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John Norum explica por que The Final Countdown o fez deixar o Europe por desgosto
The Final Countdown, do Europe, é uma das canções que representam bem a década de 1980. O “riff” de teclado se tornou sinônimo de euforia por parte do público, assim como o refrão e o solo de guitarra que são outros dois pontos altos do som. A música se tornou número um nos principais mercados do planeta e alçou o nome do Europe à primeira divisão das bandas de rock n’ roll. Mesmo assim, o sucesso da faixa não agradou o guitarrista John Norum que pulou fora do barco. “Quando você alcança o sucesso tão rápido, ele passa muito rápido! Você não sabe realmente como funciona, como o negócio funciona e tal”, explicou Norum em entrevista à revista Guitar. “Do nada, é como se você tivesse que acordar e dar entrevistas todos os dias, ir a programas de TV e tudo mais. E o fato de os teclados estarem tomando conta cada vez mais, nos tornamos mais como uma banda pop”. John continuou: “Eu odiava toda aquela imagem de chiclete, com cabelo grande, calça de lycra e toda aquela imagem dos anos 80. Alguns caras da banda ficaram muito convencidos! Eles exageraram no sexo, nas drogas e no rock n’ roll. Eles bebiam todos os dias e o tempo todo”. “Eu acordava constantemente de ressaca e finalmente percebi que aquela vida não era para mim. Não era o que eu queria fazer, não era eu! Eu não queria mais fazer parte daquilo. Então, eu pedi demissão”, destacou o guitarrista. John Norum ficou ausente dos trabalhos do Europe durante muitos anos. Nesse tempo, ele conseguiu fazer alguns álbuns solo como Total Control (1987), Face the Truth (1992), Another Destination (1995) e Worlds Away (1996). Em 2003, o Europe voltou oficialmente a trabalhar com o guitarrista. Desde então, o grupo colocou na praça mais seis trabalhos de estúdio. Via: Rockbizz

Exposição em tributo a Ozzy Osbourne no museu de arte de Birmingham será estendida
Exposição em tributo a Ozzy Osbourne no museu de arte de Birmingham será estendida até o final deste ano por conta da alta demanda de público. A exibição, que se chama Working Class Hero, é um mergulho na vida pessoal, profissional e artística do primeiro frontman do heavy metal. Prêmios como Grammy Awards, Rock And Roll Hall Of Fame, MTV Awards, Hollywood Walk Of Fame e Birmingham Walk Of Stars estão expostos na galeria. Sobre Working Class Hero, a empresária Sharon Osbourne disse: “Ozzy é a prova de que não importa de onde você começa na vida. Com paixão, garra e um pouco de loucura, você pode alcançar o extraordinário. Esta exposição é um agradecimento aos fãs e à cidade de Birmingham, que é o lugar onde tudo começou. Estamos muito orgulhosos de trazê-la para casa”. O canal Metal Pilgrim fez um passeio completo na exibição e compartilhou alguns momentos em seu canal oficial no YouTube. No tocador abaixo, conheça a exposição Working Class Hero que é em homenagem a Ozzy Osbourne: Via: Rockbizz

Saiba a causa da morte do vocalista Ozzy Osbourne
No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, eterno frontman do Black Sabbath. Até então, a causa da morte do vocalista ficou sem resposta, contudo, recentemente, a filha do Madman, Aimee Rose Osbourne, contou ao jornal The New York Times o que ceifou a vida de seu pai. De acordo com a moça, o Príncipe das Trevas morreu devido a um ataque cardíaco. É o que está na certidão de óbito do saudoso rock star, segundo ela. Aimee também apontou que o Madman sofria de doença arterial coronariana e Mal de Parkinson. A certidão de óbito também informou que o ataque cardíaco ocorreu “fora de um hospital”. Dois dias após a morte de Ozzy, o Daily Mail noticiou que uma ambulância aérea foi chamada à mansão do artista em Buckinghamshire, na manhã do dia 22 de julho, portanto, tudo leva a crer que o cantor morreu em sua casa. Pouco mais de duas semanas desde seu falecimento, a música pesada ainda está incrédula pela morte de Ozzy. Ele foi um figura de extrema importância para o rock e para a cultura mundial como um todo. É uma tristeza não contar com sua presença física em nossas vidas. Via: Rockbizz

Kelly Osbourne agradece as manifestações de carinho ao seu papai, Ozzy
Em suas redes sociais, Kelly Osbourne agradeceu as manifestações de carinho ao seu papai, Ozzy. Segundo a filha mais nova do Madman, as manifestações de amor e apoio estão ajudando a superar o triste falecimento do primeiro vocalista do heavy metal. A mensagem de Kelly, que veio junto de um trecho de See You On the Other Side, canção de seu pai, que saiu no repertório de Ozzmosis, álbum de 1995, diz o seguinte: “Já sentei para escrever isso centenas de vezes e ainda não sei se as palavras serão suficientes. Mas, do fundo do meu coração, obrigada. O amor, apoio e as lindas mensagens que recebi de tantos de vocês realmente me ajudaram a superar o momento mais difícil da minha vida. Cada palavra gentil, cada lembrança compartilhada e cada gesto de compaixão significou mais do que eu jamais conseguiria explicar. A tristeza é uma coisa estranha! Ela nos atinge em ondas! Não vou ficar bem por um tempo, mas saber que minha família não está sozinha em nossa dor faz a diferença. Estou me agarrando firmemente ao amor, a luz e ao legado que deixamos. Obrigada por estarem presentes. Amo muito todos vocês”. Via: Rockbizz

Opeth toca Solitude em tributo a Ozzy Osbourne e Black Sabbath
Na última sexta-feira, dia 01 de agosto, no Beyond The Gates em Bergen, Noruega, o Opeth tocou Solitude em tributo a Ozzy Osbourne e Black Sabbath. A canção saiu originalmente no repertório do álbum Master Of Reality, terceiro registro de estúdio do Sabbath, de 1971. Veja: Dois dias após a morte de Ozzy, Mikael Åkerfeldt, frontman do Opeth, escreveu nas redes sociais: “Aquele dia terrível finalmente chegou. John Michael Osbourne nos deixou! É incrivelmente difícil aceitar isso. Mesmo que eu tenha me preparado para esse fato inevitável desde os anos 80, parece completamente irreal. Ele era como um carvalho antigo para mim. Uma árvore tombada que as pessoas visitavam e admiravam. Ozzy entrou na minha vida no final dos anos 70, quando ouvi Iron Man num toca-fitas. Eu era apenas uma criança, e “aquela” voz no começo me assustou muito. O Black Sabbath foi minha introdução ao heavy rock e metal e tem sido um companheiro para toda a vida desde então. Li alguns posts de outros músicos e só posso concordar. Se não fosse pelo Ozzy e pelo Black Sabbath, meu interesse pela música como um todo não teria decolado tanto. Fiquei obcecado por eles, e acho que ainda sou”. Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. Nos últimos anos, o cantor britânico vinha travando uma batalha contra o Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos. Com o diagnóstico de Parkinson, o cantor chegou a afirmar que a doença o levou a um quadro de depressão, e os efeitos colaterais de seus vários medicamentos causaram perda de memória de curto prazo e constipação. Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo, mas só piorou a sua situação. Via: Rockbizz

Metallica: “Não sigo as regras do metal, o que provavelmente está errado, e me desculpe”, reflete o produtor Bob Rock
No novo episódio do The Metallica Report, que é um podcast semanal com as notícias e novidades do universo Metallica, o produtor Bob Rock refletiu sobre o trabalho que desenvolveu com o grupo de thrash metal da Califórnia. “Quando comecei a trabalhar com o Metallica, eles só conheciam o método de produção de Flemming Rasmussen, Expliquei a forma como eu produzia e gravava as músicas. Eu lembro que Jason Newsted não estava tocando baixo como um baixista. Ele estava apenas dobrando a guitarra. Falei para ele ser o baixista e não seguir o riff da guitarra sempre. Isso e outras coisas abriram as portas para eles. Ficou claro na gravação do álbum Black Album. Abraçaram a ideia e foram com tudo nos álbuns seguinte, Load e Reload. Eles começaram a experimentar muitas coisas. Eu não sigo as regras do metal, o que provavelmente está errado, e me desculpe, mas incentivei a banda tentar coisas novas e sair fora de seus padrões”. Ouça a fala completa de Bob Rock aqui: Bob Rock é uma figura muito importante para a história do Metallica, visto que conseguiu elevar o som do grupo para um heavy metal polido. O produtor botou os caras para suarem a camisa a fim de saírem da zona de conforto e tocarem em estádios. O resultado deu muito, muito certo em Metallica – vulgo Black Album. A parceria continuou em Load (1996) e ReLoad (1997), que, apesar das críticas, venderam mais de quinze milhões de cópias juntos. Em 2001, depois que o baixista Jason Newsted pediu demissão, Bob Rock chegou a fazer três apresentações com a banda cobrindo a vaga deixada pelo músico, contudo, os seus serviços de baixista se concentraram em estúdio, especificamente na criação e gravação do então oitavo disco do Metallica, que levou o nome de St. Anger. Via: Rockbizz

Andi Deris (Helloween) lembra quando conheceu Ozzy Osbourne: “Não era demoníaco ou algo do tipo”
Todo mundo que teve a oportunidade de conhecer Ozzy Osbourne ficou feliz com a experiência! Fosse artista ou fã, o Príncipe das Trevas tratava as pessoas com muito respeito, simplicidade e carinho, o que conquistava ainda mais quem estava por perto. O frontman do Helloween, Andi Deris, concedeu uma entrevista ao Border City Rock Talk e lembrou quando conheceu Ozzy Osbourne. De acordo com Andi, o cantor não era demoníaco ou algo do tipo, como alguns cidadãos de bem podem imaginar. “Todos nós ficamos tristes com a morte de Ozzy. Ele provavelmente foi o ídolo de todos. O Black Sabbath sempre esteve na lista dos “A”. Eu me lembro de antigamente, aos 13 ou 14 anos, batendo cabeça nas discotecas de rock. Naquela época, tínhamos discotecas de rock por toda a Alemanha. Então, o Black Sabbath foi uma parte importante da minha formação musical com o Deep Purple e tudo mais”. Deris continuou: “Felizmente, eu o conheci em 1999, quando tivemos a chance de fazer alguns festivais e shows com o Black Sabbath com o Ozzy. Ele foi um cara legal. Ele sempre passava pelos bastidores, falava comigo e conversámos sobre alguma bobagem. Mas dava para ver que era um cara legal”. “Não havia nada de demoníaco ou algo do tipo. Ele era só um cara legal. Mas, naquela época, lembro que eu estava muito preocupado com ele, porque eles sempre o carregavam para fora do palco e tal. Ele tinha uma tenda de cinco ou seis metros nos bastidores, onde tinha oxigênio e coisas assim. Ele se deitava durante os shows para relaxar um pouco e continuar. Naquela época, em 1999, eu já pensei: “Bem, ele não aguenta mais, porque está com a saúde péssima’. Mas ele aguentou mais 25, 26 anos. Então, estou feliz”, complementou Andi. Assista a conversa na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Party On: Wacken 2026 terá shows do Europe, Def Leppard, Savatage, Nevermore e mais
A festa está certa para rolar no Wacken 2026! O festival alemão terá shows do Europe, Def Leppard, Savatage, Nevermore, Emperor, Thundermother, Sepultura, In Flames, Powerwolf, Running Wild, The Gathering, Powerwolf e mais. Veja o pôster oficial do Wacken 2026 com as atrações já confirmadas: A produção ainda promete revelar muitas outras bandas e artistas que vão fazer a alegria dos oitenta mil fãs de metal e rock que participarão do evento. A venda de ingressos para a edição trinta e cinco do Wacken começará muito em breve. Então, para quem deseja adquirir um dos bilhetes, vale ficar muito esperto porque costuma evaporar em questão de poucos minutos. Para mais informações sobre a venda de ingressos, basta acessar aqui. Via: Rockbizz

Billy Corgan acha que o festival Back To The Beginning prolongou a vida de Ozzy Osbourne
O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira em 05 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Por si só o evento, que se chamou Back To The Beginning, foi um marco para a cena heavy metal. Contudo, ele ficou ainda mais especial porque foi último show da vida de Ozzy Osbourne. O cantor faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. Trocando uma ideia com o pessoal da rádio norte-americana KROQ, o vocalista do The Smashing Pumpkins, Billy Corgan, comentou como foi os bastidores do evento. “Estávamos literalmente assistindo à passagem de som do Black Sabbath com o Ozzy pela última vez”, contou Billy. “Ozzy nos viu e fez o famoso sinal de paz para nós, e sorriu. É um momento que eu sempre guardarei, porque foi aquele momento íntimo em que éramos só nós e a banda”. “Tanto eu quanto uma outra pessoa que estava ao meu lado, começamos a chorar porque não conseguíamos acreditar que esse sonho mágico dessa banda em nossas vidas estava chegando ao fim”, acrescentou o líder do The Smashing Pumpkins. Já sobre a saúde de Osbourne, Corgan disse: “Obviamente ele não estava cem por cento, mas não vi nada em seu espírito que me dissesse que ele estava perto do fim de sua vida. Conversando sobre isso com a banda, nós pensamos que talvez esse show fosse o que o mantinha em movimento. Talvez a ideia de que havia um arco-íris no fim da estrada, talvez isso o animasse”. “Talvez o show tenha realmente prolongado a vida dele, porque ele tinha algo pelo qual lutar, algo pelo qual se esforçar, e para ver o quanto aquele show e artistas significavam para ele”, concluiu o músico. Confira a entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Descanso final de Ozzy é ao lado de um lago na propriedade da família Osbourne
O nosso saudoso Ozzy Osbourne foi sepultado na manhã de ontem, 31, em sua mansão em Buckinghamshire, Inglaterra, na presença de seus familiares e amigos próximos como Elton John, Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward, Marilyn Manson, Rob Zombie, Zakk Wylde e os integrantes do Metallica. Sharon, viúva do cantor, atendeu o pedido do Madman, que era ter o seu descaso final na propriedade da família Osbourne. Além de uma bela coroa de flores com a inscrição Ozzy fucking Osbourne, o caixão foi colocado perto da fonte no lago. Em sua autobiografia I Am Ozzy, que saiu em outubro de 2009, o Príncipe das Trevas falou sobre seu desejo pós morte. “A morte eventualmente chegará, como acontece com todos. Eu disse a Sharon: ‘Não me creme, faça o que fizer’. Mas gostaria de ser enterrado em um belo jardim em algum lugar, com uma árvore plantada sobre minha cabeça. Uma macieira silvestre, de preferência, para que as crianças possam fazer vinho comigo e se embriagarem. Quanto ao que colocarão na minha lápide, não tenho ilusões. Se eu fechar os olhos, já consigo ver. Ozzy Osbourne, nascido em 1948. Morreu, seja lá quando for. Ele arrancou a cabeça de um morcego com uma mordida”. Tristemente, Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. O artista deixou como legado treze álbuns solo e inúmeros discos com o Black Sabbath como Paranoid (1970), Master of Reality (1971) e Sabbath Bloody Sabbath (1973). Via: Rockbizz

Primal Fear vai tirar o fôlego dos fãs com o novo som Tears Of Fire
O Primal Fear vai tirar o fôlego dos fãs com o novo som Tears Of Fire. A faixa estará presente no novo registro de estúdio dos alemães, Domination, que sairá no dia 05 de setembro pelo selo germânico Reigning Phoenix Music. Veja: O trabalho estará disponível em diferentes versões como CD, CD, earbook, CD digipak, CD digipak com camiseta, vinil preto, vinil colorido (azul perolado, dourado, branco com splatter de fogo e na versão digital (download e streaming). O disco teve a produção de Mat Sinner, com a ajuda de Ralf Scheepers e Magnus Karlsson. A mixagem e masterização do disco, que será o décimo quinto registro de estúdio do grupo, ficou a cargo do renomado Jacob Hansen. Track listing de Domination: 01. The Hunter02. Destroyer03. Far Away04. I Am The Primal Fear05. Tears Of Fire06. Heroes And Gods07. Hallucinations08. Eden (com Melissa Bonny do Ad Infinitum)09. Scream10. The Dead Don’t Die11. Crossfire12. March Boy March13. A Tune I Won’t Forge Via: Rockbizz

Prestes a vir ao Brasil, Epica lança versão com orquestra do clássico Unleashed
Um dos maiores nomes do metal sinfônico, a banda holandesa Epica lança uma versão ao vivo com orquestra de Unleashed, um dos maiores sucessos da banda. A faixa, lançada em 2009 no álbum Design Your Universe, é muito querida pelo público e foi recriada no espetáculo The Symphony Synergy. A banda, que recentemente lançou seu novo álbum Aspiral, chega ao Brasil em setembro com sua nova turnê. Assista o vídeo ao vivo Unleashed (The Symphony Synergy): Liderado por Simone Simons (vocal) e Mark Jansen (guitarra), o Epica tem mais de 20 anos de estrada e 400 milhões de streams no catálogo. Conhecida pelos sons orquestrais, vocais operísticos e riffs pesados, a banda é dona de hits como Cry for the Moon e Sensorium. Além disso, a banda tem uma longa relação com o Brasil (o segundo lugar no mundo que mais ouve a banda): já são 35 shows realizados no país (incluindo o próprio festival, Epic Metal Fest, realizado somente no Brasil e Holanda) e a banda retorna com datas em Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 11 faixas inéditas, incluindo Cross the Divide, Arcana e T.I.M.E., Aspiral mescla influências do rock oitentista e música alternativa ao metal sinfônico que consagrou a banda. Produzido e mixado por Joost van den Broek, o álbum está disponível em todas as plataformas de streaming via NuclearBlast. Datas da turnê no Brasil: 06/09 – Porto Alegre, Brasil (Opinião)07/09 – Curitiba, Brasil (Ópera de Arame)09/09 – Belo Horizonte, Brasil (Grande Teatro BeFly Minascentro)11/09 – Brasília, Brasil (Toinha)13/09 – Rio de Janeiro, Brasil (Sacadura 154)14/09 – São Paulo, Brasil (Terra SP) Via: Rockbizz

Kelly Osbourne personifica estilo de Ozzy durante seu funeral na Inglaterra
Kelly Osbourne personificou o estilo de Ozzy durante seu funeral na Inglaterra, que aconteceu nesta quarta-feira, dia 30 de julho. Depois do cortejo público, que percorreu parte de sua cidade natal, Birmingham, o cantor será sepultado em uma cerimônia para a família e amigos próximos. Durante o cortejo pela cidade, Kelly usou óculos de sol redondos, também conhecidos como teashades. O modelo ganhou fama mundial graças a um dos heróis de Ozzy, John Lennon, no final da década de 1960. Depois que partiu para sua vitoriosa carreira solo, o Príncipe das Trevas passou a usar o adereço na cor azul-púrpura, o que se tornou uma das marcas de seu visual. Ao longo do cortejo, alguns fãs chegaram a citar que o objeto pertencia ao cantor, no entanto, não há confirmação dessa informação. Quando a procissão chegou ao banco do Black Sabbath, na Broad Street, Kelly, seus irmãos [Jack, Aimee e Louis] e mãe [Sharon] depositaram flores em meio a todos os outros ramalhetes que os fãs fizeram questão de deixar em nome do carinho pelo Madman. Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos, cerca de duas semanas após o lendário show Back to the Beginning. No evento, o cantor se apresentou com sua banda solo e Black Sabbath para um último ato ao vivo. Via: Rockbizz

Grave Digger fará show em São Paulo celebrando 45 anos de carreira
A instituição do heavy metal alemão Grave Digger retorna ao Brasil em 2025 para uma noite histórica. A banda se apresenta no dia 14 de novembro, no Carioca Club, em São Paulo, como parte da turnê promocional do elogiado novo álbum de estúdio Bone Collector. Celebrando 45 anos de estrada, o grupo volta ao país com status de lenda do metal e uma trajetória sólida que ultrapassa gerações. Chris Boltendahl (vocal), Tobias Kersting (guitarra), Jens Becker (baixo) e Marcus Kniep (bateria) estão mais pesados e afiados do que nunca e prometem uma performance do mais puro heavy metal trazendo no repertório hinos como Heavy Metal Breakdown, Rebellion, Excalibur, The Dark of the Sun, entre outros.. A venda começa nesta quarta-feira (30/08), às 13h. Os ingressos custam a partir de R$175,00 (meia-entrada) e estarão disponíveis pela plataforma uhuu.com e pontos autorizados. Mais informações no serviço abaixo. O show marca a 14ª passagem da banda pelo Brasil, país onde construiu uma base de fãs fiel, desde a primeira visita em 1997. De lá para cá, foram 13 apresentações em palcos nacionais, com destaque para a participação no festival Summer Breeze Brasil, em 2023. Gravado sem o uso de teclados pela primeira vez na carreira, Bone Collector representa um retorno às raízes sonoras da banda. Com produção, mixagem e masterização assinadas pelo vocalista Chris Boltendahl, o trabalho é direto, cru e poderoso, características que marcaram os primeiros álbuns do grupo, como o clássico Heavy Metal Breakdown (1984). Faixas como Bone Collector, Riders of Doom, Mirror of Hate e The Devils Serenade misturam peso e melodia com riffs marcantes e refrões intensos. A arte do disco é assinada pelo ilustrador brasileiro Wanderley Perna, reforçando os laços culturais da banda com o público brasileiro. Formado em 1980, na cidade de Gladbeck, na Alemanha, o Grave Digger se consolidou como um dos principais nomes do metal europeu. Ao longo de mais de quatro décadas, lançou álbuns conceituais e aclamados como Tunes of War, Knights of the Cross, The Grave Digger e Fields of Blood, sempre mantendo sua identidade sonora e postura autêntica. Com mais de 20 discos de estúdio e milhares de fãs ao redor do mundo, a banda segue relevante, criativa e ativa. Para os brasileiros, este show é mais do que um reencontro, é a celebração de um legado, de uma fiel história dedicada ao metal pesado. SERVIÇO: São PauloData: 14 de novembro de 2025Local: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima)Horário: 19h (abertura da casa) | 21h (showtime)Ar-condicionadoAcessibilidadeClassificação etária: 16 anos. Setores:Pista: R$ 175 (meia-entrada) | R$ 350 (inteira)Mezanino: R$ 240 (meia-entrada) | 480 (inteira) Ingresso online: uhuu.com Pontos de venda:A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais. Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço3º Piso do Bourbon Shopping São PauloRua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SPHorário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento. Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço7º Piso do Shopping Frei CanecaRua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SPHorário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada. Via: Rockbizz

Lord Of The Lost e Within Temptation unem forças contra a escuridão em Light Can Only Shine In The Darkness
As bandas Lord Of The Lost e Within Temptation uniram forças contra a escuridão em Light Can Only Shine In The Darkness. A faixa estará no repertório de Opvs Noir Vol. 1, novo álbum da banda alemã, cujo lançamento será no dia 08 de agosto pela Napalm Records. O vocalista do Lord Of The Lost, Chris Harms, explicou como surgiu a música. Ele disse: “Logo após o último show da turnê de 2022 do Iron Maiden com o Within Temptation, a ideia para Light Can Only Shine In The Darkness nasceu. Ela foi uma tentativa de criar uma música híbrida entre Lord Of The Lost e Within Temptation. E o fato de ter se concretizado é um sonho que se tornou realidade, porque um dueto com Sharon Den Adel estava no topo da minha lista de desejos há mais de uma década”. Assista o vídeo de Light Can Only Shine In The Darkness aqui: Opvs Noir Vol. 1, que contou com a produção de Harms, promete ser um guia de viagem, e também um diário de viagem, pelos lados obscuros de nosso mundo interior, que tão frequentemente se movem precisamente na área de tensão entre o que categorizamos emocionalmente como positivo ou negativo. A banda irá explorar o profundo tema em uma trilogia que começará, como o nome já indica, em seu novo full length. O trabalho estará disponível em CD, CD digisleeve, vinil preto, vinil colorido (azul translúcido) e digital (download e streaming). Atualmente, o Lord Of The Lost tem em sua formação Chris Harms (vocal, guitarra), Pi Stoffers (guitarra), Benjamin “Benji“ Mundigler (guitarra, teclado), Klaas Helmecke (baixo), Gerrit Heinemann (teclado e percussão) e Niklas Kahl (bateria). Track listing de Opvs Noir Vol. 1: “Bazaar Bizarre”“My Sanctuary”“Light Can Only Shine In The Darkness” (com Within Temptation)“I Will Die In It”“Moonstruck” (& Stimmgewalt)“Damage” (com Whiplasher Bernadotte)“Ghosts” (com Tina Guo)“Lords Of Fyre” (& Feuerschwanz)“The Things We Do For Love”“The Sadness In Everything” (com Anna Maria Rose)“Dreams Are Never Alone” Via: Rockbizz

Crazy Train e Mama, I’m Coming Home voltam as paradas de sucesso após morte de Ozzy Osbourne
Os hits Crazy Train e Mama, I’m Coming Home voltaram as paradas de sucesso após morte de Ozzy Osbourne. De acordo com o site Luminate, a primeira canção alcançou a 46# posição na Billboard Hot 100 após obter 9,2 milhões de streams nos EUA, 2,4 milhões de impressões no rádio e 11 mil downloads do single. Já a super balada do álbum No More Tears, de 1991, ficou com a 49# colocação, acumulando 8,7 milhões de streams, 2,1 milhões de impressões no rádio e batendo a marca de 15 mil downloads pagos. A coletânea The Essential Ozzy Osbourne também fez bonito, pois ficou com o sétimo lugar da Billboard 200. Nos streams, o trabalho teve 48 milhões de acessos na última semana. Ao longo da carreira, Ozzy gravou treze discos solos e treze com o Black Sabbath. Além disso, o cantor emprestou sua voz a canções de outras bandas e artistas como Rob Zombie, Rick Wakeman e Coal Chamber. Já o derradeiro trabalho de estúdio do Príncipe das Trevas é o Patient Number 9, que saiu em setembro de 2022, alcançou a terceira posição da Billboard 200. Via: Rockbizz

Celine Dion lamenta morte de Ozzy Osbourne e ressalta sua capacidade melódica
Pelas redes sociais, a cantora Celine Dion lamentou a morte de Ozzy Osbourne e ressaltou a sua capacidade melódica. A pop star também comentou que o saudoso Príncipe das Trevas foi um artista original e generoso. Celine escreveu: “Fiquei profundamente triste ao saber do falecimento de Ozzy Osbourne. Ozzy e eu fomos colegas de gravadora por muitos anos. Embora viéssemos em universos musicais muito diferentes, sempre admirei seu espírito sem limites e seu ouvido para melodias em músicas como Mama I’m Coming Home. Ele era um artista original! Destemido e simplesmente extraordinário. Mas ele também era gentil, atencioso e generoso. Meu coração está com sua amada esposa Sharon, seus filhos e seus milhões de fãs apaixonados ao redor do mundo. Com todo o meu amor, Celine”. Tristemente, Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. O artista deixou como legado treze álbuns solo e treze com o Black Sabbath. Mesmo alguns dias após a confirmação da morte do cantor, muitos fãs ainda estão em choque e negação com a notícia. O Madman não era apenas um cantor, ele foi a personificação do espírito do rock n’ roll. Ele deixa uma lacuna que jamais será suprida. Via: Rockbizz

Sabaton revela capa e repertório do novo álbum Legends
O Sabaton revelou a capa e o repertório do novo álbum Legends. O trabalho, que será o décimo primeiro registro de estúdio do grupo sueco, sairá no dia 17 de outubro pelo selo Better Noise Music. Joakim Brodén (vocal), Pär Sundström (baixo), Chris Rörland (guitarra), Thobbe Englund (guitarra) e Hannes Van Dahl (bateria) mergulharam em alguns dos maiores e mais amados personagens da história, como Jeanne D’arc – também conhecida como Joana d’Arc -, Napoleão Bonaparte, Júlio César e o lendário mestre espadachim Miyamoto Musashi. Legends estará disponível em diferente formatos CD, 2CD digibook, 2CD earbook vinil preto, vinil colorido, box set (com vinil colorido, 2CD earbook, cassete e outros mimos) e digital (download e streaming). Como prévias ao disco, a banda liberou o lyric video das faixas The Duelist e Lightning At The Gates. Veja: Track listing de Legends: “Templars”“Hordes Of Khan”“A Tiger Among Dragons”“Crossing The Rubicon”“I, Emperor”“Maid Of Steel”“Impaler”“Lightning At The Gates”“The Duelist”“The Cycle Of Songs”“Till Seger” Via: Rockbizz

Ozzy recebeu ajuda de dois cuidadores e uma enfermeira para fazer os ensaios para seu último show, segundo Geezer Buttler
O baixista e letrista do Black Sabbath, Geezer Butler, escreveu um artigo para o jornal britânico The Sunday Times, no qual refletiu sobre seu último show com o saudoso vocalista Ozzy Osbourne, que faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. “Eu sabia que ele não estava com saúde boa, mas não estava preparado para vê-lo tão frágil. Ele recebeu ajuda para entrar na sala de ensaio de dois cuidadores e uma enfermeira. Ele também estava usando uma bengala. Sendo Ozzy, a bengala era preta, cravejada de ouro e pedras preciosas. Ele não disse muito além dos cumprimentos habituais. Quando cantava, ele sentava-se em uma cadeira. Repassamos as músicas, mas dava para perceber que ele estava exausto depois de seis ou sete músicas. Conversamos um pouco, mas ele estava bem quieto comparado ao Ozzy de antigamente”. Como todos os fãs de rock e metal sabem, o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no dia 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O show final de Ozzy e Sabbath teve a presença de nomes como Metallica, Tool, Slayer, Pantera, Lamb of God, Anthrax, Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Jake E. Lee (ex-Badlands, ex-Ozzy Osbourne), Tom Morello (Rage Against The Machine), Fred Durst (Limp Bizkit), Jonathan Davis (Korn) e muitos outros. Via: Rockbizz

Iron Maiden: Nicko McBrain faz piada com o tamanho da bateria de Simon Dawson
No dia 07 de dezembro de 2024, em São Paulo, o baterista Nicko McBrain, 73 anos, fez o seu derradeiro espetáculo com o Iron Maiden. Os motivos para tal decisão tão extrema se deu por conta de problemas de saúde que o artista enfrentou nos últimos anos como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e câncer na laringe. A Donzela de Ferro está seguindo carreira com os trabalhos de Simon Dawson, que é um amigo pessoal e de trabalho de Steve Harris. O músico britânico tocou no projeto British Lion. A estreia ao vivo de Simon com a banda foi em maio, com o pontapé inicial da Run For Your Lives Tour. Em recente apresentação do Titanium Tart, que é um projeto em que Nicko e seus parças têm para tocar alguns clássicos da Donzela de Ferro e outros hits do rock e metal, ele faz piada com o tamanho da bateria de Simon Dawson. McBrain comentou em tom de brincadeira: “Todos vocês sabem que eu me afastei das turnês do Iron Maiden. Agora, eles têm um rapaz adorável. Ele é um bebê. Mas ele tem uma bateria bem pequenininha. E alguns de vocês podem se perguntar sobre como me sinto com um novo baterista tomando meu lugar depois de 42 anos. A resposta simples é que ainda sou o cara mais bonito do Iron Maiden”. O baterista continuou: “Não sei se Simon concordaria comigo, porque ele provavelmente se acha o mais bonito do Maiden. Mas posso garantir que não é o caso. Deus o abençoe! Mas ele está fazendo um trabalho maravilhoso e fico feliz que vocês o tenham acolhido na família”. “E independentemente de ser eu ou não, não há ninguém que possa me substituir. E eu não estou dizendo isso para inflar meu ego. Esse não é o caso. Mas agradeço por vocês o aceitarem. Eles estão fazendo um trabalho incrível”, acrescentou o músico. Confira a fala completa de Nicko McBrain no player abaixo: Via: Rockbizz

Produtora nega que fará shows do AC/DC no Brasil, segundo jornalista
Na última quinta, 24, o jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, afirmou que o AC/DC faria três apresentações no Autódromo de Interlagos em São Paulo. No entanto, o jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país, desmentiu a informação. Segundo Flesch, a produtora [Live Nation] negou que fará shows do AC/DC no Brasil. Em um post no X (antigo Twitter), ele escreveu: “Informações que têm circulado nas redes sociais citavam que a banda faria shows no Autódromo de Interlagos, mas a produtora disse que a informação é falsa e que não tem nada com a banda para vir ao Brasil”. Produtora nega que fará shows do AC/DC no Brasil. Informações que têm circulado nas redes sociais citavam que a banda faria shows no Autódromo de Interlagos, mas a produtora disse que a informação é falsa e que não tem nada com a banda para vir ao Brasil. — José Norberto Flesch (@jnflesch) July 25, 2025 É importante lembrar que o grupo se apresentou em nosso país apenas duas vezes: no histórico primeiro Rock in Rio, que rolou em 1985, e no Estádio do Morumbi em 2009. Compromissos de 2025 Atualmente, os rock stars australianos estão na estrada em promoção da turnê europeia, a qual possui o apoio do The Pretty Reckless como banda de abertura e que vai se estender até meados de agosto. Após essa etapa, os caras vão tirar umas semanas de folga para recuperar as energias e voltar aos palcos em novembro, com oito concertos pela Austrália. Cidades como Brisbane, Sydney, Adelaide e Perth receberão os músicos de braços abertos. Para a Power Up Tour 2025, o AC/DC está contando com os trabalhos de Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Stevie Young (guitarra), Matt Laug (bateria) e Chris Chaney (baixo). Ou seja, da formação tida como clássica, a banda possui apenas o “baixinho gigante” Angus Young para comandar o sonzeira no palco. Via: Rockbizz

Exodus anuncia show que celebra 40 anos do álbum Bonded by Blood no Brasil
O Exodus acaba de anunciar uma apresentação no Brasil tocando o lendário álbum Bonded by Blood na íntegra em celebração aos seus 40 anos de existência. O espetáculo acontecerá no dia 9 de outubro no Carioca Club em São Paulo. Esta não é apenas mais uma apresentação – é uma peregrinação sonora aos primórdios do thrash metal, uma oportunidade única de vivenciar ao vivo a obra-prima que definiu um gênero inteiro. Lançado em 1985, Bonded by Blood não foi apenas um álbum – foi uma declaração de guerra contra a complacência musical da época. Quarenta anos depois, cada riff, cada solo devastador de Gary Holt, cada batida precisa continua ecoando como um manifesto de resistência cultural. Agora, você terá a chance de vivenciar esta obra-prima na íntegra, do primeiro ao último acorde. Com Rob Dukes novamente nos vocais após seu retorno em 2025, a formação atual do Exodus promete entregar uma performance que honra tanto o legado quanto a energia contemporânea da banda. A química entre Dukes e os veteranos Gary Holt e Tom Hunting garante uma experiência que transcende a nostalgia, oferecendo pura intensidade thrash metal. Este não é um concerto comum – é uma cerimônia de celebração de quatro décadas de influência musical. Bonded by Blood moldou gerações de músicos, desde Kirk Hammett (que gravou a demo original antes de se juntar ao Metallica) até incontáveis bandas que encontraram inspiração em seus grooves devastadores. Clássicos como Bonded by Blood, Exodus, A Lesson in Violence, And Then There Were None e Metal Command ganharão nova vida no palco do Carioca Club, criando uma atmosfera de comunhão metaleira que só os verdadeiros devotos do gênero podem compreender. Com uma carreira que atravessa cinco décadas, Exodus provou que o thrash metal autêntico é imortal. Desde os primórdios na Bay Area californiana até os palcos mundiais, a banda manteve-se fiel à sua essência: música extrema feita com paixão, técnica e autenticidade. Gary Holt, o guardião incansável da chama do Exodus, continua criando riffs que definem o que significa ser thrash metal. Tom Hunting, sobrevivente de batalhas pessoais e profissionais, permanece como uma das forças mais poderosas por trás da bateria no metal extremo. Esta é sua oportunidade de fazer parte de um momento que será lembrado por décadas. Uma noite onde o passado, presente e futuro do thrash metal se encontram em perfeita harmonia destrutiva. SERVIÇO: EXODUS – 40 ANOS DE BONDED BY BLOODDia: 9 de outubro de 2025 (quinta-feira)Cidade: São Paulo/SPLocal: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SPHorário: 20h (abertura da casa) / 21h (início do show)Classificação Etária: 16 anos. Menores apenas acompanhados pelos pais ou responsável legal Ingressos:Vendas estarão abertas no dia 23/07 a partir das 13h através do site Clube do Ingresso – https://www.clubedoingresso.com/evento/exodus-saopaulo Via: Rockbizz

Helloween versa sobre os mistérios dos cosmos no lyric video de Universe (Gravity For Hearts)
O Helloween está versando sobre os mistérios dos cosmos no lyric video de Universe (Gravity For Hearts). A faixa estará em seu novo álbum, Giants & Monsters, o qual chegará ao mercado no dia 29 de agosto pelo selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM). Segundo a banda, Universe (Gravity For Hearts) é uma jornada cinematográfica deslumbrante que faz mais do que evocar o vasto mistério do cosmos. Ela nos lembra das possibilidades ilimitadas que existem além do nosso mundo. O universo é uma extensão infinita, um lugar onde é fácil se perder em pensamentos, mas também onde podemos acessar energias desconhecidas e encontrar as forças necessárias para superar os maiores desafios da vida. Curta o lyric video de Universe (Gravity For Hearts) no player abaixo: Giants & Monsters estará disponível em diversos formatos como CD, CD digipak, 2CD earbook, vinil preto, vinil duplo colorido (azul, amarelo) e digital (download e streaming). A produção do disco ficou sob a responsabilidade de Charlie Bauerfeind e Dennis Ward. Já a arte da capa foi feita pelo artista germânico Eliran Kantor, profissional que fez a capa do álbum Helloween, de junho de 2021. O time que deu vida a Giants & Monsters foi Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra e vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria). Track listing de Giants & Monsters: 01. Giants On The Run02. Savior Of The World03. A Little Is A Little Too Much04. We Can Be Gods05. Into The Sun06. This Is Tokyo07. Universe (Gravity For Hearts)08. Hand Of God09. Under The Moonlight10. Majestic Via: Rockbizz

Max Cavalera lembra relação com Ozzy Osbourne e analisa se o cantor era um cara normal
Durante recente entrevista ao canal 12 News, o ex-frontman do Sepultura, Max Cavalera, lembrou a relação que tinha com Ozzy Osbourne e analisou se o cantor era um cara normal. Tristemente, o Príncipe das Trevas nos deixou na última terça-feira, dia 22 de julho, aos 76 anos. “Bem, eu o conheci por volta de 1996, com a minha antiga banda [Sepultura]. Naquela época, ele não saía muito. E nós, como somos muito fãs, tínhamos medo dele. Mas depois que saí da minha antiga banda, comecei a minha nova banda [Soulfly]. Isso foi na mesma época em que o nosso filho morreu aqui no Arizona. Eles nos convidaram para a casa deles e começamos a sair mais com eles. E quando fizemos o Ozzfest, os nossos filhos brincaram juntos. Fomos para a casa deles. Em relação a imagem do cara selvagem e tudo mais, os tempos que passei com ele, eu simplesmente o achava muito engraçado”. Sobre a personalidade do Madman, o brasileiro falou: “Ele era um cara normal! A gente ficava mais nos bastidores e coisas assim. Teve uma vez que estávamos na Suécia e ele me perguntou: ‘Onde estamos’? Ele não fazia ideia de onde estava. Eu simplesmente adorei isso nele. Achei tão rock n’ roll. Ele nem sabia em que país estava”. Assista a entrevista completa aqui: Max Cavalera não deixa muito claro em sua fala, mas a primeira em que ele e os outros caras do Sepultura tiveram um contato próximo com o clã Osbourne foi em 1992. A banda brasileira, que surfava uma boa fase, abriu dois shows do Ozzy e Black Sabbath em Costa Mesa, Califórnia, no que seria o adeus do Madman dos palcos. Via: Rockbizz