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KISS anuncia álbum ao vivo Off the Soundboard da era Asylum
O KISS anunciou que seu próximo álbum ao vivo celebrará a turnê Asylum, de 1985, até então não documentada. O vinil triplo Off the Soundboard: San Antonio, TX 12-3-1985, que chega em 28 de março, será o sexto da série soundboard. O show de 18 faixas apresenta sucessos dos anos 80, como Heaven’s on Fire e Lick It Up, juntamente com clássicos dos anos 70, como Detroit Rock City e Love Gun. O álbum e uma coleção de novos produtos relacionados já estão disponíveis para pré-venda no site oficial da banda. Asylum foi o primeiro álbum a apresentar Bruce Kulick como guitarrista principal do KISS, ao lado do baterista Eric Carr e dos membros fundadores Paul Stanley e Gene Simmons. O trabalho incluiu o single de sucesso inspirado na Motown, Tears are Falling. O lançamento mais recente do Off the Soundboard foi tirado da turnê Animalize, de 1984, e apresenta a única apresentação oficialmente lançada do antecessor de Kulick, o falecido Mark St. John. Tracklist de Kiss: Off the Soundboard San Antonio, TX 12/3/1985: 1. “Detroit Rock City”2. “Fits Like a Glove”3. “Cold Gin”4. Paul Stanley Guitar Solo5. “Uh! All Night”6. Eric Carr Drum Solo7. “War Machine”8. “I Still Love You”9. “Under the Gun”10. Bruce Kulick Guitar Solo11. “Tears Are Falling”12. Gene Simmons Bass Solo13. “I Love it Loud”14. “Love Gun”15. “Rock and Roll All Nite”16. “Heaven’s on Fire”17. “Oh! Susanna”18. “Lick It Up” Via: Rockbizz

Atriz quebra o silêncio sobre aborto de filho de Anthony Kiedis aos 17 anos
A atriz Ione Skye revelou detalhes pessoais sobre seu relacionamento com o vocalista do Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis, em seu novo livro de memórias Say Everything. De acordo com a People Magazine, o relacionamento de Skye com Kiedis começou quando ela tinha 16 anos e ele 24. “Eu era o tipo de garota que queria um bebê desde nova, que costumava fantasiar sobre encontrar um bebê enrolado na minha porta ou pegar um bebê fantasma voador com uma rede de borboletas… Mas fantasiar era diferente de ver”, ela escreveu no livro. “Eu não conseguia me ver tendo um bebê neste momento”. Skye acrescentou que se culpava por não ter sido mais cuidadosa, mas não se arrepende da decisão. “Eu estava cuidando de mim mesma agora, fazendo uma escolha que parecia boa e importante para o meu futuro”, ela escreveu. “Eu não teria um bebê aos 17 anos com alguém que não queria ser pai, não se comprometeria comigo e tinha problemas de raiva. Sem mencionar a heroína”. O livro também explora a jornada da atriz por Hollywood e cobre seus relacionamentos subsequentes, incluindo seu casamento com Adam Horovitz, do Beastie Boys, e seu atual casamento com o músico Ben Lee. Ione Skye concluiu recentemente as filmagens de Anaconda na Austrália com Paul Rudd e Jack Black. O filme tem data de estreia marcada para o dia 25 de dezembro de 2025. Via: Rockbizz

Iron Maiden ganha livro comemorativo de 50 anos de carreira
A celebração dos 50 anos de carreira do Iron Maiden continua a todo vapor. Dessa vez, a banda em parceria com o selo Thames & Hudson irá lançar a obra Iron Maiden: Infinite Dreams – The Official Visual History – livro visual que vai contar por meio de imagens toda a história da Donzela de Ferro. A publicação feita em capa dura vai contar com itens e fotografias inéditas do grupo terá lançamento global em 31 de outubro de 2025. A pré-venda já está disponível para o Reino Unido, O livro também está organizado de forma cronológica – passando pelas primeiras apresentações, ainda em pubs em 1975, o primeiro contrato com uma gravadora, o fenômeno The Number Of The Beast (1982) e chega aos dias atuais com Senjutsu (2021) e também promete revelar detalhes de produção da Run For Your Lives World Tour. (via Blabbermouth) O amado mascote Eddie terá sua evolução detalhada na obra – que conta com comentários de Derek Riggs, seu criador. A publicação também inclui um prefácio do baixista e fundador Steve Harris e um posfácio do vocalista Bruce Dickinson. “Fiquei surpreso com algumas das coisas que consegui resgatar para este livro. Eu sabia que tinha guardado muita coisa dos primeiros anos, e elas se mantiveram muito bem! As fotos trouxeram tudo isso de volta à vida. Espero que os fãs também adorem ver todo esse material apresentado dessa forma! Foi o momento certo para reunir tudo como parte das celebrações dos nossos 50 anos!”, falou Harris. View this post on Instagram A post shared by Iron Maiden (@ironmaiden) Livro do Iron Maiden também terá lançamento no Brasil A editora Belas Letras publicou em seu Instagram que será o selo responsável pela publicação exclusiva do título no país. Na postagem, havia sido escrito que logo mais detalhes seriam revelados. Mas ao entrar no site da Amazon no Brasil, também já é possível acessar o link. – na pré-venda, a edição brasileira está custando 429 reais. View this post on Instagram A post shared by Editora Belas Letras (@editorabelasletras) LEIA TAMBÉM: Iron Maiden: a inspiração de Adrian Smith e Dave Murray antes do Iron Maiden Via: WikiMetal

Pantera: Zakk Wylde quebra a mão e continua turnê tocando com três dedos
Acidentes acontecem, como diz o ditado popular! Porém, a coisa piora bastante quando os acidentes ocorrem em uma parte do nosso corpo necessária para desenvolvimento de nossas atividades profissionais. O guitarrista Zakk Wylde (Black Label Society, ex-Ozzy Osbourne), por exemplo, contou, durante entrevista à revista Kerrang!, que quebrou a mão durante uma turnê do Pantera. O viking das seis cordas ressaltou que continuou a turnê tocando com apenas três dedos. “Eu quebrei minha mão em uma turnê do Pantera, quando estava fazendo a roleta para o meet-and-greets. Eu giro uma roleta para ver quem vai ganhar o encontro com a banda. A bola quicou para fora da roleta, mas, quando fui pegá-la, bati minha mão na mesa e a quebrei. Toquei com três dedos pelo resto da turnê! Foi um um mês e meio tocando assim! Acho que foi Dime [Dimebag Darrell] se divertindo às minhas custas. Já é difícil tocar as músicas dele, então, ele quis pregar essa peça para elevar o nível da coisa”. E não foi a primeira vez que Zakk machucou a mão, não. Em 2008, durante uma apresentação em São Paulo ao lado de Ozzy Osbourne, o grandalhão cortou uma das mãos, o que fez suas guitarras tomarem um banho de sangue. Via: Rockbizz

Helloween vai derreter o coração dos fãs com o clipe em HD de Forever And One (Neverland)
O rei do power metal, Helloween, vai derreter o coração dos fãs com o clipe em HD de Forever And One (Neverland). A iniciativa de colocar na praça o material em alta definição vem junto com as festividades de quarenta anos de carreira. A balada está no repertório do álbum The Time Of The Oath, sétimo registro de estúdio do grupo e o segundo com o vocalista Andi Deris (ex-Pink Cream 69), que saiu em fevereiro de 1996. O trabalho é inspirado nas profecias de Nostradamus, que chegou a prever muitos problemas para a humanidade como uma Terceira Guerra Mundial. Curta o clipe de Forever And One (Neverland) no player abaixo: As celebrações de 40 anos do Helloween também contemplam a coletânea March Of Time, que chegará ao mercado em 28 de março recheada de 42 pérolas do power metal germânico. A proposta da banda é uma imersão em toda sua discografia, isto é, de Walls of Jericho (1985) até Helloween (2021). March Of Time estará disponível em box set de vinil com 5LPs (com quebra-cabeça, lamina da arte da capa e livreto) e em 3CDs. A versão em vinil sairá por €149,99 (cerca de R$900,00); já a opção em CD ficará em €21,99 (aproximadamente R$132,00). E para quem não curte as opções físicas, a coletânea também sairá no formato digital (download e streaming). Track listing de March Of Time: CD1“Walls Of Jericho/Ride The Sky”“Metal Invaders”“Victim Of Fate”“How Many Tears”“Eagle Fly Free”“Halloween”“A Tale That Wasn’t Right”“Future World”“March Of Time”“Dr. Stein”“Keeper Of The Seven Keys” CD2“I Want You”“Kids Of The Century”“Number One”“Windmill”“Sole Survivor”“Perfect Gentleman”“In The Middle Of A Heartbeat”“Why?”“Forever And One (Neverland)”“Power”“Steel Tormentor”“Hey Lord!”“I Can”“If I Could Fly”“Mr. Torture”“Hell Was Made In Heaven”“Light The Universe” CD3“The Invisible Man”“As Long As I Fall”“Kill It”“Where The Sinners Go”“Are You Metal?”“Nabataea”“Straight Out Of Hell”“Waiting For The Thunder”“Heroes”“My God-Given Right”“Pumpkins United”“Best Time”“Fear Of The Fallen”“Skyfall” Via: Rockbizz

Jéssica Di Falchi deixa a banda Crypta
Os fãs da Crypta se surpreenderam hoje com o anúncio da saída da guitarrista Jéssica di Falchi. Integrante oficial da banda desde 2023, Jéssica entrou para o grupo substituindo a holandesa Sonia Anubis e, desde então, formou ao lado de Tainá Bergamaschi uma das duplas de guitarras mais marcantes do metal extremo atual. A decisão partiu da própria musicista e foi tomada em comum acordo, com total apoio e respeito por parte da banda. Em nota oficial, a Crypta expressou sua gratidão pelo tempo compartilhado e pelas contribuições de Jéssica: “Agradecemos imensamente à Jéssica por todo nosso tempo, estrada, experiências e aventuras juntas, e guardaremos com carinho e consideração toda sua contribuição para a banda.” Jéssica também comentou sobre sua saída e deixou uma mensagem de agradecimento: “Gostaria de agradecer à Crypta pela confiança no meu trabalho e pelo convite para fazer parte dessa história. Também agradeço muito aos fãs pelo acolhimento e carinho, levarei essa experiência comigo para sempre. Nos vemos em breve na estrada!” Apesar da mudança na formação, a banda garantiu que todos os compromissos futuros, incluindo turnês já agendadas e a produção do aguardado terceiro álbum, seguirão conforme o planejado. Confira o anúncio oficial da saída de Jéssica Di Falchi da Crypta: View this post on Instagram A post shared by CRYPTA (@cryptadeath) LEIA TAMBÉM: Crypta: o sucesso da banda brasileira de death metal Via: WikiMetal

Whitechapel estreia videoclipe da faixa Hate Cult Ritual
O Whitechapel estreou videoclipe da faixa Hate Cult Ritual. A canção está no novo álbum Hymns In Dissonance, que saiu no dia 07 de março pela via Metal Blade Records. Vale destacar que o disco, que está disponível em CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho, laranja, branco) e digital, tem a capa do tatuador Rob Borbas. Embora Hymns In Dissonance seja o sucessor de Kin cronologicamente; o novo álbum é, na verdade, a sequência do disco This Is Exile, tematicamente. “Tentamos escrever o nosso álbum mais pesado até agora. Queríamos lançar algo que fosse chocantemente ameaçador e brutal”, afirmou o guitarrista Alex Wade. “O álbum conta a história de um cultista que está reunindo pessoas dignas para se juntar ao seu culto”, explicou Wade. “Há momentos na história em que os seguidores do culto estão cantando um hino maligno para abrir um portal para o cultista chefe entrar”, acrescentou. Track listing de Hymns In Dissonance: “Prisoner 666”“Hymns In Dissonance”“Diabolic Slumber”“A Visceral Retch”“Ex Infernis”“Hate Cult Ritual”“The Abysmal Gospel”“Bedlam”“Mammoth God”“Nothing Is Coming For Any of Us” Via: Rockbizz

Bangers Open Air 2025: Knocked Loose e We Came As Romans cancelam; festival anuncia Blind Guardian e Destruction
O festival brasileiro Bangers Open Air anunciou nesta segunda-feira, 10, que as atrações Knocked Loose e We Came As Romans cancelaram sua participação na edição de 2025. De acordo com comunicado, as duas bandas decidiram se retirar da line-up apesar de “todos os esforços” feitos para mantê-los. “Foi uma decisão unilateral das bandas se retirarem do festival e cabe observar que ambas são representadas pelo mesmo agente, já estavam com os contratos e já haviam recebido os pagamentos acordados”, informou a equipe do Bangers. As bandas Blind Guardian e Destruction foram anunciadas como novas atrações a compor o evento. Mais informações sobre o novo quadro de horários devem ser divulgadas pelo festival em breve. O Bangers Open Air 2025 acontece nos dias 02, 03 e 04 de maio no Memorial da América Latina. Os ingressos ainda podem ser adquiridos no site do Clube do Ingresso. View this post on Instagram A post shared by Bangers Open Air (@bangersopenair) Via: WikiMetal

Jéssica di Falchi não é mais a guitarrista da Crypta
Jéssica di Falchi não é mais a guitarrista da Crypta! O anúncio da saída da musicista foi divulgado nesta segunda-feira, 10, pelas redes sociais da banda. Segundo a nota, a decisão foi em comum acordo e em bases respeitosas. O grupo informou em comunicado: “Agradecemos imensamente a Jéssica por todo nosso tempo, estrada, experiências e aventuras juntas nesses últimos anos, e guardaremos com carinho e consideração toda sua contribuição pra banda”. Já a guitarrista escreveu o seguinte: “Gostaria de agradecer à Crypta pela confiança no meu trabalho e pelo convite para fazer parte dessa história. Também agradeço muito aos fãs pelo acolhimento e carinho, levarei essa experiência comigo para sempre. Nos vemos em breve na estrada”. A Crypta informou que os futuros shows e turnês, assim como os trabalhos do novo álbum se mantêm de pé. A banda ainda não revelou quem é a substituta de Jéssica di Falchi. Via: Rockbizz

Mastodon anuncia saída do guitarrista e fundador Brent Hinds
O Mastodon anunciou a saída do guitarrista Brent Hinds do quarteto na sexta-feira, 07 de março. O artista fez parte da banda desde a sua fundação em 2000. A banda fez a revelação através do seu perfil oficial do Instagram, onde diz: “Amigos e fãs, após 25 anos monumentais juntos, o Mastodon e Brent Hinds decidiram mutuamente seguir caminhos separados. Temos um imenso orgulho e somos profundamente gratos pela música e história que compartilhamos, e desejamos a ele nada além de sucesso e felicidade em seus futuros projetos.” Na quinta-feira, 06 de março, a banda apareceu no Metropolitan Opera House, em Brooklyn, Nova Iorque, porém sem o guitarrista. Sendo apenas o trio composto por Bill Kelliher, Troy Sanders, e Brann Dailor. O grupo falou com o compositor de ópera Jake Heggie em uma palestra chamada Metal, Melville, and the Metropolitan Opera: Mastodon’s Leviathan meets Heggie’s Moby-Dick, para falar sobre o Moby Dick como inspiração mútua. O romance de Herman Melville foi inspiração para o consagrado álbum Leviathan (2004). Shows do Mastodon sem Brent Hinds A banda não anunciou nenhum substituto oficial, no entanto, no domingo, 9, o grupo subiu ao palco junto com o Youtuber Ben Eller para o festival Tool Live in the Sand, tendo o Tool como headliner. De acordo com a publicação, a banda não tem planos para alterar seus futuros projetos, ou seja, tudo continua como planeado. O grupo irá fazer uma turnê norte americana com o Coheed and Cambria em maio e junho. Também irá tocar no Bloodstock, no Reino Unido, no dia 10 de agosto, que terá Gojira como headliner. Confira abaixo o comunicado de Mastodon: View this post on Instagram A post shared by Mastodon (@mastodonrocks) Leia Também: Judas Priest: integrantes do Mastodon, Cannibal Corpse e Anthrax fazem cover de “Screaming For Vengeance” Via: WikiMetal

VIPER lança selo para celebrar seus 40 anos de carreira; confira
O VIPER lançou um selo para comemorar os 40 anos de carreira da banda paulistana. Outras novidades serão anunciadas em breve como parte das celebrações de 40 anos. Confira o selo e o “raio-x” feito pelo guitarrista e fundador da banda, Felipe Machado, explicando todos os detalhes que aparecem no selo. Selo de 40 anos do VIPER. Créditos: Felipe Machado e João Duarte “Como representar 40 anos de carreira em um único símbolo, mantendo a simplicidade e o estilo do VIPER? Foi a partir dessa ideia que criei junto com o designer João Duarte, que trabalha conosco há muitos anos, o selo dos 40 anos do VIPER. Para começar, a víbora comendo o próprio rabo, símbolo milenar conhecido como Ouroboros que representa a ideia de ciclos, transformações e a eternidade. É algo que se destrói e recria a si mesmo; morte, mas também renascimento. Significa mudança, tempo, evolução. Já tínhamos usado essa imagem duas vezes antes, uma nas rodas das bicicletas da capa do Evolution, e outra na capa do EP Vipera Sapiens. A frase: “From HR to Timeless” é meio óbvia. HR foi a primeira música do VIPER, uma composição que fiz com o Pit antes mesmo do VIPER existir, em 1984, e que entrou no álbum Soldiers of Sunrise. Até hoje é a canção que escolhemos para finalizar os shows. Timeless, o nome do nosso disco mais recente, lançado em 2023. O selo tem outros dois detalhes pequenos, mas muito importantes: duas estrelas, uma com a letra A, de Andre, e a outra com a letra P, de Pit. Foi uma pequena forma de homenageá-los e dizer que eles continuam com a gente para sempre. Espero que gostem!” LEIA TAMBÉM: VIPER relembra convite feito a Andre Matos para integrar a banda há 40 anos Via: WikiMetal

Bobby Liebling (Pentagram) viraliza com meme e ganha versão em boneco
As chances de virar um meme é bastante grande quando se tem uma carreira artística ou algum tipo de evidência no ambiente virtual. A bola da vez foi o vocalista do Pentagram, Bobby Liebling, que viralizou e virou meme depois de um show ao vivo no qual ficou olhando para o público com os olhos arregalados e cabelos esvoaçantes. Segundo alguns fãs, o visual de Bobby estava bem parecido com os bonecos da série infantil The Muppets. Depois disso, foi questão de pouco tempo para que pintasse na web um boneco com o mesmo look de Liebling. A arte do boneco foi feita pela TikToker gravina.art; já o visual que tornou viral foi registrado por outro internauta, o vidsthatgohard. Veja a performance “lisérgica” de Bobby Liebling e a sua versão em boneco Muppets: Hardest stage presence I’ve ever seen pic.twitter.com/M1YWWMEBm2 — vids that go hard (@vidsthatgohard) February 27, 2025 Via: Rockbizz

Ghost: Conheça a inspiração para a Vossa Santidade Papa V Perpetua
Após muito mistério, a nuvem de fumaça saiu da Capela Perpétua e o papado de Vossa Santidade Papa V Perpetua foi iniciado com muito sucesso. Aproveitando o ensejo, o Ghost anunciou que seu novo full length, Skeletá, sairá em 25 de abril via Loma Vista Recordings. Como sempre, Tobias Forge, que é a mente criativa do Ghost, foi fundo na história do catolicismo para compor as características de seu personagem. A inspiração para a Vossa Santidade Papa V Perpetua foi Vibia Perpetua, que viveu durante o segundo e o início do terceiro século e sofreu por suas crenças religiosas. Perpetua, que era filha de um nobre homem de Cartago, província romana da África, foi jogada aos carrascos com a sua governanta Felicidade por simplesmente serem cristãs e não se dobrarem ao imperador romano Septimius Severus, que proibia conversões ao cristianismo ou judaísmo. Depois de sofrerem punições físicas, morais e emocionais, as duas moças – além de outros pessoas que seguiam o cristianismo – foram cruelmente executadas. Por suas provas de fé à doutrina cristã, mesmo com a certeza de sofrer torturas infernais, elas se mantiveram firmes até os seus últimos suspiros, o que aumentou a fama do cristianismo e as tornaram mártires. Perpetua se liga ao Ghost por tratar liricamente sobre o amor em seu novo álbum, visto que é também o que está por trás de todas as escolhas de Vibia, mesmo que lhe tenha custado a vida e muito sofrimento. Apesar dos adereços sombrios e caricatos, a mensagem do Ghost é de amor, esperança, respeito e amizade em sua obra musical, o que foi amplamente vivido e mostrado por Vibia Perpetua e sua governanta ao longo de suas vidas. Via: Rockbizz

Savatage: “Zak Stevens não tentará imitar Jon Oliva; ele nunca fez isso”, diz Chris Caffery
Em uma nova entrevista para o podcast Gas Masks & Hand Grenades, o guitarrista Chris Caffery e o baterista Jeff Plate falaram sobre os próximos shows do Savatage em 2025. Juntando-se a eles na formação atual da banda estão Johnny Lee Middleton no baixo, Al Pitrelli na guitarra e Zak Stevens no vocal. Questionado se o Savatage apresentará material da era Jon Oliva na turnê, considerando que o próprio Jon não participará dos shows, Plate disse: “Zak é nosso vocalista principal. Zak cantou todas essas coisas em outras encarnações da banda”. Caffery acrescentou: “Bem, na turnê Edge Of Thorns, eles ainda estavam tocando muitas músicas antigas do Savatage e o mesmo com a turnê Handful Of Rain. E então, quando chegamos às turnês Dead Winter Dead e The Wake Of Magellan, Zak ainda estava cantando muitas dessas músicas e depois as dividindo com Jon. Se você assistir Japan Live [’94] e assistir a alguns dos vídeos em festivais, Zak estava cantando um monte dessas coisas. Zak é foda, cara”. “Zak não tentará imitar Jon Oliva; ele nunca fez isso”, explicou Caffery. “E isso ficou evidente com a forma como eles escolheram os vocais no disco Edge Of Thorns. Eu tinha visto Criss [Oliva, falecido guitarrista do Savatage e irmão de Jon] muito naquela época, quando eles estavam tentando descobrir quem iria substituir Jon. E eles tinham opções que soavam como ele. E eu acho que essa era a maior preocupação de Criss na época, ele tinha dito, ‘Olha, ninguém vai soar como meu irmão’. Então eles trouxeram Zak, e Paul [O’Neill] e produziram Edge Of Thorns, seguiram essa direção. E Zak canta tudo. Como eu disse, ele não está tentando ser Jon Oliva 0 ninguém pode ser Jon Oliva, cara”. Jeff concordou: “Não há voz como Jon e não há presença como Jon também”. “Nós seremos muito respeitosos com todo o catálogo”, o baterista continuou. “Obviamente, há algumas coisas que Zak provavelmente não vai se sentir confortável cantando e que nós não vamos fazer. Temos muito material. Quer dizer, há quatro álbuns com Zak. Além disso, como mencionamos, Zak estava cantando muitas dessas coisas na turnê Edge Of Thorns e até na turnê Handful Of Rain. Ele pode lidar com isso… Então, seremos capazes de cobrir todo esse terreno”. Zak Stevens se juntou ao Savatage em 1992 como substituto de Jon Oliva e cantou em quatro álbuns da banda – Edge Of Thorns (1993), Handful Of Rain (1994), Dead Winter Dead (1995) e The Wake Of Magellan (1997) – antes de sair em 2000, permitindo que Jon retornasse. A banda entrou em hiato em 2002. Confira a entrevista abaixo: Via: Rockbizz

Bruce Dickinson (Iron Maiden) não gosta de tirar fotos com os fãs: “Acho invasivo”
Ser um artista ou pessoa pública traz no pacote alguns ônus como precisar atender o público para não ganhar a pecha de arrogante e ingrato. Mesmo assim, há celebridades que não gostam de posar para fotos e ter um contato tão próximo com os admiradores. No heavy metal, o vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, se encaixa neste perfil, pois não curte ficar tirando mil e uma fotos com os fãs. Em conversa com a revista Metal Hammer, o Air-Raid Siren falou sobre o assunto. “Prefiro dar autógrafo do que tirar foto! Cem por cento! Acho as selfies muito invasivas. Sabe aquela velha história sobre certas tribos odiarem tirar fotos porque acreditam que você está tirando parte da alma delas? Acho que elas têm razão”. Dito isso, vale o aviso: muito cuidado ao pedir para tirar uma foto com Bruce Dickinson, pois a resposta pode ser um não seco e seguida de uma solene ignorada. Bruce & Brasil O cantor britânico, ao lado de Capital Inicial, CPM 22, Supla & Inocentes, Green Day, Sex Pistols, Iggy Pop e Pitty, farão a festa no Dia do Rock nos palcos Skyline e The One, no festival The Town, que irá rolar em setembro em São Paulo, na Cidade da Música. Veja o convite do vocalista para o fest: Via: Rockbizz

Andre Matos virou prisioneiro de si mesmo, segundo Bruno Ladislau
The Turn of the Lights foi o terceiro disco da carreira solo de Andre Matos, ex-vocalista do Angra e Shaman. O álbum, que foi um sucesso de crítica, saiu em 12 de agosto de 2012 e possibilitou várias turnês para o cantor, todavia, ele, infelizmente, não lançou mais nenhum outro trabalho de estúdio solo. É importante recordar que Andre Matos morreu no dia 8 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Tempos atrás, durante entrevista ao canal Ibagenscast, o baixista Bruno Ladislau, profissional que trabalhou com o cantor brasileiro por quase dez anos, deu a sua opinião sobre o porquê de Andre não ter lançado mais nenhum outro disco de estúdio. “A gente sabe que o Andre era um cara muito querido pelos fãs! Mas acho que o Andre, até um certo ponto, virou prisioneiro de si mesmo. Ele foi um cara que acertou a bola oito na caçapa muito cedo. Ele foi um cara que teve trabalhos icônicos desde muito cedo. E nas redes sociais, você tem de tudo: fãs que realmente gostam do Andre e tem os fãs que o chamam de lenda e maestro, mas, lá atrás, falava que ele não estava cantando como cantava. E ele foi perdendo aquele ímpeto de fazer coisas novas por que foi ficando prisioneiro de si mesmo”. Bruno continuou: “Ele via muita gente falando mal e a proximidade com os fãs, e saiba que tem muito fã bacana, pode ter tirado o ímpeto de continuar a compor. Ele compunha muitas coisas legais, mas as pessoas queriam ouvir Carry On, Make Believe e Fairy Tale. Música é igual fotografia: ela registra o momento em que você estava. E eu sei que a música tem uma relação afetiva com momento de nossas vidas, mas, se o artista começa a absorver isso, ele vai achar que não consegue mais fazer músicas tão boas como nas épocas passadas. É por isso que falo que ele virou prisioneiro de si mesmo, na minha opinião”. “As pessoas queriam ver o Andre da fase do Angra ou da fase do Shaman, mas não o Andre daquele momento. E o Andre foi um cara que conseguiu passar por gerações e mudar a sua maneira de interpretar as melodias. Isso é muito difícil, somente os grandes gênios conseguem. O Andre do Viper é totalmente diferente do Andre do Angra, que é totalmente diferente do Andre do Shaman. A arte é mutável, a expressão é mutável. Os outros motivos para não fazer disco só ele sabia, mas ele não está aqui para falar pra gente. Essa é a minha visão sobre fatos”, finalizou. Veja a explicação completa de Bruno Ladislau aqui: Atualmente, Bruno toca na banda de prog/djent metal Vitalism, a qual já colocou no mercado os EPs Causa (2015), Sy (2017) e Anima (2024). Para mais informações sobre o conjunto, basta acessar aqui. Via: Rockbizz

Europe: “Novo álbum será pesado e terá algumas conexões com o passado”, diz Joey Tempest
Em uma nova entrevista com El Expreso Del Rock, o vocalista Joey Tempest falou que o novo álbum do Europe será pesado e terá algumas conexões com o passado. Ao ser questionado se a direção musical do disco será semelhante à de Walk The Earth, de 2017, e War Of Kings, de 2015, ele respondeu: “Não, ele seguirá em frente. Será uma nova aventura. Mas eu percebo, ouvindo algumas das demos que fazemos agora, que é realmente forte, [com] ótimas melodias. Algumas delas são muito pesadas também e há alguma conexão com o passado”. “Estou escrevendo com todos”, ele revelou. “Estou escrevendo com John [Norum, guitarra], John [Levén, baixo] e Mic [Michaeli, teclados]. E há belas melodias lá também. Estou realmente animado. Há algumas ótimas músicas chegando”. “E já faz um tempo, então tivemos tempo de viver com as músicas, quase como um álbum de estreia, quase como o primeiro álbum, porque vivemos anos com essas músicas. Sabemos que algumas delas são realmente fortes porque têm poder de permanência; elas permaneceram por anos agora. Então, sim, este pode ser um álbum interessante”, completou. Confira a entrevista abaixo: E por falar em Europe, a banda sueca tem passagem marcada para o Brasil em abril deste ano. Joey Tempest e cia se apresentarão no dia 16 de abril em Brasília e 19 de abril no festival Monsters of Rock em São Paulo. Via: Rockbizz

Jello Biafra e os irmãos Cavalera protestam contra Trump em show nos Estados Unidos
Jello Biafra, ex-vocalista do Dead Kennedys, se juntou ao Cavalera, banda dos irmãos Max e Iggor Cavalera, para protestar contra o presidente Donald Trump tocando a música Nazi Punks Fuck Off, que Biafra apresentou como Nazi Trumps Fuck Off. O Cavalera está atualmente em turnê pelos Estados Unidos tocando músicas dos primeiros álbuns do Sepultura. Durante o show no dia 03 de março no Marquis Theater em Denver, Max apresentou o convidado surpresa Biafra, que se dirigiu ao público antes de começar a tocar o clássico de 1981 do Dead Kennedys. “Muitos de vocês conhecem essa música”, disse Biafra. “Originalmente, ela foi escrita apenas sobre pessoas sendo realmente violentas e agindo como um bando de nazistas. Então, quando chegou a lugares que tinham ditadores e fascistas de verdade, como o Brasil e a Europa Oriental, tornou-se mais. Tornou-se uma espécie de grito revolucionário. Então, nada de deixar a música de lado, principalmente porque, pela primeira vez, estamos diante de uma ditadura fascista real com camisas vermelhas, brancas e azuis e marrons por todo o país”. E continuou: “Vai demorar um pouco para eles me pegarem, mas eu já estou na lista negra o suficiente pelo que eu disse sobre o sujo Donny Trump e tudo mais, nunca se sabe. Então, agora, essa música tem um nome um pouco diferente, acho que todos nós podemos nos identificar: Nazi Trumps Fuck Off!” Confira a performance abaixo: Via: Rockbizz

The Offspring agita Belo Horizonte com show em plena Quarta-Feira de Cinzas; confira fotos exclusivas
Olha, não sei se foi intencional, mas se foi, quem quer que tenha sido o responsável por marcar o primeiro show da turnê Supercharged, da banda The Offspring e convidados, para a quarta-feira de cinzas, está de parabéns, viu? Pensem comigo. Para o povo que curte rock ‘n roll mas não resiste a um bloquinho, qual melhor maneira para desintoxicar do fartão de carnaval, do que uma catarse coletiva. A mistura de alegria e fúria, proporcionada por um bom show de punk rock (ou dois) no dia de renascer depois da folia toda? Por outro lado, tenho certeza que o povo que não suporta o monopólio cultural da função carnavalesca. E por isso, estava esperando ansiosamente por qualquer coisa como essa turnê “super carregada” pra expulsar os trios elétricos de dentro de seus ouvidos. A presença carismática de Amy Taylor do Amyl and the Sniffers Esse pontapé inicial de pé direito foi em Belo Horizonte, no BeFly Hall, e quem abriu o show para os veteranos da The Offspring foram os australianos da banda Amyl and the Sniffers. Definitvamente das coisas mais legais a surgir no mundo punk nos últimos anos. Esses estreantes em terras brasileiras ainda são relativamente desconhecidos por aqui. Mas eu apostaria a fortuna que não tenho, que depois desta série de shows com The Offspring e outras bandas, e de um show solo lotado no Cine Jóia no dia seguinte em São Paulo, da próxima vez que vierem, vai ser com turnê própria e muita gente com as músicas na ponta da língua. Estar na posição de número de abertura para uma banda com tanta estrada e público cativo por aqui como The Offspring é uma maneira muito esperta de apresentar a sua música para um público maior. Por outro lado, esse lugar da banda de abertura carrega alguns fatores limitadores. Sem stage dive desta vez Fui para o pit, aquele espaço em frente ao palco, fotografar Amyl and the Sniffers com a esperança de realizar o sonho de registrar a absurdamente carismática vocalista Amy Taylor mergulhando com tudo em cima do povo da área do gargarejo, como ela faz de vez em quando. Mas por conta da estrutura montada em frente ao palco para disparar papel picado e coisas do tipo durante o show de The Offspring, de cara dava pra ver que essa manobra mais roots da Amy seria inviável. Ficamos então desta vez em BH com a versão “banda de abertura” de Amyl and the Sniffers. O que já foi uma grande coisa, com certeza. Mesmo sem stage diving nenhum, é difícil tirar os olhos de Amy Taylor. A vocalista não fica parada um segundo. Circundada pela presença estóica, inabalável, do trio que completa a banda: Declan Mehrtens, Gus Romer e Bryce Wilson. The Offspring é diversão garantida Por outro lado, The Offspring trouxe foi de tudo um pouco pra garantir um belo entretenimento ao seu público. Teve os tais dos canhões disparando papel picado. Teve um belo arsenal de vídeo o tempo todorolando atrás da banda e em dois outros telões. Bolas infláveis grandonas pra galera brincar. E teve até dois bonecões de posto “dançando” ensandecidamente, um de cada lado do palco. Isso tudo, sem nem entrar no mais importante, claro, que é a música. Toda a parada de sucessos clássicos dos californianos. “Pretty Fly (For a White Guy)” e “Why Don’t You Get a Job?” entre muitos sucessos se fizeram presentes. E como esperado, também estava lá a nova (e um pouco puxa saco demais pro meu gosto) “Come to Brazil”. E aí, a falta de peso no coro do público, que ainda caracterizou o show de abertura, desapareceu. Ficou muito claro quem a maioria das pessoas veio ver mesmo. The Offspring entrega tudo o que o público esperava The Offspring cumpriu bem o papel de trazer o povo do rock das cinzas da quarta-feira de volta à vida. Conversaram com o público, especialmente o guitarrista Noodles, e brincaram de fazer cover de intros clássicas do Rock, como “Iron Man” e “Sweet Child O’ Mine” e mesmo uma “Blitzkrieg Bop” inteira. Entre momentos covers como esses e as execuções dos sucessos da própria banda, o público em Belo Horizonte parou de cantar junto poucas vezes. A qualidade do som estava excelente. Dexter Holland está em plena forma vocal e a banda se mostrou visivelmente feliz por estar de volta ao Brasil. Então acho que um pouco de “puxassaquismo” é aceitável. Por exigência da banda, no entanto, as fotos dessa parte da noite são só de longe. Só pra deixar claro que a falta de close não é uma decisão editorial viu? Eles seguem agora pelo Brasil nos próximos dias para mais alguns shows, sendo que São Paulo e Curitiba recebem o line up completo com um mini festival de 6 bandas. Acabou o carnaval! É tempo de punk rock, ainda que os bonecões de posto tenham me dado um rápido deja vu carnavalesco… Texto e fotos por Rodrigo Beck LEIA TAMBÉM: Ex-The Offspring, Pete Parada revela novos detalhes de sua saída da banda Via: WikiMetal

Ghost: Tobias Forge fala sobre a restrição de celulares na próxima turnê
A próxima turnê do Ghost chamada Skeletour, para promover o novo álbum Skeletá vai contar com a restrição do uso de celulares durante os shows. Segundo a banda, a excursão será “phone-free”. Em parceria com a Yondr, empresa que foca em “espaços livres de tecnologia”, os fãs terão de colocar seus telefones em uma “bolsa”. Os dispositivos só serão desbloqueados ao final das apresentações – a única exceção permitida para utilização será em áreas permitidas. Ao Planet Rock. o vocalista e líder do Ghost. Tobias Forge explicou (via Blabbermouth): “Eu realmente quero enfatizar que a proibição não tem nada a ver com controle de direitos autorais. Não se trata de querermos reter todo o material e impedir que outras pessoas monetizem [os vídeos da banda]. Não tem nada a ver com isso.” Ainda na conversa, Forge usou o filme concerto Rite Here Rite Now (2024) como exemplo. O show teve sua gravação em setembro de 2023, durante 2 shows realizados em Los Angeles. Na época A apresentação do Ghost também contou com a restrição de celulares. “Filmamos dois shows em Los Angeles diante de um público que precisou lacrar seus celulares. Você não entrega o celular. Ele continua com você, então não precisa se preocupar com isso. Se precisar fazer uma ligação, pode sair. Se quiser tirar uma foto, pode tirar no saguão. Isso é permitido. Quando adotamos essa estratégia, tivemos uma plateia tão engajada, que logo parecia estar alegre de um jeito que… Tive que voltar no tempo para lembrar da última vez que vi um público completamente envolvido, onde todos realmente assistiam ao show.” Líder do Ghost relembrou como era assistir a shows sem celulares Ele concluiu seu raciocínio ao lembrar como era assistir a shows no passado, onde dispositivos tecnológicos não eram comuns. “Não quero transformar isso em uma questão de idade, como se eu fosse dizer para adolescentes de 14 anos que tudo era melhor antes. Mas eu juro que a experiência dos shows e a criação de memórias, a criação da magia, também era muito mais poderosa. Eu talvez nem tenha visto uma foto de alguns dos melhores shows que já fui, porque eles vivem aqui [na minha cabeça]. Eles vivem dentro de mim.” “Essa é a memória que eu tenho. Obviamente, para a parte do nosso público que é mais velha e mais consciente, talvez isso soe um pouco nostálgico. Mas eu realmente acredito que a parcela mais jovem do nosso público sairá dos shows, assim como aconteceu em Los Angeles, dizendo: ‘isso não foi apenas um grande show; foi uma experiência avassaladora.’ Porque eu realmente acredito que você vai sentir isso.” LEIA TAMBÉM: Odeia Ghost e não esconde? Tobias Forge acha isso bom: “Continuem falando” Via: WikiMetal

Spiritbox está redefinindo o metal com Tsunami Sea, segundo Oli Sykes (Bring Me The Horizon)
O novo álbum do Spiritbox, Tsunami Sea, saiu nesta sexta-feira, dia 07 de março de 2025, pela Pale Chord em parceria com a Rise Records. O trabalho musical teve a produção de Dan Braunstein e Mike Stringer, mixagem de Zakk Cervini e masterização de Ted Jensen. E quem curtiu muito o disco foi o frontman do Bring Me The Horizon, Oli Sykes, que usou as redes sociais para tecer alguns elogios ao trabalho dos amigos de profissão. Ele escreveu: “Tive o prazer de ouvi-lo na íntegra no início e tudo o que direi é que, enquanto há tantas bandas hoje em dia que parecem contentes em irem atrás de tendências e criarem a mesma merda de sempre, é revigorante ouvir uma banda ousar redefinir o que um álbum de metal pode ser”. Sons como Soft Spine, Perfect Soul, Fata Morgana e No Loss, No Love se destacam na audição de Tsunami Sea, que vai do death metal usando e abusando de vocais guturais até o prog metal intrincado. Curta um pouco do trabalho com o visualizer de Fata Morgana: Track listing de Tsunami Sea: 01. Fata Morgana02. Black Rainbow03. Perfect Soul04. Keep Sweet05. Soft Spine06. Tsunami Sea07. A Haven With Two Faces08. No Loss, No Love09. Crystal Roses10. Ride The Wave11. Deep End Via: Rockbizz

A consistente trajetória experimental do The Devil Wears Prada
13 anos após sua última vez no Brasil, a clássica banda de metalcore The Devil Wears Prada retorna ao país para duas apresentações. A primeira acontece em Curitiba e a outra em São Paulo, nos dias 16 e 17 de agosto. A produção é por conta da Liberation Music Company, que traz o grupo ao país pela terceira vez. Esse é um espetáculo que marca o retorno das turnês de metalcore tão exploradas por aqui entre os anos 2000 e 2010 mas que perderam espaço para outros gêneros musicais. Com o boom do estilo emo no pós-pandemia, os antigos fãs terão que dividir espaço com novos fãs que chegaram para a terceira onda de sucesso da cena. Por sorte, uma das maiores características do The Devil Wears Prada sempre foi a abordagem camaleônica que eles mantiveram ao longo de seus mais de 10 lançamentos. A banda possui um dos legados mais interessantes da cena. E alcançou destaque exatamente por abusarem de novas referências e seguirem sempre pelo caminho menos óbvio. Aqui contamos um pouco mais sobre essa história. Formação e primeiros álbuns do The Devil Wears Prada: Dear Love: A Beautiful Discord (2006) e Plagues (2007) O The Devil Wears Prada nasceu em 2005 na cidade de Dayton, Ohio, sob o gênero do metalcore cristão. Atualmente composto pelos membros Mike Hranica (vocal), Jeremy DePoyster (guitarra, vocal), Kyle Sipress (guitarra, segunda voz), Mason Nagy (baixo), Jonathan Gering (teclado, backing vocal) e Giuseppe Capolupo (bateria), a banda manteve a formação original por muitos anos até o tecladista James Baney, o baterista Daniel Williams e o guitarrista Chris Rubey deixarem a banda em 2013, 2015 e 2016, respectivamente. As primeiras apresentações da banda foram feitas em 2005 e, logo nos seus primeiros suspiros de vida, já ganharam força de público com o peso de sua música e a intensidade em seus shows. No mesmo ano, após o lançamento da demo Patterns of a Horizon, o TDWP chamou a atenção da Rise Records. Em 2006, todas as músicas da demo foram regravadas e relançadas como um álbum de estúdio, intitulado Dear Love: A Beautiful Discord. Causando um certo burburinho na cena após alguns shows pelos Estados Unidos, em 2007 a banda lançou um álbum que seria a virada de chave para o sucesso. Com a ajuda da internet em uma época em que era difícil viralizar como nos dias de hoje, o single “HTML Rulez D00d” fez sucesso na finada rede social MySpace e em canais de TV como a MTV que exibiam o clipe da faixa. Como resultado, o álbum Plagues atingiu o número #57 da naquele ano, tornando-se o primeiro sucesso da banda. With Roots Above and Branches Below (2009) Foi na turnê de seu terceiro álbum de estúdio, With Roots Above and Branches Below, que o TDWP veio ao Brasil pela primeira vez, em 2010. Antes desse lançamento a banda atingiu seu primeiro grande auge: tocaram na Warped Tour, fizeram tours com A Day To Remember, Underoath, Saosin e Emarosa. O single “Dez Moines” esteve em destaque no jogo Guitar Hero: World Tour. Por fim, em 2010 foram votados pelo veículo Alternative Press como Banda do Ano de 2009. O álbum também obteve enorme sucesso, atingindo a 11a. posição na Billboard 200. Músicas como “Assistant to the Regional Manager” e “Danger: Wildman” se tornaram clássicos da cena. Um disco que envelheceu muito bem e que demonstra a maturidade de uma banda que estava aprendendo a construir e adquirir seu próprio estilo musical. Zombie EP (2010) e Dead Throne (2011) Quem viveu a cena metalcore do começo dos anos 2010s reconhece a importância do Zombie EP. Foi um verdadeiro divisor de águas para o gênero. Consiste em 5 músicas que giram em torno da temática de apocalipse zumbi. Brutal e extremamente pesado, com influências de bandas como o Slayer e o Hatebreed, o EP foi tão bem recebido pela mídia especializada quanto pelos fãs. Com elementos diferenciados como sons de armas, motosserras e sirenes, aqui o The Devil Wears Prada criou um clássico que jamais poderia sair de qualquer uma de suas setlists. Em 2011 foi a vez do álbum Dead Throne, outro sucesso comercial que atingiu o número #10 na Billboard 200. Aqui a banda decidiu ir por um caminho mais experimental e técnico do metalcore, menos produzido e mais violento. O processo lírico também mudou bastante, indo de letras com a temática cristã para temas antológicos como a anti-idolatria. 8:18 (2013), Space EP (2015) e Transit Blues (2016) 8:18 foi o quinto álbum de estúdio da banda. Liricamente triste e pesado, o álbum é mais melódico mas também puxa algumas influências do industrial, do hardcore punk e do heavy metal. Outro sucesso comercial na Billboard 200, ficou em segundo lugar nos charts de hard rock, atrás apenas de Hail to The King, do Avenged Sevenfold. Esse foi o último álbum com os membros fundadores Daniel Williams e Chris Rubey ainda na banda. O nome é inspirado em um trecho da bíblia, Romanos 8:18, que diz: “Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” Em 2015, após as mudanças na formação, o TDWP lançou seu segundo EP temático denominado Space. O EP gira em torno da temática espacial e planetária. Em 2016 foi a vez do sexto álbum, Transit Blues, que introduziu Giuseppe Capolupo como baterista e Kyle Sipress como guitarrista. Não é o álbum de maior sucesso do grupo mas recebeu boas críticas da mídia. The Act (2019) e ZII (2021) Em 2019, antes do lançamento do sétimo álbum The Act, o vocalista Mike Hranica disse em entrevista que gostariam de fazer algo que testasse os limites. Algo que fosse inventivo, “coisa que se vê pouco no rock de hoje em dia” disse o vocalista. O lançamento foi inteiramente inspirado em Hiss Spun, de Chelsea Wolfe. É diversificado e eclético. As músicas combinam riffs de guitarras pesados, influenciados até pelo grunge, com efeitos

Não acho que houve qualquer consideração séria sobre minha entrada no Iron Maiden, diz Michael Kiske
O vocalista do Helloween, Michael Kiske, mais uma vez desmentiu o boato de que ele foi abordado para se juntar ao Iron Maiden como substituto de Bruce Dickinson. Quando Dickinson deixou o grupo britânico em 1992, muitos fãs de heavy metal sentiram que Kiske parecia o mais adequado para substituí-lo, porém quem acabou ocupando a vaga foi o vocalista do Wolfsbane, Blaze Bayley. Agora, durante entrevista para o Made In Metal, Kiske foi questionado sobre o rumor de que ele era um dos concorrentes ao cargo de cantor do Maiden. Ele respondeu: “Naquela época, o Helloween tinha o mesmo empresário que o Iron Maiden. Estávamos com a Sanctuary Music e Rod Smallwood, nessa época, também era empresário do Helloween. E então havia essa conexão”. “Eu estava no casamento de Rod Smallwood, e todos os caras do Iron Maiden estavam lá, e tal. E nós os conhecemos. Eu encontrei Bruce algumas vezes no escritório e conversamos”, ele continuou. “Mas nunca houve nenhuma discussão ou conversa sobre isso”. “A única coisa que descobri mais tarde, muitos anos depois, e não posso dizer se isso é verdade, foi algo que um jornalista, ou um entrevistador estava me dizendo, eu nem lembro quem era – acho que era um entrevistador francês – ele disse que teve uma entrevista com [o baixista e fundador do Iron Maiden] Steve Harris sobre quem poderia substituir Bruce Dickinson quando ele não estivesse mais na banda, e que eu deveria ser um dos três na lista de Steve Harris. Não sei se isso é verdade, mas talvez tenha sido daí que surgiu [o boato], completou. Kiske finalizou: “Nunca houve nenhuma conversa, e eu não acho que tenha havido nenhuma consideração séria porque os britânicos também são muito nacionalistas, e só a ideia de um cantor alemão substituindo Bruce Dickinson no Iron Maiden, eu não acho que isso realmente funcionaria. Em teoria, isso pode ter sido algo na cabeça de Steve Harris, mas você tem que perguntar a ele. Eu não sei se isso é verdade”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Amyl And The Sniffers incendeia Cine Joia lotado em São Paulo
Em plena quinta-feira, para um Cine Joia lotado, a banda Amyl And The Sniffers fez seu primeiro show solo no Brasil. A banda é formada pelos australianos Amy Taylor no vocal, Declan Mehrtens na guitarra, Gus Romer no baixo e Bryce Wilson na bateria. Além desse show, a banda acompanha o grupo Offspring no festival Punk Is Coming em diversas cidades do país. O público de todas as idades se espremiam para conferir o que o grupo, que já recebeu elogios até de Liam Gallagher, tinha a mostrar. A abertura ficou por conta da banda Klitoria de Niteroi. Com sua mistura autoral de garage rock e punk e formada na sua maioria por mulheres, mostrou ser uma escolha acertada para aquecer o público para o que estava por vir. Amy e o poder feminino do punk Antes das nove da noite, Amy entrou no palco com seu cabelo esvoaçante estilo Dolly Parton, que a cantora já se declarou fã. Assim, com toda essa energia contagiante o público começou a fazer vários moshs. Mas, quando tocaram ”Doing in Me Head” e logo na sequência “Security” , o Cine Joia foi à loucura. Amy conversava com o público, dançava e mostrava todo o poder feminino no punk. A banda toda parecia se divertir muito. O setlist apesar de ter mais músicas do último álbum, Cartoon Darkness (2024), mesclou algumas faixas dos outros discos, Amy And The Sniffers (2019) e Comfort to Me (2021). A música “Got You” foi dedicada às mulheres. A cantora pediu para os presentes ensinarem palavrões em portugues. Além disso, falou de assuntos políticos, inclusive puxou alguns xingamentos para Donald Trump, Elon Musk e Putin. Já para o fim do show, a banda apresentou os sucessos do último disco “Big Dreams” e “U Should Not Be Doing That”. Para o bis, Amy voltou com a música do primeiro disco “Balaclava Lover Boogie” e “Facts”. Por fim, todos saíram de lá com a sensação de ter visto um show histórico. A banda com nove anos de carreira mostrou uma performance visceral e energética. Amyl And The Sniffers deixou claro porque é uma das bandas mais faladas do punk moderno. LEIA TAMBÉM: Amyl and the Sniffers: “Quero mostrar que é possível ser feminina e uma figura de força ao mesmo tempo” Via: WikiMetal