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Schmier (Destruction) cita os vocalistas de heavy metal que mais admira
O thrasher de carteirinha Schmier (Destruction) concedeu uma nova entrevista ao apresentador Brando Weissler, do canal Appetite For Distortion, e aproveitou a oportunidade para citar os vocalistas de heavy metal que mais admira. “Quando eu era jovem, admirava Rob Halford, e ainda sou um grande fã do Judas Priest. E eu os vi ao vivo na última turnê. Rob tem mais de 72 anos, eu acho, e ainda se apresenta de forma fantástica para sua idade. Eu tenho muito respeito por isso. Além disso, eu costumava ser um grande fã de Lemmy, porque ele foi o primeiro com o vocal extremo no rock n’ roll. No início dos anos 80, a primeira vez que ouvi o Motörhead foi uma mudança de vida. Já do ponto de vista do thrash, eu sempre amei a voz de Tom Araya [Slayer], porque ele foi o primeiro cara que fez um fraseado thrash perfeito, com muitas palavras rápidas se juntando em frases legais. Acho que esses três caras foram superimportantes”. Schmier completou: “Não se trata apenas de cantar bem; se trata também sobre o quão bem você consegue escrever, especialmente quando fica mais velho. Há muitos bons exemplos de bandas que quando envelhecem, não escrevem mais tão bem. As músicas ficam um pouco mais lentas, mais chatas e mais blues”. Acesse o player abaixo para curtir o bate-papo completo: Via: Rockbizz

Foreigner não menciona nome de Lou Gramm nas datas da turnê, apesar de produtora anunciar shows com o cantor
Recentemente, a produtora Ake Music Productions confirmou shows do Foreigner no México e na América do Sul em abril de 2025 com o vocalista original Lou Gramm. No entanto, o anúncio oficial nas redes sociais da banda não tem sinal de que Gramm se juntará a eles. E é claro que a situação tem gerado bastante falatório entre os milhares de fãs! Parte está celebrando os supostos shows com Gramm, já a outra metade não está curtindo nenhum um pouco a ideia do conjunto seguir sem o vocalista atual Kelly Hansen. Até o momento, a nova tour do Foreigner começará em 28 de fevereiro em Agoura Hills, Califórnia, e terminá em 15 de março na Flórida. Depois desta etapa, a banda retomará as atividades nos Estados Unidos em julho. O Foreigner, entretanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação. De todo modo, falta bem pouco para a turnê começar e vermos qual será o desfecho de todo embróglio. O Foreigner se juntou recentemente a um grupo exclusivo, visto que I Want to Know What Love Is ultrapassou a marca de 1 bilhão de streams no Spotify, garantindo a eles um lugar no Clube do Bilhão ao lado de Aerosmith, The Beatles, Queen, AC/DC, Elton John e outros. Via: Rockbizz

Don Juan do metal: Bruce Dickinson explica o lado ruim de poder ficar com qualquer mulher
Em uma nova entrevista à revista britânica Classic Rock, Bruce Dickinson explicou o lado ruim de pode ficar com qualquer mulher que deseje. “Você não faz parte da sociedade normal. TEPT (estresse pós-traumático), deslocamento – é efetivamente o que você tem”, disse o vocalista do Iron Maiden sobre o estilo de vida rock and roll nos anos 80. “E dependendo do seu tipo de personalidade, você lida com isso de maneiras diferentes. Steve [Harris] se tornou um recluso. Adrian [Smith] bebia demais. Eu estava ocupado transando com tudo que se movia. E nada disso era saudável”, completou. Dickinson relembrou um conselho de Pete Townshend, guitarrista do The Who, que o ajudou a mudar sua vida. “Me lembro de algo que Pete Townshend disse sobre groupies: ‘No momento em que você percebe que pode estalar os dedos e manipular as pessoas para fazer sexo com você, é o momento em que você está descendo a ladeira abaixo’. Até esse momento, é inocente. Você não consegue acreditar que as mulheres estão se jogando em você. Você pensa que isso é legal e bom demais”. O cantor acrescentou: “Mas há um lado ruim nisso. Onde você vai parar? Quando isso se torna um vício, como álcool ou cocaína? Quando isso se torna sua realidade? Quando não é realmente real?” Embora Dickinson esteja casado pela terceira vez, ele disse que se arrepende daqueles dias de abusos dos anos 80. Via: Rockbizz

Grammy ignora Paul Di’Anno durante homenageados de In Memoriam
O Grammy Awards 2025 aconteceu no último domingo, dia 02 de fevereiro, no Crypto.com Arena em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. A entidade premiou nomes da música como Gojira, Beatles, St. Vincent e Rolling Stones. Artistas como Marianne Faithfull e Phil Lesh (Grateful Dead), que nos deixaram recentemente, foram homenageados com imagens no telão do evento enquanto Chris Martins (Coldplay) cantava a canção All My Love. No entanto, a premiação ignorou solenemente artistas como Paul Di’Anno e John Sykes (ex-Whitenake, ex-Thin Lizzy) durante o vídeo de In Memoriam, o que gerou a revolta de muitas pessoas da cena heavy metal como o radialista Eddie Trunk, que esbravejou pelas redes sociais. Ele escreveu: “Nada de John Sykes no Grammy 2025 no In Memoriam? Vocês estão de brincadeira comigo? Vocês sempre são uma vergonha para o rock em todos os níveis. Doentio”. No John Sykes on #Grammys2025 in memoriam ????? Are you fucking kidding me???????? They are a DISGRACE for rock music on EVERY level always! Sickening !!!!! — Eddie Trunk (@EddieTrunk) February 3, 2025 Em outras postagens, Trunk continuou a detonar o Grammy pela falta de respeito com os artistas de rock e metal. Apesar de não homanegear ao vivo Paul Di’Anno, John Sykes e outros nomes da música pesada, a entidade publicou em seu site oficial a lista completa das celebridades que morreram nos últimos meses. Via: Rockbizz

N.W.77 traz o melhor do metal extremo nacional em ‘Touching The Terror’
Em Touching The Terror (2025), N.W.77 traz elementos essenciais que toda banda de metal extremo deveria adotar. Riffs de guitarra velozes, vocais potentes, uma bateria marcante e linhas de baixo responsáveis por unir tudo isso de maneira a ser elogiada. A banda de crossover thrash hardcore está na ativa há 15 anos e foi fundada pelo baixista e vocalista Marcel Ianuck, que juntamente com PC Montalvão (guitarra), Márcio Montalvão (guitarra), Paulo Vinícius (bateria) e Rodrigo Pinto (bateria) lançaram um trabalho que mostra que o metal brasileiro segue vivo e muito bem. Com influência de grupos como Suicidal Tendencies, S.O.D., Ratos de Porão, Lobotomia e Anthrax, a N.W.77 traz excelentes detalhes das banda citadas, como a velocidade das músicas e os vocais rasgados, de maneira crua e que instiga o ouvinte a querer mais. Logo de início, o EP traz a faixa “Touch The Terror”, que já abre o trabalho de maneira explosiva. Não é um registro longo – muito pelo contrário. Com 4 músicas e menos de 10 minutos de duração, a banda foi responsável por entregar um um EP muito bem amarrado. Algo a se destacar na segunda música, “Dogday Everyday”, são as linhas de baixo, mas assim como em todas as outras, a habilidade vocal de Ianuck impressiona, de maneira que ele transmite uma força enorme. A N.W.77 não deixa a bola cair em momento algum, mantendo a régua alta em todas as faixas e mostrando a ferocidade do metal nacional. “We Told You So” é exemplo disso, com um bom solo de guitarra e coros que tornam a música ainda mais presente. Para finalizar, “Lake Paranoia” amarra todo o EP, trazendo aqui, a melhor música do trabalho. A sensação, ao finalizar a música, é a de que poderia haver mais canções, uma vontade de ouvir mais músicas da banda, que trouxe em Touching The Terror um excelente registro, que une habilidade, velocidade e precisão. Tive a oportunidade de bater um papo com o fundador da N.W.77, Marcel Ianuck. Confira a entrevista na íntegra! Wikimetal: Touching The Terror foi criado antes e depois da pandemia. Como você acredita que o período de lockdown impactou a elaboração do EP? Marcel Ianuck: Sim! Impactou bastante! Foi um período muito difícil psicologicamente para todo mundo, com tantas coisas horríveis acontecendo. E apesar da parte instrumental estar toda pronta antes da pandemia, as letras e vocais só foram feitos em 2024. Então, mesmo mantendo o nosso lado mais irreverente, as letras foram muito impactadas. A música “We Told You So”, por exemplo, é bem direta sobre o horror de ter negacionistas no comando durante um período tão crítico para a humanidade. Então, a parte lírica foi totalmente impactada pelo lockdown. WM: Eu queria falar um pouco sobre o título do EP. O que ele significa? O que vocês quiseram transmitir enquanto mensagem com ele? MI: Nós sempre tivemos esse lado irreverente e irônico nos trabalhos anteriores. O título do EP faz referência a música “Touch The Terror” que significa literalmente tocar o terror, mesmo sabendo que essa tradução maluca só vai fazer sentido no Brasil. E a letra tem a intenção de valorizar o underground, os shows, as bandas, as pessoas que fazem tudo acontecer, seja mídia independente, casas de shows, produtores e entusiastas em geral. Ficamos tanto tempo trancados e longe de tudo, que voltar aos shows e a conviver com todo mundo foi muito emocionante. O primeiro show de retorno foi no festival Headbangers Attack aqui em Brasília em maio de 2023 e eu estava doente com febre e tudo mais, felizmente não era Covid novamente. Mas quando, depois de 4 anos, começamos a tocar, o pessoal a “tocar o terror” no mosh, não senti mais nada e foi um dia inesquecível. O título do EP e da música significa isso, estamos aqui para continuar tocando o terror até onde aguentamos.WM: Eu gostei bastante das faixas lançadas na versão digital e sei que vocês pretendem lançar em mídia física com mais 2 faixas. O que pode me adiantar a respeito delas? MI: Vão ser 2 faixas bônus no CD que já está na fábrica. São dois bootlegs muito especiais para nossos bateristas. Nós temos dois, desculpa aí galera das outras bandas! O Rodrigo Pinto mora em Nova York e já gravava todos o material de estúdio, inclusive as 4 faixas do EP Touching The Terror, mas a distância obviamente impactava muito nos shows e em 2018 resolvemos incluir o Paulo Vinícius (ex-Macakongs 2099 e Narcoze) na banda para fazer os shows. Rapidamente virou membro da nossa família nuclear e então deixou de ser um baterista substituto. Dito tudo isso, uma das faixas vai ser uma versão bootleg da música “Dis Is Fear”, do split K7 Peste Nuclear, onde tanto Rodrigo quanto Paulo Vinícius tocaram juntos simultaneamente. Max Cavalera vai adorar! E a outra faixa bônus é um ensaio gravado no estúdio Mercearia, com o Paulo Vinícius na bateria, tocando a música “Bacchanalia Open Air”, do disco Nuclear Awake (2015). Estamos negociando também o lançamento de outros formatos físicos fora do país. Então provavelmente teremos algumas edições limitadas em K7 e Vinil. Veremos.WM: A N.W.77 está na ativa desde 2010, ou seja, quinze anos de estrada, com muitas coisas mudando e evoluindo. Como você sente que encontra-se a cena de crossover thrash hardcore hoje em dia? MI: Eu acho que tá muito bacana! Aqui no Distrito Federal tem rolado muitos shows com bandas de hardcore e thrash juntas, até outros estilos como death metal e doom. E muita garotada mais nova, o que é muito importante para renovar a cena. Então estamos sempre tocando com bandas legais como Alcoholic Vortex, Transtorno Nuclear, Axion, Terror Revolucionário, entre outras. Também quero destacar a banda Kidsgrace, hardcore com influências diversas de metal e outros estilos, compostas por mulheres, cis e trans, mostrando que a cena tem se mostrado aberta a diversidade e acolhimento de causas importantes. E também tocamos com bandas de fora do DF que misturam esses estilos como Basttardz, O Cão, D.E.R. e o próprio Black Pantera.

Foreigner em São Paulo terá a companhia de Jeff Scott Soto e Eric Martin; confira serviço
O Foreigner se apresentará no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 10 de maio. E o veterano do classic e hard rock não estará sozinho, pois Jeff Scott Soto e Eric Martin vão abrilhantar ainda mais o evento. A dupla terá a companhia da banda brasileira Spektra, que conta com os trabalhos de Leo Mancini (guitarrista), Edu Cominato (baterista), BJ (teclado e vocal) e Henrique Baboon (baixista). Foreigner Formado em Nova York em 1976, a banda norte-americana tinha em sua formação original Mick Jones (guitarra), Ian McDonald (saxofone), Dennis Ellioth (bateria), Al Greenwood (teclado), Ed Gagliardi (baixo) e Lou Gramm (vocal). Em 1977 saiu o primeiro álbum, Foreigner, que teve grande sucesso com as faixas Feels Like the First Time, Long, Long Way From Home e Cold As Ice. O segundo disco, Double Vision (1978) ficou entre os dez mais vendidos em todo o mundo por seis meses, a canção Hot Bloded é o destaque da obra. Nos anos seguintes, o Foreigner lançou os álbuns Head Games (1978), 4 (1981), que chegou o primeiro lugar da Billboard. Em 1984, foi a vez de Agent Provacateur, trabalho que traz o famoso hit I Want to Know What Love Is, que recentemente chegou a 1 bilhão de streams no Spotify. Em 1987, mais um álbum de sucesso – Inside Information. Mesmo com todo o sucesso, o vocalista Lou Gramm decidiu deixar a banda e seguir carreira solo. Para assumir o vocal, os caras fecharam com Johnny Edwards, que participou da gravação do disco Unusual Heat, de 1991. Em 1995, o álbum Mr. Moonlight contou com a participação do baixista Bruce Turgon, do tecladista Jeff Jacobs e do vocalista Lou Gramm, que ficou na banda até 2003. Em 2005, o Foreigner abriu as portas para o novo vocalista: Kelly Hansen. O ano de 2009 trouxe para os fãs o disco Can´t Slow Down, que chegou a posição 29 da Billboard 200. Os principais singles desse álbum são When It Comes to Love e In Pieces. A banda ainda lançou os álbuns Alive & Rockin’, em 2012, An Acoustic Evening with Foreigner, em 2014, e In Concert. Unplugged. Em 2019, foi lançado no Canadá, o musical Jukebox Hero, baseado inteiramente nos sucessos do Foreigner. Sobre Jeff Scott Soto e Eric Martin Jeff Scott Soto, que completou 40 anos de carreira em 2024, é uma figura icônica da indústria musical, conhecido por sua capacidade de se reinventar. Sua trajetória é marcada por uma voz poderosa e uma versatilidade incrível, transitando entre o rock, metal, AOR e até funk. Com apenas 18 anos, ele ganhou destaque na década de 1980 como vocalista da banda de hard rock Yngwie Malmsteen’s Rising Force, colaborando com o lendário guitarrista Yngwie Malmsteen em álbuns clássicos como Marching Out (1985) e Trilogy (1986). Em 2020, Jeff convenceu a banda Art Of Anarchy a dar-lhe uma chance como vocalista. Com a formação recém-ressuscitada, eles escreveram e gravaram o terceiro álbum, Let There Be Anarchy, lançado em fevereiro de 2024. Já Eric Martin é considerado um dos maiores vocalistas de sua geração, reconhecido por sua voz suave e firme, capaz de transitar entre baladas emocionantes e rock pesado. Ele ficou mundialmente famoso como vocalista do Mr. Big. Ao longo de mais de 30 anos, a banda desfrutou de um enorme sucesso, com 10 álbuns de estúdio, 12 ao vivo e inúmeros singles de sucesso, incluindo o hit número 1 To Be With You. Combinadas, as vendas mundiais ultrapassam a marca de 10 milhões de cópias. Depois do Brasil, Jeff e Eric seguirão para o Reino Unido, onde farão uma turnê acústica intitulada Unleashed & Unplugged, acompanhados pelo guitarrista David Cotterill da banda Demon. SERVIÇOForeigner em São PauloData: 10 de maio (sábado)Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795Portas: 18h30Bandas de abertura – Jeff Scott Soto & Eric Martin: 20h30Foreigner: 22h00 Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira Meia Pista Premium R$680,00 R$340,00 Mesas A,B,C R$800,00 R$400,00 Mesas D,E,F R$750,00 R$375,00 Mesas G,H R$700,00 R$350,00 Mezanino R$720,00 R$360,00 Camarote A R$880,00 R$440,00 Camarote B R$830,00 R$415,00 Ingressos a venda a partir do dia 10/02/25 (segunda-feira) às 10h. Na internet: www.eventim.com.br. Ponto de venda sem taxa: BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO Espaço UNIMED: Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-000. Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados. A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. Parcelamento: Em até 3x sem juros nas compras online e na bilheteria. Em até 10x com juros apenas online. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao

Fabio Lione apresenta grandes clássicos do power metal em Belo Horizonte
Na última sexta-feira, 31 , Fabio Lione retornou a Belo Horizonte para um show da Epic Tales Brasil Tour no Mister Rock. Com a abertura da casa às 20h, o primeiro show da noite ficou a cargo dos cariocas da Innocence Lost. A casa ainda não estava muito cheia no início da apresentação, mas os músicos fizeram um excelente show autoral, levando o público presente a cantar e interagir com a banda. Às 21h30, foi a vez da segunda banda de abertura, Enorion. A banda conta com os músicos que acompanham Fabio Lione: Christoffer Lopes e Gabriel Oliveira (guitarras), Pablo Guillarducci (baixo), Rafael Braz (teclado) e Thiago Caieiro (bateria). A diferença é que, nos vocais, quem assume é Felippe Castello. Com a casa um pouco mais cheia, a banda apresentou músicas autorais e dois destaques que fizeram todos cantarem em uníssono: os temas de He-Man e Cavaleiros do Zodíaco. Às 22h30, começou o show principal da noite: Fabio Lione. As primeiras doze músicas foram do Rhapsody, com a épica introdução “Lux Triumphans” preparando o público para o primeiro clássico da noite, “Dawn of Victory”, cantado a plenos pulmões por todos. A sequência seguiu com “Land of Immortals”, “Wings of Destiny”, “Holy Thunderforce” e “Emerald Sword”. Antes dessa última, Fabio, que interagia bastante com o público, a apresentou como a “Carry On” do Rhapsody (fazendo referência ao clássico do Angra), ou seja, o maior hino da banda. A próxima música, “The Magic of the Wizard’s Dream”, foi introduzida com uma história sobre Christopher Lee durante as gravações de sua participação no Rhapsody e a filmagem de um videoclipe na República Tcheca. A canção teve um forte apelo emocional para parte do público e, ao final, Fabio pediu para todos gritarem olhando para “o céu”, em homenagem a Sir Christopher Lee. As animadas “Wisdom of the Kings” e “Unholy Warcry” prepararam o terreno para “Lamento Eroico”, cantada em italiano. Nessa música, Fabio interagiu com os fãs, oferecendo o microfone para que cantassem algumas partes. Para encerrar o set do Rhapsody, tivemos “Sea of Fate” e “Village of Dwarves”. Chegava, então, a hora de tocar Angra. Ao contrário do que se poderia esperar, Lione não incluiu músicas de sua fase na banda, mas sim da época de Edu Falaschi. O set contou com “Rebirth”, com participação da vocalista Nina Guimarães, seguida por “Nova Era”. Em seguida, Nina retornou para uma versão diferente de “Bleeding Heart/Agora Estou Sofrendo”, e, no último refrão, cantaram a versão em português do Calcinha Preta. Para os fãs de Vision Divine, o setlist trouxe “Send Me an Angel” e “Violet Loneliness”, que animaram os admiradores da banda. A partir desse momento, começou oficialmente a sessão de covers da noite. Como todos sabem, Lione também é cantor operístico e incluiu no set a belíssima “Time to Say Goodbye – Con te partirò”, de Andrea Bocelli. Em seguida, vieram “Still Loving You”, do Scorpions, que fez o público cantar o clássico refrão a plenos pulmões, e uma homenagem a Luciano Pavarotti, com “L’elisir d’amore”. Depois, vieram “Carrie”, do Europe, e, para encerrar a noite com chave de ouro, um cover de “Wasted Years”, do Iron Maiden. Os vocais de Fabio estão fantásticos, e sua banda executa as músicas de forma fiel às gravações originais. Além disso, vale ressaltar que os músicos tocam na banda de abertura por cerca de 40 minutos e, logo depois, fazem um show de pouco mais de 2 horas. LEIA TAMBÉM: Angra irá relançar ‘Temple Of Shadows’ com faixas bônus de pré-produção Via: WikiMetal

Eloy Casagrande sobre o prêmio de Melhor Baterista de Metal da Drumeo: “Minha felicidade é tocar bateria”
A Drumeo, que é uma das maiores plataformas online de ensino do instrumento percussivo, publicou tempos atrás a sua lista dos melhores bateristas de 2024. A listagem contempla artistas de várias vertentes musicais, portanto, há espaço para o pessoal do jazz, rock, pop, r&b/hip-hop e, claro, heavy metal. Quem levou o prêmio de Melhor Baterista de Metal da Drumeo foi o brasileiro Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura). O músico concorria contra Baard Kolstad (Leprous), Charlie Benante (Anthrax), Dan Searle (Architects) e Greyson Nekrutman (Sepultura). Pelas redes sociais, Casagrande reagiu ao prêmio recebido pela escola de música. Ele escreveu: “Obrigado a todos que votaram em mim. Sou imensamente grato pelos prêmios e por todo o reconhecimento”. “Mas devo dizer que, independentemente dos prêmios, minha felicidade é tocar bateria. É o que quero fazer todos os dias. E o que é arte senão a negação da vida”, finalizou em tom filosófico. O Slipknot irá retomar as atividades ao vivo no final de fevereiro, quando ocorrerá o Knotfest Austrália, que terá shows de A Day to Remember, Babymetal, Polaris, Hatebreed e outros. A tour ainda passará pela Nova Zelândia. Ainda para este ano, o noneto mascarado tem compromissos com os fãs do Velho Continente, com espetáculos em países como Alemanha, França, Suíça e Itália. Via: Rockbizz

Empresa chinesa adquire parte da Marshall por mais de 6 bilhões de reais
Uma nova era da empresa de amplificadores Marshall está começando! A empresa chinesa HongShan Capital Group (HSG) adquiriu parte da Marshall por mais de 6 bilhões de reais. A família Marshall manterá uma participação de apenas 20% da firma. “Este acordo é uma prova da dedicação e do talento excepcional da nossa equipe em tornar nossa visão uma realidade. Juntas, a HSG e a família Marshall terão condições perfeitas para continuar construindo o status icônico da Marshall e desbloqueando todo o nosso potencial em todo o mundo”, informou o CEO da HSG, Jeremy de Maillard. “Vamos trabalhar em estreita colaboração com a família Marshall e a equipe de gestão para fortalecer a marca e impulsionar seu crescimento sustentável e lucrativo”, completou. “A Marshall é uma das marcas mais icônicas do mundo, firmemente enraizada na cultura musical”, continuou em tom positivo Steve Jia, sócio da HSG. “Estamos convencidos de que a Marshall fortalecerá sua posição como a marca preferida dos guitarristas e como a marca mais emocionante para os amantes de música. Estamos bastante felizes em fazer parceria com a família Marshall e a sua equipe para escrever a história da música”, concluiu. A fabricante de amplificadores anunciou recentemente uma série de novos produtos, incluindo versões modificadas de seus amplificadores Plexi e JCM800 de 1959, um novo amplificador Studio 900 e seus pedais de Overdrive Series. A HongShan Capital Group está cada vez mais aumentando seu império no universo musical, visto que a fabricante de pedais e periféricos Boss está em seu portfólio. A companhia também é a dona da plataforma Canva. Via: Rockbizz

Courtney LaPlante (Spiritbox) tira sarro com entrevistadora que a confundiu com Poppy no Grammy 2025
Courtney LaPlante, vocalista do Spiritbox, foi confundida com a cantora Poppy no Grammy Awards 2025 que aconteceu no último domingo (02) no Crypto.com Arena em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. LaPlante foi apresentada incorretamente como Poppy em uma entrevista no tapete vermelho da premiação. Poppy também estava presente no evento porque Suffocate, sua faixa de colaboração com a banda hardcore Knocked Loose, foi indicada ao prêmio de Melhor Performance de Metal. Apesar da introdução incorreta, LaPlante seguiu em frente. “Eu sou Poppy”, ela “confirmou” à entrevistadora, “e estou muito feliz de estar aqui indicada com Knocked Loose. Espero realmente que ganhemos”. A cantora então usou o momento para observar que nenhuma mulher levou o prêmio da categoria Melhor Performance de Metal para casa em seus 35 anos de história. “Na verdade, fui indicada em, eu acredito, 2020”, acrescentou a cantora, continuando a fingir ser Poppy – que foi indicada para Melhor Performance de Metal em 2021 com sua música Bloodmoney. “Muito feliz por estar aqui novamente; adoraria levar para casa o Grammy por Knocked Loose e por mim mesma porque seria a primeira mulher a ganhar este prêmio”. Quando questionada sobre quantas mulheres já foram indicadas nesta categoria, LaPlante aproveita a oportunidade para falar de si mesma. “Na verdade, não olhei para isso, mas sei que é hora de uma de nós ganhar. Espero que seja eu ou Spiritbox e Courtney”. Assista à entrevista abaixo: courtney laplante from spiritbox getting mixed up with poppy by a grammys interviewer and just going with it and pretending shes actually poppy. im HOWLING pic.twitter.com/ZLOEcUVnOK — YEOSANG DOBERMAN⁸ 🧊 || SAW ATEEZ IN MANCHESTER (@honeybunhwa) February 2, 2025 Via: Rockbizz

Steven Wilson retorna à América Latina com turnê ‘The Overview’
O músico, compositor e produtor indicado ao 6º Grammy Awards Steven Wilson anunciou a etapa latino americana da The Overview Tour, sua primeira turnê solo de banda completa no continente em mais de sete anos. A turnê, que cruzará os EUA e o Canadá primeiro, terminará com 4 datas especiais na América Latina. No México, ele visitará o Auditorio Telemex em Guadalajara no dia 13 de outubro e o Pepsi Center na Cidade do México no dia 14. No Brasil, o artista fará um único show em São Paulo, no dia 17 de outubro, no Tokio Marine Hall. A data final de sua turnê por aqui será no Chile, no dia 19 de outubro, na Movistar Arena de Santiago. No Brasil, os ingressos estarão disponíveis para o público em geral a partir de 7 de fevereiro, começando às 10h online e às 11h na bilheteria oficial. Os ingressos estarão disponíveis online no site oficial da Ticketmaster e na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). O evento é organizado pela Live Nation Brasil. Overview chega pela Fiction Records em uma ampla gama de formatos – incluindo digital, CD, LP, Blu-ray, boxset exclusivo da D2C, LP de vinil vermelho exclusivo da D2C (com pôster) e LP cor menta exclusivo para varejo – na sexta-feira, 14 de março. Via: WikiMetal

Eloy Casagrande (Slipknot) mostra performance de Eyeless na The O2 Arena
O baterista brasileiro Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura) mostrou a performance de Eyeless na The O2 Arena. O material audiovisual foi registrado no dia 21 de dezembro de 2024, quando a banda estava em promoção a primeira perna da Here Comes The Pain Tour, que é em celebração aos vinte e cinco anos de seu debute. Assista a performance de Eyeless na The O2 Arena: O Slipknot irá retomar as atividades ao vivo no final de fevereiro, quando ocorrerá o Knotfest Austrália, que terá shows de A Day to Remember, Babymetal, Polaris, Hatebreed e outros. A tour ainda passará pela Nova Zelândia. Ainda para este ano, o noneto mascarado tem compromissos com os fãs do Velho Continente, com espetáculos em países como Alemanha, França, Suíça e Itália. Para saber o itinerário completo da Here Comes The Pain Tour 2025, basta acessar aqui. Via: Rockbizz

Gojira recebe o Grammy de Best Metal Performance por “Mea Culpa (Ah! Ça Ira!)”
Gojira recebeu o Grammy para “Best Metal Performance” pela performance de “Mea Culpa (Ah! Ça Ira!)” na abertura dos jogos olímpicos do ano passado. A faixa é uma versão da canção popular francesa “Ça Ira!”, que se traduz para “vai ficar tudo bem”. Ela era cantada durante a revolução francesa e foi ouvida pela primeira vez em maio de 1790. A performance aconteceu em julho de 2024, junto com a cantora de ópera Marina Viotti, juntamente com uma série de figuras decapitadas que representavam a Rainha Marie Antoinette. O show ocorreu fora do Conciergerie, uma antiga prisão e residência dos reis franceses durante a revolução, onde Marie foi segurada antes da sua decapitação em 1793. Outros nomeados para a categoria de “Best Metal Performance” foram:o Judas Priest, com “Crown Of Horns”, Metallica, com “Screaming Suicide”, Knocked Loose (feat. Poppy), com “Suffocate” e Spiritbox, com “Cellar Door”. Confira o momento em que a banda vai receber o prêmio abaixo: LEIA TAMBÉM: Gojira: Joe Duplantier se une à PETA em uma “revolução vegana” Via: WikiMetal

AC/DC anuncia a perna europeia da Power Up Tour 2025
O AC/DC anunciou a perna europeia da Power Up Tour 2025. O giro vai começar em 26 de junho no Letňany Airport em Praga, República Tcheca, e irá acabar no dia 21 de agosto no Murrayfield Stadium em Edinburgh, Escócia. Pelo caminho, a trupe passará por países como Alemanha, Itália, Espanha, Suécia, entre outros. Em nota, o grupo informou: “O AC/DC retornará à Europa neste verão para continuar a sua Power Up Tour. A banda fará 12 shows em 10 países – incluindo Edimburgo, Escócia, a terra natal do clã Young”. A Power Up Tour também passará pelos Estados Unidos, tendo a abertura do The Pretty Reckless. O AC/DC se apresentará em 13 estádios norte-americanos, começando em 10 de abril no US Bank Stadium, Minneapolis, e terminando em 28 de maio no Huntington Bank Field, Ohio. Para a Power Up Tour 2025, o AC/DC contará com os trabalhos de Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Stevie Young (guitarra), Matt Laug (bateria) e Chris Chaney (baixo). Via: Rockbizz

blink-182 e Matt Skiba se unem em evento solidário em Los Angeles
No dia 13 de fevereiro, blink-182 e Matt Skiba, junto ao Alkaline Trio, vão se reencontrar em um show beneficente realizado no Hollywood Palladium, em Los Angeles, na Califórnia. A iniciativa acontece em prol das vítimas dos incêndios que acometeram a cidade estadunidense em janeiro. Todo o valor arrecadado em bilheterias será destinado às instituições: Pasadena Humane Society, California Fire Department, LAFD Foundation e ARC Firefighter Fund. Reencontro entre blink-182 e Skiba Será a primeira vez em que os músicos vão se reunir publicamente após a saída de Skiba do blink-182 e o retorno de Tom DeLonge. Vale ressaltar que o músico fez parte do blink-182 entre os anos de 2015 e 2022. Durante os quase sete anos junto à banda, participou de dois álbuns — California (2016) e Nine (2019) — com o baixista Mark Hoppus e o baterista Travis Barker. LEIA TAMBÉM: Matt Skiba fala sobre saída do blink-182 em carta aberta; leia aqui Via: WikiMetal

Steven Tyler se apresenta pela primeira vez desde o anúncio de aposentadoria do Aerosmith
O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, apresentou seis músicas na sexta festa anual do Grammy, Jam For Janie, no último domingo (02) no Hollywood Palladium em Hollywood, Califórnia, Estados Unidos. Tyler e Nuno Bettencourt (Extreme) abriram com More Than Words, acompanhados por Mick Fleetwood, seguido por Dream On com Lainey Wilson. Tom Hamilton (Aerosmith) e Chris Robinson (The Black Crowes) se juntaram a Tyler e Bettencourt para Sweet Emotion, Walk This Way com Jessie J, e Heartbreaker. Tyler e Bettencourt também fizeram uma performance de Toys In The Attic. O evento beneficente foi patrocinado pelo Janie’s Fund, iniciativa que Tyler criou para levar esperança e cura a meninas e mulheres jovens que passaram por traumas. Mais de 100 bombeiros que lutaram contra os recentes incêndios florestais de Los Angeles também foram convidados para o evento pelo Widows, Orphans And Disabled Firefighters Fund e pela Los Angeles Fire Department Foundation. Esta foi a primeira apresentação do cantor desde o anúncio de aposentaria das turnês do Aerosmith, que aconteceu em agosto do ano passado devido à lesão vocal de Tyler. Veja vídeos do evento abaixo: Via: Rockbizz

“Muitas pessoas acham que metal é só barulho; isso é falta de cultura musical”, diz Cristina Scabbia (Lacuna Coil)
A cantora italiana Cristina Scabbia (Lacuna Coil) está na cena musical há mais de vinte e cinco anos, ou seja, tem muita experiência e já viu e enfrentou muitas adversidades e, até mesmo, preconceitos. Em recente conversa com o Nik Nocturnal Podcast, a artista lamentou que muitas pessoas acham que o metal é só barulho. “Muitas pessoas acham que metal é só barulho, que tem tem que estar conectado ao satanismo ou que é algo ruim, mas elas não sabem de nada”, reclamou Cristina. “Parece que as pessoas têm medo de guitarras distorcidas por algum motivo”, pontuou. “Elas não entendem, e isso é definitivamente uma falta de cultura musical, de certa forma”, garantiu a italiana. Scabbia acrescentou que muitos jovens acabam curtindo heavy metal nas trilhas sonoras de jogos de vídeo game e nem se dão conta. “Digo com toda segurança que muitas crianças estão jogando videogames que têm uma trilha sonora que é claramente metal, e elas não têm ideia de que é metal. Há espaço para isso e elas adoram. Muitas pessoas afirmam que o metal é uma música ultrapassada, mas elas estão totalmente erradas”. Confira o bate-papo completo no player logo abaixo: Como o assunto é na seara do Lacuna Coil, a banda lançará seu novo disco Sleepless Empire no dia 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. O processo de composição e a gravação de Sleepless Empire ocorreram no norte da Itália, no SPVN Studios, com a produção sob os cuidados do baixista Marco “Maki” Coti Zelati. Já a capa ficou na responsabilidade do artista italiano Roberto Toderico. Outro fato interessante sobre Sleepless Empire é a lista de participantes especiais. O disco terá a presença de Randy Blythe (Lamb of God) na música Hosting The Shadow e Ash Costello (New Years Day) em In The Mean Time. Track listing de Sleepless Empire: 01. The Siege02. Oxygen03. Scarecrow04. Gravity05. I Wish You Were Dead06. Hosting The Shadow (com Randy Blythe)07. In Nomine Patris08. Sleepless Empire09. Sleep Paralysis10. In The Mean Time (com Ash Costello)11. Never Dawn Via: Rockbizz

Gojira leva o Grammy 2025 na categoria Best Metal Performance com Mea Culpa (Ah! Ça Ira!)
O francês Gojira levou o Grammy 2025 na categoria Best Metal Performance com Mea Culpa (Ah! Ça Ira!). A premiação, que chegou a sua 67ª edição, aconteceu nesta domingo, dia 02 de fevereiro, no Crypto.com Arena em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. É importante explicar que Mea Culpa (Ah! Ça ira!) foi uma canção popular durante a Revolução Francesa, cujo mote era afirmar que tudo ficaria bem e os tempos sombrios de opressão seriam extintos. A banda a tocou na cerimônia de abertura das Olimpíadas 2024. O Gojira concorria com Judas Priest (Crown Of Horns), Metallica (Screaming Suicide), Knocked Loose (Suffocate) e Spiritbox (Cellar Door). Via: Rockbizz

System of a Down: “Toxicity” chega a marca de 1 bilhão de views no YouTube
O videoclipe da música “Toxicity”, do System of a Down, alcançou a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Os números foram registrados dia 31 de janeiro, sexta-feira. É a segunda vez que SOAD atinge o feito dos bilhões. A primeira música a atingir foi “Chop Suey”, também do álbum Toxicity, de 2001. System of a Down lançou seu último trabalho de estúdio, o álbum Hypnotize, em 2005. O baixista Shavo Odadjian chegou a falar sobre planos de lançamento em episódio recente do Trunk Nation With Eddie Trunk: “Sempre falaremos sobre isso aqui e ali, mas não sei se isso vai acontecer ou não. Quer dizer, se acontecer, lindo. Mas se acontecer, precisa ser incrível. Não pode ser só nós fazendo riffs… Precisa realmente ser o melhor que poderia ser.” Assista ao videoclipe de “Toxicity” abaixo: Turnê pelo Brasil Não é por acaso que SOAD tem voltado a ser o foco. O anúncio do retorno da banda aos palcos ganhou destaque e deixou os fãs em êxtase. Após uma década, no Brasil os shows passarão em maio por 3 cidades: Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. LEIA TAMBÉM: System Of A Down: turnê é “teste” para planos futuros da banda Via: WikiMetal

Gavin Rossdale (Bush) lamenta morte da mãe pelas redes sociais: “O mundo está mais solitário”
O vocalista Gavin Rossdale (Bush), 59 anos, lamentou morte da mãe pelas redes sociais. Barbara Stephan Bowie faleceu na terça-feira, dia 28 de janeiro, informou o artista britânico. Ele escreveu: “Terça-feira, 28 de janeiro, às 17h, perdi minha mãe. Depois de uma longa e tortuosa luta, ela nos deixou. É difícil colocar em palavras o vínculo que tínhamos e o vazio que ela deixa. O mundo parece mais solitário e hoje a jornada parece mais longa e difícil. Sei que ela está comigo o tempo todo porque é assim com o amor e a perda. Nós carregamos aqueles que amamos, mas não podemos ver. Esse é o meu conforto. Envio a vocês todo o meu amor”. Veja a postagem de Gavin Rossdale: E por falar em Gavin Rossdale, o Bush virá ao Brasil em março para se apresentar no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. A vinda para a América Latina ainda renderá uma rápida passadinha em Santiago, capital do Chile. Depois disso, a banda fará uma extensa turnê pelo Canadá e pelas costas leste e oeste dos Estados Unidos. O giro do quarteto durará até o final de agosto, quando os caras darão uma pausa para respirar e repor as energias. Via: Rockbizz

Cristina Scabbia conta como foi trabalhar com Dave Mustaine no remake de À Tout Le Monde
Em 2007, a cantora italiana Cristina Scabbia (Lacuna Coil) trabalhou ao lado de Dave Mustaine, CEO do Megadeth, na regravação da canção À Tout Le Monde (Set Me Free). Cabe recordar que a versão original da faixa saiu no álbum Youthanasia, de 1994. A nova roupagem do som, no entanto, saiu no disco United Abominations. Batendo um papo com o canal canadense The Metal Voice, Cristina Scabbia contou como foi trabalhar com Dave Mustaine no remake de À Tout Le Monde. “Lembro que não nos conhecemos antes da gravação. Tudo o que eu tinha era a versão original que eu já amava. Tive que criar as harmonias e arranjos do zero. Trabalhei com o produtor Andy Sneap em um estúdio no Reino Unido por alguns dias. Passamos todo o material gravado para Dave para ele fazer a mixagem do jeito que queria. Lembro que criei algumas linhas vocais sem realmente saber o que ele queria porque a comunicação foi feita por e-mails. Meu empresário me pediu para cantar com eles. Eu disse imediatamente ‘sim’ porque foi uma experiência muito legal e um privilégio, além disso, eu amo essa música”. Cristina completou: “Depois de um tempo, fui para Los Angeles, onde eles estavam filmando o vídeo. E foi quando eu e Dave nos conhecemos. O vídeo foi filmado em dois dias. Fiz todas as minhas filmagens no segundo dia, pois o primeiro dia foi a filmagem da banda. Dave foi super legal, super gentil. Foi bastante louco, porque eu não sabia o que esperar, já que muitas pessoas falavam coisas diferentes sobre Dave. Eu estava quase com medo de conhecê-lo. Mas ele foi um amor e super gentil. Na turnê, ele deixou uma garrafa de champanhe com um bilhete agradecendo por estarmos na turnê com eles. Ele foi super, super legal”. Veja a fala completa de Cristina Scabbia aqui: Já neste outro player você pode curtir o remake de À Tout Le Monde com a cantora italiana: Via: Rockbizz

House Of Lords lança o novo single Cry Of The Wicked
Boa nova aos fãs de hard rock oitentista! O House Of Lords lançou o novo single Cry Of The Wicked, faixa que está no disco Full Tilt Overdrive, décimo segundo registro de estúdio do grupo, que saiu em novembro de 2024 pela Frontiers Records. Assista o videoclipe de Cry Of The Wicked no tocador a seguir: Em Full Tilt Overdrive, que teve a produção do vocalista/baixista James Christian e do tecladista Mark Mangold, o House Of Lords promete entregar aos ouvinte riffs de guitarra monumentais e ganchos vocais doces. Além de James Christian e Mark Mangold, o veterano ativo do hard rock norte-americano conta com os trabalhos de Jimi Bell (guitarra), que é o único integrante da formação original, e Johan Koleberg (bateria). Track listing de Full Tilt Overdrive: “Crowded Room”“Bad Karma”“Cry Of The Wicked”“Full Tilt Overdrive”“Taking The Fall”“You’re Cursed”“Not The Enemy”“I Don’t Wanna Say Goodbye”“Still Believe”“State Of Emergency”“Castles High”“I Don’t Wanna Say Goodbye” (versão acústica presente apenas na versão japonesa) Via: Rockbizz

Foreigner fará show no Brasil em maio com o vocalista original Lou Gramm
O Foreigner fará um único show no Brasil em maio com o vocalista original do grupo, Lou Gramm. De acordo com a produtora Ake Music, a apresentação acontecerá no dia 10 de maio em São Paulo. A turnê também passará por outros países da América Latina como Argentina, Chile e Colômbia. Lou Gramm foi a voz nos maiores sucessos do Foreigner, incluindo Feels Like The First Time e Cold As Ice, do álbum de estreia de 1977, e músicas posteriores como Hot Blooded e I Want to Know What Love Is. O cantor deixou a banda em 2002 e atualmente quem assume a função é Kelly Hansen. Via: Rockbizz

Red Hot Chili Peppers se apresenta no evento beneficente FireAid; assista
O Red Hot Chili Peppers apresentou quatro músicas durante o evento beneficente FireAid que aconteceu na última quinta-feira (30) no KIA Forum em Los Angeles, Estados Unidos. Este foi o primeiro show da banda desde sua aparição na cerimônia de encerramento dos jogos olímpicos em agosto do ano passado. Apresentados por Stevie Nicks, o RHCP abriu seu set com Dani California, e também tocaram os singles de sucesso Californication e Black Summer, antes de encerrar com a balada Under The Bridge. “Obrigado por aparecerem em Los Angeles”, disse o vocalista Anthony Kiedis ao público de sua cidade natal. Já o baixista Flea declarou: “Los Angeles é nossa casa. Nós amamos vocês pra caramba”. Confira a apresentação abaixo: Via: Rockbizz