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The Offspring reflete sobre as notícias falsas e desinformação com a música Truth In Fiction
O The Offspring estreou o clipe da música Truth In Fiction para seguir com a promoção do álbum Supercharged, que saiu em outubro de 2024 pela Concord Records. A produção do disco ficou nas mãos de Bob Rock, profissional que já trabalhou com nomes como Metallica, Mötley Crüe e Aerosmith. De acordo com o vocalista Bryan “Dexter” Holland, a música reflete sobre as notícias falsas e desinformação, o que vem sendo um grande problema para nossa sociedade nos dias atuais. “Contudo, nós não nos consideramos uma banda política. Sendo músico, não me sinto um modelo a ser seguido. Realmente não sinto nenhuma responsabilidade de ter que ser isso. Não assumo isso de forma alguma”, completou Dexter. Veja o vídeo de Truth In Fiction no tocador abaixo: O The Offspring é frequentemente apontado como a banda responsável, juntamente com Green Day e Rancid, por reavivar o interesse do mainstream pelo rock na década de 1990. Eles já bateram a marca de 40 milhões de discos vendidos em todo o mundo, o que os torna uma das bandas de punk rock campeãs de vendas da história. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson explica por que Balls To Picasso ficou sem peso e com som minguado
No finalzinho de julho, Bruce Dickinson (Iron Maiden) lançou o álbum More Balls To Picasso. Como o nome já entrega, o disco é a nova versão do segundo registro de estúdio solo do cantor britânico, cujo o lançamento original foi no dia 03 de junho de 1994. Em conversa com o programa Full Metal Jackie, Bruce Dickinson explicou por que Balls To Picasso ficou sem peso e com som minguado, o que gerou bastante crítica dos fãs na época. “Bem, sempre sentimos que o álbum nunca foi tão pesado quanto deveria ser, como era para ser. Isso porque tivemos muitos produtores diferentes trabalhando nele. Todos tinham opiniões diferentes e coisas assim. E acho que ele meio que se perdeu na mixagem, literalmente. Quando fiz The Mandrake Project, a gravadora sugeriu aproveitarmos a oportunidade para fazer uma pequena atualização em Balls To Picasso e fazê-lo soar como o disco que deveria ter soado quando o lançamos pela primeira vez”. Dickinson acrescentou: “Adicionamos peso e mexemos nas canções. Tears Of The Dragon e Change Of Heart ganharam orquestrações. Shoot All The Clowns ganhou uma seção de metais. A versão original do disco é eclética, mas agora é um disco eclético muito mais profundo, sombrio e pesado”. More Balls To Picasso está disponível em formatos como CD, CD + adesivo, CD + vinil, vinil duplo e digital (download e streaming). Track listing de More Balls To Picasso: 01. Cyclops02. Hell No03. Gods Of War04. 1000 Points Of Light05. Laughing In The Hiding Bush06. Change Of Heart07. Shoot All The Clowns08. Fire09. Sacred Cowboys10. Tears Of The Dragon11. Gods Of War (live in the studio)*12. Shoot All The Clowns (live in the studio)* Via: Rockbizz

David Ellefson e Jeff Scott Soto liberam clipe de Vengeance com participação de Tim “Ripper” Owens
O ex-baixista do Megadeth, David Ellefson, e o vocalista Jeff Scott Soto uniram forças mais uma vez para colocar no mercado um novo álbum. A parceria deu vida a Unbreakable, cujo lançamento foi no dia 15 de agosto pela Rat Pak Records. Para seguir com a promoção do trabalho, David Ellefson e Jeff Scott Soto liberaram o clipe de Vengeance com participação de Tim “Ripper” Owens. Veja: Além de Tim “Ripper” Owens (KK’s Priest, ex-Judas Priest), a dupla Ellefson-Soto contou com a participação da cantora Laura Guldemond, do Burning Witches. Além disso, eles tiveram o apoio do guitarrista italiano Andy Martongelli e do baterista Paolo Caridi para criar as 11 faixas. A gravação de Unbreakable foi no Rogue Studios em Wembley, Reino Unido, por Alessio Garavello. Já a produção foi de Chris Collier (Mick Mars, Korn). O disco está disponível em vinil, CD, fita cassete autografada em edição limitada e digital. Track listing de Unbreakable: 01. Unbreakable02. SOAB03. Shout04. Hate You, Hate Me05. Poison Tears (com Laura Guldemond)06. Ghosts07. Vengeance (com Tim “Ripper” Owens)08. Snakes And Bastards09. It’s Over When I Say It’s Over10. The Day We Built Rome11. Death On Two Legs (bonus track) (CD e vinil) Via: Rockbizz

“Minhas finanças estão em ordem para que as próximas duas ou três gerações estejam seguras”, analisa Gene Simmons (KISS)
Em seus mais de cinquenta anos de carreira, o baixista e vocalista Gene Simmons sempre expressou o seu amor pelo dinheiro. O linguarudo e seu amigo e sócio, o vocalista e guitarrista Paul Stanley, criaram uma máquina de fazer dinheiro, que se chama KISS. Batendo uma papo com o apresentador Ryan Sickler, do canal The HoneyDew, Gene afirmou que as suas finanças estão em ordem para que as próximas duas ou três gerações estejam seguras. “Culturas diferentes pensam em dinheiro de maneiras diferentes. Se você não é judeu, segundo Benjamin Franklin, um centavo economizado é um centavo ganho. As pessoas dizem que você é frugal. Mas se você é judeu, você é pão-duro pra caramba. Quando alguém diz que sou pão-duro, eu agradeço. E para as pessoas que te criticam, a melhor vingança é fazê-las trabalhar para você. Essa é a melhor vingança. Mantenha o foco. Trabalhe duro, trabalhe mais duro que o seu vizinho. Acumule sua fortuna, seja ela qual for. E viver bem é a melhor vingança. Minhas finanças estão em ordem para que as próximas duas ou três gerações estejam seguras. É por isso que é preciso diversificar. Tenho criptomoedas, imóveis, ações, títulos, futuros e commodities”. Simmons acrescentou: “Os meus filhos nunca receberam mesada, aquele dinheiro que você dá aos seus filhos de graça. Não! Você quer dinheiro? Você tem que fazer alguma coisa. Vai cortar a grama, limpar isso, fazer aquilo. Assim, você vai entender o valor disso. E aí você não precisa dizer obrigado. Você não deve dinheiro a ninguém”. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson conta qual capa de disco o assustou e o introduziu à obra de William Blake
Após ficar meses em turnê com o Iron Maiden, Bruce Dickinson iniciou na última sexta-feira, 22 de agosto, no House Of Blues em Anaheim, Califórnia, Estados Unidos, sua turnê solo, que leva o nome de The Mandrake Project Tour 2025. Para promover o giro, que tem o foco nos Estados Unidos e Canadá, o cantor concedeu uma entrevista ao programa de rádio Full Metal Jackie. Na conversa, Dickinson aproveitou a oportunidade e contou qual capa de disco o assustou e o introduziu à obra de William Blake. “Quando eu era criança, havia uma banda chamada Atomic Rooster. Eles tinham um álbum chamado Death Walks Behind You. A capa dupla tinha a pintura de Nabucodonosor, de Blake. Eu não sabia quem era. Eu não sabia que era Blake. Eu não sabia de nada. Tudo o que sei é que essa pintura me assustava completamente. É o rei olhando ao redor e basicamente se transformando em uma fera. Ele enlouqueceu. É algo extraordinário. Mais tarde, percebi que havia algumas outras pinturas muito parecidas e vi que eram do mesmo cara. Então, comecei a ler um pouco sobre Blake. Quando estava fazendo The Chemical Wedding, tentei me inspirar nele em termos de composição de letras, alquimia e coisas do tipo. Eu queria usar a poesia dele para fazer letras, cenários e coisas do tipo. Desde então, ele tem sido uma inspiração para mim”. The Chemical Wedding é o quinto registro de estúdio solo de Bruce, o material, que saiu em 15 de setembro de 1998, é pautado pelos vocais afiados de Dickinson e pelas linhas de guitarras pesadas de Adrian Smith e Roy Z. Sons como King in Crimson, The Tower, Killing Floor, Book of Thel, Jerusalem e Trumpets of Jericho são alguns dos destaques da obra, que chegou ao 55º lugar das paradas britânicas. Via: Rockbizz

Jon Schaffer reflete sobre o tempo que ficou atrás das grades: “Foi um inferno; fiquei na solitária”
O guitarrista do Iced Earth, Jon Schaffer, foi sentenciado a três anos de liberdade condicional e 120 horas de serviço comunitário por seu envolvimento na invasão ao Capitólio norte-americano em 6 de janeiro de 2021, em protesto a eleição geral ocorrida em novembro de 2020, quando o republicano Donald Trump fora derrotado pelo democrata Joe Biden. Além disso, o músico, que atualmente tem 55 anos, precisou pagar uma multa de mil dólares [quase seis mil reais na atual cotação da moeda estrangeira] e mais duzentos dólares [pouco mais de mil reais] por uma avaliação especial obrigatória. Trocando uma ideia com os apresentadores Marc J. Victor e Andy Marcantel, do canal Attorneys On Retainer, Jon Schaffer refletiu sobre o tempo que ficou atrás das grades. De acordo com ele, o período foi um inferno, com direito a um tempo na solitária” “Foi bastante intenso”, disparou o guitarrista. “Foi um inferno e definitivamente intenso. Fiquei na carceragem comum por alguns dias, no entanto, como apareci em todos os noticiários, me transferiram para a solitária”, lamentou. Jon continuou: “Eu já passei por muitas coisas intensas na minha vida! Vivi de forma hardcore, saindo de casa na adolescência e começando uma banda de heavy metal. Fiz o que precisava fazer para que isso pudesse acontecer. Mas nada se compara ao 06 de janeiro. Isso foi um teste! E sou grato por isso. Me sinto abençoado de muitas maneiras porque você descobre quem realmente te ama, quem são os parasitas, quem são aqueles que realmente te amam. Tive muita gente que ficou ao meu lado, mesmo que não o fizessem publicamente”. “Eu saí da roda de hamster da indústria musical e pude olhar para a minha vida e refletir. Por mais brutal que tenha sido, aquele período foi de autorreflexão”, destacou. “Eu levei provavelmente três semanas para conseguir uma bíblia. Nós não tínhamos permissão para ir à biblioteca. Nos negaram também acesso à biblioteca jurídica. Não havia literalmente nada. Foi uma jornada incrível e transformadora em todos os sentidos”, finalizou Schaffer. Para conferir a entrevista completa, basta acessar o player logo abaixo: Via: Rockbizz

Rob Halford (Judas Priest) considera se afastar um pouco do metal e fazer um disco de jazz
O cantor Rob Halford, 73, não ganhou a alcunha de Metal God à toa! O britânico, que está na cena musical há mais de cinco décadas, é a personificação do heavy metal. Seu vocal alto, potente e visceral recai como uma luva ao estilo. Ademais, seu visual repleto de couro, tachas e rebites completam o que se imagina de um metalhead puro sangue. Mesmo assim, o artista inglês está considerando se afastar um pouco do metal e fazer um disco de jazz. Ele, que falou sobre o assunto em conversa com a Classic Rock & Culture, acha que conquistou esse direito. “Há muitas coisas na área musical que eu quero fazer. Eu estava cantando Tony Bennett no chuveiro outro dia, ouvi minha voz e pensei: ‘Será que eu ouso considerar algo assim’? Aí, eu pensei: ‘Sou um velho, posso fazer o que eu quiser’. “Eu amo Tony Bennett. Fiquei triste, como muitos de nós, quando ele faleceu. Ele era um ícone e um farol. Eu amo todos os tipos de cantores. Meu amor pelo que a voz pode fazer sempre me atraiu muito. As ideias, a imaginação, como Lady Gaga faz em seu trabalho em Las Vegas, com o seu lado mais jazz. Então, eu adoraria fazer isso. Não sei como faria, mas é melhor me apressar se vou fazer algo assim”. Enquanto não não tira a ideia do papel, o Rob Halford segue em turnê com o Judas Priest na cena heavy metal. Em meados de setembro, o grupo fará uma turnê pelos Estados Unidos até o final de outubro. Saiba o itinerário completo do quinteto aqui. Via: Rockbizz

Randy Rhoads desejava deixar a vida de estrela do rock e ingressar na UCLA
Para quem curte heavy metal e guitarra virtuosa, Randy Rhoads é um nome muito importante. O guitar hero tocou apenas em dois discos de Ozzy Osbourne, Blizzard Of Ozz (1980) e Diary Of A Madman (1981), mas que foram essenciais para elevar o seu nome ao estrelato das seis cordas. Mesmo gozando de uma carreira de sucesso comercial e tendo o rosto na capa das principais revistas da área musical, Randy Rhoads queria focar sua atenção nos estudos acadêmicos. Em entrevista à revista Guitar World, Kathy Rhoads, irmã de Randy, comentou que o músico desejava deixar a vida de estrela do rock e ingressar na UCLA. “Minha mãe estudou na UCLA, meu pai também, então minha mãe estava no início do processo para colocá-lo na escola e fazer o mestrado em música clássica. Ela estava iniciando o processo e entrando em contato com a escola. E ele estava realmente ansioso por isso”. Kathy continuou: “Ozzy disse a ele: ‘Você está louco? Você é um astro do rock’. Randy respondeu: ‘Isso não é o que eu quero agora. É isso que eu quero fazer’. E Ozzy disse, e eu o cito: ‘Você poderia comprar sua própria faculdade se continuar fazendo isso’”. “Mas para Randy, o mais importante era que ele era um músico de verdade. Para ele, a música sempre foi importante”, concluiu a irmã do guitarrista. No dia 19 de março de 1982, em Flying Baron Estates, Flórida, EUA, o motorista de ônibus de Ozzy Osbourne, Andrew Aycock, 36, que também sabia pilotar aeronaves, insistiu para que o guitarrista Randy Rhoads, 25, e a costureira Rachel Youngblood, 58, passeassem com ele em um avião alugado. Infelizmente, Andrew perdeu o controle da aeronave, que chegou a tocar uma das asas no tour bus da banda, e acabou explodindo em árvores próximas. Com o acidente, as três pessoas que estavam no avião morreram na hora. Randy influenciou muitos músicos e é considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Sua morte foi um grande choque para a cena musical. Ozzy escreveu em sua autobiografia I Am Ozzy, de 2009, que quase desistiu da música após o falecimento do guitarrista. Via: Rockbizz

Saiba qual foi o conselho que Dimebag Darrell recebeu de seu pai para ser um grande guitarrista
Após a fase glam metal e hard rock, com cabelo à la poodle de madame e muita maquiagem, a carreira do Pantera tomou uma guinada radical e mergulhou fundo no peso, guitarras virtuosas e linhas vocais gordas e arrebatadoras. O sucesso mundial chegou com tudo com os álbuns Cowboys from Hell (1990) e Vulgar Display of Power (1992) e com as apresentações insanas do quarteto, em especial as performances do saudoso guitarrista Dimebag Darrell. Muitos anos atrás, escrevendo para a coluna Riffer Madness, da revista Guitar World, Dimebag contou qual foi o conselho valioso que recebeu de seu pai para se tornar um grande guitarrista. “Um dia, quando eu estava aprendendo a tocar guitarra, eu estava andando pela casa todo irritado porque minha forma de tocar estava um pouco estagnada. Meu pai, que era um ótimo guitarrista, disse algo que eu sempre me lembro. Ele me perguntou: ‘Você consegue aprender uma nova melodia hoje’? Eu disse: ‘Claro que consigo’. Então ele disse: ‘Bem, filho, se você decidisse aprender apenas uma melodia nova por dia, quantas melodias você teria no final do ano’? Portanto, as possibilidades são impressionantes”. “Além do mais, se eu aprendesse um lick para cada cerveja ou Black Tooth que tomei, eu nem imagino quanto conhecimento extra eu teria”, finalizou Darrel em tom de brincadeira. Dimebag infelizmente faleceu no dia 08 de dezembro de 2004, após ser baleado no palco enquanto tocava com o Damageplan. O guitarrista tinha apenas trinta e oito anos quando infelizmente nos deixou. Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne vai ser lembrado para sempre porque foi um dos maiores artistas, segundo Max Cavalera
No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Conversando com o pessoal do canal John The Metal Mailman, Max Cavalera refletiu sobre a vida e a morte do Príncipe da Trevas. De acordo com o brasileiro, Ozzy Osbourne vai ser lembrado para sempre porque foi um dos maiores artistas. “Acho que metade de mim ficou triste pela morte dele, mas a outra metade pensou: ‘Esse cara teve tudo. Ele viveu uma vida plena’. Se você quer falar de alguém que teve uma vida plena, esse é o Ozzy. Você não poderia ter pensado em um jeito melhor de morrer. Que loucura! Ele fez seu último show apenas duas semanas antes, e pronto, cara. Muito incrível”. “Tive a honra de sair em turnê com ele várias vezes, e foi legal. Vou guardar essas lembranças no meu coração para sempre”, lembrou Max. “Foram uns dos meus momentos favoritos! Simplesmente sair com ele e conversar foi incrível”. “Sair em turnê com ele foi muito legal, assim como participar do Ozzfest. Ele sempre foi divertido. Fizemos vários shows legais. Ozzy Osbourne vai ser lembrado para sempre porque foi um dos maiores artistas”, concluiu o brasileiro. Confira a entrevista completa de Max Cavalera no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Billy Sheehan conta como o Mr. Big prosperou na cena musical na época do grunge
Após a década de 1980, o hard rock pomposo cheio de laquê, brilho labial, roupas espalhafatosas e solos de guitarra encontrou muitos desafios para ter aderência nos anos 90. O público se cansou desse formato musical e começou a curtir o grunge, estilo que era o oposto do hard rock, pois tudo, visual e música, era mais simples. Mesmo assim, alguns nomes do hard rock conseguiram se manter no mercado fonográfico nessa época de entressafra. O Mr. Big, com ajuda de sons como To Be With You, Just Take My Heart e Green Tinted Sixties Mind, foi um desses poucos felizardos. Batendo um longo papo com o pessoal da rádio Nashville On The Rocks, o baixista Billy Sheehan contou como o Mr. Big prosperou na cena musical na época do grunge. “Com a ascensão do grunge, as coisas ficaram difíceis logo de cara. Nós não tínhamos mais turnês e nada do tipo. Mas uma coisa sobre todo o movimento grunge que as pessoas não entendiam é que era uma coisa americana. Então, no Japão, eles perguntavam: ‘Por que todo mundo está se vestindo com roupas velhas e parecendo triste? Queremos o Mr. Big. Vendemos mais que o Pearl Jam! E não digo isso como um desrespeito a eles. Eles são uma ótima banda. É que não entenderam toda essa coisa do grunge no Japão e sudeste asiático. Nesses lugares nós ainda éramos um grande sucesso”. Billy acrescentou: “Lá, nós tínhamos muitos fãs no saguão do hotel enlouquecendo. Na Europa também acontecia isso, mas não na mesma intensidade. Portanto, de certa forma, foi uma época muito boa para a gente. Mas, nos Estados Unidos, as bandas como a nossa desaparecerem da MTV e rádios. Mas nos saímos muito, muito bem durante tudo isso. Tivemos uma ótima gestão para desenvolver mercados estrangeiros para nós. Assim, nós pudemos ir para a Indonésia e simplesmente ter uma temporada incrível. Tocamos em algumas cidades da Indonésia onde nenhuma banda ocidental jamais tocou. E foi assim que a gente se manteve no mercado na época do grunge”. Eis a longa entrevista na íntegra no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Produção de show no Brasil é uma zona e cheia de vício, segundo Silvio “Bibika” Gomes
O roadie Silvio “Bibika” Gomes é um nome bastante conhecido na indústria de entretenimento e musical do Brasil. O profissional trabalhou durante muitos anos com o Sepultura, maior banda de heavy metal Brasil, portanto, ele pôde acumular muito conhecimento de como funciona o show business ao redor do globo. Em conversa com o pessoal do canal Heavy Metal On Line, Silvio refletiu sobre como funciona a cena nacional e foi taxativo ao afirmar que a produção de show no Brasil é uma zona e cheia de vício. “Cada país tem a sua cultura de trabalho! Na minha visão mais ampliada de ter trabalhado nos quatro cantos do mundo, eu acho o Brasil uma zona, cheio de vício. Se dependesse de mim, eu mudaria noventa e cinco por cento do jeito que produção é feita no Brasil”. Bibika acrescentou: “Vou te dar um exemplo! Show está marcado para nove horas da noite, aí vem alguém e fala: ‘O público não entrou, vamos passar para onze horas da noite’. Com isso, você está destruindo o artista que vai tocar. Depois o show passa de onze para uma da madrugada. Até chegar no hotel é três da manhã. O cara tem que sair do hotel cinco e meia para estar no aeroporto oito horas e começar tudo de novo. Isso é errado! E você sente isso quando está trabalhando com uma banda gringa”. Silvio completou dando um exemplo do que vivenciou em sua carreira: “Fiz uma turnê com o The Cranberries no Brasil e foi legal pra caramba! Eles não são britânicos, mas têm mentalidade de britânico. Se o show estava marcado para oito e meia, e o promotor vinha pedir para atrasar duas horas porque abriu a porta e não entrou ninguém, a Dolores [O’Riordan – vocal] falava que ia entrar oito e meia. Aí, o povo entrava desesperado. Isso aconteceu em Belo Horizonte, Recife e Rio. Ela falava: ‘Qual o horário que está no ingresso? Não é oito e meia? Vou entrar no palco oito e meia. Não vou perder duas horas de sono porque não chegou no horário que foi anunciado’”. Assista o bate-papo na íntegra no tocador logo abaixo: E para saber mais detalhes sobre o canal Heavy Metal On Line, basta acessar este link e mergulhar no conteúdo dos nossos colegas de profissão. Via: Rockbizz

The Town: saiba quais itens podem ou não levar para a Cidade da Música
Com a segunda edição do maior festival de música e arte de São Paulo se aproximando, o público do The Town já pode começar a se preparar para aproveitar cada segundo do festival com tranquilidade. Para quem for presencialmente à Cidade da Música, é importante estar atento ao que pode ser levado para o Autódromo de Interlagos: mochilas e bolsas estão liberadas para carregar itens indispensáveis, como protetor solar (não em spray), óculos escuros e boné para o dia, um agasalho para o entardecer e, em caso de chuva, a melhor forma de se proteger é com uma capa, já que os guarda-chuvas não serão permitidos. Saiba o que pode e não pode levar para o The Town Na Cidade da Música, os fãs terão muitas opções de gastronomia espalhadas pelo gramado e na Market Square, que tem um menu exclusivo assinado pelo renomado chef Henrique Fogaça. Aos que optarem por levar o próprio lanche, não será permitido o acesso com alimentos que representem intuito de comercialização ou que possam representar riscos à segurança. No entanto, será considerado um limite de até 05 (cinco) itens por pessoa, dando-se preferência a: alimentos industrializados devidamente lacrados (exemplos: biscoitos, torradas, barras de cereal etc.); frutas cortadas e acondicionadas em embalagem transparente e não rígida, do tipo Zip Lock; e sanduiches acondicionados em embalagem transparente e não rígida, do tipo Zip Lock. Qualquer quantidade que exceder este limite poderá ser descartada na entrada do evento. O acesso com garrafa plástica de até 500 ml, com tampa e contendo água, também está permitido. A organização informa que haverá, à disposição do público, bebedouros com água potável instalados na Cidade da Música. Serão cinco ilhas de hidratação, cada uma com dois containers e 28 pontos de água, somando 140 pontos em toda a Cidade da Música. Também será permitida a entrada no evento com garrafas plásticas de até 500ml contendo água. Atenção: O que não pode entrar no The Town Considerando a segurança dos consumidores, não é permitida a entrada de objetos que possam ser considerados perigosos, tais como: 01. Garrafas de vidro ou de metal independentemente da capacidade;02. Garrafas com embalagem superior a 500ml;03. Embalagens rígidas e com tampa (exemplo: potes de plásticos do tipo “tupperware”);04. Copos térmicos, de vidro ou metal;05. Latas;06. Capacetes;07. Armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo (facas, soco inglês, canivetes, etc);08. Brinquedos/réplicas que possam ser identificados erroneamente como armas;09. Barracas, bancos, cadeiras, correntes, cordas e lanternas;10. Guarda-chuvas;11. Objetos pontiagudos;12. Objetos perfurantes ou cortantes (tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha, saca-rolhas);13. Fogos de artificio, dispositivos explosivos, sinalizadores e aparatos incendiários de qualquer espécie;14. Objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos, inclusive desodorantes de qualquer tipo, pasta ou 15. Escova de dente);16. Substâncias inflamáveis e/ou corrosivas;17. Sprays;18. Máquinas de incapacitação neuromuscular (tasers);19. Ponteiros de laser, luzes estroboscópicas ou outros dispositivos emissores de luz;20. Bebidas (em qualquer tipo de recipiente), exceto água;21. Skate, bicicleta ou qualquer tipo de veículo motorizado ou não;22. Isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio para armazenagem;23. Bastão de selfie (extensor para tirar autorretrato);24. Câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável;25. Objetos profissionais para captura de imagem e som, como, por exemplo: máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável), equipamentos de filmagem profissionais, drones ou outros objetos voadores;26. Itens que possam ser utilizados para marketing de emboscada;27. Substâncias venenosas e/ou tóxicas, incluindo drogas ilegais;28. Bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com divulgações comerciais ou ainda com referências a causas discriminatórias, ofensivas, homofóbicas, racistas ou xenófobas;29. Drones, também denominados VANT (veículo aéreo não tripulado), RPA (Remotely-Piloted Aircraft), Aeronave Remotamente Pilotada, e equipamentos similares.30. Buzinas de ar comprimido;31. Megafones, computadores portáteis, tablets, powerbank de dimensões superiores a um aparelho celular;32. Tintas, corantes e outros produtos relacionados;33. Bolsas/malas/mochilas (com ou sem alça) de grandes dimensões;qualquer item que represente intuito de comercialização ou que possa representar riscos à segurança do evento. Via: Rockbizz

Auri lança o álbum III – Candles & Beginnings; confira o lyric video de Blakey Ridge
O grupo finlandês Auri lançou o álbum III – Candles & Beginnings. O disco é uma parceria musical composta pela vocalista Johanna Kurkela, pelo tecladista do Nightwish Tuomas Holopainen e pelo multi-instrumentista Troy Donockley. Com III – Candles & Beginnings, o Auri mais uma vez transporta o ouvinte para uma paisagem sonora de outro mundo, no qual o folk, rock progressivo, texturas sinfônicas, pop e elementos do avant-garde se entrelaçam. Junto ao lançamento do álbum, chega também o terceiro single, Blakey Ridge, com o seu respectivo lyric video. Confira: Track listing de III – Candles & Beginnings: 01. The Invisible Gossamer Bridge02. The Apparition Speaks03. I Will Have Language04. Oh, Lovely Oddities05. Libraries of Love06. Blakey Ridge07. Helios08. Museum Of Childhood09. Shieldmaiden10. A Boy Travelling With His Mother Via: Rockbizz

Golpista Jon Schaffer não se considera ativista de extrema-direita: “Muitos me colocam nessa caixa”
O guitarrista do Iced Earth, Jon Schaffer, foi sentenciado a três anos de liberdade condicional e 120 horas de serviço comunitário por seu envolvimento na invasão ao Capitólio norte-americano em 6 de janeiro de 2021, em protesto a eleição geral ocorrida em novembro de 2020, quando o republicano Donald Trump fora derrotado pelo democrata Joe Biden. E mais, o músico, que atualmente tem 55 anos, precisou pagar uma multa de mil dólares [quase seis mil reais na atual cotação da moeda estrangeira] e mais duzentos dólares [pouco mais de mil reais] por uma avaliação especial obrigatória. Em recente conversa com os apresentadores Marc J. Victor e Andy Marcantel, do canal Attorneys On Retainer, o golpista Jon Schaffer afirmou que não se considera ativista de extrema-direita. Ele disse que muitas pessoas o colocam nessa caixa, mas bate na tecla que só quer liberdade. “Sou muito a favor dos princípios fundadores dos Estados Unidos! Obviamente nós nos afastamos bastante disso. Então, isso me incomoda há muito tempo, por algum motivo. Provavelmente tem muito a ver com meu pai e os estudos. Eu simplesmente adoro a história da fundação deste país. Por mais imperfeitos que sejamos, é a melhor. Nós podemos ser melhores, podemos definitivamente ser melhores do que somos agora”. Jon acrescentou: “Não gosto de entrar nessa questão da esquerda e direita, porque não é aí que está a minha paixão. Eu sou a favor da liberdade. Quero que o nosso país e o mundo voltem a isso! É isso que tenho tentado expressar. Muita gente me tachou de extremista de direita e coisas do tipo. Mas eu não considero a liberdade como algo extremo”. Eis o bate-papo completo no tocador abaixo: É importante destacar que, apesar da grave ação contra o Capitólio, o guitarrista e cerca de outras mil e quinhentas pessoas acusadas de crimes relacionados à invasão receberam perdão do presidente Donald Trump, do partido republicano. Cabe lembrar que Schaffer, que é um dos fundadores da seita extremista e ultra direitista Oath Keepers, declarou-se culpado por duas [obstrução de um processo oficial do Congresso e invasão de propriedade em áreas restritas do Capitólio] das seis acusações que enfrentou na Justiça dos Estados Unidos. Via: Rockbizz

Sammy Hagar anuncia lançamento do álbum ao vivo Sammy Hagar & The Best Of All Worlds Band – The Residency
O cantor Sammy Hagar anunciou o lançamento do álbum ao vivo Sammy Hagar & The Best Of All Worlds Band – The Residency. O trabalho, cuja gravação aconteceu neste ano no Dolby Live Park MGM, Las Vegas, EUA, vai sair no dia 10 de outubro. Para o show, o vocalista teve o apoio de um time de primeira classe formado por Michael Anthony (baixo e vocal), Joe Satriani (guitarra), Kenny Aronoff (bateria) e Rai Thistlethwayte (teclado, vocal, guitarra). Em relação ao repertório, a festa contou com sons como Panama, Ain’t Talkin’ ‘Bout Love, Why Can’t This Be Love e Love Walks In. Hagar liberou o áudio de Summer Nights e Encore, Thank You, Goodnight como prévia ao álbum. Ouça nos players a seguir: Track listing de Sammy Hagar & The Best Of All Worlds Band – The Residency: 01. Encore, Thank You, Goodnight.02. Top Of The World03. Panama (somente nas versões físicas)04. Summer Nights05. There’s Only One Way To Rock06. Humans Being07. Right Now08. 515009. Poundcake10. Ain’t Talkin’ ‘Bout Love11. Eagles Fly12. Best of Both Worlds13. Why Can’t This Be Love14. Rock Candy15. Mas Tequila16. Heavy Metal17. I Can’t Drive 5518. Love Walks In19. When It’s Love (somente no formato digital) Via: Rockbizz

Metallica: Master of Puppets embala o trailer do jogo Call of Duty Black Ops 7
O clássico do Metallica, Master of Puppets, apareceu em um dos momentos mais emocionantes do último episódio da quarta temporada de Stranger Things, quando o personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) subiu no topo do próprio trailer, no Mundo Invertido, com uma guitarra e um amplificador, para tocar uma versão da canção para espantar as criaturas demoníacas que estavam por perto. Agora, no entanto, Master of Puppets embalou o trailer do jogo Call of Duty Black Ops 7, ou seja, se uniu ao mundo dos games. Para esta união, a faixa ganhou uma roupagem industrial e futurista para se alinhar mais com a estética e a jogabilidade de Black Ops 7. Nós sempre ficamos felizes em ver o heavy metal sendo representado no mainstream, já que, até o momento do fechamento desta matéria, o vídeo com a trilha sonora de Master of Puppets passou da marca de trinta e sete milhões de visualizações no YouTube. Veja o trailer de Call of Duty Black Ops 7 no player abaixo: Neste outro tocador você pode curtir Master of Puppets na íntegra: Via: Rockbizz

“Adoro me apresentar, pode ser para 3, 300 ou 300 mil pessoas”, afirma Bruce Dickinson
Em uma nova entrevista a rádio WRIF de Detroit, EUA, o vocalista inglês Bruce Dickinson foi questionado sobre as diferenças entre tocar com o Iron Maiden e com a sua carreira solo. O cantor destacou que não tem como comparar, porque são coisas diferentes. “Não há comparação”, disse Bruce. “Uma coisa é uma coisa e outra é outra coisa. Então, eu não entro no teatro pensando: ‘Meu Deus! Queria estar tocando em um estádio’. Não! Eu adoro a ideia de entrar e tocar em um teatro. É ótimo”, pontuou. “E a mesma coisa — se eu entro no estádio, eu não penso: ‘Ah, queria estar tocando em um teatro’. Não! Eu estou tocando em um estádio. É isso que você está fazendo e é isso que está na sua frente”, observou o artista. “Eu adoro me apresentar e adoro onde quer que eu esteja, pode ser para 3, 300 ou 300 mil pessoas. As coisas mudam um pouco. As técnicas mudam um pouco de um para o outro, mas ainda é uma apresentação e você continua tentando fazer o melhor por todos ali. Então, sim, eu adoro”, acrescentou Dickinson. O Air-Raid Siren está na estrada com Philip Naslund (guitarra), Chris Declercq (guitarra), Mistheria (teclado), Tanya O’Callaghan (baixo) e Dave Moreno (bateria) para promover a The Mandrake Project Tour 2025. Cabe ressaltar que esta é a segunda etapa da divulgação do mais recente álbum solo do cantor britânico. A turnê tem o foco nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma rápida passagem pelo Brasil, no festival The Town. Via: Rockbizz

Jack White volta a soltar os cachorros contra Donald Trump: “É um vigarista laranja se passando por cristão”
Dias atrás, pelo Instagram, o ex-frontman do The White Stripes, Jack White, criticou a decoração brega de Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca. O estopim para a desaprovação do músico foi a reunião de Trump com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, na qual o ambiente estava repleto de objetos dourados. Depois disso, o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, respondeu à crítica de White em entrevista ao jornal The Daily Beast. “Jack White é um perdedor decadente e decadente que posta bobagens nas redes sociais porque claramente tem muito tempo livre devido à sua carreira estagnada. É evidente que ele está se passando por um verdadeiro artista, porque não consegue apreciar o esplendor e a importância do Salão Oval dentro da Casa do Povo”. Agora, também pelas redes sociais, Jack White voltou a soltar os cachorros contra Donald Trump. Segundo o artista, o político republicano é um vigarista laranja se passando por cristão. “Sou um artista e não um político, então não preciso dar minha resposta ou opinião sobre nada se não estiver inspirado ou compelido, mas que engraçado que não fui eu quem denunciou a manipulação fascista flagrante do governo por Trump, suas táticas da Gestapo, seus comentários racistas sobre latinos, nativos americanos, sua construção ridícula de muro e seus ataques depreciativos, sexistas e pedófilos. Você é um vigarista laranja se passando por cristão, por líder, por uma pessoa com empatia de verdade. Você se disfarça de empresário há décadas, já que nada em que se envolve prospera, exceto usando o dinheiro alheio para encontrar brecha atrás de brecha e golpe atrás de golpe. Sua equipe de bajuladores mentirosos profissionais encobrem e mascaram seu fascismo como patriotismo, fomentando ódio e divisão neste país. E eu não sou democrata. Sou um ser humano criado em Detroit. Sou um artista que tem seu próprio negócio, loja de estofados e gravadora, desde os 21 anos. Dessa forma, tenho malícia de rua para saber quando um crupiê de três cartas é um vigarista e ladrão”. Veja a postagem completa de Jack White logo abaixo: Via: Rockbizz

Cheap Trick revela a data de lançamento e o repertório do álbum All Washed Up
O veterano Cheap Trick revelou a data de lançamento e o repertório do álbum All Washed Up. O disco, que será o vigésimo primeiro registro de estúdio da banda, sairá no dia 14 de novembro pelo selo alemão BMG. O álbum será o sucessor de In Another World de 2021. Segundo o frontman Robin Zander, o trabalho tem a “essência do Cheap Trick”. O músico também destacou que a sonoridade é típica da banda, com grandes riffs e melodias vocais. Para dar um gostinho do que está por vir, o grupo liberou o visualizer da faixa Twelve Gates. Veja: Track listing All Washed Up: 01. All Washed Up02. All Wrong Long Gone03. The Riff That Won’t Quit04. Bet It All05. The Best Thing06. Twelve Gates07. Bad Blood08. Dancing With The Band09. Love Gone10. A Long Way To Worcester11. Wham Boom Bang Via: Rockbizz

The Pretty Reckless libera vídeo da música For I Am Death
O The Pretty Reckless liberou o vídeo da música For I Am Death. A canção marca o início do que promete ser uma jornada poderosa e imprevisível pelo mais novo capítulo da exploração artística da banda norte-americana. Sobre o som, a vocalista Taylor Momsen comentou: “Com For I Am Death, eu quero que a música fale por si, permitindo que o ouvinte decida o que ela significa para si. A interpretação da faixa pode se alinhar à minha ou pode vir do coração do público. De qualquer forma, estou animada para ver o que as pessoas vão tirar dela e o que ela significa para elas. Ah, e o rock n’ roll nunca vai morrer”. Curta o clipe de For I Am Death no tocador a seguir: A música chegou como uma coroação pela participação do The Pretty Reckless na Power Up Tour, do AC/DC, que passou por estádios na América do Norte e Europa. As bandas tocaram para mais de três milhões de pessoas em locais icônicos como o Rose Bowl de Los Angeles, o Soldier Field de Chicago, o Estádio de Wembley de Londres e o Stade de France de Paris. Via: Rockbizz

Judas Priest lançará cover de War Pigs com os vocais de Rob Halford e Ozzy Osbourne
No comecinho de julho, o Judas Priest homenageou o Black Sabbath com cover de War Pigs. A honraria se deu por conta do derradeiro concerto dos criadores do heavy metal. O quarteto inglês deu um ponto final em sua carreira no dia 05 de julho. A novidade agora é que o Judas Priest lançará cover de War Pigs com os vocais de Rob Halford e Ozzy Osbourne, segundo o baterista Scott Travis. O músico revelou a novidade em conversa com o Rock Of Nations With Dave Kinchen And Shane McEachern. “Como não pudemos participar do show final de Ozzy, achamos que seria legal gravar um cover do Sabbath em tributo ao grupo e Ozzy. Tivemos a bênção da Sharon Osbourne. Fizemos nossa versão de War Pigs antes do falecimento de Ozzy. Então foi meio estranho termos conseguido fazer isso. Mas tem uma versão saindo com Ozzy cantando, também. Em outras palavras, Rob canta um verso e depois o Ozzy canta outro verso. Acho que isso vai sair. Mas enfim, fizemos nossa versão e um vídeo, está disponível nas plataformas”. Curta a versão de Judas para War Pigs no player abaixo: Via: Rockbizz

Bruce Dickinson apresenta a banda que o acompanhará na The Mandrake Project Tour 2025
Pelas mídias sociais, Bruce Dickinson apresentou a banda que o acompanhará na The Mandrake Project Tour 2025. Essa será a segunda etapa da promoção do mais recente álbum solo do cantor britânico. Dessa vez, a turnê terá o foco nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma rápida passagem pelo Brasil, no festival The Town. No vídeo, Dickinson apresentou Philip Naslund (guitarra), Chris Declercq (guitarra), Mistheria (teclado), Tanya O’Callaghan (baixo) e Dave Moreno (bateria). Bruce acrescentou: “Estaremos fazendo um barulho nos Estados Unidos e Canadá, com uma pequena viagem para a América do Sul. Depois disso, em janeiro, nós estaremos juntos gravando um novo álbum que sairá em algum momento de 2027. Mas, até lá, Estados Unidos somos todos de seu”. Veja logo abaixo a postagem do Air-Raid Siren, que ainda mostra todo o itinerário da The Mandrake Project Tour 2025. Via: Rockbizz

Metallica vai tocar no Dreamfest em prol de hospital infantil de São Francisco
O Metallica vai tocar no Dreamfest para levantar fundos para o hospital infantil UCSF Benioff Children’s Hospital. O evento vai acontecer no dia 15 de outubro no Chase Center em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos. Sobre a participação no Dreamfest 2025, o Metallica disse: “Estamos honrados em anunciar que fomos novamente convidados para tocar no Dreamfest. O show será em prol do UCSF Benioff Children’s Hospital, de São Francisco. Além disso, em conjunto com o Dreamforce, acontecerá a conferência anual de tecnologia da Salesforce. Dito isso, nós estamos ansiosos para receber visitantes do mundo todo na Bay Area para a conferência e para o show”. Desde sua criação em 2010, o Dreamfest já arrecadou 120 milhões de dólares para o UCSF Benioff Children’s Hospital. O evento já contou com concertos do U2, Foo Fighters, Fleetwood Mac, Red Hot Chili Peppers e Green Day. Via: Rockbizz