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Iron Maiden: “Acho que nunca fizemos o álbum perfeito”, analisa Steve Harris
Para um fã que leva a sério a frase “Iron Maiden is my religion”- Iron Maiden é a minha religião, em uma tradução livre -, a discografia da banda britânica se revela como a mais pura perfeição ou manjar dos deuses do metal. Embora tenha no currículo álbuns fundamentais à cena pesada como The Number Of The Beast (1982), Powerslave (1984) e Seventh Son Of A Seventh Son (1988), o conjunto deu algumas escorregadas ao longo da carreira. Trocando uma ideia com o pessoal da revista Metal Hammer, o próprio dono da Donzela de Ferro, Steve Harris, analisou sua discografia e chegou ao veredito de que nunca fez o álbum perfeito. “Acho que nunca fizemos o álbum perfeito”, admitiu o baixista. “The Number Of The Beast, as pessoas acham que é o álbum perfeito, mas tem duas músicas lá que não são tão boas quanto as outras [referindo-se a Invaders e Gangland]. Nem tudo vai ser bom”. Mesmo não tendo o tal disco perfeito, o Iron Maiden passou com sobras no implacável teste do tempo. A banda completou neste ano cinco décadas de bons serviços ao heavy metal. Parte da celebração dos cinquenta anos foi com a primeira perna da Run For Your Lives World Tour, giro cujo o foco é nos primeiros nove álbuns, ou seja, de Iron Maiden (1980) até Fear of the Dark (1992). Via: Rockbizz

The Pretty Reckless: Taylor Momsen mostra abdômen sarado e foto nua nos bastidores do vídeo de For I Am Death
No final de agosto, o The Pretty Reckless lançou o vídeo do single For I Am Death. A canção marca o início do que promete ser uma jornada poderosa e imprevisível pelo mais novo capítulo da exploração artística da banda norte-americana. Sobre o som, a vocalista Taylor Momsen disse: “Quero que a música fale por si, permitindo que o ouvinte decida o que ela significa para si. A interpretação da faixa pode se alinhar à minha ou pode vir do coração do público. De qualquer forma, estou animada para ver o que as pessoas vão tirar dela e o que ela significa para elas. Ah, e o rock n’ roll nunca vai morrer”. Agora, pelas redes sociais, Momsen mostrou o abdômen sarado e foto nua nos bastidores do vídeo de For I Am Death. Na legenda da postagem, ela escreveu: “Vem com a gente ver o ‘making of’ do clipe de For I Am Death”. Confira: Vale explicar que a faixa saiu como uma coroação pela participação do The Pretty Reckless na Power Up Tour, do AC/DC, que passou por estádios na América do Norte e Europa. As bandas tocaram para mais de três milhões de pessoas em locais icônicos como o Rose Bowl de Los Angeles, o Soldier Field de Chicago, o Estádio de Wembley de Londres e o Stade de France de Paris. Via: Rockbizz

Nine Inch Nails compartilha vídeo da música As Alive As You Need Me To Be
O Nine Inch Nails compartilhou o vídeo da música As Alive As You Need Me To Be. Se trata da primeira música oficial da banda em cinco anos. Outra informação interessante sobre a faixa é que ela está no trailer do filme Tron: Ares. Neste outro tocador você pode curtir o trailer oficial de Tron Ares, que tem no elenco nomes de peso do cinema como Jared Leto (Blade Runner 2049, Haunted Mansion e Morbiius), Evan Peters (X-men Apocalipse e Monstros) e Jeff Bridges (O Grande Lebowski). O longa chegará aos cinemas em 10 de outubro. O ícone do metal industrial Nine Inch Nails está assinando a trilha sonora do filme Tron: Ares. A obra sairá no dia 19 de setembro pelo selo norte-americano Interscope Records. De acordo com a banda, as canções pulsam como ameaça, melancolia e intensidade à medida que a alma analógica e a angústia digital colidem. Track listing de Tron: Ares: 01. Init02. Forked Reality03. As Alive As You Need Me To Be04. Echoes05. This Changes Everything06. In The Image Of07. I Know You Can Feel It08. Permanence09. Infiltrator10. 100% Expendable11. Still Remains12. Who Wants To Live Forever?13. Building Better Worlds14. Target Identified15. Daemonize16. Empathetic Response17. What Have You Done?18. A Question Of Trust19. Ghost In The Machine20. No Going Back21. Nemesis22. New Directive23. Out In The World24. Shadow Over Me Via: Rockbizz

“Um bom solo de guitarra deve soar como um orgasmo”, filosofa Carlos Santana
Carlos Santana é o raro tipo de guitarrista que o ouvinte reconhece imediatamente quando soa a primeira nota. Poucos nomes do instrumento como David Gilmour (Pink Floyd), B.B. King, Tony Iommi (Black Sabbath) têm essa singular qualidade. Carlos, todavia, vai muito além, pois é um compositor altamente prolífico e de mão cheia. Os seus solos capturam uma amplitude ímpar de som e imaginação, enquanto leva o ouvinte a uma jornada inesquecível que desafia todas as noções de limite e estilos musicais. Em nova entrevista à revista Guitar World, o músico mexicano filosofou sobre os solos. Segundo ele, um bom solo de guitarra deve soar como um orgasmo. “Escolho tocar mais relaxado e no contratempo, escolhendo minhas notas com cuidado. É como colocar os dedos na água e jogar água no rosto de alguém, ou como se você pegasse uma colher e espirrasse em uma toranja. Essas são as notas boas. Muita gente não sabe como espirrar suas melhores notas! Aprendi isso com Buddy Guy, B.B. King, Albert King e Freddie King. Se você não sabe espirrar, tudo fica contido, e pode ficar chato depois de um tempo”. Santana acrescentou: “Gosto dessa abordagem musical porque me faz sentir vivo. O objetivo de qualquer guitarrista, seja qual for o estilo, do funk e flamenco ao heavy metal, é fazer o ouvinte se sentir vivo”. “Um bom solo de guitarra deve soar como um orgasmo. Consigo ouvir isso na forma de tocar de Eddie Van Halen, e o mesmo vale para Jimi Hendrix. Eu vivo pelas notas suculentas”, finalizou o icônico guitarrista. Via: Rockbizz

“Tenho três hérnias de disco na lombar, resultado de um grave acidente de carro”, conta Courtney Cox (Burning Witches)
A guitarrista Courtney Cox (Burning Witches) concedeu uma entrevista ao podcast Side Jams With Bryan Reesman e contou que precisa ter um cuidado redobrado com a sua saúde, visto que tem três hérnias de disco na lombar, resultado de um grave acidente de carro. “Tenho três hérnias de disco na lombar, resultado de um acidente de carro feio quando eu era bem mais nova, então preciso ter muito cuidado”, lembrou Courtney. “Eu estava com muito medo de fazer a cirurgia, então, os médicos me sugeriram que não fizesse porque eu era muito jovem, e meio que me conformei com a situação”. “No começo, eu precisava tomar uma epidural a cada três meses só para sobreviver”, lamentou a guitarrista. “Mas, à medida que fui envelhecendo, a hérnia de disco piora se eu me mover ou levantar algo de forma errada. Batendo na madeira, até agora estou bem”. Além de Courtney Cox, outros rock stars já sofreram – e sofrem – com problemas nas costas e na coluna. A lista vai de Corey Taylor (Slipknot, Stone Sour), passando por Phil Anselmo (Pantera, Down) e chegando ao saudoso Ozzy Osbourne (Black Sabbath). Portanto, para os músicos de alto rendimento, é indispensável um cuidado severo com a saúde para que problemas como hérnias de disco não coloquem uma turnê ou uma gravação de álbum em risco. Via: Rockbizz

Capital Inicial: turnê em celebração aos 25 anos do Acústico MTV vai até o final de novembro
Em 26 de maio de 2000, o Capital Inicial colocou no mercado o álbum Acústico MTV, com hits do rock nacional como Natasha, Fogo, Fátima, Música Urbana, O Mundo e muitos outros. Na época, o trabalho saiu em CD, VHS e DVD e foi um sucesso de crítica e venda, alcançando disco de platina por mais de um milhão de cópias comercializadas no país. E como o tempo voa, o álbum está completando vinte e cinco anos de seu lançamento original, com isso, o Capital Inicial está turnê ao lado de Kiko Zambianchi e Denny Conceição para celebrar este grande feito do álbum. A banda está com agenda cheia, com compromissos com os fãs do nordeste, sudeste, centro-oeste e sul do Brasil. As datas do grupo em celebração aos 25 anos do Acústico MTV vão até o final de novembro. Na postagem abaixo, você pode ficar por dentro de todos os concertos do grupo. Confira: Via: Rockbizz

Roger Waters critica a mídia pela grande cobertura da morte de Ozzy Osbourne: “Idiotice”
O ex-baixista do Pink Floyd, Roger Waters, criticou a mídia pela grande cobertura da morte de Ozzy Osbourne. De acordo com Waters, os veículos de imprensa preferem se distrair com a bunda da Kim Kardashian e a morte de Ozzy do que cobrir as atividades políticas do ex-primeiro-ministro britânico Jeremy Corbyn. “Ozzy Osbourne, que acabou de morrer, Deus o abençoe, seja qual for o estado em que ele esteve durante toda a sua vida”, disse Roger, em entrevista ao podcast The Independent Ink. “Nunca saberemos, embora ele tenha aparecido na TV por centenas de anos com suas idiotices e bobagens”. “A música dele, eu não faço ideia. Estou pouco me fodendo”, bradou o músico. “Não ligo para o Black Sabbath. Nunca liguei. Não tenho interesse em morder cabeças de galinhas ou seja lá o que for que eles façam. Não dou a mínima”, acrescentou Roger. O apresentador do podcast, Sr. Fish, destacou que Ozzy mordeu a cabeça de um morcego, não de uma galinha, o que deixa Waters ainda mais bravinho. “Meu Deus, isso é ainda pior, não é? Não sei. É pior morder a cabeça de um morcego ou de uma galinha? Não sei. Os dois são bem complicados”. Assista a entrevista de Roger Waters na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Motörhead: “Lemmy foi um ícone do rock; nunca haverá outro como ele”, reflete Phil Campbell
Lemmy Kilmister, líder e frontman do Motörhead, faleceu em 2015, aos 70 anos, pouco depois de ser diagnosticado com câncer de próstata. Contudo, o legado do artista segue intacto pois foi um indivíduo que viveu plenamente para o rock n’ roll. Em conversa com Greg Phillips, do canal Australian Musician, o guitarrista do Motörhead, Phil Campbell, refletiu sobre o saudoso amigo. De acordo com Phil, Lemmy foi um ícone do rock e nunca haverá outro como ele. “Ele era um personagem tão único e honesto. Era uma pessoa honesta, um músico honesto. Ele era único. Nunca mais haverá um outro como Lemmy. Ele adorava conhecer os fãs e tudo mais. E a música inspirou muitas bandas também. Suas letras eram incríveis, embora sejam muito subestimadas. As suas letras são absolutamente incríveis. Ele estava sempre lendo um livro. Ele tinha sua própria máquina de apostas no camarim, na qual ele ganhava seu dinheiro de volta. Eu costumava entrar no camarim dele e dar a ele meu troco. Eu dava a ele umas cinco ou dez moedas, para ele jogar na máquina. Não haverá outro personagem como o Lem surgindo tão cedo. Ele foi um ícone do rock n’ roll”. Via: Rockbizz

Saiba a condição que Ozzy Osbourne deu a Buckethead para tocar em sua banda
Ozzy Osbourne sempre teve um talento raro pra escolher guitarrista para sua banda! O cantor ajudou transformar músicos desconhecidos como Randy Rhoads, Jake E. Lee e Zakk Wylde em verdadeiras estrelas do rock n’ roll. Portanto, tocar na banda do Madman era uma janela para o estrelato. E não faltaram pretendentes ao posto de braço direito do artista inglês. Um dos nomes que fez teste na banda de Ozzy e quase ficou com o job foi o enigmático Buckethead (ex-Guns N’ Roses). Em 2005, durante entrevista à revista Revolver, o Príncipe das Trevas contou a condição que deu a Buckethead para tocar em sua banda. “Fiz um teste com aquele cara, o Buckethead. Eu me encontrei com ele e pedi para ele trabalhar comigo, mas somente se ele se livrasse do maldito balde. Voltei um pouco mais tarde e ele estava usando um chapéu de marciano verde. Eu disse: ‘Olha, seja você mesmo’. Aí, ele me contou que seu nome era Brian. Falei que seria assim que eu o chamaria. Ele comentou que ninguém o chamava de Brian, exceto sua mãe. Falei para ele fingir que eu era a sua mãe. Eu nem saí da sala e já estava fazendo joguinhos mentais com o cara. Mas não me entenda mal, ele é um ótimo músico. Ele toca pra caramba”. Como Buckethead não quis se livrar do balde, Ozzy continuou trabalhando com Zakk Wylde. A sua banda só teve renovação nas seis cordas em 2009, com a entrada do grego Gus G. Via: Rockbizz

Sex Pistols pula fora do The Town por problemas de saúde de Frank Carter; Bad Religion será o substituto
O rock n’ roll e heavy metal terão as suas representações no The Town! Isso mesmo, com os shows de Bruce Dickinson (Iron Maiden), Capital Inicial, CPM 22, Supla & Inocentes, Green Day, Iggy Pop e Pitty, a festa nos palcos Skyline e The One está garantida na Cidade da Música. O contratempo foi que o Sex Pistols pulou fora do The Town por problemas de saúde de Frank Carter. Com isso, a banda punk Bad Religions será o substituto. A informação foi confirmada pela produção do evento pelas redes sociais. Veja: Pelos comentários do público na postagem no Instagram, a troca foi muito feliz, visto que a galera está ainda mais eufórica pelo show do professor Greg Graffin e companhia. Sons como American Jesus, Sorrow, You, Infected e outros hits do punk rock farão parte da celebração. Via: Rockbizz

Helloween: Michael Kiske e Andi Deris fazem unboxing da versão vinil de Giants and Monsters
No dia 29 de agosto, via o selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM), o veterano Helloween lançou seu mais novo registro de estúdio, o décimo sétimo de sua carreira, que se chama Giants & Monsters. O álbum está disponível em diversos formatos como CD, CD digipak, 2CD earbook, vinil preto, vinil duplo colorido (azul, amarelo) e digital (download e streaming). Pela redes sociais, os vocalistas Michael Kiske e Andi Deris fizeram unboxing da versão vinil de Giants and Monsters. Veja: Vale mencionar que a produção do disco ficou sob a responsabilidade de Charlie Bauerfeind e Dennis Ward. Já a arte da capa foi feita pelo artista germânico Eliran Kantor, profissional que fez a capa do álbum Helloween, de junho de 2021. O time que deu vida a Giants & Monsters foi Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra e vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria). Track listing de Giants & Monsters: 01. Giants On The Run02. Savior Of The World03. A Little Is A Little Too Much04. We Can Be Gods05. Into The Sun06. This Is Tokyo07. Universe (Gravity For Hearts)08. Hand Of God09. Under The Moonlight10. Majestic Via: Rockbizz

The Offspring se reencontra com a estrela do clipe de Pretty Fly (For A White Guy) em show nos EUA; assista
O The Offspring se reencontrou com a estrela do clipe de Pretty Fly (For A White Guy) durante show em Los Angeles, Estados Unidos. Na sexta-feira (29 de agosto), a banda tocou no Kia Forum em Inglewood e, no final da apresentação, trouxeram Guy Cohen, o dançarino original do vídeo clássico de 1998. “Só há uma coisa que pode melhorar isso agora”, disse o vocalista Dexter Holland. “Precisamos de muita dança, muita dança bonita. Vocês conhecem alguém que dance bem? Tenho alguém em mente.” “Por favor, suba, rapaz bonito”, acrescentou, antes de Cohen cumprimentar a plateia e começar sua dança enquanto a banda começava a tocar. Assista abaixo: A pretty fly special guest in LA! pic.twitter.com/jpuSBwwG56 — The Offspring (@offspring) August 31, 2025 SUPERCHARGED IN LOS ANGELES ⚡️ @thekiaforum pic.twitter.com/nE9OTUXtUC — The Offspring (@offspring) August 31, 2025 Via: Rockbizz

Polícia de Atlanta revela mais detalhes do acidente que vitimou fatalmente Brent Hinds (Mastodon)
Infelizmente, no dia 20 de agosto, Brent Hinds, ex-guitarrista do Mastodon, morreu em um gravíssimo acidente de moto aos 51 anos. O desastre aconteceu na cidade natal da banda, Atlanta, Estados Unidos. O músico estava pilotando sua Harley Davidson quando a motorista de uma SUV BMW não deu a preferência ao fazer uma curva à esquerda no cruzamento da Memorial Drive SE com a Boulevard SE, a menos de 3 km do centro da cidade, o que acabou causando o desastre, de acordo com a polícia local. Agora, o departamento de polícia local revelou mais detalhes do acidente que vitimou fatalmente Brent Hinds. Os policiais que atenderam a ocorrência chegaram ao local por volta das 23h35 e encontraram Hinds inconsciente. A equipe médica rapidamente percebeu que ele havia sofrido ferimentos graves, com isso, ele foi transportado imediatamente para o Grady Memorial Hospital, onde foi posteriormente declarado morto. A motorista do SUV, que permaneceu no local, disse aos investigadores que tinha “certeza de que o sinal estava verde” ao fazer a conversão. No entanto, uma testemunha prestou depoimento conflitante, alegando que o sinal estava vermelho no momento do acidente. Tanto essa testemunha quanto outro transeunte também notaram que Hinds parecia estar dirigindo em alta velocidade antes do impacto. Os policiais que fizeram o primeiro contato com Brent também relataram que ele ainda respirava e se movia, embora tivesse ferimentos visíveis na cabeça, braços e tronco. O guitarrista foi um dos criadores do Mastodon em 2000 em parceria com Troy Sanders (vocal e baixo), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal). A formação ficou junta até março deste ano, momento em que Hinds ganhou uma justa causa da banda. A parceria durou 25 anos e gerou álbuns como Leviathan, Blood Mountain e Crack the Skye. Via: Rockbizz

Gênesis de Tears of the Dragon surgiu na época de Somewhere in Time, revela Bruce Dickinson
Tears of the Dragon é sem dúvida alguma o hit da carreira solo de Bruce Dickinson. Ela é a canção que deu corpo e energia ao trabalho solo do cantor e o possibilitou manter-se em evidência na cena musical ao longo da década de 1990. Em nova entrevista à revista inglesa Metal Hammer, Dickinson revelou que a gênesis de Tears of the Dragon surgiu na época de Somewhere in Time, sexto álbum do Iron Maiden, que saiu em setembro de 1986. “Depois que o produtor Keith Olsen se afastou dos trabalhos de meu segundo disco solo, Shay Baby, que era o engenheiro de som, assumiu a produção. Ele me apresentou o Tribe of Gypsies, que é uma ótima banda e tinha Roy Z na guitarra. Eu fui na casa de Shay e passamos uma tarde tocando e acabamos criando três ou quatro músicas. Eram ótimos riffs e sugeri que trabalhássemos juntos. Isso foi o embrião do que se tornaria Balls To Picasso. Mas algumas coisas como Tears of the Dragon já tinha uma versão. A gênesis da música surgiu na época de Somewhere in Time. Eu estava tentando criar algo diferente para o Maiden! Achava que a banda precisava criar algo fora da caixa. Dickie Fliszar, que é um baterista fabuloso e muito musical, pegou e transformou essa música. O baixista Eddie Casillas precisa ganhar muito crédito, também. O som de baixo ficou fantástico”. Bruce completou: “A música acabou com uma parte de reggae, que sempre foi controversa. Meu empresário queria que eu me livrasse dessa parte de reggae. Acabamos mantendo-a e se tornou um grande trabalho e bem diferente de todo o resto”. Assista a entrevista na íntegra no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Dave Mustaine e David Ellefson eram moradores de rua no início do Megadeth, lembra o baixista
A maioria dos músicos precisam passar por um verdadeiro calvário até se estabelecer no mercado no fonográfico. Pelas dificuldades do dia a dia e a necessidade de comer e ter um teto sob a cabeça, muitas pessoas desistem do sonho de se tornarem músicos profissionais e acabam trabalhando em outras atividades. Alguns músicos famosos que conhecemos e admiramos passaram por muitos perrengues. Os caras que criaram o Megadeth, Dave Mustaine e David Ellefson, por exemplo, comeram o pão que o diabo amassou até conseguir uma estabilização na carreira. Ellefson falou brevemente sobre o assunto em entrevista ao podcast That Metal Interview. David destacou que ele e Mustaine eram moradores de rua no início do Megadeth. “Entrei na indústria musical na época em que ainda havia uma oportunidade de ter uma carreira, ganhar a vida e bancar a vida. Para mim, esse era o objetivo. Não era só comprar um monte de brinquedos e depois me aposentar. Tentei administrar bem o dinheiro que ganhei e as coisas para poder pagar as contas e não ter que me estressar. Acredite, eu e o Dave [Mustaine, dono do Megadeth], éramos moradores de rua naqueles primeiros anos. Foi uma época muito difícil. Eu nunca liguei para casa, para os meus pais, pedindo dinheiro. Eu tinha que fazer isso sozinho”. O baixista acrescentou: “É por isso que aprecio o valor da camaradagem, da verdadeira parceria, da conexão com os fãs e com a cena. Somos uma tribo de desajustados meio peculiares e fazemos o melhor para podermos nos integrar à vida normal”. Em 2021, David Ellefson ganhou uma justa causa do Megadeth, depois de vídeos íntimos seus terem vazados e o músico ser acusado de ter enviado esses registros a uma menor de idade. O CEO da banda, Dave Mustaine, também não pensou duas para cortar relações pessoais com o ex-parceiro de trabalho. Via: Rockbizz

Samuel Rosa lança projeto audiovisual, Rosa Sessions, com participações especiais
Depois do lançamento de Rosa, o primeiro álbum solo de Samuel Rosa, o cantor mineiro preparou uma surpresa para deixar o projeto ainda mais especial. Está disponível no YouTube e em todas as plataformas digitais a primeira faixa do Rosa Sessions. As dez canções do álbum vão ganhar uma gravação audiovisual feita no estúdio Sonastério, com as montanhas de Minas Gerais como cenário. Três delas chegam com uma participação especial também. A escolhida para dar o start no projeto foi Não Tenha Dó e tem Seu Jorge cantando ao lado de Samuel Rosa. Para o cantor, a experiência de gravar o Rosa, em estúdio, com a banda completa foi visceral. Mas quando eles fizeram o show de lançamento em São Paulo, fechado para convidados e imprensa, escolheram um formato mais intimista. “Me dei conta que a gente precisava de um registro da banda tocando as 10 músicas do álbum na íntegra, já que isso não acontece no show de estrada”, explicou Samuel. “Voltamos, então, para o estúdio, no ambiente lindo que o Sonastério está inserido, e esse encontro gerou um material muito real”, completou. Além da parte fonográfica, a ideia era gerar também as imagens desse encontro, já que nem todas as faixas do álbum vão ganhar um clipe. Com isso, veio a ideia também de incluir três grandes convidados para participarem de três faixas diferentes e engrandecer ainda mais o trabalho. Além de Seu Jorge, virão ainda gravações com Duda Beat e Joyce Alane. Via: Rockbizz

Sepultura planeja lançar um EP com quatro músicas inéditas em 2026, segundo Andreas Kisser
Notícia boa para os fãs de heavy metal made in Brasil! O Sepultura planeja lançar um EP com quatro músicas inéditas em 2026, segundo Andreas Kisser. O guitarrista e líder do conjunto contou a novidade em recente entrevista ao apresentador Jarek Szubrycht, do canal Mystic Talks. “Gravamos quatro músicas novas com o Greyson Nekrutman na bateria. Acho que ninguém sabe disso! Temos quatro músicas novas e pretendemos lançar um EP no ano que vem, só para celebrar esse momento. São músicas originais que a gente trabalhou. Já está gravado e tudo mais. Estamos aproveitando o nosso tempo para ver quando será o momento certo para fazer isso”. Kisser continuou: “As músicas surgiram de forma muito espontânea. Tocamos no 70000 Tons Of Metal [cruzeiro que rolou em janeiro] e ficamos em Miami. Estávamos com estúdio à disposição e estávamos com ideias. Foi ótimo! Sem pressão de gravadoras e sem data de entrega. As músicas nem têm nomes ainda”. “Fizemos isso no nosso tempo, sem pressa. Não há nomes para as músicas. Vamos decidir isso depois. Ainda estamos mixando o material. Por causa da ideia da turnê de despedida, podemos fazer isso também, planejar algo assim, ou não planejar algo assim. Podemos até planejar o mínimo que pudermos para realmente nos desafiar artisticamente”, concluiu Andreas. Assista a entrevista na íntegra no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Chama a polícia: Andy Summers e Stewart Copeland estão processando Sting por royalties não pagos pelo hit Every Breath You Take
Chama a polícia! O guitarrista Andy Summers e o baterista Stewart Copeland estão processando Sting por direitos autorais não pagos pelo hit Every Breath You Take. A canção está no repertório do quinto álbum de estúdio do The Police, Synchronicity, de 1983. Em processo judicial aberto no Tribunal Superior de Londres, Summers e Copeland alegam que nunca foram devidamente creditados como compositores da música e, portanto, nunca receberam royalties por suas contribuições. Os créditos da música estão exclusivamente na conta do vocalista e baixista do grupo, o que vem gerando a ira dos outros dois músicos. Dessa forma, eles, que juram ter participação na criação do mega hit, querem provar isso na justiça e reaver parte da grana que Sting vem recebendo ao longo dos anos por conta de ter apenas seu nome no aba de créditos. Synchronicity alcançou as primeiras posições das paradas de sucesso e vendeu mais de vinte milhões de cópias ao redor do globo. Muito desse super sucesso se deu pela música Every Breath You Take. Relembre o hit no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Black Sabbath: Gibson revive timbre de Tony Iommi com captador humbucker assinatura
Se tem uma coisa em que Tony Iommi, 77 anos, é um verdadeiro expert, é tocar guitarra. O britânico foi uma das mentes criadoras do heavy metal e do Black Sabbath, banda que tem em seu arsenal musical riffs antológicos os quais serviram de base para toda uma cena. Iommi fez tudo isso com um timbre único, o qual já na primeira nota o ouvinte reconhece de imediato. E para ajudar imortalizar esse som, a gigante Gibson vai reviver o timbre de Tony Iommi com captador humbucker assinatura. A primeira versão do Tony Iommi Signature Humbucker saiu no final do anos 1990. Agora, nessa nova versão, o produto traz uma mistura de ímãs cerâmicos e de Alnico 2, juntamente com enrolamentos personalizados, proporcionando todo o ruído necessário, mas mantendo a clareza cristalina. O equipamento vem totalmente revestido com cera e epóxi, o que é próprio para resistir a feedback indesejado, enquanto sua fiação de 4 condutores permite operação com bobinas em série, paralelas e divididas. “Estou muito feliz que a Gibson esteja trazendo de volta meu captador humbucker signature. Eles estavam ficando bem difíceis de encontrar”, disse Tony. “Este captador surgiu depois de muito tempo em Nashville, experimentando diferentes configurações para obter o timbre e o sustain perfeitos com minhas guitarras favoritas. Tínhamos que garantir que funcionasse com minhas cordas de calibre leve e afinações baixas, mas ainda tivesse um bom impacto. O resultado foi impressionante. Eles também estão nas minhas guitarras signature. E eu não poderia estar mais satisfeito com o resultado”. Via: Rockbizz

Nasi e Adriano Grineberg fazem versão de Canção da Partida, de Dorival Caymmi
Já imaginou ouvir os clássicos versos de Dorival Caymmi “Minha jangada vai sair pro mar/Vou trabalhar/Meu bem querer”, da “Canção da Partida”, cantados pelo Nasi, um dos maiores nomes do rock nacional? Pois ele gravou essa música ao lado do também cantor e compositor Adriano Grineberg, que está fazendo um álbum revisitando a obra de Dorival Caymmi. Adriano e Nasi se conhecem há muitos anos, Adriano, que também é tecladista, já tocou várias vezes com ele, tanto na banda Ira! como na sua carreira solo. Nasi aceitou o convite da hora. “Teve uma sincronicidade curiosa pois essa foi a primeira música que aprendi no violão, ela tem uma importância afetiva para mim”, contou. “Fora isso, é uma música forte, pois apesar da poesia ela carrega sofrimento, é uma work song, que fala da rotina do trabalhador, que atenua um pouco a dureza dos dias, tendo assim um sentido político intrínseco. E a forma como o Adriano produziu ela ficou espiritual, um mantra”, completou Nasi. Foi a primeira vez que Adriano Grineberg recebeu Nasi num projeto e fez um arranjo “sob medida” para ele. Adriano Grineberg tem uma carreira bastante dedicada ao blues e vem, desde 2023, revelando nuances e novas camadas do repertório de Dorival Caymmi desde que mergulhou em sua obra para produzir o álbum Eufótico, lançado no início de 2024. Ele trouxe uma nova roupagem para as canções praieiras de Caymmi e agora está revisitando o repertório de samba do compositor baiano. Ele já lançou alguns singles desse projeto e o álbum completo virá ainda esse ano. Nasi, embora seja mais conhecido por sua banda Ira!, é bastante ligado ao blues, trazendo essa influência para seu trabalho solo e tendo montado a banda Nasi e os Irmãos do Blues. Via: Rockbizz

Andreas Kisser reflete sobre a saída abrupta de Eloy Casagrande do Sepultura: “É lógico que fiquei puto”
No ano passado, o virtuoso baterista brasileiro Eloy Casagrande pegou os fãs de surpresa ao anunciar a sua saída do Sepultura, a qual aconteceu às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour, que é a derradeira turnê da banda. Para o posto deixado por Casagrande, Andreas Kisser e e o resta da banda fecharam acordo com o jovem Greyson Nekrutman, músico norte-americano com experiência em diversos estilos como jazz, rock n’ roll e heavy metal. Recentemente, o guitarrista e líder do conjunto, o citado Andreas Kisser, trocou uma ideia com o jornalista Benjamin Back, do canal Benja Me Mucho, e refletiu sobre a saída abrupta de Eloy Casagrande do Sepultura. “É lógico que fiquei puto”, disparou o músico. “A gente ficou dois anos organizando e ele dentro. Dois dias antes dele anunciar que estava saindo, a gente estava organizando setlist”, lembrou. “Ele ligou para o empresário, não foi nem para mim, e falou que precisava falar com a gente. Foi eu, Paulo [Xisto Jr. – baixo] e os dois empresários aqui do Brasil. E três semanas antes do primeiro show, ele falou que estava indo para o Slipknot. Simples assim”, contou o guitarrista. “Fiquei meio incrédulo! Fomos para a feira de música em Los Angeles, a NAMM. Pegamos o mesmo voo e ele não falou nada. E ele já estava indo fazer teste com o Slipknot para fechar contrato. Mas não tem essa coisa de traição. Eu fiquei puto por dois segundos”, acrescentou Andreas. Eis a fala completa de Andreas Kisser no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Donald Trump mostra sua burrice ao interpretar errado Fortunate Son, do Creedence Clearwater Revival
Políticos nunca foram exemplos de inteligência, quando se trata de nomes caricatos e bisonhos como Donald Trump, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Giorgia Meloni e Viktor Orbán, a coisa fica ainda mais patética em uma mistura de riso e aversão. Prova de deficiência cognitiva esses indivíduos dão dia a dia, contudo, Donald Trump mostrou sua burrice ao interpretar errado Fortunate Son, do Creedence Clearwater Revival. Ou seja, o indivíduo que se julga um enxadrista do mundo corporativo, não consegue interpretar o teor lírico de uma canção. Em conversa com a revista Vulture, o vocalista do Creedence Clearwater Revival, John Fogerty, comentou que acha “hilário” como Donald Trump interpretou mal o significado de Fortunate Son. “A música é mal compreendida por uma pequena porcentagem de pessoas. Bem, as pessoas que parecem ser conservadoras, de direita e provavelmente republicanas ou algum outro ‘ismo’ nessa categoria não sabem interpretá-la, principalmente o Sr. Trump”. Fogerty completou: “Isso já aconteceu antes, quando as pessoas achavam que era uma canção patriótica para agitar bandeira e tudo mais. Não conseguiram realmente entender o cinismo e a rebeldia absoluta que eu tinha na música. Eu não consigo imaginar usar essa música como tema de campanha política, principalmente quando você parece ser a pessoa sobre quem estou gritando na música em todos os três aspectos. É muito hilário para mim”. Além desse esculacho, o eterno Creedence Clearwater Revival proibiu que Donald Trump use as suas músicas em comícios e eventos políticos. Via: Rockbizz

David Gilmour acha que Roger Waters nunca melhorou como músico no Pink Floyd: “Estilo muito simples”
Ninguém pode passar o tempo estagnado criativamente, moralmente e intelectualmente. Progresso é algo inerente a nossa condição humana, mesmo que seja de forma compulsória e no compasso de gota a gota, quase imperceptível aos olhares desatentos. Mesmo assim, David Gilmour acha que Roger Waters nunca melhorou como músico no Pink Floyd. De acordo com o artista, o ex-colega de trabalho sempre manteve um estilo muito simples e não mostrou interesse algum em ir além. Em 1992, em entrevista ao jornalista Matt Resnicoff, que foi editor da revista Guitar World e escreveu para o jornal New York Times, Gilmour soltou os cachorros para cima de Waters. “Ele desenvolveu seu próprio estilo limitado, ou muito simples. Ele nunca se interessou muito em se aprimorar como baixista. Metade do tempo eu tocava baixo nos discos. Porque eu tendia a fazer isso mais rápido, desde aqueles primeiros discos. Pelo menos metade do baixo em todas as gravações sou eu”. Quando Matt o interpelou afirmando que isso não era uma informação muito reconhecido pelo público e imprensa, David respondeu: “Bem, acho que já falamos sobre isso, mas certamente não é algo que andamos divulgando. O Rog costumava vir e me dizer ‘muito obrigado’ de vez em quando quando ganhava algum benefício no baixo”. Desde que Roger saiu do Pink Floyd, ele e David Gilmour trocam farpas pela imprensa e até pelas redes sociais. Seja por diferentes visões políticas e sociais ou pela venda do catálogo do grupo, tudo é motivo para que os dois artistas brigarem como cão e gato. Via: Rockbizz

Cradle of Filth acusa Zoë M. Federoff de mentir para gerar antipatia por Dani Filth
O mercúrio retrógado do Cradle of Filth está mais ativo do que nunca! Nos últimos dias, a banda vem lidando com muitos problemas em sua formação, com as demissões da vocalista e tecladista Zoë M. Federoff e do guitarrista Marek “Ashok” Šmerda. Isso vem acontecendo durante a The Screaming of the Americas Tour, que é o giro pela América do Sul. Pelas redes sociais, Zoë e Marek deram as suas versões da história. Agora, também pelas mídias sociais, a banda compartilhou as suas considerações sobre o caso. Na longa nota, o Cradle of Filth acusou Zoë M. Federoff de mentir para gerar antipatia por Dani Filth. O grupo também destacou que as acusações contra o seu empresário são caluniosas. “Dez e Anahstasia, da The Oracle Management, têm sido simplesmente maravilhosos. Eles são atenciosos e compreensivos, abrindo mão de comissões para fazer as turnês funcionarem e trabalhando em estreita colaboração com a banda para nos proporcionar oportunidades incríveis, pensando além do convencional. Como não conseguiu se encaixar na banda, Zoe agora tenta caluniar e mentir o máximo possível para gerar antipatia por mim e por nosso empresário. Não é fácil acusar sem provas nos dias de hoje, quando todo mundo é tão crítico online? Só consigo imaginar do que mais serei acusado enquanto ela busca destruir a banda e os negócios. Dez é muito honesto, transparente e verdadeiro. Ele só recebe quando eu autorizo o contador a pagá-lo. Isso significa que tudo passa pelo meu contador, que analisa todos os dados financeiros para ver o que pode e o que não pode ser pago. Dez nunca lida com nenhum dos valores que entram”. Caso tenha tempo e paciência, leia a postagem completa do Cradle of Filth, a qual pontua cada acusação de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda. Via: Rockbizz