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Richie Sambora (ex-Bon Jovi) está se recuperando de uma lesão horrível na mão
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14/07/2025

Richie Sambora (ex-Bon Jovi) está se recuperando de uma lesão horrível na mão

O guitarrista Richie Sambora (ex-Bon Jovi) está se recuperando de uma lesão horrível na mão esquerda. De acordo com apuração da revista People, o músico estava jogando futebol americano quando foi derrubado por uma pessoa. O resultado da “brincadeira” foi duas fraturas na mão e uma recuperação que está sendo bastante dolorida, árdua e dolorosa, segundo a fonte. No entanto, o guitar hero, que completou 66 anos na semana passada, tranquilizou a sua grande base de fãs afirmando que está se recuperando bem e rápido, apesar das dores. E para não ficar apenas na notícia ruim, Sambora compartilhou em sua conta oficial no Instagram a nova música I Was Born to Rock. A canção saiu como uma celebração ao seu recente aniversário. Na legenda postagem, Richie escreveu: “I Was Born to Rock. Meu presente de aniversário para vocês”. Curta a canção na postagem a seguir: Via: Rockbizz

Governo dos Estados Unidos usa Enter Sandman sem permissão do Metallica
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13/07/2025

Governo dos Estados Unidos usa Enter Sandman sem permissão do Metallica

O governo e as forças armadas dos Estados Unidos se vangloriam de serem as mais poderosas do planeta, no entanto, são mais patéticas do que o Comando Maluco, atração humorística em que o General Dedé e seus recrutas se metiam nas maiores atrapalhadas no parque Beto Carrero World. A nova presepada que o governo dos Estados Unidos se meteu foi usar Enter Sandman sem a permissão do Metallica. O Secretário de Defesa de Donald Trump, Pete Hegseth, postou um clipe no X promovendo a nova abordagem do país para a construção de drones militares. A trilha do material publicitário do governo contava com o hit do grupo. Pouco tempo após em que o vídeo começou a circular nas redes sociais, o grupo acionou o seu setor jurídico para impedir o uso da canção sem o devido consentimento. Após a reclamação da banda, o vídeo foi substituído por outro sem a faixa. O porta-voz do Departamento de Defesa estadunidense informou: “Esta tarde, representantes do X entraram em contato com o Departamento de Defesa a respeito de um vídeo postado em nossa página e solicitaram a remoção do vídeo devido a uma questão de direitos autorais da música Enter Sandman, do Metallica. O vídeo foi removido, corrigido e reenviado para nossa página”. Até o momento, o Metallica não se pronunciou publicamente sobre o caso, tampouco informou se vai levar a questão para o âmbito legal. Caso tenha estômago e paciência, veja o vídeo dos gringos na postagem abaixo: Unleashing U.S. Military Drone Dominance @DOGE pic.twitter.com/esaQtswwDb — Secretary of Defense Pete Hegseth (@SecDef) July 11, 2025 Via: Rockbizz

Nicko McBrain (Iron Maiden) fará quatro shows neste mês com o Titanium Tart
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13/07/2025

Nicko McBrain (Iron Maiden) fará quatro shows neste mês com o Titanium Tart

O baterista Nicko McBrain (Iron Maiden) fará quatro shows neste mês com o Titanium Tart. A banda é um projeto que Nicko e seus parças têm para tocar alguns clássicos da Donzela de Ferro e outros hits do rock e metal. O itinerário do conjunto será o seguinte: Julho17 – Capt Hirams – Sebastian, Flórida19 – Piper’s Pub – Pompano Beach, Flórida25 – The Barn – Sanford, Flórida26 – OCC Road House – Clearwater, Flórida Mcbrain dividirá os palcos com Paolo Velazquez (vocal), Rob Stokes (baixo), Mike Rivera (guitarra), Mitch Tanne (guitarra) e Eldad Kira (teclado). Aposentadoria No dia 07 de dezembro de 2024, em São Paulo, o baterista Nicko McBrain, 73 anos, fez o seu derradeiro espetáculo com o Iron Maiden. Os motivos para tal decisão tão extrema se deu por conta de problemas de saúde que o artista enfrentou nos últimos anos como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e câncer na laringe. Hoje em dia, além do shows esporádicos com o Titanium Tart, o músico ocupa seu tempo com o restaurante Rock N Roll Ribs, na Flórida, Estados Unidos, eventos beneficentes como HomeSafe e, claro, jogando golfe, que é uma de suas maiores paixões. Via: Rockbizz

Saiba qual guitarrista mais tocou no show final do Black Sabbath e Ozzy e quais clássicos ele tocou
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12/07/2025

Saiba qual guitarrista mais tocou no show final do Black Sabbath e Ozzy e quais clássicos ele tocou

O planeta todo sabe que o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira na semana passada no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O Príncipe das Trevas, que vem travando uma grande luta para estabilizar sua saúde, também usou o evento para dar adeus aos fãs e fazer valer as palavras “No More Tours” – algo como “Sem Mais Turnês”. O festival teve a presença de nomes como Metallica, Tool, Slayer, Pantera, Lamb of God, Anthrax, Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Jake E. Lee (ex-Badlands, ex-Ozzy Osbourne), Tom Morello (Rage Against The Machine), Fred Durst (Limp Bizkit), Jonathan Davis (Korn) e muitos outros. Mas qual foi o guitarrista que mais tocou no show final do Black Sabbath e Ozzy e quais clássicos ele tocou? Bem, em uma análise mais criteriosa em torno de todos os detalhes do festa, foi possível perceber que Nuno Bettencourt (Extreme, Rihanna) deu o ar da graça em onze canções. O guitar hero português emprestou seu talento para os seguinte clássicos: The Ultimate Sin, Believer, Flying High Again e Bark At The Moon (Ozzy Osbourne); Sweet Leaf, Changes e Symptom Of The Universe (Black Sabbath); Walk This Way e Train Kept A-Rollin’ (Aerosmith); Whole Lotta Love (Led Zeppelin) e Rock Candy (Montrose). Veja alguns registros amadores da performance de Nuno Bettencourt no Back To The Beginning: Via: Rockbizz

Black Pantera lança o single duplo Black Book Club
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12/07/2025

Black Pantera lança o single duplo Black Book Club

A banda Black Pantera acaba de voltar de três shows importantes no exterior – sendo dois no festival Hellfest, na França, e outro no Rock Al Parque, na Colômbia – e aproveitando a excelente fase da carreira e também a comemoração do Dia Mundial do Rock, 13 de julho, eles lançam o single duplo Black Book Club. O projeto traz a versão original dessa música em português e também a cantada em inglês. “Uma das faixas mais importantes do álbum Perpétuo, que traz na letra uma frase que está na contracapa, Guia de sobrevivência para o povo preto. Uma música que fala sobre filosofia negra, filosofia dos guetos, como sobreviver no mundo de hoje. A gente faz uma alusão à uma biblioteca secreta, um manual de sobrevivência para o nosso povo”, comentou o baixista e vocalista Chaene. O som é hard rock, muito diferente do que o trio costuma fazer, com uma pegada que lembra a banda americana Living Colour. Recentemente o Black Pantera lançou o single Unfuck This e, ano passado, o álbum Perpétuo, foi considerado o melhor do ano por vários veículos de imprensa e formadores de opinião. Eles também ganharam o Prêmio da Música Brasileira na categoria “Melhor Banda de Rock”, o APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) na categoria “Melhor Música do Ano” por Tradução e concorreram ao Prêmio Multishow também na categoria “Melhor Banda de Rock”. Ouça Black Book Club abaixo: Via: Rockbizz

Back To The Beginning: ouça o vocal isolado de Ozzy Osbourne na performance de Mama, I’m Coming Home
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11/07/2025

Back To The Beginning: ouça o vocal isolado de Ozzy Osbourne na performance de Mama, I’m Coming Home

No último sábado, dia 05 de julho, em Birmingham, Inglaterra, o cantor Ozzy Osbourne, 76, fez história mais uma vez ao se despedir dos palcos com um evento que reuniu a nata do rock n’ roll e heavy metal. Depois de ver muitos grupos como Metallica, Guns N’ Roses, Pantera e Mastodon tocarem as suas músicas e do Black Sabbath, o Príncipe das Trevas subiu no palco para cantar alguns de seus clássicos. Em seu concerto, o Madman apresentou cinco canções: I Don’t Know, Mr. Crowley, Crazy Train, Suicide Solution e Mama, I’m Coming Home. Portanto, foram quatro sons do álbum Blizzard Of Ozzy, de 1980, e uma do platinado No More Tears, de 1991. Em sua apresentação solo, o Príncipe das Trevas contou com um time de primeira classe, o qual consistiu em Zakk Wylde (guitarra), Tommy Clufetos (bateria), Mike Inez (baixo) e Adam Wakeman (teclado). Em relação ao show, o coach vocal Dimitris Barmpas compartilhou em sua conta no Instagram a linha vocal isolada da performance de Mama, I’m Coming Home no Back To The Beginning. Ouça na postagem abaixo: Já neste outro player você pode curtir a versão completa da balada Mama, I’m Coming Home: Via: Rockbizz

Deftones compartilha detalhes do novo álbum Private Music
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11/07/2025

Deftones compartilha detalhes do novo álbum Private Music

O Deftones compartilhou detalhes do novo álbum Private Music. O trabalho, que será o décimo full length de estúdio dos norte-americanos, chegará ao mercado no dia 22 de agosto pelos selos Reprise e Warner Records. Como prévia ao disco, a banda liberou o áudio da música My Mind Is A Mountain. Ouça: Para Private Music, Chino Moreno (vocal), Stephen Carpenter (guitarra), Abe Cunningham (bateria) e Frank Delgado (teclado) contaram com o apoio do produtor Nick Raskulinecz, profissional que também assinou os discos Diamond Eyes (2010) e Koi No Yokan (2012). Track listing de Private Music: 01. My Mind Is A Mountain02. Locked Club03. Ecdysis04. Infinite Source05. Souvenir06. Cxz07. I Think About You All The Time08. Milk Of The Madonna09. Cut Hands10. Metal Dream11. Departing The Body Para divulgar Private Music, o Deftones fará uma extensa turnê pela América do Norte a partir do dia 22 de agosto. A perna desta tour vai se estender até meados de setembro. Em outubro e novembro, a agenda contará com alguns shows em festivais pelos Estados Unidos e México. Via: Rockbizz

“Estou morrendo e isso é um fato; não consigo mais cantar”, lamenta Ozzy Osbourne
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11/07/2025

“Estou morrendo e isso é um fato; não consigo mais cantar”, lamenta Ozzy Osbourne

O Black Sabbath, na figura de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no último sábado, 05, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O evento teve o objetivo de celebrar a carreira e o legado dos verdadeiros criadores do heavy metal. Além disso, a festa teve o intuito de Ozzy, que está lutando contra a doença de Parkinson e outros problemas de saúde, tocar seu próprio set antes de se juntar ao Black Sabbath para um show final. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, o Príncipe das Trevas refletiu sobre seu estado de saúde e a importância de ter subido no palco para um último concerto. “Eu estou morrendo e isso é um fato. Não há necessidade de um médico me dizer que o último show era algo que insisti em fazer. Mas não quero desaparecer silenciosamente. Preciso dizer adeus. Pensei que a cirurgia na coluna pudesse me salvar, mas acabou que piorou. A combinação dos danos no nervo, infecção e o Mal de Parkinson acabaram comigo. Durante os três meses após a cirurgia, eu era praticamente uma pessoa inútil. Até para me virar doía muito”. O Madman continuou: “Hoje em dia, as pessoas precisam levar cadeiras de rodas por onde vão. Eu me arrependo de ter feito aquela cirurgia. Na época, ninguém me disse que se deixasse como estava poderia ser bem melhor. Sharon me apoiou em minha vida desregrada. Ela sabia o quão terrível eu era. Ela poderia ter me deixado inúmeras vezes, mas nunca me deixou”. “Eu não consigo cantar. Eu não consigo mais cantar, mas eu precisava estar no palco, mesmo se fosse só para ficar lá sentado. Eu queria que todo visse o quão fraco o meu corpo está. Mas o Príncipe das Trevas ainda está vivo”, concluiu a lenda do rock e metal. Confira a fala de Ozzy Osbourne na publicação abaixo: Via: Rockbizz

Volbeat: “Roubei a minha primeira guitarra quando eu estava na escola”, confessa Michael Poulsen
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11/07/2025

Volbeat: “Roubei a minha primeira guitarra quando eu estava na escola”, confessa Michael Poulsen

O frontman do Volbeat, Michael Poulsen, concedeu uma entrevista à revista Metal Hammer e disse que a sua primeira guitarra foi fruto de um roubo. Ele comentou que, quando aconteceu esse episódio, seu pai o obrigou a devolver o instrumento para seu devido dono. “Não é algo de que me orgulho, mas roubei a minha primeira guitarra quando estava na escola. Eu tinha uma amiga na escola que estava limpando uma casa. Ela disse: ‘Você devia ver este quarto, tem muitas guitarras loucas e tal. Então, teve um dia em que ela teve que limpar o quarto e deixou a janela aberta. À noite, eu e uma amiga entramos pela janela e roubamos as guitarras”. Poulsen completou: “Meu pai perguntou onde consegui aquela guitarra. Eu, timidamente, disse que a peguei emprestado de um amigo. Mas ele sabia, então não ia acreditar. Ele falou para eu devolver a guitarra no dia seguinte. Ele teve a impressão de que eu o roubei. Na noite seguinte, voltei pela mesma janela, devolvi a guitarra e fui para casa”. Agora, como uma estrela do rock n’ roll, Michael, que não precisa mais roubar guitarra, ajudou o Volbeat a dar vida ao novo álbum God Of Angels Trust. O disco saiu no começo de junho pelo selo Vertigo. O full length, que teve a produção de Jacob Hansen (Amorphis, Primal Fear e mais), está disponível em muitos formatos como CD, CD deluxe, vinil preto de 180g, vinil colorido (verde), cassete e digital (download e streaming). Track listing de God Of Angels Trust: 01. Devils Are Awake02. By A Monster’s Hand03. Acid Rain04. Demonic Depression05. In The Barn Of The Goat Giving Birth To Satan’s Spawn In A Dying World Of Doom06. Time Will Heal07. Better Be Fueled Than Tamed08. At The End Of The Sirens09. Lonely Fields10. Enlighten The Disorder (By A Monster’s Hand Part 2) Via: Rockbizz

Dave Abbruzzese fala sobre as chances de retornar ao Pearl Jam: “Nunca guardei ressentimentos contra os membros da banda”
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10/07/2025

Dave Abbruzzese fala sobre as chances de retornar ao Pearl Jam: “Nunca guardei ressentimentos contra os membros da banda”

O baterista Dave Abbruzzese falou sobre as chances de retornar ao Pearl Jam após o anúncio da saída de Matt Cameron no início desta semana. Abbruzzese integrou a banda no auge da carreira entre 1991 e 1995, tendo participado de álbuns como Vs. e Vitalogy. Na última terça-feira (8 de julho), o músico acessou suas redes sociais para comentar se algum dia retornaria: “Pensei em aproveitar a oportunidade para compartilhar alguns trabalhos recentes e passados ​​com todos vocês que bombardearam minhas páginas do Facebook e Instagram com literalmente milhares de postagens, mensagens e e-mails, na esperança de ligar para o Pearl Jam e tentar me reconciliar com eles. Para deixar claro, não tenho nada a me reconciliar com eles”. Ele continuou, dando aos fãs o contexto sobre o motivo de sua saída da banda: “Minha demissão e os subsequentes desafios e tribulações causados ​​pelas ações da administração da banda e da antiga gravadora, que tornaram as coisas desafiadoras para mim, não foram inteiramente culpa minha. Com exceção de alguns comentários e ações mesquinhas que eu nunca entendi ou esperava, nunca culpei nem guardei ressentimentos contra os membros da banda”. “Tive a sorte de participar de alguns projetos musicais extraordinários com pessoas extraordinárias nos últimos 30 anos pós-Pearl Jam. Embora eu nunca tenha realmente entendido o que era tão importante para destruir a química musical que tínhamos naquela época, é o que é, e não posso fazer nada a respeito. Pelo menos nada que eu possa descobrir. Os anos desde 1995 me serviram muito para crescer como pessoa e como músico”, ele completou. Sobre a situação atual, Dave compartilhou: “Parece que os caras da banda amadureceram e cresceram tanto quanto eu, mas o fato de eu não ter tido nenhum contato pessoal com nenhum deles me leva a acreditar que as águas passadas são profundas e geladas demais para que haja qualquer reconexão ou reconciliação. Isso é uma vergonha e me entristece muito. Sei que poderia e teria muito a contribuir se de fato o chamado viesse, mas, infelizmente, não vejo isso acontecendo”. Abbruzzese então compartilhou uma longa lista de seus projetos pós-Pearl Jam e acrescentou: “Dito isso, peço que parem de me enviar mensagens pedindo e me dizendo para entrar em contato com a equipe deles. Agradeço e entendo seu desejo de ver o que pode sair dessa reunião musicalmente. Eu estaria mentindo se dissesse que não estou curioso também”. Confira a publicação completa abaixo: Via: Rockbizz

Black Sabbath: Tony Iommi debocha da versão de Bill Ward sem camisa: “Parece o Gollum”
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10/07/2025

Black Sabbath: Tony Iommi debocha da versão de Bill Ward sem camisa: “Parece o Gollum”

O guitarrista Tony Iommi concedeu uma entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk para falar sobre o último show do Black Sabbath, que rolou no último sábado, 05, no mega festival Back To The Beginning. É claro que Iommi debochou da versão de Bill Ward sem camisa. Para quem não sabe ou não viu, o baterista, mesmo no alto de seus 77 anos, resolveu tirar a camisa durante sua apresentação no evento, o que rendeu piada de seus companheiros. Tony disse: “Meu Deus. Vou te contar uma coisa, uma história engraçada. Quando tivemos um intervalo em um dos ensaios, fomos comer no estúdio, e o Bill tirou a camisa. Geezer estava prestes a comer um sanduíche. Ele disse: ‘Poxa, Bill, vista a camisa. Você está me desanimando com o sanduíche’. Mas isso é típico do Bill. Ele está sempre tirando a camisa”. “Antigamente, ele sempre tirava a camisa. Falei que ele estava parecendo o Gollum [personagem ficcional do livro Senhor dos Aneis]. Acho que ele nem sabia quem era Gollum. Ele sempre foi o mesmo Bill. Ele simplesmente não se importa. Ele segue em frente e faz o que quer, o que é ótimo. Sempre foi assim com o Bill. E é claro que todas as piadas recomeçaram assim que nos encontramos, brincando um com o outro. Foi muito divertido, na verdade. Foi ótimo. A comunicação continuou de anos atrás”, concluiu o guitarrista. Parecendo ou não o Gollum, a presença e a performance de Bill Ward no derradeiro show do Black Sabbath foi muito importante. A formação original do grupo não se reunia há vinte anos, com isso, era necessário esse desfecho no palco com todos os quatro criadores do heavy metal. Via: Rockbizz

Black Sabbath poderia ter tocado seis ou sete músicas em seu show final, segundo Tony Iommi
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10/07/2025

Black Sabbath poderia ter tocado seis ou sete músicas em seu show final, segundo Tony Iommi

O Black Sabbath, na figura de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no último sábado, 05, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O fim de uma era chegou na forma de quatro petardos do heavy metal: War Pigs, N.I.B., Iron Man e Paranoid. Portanto, foram três músicas do segundo álbum dos caras, Paranoid, de 1970, e uma canção do disco homônimo à banda, o qual saiu em fevereiro de 1970. No entanto, o Black Sabbath poderia ter tocado seis ou sete músicas em seu show final, segundo Tony Iommi. O guitarrista falou sobre o assunto em nova entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk. “Nós definimos o que tocaríamos, quais músicas tocaríamos. A situação era de fato uma questão de quanto tempo Ozzy conseguiria cantar, na verdade. Nós não sabíamos, com ele fazendo seu próprio set, o quanto ele aguentaria. Eu disse a ele que não achava que ele deveria fazer seu show solo, porque não queria que ele se esgotasse antes de vir cantar conosco. Mas ele fez seu próprio set. Com isso, acabamos fazendo quatro músicas. Poderia ter sido seis ou sete. Mas deu certo, fizemos quatro. Correu tudo bem”. Tony complementou: “As outras músicas que iríamos tocar seria Fairies Wear Boots e Black Sabbath. Nós até as ensaiamos. Foi um pouco difícil para Bill, porque ele não as tocava há muito tempo. Geezer e eu, claro, as tocamos na última turnê. Mas Bill não faz turnê e não as toca há muito tempo. Poderíamos ter feito seis músicas, mas acabamos fazendo quatro”. Confira um trecho da entrevista no player a seguir: Via: Rockbizz

Assessor de imprensa do Black Sabbath pediu para jornalista não dizer que Ozzy era louco
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09/07/2025

Assessor de imprensa do Black Sabbath pediu para jornalista não dizer que Ozzy era louco

Em meados dos anos 1970, o jornalista Geoff Barton fez um artigo para a revista Sound, cujo o foco era o Black Sabbath. Para compor a matéria, o comunicador pôde passar um tempo com os músicos da banda e detalhar sua experiência nas páginas do editorial. O artigo saiu sob o nome de If The Damned Were Screaming, It Was Impossible To Hear – algo como “se os condenados estivessem gritando, era impossível ouvir”, em uma tradução livre. Anos depois, o material foi pano de fundo para Into The Void: An Ozzy Osbourne Reader. Em matéria para a revista Metal Hammer, Geoff lembrou como foi a convivência com os caras do Sabbath e a repercussão da matéria. “A primeira vez que entrevistei Ozzy, ele confessou que estava ‘três quartos louco’. Ele estava brincando, presumi. Mas agora não tenho tanta certeza. De certa forma, ele é surpreendentemente pé no chão, genuinamente interessado no bem-estar dos fãs do Sabbath. Ozzy pula de um assunto para outro, como um pombo frenético bicando uma migalha e depois outra. Ele é tão propenso a longos momentos de silêncio quanto a longos parágrafos de conversa. Há uma linha tênue entre a normalidade e a insanidade, e Ozzy quer nos fazer acreditar que ele está nessa linha”. Barton continuou: “Apesar disso, no dia seguinte à publicação da matéria, o assessor de imprensa do Sabbath, Richard Ogden, ligou e disse: ‘Obrigado pelo artigo, mas, por favor, não continue dizendo que o Ozzy é louco. Ele não é! Ele sinceramente não é’”. “Continuei com minhas dúvidas, principalmente quando o entrevistei em outra ocasião, na época que me pediram para escrever para um programa da turnê do Sabbath. E sentado com o baterista Bill Ward, em um pub sombrio de Birmingham, Ozzy ficou entediado e, de repente, se recusou a responder às minhas perguntas. Ele se levantou, tirou um isqueiro do bolso de trás e ateou fogo na barba de Ward. Bill respondeu mergulhando um lenço na cerveja e passando o pano úmido no queixo, apagando assim as chamas. Ele nem ligou e agiu como se fosse algo do cotidiano”, completou. Via: Rockbizz

Nailbomb é a versão mais pesada e raivosa do Ministry e Nine Inch Nails, segundo Max Cavalera
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09/07/2025

Nailbomb é a versão mais pesada e raivosa do Ministry e Nine Inch Nails, segundo Max Cavalera

No começo de novembro de 2024, o vocalista e guitarrista Max Cavalera desenterrou o Nailbomb com um show no Arizona, Estados Unidos. A apresentação fez parte do evento Max Cavalera Dynasty Show, o qual contou bandas lideradas pelo artista mineiro. Na ocasião, além de Max, o Nailbomb subiu no palco com Igor Amadeus Cavalera (guitarra), Travis Stone (guitarra), Johny Chow (baixo), Alex Cha (sampler) e Adam Jarvis (bateria). O evento foi um sucesso de crítica e público, o que possibilitará ao brasileiro fazer uma turnê pela Europa e Reino Unido a partir de agosto para recordar sons como Wasting Away, Vai Toma No Cú, 24 Hour Bullshit, Guerrillas, Blind And Lost, Sum Of Your Achievements, Cockroaches, World Of Shit, Religious Cancer e Sick Life. Em conversa com a revista Metal Hammer, Max brincou que o Nailbomb é a versão mais pesada e raivosa do Ministry e Nine Inch Nails. “Point Blank é um dos meus cinco melhores discos de todos os tempos. Aprendi muito com ele. Vi que existia uma outra maneira de fazer música, com liberdade total”, destacou o ex-frontman do Sepultura. “O disco veio de mim e de Alex Newport tocando aqui no Arizona”, pontuou. “Adorávamos Ministry, Nine Inch Nails e Young Gods, mas achamos que poderia ser um pouco mais pesado, um pouco mais raivoso, então fizemos a nossa própria versão”. Cavalera finalizou: “Nós gravamos tudo o que queríamos e da forma como queríamos. Foi um disco extremamente egoísta, só fizemos as coisas que achávamos que soavam ótimas e soavam nervosas”. Os fãs do Velho Continente estão ansiosos pelos shows do Nailbomb. Uma boa prova disso é que diversas apresentações já estão com os ingressos esgotados. Saiba o passo a passo da banda via sua conta oficial no Instagram. Via: Rockbizz

Cara da riqueza: conheça o anel de noivado que Sid Wilson deu para Kelly Osbourne
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09/07/2025

Cara da riqueza: conheça o anel de noivado que Sid Wilson deu para Kelly Osbourne

No último sábado, dia 05 de julho, foi especial para toda cena heavy metal e para a família Osbourne, pois foi a aposentadoria dos palcos do Príncipe das Trevas. Além disso, a filha mais nova de Ozzy, Kelly Osbourne, ficou noiva de Sid Wilson no mesmo dia do show final de seu pai. Pelas redes sociais, ela compartilhou o momento em que o DJ, membro do Slipknot, se ajoelhou e pediu sua mão em casamento. O gesto foi feito na presença dos futuros sogros, Sharon e o eterno comedor de morcego, Ozzy. E para mostrar ainda mais seu compromisso com Kelly, Sid gastou uma grana alta com o anel de ouro de dezoito quilates. A página oficial do joalheiro Pascal Mouawad no Instagram revelou alguns detalhes de tirar o fôlego de quem curte joias e peças de alto luxo. “A Mouawad tem muito orgulha de ter criado o anel de noivado personalizado para Sid Wilson e Kelly Osbourne. É uma criação que une com maestria o simbolismo pessoal com um artesanato excepcional. A inspiração foi o apelido carinhoso de Kelly, que é Honeybee. O anel apresenta um design bem diferente, porque ganhou vida por meio de uma colaboração próxima entre Sid Wilson e Pascal Mouawad. Feito em ouro amarelo de 18 quilates, o anel é adornado com diamantes brancos e amarelos, detalhes em citrino e coroado com um brilhante diamante branco redondo no centro, um símbolo radiante de amor duradouro”. Veja nas postagens abaixo vídeos com mais detalhes do projeto do anel e o momento em que Sid pede Kelly em casamento. Via: Rockbizz

Walter Casagrande conta que perdeu show do Black Sabbath por causa da seleção brasileira
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09/07/2025

Walter Casagrande conta que perdeu show do Black Sabbath por causa da seleção brasileira

O comentarista esportivo e ex-jogador de futebol, Walter Casagrande, é uma das poucas pessoas do meio “futebolístico” que curte rock n’ roll e heavy metal. Em suas redes sociais e entrevistas para outros veículos de imprensa, Casão já expressou várias vezes seu carinho pelo som pesado. Com o derradeiro show do Sabbath, que rolou no último sábado, 05 de julho, Walter publicou um vídeo em que fala sobre sua paixão pela banda. Casagrande também contou que perdeu show do Black Sabbath por causa da seleção brasileira, o que foi lamentável. “O Black Sabbath teve um show incrível no sábado à noite. Eu vi diversos cortes e diversas bandas e vi Ozzy junto com seus companheiros originais cantando os maiores clássicos do Black Sabbath”, disse o ex-centroavante. “O Black Sabbath para mim está entre as melhores bandas de todos os tempos. São várias, mas o Black Sabbath está no meio dessas várias bandas. Eu sempre quis ver, assistir o grupo de perto e completo. Eu assisti Ozzy em 1985, no Rock In Rio, primeira vez que ele veio para o Brasil, e no primeiro festival de rock que teve aqui no Brasil. Assisti Ozzy e AC/DC, que coloco entre as melhoras bandas de todos os tempos”, destacou. Casagrande acrescentou: “Depois eu vi o Black Sabbath, mas sem o Ozzy. Em 2013, foi a volta da banda original, e teve um show no Campo de Marte, e eu tinha dois ingressos. Mas a seleção brasileira tinha dois amistosos na China. Acabei dando os ingressos para os meus filhos. Era o meu sonho ver a banda original! Eu acabei vendo em 2017, no Morumbi, e foi incrível, foi maravilhoso. Mas agora eles estão se despedindo, porque o Ozzy está com Parkinson e outros problemas de saúde. Não dá mais para ficar no palco e fazer turnê. Então, quem viu, viu, e quem não viu não verá mais”. [Ronnie James] Dio está entre os melhores vocalistas de todos os tempos. Mas o Black Sabbath, eu prefiro com Ozzy, que é o vocalista original. Amo essa banda. Ela me influenciou muito”, finalizou Casão em tom positivo. Veja a fala completa de Walter Casagrande na postagem abaixo: Via: Rockbizz

Kevin Riddles, baixista do Angel Witch, morre aos 68 anos de câncer
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08/07/2025

Kevin Riddles, baixista do Angel Witch, morre aos 68 anos de câncer

Notícia bem triste aos fãs que curtem a New Wave Of British Heavy Metal – NWOBHM. O britânico Kevin Riddles, baixista do Angel Witch, morreu aos 68 anos de câncer. A informação foi confirmada pela banda em sua página oficial no Facebook. A mensagem do grupo foi a seguinte: “É com imensa tristeza que informamos que Kevin Riddles, nosso baixista original, faleceu na sexta-feira, 4 de julho de 2025. Kevin era um cara legal e continuamos amigos até o fim. Sentiremos muita falta dele. Nossas condolências à sua esposa, Julie. Descanse em paz, Kev”. No final da década de 1970, Riddles uniu forças a Kevin Heybourne para dar o pontapé do que se tornaria o Angel Witch. Após muitas apresentações no underground inglês, o grupo ganhou corpo e colocou na praça seu debute autointitulado em dezembro de 1980. Apesar de nunca figurar na lista dos maiores do metal, o Angel Witch ganhou o status de banda cult da cena pesada. Em seu mais de quarenta anos de carreira, o grupo coleciona cinco discos de estúdio, registros ao vivo e compilações. Veja a trupe em ação com a performance de Angel Witch nos anos 1980: Via: Rockbizz

Spiritbox toca a brutal Soft Spine no programa Jimmy Kimmel Live!
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08/07/2025

Spiritbox toca a brutal Soft Spine no programa Jimmy Kimmel Live!

Na última segunda-feira, dia 07 de julho, o Spiritbox tocou a brutal Soft Spine no programa Jimmy Kimmel Live! A edição do programa teve a apresentação do ator e comediante Anthony Anderson (Law & Order, The Departed, Scary Movie 4). É importante explicar que a canção está no repertório do álbum, Tsunami Sea, que saiu em 7 de março deste ano pela Pale Chord and Rise. Veja: O trabalho musical teve a produção de Dan Braunstein e Mike Stringer, mixagem de Zakk Cervini e masterização de Ted Jensen. Sons como Soft Spine, Perfect Soul, Fata Morgana e No Loss, No Love se destacam na audição de Tsunami Sea, que vai do death metal usando e abusando de vocais guturais até o prog metal intrincado. Track listing de Tsunami Sea: 01. Fata Morgana02. Black Rainbow03. Perfect Soul04. Keep Sweet05. Soft Spine06. Tsunami Sea07. A Haven With Two Faces08. No Loss, No Love09. Crystal Roses10. Ride The Wave11. Deep End Via: Rockbizz

A Place To Bury Strangers será atração principal do Massari Fest 2025
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08/07/2025

A Place To Bury Strangers será atração principal do Massari Fest 2025

A Place to Bury Strangers será atração principal do Massari Fest 2025! Com curadoria de Fábio Massari, um dos nomes mais célebres do jornalismo musical brasileiro e ex-VJ da MTV, o Massari Fest está de volta em setembro de 2025 para comemorar os 61 anos do ‘Reverendo’. O evento, agendado para o dia 14/09 no Fabrique Club, São Paulo, terá como atração principal a banda norte-americana A Place to Bury Strangers, além das nacionais Bufo Borealis e Retrato & Oruã. Massari comenta sobre a sua curadoria: “Critério básico para escolha das bandas: enquadrar-se no esquema “prediletas da casa”. Simples e totalmente subjetivo! São bandas que acompanho com muita admiração; pelo som, pelas pessoas envolvidas e, claro, pelas graças alcançadas nas apresentações ao vivo”. Já apelidada de ‘a banda mais barulhenta de Nova Iorque’, A Place To Bury Strangers, desde 2002 na ativa e cultuada por todo o globo, é uma mistura intensa de noise rock, shoegaze, post‑punk e space rock. “É uma das minhas bandas prediletas do século XXI, simples assim. Cheguei a tocar bastante os primeiros trabalhos no meu programa de rádio ETC., da OiFM. É incrível ver que com 20 anos de estrada, parecem estar no melhor das formas. Synthesizer, o disco do ano passado, é um dos melhores da discografia; e as apresentações ao vivo estão cada vez mais espetaculares”, destacou Massari sobre a atração principal do festival deste ano. Bufo Borealis O grupo, criado pelo baixista Juninho Sangiorgio (Ratos de Porão) e pelo baterista Rodrigo Saldanha (Amigos Invisíveis), é de São Paulo e transita entre o jazz, o funk experimental e a música negra de raíz, com um toque de atitude punk. “Passados 3 álbuns (mais um ao vivo), as coisas só estão melhorando! Pela própria natureza do som deles (jazz do tipo fusion, híbrido e transcendente), não dá pra prever o que vai acontecer. Exploração caprichada e intensa das dinâmicas, grooves e riffs a dar com pau de dar em doido! PS: o Bufo Borealis tá lá na capa do One Size Fits All do Zappa – e tenho dito”. Sobre Retrato, Massari classifica a banda como charmosa, envolvente e viajante. “Sou muito fã da baterista (e vocalista, tecladista, guitarrista etc) Ana Zumpano, ao vivo sua presença (e energia) é contagiante! No momento, a AZ também é baterista da banda Oruã – estão em família (sônico-existencial!)”. SERVIÇOMassari Fest 2025 com A Place to Bury StrangersData: 14 de setembro de 2025Horário: 18h (abertura da casa)Local: Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP).Ingresso online: https://fastix.com.br.Valores: R$ 110,00 (Meia Entrada, 1º lote); R$ 130,00 (Meia Solidária, 1º lote); R$ 220,00 (Inteira, 1º lote) Via: Rockbizz

Realiza metal: Casa da Moeda inglesa celebra os 50 anos do Iron Maiden com item que chega a 55 mil reais
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08/07/2025

Realiza metal: Casa da Moeda inglesa celebra os 50 anos do Iron Maiden com item que chega a 55 mil reais

A Royal Mint, que é a Casa da Moeda do Reino Unido, está celebrando os 50 anos do Iron Maiden com moeda especial. Cabe lembrar que a instituição já homenageou outras realezas da música inglesa como Queen, Elton John e David Bowie. Os produtos, que foram feitos pelo famoso artista Albert “Akirant” Quirantes, apresentam em seu design o famoso mascote da banda, Eddie, cuja inspiração foi a imagem da Run For Your Lives World Tour. Além disso, o design da moeda apresenta inúmeros “easter eggs”, que fazem referência a ilustre carreira, álbuns e turnês mundiais da banda, oferecendo aos colecionadores muito o que procurar e se divertir. A moeda está disponível no mercado em diversos modelos como bronze, prata e ouro. O preço varia entre 18,50 libras [cerca de 137,00 reais na cotação atual da moeda estrangeira] até 7.520,00 libras [aproximadamente 55 mil reais]. Rod Smallwood, empresário do Iron Maiden, comentou: “Ter o Eddie em uma moeda oficial do Reino Unido é uma continuação de sua incrível odisseia desde que o desenterramos em 1980. Já estivemos em selos, garrafas de cerveja, caudas de avião e agora em moeda corrente. Os detalhes que Akirant conseguiu incorporar ao design são soberbos. Há pequenas referências a praticamente todos os capítulos da nossa jornada como banda. Estamos verdadeiramente honrados que a Royal Mint tenha escolhido comemorar os 50 anos do Iron Maiden de uma forma tão única”. Veja alguns exemplares do produto na postagem abaixo: Via: Rockbizz

Show final de Ozzy Osbourne e Black Sabbath ofusca volta do Oasis aos palcos
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07/07/2025

Show final de Ozzy Osbourne e Black Sabbath ofusca volta do Oasis aos palcos

Depois de muitas brigas, discussões, alfinetadas via imprensa e um hiato de mais de quinze anos, o Oasis voltou aos palcos para uma turnê extensa. A apresentação aconteceu na última sexta-feira (04 de julho) no Principality Stadium, em Cardiff, Inglaterra. Apesar de ter sido um evento de grandes proporções e bastante importante para a cena rock n’ roll como um todo, o show final de Ozzy Osbourne e Black Sabbath ofuscou a volta do Oasis aos palcos. Por ironia do destino ou algum capricho dos deuses do metal, as datas das apresentações quase bateram. Como dito, o show do Oasis foi no dia 04 de julho, já a turma de Ozzy e Sabbath tocou no dia seguinte, 05, com uma produção enorme e com um time digno de melhores do mundo. A imprensa especializada em rock e metal no Brasil e no restante do globo, assim como a mídia em geral, noticiou de maneira ampla o Back To The Beginning, enquanto que o concerto dos irmãos Gallagher precisou se contentar com bem menos conteúdos e com matérias protocolares, sem o mesmo entusiasmo dos conteúdos cujo o foco era o Sabbath e Ozzy. Seja como for, o Oasis fará 41 espetáculos neste ano. No itinerário dos irmãos estão países como Inglaterra e Irlanda em julho. No Brasil, a banda marcará presença nos dias 22 e 23 de novembro em São Paulo. Via: Rockbizz

Transmissão online do show de Ozzy e Sabbath foi para mais de 5 milhões de fãs
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07/07/2025

Transmissão online do show de Ozzy e Sabbath foi para mais de 5 milhões de fãs

A formação original do Black Sabbath – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – fez história no último sábado, dia 05 de julho, ao se reunir para um último ato no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Os ingressos para curtir a festa ao vivo e cores evaporaram em menos de vinte minutos após o início das vendas. No entanto, os fãs que não conseguiram curtir a festa in loco puderam ver por meio de uma transmissão online. De acordo com a apuração do jornal britânico The Guardian, a transmissão online do show de Ozzy e Sabbath foi para mais de 5 milhões de fãs ao redor do planeta. Em se tratando dos “donos do metal”, o público jamais iria decepcionar. O pessoal de casa certamente se extasiou quando o Madman subiu ao palco para cantar I Don’t Know, Mr. Crowley, Suicide Solution, Mama, I’m Coming Home e Crazy Train. A coisa ficou ainda mais emocionante com o Sabbath original no palco para as performances de War Pigs, Iron Man, N.I.B. e Paranoid. Seja em casa ou ao vivo e a cores, Back To The Beginning foi um festival marcante para todos os fãs de música pesada. Além disso, foi um adeus à altura dos criadores do heavy metal. Via: Rockbizz

Tommy Lee exalta o apoio que o Mötley Crüe recebeu de Ozzy nos anos 80: “Muito generoso”
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06/07/2025

Tommy Lee exalta o apoio que o Mötley Crüe recebeu de Ozzy nos anos 80: “Muito generoso”

Em entrevista ao jornal The New York Times, o bateria Tommy Lee exaltou o apoio que o Mötley Crüe recebeu de Ozzy nos anos 80. Em 1984, o Madman levou o Crüe para estrada como open act da segunda perna da Bark at the Moon Tour. Na época, o icônico quarteto do hard rock estava promovendo seu segundo disco Shout At The Devil, que saiu em setembro de 1983. Tommy Lee disse: “Ozzy é um dos grandes motivos pelos quais ainda estamos aqui. Não tenho palavras para descrever o quão generoso ele foi quando fizemos turnê juntos no início dos anos 80”. O baterista continuou: “Normalmente, os headliners reservam um monte de luzes e dão às bandas de abertura uma fração do sistema de som, para que a banda de abertura não fique tão barulhenta quanto a atração principal. No entanto, Ozzy disse: ‘Vocês podem ter todas as luzes, ter todo o som e se divertirem muito’. E isso realmente me emocionou. Eu nunca tinha experimentado aquele tipo de generosidade e igualdade que ele queria para todos”. O bon-vivant encerrou enaltecendo a presença de palco de Osbourne e a sua conexão única com os fãs. “Ele tem um movimento muito característico! Ele meio que pula e bate palmas. Há um sorriso maligno no rosto dele enquanto faz isso, mas acho que esse sorriso maligno é de felicidade, porque o lugar está fervendo. Ozzy deixa o público saber que ele está curtindo tanto quanto, ou até mais, do que eles. Essa conexão é importante. Caso contrário, você está meio que fazendo isso só por si mesmo”. A turnê conjunta de Ozzy e Mötley Crüe gerou histórias como a carreira de formiga que o Madman cheirou na beira da piscina de um hotel e muitos outros causos que foram amplamente explorados no filme The Dirt, do Crüe. Via: Rockbizz

Scorpions: curta a performance de The Zoo no Madison Square Garden
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05/07/2025

Scorpions: curta a performance de The Zoo no Madison Square Garden

O Scorpions alimenta seu canal oficial no YouTube com muitos conteúdos legais. O principal deles são vídeos ao vivo atuais e de apresentações antigas e importantes como a do primeiro Rock In Rio, em 1985. No dia 06 de maio, por exemplo, a banda alemã tocou no famoso Madison Square Garden, Nova Iorque, Estados Unidos, para milhares de fãs. O show também foi uma celebração aos cinquenta anos da independência de Bangladesh. Para mostrar um pouco como foi o concerto, o quinteto liberou o vídeo de The Zoo, faixa presente em seu sétimo álbum de estúdio, Animal Magnetism, de 1980. Curta a performance de The Zoo no Madison Square Garden. E por falar em Scorpions, o grupo vai lançar a coletânea From The First Sting em celebração aos seus 60 anos de rock n’ roll. A obra, que sairá no dia 26 de setembro pela BMG, estará disponível em vários formatos como 2LP + 2CD bookpack, 2CD, 2LP vinyl e 1CD. A versão 2LP + 2CD bookpack está saindo pelo valor de €101,99 – aproximadamente R$655,53 na cotação atual da moeda estrangeira. Os outros produtos, contudo, custam mais barato. Via: Rockbizz