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M. Shadows não está nem aí para sua opinião sobre o Avenged Sevenfold: “Não poderia me importar menos”
O vocalista M. Shadows não está nem aí para sua opinião sobre o Avenged Sevenfold. O artista falou sobre o assunto em nova entrevista ao podcast Rock Feed, quando ressaltou a natureza criativa do grupo. “Não estamos fazendo arte a qual todo mundo dá sua opínião”, explicou o cantor. “Não é tipo, todo mundo nos dá suas ideias e vamos meio que transformar em alguma coisa. Temos IA para fazer isso agora”, pontuou. “Mas, no final das contas, você precisa de artistas e criativos para continuar expandindo os limites”. “Algumas coisas vão funcionar, outras não. No entanto, mesmo que algo não funcione, pode despertar um senso de ousadia em outra pessoa. Acho que é assim que a cena toda prospera”, analisou. “E eu não dou a mínima para a opinião das outras pessoas! Tem uma regra que estabeleci para mim há muito tempo que é: ouço tanto a positividade quanto a negatividade, mas não me importo com nenhuma delas. Se um review for 10 de 10, ótimo, mas isso pode ser comprado e pago. E se for 0 de 10, também não importa. Você não pode simplesmente andar por aí com o foco apenas nos elogios e ignorar as críticas. Você tem que ignorar as duas coisas, na minha opinião”, concluiu. Assista o bate-papo na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Uriah Heep em São Paulo: uma celebração, não um adeus
Na noite de 11 de abril, o Tokio Marine Hall, em São Paulo, foi palco de uma apresentação histórica do Uriah Heep. A turnê The Magician’s Farewell chegou à capital paulista com ares de despedida, mas, ao contrário do que o título sugere, a banda deixou claro: não se trata de um adeus definitivo. A promessa é apenas desacelerar, não desaparecer. E, se a apresentação for indicativa do que ainda está por vir, o legado do grupo segue firme e relevante. A abertura ficou por conta dos paulistanos da banda Allen Key. Com o público ainda chegando, a Allen Key, liderada pela vocalista Karine Menascé, apresentou o melhor do seu hard rock contemporâneo. Músicas como “Granted”, “Straw House”, “Sleepless”, “Easy Prey” e “Get In Line” compuseram o repertório. O estilo da banda, mais moderno, destoou do hard rock setentista do Uriah Heep, resultando em uma recepção morna por parte do público — majoritariamente acima dos 45 anos e, em sua maioria, pouco familiarizado com o grupo de abertura. Ainda assim, a Allen Key demonstrou profissionalismo e fez uma apresentação consistente e segura. O momento mais aguardado: Uriah Heep O momento mais aguardado da noite chegou com a entrada do Uriah Heep. A atual formação demonstrou por que a banda ainda se mantém relevante nos palcos internacionais. Bernie Shaw (vocais) continua carismático e seguro; Mick Box, guitarrista e único integrante original, exala simpatia e domínio absoluto do instrumento. Phil Lanzon (teclados), Dave Rimmer (baixo) e Russell Gilbrook (bateria) completam o grupo com precisão e energia, formando uma base sólida para o som da banda.O Uriah Heep começou a noite com “Grazed by Heaven”, uma faixa que imediatamente capturou a atenção do público. A combinação de riffs poderosos e a voz de Bernie Shaw criou uma atmosfera eletrizante. Os fãs, muitos dos quais acompanham a banda há décadas, cantaram junto a cada palavra, mostrando a conexão profunda que têm com a música do Uriah Heep. Na sequência, “Save Me Tonight”, do disco mais recente, Chaos & Colour (2023), provou que os britânicos conseguiram manter a essência que os consagrou em um hard rock primoroso. “Overload” manteve a pressão, com riffs pesados e uma bateria marcante. A banda entregou uma versão potente, com destaque para os vocais afiados de Bernie Shaw e os solos de guitarra de Mick Box, sempre carismático com seu eterno sorriso e seus gestos teatrais. Clássicos também tiveram espaço de destaque. “Shadows of Grief” mergulhou os presentes no lado mais progressivo do grupo, com suas mudanças de andamento e clima denso. O destaque ficou para os teclados de Phil Lanzon, que criavam atmosferas e desafiavam as guitarras de Mick Box, proporcionando uma verdadeira viagem aos anos 1970. “Stealin’”, um dos maiores sucessos da banda, teve uma recepção calorosa. Não era para menos: um dos hinos da banda fez a plateia cantar cada verso com devoção, transformando o Tokio Marine Hall em um verdadeiro coral. “Hurricane”, mais uma do álbum mais recente, trouxe um sopro de energia renovada, com Mick Box entregando riffs potentes que incendiaram o público. Um dos momentos mais marcantes da noite foi a transição para “The Wizard”, com Mick no violão. Certamente, um momento de pura magia, no qual os fãs reverenciavam a beleza da canção e a habilidade incontestável do guitarrista.A sequência com “Sweet Lorraine” e “Free ‘n’ Easy” manteve o ritmo intenso, com um pequeno solo de bateria no final desta última que arrancou muitos aplausos. A energia e a paixão com que eles tocaram mostraram que ainda têm muito a oferecer aos fãs. Antes de seguir com a épica “The Magician’s Birthday”, Bernie Shaw reforçou que, apesar do nome da turnê, a banda não iria parar, mas sim diminuir o ritmo. Para os fãs de longa data, foi um grande alívio esse anúncio. A surpresa foi a longa jam durante a faixa, na qual Mick e Gilbrook, como dois feiticeiros, protagonizaram uma verdadeira viagem instrumental, encantando o público com um improviso eletrizante.Na reta final, a banda emendou uma sequência matadora: “Gypsy” e “July Morning” incendiaram o palco com interpretações viscerais e envolventes. Era claro que ninguém queria que a noite acabasse. A volta para o bis, “Sunrise”, trouxe uma atmosfera quase mística, preparando o terreno para o desfecho perfeito: “Easy Livin’”, que pôs todos para cantar, pular e aplaudir. Uma despedida? Talvez do ritmo intenso de turnês. Mas a chama do Uriah Heep ainda arde — e São Paulo foi testemunha disso. Embora a turnê carregue o nome de uma despedida, o que se viu foi uma celebração vigorosa de um legado que ainda promete novos capítulos. Confira as fotos de Jéssica Marinho: LEIA TAMBÉM: Incubus esbanja carisma e abusa da nostalgia em apresentação em São Paulo Via: WikiMetal

Green Day sai em defesa da Palestina em performance de Jesus of Suburbia no Coachella
O Green Day nunca escondeu as suas motivações políticas e sociais; na verdade, o trio sempre as deixou bem claras a todo muno. De críticas e deboche ao bilionário Elon Musk até tiração de sarro com a cara de Donald Trump, atual mandatário dos Estados Unidos, os caras não perdem nenhuma chance de expor suas ideias e convicções. A nova cutucada do Green Day aconteceu no último sábado, dia 13 de abril de 2025, quando se apresentou no festival Coachella. Na ocasião, a banda mudou a letra de Jesus of Suburbia, faixa do álbum American Idiot, de 2004. O frontman Billie Joe Armstrong cantou os seguintes versos no final da canção: “Não sinto vergonha, não vou me desculpar, quando não há para onde ir. Fugindo da dor como as crianças da Palestina, histórias de outro lar desfeito”. Veja a manifestação do vocalista na postagem logo abaixo: 💚🇵🇸 Green Day speaks out for Palestine at Coachella:“I don’t feel any shame, I won’t apologize, when there ain’t nowhere we can go. Running away from pain like the kids from Palestine, tales from another broken home.” pic.twitter.com/m0Zc7UWB1a — Psychedelic Socialist (@Acid_Communist) April 13, 2025 E para curtir o videoclipe oficial de Jesus of Suburbia, basta acessar este outro player: Via: Rockbizz

Gene Simmons comenta despedida do KISS e fala sobre o futuro digital da banda
Em uma conversa reveladora no podcast Tetragrammaton, conduzido por Rick Rubin, Gene Simmons compartilhou detalhes inéditos dos bastidores do fim da era KISS e falou com entusiasmo sobre o futuro virtual da banda. Ao falar sobre a emoção do último show [com transcrição via Blabbermouth], Simmons admitiu ter sido um momento de sentimentos intensos. Orgulho e nostalgia se misturaram, principalmente pelas ausências de Ace Frehley e Peter Criss, membros originais que, segundo ele, não conseguiram acompanhar a trajetória da banda até o fim. “Eles foram essenciais no início, e é triste ver que não conseguiram colher os frutos do que ajudaram a construir”, lamentou. KISS inicia nova era com shows digitais e avatares futurista Apesar do encerramento das turnês ao vivo, o KISS está longe de encerrar sua história. A banda já tem planos ousados para continuar no mundo do entretenimento, agora em formato digital. Inspirado pelo sucesso da experiência do ABBA com avatares hiper-realistas, o KISS firmou uma parceria com a empresa sueca Pophouse Entertainment e a lendária Industrial Light & Magic, com o objetivo de criar uma versão virtual dos shows que promete redefinir o conceito de performance musical. Gene não escondeu o entusiasmo com o projeto: “A tecnologia que o ABBA usou já está obsoleta. O que estamos desenvolvendo é algo que vai além da realidade virtual. Imagine viver uma experiência imersiva completa, mas sem precisar usar óculos”, contou, insinuando um novo patamar de espetáculo sensorial. Com o encerramento de uma era e o nascimento de outra, o KISS prova mais uma vez sua capacidade de se reinventar. Mesmo fora dos palcos físicos, a banda continua a desafiar os limites do que é possível no universo do entretenimento. LEIA TAMBÉM: KISS anuncia show em 2025 em evento de 3 dias e surpreende fãs Via: WikiMetal

The Sisters of Mercy anuncia show no Brasil em setembro
A icônica banda britânica The Sisters of Mercy acaba de anunciar uma aguardada turnê pela América Latina, com quatro apresentações confirmadas entre os meses de setembro e outubro de 2025. No Brasil, o grupo fará um único show no dia 26 de setembro em São Paulo. Confira as datas e locais das apresentações abaixo: 23 de setembro – Cidade do México, México @ Carpa Velódromo (terça-feira) – Ingressos: https://www.superboletos.com/landing-evento/NIlKQDdsl6pqndd7NPy_tQ26 de setembro – São Paulo, Brasil @ Tokio Marine Hall (sexta-feira) – Ingressos: www.ticketmaster.com.br28 de setembro – Buenos Aires, Argentina @ Teatro Flores (domingo) – Ingressos: https://www.passline.com/eventos/the-sisters-of-mercy-all-wires-red-south-america-202501 de outubro – Santiago, Chile @ Blondie (quarta-feira) – Ingressos: https://www.eventrid.cl/eventos/atenea/the-sisters-of-mercy-2025 Formada em 1980 na cidade de Leeds, Inglaterra, The Sisters of Mercy rapidamente se tornou uma das bandas mais influentes do movimento gótico, embora sempre tenha resistido a rótulos. Com um som singular que mescla elementos do rock industrial, pós-punk e darkwave, o grupo conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo com clássicos como Temple of Love, Lucretia My Reflection, This Corrosion e Dominion/Mother Russia. Sob o comando do vocalista Andrew Eldritch, a banda é reconhecida não apenas por suas composições marcantes, mas também por sua estética sombria, performances intensas e uma atitude que moldou gerações de artistas e fãs. Mesmo com uma discografia enxuta, The Sisters of Mercy consolidou um legado que transcende décadas e continua a atrair novos públicos a cada geração. Esta será uma oportunidade única para vivenciar a energia hipnótica e o som inconfundível da banda ao vivo. Os fãs latino-americanos podem esperar um show repleto de atmosfera, presença cênica e uma seleção de faixas que marcaram a história da música alternativa. Via: Rockbizz

Exotic Fruit Tour e “Angelee”: Uma ópera com 3 atos
Exotic Fruit Tour é uma banda de rock psicodélico e uma descoberta do Wikimetal no Groover. O grupo foi formado em 2021 e é composto por Jackson Shaffer (vocal), Animal Rosette (bateria), Luke Glass (guitarra) e Asher Rowland (baixo). A banda traz um rock psicodélico com um excelente groove e “letras que te fazem pensar”. É na música “Angelee” que podemos ver a genialidade do quarteto. É “quase uma ópera com 3 atos”, um “poema épico”, como descrito pela própria banda. O alcance vocal do vocalista é surpreendente, para além da guitarra extremamente técnica que é muito bem suportada pelo baixo. A bateria não tenta se sobressair aos outros instrumentos, o que faz dela um ótimo acompanhamento. Confira “Angelee”, do Exotic Fruit Tour, e a nossa playlist de Descobertas de Rock e Metal: LEIA TAMBÉM: 5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Leadfeather, AlphaSix e mais Via: WikiMetal

The Sisters Of Mercy anuncia show único no Brasil
The Sisters of Mercy retorna ao Brasil em 2025 com uma turnê que passará por alguns países da América Latina. Dessa vez eles, a banda liderada pelo lendário Andrew Eldritch, retorna para uma única data, que acontece em 26 de setembro, em São Paulo, no Tokio Marine Hall. Além do Brasil, o Sisters of Mercy passará pela Cidade do México, Buenos Aires, Argentina e Santiago, no Chile. A pré-venda exclusiva para clientes Tokio Marine rola nos dias 16 e 17 de abril, com venda geral a partir de 18 de abril no site da Ticketmaster. Para mais informações, fique atento às redes sociais da Top Link Music e do Sisters of Mercy. View this post on Instagram A post shared by Paulo Baron (@toplinkmusic) LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Ghost, Epica, Viper e mais Via: WikiMetal

Nirvana: Itens utilizados por Kurt Cobain no MTV Unplugged serão reunidos em exposição
O Nirvana terá mais uma exposição com a memorabilia dos seus integrantes. Desta vez, será dedicado ao clássico MTV Unplugged. Em dezembro de 1993, a MTV exibiu um de seus maiores – e mais notórios – especiais ao vivo e acústico: o do Nirvana. Todas as apresentações tiveram sua importância, mas a da banda reverberou ainda mais por ser a última televisionada antes da trágica morte de Kurt Cobain. Tanto o violão Martin D-18E quanto outros itens utilizados durante o especial serão expostos. A abertura da exibição será em junho no Museu Royal College of Music, em Londres. “Entre no mundo de Kurt Cobain e explore o legado do Nirvana, uma banda que definiu uma geração. Explore sua icônica apresentação no MTV Unplugged de 1993, uma das últimas aparições televisionadas do Nirvana antes da morte de Cobain apenas cinco meses depois. Veja de perto a rara guitarra Martin D-18E de Cobain, adaptada de forma única para seu estilo de tocar com a mão esquerda, moldando o som inconfundível que definiu a música do Nirvana”, diz o pronunciamento do museu sobre a exposição. LEIA TAMBÉM: Nirvana: ex-integrantes fazem aparição surpresa no Fire Aid Via: WikiMetal

Lamb Of God: “Nunca me defini só como um guitarrista de heavy metal”, analisa Mark Morton
Durante entrevista ao canal RiffX, Mark Morton analisou brevemente sua forma de tocar guitarra, e chegou a conclusão que não é apenas um guitarrista de heavy metal, já que abraça muitos outros estilos musicais como o blues e o southern rock. “Nunca me defini só como um guitarrista de heavy metal. E quando digo ‘só’, porque há muitos guitarristas que tocam apenas metal e são músicos fenomenalmente explosivos, incrivelmente dinâmicos e criativos. Isso é legal e é algo plenamente possível. Mas, para mim, nunca senti que o metal fosse o único lugar onde meu espírito criativo vive. Com o tempo, desenvolvi essa ambição e esse desejo de expressar meu espírito musical e minhas ideias criativas fora do contexto do Lamb Of God”. Mark completou: “Eu amo Lamb Of God, amo heavy metal. Eles têm sido o trabalho da minha vida, na verdade, musicalmente, até recentemente, quando comecei a explorar algumas coisas que refletiam mais o meu gosto musical. E é isso que você ouve em meu novo álbum solo, Without The Pain”. Eis o bate-papo completo no player abaixo: Em Without The Pain, que saiu em 11 de abril pela Snakefarm, Mark Morton mergulha fundo em suas raízes sonoras de southern rock, com forte sotaque de blues. O disco possui a participação de muitas pessoas fora da cena metal como Cody Jinks, Jaren Johnston (The Cadillac Three), Charlie Starr (Blackberry Smoke), Tyler Bryant and the Shakedown, Travis Denning e Grace Bowers. Track listing de Without The Pain: 01. Hell & Back02. Brother03. Without The Pain04. Kite String05. Come December06. Dust07. Forever In The Light08. Nocturnal Sun09. The Needle And The Spoon10. Home Via: Rockbizz

“Não me arrependo nenhum segundo dos anos 80; vivia para sexo, drogas e rock n’ roll”, reflete Herman Rarebell
Todo mundo sabe que na década de 1980 rolou abusos de todas as sortes. Dos excessos no visual com os famosos penteados de poodle aos mais loucos comportamentos dos rock stars à la Ozzy Osbourne, Tommy Lee (Mötley Crüe) e Chris Holmes (ex-WASP) que bebiam até cair, o período foi marcante para os músicos e para os fãs. E quem curtiu bastante os anos 80 foi o ex-baterista do Scorpions, Herman Rarebell. Em nova entrevista ao jornalista David E. Gehlke, do Blabbermouth, o músico alemão refletiu sobre tal período que parece ter sido bem prazeroso para ele. “Eu vivia para sexo, drogas e rock n’ roll. Só posso falar pela minha vida. Não me arrependo nenhum segundo sequer dos anos 80. Foi maravilhoso estar nos Estados Unidos e conhecer todas as groupies e as mulheres bonitas. Eu podia fazer o que quisesse todos os dias. Tenho memórias fantásticas dos anos 80. Queria trazer esse sentimento para o nosso álbum”. O Scorpions capturou superficialmente a essência dos anos 80 no clipe oficial de Big City Nights, o qual possui imagens das praias e mulheres cariocas. Veja: Big City Nights está no repertório do álbum Love at First Sting, nono registro de estúdio do grupo alemão, que saiu em março de 1984. Além de BCN, o disco, que vendeu mais de quatro milhões de cópias ao redor do mundo, conta com os hits Bad Boys Running Wild, Rock You Like a Hurricane e Still Loving You. Via: Rockbizz

Hair metal nunca teve um revival, diferente do nu metal, analisa Jacoby Shaddix (Papa Roach)
O frontman do Papa Roach, Jacoby Shaddix, concedeu uma entrevista a rádio norte-americana Rock 108 e usou o espaço para analisar o revival do nu metal, estilo que foi bastante popular na década de 1990 e 2000, o qual teve como protagonistas bandas como Korn, Deftones, Slipknot, Disturbed, Coal Chamber e Kittie. O músico ainda comentou que o hair metal, gênero popular nos anos 80, não teve o mesmo desfecho, pois não ganhou nenhum ressurgimento, apesar de conjuntos como Mötley Crüe, Poison e Skid Row ainda estejam em atividade até hoje. “O hair metal dos anos 80 nunca teve esse grande ressurgimento! O Mötley Crüe teve um segundo fôlego, mas o nu metal está tendo uma segunda chance agora, o que é muito foda”, pontuou Jacoby. “Além disso, bandas mais novas como Beartooth e Bring Me The Horizon nos citam como influência e inspiração, o que é ótimo, então, estamos em um bom momento agora”, completou. E por falar em Papa Roach, a banda colocou na praça recentemente o single Even If It Kills Me, que ganhou dois clipes. Veja: O grupo de nu metal está atualmente em turnê pela América do Norte, com compromissos por lá até o final de julho. Após esta etapa da tour, o quarteto fará uma longa excursão pela Europa com shows na Alemanha, Holanda, Áustria e outros países. Via: Rockbizz

Kerry King fala sobre sua coleção e fascínio por cobras: “Eu as admiro muito”
Colecionar é um passatempo bem comum para muitas pessoas, e os objetos de desejo para as coleções podem variar bastante, indo de carros até guitarras, passando por vinis, livros e por aí vai. No entanto, há uma galera que gosta de sair do comum, com isso passa a colecionar coisas excêntricas. O guitarrista do Slayer, Kerry King, por exemplo, é uma dessas pessoas insólitas, visto que fazia coleção de cobras. O músico falou sobre o assunto em recente entrevista ao apresentador Danilo Gentili, do programa The Noite. “Eu tinha uma coleção de cobras, mas me mudei para Nova Iorque cerca de três anos atrás, e quando me mudei para lá eu deixei todas as cobras para o cara que cuidava delas. Eu ainda as admiro de longe. Fico feliz de meu amigo tê-las”. Kerry continuou: “Eu tinha uns vinte anos quando estava em turnê pelos Estados Unidos pela primeira vez. E foi quando comecei a pensar no tipo de animal de estimação eu poderia ter, pois estava sempre longe. Não daria para ter um gato ou cachorro, mas uma cobra faria sentido porque você não precisa dar comida para ela sempre. Você só precisa que alguém lhe garanta uma água e está tudo certo”. “Então, para mim, foi bom porque tive um animal e não precisei me preocupar tanto. Além disso, eu tive um abrigo para répteis na Califórnia. Mas como eu ficava muito longe de lá por causa da banda [Slayer], precisei perceber que o que faço é música e não brincadeiras com cobras e répteis”, concluiu. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Pink Floyd libera performance de One Of These Days do filme Pompeii – MCMLXXII
O Pink Floyd liberou um vídeo da performance de One Of These Days, retirada do próximo filme-concerto Pompeii – MCMLXXII, com lançamento mundial previsto para o final deste mês. A nova restauração em 4K do clássico de 1972, Pink Floyd At Pompeii MCMLXXII – que utiliza as filmagens originais em 35 mm com áudio recém-mixado por Steven Wilson – estreia nos cinemas do mundo todo no dia 24 de abril. Os ingressos já estão à venda em www.pinkfloyd.film. Agora, um clipe da icônica apresentação de One Of These Days foi revelado. Ele apresenta imagens da restauração em 4K, oferecendo ao público o vislumbre mais nítido da apresentação histórica da banda nas ruínas do antigo Anfiteatro Romano em Pompeia, Itália. Confira o vídeo abaixo: Via: Rockbizz

System of a Down pode lançar novo álbum? Banda comenta possibilidade
Em meio aos preparativos para a turnê nas Américas, o System of a Down comentou sobre os rumores de um possível novo álbum de estúdio depois de quase duas décadas, que poderia suceder Mezmerize e Hypnotize, lançados no ano de 2005. Em entrevista ao portal NME, Shavo Odadjian, baixista da lendária banda de metal, disse que o grupo está “sempre conversando”, mas que preza, sobretudo, pela qualidade do material. “Se acontecer, precisa ser incrível! Não pode ser só uma jam”, afirmou. Já o vocalista Serj Tankian revelou anteriormente ter adotado uma postura mais passiva em relação ao processo criativo dos últimos discos, e destacou que seria necessário uma abordagem diferente para os futuros trabalhos. Em contrapartida, Tankian revelou recentemente à entrevistadora Sona Oganesyan que ainda não existem esforços nesse sentido. “Eu diria que não existe nenhum álbum sendo escrito”. Posicionamento que é compartilhado pelo guitarrista Daron Malakian que, durante um bate papo com o produtor Rick Rubin, que produziu os dois últimos discos da banda, admitiu que também se mantém cético em relação ao retorno aos estúdios. “Eu não sei o quanto eu quero voltar [a compor]. Eu tenho certeza de que as pessoas não vão ficar felizes ao ouvir isso de mim. Não estou mais no mesmo lugar que estava há 10 anos “, afirmou. Ele completou dizendo que gostaria de ter visto até onde a banda teria evoluído caso continuasse lançando novos trabalhos. “Só estamos muito longe [de Mezmerize e Hipnotize], a história não é capaz de evoluir para mim”. Outro empecilho, para o baterista John Dolmayan, são as desavenças políticas que ele possui com o vocalista, com quem já divergiu inúmeras vezes publicamente. Ele também mencionou que só voltaria a compor sob “diretrizes rígidas”. Em 2020, o System of a Down se reuniu para lançar os singles “Protect the Land” e “Genocidal Humanoidz”, para arrecadar fundos para a causa armênia. SOAD mantém as atividades Em meio às incertezas sobre um possível novo disco, a banda mantém presença nos palcos, e se prepara para uma grande turnê na América do Sul. Sobre as apresentações, o baixista Shavo Odadjian, também em entrevista ao NME, disse que o grupo poderia aproveitar as datas para “testar os arredores”, mas que isso não necessariamente significava o lançamento de um novo trabalho. Os shows acontecem entre os meses de abril e maio deste ano na Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Brasil. Por aqui, a banda vai se apresentar no Rio de Janeiro, Curitiba e em São Paulo. Alguns ingressos previamente esgotados apareceram disponíveis no site da Eventim em todas as datas anunciadas – a disponibilidade pode ser alterada a qualquer momento. LEIA TAMBÉM: John Dolmayan, baterista do System of a Down, anuncia evento no Brasil. Via: WikiMetal

Ghost: névoa e muita energia rock n’ roll embalam o clipe de Lachryma
O Ghost invocou névoa e muita energia rock n’ roll para embalar o clipe de Lachryma, que é o seu novo single. A faixa estará no repertório de seu sexto registro de estúdio, Skeletá, o qual tem a previsão de sair no dia 25 de abril pela Loma Vista Recordings. “Lachryma começa com mais riffs de guitarra e peso. Acho que soa como um mash-up típico do Ghost, com um final pesado e um refrão bombástico. É uma música sobre autoengano”, explicou o líder da banda, Tobias Forge. Veja o vídeo de Lachryma no player a seguir: Skeletá tem a responsabilidade de ser o sucessor do premiado Impera, que saiu em maio de 2022 e tem em seu repertório sons como Call Me Little Sunshine, Hunter’s Moon e Spillways. O disco estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e prata), cassete e digital (download e streaming). Track listing de Skeletá: PeacefieldLachrymaSatanizedGuiding LightsDe Profundis BorealisCenotaphMissilia AmoriMarks of the Evil OneUmbraExcelsis Via: Rockbizz

Incubus esbanja carisma e abusa da nostalgia em apresentação em São Paulo
Texto por: Stephanie Souza Um dos grupos mais populares do rock alternativo dos anos 90/2000, Incubus retornou ao Brasil apenas oito meses após sua última apresentação no país, no Rock in Rio, em setembro de 2024. Fãs de diversas idades, cidades e estilos diferentes se reuniram na gigante casa de shows Espaço Unimed, no bairro da Barra Funda, em São Paulo. Não houve ato de abertura, o que fez com o que o clima de ansiedade fosse ainda maior durante o período de espera pré show. A proposta era simples e direta: tocar o Morning View (2001) na íntegra e revisitar os hits da carreira da banda. Enquanto alguns compravam merch, outros brigavam pelo espaço privilegiado da grade. Grupos como The Cure, L7, Distillers, Blur e B-52s tocavam nas pickups, numa vã tentativa de acalmar o público para o espetáculo. Após 20 minutos de atraso, Incubus subiu ao palco. Num jogo de luzes incrível, Nicole Row guiou o começo do show em seu baixo, dando o pontapé inicial para a abertura do álbum (e do show) com a famosa “Nice To Know You” — Nicole foi a última personagem introduzida para completar a formação atual do Incubus, substituindo Ben Kenney, em 2024. Seguindo a tracklist do álbum, “Circles” deu as caras, deixando a guitarra de Mike Einziger e a mixagem de Chris Kilmore em destaque. A banda, aliás, possui entrosamento invejável entre os membros, que esbanjam carisma: Brandon Boyd repetia um “obrigado” carregado de sotaque ao fim de cada canção. “Wish You Were Here” foi o primeiro hit da noite, explodindo a casa numa chuva de mãos que acompanhavam o ritmo da música e vozes que soavam como uma só. Os lasers também foram uma apresentação à parte, dando as caras em diversas músicas diferentes, como foi o caso de “Just a Phase” — que contou com backing vocals incríveis de Nicole. No telão, a banda abusa de imagens psicodélicas e desenhos a la Windows Media Player. Num breve momento acústico, “Blood on The Ground” e “Mexico” foram tocadas no centro do palco, com uma única luz iluminando Brandon, Nicole e Mike. Fato é que o vocalista galã envelheceu bem não apenas em seus vocais, já que arrancou gritos de fãs que se acumulavam na grade para tentar chegar mais perto do cantor. Ao fim do set acústico, “Warning” e “Echo” voltaram quebrando tudo, seguida de “Are You In?”, que teve seu refrão acompanhado por um alto coro do público. “Under My Umbrella” contou com um pequeno trecho do hit “Umbrella” da cantora e empresária Rihanna. “Aqueous Transmission” usa muitos elementos da música tradicional oriental e em apresentação não seria diferente: Mike substituiu a guitarra por um instrumento chinês chamado pipa, uma espécie de alaúde com um som calmo e agradável. Brandon encerrou a canção de forma mágica ao soar um tam-tam – outro instrumento chinês – dando fim à apresentação do Morning View. Em poucas palavras, o vocalista agradeceu: “Thank you for being here and thank you for letting the album and the band be a part of your spirit.”. Em sensação de dever cumprido, era chegada a hora dos maiores hits do grupo. “Anna Molly”, “The Warmth”, “Vitamin” e “Dig” fizeram a casa vibrar a cada nota, encaminhando a apresentação para o final de forma certeira. Um pequeno trecho cover de “Glory Box” do Portishead também fez parte do encore da apresentação, abrindo espaço para os dois maiores hits da banda: “Pardon Me” e, obviamente, “Drive”. O espetáculo de duas horas se encerrava em tons de agradecimento, nostalgia e entrega. Incubus é confortável, paliativo, tem cheiro, presença. A sensação que pairava era a de ter feito uma longa viagem de carro ao litoral, sentindo o vento batendo no seu rosto e o cheiro de maresia no ar. Confira as fotos de Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: Incubus se prepara para lançar nono álbum de estúdio Via: WikiMetal

Cazuza ficou acanhado com a mulher que comia repolho em jaula no Madame Satã, lembra Paulo Ricardo
A década de 1980 foi marcante de mil e uma maneiras diferentes, isso todo mundo que tem o mínimo de memória e gosto pelas luzes de neon sabe. Da criatividade musical até as loucuras que as bandas e os artistas faziam em cima e fora do palco, o período nos rendeu frutos artísticos, anedotas e histórias que servem de base para muitas coisas nos dias de hoje. No Brasil, o fervo e as loucuras também corriam solto na vida noturna das grandes cidades, nas turnês das bandas/artistas solo e, claro, nos programas de auditório como Cassino do Chacrinha, Clube do Bolinha e muitos outros. Tempos atrás, em conversa com o apresentador Rogério Vilela, do canal Inteligência Ltda, o cantor carioca Paulo Ricardo lembrou alguns momentos peculiares que viveu nos anos 80. Um deles foi quando o Cazuza, frontman do Barão Vermelho, ficou acanhado por uma mulher que comia repolho. “No começo dos anos 80 era incrível, havia muita gente, muita casa noturna e muita coisa acontecendo. O Madame Satã, por exemplo, foi lá a primeira vez que vi o Cazuza acanhado. E ele era cara todo extrovertido e tal. Mas lá no Madame Satãn tinha uma jaula onde uma mulher ficava comendo repolho. Ela ficava no alto e comendo repolho durante a noite toda”. O galã do rock nacional continuou: “De vez em quando ela também dava uns gritos e tal. Ela parecia aquelas mulheres de filmes de terror dos anos 1950, com roupas de onça. Era tipo a mulher de oito pés de altura. Era tipo a Monga. Era uma coisa assim”. Ricardo completou: “Que nem no programa do Chacrinha! Você vai num lugar em que o apresentador é um senhor de sessenta e poucos anos vestido de noiva, você não é muito louco. Esquece! Pega uma senha. Você pode ser o Cazuza ou o Lobão, mas não é muito louco. Você não é mais louco que o Chacrinha e você não é mais louco do que a Mulher Repolho”. Veja a entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Epica mergulha no mundo sci-fi no vídeo de Fight To Survive – The Overview Effect
O Epica mergulhou no mundo sci-fi no vídeo de Fight To Survive – The Overview Effect. A canção está no track listing do novo álbum Aspiral, o qual saiu nesta sexta-feira, dia 11 de abril de 2025, pela gravadora alemã Nuclear Blast. Cabe ressaltar que a obra está disponível em várias versões como CD, CD digipak, earbook, boxset, vinil preto, vinil colorido e digital (streaming e download). Aspiral teve a produção e mixagem de Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras do After Forever, Blind Guardian, Powerwolf, entre outros. O título do trabalho tem a inspiração em uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século XX e fundador do classicismo retorcido. No trabalho de Szukalski, cada detalhe traz mais do que se imagina à primeira vista. o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Track listing de Aspiral: 01. Cross The Divide02. Arcana03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII04. Obsidian Heart05. Fight to Survive – The Overview Effect06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII07. T.I.M.E.08. Apparition09. Eye Of The Storm10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX11. Aspiral Via: Rockbizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Ghost, Epica, Viper e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Ghost, Viper e Dark Angel, novo álbum do Epica, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Epica – AspiralBattle Beast – Circus of Doom (Live in Helsinki 2023) Via: WikiMetal

Traste lança single “MM’s”
A banda mineira de punk e hardcore Traste lançou nesta sexta-feira, 11, o single “MM’s”. A faixa está acompanhada de um videoclipe. Este é o primeiro single em promoção ao novo álbum Rastros, Resquícios e Outras Cositas Mas, com lançamento programado para julho pela Psywar Records. Traste comentou sobre o single: “A gente escolheu a M&M’s como primeiro single porque, embora seja uma música que tocamos ao vivo já há um tempão, ela saiu com um frescor diferenciado nessa gravação. De alguma forma ela remete a nossos tempos de moleque, ouvindo Planet Hemp e Dog eat Dog, uma mistura de hardcore com stoner, temperado por um som de saxofone, gravado por nosso amigo Eli Alves”. LEIA TAMBÉM: VIPER lança versão de “8 de Abril” no dia em que Pit Passarell faria 57 anos Via: WikiMetal

Ghost: gravadora não acreditava no potencial de “Mary on a Cross”
Em entrevista ao programa de rádio The Rock Hard Radio Show With Kim Rennie, Tobias Forge revelou que “Mary on a Cross”, single do Ghost, não foi recebido muito calorosamente por algumas pessoas em sua gravadora. A canção, que compõe o lado B do EP Seven Inches of Satanic Panic (2019), viralizou na rede social TikTok em 2022 e tornou-se a música mais tocada do Ghost no Spotify, com mais de 740.000.000 reproduções. O vocalista conta que, ao mostrar a composição em sua gravadora e pedir opiniões, recebeu comentários como “O que? É boa. Meu filho gosta.” e “ok, é uma canção boa, mas soa como um lado B. Não foi feita para…”. “Era como se fosse um ponto de interrogação”, Tobias completa. “Então eu disse: ‘não importa, é uma boa canção. Vou tocá-la ao vivo’. Começamos a tocar imediatamente, assim que foi lançada. Aí pensei: ‘uau, isso é incrível. Uma das melhores músicas que já escrevi é apenas um lado B. Tudo bem’. Alguns anos depois, ela se tornaria a maior canção da minha carreira. Isso chamou muita atenção dentro do mundo das gravadoras, que reagiram tipo ‘oh, nós não sabíamos’.”, Forge detalha. “O que isso me disse foi que não temos um plano – eu não tenho um plano – então não vou correr atrás disso. Vou escrever músicas – as melhores que já escrevi – e veremos o que acontece, porque não há um jeito claro de prever exatamente como isso vai se materializar em uma canção que valha alguma coisa do ponto de vista do sucesso.” “E senti que isso não é nem algo ruim, porque estou em uma ótima posição de qualquer maneira. Posso fazer um disco repleto de músicas que talvez sejam muito difíceis, ou talvez muito disso ou muito pouco daquilo, ou que apenas se encaixem tematicamente. Se for um sucesso, ele se mostrará, se materializará. Se não for, sem problema. Podemos tocar os outros sucessos também. Somos abençoados, por falta de uma palavra melhor e mais adequada, por podermos sair em turnê. Temos muitos fãs e muito apoio, de qualquer forma, e isso, para mim, realmente me aliviou um pouco do estresse, porque eu pensava: ‘Não vou correr atrás de outro grande sucesso.’”, finaliza. O novo álbum do Ghost, Skeletá, será lançado em 25 de abril, pela Loma Vista Recordings. “Lachryma”, segundo single do disco, foi lançado hoje, 11 de abril. LEIA TAMBÉM: Entrevista Ghost: Tobias Forge revela paixão por bandas brasileiras e quer vir ao Brasil em 2026 Via: WikiMetal

Quando Dave Mustaine foi expulso do Metallica: “Nós tínhamos um sonho juntos e tudo acabou”
Há 42 anos, em 11 de abril de 1983, Dave Mustaine era avisado sobre sua demissão do Metallica. A decisão partiu do líder da banda, o vocalista e guitarrista James Hetfield, e do baterista Lars Ulrich. A demissão foi devido ao comportamento de Mustaine, marcado por muitas brigas, desentendimentos e pelo uso excessivo de álcool do músico no período em que integrou o grupo, de 1981 a 1983. Na época, Mustaine foi substituído por Kirk Hammett. O documentário Some Kind of Monster (2001) mostra a rotina do Metallica durante as gravações do álbum St. Anger, mergulhando nos relacionamentos tóxicos dentro da banda para ilustrar uma jornada de autoconhecimento e cura. Focando nesse conceito, a produção contou com a participação de Dave Mustaine, momento em que o guitarrista se encontrou com Lars para desabafar, como em uma sessão de terapia, e contou que não lidava bem com a maneira que os colegas escolheram demiti-lo [no dia 11 de abril de 1983]: ele foi acordado repentinamente e avisado da decisão, sem chances de tentar se corrigir. Ulrich e Mustaine passaram várias horas discutindo suas dores, sempre supervisionados por Phil Towle, terapeuta do Metallica. Àquela ocasião foi a primeira chance que Mustaine teve de se libertar, desabafando com Lars: “Eu fui apagado de qualquer envolvimento [com o Metallica], as citações diziam que eu nunca deveria estar aqui, que eu era um bêbado. Todas as coisas horríveis que foram ditas, logo após que fui demitido”. Na longa conversa, Musteine se abriu sobre a demissão – após 18 anos do ocorrido: “A banda continuo tendo sucesso e nós nunca lindando com o jeito que fui demitido. Meu Deus cara, eu não… eu não tive outra chance. Nós tínhamos um sonho juntos. E aí, tudo acabou”. “É difícil, Lars. Tudo que você toca vira ouro e tudo que eu faço explode,” disse ele, explicando que ele acha que as pessoas gritam “Metallica” nas ruas para o provocar. “Você tem ideia do que eu passei?” continuou Mustaine. Veja abaixo um trecho da conversa: LEIA TAMBÉM: David Ellefson acha patética a lamentação de Dave Mustaine sobre o Metallica Via: WikiMetal

Iron Maiden: “Depois do primeiro show da nova tour, todo mundo vai saber as cagadas que fizemos”, brinca Adrian Smith
De acordo com o guitarrista Adrian Smith, o Iron Maiden está iniciando os preparativos da Run For Your Lives World Tour, que vai começar no dia 27 de maio em Budapest, Hungria. O giro será o primeiro com o novo baterista Simon Dawson, substituto de Nicko McBrain. “A nova turnê será ótima! Vamos ter um novo setlist, o que será ótimo”, disse Adrian durante entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk. “Estávamos fazendo a The Future Past Tour há quase três anos, então é hora de um setlist completamente novo”, explicou. “Acho que os fãs vão adorar”, garantiu. “Além disso, nós começaremos a ensaiar em algumas semanas. Nós estamos nos preparando para isso e para excursionar de novo. E mal posso esperar para cair na estrada, de verdade”, enfatizou Smith. O guitarrista finalizou: “Depois do primeiro show, vai estar tudo na internet! Todo mundo vai saber o setlist, todo mundo vai saber como é o show e todo mundo vai saber as cagadas que fizemos. É assim que as coisas são agora. Mas, sim, vai ser especial”. A Run For Your Lives Tour contemplará canções entre os álbuns Iron Maiden e Fear of the Dark, ou seja, o período mais querido pela maioria dos fãs da Donzela de Ferro. Via: Rockbizz

Nasi tira onda com a cara de Roger Moreira: “Tenho 50 shows até o final do ano; o Ultraje tem seis”
Nos últimos anos, as pessoas se dividiram por conta de posições políticas. Isso aconteceu dentro de família, colegas de trabalho e até mesmo na cena rock n’ roll. Os caras do Ira! e do Ultraje a Rigor, por exemplo, que antes eram amigos, não se falam mais e vivem trocando farpas pelas redes sociais e entrevistas. O novo episódio da peleja aconteceu recentemente, durante entrevista de Nasi à revista Billboard, na qual ele falou sobre a tentativa de boicote ao Ira! por parte dos apoiadores de Jair Bolsonaro. O cantor ressaltou que os shows cancelados foram em comum acordo com o contratante e que o Ira! saiu maior do que entrou nessa história. Nasi aproveitou a oportunidade e ainda tirou onda com a cara de Roger Moreira, líder do Ultraje. Ele falou: “O Ira! é uma banda progressista. Nós somos democráticos. Nós passamos pela ditadura. O que eu quis dizer é o seguinte: eu não quero ter público fascista. Agora, se o público fascista, de extrema-direita, quer consumir minha música, o que eu posso fazer? Posso fazer nada. Não é do meu agrado, sabe? Eu não quero. Tem outras bandas. Vão curtir Ultraje a Rigor. Eu tenho 50 shows até o final do ano. O Ultraje tem seis. Por que eles não vão encher o saco dos contratantes para contratar esses porras?” “Eu estou cansado de responder a pergunta ‘por que o rock ficou de direita’? Ficou de direita nada! Por causa de dois, três idiotas? A caravana vai passar, os cachorros vão latir. Mas serviu para mostrar que somos o Ira! e estamos envelhecendo com muita dignidade. Infelizmente, pessoas da minha idade não estão envelhecendo bem”, finalizou o músico. Via: Rockbizz