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Bruce Dickinson apresenta a banda que o acompanhará na The Mandrake Project Tour 2025
Pelas mídias sociais, Bruce Dickinson apresentou a banda que o acompanhará na The Mandrake Project Tour 2025. Essa será a segunda etapa da promoção do mais recente álbum solo do cantor britânico. Dessa vez, a turnê terá o foco nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma rápida passagem pelo Brasil, no festival The Town. No vídeo, Dickinson apresentou Philip Naslund (guitarra), Chris Declercq (guitarra), Mistheria (teclado), Tanya O’Callaghan (baixo) e Dave Moreno (bateria). Bruce acrescentou: “Estaremos fazendo um barulho nos Estados Unidos e Canadá, com uma pequena viagem para a América do Sul. Depois disso, em janeiro, nós estaremos juntos gravando um novo álbum que sairá em algum momento de 2027. Mas, até lá, Estados Unidos somos todos de seu”. Veja logo abaixo a postagem do Air-Raid Siren, que ainda mostra todo o itinerário da The Mandrake Project Tour 2025. Via: Rockbizz

Metallica vai tocar no Dreamfest em prol de hospital infantil de São Francisco
O Metallica vai tocar no Dreamfest para levantar fundos para o hospital infantil UCSF Benioff Children’s Hospital. O evento vai acontecer no dia 15 de outubro no Chase Center em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos. Sobre a participação no Dreamfest 2025, o Metallica disse: “Estamos honrados em anunciar que fomos novamente convidados para tocar no Dreamfest. O show será em prol do UCSF Benioff Children’s Hospital, de São Francisco. Além disso, em conjunto com o Dreamforce, acontecerá a conferência anual de tecnologia da Salesforce. Dito isso, nós estamos ansiosos para receber visitantes do mundo todo na Bay Area para a conferência e para o show”. Desde sua criação em 2010, o Dreamfest já arrecadou 120 milhões de dólares para o UCSF Benioff Children’s Hospital. O evento já contou com concertos do U2, Foo Fighters, Fleetwood Mac, Red Hot Chili Peppers e Green Day. Via: Rockbizz

Rock stars lamentam a morte do guitarrista Brent Hinds, ex-Mastodon
Tristemente, o guitarrista Brent Hinds morreu na última quarta-feira, dia 20 de agosto, vítima de um acidente de moto em Atlanta, Estados Unidos. O artista, que integrou a banda Mastodon por vinte e cinco anos, tinha 51 anos. Pelas mídias sociais muitos rock stars lamentaram a morte de Brent Hinds. Nomes como Slash (Guns N’ Rose), Gary Holt (Exodus) e William DuVall (Alice In Chains) se manifestaram sobre o falecimento do amigo e colega de trabalho. Slash: “Descanse em paz, Brent Hinds”. Gary Holt: “Que tragédia. Chocado! Sentiremos sua falta, irmão! Não sei mais o que dizer além de descanse em paz, irmão. Notícias de partir o coração para todos”. William DuVall: “Isso me deixou sem fôlego. Descanse em paz, grande Brent Hinds”. Lacuna Coil: “Ficamos muito tristes ao saber do falecimento de Brent Hinds. Ele era realmente único e era sempre uma alegria encontrá-lo em festivais de vez em quando e testemunhar seu sorriso, sua energia e seu incrível talento. Descanse em paz, Brent”. Via: Rockbizz

Show do Green Day no Rio de Janeiro cai por terra por causa de jogo de futebol
O show do Green Day no Rio de Janeiro caiu por terra por causa de jogo de futebol. O espetáculo estava previsto para acontecer no dia 9 de setembro no Estádio Nilton Santos, contudo, conflitou com as quartas de final da Copa do Brasil, que será entre Botafogo e Vasco, em 11 de setembro. A banda informou a decisão por intermédio de um story nas redes sociais e lamentou pela impossibilidade de se apresentar aos fãs cariocas. Veja: No entanto, as apresentações do Green Day no festival The Town, em São Paulo, no dia 7 de setembro, e em Curitiba, no dia 12, seguem de pé. Para saber o passo a passo do grupo norte-americano, é só acessar suas redes sociais oficiais. Via: Rockbizz

Ghost vai celebrar os 10 anos de Meliora com relançamento em vinil colorido
O sueco Ghost vai celebrar os 10 anos de Meliora com relançamento em vinil colorido. O produto, que estará disponível em surge, amarelo esfumaçado, verde musgo, verde neon e branco, chegará no mercado no dia 17 de outubro pela Loma Vista Recording. Outra coisa bacana nesse relançamento será a presença do single Square Hammer e a adição de um broche comemorativo do Papa III Mummy Dust. Meliora é o terceiro álbum de estúdio do Ghost, cujo lançamento original foi em agosto de 2015. Em seu track listing, o disco conta com o poder sonoro de He Is, Mummy Dust, Spirit e a vencedora do Grammy de Melhor Performance de Metal de 2015, Cirice. Da era Papa Emeritus III, os temas de Meliora exploram a busca da humanidade pelo progresso e suas potenciais consequências, muitas vezes em contextos distópicos ou futuristas. Track listing de Meliora: Vinil 1 01. Spirit02. From The Pinnacle To The Pit03. Cirice )04. Spöksonat05. He Is06. Mummy Dust07. Majesty08. Devil Church09. Absolution10 Deus In Absentia Vinil 2 01. Square Hammer (3:59)02. Nocturnal Me (5:13)03. I Believe (4:06)04. Missionary Man (3:42)05. Bible (6:34) Via: Rockbizz

Brent Hinds, ex-guitarrista do Mastodon, morre em acidente de moto aos 51 anos
Notícia bastante triste para os fãs de metal! Brent Hinds, ex-guitarrista do Mastodon, morreu em um acidente de moto aos 51 anos. O desastre aconteceu na cidade natal da banda, Atlanta, segundo o jornal Atlanta News First. O músico estava pilotando sua Harley Davidson quando o motorista de uma SUV BMW não deu a preferência ao fazer uma curva, o que acabou causando o desastre, de acordo com a polícia local. O Instituto Médico Legal do Condado de Fulton confirmou a morte de Brent. O guitarrista foi um dos criadores do Mastodon em 2000 em parceria com Troy Sanders (vocal e baixo), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal). A formação ficou junta até março deste ano, momento em que o Hinds foi dmitido da banda. A parceria durou 25 anos e gerou álbuns como Leviathan, Blood Mountain e Crack the Skye. Via: Rockbizz

Jack White critica a decoração brega de Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca
Pelas redes sociais, o ex-frontman do The White Stripes, Jack White, criticou a decoração brega de Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca. O estopim para a desaprovação do músico foi a reunião de Trump com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, na qual o ambiente estava repleto de objetos dourados. Jack escreveu: “Veja como Trump transformou a histórica Casa Branca de forma repugnante. Agora é um camarim vulgar, folheado a ouro e espalhafatoso de um lutador profissional. Mal posso esperar pela luta do UFC no gramado da frente também. Ele quase alcançou o nível do filme Idiocracia. Veja o gosto repugnante dele. Você compraria um carro usado desse vigarista? Daria a ele os códigos nucleares? Uma bíblia de Trump folheada a ouro ficaria perfeita naquela lareira com um par de sapatos Trump de cada lado, não é? Que vergonha para a história americana”. Confira a postagem de Jack White logo abaixo: O diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, respondeu à crítica de White em entrevista ao jornal The Daily Beast: “Jack White é um perdedor decadente e decadente que posta bobagens nas redes sociais porque claramente tem muito tempo livre devido à sua carreira estagnada. É evidente que ele está se passando por um verdadeiro artista, porque não consegue apreciar o esplendor e a importância do Salão Oval dentro da Casa do Povo”. Decoração à la Trump De acordo com o Business Insider, o político republicano fez diversas mudanças no visual do Salão Oval desde que assumiu o cargo no começo do ano. De tapete claro cheio de ramos de oliveiras até bandeiras de diferentes ramos das Forças Armadas dos EUA e inúmeros enfeites dourados, Donald fez questão de deixar o Salão Oval brega e semelhante a sua mansão em Mar-a-Lago. Via: Rockbizz

Peter Gabriel vai lançar o trabalho ao vivo Taking The Pulse em outubro
O cantor britânico Peter Gabriel vai lançar o trabalho ao vivo Taking The Pulse em 10 de outubro. O álbum, que chegará ao mercado em Blu-ray, teve sua gravação na Arena di Verona, na Itália, no dia 26 de setembro de 2010. O show, que não contou com guitarra e bateria, foi uma experiência dramática e visualmente impressionante com a presença da New Blood Orchestra. Peter subiu no palco com o apoio de 50 músicos da orquestra, que foi regida por Ben Foster. Os músicos, juntamente com as vocalistas Melanie Gabriel e Ane Brun, apresentaram novos e ousados arranjos para as canções clássicas do artista. É importante frisar que os novos arranjos ficaram sob a tutela de John Metcalfe. O espetáculo contou com telões gigantes que projetaram animações e visuais vibrantes, contrastando dramaticamente com o céu noturno. Da intensidade estrondosa da faixa de abertura, Rhythm of the Heat, ao clima assombroso de Intruder e à energia eufórica de Solsbury Hill, a orquestra navegou por cada mudança de emoção e ritmo com precisão e paixão. Assista a performance Downside Up para ter uma prévia do que esperar de Taking The Pulse: Track listing de Taking The Pulse: “Rhythm Of The Heat”“San Jacinto”“Digging In The Dirt”“The Drop”“Signal To Noise”“Downside Up”“Darkness”“Mercy Street”“Blood Of Eden”“Washing Of The Water”“Intruder”“Red Rain”“Solsbury Hill”“In Your Eyes”“Don’t Give Up”“The Nest That Sailed The Sky” Via: Rockbizz

Romeu Zema toma enquadro de filho de Renato Russo por usar Que País É Esse (Legião Urbana) sem permissão
Algumas pessoas/políticos são cem por cento de aproveitamento zero, e é nesse recorte que se encontra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do partido Novo. Recentemente, Zema tomou um enquadro do filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, por usar Que País É Esse (Legião Urbana) sem permissão. A canção estava embalando o evento oficial de lançamento de candidatura de Romeu Zema à presidência, o qual aconteceu no último sábado, dia 16 de agosto. Giuliano enviou uma notificação extrajudicial ao Novo porque entende que teve violação de direitos autorais, visto que não liberou o utilização do som em tal evento. “Mais uma vez a extrema direita insulta a obra do meu pai, a memória dele, e faz uma afronta aos direitos autorais. “Ultimamente, a música tem sido usada pela extrema direita, que usa de forma ilegal várias obras que não condizem com os valores perpetrados por nós. Quem tem feito isso, os únicos que têm atentado contra o direito autoral, são da extrema direita”, falou Manfredini em entrevista à Folha. O filho do saudoso roqueiro brasileiro continuou: “Nós temos o mesmo posicionamento que o meu pai tinha, principalmente com relação ao uso político por parte da extrema direita, porque é uma música contra a extrema direita, contra a ditadura”. “Não faz sentido aprovar o uso por parte dessa extrema direita, especificamente, que não condiz com os valores da obra dele”, concluiu Giuliano. Que País É Esse, que é um hino do rock nacional, é a faixa-título do terceiro álbum da Legião Urbana, cujo lançamento foi em novembro de 1987. A letra do som é uma crítica contundente à sociedade capitalista e seus desdobramentos no cotidiano do povo. A faixa saiu como o primeiro single do álbum e o ajudou a conquistar o disco de diamante, ou seja, bateu a marcam de um milhão de cópias vendidas no Brasil. Curta clipe oficial de Que País É Esse no player abaixo: Via: Rockbizz

Eloy Casagrande faz performance matadora de Perry Mason, hit noventista de Ozzy Osbourne
A nossa prata da casa, o virtuoso baterista Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura), abastece regularmente seu canal oficial no YouTube com conteúdos bem legais, que vão de dicas de produtos até vídeos em que expõe a sua perícia no instrumento. Cerca de três anos atrás, Casagrande fez performance matadora de Perry Mason, hit noventista de Ozzy Osbourne. A versão do brasileiro se destaca pelo elevado nível técnico repleto de “ghosts notes” e viradas criativas. Veja: Perry Mason é o open track do sétimo álbum do Madman, Ozzmosis, de 1995. A gravação do material, que ocorreu em três estúdios: Guillaume Tell Studios, em Paris, França; Electric Lady Studios, em Nova Iorque, Estados Unidos, e Bearsville Studios, também em Nova Iorque, ficou na responsabilidade de Michael Beinhorn (Soundgarden, Aerosmith, Korn, The Cult, entre outros). Ozzmosis, com a ajuda de Perry Mason, vendeu mais de três milhões de cópias ao redor do planeta, além disso, o disco conquistou a quarta colocação da Billboard 200. Já nas paradas britânicas, o álbum ficou no segundo lugar. Via: Rockbizz

Burning Witches ostenta seu amor pelo heavy metal no clipe de Soul Eater
O Burning Witches está ostentando seu amor pelo heavy metal no clipe de Soul Eater. A canção está presente no repertório do novo álbum de estúdio do quinteto, Inquisition, que sairá no dia 22 de agosto pela Napalm Records. Sobre a faixa, a banda falou: “Este é o som do Burning Witches que representa nossa alma, nosso humor e nosso caráter voraz no amor pelo heavy metal. É rápido, pesado e estridente, ou seja, exatamente como gostamos! Então, toquem o mais alto que puderem, metaleiros”. Curta o videoclipe de Soul Eater no tocador a seguir: O disco, que será o sexto registro de estúdio do conjunto, contará com doze canções. E vale destacar que a produção de Inquisition ficou na responsabilidade de Damir Eskic (Destruction) e V.O. Pulver (Pro-pain, Destruction). O teor lírico do álbum mergulhará de cabeça nos temas da perseguição medieval, opressão religiosa e o espírito inquebrável de resistência. Todo esse conteúdo contará com os traços ferozes e melódicos do power metal. Atualmente, a banda tem em sua formação Romana Kalkuhl (guitarra), Laura Guldemond (vocal), Courtney Cox (guitarra), Jay Grob (baixo) e Lala Frischknecht (bateria). Track listing de Inquisition: 01. Sanguini Hominum02. Soul Eater03. Shame04. The Spell Of The Skull05. Inquisition06. High Priestess Of The Night07. Burn In Hell08. Release Me09. In For The Kill10. In The Eye Of The Storm11. Mirror, Mirror12. Malus Maga Via: Rockbizz

Deep Purple: “Na minha humilde opinião, Made In Japan é o melhor álbum ao vivo de hard rock de todos os tempos”, diz Lars Ulrich (Metallica)
O Deep Purple relançou Made In Japan em versão super luxuosa. O produto, que chegou ao mercado no dia 15 de agosto – exatamente 53 anos após a gravação da apresentação – pela Universal Music, teve o áudio remixado por Steven Wilson e Richard Digby Smith. Como promoção ao trabalho, a banda inglesa pediu ao baterista do Metallica, Lars Ulrich, para tecer alguns comentários sobre o disco. O dinamarquês não foi econômico e afirmou que Made In Japan é o melhor álbum ao vivo de hard rock de todos os tempos. “Pessoal, quero tirar um tempinho e dizer que há 53 anos, neste mesmo fim de semana, o Deep Purple esteve no Japão pela primeira vez, e aqueles três shows foram gravados. Duas noites em Osaka e uma noite em Tóquio foram gravadas e acabaram se tornando o álbum Made In Japan. Na minha humilde opinião, Made In Japan é o melhor álbum ao vivo de hard rock de todos os tempos. Já o ouvi umas 18 mil vezes. A cada vez que ouço, ele fica cada vez melhor, e isso é muito louco. Ele é vibrante e energético”. Lars acrescentou: “Agora, há uma reedição, uma remasterização, uma versão do álbum que inclui todas as três noites dos três shows. Não é apenas uma versão de cada uma das músicas, mas são três versões diferentes de cada uma delas. Além disso, há todo o pacote cheio de outras coisas”. Veja a fala completa de Lars Ulrich aqui: O trabalho está disponível em 5CDs/Blu-ray, 10LPs e digital, além de uma versão 2LPs com os remixes de Steven Wilson. Originalmente concebido para ser um lançamento exclusivo para o Japão, este álbum duplo ao vivo tornou-se um fenômeno global surpreendente. Lançado no Reino Unido em dezembro de 1972 e nos Estados Unidos em março do ano seguinte, Made In Japan alcançou disco de platina nos Estados Unidos e em vários países europeus. O vocalista Ian Gillan, o guitarrista Ritchie Blackmore, o tecladista Jon Lord, o baixista Roger Glover e o baterista Ian Paice – a famosa formação do Mk II do Deep Purple – transformaram clássicos de estúdio como Smoke On The Water, Highway Star e Space Truckin’ em canções explosivas ao vivo. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson lembra acidente que sofreu no Rock In Rio: “Abri a cabeça, sangrou e os brasileiros foram à loucura”
A primeira vez que o Iron Maiden tocou no Brasil foi no dia 11 de janeiro de 1985, no Rock In Rio. A banda descobriu a força dos fãs sul-americanos naquele dia, no qual tocou para um público de 350 mil fãs fiéis, em promoção ao álbum Powerslave (1984). Na quarta canção do show, Revelations, Bruce Dickinson sacou sua Dean Cadillac azul para dedilhar alguns acordes e fazer uma graça. O cantor acabou erguendo o instrumento na altura do rosto e, sem querer, bateu em seu supercílio. O corte foi considerável, sangrou bastante e ajudou para o quê shock rock da festa. Em recente conversa com o programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk, Bruce Dickinson lembrou o acidente que sofreu no Rock In Rio. “Eu tocava guitarra no começo de Revelations naquela turnê. Fiquei muito puto com o cara dos monitores, porque os monitores estavam soando horríveis. Tudo era desorganizado. Mas era simplesmente o maior show que já tínhamos feito na vida. Então, acenei para o cara do monitor, e ele não entendeu. Aí, tirei a guitarra de um jeito tão bobo que a ponta da guitarra me atingiu no nariz e abriu minha cabeça. Eu estava sangrando de um ferimento na cabeça e o clima estava muito quente, então a coisa toda ficou bem impressionante. Tinha muito sangue e tudo aquilo saiu na TV, e em rede nacional. Eu estava sangrando por todo lado. E os brasileiros enlouqueceram. Toda a América do Sul viu e disse: ‘Meu Deus. Ele está sangrando por sua arte’. E Rod [Smallwood], nosso empresário, apareceu e viu que eu estava tentando limpar o sangue. Rod pediu para eu apertar e fazer sangrar um pouco mais! Ele disse que ia ficar incrível nas câmeras. Então, até hoje, quando você fala sobre essa música e esse festival no Brasil, eles falam daquela imagem e daquele momento que foi como a imagem do festival. Então, quando toco essa música, ela tem um significado e um peso extra”. Veja a famosa performance de Revelations no Rock In Rio no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Dark Angel vai lançar o álbum Extinction Level Event em setembro
Notícia boa aos fãs de thrash metal old school! O Dark Angel vai lançar o álbum Extinction Level Event em 05 de setembro pela gravadora Reversed Records. O disco, que teve gravação no Armoury Studios na cidade de Vancouver, British Columbia, Canadá, contou com a produção do baterista Gene Hoglan em parceria com Rob Shallcross. A mixagem ficou na responsabilidade de Mike Fraser. Já a capa do álbum ficou na responsabilidade do artista Cain Gillis. Extinction Level Event estará disponível no mercado em diversos formatos como CD, CD + camiseta, CD + vinil, vinil preto, vinil colorido (vermelho) e digital (download e streaming). Track listing de Extinction Level Event: 01. Extinction Level Event02. Circular Firing Squad03. Woke Up To Blood04. Apex Predator05. Sea Of Heads06. Atavistic07. Scaler Weaponry08. Scarface The Room09. E Pluribus Nemo10. Terror Construct11. Extraction Tactics Via: Rockbizz

Weezer, Bloc Party e Mogwai vão tocar no Parque Ibirapuera em novembro
As bandas Weezer, Bloc Party e Mogwai vão tocar no Parque Ibirapuera em novembro! O evento vai rolar no dia 02 de novembro na Plateia Externa do Auditório Ibirapuera. Já a venda dos ingressos vão começar nesta quarta-feira, dia 20 de agosto, ao meio-dia pelo site da Eventim. Weezer Após a estreia com o disco Weezer (1994), a banda emplacou hits como Buddy Holly, Say It Ain’t So e Undone – The Sweater Song. A obra foi reconhecida recentemente na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos pela Rolling Stone dos Estados Unidos, em 2023, e entre os 150 melhores discos da década de 1990 pela Pitchfork, em 2022. O grupo já lançou 15 álbuns de estúdio, que somam mais de 5 bilhões de plays nas plataformas de streaming de áudio. Músicas como Island In The Sun, do Green Album (2001); e a indicada ao Grammy Beverly Hills, do Make Believe (2005), estão entre as mais tocadas do repertório da banda em suas turnês e podem ser apostas do público para o show de São Paulo. Bloc Party Já no primeiro álbum, Silent Alarm (2005), o grupo foi reverenciado e conquistou o ‘selo’ de disco do ano pela NME. O vocalista Kele Okereke é um dos poucos frontmen negros do rock alternartivo assumidamente gay e, ao lado dos músicos Russell Lissack (guitarra), Justin Harris (baixo) e Louise Bartle (bateria), estabeleceu um espaço importante na cena indie dos anos 2000, com uma identidade visual urbana e cosmopolita que se dilui com letras confessionais, políticas e relacionáveis para vivências queer. A banda formada em Londres, Inglaterra, também conta com os álbuns A Weekend in the City (2007), Intimacy (2008), Four (2012), Hymns (2016) e Alpha Games (2022). É uma discografia que passeia pelo rock e eletrônico com viradas rápidas, grooves quebrados e uma pegada extremamente física. Mogwai Veterano do gênero post-rock, a banda vai se apresentar com todo o magnetismo de um repertório que lista músicas majoritariamente compostas a partir de instrumentos com influências de shoegaze, eletrônica, rock experimental, e menos destaque para a presença de vozes. Stuart Braithwaite (guitarra e vocal), Barry Burns (guitarra, piano, sintetizadores e vocal), Dominic Aitchison (baixo) e Martin Bulloch (bateria) estão em atividade há 30 anos e seguem impactando a cena, exemplificado em conquistas como o 1º lugar nas paradas do Reino Unido com o disco As The Love Continues (2021) e a indicação, também em 2021, ao Mercury Prize, prestigiado prêmio britânico. Atualmente, o Mogwai está em turnê com o seu projeto mais recente, The Bad Fire (2025), e leva o material aos palcos somado às músicas mais populares de sua discografia, como Kids Will Be Skeletons e Take Me Somewhere Nice. O evento ainda contará com apresentações de Judeline e Otoboke Beaver, que também transitam pelo indie pop. SERVIÇOWeezer, Bloc Party, Mogwai, Judeline e Otoboke BeaverData: 2 de novembro de 2025 (domingo)Local: Plateia Externa do Auditório Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana – São Paulo/SPHorário de abertura: 13hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis Setores e preços:Pista – R$ 317,50 (meia-entrada) | R$ 381,00 (ingresso social) | R$ 635,00 | (inteira)Pista Premium – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 597,00 (ingresso social) | R$ 995,00 (inteira)Venda geral: 20 de agosto, 12h (on-line e na bilheteria oficial)Vendas online em: www.eventim.com.br. Bilheteria oficial: Estádio do MorumBIS – Bilheteria 5 (próxima ao portão 15). Avenida Giovanni Gronchi, 1866 – Morumbi – São Paulo/SP. Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h. *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Via: Rockbizz

Edu Falaschi vai apresentar o Temple Of Shadows In Concert em Santo André neste mês
O cantor brasileiro Edu Falaschi vai apresentar o Temple Of Shadows In Concert em Santo André no dia 31 de agosto. O concerto acontecerá no Santo Rock Bar. Já a abertura da noite ficará por conta da banda de heavy metal Noturnall. O espetáculo é uma celebração especial ao álbum Temple of Shadows, que é um dos maiores marcos do metal brasileiro, lançado originalmente em 2004 pelo Angra. No palco, Falaschi contará com uma produção épica, incluindo orquestra, músicos de altíssimo nível e convidados especiais, o que proporcionará uma experiência emocionante e inesquecível para o público. SERVIÇOEdu Falaschi – Temple Of Shadows in ConcertAbertura: NoturnallData: 31 de agosto de 2025 (domingo)Local: Santo Rock Bar | Santo André – SPEndereço: Av. Firestone, 1340, Bairro Casa Branca – Santo André/SPIngressos: https://www.bilheto.com.br. Valores dos ingressos:Pista Meia: R$ 60,00 + TaxaCamarote Meia: R$ 110,00 + TaxaPista Solidário + 1kg de alimento: R$ 60,00 + TaxaCamarote Solidário + 1kg de alimento: R$ 110,00 + TaxaPista Inteira: R$ 120,00 + TaxaCamarote Inteira: R$ 220,00 + Taxa Classificação 18 anos (É obrigatório apresentação do documento de identidade).Classificação Livre– Estudantes: Somente com carteirinha do órgão estudantil oficial, dentro do prazo de validade e com foto;– Idosos: Idosos com idade superior a 60 (sessenta) apresentando o documento de identidade na entrada do evento;– Professores de Rede Pública: Professores da Rede Pública apresentando o comprovante na entrada do evento;– Portadores de Necessidades Especiais: Possuem direito a meia-entrada, estendido a um acompanhante.– Solidário: Válido para qualquer pessoa com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show. Deve apresentar o cartão de benefício de prestação continuada de assistência social a pessoa com deficiência ou documento emitido pelo INSS que ateste aposentadoria. Via: Rockbizz

Conjurer revela detalhes do álbum Unself e lança o clipe de Hang Them In Your Head
O Conjurer revelou detalhes do álbum Unself e lançou o clipe de Hang Them In Your Head. O grupo britânico vai colocar o novo disco na praça no dia 24 de outubro pela Nuclear Blast Records. Unself será a terceira aventura musical dos caras. Em nota, o Conjurer falou sobre o novo trabalho: “Unself é um álbum no qual colocamos absolutamente tudo de nós, de um jeito que não achávamos possível para esta banda. Hang Them… é só o começo. Obrigado a todos pela paciência; podemos garantir que a espera vai valer a pena”. Como prévia ao disco, curta o clipe de Hang Them In Your Head: Unself estará disponível no mercado em vários formatos como CD, CD + camiseta, vinil preto, vinil colorido (vermelho, cinza) e digital (download e streaming). Atualmente, o Conjurer conta em sua formação com Brady Deeprose (guitarra, vocal), Dani Nightingale (guitarra, vocal), Conor Marshall (baixo) e Noah See (bateria). Via: Rockbizz

“Faremos um show no The Town como 40º aniversário da minha chegada ao Brasil”, diz Bruce Dickinson
Bruce Dickinson (Iron Maiden), ao lado de Capital Inicial, CPM 22, Supla & Inocentes, Green Day, Sex Pistols, Iggy Pop e Pitty, fará a festa no Dia do Rock nos palcos Skyline e The One, no festival The Town, que irá rolar em setembro em São Paulo, na Cidade da Música. O cantor britânico concedeu uma entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk e contou que o show no The Town será como uma forma de comemorar o 40º aniversário de sua chegada ao Brasil. “Tocaremos uma música do Iron Maiden na próxima turnê! Na verdade, estamos preparando algumas, mas faremos uma a cada show. Uma delas será Revelations. O motivo para isso é porque vamos fazer um show no Brasil, que é o 40º aniversário da minha chegada ao Brasil com o Maiden. O show será em São Paulo, neste grande festival chamado The Town. Revelations é uma faixa seminal, porque foi a faixa em que eu abri minha cabeça com a guitarra e o sangue ficou escorrendo pelo meu rosto. Isso saiu na capa de todos os jornais do Brasil no dia seguinte ao Rock In Rio”. Bruce fará apenas uma apresentação no Brasil com The Mandrake Project Live 2025. A turnê deste ano vai se concentrar no território norte-americano, que só teve shows em Los Angeles na perna anterior. O giro vai começar no dia 22 de agosto em Anaheim, Califórnia, e vai se estender até o dia 05 de outubro em LA. Via: Rockbizz

Sebastian Bach volta a se humilhar por uma reunião com o Skid Row: “A química e a nostalgia seriam incríveis”
O vocalista canadense Sebastian Bach comandou o microfone do Skid Row entre os anos de 1987 e 1996, que foi o período de maior sucesso comercial da banda. Por muito tempo, o cantor desdenhou a possibilidade de um retorno ao grupo, contudo, de uns tempos para cá, ele vem batendo nesta tecla de reconciliação e regresso ao conjunto. Durante conversa com o canal Rock Daydream Nation, Sebastian Bach voltou a se humilhar por uma reunião com o Skid Row. De acordo com o artista, a química e a nostalgia seriam incríveis. “Acabei de fazer um show com o Rob Affuso, ex-baterista do Skid Row, há duas ou três semanas, e a magia entre nós dois foi incrível. Deu para sentir! Ele também está nos meus novos vídeos. Ele está nos vídeos de What Do I Got To Lose? e (Hold On) To The Dream. Eu e ele temos uma química que, quando estamos juntos no palco, é inegável. E nós dois dizemos um ao outro: ‘Cara, isso é muito pesado, nós dois juntos. Imagina se fôssemos nós cinco, a antiga banda juntos’? A química e a nostalgia de nos vermos cinco juntos seriam realmente incríveis. E espero que isso aconteça algum dia, porque ainda estamos todos vivos. Espero que aconteça enquanto ainda estivermos vivos”. O cantor canadense ainda comentou que a reunião quase aconteceu alguns anos atrás. Segundo ele, a coisa não foi para frente porque a banda anunciou ZP Theart como seu vocalista no meio do processo de negociação. “A reunião chegou muito perto há seis ou sete anos. Logo antes de eles contratarem o vocalista [ZP Theart] do DragonForce. Eu tinha a impressão de que iríamos voltar. Na véspera do ano novo eu vi online que estavam com novo vocalista. Fiquei puto e mandei todos se ferrarem! Fiquei impressionado que eles iriam contratar o vocalista número sete ou oito. Eles falaram que era temporário enquanto resolvemos a questão da reunião. Mas eu sou um cara emotivo. É por isso que eu canto para viver. Quando vi a notícia, não fiquei nada feliz com isso”. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Led Zeppelin: conheça os equipamentos que Jimmy Page usou para dar vida a Physical Graffiti
Physical Graffiti, cujo lançamento original foi em fevereiro de 1975, se revelou como o auge criativo do Led Zeppelin. Ao hard rock picante, o quarteto – Robert Plant (vocal) Jimmy Page (guitarra), John Bonham (bateria) e John Paul Jones (baixo, teclado) – misturou sons do oriente médio, folk, blues, funk e contornos eruditos. A miscelânea musical, que ficou muito bem amarrada, caiu no gosto popular e bateu a marca de dez milhões de cópias vendidas em todo mundo. Com sons como Houses of the Holy, In My Time of Dying e Kashmir, a obra entrou para história como um dos discos mais influentes do rock n’ roll. Além disso, ele alcançou as primeiras posições nas paradas de sucesso dos Estados Unidos e Inglaterra. Mas, quais foram os equipamentos que Jimmy Page usou para dar vida a Physical Graffiti? Bem, o pessoal da Guitar.com fez um belíssimo trabalho de destrinchamento do disco para descobrir as “armas secretas” do guitar hero. Guitarras Na época de Physical Graffiti, Jimmy Page usava duas Les Paul Bursts 1959 (Number One e Number Two). Em 1998, em entrevista à revista Guitar World, Page, disse: “Na época de Physical Graffiti, a Les Paul era minha guitarra principal para quase tudo”. Uma Gibson EDS-1275 Double-Neck 1971 foi usada em canções como Ten Years Gone, que demandavam o uso de um instrumento de seis e doze cordas. Uma Danelectro 3021 1961 chegou com missão de prestar serviços nas afinações alternativas e slides. In My Time of Dying e Kashmir receberam o carinho deste instrumento. Violões As nuances acústicas sempre foram um dos diferenciais do Led, portanto, obviamente deram o ar da graça em Physical Graffiti. Um Martin D-28 e um Harmony Sovereign H-1260 serviram muito bem a Jimmy para criação e gravação do disco. Em 2010, durante conversa com a Acoustic Guitar, o artista comentou: “O Martin e o Harmony eram os meus violões favoritos naquela época”. O Martin contava com um captador Barcus-Berry Modelo 1355 Transducer e um pré-amplificador Barcus-Berry Modelo 1330S. Amplificadores Segundo Page, o som do Physical Graffiti era o resultado de três amplificadores diferentes. O amplificador principal para guitarra e timbres pesados era uma mistura de Marshall Heads, que consistia em dois Super Leads 1959 e um Super Bass modificado. Além do mais, a presença de um Fender Super Reverb 1968 para tons limpos era uma constante. Vale mencionar que o músico sempre mexia em seus amplificadores, trocando as suas válvulas e instalando recursos que os faziam gritar mais alto e com mais definição. Dessa forma, é difícil precisar os pormenores dos amps usados em cada faixa. Efeitos Jimmy nunca curtiu colocar penduricalhos em seu som, portanto, não lançou mão de muitos efeitos para dar vida ao álbum. Um Maestro Echoplex EP-3 para eco de fita e um Vox V846 Wah estava no menu do guitarrista inglês. Ele também usou um Sola Sound Tone Bender Mk II para um quê fuzz e timbres mais saturados. Um MXR Phase 90 também fez parte da festa. Veredito Para um álbum da grandeza criativa e musical de Physical Graffiti, Jimmy Page foi relativamente econômico em seu arsenal musical. Além do mais, fica claro que o músico sempre priorizou a definição as camadas de distorção e modulação. Via: Rockbizz

Paradise Lost aposta no gothic metal com a faixa Tyrants Serenade
O Paradise Lost está apostando no gothic metal com a faixa Tyrants Serenade. A música é o novo single do álbum Ascension, que sairá no dia 19 de setembro pelo selo alemão Nuclear Blast Records. Sobre a canção, o vocalista Nick Holmes disse: “Observando a morte de um indivíduo e, em seguida, como a transição das estações traz à tona memórias afetuosas. O deus da malevolência funciona como uma voz interna que desmonta essas lembranças queridas e reintroduz a angústia inicial da perda”. Tyrants Serenade combina riffs pesados e melodias de guitarra intensas, enquanto alterna vocais limpos e guturais de forma impactante. A nova faixa é acompanhada por um videoclipe cuja direção foi de Ash Pears (Host, Bloodbath, Katatonia). Veja o vídeo de Tyrants Serenade no player abaixo: Ascension, que teve a produção do guitarrista Gregor Mackintosh e mixagem Lawrence Mackrory, será o sucessor de Obsidian, que saiu em 2020. A capa do álbum apresenta a pintura The Court Of Death (1870-1902), do artista britânico George Frederic Watts, exposta na Tate Gallery, em Londres, Inglaterra. A pintura retrata a morte como um anjo entronizado, ladeado por figuras alegóricas do silêncio e do mistério, guardando o nascer do sol e a estrela da esperança, enquanto um guerreiro entrega sua espada e um duque, sua coroa, mostram que o status mundano não oferece proteção. A visão sombria e profética da pintura personifica as paisagens sonoras sombrias de Ascension, com versos tristes colidindo com riffs terríveis e agourentos. Ascension estará disponível no mercado em diferentes formatos como CD, CD digipack, vinil preto, vinil colorido (laranja, verde, dourado, verde claro), bosxet e digital (download e streaming). Track listing de Ascension: 01. Serpent On The Cross02. Tyrants Serenade03. Salvation04. Silence Like The Grave05. Lay A Wreath Upon The World06. Diluvium07. Savage Days08. Sirens09. Deceivers10. The Precipice Via: Rockbizz

Shows ao vivo sem a presença de celulares é uma experiência totalmente diferente, analisa Bruce Dickinson
Na atual turnê mundial, que leva o nome de Skeletour World Tour, o Ghost está proibindo o uso de celulares em seus concertos. O experimento funciona assim: ao entrar no local da apresentação, as pessoas são obrigadas a selar seus celulares em bolsas Yondr, bolsas com travas especialmente projetadas para serem desbloqueadas quando um show ou experiência terminar. Caso precisem usar o aparelho, as pessoas podem sair da área principal e abrir a bolsa em áreas designadas para o uso. O frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, adorou a ideia e, em conversa com Trunk Nation With Eddie Trunk, analisou a ideia do Ghost. De acordo com o cantor, os shows ao vivo sem a presença de celulares é uma experiência totalmente diferente. “Só posso falar do meu ponto de vista pessoal. Já presenciei shows do Ghost em que os celulares não eram permitidos. É uma experiência totalmente diferente. As pessoas conversam entre si. Elas se comportam como seres humanos. Não ficam pulando de assentos, tentando tirar selfies e coisas do tipo. As pessoas se concentram uma na outra, na alegria de estar com uma banda, na experiência e no momento. É o que a música deveria fazer: unir as pessoas, não ter alguém focado apenas em ‘eu e minha telinha narcisista de duas polegadas’. A ideia não é tirar o celular da sua mão. Você o guarda na sua bolsinha. Ninguém está roubando seu celular ou coisa do tipo”. Dickinson também falou sobre o pedido que o Iron Maiden fez aos fãs para deixarem os celulares no bolso e só usarem após os shows da banda. “A maioria dos fãs está respeitando o nosso pedido. Mas depende de cada lugar. Há atitudes diferentes e coisas assim. Em geral, eu diria que os verdadeiros fãs fervorosos, que são basicamente todas as pessoas que estão lá na frente, respeitam e guardam o celular. Isso é bom”. Via: Rockbizz

Doro lança clipe cinematográfico de Warriors Of The Sea
A Doro lançou o clipe cinematográfico de Warriors Of The Sea. A faixa, que saiu no dia 23 de maio pela Rare Diamonds Productions / Rough Trade, é uma ode aos cruzeiros de metal que tanto alegram os fãs nos verões do hemisfério norte. “Com Warriors Of The Sea, eu queria criar um hino que fosse direto ao coração”, explicou a artista alemã. “É uma música que traz alegria — em terra e no mar, especialmente em um dos muitos cruzeiros de metal — e expressa um forte senso de unidade”, pontuou. Assista o vídeo de Warriors Of The Sea no tocador a seguir: O vídeo oferece um primeiro vislumbre do próximo lançamento da cantora, Warriors Of The Sea, que sairá em 24 de outubro. Este álbum estará disponível em CD, CD digipack, vinil picture-disc e vinil líquido, com infusão de curaçau azul. Track listing de Warriors Of The Sea: 01. Warriors Of The Sea02. Touch Too Much03. Tattooed Angels04. Horns Up High05. Seelied06. Children Of The Dawn (live)07. Fire In The Sky (live)08. Revenge (live)09. Above The Ashes (live)10. Raise Your Fist In The Air (live) Via: Rockbizz

Policial que atirou e matou Brian Montana (Possessed) não responderá por nenhuma acusação
Jeffrey Lee, policial que atirou e matou Brian Montana (Possessed), não responderá por nenhuma acusação. O guitarrista original da banda de death metal foi morto em um tiroteio com a polícia em São Francisco, Estados Unidos, no dia 28 de abril. De acordo com o The Daily Journal, Montana se envolveu em uma discussão com seu vizinho por causa de uma árvore cujos galhos e folhas caíram em seu quintal. No entanto, a polícia foi acionada quando recebeu relatos de que Montana havia ameaçado seu vizinho com uma arma. Quando chegaram, a situação já havia se agravado, e o músico estava atirando contra a casa do vizinho, o que levou a polícia a pedir reforços. Montana então atirou contra os policiais da entrada de sua garagem, buscando proteção entre veículos e o jardim, mas acabou sendo morto a tiros no local. Ele tinha 60 anos. O vizinho foi levado ao hospital após sofrer um ferimento de raspão durante o tiroteio. Nesta quinta-feira, 14, o promotor público do Condado de San Mateo, Steven M. Wagstaffe, informou que a investigação concluiu que não há base legal para apresentar acusações criminais contra o policial Jeffrey Lee pelo assassinato a tiros do Sr. Montana. O promotor Wagstaffe concluiu que o uso da força pelo policial Lee foi legalmente justificável em legítima defesa e defesa de terceiros. Portanto, este caso foi considerado encerrado pelas autoridades norte-americanas. Carreira musical O guitarrista foi membro do Possessed de 1983 a 1984. Embora não tenha tocado em nenhum álbum de estúdio, sua participação pode ser ouvida na demo Death Metal de 1984. Após sair do grupo, Montana tornou-se membro da banda Abnormal, que teve vida curta, aparecendo em sua única demo, Demon-Stration. O Possessed reconheceu a morte de Brian Montana em uma publicação nos stories de suas redes sociais, escrevendo “Descanse em paz, Brian Montana”, ao lado de uma foto do guitarrista. Via: Rockbizz