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“Cresci em um país comunista e não falava inglês”, lembra Zoltan Bathory (Five Finger Death Punch)
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08/06/2025

“Cresci em um país comunista e não falava inglês”, lembra Zoltan Bathory (Five Finger Death Punch)

O guitarrista e líder do Five Finger Death Punch, Zoltan Bathory, concedeu uma entrevista ao canal Loudwire Nights e lembrou brevemente como foi sua vida antes de se mudar da Hungria para os Estados Unidos. Ele também forneceu algumas informações sobre o seu começo de carreia na terra do Tio Sam. “Cresci em um país comunista e não falava inglês”, lembrou Zoltan. “Vim para os Estados Unidos com uma mala de roupas, mil dólares, não falava inglês e tinha uma Gibson Explorer”, destacou o músico. “Mas encarei! Eu era um recém chegado em um país estrangeiro”, complementou. “E pensar que todos aqueles pôsteres na minha parede e todos aqueles sonhos impossíveis se tornaram realidade”, celebrou. “Dave Mustaine! Eu era um grande fã do Megadeth. Fizemos umas quatro ou cinco turnês junto com eles. Todos esses caras eram meus heróis e agora são meus colegas. Isso é uma loucura”, finalizou Bathory. Zoltan criou o Five Finger Death Punch em 2005, que é uma banda muito bem-sucedida no território norte-americano. Em suas duas décadas de atividades, a banda possui nove registros de estúdio, sendo o mais recente AfterLife, que saiu em agosto de 2022. Best Of – Volume 1 Em meados de maio, o grupo lançou a coletânea Best Of – Volume 1 com as canções em versões atualizadas. Este trabalho é uma resposta a recente venda das gravações originais da banda por sua antiga gravadora, uma ação feita sem o conhecimento dos caras. Curta a nova versão de I Refuse conta com a participação da cantora Maria Brink, do In This Moment: Track listing de Best Of – Volume 1: 01. Under And Over It02. Wash It All Away03. Battle Born04. I Refuse (com Maria Brink – In This Moment)05. Jekyll And Hyde06. Wrong Side Of Heaven07. Lift Me Up08. Far From Home09. Bad Company10. House Of The Rising Sun11. Gone Away12. Remember Everything13. Coming Down14. The Bleeding15. Trouble (Ao vivo)16. Welcome To The Circus (Ao vivo)17. The Bleeding (Ao vivo) Via: Rockbizz

Jared Leto é acusado de má conduta sexual por várias mulheres
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08/06/2025

Jared Leto é acusado de má conduta sexual por várias mulheres

Jared Leto, ator e vocalista do Thirty Seconds To Mars, foi acusado de má conduta sexual por várias mulheres (algumas afirmaram ser menores de idade quando começaram a conversar com ele). Representantes de Leto negaram as acusações. Em uma reportagem publicada pelo Air Mail (via NME) na sexta-feira (6 de junho), nove mulheres acusaram o artista de comportamento inapropriado. As alegações remontam ao início dos anos 2000, com uma mulher afirmando ser “um segredo aberto” que ele enviou mensagens de texto com comentários sexuais para modelos adolescentes. As acusações contra o cantor do Thirty Seconds To Mars surgiram no mês passado, quando a DJ Allie Teilz compartilhou uma publicação de 2012 no Facebook em seu stories do Instagram. “Você não está realmente em Los Angeles até que Jared Leto tente se impor nos bastidores… De kilt… E chapéu de neve. Fui agredida e traumatizada por esse cara quando tinha 17 anos”, escreveu ela. “Ele sabia da minha idade e não se importou. O que ele fez foi predatório, aterrorizante e inaceitável”, acrescentou. Um representante de Leto “negou expressamente” as múltiplas acusações relatadas na denúncia do Air Mail – incluindo a de Teilz –, afirmando que as alegações eram “comprovadamente falsas”. Via: Rockbizz

Andre Matos: Saiba como o Maestro do Rock escreveu a faixa “Lisbon”
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08/06/2025

Andre Matos: Saiba como o Maestro do Rock escreveu a faixa “Lisbon”

Neste 08 de junho completam-se 6 anos desde a morte do saudoso Andre Matos. O artista foi um cantor, compositor, maestro, produtor e pianista brasileiro, mais conhecido por sua participação como vocalista de bandas como o Viper, Angra e Shaman. O impacto de Andre no metal foi tão grande que o levou a fazer diversas colaborações com bandas como Avantasia, Soulspell e Dr. Sin, e teve a sua voz elogiada pelo lendário vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson. Para relembrar o legado que o maior vocalista do metal brasileiro nos deixou, resgatamos um vídeo gravado por um fã em um workshop onde Andre explicou a origem da icônica faixa “Lisbon”. Origem do nome “Lisbon” Segundo Andre Matos, a ideia veio de um “despertador que era muito chato”. Ele tocava a mesma nota duas vezes, fazia uma breve pausa e voltava a tocá-la, nesse loop. Após terminar, repetia o processo mas com três notas e, por fim, “o bichinho disparava”, tocando incessantemente. Foi daí que o vocalista tirou a famosa linha de teclado inconfundível da música. Andre diz que o som que saiu da sua ideia é todo “quebrado” e numa “escala esquisita”. Ele se baseou nos modos gregos, que “são os predecessores das escalas que a gente conhece hoje em dia: a maior, menor, etc”. O vocalista afirma que “o tema estava em Frígio” e que o fez lembrar de música portuguesa, daí o nome da faixa “Lisbon”. Ele explica que o motivo que lhe fez lembrar da música portuguesa foi o fato de que a mesma possui fortíssimas influências árabes, que usam os mesmos modos gregos. Gravação da faixa Quando questionado por uma pessoa da plateia quanto ao tempo da música, André relembra uma história curiosa sobre a gravação da mesma: “Isso me deu uma confusão na hora de gravar, cara… Porque a gente tava todo no esquema ‘Hollywoodiano’ para gravar essa música.” De acordo com Matos, eles se juntaram à Orquestra Sinfônica de Londres, no Abbey Road Studios, na Inglaterra. “Eu escrevi um arranjo e tal, e daí o cara fez uma revisão do arranjo para transcrever pros instrumentos e tudo, e esse cara não achou que fosse quebrado o compasso.” O que foi passado para os músicos da orquestra foi, então, a revisão errada do arranjo de Andre. Tudo se resolveu, porém, após o vocalista ter ajudado a resolver o problema. Ele também explica um pouco de seu processo criativo, depois de lhe perguntarem se ele “pensa primeiro na melodia e não na letra”. “Usualmente, sim”, responde. “Talvez pelo fato de eu ter começado a minha carreira, teoricamente, tocando piano, com 10 anos de idade.” De acordo com o artista, “cantar foi um acidente.” Confira o vídeo completo: Relembrando o legado de Andre Matos Andre Matos começou os estudos musicais aos sete anos com aulas de piano. Aos 14, entrou para sua primeira banda, o Viper, onde gravou a demo The Killera Sword, em 1985, e os álbuns Soldiers of Sunrise, em 1987, e Theatre of Fate, em 1989. Após o lançamento de Theatre of Fate. Andre decide deixar o Viper, pois não conseguiria conciliar a banda com seus estudos na faculdade. Matos graduou-se bacharel em Regência Orquestral e Composição Musical. Na faculdade, Andre Matos conheceu Rafael Bittencourt e com ele teve a ideia de começar uma nova banda onde pudessem mesclar o heavy metal com a música erudita, o que mais tarde resultaria na criação do Angra. Com a banda, Matos consagrou-se um dos principais vocalistas do power metal. Andre Matos faleceu aos 47 anos no dia 08 de junho de 2019, vítima de uma parada cardíaca. LEIA TAMBÉM: VIPER relembra convite feito a Andre Matos para integrar a banda há 40 anos Via: WikiMetal

Mikkey Dee quer reavivar o hard rock setentista no Scorpions: “Meu objetivo”
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08/06/2025

Mikkey Dee quer reavivar o hard rock setentista no Scorpions: “Meu objetivo”

Alguns dias atrás, o baterista sueco Mikkey Dee (ex-Motörhead) concedeu uma pequena entrevista ao canal SonorDrumTube na qual comentou que o seu objetivo é reavivar o hard rock setentista no Scorpions. Vale lembrar que na década de 1970, o grupo alemão colocou no mercado trabalhos como Virgin Killer (1976), Taken by Force (1977) e Lovedrive (1979), que são mais diretos e ácidos do que os discos que saíram nos anos 80, por exemplo. Portanto, para os fãs mais saudosistas que sempre sonharam por uma volta as raízes, a pretensão de Mikkey é uma ótima notícia. Dee disse: “Bem, não é fácil entrar em bandas grandes e já estabelecidas. Com os Scorpions, aqui estão caras que tocam juntos há 60 anos. Eu entrei quando eles fizeram 50 anos de estrada. No entanto, eu me questiono em como posso entrar em uma banda para ajudá-los a melhorar sem destruir o que eles já fazem? Não posso chegar determinando nada”. “Eles sabem como querem soar”, continuou. “Cabe a mim me adaptar! E ao mesmo tempo em que me adapto a eles, eles têm que se adaptar a mim, porque estou trazendo uma outra sensação às músicas”. “Minha ideia com o Scorpions é trazer firmeza e peso”, explicou Dee. “Vamos trazer o Scorpions de volta ao final dos anos 70, quando havia uma felicidade em que todos tocavam no palco, sorriam uns para os outros e se divertiam”. O baterista finalizou: “Tenho que ser o porto seguro lá atrás. Eles precisam saber que, se fizerem algo errado ou fizerem alguma besteira, eu estou segurando a onda, ou seja, não estou fazendo besteira. E você tem que ganhar a confiança deles e mostrar repetidamente que você é quem diz ser”. Eis a fala de Mikkey Dee no player a seguir: Via: Rockbizz

Michael Anthony lamenta que o Van Halen tenha acabado com choradeira
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07/06/2025

Michael Anthony lamenta que o Van Halen tenha acabado com choradeira

Michael Anthony afirmou que só tem um arrependimento na carreira. Em entrevista para o Get on the Bus, o baixista lamentou que o Van Halen tenha acabado com choradeira. “O único arrependimento que tenho é como as coisas, infelizmente, acabaram para o Van Halen”, disse ele. “Deveria ter acabado com um estrondo que abalou o mundo, mas foi mais como uma choradeira, a forma como tudo terminou”. Anthony admitiu que, quando o Van Halen estava no auge, era como “viver um sonho, um conto de fadas”. Apesar disso, as divergências entre os membros da banda criaram um ambiente tenso, principalmente com o passar dos anos. “Infelizmente, Eddie [Van Halen] e eu nunca [fizemos as pazes]”, explicou Anthony, “tivemos alguns problemas e tenho certeza de que, se ele não tivesse falecido naquele momento, teríamos nos reconciliado ou teríamos realmente acalmado tudo, porque eu ouvi, e conversei com Wolfgang [filho de Eddie] sobre isso e eles estavam planejando organizar uma grande turnê de reunião com todos nós”. Anthony, o baixista mais antigo do Van Halen, deixou a banda em 2006. O músico observou que não teve a chance de falar com o guitarrista Eddie Van Halen antes de sua morte em 2020. “E naquele momento da vida do Ed, acho que ele estava tipo: ‘Ei, o passado é passado. Águas passadas’”, disse ele. “Mas, infelizmente, não era para ser”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Golpe de Estado encerrará as atividades com show em São Paulo
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07/06/2025

Golpe de Estado encerrará as atividades com show em São Paulo

A banda Golpe de Estado anunciou que encerrará as atividades após 40 anos de carreira. Com oito álbuns de estúdio e dois álbuns ao vivo, João Luis (vocal), Marcelo Schevano (guitarra), Fabio Cezar (baixo) e Roby Pontes (bateria) decidiram encerrar a banda de forma digna e dar aos fãs os últimos shows que acontecerão até dezembro deste ano. O último já está marcado, dia 21/12 no Carioca Clube, São Paulo, com participação de ex-integrantes da banda. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos pelo site da Clube do Ingresso. Confira o comunicado da banda: “O Último Golpe No final da década de 80 e início dos anos 90, uma banda se destacava na cena nacional e despertava uma grande admiração, não só de nos 4, mas de praticamente toda uma geração de rockeiros brasileiros que viveram para ver o grande Golpe de Estado. O Golpe, para nós, significava amor, liberdade e ousadia. Ter a experiência de ver Catalau, Nelson, Hélcio e Zinner no mesmo palco era uma aula. E a vida nos deu de presente a grande honra de poder conhece-los e conviver com eles tão de perto, tanto como músicos quanto amigos. Em 2009, Nelson e Hélcio convidavam Roby Pontes para se juntar a eles e gravar o grande álbum chamado Direto do Fronte. Foram anos de muito trabalho até que, em 2014, a vida nos pregou um ‘golpe’, que deixou não só a nós, mas a cena musical abalada: perdíamos Hélcio Aguirra. No ano seguinte, quando a banda completou 30 anos, Nelson resolveu comemorar esse marco, tendo Rogério Fernandes nos vocais, juntamente com Marcelo Schevano nas guitarras e o remanescente Roby Pontes na bateria. Os shows estavam acontecendo acima do esperado e, um ano depois, Rogério decidiu sair e dar lugar a João Luis. Foram centenas de shows, um álbum ao vivo e um de estúdio, Caosmópolis. Em 2024 tudo estava sendo preparado para o lançamento de mais um álbum ao vivo já gravado em comemoração aos 40 anos. Todavia, o baque aí foi grande demais: falecia inesperadamente Nelson Brito, fundador do Golpe de Estado e o verdadeiro motivo de estarmos aqui até hoje. Mesmo com as palavras dele no hospital dizendo ‘continuem, vocês também são o Golpe’, foi uma pancada terrível, irrecuperável. Fizemos shows em sua homenagem, e ao Hélcio, tentamos prolongar até termos o álbum e fazer uma turnê de 40 anos, porém, chegamos até onde deu. O Golpe não existirá mais. Seu legado construído nesses 40 anos de existência será eterno. Sim, assim como Nelson nos pediu, lançaremos o álbum ao vivo e o último registro dele no palco. Foi uma grande festa com a participação de Catalau e outros convidados, e não podia ser deixado de lado. Para encerrar, teremos ainda alguns shows, poucos é verdade, e também aquele que será o último e já marcado: dia 21/12 no Carioca Club em São Paulo, contando com participações de ex-integrantes. Será uma grande celebração a história do Golpe cuja memória jamais será apagada. João Luis, Marcelo Schevano, Fabio Cezar e Roby Pontes.” SERVIÇO: Show de despedida do Golpe de EstadoParticipação de ex-integrantes da bandaData: 21 de dezembro de 2025Horário: 18:00Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde 2899- Pinheiros – São Paulo)Ingressos: www.clubedoingresso.com Via: Rockbizz

Sabaton divulga novo single e videoclipe de “Hordes Of Khan”
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07/06/2025

Sabaton divulga novo single e videoclipe de “Hordes Of Khan”

Sabaton divulga novo single e videoclipe cinematográfico de “Hordes Of Khan”, segunda música do décimo primeiro álbum, a ser lançado ainda em 2025. Produção tem visão futurista de uma fã vivendo em 2045, e tocando em uma banda de heavy metal. Joakim Brodén, vocalista da banda, falou a respeito da história por trás da inspiração (via Blabbermouth): “A música acabou tendo muito mais profundidade do que esperávamos. Genghis Khan não foi apenas um conquistador; ele foi uma figura complexa que deixou um legado enorme. Ele construiu o maior império contíguo da história, que se estendeu muito além da Mongólia, e sua influência só cresceu após sua morte.” O cantor completa dizendo que não teria um tema mais adequado para o novo caminho que o Sabaton está tomando. Na visão dele, o single é forte ao mesmo tempo que pesado. “Sabemos que nossos fãs anseiam por música pesada e estamos ansiosos para ver como eles reagirão a esta. Tomara que seja uma faixa que eles vão ouvir sem parar!” O baixista Pär Sundström declarou que Joakim queria compor “uma música de heavy metal de verdade” e sabe que os fãs queriam uma composição desde que fosse pura ao estilo. “É isso que ‘Hordes Of Khan’ é, e quando você a ouve e fecha os olhos, consegue imaginar Genghis Khan em seu cavalo, galopando para a batalha. Joakim compôs a música e eu, na verdade, escrevi a letra para esta”. Sundström confessa que foi uma das músicas mais difíceis que já compôs, porém, está muito contente. “No geral, estou muito feliz com o resultado, especialmente porque Joakim disse que partes da letra estão entre as melhores do SABATON até hoje.” Confira o vídeo de “Hordes of Khan” no link abaixo: Sabaton divulga “Hordes Of Khan” O vídeo feito em estilo cinematográfico se passa no ano de 2045 e foi filmado em dois locais de Londres; o Museu de História Natural e na Harrow School. A personagem é uma jovem que integra uma banda de heavy metal e é fã do Sabaton. Com o fim das guerras acontecendo milagrosamente em 2039, a garota não tem a oportunidade de ver a banda tocar ao vivo, agora o mundo vive em paz e combates são coisas arcaicas, assim como o Sabaton. A menina um dia ouve falar que haverá uma exposição no museu sobre a banda. Juntamente com seu grupo, acessam ardilosamente o local e são recebidos por um holograma que conta a história dos instrumentos dos integrantes. Contudo, eles ignoram a explicação, pegam os instrumentos e começam a tocar. Assim que a música começa, Genghis Khan ganha vida, além de mais cinco soltados interpretados pelos membros do Sabaton. Enfim, o objetivo é impedir que Genghis fuja do museu e governe o mundo. LEIA TAMBÉM: Sabaton revela cenas de bastidores do épico videoclipe “Templars” Via: WikiMetal

‘City of Evil’: A virada monumental do Avenged Sevenfold que redefiniu o metal moderno
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07/06/2025

‘City of Evil’: A virada monumental do Avenged Sevenfold que redefiniu o metal moderno

O Avenged Sevenfold celebra neste sábado, 07, o aniversário de um marco em sua carreira: o lançamento de City of Evil. Lançado em 07 de junho de 2005, o terceiro álbum de estúdio da banda californiana não foi apenas mais um disco, mas um divisor de águas que abandonou as raízes metalcore do grupo e abraçou um som mais clássico e ambicioso, catapultando M. Shadows, Synyster Gates, Zacky Vengeance, Johnny Christ e o saudoso The Rev para o estrelato global. Deixando o metalcore para trás: A nova sonoridade No início dos anos 2000, o Avenged Sevenfold era uma força crescente na cena metalcore de Orange County, Califórnia, com álbuns como Sounding the Seventh Trumpet (2001) e Waking the Fallen (2003). No entanto, a banda sentia que o gênero tinha um teto. “Sabíamos que queríamos escrever um disco que fosse mais acessível do que os que tínhamos feito antes”, revelou M. Shadows em entrevista à Loudwire. “Mudamos porque queríamos tocar o tipo de música que gostávamos, mas fomos inteligentes o suficiente para querer ser audíveis para mais pessoas. Sabíamos que o metalcore tinha um limite.” Essa decisão consciente levou a uma transformação sonora radical em City of Evil. Os gritos guturais que marcaram os primeiros trabalhos deram lugar a vocais predominantemente limpos e melódicos. Para isso, M. Shadows passou meses treinando com o renomado coach vocal Ron Anderson (que trabalhou com Axl Rose e Chris Cornell), buscando um timbre que tivesse “garra”, mas ainda mantivesse o tom. O resultado foi uma performance vocal mais versátil e potente, capaz de transitar entre baladas emocionantes e rugidos controlados. A mudança não se limitou aos vocais. As guitarras de Synyster Gates e Zacky Vengeance assumiram um protagonismo ainda maior, com solos e harmonias complexas que remetiam diretamente às suas influências de heavy metal clássico, como Iron Maiden, Metallica e Guns N’ Roses. “Bandas não tocavam nesse formato clássico de guitarra solo há muito tempo, então as pessoas estão abraçando isso quando fazemos, porque soa diferente para elas”, comentou Gates na época. O baterista The Rev também elevou seu jogo, praticando incansavelmente para aumentar sua resistência e velocidade nos pedais, chegando a atingir 210 batidas por minuto, como registrado pela Last.fm. Essa combinação de vocais melódicos, guitarras virtuosas e uma seção rítmica poderosa definiu a nova identidade sonora do Avenged Sevenfold. Produção e recepção: O nascimento de um clássico moderno A produção de City of Evil ficou a cargo de Andrew Murdock (conhecido por trabalhos com Godsmack e Eighteen Visions), que já havia trabalhado com a banda em Waking the Fallen. Gravado em 2005, o álbum foi lançado pela Warner Records, marcando a estreia da banda em uma major label. A mudança de gravadora e a nova direção musical geraram expectativas, mas também ceticismo. Contrariando parte da base de fãs original do metalcore, City of Evil foi um sucesso estrondoso. O álbum estreou na 30ª posição da Billboard 200 e, impulsionado por singles poderosos como “Bat Country”, “Beast and the Harlot” e a balada “Seize the Day”, conquistou a certificação de platina pela RIAA em agosto de 2009. “Bat Country”, em particular, tornou-se um hino, alcançando o status de single de ouro e ganhando forte rotação na MTV com seu videoclipe inspirado no filme “Medo e Delírio em Las Vegas”. Até hoje, City of Evil vendeu mais de 2,5 milhões de cópias mundialmente, consolidando-se como o álbum mais vendido da discografia do Avenged Sevenfold até meados da década de 2010, segundo dados da Last.fm. O sucesso comercial provou que a aposta da banda em um som mais melódico e técnico havia sido acertada. Legado e reconhecimento: Um álbum essencial O impacto de City of Evil transcendeu as paradas de sucesso. O álbum não apenas solidificou o Avenged Sevenfold como uma das maiores bandas de metal do século XXI, mas também revitalizou o interesse por elementos do heavy metal clássico, como solos de guitarra elaborados e vocais melódicos, em uma época dominada pelo nu metal e metalcore. O reconhecimento da crítica e da indústria veio em forma de inclusões em listas de prestígio. A revista Guitar World classificou City of Evil como o 63º maior álbum de guitarra de todos os tempos. A Kerrang! o incluiu em suas listas “666 Álbuns Que Você Deve Ouvir Antes de Morrer” e “50 Álbuns Que Você Precisa Ouvir Antes de Morrer”, além de ranqueá-lo na 35ª posição entre os “50 Maiores Álbuns de Metal de Todos os Tempos” em 2016. A Rolling Stone também o listou entre os 100 maiores álbuns de metal da história. City of Evil representou a coragem de uma banda em evoluir e seguir suas próprias convicções artísticas, mesmo que isso significasse alienar parte de seu público inicial. O resultado foi um álbum atemporal, repleto de hinos que continuam a ecoar em shows e playlists de fãs de metal ao redor do mundo, provando que a aposta ousada do Avenged Sevenfold valeu a pena e deixou um legado indelével na história do rock. LEIA TAMBÉM: Virada Metal 2025: A força da cena underground brasileira em um só palco | Wikimetal Via: WikiMetal

Novo filme de Roger Waters estreia em julho
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06/06/2025

Novo filme de Roger Waters estreia em julho

O lendário Roger Waters, cofundador do Pink Floyd, anunciou o lançamento do filme This Is Not A Drill – Live From Prague, uma superprodução que registra sua turnê de despedida em altíssima definição. Roger Waters gravou o longa durante o show no O2 Arena, na República Tcheca, em 25 de maio de 2023. A exibição nos cinemas de todo o mundo começa em 23 de julho, com ingressos à venda a partir de 12 de junho. De acordo com o site Louder Sound, O setlist do filme reúne 20 músicas emblemáticas do Pink Floyd e da carreira solo de Waters. Entre os destaques estão “Us & Them”, “Comfortably Numb”, “Is This The Life We Really Want?”, “Wish You Were Here”, cujo trecho ao vivo já foi divulgado, e a inédita “The Bar”. Crítica à distopia corporativa é tema central da turnê de Roger Waters Apresentada como a “primeira turnê de despedida” de Waters, “This Is Not A Drill” é mais do que uma celebração musical: É uma performance com forte carga política. Assim, o artista a descreve como um ataque à distopia corporativa moderna e um grito de resistência pela alma da humanidade. Com sua irreverência habitual, Waters provoca: “O que você quer? Uma citação? Tá bom… ISSO NÃO É UM TREINAMENTO!” A Legacy Recordings (Sony Music) vai lançar a trilha sonora oficial no dia 1º de agosto para completar a experiência. Portanto, o material estará disponível em diversos formatos: box com 4 LPs, 2 CDs, Blu-ray, DVD e áudio digital. Você pode conferir a performance de “Wish You Were Here” abaixo: LEIA TAMBÉM: Roger Waters diz para eleitorado americano não votar em Kamala Harris ou Donald Trump Via: WikiMetal

Bush lança videoclipe de “The Land Of Milk And Honey”
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06/06/2025

Bush lança videoclipe de “The Land Of Milk And Honey”

Bush lançou nesta sexta-feira,6, o videoclipe do novo single “The Land Of Milk And Honey”. A faixa faz parte do novo álbum da banda indicada ao Grammys, I Beat Loneliness, com lançamento previsto para 18 de julho pela earMUSIC. Produzida pelo vocalista Gavin Rossdale e pelo produtor Erik Ron (Panic! at the Disco e Motionless In White), a faixa é um hino desafiador de resistência pessoal e política, conforme afirmou Gavin em nota à imprensa: “É uma viagem alucinante ao coração do novo disco, I Beat Loneliness . Foi criado para ser tocado alto — para libertar e elevar. Esse é o espírito por trás dele.” Gavin Rossdale, também comentou sobre o 10º álbum de estúdio do Bush: “O que eu sinto sobre este disco é que ele aborda as lutas comuns que todos nós temos. ‘60 Ways To Forget People‘ é uma ode ao sacrifício e uma dedicação ao foco necessário para ser melhor. O tempo todo e em todas as coisas.” LEIA TAMBÉM: Bush celebra 30 anos de carreira em apresentação no Lollapalooza Brasil 2025 Via: WikiMetal

Damiano David comenta críticas ao Måneskin
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06/06/2025

Damiano David comenta críticas ao Måneskin

O Måneskin começou tocando nas ruas de Roma, ganhou projeção nacional ao se destacar no X Factor e conquistou o mundo após vencer o Eurovision 2021. A partir daí, a banda italiana se firmou como um dos nomes mais fortes do rock contemporâneo, e, ao mesmo tempo, passou a ser alvo de muitas críticas. Damiano David, vocalista do grupo, acredita que essas críticas surgiram junto com a ascensão meteórica da banda. Para ele, o verdadeiro incômodo nunca foi a nacionalidade italiana, mas sim o caminho que trilharam até o sucesso. Do X Factor à consagração global Durante entrevista ao podcast Lipps Service (com transcrição via Rádio Rock), Damiano comentou que o rótulo de “banda de reality show” foi o que mais alimentou a rejeição inicial. “Não acho que nos odiaram por sermos italianos. Isso até ajudou. Mas por termos feito o X Factor e o Eurovision, muitos nos julgaram como produtos de televisão. Isso gerou preconceito”, afirmou. O vocalista deixou claro, no entanto, que não se arrepende da trajetória. Para ele, os programas foram ferramentas úteis, não uma prisão artística. Mesmo com a resistência de parte do público e da crítica, o Måneskin seguiu rompendo barreiras. A banda gravou álbuns de sucesso, fez turnês mundiais e lotou arenas, provando que não se tratava de uma febre passageira. Damiano acredita que o grupo soube transformar exposição em base de fãs e consistência artística: “Sempre enxergamos essas plataformas como um trampolim, não como um fim em si.” Carreira solo de Damiano David ganha força com novo álbum Enquanto o Måneskin mantém sua posição entre os grandes nomes do rock atual, Damiano David também investe em sua carreira solo. O cantor lançou recentemente o álbum FUNNY little FEARS, aclamado por público e crítica. O disco marca uma nova fase criativa para Damiano, que mostra maturidade artística sem abandonar a energia que conquistou fãs ao redor do mundo. LEIA TAMBÉM: Damiano David, vocalista do Måneskin, anuncia carreira solo com single Via: WikiMetal

Airbourne mostra a atitude rebelde do rock com o novo som Gutsy
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06/06/2025

Airbourne mostra a atitude rebelde do rock com o novo som Gutsy

O Airbourne mostrou a atitude rebelde do rock com o novo som Gutsy. A faixa, que é o primeiro registro do grupo australiano em seis anos, teve a produção do veterano Brian Howes, profissional que já trabalhou com os caras em Black Dog Barking, de 2013. O single ainda teve a engenharia de som de som de Mike Fraser (AC/DC, Aerosmith, Rush, Metallica) e a mixagem de Zakk Cervini (Bring Me The Horizon e Architects). Sobre a faixa, o vocalista e guitarrista Joel O’Keeffe disse: “Quando as probabilidades estão contra você e a batalha que você está lutando parece impossível de vencer. Quando os abutres estão circulando e a última chance já fechou firmemente suas portas. Quando seu avião está atingindo a pista com um único motor, e esse motor está pegando fogo. Quando as coisas que você considera preciosas, as coisas que o definem, estão sendo testadas a cada passo, então as escolhas disponíveis se tornam muito mais claras, pois são desistir ou lutar, pedir ajuda ou clamar por glória ou desistir ou ser corajoso”. Curta Gutsy no tocador logo abaixo: Além de Joel O’Keeffe, o Airbourne possui em sua formação Ryan O’Keeffe (bateria), Justin Street (baixo) e Brett Tyrrell (guitarra). Via: Rockbizz

Glenn Hughes anuncia ‘Chosen’, novo álbum solo e lança faixa-título
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06/06/2025

Glenn Hughes anuncia ‘Chosen’, novo álbum solo e lança faixa-título

O icônico vocalista e baixista Glenn Hughes, conhecido por sua voz inconfundível e sua passagem por bandas lendárias como Deep Purple e Black Sabbath, está de volta com um novo álbum solo. Intitulado Chosen, o aguardado trabalho será lançado em 5 de setembro de 2025 pela Frontiers Music Srl, marcando o primeiro disco solo do artista em nove anos, desde Resonate (2016). Para celebrar o anúncio, Hughes já disponibilizou a faixa-título, “Chosen”, acompanhada de um videoclipe que promete cativar os fãs. Este lançamento não é apenas um retorno, mas uma declaração de um dos maiores nomes do rock, que continua a explorar novas profundidades musicais e líricas. Uma jornada de alma e Hard Rock Chosen promete ser um álbum que reflete a alma e a experiência de vida de Glenn Hughes. O próprio artista descreve o processo de composição como “profundamente pessoal”, revelando que só escreve e grava quando tem algo significativo a dizer. “Ao escrever Chosen, voltei à minha prancheta de vida, escrevendo sobre a condição humana, amor, esperança, fé e aceitação”, afirma Hughes. Ele enfatiza que o álbum é um “alimento para a alma”, uma expressão de gratidão e a crença de que “a música é a cura”. Este novo trabalho apresenta Glenn Hughes em sua forma mais “hard rockin’”, um disco explosivo que o mostra em seu auge, tanto em termos de composição quanto de produção. A sonoridade de “Chosen” é um testemunho da capacidade de Hughes de mesclar elementos de hard rock com sua assinatura de soul e funk, características que o tornaram conhecido como “a voz do rock” e o “cantor favorito de Stevie Wonder” entre os vocalistas brancos. Legado e colaborações notáveis Nascido em Cannock, Inglaterra, Glenn Hughes absorveu diversas influências musicais desde cedo, do hard rock britânico inicial e The Beatles ao soul e R&B americanos de Motown e Stax/Volt. Sua carreira é um testamento de sua versatilidade e talento. Ele alcançou o sucesso nos anos 70 com a banda Trapeze antes de se juntar ao Deep Purple em 1973, em uma formação que também incluía David Coverdale. Juntos, eles revitalizaram o som da banda com álbuns clássicos como Burn (1974), Stormbringer e Come Taste The Band. Desde 1992, Hughes tem mantido uma prolífica carreira solo, explorando diferentes facetas de sua composição, do hard rock ao funk e sons mais contemporâneos. Ele colaborou com uma lista impressionante de músicos, incluindo Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Dave Navarro, John Frusciante, Gary Moore, John Norum (Europe) e Tony Iommi (Black Sabbath). Além disso, participou de projetos aclamados como California Breed, Black Country Communion e The Dead Daisies. Recentemente, Hughes tem se mantido ativo em diversas colaborações. Ele participou do novo single de Robbie Williams, “Rocket”, lançado em maio, que também conta com a participação de Tony Iommi – marcando a primeira vez que Hughes e Iommi colaboram em um disco desde Fused (2005). Ele também contribuiu com vocais e composição para o novo single “I Wanna Play My Guitar”, da nova colaboração SATCHVAI, formada pelos lendários guitarristas Joe Satriani e Steve Vai. Glenn Hughes no Brasil Para a alegria dos fãs brasileiros, Glenn Hughes embarcará na turnê The Chosen Years em 2025, com datas confirmadas na Europa e América do Sul. O Brasil terá o privilégio de receber o artista em cinco cidades: 11 de novembro – Porto Alegre, Opinião – Bilheto13 de novembro – Belo Horizonte, Mister Rock – DD Tickets14 de novembro – Rio De Janeiro, Circo Voador – Viagogo16 de novembro – São Paulo, Vip Station – DD Tickets18 de novembro – Curitiba, Tork n’ Roll – Bilheto A turnê terá início em 2 de setembro em Zoetermeer, Holanda, e se encerrará em 29 de novembro em Bogotá, Colômbia. Os fãs terão a oportunidade de presenciar a energia de Glenn Hughes ao vivo, celebrando sua nova fase e seu legado duradouro no rock. Glenn Hughes – Chosen 1.Voice In My Head2.My Alibi3.Chosen4.Heal5.In The Golden6.The Lost Parade7.Hot Damn Thing8.Black Cat Moan9.Come And Go10.Into The FadeLEIA TAMBÉM: Punk no Park 2025: O festival celebra cena punk e heavy de Belo Horizonte Via: WikiMetal

Rush vai lançar box de vinil que cobrirá sua discografia entre 2002 e 2012
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06/06/2025

Rush vai lançar box de vinil que cobrirá sua discografia entre 2002 e 2012

O Rush vai lançar um box de vinil que cobrirá sua discografia entre 2002 e 2012. Sendo assim, o produto, que chegará ao mercado pela Atlantic Records, vai contemplar os discos Vapor Trails (2002), Feedback (2004), Snakes & Arrows (2007) e Clockwork Angels (2012). The Albums: 2002-2012, que será um box limitado em sete mil unidades, estará disponível ao valor de US $149.98 – aproximadamente R$834,72 na cotação atual da moeda estrangeira. O trabalho sairá no dia 20 de junho, porém, a pré-venda já está acontecendo na loja oficial do trio canandense. Track listing de The Albums: 2002-2012: Vapor Trails Lado A1. One Little Victory2. Ceiling Unlimited3. Ghost Rider Lado B1. Peaceable Kingdom2. The Stars Look Down3. How It Is4. Vapor Trail Lado C1. Secret Touch2. Earthshine3. Sweet MiracleSide D1. Nocturne2. Freeze – Part IV Of Fear3. Out Of The Cradle Feedback Lado A1. Summertime Blues2. Heart Full Of Soul3. For What Its Worth Lado B1. Mr. Soul2. Seven And Seven Is3. Shapes Of Things4. Crossroads Snakes & Arrows Lado A1. Far Cry2. Armor And Sword3. Working Them Angels Lado B1. Larger Bowl2. Spindrift3. Monkey Business Lado C1. The Way The Wind Blows2. Hope3. Faithless Lado D1. Bravest Face2. Good News First3. Malignant Narcissism4. Hold On Clockwork Angels Lado A1. Caravan2. BU2B3. Clockwork Angels Lado B1. The Anarchist2. Carnies3. Halo Effect Lado C1. Seven Cities Of Gold2. The Wreckers3. Headlong Flight Lado D1. BU2B22. Wish Them Well3. The Garden Via: Rockbizz

Roy Z alfineta Bruce Dickinson e gera polêmica nas redes
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06/06/2025

Roy Z alfineta Bruce Dickinson e gera polêmica nas redes

Na última quarta-feira, 4, Roy Z, Produtor de longa data de Bruce Dickinson, compartilhou em seu perfil pessoal no Facebook a faixa “Shadow Of The Gods”, presente no novo álbum solo de Bruce. A legenda chamou atenção dos fãs: “Eu originalmente escrevi esta música para Rob Halford”. De acordo com o portal Mundo Metal, muitos fãs interpretaram a declaração como uma provocação direta. Assim, sugerindo que Roy não compôs a música pensando em Bruce e até demonstrando desdém pelo atual projeto do cantor.”. Esposa de Bruce Dickinson responde com tom afiado no Instagram A publicação de Roy Z não passou despercebida. A esposa de Bruce respondeu de forma direta no Instagram, ao repostar a publicação com a seguinte frase: “Bem! Agora você pode escrever todas as suas músicas para ele… se ainda for capaz…” A resposta rapidamente viralizou entre fãs do Iron Maiden e seguidores do vocalista, reacendendo debates sobre a relação entre Bruce e seu antigo parceiro de criação. Mesmo com a repercussão da troca de farpas, Bruce segue promovendo The Mandrake Project com nova formação ao vivo e já planeja a gravação de um próximo disco. A saída de Roy Z da turnê e o recente episódio nas redes sugerem que a parceria pode ter chegado ao fim. Para os fãs, resta o legado de uma colaboração que rendeu alguns dos melhores momentos da carreira solo de Bruce. E agora, talvez, um dos desentendimentos mais públicos de sua trajetória artística. Roy Z apagou a publicação, mas ainda há prints circulando pela internet: LEIA TAMBÉM: A música do Iron Maiden que Bruce Dickinson deixará de cantar em respeito a Paul Di’Anno Via: WikiMetal

Helloween revela a capa do novo álbum Giants & Monsters
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06/06/2025

Helloween revela a capa do novo álbum Giants & Monsters

O Helloween revelou a capa do novo álbum Giants & Monsters, que chegará ao mercado no dia 29 de agosto pela Reigning Phoenix Music (RPM). A arte foi feita pelo artista alemão Eliran Kantor, profissional que fez a capa do álbum Helloween, de junho de 2021. Sobre a arte, Eliran disse: “Com a capa do álbum anterior dando destaque ao Guardião, eu queria que esta permitisse que Jack O’ recebesse o foco. Com letras inspiradoras sobre o potencial positivo interior da humanidade, Jack O’ manifesta uma fonte de água sempre jorrando, revelando uma inundação que está afogando os monstros”. Já sobre as suas inspirações, o ilustrador falou: “O estilo da pintura em si é uma homenagem aos videogames com os quais cresci, esses foram os super-heróis que me impactaram, e ainda recorro a esses instintos lúdicos ao abordar a criatividade”. Track listing de Giants & Monsters: 01. Giants On The Run02. Savior Of The World03. A Little Is A Little Too Much04. We Can Be Gods05. Into The Sun06. This Is Tokyo07. Universe (Gravity For Hearts)08. Hand Of God09. Under The Moonlight10. Majestic Via: Rockbizz

Black Sabbath: Show de despedida será transmitido mundialmente
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06/06/2025

Black Sabbath: Show de despedida será transmitido mundialmente

O tão aguardado show de despedida do Black Sabbath, e do Ozzy Osbourne, será transmitido online. A apresentação, que traz o nome Back to the Beginning acontecerá no dia 5 de julho no Villa Park. O local é em Birmingham, cidade na Inglaterra onde o grupo se formou no fim dos anos 1960. A exibição online custa US$ 29,99 (R$ 83 na cotação atual e em transação direta) e ficará disponível por 48 horas após a apresentação. Os ingressos estão à venda no site backtothebeginning.com. O vocalista Ozzy Osbourne, bem como o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e o baterista Bill Ward subirão ao palco juntos pela última vez em um festival beneficente. O evento terá todo o lucro destinado às instituições Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. O festival contará com apresentações de peso, incluindo Metallica, Guns N’ Roses, Slayer, Pantera, Tool, Gojira, entre outros grandes nomes. Artistas solo também marcarão presença, como Fred Durst (Limp Bizkit), David Ellefson (ex-Megadeth), Mike Bordin (Faith No More), Sammy Hagar e Papa V Perpetua (Ghost). View this post on Instagram A post shared by Tony Iommi (@tonyiommi) LEIA TAMBÉM: Black Sabbath: Modelo da capa do álbum de estreia sorteia seu autógrafo para resgate de gatos Via: WikiMetal

President lança single “Fearless” e tira máscara em novo videoclipe
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06/06/2025

President lança single “Fearless” e tira máscara em novo videoclipe

President, nova banda britânica, lançou seu segundo single, “Fearless”. A faixa chega com mais um videoclipe misterioso e uma grande revelação no final que deixou mais dúvidas sobre a identidade por trás da banda mascarada. O single de estreia “In The Name Of The Father” lançado em 15 de maio causou burburinho e deixou os fãs atiçados em descobrir qual o mistério do President. Esta é mais uma banda misteriosa, mascarada e anônima que entrega uma sonoridade que brinca com a sensibilidade entre heavy metal e pop. Sem gênero ou identidade, o single de estreia já acumula milhões de streams, e suas redes sociais já tem mais de 80 mil seguidores. O videoclipe de “Fearless” apresenta o vocalista que usa uma máscara e visual ao estilo de Ronald Reagan – ator e político norte-americano. Os integrantes da banda também estão completamente mascarados. President fez questão de manter o mistério e por fim, faz uma grande revelação no final do vídeo, quando o vocalista tira a máscara presidencial e revela seu rosto. Mas a dúvida continua, pois, até o momento, ninguém reconheceu o artista que apareceu no videoclipe. Quem é President? Anteriormente analisado pelo Wikimetal, a teoria mais popular entre os internautas é que President, na verdade, é Charlie Simpson. O artista britânico é vocalista do Busted e guitarrista e back vocals na banda de pós-hardcore Fightstar. Porém, a pessoa que aparece por trás da máscara no videoclipe não parece ser Charlie Simpson. Alguns internautas deram sua opinião nos comentários do vídeo: “Essa revelação do rosto é definitivamente um engano. O Charlie está só trollando agora”.Eles não só acham que a revelação do vocalista do President é uma “zueira”, como também, que Simpson possivelmente ainda é o vocalista da banda, apesar da revelação mostrar claramente outra pessoa. “Pensei: é um engano, como quando presidentes usam sósias para não serem assassinados”. Outros fãs ainda sugeriram que a pessoa no vídeo foi um ator ou gerada através de Inteligência Artificial. Como observou a Loudwire, uma teoria popular entre os fãs no Reddit, é que o President pode ser qualquer pessoa. Podem acontecer várias piadas como a do videoclipe “Fearless”, porém, sem revelar a verdadeira identidade dos membros da banda. Após esse lançamento, os fãs especulam outro nome além de Charlie Simpson. Segundo comentário no Reddit, o nome de Steve Sitkowski é muito citado, ex-vocalista do Outcry Collective e do State of You. Shows já anunciados Antes mesmo do single de estreia, em fevereiro deste ano, o Download Festival 2025 anunciou a banda no lienup, com apresentação para o dia 15 de junho no Palco Dogtooth. Na última segunda-feira, 18, President anunciou mais uma show, através de uma postagem curiosa no instagram:“PRESIDENT realizará seu primeiro comício principal no dia 30 de julho no The Garage, em Londres. Este é um momento decisivo na campanha. Sua presença será notada.” Além disso, a apresentação conta com a banda e abertura Zetra. Mais informações no site do Presidente. LEIA TAMBÉM: Sleep Token alcança o topo das paradas do Reino Unido pela primeira vez Via: WikiMetal

SILVER apresenta rock energético e moderno em single de estreia “Turn Around”
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06/06/2025

SILVER apresenta rock energético e moderno em single de estreia “Turn Around”

A dupla SILVER, formada pelo guitarrista Felipe Machado (VIPER) e o vocalista Rodrigo Cerveira, lança nesta sexta-feira, 06, o primeiro single, “Turn Around”. O lançamento acompanha a faixa adicional “Sun Over Hills”. O duo nasceu da amizade dos artistas que se conhecem há mais de 30 anos e que, pela primeira vez, sentaram para compor juntos todas as músicas do repertório. A ideia do Silver é fazer um rock contemporâneo, com um pé na tradição do rock de arena. O som, tanto as composições quanto os arranjos, traz uma modernidade e um frescor, sem abrir mão do peso que caracteriza o gênero. “‘Turn Around’ chama as pessoas a pensarem por si mesmas, fugindo das manipulações das narrativas que só desejam dividir em vez de unir”, comenta Rodrigo Cerveira. “Seja e pense por você mesmo, aja contra a ignorância e o divisionismo. A canção traz um riff no melhor estilo Led Zeppelin, navegando entre a energia pesada da banda britânica e a sonoridade dos novos tempos. Energia, peso e contemporaneidade”. O clipe, que já está disponível no canal do YouTube do Wikimetal, foi gravado no Dharma Studios. A estética em preto e branco, aliada à câmera na mão, captura os músicos interagindo como em um ensaio. O vídeo contou com as participações de Rodrigo Oliveira (Korzus) na bateria e Rob Machado (Hollowmind) no baixo. A direção ficou a cargo de Raul Machado, famoso pelo trabalho com artistas como Planet Hemp, Chico Science, Marcelo D2, Sepultura, Raimundos e mais. “‘Sun Over Hills’ é uma faixa de estrada, fala de uma viagem regada à música e velocidade, um som que se conecta com os desejos da alma em uma daquelas noites que você não quer que termine nunca”, completa Felipe Machado. “Os riffs foram inspirados em uma Sunset Strip imaginária, que conecta Los Angeles e São Paulo numa vibe que combina os anos 1990 até os dias de hoje”. O single duplo antecipa o EP de estreia Turn Around, que será disponibilizado no segundo semestre de 2025 e incluirá mais três canções autorais e um cover. Além de pilotar a produção, o talentoso Val Santos ficou responsável pelo baixo e bateria programada. “Turn Around” é um lançamento Wikimetal Music. Via: WikiMetal

Evanescence lança “Fight Like A Girl” em parceria com K. Flay
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06/06/2025

Evanescence lança “Fight Like A Girl” em parceria com K. Flay

Evanescence fez uma nova parceria. Dessa vez, a banda lançou “Fight Like A Girl” com K. Flay, cantora revelação do rock alternativo. Canalizando os temas do filme de vingança e resiliência, bem como empoderamento feminino, “Fight Like A Girl” é a faixa de encerramento do filme Ballerina. O longa metragem é um spin-off de John Wick, com Ana de Armas como Eve, uma assassina em busca de vingança contra os assassinos de sua família. O filme estreou nesta sexta-feira, 6. Amy Lee contou sobre quando Tyler Bates, compositor do filme e produtor da faixa fez o convite: “O Tyler me ligar para criar essa música para ‘Ballerina’ não poderia ter vindo em melhor hora. Sei que não sou a única garota pronta para me firmar e mostrar ao mundo do que somos feitas. Eu queria muito que essa música fosse uma colaboração, e K. Flay é uma das minhas artistas favoritas. É literalmente um sonho realizado fazer isso juntas!” K.Flay também contou sua participação: “A Amy me enviou a demo e eu fiquei imediatamente tão energizado, tão inspirado”. “Eu estava em turnê na época e escrevi meus versos nos bastidores depois de um show, quando minha adrenalina ainda estava altíssima. Para mim, o filme e a música são sobre como canalizamos nossa dor e como escolhemos nos definir. O que separa o herói do vilão?” Projetos do Evanescence No começo de maio, Evanescence lançou o single “Hand That Feeds”, em parceira com a cantora Halsey, também para a trilha sonora do filme Ballerina. Em entrevista recente para a Audacy Music, Amy Lee confirmou que o Evanescence está trabalhando em um novo álbum, mas ainda sem previsão de lançamento. Atualmente, a banda se prepara para uma série de shows, incluindo participação na turnê do My Chemical Romance, o festival Louder Than Life e depois, se juntar ao Metallica em sua turnê mundial M72. LEIA TAMBÉM: Amy Lee, do Evanescence, se junta ao Halestorm durante a canção “Break In” Via: WikiMetal

Sharon Osbourne reflete sobre a censura que Ozzy e Judas Priest sofreram nos anos 80
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06/06/2025

Sharon Osbourne reflete sobre a censura que Ozzy e Judas Priest sofreram nos anos 80

Em entrevista concedida ao Music Business Worldwide, Sharon Osbourne refletiu sobre a censura que Ozzy e Judas Priest sofreram em suas carreiras. Nos anos 1980, as duas bandas eram algumas das inimigas dos cidadãos de bem, que adoravam colocar na conta do heavy metal as chagas da sociedade. Sharon disse: “Bem, simplesmente passou de ‘Ozzy é o selvagem’ para ‘Ozzy é louco e mata animais’ e toda essa merda. Todo mundo conhece as histórias. Ele arrancou a cabeça de um morcego com uma mordida, mas a coisa se espalhou. Ganhou vida própria. Ficou maior e mais exagerada”. A empresa arrematou: “Tudo o que ele fazia naquela época na indústria ganhava muito holofote, mas até que foi muito engraçado ver tudo isso se desenrolar. Naquela época, o Judas Priest tinha a mesma coisa em relação às letras, ao conteúdo do álbum. Queriam censurar tudo o que eles faziam”. Em meados dos anos 1980, a censura corria tão solto que Mary ‘Tipper’ Gore, ex-esposa do ex-senador e ex-vice-presidente do Estados Unidos, Al Gore, fundou, junto com outras três ociosas esposas de políticos – Susan Baker, Pam Howar e Sally Nevius – o Parents Music Resource Center. Basicamente, o PMRC foi um comitê para que os pais pudessem ter mais controle sobre o tipo de música consumido pelos jovens. A ideia era conter o rock e o metal, no entanto, acabou dando mais publicidade aos estilos e fez os grupos venderem mais discos e lotarem mais os seus shows. Via: Rockbizz

Bush divulga clipe da nova música The Land Of Milk And Honey
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06/06/2025

Bush divulga clipe da nova música The Land Of Milk And Honey

O Bush divulgou o clipe da nova música The Land Of Milk And Honey. A canção, que estará no track listing de I Beat Loneliness, que sairá no dia 18 de julho pelo selo earMUSIC, tem o objetivo de elevar o espírito do ouvinte, segundo o grupo. De acordo com a banda britânica, a obra musical, que será seu décimo registro de estúdio, vai explorar as complexidades da decepção amorosa, transformação pessoal e o doloroso processo de desapego. A produção de I Beat Loneliness ficou sob a responsabilidade do vocalista e guitarrista Gavin Rossdale e Erik Ron, profissional que já trabalhou com nomes grandes do mercado musical como Bad Omen e Panic At The Disco. O trabalho estará disponível no mercado em diferentes formatos como CD, CD Digipak, vinil duplo preto e digital (download e streaming). Track listing de I Beat Loneliness: 01. Scars02. I Beat Loneliness03. The Land Of Milk And Honey04. We’re All The Same On The Inside05. I Am Here To Save Your Life06. 60 Ways To Forget People07. Love Me Till The Pain Fades08. We Are Of This Earth09. Everyone Is Broken10. Don’t Be Afraid11. Footsteps In The Sand12. Rebel With A Cause Via: Rockbizz

Taurus celebra 40 anos de carreira com turnê pelo Brasil
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05/06/2025

Taurus celebra 40 anos de carreira com turnê pelo Brasil

Taurus, uma das bandas mais emblemáticas do thrash metal brasileiro, comemora quatro décadas de história em 2025 com uma turnê que passará por diversas cidades brasileiras. O grupo, atualmente formado por Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria), prepara um show comemorativo que reúne músicas de todas as fases da carreira e homenageia os fãs que acompanham a banda ao longo dos anos. Batizada de Taurus 1985, a turnê promete contar com um set que abrange a discografia completa da banda, surgida em 1985 no Rio de Janeiro e lançada no programa Guitarras, da lendária Rádio Fluminense (A Maldita). “Estamos animados com a série de shows que faremos em 2025 e que vai se estender para o próximo ano, nos 40 anos de existência da banda. Foram muitas fases, muitas etapas, vários lançamentos e muitos shows. Vai ser uma comemoração de todo esse período, atravessando todas as fases e lançamentos, inclusive já ajustando shows para a América do Sul. Vai ser uma grande comemoração, começando por Belo Horizonte (4 de julho) e São Paulo (5 de julho)”, comentou o baterista Sérgio Bezz. “É um momento muito especial que estamos compartilhando com todos, nessa tour que chamamos ‘Taurus 1985’ e que passará por cidades como Belo Horizonte, São Paulo, Guarapari, Teresina, São Luís, Natal, Recife, João Pessoa, Rio de Janeiro, São José dos Campos e outras a confirmar. São 40 anos de histórias que marcaram as nossas vidas e a de muitos daqueles que nos acompanham por todo esse tempo, tenho certeza! Nada melhor do que comemorarmos juntos, no palco”, completou o guitarrista Cláudio Bezz. Com uma trajetória marcada por álbuns clássicos, o Taurus consolidou sua importância na cena do metal brasileiro. Após um recesso entre 1994 e 2006, voltou às atividades com relançamentos e apresentações marcantes, como a abertura para o Testament no Canecão (RJ) e participações em festivais, como Super Peso Brasil (2013), que reuniu outros pioneiros, como Metalmorphose, Stress, Centúrias e Salário Mínimo. O grupo lançou novos trabalhos, participou de documentários como Brasil Heavy Metal (2016) e celebrou marcos importantes, como os 30 e 35 anos de carreira, com lançamentos especiais, incluindo CD/DVD ao vivo, livro de fotos e até uma cerveja própria. Confira o teaser da turnê: Via: WikiMetal

Metaklapa: Coral croata traz turnê inédita ao Brasil com clássicos do Iron Maiden
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05/06/2025

Metaklapa: Coral croata traz turnê inédita ao Brasil com clássicos do Iron Maiden

O renomado coral croata Metaklapa, mundialmente reconhecido por sua habilidade em fundir tradição e modernidade, traz pela primeira vez ao Brasil uma experiência musical que transcende fronteiras culturais. O grupo apresentará aos fãs brasileiros um repertório surpreendente, com os maiores clássicos do Iron Maiden interpretados a cappella e à luz de velas. A turnê brasileira do Metaklapa passará por algumas das principais cidades do país, com apresentações em teatros históricos e espaços culturais emblemáticos. Os ingressos para todas as praças estão disponíveis nos seguintes links: 18/07 – Curitiba/PR @ Teatro Bom Jesushttps://www.clubedoingresso.com/evento/metaklapa-curitiba 20/07 – Porto Alegre/RS @ Teatro Amirgshttps://www.clubedoingresso.com/evento/metaklapa-portoalegre 23/07 – Rio de Janeiro/RJ @ Teatro Clara Nuneshttps://www.clubedoingresso.com/evento/metaklapa-riodejaneiro 24/07 – Belo Horizonte/MG @ Teatro Ney Soareshttps://www.clubedoingresso.com/evento/metaklapa-belohorizonte 26/07 – São Paulo/SP @ Teatro Eva Wilmahttps://www.clubedoingresso.com/evento/metaklapa-saopaulo A magia do Klapa: patrimônio da humanidade O diferencial do Metaklapa está na forma única de interpretar os grandes clássicos do Iron Maiden, por meio do Klapa, um estilo de canto coral tradicional da Croácia, declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco. Originado nas regiões costeiras daquele país, é caracterizado pela harmonia vocal, na qual diferentes vozes se entrelaçam para criar uma sonoridade única, emotiva e poderosa. Esse patrimônio cultural ganha um novo significado ao ser colocado em diálogo com a intensidade melódica do Iron Maiden, revelando nuances emocionais inéditas de clássicos como “Fear of the Dark”, “The Trooper”, “Run to the Hills” e “Hallowed Be Thy Name”, entre tantos outros. Turnê à luz de velas: uma atmosfera intimista e mística As apresentações do Metaklapa não são apenas um concerto; são uma verdadeira experiência sensorial. Cada performance acontece em um ambiente iluminado exclusivamente por velas, criando uma atmosfera de intimidade e misticismo que transporta o público para um outro tempo e espaço. A combinação do canto a cappella com a luz bruxuleante das velas promete capturar a essência tanto do klapa quanto do repertório do Iron Maiden, unindo o peso e a profundidade emocional de ambos os estilos musicais. Metaklapa Formado por experientes cantores croatas, o Metaklapa surgiu com a proposta ousada de reinterpretar grandes nomes da música internacional através do klapa, sem perder o respeito às raízes da tradição croata. Sua habilidade em criar arranjos sofisticados e emocionantes já conquistou fãs em toda a Europa, e agora chega ao Brasil para encantar um novo público. Para mais informações sobre a turnê, siga o Metaklapa nas redes sociais ou entre em contato com a assessoria de imprensa. View this post on Instagram A post shared by Estética Torta (@esteticatorta) Via: WikiMetal