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Iron Maiden: “Depois do primeiro show da nova tour, todo mundo vai saber as cagadas que fizemos”, brinca Adrian Smith
De acordo com o guitarrista Adrian Smith, o Iron Maiden está iniciando os preparativos da Run For Your Lives World Tour, que vai começar no dia 27 de maio em Budapest, Hungria. O giro será o primeiro com o novo baterista Simon Dawson, substituto de Nicko McBrain. “A nova turnê será ótima! Vamos ter um novo setlist, o que será ótimo”, disse Adrian durante entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk. “Estávamos fazendo a The Future Past Tour há quase três anos, então é hora de um setlist completamente novo”, explicou. “Acho que os fãs vão adorar”, garantiu. “Além disso, nós começaremos a ensaiar em algumas semanas. Nós estamos nos preparando para isso e para excursionar de novo. E mal posso esperar para cair na estrada, de verdade”, enfatizou Smith. O guitarrista finalizou: “Depois do primeiro show, vai estar tudo na internet! Todo mundo vai saber o setlist, todo mundo vai saber como é o show e todo mundo vai saber as cagadas que fizemos. É assim que as coisas são agora. Mas, sim, vai ser especial”. A Run For Your Lives Tour contemplará canções entre os álbuns Iron Maiden e Fear of the Dark, ou seja, o período mais querido pela maioria dos fãs da Donzela de Ferro. Via: Rockbizz

Nasi tira onda com a cara de Roger Moreira: “Tenho 50 shows até o final do ano; o Ultraje tem seis”
Nos últimos anos, as pessoas se dividiram por conta de posições políticas. Isso aconteceu dentro de família, colegas de trabalho e até mesmo na cena rock n’ roll. Os caras do Ira! e do Ultraje a Rigor, por exemplo, que antes eram amigos, não se falam mais e vivem trocando farpas pelas redes sociais e entrevistas. O novo episódio da peleja aconteceu recentemente, durante entrevista de Nasi à revista Billboard, na qual ele falou sobre a tentativa de boicote ao Ira! por parte dos apoiadores de Jair Bolsonaro. O cantor ressaltou que os shows cancelados foram em comum acordo com o contratante e que o Ira! saiu maior do que entrou nessa história. Nasi aproveitou a oportunidade e ainda tirou onda com a cara de Roger Moreira, líder do Ultraje. Ele falou: “O Ira! é uma banda progressista. Nós somos democráticos. Nós passamos pela ditadura. O que eu quis dizer é o seguinte: eu não quero ter público fascista. Agora, se o público fascista, de extrema-direita, quer consumir minha música, o que eu posso fazer? Posso fazer nada. Não é do meu agrado, sabe? Eu não quero. Tem outras bandas. Vão curtir Ultraje a Rigor. Eu tenho 50 shows até o final do ano. O Ultraje tem seis. Por que eles não vão encher o saco dos contratantes para contratar esses porras?” “Eu estou cansado de responder a pergunta ‘por que o rock ficou de direita’? Ficou de direita nada! Por causa de dois, três idiotas? A caravana vai passar, os cachorros vão latir. Mas serviu para mostrar que somos o Ira! e estamos envelhecendo com muita dignidade. Infelizmente, pessoas da minha idade não estão envelhecendo bem”, finalizou o músico. Via: Rockbizz

David Ellefson revela ter recusado convite para turnê com Alice Cooper em 2002
O baixista David Ellefson, ex-integrante do Megadeth, revelou durante um episódio recente de seu podcast, The David Ellefson Show (transcrito via Loudwire), que foi convidado para integrar a banda de turnê de Alice Cooper logo após a dissolução do Megadeth, em 2002. Apesar da oportunidade de tocar com uma das maiores lendas do rock, Ellefson optou por recusar o convite, decisão que ele atribui ao seu estado emocional na época. “Quando o Megadeth acabou em 2002, foi interessante”, contou. “Pouco antes disso, fizemos uma turnê pela América do Sul com o Alice Cooper. Sempre tivemos uma boa amizade, mas foi nesse momento que realmente conversamos mais de perto, voando lado a lado pela América do Sul. Falamos sobre sobriedade, fé cristã e nossas famílias. Foi uma conexão sincera.” Cerca de duas semanas após o fim do Megadeth, Ellefson recebeu uma ligação do time de Cooper o convidando para sair em turnê com o músico. No entanto, o baixista explicou que ainda estava lidando com o impacto do fim da banda da qual foi cofundador e sócio. Choque pós-Megadeth influenciou decisão “Eu simplesmente não estava mentalmente em um lugar para isso”, explicou. “Estava em estado de choque por tudo que tinha acontecido, como sócio da banda, acionista e tudo mais. Foi um momento de muita confusão.” Sem Ellefson, Alice Cooper acabou contratando Chuck Wright para a posição, que foi posteriormente assumida por Chuck Garric, atual baixista da banda. Após o episódio, Ellefson seguiu novos caminhos musicais. Ele fundou a banda F5 e também colaborou com o Soulfly no álbum Prophecy, de 2004. Eventualmente, o Megadeth se reuniu em 2004, mas Ellefson só retornaria oficialmente à formação em 2010, permanecendo até sua saída definitiva em 2021. Desde então, o músico tem se envolvido em diversos projetos, incluindo o Kings of Thrash, ao lado do ex-guitarrista do Megadeth, Jeff Young. LEIA TAMBÉM: David Ellefson elege “Big Four” do nu-metal em podcast Via: WikiMetal

Scorpions: filmagens da cinebiografia ‘Wind Of Change’ devem começar em maio
O vocalista do Scorpions, Klaus Meine, revelou novos detalhes sobre o aguardado filme biográfico da banda, intitulado Wind Of Change. Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o cantor falou sobre o envolvimento da banda no projeto e a expectativa para o início das filmagens, que devem começar ainda em maio de 2025. O longa está sendo desenvolvido pela ESX Entertainment, produtora independente liderada por Ali Afshar, que também é ator e ex-piloto de corridas. Segundo Meine, o projeto está nas mãos de um produtor que “tem verdadeira paixão pelo rock e pela história do Scorpions”, e que quer criar não um documentário, mas um filme de ficção inspirado na trajetória da banda alemã. “Ele quer contar a história da banda com o coração e a alma”, disse Klaus. “Estamos envolvidos no roteiro e também ajudamos a escolher os atores. Não é fácil encontrar cinco Brad Pitts para interpretar a gente, mas estamos acompanhando tudo com entusiasmo.” Lançamento pode coincidir com os 60 anos do Scorpions A previsão é que o filme fique pronto ainda em 2025, para coincidir com as comemorações dos 60 anos de carreira da banda. Ainda assim, Meine é cauteloso com prazos: “As filmagens começam em maio, mas ainda não sabemos quando o filme será lançado. Esperamos que seja no outono, mas em cinema, tudo pode acontecer. Estamos participando, apoiando, mas há muitas variáveis no processo.” A direção do filme ficará a cargo do cineasta Alex Ranarivelo, conhecido por American Wrestler: The Wizard. A trama de Wind Of Change acompanhará a jornada de “três amigos improváveis cuja paixão pelo rock os levou das cinzas da Alemanha do pós-guerra até o estrelato internacional nos anos 1980”, segundo descrição da própria produtora. Para Afshar, a história do Scorpions tem um valor pessoal. Quando sua família fugiu do Irã rumo aos Estados Unidos, a música da banda teve um impacto transformador em sua vida. “A música do Scorpions mudou minha vida, senão salvou”, afirmou Afshar. “Quero que esse filme leve um pouco dessa inspiração ao mundo todo.” Com produção assinada por Christina Moore e Daniel Aspromonte, conhecidos por trabalhos como Bennett’s War e American Fighter, o projeto caminha para ganhar vida e promete celebrar a trajetória de uma das maiores bandas da história do rock mundial. Scorpions passa por São Paulo, Rio e Brasília em turnê comemorativa Scorpions está preparando uma série de apresentações no Brasil em 2025, como parte da celebração de seus 60 anos de carreira. A banda confirmou participação nos festivais Arena of Rock, em Brasília, no dia 16 de abril, e Monsters of Rock, em São Paulo, no dia 19 de abril. Além disso, realizarão um show solo no Rio de Janeiro, no Qualistage, em 21 de abril, feriado de Tiradentes. LEIA TAMBÉM: Marcus, filho de Mikkey Dee, toca com Scorpions no México Via: WikiMetal

Biff Byford do Saxon fala ao Wikimetal sobre Bangers Open Air, fãs latino-americanos e mais
O Saxon, liderado por Biff Byford, volta ao Brasil no próximo mês, pouco menos de 2 anos após sua última passagem no país, em novembro de 2023. A banda britânica de heavy metal irá se apresentar no Bangers Open Air no dia 03 de maio, que acontece no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos estão à venda aqui. Após o festival, o grupo segue para Porto Alegre e Belo Horizonte, Para essas datas, o grupo vai executar o clássico álbum Wheels of Steel na íntegra. O Wikimetal conversou com o vocalista e co-fundador do grupo sobre a volta ao Brasil, a base de fãs na América Latina, o legado que a banda quer deixar e mais. Confira a entrevista na íntegra. Biff falou sobre seu estado de saúde atual Wikimetal: Em novembro do ano passado, você passou por uma remoção de hérnia. Como está se sentindo atualmente? Biff Byford: Eu estou bem. Atualmente me encontro na Inglaterra. Está um pouco frio hoje. Tem feito tempo bom a semana toda, mas hoje está um pouco frio. Mas, sim, tudo está bem. Bangers Open Air WM: Como é fazer parte de um festival tão aguardado como o Bangers Open Air? O que os fãs podem esperar do setlist da banda? BB: Sim, atualmente estamos fazendo shows em festivais e ele [Bangers] será um deles. Estamos ansiosos para tocar lá. [ao saber que o Saxon é a banda mais esperada dos fãs, segundo enquete do site.] Mas sobre o setlist, estamos fazendo apresentações no formato “greatest hits”, em sua maioria. Mas também vamos tocar faixas do Wheels of Steel durante nosso set. Execução de clássico na íntegra nas capitais gaúcha e mineira WM: Além do Bangers Open Air, vocês vão tocar em Belo Horizonte e Porto Alegre. O que os fãs podem esperar dessas apresentações, especialmente com a execução do disco Wheels of Steel na íntegra? BB: Bem, o pessoal deve se preparar, pois quando o tocamos nós vamos direto, sem pausas. Eu também não falo, é como 45 minutos de música contínua. Então acaba sendo muito legal, mesmo. Saxon e sua base de fãs nas Américas WM: O Saxon tem uma grande base de fãs na América Latina. Como vocês veem essa relação com o público latino-americano, e o que diferencia esse público dos outros? BB: Sempre nos damos muito bem na América do Sul. Temos uma base de fãs extremamente fiel aí. A comunidade do metal na América do Sul e Central é fantástica, na verdade. Então, nunca tocamos no Rock in Rio ou algo dessa magnitude, mas desde então, toda a exposição que tivemos foi através de nossos álbuns e redes sociais. Mas sim, adoramos ir tocar aí. O som é ótimo. E o público é muito empolgado, e como você sabe, a vibe nos festivais e shows é realmente excelente. Faixa clássica conta sobre histórico e pioneiro festival inglês WM: ”And The Bands Played On” é muito especial para a banda, certo? Ela fala sobre o primeiro Monsters of Rock no Reino Unido, em 1980. Quais são suas lembranças daquela época? Você ainda se lembra desse festival? É especial tocá-la? BB: Sim, lembro de tudo, sabe. Você não esquece essas coisas, especialmente festivais especiais como esse. Recordo da primeira vez que tocamos na América do Sul, foi na Argentina. Saímos daqui [Inglaterra], voamos e fizemos três shows lá, no final dos anos 80. Então, sim, sempre boas memórias, especialmente quando é a primeira vez, sabe? Como o primeiro grande festival, que foi o Monsters of Rock lá em 1980. Byford opinou sobre o aumento de IA no cenário musical WM: O uso de IA para composição e criação de capas tem sido uma tendência crescente. Qual é a visão do Saxon sobre o aumento de profissionais que utilizam a tecnologia? BB: Somos da velha guarda, sabe. Quanto à IA e seu consequente avanço, pode ser uma forma de criar novas músicas e até escrever letras, algo similar. Mas nós ainda fazemos do jeito antigo. Acho que até é legal usá-la para vídeos e coisas nessa linha. Especialmente em nossos clipes, ainda mais quando são faixas históricas, porque não existem registros de discos voadores no céu, e de ninguém saindo de dentro deles também. Logo não há filmagens de batalhas, dessa forma, todos têm que se basear em pinturas e livros, acho que é ok fazer assim. Mas para compor, não, ainda gostamos de fazer isso à moda antiga. Banda segue com projetos e rotina WM: Existe algo que o Saxon ainda sonha em fazer ou conquistar no futuro, seja em termos de música ou de projetos fora dos palcos? BB: Bem, não, na verdade. Estamos bem tranquilos, fazendo nosso trabalho, sabe? No momento, estamos bastante ocupados fazendo as coisas do Saxon, como shows e turnês. Também já estamos escrevendo músicas para o nosso próximo álbum, que deve sair no final do ano que vem. Processo criativo de trabalho mais recente WM: O álbum Hell, Fire and Damnation recebeu uma crítica extremamente positiva. Como foi o processo criativo desse álbum? Porque eu acho que esse álbum soa diferente, especialmente o som das guitarras e a produção do Andy Sneap também BB: Então, o lance é que o álbum foi feito muito rápido. Nós escrevemos, ensaiamos e gravamos. Ele [Sneap] não teve muito tempo, porque ele estava em turnê com o Judas Priest, então acho que esse fato em questão acabou ajudando a gente, porque o som ficou bem cru, sabe? Bem “old school”. Eu acho. Gostamos muito dele e tentaremos que o próximo seja melhor ainda. Em 2021, Saxon regravou faixas de referências da banda WM: O álbum Inspirations trouxe uma lembrança ao início da carreira de vocês, com regravações de covers de grandes influências. Como foi o processo de escolher as faixas e o que esse disco significa para o Saxon? BB: Eu apenas fiz uma lista com as músicas que me influenciaram. E obviamente, alguns dos rapazes têm a mesma idade [74 anos] que

Sem anistia: Ira! sofre retaliação braba após expulsar bolsonaristas de show
No dia 29 de março em Contagem, Minas Gerais, quando o Ira! se apresentava em celebração aos vinte anos de seu álbum acústico, o cantor Nasi – nascido Marcos Valadão Ridolfi – botou alguns bolsonaristas para correr do show da banda. Na ocasião, algumas pessoas estavam pedindo anistia para os vândalos dos atos antidemocráticos do dia 08 de janeiro de 2023. E o Ira! vem sofrendo retaliação braba após expulsar os bolsonaristas do show. De acordo com a empresa Scar, que faria a produção de alguns espetáculos do grupo no região Sul, há inúmeros pedidos de cancelamento de ingressos adquiridos e desistência de patrocinadores. o que a levou suspender os eventos. A produtora optou por cancelar os shows das cidades de Jaraguá do Sul (SC), Blumenau (SC), Caxias do Sul (RS) e Pelotas (RS). Pelas redes sociais, a nota da Scar informou o seguinte: “Recebemos inúmeros pedidos de cancelamento de ingressos adquiridos, desistência de patrocinadores e o risco claro de não progressão das vendas até as datas dos shows. Lamentamos o ocorrido, somos uma produtora com mais de 30 anos de mercado e nosso principal patrimônio é o público, e este deve ser muito bem tratado por nós produtores e pelos artistas, que deveriam subir ao palco apenas para apresentar suas músicas e talentos”. Via: Rockbizz

Lzzy Hale revela desafios no metal e pressões da indústria
Lzzy Hale, do Halestorm, revelou em entrevista ao Spotify as pressões para abandonar o metal e seguir carreira pop, além dos preconceitos que enfrentou nos anos 90. A vocalista da banda Halestorm, Lzzy Hale, falou um pouco sobre o início de sua carreira em uma entrevista para o Woman of Metal, organizado pelo Spotify, ao relembrar a intensa pressão que enfrentou na adolescência para abandonar suas raízes no metal e seguir uma carreira solo no pop. Desde muito jovem, Lzzy foi constantemente bombardeada por opiniões externas, muitas vezes vindas de figuras influentes da indústria musical, que insistiam para que ela deixasse a banda, em busca de uma carreira que, supostamente, teria mais apelo comercial. “Lutei muito para não seguir carreira solo, apesar de todos quererem”, desabafou a cantora. Ela se recorda dos comentários frequentes que recebia aos 16 anos em eventos sociais: “Perca seu irmão, perca a banda, perca seus amigos – você deveria estar no pop. Por que você curte metal? Por que você curte hard rock?’ No entanto, Lzzy sempre manteve sua paixão intacta. “Essa música falou com a gente!”, afirmou com convicção. Lzzy Hale revela episódios desconfortáveis A jornada de Lzzy foi marcada por desafios ainda mais complexos devido à ausência de mulheres no cenário do metal nos anos 90. Ela revelou episódios desconfortáveis nos primeiros anos de sua carreira, nos quais lidava com preconceitos de gênero em apresentações ao vivo. “Subia no palco e sempre tinha aquele cara que dizia: ‘Ei, pelada! Mostra o que você tem!” Apesar disso, Lzzy transformava essas situações em oportunidades para provar seu talento. “Era sempre interessante ver a mudança ao longo do show: que eu conseguia convencer essa pessoa a pelo menos calar a boca e testemunhar que eu era capaz de fazer o meu trabalho.” LEIA TAMBÉM: Lzzy Hale já deu fora em rapaz por ter dormido durante show do Tool Via: WikiMetal

Edu Falaschi: Strike As One ganha versão estendida nas plataformas digitais
Canção inspirada no universo Tokusatsu e composta por Edu Falaschi para a campanha de Assassin’s Creed Shadows mergulha no espírito heróico da saga e das séries clássicas japonesas. Já está disponível nas principais plataformas digitais a versão estendida de Strike As One, canção original composta e interpretada por Edu Falaschi, especialmente para a campanha de Assassin’s Creed Shadows. Ouça versão extendida abaixo: Inspirada no universo Tokusatsu, a faixa evoca a atmosfera épica e heróica característica tanto da franquia Assassin’s Creed quanto das icónicas séries japonesas, como Kamen Rider e Super Sentai. A produção, gravação, mixagem e masterização ficaram a cargo do reconhecido produtor Tito Falaschi (@titofalaschi), garantindo uma sonoridade imersiva e poderosa. “Foi uma honra criar uma música que representa um universo tão rico e fascinante como o de Assassin’s Creed Shadows, ainda mais dentro dos estilos que amo, Metal e Tokusatsu”, afirma Falaschi, que atualmente segue carreira solo. “Busquei trazer toda a grandiosidade da cultura samurai e a emoção do jogo para essa composição.” Como complemento à experiência, foi lançada também uma versão em japonês da música, interpretada por Taro Kobayashi, artista conhecido pelo seu trabalho no tema de Kamen Rider Amazons. Strike As One reforça o elo entre a cultura pop japonesa e os mundos históricos e cinematográficos de Assassin’s Creed, consolidando-se como uma celebração sonora do heroísmo. Via: Rockbizz

5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: goodhuman, Vis Mystica e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de metalcore “Defiance” – goodhumanPaís: Reino Unido Para quem gosta de power metal “Gods And Monsters” – Vis MysticaPaís: Estados Unidos Para quem gosta de new wave of american heavy metal “Pursuit” – Traverse the AbyssPaís: Estados Unidos Para quem gosta de black metal sinfônico “The Demons We Create” – Dark LightningPaís: Alemanha Para quem gosta de nu metal “Broken Lens” – Otu SuurmunnePaís: Finlândia LEIA TAMBÉM: 5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Leadfeather, AlphaSix e mais Via: WikiMetal

Entrevista Epica: Simone Simons fala sobre novo álbum e turnê no Brasil
Epica, liderada por Simone Simons (vocal) e Mark Jansen (guitarra), um dos maiores nomes do metal sinfônico mundial, se prepara para lançar seu nono álbum de estúdio, intitulado Aspiral. O disco será lançado no dia 11 de abril pela Reigning Phoenix Music e conta com 11 faixas inéditas e um conceito inspirado na arte do polonês Stanisław Szukalski. A banda holandesa celebra mais de 20 anos de carreira, somando mais de 400 milhões de streams em seu catálogo. Reconhecida pela fusão entre elementos orquestrais, vocais operísticos e riffs pesados, a banda é responsável por clássicos como “Cry for the Moon” e “Sensorium”. O Brasil ocupa um lugar especial na trajetória da banda — é o segundo país onde o Epica é mais ouvido no mundo. Já foram 35 shows no país, incluindo o festival próprio Epic Metal Fest, realizado exclusivamente no Brasil e na Holanda. Em setembro, o grupo retorna aos palcos brasileiros com apresentações em Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis. Em entrevista exclusiva ao Wikimetal, a vocalista Simone Simons compartilhou detalhes sobre o processo criativo de Aspiral, as inspirações espirituais por trás das letras, a expectativa para a nova turnê brasileira e muito mais. Confira a entrevista na íntegra: Lançamento do novo álbum Aspiral Wikimetal: É uma grande honra falar com você em nome do Wikimetal. O novo álbum Aspiral será lançado nesta sexta-feira, 11. Qual é a sua expectativa para o lançamento? Simone: Muito animada! Estamos contando os dias. Trabalhamos muito nesse álbum, e é sempre um momento especial quando finalmente podemos compartilhá-lo com o mundo. WM: Aspiral foi descrito como o álbum mais espiritual da carreira da banda. Como essa ideia surgiu e como foi canalizada musical e liricamente? Simone: Cada álbum é como um retrato do momento em que estamos — como banda, como pessoas e como parte do mundo. Estamos há 23 anos com o Epica e passamos por muita coisa. A música é como um diário, e sempre tratamos de temas espirituais e filosóficos. Acredito que Aspiral seja realmente o nosso álbum mais espiritual até hoje, mas isso faz parte da essência da banda desde sempre. O fim da The New Age Dawn WM: Este trabalho encerra a saga The New Age Dawn. O que essa narrativa representa para vocês? Simone: Essa saga foi criada pelo Mark e está presente desde nosso primeiro álbum. Agora, com o nono disco, temos nove partes da história. É como um ciclo que se fecha. A ideia principal é a evolução da consciência em tempos caóticos. Precisamos nos unir, enxergar além do individualismo e construir um futuro melhor, especialmente para as novas gerações. WM: Você tem uma música favorita nesse novo álbum? Simone: É difícil escolher — é como escolher entre filhos! Mas uma das minhas favoritas é “The Great Saga of Existence”. Ela encerra a saga New Age Dawn e representa bem o que é o Epica: complexidade, partes orquestrais, riffs poderosos, coral, melodias lindas… Uma verdadeira jornada. Singles já lançados WM: E sobre “Arcana“? Ela tem uma atmosfera muito mística e simbólica. Como ela tomou esta forma? Simone: Foi inspirada numa leitura de tarô que fiz durante uma turnê com o Rob. Achei interessante e me senti conectada com as cartas naquele momento da minha vida. Isso me inspirou a escrever a letra. Inclusive, criamos nosso próprio baralho de tarô, o Epica Aspiral Oracle. A música tem essa vibe misteriosa e melancólica que casou perfeitamente com o tema. WM: O single “T.I.M.E”. representa Transformação, Integração, Metamorfose e Evolução. Qual dessas palavras representa melhor o momento da banda? Simone: Evolução. Cada álbum, turnê e colaboração nos faz crescer. Com Aspiral, quisemos dar um novo passo. Exploramos novos elementos sonoros, sem perder a identidade do Epica. Depois do EP The Alchemy Project, nos sentimos ainda mais inspirados a experimentar e evoluir. WM: Vocês também apostaram em writing camps para esse álbum. Como foi essa experiência? Simone: Fizemos isso pela primeira vez em Omega, mas foi apenas uma sessão. Em Aspiral, fizemos três, em locais isolados, com todos da banda e o produtor Joost. Criar juntos, no mesmo espaço, foi muito mais inspirador do que trocar arquivos à distância. A conexão foi instantânea, e o processo, muito mais criativo. Epica no Brasil em setembro WM: Em setembro, o Epica volta ao Brasil. Como está sendo a preparação para essa turnê? Simone: Estamos muito felizes em voltar. O Brasil tem fãs incríveis e uma energia única. Tocamos no Summer Breeze no ano passado, mas foi só um show. Agora voltamos com uma turnê completa, o que é maravilhoso. WM: Haverá alguma música do novo álbum no setlist? Tem alguma que você está especialmente animada para cantar aqui? Simone: Com certeza! Vamos promover o Aspiral, então muitas músicas novas estarão presentes.Mas sabemos que os fãs também amam os clássicos do Epica — então será uma mistura equilibrada entre novidades e sucessos antigos. WM: Algum retorno especial ao setlist como “Storm the Sorrow” foi no Summer Breeze? Aquilo foi uma grande surpresa pra mim! Simone: Sim, tocamos com a Cristina do Lacuna Coil! Ainda não sei o setlist definitivo.Começamos a turnê em maio pelos EUA e México, depois vêm os festivais de verão. A partir daí, vamos ajustando o setlist. Com certeza, quando chegarmos ao Brasil, teremos um repertório incrível que vai deixar muitos fãs felizes. Epica e sua ligação com o Brasil WM: Alguma cidade brasileira que traga lembranças especiais? Simone: Adoro São Paulo, claro, mas Curitiba tem um lugar especial no meu coração. O lugar é lindo, e tenho uma amiga querida que mora lá. Sempre fico feliz em voltar. WM: O que torna os shows no Brasil diferentes? Simone: A paixão dos fãs. A energia, o calor humano, o entusiasmo… é algo que não encontramos em todo lugar. Os brasileiros são muito receptivos e intensos — isso torna tudo mais especial. WM: Sobre tocar no Summer Breeze Brasil, como foi essa experiência? Foi bem diferente de

John Lydon ataca mais uma vez: ‘’Eu sou os Sex Pistols, não eles’’
John Lydon, ex-vocalista do Sex Pistols e Public Imaged Ltd., compartilhou sua visão sobre a reunião da banda sem sua participação. A mágoa de Rotten, agora Lydon, com seus antigos companheiros da banda seminal do punk inglês parece nunca cessar, mesmo após décadas desde a derradeira separação na turnê pelos Estados Unidos, em 1978. Com Steve Jones, Glen Matlock e Paul Cook, membros fundadores do Pistols, saindo em turnê sem ele, o sentimento apenas se agravou. A princípio, a reunião seria apenas para um evento beneficente que ocorreu no ano passado, mas os shows foram aumentando e a turnê foi consequência. Shows estes que estão recebendo boas críticas da imprensa, além de boa recepção de uma parcela dos fãs. No entanto, em entrevistas recentes para divulgar a turnê com o Public Image Ltd. pela Europa, Lydon não poupou alfinetadas aos ex-companheiros. Ao Louder Than War, ele declarou: “Fiquei chocado com o quão ruim é. Parece que eles simplesmente alugaram um fantoche e lá está. Eu realmente acho que é um karaokê com resultados bem medianos”. Já em relação a Frank Carter, que está assumindo os vocais na turnê de reunião, ele foi ainda mais enfático em conversa com a agência de notícias PA (via The Independent), além de revelar se ainda é possível uma reunião dele com os ex-companheiros de banda: “Nunca, não depois do que considero as suas sujeiras. Que fiquem se afundando nas expectativas ‘woke’ da Disney. Eles mataram o conteúdo, ou fizeram o possível para isso, e transformaram tudo em uma palhaçada infantil, o que é inaceitável.” Sex Pistols pela terceira vez no Brasil A primeira vez em que os integrantes do Sex Pistols pisaram em solo brasileiro não foi para fazer shows e sim a convite de um diretor que estava produzindo um documentário sobre a banda. Documentário que carrega a cena icônica de Sid Vicious descendo a escadaria de um teatro enquanto faz sua versão punk de “My Way”, de Frank Sinatra. A segunda foi durante o festival Close Up Planet, que aconteceu em 1996 em São Paulo e no Rio de Janeiro, e contou com Lydon nos vocais. Agora, a banda tem a presença confirmada no festival The Town, mas com Frank Carter assumindo o microfone, que acontece no dia 7 de setembro e ainda contará com Iggy Pop e Green Day no line up. LEIA TAMBÉM: The Town anuncia Green Day, Sex Pistols, Iggy Pop e Pitty para o mesmo dia Via: WikiMetal

Green Day lança música inédita “Smash It Like Belushi”
Green Day lançou nesta quarta-feira a faixa inédita “Smash It Like Belushi”. Junto com a música, o trio anunciou o relançamento do disco Saviors (2024) em uma edição deluxe. O 14º álbum de estúdio, que foi indicado ao Grammy, chega às plataformas no dia 23 de maio pela Reprise Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. A nova edição de Saviors traz sete faixas adicionais, incluindo versões acústicas de “Suzie Chapstick” e “Father to a Son”. Green Day no Brasil Os ícones do rock mundial serão atração principal do Coachella em dois finais de semana: sábado, 12 de abril, e sábado, 19 de abril. A banda também vai passar por grandes festivais ao redor do mundo. Green day desembarca no Brasil como headliner no The Town, onde a banda se apresenta no dia 7 de setembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Também se apresentam no mesmo dia: Sex Pistols featuring Frank Carter, Iggy Pop e Pitty. LEIA TAMBÉM: Green Day é banido de rádios de Las Vegas após comentário ofensivo de Billie Joe Armstrong Via: WikiMetal

Sodom anuncia novo álbum ‘The Arsonist’ e compartilha primeiro single
Sodom anunciou o novo álbum The Arsonist com lançamento para 27 de junho pela gravadora SPV / Steamhammer. Os veteranos do thrash metal alemão compartilharam o primeiro single “Trigger Discipline”. A música é a mais pesada do disco e conta a história de um atirador de elite que perdeu completamente o controle de suas ações e atira em pessoas indiscriminadamente. A banda, atualmente formada por Tom Angelripper (vocal e baixo), Frank Blackfire (guitarra), Yorcz Segatz (guitarra) e Toni Merkel (bateria), decidiu fazer um trabalho com a produção mais natural possível, sem truques de estúdio e sem overdubs digitais. Tom Angelripper comentou: “Sem plástico! A diferença de som em comparação com as produções de bateria padrão de hoje é impressionante e teve um efeito positivo em todos os instrumentos. Naturalmente, tempo, esforço e custos também foram maiores, mas estamos felizes em desembolsar por um resultado superior”. LEIA TAMBÉM: Festival ‘Março Maldito’ traz Sodom e devastação a São Paulo Via: WikiMetal

Fernanda Lira (Crypta) festeja sua adolescência em vídeo trevosinho: “Amo ser essa metamorfose doida”
Todos nós passamos por diferentes fases ao longo da vida; algumas dessas etapas são mais prazerosas e fáceis de atravessar do que outras, o que é do jogo. E uma das fases mais marcantes é a adolescência, pois é o momento em que estamos descobrindo muitas coisas e firmando a nossa personalidade. Tem gente que não gosta de lembrar tal época, porque não lhe traz boas recordações ou porque tem algum tipo de vergonha de como era ou como viveu. Contudo, tem um pessoal que leva a vida mais na esportiva e não se importa de lembrar as infantilidades das adolescência. Pela redes sociais, a frontwoman da banda Crypta, Fernanda Lira, por exemplo, não teve receio nenhum em festejar sua adolescência em vídeo trevosinho e exibir algumas cenas embaraçosas para os seus milhares de fãs. Na legenda da postagem, a artista escreveu: “Seja a Fernanda ultra headbanger que era toda doidinha, extrovertida ou a Fernanda hoje multifacetada, um pouco mais comedida, eu amo todas as minhas versões e amo ser essa metamorfose doida. Eu amo a minha adolescência, fui muito feliz, aproveitei demais e amo tudo que os sonhos dessa Fernanda jovem, super selvagem, me trouxeram até hoje”. Veja a Fernanda Lira e sua metamorfose ambulante aqui: Via: Rockbizz

Belo Horizonte pode ganhar “Dia do Heavy Metal”
A vereadora Dra. Michelly Siqueira (PRD) apresentou o Projeto de Lei 144/2025, que propõe a criação do “Dia do Heavy Metal”, a ser comemorado todo 1º de novembro no calendário oficial da cidade. Conhecida como berço de bandas icônicas como Sepultura, Sarcófago e Overdose, Belo Horizonte se tornou um dos epicentros do Heavy Metal nacional, conforme é citado no texto da PL: “Belo Horizonte é amplamente reconhecida como o berço do heavy metal brasileiro, tendo sido o ponto de partida para bandas pioneiras que marcaram o cenário nacional e internacional. Na década de 1980, a cidade viu surgir grupos como o Sepultura, que levou o nome de Belo Horizonte ao mundo, tornando-se uma das bandas mais influentes da história do metal.” Belo Horizonte não apenas consolidou sua importância histórica ao revelar bandas do gênero para o mundo, como ainda mantém forte influência no cenário atual, com bandas que continuam a se destacar internacionalmente. Esse legado é destacado pela vereadora no texto texto da PL, que reforça a relevância da cidade no circuito musical: “Outras bandas, como Eminence, também consolidaram a cena local e contribuíram para a diversidade e riqueza do gênero.” Segundo a vereadora a data não seria somente uma comemoração à história de Belo Horizonte e o Heavy Metal, mas também uma homenagem a músicos, profissionais e fãs do estilo: “A data homenageia não apenas as bandas que levaram o nome da cidade para o mundo, mas também os músicos, produtores, fãs e todos aqueles que fazem do heavy metal uma expressão cultural viva e relevante.” Entre o final dos anos 1980 e início dos anos 1990, a capital mineira fervia com a cena do Heavy Metal, reunindo fãs e músicos em frente à lendária Cogumelo Records. A gravadora, responsável pelos dois primeiros álbuns do Sepultura e por splits históricos, era ponto de encontro da “galera do Metal”, consolidando-se como um símbolo da era de ouro do gênero no Brasil. Essa movimentação não apenas fortaleceu a identidade do Metal brasileiro, mas também projetou bandas mineiras no cenário internacional, deixando um legado que permanece vivo até hoje.. LEIA MAIS: Entrevista Opeth: Fredrik Åkesson diz estar ansioso para tocar no Monsters of Rock | Wikimetal Via: WikiMetal

“Eu e Iggor carregamos o espírito do Sepultura no que fazemos”, declara Max Cavalera
O vocalista e guitarrista Max Cavalera deixou o Sepultura no final de 1996, devido problemas pessoais com os outros três músicos – Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Iggor Cavalera (bateria). Dez anos depois deste episódio, o irmão caçula de Max, Iggor, também resolveu sair da banda, deixando o controle de tudo nas mãos de Andreas. Dando as cartas nos negócios, Kisser foi quem decidiu dar vida a derradeira turnê mundial do grupo, que se chama Celebrating Life through Death. A decisão vem dividindo opiniões, com parte do público assinando embaixo e outra parte não concordando com o veredito. Trocando uma ideia com a apresentadora Full Metal Jackie, Max foi questionado sobre a turnê final de sua ex-banda. O frontman declarou que não tem nada a ver com as decisões de Andreas e Paulo, porque ele e Iggor carregam o espírito do Sepultura em tudo o que fazem. “Eu sinto, e não digo isso só por mim, acho que muitos fãs sentem que eu e o Igor carregamos o espírito do Sepultura em tudo o que fazemos. Eles ainda chamam de Sepultura, mas todo mundo sabe que não é a mesma coisa e nunca será. Eu não tenho nada a ver com o que eles estão fazendo e com o fim da banda”. Max continuou: “Eu e o Igor temos o nosso próprio caminho, estamos no nosso próprio ritmo, revisitando os materiais antigos no nosso próprio ritmo. E a forma como o fizemos foi como sempre fizemos, ou seja, foi com o coração. Para nós, é muito especial preservar isso. Nós fazemos com aquele coração jovem de adolescente que vive dentro de você. Eu meio que gosto de manter isso de forma sagrada”. “E não importa o que aconteça no mundo dos negócios ou na política da música, tento não deixar que isso afete a minha mente e alma, que são jovens e as quais carrego comigo o tempo todo. É assim que me sinto quando falo do Sepultura. Foi uma banda especial, de uma época especial, e nós celebramos isso. Eu e Iggor celebramos isso independentemente do que os outros caras estejam fazendo”, finalizou. Ouça a entrevista completa no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Corey Taylor, do Slipknot, faz cover de Chappell Roan em show acústico
Corey Taylor, vocalista do Slipknot e uma das figuras mais influentes do metal, surpreendeu a todos em sua apresentação durante a convenção de terror e cultura pop SPOOKALA, que aconteceu no último sábado, 05, trazendo uma versão acústica da música “Pink Pony Club”, da artista Chappell Roan. A faixa, que ganhou uma interpretação com elementos do rock, é considerada um hino da comunidade LGBTQIA+ e encoraja aqueles que queiram seguir seus sonhos. O momento foi tão inusitado que demorou um pouco para os fãs reconhecerem a canção. A performance contou com 14 músicas, incluindo outros covers, como de “Something I Can Never Have, do Nine Inch Nails; “Everlong”, do Foo Fighters; “Add It Up”, do Violent Femmes; e “I Miss You”, do Incubus, incluindo sua clássica interpretação do tema de abertura do desenho Bob Esponja. Além disso, a apresentação também contou com clássicos de suas bandas Stone Sour, como “Bother” e “Through the Glass”, e Slipknot, como “Snuff” e “Spit It Out”. Corey Taylor também se junta à uma lista de artistas que já interpretaram outros sucessos da cantora, como Kacey Musgraves, Blink-182 e Ed Sheeran, que também apresentaram “Pink Pony Club”. Já Sabrina Carpenter, Miranda Lambert, Franz Ferdinand e Muna, por exemplo, apresentaram versões de “Good Luck, Babe”, também composta por Chappell Roan. Cover de Corey Taylor teria sido um pedido da esposa Ao que tudo indica, a performance aconteceu depois de um pedido da esposa do líder do Slipknot, Alicia Taylor, que compartilhou uma mensagem em sua conta do X (antigo Twitter) pedindo que ele tocasse a música. Ainda de acordo com a dançarina, caso Corey não aceitasse, o plano B seria que o vocalista apresentasse a canção “Hot To Go”, também da cantora norte-americana. Ambas as faixas pertencem ao disco de estreia da compositora de 27 anos, que venceu o prêmio de artista revelação no Grammy 2025, o The Rise and Fall of a Midwest Princess, lançado em 2023. A apresentação pode ser assistida através de vídeos gravados pela plateia. View this post on Instagram A post shared by BrooklynVegan (@brooklynvegan) LEIA TAMBÉM: Jay Weinberg, ex-baterista do Slipknot, prepara álbum solo Via: WikiMetal

Doro Pesch é homenageada por sua trajetória no heavy metal
A icônica cantora alemã Doro Pesch foi homenageada no dia 31 de março, com um prêmio pelo conjunto da obra durante uma cerimônia solene realizada em Düsseldorf, cidade onde cresceu. O reconhecimento foi entregue por Klaus Meine, vocalista da lendária banda Scorpions. Doro declara (via Blabbermouth): “Estou muito feliz e profundamente comovida, é uma honra imensa receber esse prêmio da minha cidade natal, Düsseldorf”. A cantora, também agradeceu Klaus Meine pelo tributo e pela longa amizade: “Um agradecimento muito especial ao Klaus por suas palavras tocantes e pela amizade maravilhosa. Esta noite sempre terá um lugar muito especial no meu coração.” O prêmio celebra a trajetória de Doro desde os anos 1980, quando despontou à frente da banda Warlock e abriu caminho como uma das primeiras mulheres a conquistar espaço na cena do heavy metal, predominantemente masculina. Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Doro ultrapassou a marca de 10 milhões de álbuns vendidos e realizou mais de 3.500 shows em 60 países, números que consolidam seu status como uma das maiores artistas do gênero no mundo. A homenagem reforça o impacto cultural e artístico de Doro não apenas na Alemanha, mas também no cenário global do rock e do metal. Doro Pesch se apresenta no Brasil Doro Pesch retornará ao Brasil para se apresentar no Bangers Open Air, no Memorial da América Latina, em São Paulo, no dia 2 de maio de 2025. Em entrevista recente ao Wikimetal, a cantora comentou sobre suas expectativas para a apresentação e o carinho pelo público brasileiro. LEIA TAMBÉM : Doro deve lançar álbum em homenagem a Lemmy Kilmister ainda em 2025 Via: WikiMetal

Enquete: Qual música você mais quer ouvir nos shows do System of a Down no Brasil?
System of a Down vem ao Brasil para cinco shows em 2025. A banda se apresenta em Curitiba dia 06 de maio (Estádio Couto Pereira), no Rio de Janeiro dia 08 de maio (Estádio Nilton Santos – Engenhão) e em São Paulo nos dias 10 e 11 de maio (Allianz Parque) com adição de uma terceira data no Autódromo de Interlagos dia 14 de maio com abertura do AFI. Todas as datas ainda possuem ingressos disponíveis no site da Eventim. Essa será a primeira vez da banda no Brasil em quase uma década. A última vinda do SOAD ao país foi em 2015, quando eles se apresentaram no Rock in Rio e fizeram um show em São Paulo. Em preparação aos shows, a redação do Wikimetal quer saber dos leitores: Qual música você mais quer ouvir nos shows do System of a Down no Brasil? Responda a enquete logo abaixo e em breve divulgaremos o resultado. Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. View this post on Instagram A post shared by System Of A Down (@systemofadown) LEIA TAMBÉM: System of a Down: O que esperar da setlist no Brasil? Via: WikiMetal

Jack Black faz paródia de My Chemical Romance em esquete no Saturday Night Live
No episódio mais recente do Saturday Night Live, exibido no último sábado (6), Jack Black, conhecido por seu talento cômico e musical, assumiu a apresentação do programa e protagonizou um dos momentos mais memoráveis da noite. Durante o esquete intitulado “Goth Kid on Vacation” (Adolescente gótico nas férias), Black fez uma paródia afetuosa e ao mesmo tempo hilária de Gerard Way, vocalista da banda My Chemical Romance. O ator apareceu caracterizado com o visual dramático típico do cantor e interpretou uma versão cômica da icônica “Welcome to the Black Parade”, sucesso lançado pela banda em 2006. A performance brinca com o estereótipo da fase emo dos anos 2000, misturando teatralidade, exagero e um toque de nostalgia. Com direito a maquiagem pesada, uniforme de banda marcial e expressão intensa, Jack Black roubou a cena e conquistou o público com sua homenagem divertida. O esquete rapidamente viralizou nas redes sociais, com fãs tanto de SNL quanto do My Chemical Romance elogiando a performance e o carisma de Black. Mais uma vez, o artista mostrou que consegue unir humor e música como poucos. LEIA TAMBÉM: My Chemical Romance volta para estrada e anuncia turnê norte-americana Via: WikiMetal

Lynyrd Skynyrd presta tributo a Gary Rossington em álbum de celebração aos 50 anos da banda
Lynyrd Skynyrd homenageia o guitarrista já falecido Gary Rossington com o novo álbum Celebranting 50 Years: Live at the Ryman. O disco é composto por 15 novas versões de músicas da banda e uma faixa bônus Uma produção tão importante não poderia deixar de ter convidados à altura: Brent Smith, Jelly Roll, John Osborne, Marcus King e Donnie Van Zant, irmão do atual vocalista da banda, Jhonny, e do primeiro vocalista e fundador Ronnie, morto no acidente aéreo, em 20 de outubro de 1977. Neste acidente também morreram Steve Gaines e Cassie Gaines, membros da formação original do Lynyrd Skynyrd. Gary Rossington também estava no acidente, e foi de extrema importância para o retorno da banda após a tragédia que marcou a história do cenário musical dos EUA. Seu trabalho de manter o legado de seus companheiros vivos por tantas décadas é um grande exemplo de perseverança e amor à música. O guitarrista já enfrentava problemas de saúde, passando inclusive por uma cirurgia cardíaca de emergência em 2021. Em entrevista para o Tampa Bay Times, publicada em 27 de abril de 2018, Gary relatou que nos últimos 15 anos, seus médicos o incentivaram a deixar os shows: “Eu tive diversos ataques cardíacos no palco”. Gary Rossington morreu aos 71 anos, em 05 de março de 2023. Lynyrd Skynyrd – Celebranting 50 years: Live at the Ryman What’s Your Name Workin’ For MCA You Got That Right I Know a Little Down South Jukin That Smell Cry For the Bad Man Saturday Nigth Special Tuesday’s Gone Red White and Blue Simple Man Three Steps Call me the Breeze Sweet Home Alabama Freebird Celebrating 50 Years of Lynyrd Skynyrd Documentary (Bonus Track) LEIA TAMBÉM: Entrevista: Lynyrd Skynyrd sobre Brasil, legado e o poder de tocar em qualquer lugar – até num rodeio Via: WikiMetal

Jacoby Shaddix, do Papa Roach, reflete sobre os 25 anos do hit “Last Resort”
Com uma carreira que atravessa gerações, Jacoby Shaddix, vocalista do Papa Roach, viu de perto o que é amadurecer sob os holofotes. Desde que estourou ainda jovem com o hit “Last Resort”, em 2000, ele passou por altos e baixos, e hoje reflete com lucidez sobre os 25 anos de estrada. Em entrevista à rádio X107.5 Las Vegas, comandada por Carlota (via Metal Injection), o músico compartilhou suas memórias, aprendizados e a transformação pessoal ao longo das décadas. Ao ser questionado sobre a época em que o megahit “Last Resort” foi lançado, no ano 2000, Shaddix declarou: “Eu sou uma pessoa completamente diferente daquele cara. Sempre me importei com as pessoas, mas eu era jovem e inconsequente. E, para fazer o que fazemos, você precisa ter uma certa dose de narcisismo, de certa forma.” Com a maturidade, o músico reconhece que ainda existe uma ligação entre o jovem impulsivo do passado e o homem de hoje: “Há traços e um elo comum. Ainda sou compassivo, mas definitivamente menos inconsequente.” O dia em que Sharon Osbourne “arrasou” Jacoby Durante a conversa, Shaddix também relembrou um momento marcante de sua carreira: a bronca que levou de Sharon Osbourne, esposa de Ozzy Osbourne, após um episódio polêmico no Ozzfest de 2001. Na ocasião, fãs do Papa Roach causaram uma confusão generalizada durante o show, com apresentações do Slipknot e do próprio Ozzy ainda por vir. “Recebi um assassinato verbal da Sra. Osbourne. Eu precisava daquele choque naquela fase. Poderia ter me metido em encrenca séria. Foi uma lição e tanto. Não mexa com a Sharon,” relembra. Renascimento e maturidade Hoje, Shaddix vive um novo capítulo em sua vida e carreira. Ele comemorou 13 anos longe do álcool em 2024 e segue em plena atividade com a banda. O Papa Roach ainda tem algumas datas de turnê pelos Estados Unidos, e prepara uma nova turnê norte-americana para este ano. Jacoby conclui sua reflexão com orgulho de sua trajetória: “Percorremos um longo caminho. E ainda há muito por vir.” LEIA TAMBÉM: Papa Roach compartilha nova versão de “Even If It Kills Me” Via: WikiMetal

Anitta veio de baixo e conseguiu sucesso com muito trabalho e foco, segundo Andreas Kisser (Sepultura)
Em recente entrevista as jornalistas Dora Guerra e Juliene Moretti, do portal de notícias G1, o líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, enalteceu os êxitos obtidos pela cantora brasileira Anitta. Segundo Andreas, a pop star veio de baixo e conseguiu sucesso com muito trabalho e foco. É importante explicar que a fala do músico aconteceu em uma explanação sobre o legado do Sepultura para a música nacional. Portanto, ele citou a artista como um outro exemplo de sucesso no mercado fonográfico. De maneira sucinta, Kisser disse: “A história da Anitta é de muito trabalho. Ela veio de baixo, contra tudo e conseguiu o que conseguiu com muito trabalho, foco e preparo”. Veja a entrevista completa aqui: Para o público rock e metal, a carreira e o sucesso de Anitta possivelmente não significam nada. No entanto, para quem queira se projetar no mercado musical brasileiro, vale correr os olhos nas estratégias de negócios da cantora, pois podem servir de base ou inspiração para divulgar o seu death metal, thrash metal e afins. Via: Rockbizz

Noel Gallagher é visto em estúdio e fãs criam rumores de novo álbum do Oasis
Noel Gallagher foi visto recentemente saindo de aparência visivelmente cansado no Lone Star Studios em Londres após passar um bom tempo no local, segundo uma fonte do Daily Star. A fonte também disse que o músico estaria ensaiando e criando novas músicas para novo álbum do Oasis. A fonte comentou que, “com um pouco de sorte, os resultados podem significar algum material novo antes do final do ano” (via Daily Star). Liam Gallagher, irmão de Noel, chegou a desmentir boatos sobre um novo disco da banda ano passado, afirmando pelo X/Twitter, “vamos todos nos acalmar, não tem álbum novo do Oasis sendo feito. Eu estava brincando p*rra.” Retorno dos irmão Liam e Noel Gallagher depois de 15 anos O Oasis anunciou retorno em agosto de 2024, 15 anos após terem decidido terminar as atividades em 2009 por conta das discussões entre Noel e Liam. O retorno aos palcos acontecerá em Julho, no País de Gales. Em novembro de 2024, a banda anunciou também shows no Brasil, com shows marcados para os dias 22 e 23 de novembro de 2025 no Estádio Morumbis em São Paulo. LEIA TAMBÉM: Noel Gallagher fala sobre o caos dos ingressos do Oasis Via: WikiMetal