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Andreas Kisser reflete sobre a saída abrupta de Eloy Casagrande do Sepultura: “É lógico que fiquei puto”
No ano passado, o virtuoso baterista brasileiro Eloy Casagrande pegou os fãs de surpresa ao anunciar a sua saída do Sepultura, a qual aconteceu às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour, que é a derradeira turnê da banda. Para o posto deixado por Casagrande, Andreas Kisser e e o resta da banda fecharam acordo com o jovem Greyson Nekrutman, músico norte-americano com experiência em diversos estilos como jazz, rock n’ roll e heavy metal. Recentemente, o guitarrista e líder do conjunto, o citado Andreas Kisser, trocou uma ideia com o jornalista Benjamin Back, do canal Benja Me Mucho, e refletiu sobre a saída abrupta de Eloy Casagrande do Sepultura. “É lógico que fiquei puto”, disparou o músico. “A gente ficou dois anos organizando e ele dentro. Dois dias antes dele anunciar que estava saindo, a gente estava organizando setlist”, lembrou. “Ele ligou para o empresário, não foi nem para mim, e falou que precisava falar com a gente. Foi eu, Paulo [Xisto Jr. – baixo] e os dois empresários aqui do Brasil. E três semanas antes do primeiro show, ele falou que estava indo para o Slipknot. Simples assim”, contou o guitarrista. “Fiquei meio incrédulo! Fomos para a feira de música em Los Angeles, a NAMM. Pegamos o mesmo voo e ele não falou nada. E ele já estava indo fazer teste com o Slipknot para fechar contrato. Mas não tem essa coisa de traição. Eu fiquei puto por dois segundos”, acrescentou Andreas. Eis a fala completa de Andreas Kisser no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Donald Trump mostra sua burrice ao interpretar errado Fortunate Son, do Creedence Clearwater Revival
Políticos nunca foram exemplos de inteligência, quando se trata de nomes caricatos e bisonhos como Donald Trump, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Giorgia Meloni e Viktor Orbán, a coisa fica ainda mais patética em uma mistura de riso e aversão. Prova de deficiência cognitiva esses indivíduos dão dia a dia, contudo, Donald Trump mostrou sua burrice ao interpretar errado Fortunate Son, do Creedence Clearwater Revival. Ou seja, o indivíduo que se julga um enxadrista do mundo corporativo, não consegue interpretar o teor lírico de uma canção. Em conversa com a revista Vulture, o vocalista do Creedence Clearwater Revival, John Fogerty, comentou que acha “hilário” como Donald Trump interpretou mal o significado de Fortunate Son. “A música é mal compreendida por uma pequena porcentagem de pessoas. Bem, as pessoas que parecem ser conservadoras, de direita e provavelmente republicanas ou algum outro ‘ismo’ nessa categoria não sabem interpretá-la, principalmente o Sr. Trump”. Fogerty completou: “Isso já aconteceu antes, quando as pessoas achavam que era uma canção patriótica para agitar bandeira e tudo mais. Não conseguiram realmente entender o cinismo e a rebeldia absoluta que eu tinha na música. Eu não consigo imaginar usar essa música como tema de campanha política, principalmente quando você parece ser a pessoa sobre quem estou gritando na música em todos os três aspectos. É muito hilário para mim”. Além desse esculacho, o eterno Creedence Clearwater Revival proibiu que Donald Trump use as suas músicas em comícios e eventos políticos. Via: Rockbizz

David Gilmour acha que Roger Waters nunca melhorou como músico no Pink Floyd: “Estilo muito simples”
Ninguém pode passar o tempo estagnado criativamente, moralmente e intelectualmente. Progresso é algo inerente a nossa condição humana, mesmo que seja de forma compulsória e no compasso de gota a gota, quase imperceptível aos olhares desatentos. Mesmo assim, David Gilmour acha que Roger Waters nunca melhorou como músico no Pink Floyd. De acordo com o artista, o ex-colega de trabalho sempre manteve um estilo muito simples e não mostrou interesse algum em ir além. Em 1992, em entrevista ao jornalista Matt Resnicoff, que foi editor da revista Guitar World e escreveu para o jornal New York Times, Gilmour soltou os cachorros para cima de Waters. “Ele desenvolveu seu próprio estilo limitado, ou muito simples. Ele nunca se interessou muito em se aprimorar como baixista. Metade do tempo eu tocava baixo nos discos. Porque eu tendia a fazer isso mais rápido, desde aqueles primeiros discos. Pelo menos metade do baixo em todas as gravações sou eu”. Quando Matt o interpelou afirmando que isso não era uma informação muito reconhecido pelo público e imprensa, David respondeu: “Bem, acho que já falamos sobre isso, mas certamente não é algo que andamos divulgando. O Rog costumava vir e me dizer ‘muito obrigado’ de vez em quando quando ganhava algum benefício no baixo”. Desde que Roger saiu do Pink Floyd, ele e David Gilmour trocam farpas pela imprensa e até pelas redes sociais. Seja por diferentes visões políticas e sociais ou pela venda do catálogo do grupo, tudo é motivo para que os dois artistas brigarem como cão e gato. Via: Rockbizz

Cradle of Filth acusa Zoë M. Federoff de mentir para gerar antipatia por Dani Filth
O mercúrio retrógado do Cradle of Filth está mais ativo do que nunca! Nos últimos dias, a banda vem lidando com muitos problemas em sua formação, com as demissões da vocalista e tecladista Zoë M. Federoff e do guitarrista Marek “Ashok” Šmerda. Isso vem acontecendo durante a The Screaming of the Americas Tour, que é o giro pela América do Sul. Pelas redes sociais, Zoë e Marek deram as suas versões da história. Agora, também pelas mídias sociais, a banda compartilhou as suas considerações sobre o caso. Na longa nota, o Cradle of Filth acusou Zoë M. Federoff de mentir para gerar antipatia por Dani Filth. O grupo também destacou que as acusações contra o seu empresário são caluniosas. “Dez e Anahstasia, da The Oracle Management, têm sido simplesmente maravilhosos. Eles são atenciosos e compreensivos, abrindo mão de comissões para fazer as turnês funcionarem e trabalhando em estreita colaboração com a banda para nos proporcionar oportunidades incríveis, pensando além do convencional. Como não conseguiu se encaixar na banda, Zoe agora tenta caluniar e mentir o máximo possível para gerar antipatia por mim e por nosso empresário. Não é fácil acusar sem provas nos dias de hoje, quando todo mundo é tão crítico online? Só consigo imaginar do que mais serei acusado enquanto ela busca destruir a banda e os negócios. Dez é muito honesto, transparente e verdadeiro. Ele só recebe quando eu autorizo o contador a pagá-lo. Isso significa que tudo passa pelo meu contador, que analisa todos os dados financeiros para ver o que pode e o que não pode ser pago. Dez nunca lida com nenhum dos valores que entram”. Caso tenha tempo e paciência, leia a postagem completa do Cradle of Filth, a qual pontua cada acusação de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda. Via: Rockbizz

Saiba qual a música que serviu de estopim para carreira solo de Bruce Dickinson
No comecinho da década de 1990, Bruce Dickinson, 67, estava meio de saco cheio com o direcionamento musical do Iron Maiden. O pulso firme e quase ditatorial de Steve Harris estava criando um atrito com a personalidade expansiva do cantor. Para dar vazão a sua criatividade e tentar acalmar os embates com o líder do Maiden, Dickinson entrou em uma carreira solo relativamente bem-sucedida. Tattooed Millionaire (1990) foi a primeira aventura sonora do Air-Raid Siren. Em nova conversa com a revista inglesa Metal Hammer, Bruce falou qual foi a música que serviu de estopim para a sua carreira solo. “Foi por acidente. A empresa que trabalhava com o Maiden, a Zomba, veio até mim e disse: ‘Sabemos que você gosta de fazer coisas estranhas. Você tem alguma faixa para o filme, A Hora do Pesadelo’? Eu acabei criando Bring Your Daughter To The Slaughter”. O artista acrescentou: “Na verdade, entrei em contato com o Janick [Gers, guitarrista do Maiden], porque o Janick era meu amigo. Ele estava com dificuldades para conseguir uma ‘gig’, para ser sincero. Ele se recusou a cortar o cabelo, parecia que era dos anos 70. Ele ficou tão irritado que ia vender o equipamento e ir para a universidade virar professor”. “Achei aquilo uma pena! Aí, pensei que se ele fizesse essa música comigo, ele não ia se livrar dos equipamentos, os quais eu acabei comprando dele. Foi bastante divertido fazer essa música. Ela tem um estilo meio AC/DC, que é bastante pegajoso”. Assista o bate-papo completo com Bruce Dickinson no tocador a seguir: E para curtir o clipe de Bring Your Daughter To The Slaughter, basta acessar este outro player: Via: Rockbizz

Marek “Ashok” Šmerda explica por que levou 12 anos para expor os abusos do Cradle of Filth
Pelas redes sociais, o guitarrista Marek “Ashok” Šmerda explicou por que levou 12 anos para expor os abusos do Cradle of Filth. Para quem não sabe, o músico e a sua esposa, a tecladista e vocalista Zoë M. Federoff, deixaram a banda em meio a alegações bastante sérias de tratamento tóxico, exploração financeira e tragédia pessoal. Marek escreveu: “Finalmente estou em casa. Esta foi uma semana difícil, mas sou muito grato aos fãs e amigos pelo apoio. Meus colegas músicos que me procuram em particular, que sabem o quanto eu precisava de pessoas que entendessem a situação e os fãs também. Sou grato por tantas pessoas estarem ao nosso lado, nós que fazemos música em vez da ganância. É esse apoio que faz a música acontecer, porque vocês inspiram almas. Ainda estou lendo tantas mensagens de carinho e literalmente à beira das lágrima. Não consigo acreditar no tanto de amor que existe neste mundo. Doze anos no Cradle. Antes disso, foram anos no Root e outras bandas, que totalizam vinte e cinco anos de jornada até hoje. Alguns de vocês comigo o tempo todo. É mais do que uma experiência de humildade. Muitos de vocês podem se perguntar por que agora, depois de 12 anos, eu escolhi isso. Nos prometiam mudanças e dias melhores ano após ano. E nós continuávamos torcendo para que se tornassem realidade. Eu continuei torcendo por vocês. Eu continuei firme por vocês. Gostaria que a banda tivesse sido melhor conosco, porque eu queria sempre ser melhor para vocês. Quero agradecer especialmente à minha esposa pela coragem em detalhar tanto do que estava errado há tanto tempo. Ela agora está me dizendo para não ousar largar a guitarra. Tenho mais música para fazer, mais a ver com a minha vida e a minha arte, e ela está certa. Não consigo largar a guitarra. Não terminei de criar, terminei de ser usado para a minha criação, mas a criatividade continua. Algo novo começa. Algo bom. Então, isso não é um adeus. É um olá! A vida é boa, e todos vocês ajudaram a torná-la muito boa”. A cantora Zoë M. Federoff também se pronunciou sobre os abusos que sofreu ao trabalhar na empresa de Dani Filth. Leia na íntegra o relato da musicista aqui. Via: Rockbizz

“Visão de business diferentes destruiu o Sepultura; o negócio estava corrompido”, analisa Andreas Kisser
Até meados do anos 1990, o Sepultura era um dos principais atores da cena heavy metal. A banda brasileira estava com uma formação forte e colocando no mercado discos que se destacavam pelos novos sabores sonoros. O balde de água fria veio quando o frontman Max Cavalera resolveu pular fora do barco, devido divergências com os outros integrantes. Com isso, restou aos de mais músicos juntarem os cacos para virarem a página e voltarem aos trabalhos com energia nova. O guitarrista e líder do Sepultura, Andreas Kisser, trocou uma ideia com o jornalista Benjamin Back, do canal Benja Me Mucho, e refletiu sobre os acontecimentos que quase mataram a banda. “Visão de business diferentes destruiu o Sepultura! Você vê a coisa acontecendo e dando certo. Você está sendo pago e tal. Você compra uma casa, mora nos Estados Unidos, fica famoso e tudo mais, mas, quando você vai ver ali no meio, tudo está um queijo suíço. O negócio está corrompido, não está sendo feito direito. Quando mandamos a Gloria Cavalera embora da banda, que o contrato dela tinha expirado em dezembro de 96, quando Max decidiu Max decidiu sair da banda junto com ela, as finanças da banda chegou em uma caixinha de sapato com três talões de cheque e uns papéis. A gente teve que reconstruir tudo do zero, praticamente. Não só essa parte financeira e a estrutura da banda de criar empresa nova, como a carreira musical. Tivemos que achar outro empresário e outro vocalista. A gente não perdeu só o Max, a gente perdeu toda a estrutura que levamos dez anos para construir”. O guitarrista acrescentou que o fator ego pesou para que a formação clássica do Sepultura implodisse de vez e causasse o rompimento em meados dos anos 1990. “Estar em uma banda é mais difícil do que um casamento! No casamento o fato ego não entra tanto quanto em uma banda. Teve época que estava aparecendo em capa de revista Max e o filho dele. Qual o contexto dessa representação? Isso foi muito problema. Eu incluo o meu ego também! Não estou falando que sou santo. Mas não me arrependo de nada, porque estava defendendo o meu ponto de vista fosse errado ou certo. Cada um via a coisa de uma forma”. Veja a fala completa de Andreas Kisser no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Helloween brinca com ilusões de ótica no clipe de A Little Is A Little Too Much
O Helloween está brincando com ilusões de ótica no clipe de A Little Is A Little Too Much. A canção está presente no novo álbum do grupo, Giants & Monsters, que chegou ao mercado nesta sexta-feira, dia 29 de agosto, pelo selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM). Giants & Monsters está disponível em diversos formatos como CD, CD digipak, 2CD earbook, vinil preto, vinil duplo colorido (azul, amarelo) e digital (download e streaming). A produção do disco ficou sob a responsabilidade de Charlie Bauerfeind e Dennis Ward. Já a arte da capa foi feita pelo artista germânico Eliran Kantor, profissional que fez a capa do álbum Helloween, de junho de 2021. O time que deu vida a Giants & Monsters foi Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra e vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria). Track listing de Giants & Monsters: 01. Giants On The Run02. Savior Of The World03. A Little Is A Little Too Much04. We Can Be Gods05. Into The Sun06. This Is Tokyo07. Universe (Gravity For Hearts)08. Hand Of God09. Under The Moonlight10. Majestic Via: Rockbizz

Rob Halford (Judas Priest) lembra as duas vezes que assumiu o vocal do Black Sabbath
O primeiro escalão do heavy metal é bastante unido e está sempre pronto a servir o próximo! Os exemplos de ajuda são aos montes, indo de Joey Jordison (Slipknot) dando uma mão ao Metallica, passando por Andreas Kisser ajudando o Anthrax e chegando aos episódios em que Rob Halford assumiu o vocal do Black Sabbath em apoio Tony Iommi e companhia. Em uma conversa recente com o pessoal da Ultimate Classic Rock, o Metal God refletiu sobre as experiências de substituir Ronnie James Dio na primeira vez e Ozzy Osbourne na segunda ocasião. “Na primeira vez, conseguimos nos preparar porque Tony, Geezer e Bill estavam em turnê e passaram por Phoenix. Chegamos a tocar em algum lugar aqui no vale. Nos preparamos para isso. Descobri outro dia que Ozzy estava batendo a cabeça enquanto estávamos trabalhando. Eu não sabia disso, mas um amigo próximo meu disse: ‘Eu estava ao lado do Ozzy enquanto ele fazia sinal de positivo para todo mundo’. Na segunda vez, eu estava no quarto de hotel na Filadélfia, quando Sharon me ligou e perguntou: ‘Robbie, você pode nos ajudar? Ozzy perdeu a voz’. Eu disse: ‘Sim, o que você quer que eu faça’? Aí, ela pediu para eu cantar no lugar do Ozzy”. Halford acrescentou: “Estávamos juntos, Priest e Sabbath, naquela turnê. Sharon ainda falou que eu conhecia todas as músicas. Mas eu pedi alguns vídeos para dar uma olhada até na hora do show. Então, do hotel até o local do show, fui me preparando. Fiz o show do Priest e, logo depois, troquei de camisa e fui fazer o show do Sabbath”. Veja as duas apresentações do Metal God comandando o vocal do Black Sabbath: Via: Rockbizz

Iron Maiden não tira proveito da atual vibração pesada do mundo, segundo Bruce Dickinson
No começo dos anos 1990, Bruce Dickinson estava meio de saco cheio com o direcionamento musical do Iron Maiden, com isso decidiu empreender uma carreira solo. Tattooed Millionaire (1990) foi a primeira aventura sonora do Air-Raid Siren. No entanto, após deixar a Donzela de Ferro, o cantor pôde desenvolver de vez seu próprio universo musical, o qual teve espaço para o alternativo no polêmico Skunkworks (1996), para diversidade em Balls to Picasso (1994) e, claro, para o peso nos discos Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998), ou seja, foi para caminhos bem diferentes do Maiden. Durante entrevista a rádio 104.5 The Pick, Bruce Dickinson explicou por que sua carreira solo segue um caminho mais pesado do que o Iron Maiden. Ele também pontuou que o Iron não tira proveito da atual vibração pesada do mundo para criar um som mais implacável. “O Maiden, estilisticamente, obviamente, tem muita influência do Steve [Harris, baixista e fundador do grupo] em tudo. Embora seja pesado, às vezes é progressivo e coisas assim. Então, no meu caso, às vezes sigo o caminho do progressivo, mas adoro esse tipo de desafinação esmagadora. Há muito peso no ar agora, do qual o Maiden realmente não tira proveito, porque não tenho certeza se necessariamente se encaixa no tipo de paisagem sonora que o Steve gosta. Mas isso não me restringe. É como ter um pintor com uma paleta ilimitada. Você corre o risco de se dispersar um pouco, mas é um risco que vale a pena correr, porque você supostamente é um artista”. Confira a entrevista completa no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Cro-Mags, lendário nome do crossover e hardcore, fará show em São Paulo em outubro
Pilar do movimento que fundiu o hardcore punk com o thrash metal e que hoje sustenta o status de lenda da música, a banda nova-iorquina Cro-Mags está de volta ao Brasil em outubro com show único, dia 8/10, em São Paulo, no Burning House. Fundada na efervescente Nova Iorque (EUA) do início dos anos 1980, Cro-Mags marcou para sempre a cena hardcore com o seu álbum de estreia, The Age of Quarrel (1986), uma obra-prima e divisor de águas do gênero. A sonoridade crua, agressiva e energética, aliada a letras contundentes, tanto apenas consolidou a banda como referência como ajudou a moldar o que seria conhecido como o crossover entre hardcore e thrash metal. Ao longo das décadas, o impacto do Cro-Mags foi sentido muito além do underground, influenciando grupos que redefiniriam a música pesada em diferentes estilos, entre eles Metallica, Sepultura, Biohazard, Green Day, Madball e Hatebreed. A postura autêntica e a trajetória de resistência frente às adversidades transformaram a Cro-Mags em símbolo de integridade artística e legado cultural. Uma lenda! Nos últimos anos, Cro-Mags reafirmou sua relevância com o lançamento de álbuns como In the Beginning (2020), que mostrou ao público mundial que a energia original permanece intacta. A atual formação, liderada pelo icônico Harley Flanagan, mantém a essência da banda. No ano passado (2024), Harley Flanagan ganhou um documentário sobre sua vida, Harley Flanagan: Wired for Chaos. O registro é um retrato intenso da trajetória do fundador do Cro-Mags e muito bem recebido pela crítica. O filme conta com depoimentos de figuras icônicas, tanto do universo punk quanto de outras esferas culturais e artísticas, como Flea (Red Hot Chili Peppers), Henry Rollins, Ice-T, Glenn Danzig (Misfits), Scott Ian (Anthrax), Ian Mackaye (Minor Threat, Fugazi), Keith Morris, Darryl Jenifer (Bad Brains), Kate Schellenbach (Beastie Boys), entre outros. Antes do show em São Paulo, o Cro-Mags realizará uma extensa turnê em setembro pelos Estados Unidos. Um destaque é a apresentação que encerra o giro, dia 27/09, no CBGB Fest, evento em memória à lendária casa de shows CBGB, que foi o berço do punk rock e da new wave em Nova Iorque. SERVIÇOCRO-MAGS EM SÃO PAULOData: 08 de outubro de 2025 (quarta-feira)Local: Burning House (avenida Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo/SP)Venda online: https://101tickets.com.br. Via: Rockbizz

“O preço de ser pioneiro em um país que nem o nosso é ser traidor do movimento”, reflete João Gordo (Ratos de Porão)
Os integrantes do Ratos de Porão sempre levaram a fama de serem traidores do movimento punk rock. A crítica recai sobretudo no vocalista João Gordo. Até as pessoas que estavam dentro desta cena musical tiveram tal atitude em relação aos caras. O motivos podem variar bastante e podem ir do estilo musical da banda, que é um crossover, ou seja, não é um punk puro sangue, até o trabalho de apresentador do Gordo em emissoras como MTV e Record. Contudo, é inegável o enfrentamento que o conjunto e seus músicos veem fazendo à aristocracia brasileira desde os seus primeiros passos na carreira. Álbuns como Crucificados pelo Sistema (1984), Descanse em Paz (1986) e Brasil (1989) foram certeiros em suas críticas sociais e econômicas. E é importante ressaltar que o teor lírico das obras ainda se mostram pertinentes até os dias atuais, ou seja, décadas após a criação dos álbuns, as suas ponderações ressoam em sintonia com status quo do Brasil. Em recente bate-papo com Mafê, apresentadora do canal Instituto Cultiva, João Gordo explicou de onde vem a famigerada fama de traidor do movimento – transcrição do RockBizz. “A onda que a gente embarcou que era o crossover, era uma mistura de metal com punk. As bandas que eu gostava na época, em 1984, eram inglesas. E todas as bandas inglesas que eu gostava começaram a tocar metal. Aí, apareceu, Metallica, Slayer, Venom, Exodus. Todas as bandas eram maior peso, e os metaleiros com camisa de punk. E, ao mesmo tempo, os punks que a gente era fã estavam usando camisetas de metal. Como a gente era mais bem informado, porque a gente tinha correspondência [com pessoas de fora], começamos a mudar sempre. Estávamos sempre um passo diferente do resto da galera, porque a gente era mais bem informado. Quando todo mundo era punk rock, a gente fazia hardcore. Pronto! Traidor do movimento. Quando o Ratos de Porão lançou em 1984 o disco Crucificados pelo Sistema, que tinha um símbolo da paz, os caras falaram que éramos hippies. Traidor do movimento. Quando a gente começou a ouvir metal e fazer esse crossover, que é o metal punk, e era uma onda que estava tendo na Europa, falaram que a gente era metaleiro e era traidor. Pegou esse estigma! Mas a gente sempre estava pioneiro na parada. E o preço de ser pioneiro em um país que nem o nosso é muito tosco. Até hoje tem playboy, fã de Dado Dolabella, que fica me chamando de traidor do movimento, mas não sabe nem o porquê. Quem é fã da banda, sabe a história e acha essa coisa ridícula. A gente só era mais bem informado do que as outras pessoas”. Confira a entrevista completa no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Bosta no ventilador: gerenciamento do Cradle of Filth é desonesto e manipulador, segundo a cantora Zoë M. Federoff
Brigas por dinheiro, royalties, má conduta no ambiente de trabalho, abusos financeiros, psicológicos e emocionais, traições e toda sorte de contendas já deram as caras nas cenas rock n’ roll e heavy metal. O caso mais novo envolve a cantora Zoë M. Federoff e o seu marido, o guitarrista Marek Šmerda, que se cansaram do modus operandi do Cradle of Filth e jogaram toda a bosta no ventilador. Em recente postagem nas redes sociais, Zoë afirmou que o gerenciamento do Cradle of Filth é desonesto e manipulador. Ela ainda destacou que Dani Filth, cantor e líder da banda, sabe de todos os abusos e problemas, mas se beneficia deles. Federoff escreveu: “Planejamos essa transição do Cradle of Filth meses atrás. A gerência é desonesta, manipuladora e tenta tirar dinheiro que nos pertence, sem nenhum contrato entre nós, músicos de estúdio, e a banda. Quando os denunciei por essa tentativa de roubo de adiantamento de álbum do Screaming of the Valkyries, me chamaram de “câncer” e “cavalo morto” e ameaçaram me demitir. O vocalista [Dani Filth] não faz nada para impedi-los e se esconde atrás deles enquanto eles os menosprezam e roubam. Responsabilizamos o vocalista por contratar essa gerência e nunca defender a equipe, apenas a si mesmo. Outros ex-membros tentam contornar isso e culpam apenas a gerência. A gerência trabalha para o vocalista”. Ela continuou: “Ele não pode sujar as mãos, mas, no fim das contas, é ele quem as comanda. A atmosfera que ele cria é ameaçadora e abusiva. Ele nos explora constantemente com salários baixíssimos, mas também exige exclusividade na agenda do Cradle. Não conseguimos nem cobrir o custo de vida, mas ainda assim nos dizem para não fazer turnês com outras bandas para complementar a renda. É loucura manter as pessoas presas na pobreza pelo ego de uma só pessoa. Anexamos o contrato que eles tentaram impor a todos os músicos contratados por um aumento de 25 por cento (o primeiro aumento em 7 anos). Nosso advogado o considerou o contrato mais louco que um músico contratado poderia receber. Não assinamos e decidimos sair este ano”. “Então, saímos porque estávamos sendo usados e ganhávamos menos do que o custo de vida. Além disso, o ambiente é tóxico e ameaçador. O preço que tudo isso estava cobrando de nossas vidas e nosso casamento se tornou muito pesado. O preço que isso nos custou para a saúde também me levou a abortar nossa primeira gravidez em turnê. Nós escolhemos sair para nos salvar e criar um futuro melhor para nossa família. Agora que saímos, o sol está brilhando, nossa família tem esperança e esperamos que todos os músicos de estúdio que pensem em se juntar ao Cradle leiam este contrato e conversem com um advogado. Boa sorte para quem tentar tocar com a banda. E lembrem-se: todos nós conhecemos o cara que diz que todas as suas ex-namoradas são loucas. Tem certeza de que todas elas são? Ou será que o problema é você? Adeus aos fãs, aos nossos colegas de estúdio e equipe. Eles foram a única parte disso que ficou com boas lembranças”, concluiu a cantora. Apesar das acusações de Zoë M. Federoff e Marek Šmerda, o Cradle of Filth está seguindo adiante com a turnê pela América do Sul. O último concerto da The Screaming of the Americas Tour será no dia 04 de setembro, no Panamá. Via: Rockbizz

System Of A Down presta tributo a Ozzy Osbourne com performance de Snowblind, do Black Sabbath
O System Of A Down prestou um tributo a Ozzy Osbourne com performance de Snowblind, do Black Sabbath, durante show dessa quarta-feira, dia 27 de agosto, que aconteceu no MetLife Stadium em East Rutherford, Nova Jérsei, Estados Unidos. Antes de tocar a canção, o guitarrista Daron Malakian falou: “Quando começamos, nos colocaram na estrada e fizemos uma turnê. Nova Iorque e Nova Jérsei foram alguns dos primeiros lugares que fizemos turnê nos Estados Unidos. E houve uma turnê que nunca fez tanto pelo System Of A Down, que foi o Ozzfest. Fizemos alguns Ozzfests. Alguns de vocês têm idade suficiente para estar lá. Alguns de vocês nem eram nascidos ainda. Mas queremos agradecer Ozzy Osbourne por tudo. Vamos tocar uma música que se chama Snowblind”. Veja alguns registros amadores da performance de Snowblind nos tocadores a seguir: Vale lembrar que o System Of A Down fez o cover de Snowblind para o álbum Nativity In Black II: A Tribute To Black Sabbath, cujo lançamento original rolou em em 2000. Curta: Via: Rockbizz

Mudvayne lança Hurt People Hurt People, primeira música inédita em dezesseis anos
O Mudvayne lançou Hurt People Hurt People, primeira música inédita em dezesseis anos. A faixa, que teve produção de Nick Raskulinecz (Rush, Korn, Alice In Chains e mais) e mixagem de Josh Wilbur (Korn, Gojira, Megadeth), saiu pela Alchemy Recordings. Sobre a canção, o vocalista Chad Gray disse: “Acho que escrevi essa música como um lembrete para mim mesmo para quebrar o ciclo. Nós criamos nosso próprio sofrimento, a nossa própria dor. É hora de criarmos amor-próprio e nos livrarmos da dor. Ela nunca foi nossa, para começo de conversa”. Confira o lyric video do single Hurt People Hurt People no tocador a seguir: Mudvayne começou a carreira em 1996 e engrossou a lista das bandas que atuavam no polêmico new metal/nu metal. Com muita presença de palco marcante e visual freak, o grupo vendeu mais de seis milhões de discos e levou para casa disco de ouro com os álbuns L.D. 50 (2000), The End Of All Things To Come (2002) e Lost And Found (2005). Atualmente, o quarteto segue em turnê pelos Estados Unidos para comemorar os vinte e cinco anos de seu debute. O giro, que leva o nome de L.D. 50 25th Anniversary Tour, vai se estender até o final de outubro e contemplará as costas leste e oeste do citado país. Saiba o passo a passo da turnê aqui. Via: Rockbizz

“Gloria me salvou; ela disse o que eu precisava ouvir”, reflete Max Cavalera
Gloria Cavalera, 71, trabalhou como empresária do Sepultura por algum tempo, porém, em meados dos anos 90, a banda, na figura de Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Igor Cavalera (bateria), resolveu seguir carreira sem os trabalhos da norte-americana. Max Cavalera resolveu tomar partido da esposa e romper relações pessoais e profissionais com os amigos e irmão. A ruptura entre as partes rolou no dia 16 de dezembro de 1996, após o show realizado no Brixton Academy, Inglaterra. A partir desse ponto cada lado foi cuidar de seus próprios interesses. O Sepultura fechou com o vocalista Derrick Green, com quem já lançou diversos álbuns. Max Cavalera criou o Soulfly e participa também de outros projetos como Cavalera Conspiracy e Killer Be Killed. Trocando uma ideia com a revista Metal Hammer, Max refletiu sobre a importância da empresária em sua vida e carreira. Segundo ele, Gloria lhe mostrou que atolar o pé nas loucuras do rock n’ roll não ia acabar de forma positiva. “Por muito tempo, minhas prioridades eram ficar doidão e chapado. Não vou mentir, eu curtia muito e achava legal! Eu pude ir para o lado negro da força e ver como é. Mas eu estava esse caminho para a autodestruição, mas Gloria foi sábia o suficiente para ver isso. Ela me salvou. Ela me disse o que eu precisava ouvir. A maioria dos músicos quer que as pessoas concordem com tudo o que dizemos, mas ela disse: ‘Isso não vai acabar bem’. Isso me atingiu! As minhas prioridades são família e música. Talvez alguém como Kurt Cobain não tivesse alguém para demonstrar esse amor duro”. Gloria e Max estão casados há mais de trinta anos e têm cinco filhos. O brasileiro adotou os três filhos da empresária: Jason, Richie e Roxanne. Zyon e Igor são os outros dois filhos do casal. A família segue unida inclusive na hora de subir no palco, pois Zyon toca bateria no Soulfly, atualmente. Via: Rockbizz

Max Cavalera diz que não se arrepende de ter deixado o Sepultura: “Mantive minha integridade”
Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) é um artista com mais de trinta anos de carreira no heavy metal. É uma vitória e tanto para qualquer artista, contudo, fica ainda mais especial para um brasileiro, pois o mercado nacional nunca foi benevolente com a música pesada. Mesmo assim, em meados da década de 1990, quando o Sepultura estava voando alto com o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, Roots, Max pulou fora do barco, deixando o resto do conjunto e equipe a ver navios. O primeiro fator significativo, que posteriormente levou à saída do músico, foi a decisão da banda de romper relações com a empresária, Gloria, que também é esposa do brazuca. Tal decisão criou uma cisão entre os membros. O frotnman considerava o trabalho de Gloria bem-feito e de suma importância aos bons resultados que o grupo estava acumulando. Já a outra parte não via dessa forma, achava que a empresária tentava, por exemplo, transformar o grupo numa espécie de banda de apoio de Max. Agora, durante conversa com a revista inglesa Metal Hammer, o Cavalera disse que não se arrepende de ter deixado o Sepultura. Ele declarou que manteve sua integridade. “Tenho orgulho das coisas que conquistamos no Sepultura, de fazer discos tão incríveis que impactaram pessoas de tantas partes do mundo e de diferentes estilos de vida. Muitas pessoas adoram o catálogo da era Max. Tenho muito orgulho dele. Aprendi muito com tudo isso. Até nos momentos difíceis”. O brasileiro complementou: “Uma coisa da qual me orgulho em deixar o Sepultura é que me mantive firme na minha posição. Se eu tivesse permanecido com eles, teria sido um erro para a minha integridade. Eu não conseguia cantar aquelas músicas naquele ambiente. Estava me matando, então tive que tomar uma posição e tomar uma atitude drástica. Nunca me arrependi dessa escolha”. Via: Rockbizz

Epica libera vídeo de Cry For The Moon (Live At The Symphonic Synergy)
O Epica liberou o vídeo de Cry For The Moon (Live At The Symphonic Synergy). O material audiovisual está no repertório do show The Symphonic Synergy, trabalho que está disponível como conteúdo bônus das versões digipak, earbook e boxset do álbum Aspiral. Veja o vídeo de Cry For The Moon (Live At The Symphonic Synergy) no tocador abaixo: Do mesmo show, a banda holandesa já havia liberado os vídeos de Crimson Bow & Arrow e Beyond The Matrix. Assista: Epica & Brasil Liderado por Simone Simons (vocal) e Mark Jansen (guitarra), o grupo tem mais de 20 anos de estrada e 400 milhões de streams no catálogo. Conhecida pelos sons orquestrais, vocais operísticos e riffs pesados, a banda é dona de hits como Cry for the Moon e Sensorium. Além disso, a banda tem uma longa relação com o Brasil (o segundo lugar no mundo que mais ouve a banda). Já são 35 shows realizados no país, incluindo o próprio festival, Epic Metal Fest, realizado somente no Brasil e Holanda. E a banda retornará com datas em Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. As datas da turnê brasileira são: 06/09 – Porto Alegre, Brasil (Opinião)07/09 – Curitiba, Brasil (Ópera de Arame)09/09 – Belo Horizonte, Brasil (Grande Teatro BeFly Minascentro)11/09 – Brasília, Brasil (Toinha)13/09 – Rio de Janeiro, Brasil (Sacadura 154)14/09 – São Paulo, Brasil (Terra SP) Via: Rockbizz

Metallica: James Hetfield ostenta mullet volumoso em performance de Breadfan em Castle Donington em 1995
O Metallica sempre alimenta o seu canal oficial no YouTube com vídeos ao vivo, entrevistas e materiais de arquivo, os quais são verdadeiros tesouros aos fãs. O mais recente conteúdo compartilhado pelo quarteto é uma performance de Breadfan, faixa do trio peso-pesado Budgie, cujo lançamento original foi em junho de 1973. A performance de James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Jason Newsted (baixo) teve gravação no dia 26 de agosto de 1995 no Donington Park, em Castle Donington, Inglaterra. Veja o vídeo ao vivo de Breadfan, com destaque para o mullet volumoso de James Hetfield: O Metallica irá retomar os compromissos da M72 World Tour no dia primeiro de novembro com uma perna pela Austrália. A turnê também passará pela Nova Zelândia. Saiba o itinerário do quarteto aqui. Via: Rockbizz

Bon Jovi vai lançar nova edição de Forever com participações de Avril Lavigne, Bruce Springsteen e mais
Boa nova aos fãs de hard rock e pop rock! O Bon Jovi vai lançar nova edição de Forever com participações de Avril Lavigne, Bruce Springsteen, Jelly Roll, James Bay, Robbie Williams, Jason Isbell, Ryan Tedder, Joe Elliott (Def Leppard), Lainey Wilson e Marcus King. O trabalho chegará ao mercado no dia 24 de outubro pela Island Records. “Este álbum é mais do que uma simples coleção de colaborações, é um álbum que nasceu da necessidade”, disse o vocalista Jon Bon Jovi. “A reabilitação das minhas cordas vocais foi uma jornada bem documentada que se desenvolveu durante o lançamento de Forever em 2024. Eu cantava bem no estúdio para gravar, mas as exigências vocais e os rigores das turnês ainda estavam um pouco fora do meu alcance. Sem a possibilidade de fazer turnês naquela época, continuei trabalhando no estúdio e convidei alguns amigos, grandes cantores, artistas, músicos e também pessoas simplesmente incríveis”. O resultado é um álbum com uma nova perspectiva e um novo espírito. É um álbum de colaboração que prova que todos nós sobrevivemos neste mundo com uma ajudinha dos nossos amigos. Sinto uma alegria e gratidão imensas ao lançar este álbum, e acho que isso transparece na música. Posso dizer com certeza que sempre existe algo maior do que EU, e esse algo somos NÓS”, concluiu o cantor. Track listing de Forever (Legendary Edition): 01. Red, White & Jersey02. Legendary (com James Bay)03. We Made It Look Easy (com Robbie Williams)04. Living Proof (com Jelly Roll)05. Waves (com Jason Isbell)06. Seeds (com Ryan Tedder)07. Kiss The Bride (com Billy Falcon)08. The People’s House (com The War & Treaty)09. Walls Of Jericho (com Joe Elliott)10. I Wrote You A Song (com Lainey Wilson)11. Living In Paradise (com Avril Lavigne)12. My First Guitar (com Marcus King)13. Hollow Man (com Bruce Springsteen)14. We Made It Look Easy / Hicimos Que Pareciera Fácil (com Carin León) Via: Rockbizz

Cradle Of Filth dá justa causa ao guitarrista Marek “Ashok” Šmerda; turnê pela América Latina segue firme
26 de agosto de 2025 Por RockBizz O Cradle Of Filth deu justa causa ao guitarrista Marek “Ashok” Šmerda horas depois que de o músico revelar que estava planejando deixar a banda no final da turnê latino-americana. O líder do grupo, Dani Filth, fez Via: Rockbizz

Steve “Zetro” Souza cancela apresentação em São Paulo
Steve “Zetro” Souza, ex-vocalista do Exodus, cancelou sua apresentação em São Paulo, que aconteceria no dia 14 de setembro na Burning House. Segundo comunicado da Dark Dimensions, “a produtora foi surpreendida por alterações repentinas, não previamente acordadas entre o artista e a organizadora geral da turnê, a FH Entertainment. Tais mudanças comprometeram diretamente a logística de todos os produtores locais que haviam adquirido suas respectivas datas”. “Embora a Dark Dimensions fosse a responsável exclusiva pela realização do evento em São Paulo, a produtora foi notificada de forma inesperada sobre o adiamento de toda a turnê para o próximo ano, o que inviabilizou a concretização da apresentação na data prevista. A Dark Dimensions lamenta profundamente os transtornos causados ao público e reforça que a decisão extrapola sua esfera de controle, uma vez que decorre de determinações da produtora responsável pela turnê”, continuou. Todos os valores referentes a ingressos já adquiridos serão integralmente reembolsados automaticamente pela ddtickets.com.br através da forma que o comprador efetuou a compra (pix, cartão de crédito, débito, etc). Via: Rockbizz

“Sou ateu, mas escrever músicas sobre Diabo é mais divertido”, observa Kerry King (Slayer)
O Slayer sempre foi uma pedra no sapato dos cidadãos de bem, já que nunca aliviou ou pisou no freio no conteúdo lírico de suas canções. Kerry King, poeta e guitarrista da banda, nunca pegou leve em suas letras e títulos de álbuns. O músico norte-americano criou expressões como God Hates Us All, Christ Illusion e Hell Awaits, o que deixou muitos religiosos nervosos. Até os dias de hoje, o guitar hero do thrash metal não dá folga ao cristianismo e sempre o crítica. Em entrevista ao canal Metalshop TV, Kerry observou o teor lírico de suas obras musicais e comentou que escrever canções sobre o Diabo é mais divertido. “Eu escrevo músicas sobre o Diabo, mas para mim é como escrever contos para um filme de terror. Se eu acredito que o Diabo vai voltar e ressurgir do inferno? Não! Mas eu escrevo sobre esse assunto de acordo com a minha própria perspectiva. Eu acredito na letra de Crucifixion? Nenhum pouco. Mas é uma ótima música”. King acrescentou: “Eu escrevo apenas para entretenimento e garanto que as pessoas saibam disso para não enganar ninguém e dar combustível para a fogueira de dizermos que somos todos sobre isso, somos todos sobre aquilo. Vou ser direto. Sou ateu, mas é divertido escrever sobre o Diabo”. Assista a entrevista completa de Kerry King no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Nikki Sixx (Mötley Crüe) acusa Mick Mars de traição e afirma que chegou a salvar a vida do guitarrista
Recentemente, o baixista e líder do Mötley Crüe, Nikki Sixx, postou uma foto em suas redes sociais, cuja a legenda pedia que os fãs fizessem apenas comentários sarcásticos. Uma das pessoas questionou o músico se ele tem algum arrependimento sobre a tatuagem que tem na coxa em homenagem ao ex-colega de trabalho. Sixx respondeu: “Eu era o maior fã dele! Salvei a vida dele. E ele nos traiu e traiu os fãs. Então, sim, não é fácil de ver a tatuagem”. Veja: O relacionamento entre os músicos se deteriorou quando Mars anunciou sua aposentadoria das turnês em outubro de 2022, devido à sua luta dolorosa contra a espondilite anquilosante. Porém, o músico deixou claro que ainda poderia gravar com a banda ou fazer apresentações limitadas e esporádicas, já que simplesmente não conseguiria fazer uma turnê completa com sua condição. Mesmo assim, o guitarrista declarou que os outros integrantes do Mötley Crüe realizaram uma reunião de emergência com os acionistas para expulsá-lo do grupo e despojá-lo de suas ações na corporação que administra os interesses comerciais da formação. Mick também afirmou que o conjunto reduziu sua porcentagem de lucros de 25% para 5% depois do anúncio de sua aposentadoria e afirmou que houve uma reunião com toda a banda em que eles decidiram “unilateralmente” demiti-lo do Mötley Crüe. Além disso, o guitarrista acusou Sixx de manipulá-lo psicologicamente sobre a diminuição de suas habilidades na guitarra, mesmo com o fato de Nikki não ter “tocado uma única nota no baixo” durante as turnês recentes do grupo. Mick afirma que todas as partes de Nikki foram pré-gravadas. Via: Rockbizz