Notícias

Tomas Lindberg (At The Gates) morre aos 52 anos; músico tinha o diagnóstico de carcinoma adenoide cístico
O vocalista Tomas Lindberg (At The Gates) morreu aos 52 anos! O músico tinha o diagnóstico de carcinoma adenoide cístico, que é um tipo raro de câncer, mas muito agressivo, que geralmente se desenvolve nas glândulas salivares, em especial nas glândulas salivares menores da cabeça e do pescoço. O cantor teve o diagnóstico da doença em dezembro de 2023. Logo após, ele passou por uma cirurgia a qual removeu grande parte do céu da boca. O artista também passou por sessões de radioterapia e estava em processo de recuperação. Mas os médicos encontraram vestígios do câncer no início de 2025. Infelizmente, em maio deste ano, a saúde do músico teve um revés o qual o colocou em cuidados de longa duração. A morte de Tomas Lindberg foi confirmada pelo sua família em entrevista à televisão pública sueca SVT Nyheter. Pelas redes sociais, o At The Gates lamentou a morte do cantor. A nota informou: “Tomas faleceu esta manhã após complicações relacionadas ao seu tratamento contra o câncer. Apesar dos intensos esforços médicos, sua vida não pôde ser salva. Tomas, você foi uma inspiração para todos nós. Você foi um verdadeiro amigo, compassivo e compreensivo. Lembraremos sempre de sua generosidade e seu espírito criativo. Sentiremos sua falta eternamente. Para sempre em nossos corações”. Via: Rockbizz

Powerwolf mostra o poder de sua música ao vivo com a performance de Stossgebet
O Powerwolf mostrou o poder de sua música ao vivo com a performance de Stossgebet. O material estará presente no álbum Wildlive (Live At Olympiahalle), que sairá no dia 27 de fevereiro de 2026 pelo selo Napalm Records. Veja: Sobre o disco ao vivo, a banda se manifestou assim: “Sempre soubemos que nenhuma palavra ou vídeo curto de recapitulação poderia capturar verdadeiramente o que vivenciamos juntos durante a turnê Wolfsnächte 2024. Cada noite era mágica! Então, queríamos encontrar uma maneira de guardar essas memórias e compartilhá-las da maneira mais poderosa possível. É por isso que decidimos gravar o show completo no Olympiahalle em Munique para preservar apenas um momento do que todos nós sentimos nesta turnê. Wildlive (Live At Olympiahalle) é mais do que um lançamento ao vivo. É uma homenagem e uma manifestação aos momentos que criamos juntos”. Wildlive (Live At Olympiahalle) estará disponível em diversos formatos como Blu-Ray, DVD, CD, vinil, Deluxe Boxset, Earbook, Mediabook e digital. Via: Rockbizz

Casos de família: irmão de Tom Araya faz acusações gravíssimas contra cunhada
Infelizmente, dramas e tretas se mostram bastante comuns nas cenas rock e metal. Volta e meia há acusações de roubo e desvio de grana, adulteração e quebras de contratos, confusões em relação a egos e vaidades supostamente arranhadas. As contendas também se excedem fora do núcleo das bandas, respingam nas famílias dos músicos e os efeitos são, na maioria das vezes, desastrosos. A briga mais nova é no campo do Slayer. O irmão do vocalista e baixista Tom Araya, John, partiu para cima de Sandra Araya, esposa de Tom. De acordo com John, a moça é má e podre, além disso, colaborou para o suicídio da matriarca da família Araya. Pelas redes sociais, John escreveu: “Minha linda Brittany Elliott está sendo atacada novamente por uma “mulher” enrugada de 50 e poucos anos. A esposa de Gary Holt, Lisa Holt, é igualmente desagradável, mas isso fica para outra hora. Algumas pessoas usam máscaras. Elas usam uma máscara pública que as mostra sob uma luz positiva, atenciosas, amorosas e solidárias. Quando essa máscara é levantada, a verdadeira pessoa é revelada. A esposa de Tom Araya, Sandra Araya, não passa de um ser humano podre em sua essência. Você só vê o lado bom, o lado das redes sociais, a máscara pública. O que você não vê é o quão má, podre e valentona ela realmente é”. Ele prosseguiu com seu relato: “Nossa mãe odiava quando ela estava em turnê. Ela não gosta dos fãs do Slayer. Ela até odiava a esposa do Gary Holt, mas agora são ‘melhores amigas’. Ela ainda odeia a esposa do Kerry King, Ayesha King, e vice-versa. É o grande motivo pelo qual Tom e Kerry não se falam. Certa vez, quando Tom teve permissão para ‘visitar’ nossos pais, Sandra Araya se gabou de como seu pai era mimado e que o tinha presenteado com uma caminhonete nova. Ela nos contou isso depois que falamos que o carro de nosso pai quebrou. Sabe o que nosso pai ganhou? Nada”. “Meus pais nunca tiveram esse luxo. Mas os sogros do meu irmão, os pais de Sandra, ganharam uma casa e carros novos. O Slayer ensaiou na garagem dos meus pais por 8 anos. Eles nunca receberam nenhuma compensação. Apenas promessas vazias do ‘filho’ deles. Meus pais morreram na pobreza. Minha mãe ficou tão triste com a forma como Sandra destruiu nossa família, antes tão unida, e com o quanto ela manipulou e mudou seu filho, que decidiu tirar a própria vida. Minha mãe tirou a própria vida porque essa ‘mulher’, Sandra Araya, destruiu nossa família. Minha mãe ficou profundamente deprimida. Vocês não conhecem essa mulher nem o que ela fez ou disse para destruir a família Araya. Mas isso será exposto. Ela será exposta pelo ser humano podre que ela é”, finalizou John. Via: Rockbizz

Chuck Billy lembra que Dave Mustaine deu piti e tentou boicotar show do Testament
Durante entrevista ao canal The David Ellefson Show, que tem como apresentador do ex-baixista do Megadeth, David Ellefson, o cantor Chuck Billy lembrou que Dave Mustaine deu piti depois que o Testament pôde usar toda sua produção em turnê com Judas Priest. Mustaine costuma ser bastante intransigente e difícil com as bandas menores a ponto de sabotar as suas apresentações. Contudo, dessa vez, o ruivo caiu do cavalo, segundo Chuck Billy. “Lembro que chegamos de uma grande turnê pela Europa. Sem querer ofender você, Dave, mas o outro Dave [Mustaine, líder do Megadeth]… Bem, não sei se você se lembra daquela turnê, mas, como as coisas estavam crescendo para nós, encomendamos um praticável de bateria novinho em folha. Tínhamos também aqueles gabinetes e os backdrops. Mas Dave [Mustaine] tirou tudo de nós no começo daquela turnê. Ele viu e disse que não podíamos usar tudo aquilo. Não podíamos usar nosso praticável, backdrops e tudo mais”. Chuck continuou: “A minha banda me incentivou, porque os caras do Judas Priest vinham ver como estávamos e tal. Aí, os caras da banda ficavam me dando umas cotoveladas para falar algo sobre o que estava acontecendo. Então, contei a Rob Halford o que estava acontecendo. Ele disse que ia resolver tudo. Ele mandou colocar a nossa produção toda no palco”. “Quando entramos no palco naquela noite, Dave estava do lado do palco, perto dos monitores, de braços cruzados. Ele estava tendo um ataque de raiva por estarmos com a produção toda. Foi uma loucura, mas aquele foi o melhor começo daquela turnê para nós. As coisas estavam começando a acontecer. A tour acabou sendo ótimo e incrível”. Assista a entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Bruce Dickinson volta a encantar os fãs com versão à capela de Revelations, do Iron Maiden
Bruce Dickinson voltou a encantar os fãs com versão à capela Revelations, do Iron Maiden. A performance foi no último sábado, 13 de setembro, no Palco AE em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA. Na ocasião, o cantor teve o seu concerto prejudicado pela qualidade sonora da casa de show. Durante a apresentação da décima segunda música, Book Of Thel, o espetáculo parou, pois o sistema de som deu pane. O artista ainda virou os monitores do palco para o público numa tentativa de continuar o show, mas a falha no sistema de som persistiu. O Air-Raid Siren aproveitou a oportunidade para voltar a encantar os fãs com versão à capela Revelations, do Iron Maiden. No player abaixo você pode conferir o drama com o sistema de som e a performance da canção da Donzela de Ferro. Veja: É importante lembrar que a faixa está no quarto álbum do Iron Maiden, Piece Of Mind, que saiu em 1983. A faixa foi inteiramente composta pelo vocalista. Via: Rockbizz

Foo Fighters faz a primeira apresentação com o baterista Ilan Rubin; veja vídeos
Nem os rock stars têm segurança no emprego! Em maio deste ano o baterista Josh Freese foi chutado do Foo Fighters sem aviso prévio, depois de dois anos trabalhando para a empresa de Dave Grohl, em substituição ao falecido Taylor Hawkins. Neste último sábado, dia 13 de setembro, no Fremont Theater em San Luis Obispo, Califórnia, EUA, o Foo Fighters fez a primeira apresentação com o baterista Ilan Rubin, ex-membro do Nine Inch Nails. O show teve o seu anúncio em 12 de setembro, ou seja, bem em cima da hora, portanto, foi uma surpresa para os fãs. Em certa medida, o show foi intimista, visto que a casa de show tinha capacidade para apenas novecentas pessoas. Em dado momento do concerto, Dave Grohl apresentou Rubin e enalteceu a presença do músico na banda. “Finalmente tenho a oportunidade de dizer: ‘Senhoras e senhores, por favor, deem as boas-vindas a Ilan Rubin. Ele está tocando bateria no Foo Fighters agora. É oficial! Podem carimbar o passaporte”. Veja alguns vídeos amadores da apresentação nos tocadores abaixo: Foo Fighters se apresentará em Jacarta, Indonésia, no dia 2 de outubro. Depois disso, o conjunto fará shows em Singapura, Tóquio e Osaka no final do mês. Eles também farão um concerto na Cidade do México em 14 de novembro. Via: Rockbizz

Max Cavalera sai em defesa da atual qualidade vocal e visual de Axl Rose: “Deixem o cara em paz”
É totalmente normal que, com o passar dos anos, a voz e o corpo mudem e mostrem desgastes! É um processo natural, o qual acomete todos nós. Porém, com os artistas, esse esquema acontece aos olhos dos fãs e as críticas, em algumas vezes, chega aos montes. Quem vem sofrendo bastante com a língua ferina do público é o frontman e dono do Guns N’ Roses, Axl Rose. O cantor ganhou peso e a potência vocal já não é a mesma de outrora. Isso faz parte do jogo e é deveras normal. Em entrevista ao podcast Appetite For Distortion, Max Cavalera saiu em defesa da atual qualidade vocal e visual de Axl Rose. O brasileiro pediu para os críticos deixarem o rock star em paz. “Minha esposa [Gloria Cavalera] me mostrou outro dia algumas pessoas falando mal do Axl! Qual é, cara. Fodam-se todos vocês. É muita besteira. Deixem o cara em paz. Eu passei um pouco por isso. Você ganha alguns quilos e as pessoas têm que falar mal do seu peso. O que é isso? Somos modelos? Somos modelos da Vogue ou somos roqueiros? Max complementou: “Nunca foi sobre o peso. Quem se importa com o peso de alguém? É sobre a música. É sobre o que eles tocam. É sobre o que você gosta na música. Falar merda online é covardia! Você nunca vai envelhecer? Cara, acontece com todo mundo. Todos nós, a maioria de nós, vai envelhecer, e você não vai ser o mesmo. Tenho cabelo branco com orgulho! Eu me orgulho disso”. Confira a entrevista completa no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Pink Floyd vai celebrar meio século de Wish You Were Here com relançamento especial
O mega platinado Pink Floyd vai celebrar meio século de Wish You Were Here com relançamento especial. O trabalho, que chegará ao mercado no dia 12 de dezembro pela Sony Music e virá sob nome de Wish You Were Here 50, oferecerá aos fãs uma nova perspectiva empolgante de um dos discos mais icônicos e amados do grupo. A edição comemorativa de 50 anos trará diversos raridades! No centro desta coleção especial estarão seis versões alternativas e demos inéditas que apresentarão o oitavo álbum de estúdio do PF de uma forma inédita que exige uma nova audição. Wish You Were Here 50 estará na praça em diversos formatos, incluindo LP triplo, CD duplo, Blu-ray, digital e Box Deluxe. O lançamento digital incluirá o álbum original de 1975, com uma nova mixagem em Dolby Atmos de James Guthrie, cujo trabalho com o conjunto remonta a The Wall, de 1979. Ele também incluirá 25 faixas bônus, compostas por nove raridades de estúdio, e 16 gravações ao vivo capturadas pelo famoso contrabandista Mike Millard no show da banda na Los Angeles Sports Arena em 26 de abril de 1975. O áudio ao vivo teve uma meticulosa restauração e remasterização de Steven Wilson. A edição Blu-ray também oferecerá aos fãs a chance de assistir a três filmes da turnê da banda em 1975, além de um curta-metragem de Storm Thorgerson. Os formatos LP triplo e CD duplo incluirão o álbum original e as nove faixas bônus de estúdio. O Box Deluxe terá todo o material citado anteriormente, com a adição de um vinil transparente, Live At Wembley 1974, uma réplica japonesa do single de 7″ de Have A Cigar, um livro de capa dura com fotografias inéditas, um programa da turnê de quadrinhos e um pôster do show em Knebworth. Para promover o produto, o Pink Floyd liberou o lyric video de The Machine Song. Confira no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Limp Bizkit coloca na praça a nova música Making Love To Morgan Wallen
Boa nova aos fãs de new metal! O Limp Bizkit colocou na praça a nova música Making Love To Morgan Wallen. É a primeira canção da banda em quatro anos. A faixa, que é sucessora de Still Sucks, teve a produção e composição de Fred Durst, John Otto, Sam Rivers, Leor Dimant, Wes Borland e Joel Eriksson. Making Love To Morgan Wallen está sendo disponibilizado pela EA Games/Hollywood Records e chega em parceria com o game Battlefield 6. Confira: E por falar em Limp Bizkit, a banda trará ao Brasil a Loserville Tour! A apresentação vai rolar no dia 20 de dezembro no Allianz Parque, em São Paulo, com o apoio de Yungblud, 311, Ecca Vandal, Riff Raff e Slay Squad. O Limp Bizkit se destacou como um dos nomes mais emblemáticos do nu metal ao mesclar rap, rock e uma atitude debochada que marcou gerações. A banda, que acumula mais de 40 milhões de discos vendidos, se transformou em um fenômeno, reunindo multidões e esgotando ingressos nas apresentações que resgatam seus maiores Break Stuff e Nookie. Via: Rockbizz

Live Nation celebra sucesso da turnê de reunião do Creed: “Fenômeno multigeracional”
Em abril de 2024, a formação clássica do Creed – a saber: Scott Stapp (vocal), Mark Tremonti (guitarra), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) – realizou o seu primeiro show em doze anos. A apresentação aconteceu no cruzeiro Summer Of ’99, que ainda contou com os shows de nomes como 3 Doors Down, Vertical Horizon, Fuel, Buckcherry, entre outros. Desde então, o quarteto mergulhou com tudo na Summer Of ’99 Tour e Are You Ready? Tour, as quais contaram com mais de cem concertos no território norte-americano. O giro vem sendo um sucesso de crítica e público. Quase dois milhões de pessoas já foram curtir os caras ao vivo. Pelas redes sociais a Live Nation celebrou o sucesso da turnê de reunião do Creed. De acordo com a produtora, a tour é um fenômeno multigeracional. “Após mais de uma década longe dos palcos, o tão aguardado retorno do Creed provou ser um dos retornos do rock mais bem-sucedidos da história recente. O que começou como uma reunião nostálgica rapidamente se tornou um fenômeno multigeracional, ressaltando o poder duradouro de sua música. Quase 2 milhões de fãs compareceram às turnês Summer of ’99 e Are You Ready? após um hiato de 12 anos. Fãs de todas as gerações: da Geração Z aos OGs, e todos os outros. Com mais de 130 shows esgotados e 3 cruzeiros em 2 anos. Que jornada”. Segundo José Norberto Flesch – jornalista famoso por antecipar shows internacionais -, o Creed iria se apresentar no Brasil ainda este ano. No entanto, a agenda da banda só contempla eventos pelos Estados Unidos. CREED NO BRASIL! ASSISTA:https://t.co/sMdzlIieE6 pic.twitter.com/UUhimTIBfr — José Norberto Flesch (@jnflesch) March 18, 2025 Via: Rockbizz

Bad Omens mistura texturas eletrônicas e quê industrial na música Impose
O Bad Omens está de volta com Impose, um single que prova que a banda continua a desafiar os limites do rock moderno. Conhecida por fundir texturas industriais, floreios eletrônicos e emoção implacável, o grupo leva sua intensidade característica a novas e ousadas direções com este lançamento. Impose abre com delicadas linhas de piano e texturas eletrônicas atmosféricos de inspiração industrial, ancorados por uma percussão hipnótica que impulsiona a música. A instrumentação em camadas cria uma paisagem sonora assombrosa, permitindo que os vocais de Noah Sebastian se destaquem com um impacto marcante. O single é acompanhado por um vídeo cujo inspiração foi em filmes independentes o qual captura a intensidade emocional da faixa. Veja: A faixa é sucessora de Specter, que estreou no primeiro lugar da Billboard Hot Hard Rock Songs e lidera as paradas de rock, hard rock e alternative digital song sales. A força do Bad Omens não está apenas no estúdio. Seus shows ao vivo se tornaram eventos imperdíveis, misturando teatralidade e energia bruta em cada apresentação. Neste segundo semestre, a banda fará uma turnê pelo Reino Unido e Europa. O giro vai começar na cidade de Dublin, Irlanda, em 21 de novembro. A tour irá se estender até meados de dezembro, com o derradeiro show em Amsterdã, Holanda. Via: Rockbizz

Metallica compartilha vídeo de Master of Puppets registrado no show intimista em Nova York
O Metallica compartilhou o vídeo de Master of Puppets registrado no show intimista em Nova York, que aconteceu no dia 29 de agosto. A apresentação foi em comemoração ao lançamento de seu novo canal na rádio SiriusXM. que leva o nome de Maximum Metallica. Veja: Além de Master of Puppets, o concerto contou com o apoio de hinos do metal como Creeping Death, For Whom The Bell Tolls, Wherever I May Roam, Fade To Black, Sad But True e The Unforgiven. O evento ainda teve uma pequena homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne, com Kirk Hammett e Rob Trujillo tocando Crazy Train. O show foi inusitado porque o Metallica está acostumado a tocar em estádios todas as noites para mais de cinquenta mil pessoas! Mas, dessa vez, o espetáculo foi para apenas 250 fãs sortudos, que puderam ver os caras bem de perto. O Metallica irá retomar os compromissos da M72 World Tour no dia primeiro de novembro com uma perna pela Austrália. A turnê também passará pela Nova Zelândia. Saiba o itinerário do quarteto aqui. Via: Rockbizz

James LaBrie não gosta da pecha de banda sem alma que o Dream Theater possui
O vocalista James LaBrie não gosta da pecha de banda sem alma que o Dream Theater possui. De acordo com o canadense, o prog metal do conjunto tem muita profundidade emocional, mas está em sintonia com a faceta técnica. “Se eu não o conhecesse [John Petrucci] e simplesmente estivesse apaixonado pela música, eu ainda diria que não há ninguém como ele”, disparou LaBrie, durante entrevista ao canal Dream Theater Club. “Tanto em sua expressão quanto em sua destreza técnica há muita alma. É por isso que, quando ouço de vez em quando algo como: ‘Ah, o Dream Theater não tem alma’, obviamente você nunca ouviu alguns solos de John Petrucci”, pontuou. “A alma está lá! Ele é simplesmente incrível”, continuou. “Mesmo estando na banda, conhecendo a música e sabendo que vou ouvi-la mil vezes, eu ainda adoro curti-la. Eu ainda consigo ouvi-la e dizer: ‘Puta merda’. Isso é incrível! Isso é lindo! É absolutamente maravilhoso”, concluiu James. Eis o bate-papo na íntegra no tocador logo abaixo: O Dream Theater segue firme e forte com a promoção do novo álbum Parasomnia. O disco, que saiu no dia 07 de fevereiro, pelo selo InsideOut Music, é o décimo sexto registro de estúdio do veterano quinteto do prog metal. Parasomnia é o primeiro álbum do grupo com a formação clássica – a saber James LaBrie (vocal), John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo), Jordan Rudess (teclado) e Mike Portnoy (bateria) – desde Black Clouds & Silver Linings, de 2009. O trabalho teve a produção do guitarrista John Petrucci, engenharia de som de James “Jimmy T” Meslin e a mixagem de Andy Sneap. Hugh Syme ficou responsável pela a arte da capa. Via: Rockbizz

David Ellefson não sabe por que razão Dave Mustaine vai aposentar o Megadeth: “Estou em choque”
No mês passado, o Megadeth anunciou que vai encerrar as atividades após o ciclo de promoção de seu vindouro álbum. Dave Mustaine, dono da banda, também anunciou que lançará um novo livro de memórias, cujos detalhes serão revelados nos próximos meses. “Há muitos músicos que chegaram ao fim da carreira, seja acidental ou intencionalmente”, disse Mustaine. “A maioria deles não consegue sair do topo por conta própria, e é aí que estou agora. Viajei o mundo e conquistei milhões e milhões de fãs, e a parte mais difícil de tudo isso é me despedir deles. Então, este é o momento perfeito para dizermos que este é o nosso último álbum de estúdio. Nós fizemos muitos amigos ao longo dos anos e espero ver todos vocês em nossa turnê global de despedida”. Agora, batendo um papo com o pessoal do Rock ‘N’ Blues Experience, o baixista David Ellefson disse que não sabe por que razão Dave Mustaine vai aposentar o Megadeth. O ex-parceiro do ruivo também destacou que está em choque com a notícia. “Eu soube a aposentadoria do Megadeth! Estou na cena, então fiquei sabendo disso. Mas foi um pouco chocante. Eu conheço Dave como um cara resistente. Sejam com coisas boas, ruins ou indiferentes, ele é um cara durão pra caramba. Ele se destacou, cantou e tocou apesar de todas as adversidades. E eu admito isso. Com certeza, ele nunca desistiu de um desafio”. David pontuou: “Não falo com Dave há quatro anos, então não tenho ideia do motivo que o levou a esta decisão. Não sei nada sobre isso, exceto que eles fizeram o anúncio. Só sei que Dave está fechando as portas do Megadeth e está fazendo isso por seus próprios motivos”. No ano de 2021, o baixista David Ellefson ganhou uma justa causa do Megadeth, depois de vídeos íntimos seus terem vazados e o músico ser acusado de ter enviado esses registros a uma menor de idade. O CEO da banda, Dave Mustaine, também não pensou duas para cortar relações pessoais com o ex-parceiro de trabalho. Via: Rockbizz

Chris Martin é acusado de desumanizar duas fãs judias em show do Coldplay
O cantor Chris Martin foi acusado de desumanizar duas fãs judias em show do Coldplay. O caso aconteceu no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra, alguns dias atrás em promoção a Music Of The Spheres World Tour. Martin, 48, convidou as duas moças para subirem ao palco, mas, quando elas falaram que eram de Israel, parte do público começou a vaiar. O artista então tomou a palavra e disse: “Vou dizer o seguinte. Sou muito grato por vocês estarem aqui como humanos. Estamos tratando vocês como humanos iguais na Terra, independentemente de onde venham. Obrigado por estarem aqui. Somos gratos e agradecemos por serem amorosas e gentis”. O compositor acrescentou: “Dê as boas-vindas às pessoas da Palestina na plateia, embora seja controverso, talvez. Acredito que somos todos igualmente humanos”. Os usuários das redes sociais logo partiram para cima do músico, acusando-o desumanização e alienação. Outros internautas pediram que Chris parasse para refletir sobre o seu gesto que foi, na opinião de alguns fãs, profundamente decepcionante e ofensivo, pois transformou as duas fãs em alvos de vaias e escárnio. O Page Six conseguiu alguns registros do momento em que Chris Martin abordou as duas fãs e cometeu o ato ofensivo. Veja: Via: Rockbizz

Tirar foto com Nicko McBrain e Bruce Dickinson no Son Of Monsterpalooza vai custar mil reais
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, vai participar da convenção de filmes de terror Son Of Monsterpalooza. A presença do cantor está garantida para o dia 11 de outubro. E vale dizer que o evento irá acontecer no The Marriott Burbank Convention Center & Hotel em Burbank, Califórnia, Estados Unidos. A novidade agora é que o ex-baterista da Donzela de Ferro, Nicko McBrain, também vai participar da convenção de terror Son Of Monsterpalooza. O britânico estará na convenção nos dias 11 e 12 de outubro. Fotos com Nicko estarão disponíveis por 80 dólares – cerca de 432 reais na cotação atual da moeda estrangeira. Já as fotos com Bruce e Nicko estarão disponíveis pelo valor de 185 dólares – aproximadamente mil reais. As sessões de fotos apenas com Dickinson estão quase esgotadas e estão custando a “bagatela” de 130 dólares – em torno de 703 reais. É importante explicar que os músicos não estarão disponíveis para selfies em seus estandes, portanto, as fotos estarão disponíveis apenas com fotógrafo profissional. Além disso, na mesa de autógrafos, haverá venda de seus autógrafos. Bruce e Nicko se juntarão a mais de cento e cinquenta expositores e atrações da Son Of Monsterpalooza 2025, que será um oásis para quem gosta de filmes de terror, ficção científica, colecionáveis da cultura pop, efeitos especiais, maquiagem e, claro, monstros. O preço dos ingressos varia entre 38 dólares a 43 dólares. Para quem queira curtir os três dias de evento, o valor sairá por 86 dólares. Via: Rockbizz

Sepultura lembra o “presente brutal” que ganhou de George CorpseGrinder, do Cannibal Corpse
O frontman do Cannibal Corpse, George CorpseGrinder, passa a imagem de ser um verdadeiro bárbaro, visto sua postura insana no palco e seu vocal que é capaz de acordar os mortos. Porém, a personalidade do cantor no cotidiano é exatamente inversa: ele é um cara super tranquilo, alto astral, caseiro e generoso com as pessoas ao seu redor. George é tão gente fina que até a sua diversão serve para ajudar a sociedade. Ele adora “pescar” ursos de pelúcias em máquinas de grua e, posteriormente, doá-los para hospitais infantis, que quase sempre carecem de um refresco emocional. E o pessoal do Sepultura já testemunhou a generosidade do grandalhão. Tempos atrás, o artista levou biscoitos para os brasileiros. Pelas redes sociais, o Sepultura lembrou o “presente brutal” que ganhou de George CorpseGrinder, do Cannibal Corpse. Confira uma foto dos metalheads com os biscoitinhos: E por falar em Sepultura, os próximos compromissos ao vivo do conjunto serão em 2026, até o momento. A banda já tem datas marcadas na Europa, com direito a show no Wacken Open Air. Em relação ao Cannibal Corpse, o grupo estará em tour pela América do Norte até o final de outubro. O giro é ao lado de Municipal Waste, Full of Hell e Fulci. Via: Rockbizz

Tony Iommi lamenta o fato de Ozzy Osbourne não ter visto o espetáculo Black Sabbath – The Ballet
A companhia de balé de Birmingham, Inglaterra, tem um espetáculo que leva o nome de Black Sabbath – The Ballet. Isso mesmo! O quê especial das apresentações é a trilha sonora, pois conta somente com clássicos do Black Sabbath. Comandado pelo renomado artista Carlos Acosta, o balé inclui cerca de oito músicas do Sabbath em suas apresentações. É importante explicar que as canções foram rearranjadas e orquestradas especialmente para as performances do balé. Os clássicos do heavy metal que foram escolhidos pelo balé são: Paranoid, Iron Man, War Pigs, Black Sabbath, Solitude, Orchid, Laguna Sunrise e Sabbath Bloody Sabbath. Ou seja, apenas sons da fase áurea da banda, com a formação original. Em recente conversa com o jornal BBC Breakfast, o riff master Tony Iommi lamentou o fato de Ozzy Osbourne não ter visto o espetáculo Black Sabbath – The Ballet. “É uma pena, em muitos aspectos, que Ozzy não tenha podido assistir ao balé. Ele queria muito vê-lo. São as nossas vidas e a nossa música”. Tony acrescentou: “No começo, eu não conseguia acreditar, mas quando nos reunimos, o entusiasmo do Carlos era incrível! Quando o Carlos nos apresentou, me explicou o projeto, ele tinha a mesma vibração que eu tinha quando compunha as músicas e aquela empolgação de fazer aquilo. Ele sabia que tinha uma visão do que deveria ser. Isso me deu confiança”. Veja um trecho da entrevista de Tony Iommi no tocador abaixo: Já neste outro player, você pode curtir parte do ensaio do Black Sabbath – The Ballet: No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Behemoth mostra a atmosfera infernal de novo álbum com clipe de Avgvr (The Dread Vvltvre)
O polonês Behemoth mostrou a atmosfera infernal de novo álbum com clipe de Avgvr (The Dread Vvltvre). A feroz faixa está presente no track listing de The Shit Ov God, cujo lançamento foi em maio deste anos pela Nuclear Blast. A produção do disco aconteceu no Fascination Street Studios e ficou a cargo de Jens Bogren, profissional que já trabalhou com o Soilwork, Sepultura e outros. A demoníaca capa ficou sob os cuidados de Bartek Rogalewicz. Sobre The Shit Ov God, o vocalista Adam “Nergal” Darski comentou: “Nós escolhemos este título provocativo deliberadamente, rejeitando a sutileza em favor de uma declaração direta e polarizadora. É um mergulho desafiador nas profundezas, ousando buscar o absoluto até mesmo na sarjeta”. O artista continuou: “Cheguei a um ponto na jornada do Behemoth, e na minha própria criatividade, em que palavras e declarações significam cada vez menos. A verdadeira essência de quem somos e do que defendemos está em nossa música, nossa arte, nossos visuais, nossos sons, nossas performances e nas maneiras como nos conectamos com os fãs. Acredito profundamente que o Behemoth representa uma arte transcendente e atemporal”. “O número treze é muito mágico e significativo. Se este fosse o nosso último álbum, eu poderia dizer que morro como um homem orgulhoso. Sem sombra de dúvida, esta é a representação mais refinada e pura do Behemoth. Sem enchimento e sem excesso, ele é o melhor que temos a oferecer. Salve, Satã”, finalizou. Track listing de The Shit Ov God: 01. The Shadow Elite02. Sowing Salt03. The Shit Ov God04. Lvciferaeon05. To Drown The Svn In Wine06. Nomen Barbarvm07. O Venvs, Come!08. Avgvr (The Dread Vvltvre) Via: Rockbizz

Internautas não estão dando trégua a Roger Waters e seguem transformando sua vida num inferno
O ex-mentor criativo do Pink Floyd, Roger Waters, criticou a mídia pela grande cobertura da morte de Ozzy Osbourne. De acordo com Waters, os veículos de imprensa preferem se distrair com a bunda da Kim Kardashian e a morte de Ozzy do que cobrir as atividades políticas do ex-primeiro-ministro britânico Jeremy Corbyn. É claro que essa atitude desrespeitosa não ficaria em brancas nuvens! Pelas redes sociais, Waters está enfrentando a ira dos fãs de Ozzy após fazer pouco caso de sua morte. Em uma postagem do Pink Floyd para celebrar os 82 anos do ex-integrante, os internautas não deram trégua a Roger e seguiram transformando sua vida num inferno. Um fã escreveu: “Eu amo o Pink Floyd. Músicos brilhantes! Sempre serão meus favoritos. Mas é bastante repugnante, desrespeitoso e desanimador que Waters tenha atacado verbalmente Ozzy. Principalmente agora que ele não está mais entre nós. Algumas pessoas fazem da vida apenas uma questão de si mesmas e não têm respeito ou empatia pelos outros, e isso é uma pena”. Outras pessoas falaram que menosprezar a morte de Ozzy foi algo muito baixo e que o artista perdeu o juízo há muito tempo. Caso tenha tempo e paciência, veja a reação do público na postagem do Pink Floyd: Via: Rockbizz

Conheça o novo hobby que está fazendo Kelly Osbourne voltar a sorrir
Kelly Osbourne revelou que encontrou um novo hobby que a está deixando feliz após a morte de seu pai, Ozzy, em 22 de julho deste ano. “Em meio a toda a minha tristeza e sofrimento, encontrei algo que realmente me faz feliz”, compartilhou Kelly como parte de uma série de stories do Instagram dedicadas a falcoaria. Nos vídeos, Kelly é vista usando uma luva preta grossa enquanto vários pássaros voam e pousam em sua mão. Eles são recompensados com pedaços de frango. O que é falcoaria? A Associação Norte-Americana de Falcoeiros descreve a falcoaria como uma “arte milenar” na qual pássaros treinados são usados para a caça. O grupo estima que leva pelo menos sete anos para se tornar um mestre falcoeiro. Um aprendizado leva dois anos para ser concluído. Não está claro até onde Kelly Osbourne pretende se dedicar ao hobby, mas ela parece estar gostando até agora. “Nunca pensei que encontraria meu sorriso novamente através da falcoaria, mas encontrei”, disse ela em seus stories do Instagram. “Eu simplesmente amo estar com os pássaros!” Via: Rockbizz

Floor Jansen põe as religiões abaixo de zero: “Causaram os piores genocídios”
A cantora holandesa Floor Jansen (Nightwish, ex-After Forever) concedeu uma entrevista ao canal Brocarde e contou que cresceu em um lar bastante religioso. A artista, no entanto, não pegou leve ao expor sua opinião sobre as religiões. “Dizem que Deus é sobre amor, mas você entra na igreja e a primeira coisa que vê é um homem morto pregado numa cruz, que sofreu tremendamente. E se isso não fosse horrível o suficiente, é por causa dos seus pecados. Então você deveria até se sentir culpado por isso. Me desculpe, mas onde está esse amor? Eu preciso comer o corpo dele, beber o sangue dele. Eu acho isso nojento pra caramba. Desculpe o meu linguajar”. Jansen continuou: “Acho que levei tudo ao pé da letra, porque toda a história por trás disso estava muito distante da imagem daquele homem, dos pecados, do horror, do inferno e da ameaça constante em que você tem que acreditar. E quanto mais eu aprendia sobre religião, mais eu me sentia que estamos baseando certa sabedoria em um livro escrito por alguém há milhares de anos, com interpretação após interpretação e com gente levando tudo ao pé da letra”. “Além do mais, a religião organizada está causando os piores genocídios e as situações mais horríveis da história da humanidade”, pontuou. “Não existe amor. É apenas um desejo humano de controle. Não tem nada a ver com a ideia de que pode haver um poder que ainda não compreendemos de fato. Sensível a isso ou não, temos a tendência de querer acreditar que existe algo a mais do que somos. E de onde isso vem, eu ainda não obtive uma resposta, mas acredito que haja algo que ainda não compreendemos”, concluiu Floor. Via: Rockbizz

Segundo dia do The Town é marcado por muito rock, punk e um show arrebatador do Green Day
Logo quando os portões do The Town abriram no segundo dia de festival, já dava para sentir o clima do rock e do punk tomando conta da Cidade da Música – que teve 90 mil pessoas presentes neste domingo. Camisas de bandas, jaquetas de couro, o preto predominando e muita atitude nos looks eram vistos desde cedo no festival. O motivo? O maior encontro de artistas desses gêneros musicais estava prestes a acontecer. Headliner do Skyline, o Green Day fez uma performance irretocável, com o público cantando a plenos pulmões todas as faixas que apareciam no setlist e levando um balão no formato de um dirigível com as palavras “Bad Year”. Bad Religion, Bruce Dickinson e Capital Inicial também não ficaram para trás e entregaram shows memoráveis no palco. No The One, um dos momentos mais esperados da edição aconteceu: o retorno triunfal da lenda Iggy Pop ao Brasil, em uma apresentação potente, no mais puro estilo rock n’ roll possível. Pitty, CPM22 e Supla & Inocentes, alguns dos maiores representantes do rock brasileiro, também subiram ao The One. Nos demais palcos, a energia se manteve em alta durante toda a noite, com apresentações no Quebrada, Factory e São Paulo Square que coroaram este dia histórico no The Town. Green Day, Bad Religion, Bruce Dickinson e Capital Inicial agitaram o Palco Skyline neste domingo Super à vontade no Skyline, os americanos do Green Day entregaram uma apresentação marcante com sucessos que fizeram parte da trilha sonora de toda uma geração e ainda seguem contagiando o público. Ao longo do show, Billy Joe viu um mar de lanternas de celulares se formar em sua frente, se enrolou numa bandeira do Brasil e interagia a todo o momento com a multidão que acompanhava atentamente os headliners da noite. Incansável em sua estreia no The Town, Green Day fechou a noite do dia 7 de setembro com chave de ouro. Confirmados essa semana no line-up do The Town, o histórico show do Bad Religion foi outro momento arrebatador do Skyline. Pioneiros do punk californiano, o grupo trouxe para o palco seus sucessos 21st Century e American Jesus, além, claro, de sua energia de mais de quatro décadas de estrada, com letras afiadas e cheias de crítica social. Bruce Dickinson trouxe ao Skyline a força de sua carreira solo em uma apresentação potente e cheia de carisma. Com sua presença marcante e a mesma energia que o consagrou no Iron Maiden, o vocalista cantou uma música que ficou 41 anos sem ser tocada, Flash oh the Blade, e entregou um show repleto de técnica vocal impressionante e momentos de pura conexão com a plateia. Representando o rock brasileiro, o Capital Inicial abriu o Skyline com energia contagiante de sempre. Dinho Ouro Preto e banda levaram o público a cantar em coro hits como Natasha, Quatro Vezes Você e Primeiros Erros, em um show que reforçou a importância da banda na cena nacional. The One reúne gerações do rock para ovacionar o astro Iggy Pop Um dos momentos mais esperados da noite aconteceu com o retorno triunfal de Iggy Pop ao Brasil no palco The One. Considerado o “padrinho do punk”, o artista mostrou que sua energia segue inabalável aos 78 anos. Pulando, se jogando no palco e entregando performances intensas, Iggy levou o público ao delírio com clássicos como Funtime, The Passenger e I Wanna Be Your Dog. O The One também foi espaço para o rock brasileiro em peso: Pitty apresentou um show cheio de atitude e emoção, revisitando sucessos como Admirável Chip Novo e Máscara. O público também estava com a expectativa alta para o show da artista e, em um momento emocionante, a cantora deixou os fãs cantarem em coro em Na Sua Estante enquanto tocava violão. Antes de Pitty, o CPM 22 colocou a Cidade da Música para cantar alto faixas que marcaram os anos 2000, como Dias Atrás e Um Minuto para o Fim do Mundo, abrindo as famosas rodinhas punk em diversos momentos do show. Na abertura do palco, Supla & Inocentes entregaram um set vibrante e cheio de personalidade, reforçando a força da cena punk brasileira. Factory abre espaço para diversidade sonora O Palco Factory deu espaço a novas vozes do cenário alternativo. Tihuana trouxe seu rock e hardcore, relembrando sucessos como Tropa de Elite. Ao encerrar a apresentação, o fotógrafo da banda surpreendeu a todos ao subir no palco para pedir a namorada em casamento, diante de todo o público. A cantora Buhr subiu ao palco com sua estética experimental e performática, apresentando um repertório que mescla política, poesia e música. O grupo Ready to Be Hated mostrou a potência da nova geração, enquanto The Mönic convida Raidol trouxe a força do rock alternativo brasileiro com um show intenso e moderno. Quebrada reforça a cena periférica No Palco Quebrada, a autenticidade falou alto. O trio mineiro Black Pantera entregou um show pesado, misturando muito hardcore e thrash. A parceria entre Punho de Mahin & MC Taya levou representatividade e força feminina ao palco, com rimas afiadas e muito groove. Via: Rockbizz

Rick Davies, vocalista e fundador do Supertramp, morre aos 81 anos
Rick Davies, vocalista e fundador da banda britânica Supertramp, morreu no sábado (6 de setembro) aos 81 anos, após uma longa batalha contra o câncer. Uma declaração nas redes sociais da banda diz: “Rick Davies, fundador, vocalista e compositor do Supertramp, faleceu no sábado, 6 de setembro, aos 81 anos, após lutar contra um mieloma múltiplo por mais de 10 anos”. “Como coautor, juntamente com o parceiro Roger Hodgson, ele foi a voz e o pianista por trás das músicas mais icônicas do Supertramp, deixando uma marca indelével na história do rock. Seus vocais comoventes e seu toque inconfundível no Wurlitzer se tornaram a batida central do som da banda”, acrescentou. “Após enfrentar sérios problemas de saúde, que o impediram de continuar em turnê como Supertramp, ele gostava de se apresentar com seus amigos da cidade natal, Ricky and the Rockets. A música e o legado de Rick continuam a inspirar muitos e comprovam o fato de que grandes músicas nunca morrem, elas continuam vivas”, finalizou. Davies foi cofundador e colíder do Supertramp com Roger Hodgson. Ele cantou como vocalista principal e backing vocal, tocou teclado e escreveu algumas das maiores músicas da banda, incluindo Bloody Well Right, Goodbye Stranger e outras. A banda também é conhecida pelos sucessos de Hodgson, Give a Little Bit, The Logical Song e outros. Davies e Hodgson formaram a principal dupla de compositores dos sete primeiros álbuns do Supertramp, desde o álbum de estreia homônimo de 1970 até …Famous Last Words… de 1982, muitos dos quais alcançaram pelo menos o certificado de ouro. Entre esses lançamentos estava seu álbum mais vendido, Breakfast in America, de 1979, que recebeu quatro discos de platina. Hodgson deixou a banda em 1983, mas Davies continuou com o Supertramp, lançando mais dois álbuns nos anos 80 antes da separação do grupo em 1988. Ele reformou o Supertramp de 1996 a 2002 e novamente de 2010 a 2011, e tinha planos de se reunir novamente em 2015. No entanto, antes que a banda pudesse embarcar na turnê planejada para 2015, Davies foi diagnosticado com mieloma múltiplo, e a turnê foi cancelada. Via: Rockbizz