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Emily Armstrong e Billie Joe Armstrong posam para foto durante premiação
Durante o iHeartRadio Awards, que ocorreu na segunda-feira, 17, Emily Armstrong, vocalista do Linkin Park, e Billie Joe Armstrong, do Green Day, posaram juntos para uma foto nos bastidores da premiação. Na noite de prêmios, que aconteceu no Dolby Theater, em Los Angeles, ambas as bandas saíram vitoriosas: o Linkin Park foi vencedor na categoria de Álbum de Rock do Ano com From Zero (2024), enquanto o Green Day levou a melhor no prêmio de Artista Alternativo do Ano. As fotos do evento começaram a circular nas redes sociais, e não demorou muito para os fãs ansiarem por uma futura parceria entre os vocalistas. A possibilidade de um futuro single unindo as energias dos “irmãos” Armstrong já é um sinal verde para a empolgação dos entusiastas do rock. As duas bandas também posaram juntas para uma foto. O iHeartRadio Music Awards reconhece os artistas e canções de maior audiência nas rádios da iHeartMedia e na plataforma digital iHeartRadio, com os vencedores sendo escolhidos com base na interação do público. View this post on Instagram A post shared by PORTAL LINKIN PARK (@portallinkinpark) Linkin Park anuncia novo single “Up From The Bottom” Após um trecho inédito de uma gravação do Linkin Park ser compartilhado nas redes sociais, os rumores de novos lançamentos ganharam força e foram confirmados. “Up From The Bottom”, a nova faixa da banda após o lançamento de From Zero, foi anunciada na segunda-feira, 17, por meio de um post no perfil oficial do Linkin Park. O single chega no dia 27 de março às plataformas de streaming. View this post on Instagram A post shared by LINKIN PARK (@linkinpark) LEIA TAMBÉM: Green Day fará mais três shows no Brasil, segundo jornalista Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne presta homenagem a Randy Rhoads no 43º aniversário de sua morte
Ozzy Osbourne prestou uma homenagem a Randy Rhoads no 43º aniversário da morte do lendário guitarrista. Nesta quarta-feira (19), o Príncipe das Trevas acessou suas redes sociais para escrever: “Randy Rhoads foi possivelmente o melhor compositor e músico que já conheci na minha vida. Ele entrou na minha vida como um raio e, como tal, se foi novamente. Me considero um dos homens mais sortudos do mundo, não por apenas tê-lo conhecido, mas também por ter tido a grande honra de poder trabalhar com ele. Vou valorizar o tempo que passei com ele até o dia em que morrer”. “Vida longa a Randy Rhoads. Vida longa ao rock n roll”, acrescentou. Rhoads tocou nos discos Blizzard Of Ozz (1980) e Diary Of A Madman de Ozzy Osbourne, mas morreu tragicamente em um acidente de avião quando tinha apenas 25 anos, em 19 de março de 1982. Ele influenciou muitos músicos e é considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Sua morte foi um grande choque para o mundo e Ozzy escreveu em sua autobiografia I Am Ozzy que quase desistiu da música após a morte do guitarrista. Via: Rockbizz

Ben Eller fala sobre o convite para tocar com Mastodon
Mastodon fez seu primeiro show sem Brent Hinds em 9 de março no festival Live In The Sand, em Punta Cana. A banda convidou o guitarrista e Youtuber Ben Eller para ser substituir Brent nesta apresentação. A banda ainda não fez um anúncio oficial sobre quem será o novo guitarrista, mas o Eller concedeu uma entrevista à Guitar World e disse que teve que aprender 17 músicas do Mastodon imediatamente, de toda a discografia da banda, o que não foi fácil. “Eu estava completamente despreparado para o nível de positividade e gentileza que receberia dos fãs depois do show. Não acredito o quão receptivos e maravilhosos eles foram; é impressionante!” “Entrei nisso encarando como uma das coisas mais legais das quais eu poderia participar, mas também sabendo que a reação negativa poderia ser brutal, especialmente considerando o quão incrível e importante Brent foi para a história da banda”. Eller contou que recebeu o telefonema com o convite do guitarrista Bill Kelliher, do Mastodon, pois eles mantem contato desde que Eller publicou seu vídeo Stuff Mastodon Does, seis anos atrás. “Alguns anos atrás, Bill entrou em contato comigo por e-mail, dizendo o quanto ele gostou do meu canal e do vídeo Stuff Mastodon Does que eu fiz. Nós mantivemos contato desde então”. LEIA TAMBÉM: Gojira e Mastodon fazem apresentação colossal em São Paulo com a ‘The Mega-Monster Tour’ Via: WikiMetal

Guns N’ Roses anuncia saída de Frank Ferrer e deseja sorte em seus projetos futuros
O Guns N’ Roses anunciou nesta quarta-feira (19) a saída amigável de Frank Ferrer, baterista mais antigo da história da banda. O grupo liderado por Axl Rose agradece a Frank por sua amizade, criatividade e presença firme nos últimos 19 anos e deseja a ele sucesso no próximo capítulo de sua jornada musical. Frank se juntou ao Guns N’ Roses durante um show em junho de 2006 – como substituto temporário de Bryan Mantia -, ajudando a ancorar a seção rítmica durante as turnês subsequentes, incluindo os shows recentes com a reunião de Rose, o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan. O último show de Ferrer com a banda aconteceu em 5 de novembro de 2023 no México. Quando não estava em turnê com o GN’R, Ferrer tocava no projeto paralelo The Compulsions e na sua banda pessoal Pisser. Via: Rockbizz

Festival Buena Onda traz Graveyard e Danko Jones para São Paulo
Texto por Nando Machado, co-fundador do Wikimetal. 15 de março, sábado à noite em São Paulo. Eu estava antecipando esse dia desde que o show do Graveyard foi anunciado em novembro de 2024. Infelizmente, não consegui chegar cedo para ver as bandas que abriram o excelente line up do Buena Onda, festival promovido pela Xaninho Discos, mas cheguei a tempo de ver o excelente show dos canadenses da Danko Jones. Lideradas pelo próprio Danko, o trio de Toronto estava verdadeiramente emocionado e feliz, e mostrou uma hora de puro “Hard Punk”, um estilo que mistura o Hard Rock do KISS com Punk Rock. A banda, que já está na ativa há mais de 20 anos, só tinha vindo ao Brasil uma vez em 2009. Os caras fizeram um show realmente impecável e estavam realmente realizados em ver vários fãs cantando as letras de suas músicas. O ponto alto pra mim foi “My Little R’n’Roll”, a última do setlist, provavelmente o maior sucesso da banda, do álbum Wild Cat (2017). Só não vou perdoar eles não terem tocado “Forget My Name” do meu álbum preferido da banda, We Sweat Blood (2003). Às 21h em ponto entraram os suecos do Graveyard, diretamente de Gotemburgo; a banda mais esperada por mim, que também só tinha se apresentado no Brasil uma vez, em 2019. O grupo realmente parece que veio direto dos anos 70 com seu “Heavy Blues Rock”. Uma das minhas bandas preferidas da atualidade, finalmente voltou ao Brasil apresentando um show impecável, apesar de curto. O show começou com “Twice”, single do último álbum de estúdio, 6 (2023). Na sequência, emendaram em “Birds of Paradise” – do penúltimo álbum da banda, o excelente Peace (2018) -, a única música cantada pelo baixista Truls Mörck. Depois de “Cold Love”, veio a minha música preferida da banda, “An Industry of Murder”. Um riff pesado a lá Black Sabbath, (o baterista Oskar Bergenheim, aliás, me lembrou muito Bill Ward). Nessa música, a banda mostra toda a sua qualidade e a versatilidade em criar arranjos dinâmicos e melodias dissonantes. Joakim Nilsson é um gigante, com sua Gibson 335 vermelha, tem uma voz rouca e gritada, longe da perfeição, o que torna a banda extremamente humana e verdadeira. Nada de overdubs ou bases pré-gravadas, como um bom show de Rock’n Roll deve ser. Em “Hisingen Blues” a banda mostra o melhor do seu peso, com uma batida bem quebrada, riffs, e a voz típica de Joakim. A primeira parte do show termina com o sensacional Blues Rock “Uncomfortably Numb”, do álbum Hisingen Blues (2011). A banda voltou para o BIS com uma série de pedradas, “Walk On”, “No Good Mr Holden”, “Ain’t Fit to Live Here” e uma longa jam de “The Siren”. Essas últimas, ambas também do Hisingen Blues. O Graveyard é uma daquelas bandas que faz a gente pensar que o Rock continua vivo e o Rock dos anos 70 realmente teve um impacto gigantesco em várias gerações. Referências de Black Sabbath, Janis Joplin, Led Zeppelin, Deep Purple, etc. Pra mim, não houve década melhor no Rock e esses caras parecem que chegaram direto de 1973 para o palco da VIP Station. Shows e eventos como esse festival produzido pelo pessoal da Xaninho Discos e da Caveira Velha realmente me enchem de esperança. Ao mesmo tempo que é muito legal ver uma banda gigante num estádio, ultimamente eu tenho me sentido mais à vontade vendo bandas como o Graveyard e o Danko Jones no palco de um clube com cerca de 1200 pessoas, realmente conectadas com o som das bandas, que conhecem seus repertórios a fundo e que fazem essa conexão mais realista e verdadeira. Que bom que existem promotores de shows no Brasil que se preocupam em trazer essas bandas, estão realmente de parabéns. Espero que a tour tenha sido um sucesso e que a gente possa ver essas e outras grandes bandas, mas não tão grandes assim, novamente no Brasil e muitas vezes. Via: WikiMetal

Silverchair celebrará 30 anos do álbum de estreia em evento especial
Silverchair celebrará 30 anos do álbum de estreia, Frogstomp, em um evento especial. A festa está sendo organizada pela Sony Music e acontecerá no dia 26 no Metro Theatre, em Sydney, onde o grupo fez seus primeiros shows. De acordo com o TheMusic.Com.Au, a celebração contará com uma apresentação dos caras do The Buoys e uma coletiva com os integrantes fundadores, o baterista Ben Gillies e baixista Chris Joannou, mediada pelo ex-diretor musical da rádio Triple J, Richard Kingsmill. O evento também conta com edições limitadas de vinis da banda e fotografias assinadas pelo renomado Tony Mott. Já Daniel Johns avisou que não estará presente no evento. O vocalista tem mantido distância do Silverchair desde a separação oficial em 2011, dando várias declarações reforçando que a banda não voltará a se reunir. View this post on Instagram A post shared by Sony Music Australia (@sonymusicaustralia) LEIA TAMBÉM: Vocalista do Silverchair é internado em clínica de reabilitação após provocar acidente por dirigir embriagado Via: WikiMetal

Creed se apresentará no Brasil ainda este ano, segundo jornalista
O Creed se apresentará no Brasil ainda este ano, segundo José Norberto Flesch – jornalista famoso por antecipar shows internacionais. A apresentação deve acontecer entre setembro e outubro, mas Flesch não informou o possível local do show. A formação clássica da banda de post-grunge – a saber: Scott Stapp (vocal), Mark Tremonti (guitarra), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) – retornou aos palcos no ano passado após doze anos. A apresentação rolou no dia 18 de abril de 2024 no cruzeiro Summer Of ’99. Creed conquistou o sucesso comercial no final dos anos 90, com o álbum Human Clay, que já passou a marca dos dez milhões de cópias vendidas ao redor do globo. O grupo chegou ao ponto de emplacar música em trilha sonora de filme de terror e conquistar o Grammy de “Melhor Canção de Rock” com With Arms Wide Open. Depois do sucesso arrebatador, os desentendimentos entre os músicos começaram a tomar maior protagonismo no conjunto e as idas e vindas se tornaram algo recorrente no dia a dia dos caras. Como o tempo cura tudo, a turnê de volta está rolando na América do Norte e, até o momento, tem datas agendadas até agosto de 2025. CREED NO BRASIL! ASSISTA:https://t.co/sMdzlIieE6 pic.twitter.com/UUhimTIBfr — José Norberto Flesch (@jnflesch) March 18, 2025 Via: Rockbizz

John Dolmayan do System Of a Down relembra passado e aconselha novos músicos
Para John Dolmayan, baterista do System of a Down, os músicos da nova geração precisam ser cada vez melhores para se destacar em meio à expansão do cenário atual. O tema foi abordado em sua recente entrevista à influenciadora australiana Lilian Tahmasian. Dolmayan relembra a dificuldade da banda no início de carreira. “É muito caro ser músico. Nós precisávamos de 400 dólares por mês para pagar aluguel, mas para nós, pareciam 4 milhões”. De acordo com o músico, mesmo quando o grupo começou a ganhar visibilidade mundial, as dificuldades ainda estavam presentes, principalmente, por parte da indústria, que apresentava uma grande resistência. “A maior estação de rádio do país disse: ‘nunca vamos tocar essa banda’. Depois de um ano, éramos a banda mais tocada da estação”, relembrou o baterista. Após contar sobre o episódio envolvendo a K-Rock, o baterista destacou que o nível de sacrifício pela profissão e a ética de trabalho são a chave do sucesso, destacando que, se não fosse por sua obsessão pela bateria, não teria ido tão longe no mundo da música. “Eu tocava até minhas mãos sangrarem. Quando meus pedais quebraram e eu não podia comprar novos, eu colei um sapato velho nele e fiz funcionar. Se você não está disposto a se sacrificar, provavelmente não vai chegar a lugar nenhum”. Para ele, os avanços tecnológicos e a presença das redes sociais no cenário atual da música torna a profissão mais acessível. Mas também traz novos desafios aos que pretendem trilhar esse caminho: “É mais fácil hoje em dia, mas também é mais difícil. Agora o cenário é muito maior. Então, se você quer se destacar, você tem que ser realmente muito bom”. John Dolmayan do System of a Down aprova governo Trump Durante a entrevista, o músico também aproveitou para compartilhar sua opinião sobre a reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Dolmayan disse que é a favor do governo e que votou no republicano durante as eleições norte-americanas de 2024. “Estou feliz que ele venceu, porque isso traz um pouco de sanidade de volta”. Ele também citou o sentimento de insegurança no país e que, apesar de defender que todos possam viver suas vidas livremente, é contra o que ele chamou de “ensino da cultura queer”. Em 2023, o baterista já havia se pronunciado sobre perder seguidores e amigos por conta de seu posicionamento político, que é oposto ao de seu colega de banda Serj Tankian, vocalista do System of a Down. Veja a entrevista na íntegra: LEIA TAMBÉM: System Of A Down no Brasil: ingressos para show em SP ainda estão disponíveis Via: WikiMetal

Radiohead divulga vídeo raro de Thom Yorke para celebrar os 30 anos de ‘The Bends’
Para a alegria dos fãs, o Radiohead divulgou um vídeo de 25 minutos de uma apresentação intimista do vocalista Thom Yorke. Gravadas em Toronto, no Canadá, as imagens são de um show solo e acústico que aconteceu em 1995 no Horseshoe Tavern. A apresentação conta com canções como “Nice Dream” “High and Dry”, “Street Spirit (Fade Out)”, “Fake Plastic Trees” e “Thinking About You”. Essas versões, cantadas somente na voz e no violão, agora podem ser conferidas no canal do YouTube da banda, onde o vídeo foi liberado na última sexta-feira, dia 14 de março. Na última semana, o Radiohead criou uma empresa chamada RHEUK25, o que levantou suspeitas do público sobre o possível lançamento de um novo álbum, turnê ou algum outro trabalho que o grupo esteja criando. O último lançamento da banda aconteceu em 2016, com o álbum Moon Shaped Pool. As movimentações nas últimas semanas acabaram gerando muita ansiedade entre os fãs, que estão na torcida por algum projeto novo. Leia também: Colin Greenwood reacende esperanças de turnê do Radiohead Via: WikiMetal

Best of Blues and Rock 2025: Tudo que você precisa saber sobre a 12ª edição do festival
Completando 11 anos de história, o Best of Blues and Rock se consagrou como o festival de blues e rock mais importante da América Latina. Para além de sua celebração da música, o evento tem como objetivo promover atividades (gratuitas e pagas) que estejam ligadas a esses gêneros musicais. Ao longo de sua trajetória, o festival promoveu atividades como pocket shows, exibições de filmes, palestras educativas, campanhas solidárias envolvendo causas sociais e ambientais, entre outros. Em 2025, o Best of Blues and Rock segue expandindo seu impacto e acontece pela primeira vez em dois fins de semana na mesma cidade. O feito inédito traz consigo o que promete ser uma edição histórica, recheada de surpresas, e, portanto, imperdível. Preparamos um guia completo com tudo que você precisa saber para fazer parte dessa 12ª edição. Onde acontece o Best of Blues and Rock 2025 Na contramão de edições passadas que passaram por diversas cidades do Brasil, em 2025 o Best of Blues and Rock está anunciado até o momento apenas na cidade de São Paulo, no Parque do Ibirapuera. O local foi muito utilizado pelo festival nos anos anteriores e já recebeu shows de Zakk Wylde, Joe Bonamassa, Eric Gales e muitos outros. Também foi o grande escolhido para celebrar a edição especial de 10 anos, em 2023, que trouxe Tom Morello, Steve Vai, Buddy Guy e mais. Quando acontece o Best of Blues and Rock 2025 Como é de costume, o Best of Blues and Rock 2025 acontece na metade do ano, no finalzinho do outono. Este ano, o festival tem seu primeiro fim de semana agendado para os dias 07 e 08 de junho e o segundo fim de semana para os dias 14 e 15 de junho. Devido ao frio da estação, o evento organizou campanhas solidárias em edições passadas para arrecadação de agasalhos para comunidades carentes. Quem vai tocar na 12ª edição do festival A lineup do Best of Blues and Rock 2025 conta com nomes muito especiais e aposta, como sempre, na diversidade musical. O evento é conhecido por explorar as várias nuances possíveis dentro dos gêneros de blues e rock, frequentemente surpreendendo em sua curadoria. No sábado, dia 07 de junho, apresentam-se Vitor Kley, Cachorro Grande, Richard Ashcroft e Dave Matthews Band. Sucesso nas rádios brasileiras, o cantor e compositor Vitor Kley já marcou presença no Best of Blues and Rock anteriormente, na edição de 2021 – que aconteceu de maneira remota, totalmente online, devido à pandemia. Os brasileiros do Cachorro Grande se apresentam logo antes do britânico Richard Ashcroft, mais conhecido por seu trabalho como frontman do The Verve, que já emplacou cinco álbuns solo no Top 5 das paradas britânicas. A noite é fechada com o Dave Matthews Band. Considerada uma das bandas mais influentes da história do rock, o grupo tem mais de 30 anos de carreira e recebeu recentemente a honraria de ser introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame. Com um marco impressionante de 25 milhões de ingressos vendidos desde 1991, eles são o segundo maior vendedor de ingressos da história. O dia 08 de junho se inicia com uma apresentação muito especial do Soul Lee, projeto em que a cantora Paula Lima apresenta músicas do repertório da eterna e saudosa Rita Lee. Logo em seguida, o Barão Vermelho traz ao palco a turnê Do Tamanho da Vida, onde apresenta seus maiores sucessos. O dia se encerra novamente com performances de Richard Ashcroft e Dave Matthews Band. O sábado seguinte, 14 de junho, promete uma noite histórica repleta de atrações de peso. Para começar, sobem ao palco Marcão Britto e Thiago Castanho – Charlie Brown Jr., seguidos pelo Black Pantera, uma das maiores bandas brasileiras de metal em atividade, divulgando o excelente álbum Perpétuo (2024) – considerado pelo Wikimetal um dos melhores de 2024. O headliner Alice Cooper retorna ao Brasil pela primeira vez em 8 anos, prometendo uma noite catártica cheia de clássicos e performances teatrais. A relação de Cooper com o público brasileiro é muito especial desde sua performance por aqui em 1974, que ficou conhecida como “o primeiro grande show de rock no Brasil”. A última noite de Best of Blues and Rock 2025 tem como atrações confirmadas os brasileiros da Hurricanes – banda com influências do blues e rock setentista que vem ganhando um público fiel ao longo dos anos e recentemente lançou seu segundo álbum de estúdio, Back to the Basement (2024). Apresenta-se também a cantora e compositora norte-americana Judith Hill, que já forneceu backing vocals para Michael Jackson e Prince, e a noite se encerra com a performance grandiosa do Deep Purple. Considerada uma das bandas mais influentes de todos os tempos, o Deep Purple retorna ao Brasil pelo terceiro ano consecutivo, dessa vez com o novo álbum =1 (2024) e, é claro, seu repertório repleto de clássicos. Onde comprar ingressos para o Best of Blues and Rock 2025 Os ingressos para o Best of Blues and Rock 2025 podem ser adquiridos no site da Eventim ou na bilheteria oficial do evento (sem taxa de conveniência), que fica localizada no Morumbis (Bilheteria 5, próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866). Funcionamento de terça a sábado das 10h às 17h (não funciona em feriados e emendas de feriados). As entradas para os dias 07 e 08 de junho se encontram atualmente em seu segundo lote, custando R$810 (inteira) e R$405 (meia-entrada). Já as entradas para os dias 14 e 15 de junho ainda estão disponíveis no primeiro lote pelos valores de R$600 (inteira) e R$300 (meia-entrada). IMPORTANTE: Os ingressos digitais estarão disponíveis apenas no aplicativo da Eventim via QR Code e apenas 24 horas antes do evento. Não será possível entrar usando ingressos impressos ou capturas de tela. O número de transferências dos seus ingressos é limitada e desativada no dia do evento. Faça as transferências necessárias antecipadamente. View this post on Instagram A post shared by Best of Blues and Rock (@bestofbluesandrock) LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2025: agenda

Zakk Wylde revela informação importante sobre o show de reunião do Black Sabbath
Zakk Wylde revelou um detalhe importante sobre o próximo show de reunião do Black Sabbath, que também será o show de despedida de Ozzy Osbourne.Em uma conversa recente com o canal MetalXS [transcrição via Loudwire], o guitarrista detalhou como todas as bandas envolvidas no show farão a sua performance. “Considerando todas as bandas que estão no lineup, todo mundo vai tocar músicas do Sabbath, vai ser bem alucinante”. “Vai ser bem incrível. E ver Ozzy subir lá e fazer uma música com eles e depois assistir o Sabbath tocar. Acho que para todas as bandas que vão estar lá, porque se não fosse pelo Sabbath, nenhum de nós existiria. Então acho que vai ser especial para todo mundo”. Zakk Wylde também expressou esperança que o show inspire Ozzy Osbourne a realizar mais shows. “Espero que façamos isso, e então Ozzy diga, ‘Vamos ligar a máquina novamente e faremos outra turnê.’ Sabe? Com Ozzy e seu trono que voa sobre o estádio ou algo assim, atira baldes de água e faz todas aquelas coisas”. Despedida do Black Sabbath com formação original O vocalista Ozzy Osbourne, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e o baterista Bill Ward subirão ao palco juntos pela última vez em um festival beneficente. A apresentação, que traz o nome Back to the Beginning acontecerá no dia 5 de julho no Villa Park, estádio em Birmingham, cidade na Inglaterra onde o grupo foi formado no fim dos anos 1960. O evento terá todo o lucro destinado às instituições Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. View this post on Instagram A post shared by Black Sabbath (@blacksabbath) LEIA TAMBÉM: Geezer Butler fala sobre show de despedida do Black Sabbath Via: WikiMetal

Exodus está gravando dois novos álbuns para 2025, diz Gary Holt
O guitarrista e principal compositor do Exodus, Gary Holt, revelou em entrevista que a banda está em processo de gravação de dois álbuns novos ainda para este ano (via The Chuck Shute Podcast). Segundo Holt, as gravações já iniciaram há cerca de duas semanas e atualmente contam com a finalização das linhas de bateria, compostas por Tom Hunting. Ainda sobre o tema, o guitarrista define o momento como “ambicioso”. Para a banda, o objetivo é produzir dois álbuns completos, com material totalmente original e sem música “de preenchimento”. Hunting contou ao The Metal Voice que os membros pretendiam se trancar no estúdio por dois meses. Pretendendo evitar longos períodos de inatividade entre os discos, a ideia é ter o segundo álbum já finalizado para quando o primeiro for lançado. Com o sucesso do último álbum, Persona Non Grata, lançado em 2021, os membros estão determinados a ultrapassá-lo. Para isso, Holt anunciou a produção de 20 a 22 faixas para os dois álbuns e descreveu o novo material como “fenomenalmente f*da”. Novos projetos e “novos” membros O guitarrista esclareceu que o processo criativo da banda é independente do vocalista, já que a banda mantém a essência independentemente de quem as interpreta. Vale lembrar que em janeiro deste ano, o Exodus anunciou a saída do vocalista Steve “Zetro” Souza e o retorno de Rob Dukes. Em comunicado oficial, os membros disseram estar extremamente animados por terem Dukes de volta ao palco. O atual frontman da banda já participou de quatro álbuns de estúdio e descreveu o novo material como “fucking thrash metal“. Ainda mencionou que a sessão de composição com Holt e Hunting o fez sentir como se nunca tivesse saído do grupo (via Mark Strigl). Nessa onda de novos projetos, a banda também anunciou que irá realizar uma turnê pelos Estados Unidos a partir de abril de 2025, intitulada Swarm Of Horror, sem previsão de passagem pelo Brasil. LEIA TAMBÉM: Rob Dukes fala que não havia paixão no Exodus Via: WikiMetal

Cate Blanchett prova que tem pé no rock e cita as bandas que mais curte do estilo
Depois que a atriz australiana Margot Robbie afirmou que adora bandas como Slipknot e Bullet For My Valentine, a sua compatriota Cate Blanchett também provou que tem pé no rock e citou as bandas que mais curte do estilo. Durante nova entrevista ao NME, a atriz contou o que rola de rock em sua playlist. “Gosto do Sigur Rós”, começou Cate. “Lembro que vi o Sonic Youth tocar quando eu estava em Toronto, mas isso foi há alguns anos”, acrescentou. “Adoro a música deles! Fiquei viciada no som deles quando os ouvi ao vivo. Acho que, quando as pessoas fazem camas de som assim, isso meio que entra em você de uma forma visceral que você não consegue em uma gravação”, concluiu Blanchett. Veja a explicação completa da atriz neste player: Para quem não conhece, Sigur Rós é uma banda de post-rock e indie da Islândia, que começou os trabalhos em meados dos anos 90. Liderada pelo vocalista Jón Þór “Jónsi” Birgisson, o conjunto tem uma discografia de oito discos de estúdio, sendo Átta, de 2023, o mais recente. Sonic Youth é uma veterana do rock alternativo de Nova Iorque. A dupla criativa Kim Gordon (vocal e baixo) e Thurston Moore (vocal e guitarra) sempre fizeram questão de dar ênfase aos acordes dissonantes e texturas mais sombrias, o que foi base para o movimento grunge na década de 1990. O conjunto ainda está na ativa lançando alguns registros ao vivo, porém, álbum de canções inéditas ainda está fora do radar dos caras. Via: Rockbizz

Lagwagon anuncia shows pelo Brasil em São Paulo, Florianópolis e Curitiba
Após um hiato de 10 anos sem aparecer pelo Brasil, Lagwagon, uma das espinhas dorsais do hardcore californiano e precursora do pop punk, volta ao país em outubro com sua turnê Going South 2025. Para a ocasião, Cigar, outra banda fundamental da cena, se juntará ao Lagwagon como convidada especial. A turnê fará um giro pela América Latina, passando pelo Uruguai, Argentina e Chile. No Brasil, foram anunciadas datas para Florianópolis, Curitiba e, por fim, São Paulo nos dias 09, 10 e 11 de outubro, respectivamente. Os ingressos podem ser adquiridos no site da 101 Tickets. View this post on Instagram A post shared by Lagwagon (@lagwagon1989) SERVIÇO FlorianópolisData: 09 de outubroInício: 18hLocal: John Bull FloripaEndereço: Av. das Rendeiras, 1046 – Lagoa da Conceição, Florianópolis – SCIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Lagwagon-e-Cigar-em-FlorianopolisPreços: A partir de R$ 180 (Meia/Solidária) até R$ 280 (Inteira) CuritibaData: 10 de outubroInício: 18hLocal: Tork N Roll Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba – PRIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Lagwagon-e-Cigar-em-CuritibaPreços: A partir de R$ 180 (Pista Meia/Solidária) até R$420 (Camarote Inteira) São PauloData: 11 de outubroInício: 14hLocal: Vip StationEndereço: R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro, São Paulo – SP Ingressos:https://101tickets.com.br/events/details/Lagwagon-e-Cigar-em-Sao-PauloPreços: A partir de R$ 180 (Pista Meia/Solidária 3º Lote) até R$420 (Camorote Inteira 1º Lote) LEIA TAMBÉM: Linkin Park anuncia novo single “Up From The Bottom” Via: WikiMetal

Pentagram: shows no Brasil e o fenômeno viral das redes, Bobby Liebling
Texto por: Wellington Penilha A lendária banda norte-americana de doom metal Pentagram retorna ao Brasil para duas apresentações imperdíveis. Os shows estão marcados para os dias 29 de março, em Curitiba, no Basement Cultural, e 30 de março, em São Paulo, no Fabrique Club. Com uma carreira icônica e uma influência marcante no doom metal, a formação atual do Pentagram conta com o lendário Bobby Liebling nos vocais, Tony Reed (Mos Generator, Big Scenic Nowhere) na guitarra, Scooter Haslip (Mos Generator) no baixo e Henry Vasquez (Saint Vitus, Legions of Doom, Blood of the Sun) na bateria. Os fãs brasileiros podem esperar um setlist poderoso, repleto de clássicos que marcaram gerações. Entre as músicas que não podem faltar estão “Forever My Queen”, “Be Forewarned” e “Relentless”, faixas essenciais que definem a essência sombria e pesada da banda. Nos últimos tempos, o Pentagram tem experimentado um ressurgimento inesperado na cultura pop graças a Bobby Liebling, que se tornou um fenômeno viral em 2025. Memes com suas expressões peculiares e entrevistas inusitadas tomaram conta das redes sociais, gerando um engajamento massivo e impulsionando a banda para uma nova audiência. O reflexo desse fenômeno pode ser visto diretamente nas plataformas digitais de áudio, onde as músicas do Pentagram dispararam em reproduções, alcançando novos recordes de streams. Vocês podem conferir alguns memes abaixo: View this post on Instagram A post shared by @void.sdw View this post on Instagram A post shared by O cara dos discos (@ocaradosdiscos) Via: WikiMetal

Lord Of The Lost compartilha clipe da música My Sanctuary
O alemão Lord Of The Lost compartilhou o clipe da música My Sanctuary, primeiro single do álbum OPVS NOIR Vol. 1, que será lançado no dia 08 de agosto pela Napalm Records. Curta o audiovisual no player a seguir. OPVS NOIR Vol. 1, que contou com a produção do vocalista Chris Harms, promete ser um guia de viagem, e também um diário de viagem, pelos lados obscuros de nosso mundo interior, que tão frequentemente se movem precisamente na área de tensão entre o que categorizamos emocionalmente como positivo ou negativo. A banda irá explorar o profundo tema em uma trilogia que começará, como o nome já indica, em seu novo full length. O trabalho estará disponível em CD, CD digisleeve, vinil preto, vinil colorido (azul translúcido) e digital (download e streaming). Atualmente, o Lord Of The Lost tem em sua formação Chris Harms (vocal, guitarra), Pi Stoffers (guitarra), Benjamin “Benji“ Mundigler (guitarra, teclado), Klaas Helmecke (baixo), Gerrit Heinemann (teclado e percussão) e Niklas Kahl (bateria). Track listing de OPVS NOIR Vol. 1: “Bazaar Bizarre”“My Sanctuary”“Light Can Only Shine In The Darkness” (& Within Temptation)“I Will Die In It”“Moonstruck” (& Stimmgewalt)“Damage” (com Whiplasher Bernadotte)“Ghosts” (com Tina Guo)“Lords Of Fyre” (& Feuerschwanz)“The Things We Do For Love”“The Sadness In Everything” (com Anna Maria Rose)“Dreams Are Never Alone” Via: Rockbizz

“No sucesso, você é rodeado de amigos; quando você está no fundo do poço, a galera some”, lamenta Edu Falaschi
A vida nos impõe algumas experiências para amadurecermos de um jeito ou de outro. Quer um bom exemplo? É só uma pessoa ter bons contatos e dinheiro na carteira que chove interesse em sua amizade e presença em festas e afins. Contudo, por algum motivo, esses atrativos acabam, as supostas amizades também cessam na mesma hora e a pessoa se vê sozinha, com uma mão na frente e outra atrás. E quem falou sobre este assunto foi o vocalista Edu Falaschi, em conversa com Stephanie Cecilia e Caio Cesar, do canal Metalks. O cantor comentou que experimentou essa circunstância após sair do Angra no começo dos anos 2010. “Quando saí do Angra, fiquei muito abalado! Eu estava com a voz toda lascada e doente, o que me destruiu emocionalmente. O psicológico me causou vários problemas de saúde. E quando você sai do Angra, é um negócio estranho, porque fiquei literalmente sozinho. Quando você está no sucesso, você é rodeado de amigos; quando você está no fundo do poço, a galera some. Você fica sozinho”. O cantor arrematou: “Eu fiquei com poucos aliados como o meu irmão e a minha família. O nascimento da minha filha também me ajudou muito e me fez segurar a onda. Mas demorei para melhorar dos problemas da voz e dos problemas psicológicos. O show do Almah no Rock in Rio de 2013 foi o começo da minha volta por cima e, desde então, tudo foi melhorando”. Eis a entrevista na íntegra logo aqui: Via: Rockbizz

Buckcherry estreia videoclipe da música Roar Like Thunder
O Buckcherry estreou o videoclipe da música Roar Like Thunder, faixa-título de seu novo álbum de estúdio, o décimo primeiro de sua carreira, que sairá no dia 13 de junho pela Earache Records e Sony. Veja: A gravação de Roar Like Thunder aconteceu no Sienna Studios em Nashville, Estados Unidos, sob os cuidados do produtor e compositor Marti Frederiksen (Aerosmith, Def Leppard, Sheryl Crow). As dez canções do álbum foram compostas pelo vocalista Josh Todd e pelo guitarrista Stevie Dacanay, com o apoio de Frederiksen. Track listing de Roar Like Thunder: 01. Roar Like Thunder02. When The Sun Goes Down03. Come On04. Talking Bout Sex05. Blackout06. I Go Boom07. Set It Free08. Hello Goodbye09. Machine Gun10. Let It Burn Via: Rockbizz

Dua Lipa faz cover de “Highway To Hell” do AC/DC durante show na Austrália
Dua Lipa fez um cover de “Highway To Hell”, clássico do AC/DC durante seu show na última segunda-feira, 17, na Rod Laver Arena em Melbourne, Austrália. A performance rendeu aplausos e euforia da plateia, com registros que rapidamente se espalharam pelas redes sociais. Essa não foi a primeira vez que a cantora britânica mostra sua adoração pelas bandas australianas. Sua música “Break My Heart”, possui samples de “Need You Tonight”, do INXS, creditando Andrew Farriss e Michael Hutchence na composição. No novo álbum, Radical Optimism, ela convidou Kevin Parker, líder do Tame Impala, para colaborar em algumas faixas.Confira vídeos de Dua Lipa cantando AC/DC, filmados por fãs: LEIA TAMBÉM: Lady Gaga canta “Highway To Hell” do AC/DC com Brian Johnson Via: WikiMetal

Paul Di’Anno: coletânea póstuma ‘In Memory Of’ será lançada com duas faixas inéditas
Paul Di’Anno terá um álbum de coletânea chamado In Memory Of lançado pela Metalville Records com duas faixas bônus inéditas chamadas “Je Suis Charlie” e “Killers”. As músicas não haviam sido lançadas no formato físico antes. O lançamento da compilação está previsto para 16 de maio, um dia antes do que seria seu aniversário de 67 anos. “Je Suis Charlie” é uma faixa que só tinha sido lançada em formato digital durante sua fase pelo Architects of Chaoz, enquanto “Killers” será uma versão ao vivo de uma apresentação realizada no Wacked Open Air em 2015. O álbum conta com fotos que ainda não tinham sido publicadas e também com notas escritas exclusivamente para a compilação pelo escritor Matthias Mader, criador de uma das bibliografias do Iron Maiden. Parte dos lucros das vendas de CD e LP de In Memory Of serão destinadas a uma instituição de caridade chamada Metality e.V., uma organização sem fins lucrativos que conta com apoio de fãs e artistas de heavy metal em diversas causas como a conscientização da depressão, aulas de instrumentos entre os jovens, tornar concertos e festivais mais acessíveis, entre outros. ‘In Memory Of’, coletânea de Paul Di’Anno. Créditos: Reprodução/Capa Vida após saída do Iron Maiden Paul Di’Anno foi vocalista da lendária banda Iron Maiden pelos dois primeiros álbuns, Iron Maiden (1980) e Killers (1981), até sua saída no mesmo ano motivada pelo uso excessivo de substâncias e pela vontade da banda em querer um vocalista que tivesse menos influências punk na voz. Após sua saída passou por diversas bandas e projetos, sendo os mais conhecidos Architects of Chaoz e o seu último projeto WARHORSE, que contou com uma volta na carreira após ficar 7 anos afastado por problemas de saúde. Na época, foram lançados dois singles chamados “Stop the War” e “The Doubt Within”, como um agradecimento para os fãs por ajudarem na realização da sua operação de joelho. Di’Anno chegou a ter um desentendimento com os Architects of Chaoz em 2016 após os músicos decidirem continuar sem sua presença. Paul Di’Anno faleceu em outubro de 2024 devido a uma ruptura do pericárdio, membrana que envolve o coração. Nos últimos anos seus shows eram realizados em cadeiras de rodas ocasionadas pelos graves problemas de saúde. Paul Di’Anno: In Memory Of 01. PAUL DI’ANNO – “Impaler” (live)02. ARCHITECTS OF CHAOZ – “Je Suis Charlie” (prev. unreleased)03. ARCHITECTS OF CHAOZ – “Switched Off… Released”04. PAUL DI’ANNO – “The Beast Arises” (live)05. PAUL DI’ANNO – “Marshall Lokjaw” (live)06. ARCHITECTS OF CHAOZ – “Rejected”07. ARCHITECTS OF CHAOZ – “You’ve Been Kissed By The Wings Of The Angel Of Death”08. PAUL DI’ANNO – “Running Free” (live)09. ARCHITECTS OF CHAOZ – “Apache Falls”10. PAUL DI’ANNO – “Blitzkrieg Bob” (live)11. ARCHITECTS OF CHAOZ – “Killers” (prev. unreleased live)12. ARCHITECTS OF CHAOZ – “Soldier Of Fortune” LEIA TAMBÉM: Iron Maiden presta nova homenagem a Paul Di’Anno durante show Via: WikiMetal

Katatonia anuncia saída do guitarrista fundador Anders Nyström
Katatonia anunciou a saída do guitarrista e fundador Anders Nyström após mais de três décadas de colaboração. A banda já estava realizando shows sem o guitarrista, incluindo a última passagem pelo Brasil em novembro de 2024. O vocalista e também fundador Jonas Renkse, deu a notícia nas redes sociais da banda na tarde de segunda-feira, 17. Confira a declaração: “Anders Nyström e eu estamos seguindo caminhos separados. Uma decisão que não foi tomada levianamente, mas para que todos prosperem e sigam em frente com suas próprias preferências criativas, bem como agendas pessoais, esta se tornou a opção realista. Anders e eu começamos a banda em 1991 e seu impacto no som característico da banda é inegável. Por mais sombrio que isso pareça, e seja, é mais uma evidência de que a vida está atrapalhando nossos planos preferidos. Desejo a Anders tudo de melhor para o futuro”. A última colaboração entre os membros fundadores Jonas Renkse e Anders Nyström foi o álbum Sky Void Of Stars, lançado em janeiro de 2023 pela Napalm Records. View this post on Instagram A post shared by Katatonia (@katatoniaband) LEIA MAIS: Katatonia se apresenta em São Paulo; veja fotos exclusivas Via: WikiMetal

Ronnie Radke fica furioso com os fãs que chamaram sua namorada de feia
Não é fácil ser Ronnie Radke, frontman do Falling In Reverse! Uma hora ele se envolve em briga que resulta na morte de uma pessoa; depois recebe críticas por cancelar show por conta de computador sumido e ainda por cima sofre reprovação do público por agredir e xingar mulheres. Mas como o foco do músico é fazer playback em show e polêmica, a mais nova foi expor a sua nova namorada em suas redes sociais. O resultado foi uma avalanche de crítica à beleza da moça, o que o deixou furioso e salivando contra os internautas. Uma fã escreveu: “Cara, você fez a fila andar rápido, mas a Saraya [ex-namorada de Radke] era mais bonita”. O rock star logo respondeu: “Estou separado há 4 meses, sua vadia! Cala a boca”. Caso tenha paciência e estômago para ver/ler, a postagem está cheia de insultos aos fãs e a nova companheira do roqueiro. Confira: Apesar de ter visto britânico negado porque possui ficha criminal, Ronnie Radke levará o Falling In Reverse para a Europa em junho. O giro passará pela Alemanha, Bélgica, Espanha e mais. Depois disso, a banda voltará para os Estados Unidos para alguns shows. Via: Rockbizz

Orgulho do pai: filho de Mikkey Dee faz show com Scorpions no México
O Scorpions voltou aos palcos no último sábado (15 de março) na 25ª edição do festival Vive Latino na Cidade do México, México. O show foi o primeiro da banda após o baterista Mikkey Dee receber um diagnóstico de sepse e ficar hospitalizado por alguns dias. Como o músico ainda está se recuperando da grave doença, seu filho Marcus assumiu as baquetas do Scorpions em algumas músicas do set. No domingo (16), Mikkey acessou suas redes sociais para compartilhar um vídeo de seu filho tocando a música Blackout e escreveu: “Obrigado, Cidade do México! Ontem à noite foi ótimo! Foi incrível sentar atrás da bateria novamente depois da merda pela qual passei no começo deste ano”. E continuou: “Ontem à noite meu filho Marcus entrou e tocou algumas músicas para que eu pudesse descansar meu pé quase curado. Ele fez um trabalho incrível e foi muito divertido para nós dois compartilhar um momento como esse juntos. O próximo é a América do Sul, depois a Europa durante todo o verão e Vegas em agosto. Mal posso esperar para curtir o resto do ano”. O Scorpions tem passagem marcada para o Brasil em abril deste ano. A banda alemã se apresentará no dia 16 de abril em Brasília, dia 19 de abril no festival Monsters of Rock, São Paulo, e no dia 21 de abril no Rio de Janeiro. Confira a performance de Blackout abaixo: Via: Rockbizz

Lacuna Coil promove histeria com show inesquecível em São Paulo
Texto por: Marcelo de Freitas Menos de um ano após sua última passagem pelo Brasil, a banda Lacuna Coil retornou ao país com a turnê Sleepless Empire 2025. Com apresentações marcadas para as cidades de São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília, os italianos desembarcaram na capital paulista para seu primeiro show, com ingressos esgotados há mais de um mês. A apresentação histórica aconteceu no Carioca Club, no último dia 15, para uma casa lotada, provando que a paixão dos fãs pelo metal gótico italiano continua mais viva do que nunca. A fila dobrava quarteirões, um fenômeno raro no local, o que gerou apreensão entre os presentes quanto à possibilidade de não conseguirem entrar a tempo. No final, tudo ocorreu bem. Atualmente formado por Cristina Scabbia (vocais), Andrea Ferro (vocais), Marco Coti Zelati (baixo), Richard Meiz (bateria) e Daniele Salomone (guitarra), o Lacuna Coil entregou uma apresentação carregada de peso, emoção e interação intensa com o público. A abertura com “Layers of Time” incendiou o ambiente, mas os vocais contrastantes de Scabbia e Ferro demoraram para aparecer devido a um problema técnico no microfone da vocalista, impossibilitando o duo em vários momentos da música. Os fãs tentaram suprir a ausência da voz de Scabbia, que demonstrou frustração com a falha. No entanto, ao pegar o microfone de Ferro, a plateia foi à loucura. Sem dar tempo para respirar, a banda seguiu com “Reckless”, mantendo a adrenalina em alta com sua sonoridade intensa e refrão marcante. Como o problema do microfone persistia, Scabbia passou a utilizar um com fio. O setlist passeou por diferentes fases da carreira da banda. Independentemente de serem clássicos ou faixas recentes, como “Hosting the Shadow”, do álbum Sleepless Empire (2025), o impacto era o mesmo. Um dos momentos mais marcantes veio com “Tight Rope XX”, em uma versão poderosa que fez os fãs pularem e vibrarem a cada batida. O peso de “Kill the Light” e o hino “Our Truth” foram recebidos com euforia, consolidando a intensidade da noite. Em “Trip the Darkness”, a participação do público foi impressionante, com os versos sendo entoados como se cada pessoa estivesse vivendo a canção. Em seguida, vieram “Apocalypse” e a intensa “Now or Never”. “In The Mean Time” trouxe um groove envolvente, preparando o terreno para um dos momentos mais celebrados do show: o cover de “Enjoy the Silence”, do Depeche Mode. A versão do Lacuna Coil, carregada de emoção e peso, levou todos os presentes a cantar do início ao fim. A apresentação até então estava explosiva e o público beirava a histeria. Em alguns momentos, os fãs quase encobriram os vocalistas com seus gritos. Para acalmar um pouco os ânimos, tocaram as cadenciadas “Entwined XX” e “Heaven’s a Lie XX”. No entanto, essa pausa durou pouco, pois logo a banda retomou o peso com “Blood, Tears, Dust” e “Oxygen”, que fizeram o Carioca Club tremer. Durante “Blood, Tears, Dust”, Scabbia recebeu de um fã um quadro com seu rosto pintado à mão. A vocalista pareceu maravilhada com a recepção calorosa do público. Na sequência, ela aproveitou para contar uma história sobre o clipe de “I Wish You Were Dead”, mencionando que o coreógrafo os obrigou a fazer uma dancinha que ela considerava patética. Nesse momento, o baixista Marco Coti Zelati reproduziu os passos da coreografia, proporcionando um momento hilário que arrancou gargalhadas até de Scabbia. Deixando as brincadeiras de lado, a faixa voltou a incendiar o público. O set principal foi encerrado com “Veneficium”, uma das músicas que resgata o metal gótico característico que consagrou a banda. Após um breve intervalo, a banda retornou para o encore com “Never Dawn”, seguida pela poderosa “Gravity”, que fez o público vibrar com seu peso e melodia cativante. O ápice do show veio com “Swamped XX”, um dos maiores clássicos do Lacuna Coil, que levou todos a cantar em coro, em um dos momentos mais emocionantes da noite. Para encerrar com chave de ouro, “Nothing Stands in Our Way” foi o hino perfeito para celebrar a conexão intensa entre banda e público. O Carioca Club se tornou um só coro, com os fãs se entregando de corpo e alma para esse momento final. O Lacuna Coil entregou um show impecável, intenso e inesquecível, provando mais uma vez por que é uma das bandas mais amadas do estilo. A conexão entre banda e público foi visceral, e a devoção dos fãs refletiu-se em cada verso cantado, cada aplauso e na energia incrível que dominou o Carioca Club, reafirmando o laço forte entre a banda e o público paulistano. Sem dúvidas, uma noite que ficará eternizada na memória dos fãs. Confira as imagens da nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti: Via: WikiMetal