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Kerry King faz cover de Purgatory e Killers do Iron Maiden em show solo; veja vídeos
A lenda do thrash metal, Kerry King, está na estrada em promoção ao seu primeiro trabalho solo, que se chama From Hell I Rise. Para dar uma engrossada no repertório das apresentações, o músico vem adicionando alguns covers e fazendo a alegria do público. Nesta quarta-feira, dia 15 de janeiro, durante show no Regency Ballroom em San Francisco, Califórnia, Kerry King fez cover de Purgatory e Killers do Iron Maiden. Veja vídeos: No espetáculo, o barbudo, como era de se esperar, adicionou algumas músicas do Slayer ao repertório. Assista as performances de Raining Blood e Black Magic: A turnê norte-americana vai se estender até o final de fevereiro, com apresentações na costa leste e oeste do país. Vale ressaltar que o giro conta com o apoio das bandas Municipal Waste e Alien Weaponry. Confira o itinerário completo na postagem abaixo. Via: Rockbizz

Vader anuncia detalhes do próximo EP e planeja gravação de álbum inédito
Vader, banda polonesa de death metal, anuncia novo EP intitulado Humanihility. O aguardado lançamento chegará às plataformas de streaming ainda no primeiro semestre de 2025. Após o lançamento, a banda dará sequência à gravação de um novo álbum completo, programado para iniciar no segundo semestre do mesmo ano. Além disso, os fãs da banda poderão aguardar a reedição do clássico Black to the Blind (1997) em uma versão remasterizada, com nova capa feita por Jacek Wiśniewski. O novo ano também trará aos fãs uma série de festivais e oportunidades de assistir a banda ao vivo. Dentre elas, o Vader realizará uma turnê para celebrar os 25 anos de lançamento do álbum Litany, que será reproduzido na íntegra. A agenda do grupo também inclui passagem especial pelo Brasil em maio, com apresentação única no Bangers Open Air 2025. Em entrevista concedida à Blabbermouth, a banda comentou sobre os planos para 2025: “o novo ano será ainda mais intenso. Lançaremos o totalmente novo EP Humanihility, além da aguardada reedição de Black To The Blind, que sairá com uma nova capa, mas com design original”. As produções contarão com a assinatura da Nuclear Blast. Prometendo um ano explosivo e verdadeiramente ‘vaderiano’, eles garantem aos fãs que 2025 será ainda mais movimentado. Vader no Bangers Open Air 2025 Confirmado como uma das atrações do festival Bangers Open Air, a banda polonesa retornará ao Brasil para uma apresentação especial no dia 04 de maio. O Vader atualmente conta com Piotr Wiwczarek (vocal), Marek “Spider” Pająk (guitarra), Tomasz Halicki (baixo) e Michał Andrzejczyk (bateria). Os músicos garantem que o setlist virá repleto de clássicos de toda a discografia. Sobre as apresentações, o vocalista Peter Wiwczarek afirma: “a melhor forma de promover o som da banda é convidar alguém para os assistir ao vivo” (via Roadie Crew). LEIA TAMBÉM: Vader celebra 40 anos com show em São Paulo; fotos exclusivas Via: WikiMetal

Chris Cornell ganha tributo inédito no Teatro Bradesco
Chris Cornell, lendário vocalista e compositor de bandas como Soundgarden e Audioslave, será homenageado no palco do Teatro Bradesco, em São Paulo. O evento acontece no dia 23 de fevereiro de 2025, e será conduzido pelo cantor Gus Nascimento e sua banda. Conforme publicado no site 89 Radio Rock, o tributo inédito no Brasil promete uma performance autêntica com sucessos como “Black Hole Sun”, “Like a Stone”, “Be Yourself” e “I Am the Highway”. A noite também incluirá algumas músicas da carreira solo de Cornell, proporcionando uma jornada completa por sua trajetória, que deixou um legado importante na história do rock. “Sonhava com algo assim há tempos, mas faltavam recursos para realizar. Quando a Live.Co trouxe essa oportunidade no final de 2024, senti alegria e nervosismo. Minha banda e eu estamos nos dedicando ao máximo para honrar o legado do Chris e emocionar os fãs”, compartilhou Gus Nascimento. Confira no Youtube de Guns Nascimento, sua performance cantando a música “Like a Stone”, do Audioslave; O espetáculo resgatará a energia do grunge de Soundgarden e a mistura única de rock e soul do Audioslave. Além disso, pretende explorar as nuances da carreira solo de Cornell. Inclusive com um repertório cuidadosamente escolhido, para ser uma celebração à vida e à genialidade de um dos maiores nomes do rock. Chris Cornell e seu legado Chris Cornell faleceu no dia 18 de maio de 2017, aos 52 anos de idade, deixando uma marca duradoura no cenário musical. Seu legado continua vivo através de sua música, que ainda emociona e inspira fãs em todo o mundo. Inclusive, recentemente o músico Tom Morello, conhecido por ser guitarrista das bandas Rage Against The Machine e Audioslave, prestou sua homenagem à Cornell. O momento aconteceu durante sua apresentação no festival Best Of Blues and Rock, com Tom executando a música “Like A Stone”, juntamente com uma imagem de Chris no telão do evento. Serviço: Tributo a Chris Cornell Data: 23 de fevereiro de 2025 Horário: 20h Local: Teatro Bradesco Endereço: Bourbon Shopping – R. Palestra Itália, 500 – 3° Piso – Perdizes, São Paulo – SP Ingressos: Uhuu eventos LEIA TAMBÉM: Toni Cornell, filha de Chris Cornell, anuncia novo single, “Sunset Of Your Love” Via: WikiMetal

Sodom: “Estou com problemas na coluna, pescoço, ouvidos e olhos; preciso cuidar de mim”, afirma Thomas Angelripper
Para quem não morrer em tenra idade, a idade chegará para todo mundo, e com ela virá os muitos problemas de saúde. E o pior, começarão a doer partes do corpo que nem imaginávamos que pudessem existir. Para os músicos, a coisa fica ainda mais aguda, pois a vida na estrada não é fácil; na verdade, ela castiga bastante o corpo humano, e a conta, cedo ou tarde, chega para todo mundo. O líder do Sodom, Thomas Angelripper, já está lidando com alguns infortúnios da idade. Em conversa com a Ghost Cult Magazine, o músico alemão afirmou que está com problemas na coluna, pescoço, ouvidos e olhos, com isso, irá priorizar a sua saúde no lugar da banda. “Vou pegar leve neste ano! Não quero parar com a banda, mas quero desacelerar um pouco. Eu preciso de mais tempo com a minha família, preciso de mais tempo para minha caça, preciso de mais tempo para meus amigos e preciso de mais tempo para mim. Então, preciso desacelerar um pouco. Estou com alguns problemas de saúde! Tenho problemas na coluna, pescoço, ouvidos e nos meus olhos. Tenho que consertar isso tudo, com isso, preciso de mais tempo. Quando você está na estrada todos os dias e o tempo todo, não pode fazer nada. Então, veremos o que acontece. Mas preciso cuidar de mim”. Veja o bate-papo na íntegra aqui: O trabalho de estúdio mais recente do Sodom é o EP 1982, o qual saiu no dia 10 novembro de 2023 via SPV/Steamhammer. Via: Rockbizz

“Odeio posers e pessoas que pensam que são estrelas do rock; não é grande coisa estar numa banda de rock”, declara Zakk Wylde
Todo mundo que curte o mundo da guitarra e do rock n’ roll já encontrou a arte de Zakk Wylde em algum momento da aventura pelos dois orbes. O viking das seis cordas ganhou holofote e prestígio na música por conta do trabalho ao lado do madman Ozzy Osbourne. Em junho de 1989, Zakk bateu um longo papo com a revista Guitar World para falar sobre a parceria com o Príncipe das Trevas, equipamento e abordagem técnica na guitarra. Mesmo com apenas vinte e dois anos na época da entrevista, Wylde já tinha os pés no chão e não curtia os estrelismos de alguns músicos. “Ter ego e se sentir muito importante são para os idiotas”, disparou Zakk. “Odeio posers e pessoas que pensam que são estrelas do rock; não é grande coisa estar numa banda de rock”, declarou o guitar hero. “Quando meus amigos vieram me ver tocar no Meadowlands [em Nova Jersey], eles me viram no palco. Mas era o mesmo cara com quem eles andavam há anos”, pontuou. “Eles disseram que não parecia realmente um show do Ozzy para eles”, acrescentou. “Eu não me sinto o máximo ou o rei da cocada! Eu ainda estudo guitarra todos os dias. Muitas vezes eu lia sobre caras em revistas de guitarra que diziam que não tinham tempo para estudar na estrada, mas isso não é verdade. Continuo com a minha programação de estudos”, completou. Zakk Wylde teve a difícil missão de substituir o virtuoso Jake E. Lee, entregar uma performance com personalidade e impor uma linha criativa distinta da de seus antecessores. A primeira aventura com o Morcegão do Rock foi em No Rest For The Wicked, álbum de 1988 que vendeu mais de dois milhões de cópias. O então molecote da guitarra se tornou peça fundamental para a carreira de Ozzy, cujo o estrelato aumentaria ainda mais no disco No More Tears (1991). De lá para cá, Wylde entrou e saiu várias vezes da banda de Osbourne, porém, se mantém como um fiel parceiro do artista britânico. Via: Rockbizz

Mike Portnoy toca música de Taylor Swift após ouvi-la pela primeira vez
Mike Portnoy tocou pela primeira vez a música da Taylor Swift, “Shake It Off” depois de escutá-la pela primeira vez. O baterista participou do quadro First Time do canal Drumeo. O músico de metal progressivo foi desafiado a criar sua própria versão para a música da estrela pop que nunca tinha ouvido antes. Uma versão da música tocou sem a parte da bateria para Mike, que confirmou nunca tê-la ouvido antes. Durante a audição o veterano da bateria já começou a improvisar. Ao final, Portnoy brincou que “parecia algo da Disneylândia no Japão ou algo assim”. Em seguida ouviu a música mais uma vez, disse não saber como tocá-la já que ela tem praticamente o mesmo tom. “É como o Bob Dylan. São todos versos, não muda de tom. Eu nem sei o que escrever. Acho que vou apenas curtir”, brincou o baterista. Mike Portnoy agora conhece Taylor Swift Por fim, o baterista terminou de tocar a música ao seu estilo, com toda a bagagem progressiva. Nesse momento Portnoy foi informado que o que havia tocado era uma música com mais de 3 bilhões de visualizações da Taylor. Então, ele respondeu: “Meu Deus! É Taylor Swift? Só a maior artista da Terra. Eu não tinha ideia”. O músico ainda se desculpou: “Taylor, sinto muito mesmo. Eu ainda tocaria com você num piscar de olhos, mas não faria isso”. Mais tarde, ele brincou com a equipe do Drumeo: “Veja, agora não posso dizer que nunca ouvi uma música da Taylor Swift. Vocês acabaram de estragar isso para mim”. No próximo mês, Mike junto com Dream Theater irão lançar o novo disco Parasomnia. Depois de quase uma década longe da banda, no final de 2023 o baterista e membro fundador voltou a banda e esse será o primeiro álbum gravado após seu retorno. LEIA TAMBÉM: Mike Portnoy do Dream Theater lamenta morte de irmã por câncer Via: WikiMetal

Nervosa: Show em Brasília foi cancelado por motivos logísticos
A Nervosa está com agenda cheia para 2025, com apresentações confirmadas em várias cidades do Brasil como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Shows em outros países da América do Sul como Chile e Argentina estão certos, assim como uma turnê maciça pelo território francês. No entanto, o show em Brasília foi cancelado por motivos logísticos. A apresentação iria rolar no dia 29 de janeiro de 2025, no Galpão 17. De acordo com a banda em nota via redes sociais, o reembolso dos ingressos já foi feito. A Nervosa também lamentou o ocorrido e reiterou que trabalha duro para tocar em mais cidades brasileiras em suas turnês. Veja a postagem da banda logo abaixo. As outras datas da tour latino-americana, que é em promoção ao novo álbum Jailbreak, seguem de pé. Conheça o itinerário completo do quarteto feminino logo abaixo. Via: Rockbizz

Max Cavalera defende as regravações dos primeiros álbuns do Sepultura
Max Cavalera, guitarrista e líder do Cavalera Conspiracy, repercutiu o motivo que levou ele e seu irmão, Iggor Cavalera, a regravarem os primeiros albuns do Sepultura, antiga banda dos irmãos Cavalera. Em entrevista à revista australiana Heavy, Cavalera defendeu as regravações dos registros Bestial Devastation (1985), Morbid Visions (1986) e Schizophrenia (1987), as quais haviam sido criticadas por Andreas Kisser, guitarrista e líder do Sepultura (via Blabbermouth): “Foi uma chance de regravar, mas fazendo melhor. Não corrigindo os erros, porque eu penso que os erros eram meio legais, mas fazendo as músicas dos álbuns soarem melhores. Tivemos a chance de ter uma guitarra melhor, um som de bateria melhor, um estúdio melhor, cercados por pessoas experientes no metal, que tem o conhecimento de como gravar esse material musical.” Max Cavalera pontuou que o Sepultura sofreu com as limitações presentes no contexto da época dos anos 80 no Brasil. “Nenhum desses equipamentos estava disponível quando fizemos esses discos no Brasil. Os engenheiros de som não sabiam o que fazer e era como uma terra de ninguém gravar esses álbuns no Brasil. Então, tivemos a chance de refazer do jeito que pensávamos como deveriam soar. Mesmo quando jovens, esperávamos alcançar o som o qual conseguimos agora nas regravações e era isso que a gente almejava desde o princípio.” O guitarrista compartilhou que a energia e a raiva das gravações originais foram preservadas durante as regravações. “É muito legal ter a oportunidade de refazer. Muitas bandas não têm essa oportunidade. Ou nem tentam, ou tentam e falham em conseguir manter a energia e a raiva da obra original. Cuidamos para manter tudo isso. Garantimos que as regravações continuassem furiosas e elas estão cheias de energia e atitude do começo ao fim. Então, acho que é por isso que muitas pessoas gostam das regravações. Os fãs realmente amam as regravações e elas foram muito bem recebidas ao redor do mundo.” As críticas de Andreas Kisser as regravações feitas por Max e Iggor Cavalera Em novembro de 2024, Andreas Kisser criticou as releituras dos primeiros álbuns do Sepultura feitas pelos irmãos Cavalera em entrevista ao IMPACT Metal Channel. Kisser disse que a regravação feita por Max e Iggor é desnecessária e desrespeitosa (via Blabbermouth): “Não acho nada! Quero dizer, é uma decisão estranha que eles tomaram e o valor artístico é zero. Talvez estejam querendo dinheiro ou algo a mais, mas não tem porquê fazer algo assim.” “Se eles estiverem se divertindo, que assim seja. Eu não ligo. Só creio que seja totalmente desnecessário. É realmente muito desrespeitoso com eles mesmos e com seu próprio passado.” Confira a entrevista de Max Cavalera a revista Heavy: LEIA TAMBÉM: Irmãos Cavalera anunciam turnê pelos Estados Unidos em 2025 Via: WikiMetal

Dave Grohl passa aniversário preparando refeições para famílias atingidas pelos incêndios de Los Angeles
Dave Grohl passou seu aniversário preparando refeições para as famílias que foram atingidas pelos incêndios florestais em andamento em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. O líder do Foo Fighters completou 56 anos ontem (14 de janeiro). Em filmagens compartilhadas pelo Feed The Streets Los Angeles no stories do Instagram, o músico foi visto mexendo a comida de uma grande panela para fornecer aos que foram forçados a deixar suas casas. Em um outro vídeo, Grohl aparece empurrando contêineres para ajudar. Esta não é a primeira vez que o artista se envolve em esforços de caridade locais. No ano passado, por exemplo, ele passou o domingo de Super Bowl fazendo churrasco em um abrigo para moradores de rua em Los Angeles, e fez o mesmo em 2023, passando 16 horas no churrasco na missão de resgate Hope of the Valley. Via: Rockbizz

Dave Mustaine e família expandem sua marca de vinhos ‘House of Mustaine’
Dave Mustaine, fundador do Megadeth, e sua família estão expandindo sua empreitada no mundo do vinho, com sua marca House of Mustaine. Já no mercado há algum tempo, a empresa está inovando com novos serviços para elevar o valor de sua marca no mercado de luxo. Inclusive o clube de vinhos já possui uma agenda de eventos exclusivos para membros. As responsáveis por tudo isso são Pamela Mustaine, esposa de Dave e sua filha Electra, respectivamente, presidente e vice-presidente da marca. Conforme o site Consequence, os eventos e viagens de luxo iniciarão no final de janeiro de 2025, com eventos principalmente na região de Nashville, onde a família reside. O primeiro deles, em 30 de janeiro de 2025, será o “Marche Wine Dinner”, no restaurante Yolan. No evento serão incluídos um espumante na recepção e um menu de degustação com cinco pratos da região de Marche. A harmonização gastronômica serão com os vinhos da House of Mustaine. Na sequencia, já em 22 de fevereiro, a House of Mustaine promoverá um evento que unirá arte, comida e vinho, em parceria com Edible Nashville e o Frist Art Museum. O jantar de cinco pratos será preparado pelos chefs Skylar Bush e Margot McCormack, acompanhado dos vinhos da marca. Além dos mencionados acima, outros eventos ocorrerão ao longo do ano, como o acesso privado a experiências mensais de viagens de luxo, começando com uma viagem à Tailândia, prevista para fevereiro. E finalmente, em março, o destino será Londres. Dave Mustaine, rock n’roll e vinhos Cabe aqui falar um pouco sobre as inspirações da marca e a participação do guitarrista do Megadeth, na concretização da House of Mustaines. Inicialmente, a empresa começou com o lançamento de um Cabernet Sauvignon chamado “Symphony Interrupted” em 2013. O vinho foi inspirado na colaboração do Megadeth com a orquestra sinfônica de San Diego. Mais adiante, a House of Mustaine ampliou seu portfólio para incluir 10 vinhos de edição limitada, com destaque para a produção artesanal, proveniente de vinhedos na Itália e também na Califórnia. Em entrevista coletiva, Pamela explicou as inspirações e objetivos presentes na criação da marca: “A House of Mustaine nasceu do desejo de unir nossas paixões por música, cultura e viagens com a arte atemporal da vinicultura”, disse a esposa de Mustaine. Por fim, ela diz: “Assim como Dave foi pioneiro em um gênero com o Megadeth, queríamos inovar no mundo do vinho. Esta jornada foi inspirada pelo amor em descobrir variedades raras e pouco conhecidas e compartilhar essas experiências com outras pessoas.” Além dos eventos, a marca destaca-se pelos seus vinhos exclusivos e sustentáveis, conforme o site oficial House of Mustaine: “Na House of Mustaine, adotamos a filosofia de que grandes vinhos são feitos no vinhedo. Com profundo respeito pela terra e paixão por criar vinhos excepcionais, nos inspiramos nas ricas tradições da Itália e no espírito inovador da Califórnia. Resultando em vinhos provenientes de dois terroirs distintos, ou seja a ligação entre fatores como a terra, solo e clima que englobam a produção do vinho. Embora cada coleção ofereça seu caráter único, ambas refletem nosso compromisso com qualidade, sustentabilidade e arte”. Confira o post com a participação de Dave Mustaine no Instagram oficial da marca; View this post on Instagram A post shared by House of Mustaine (@houseofmustaine) Erga sua taça para a história do rock – Descubra o espumante “À Tout Le Monde” Esta homenagem do mundo do vinho ao rock consiste em vinho espumante, elaborado utilizando o Método Tradicional Champenoise (método utilizado na região de Champagne, na França). Além disso, apenas 144 caixas da safra de 2017 foram produzidas, com a próxima prevista para 2027. Conforme nota no site da marca, esta joia rara é feita a partir de Chardonnay e Pinot Noir na região da South Coast, Califórnia, e harmoniza perfeitamente com a música “À Tout Le Monde”, do Megadeth, enriquecendo a experiência. Criado por Jon McPherson, renomado enólogo, representa um excepcional trabalho artesanal junto à história do rock. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden lança vinho tinto português durante feira mundial Via: WikiMetal

Slipknot: Clown discute futuro álbum e ‘Look Outside Your Window’
Shawn “Clown” Crahan, cofundador e percussionista do Slipknot, falou sobre o futuro da banda durante uma entrevista ao site oficial do Knotfest. Clown revelou que a banda está trabalhando em um novo álbum e que o tão aguardado Look Outside Your Window está em produção. Vale lembrar que o trabalho estava para ser lançado desde 2023, porém o músico confirmou que será lançado este ano. O material de Look Outside Your Window foi originalmente gravado quando a banda estava trabalhando em seu álbum de 2008, All Hope Is Gone. Clown, junto com Corey Taylor, Jim Root e Sid Wilson fizeram algumas experiências entre as intensas sessões de gravação, e produziram canções que tinham um sabor mais psicodélico. Taylor disse a Eddie Trunk em 2019 que o material assume uma “vibração Radiohead“. “Em 2025, vou trabalhar no [modo] ‘Sem Reclamações’”, diz Clown na entrevista. “Simplesmente não vou mais fazer isso. Percebi que minhas expectativas nunca serão atendidas. Então, preciso dar um tempo para mim mesmo. Provavelmente é a última parte do ego que preciso trabalhar. Dessa forma, posso apenas seguir o ritmo. Nada vai me incomodar. Posso apenas trabalhar no potencial positivo.” Ele continua: “Temos um novo álbum. Vamos começar em algum momento. Quero entrar nisso com uma energia como se tudo estivesse começando de novo. É assim que quero encarar isso.” Clown explica que há conversas sobre tudo ser feito na sala de ensaio do Slipknot, como faziam nos primeiros trabalhos da banda. “Se tivermos nosso espaço e nossas coisas funcionando, alguém vai surgir com algo, todo mundo vai se juntar,” ele diz. “E se dissermos, ‘Ah, isso é bom,’ essa coisa vai estar pronta até o fim da noite e depois trabalhada ao longo de um mês. E essa é a melhor maneira de compor a maldita música do Slipknot.” A banda tem brincado com os fãs há algum tempo com a possibilidade de novas músicas. Um single chamado “Long May You Die” foi anunciado, mas, até o momento da publicação, ainda não foi lançado. O álbum ‘Look Outside Your Window’ Look Outside Your Window foi gravado na mesma época em que o Slipknot trabalhou no álbum All Hope Is Gone (2008). Dos nove membros originais da banda, apenas Clown e Jim Root participaram dessas sessões paralelas, junto com Corey Taylor e Sid Wilson. Por mais que Corey tenha tentado misturar as músicas que fizeram para Look Outside Your Window com All Hope Is Gone, não estava funcionando, pois essas outras canções acabaram sendo mais melódicas, e foram comparadas até mesmo com as do Radiohead. Segundo Clown, quando tocavam para outras pessoas, a resposta comum era “não é Slipknot”. Por causa disso, nenhuma das onze canções está na versão standard de All Hope Is Gone, porém “Til We Die” está presente em uma versão especial do disco. Outra canção originalmente escrita durante as sessões foi “My Pain”, lançada no álbum We Are Not Your Kind (2019). Aliás, havia intenção de liberar finalmente o Look Outside Your Window em 2019, mas aconteceu uma série de adiamentos e o disco continua aguardando um lançamento. Via: WikiMetal

Entrevista Válvera: “vemos um interesse por um thrash mais pesado”
Válvera é uma banda de thrash metal paulistana que está na ativa desde 2010. Em suas músicas trazem misturas de diferentes elementos do metal, criando uma sonoridade única. Já tendo lançado três álbuns, o grupo é formado por Glauber Barreto (vocal e guitarra), Rodrigo Torres (guitarra), Gabriel Prado (baixo) e Leandro Peixoto (bateria). O Válvera está produzindo seu mais novo álbum, Unleashed Fury e, em breve, embarcará em uma turnê pela Europa. Eles são uma das bandas confirmadas para se apresentar no Bangers Open Air 2025, com show no dia 03 de maio. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, Barreto e Torres comentaram sobre o novo single “Reckoning Has Begun”, a participação no festival, a cena de metal e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: “Reckoning Has Begun” é o seu trabalho mais recente, uma ótima faixa, bastante técnica, mas ainda assim, com excelente melodia. O que ela representa na carreira do Válvera? Glauber Barreto: Essa música mostra que estamos mais vivos do que nunca, revela uma banda mais coesa e pronta. Representa nossa evolução, o momento em que estamos na carreira, além de nossas pretensões e metas. “Reckoning Has Begun” foi composta para a turnê europeia que fizemos entre novembro e dezembro de 2023 e foi moldada durante aqueles shows. Acho que finalmente encontramos nosso caminho; sinto que ela representa quem somos e o que realmente entregamos ao vivo. Sempre ouvimos que nossos shows eram mais pesados do que os álbuns, então tentamos levar esse peso e essa agressividade para a gravação. Acredito que conseguimos. WM: Poderiam me contar um pouco sobre a história dela? GB: Definitivamente, essa música é, ao pé da letra, “um acerto de contas que está chegando”. Além de ser o primeiro trabalho dessa nova formação do Válvera, também marca nosso primeiro lançamento após a pandemia, que nos deixou sem tocar por mais de um ano e gerou toda a insegurança daquele momento, não só profissionalmente, mas também em nossas vidas. Na sequência, veio o retorno aos palcos: muitas bandas haviam acabado, produtores tinham parado de fazer eventos, uma nova geração estava surgindo e, como você sabe, o Brasil é gigante, mas o cenário é pequeno. Ouvimos muita gente dizer que a banda estava acabada, que fazíamos um som old school e estávamos fadados à estagnação. Qual foi a melhor resposta para isso? Trabalho! Trabalhamos muito nesses últimos anos. Estudamos, tocamos e vivemos a música a cada segundo. Fizemos uma turnê sul-americana com o Prong (EUA) em 2022 e uma turnê europeia solo em 2023, além de participarmos de vários festivais no Brasil, incluindo shows de abertura para gigantes como Destruction, Angra e outros. Tudo isso foi combustível para nos reinventarmos, para nos dar ainda mais sangue nos olhos. Essa música é uma resposta tanto para os outros quanto para nós mesmos, mostrando que podemos fazer tudo: nos superar, crescer e mudar. Essa nova fase e essa nova cara se resumem em “Reckoning Has Begun”. WM: Àqueles que ainda não conhecem o Válvera, qual música recomendariam para que começassem nessa jornada? GB: Começar pelo trabalho atual é o ideal para entender o que a banda está vivendo e em que momento nos encontramos. As músicas passadas fazem parte da nossa história, mas o futuro está vindo de forma diferente. Eu gosto muito de todo o nosso trabalho anterior, mas mudamos bastante. Fomos encontrando o nosso som ao longo do caminho, evoluímos, e algumas coisas dos álbuns anteriores do Válvera já não fazem tanto sentido agora, estamos focados em outra abordagem musical. Por isso, eu diria para ouvirem “Reckoning Has Begun”, porque essa música representa quem somos hoje, nossa realidade. É isso que a galera vai encontrar no nosso novo álbum, Unleashed Fury, que será lançado ainda neste ano de 2025. WM: A banda já está na ativa há quase 15 anos. O que vocês sentem que mudou no cenário thrash metal brasileiro ao longo desse tempo? Rodrigo Torres: Nesses 15 anos vimos muitas coisas mudando, o fã de thrash metal em geral é muito fiel, mas é bem visível que muita gente saiu da cena por causa da pandemia e agora está rolando uma renovação, tem muita gente nova chegando tanto público como bandas e trazendo sangue novo e uma cabeça mais aberta para um thrash metal cada vez mais moderno, não que o old school não tenha o seu lugar, mas vemos um interesse bem grande tanto dentro quanto fora do Brasil por um thrash mais pesado e com elementos novos, coisa que não existia há um tempo atrás. Quanto às bandas da cena, esses 15 anos de “janela” nos deu uma leitura diferente, todo ano surge uma banda nova que se diz “a melhor banda do mundo”, hoje já sabemos que essas bandas não duram muito tempo na cena, pois normalmente elas se isolam, se destroem por dentro, ou se perdem em delírios de uma grandeza inexistente. Então vai aqui um conselho pra você que tem banda e quer fazer um trabalho sério, não se preocupe muito com as bandas que estão fazendo “muito barulho” de uma forma torta. Faça amizades, foque em evoluir com a sua banda, participe da cena e não olhe muito pro lado porque a realidade é que daqui a algum tempo a maioria dessas bandas não vai existir mais. WM: Para vocês, o que significa estarem escalados para tocar no Bangers Open Air e o que o público pode esperar do show? RT: Pra nós é uma honra estarmos no casting do Bangers, isso é fruto de um trabalho sério e contínuo que temos feito nos palcos e na parte de gestão da banda com os nossos parceiros da Venus Concerts e estamos muito felizes da nossa participação nesse fest. Uma vez o Pompeu do Korzus, que produziu nossos dois primeiros álbuns, nos falou que tocar em grandes festivais tinha o poder de mudar o jogo e podemos sentir um pouco desse efeito positivo

Rage Against The Machine: “Killing In The Name” atinge 1 bilhão de streams no Spotify
O hit “Killing In The Name” do Rage Against The Machine atingiu 1 bilhão de plays no Spotify. A música de 1992 fala sobre “policiais racistas que frequentemente se comportam como o Ku Klux Klan a serviço da supremacia branca histórica e ficam lambendo as botas dos lacaios e bandidos da classe dominante capitalista racista” de acordo com Tom Morello numa publicação feita no seu perfil oficial do X (antigo Twitter) onde criticava fãs da banda que não entendem as mensagens da mesma. Tom Morello celebrou o marco no seu perfil do X, onde agradece a todos os ouvintes, “aos que gostaram, aos que odiaram e àqueles que gostaram mesmo não tendo percebido.” Confira o pronunciamento aqui. LEIA TAMBÉM: Rage Against The Machine está se aposentando dos palcos? Via: WikiMetal

Architects estreia clipe cinematográfico da música Blackhole
O britânico Architects estreou o clipe cinematográfico da música Blackhole, faixa que estará em seu novo álbum The Sky, The Earth & All Between, que sairá no dia 28 de fevereiro pela Epitaph Records. O vocalista Sam Carter falou brevemente sobre a canção: “Estou muito animado por ter Blackhole lançado. É uma das minhas músicas favoritas do álbum. O vídeo é tão intenso quanto a música. Filmamos o vídeo em um local bastante selvagem e realmente estamos no topo daqueles prédios que você vê. Este é o Architects em seu momento mais feroz”. The Sky, The Earth & All Between será o décimo primeiro registro de estúdio do famoso grupo de metalcore. O disco promete ser uma mistura equilibrada entre o peso e a urgência do metal em meio a doces melodias vocais e de guitarra. A obra musical, que contou com a produção de Jordan Fish (ex-Bring Me The Horizon), estará disponível em diferentes formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (azul), CD + camiseta, vinil + camiseta e digital (download e streaming). Track listing de The Sky, The Earth & All Between: 01. Elegy02. Whiplash03. Blackhole04. Everything Ends05. Brain Dead (com House Of Protection)06. Evil Eyes07. Landmines08. Judgement Day (com Amira Elfeky)09. Broken Mirror10. Curse11. Seeing Red12. Chandelier Via: Rockbizz

Cradle of Filth anuncia título e data de lançamento do próximo álbum
Cradle of Filth está prestes a lançar seu tão esperado 15º álbum de estúdio, previsto para abril de 2025. Em recente entrevista à Metal Hammer, Dani Filth, vocalista, revelou o título do álbum que irá suceder Existence Is Futile (2021): The Screaming of the Valkyries. Considerada uma das bandas mais influentes do metal gótico e extremo, Cradle of Filth foi formada em 1991. A banda foi destaque ao longo das décadas por suas músicas sombrias, atmosferas teatrais e letras que abordam temas como mitologia, literatura gótica e ocultismo. O cantor descreveu o novo trabalho como uma fusão de todos os elementos que a banda já explorou, em referência aos álbuns anteriores. Com destaque, Midian e Dusk… and Her Embrace, especialmente na atmosfera e nos temas (via Blabbermouth). A produção do álbum ficou a encargo de Scott Atkins. A escolha promete realçar a complexidade da sonoridade da banda ao misturar elementos góticos ao heavy metal extremo. Em declaração, o vocalista afirma que o próximo álbum será diferente dos anteriores. Ainda, afirma que embora a banda tenha experimentado álbuns conceituais no passado, neste optaram por um álbum sem uma narrativa central. Com nove faixas, sem participações especiais, intros ou outros elementos extras, a banda optou por manter uma estrutura de álbum coesa e sem apelos externos. A escolha refletiu na grande duração das músicas. O novo álbum e a colaboração com Ed Sheeran Dentre os tópicos mais comentados sobre o novo álbum, dentre eles se destaca a inusitada colaboração entre o astro pop Ed Sheeran com a banda. Dani revela que a faixa gravada com o cantor pop não será incluída neste álbum. Embora a música tenha sido gravada e mixada, a banda optou por não ofuscar o lançamento de The Screaming of the Valkyries. Quanto à colaboração com Sheeran, Dani Filth afirma que a canção está pronta, mas que a forma de lançamento ainda não foi decidida. Segundo o vocalista, um pequeno número de pessoas ouviu a faixa, e até mesmo sua mãe ainda não teve a chance de escutá-la. “Está fantástica”, declarou o cantor. O que esperar do próximo álbum O processo de gravação foi longo. Começando em maio de 2024, a banda dividiu seu tempo entre turnês e gravações, além de outros projetos pessoais. Ainda em 2025, a banda se prepara para o seu lançamento com o apoio de mais singles e videoclipes, além da aguardada colaboração com Ed Sheeran. Sobre o estilo musical do próximo álbum, Dani Filth comentou que é difícil falar sobre ele sem fazer justiça à riqueza do material. Para ele, há uma combinação de elementos de álbuns antigos da banda com influências mais modernas. O resultado foi um som que é “cativante, rápido, lento, romântico, pesado e teatral” (via Arrow Lords of Metal). Em declaração feita anteriormente, o vocalista, questionado sobre o estilo musical do novo álbum, afirma: “É um avanço em relação ao último. Mesmo produtor e valores de produção, mas abordamos de forma diferente, então soa bem diferente. Já em termos vocais, é agressivo e cativante”. Otimista, o cantor diz que o último álbum foi bem recebido e que o próximo também será. A banda também liberou recentemente o single “Malignant Perfection” em outubro de 2024, acompanhado de um videoclipe dirigido por Vicente Cordero. Com The Screaming of the Valkyries, Cradle of Filth promete entregar mais um capítulo épico em sua carreira. LEIA TAMBÉM: Dani Filth posta fotos com a família em Paraty, no Rio de Janeiro Via: WikiMetal

Tommy Lee (Mötley Crüe) detona músicos que estão promovendo turnês e discos enquanto incêndios devastam Los Angeles
O baterista Tommy Lee (Mötley Crüe) usou as redes sociais para detonar músicos que estão promovendo turnês e discos enquanto incêndios devastam Los Angeles. O astro oitentista escreveu: “Fico enojado de ver a maioria das pessoas se importando apenas com uma publicação em uma rede social idiota! Ninguém dá a mínima quando seu disco será lançado ou quando será o seu próximo show enquanto muitas pessoas estão no meio de um dos maiores desastres de todos os tempos”. “Eu entendo que algum alívio cômico é sempre necessário, mas, Jesus Cristo, deixe tudo isso de lado, pare e veja quem precisa de ajuda, e ajude se puder”, finalizou Lee. Veja a postagem de Tommy Lee logo a seguir: Tristemente, os incêndios na Califórnia já mataram vinte e cinco pessoas. O número de mortos deve aumentar, de acordo com as autoridades locais. O fogo também obrigou cerca de cento e oitenta mil pessoas deixarem as suas casas. É uma catástrofe sem igual, segundo o governo norte-americano. Via: Rockbizz

Rise Behavior se consolida na cena nacional com álbum de estreia ‘A Path To Obliteration’
Formada em março de 2019 em Blumenau, Santa Catarina, a banda Rise Behavior, composta por membros renomados do underground nacional, lançou em agosto de 2024 seu primeiro álbum, A Path To Obliteration. A banda desde sua formação dedica-se a compor músicas que mesclam diversas influências do metal. O resultado é de trabalho consistente, forte e bem feito. Rise Behavior é formada por Ranieri Bertoldi (vocal), Alessandro Kotlinsky (guitarra), Juliano Scharf (teclado), Eduardo Alves (baixo) e Robson Pontes (bateria). Antes do lançamento do álbum completo, a banda apresentou três singles que serviram como amostra do que estava por vir: “The End Has Begun” (2023), com videoclipe, “Machinery of Chaos” (2023) e “Prince of Mankind” (2024), ambos com lyric videos, todos disponíveis no canal da banda. A Path To Obliteration Em 1º de agosto de 2024, A Path To Obliteration chegou ao público. O álbum, que contém 10 faixas, veio com um equilíbrio excelente de peso, velocidade e melodia. O show de lançamento do álbum aconteceu em 10 de agosto de 2024 na Wox Club em Pomerode, com a participação de outros artistas convidados. Certamente a banda agora se dedica a agendar o máximo de shows possíveis para divulgação do trabalho. Todavia, o objetivo é alcançar um público maior, consolidar ainda mais a presença da banda no cenário do metal e abrir novas portas em termos de shows e apoio. A cópia física do álbum pode ser adquirida entrando em contato com qualquer membro da banda através das redes sociais. Enfim, A Path To Obliteration também está disponível em todas as plataformas digitais, facilitando o acesso do público ao trabalho da Rise Behavior. LEIA TAMBÉM: Antítese: conheça a banda catarinense que vem ganhando espaço no rock nacional Via: WikiMetal

Dave Mustaine e família combinam luxo e tradição no ramo de vinho com a marca House Of Mustaine
Dave Mustaine e família combinam luxo e tradição no ramo de vinho com a marca House Of Mustaine, que começou as atividades em 2013. Desde então, a família Mustaine expandiu seu portfólio para incluir dez vinhos de edição limitada e pequenos lotes cultivados em seus vinhedos sustentáveis ao redor do mundo. Cada vinho é uma celebração de autenticidade e arte, nomeado em homenagem a uma das músicas icônicas de Dave e estampado com o brasão da família Mustaine. Assim como cada música tem uma história por meio de suas letras e melodias, cada vinho também tem por meio de sua cultura e artesanato. Cada garrafa é uma declaração, tornando-a tão ousada, intransigente e inesquecível quanto o legado do rock n’ roll em que foi fundada. Clube A House Of Mustaine oferece um clube de vinhos flexível e baseado em assinatura que inclui acesso a eventos exclusivos e experiências de viagens de luxo com curadoria, primeiras opções em novos lançamentos, preços especiais e acesso a todos os vinhos e remessas mensais, trimestrais ou semestrais personalizáveis de suas ofertas atuais. Para conhecer mais sobre o House Of Mustaine Wine Club, basta acessar aqui e começar a sua viagem ao mundo da família Mustaine. Via: Rockbizz

Metallica faz doação para vítimas dos incêndios de Los Angeles
O Metallica junto com a All Within My Hands concederam 500 mil dólares para ajudar os afetados pelos incêndios em Los Angeles nestas duas últimas semanas. A California Community Foundation’s Wildfire Recovery Fund e a Pasadena Community Foundation’s Eaton Canyon Fire Relief And Recovery Fund receberam 250 mil dólares cada para prestar auxílio as vítimas dessa catástrofe. A All Within My Hands é uma organização filantrópica sem fins lucrativos criada em 2017 pelos membros e pela gestão do Metallica, dedicada à criação de comunidades sustentáveis apoiando educação para trabalhadores, luta contra fome e serviços a locais em situações críticas. Todas as despesas da All Within My Hands são cobertas pela banda, pelo conselho e por alguns amigos especiais para que 100% das doações recebidas pela fundação vão para organizações parceiras que apoiam as causa da AWMH. Em nota oficial no site da fundação e nas redes sociais da banda, o Metallica e a All Within My Hands escreveram (via Blabbermouth): “Os incêndios que assolam a área de Los Angeles têm causado implacavelmente estragos e destruição generalizada desde 7 de janeiro e, infelizmente, não mostram sinais que irão parar tão cedo. Apesar da contenção do fogo no fim de semana, as autoridades alertam os moradores para permanecerem vigilantes à medida que os ventos de Santa Ana retornam e devem chegar a 110 quilômetros por hora nos próximos dias, assim, criando condições críticas de incêndio.” “Na semana passada, a comunidade sofreu com a perda de 24 vidas, quase 100.000 pessoas sob ordens de evacuação, 16 mil hectares queimados e mais de 12 mil estruturas – comerciais e residenciais – destruídas. Entretanto, os números não podem mensurar a magnitude da angústia e o quanto o desastre arrasa famílias e desmantela os meios de subsistência.” Confira o pronunciamento do Metallica em sua conta oficial no X (antigo Twitter): Our @AWMHFoundation is granting $500,000 to relief efforts carried out by the @calfund’s Wildfire Recovery Fund and the Pasadena Community Foundation’s Eaton Canyon Fire Relief and Recovery Fund.In the past week, the community has suffered at least 24 lives lost, nearly 100,000… pic.twitter.com/hhbXd8Egam — Metallica (@Metallica) January 13, 2025 LEIA TAMBÉM: Metallica: show beneficente teve setlist surpreendente com canções raras e covers Via: WikiMetal

Metallica doa mais de 3 milhões de reais às vítimas de incêndio na Califórnia
O Metallica, por intermédio de sua fundação All Within My Hands, que tem o comprometimento em fornecer ajuda às comunidades e indivíduos afetados pelos mais diversos tipos de infortúnios, doou mais de 3 milhões de reais às vítimas de incêndio na Califórnia. Entidades como Wildfire Recovery Fund e Eaton Canyon Fire Relief And Recovery Fund receberam a verba para mitigar os efeitos devastadores que o fogo tem feito no estado norte-americano. Tristemente, os incêndios já mataram vinte e cinco pessoas. O número de mortos deve aumentar, de acordo com as autoridades locais. O fogo também obrigou cerca de cento e oitenta mil pessoas deixarem as suas casas. AWMH É importante dizer que a All Within My Hands é uma fundação sem fins lucrativos criada em 2017 como uma forma da família Metallica retribuir às comunidades que apoiaram a banda. O AWMH doou 645 mil dólares para fundos de ajuda relacionados à Covid-19, incluindo Feeding America, Direct Relief, bem como para instituições de caridade ajudando aqueles nas indústrias do entretenimento que ficaram repentinamente sem trabalho. Programas sociais do Brasil, Turquia, entre outros países, já receberam o apoio financeiro do grupo, que sempre se prontifica em ajudar os necessitados. Saiba mais sobre a All Within My Hands aqui. Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne: O fim da empresa ‘Osbourne Media House’
Ozzy Osbourne e sua família anunciaram, no dia 3 de janeiro de 2025, o fechamento da Osbourne Media House. A própria família Osbourne gerencia a empresa em questão que é responsável por seus programas e podcasts. O fechamento da empresa culminou em uma explicação oficial do filho de Ozzy e Sharon Osbourne, Jack Osbourne, a respeito dos reais motivos do fechamento da empresa. Jack, explicou em um vídeo (via Blabbermouth) os desafios que levaram à pausa nas atividades da Osbourne Media House após poucos meses de funcionamento. Ele enfatizou que a decisão não teve como caua a falta de apoio dos fãs, mas sim as dificuldades internas e mudanças na indústria. Jack destacou que ele e seus pais autofinanciaram o projeto. Porém o impacto das transformações no mercado de mídia e televisão após a pandemia, exigiram ajustes rápidos que não aconteceram a tempo. Além disso, as agendas lotadas e os problemas de saúde de Ozzy dificultaram a produção do conteúdo, que dependia da participação ativa da família. Confira aqui o vídeo na íntegra no Youtube oficial de Jack Osbourne; The Osbournes atravessa gerações A Osbourne Media House foi oficialmente lançada em abril de 2024. Em pouco tempo, a empresa passou a gerenciar programas como o podcast The Osbournes e a série The Madhouse Chronicles, com apresentação do próprio Ozzy e de seu amigo guitarrista Billy Morrison. O reality show The Osbournes, é o programa original de maior audiência da história da MTV, de 2002 a 2005. A série acompanhava de perto a vida de Ozzy e sua família, incluindo momentos como a luta de Sharon contra o câncer e os períodos de reabilitação de Kelly e Jack Osbourne por abuso de drogas e álcool. Recentemente o programa retornou, com a familia mais madura, em formato podcast. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne: por que o ícone do heavy metal rejeita o rótulo do gênero Via: WikiMetal

Korzus: “Não sou coitado e meu perfil não é castelo de chocolate, é vida real”, diz Marcello Pompeu
Dias atrás o vocalista do Korzus, Marcello Pompeu, usou as redes sociais para pedir trabalho, pois a sua agenda de serviço ficará ativa a partir de março e as contas não dão nenhum pingo de tempo para respirarmos. Essa foi a segunda vez que o cantor pediu apoio aos seus fãs. Cerca de três anos atrás, Marcello solicitou a ajuda do público para arrumar um trabalho e levantar uma grana. O novo pedido de trampo já deu resultado! Em seu perfil oficial no Instagram, Pompeu listou os serviços que conseguiu e jogou a real para quem tirou sarro de sua situação. Ele afirmou que não é coitado e que seu perfil não é castelo de chocolate, mas, sim, vida real. “Olá, meus queridos! Diferente de 3 anos atrás quando apelei aqui em desespero, logo após a pandemia, para trabalhar. Buscava até um emprego fixo e estava até disposto a deixar o metal. Dessa vez chamei a atenção pra compor minha agenda em janeiro e fevereiro que estavam vazias (não posso ficar a frente da TV por 60 dias) já que em março minha agenda melhora muito e os eventos que participo durante o ano voltam das férias. Para alguns virou a síndrome do coitado! E não é bem por aí, não! Eu não sou coitado! Pelo contrário, sou um cara de certa sorte por ter vocês aqui que me seguem e são atuantes e quantas vezes eu precisar chamar a atenção pra compor agenda, eu chamarei. Não tenho vergonha disso! O meu perfil, como já disse, não é apenas castelo de chocolate, é vida real. E se tem um lugar onde posso recorrer é aqui! Aqui são as pessoas que confiam, gostam, incentivam e torcem por mim, porque sabem que sou de verdade e não apenas status, roupas bonitas e lugares e shows fantásticos. Aqui não aparento nada! Sou o que sou e tenho orgulho e sou grato”. Marcello acrescentou: “E já deu resultados na agenda! Aí vão as fotos dos dois primeiros jobs: primeiro, cantei junto a Mayara Puertas em uma música no projeto Hall Of Gods do artista Rafael Agostino. Segundo, cantei com a banda Overhead no Instituto Cultural Bolívia Rock. Muito obrigado”. Veja a postagem na íntegra de Marcello Pompeu aqui: Via: Rockbizz

Metallica: “Todas as nossas músicas são boas; não escrevemos músicas ruins”, diz Lars Ulrich
Em meados dos anos 90, o Metallica pegou sua legião de fãs de surpresa ao lançar os álbuns Load (1996) e ReLoad (1997). O repertório dos discos deixou para trás o thrash metal e o metal de arena de outrora para se concentrar em nuances alternativas. Em setembro de 2007, o baterista Lars Ulrich sentou com o pessoal da revista Metal Hammer para falar sobre os dois citados álbuns. Na conversa, o dinamarquês defendeu o direcionamento artístico dos discos e ainda usou de ironia para falar sobre o trabalho criativo do Metallica. “Eu sou um artista, não escrevo músicas ruins — lembre-se disso”, disparou Lars em tom de deboche. “É a síndrome que todos os artistas sofrem, nunca admitiremos isso, ok? Não, não escrevemos músicas ruins”, continuou. “Todas as nossas músicas são boas e todas essas músicas serão lançadas, quer você goste ou não”, garantiu. “Temos confiança em nós mesmos, e eu quero esses tons sarcásticos traduzidos em muitos lugares”, acrescentou. No bate-papo, Ulrich ainda comentou sobre as críticas em relação ao corte de cabelo, roupas e imagem da banda em Load e ReLoad. “Eu ainda fico meio surpreso sobre o quanto todas essas coisas ainda importam. Zombo dessas coisas porque são bastante estúpidas. Eu meio que entro nessas explicações semissérias e parece que não importa qual posição eu tome, as pessoas ainda ficam muito nervosas sobre isso”, completou o baterista. Apesar das críticas, Load e ReLoad venderam super bem e já bateram, juntos, a marca de quinze milhões de cópias vendidas. E mais, sons como Fuel, The Memory Remains e Until It Sleeps conseguem, atualmente, arrancar bastante aplausos dos fãs. Via: Rockbizz

Tanya O’Callaghan diz que os homens são as verdadeiras divas em turnê: “Fazem drama”
Tanya O’Callaghan é uma baixista de muita experiência na cena musical, visto que já tocou com nomes como Bruce Dickinson, Whitesnake, Dee Snider e Puscifer. Portanto, ela vem presenciando muitos episódios, digamos, pitorescos enquanto está na estrada. Em nova postagem nas redes sociais, Tanya ressaltou que tais eventos curiosos são causados por homens, pois se comportam como verdadeiras divas em turnê. Ela ainda comentou que são os caras quem fazem drama. “Recentemente, alguém perguntou a um dos meus companheiros de banda: ‘Como é estar em uma banda com Tanya’? Mas o que estava sendo insinuado era algo como: ‘Deve ser difícil estar em uma banda com uma mulher’? Como se isso fosse inerentemente complicado. Eu ouvi isso tantas vezes ao longo dos anos e isso me fez rir porque, depois de quase 20 anos na estrada com muitas bandas, posso dizer com segurança: são sempre os caras que fazem drama, e eu digo isso amorosamente, meus irmãos”. Ela continuou: “Se você me seguir até a academia, vou te ensinar alguns movimentos de ioga. Eu sou uma péssima influência com as frutas vermelhas, caso você não queira ser saudável. Eu passei tanto tempo na estrada com caras, que eu tenho o modo ‘mãe da banda’. Pergunto se já comeram alguns vegetais, se estão bem mentalmente e chamo para dar uma volta e alongar. Eu sei que isso é incrivelmente anti rock n’ roll”. Veja a postagem de Tanya O’Callaghan abaixo: Via: Rockbizz