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Segundo dia do The Town é marcado por muito rock, punk e um show arrebatador do Green Day
Logo quando os portões do The Town abriram no segundo dia de festival, já dava para sentir o clima do rock e do punk tomando conta da Cidade da Música – que teve 90 mil pessoas presentes neste domingo. Camisas de bandas, jaquetas de couro, o preto predominando e muita atitude nos looks eram vistos desde cedo no festival. O motivo? O maior encontro de artistas desses gêneros musicais estava prestes a acontecer. Headliner do Skyline, o Green Day fez uma performance irretocável, com o público cantando a plenos pulmões todas as faixas que apareciam no setlist e levando um balão no formato de um dirigível com as palavras “Bad Year”. Bad Religion, Bruce Dickinson e Capital Inicial também não ficaram para trás e entregaram shows memoráveis no palco. No The One, um dos momentos mais esperados da edição aconteceu: o retorno triunfal da lenda Iggy Pop ao Brasil, em uma apresentação potente, no mais puro estilo rock n’ roll possível. Pitty, CPM22 e Supla & Inocentes, alguns dos maiores representantes do rock brasileiro, também subiram ao The One. Nos demais palcos, a energia se manteve em alta durante toda a noite, com apresentações no Quebrada, Factory e São Paulo Square que coroaram este dia histórico no The Town. Green Day, Bad Religion, Bruce Dickinson e Capital Inicial agitaram o Palco Skyline neste domingo Super à vontade no Skyline, os americanos do Green Day entregaram uma apresentação marcante com sucessos que fizeram parte da trilha sonora de toda uma geração e ainda seguem contagiando o público. Ao longo do show, Billy Joe viu um mar de lanternas de celulares se formar em sua frente, se enrolou numa bandeira do Brasil e interagia a todo o momento com a multidão que acompanhava atentamente os headliners da noite. Incansável em sua estreia no The Town, Green Day fechou a noite do dia 7 de setembro com chave de ouro. Confirmados essa semana no line-up do The Town, o histórico show do Bad Religion foi outro momento arrebatador do Skyline. Pioneiros do punk californiano, o grupo trouxe para o palco seus sucessos 21st Century e American Jesus, além, claro, de sua energia de mais de quatro décadas de estrada, com letras afiadas e cheias de crítica social. Bruce Dickinson trouxe ao Skyline a força de sua carreira solo em uma apresentação potente e cheia de carisma. Com sua presença marcante e a mesma energia que o consagrou no Iron Maiden, o vocalista cantou uma música que ficou 41 anos sem ser tocada, Flash oh the Blade, e entregou um show repleto de técnica vocal impressionante e momentos de pura conexão com a plateia. Representando o rock brasileiro, o Capital Inicial abriu o Skyline com energia contagiante de sempre. Dinho Ouro Preto e banda levaram o público a cantar em coro hits como Natasha, Quatro Vezes Você e Primeiros Erros, em um show que reforçou a importância da banda na cena nacional. The One reúne gerações do rock para ovacionar o astro Iggy Pop Um dos momentos mais esperados da noite aconteceu com o retorno triunfal de Iggy Pop ao Brasil no palco The One. Considerado o “padrinho do punk”, o artista mostrou que sua energia segue inabalável aos 78 anos. Pulando, se jogando no palco e entregando performances intensas, Iggy levou o público ao delírio com clássicos como Funtime, The Passenger e I Wanna Be Your Dog. O The One também foi espaço para o rock brasileiro em peso: Pitty apresentou um show cheio de atitude e emoção, revisitando sucessos como Admirável Chip Novo e Máscara. O público também estava com a expectativa alta para o show da artista e, em um momento emocionante, a cantora deixou os fãs cantarem em coro em Na Sua Estante enquanto tocava violão. Antes de Pitty, o CPM 22 colocou a Cidade da Música para cantar alto faixas que marcaram os anos 2000, como Dias Atrás e Um Minuto para o Fim do Mundo, abrindo as famosas rodinhas punk em diversos momentos do show. Na abertura do palco, Supla & Inocentes entregaram um set vibrante e cheio de personalidade, reforçando a força da cena punk brasileira. Factory abre espaço para diversidade sonora O Palco Factory deu espaço a novas vozes do cenário alternativo. Tihuana trouxe seu rock e hardcore, relembrando sucessos como Tropa de Elite. Ao encerrar a apresentação, o fotógrafo da banda surpreendeu a todos ao subir no palco para pedir a namorada em casamento, diante de todo o público. A cantora Buhr subiu ao palco com sua estética experimental e performática, apresentando um repertório que mescla política, poesia e música. O grupo Ready to Be Hated mostrou a potência da nova geração, enquanto The Mönic convida Raidol trouxe a força do rock alternativo brasileiro com um show intenso e moderno. Quebrada reforça a cena periférica No Palco Quebrada, a autenticidade falou alto. O trio mineiro Black Pantera entregou um show pesado, misturando muito hardcore e thrash. A parceria entre Punho de Mahin & MC Taya levou representatividade e força feminina ao palco, com rimas afiadas e muito groove. Via: Rockbizz

Rick Davies, vocalista e fundador do Supertramp, morre aos 81 anos
Rick Davies, vocalista e fundador da banda britânica Supertramp, morreu no sábado (6 de setembro) aos 81 anos, após uma longa batalha contra o câncer. Uma declaração nas redes sociais da banda diz: “Rick Davies, fundador, vocalista e compositor do Supertramp, faleceu no sábado, 6 de setembro, aos 81 anos, após lutar contra um mieloma múltiplo por mais de 10 anos”. “Como coautor, juntamente com o parceiro Roger Hodgson, ele foi a voz e o pianista por trás das músicas mais icônicas do Supertramp, deixando uma marca indelével na história do rock. Seus vocais comoventes e seu toque inconfundível no Wurlitzer se tornaram a batida central do som da banda”, acrescentou. “Após enfrentar sérios problemas de saúde, que o impediram de continuar em turnê como Supertramp, ele gostava de se apresentar com seus amigos da cidade natal, Ricky and the Rockets. A música e o legado de Rick continuam a inspirar muitos e comprovam o fato de que grandes músicas nunca morrem, elas continuam vivas”, finalizou. Davies foi cofundador e colíder do Supertramp com Roger Hodgson. Ele cantou como vocalista principal e backing vocal, tocou teclado e escreveu algumas das maiores músicas da banda, incluindo Bloody Well Right, Goodbye Stranger e outras. A banda também é conhecida pelos sucessos de Hodgson, Give a Little Bit, The Logical Song e outros. Davies e Hodgson formaram a principal dupla de compositores dos sete primeiros álbuns do Supertramp, desde o álbum de estreia homônimo de 1970 até …Famous Last Words… de 1982, muitos dos quais alcançaram pelo menos o certificado de ouro. Entre esses lançamentos estava seu álbum mais vendido, Breakfast in America, de 1979, que recebeu quatro discos de platina. Hodgson deixou a banda em 1983, mas Davies continuou com o Supertramp, lançando mais dois álbuns nos anos 80 antes da separação do grupo em 1988. Ele reformou o Supertramp de 1996 a 2002 e novamente de 2010 a 2011, e tinha planos de se reunir novamente em 2015. No entanto, antes que a banda pudesse embarcar na turnê planejada para 2015, Davies foi diagnosticado com mieloma múltiplo, e a turnê foi cancelada. Via: Rockbizz

Van Halen lança clipe de Not Enough em alta definição
O Van Halen lançou o clipe de Not Enough em alta definição para promover a edição de 30 anos de Balance. O trabalho saiu no dia 15 de agosto pela Rhino em formato luxuoso. O material está disponível em vários formatos como 2CD, 2LP, 2LP/2CD/Blu-ray e digital (download e streaming). Anteriormente, a banda liberou o vídeo de Don’t Tell Me (What Love Can Do) em HD. Veja: O relançamento está um prato cheio para os fãs da banda, porque vem repleto de registros ao vivo inéditos, B-sides e raridades. Balance saiu orginalmente no dia 24 de janeiro de 1995. O disco alcançou a primeira posição da Billboard 200 e ganhou a certificação de platina tripla pela RIAA, ou seja, vendeu mais de três milhões de cópias. A obra tem em seu repertório muitos hits como Can’t Stop Lovin’ You e Don’t Tell Me (What Love Can Do), além disso, conta com o poder de faixas mais profundas tais quais Big Fat Money e Aftershock. O disco foi o último full length da formação Sammy Hagar (vocal), Eddie Van Halen (guitarra), Alex Van Halen (bateria) e Michael Anthony (baixo). Via: Rockbizz

David Gilmour conta o quão impactado ficou ao ver Jimi Hendrix ao vivo pela primeira vez
Muita gente declara aos quatro ventos que Jimi Hendrix foi o maior e melhor guitarrista de todos os tempos. Bem, isso é algo bastante subjetivo, porque cada pessoa sente, interpreta e avalia a música e os artistas de forma particular. Contudo, Hendrix, mesmo décadas após sua morte, ainda é um dos guitarristas mais influentes que já passaram pelo planeta Terra. Outro fato interessante sobre Hendrix é que ele estava a frente de seu tempo em termos de técnica e abordagem em seu instrumento. David Gilmour, que é outra lenda da guitarra, conversou com o produtor Rick Beato, contou o quão impactado ficou ao ver Jimi Hendrix ao vivo pela primeira vez. “Quando eu morava em Londres e estava completamente falido, e isso foi muito antes de eu entrar para o Pink Floyd, havia um clube em South Kensington que se chamava Blazes. Se você fosse membro daquele clube e pagasse cinco libras ou algo assim para ser membro, você podia entrar de graça de segunda a quinta, ou de terça a quinta, para curtir os shows. Certa noite, fui lá e estava lotado de gente, com Beatles e os Stones tocando. Achei isso um pouco incomum. Aí, um garoto entrou com um estojo de guitarra, subiu no palco, abriu o estojo e o colocou do lado errado, conectou em um amplificador e começou a tocar. O lugar inteiro ficou de queixo caído. Foi absolutamente extraordinário”. Gilmour completou: “No dia seguinte, saí para procurar discos desse cara, Jimi Hendrix, e daqueles James Hendricks de Hendrix, Lambert e Ross. Mas ele não existia. Mas assim que Jimi Hendrix apareceu lembrei quem era e queria fazer parte daquilo”. Via: Rockbizz

Rush: “Nunca mais veremos um baterista do nível de Neil Peart”, afirma Sebastian Bach
O canadense Rush foi um dos mais importantes nomes do rock progressivo, não há dúvidas quanto a isso, pois é um fato e as evidências estão aí para todo mundo ver e tirar a prova dos nove. E um dos motivos para isso era a musicalidade e técnica inigualável do baterista Neil Peart. Infelizmente, no dia 07 de janeiro de 2020, o universo musical ficou mais triste, porque foi a data em que o drum hero Neil Peart faleceu, depois de uma batalha de três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. O baterista tinha 67 anos. Em conversa com o canal Surviving Rocklahoma, o vocalista Sebastian Bach, que sempre foi muito claro em sua admiração pelo Rush, afirmou que nunca mais veremos um baterista do nível de Neil Peart. “Por conta das facilidades que os músicos novos têm hoje em dia é o porquê de não termos um outro Neil Peart. Sou fanático pelo Rush! Sou canadense! Sou fã número um dele. A banda faz parte do meu DNA. Mas acho que nunca mais veremos um baterista daquele nível. Os músicos mais novos não dedicam tanto tempo para praticar quanto Neil Peart. Ele não tinha o benefício ou a muleta da tecnologia para se apoiar. E é exatamente o que todos esses jovens têm como clique e todas essas coisas. Neil não tinha outra escolha nos anos 70 a não ser se trancar em um quarto e bater com força naquela porra de bateria. E é por isso que ele foi o melhor”. Eis o bate-papo completo com Sebastian Bach no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Robert Fripp e Toyah Willcox se vestem de abelha para cover de Hate To Say I Told You So, do The Hives
Em 2023, o casal Robert Fripp (King Crimson) e Toyah Willcox fizeram um cover de Hate To Say I Told You So, do The Hives. Agora, a dupla quis revisitar a canção, mas com um pequeno detalhe: a performance foi feita com trajes de abelhas, em clara referência ao nome da banda. Na legenda do postagem, Robert e Toyah escreveram o seguinte: “Estamos realmente animados esta semana! Vocês vão adorar esta”. Confira: Vale ressaltar que a dupla já fez versões de My Generation (The Who), Cult Of Personality (Living Colour), Love In An Elevator (Aerosmith), Sharp Dressed Man (ZZ Top), Barracuda (Heart), Breaking The Law (Judas Priest), entre outros. Para curtir estas e outras versões de clássicos do rock e metal feitas por Robert e Toyah, acesse aqui. The Hives Hate To Say I Told You So está presente no segundo registro de estúdio do grupo sueco, Veni Vidi Vicious, que saiu em 2000 pela Reprise Records. A música foi o único single do disco, que alcançou boas posições nas paradas de sucesso. Curta o clipe oficial da canção no player abaixo: Via: Rockbizz

Sharon Osbourne está muito solitária e apegada ao túmulo de Ozzy
O roqueiro Ozzy Osbourne foi sepultado sob uma macieira silvestre nos jardins de sua mansão, que fica em Buckinghamshire, Inglaterra. Segundo fonte do jornal The Mirror, isso está deixando a viúva do astro, Sharon Osbourne, diante de uma decisão bastante dolorosa sobre onde irá morar a partir de agora. Como os três filhos Aimee, 42, Jack, 39, e Kelly, 40, e os cinco netos moram nos Estados Unidos, Sharon está muito solitária e sem norte após a morte do esposo. Além disso, a empresária está em profundo apego ao túmulo de Ozzy. “Sharon está com o coração partido, porque pensou que cuidaria de Ozzy por muito mais tempo no Reino Unido. Agora ela está muito triste, sozinha, viúva”, explicou uma fonte próxima à família Osbourne. “Ela encara a vida sem os filhos, no entanto, é muito perturbador deixar o Ozzy enterrado lá na Inglaterra. Ela não pode se dividir ao meio e estar nos dois lugares. Ela é muito dedicada ao Ozzy, mas está em pura devastação”. Ozzy e Sharon foram casados por mais de 40 anos. A empresária foi a responsável por dar vida à carreira solo do cantor após sua demissão do Black Sabbath, em 1979. Apesar dos altos e baixos, por conta das loucuras do Príncipe das Trevas, o casal sempre mostrou muita união e amizade. Via: Rockbizz

Black Pantera vai colocar fogo nos racista com show incendiário no The Town
Quatro discos de estúdio, dois EPs e vários singles lançados ao longo da carreira, o Black Pantera é um dos principais expoentes do rock brasileiro. Esses trabalhos serviram de base para que o trio mineiro – Charles Gama (vocal e guitarra), Chaene da Gama (vocal e baixo) e Rodrigo Pancho (bateria) – fosse premiado pela APCA e pelo Prêmio da Música Brasileira. Gozando de grande popularidade e sucesso na cena underground, o Black Pantera vai colocar fogo nos racista com show incendiário no The Town. A banda será atração do Palco Quebrada, com apresentação prevista para começar a partir das 20h:35. O repertório estará repleto de sucessos como Fogo nos Racistas, Perpétuo, Padrão é o Caralho, Mosha, Candeia, Só as Mina, Provérbios e muito mais. Em relação a trabalho de estúdio, o mais recente do Black Pantera é o single Unfuck This, cujo o lançamento foi junho deste ano pela gravadora Deck. Curta o vídeo da canção no tocador abaixo: Após o concerto no The Town, o trio tocará em Belo Horizonte e Joinville nos dias 20 e 29 de setembro, respectivamente. Via: Rockbizz

Bad Religion: Brian Baker e Mike Dimkich não ligam para os arranhões que suas guitarras ganham na estrada
Muitos guitarristas já passaram grandes perrengues com os seus instrumentos enquanto estão em turnê ao redor do mundo. De uma simples troca de cordas até “cirurgias” tensas como troca de captador ou ferragens acontecem frequentemente, pois a estrada é implacável com as guitarras. É claro que isso vai variar bastante de acordo com a maneira em que o músico toca e cuida de seu instrumento. Algumas precauções sempre são aconselháveis para que não haja surpresas ruins e aconteça aquela correria nos bastidores para fazer o show rolar. Mas tem gente que não liga e coloca as guitarras para rugir sem um pingo de dó. Trocando uma ideia com a Ultimate Guitar, Brian Baker e Mike Dimkich, guitarristas do Bad Religion, comentaram que não ligam para os arranhões que suas guitarras ganham na estrada. “Levo alguns headstocks para estrada para fazer troca e tal. Mas em relação aos arranhões, eu não ligo”, contou Dimkich. “É como o meu carro, que é um Nissan 2001, se tem um amassado, eu não fico: ‘De onde veio isso’? Meu Nissan tem personalidade”. “São apenas guitarras”, acrescentou Baker. “Essa linha de pensamento foi muito sábia para mim, porque comecei a pensar assim antes de ter uma guitarra cara. A guitarra foi projetada para ser tocada. Se ela quebrar, você simplesmente conserta e continua tocando”, completou o músico. Mike Dimkich costuma tocar com uma Gibson 1958 Les Paul Junior e Gibson 1959 Les Paul Junior. Brian Baker também toca com uma Gibson 1958 Les Paul Junior, além dela, ele se apresenta com uma Gibson 2019 R8 CME. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson no The Town: Revelations e Tears of the Dragon prometem ser os destaques do show
O heavy metal estará muito bem representado na segunda edição do The Town, pois contará com a presença do eterno air-raid siren, Bruce Dickinson. O cantor britânico, ao lado de Capital Inicial, CPM 22, Supla & Inocentes, Green Day, Bad Religion, Iggy Pop e Pitty, farão a festa no Dia do Rock nos palcos Skyline e The One. Para celebrar os quarenta anos de relação com o Brasil, o cantor tocará Revelations, canção do Iron Maiden. É importante lembrar que a faixa está no quarto álbum da Donzela de Ferro, Piece Of Mind, de 1983, e foi inteiramente composta pelo vocalista. A balada Tears of the Dragon, que é o maior hit solo de Dickinson, será outro momento de puro êxtase para o público. O som está no track listing de Balls to Picasso, segunda aventura solo do cantor inglês, cujo lançamento original foi em junho de 1994. Para a apresentação em solo brasileiro, Bruce ainda tirará da cartola sons antigos como Accident of Birth, Abduction, The Tower, Chemical Wedding, The Book of Thel e Laughing in the Hiding Bush. O mais recente álbum, The Mandrake Project, ganhará representação com Rain on the Graves, Resurrection Men e Shadow of the Gods. Em suma, o espetáculo irá agradar os fãs mais antigos, bem como os novatos. Via: Rockbizz

New Years Rev, filme que conta a história do Green Day, ganha primeiro trailer; assista
O Green Day divulgou o primeiro trailer de seu novo filme de comédia New Years Rev. O vídeo mostra a banda – chamada no longa de Analog Dogs e interpretada por Mason Thames, Kylr Coffman e Ryan Foust – partindo do Kansas para a Califórnia para encontrar seus heróis. Inspirado nos primeiros dias de turnê de Billie Joe Armstrong, Tré Cool e Mike Dirnt, o filme acompanha três amigos que embarcam em uma viagem na crença equivocada de que conseguiram uma vaga de abertura do Green Day em um show de Ano Novo. New Years Rev estreará no dia 12 de setembro no Festival Internacional de Cinema de Toronto mas ainda não tem data confirmada para ser exibido nos cinemas de todo o mundo. Confira o trailer abaixo: Via: Rockbizz

Randy Rhoads é um bom guitarrista, mas Eddie Van Halen o supera, segundo Chris Holmes (ex-WASP)
O maior feito da carreira de Chris Holmes, ex-WASP, foi aparecer em uma piscina entornando uma garrafa de vodka enquanto sua mãe olhava o cena patética. Mesmo assim, ele quis cutucar no legado do saudoso guitarrista Randy Rhoads, que foi um artista que realmente fez a diferença na cena rock n’ roll. Em conversa com o canal canadense The Metal Voice, Holmes disse que não odiava Randy Rhoads e até o achava um bom guitarrista. Contudo, ele acrescentou que Eddie Van Halen o superava e não usava uma guitarra preta com bolinhas brancas. “Muita gente diz que eu odeio o Randy Rhoads. Não, eu não odeio o cara. Na verdade, eu gosto do cara”, esclareceu Chris. “Acho que ele é um bom guitarrista. Muita gente diz que eu o odeio. Eu não o odeio. Ele vem da minha época, da minha época de tocar guitarra e tudo mais. Nunca disse que odeio o cara”. “Eu cresci com o Van Halen, então olho para ele, quem é melhor? Para mim, Eddie Van Halen o supera”, observou o músico. “Então, se eu for pelo lado do Van Halen! Bem, o Van Halen não usava gravatinha borboleta e guitarra de bolinhas. O Quiet Riot usava. Eu não gostava disso”. “Prefiro ir a uma festa do Van Halen, beber licor de malte Schlitz, tomar uma pancada na cabeça e cair de boca na lama do que ir a uma festa do Quiet Riot. Não é a minha praia. Então são lados diferentes das coisas. Mas eu não odeio Randy Rhoads. Ele tocou coisas boas. É triste que ele tenha morrido”, concluiu Holmes. No dia 19 de março de 1982, em Flying Baron Estates, Flórida, EUA, o motorista de ônibus de Ozzy Osbourne, Andrew Aycock, 36, que também sabia pilotar aeronaves, insistiu para que o guitarrista Randy Rhoads, 25, e a costureira Rachel Youngblood, 58, passeassem com ele em um avião alugado. Infelizmente, Andrew perdeu o controle da aeronave, que chegou a tocar uma das asas no tour bus da banda, e acabou explodindo em árvores próximas. Com o acidente, as três pessoas que estavam no avião morreram na hora. Via: Rockbizz

Crypta vai fazer turnê pela América do Norte com a guitarrista Victoria Villarreal
Na primeira metade de março, a guitarrista Jéssica di Falchi comunicou via redes sociais que não fazia mais parte da Crypta! O anúncio da saída da musicista pegou os fãs de surpresa, visto que a relação entre as integrantes da banda era amistosa. Como a banda tinha compromissos, com uma longa turnê pela Europa, o jeito foi arregaçar as mangas e ir à luta para achar uma nova integrante. Para o giro europeu, o grupo fechou parceria com Helena Nagagata. Entretanto, para a nova etapa da In The Other Side Tour, que será pela América do Norte, a Crypta vai fazer a turnê com a guitarrista Victoria Villarreal. O declaração saiu pelas redes sociais da banda. “A In The Other Side Tour – North America 2025 começou! Hoje faremos o nosso primeiro show no Brooklyn, NY. Nós estamos muito animadas para encontrar os nossos fãs dos EUA. Dessa vez nós temos Victoria Villarreal como guitarrista convidada nessa tour dos EUA”. Veja a postagem da Crypta com a novata integrante e as datas de toda a turnê pela América do Norte: Via: Rockbizz

Nada no Linkin Park acontece sem a aprovação de Mike Shinoda: “Estou no comando”
Toda banda precisa de um líder para não cair na perigosa armadilha de muito cacique para pouco índio. Os exemplos de bandas que têm líderes e se saem bem no mercado são a perder de vista. A lista tem nomes como Iron Maiden, Megadeth, KISS, Sepultura, Metallica e por aí vai. Em suma, o papel do comandante ajuda manter tudo nos trilhos e apontar o norte a ser seguido pelo resto da galera. Mike Shinoda, por exemplo, é inequivocamente o líder do Linkin Park. Em conversa com o canal Premier Guitar, ele foi categórico ao afirmar que nada no Linkin Park acontece sem a sua aprovação, ou seja, ele está comando e ponto final. “Em termos de direção musical, eu estou no comando”, declarou Mike. “As coisas precisam passar por mim várias vezes para obter aprovação”, pontuou. “Normalmente, sou eu quem escreve os repertórios e, quando estamos na estrada, gravamos todos os shows. Gravamos áudio e gravamos vídeo. Esses arquivos são enviados e eu verifico”. “No começo, quando começamos esta turnê, eu verificava o material bastante. Eu verificava quase todas as noites e fazia anotações constantemente. Hoje em dia, verifico com menos frequência. É sempre uma surpresa. Mas gosto desta tarefa”, acrescentou Shinoda. Confira a longa entrevista com o líder do Linkin Park aqui: Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne vai ganhar homenagem no MTV Video Music Awards 2025
O saudoso Ozzy Osbourne vai ganhar uma homenagem no MTV Video Music Awards 2025, que irá rolar no próximo domingo, dia 07 de setembro, na UBS Arena, em Nova Iorque. O tributo contará com a participação de Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, Yungblud e Nuno Bettencourt, do Extreme. De acordo com a produção do evento, os artistas irão fazer um medley com os maiores hits do Príncipe das Trevas. Osbourne faleceu em 22 de julho, aos 76 anos, vítima de um ataque cardíaco. O astro também sofria de várias outras doenças, como o Mal de Parkinson. Ele faleceu menos de três semanas após o show de despedida do Black Sabbath, Back to the Beginning, que aconteceu em Birmingham, sua cidade natal. Na época de seu falecimento, a família Osbourne escreveu nas redes sociais: “É com mais tristeza do que meras palavras podem expressar que temos que informar que nosso amado Ozzy Osbourne faleceu esta manhã. Ele estava com sua família e cercado de amor”. Apesar dos problemas de saúde do cantor, a notícia pegou os fãs de surpresa. Mais de um mês após o seu falecimento, a informação de sua morte ainda é algo difícil de processar. Via: Rockbizz

Jack Osbourne republica crítica contra Rogers Waters em versão mais polida
Durante entrevista ao podcast The Independent Ink, Roger Waters falou que toda a atenção que a mídia deu a morte de Ozzy Osbourne foi algo desnecessário e desmedido. Segundo o músico, assuntos mais importantes como as atividades políticas do ex-primeiro-ministro britânico Jeremy Corbyn não tiveram o mesmo holofote. O ex-Pink Floyd ainda completou sua fala em tom bem jocoso, afirmando que o Príncipe das Trevas ficou aparecendo na TV durante anos com as suas idiotices e bobagens. Imediatamente, como era de se esperar, pelas redes sociais, Jack Osbourne, filho mais novo de Ozzy, soltou os cachorros para cima de Roger Waters após detratar seu falecido pai. No post original, Jack incluiu as palavras “discurso de ódio” e “vai se fuder”, contudo, o Instagram removeu o conteúdo por ter estes dizeres. Com isso, Jack Osbourne republicou a crítica contra Rogers Waters em versão mais polida e com adição de alguns emojis de pato e cocô. “Ei, Roger Waters! Como você se tornou patético e desinformado. A única maneira de você chamar atenção hoje em dia é vomitando besteiras na imprensa. Meu pai sempre achou você um babaca. Obrigado por provar que ele estava certo”. Via: Rockbizz

New World Order é fruto da parceria entre o punk rock do Bad Religion e a filosofia de Noam Chomsky
Quando se fala em punk rock noventista, o Bad Religion é uma das bandas que logo pipoca em nossa cabeça. Parte disso é “culpa” da MTV, que passava várias vezes o clipe do hit American Jesus. Todavia, a banda, que é liderada pelo doutor Greg Graffin, conquistou os fãs com sua abordagem marcante de temas políticos, humanistas e até científicos. É claro que mantiveram o ataque punk em dia e adoçaram o som em certa medida. Atento ao espírito do tempo, na primeira metade da década de 1990, quando estourou a Guerra do Golfo, o grupo desejou explorar o tema. Para isso, a banda entrou em contato com o professor Noam Chomsky, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, que era uma voz crítica ao conflito, para dar seu parecer. O material que Chomsky enviou ao Bad Religion serviu de pano de fundo para a criação do EP New World Order: War #1, o qual contava com as canções Heaven Is Falling e Fertile Crescent. O trabalho também vinha com a análise de Noam sobre a guerra e sobre a região do Golfo. Até os dias de hoje o EP New World Order: War #1 se mantém como um dos pontos altos da carreira do Bad Religion, devido sua profundida lírica e conceitual. Para quem queira tê-lo na coleção de vinil, saiba que uma cópia não sai por menos de mil reais. Via: Rockbizz

David Draiman (Disturbed) clama por união na cena rock: “Precisamos estender as mãos”
Nos últimos tempos, o vocalista David Draiman (Disturbed) se tornou uma personalidade da cena metal que vem acumulando uma base grande de haters. Muita da aversão ao cantor se dá pelo seu ato de “autografar” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. O episódio aconteceu em junho de 2024, quando ele visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Na ocasião, ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Agora, pelas redes sociais, David clamou por união na cena rock. De acordo com David, a cena musical deve ser um ambiente acolhedor e seguro onde se escapa dos desafios do cotidiano. “Não é tão difícil focar nas coisas que nos unem, em vez daquelas que nos separam e nos colocam uns contra os outros. Os shows devem ser um lugar onde todos são bem-vindos e se sentem seguros. Tem que ser um lugar para escapar um pouco da loucura do mundo exterior. Para compartilhar e celebrar a nossa humanidade”. Ele complementou: “Deve ser uma oportunidade de estender as mãos e construir pontes. De nos unirmos como um só, independentemente de onde viemos, de quanto dinheiro temos no bolso ou de que lado da cerca política nos inclinamos. A música e aqueles que têm a bênção de tocá-la e exercer seu poder têm a capacidade de unir as pessoas de uma forma que nada mais consegue. Precisamos de mais disso neste mundo”. It’s really not that hard to focus on the things that bring us together as opposed to those that tear us apart, and pit us against one another. Concerts should be a place where all are welcome, and all feel safe. A place to escape the madness of the outside world for a bit… — David Draiman 🟦🎗️🇺🇸🇮🇱✡️☮️ (@davidmdraiman) September 3, 2025 Via: Rockbizz

Amy Lee (Evanescence), Courtney LaPlante (Spiritbox) e Poppy unem forças no single End Of You
As cantoras Amy Lee (Evanescence), Courtney LaPlante (Spiritbox) e Poppy uniram forças no single End Of You. O som, cujo videoclipe direção foi de Jensen Noen, conseguiu encapsular o DNA musical das três artistas, o que foi um feito e tanto. Além do audiovisual, a canção, que saiu pelo selo norte-americano Sumerian Records, já está disponível em todas os serviços de streaming. Curta o vídeo de End Of You no tocador logo abaixo: Amy Lee também divulgou um trechinho do clipe em sua conta oficial no Instagram. Além disso, cabe ressaltar que a reação dos fãs nas redes sociais em relação ao featuring está bastante positiva, o que é algo digno de comemoração. Veja o post de Amy e a reação do público aqui: Via: Rockbizz

Iggy Pop acredita que vivemos em uma época muito insegura
Em bate-papo com Anna Von Hausswolff, para a Interview Magazine, o roqueiro Iggy Pop falou que vivemos em uma época muito insegura. A posição pessimista do artista surgiu após uma ponderação de Anna sobre a sociedade pós-Covid-19. De acordo com Von Hausswolff, o engajamento das pessoas e os grupos ativistas estão muito fracos. Ela destacou que essa apatia é como se o mundo estivesse desistindo de seu próprio futuro. Pop aproveitou a deixa e acrescentou: “Eu sei do que você está falando. Estamos em um momento de muita insegurança. As pessoas estão muito inseguras. Além do mais, há muito Xanax circulando por aí”. Nota: Xanax é um medicamento utilizado para tratar distúrbios sérios como ansiedade, depressão e fobias. Segundo a bula do remédio, que deve ser tomado somente com prescrição médica, ele diminui as funções do cérebro, causando um efeito tranquilizante e até certa sonolência. Iggy ainda observou o efeito nocivo das mídias sociais na sociedade. Ele disse: “Está ficando bem evidente, principalmente por meio das mídias sociais, que há certas pessoas que parecem estar se saindo muito bem, visto o tamanho do iate, quantos aviões têm e o quanto elas podem influenciar um governo. Porém, há muitas pessoas que simplesmente não estão chegando a lugar nenhum e se sentem assim, como um nada. Elas se sentem em completa insegurança”. Iggy Pop, do alto de seus 78 anos, se mantém como uma voz ativa do rock n’ roll, cutucando os problemas sociais com o seu famoso ar sarcástico. Mais do que nunca, o frontman do The Stooges é uma peça importante para as engrenagens da música pesada e da sociedade. Via: Rockbizz

Zakk Wylde fala sobre a pressão de tocar com Ozzy Osbourne em seu derradeiro show
No começo de julho, o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O Príncipe das Trevas, que vinha travando uma grande luta para estabilizar sua saúde, também usou o evento para dar adeus aos fãs e fazer valer as palavras “No More Tours” – algo como “Sem Mais Turnês”. O festival teve a presença de nomes como Metallica, Tool, Slayer, Pantera, Lamb of God, Anthrax, Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Jake E. Lee (ex-Badlands, ex-Ozzy Osbourne), Tom Morello (Rage Against The Machine), Fred Durst (Limp Bizkit), Jonathan Davis (Korn) e muitos outros. Batendo um papo com a revista Guitar World, o guitarrista Zakk Wylde falou sobre a pressão de tocar com Ozzy Osbourne em seu derradeiro show. “Eu estava mais preocupado em garantir que Oz estivesse bem durante toda a apresentação! Em Mama, I’m Coming Home, quando tocamos a parte acústica, pedi para deixar o instrumento na frente do microfone para que eu pudesse cantar, porque a voz do Oz estava com problemas em certas notas. Precisava estar lá para poder dublá-lo! Mas eu estava a um metro do microfone quando comecei a tocar a música. Tive que quase parar de tocar, levantar o instrumento e colocá-lo perto do microfone. Foi como fazer malabarismo com bolas ou motosserras enquanto andava de skate. Foi bem engraçado, mas foi tudo normal. Era para ser o show mais importante de todos os tempos, e tudo passou voando”. Tristemente, o Príncipe das Trevas, 76, morreu no dia 22 de julho por conta de um ataque cardíaco, segundo sua filha Aimee Osbourne. Via: Rockbizz

Pesquisa aponta que 24 por cento dos brasileiros já se endividaram para ir a shows
Há muitos anos os brasileiros estão gastando verdadeiras fortunas para poder ver um show ao vivo, principalmente quando se trata de apresentações internacionais. Uma nova pesquisa do Serasa apontou que 24 por cento dos brasileiros já se endividaram para ir a shows. As informações são da Folha de S. Paulo. De acordo com o levantamento da entidade, 44% dos entrevistados citaram o custo dos ingressos como a principal barreira para assistir aos shows. A pesquisa também informou que outros desafios como distância percorrida (19%) e a falta de tempo (17%) são impeditivos para o público curtir os eventos. E tem muito mais gastos na lista dos fãs! Além da entrada e a logística, que chega a encarecer a experiência em mil reais, a galera costuma desembolsar dinheiro em compras extras. Comida e bebidas (64%), camisetas, bonés e pôsteres (20%), pulseiras e souvenirs (19%), artigos de moda e acessórios (14%) e experiências VIP (12%) estão no radar dos fãs. “Os festivais de música são experiências únicas, mas também exigem planejamento financeiro. Organizar o orçamento, reservar recursos com antecedência e avaliar as formas de pagamento são passos essenciais para aproveitar o evento sem transformar o prazer em dívida”, explicou Rodrigo Costa, especialista do Serasa em educação financeira. Via: Rockbizz

Polícia alega que Brent Hinds (Mastodon) foi culpado pelo acidente de moto que o matou
Tristemente, Brent Hinds, ex-guitarrista do grupo Mastodon, morreu em um acidente de moto no dia 20 de agosto, aos 51 anos. O desastre aconteceu na cidade natal da banda, Atlanta, Estados Unidos. A investigação preliminar informou que o músico estava pilotando sua Harley Davidson quando a motorista de uma SUV BMW não deu a preferência ao fazer uma curva à esquerda no cruzamento da Memorial Drive SE com a Boulevard SE, a menos de 3 km do centro da cidade, o que acabou causando o desastre. No entanto, um relatório do acidente recém divulgado pelas autoridades, alega que Hinds foi o culpado pelo acidente, pois estava em alta velocidade. O relatório, compartilhado pelo Atlanta News First, detalhou que Brent estava a uma velocidade entre 100 e 110 km/h, em uma faixa de 48 km/h. Essa informação foi corroborada por duas testemunhas, que afirmaram que o guitarrista estava “dirigindo em alta velocidade”. Há também imagens de vídeo do cruzamento, o que permitiu à polícia calcular sua velocidade no momento da colisão. O guitarrista foi um dos criadores do Mastodon em 2000 em parceria com Troy Sanders (vocal e baixo), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal). A formação ficou junta até março deste ano, momento em que Hinds ganhou uma justa causa da banda. A parceria durou 25 anos e gerou álbuns como Leviathan, Blood Mountain e Crack the Skye. Via: Rockbizz

Skáld estreará em São Paulo com abertura da banda Yön
A banda francesa Skáld, com instrumentos tradicionais e temas centrados na cultura escandinava e na mitologia nórdica, desembarcará pela primeira vez no Brasil no dia 12 de setembro para um único show no país, que acontece em São Paulo, no Carioca Club. A abertura do evento ficará com o conjunto nacional Yön, que toca folk nórdicos, e é composta apenas por mulheres. Skáld começou em 2018 pelo produtor e compositor Christophe Voisin-Boisvinet. O nome da banda remete aos antigos skalds, poetas nórdicos que cantavam epopeias na Era Viking. O grupo toca instrumentos tradicionais como tambores xamânicos, lyre, talharpa, citole, jouhikko, nyckelharpa e hurdy-gurdy. As letras são majoritariamente em nórdico antigo e outros idiomas escandinavos. Vikings Chant, de 2019, é o álbum de estreia, que conquistou grande audiência, ultrapassando 100 milhões de streams, 45 milhões de visualizações no YouTube e mais de 80.000 cópias vendidas. Em 2020 foi lançamento o segundo álbum, Vikings Memories, que explora o elemento da água em suas paisagens sonoras. O terceiro é Huldufólk, de 2023, cujo foco são nas figuras do folclore escandinavo como elfos, trolls e dragões. Yön Se trata de um grupo formado por seis mulheres que se encontraram na paixão pela música folk escandinava. A escolha do nome, do finlandês “da noite”, resgata a tradição dos encontros de mulheres no medievo, considerados atos subversivos pela sociedade patriarcal. Elas utilizam textos históricos, como as Eddas Poéticas, para compor músicas próprias, mergulhando na mitologia e literatura viking. A experiência sonora é imersiva, transportando o público para um universo de lendas, sagas e melodias que ecoam a essência da cultura nórdica. SERVIÇOSkáld em São PauloData: 12 de setembroHorário: 19:30 (abertura da casa)Local: Carioca Club (rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)Ingresso: www.clubedoingresso.com. Via: Rockbizz