terry Butler (baixista, ex-integrante do Death) e Matt Harvey (vocalista/guitarrista, conhecido por seu trabalho no Exhumed). A formação ainda conta com Gus Rios (baterista, ex-Malevolent Creation) e Rick Rozz (guitarrista, ex-integrante do Death e Massacre). A banda presta tributo aos icônicos álbuns Scream Bloody Gore e Leprosy, do Death, recriando as faixas clássicas ao vivo com uma energia inigualável, além de ser uma celebração a obra do Chuck Schuldiner, fundador do Death. Se você é fã das raízes do gênero, este show será um verdadeiro ritual de peso e nostalgia! SERVIÇO Data: 12 de janeiroHorário: 18:00Local: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 1071 – São Paulo/SPIngressos: Left to Die em São Paulo Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Ringo Starr, Tremonti, Lacuna Coil e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Lacuna Coil, Dynazty, Warbringer, Marko Hietala e mais; novo álbum do Ringo Starr, Tremonti, Franz Ferdinand; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Franz Ferdinand – The Human FearPara quem gosta de: rock alternativo Ringo Starr – Look UpPara quem gosta de: rock Tremonti – The End Will Show Us HowPara quem gosta de: metal alternativo Via: WikiMetal

Andreas Kisser sobre as regravações dos Cavalera para os discos do Sepultura: “Sem sentido nenhum”
Durante recente bate-papo com o pessoal do Toca UOL, o guitarrista Andreas Kisser disse que as regravações dos Cavalera para os discos do Sepultura são totalmente irrelevante e sem sentido nenhum. Cabe explicar que Max e Iggor relançaram tempos atrás os álbuns Morbid Visions, Bestial Devastation e Schizophrenia pela Nuclear Blast. A ideia dos irmãos foi oferecer aos discos uma produção mais caprichada. Andreas falou: “Eu acho, assim, muito fraco artisticamente. Eu acho totalmente irrelevante e sem sentido nenhum. Principalmente pra um cara como o Max, que fala que fez tudo sozinho, que é o cara mais criativo do mundo, que eu fiz isso, fiz aquilo”. Ele continuou: “E chega num momento, ele perde o tempo e a criatividade dele fazendo coisas que a gente fez 30, 40 anos atrás, com um som diferente. Assim, valor artístico zero, né? Não tem sentido nenhum isso”. “Esse processo que eles fizeram hoje é irrelevante. No aspecto histórico da banda. Uma coisa mais pra eles terem lá alguma diversão e algum trocado, talvez, sabe? Mas, putz, realmente é triste. Eu acho que eles fazem um desserviço ao próprio passado”, finalizou. Confira a entrevista completa aqui. Via: Rockbizz

Nervosa é a debutante do thrash metal brasileiro em 2025
Tirar uma banda de rock e metal do papel é bastante difícil! Conseguir se manter no mercado e, posteriormente, alcançar sucesso deixa a coisa ainda mais complexa. Portanto, completar mais de uma década fazendo música pesada é um feito e tanto. A Nervosa é a debutante do thrash metal brasileiro em 2025! Ou seja, este é o ano em que a banda está completando quinze anos de carreira. Em postagem nas redes sociais, o conjunto, que é liderado pela vocalista e guitarrista Prika Amaral, informou que os shows deste período terão canções de todas as suas fases. “Anunciamos que 2025 marca os quinze anos de existência da Nervosa! Vamos comemorar em grande estilo! Neste ano, todas as nossas turnês serão dedicadas a este aniversário marcante com um repertório especial com músicas de todos os álbuns e eras da Nervosa. E com um toque novo: uma segunda guitarra. Esta celebração será mundial! Já temos datas confirmadas na América Latina, Europa, Ásia e Oceania. E estamos trabalhando duro para retornar à América do Norte. Então, fiquem ligados porque as datas das turnês serão anunciadas em breve”. A nota ainda informou o seguinte: “Além da turnê, teremos alguns lançamentos emocionantes planejados para marcar esta ocasião monumental. A nossa jornada começará na América do Sul, com um show na nossa cidade natal, São Paulo, onde a história da Nervosa começou. Estamos animadas e com energia para celebrar esses quinze anos junto com vocês”. A Nervosa iniciou as atividades em 2010, contudo, o primeiro full-length, Victim of Yourself, só saiu em 2014. Após o debute, o quarteto já colocou na praça mais quatros discos de estúdio: Agony (2016), Downfall of Mankind (2018), Perpetual Chaos (2021) e Jailbreak (2023). Para não perder nenhum detalhe da debutante Nervosa, acompanhe a banda em suas mídias sociais e, claro, em nossos canais oficiais. Via: Rockbizz

Pressive, Kissin’ Dynamite, Dreamspirit e mais: conheça bandas do Bangers Open Air
Texto por Bia Cardoso e Pedro Mauro Em sua edição de 2025, o Bangers Open Air acontece no Memorial da América Latina, nos dia 02, 03 e 04 de maio, em São Paulo. Com um line-up recheado de bandas, o festival traz grandes nomes do metal, como Saxon, Kerry King e Doro Pesch. Grupos nacionais de destaque também participarão, como o Black Pantera, VIPER e Matanza Ritual. Com 3 dias de muita música, há uma grande quantidade de artistas que se apresentam. Pensando nisso, elaborei uma lista com nomes internacionais não tão conhecidos por parte do público para que possam conhecê-las. Temos também uma versão de bandas nacionais que pode ser conferida aqui. Os ingressos para o Bangers Open Air já estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. Pressive Completando 20 anos de estrada em 2025, a banda mexicana Pressive fará sua performance no segundo dia do festival. O grupo se destaca por seu som característico e por ser uma das principais bandas de nu metal na América Latina. Além de já terem participado de festivais internacionais, também realizaram turnês pela América do Norte e América Latina, com bandas como Incubus, Motionless in White, Godsmack, Lamb of God e Machine Head. Kissin’ Dynamite Com show confirmado para o warm-up do festival, o Kissin’ Dynamite faz sua performance no dia 02 de maio. A banda alemã é reconhecida por seu som voltado ao hard rock oitentista, com músicas bastante cativantes e marcantes. Já tendo lançado 7 álbuns, seu trabalho mais recente é Back With A Bang (2024), com o qual o grupo vem excursionando. Dreamspirit Dreamspirit é uma banda da China de folk metal que está na estrada de 2005. O grupo traz em suas músicas uma mistura entre a sonoridade chinesa antiga – com instrumentos como guzheng e erhu – e elementos contemporâneos. Além de terem feito uma turnê com o Northtale pela China, o Dreamspirit irá se tornar a primeira banda chinesa de metal a fazer um show no Brasil. Haken Haken irá tocar no domingo, no dia 04 de maio. A banda de prog metal londrina fez a sua estréia em 2010 com o álbum Aquarius. O grupo foca na técnica e complexidade sonora, tudo que um fã de prog metal procura. Beyond The Black Com performance garantida no domingo do festival, Beyond The Black, banda de metal sinfônico alemã, traz músicas melódicas que lembram o ícone do gênero: Nightwish. O seu primeiro álbum Songs Of Love And Death (2015) ganhou o “Best Debut” no Metal Hammer Awards 2015. Nile Vindo dos Estados Unidos, Nile é uma banda de death metal extremamente técnica com solos e bateria complexos. O grupo segue na estrada desde 1993 e suas letras se focam na história do antigo Egito e mitologia, juntamente com referências a obras do H. P. Lovecraft. View this post on Instagram A post shared by Bangers Open Air (@bangersopenair) LEIA TAMBÉM: Saxon é a atração mais esperada do Bangers Open Air 2025 pelos leitores do Wikimetal Via: WikiMetal

“Falar sobre a morte é saudável; a única certeza que temos na vida é a morte”, diz Andreas Kisser (Sepultura)
Perder um membro da família ou amigo próximo é uma experiência traumática, a qual gera muita dor e tristeza. Infelizmente, é algo que acontecerá com todos nós em algum momento de nossas vidas. Alguns indivíduos conseguem lidar melhor com a situação do que outras pessoas, que acabam entrando em um processo depressivo, por exemplo. Há quem bata na tecla de que conversar abertamente sobre o tema pode ser uma saída para mitigar o sofrimento. O líder do Sepultura, o guitarrista Andreas Kisser, é uma dessas pessoas. Em conversa com o apresentador Oran O’Beirne, do canal Overdrive – The Home Of Heavy, o artista comentou que falar sobre a morte é saudável. Ele ainda ressaltou que a única certeza que temos na vida é a morte. “A minha experiência pessoal com a minha esposa [Patricia Perissinotto Kisser], que faleceu de câncer há dois anos e meio, me mostrou o despreparo, como um cidadão brasileiro, em lidar com essa situação. Eu comecei um movimento a motivar as pessoas falarem sobre a morte. É muito saudável conversar com a sua família sobre os seus últimos desejos e deixar tudo escrito. A morte de Patrícia foi um melhores professores que tive na vida. Temos que respeitar a finitude porque não temos controle disso. Todos nós vamos morrer, e isto é um fato. A única certeza que temos na vida é a morte. Portanto, temos que celebrar a vida com muita mais intensidade, pois respeitamos a sua finitude”. Veja a fala completa de Andreas Kisser no player a seguir: Via: Rockbizz

Adrian Smith, do Iron Maiden, é uma das pessoas salvas em incêndio em Los Angeles
Como já aconteceu em outras ocasiões, um incêndio atingiu Los Angeles na última terça-feira, 07, resultando na evacuação de moradores. Dentre eles estão Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, e sua família. O momento de tensão foi registrado por Natalie Dufresne Smith, esposa do músico, e publicado em seu Instagram. Na postagem seguinte, ela diz que todos estão seguros. Confira abaixo: View this post on Instagram A post shared by Nathalie Dufresne Smith (@nathalie_d_smith) View this post on Instagram A post shared by Nathalie Dufresne Smith (@nathalie_d_smith) LEIA TAMBÉM: Iron Maiden: a inspiração de Adrian Smith e Dave Murray antes do Iron Maiden Via: WikiMetal

Lacuna Coil libera o videoclipe da nova música Gravity
O grupo italiano Lacuna Coil liberou o videoclipe da nova música Gravity. A faixa estará no repertório do álbum Sleepless Empire, que sairá no dia 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. Veja: O processo de composição e a gravação de Sleepless Empire ocorreram no norte da Itália, no SPVN Studios, com a produção sob os cuidados do baixista Marco “Maki” Coti Zelati. Já a capa ficou na responsabilidade do artista italiano Roberto Toderico. Outro fato interessante sobre Sleepless Empire é a lista de participantes especiais. O disco terá a presença de Randy Blythe (Lamb of God) na música Hosting The Shadow e Ash Costello (New Years Day) em In The Mean Time. Track listing de Sleepless Empire: 01. The Siege02. Oxygen03. Scarecrow04. Gravity05. I Wish You Were Dead06. Hosting The Shadow (com Randy Blythe)07. In Nomine Patris08. Sleepless Empire09. Sleep Paralysis10. In The Mean Time (com Ash Costello)11. Never Dawn Via: Rockbizz

U.D.O. tem planos para gravação de próximo álbum de estúdio
U.D.O. confirma que há algumas ideias e planos para a produção de um próximo trabalho de estúdio o qual irá suceder o álbum Touchdown (2023). Em entrevista ao Rockaxis TV, os membros da banda, Udo Dirkschneider (vocais), Sven Dirkschneider (bateria) e Fabian “Dee” Dammers (guitarra) comentaram sobre a possibilidade de um novo registro (via Blabbermouth): “Acho que nós tivemos algumas conversas sobre um novo lançamento e, obviamente, por que não fazemos mais músicas?” disse Dammers. “Esses planos irão acontecer após a turnê da Dirkschneider que será intensa pela comemoração dos 40 anos do Balls to the Wall (1983) e, talvez depois da turnê, haja tempo para a composição de novas músicas.” O guitarrista completou: “Estamos sempre prontos para criar novas músicas. Quero dizer, Sven já disse que o mais legal sobre nós é que temos todas as gerações aqui combinadas. Por exemplo, Andrey Smirnov (ex-guitarrista do Accept e atual membro do U.D.O.) e eu olhamos para a música de forma tão diferente que, às vezes, chega tão perto de ser como uma luta, mas então tomamos as vantagens de todos e combinamos para criar algo novo. E, com certeza, eu adoraria continuar com isso.” Sven Dirkschneider adicionou: “Onde quer que você vá, Dee e Andrey têm o estúdio deles já montado de qualquer maneira. Eles estão tocando guitarra o dia todo. Então, nós temos algumas ideias, porém ainda não está definido quando trabalharemos no próximo álbum de estúdio.” O vocalista Udo Dirkschneider comentou que Peter Baltes, ex-baixista do Accept e membro do U.D.O. desde 2023, terá participação no processo criativo do próximo trabalho da banda: “O interessante é que Peter Baltes está envolvido nas composições. Eu sei como é o Peter compondo quando eu estava no Accept há muito tempo. Será bem interessante e estou bem empolgado para o próximo álbum.” Confira a entrevista cedida do U.D.O. ao Rockaxis TV: LEIA TAMBÉM: Udo Dirkschneider, vocalista do U.D.O., é o 25º convidado do ‘The Wikimetal Happy Hour’ Via: WikiMetal

“Influência de Paul Di’Anno no metal não pode ser subestimada”, declara Mikael Åkerfeldt (Opeth)
O frontman do Opeth, Mikael Åkerfeldt, usou as redes sociais para tecer alguns comentários sobre o vocalista Paul Di’Anno. O cantor britânico faleceu no dia 21 de outubro, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. De acordo com Åkerfeldt, a influência de Paul Di’Anno no metal não pode ser subestimada. Ele também destacou Killers, segundo registro de estúdio da Donzela de Ferro, como um dos melhores álbuns de heavy metal. Mikael escreveu: “Paul Di’Anno 1958-2024! Descanse em paz! Eu sei que esta homenagem chega um pouco tarde, mas aqui estamos. Tenho pensado em prestar homenagem a Paul desde o dia em que ele faleceu. Sua influência no metal e no Opeth não pode ser subestimada. Eu me lembro muito bem de uma conversa com meu amigo Jonas Renkse, a qual quase brigamos sobre quem era o melhor vocalista do Iron Maiden. Todo o crédito e respeito a Blaze Bayley, mas estamos falando dos álbuns mais antigos que nós dois crescemos ouvindo. Jonas estava convencido de que o melhor cantor era Paul e não Bruce. E é claro que eu perguntei o porquê. Com base no histórico, Bruce fez muito mais álbuns excelentes enquanto Di’Anno fez apenas dois. Por melhores que sejam os discos, Bruce simplesmente teve uma carreira mais longa com o Maiden. A resposta de Jonas foi suave! Ele disse que Bruce podia ser a sirene de ataque aéreo, no entanto, Paul tinha um lado mais sensível em sua voz quando necessário. Músicas como Prodigal Son e Remember Tomorrow mostram muito bem esse lado belo de sua voz rosnante. Além do mais, Killers é um dos melhores discos de heavy metal. Eu ainda não me aprofundei em sua banda solo e projetos como Battlezone. Eu nunca conheci Paul! Contudo, teve uma vez que ele ficou na minha frente na fila de um aeroporto. Congelei na hora de dizer oi! As nossas mais profundas condolências vão para sua família, amigos e fãs”. Veja a postagem de Mikael Åkerfeldt a seguir: Com o assunto também gira em torno do Opeth, o grupo sueco vai se apresentar em São Paulo no dia 19 de abril no Allianz Parque, quando ocorrerá a edição de trinta anos do Monsters of Rock Brasil. A festa heavy metal também contará com shows do Judas Priest, Scorpions, Europe, Savatage, Queensrÿche e Stratovarius. Os ingressos já estão à venda no site da Eventim. Via: Rockbizz

Ensiferum estreia clipe do single The Howl
O Ensiferum estreou o clipe do single The Howl, faixa presente no álbum Winter Storm o qual saiu em 18 de outubro de 2024 pela Metal Blade Records. Assista o conteúdo audiovisual no player logo abaixo: Winter Storm, que é o nono registro de estúdio dos finlandeses, teve a produção de Janne Joutsenniemi e a mixagem e masterização de Jens Bogren (Soilwork, Arch Enemy, Sepultura e outros). A obra está disponível em CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e azul claro), vinil picture, boxset (com botton, gorro, abridor de garrafa e outros mimos) e digital (download e streaming). Track listing de Winter Storm: “Aurora”“Winter Storm Vigilantes”“Long Cold Winter Of Sorrow And Strife”“Fatherland”“Scars In My Heart” (com Madeleine Liljestam)“Resistentia”“The Howl”“From Order To Chaos”“Leniret Coram Tempestate”“Victorious”“Six Ribbons” (cover de Jon English) *“Lambada” (cover de Kaoma) * *Bônus das edições especiais Via: Rockbizz

Saxon é a atração mais esperada do Bangers Open Air 2025 pelos leitores do Wikimetal
O festival Bangers Open Air acontece entre os dias 02 e 04 de maio de 2025 no Memorial da América Latina, em São Paulo. A programação contará com Sabaton, Powerwolf, Saxon, Kamelot, Avantasia, W.A.S.P., Kerry King, I Prevail, Glenn Hughes, Doro e mais. Com esse lineup de peso, o Wikimetal perguntou aos leitores quem vocês estão mais ansiosos pra ver no Bangers Open Air. Em primeiro lugar, com 22%, o voto foi Saxon. Logo em seguida, com 18% veio Sabaton que deixou Kerry King para trás com 16%. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. View this post on Instagram A post shared by Bangers Open Air (@bangersopenair) Via: WikiMetal