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Korn: ex-baixista Fieldy comenta que não tem contato com a banda desde 2019
Fieldy, baixista original do Korn, revelou recentemente que não tem contato com seus companheiros de banda há cerca de cinco anos. Em 2021, o músico informou aos fãs que se afastaria das atividades do grupo para lidar com questões pessoais. Segundo ele, esses desafios o fizeram reviver hábitos negativos, o que acabou gerando tensões internas. Como resultado, ele optou por não participar das turnês da banda naquele período. Agora, em entrevista ao podcast Basement Talk, Fieldy comentou sobre sua longa ausência e o distanciamento dos colegas. “Desde 2019, não trocamos mais nenhuma palavra. A banda seguiu seu caminho e eu segui o meu. Eles são uma máquina, continuam avançando, e isso é incrível”, declarou. Ao ser questionado se ainda há um bom relacionamento entre ele e o Korn, Fieldy afirmou: “Sim, está tudo tranquilo. É legal ver que eles continuam firmes. No meu caso, só estou curtindo um momento mais sossegado.” Em vídeo publicado em 2022 (via NME), Fieldy explicou melhor os “hábitos ruins” mencionados na época em que anunciou sua pausa. “Estou me sentindo ótimo, me divertindo muito. Acho que nunca estive tão feliz”, afirmou. O baixista esclareceu que seu afastamento não estava relacionado a drogas, mas sim ao consumo ocasional de bebidas alcoólicas após cumprir suas obrigações diárias. “Não incentivo ninguém a fazer isso, mas, no fim do dia, se eu quiser tomar uma Bud Light, eu tomo. Sou um adulto e tomo quantas quiser”, comentou. Desde a saída do baixista, a banda tem contado com Ra Díaz, do Suicidal Tendencies, para assumir as quatro cordas. Embora Fieldy não esteja ativo no grupo, seu nome aparece nos créditos do disco Requiem, lançado em 2022. Leia também: :System Of A Down anuncia shows com Avenged Sevenfold, Deftones e Korn Via: WikiMetal

Luana Dametto ouve Débil Mental (Mamonas Assassinas) pela primeira vez: “Parece um Soundgarden”
O canal brasileiro TV Braba possui um quadro parecido com um da Drumeo, que é uma das maiores plataformas online de ensino de instrumento percussivo, no qual o artista convidado ouve uma canção pela primeira sem as linhas de bateria, mas, mesmo assim, tenta encaixar as suas próprias interpretações ao som. A convidada do novo episódio foi a baterista da Crypta, Luana Dametto, que ouviu Débil Mental (Mamonas Assassinas) pela primeira vez e deu a sua versão para o som noventista. Sobre a canção, Luana disse: “Achei muito foda a bateria original! Eu não ouvi o vocal direito, mas, pelo jeito que estava cantando, pensei que fosse nacional. Mas parece que estava tocando um grunge, um Soundgarden. Achei muito interessante as pausas, que era as partes em que eu estava me perdendo. Eu não estava conseguindo entrar [na música]”. Ela completou: “O meu processo de escrever música em casa é sempre assim, também! Coloco a música para rodar e, em uma hora, a minha cabeça entende todas as pausas e, naturalmente, as coisas veem. Mas assim, compondo rápido, achei difícil”. Veja a participação de Luana Dametto na TV Braba no player logo abaixo: Para conhecer mais o trabalho do canal e ver como foi a participação dos outros convidados, basta acessar aqui e mergulhar fundo no conteúdo da galera. E para os saudosistas e ou curiosos, é só acessar este outro tocador para curtir e recordar Débil Mental, do Mamonas Assassinas, na íntegra. Via: Rockbizz

Angra: “A parte administrativa da banda eu, Bruno e Fabio não participamos”, diz Marcelo Barbosa
Qualquer pessoa que queira se aventurar e possivelmente vingar no mercado fonográfico vai precisar lidar com questões burocráticas como o administrativo e o jurídico, pois uma banda de rock é uma empresa com receitas e despesas, portanto, deve ser gerida como tal. Há modelo de gestão em que os negócios são conduzidos a punhos de ferro como é o caso de Steve Harris, que manda e desmanda no Iron Maiden, assim como Gene Simmons e Paul Stanley que dão as cartas no KISS. No entanto, há outra forma de negócio no qual os músicos contratados recebem, na maioria das vezes, salário fixo e estão lá à disposição do grupo/empresa. Pelo bom trabalho e comprometimento, alguns desses músicos que são contratados conseguem ascender na hierarquia da banda e passam a ter participação nos negócios. Não é uma prática tão comum, mas é possível acontecer, sim. O guitarrista brasiliense Marcelo Barbosa (ex- Khallice, ex-Almah), por exemplo, que entrou no Angra com a missão de substituir Kiko Loureiro, se encaixa neste último esquema de negócio, visto que foi de contratado para possuidor de uma fatia da organização. Tempos atrás, Marcelo bateu um papo com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, e teceu alguns comentários sobre a sua participação nos negócios do Angra. “A parte administrativa da banda, quando se fala da carreira da banda como um todo, eu, Bruno [Valverde – bateria] e Fabio [Lione – vocal] não participamos. O que a gente participa mais ativamente de decisão são coisas que envolvem a gente como quando vai ter turnê e as coisas as quais a gente gravou. Então, a gente tem um pedaço da sociedade das coisas que foram construídas após a gente [entrar na banda]. A gente sentou e falou que já tinha um tempo ajudando a construir o nome da banda, e chegamos em um modelo que foi justo e bacana para todo mundo. Mas ainda estamos fazendo ajustes nesse modelo de negócio”. Confira a explicação de Marcelo Barbosa no player a seguir: Via: Rockbizz

Flea está gravando um disco de trompete com a ajuda de Nick Cave
Nick Cave revelou que ajudou Flea na gravação de um disco de trompete, descrevendo a colaboração como uma “reconciliação e um pedido de desculpas” por seus comentários anteriores sobre o Red Hot Chili Peppers. “Na semana passada, Flea me enviou uma música e perguntou se eu gostaria de adicionar alguns vocais”, escreveu Cave na última sessão de perguntas e respostas em seu site Red Hands Files. “Era para um ‘disco de trompete’ que ele está fazendo. Não cabe a mim divulgar o que era a música, apenas que é uma música que eu prezo mais do que a maioria, com indiscutivelmente a melhor letra já escrita, uma música de tal estima que eu nunca teria ousado cantá-la se Flea não tivesse me pedido”. Ele acrescentou: “Fui ao estúdio na quarta-feira e gravei meus vocais. A faixa surgiu como uma bela conversa entre o trompete de Flea e minha voz, cheia de desejo e amor, a música transcendendo suas partes individuais e se tornando uma dança cósmica em evolução lenta, na forma de uma reconciliação e um pedido de desculpas”. Para refrescar a memória, uma citação atribuída a Cave tem circulado pela web nas últimas décadas, na qual ele supostamente disse: “Estou sempre perto de um aparelho de som dizendo: ‘Que porra de lixo é esse?’ E a resposta é sempre ‘The Red Hot Chili Peppers’”. Cave confessou ter feito um “comentário improvisado e pouco caridoso” sobre a banda “cerca de vinte e cinco anos atrás”, embora “não houvesse intenção de malícia”. Cave então se lembrou de Flea postando uma “carta de amor profundamente generosa e de coração aberto”, deixando claro que ele ainda era um fã. Isso levou Cave a perceber que o baixista era um “ser humano de um calibre totalmente diferente”. Via: Rockbizz

Qual o significado de Perpetua, nome do novo líder do Ghost?
Na semana passada o Ghost revelou seu novo vocalista, Papa V Perpetua. Além disso, a banda anunciou o novo álbum Skeletá e o single “Satanized”. Sobre a nova música, o grupo a definiu como “uma história demoníaca de possessão que nunca soou tão doce”. Apesar das controvérsias, o nome do novo Papa tem inspiração em uma mártir cristã. Ainda não está clara a ligação do nome do novo Papa com o disco e a nova era do Ghost. Essa primeira música revelada parece não ter uma ligação com o novo nome, mas talvez terá um uso inteligente de inversão pelo qual o Ghost é conhecido. Enquanto a música conta a história de uma possessão demoníaca que deixa o narrador totalmente satanizado, o nome retrata a morte e sofrimento que Perpetua passou por manter a sua fé. A vida e a morte de Vibia Perpetua Por volta do ano 203, o imperador romano Sétimo Severo fez um decreto que proibia a conversão ao cristianismo ou ao Judaísmo. Assim Perpétua, Felicidade e outros se tornaram mártires por não abrirem mão de sua fé. Isso fica registrado em um relato que descreve o sofrimento e sua morte. O relato da história de Perpetua está em primeira pessoa, e descreve como ela se recusou a negar suas crenças. Logo após seu batismo decretaram sua prisão, estava grávida e deu à luz na prisão. Por conta de toda a provação que passou, não foi capaz nem de amamentar seu filho. Durante o período na prisão relatou uma visão de uma escada guardada por uma serpente, mas que foi capaz de subir e chegar a um jardim. Neste lugar, aconteceu a revelação que ela e seus colegas iriam sofrer por sua fé. Por fim, com apenas 21 anos, Perpétua foi torturada e morta. O trecho a seguir relata o que sofreu: “Mas Perpétua, para sentir o gosto da dor, foi perfurada entre os ossos e gritou; e quando a mão do espadachim ainda vagou (pois ele era um novato), ela a colocou sobre o próprio pescoço. Talvez uma mulher tão grande não pudesse ter sido morta de outra forma (sendo temida pelo espírito imundo) se ela mesma não quisesse isso.” Agora resta saber como o Ghost irá usar essa história no seu novo álbum que dá início a nova era da banda. LEIA TAMBÉM: Ghost anuncia novo álbum ‘Skeletá’ e lança clipe de “Satanized” que mostra o Papa V Perpetua Via: WikiMetal

Rush recebeu propostas de vários bateristas minutos após a morte de Neil Peart, segundo Alex Lifeson
No dia 07 de janeiro de 2020, o rock n’ roll ficou mais triste, pois foi a data em que o drum hero Neil Peart faleceu, depois de uma batalha de três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. O baterista tinha 67 anos. Recentemente, conversando com o radialista Jonathan Clarke, do programa Out Of The Box, da estação Q104.3, o guitarrista Alex Lifeson reclamou que o Rush recebeu propostas de vários bateristas minutos após a morte de Neil Peart. “Somos sempre bombardeados por propostas de gente querendo substituir Neal. Depois que Neil faleceu, não demorou mais do que alguns minutos para começarmos a receber e-mails de todos os tipos de bateristas que queriam fazer um teste para a banda, pensando que iríamos substituir alguém com quem tocamos por 40 anos e escreveu todas as letras de nossas músicas. Não sei o que essas pessoas estavam pensando. Alex acrescentou: “Ged [Geddy Lee – vocal, baixo e teclado do Rush] é meu melhor amigo. Eu falo com ele todo dia. Nós nos reunimos para jantar, rir, conversar, jogar tênis, fazer trabalho de caridade e tocar juntos, portanto, não nos reunimos só para falar de Rush. Eu tenho um relacionamento amoroso profundo com esse cara! Ele é o meu melhor amigo, então, a nossa conversa não é só sobre o que fizemos no passado. Conversamos sobre muitas outras coisas além do Rush”. Veja a entrevista completa no player abaixo: Via: Rockbizz

Epica: Simone Simons solta a voz no clipe da pesada T.I.M.E.
O Epica, famoso grupo de symphonic metal, está em pré-divulgação de seu novo álbum Aspiral, o qual sairá no dia 11 de abril pela gravadora alemã Nuclear Blast. Com isso, o sexteto holandês liberou o vídeo do novo single, que se chama T.I.M.E., para mostrar as qualidades do disco. Veja frontwoman Simone Simons soltando a voz no clipe da pesada T.I.M.E.: Aspiral teve a produção e mixagem de Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras do After Forever, Blind Guardian, Powerwolf, entre outros. O título do álbum tem a inspiração em uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século XX e fundador do classicismo retorcido. É importante destacar que a obra simboliza renovação e inspiração, isto é, palavras-chave que definem o Epica em 2025. No trabalho de Szukalski, cada detalhe traz mais do que se imagina à primeira vista. o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Track listing de Aspiral: 01. Cross The Divide02. Arcana03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII04. Obsidian Heart05. Fight to Survive – The Overview Effect06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII07. T.I.M.E.08. Apparition09. Eye Of The Storm10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX11. Aspiral Via: Rockbizz

Ghost: letras de Geezer Butler (Black Sabbath) influenciaram muito as composições de Tobias Forge
É impossível atuar na cena heavy metal e não ter nenhuma influência do Black Sabbath. Seja com os vocais de Ozzy Osbourne, os riffs pesados de Tony Iommi, as letras soturnas de Geezer Butler ou com a bateria de forte sotaque jazz de Bill Ward, o quarteto de Birmingham é a base da música pesada. E quem bebeu muito na fonte Sabbath foi o líder e vocalista do Ghost, Tobias Forge, que bateu um papo com o jornalista Scott Colothan, do Planet Rock, e aproveitou o espaço para enaltecer as influências do grupo inglês em suas composições. “O Black Sabbath sempre foi uma grande inspiração”, afirmou Forge. “Acho que o Geezer merece muito crédito por isso com as suas letras extremamente frágeis e muito introspectivas”, pontuou o sueco. “Ele se expôs contra as grandes engrenagens autoritárias, o que sempre foi uma inspiração para mim, mesmo que isso tenha vindo em um embrulho de uma grande e musculosa música de rock”, concluiu Tobias. O cantor, sob o alter ego de Papa V Perpetua, vai participar do derradeiro show do Black Sabbath, que vai rolar no dia 5 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Além dele, o evento terá a presença de artistas de peso como Jake E. Lee, Chad Smith, David Ellefson, Billy Corgan e muitos outros. Bandas de renome mundial tais quais Metallica, Slayer, Pantera, Ozzy Osbourne, Gojira, Anthrax, Mastodon e Alice In Chains também participaram da festa metal. Via: Rockbizz

Bill Kelliher explica saída de Brent Hinds do Mastodon: “Como um casamento, as pessoas se afastam e se interessam por outras coisas”
No final da semana passada, o Mastodon e o guitarrista Brent Hinds decidiram romper uma parceria que durou vinte e cinco anos. Troy Sanders (vocal e baixo), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal) estão continuando os trabalhos da banda com o apoio do youtuber Ben Eller. Bill Kelliher concedeu uma entrevista à revista Guitar World e explicou a saída de Brent Hinds do Mastodon. Ele até usou a metáfora de um fim de casamento, no qual as pessoas se afastam e se interessam por outras coisas. “O que você pode dizer sobre o legado dos vinte e cinco anos Mastodon com Brent? Bem, foi uma jornada divertida e louca, com certeza. Nós alcançamos muitas coisas que eu nunca, nem em um milhão de anos, teria imaginado. Houve Grammys e turnês com nossos heróis como Iron Maiden, Metallica, Motörhead e Tool. Eu dou muito valor a isso”. O guitarrista continuou: “Como um casamento, as pessoas, às vezes, se afastam e se interessam por outras coisas. No entanto, nós desejamos nada além do melhor para Brent na busca de seus sonhos”. Bill ainda comentou sobre a química dentro da banda, o que é vital para realização dos trabalhos dentro e fora dos palcos. “É incrível que nós quatro tenhamos sobrevivido juntos por vinte e cinco anos! É como ser casado com três outros caras, viajando pelo mundo, tentando manter o curso do trabalho e ter todo mundo concordando. Conseguimos fazer isso por muito tempo, eu sinto que isso é um grande feito em si. E você nunca poderia substituir nenhum de nós porque nós somos a soma de quatro partes. Isso não significa que não haja outra pessoa por aí que tenha coisas a oferecer em uma nova direção. Mas foi uma decisão difícil que todos nós tivemos que tomar. e já era hora de tomar essa decisão”. O primeiro show com o guitarrista Ben Eller foi no último domingo, dia 09 de março, no Tool Live in the Sand Festival, na República Dominicana. Veja um registro amador do show: Os caras só voltarão aos palcos no começo de maio para uma turnê pelos Estados Unidos e Europa. A tour pela América do Norte será ao lado do Coheed and Cambria e Periphery. Para acompanhar o passo a passo do excursão, acesse aqui. Via: Rockbizz

Dream Theater: Mike Portnoy comenta retorno com a banda
Em recente entrevista concedida ao podcast australiano Everblack, o baterista Mike Portnoy compartilhou suas impressões após seu retorno ao Dream Theater, em outubro de 2023, após 14 anos longe do grupo. Questionado sobre como estão atualmente suas relações com os colegas de banda, Portnoy afirmou (transcrição via BLABBERMOUTH.NET): “Com certeza nossas relações estão mais sólidas hoje do que nunca. Estamos mais velhos, mais maduros e mais tranquilos. Quando saí em 2010, eu estava na faixa dos quarenta anos, e hoje estou perto dos sessenta. Nossos filhos já cresceram, saíram de casa, e tivemos muitas experiências individuais nesse período separados. Eu mesmo participei de vários outros projetos musicais enquanto meus colegas também tiveram suas próprias jornadas. Agora, ao nos reunirmos novamente, sinto que somos pessoas melhores, mais experientes e sábias.” Portnoy também destacou que essa forte conexão emocional entre os membros do Dream Theater foi essencial durante o processo criativo do novo álbum da banda, Parasomnia, lançado em 7 de fevereiro pela InsideOut Music. “É possível sentir uma energia semelhante ao que experimentamos em álbuns marcantes como Images And Word e Scenes From A Memory. Ambos esses álbuns foram criados após mudanças importantes na formação. Com Parasomnia, temos novamente essa energia renovada, impulsionada pela nossa reunião. Isso realmente nos inspirou a fazer algo especial.” Sobre a experiência das turnês recentes com o Dream Theater, Portnoy descreveu a emoção de rever antigos fãs e conquistar novos públicos: “Tem sido simplesmente incrível. Fizemos turnês completas pela Europa e América do Sul, e em cada show a atmosfera foi mágica. Muitos fãs não viam essa formação junta há anos, e outros nem mesmo eram nascidos quando estivemos juntos pela última vez. Isso trouxe uma energia muito especial. Além disso, estamos comemorando 40 anos de carreira, com uma discografia incrível, permitindo montar setlists bem diversificados, incluindo grandes sucessos e também faixas menos óbvias, o que vem agradando muito ao público.” Sobre o Parasomnia Parasomnia marca o primeiro lançamento com Portnoy desde Black Clouds & Silver Linings (2009). Produzido pelo guitarrista John Petrucci, o álbum teve a engenharia de som assinada por James “Jimmy T” Meslin e mixagem de Andy Sneap. Hugh Syme novamente cuidou da arte da capa. Com duração total de 71 minutos, Parasomnia explora diversos distúrbios relacionados ao sono, como sonambulismo e paralisia do sono. Destaque para músicas como “A Broken Man”, “Dead Asleep”, “Midnight Messiah” e “Bend The Clock”. O primeiro single, “Night Terror”, promete uma experiência musical intensa em quase dez minutos de duração. Sobre Mike Portnoy Mike Portnoy foi um dos fundadores do Dream Theater, ao lado do guitarrista John Petrucci e do baixista John Myung em 1985. Ele participou de 10 álbuns da banda até deixar o grupo em 2010. Seu sucessor na época foi Mike Mangini, que se juntou ao grupo após vencer uma audição pública registrada no documentário “The Spirit Carries On”. LEIA TAMBÉM: Ex-Dream Theater, Mike Mangini anuncia nova banda Monolith Via: WikiMetal

Roberto Barros anuncia saída da banda de Edu Falaschi
Roberto Barros anunciou sua saída da banda do vocalista Edu Falaschi por meio das redes sociais, na terça-feira, 12. O guitarrista fazia parte do projeto desde 2017 e colaborou com Edu Falaschi nos álbuns Vera Cruz (2021) e Eldorado (2023), o EP The Glory of the Sacred Truth (2018) e o ao vivo Temple of Shadows in Concert (2020) além de atuar como coprodutor. O guitarrista Victor Franco será o substituto de Roberto Barros na próxima turnê de Edu Falaschi – a informação foi publicada inicialmente pela página Ibagens Angra. O músico de apenas 25 anos já havia substituído Barros temporariamente em 2024 durante um problema de saúde do guitarrista. Victor Franco também já trabalhou com as bandas Odysseya e Noturnall. Confira abaixo o comunicado de Roberto Barros: View this post on Instagram A post shared by ROBERTO BARROS (@robertobarrosofficial) LEIA TAMBÉM: Edu Falaschi celebra 20 anos de ‘Temple of Shadows’ com turnê pelo Brasil em 2025 Via: WikiMetal

Boston Manor vem ao Brasil em setembro para apresentação única
Texto por: Marcela Lorenzetti Dia 14 de setembro, São Paulo terá o prazer de receber o Boston Manor, banda britânica de rock alternativo/pop punk formada em 2013 em Blackpool (Inglaterra), no City Lights, localizado em Pinheiros. Com realização da New Direction Productions, que já iniciou os trabalhos em 2025 com as turnês pela América Latina do Glitterer, Lionheart e Earth Crisis, o show também conta com a produtora Destiny, da Costa Rica, também envolvida na inédita vinda do Boston Manor à América Latina. Boston Manor ganhou destaque internacional por uma combinação de fatores que envolveram seu som único, parcerias estratégicas e presença em grandes eventos da cena alternativa. Inicialmente vistos como uma banda de pop punk, eles rapidamente evoluíram para um som mais alternativo, incorporando influências do rock alternativo, post-hardcore e até música eletrônica. Discos como Welcome to the Neighbourhood (2018) e GLUE (2020) mostraram essa transformação, chamando a atenção de um público mais amplo, além dos fãs tradicionais do pop punk. A banda também foi presença marcante nos últimos anos em festivais, como Reading & Leeds, Download Festival, Slam Dunk e Vans Warped Tour. Confira logo abaixo mais informações sobre a apresentação única da banda no Brasil: SERVIÇO – Boston Manor em São Paulo:Data: 14 de setembro de 2025Horário: 18h (portas)Local: City LightsEndereço: Rua Padre Garcia Velho, 61, São PauloVenda online: https://fastix.com.br/events/boston-manor-em-sao-pauloIngresso: R$160,00 (Lote 1 – meia e meia solidária), R$ 320,00 (Lote 1 – inteira) Via: WikiMetal

Guns N’ Roses fará o primeiro show na Índia em mais de doze anos
O Guns N’ Roses fará o primeiro show na Índia em mais de doze anos! O evento vai acontecer no dia 17 de maio no Mahalaxmi Racecourse, em Mumbai. Os ingressos para a apresentação estarão à venda a partir do dia 17 de março via BookMyShow. Pelas redes sociais, o Guns N’ Roses festejou a realização do espetáculo: “Nós estamos indo para a Índia! Isso vai ser muito especial”. Para este ano, a banda de Axl Rose (vocal), Slash (guitarra) e Duff McKagan (baixo) fará shows pela Europa, Japão, Coréia do Sul, Barém, Arábia Saudita e Reino Unido. Para algumas apresentações da tour 2025, o grupo terá a companhia de Public Enemy, Rival Sons e Sex Pistols. Mais informações, acesse aqui Via: Rockbizz

Iron Maiden: “Eu não sou apenas um cantor; sou um contador de histórias”, diz Bruce Dickinson
Por volta de 2015, a carreira do Iron Maiden ficou em compasso de espera por conta do câncer que acometeu o vocalista Bruce Dickinson. Para piorar a situação, a doença brotou na língua e garganta do artista, ou seja, em partes do corpo vitais para desempenhar a função de cantar. Graças aos Deus do Metal, o Air-Raid Siren conseguiu dar a volta por cima e superar mais esse grande desafio em sua vida. Em nova entrevista ao MusicRadar, Bruce disse que estava preparado para deixar o Iron Maiden se não conseguisse cantar como deveria. “Eu me senti bem! Eu acreditava que iria superar isso com bastante força. Seriam dez meses difíceis, mas, no final disso, eu esperava poder ser capaz de fazer o que eu fazia antes. Mas se não, eu estava preparado para deixar o Iron Maiden se não conseguisse cantar como deveria”. Dickinson completou: “Eu gostaria que a banda continuasse adequadamente. Mas eu teria me oferecido a ajudá-los a encontrar outro vocalista, porque há outras pessoas por aí. Poderia sugerir um ou outro cara para fazer uma versão muito boa de mim”. O britânico ainda falou sobre o que faria caso perdesse a voz após o tratamento de câncer. “Se eu perdesse essa voz, eu poderia descobrir outra coisa para fazer. Não sei o que, mas eu teria que dar uma reviravolta positiva nisso. Eu não sou apenas um cantor, sou um contador de histórias. Eu finalmente descobri o que eu faço na vida: eu conto histórias! E eu simplesmente faço isso com a minha voz no Maiden. É basicamente isso que eu faço. E se você perde um tipo particular de voz não significa que você não pode usar outra voz. Mas não dentro de uma banda como o Iron Maiden. Contudo, no final das contas, tive sorte, pois as minhas cordas vocais não sofreram danos com a doença e o tratamento”. Atualmente, a Donzela de Ferro está em um recesso de alguns meses para recarregar as baterias e se preparar para a Run For Your Lives Tour 2025, a qual contemplará canções dos álbuns Iron Maiden a Fear of the Dark. Via: Rockbizz

Metallica anuncia seu primeiro filme-concerto imersivo
O Metallica anunciou que seu primeiro filme-concerto imersivo estará disponível gratuitamente apenas na Apple Vision Pro a partir do dia 14 de março. Filmado na Cidade do México durante a última apresentação de 2024 da turnê M72, o show apresenta performances completas de Whiplash, One e Enter Sandman, todas capturadas exclusivamente no Apple Immersive Video. Este projeto marca uma nova incursão na tecnologia imersiva, usando vídeo de ultra-alta resolução de 180 graus e Spatial Audio para dar aos fãs acesso sem precedentes de pontos de vista tão próximos quanto o Snake Pit. As músicas apresentadas no filme-concerto também estarão disponíveis como um novo EP, intitulado Metallica Live from Mexico City, na Apple Music nesta sexta-feira, 14 de março. Via: Rockbizz

The Offspring: Nem o calor e a chuva impediram o punk rock de emocionar Curitiba!
The Offspring finalmente chegou a Curitiba neste dia 9 de março de 2025, com o Punk Is Coming, evento para divulgar seu novo álbum Supercharger. Além disso, não veio sozinho, o “festival” contou com Amyl and The Sniffers, The Warning, The Damned, Rise Against e Sublime. Primeiramente, vale falar do local escolhido para o Punk Is Coming, nada menos do que a Pedreira Paulo Leminski. Como o nome já diz, uma pedreira desativada há muitas décadas e que virou área para festivais e shows de grande porte. Pode-se dizer que é um palco em meio à natureza, cercada de árvores e lagos, torna-se uma experiência única. Além de ter as pedrinhas para evitar o excesso de lama quando chove. Devidamente aprovadas na chuva que caiu do meio para o final da tarde. Line up completo na capital paranaense para abrir para The Offspring O dia começou cedo para os fãs curitibanos, antes das dez horas da manhã a fila já estava grande, em frente aos portões de entrada. A estrutura dos serviços, entre eles bombeiros, ambulâncias, seguranças e profissionais para informações ao público, estava muito bem estruturada e a sensação era de segurança e organização por parte dos responsáveis pelo evento. Os portões tardaram a abrir, pois algumas bandas ainda precisaram passar o som, tendo em vista que na noite de ontem, dia 8 de março, estavam na cidade de São Paulo. Foi perfeitamente compreensível, mas para o alívio geral, por volta das 10 e meia, o público foi sendo liberado. Vale ressaltar a agilidade da organização, pois em alguns minutos, a grade em frente ao palco foi sendo tomada por fãs, em sua maioria com camisetas da banda The Warning e alguns ansiosos para presenciar a banda tão falada do momento Amyl And The Sniffers. Mas o dia estava apenas começando na capital paranaense, ainda estavam por vir, a lenda do punk The Damned, os americanos do Rise Against, muito aguardados pelo público que ainda estava chegando. Além de Sublime e The Offspring para fechar a noite. O punk e a atitude de Amyl and the Sniffers Atualmente, onde o politicamente correto reina sobre nossas cabeças, eis que, para quebrar as regras, surgem os australianos do Amyl And The Sniffers. Não é de se espantar que do outro lado do mundo, onde ainda se tem feridas sociais e injustiças históricas abertas, venha o respiro. A vocalista possui uma presença de palco arrasadora e provocativa, trazendo o espirito do punk de volta a vida. A interação com os músicos é constante, o posicionamento de palco foi excelente, afinal se tratava de um palco de tamanho considerável, digno de grandes festivais. O público presente ovacionou a banda, pena que foi um set list mais curto, afinal, ainda haviam cinco bandas para subir ao palco da Pedreira. The Warning: A banda queridinha entre a galera Foi por volta do meio dia, já com um calor muito forte, que The Warning subiu ao palco. A banda composta pelas irmãs mexicanas Daniela, Paulina e Alejandra, chegam cheias de atitude e carisma, para a alegria dos fãs. Apesar da excelente técnica na execução de seu setlist e a preocupação com a apresentação, a disposição das artistas no palco ficou um pouco prejudicada. Inclusive, pode-se perceber que houve algo errado na posição dos equipamentos da vocalista e guitarrista Daniela. A distância entre ela e as outras irmãs ficou bem visível. Mas o público não se importou e aproveitou cada minuto do talento desta nova geração do punk, especialmente por ser formada só por mulheres. The Damned, percursores do punk rock britânico E quem diria, que Curitiba teria a honra de receber a banda The Damned, formada em 1976, época áurea do movimento punk britânico. Um pouco antes da banda subir ao palco, já dava para perceber o aumento do público. Consegue-se perceber também que Punk Is Coming conseguiu contemplar todas as gerações, com a presença de crianças, adolescentes, pais e avós, famílias unidas em um único festival. Convém lembrar que o calor no local, apesar de ser aberto, estava beirando o insuportável, e as poucas sombras já eram escassas. Com isso, a banda acabou sofrendo um pouco as altas temperaturas, mas permaneceram executando seu repertório de forma louvável e com muita interação com os fãs. O público revezava bastante entre a grade e os locais para comprar comidas e bebidas, principalmente água e cerveja. Lembrando que a equipe entre o palco e a grade, o famoso pit dos fotógrafos, distribuiu copos de água gratuitamente durante todo o festival, era somente pedir. Inclusive no auge do calor, também foi distribuído gelo aos presentes. Rise Against: O punk rock político e ativista em cena Definitivamente, o Rise Agaist era uma das bandas mais aguardadas pela maioria do público. Grande parte devido à divulgação da excelente performance da banda no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo. Mas também pela passagem da banda pelo Brasil no festival Lolapaloozza em 2023, mostrando que a banda possui uma legião de fãs por aqui. O Rise Against, foi formado em Chicago, no ano de 1999, e ainda é um dos maiores nomes do punk em atividade. Impossível não elogiar a presença de palco, a coreografia entre os músicos, tão naturalmente realizada enquanto destilavam os melhores hits de sua carreira. Composta pelo vocalista Tim Mcllrath, Joe Principe no baixo, Zach Blair na guitarra e Brandon Barnes nas baquetas. Não faltaram as músicas “Give”, “Satellite”, o novo single “Nod”, “Make It Stop” e a mais aguardada e o auge do show, a maravilhosa “Savior”. Com certeza, a banda conseguiu mais uma enxurrada de novos fãs. Entretanto, nesta altura do dia, o relógio já marcava três e meia da tarde, o auge do calor, muito atípico para a cidade de Curitiba. Talvez por isso, a produção e organização pecou pela falta de tendas e áreas verdes para descanso e alimentação. Sublime, expectativas e chuva forte Talvez os momentos que antecederam o show do Sublime e alguns momentos durante a apresentação, tenham sido os mais

Boston Manor se apresentará pela primeira vez no Brasil em setembro
Boston Manor, banda britânica de rock alternativo/pop punk formada em 2013 em Blackpool (Inglaterra), que ao longo de uma década moldaram sua sonoridade para conquistar cada vez mais fãs ao redor do globo, enfim faz sua estreia no Brasil em setembro de 2025. Será um show único no dia 14 de setembro no City Lights, São Paulo. Boston Manor ganhou destaque internacional por uma combinação de fatores que envolveram seu som único, parcerias estratégicas e presença em grandes eventos da cena alternativa. Inicialmente vistos como uma banda de pop punk, eles rapidamente evoluíram para um som mais alternativo, incorporando influências do rock alternativo, post-hardcore e até música eletrônica. Álbuns como Welcome to the Neighbourhood (2018) e GLUE (2020) mostraram essa transformação, chamando a atenção de um público mais amplo, além dos fãs tradicionais do pop punk. Além disso, o contrato com a Pure Noise Records, uma das principais gravadoras do gênero, impulsionou sua visibilidade internacional. Isso garantiu distribuição eficiente e suporte para turnês em mercados importantes, como os EUA. Em seguida, vieram turnês internacionais e apoio de bandas consolidadas. A Boston Manor excursionou extensivamente pelos EUA, Reino Unido e Europa, tocando com grupos influentes como Good Charlotte, A Day to Remember, Neck Deep e Movements. Também foi presença marcante nos últimos anos em festivais, como Reading & Leeds, Download Festival, Slam Dunk e Vans Warped Tour. As letras abordam temas como isolamento, crise existencial, problemas sociais e saúde mental, ressoando com uma base de fãs global. Welcome to the Neighbourhood, por exemplo, explora uma visão sombria da vida urbana no Reino Unido, tornando-se um álbum conceitual que chamou atenção crítica. SERVIÇO: Boston Manor em São PauloData: 14 de setembro de 2025Horário: 18h (portas)Local: City LightsEndereço: Rua Padre Garcia Velho, 61, São PauloVenda online: https://fastix.com.br/events/boston-manor-em-sao-pauloIngresso: R$160,00 (Lote 1 – meia e meia solidária), R$ 320,00 (Lote 1 – inteira) Via: Rockbizz

NDP Fest entrega política, caos e intensidade apesar das adversidades
Texto por Stephanie Souza No último domingo (9), o clima era de ansiedade ao redor do Espaço Usine, no bairro da Barra Funda, em São Paulo. Esse foi o local que a New Direction Productions escolheu para celebrar seu primeiro ano de vida no novíssimo NDP Fest, festival que contou com a participação de sete bandas dos gêneros metal e hardcore. O rolê começou bem cedo, às 15h, e alguns ansiosos já estavam na fila aguardando a abertura da casa, que foi pontual. Logo na entrada, barraquinhas de merch ocupavam o espaço anterior à pista, e muitos que entravam paravam pra olhar e comprar algum item das bandas do line. É preciso apoiar a cena, não é? Às 15h20, a banda fluminense de punk rock Klitoria subiu ao palco, abrindo os trabalhos do que seria um longo dia de música ao vivo. O grupo é novo, formado em 2022, majoritariamente constituído de mulheres, e já vem conquistando espaço na cena — foram o ato de abertura para o show solo do Amyl and the Sniffers, na última quinta-feira (6). O set foi curto, de apenas meia hora, mas conciso, rápido e agressivo. Malu Desu apresenta vocais rasgados enquanto mostra coordenação excepcional na bateria, em conjunto com Brayner, guitarrista, que dominou o lado esquerdo do palco com sua energia. A setlist apresentou músicas de seu novo EP, intitulado Entre o Chão e o Assoalho. Mesmo com alguns problemas técnicos, a apresentação foi enérgica e ditou um ótimo tom ao que se seguiria no resto da noite. A segunda banda da noite veio logo após: os paulistas do Hardgainer se definem como uma banda de “metal pesado”. Com duas mulheres em sua composição, Ellen Tavares na bateria e Patrícia Schlithler no baixo, a banda abusou de riffs, de fato, pesados e muitos berros do vocalista Patrick Marçal. Um show bastante técnico, demorou um pouco para aquecer os presentes, que só foram engajar em uma roda bem próxima ao fim do set. A banda pareceu se divertir bastante no palco e compartilharam que aquele era “o maior show de sua carreira”. Logo depois foi a vez dos cariocas da Clava, que entregaram uma apresentação caótica, intensa e bastante politizada. Afinal, hardcore é político. Em uma bandeira — instalada pela banda — na frente do palco se lia: “Terra para quem nela vive e trabalha. Viva a revolução agrária. Morte ao latifundiário!”. É política mas também é diversão: a abertura do show usou um sample de God of War, e no telão, um jogo das Tartarugas Ninjas foi exibido. No palco, os integrantes pulavam e se entregavam em cada nota. No público, os presentes se dividiam entre two steps, crowd surfing e socos e chutes jogados ao ar. A setlist passou por músicas de seus três trabalhos: Correr pelo Céu, de 2024, Sudaméfrica, de 2022 e Declaração de Guerra dos Condenados da Terra, de 2021. Também rolou um cover de “Santuário das Almas” da clássica banda de hardcore Confronto, conterrâneos da Clava e grande influência para o grupo. Um dos shows mais potentes da noite, a banda é direta em sua mensagem, reforçada pelo vocalista Alex, que, em discurso reafirma: mesmo que queimem os símbolos, jamais queimarão os significados. Os mineiros do Black Pantera também marcaram presença no festival. Banda em ascensão na cena do metal, abriu shows para gigantes como o Slipknot e o Sepultura no ano de 2024. O grupo tem a habilidade de fazer um show em casa pequena parecer um show de arena. Muito groove e slapping no baixo – Chaene da Gama possui presença de rockstar inata –, momentos de explosão intercalados com momentos de reflexão, uma roda só de mulheres, um wall of death, coro em “Fogo nos Racistas”, vocais incansáveis de Charles Gama e energia de sobra na bateria comandada por Rodrigo Pancho. Uma atração completa e com uma mensagem importante e atual: a luta antirracista. Já era noite quando chegou a vez do Point of no Return. Clássico do hardcore straight edge paulista, foi também uma das atrações mais aguardadas do line: 18 anos depois de seu fim, em 2006, a banda voltou à cena em 2024 após o lançamento de seu novo álbum The Language of Refusal. Logo nos primeiros segundos de show, o centro da casa se transformou numa enorme pista de dança. Ou melhor, numa enorme demonstração de energia e força. Corpos suados disputavam espaço entre two-steps, crowd surfing, socos e empurrões, enquanto os três vocalistas – Fred, Kalota e Ruy – conduziam a energia caótica do público, que também brigava pelo microfone. A descarga de energia foi tanta que o show teve que ser parado após uma pessoa se machucar e ter que ser retirada (nada grave aconteceu). É importante mencionar que o Point of no Return não é apenas uma banda, mas também um ato político, perceptível em todas as letras e discursos de seus membros. Durante as músicas, um dos vocalistas disse: “é uma luta não por um sistema ideal, uma sociedade perfeita (…) mas por algo que esteja em constante processo de evolução”. Fechando com chave de ouro, a última música apresentada foi um cover de Unbroken Feelings, da banda Self Conviction (formada e também encerrada nos anos 90 por membros do PONR). O momento mais polêmico e desconfortável da noite ficou por conta da primeira atração internacional do rolê: ZULU, banda de hardcore de Los Angeles, fez seu primeiro (e provavelmente último) show no país. No dia anterior à apresentação, uma ex-namorada do vocalista Anaiah Rasheed acusou o cantor de agressão e comportamento abusivo em post no Instagram. Mais tarde no mesmo dia, Anaiah negou as acusações. Os demais integrantes não se manifestaram sobre o caso. Por conta disso, essa era uma das maiores incertezas em relação ao show do grupo no evento, já que a notícia se espalhou, causando desconforto em diversos presentes. O vocalista chegou a ir à casa de shows, mas foi embora antes de sua apresentação. O restante da banda foi obrigado a

Carrie Underwood canta Bodies, do Drowning Pool, com participante do American Idol
A cantora country norte-americana, Carrie Underwood, ajudou um participante do American Idol a cantar Bodies, sucesso da banda de nu metal Drowning Pool. Carrie, que venceu o American Idol em 2005 e agora é jurada do programa, se juntou ao concorrente chamado Insite para cantar a música de 2001 no episódio mais recente do programa. O professor de música de 18 anos, que acabou vencendo a audição, também fez uma versão de Freak On A Leash, do Korn. Após a participação aparentemente improvisada em Bodies, Underwood disse a seus colegas jurados, Lionel Richie e Luke Bryan, que ela é uma espécie de fã secreta de metal. “Isso foi o ensino médio para mim!”, ela disse sobre a faixa do Drowning Pool, antes de acrescentar: “Eu até fiz crowd-surfing nas pessoas, ok?” Confira o vídeo abaixo: O Drowning Pool lançou Bodies em maio de 2001 como o single principal de seu álbum de estreia Sinner. Foi um sucesso instantâneo, alcançando a posição 34 no Reino Unido e 6 na parada Mainstream Rock dos Estados Unidos. O vocalista original da banda, Dave Williams, morreu de doença cardíaca em 2002, mas a banda continua em atividade. O grupo lançou o single Revolution (The Final Amen) com o vocalista Ryan McCombs em setembro de 2024 e planeja lançar seu oitavo álbum de estúdio este ano. Via: Rockbizz

Não existe nenhuma rusga que impeça uma reunião do Almah, segundo Marcelo Barbosa
Almah foi uma banda de power/prog metal formada pelo vocalista Edu Falaschi em 2006, cujo o intuito era dar vazão a sua criatividade em paralelo aos trabalhos do Angra. Para o trabalho, o cantor teve o apoio do guitarrista brasiliense Marcelo Barbosa, que foi o integrante que mais durou na banda ao lado de Falaschi. Em novembro de 2017, o Almah fez a sua derradeira apresentação, que rolou no Manifesto Bar, em São Paulo. Desde então, Edu está com foco em sua carreira solo; já Marcelo com a atenção voltada aos compromissos do Angra. Mas há uma luz no fim do túnel! Durante conversa com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, o guitarrista comentou que não existe nenhuma rusga que impeça uma reunião do Almah. “Há muitas chances do Almah fazer uma turnê comemorativa de álbum ou uma reunion! Acho que seria um momento muito legal para fazer isso. No passado, eu conversei com o Edu, e ele se mostrou aberto a ideia, mas comentou que precisava encontrar o melhor momento para fazer isso. Quem sabe este não seja o melhor momento? Não existe nenhuma rusga que impeça que isto aconteça, então, o que mais impediu até hoje é o fato dele estar em turnê direto com sua carreira solo, e eu estar em turnê direto com o Angra, portanto, não sobra tempo de planejar algo assim. Mas dividimos o interesse de revisitar a história! Temos muito orgulho desse momento que convivemos por quase dez anos fazendo muitas coisas boas juntos. Acho que merece uma turnê de dez ou doze shows para revisitar esse momentos”. Veja a fala completa de Marcelo Barbosa aqui: Via: Rockbizz

Roberto Barros não é mais o guitarrista de banda de Edu Falaschi
Roberto Barros não é mais o guitarrista de banda de Edu Falaschi! A notícia foi confirmada pelo próprio músico nesta terça-feira, dia 11 de março, em suas redes sociais. A parceria entre Roberto e Edu durou oito anos e rendeu trabalhos como Vera Cruz (2021) e Eldorado (2023). Na legenda da postagem no Instagram, Barros escreveu o seguinte: “Obrigado a todos os fãs pelo incrível suporte e carinho que sempre demonstraram em relação ao meu trabalho. Vejo vocês em breve”. É importante ressaltar que o guitarrista brasileiro não informou quais serão os seus planos futuros no campo musical. Veja o post do guitarrista logo abaixo: O vocalista Edu Falaschi (ex-Angra) ainda não se pronunciou sobre a saída de Roberto Barros de sua empresa. O cantor vai iniciar uma longa turnê pelo Brasil no começo de maio, com shows em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Curitiba. Via: Rockbizz

“Black Light”: Ouça a nova música de Smith/Kotzen que dá nome ao álbum
A dupla Smith/Kotzen, formada por Adrian Smith e Richie Kotzen, lançou em fevereiro “Black Light”, o segundo single que fará parte de seu aguardado segundo álbum, com lançamento previsto para 04 de abril. A faixa chega acompanhada de um videoclipe dinâmico e multi camadas, novamente produzido e dirigido por Kevin e Richard Ragsdale, conhecidos como os Ragsdale Brothers (Daughtry, Dorothy feat. Slash, Theory of a Dead Man). O vídeo traz a dupla ao lado da baixista Julia Lage e do baterista Bruno Valverde, além da renomada acrobata russa e ex-performer do Cirque de Soleil, Gyulnara Karaeva. “Black Light” quase não entrou no álbum, mas uma sessão noturna inesperada resultou em uma faixa de ouro. A música fala sobre engano e decepção, sendo a luz negra uma metáfora que revela a verdade oculta sob a superfície. A faixa se destacou tanto que acabou dando nome ao álbum. A capa do disco foi inspirada nas fotos tiradas pelo fotógrafo britânico John McMurtrie, que utilizou luzes UV para realçar tintas especiais nas guitarras Fender e Charvel personalizadas. “Smith/Kotzen é sobre encontrar um terreno comum,” comenta Richie em comunicado à imprensa. “Talvez Adrian tenda a ir para o lado mais pesado, e eu me incline mais para a fusão, o funk ou o soul, mas nosso som está em algum ponto no meio: aquele vibe de blues rock pesado em que realmente nos conectamos.” Ouça “Black Light”, do Smith/Kotzen, em todas as plataformas digitais. Via: WikiMetal

Garbage e L7 em São Paulo terá The Mönic no show de abertura
No fim do mês as bandas Garbage e L7 virão ao Brasil para uma turnê em conjunto. Além disso, a banda The Mönic irá se juntar a elas para o show de abertura. Inclusive, no ano passado foram eleitas uma das bandas mais esperadas dos leitores da Wikimetal para o Rock In Rio. The Mönic fundada em São Paulo em 2018, atualmente tem na formação Ale Labelle (guitarra e voz), Dani Buarque (guitarra e voz), Joan Bedin (baixo e voz) e Thiago Coiote (bateria e voz). Em 2024, ganharam bastante destaque ao participar de grandes festivais como o Rock in Rio e Knofest. A banda com vocais rasgados e atmosfera noventista vem somar à noite do rock feminino em São Paulo. A turnê conjunta de Garbage e L7 Os shows da turnê do Garbage com L7 acontecem no Rio de Janeiro (21/03, no Scadura 154), São Paulo (22/03, no Terra SP) e Curitiba (23/03, no Live Curitiba). Anteriormente o L7 que passou pelo Brasil no final de 2023 vem mostrar novamente seu grunge pioneiro que fez sucesso nos anos 90. Atualmente a banda fundada em Los Angeles é formada por Donita Sparks – guitarra e voz, e Suzi Gardner – guitarra e voz. A banda ainda conta com Dee Plakas na bateria e Jennifer Finch – baixo e voz. Além disso, o Garbage volta ao Brasil após se apresentar no primeiro The Town, em 2023. A banda liderada pela icônica vocalista Shirley Manson, segue inovando inegavelmente na cena do rock alternativo mundial. Desde a sua criação, o Garbage vendeu mais de 20 milhões de álbuns em todo o mundo e obteve sucessos colossais, incluindo “Stupid Girl“, “Push It“, “I Think I’m Paranoid“, “Queer“, “Milk”. Inegavelmente esse line up promete ser uma celebração ao rock alternativo e à potência feminina.Confira abaixo onde comprar os ingressos para os shows. SERVIÇO: Rio de JaneiroLocal: Scadura 154Data: 21 de março de 2025 (sexta-feira)Horário: Abertura dos portões às 19hValores dos ingressos: A partir de R$ 300,00 (meia-entrada) e R$ 600,00 (inteira)Onde comprar: Fastix São PauloLocal: Terra SPData: 22 de março de 2025 (sábado)Horário: Abertura dos portões às 18hValores dos ingressos: A partir de R$ 300,00 (meia-entrada) e R$ 600,00 (inteira)Onde comprar: Eventim CuritibaLocal: Live CuritibaData: 23 de março de 2025 (domingo)Horário: Abertura dos portões às 18hValores dos ingressos: A partir de R$ 300,00 (meia-entrada) e R$ 600,00 (inteira)Onde comprar: Live Curitiba View this post on Instagram A post shared by Liberation MC (@liberationmcofficial) LEIA TAMBÉM: Garbage anuncia 3 shows no Brasil com L7 em março Via: WikiMetal

Performance do Gojira nas Olimpíadas foi o maior momento mainstream da história do metal, segundo Courtney LaPlante (Spiritbox)
O Gojira, banda francesa de death metal com mesclas de prog metal, foi uma das atrações musicais na abertura das Olimpíadas 2024. O evento aconteceu no finalzinho de julho de 2024 e foi um marco para a música pesada. O quarteto, que foi o primeiro conjunto de metal a tocar em uma cerimônia de abertura de jogos Olímpicos, apresentou uma versão metal de Ah! Ça Ira! – canção popular durante a Revolução Francesa, cujo mote era afirmar que tudo ficaria bem e os tempos sombrios de opressão seriam extintos. Durante recente entrevista ao canal Audacy Music, a vocalista Courtney LaPlante (Spiritbox) afirmou que a performance do Gojira nas Olimpíadas foi o maior momento mainstream da história do metal. “Na minha opinião, a apresentação do Gojira nos Jogos Olímpicos foi o maior momento mainstream na história do metal”, disparou Courtney. “A maioria das bandas de metal não atinge o mainstream de jeito nenhum até que façam música mais mainstream”, pontuou a cantora norte-americana. “E não quero dizer mainstream no sentido ruim. Quero dizer no sentido mais acessível a muitas pessoas”, explicou. “Por isso que foi tão chocante para mim! Acho que foi a coisa mais metal que já aconteceu na TV porque um bilhão de pessoas assistiram. E os caras são super humildes! Eu fiquei muito feliz por eles”, completou. Assista a entrevista na íntegra aqui: Para ver ou recordar a performance do Gojira nas Olimpíadas de 2024, acesse este outro tocador: Via: Rockbizz