Entrevistas

‘Carnal’ é o sétimo álbum do Nothing More, recheado de colaborações
Nothing More, banda norte-americana do Texas, lançou nesse ano seu sétimo álbum, Carnal. A banda que foi criada em 2003, hoje é formada pelo vocalista Jonny Hawkins, o guitarrista Mark Vollelunga, o baixista Daniel Oliver e o baterista Ben Anderson. Dessa vez o álbum da banda de metal alternativo é composto por dez músicas e cinco interlúdios. A produção por conta do indicado ao Grammy WZRD BLD, que já trabalhou com diversos músicos da cena, entre eles Disturbed, Motionless In White e A Day To Remember. Assim como nos outros álbuns, as letras tratam de batalhas pessoais de seus integrantes, como a morte por câncer da mãe do vocalista. Além disso, falam de temas políticos e sociais. Um álbum eclético e cheio de participações Esse é um álbum bem diversificado que conta com várias participações. Logo depois do primeiro interlúdio, temos a primeira música que conta com participação de Eric Vanlerberghe do I Prevail e recebe o nome de “House On Sand”. Uma música pesada e cheia de personalidade que inicia o álbum já com o pé na porta. A mais ouvida do álbum até o momento é a “If It Doesn’t Hurt” que tem uma pegada mais pop e trata de conflitos emocionais. Assim como a “Blame It on the Drugs”, que mostra melodias menos agressivas e letras fáceis de cantar. A “Run For Your Life” é outro exemplo dessa faceta da banda. O vocalista David Draiman do Disturbed participa da ótima faixa “Angel Song”. Nela, David imprime seu estilo. O refrão em que todos cantam em coro também se destaca. Mas não apenas o vocalista participou do disco, na faixa “Stuck”. O rapper Sinizte se junta à banda para interpretar a música de forma visceral. Nothing More lançou um disco que promete agradar os fãs da banda, mas também traz faixas com potencial de atrair novos. Ao misturar faixas mais comerciais com outras cheias de vigor, deixa seu sétimo álbum equilibrado e interessante. LEIA TAMBÉM: Nothing More lança clipe com David Draiman do Disturbed Fernanda Kalil Desde a infância teve a música como parte fundamental da vida. Como nunca teve talento pra música, escreve. Constantemente em busca de novos sons, mas nunca esquece os clássicos. Apaixonada por shows, sempre dá um jeito de ir mesmo morando no interior. Via: Wiki Metal

Primator Segue Em Passo Firme Ao Reconhecimento Mundial
Como muitos sabem, o heavy metal brasileiro é muito bem representado e, consequentemente, respeitado nos quatro cantos do planeta. E na lista brasileira dos grupos que merecem prestígio pelo seu excelente trabalho está a banda paulistana, Primator, que se consagra com primor pelo seu ótimo heavy metal. E para conhecer um pouco mais sobre o grupo; saber a quantas andam o novo álbum de estúdio; a repercussão do disco Involution, lançado em 2014, e os planos para o futuro, que o RockBizz, em parceria com o Som do Darma, foi bater um papo com o baixista, André dos Anjos. Então, sem delongas, porque a palavra é do André. Vocês estão em fase de pré-produção do novo disco. Podem nos adiantar o que está por vir? André dos Anjos: É verdade! Ainda estamos nesta fase bem inicial mesmo e não sei se dá pra revelar muita coisa (risos). Brincadeiras à parte, o single de To Mars revela bastante coisa do que deve vir nesse novo trabalho. Ela tem uma pegada mais forte em timbres e velocidade que deve permear todo o resto de nossa produção, além de um melhor uso dos elementos vocais que deve ser marca neste novo trabalho. Involution marcou a estreia da banda. Geralmente uma banda acaba evoluindo seu som nos trabalhos subsequentes. O que você acha que deu certo no disco de estreia e que será mantido como parte da identidade musical do Primator e o que ainda merece ser melhor explorado na sonoridade da banda? André: Sinceramente, quando estamos em composição não nos preocupamos em seguir uma predeterminação de composição ou usar elementos com o intuito de reproduzir um gênero ou padrão. Nosso processo é bem intuitivo e direcionado pela receptividade da própria banda ao se ouvir. Mas com certeza devemos repetir essa base de guitarras com riffs fortes, algumas dobras. Um vocal de destaque, bem expressivo e uma cozinha coesa. Das composições que estamos trabalhando, estamos explorando melhor a velocidade e cadencia das faixas e criando arranjos elaborados com outras linhas de guitarras e coros vocais. Nosso objetivo é produzir um álbum mais denso em sonoridade e com uma rítmica mais agressiva. Em Involution, o grupo explora o tema da involução, baseado na Teoria das Espécies de Darwin, além de outros filósofos e psicanalistas. Você já tem ideia do tema que irá nortear as músicas do novo álbum? Podemos esperar um disco conceitual dessa vez, quem sabe? André: Não é nossa intenção criar um álbum conceitual, onde todas as faixas estejam diretamente ligadas e dentro de um contexto único. Mas nos agrada a ideia de criar um tema ou um elemento central e comum que une as canções e traga um conceito ao álbum, similar ao que aconteceu na finalização do Involution. Algo nessa linha deve surgir. Posteriormente ao lançamento de Involution, o Primator disponibilizou um videoclipe/single chamado To Mars, com produção de Mario Linhares (Dark Avenger). Linhares será o produtor do novo álbum também? André: O Mario continuará com a produção vocal no novo álbum e, obviamente, nesse processo, muita coisa do instrumental também acaba sendo adequada, como aconteceu com a To Mars, cuja letra e melodia são de autoria dele. Da primeira versão que fizemos até a que está gravada, podemos notar uma grande mudança na música, graças ao trabalho de acompanhamento que o Linhares fez conosco e também do nosso amadurecimento ao entender a proposta dessa parceria. Voltando a falar sobre o tema da involução, vivemos um momento de crise moral e existencial em todo o mundo. No Brasil, especialmente, as questões políticas tem sido o epicentro dessa crise. Talvez a capa do disco Involution nunca tenha feito tanto sentido como agora. Mas devemos ser realistas e considerar que essa ideia da involução e do momento atual é negativa, e que não há esperança de um futuro (bom) se continuarmos dando passos para trás. Que mundo vocês do Primator querem ver para suas filhas e filhos no futuro? O da volta da Pré-História? André: A crítica que o Involution faz não sugere um retrocesso do processo evolutivo humano, ou que deixemos de lado os avanços conquistados até aqui. A crítica levantada pela temática do álbum sugere justamente uma reflexão do momento atual vivido e uma possível constatação de que a origem de grande parte dos males vivenciados na atualidade é reflexo de ações do próprio homem. O ponto central desta crítica e o paralelo estabelecido com a teoria de Darwin é justamente a prevalência do mais forte sobre o mais fraco. A questão que adicionamos é o quanto este ímpeto de busca de poder, quando levado ao extremo, pode ser prejudicial a humanidade como um todo. Se olharmos o mundo hoje, teremos diversos exemplos dos malefícios desta constante e ação em busca de privilégios do poder: guerras no mundo por questões étnicas, religiosas ou políticas; fome e miséria em centenas de nações enquanto há fartura em outras poucas; concentração das riquezas em um público restrito; poluição e degradação ambiental para manutenção de cartéis poderosos em detrimento a busca de energias e combustíveis renováveis e muitos outros exemplos que poderiam ser citados. Acreditamos que é o momento deste questionamento ser realizado com o propósito de uma mudança que nos leve a uma nova era, onde a colaboração e ações para o bem comum sejam os pilares desse “novo” ciclo evolutivo. Esse é o mundo que queremos para nossos filhos e filhas. Para finalizar, uma escolha, e apenas uma: Opção 1 – música como fonte de fama e dinheiro; Opção 2 – música como fonte de expressividade e realização social, independente de reconhecimento? E por que? André: Com certeza música como fonte de expressividade e realização social, independente de reconhecimento. Para nós, música é arte e, como toda arte, ela deve expressar a ideia e os ideias de seus criadores e, de alguma maneira, trazer ao seu público valores e reflexões, ainda que em um nível abstrato. Acreditamos que não conseguiríamos produzir algo com um objetivo diferente deste e fama e dinheiro são resultados de um trabalho apreciado neste

Gojira guardou segredo sobre apresentação nas Olimpíadas por oito meses
Em entrevista para o Heavy Consequence (via Blabbermouth), Mario Duplantier, baterista do Gojira, falou sobre a apresentação da banda na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Em julho, a banda surpreendeu o público ao realizar uma versão de “Ah! Ça Ira”, canção popular da Revolução Francesa, ao lado da cantora de ópera Marina Viotti e de várias figuras decapitadas representando a rainha Maria Antonieta. Mario expressou como é “surreal” ser a primeira banda de heavy metal a se apresentar nos Jogos Olímpicos. Ele mencionou que o grupo ainda está tentando compreender o impacto do evento no mundo do metal. Mario destacou que se sentiu privilegiado, já que a cerimônia ocorreu na França e alguns dos criadores do evento eram grandes fãs da banda. “Não há tantas bandas na França. Imagine que você tem uma cerimônia na Inglaterra, por exemplo, lá há milhares de bandas lendárias. Mas na França, não é bem assim. Existem muitas bandas que tocam fora da França, mas a lista não é tão grande. Portanto, havia uma boa chance de sermos chamados. Então, ainda nos sentimos muito humildes. Foi um momento incrível e um grande impulso para nossa carreira”, disse Duplantier. Quando questionado sobre o tempo entre o convite e a performance, o baterista disse que receberam a proposta em novembro de 2023 e a cerimônia aconteceu em julho de 2024. A banda teve que manter tudo em segredo e colaborou com o compositor musical da cerimônia, uma vez que não puderam tocar suas músicas. Após a apresentação no evento, Mario comentou que as mudanças em sua vida são sutis. O Gojira, que já tem 30 anos de carreira e uma trajetória mundial consolidada, sentiu um impacto positivo, mas não drástico. Ele notou que algumas pessoas o reconhecem mais em lojas, dizendo: “Eu te vi nas Olimpíadas”, mas isso não resultou em uma transformação radical. “Mas não foi uma mudança louca. Além disso, é uma banda que se apresentou; não é como se fosse uma única pessoa. Somos uma banda e uma entidade, então não é como se um de nós fosse o principal com um nome. Na verdade, foi o Gojira se apresentando lá, mas muitas pessoas não percebem que estou tocando no Gojira, como parte da banda também.” “Mas, o que podemos notar é que há um respeito geral pela banda agora, desde que fizemos isso. E, como eu disse, tivemos muita sorte de conseguir fazer isso e conseguido esse bônus.”, concluiu ele. LEIA TAMBÉM: Gojira: apresentação da banda nas Olimpíadas é projetada no Arco do Triunfo, em Paris Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 2 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Van Halen: “Ozzy Osbourne quase fez parte da banda”, afirma baterista
O baterista e co-fundador do Van Halen, em entrevista à Rolling Stone, contou sobre este e vários momentos da história da banda. Além de Ozzy Osbourne, o músico comenta que Chris Cornell e Joe Satriani também quase entraram para a banda. Durante a entrevista, Alex contou como ele e o irmão fizeram o primeiro contato com Ozzy e sua esposa e empresária, Sharon Osbourne, para que o cantor gravasse um álbum com a banda. Alex comentou: “Quando você consegue um cachorro, você não espera que ele seja um gato”, ele disse também que estava aberto a qualquer implicação que houvesse para que o vocalista se juntasse à banda. “Quando você tem o Ozzy, você tem o Ozzy. Toque a música, ele vai cantar e isso vai ser incrível! Apesar do acordo quase ter dado certo, em 2002, o músico inglês acabou entrando para MTV, lançando seu reality show de sucesso, sobre sua família, o The Osbournes. Ozzy Osbourne comentou sobre o acontecimento para a Rolling Stone, “Sim, nós discutimos sobre isso, seria algo que se tivesse se concretizado teria sido fenomenal! Eddie e Alex sempre foram grandes amigos meus, isso já há muito tempo e eu me arrependo de nunca termos feito isso. O The Osbournes na época, me impediu de criar novas músicas, infelizmente”. Alex comentou também sobre a vez em que Chris Cornell tocou junto com ele e o irmão, “Chris estava em um momento frágil da vida dele, mas lembro que eu estava na bateria e ele começou a tocar o baixo, nós tocamos por 45 minutos, cara, ele estava tão envolvido que começou a sangrar, esse é o cara que você iria querer ter em sua banda, mas então ele morreu.” Após a morte de Eddie Van Halen, Alex Van Halen considerou reviver a banda em 2022 com David Lee Roth e músicos da banda solo de Roth, incluindo Joe Satriani na guitarra e o ex-baixista Michael Anthony. No entanto, problemas de saúde de Alex e uma discussão explosiva com Roth, após a sugestão de homenagear Eddie nos shows, levaram ao fim dos planos de reunião. Alex lamentou a falta de trabalho em equipe. Recentemente, ele lançou um trecho de “Unfinished”, a última música que gravou com Eddie, que estará no audiolivro Brothers. LEIA TAMBÉM: Alex Van Halen anuncia turnê para o promover o livro ‘Brothers’ Lucas Falcão Paranaense, amante do rock’n roll e heavy metal desde a adolescência, frequentador de shows e festivais relacionados à cena do metal, sem preconceito com estilo ou vertente, estou sempre aberto a experiências, adoro ler e escrever sobre esse universo ao qual sou apaixonado que é o heavy metal! Via: Wiki Metal

King Diamond estreia as inéditas Spider Lilly e Electro Therapy durante show nos Estados Unidos
Os fãs do King Diamond ansiosos por algum material inédito foram recompensados no início da turnê de 2024, que aconteceu na noite de ontem (15) em San Antonio, Estados Unidos, com a estreia ao vivo de duas novas músicas. As faixas Spider Lilly e Electro Therapy foram tocadas ao vivo pela primeira vez e provavelmente farão parte do álbum The Institute, que há alguns anos vem sendo adiado e agora está previsto para ser lançado em 2025. Veja vídeos filmados por fãs abaixo: Via: RockBizz

Glen Matlock, ex-Sex Pistols, diz que David Bowie mantinha obras de Picasso e Matisse no carro
Glen Matlock, baixista original dos Sex Pistols, contou a história no programa Never Mind the Buzzcocks, game show de música produzido pela BBC. O episódio será transmitido hoje, 16, no canal Sky Two. Matlock, que também tocou com The Damned e Blondie, contou que pegou uma carona no carro de David Bowie após uma apresentação com Iggy Pop em Nova York. “Ele tem o mesmo carro do filme O Homem que Caiu na Terra (The Man Who Fell To Earth, 1976)”, disse o baixista, se referindo à limusine Lincoln Continental 1974 que o personagem utiliza no filme. “Nós todos nos esprememos [dentro do carro], descendo a Madison Avenue, e eu estou sentado no joelho do David Bowie, porque não há lugar para sentar”, continuou. “Deveria haver dois espelhos [no interior], mas no lugar, havia uma pequena pintura. Aí eu disse para ele: ‘Espere um segundo, isso é um Picasso, não é?”, e ele disse “Sim, é”. Quando olhou para o outro lado, Matlock viu outra pintura, de Matisse, e Bowie confirmou. “Então você é um exibido!”, disse Matlock, e Bowie sorriu, dizendo que “sim”. Os apresentadores e participantes do programa, incluindo Courtney Love, caíram na gargalhada. A história já havia sido relatada anteriormente, quando Glen Matlock deu entrevista para o The Times. Confira o vídeo do momento, abaixo: LEIA TAMBÉM: David Bowie ganha uma rua em Paris em sua homenagem Via: Wiki Metal

O Papito não para! ‘Supla e os Punks de Boutique’ é mais um clássico do cantor
Texto por Raíssa Carvalho C’amon kids! Há quem torça o nariz, mas a verdade é que o rock brasileiro conta com uma lenda viva, Supla. Com o seu cabelo de “Xuxa só para rockeiros” e os mesmos bordões desde a antiga MTV, Supla trouxe em seu último álbum (com banda) aquele punk rock já conhecido, mas com temáticas que tocam a atualidade e a realidade de quem vive na capital paulista. Supla e os Punks de Boutique – Transa Amarrada foi lançado em meados de 2023 e está disponível em todas as plataformas de música. São 13 canções com letras divertidas que parecem transitar entre declarações bregas de amor, experiências no centro da cidade e as visões de mundo que o artista deseja reforçar. O álbum é novo, mas não incomoda a nação dos roqueiros saudosistas. Supla manteve na receita ingredientes presentes em suas músicas desde a década de 90. Entre eles, o costume “marketeiro” de misturar o inglês com o português. Destaque para a versão punk de “As It Was”, música do cantor britânico Harry Styles. Yeah, sure he did! O Papito trouxe pautas sérias e atuais “Quem Você Quer Ser Hoje” é uma música que critica de maneira bem humorada a busca excessiva pela viralização nas redes sociais e a ausência de uma identidade própria durante esse processo. Um assunto justo, visto que em quase 40 anos de carreira, Supla tem sido sempre… o Supla. De identidade ele entende! Muita reflexão e metáforas também em “Ratazanas de Iphone”, uma canção que aborda os roubos de celulares que acontecem na região central de São Paulo. A música conta com um clipe de baixo custo que mostra o Supla e a sua banda Punks de Boutique se apresentando na Praça da República. Marcas da sua vida pessoal estão presentes no álbum É certo que uma das principais faixas do disco é a “Transa Amarrada”, um relato +18 de preferências sexuais minimamente curiosas. Mas a verdade é que a intimidade do artista está realmente presente em outras músicas, como em “Eu Sou um Capacho”, que menciona o relacionamento com a sua ex-namorada, a modelo e atriz Nathalia Mastrobiso. A relação teve fim em 2024 de um jeito pouco amistoso e indiretas foram postadas pela ex na internet. Há ainda em “Eles Querem Que Eu Seja um Político”, uma resposta do Supla aos rumores sobre sua suposta candidatura a um cargo público. É válido lembrar que, embora o cantor seja o filho mais velho dos políticos Marta Suplicy e Eduardo Matarazzo Suplicy, ele nunca pareceu interessado em ingressar na mesma carreira dos pais. Por que “Punk de Boutique”? Durante a sua participação no programa Melhor da Noite, da Band TV, na edição que foi ao ar no dia 10/07, Supla comentou sobre o nome do álbum que, inclusive, também é o nome da banda. Em provocação àqueles que sempre utilizaram o termo para se referir a ele de maneira pejorativa, o nosso Charada Brasileiro afirmou que para ser “Punk de Boutique” é necessário ter estilo. Supla e os Punks de Boutique – Transa Amarrada surge em um contexto de aproximação do artista com as novas gerações. Ele conta com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e mantém uma comunicação descontraída com o público através de suas caixinhas de perguntas cheias de duplo sentido. Para aqueles que o acompanham desde a banda Tokyo (1984), fica a interessante experiência de dividir com a galera do “tankar” o gosto por um som do passado que ainda se constrói no presente. Supla irá se apresentar no festival Baihana Suíça que acontece nos dias 19 e 20 de outubro no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, Vitória da Conquista – BA. Os ingressos estão à venda no site oficial da Sympla. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Queen pode lançar material inédito, revela Roger Taylor
Roger Taylor, baterista do Queen, concedeu entrevista à revista Uncut via Music News, em que mencionou um possível lançamento de álbum com faixas inéditas desde o póstumo Made In Heaven, em 1995. Durante o bate-papo, Taylor revelou uma conversa recente que teve com o guitarrista Brian May, deixando assim, os fãs esperançosos por material novo. “Estávamos conversando outro dia, e nós dois dissemos que sentimos que temos algum material bom, então, porque não? Ainda podemos tocar. Ainda podemos cantar. Então, não vejo porque não.” Desde o falecimento de Freddie Mercury, em 1991, o único álbum com faixas inéditas foi Made In Heaven, lançado postumamente há quase 30 anos. Em outubro de 2022, Queen divulgou a música “Face It Alone”, com os vocais de Mercury. Vale relembrar que em 2004, Paul Rodgers assumiu os vocais da banda que em seguida foi ocupado por Adam Lambert, em 2011. Possibilidade de álbum novo Em entrevistas realizadas com Brian May no decorrer de 2023, o guitarrista havia comentado sobre composições feitas com Lambert: “É que vocês [ainda] não ouviram nada disso”, afirmou. Ainda de acordo com May, Lambert não sentiu pressão em compor com a banda. Mas para serem divulgadas, as músicas teriam que estar no “nível do Queen”: “Tem que ser a coisa certa”, revelou. LEIA TAMBÉM: Queen: catálogo musical será vendido por quase R$ 7 bilhões pela Sony Giselly Vitória Jornalista formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), além da música, ama futebol e k-dramas. Atualmente, tem um perfil independente chamado ‘Rock em Síntese’, e já atuou como estagiária em assessoria de imprensa na Seagri-AL e de jornalismo esportivo na Gazetaweb. Via: Wiki Metal

George Lynch admite ter trabalhado um mês não remunerado para Ozzy Osbourne
George Lynch, guitarrista conhecido por ter tocado nas bandas Dokken e Lynch Mob, comenta que nunca chegou a ser pago pelo mês que passou tocando com Ozzy Osbourne antes de lhe ser dito que não seria contratado. Lynch viajou extensivamente com Ozzy e Sharon Osbourne em 1982, pensado que iria ocupar a vaga deixada por Brad Gillis, porém, no fim, a posição foi oferecida a Jake E. Lee. Lynch foi mandado para casa sem nada. Em uma entrevista com o Ultimate Guitar, o guitarrista admite ter tido que se demitir do seu emprego para ir trabalhar com Ozzy em um momento em que não era financeiramente possível. “A minha mulher e eu tínhamos dois filhos e estávamos vivendo em um apartamento” Lynch explica. O artista trabalhava como caminhoneiro para uma distribuidora de licores e levava uma vida satisfatória. “O emprego pagava as contas e mantinha a nossa família segura e tudo isso. E eu tive que me demitir desse trabalho.” explica Lynch. Após um mês nas ruas com Osbourne, o artista revela que “eles não me perguntaram sobre a minha situação, não me pagaram nada” e teria sido mandado para casa sem ter “recebido um centavo por um mês naquela época.” Lynch relembra estar voltando para casa com sua esposa no seu carro de dez anos e, após ter ido buscar os filhos na casa de sua sogra, ao chegar em seu apartamento, teria uma nota de despejo. Não conseguindo pagar o aluguel, teve que se mudar para a casa dos pais de sua mulher. O guitarrista continua: “Eles estavam jogando dinheiro como se não fosse nada. Sharon viajava com malas de dinheiro. Era uma loucura. A gente ia para jantares de $10.000 (aproximadamente R$57 mil na cotação atual)… e a gente nem conseguia pagar o aluguel, sabe?” “Então eu pensei que isso foi bem insensível. Mas dane-se. Eles vivem em um mundo diferente, eu entendo isso. Eu peguei a chance e não vingou.” Lynch conclui. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne fala sobre luta contra o vício e caminho para sobriedade Via: Wiki Metal

Kerry King cita Dwayne Johnson ‘The Rock’ para interpretá-lo em filme biográfico
Notícias Kerry King, guitarrista do Slayer, respondeu algumas perguntas de fãs na revista Metal Hammer e dentro das questões foi perguntado: quem interpretaria King em um filme biográfico? O guitarrista expressou sua opinião dizendo: “O único que se encaixa vagamente na descrição é Vin Diesel. Se você seguir por esse caminho, você também pode dizer The Rock (Dwayne Johnson), mas eu não sou nem de longe tão gigante! Isso seria incrível, no entanto – eu diria The Rock, porque eu gosto de muitas coisas em que ele está.” Kerry e seu projeto solo estarão em uma turnê norte-americana no começo de 2025, incluindo a banda Municipal Waste em participação especial e Alien Weaponry como banda de apoio. O Homem por trás do ‘The Rock’ Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, é um ator, produtor e ex-lutador profissional americano. Sua carreira começou nos ringues da WWE, onde se tornou um dos maiores destaques. O sucesso na luta livre abriu as portas para Hollywood. Seus primeiros papéis foram em filmes de ação, mas logo ele mostrou capacidade de atuar em diferentes gêneros, como comédia, aventura e até animação. Alguns de seus principais filmes são: A Múmia Retorna, O Escorpião Rei, Jumanji e Moana. LEIA TAMBÉM: Kerry King afirma não ter problema em lançar demos com seus vocais Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Mötley Crüe: Nikki Sixx diz que substituir Mick Mars foi a “coisa certa a fazer”
O baixista e fundador do Mötley Crüe, Nikki Sixx, comentou outra vez sobre a decisão do grupo de substituir Mick Mars, guitarrista original da banda, por John 5, ex-guitarrista de Marilyn Manson. Em entrevista recente para a revista britânica Classic Rock (via Guitar.com), Sixx afirmou que apesar da decisão ser difícil, ele acredita que a banda tomou a decisão correta. O músico comentou sobre o estado de saúde de Mick Mars e as atividades da banda antes de sua saída. “Estava ficando cada vez mais difícil fazer qualquer coisa com Mick por causa de seus problemas de memória e suas doenças físicas. E temos muita empatia por isso”, disse. Em seguida, continuou: “Quando Mick deixou a banda, tivemos que fazer uma escolha. E fizemos a escolha certa com John. Desejamos a Mick nada além do melhor”. Sixx deixou claro que a escolha foi “uma decisão autossuficiente”, pensando na continuidade da banda e dos projetos que estavam em andamento. Entretanto, disse que a escolha, apesar de certa, não era “divertida”, principalmente com os fãs “acreditando que fizemos algo que não fizemos”, completou. Durante a entrevista, Sixx também abordou a influência de John 5 no grupo e tranquilizou os fãs afirmando que isso não é um problema. “Eu administro essa banda com punho de ferro e ninguém pode entrar e mexer com a nossa banda, legalmente, em termos de marketing”, disse. Saída de Mick Mars do Mötley Crüe Robert Alan Deal — nome verdadeiro de Mick Mars — é um dos membros originais do Mötley Crüe e esteve presente desde a fundação da banda em 1981. Foi responsável pela coautoria de clássicos como “Dr. Feelgood” e “Girls, Girls, Girls”, além de ser o guitarrista principal nas turnês do grupo. Apesar de incomodar muitos fãs, a saída de Mick Mars da banda aconteceu em razão de suas condições de saúde. Diagnosticado com espondilite anquilosante, doença inflamatória crônica que afeta a coluna e articulações no corpo, o guitarrista se apresentava com dores durante suas últimas turnês. Em 2022, aos 71 anos, Mars anunciou sua aposentadoria dos palcos, mas declarou que estava aberto para gravações de estúdio com o Mötley Crüe. Entretanto, em abril do ano seguinte, o guitarrista processou a banda por motivos financeiros alegando que, após o anúncio de sua aposentadoria, tentaram retirá-lo da banda como um acionista significativo, o que o faria receber apenas 5% dos royalties da turnê. Em janeiro deste ano, um juiz do Tribunal Superior de Los Angeles declarou o fim da batalha judicial com decisão favorável a Mick Mars. Segundo apuração da revista Rolling Stone, o magistrado entendeu que a falta de transparência com o guitarrista, o obrigou a entrar com o processo. Também foi destacado que a equipe jurídica da banda demorou quase oito meses para entregar os documentos ao advogado de Mars. Segundo o advogado, uma arbitragem privada iria resolver o foco do problema. LEIA TAMBÉM: Mötley Crüe lança single ousado, “Cancelled”, em mais novo EP Filipe Souza Mineiro da capital e nascido entre dois momentos históricos do país: o pentacampeonato mundial e a primeira edição do BBB. Estudante de Jornalismo, apaixonado por música, revoltado em tempo integral e revoltoso nas horas vagas. Via: Wiki Metal

Slaughter to Prevail divulga o clipe animado do single Behelit
A banda russa Slaughter to Prevail divulgou o clipe animado do single Behelit. A canção possui um alto índice de peso e agressividade, o que é algo mais do que esperado quando o assunto é Alex Terrible e companhia. Assista: Além do vocalista Alex Terrible, o Slaughter to Prevail conta com os trabalhos de Jack Simmons (guitarra), Dmitry Mamedov (guitarra), Mikhail Petrov (baixo) e Evgeny Novikov (bateria). Tour O grupo está gozando de grande ascensão no mercado musical a ponto de ser uma das atrações do Knotfest Austrália, que vai acontecer em fevereiro e março de 2025 nas cidades de Melbourne, Brisbane e Sydney. Veja a programação do evento no flyer logo abaixo: Via: RockBizz

Knotfest 2024: o que pode levar e não levar no festival
Notícias O Knotfest 2024 acontece neste fim de semana nos dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo, e a organização divulgou o que os fãs podem e não podem levar para entrar no evento. O festival também divulgou os horários dos shows – confira aqui. Entre os itens permitidos estão alimentos industrializados, com a embalagem lacrada originalmente como salgadinhos e bolachas, ou, em caso de necessidade de alguma alimentação especial, deverá ser fornecido pelo solicitante laudo ou prescrição médica. Além disso, o festival permite frutas e verduras apenas cortadas e devidamente adicionadas em embalagem de plástico transparente e não rígido. Já garrafas de água só em embalagem plástica de até 600 ml, sem tampa. Nos itens proibidos, a organização do evento cita garrafas térmicas, rolo de papel, bandeiras e banners com hastes e cartazes de qualquer tipo, guarda-chuvas, roupas ou acessórios com partes afiadas ou de vidro que possam ferir. Confira abaixo a lista completa de itens que podem e não podem entrar no Knotfest 2024: Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

Jake E. Lee, ex-guitarrista de Ozzy Osbourne, é baleado em Las Vegas
Notícias Jake E. Lee, ex-guitarrista do Ozzy Osbourne, foi baleado enquanto passeava com seu cachorro em Las Vegas no início da manhã desta terça-feira, 15. Segundo o radialista norte-americano Eddie Trunk, Lee está no hospital local consciente e se recuperando. Os médicos estão otimistas que o músico se recupere totalmente. “Jake foi atingido três vezes – no peito, no braço e no pé. As balas não atingiram nenhum órgão vital, exceto o pulmão. Mas é esperado que se recupere completamente.” As informações de Trunk vieram do empresário do músico. As autoridades locais estão investigando o tiroteio, que resultou em uma série de tiros em Lee. Até o momento, a polícia acredita ter sido um ato aleatório. Mais informações devem ser divulgadas em breve. Jake E. Lee e Ozzy Osbourne O guitarrista substituiu o falecido Randy Rhoads na banda e fez parte de dois álbuns de Osbourne, Bark At The Moon (1983) e The Ultimate Sin (1986). Seu trabalho com o Príncipe das Trevas aconteceu entre os anos 1982 a 1987. Outros trabalhos Ele também é conhecido por seu trabalho na banda de metal Badlands do final dos anos 80 e início dos anos 90, assim como seu grupo recente Red Dragon Cartel. Além disso, ele lançou álbuns solo, como A Fine Pink Mist (1996) e Retraced (2005). Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

Knotfest divulga horários de shows da edição de 2024
A organização do festival Knotfest divulgou os horários dos shows da edição de 2024 que acontece neste fim de semana, nos dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo. Confira a programação completa logo abaixo. Setlist dos shows do Slipknot no Knotfest Em celebração aos seus 25 anos de carreira, o Slipknot preparou uma apresentação diferente com um set único para cada dia, ou seja, o grupo será headliner dos dois dias de festival. No primeiro dia o grupo fará um set de “best of”, enquanto no dia seguinte tocará o álbum de estreia, autointitulado (1999), na íntegra. A segunda novidade é que essa será a primeira vez que o baterista Eloy Casagrande se apresenta com o Slipknot no Brasil. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Eventim. O lineup conta com 21 artistas e em preparação ao evento, o Wikimetal te apresenta todos eles. Confira aqui. Nova atração também é anunciada para o Knotfest 2024 A primeira data do Knotfest Brasil 2024, no dia 19 de outubro, conta agora com mais uma atração, o Seven Hours After Violet (S.H.A.V.). Vale lembrar que o grupo será a banda de abertura do Babymetal, em sideshow em 21 de outubro, na Audio. Mais informações sobre lineup completo e venda de ingressos para o festival você confere aqui. Sobre o S.H.A.V. Projeto reúne Shavo Odadjian (System of a Down), Michael Montoya (Morgoth Beatz), Josh Johnson (Winds of Plague), Taylor Barber (Left To Suffer) e Alejandro Aranda (Scarypoolparty). O grupo possui três singles lançados. “Paradise”, foi lançado em junho de 2024. Em agosto, o segundo “Radiance” e o mais recente, “Alive”, lançado em setembro. Ambas as músicas fazem parte do álbum homônimo da banda, cujo lançamento está previsto ainda para outubro deste ano. LEIA TAMBÉM: Punk is Coming: festival no Brasil terá The Offspring, Sublime, Rise Against e mais Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

Gojira ainda está em êxtase pela participação na abertura das Olimpíadas, segundo Mario Duplantier
Como todo mundo sabe, o Gojira, banda de death metal com mesclas de prog metal, foi uma das atrações musicais na abertura das Olimpíadas 2024. O evento aconteceu no finalzinho de julho e foi um marco para a música pesada. O quarteto, que foi o primeiro conjunto de metal a tocar em uma cerimônia de abertura de jogos olímpicos, apresentou uma versão metal de Ah! Ça Ira! – canção popular durante a Revolução Francesa, cujo mote era afirmar que tudo ficaria bem e os tempos sombrios de opressão seriam extintos. Recentemente, durante entrevista ao site Heavy Consequence, o baterista Mario Duplantier disse que o Gojira ainda está em êxtase pela participação na abertura das Olimpíadas e por ser o primeiro conjunto de metal a participar da importante festa. “É de arrepiar”, começou Mario. “Na verdade, nós ainda estamos um pouco em êxtase e eufóricos pelo que aconteceu”, garantiu. “Nós ainda estamos tentando entender o que realmente aconteceu em termos do impacto da cerimônia e do impacto no mundo do metal”, refletiu. “Sentimos que as estrelas estavam alinhadas porque somos uma banda francesa, a cerimônia foi na França e dois dos quatro caras que foram os criadores desta cerimônia eram grandes fãs do Gojira e nos ligaram”, explicou. “Além disso, nós também nos sentimos muito sortudos”, completou. Duplantier arrematou: “Não há muitas bandas de metal na França. Imagine se você tem uma cerimônia na Inglaterra, por exemplo, há milhares de bandas lendárias. Mas na França, não é o caso. Você tem bandas que tocam fora da França, mas a lista não é tão grande. Então, havia uma boa chance de sermos chamados. Todavia, nós ainda nos sentimos muito humildes. Foi um momento muito bom e um grande impulso para nossa carreira”. Via: RockBizz

Stryper libera clipe da música Betrayed By Love
O Stryper liberou o clipe da música Betrayed By Love, faixa presente no novo álbum When We Were Kings, o qual saiu pela empresa italiana Frontiers Records. Sobre a canção, o vocalista Michael Sweet falou: “Todos nós fomos traídos pelo amor! Jesus foi traído pelo amor! Achei apropriado escrever uma música sobre isso. É uma balada focada na guitarra, diferente de qualquer outra balada que já fizemos. Espero que você curta”. Assista o vídeo de Betrayed By Love aqui: When We Were Kings está disponível no mercado em vinil amarelo, vinil azul claro, CD, CD + camiseta, vinil + camiseta e digital (download e streaming). Atualmente, o Stryper é formado por Michael Sweet (vocal e guitarra), Robert Sweet (bateria), Oz Fox (guitarra) e Perry Richardson (baixo – ex-FireHouse). Track listing de When We Were Kings: 01. End Of Days02. Unforgivable03. When We Were Kings04. Betrayed By Love05. Loves Symphony06. Trinity07. Rhyme Of Time08. Raptured09. Grateful10. Divided By Design11. Imperfect World Via: RockBizz

Jon Schaffer coopera com a justiça e pode conseguir liberdade condicional
Jon Schaffer cooperou com a justiça e pode conseguir liberdade condicional. É importante explicar que o músico tem envolvimento na invasão ao Capitólio norte-americano em 6 de janeiro de 2021, em protesto a eleição geral ocorrida em novembro de 2020, quando o republicano Donald Trump fora derrotado pelo democrata Joe Biden. Agora, o governo dos EUA solicitou que o guitarrista seja condenado a três anos de liberdade condicional supervisionada. Além disso, Jon terá que pagar ao Estado dois mil dólares em restituição e mais duzentos dólares por uma avaliação especial obrigatória. Schaffer, que é um dos fundadores da seita extremista e ultra direitista Oath Keepers, permanece em liberdade sob a supervisão do Departamento de Serviços Pré-Julgamento de Columbia. O músico golpista chegou a ser preso, no entanto, foi liberado no dia 22 de abril de 2021, após pagar fiança e firmar colaboração com as autoridades norte-americanas para evitar que sua pena aumente após o julgamento. Outra fato importante para se lembrar é que Schaffer declarou-se culpado por duas [obstrução de um processo oficial do Congresso e invasão de propriedade em áreas restritas do Capitólio] das seis acusações que enfrenta na Justiça dos Estados Unidos. Via: RockBizz

Poppy se junta à Spiritbox em “Soft Spine” no Louder Than Life
A banda canadense de heavy metal Spiritbox compartilhou recentemente em seu canal no Youtube, um vídeo de sua performance de “Soft Spine”, com a participação mais do que especial de Poppy, no festival estadunidense Louder Than Life, que aconteceu na cidade de Louisville, Kentucky. Entre as bandas que se apresentaram nos dias do festival, estavam: Korn, Judas Priest, Gojira, Polaris, Architects, Jinjer, entre outros. No entanto, quem chamou bastante atenção, foi Courtney LaPlante, com os seus gritos arrasadores na música “Soft Spine” que foi lançada em setembro passado. Além disso, no setlist escolhido para o festival, LaPlante entregou vocais esmagadores para o público que a assistiu. Surpresas no Setlist Poppy, após ter feito o seu próprio show, entrou de surpresa no meio de “Soft Spine”, e, assim como Courtney, soltou a sua voz e seus gritos. Com a combinação dessas suas vozes, elas acabaram levando o público ao êxtase. Porém, Poppy não foi a única convidada surpresa do set espetacular de Spiritbox. A apresentação da banda recebeu a participação também de Sam Carter, vocalista do Architects para a música “Yellowjacket”, e Tatiana Shmayluk, vocalista do Jinjer para a música “Circle With Me”. Spiritbox está em turnê pela América do Norte e, em novembro, aterrissam no Brasil, para a apresentação de abertura do show do Bring Me The Horizon, juntamente com Motionless In White e The Plot In You, no estádio Allianz Parque, em São Paulo. Poppy também vem ao Brasil ainda esse ano, mas no mês de outubro, para o último dia do Knotfest, que também acontecerá no estádio Allianz Parque. O festival contará com bandas como Bad Omens, Baby Metal, P.O.D, entre outros. LEIA TAMBÉM: Spiritbox lança single “Soft Spine”, primeiro desde EP ‘Eternal Blue’ Via: Wiki Metal

James Hetfield não quer que Metallica “seja apenas uma banda de grandes hits”
O Metallica, até quando não há um novo álbum, sempre mantém suas turnês muito bem sucedidas, e mesmo com a última do álbum 72 Seasons (2023), a banda mantém seus hits de maior sucesso nos setlists pelo mundo, mesclando os clássicos e apresentando as músicas do novo álbum em todas as apresentações da turnê. Durante mais uma participação no podcast The Metallica Report, James Hetfield comentou, conforme transcrição feita pelo Blabbermouth : “Acho que a confiança, o fato de o álbum 72 Seasons ter sido bem recebido e algumas das músicas que estamos tocando ao vivo funcionarem e se encaixarem de forma harmoniosa com todo o catálogo, todos os álbuns que temos.” “Não temos medo disso, mas também não estamos nos excedendo nisso. Sabemos que as pessoas querem ouvir o ‘melhor de’, e você tem que desafiá-las a ouvir algumas das coisas novas também, porque certamente não queremos ser uma banda que apenas toca seus maiores sucessos e pronto.” Hetfield acrescentou : “Tudo faz parte disso. Acho que a nossa confiança, estando no palco, sabendo que todos os erros fazem parte do show. Isso é parte do que dizemos antes de subir ao palco: ‘ei, todos os erros são de graça’. E não é um erro, na verdade, essa palavra é meio ridícula de certa forma.” “É apenas uma maneira única de tocar naquela noite. Todos podem aproveitar o que quer que aconteça naquele momento. E, sinceramente, acho que é um desafio.” O Metallica volta aos palcos com a M72 World Tour em abril de 2025, passando pela América do Norte. LEIA TAMBÉM: Metallica é a primeira da lista de melhores bandas de metal Lucas Falcão Paranaense, amante do rock’n roll e heavy metal desde a adolescência, frequentador de shows e festivais relacionados à cena do metal, sem preconceito com estilo ou vertente, estou sempre aberto a experiências, adoro ler e escrever sobre esse universo ao qual sou apaixonado que é o heavy metal! Via: Wiki Metal

Sepultura: veja como seria se a banda escrevesse “Whenever, Wherever” de Shakira
Notícias Otu, músico e produtor finlandês, que trabalha na Moonic Productions, compartilhou a sua interpretação de como seria se o Sepultura tivesse escrito “Whenever, Wherever” de Shakira. Assista abaixo o cover do artista e ganhe acesso à versão completa da música na sua página do Patreo aqui. LEIA TAMBÉM: Eloy Casagrande sobre entrar no Slipknot: “A razão de eu aceitar foi o final do Sepultura” Via: Wiki Metal

Twisted Sister: Dee Snider revela que Clive Burr influenciou o sucesso “I Wanna Rock”
Notícias Dee Snider, frontman do Twisted Sister, falando com a VRP Rocks, revela como fundiu o inconfundível galope do Iron Maiden no sucesso mundial “I Wanna Rock” do álbum Stay Hungry (1984). Snider: “Eu lembro de estar escrevendo ‘I Wanna Rock’ fazendo os galopes do Maiden e, de repente, eu estava na corrida. Eu disse ao Clive [Burr]enquanto ele estava em Desperado, ‘Tenho que ser honesto… ‘I Wanna Rock’, esse é o seu ritmo, cara.’” Assista abaixo como Dee Snider admite ter escrito o sucesso da banda em 45 minutos e mais: LEIA TAMBÉM: Dee Snider diz que Robert Plant e Dio “não são grandes frontmen” Via: Wiki Metal

Gravações de Jimi Hendrix nunca antes ouvidas serão colocadas para leilão
Fitas mestre que contêm gravações nunca antes escutadas do Jimi Hendrix serão colocadas para leilão, dedicado a suas memórias enquanto vivo. As demos nunca antes lançadas, de acordo com o The Guardian, datam de volta para 1968, dois anos antes de sua morte. São ditas como sendo “bastante diferentes em som e tamanho” comparando com suas versões atuais. As faixas têm cerca de 7 minutos, incluindo as músicas “Up From The Skies”, “Ain’t No Telling”, “Little Miss Lover” e “Stone Free”. Apenas a fita mestre estima-se que será vendida por cerca de £200.000 (aproximadamente R$1.5 milhão na cotação atual). O leilão será feito no dia 15 de novembro, em Londres, através da Propstore, especialistas em cinema, TV e música. O vencedor apenas poderá apreciar das relíquias na privacidade de sua própria casa. Mark Hochman, consultor do leiloeiro, afirma que “estas versões nunca foram escutadas antes, circuladas ou transmitidas antes”. Continua: “Você consegue escutar mais guitarra, que obviamente era o que Hendrix era famoso por. Todos os especialistas que visitaram e escutaram as gravações concordam que estas versões são bastante superiores a todas as suas versões.”, segundo o NME. A coleção de itens será vendida por Patricia “Trixie” Sullivan, que trabalhou como assistente pessoal de Mike Jeffery, gerente de Hendrix, entre 1966 e 1973. Após a morte de Jeffery, em 1973, Sullivan coletou materiais como fitas demo e mestras e outros que os oficiais de justiça não consideraram de valor. É a primeira vez que estes bens serão disponibilizados para leilão. Serão leiloados diversos itens, como fitas raras de gravações de Hendrix, assinadas com sua própria letra, contas de um médico da Harley Street que, de acordo com Hochman, “foi para as suas drogas”. Uma nota de despejo informando que ele estaria sendo despejado de seu apartamento no Ringo Starr’s London e o primeiro contrato de sempre da banda também estarão inclusos nos materiais que poderão ser adquiridos. LEIA TAMBÉM: Jimi Hendrix e a guitarra pegando fogo: dois shows que fizeram história Via: Wiki Metal

John 5 diz que não fala com Rob Zombie desde que deixou a banda
O guitarrista John 5, atualmente membro do Mötley Crüe, revelou em entrevista, que não mantém mais contato com o ex-chefe Rob Zombie desde que deixou sua banda para se juntar ao grupo. A separação profissional entre os dois músicos ocorreu em 2022, após 16 anos juntos. John 5, que foi oficialmente anunciado como o novo guitarrista do Mötley Crüe em outubro daquele ano, substituiu Mick Mars, que se aposentou das turnês devido à espondilite anquilosante, doença inflamatória crônica. Em entrevista ao podcast The Jasta Show, John afirmou que não há ressentimentos entre ele e Zombie, mas que simplesmente não conversaram desde que ele comunicou sua decisão de seguir com o Mötley Crüe. “Rob me desejou boa sorte e disse para eu ‘pegá-los’ e todas essas coisas”, revelou o guitarrista. “Mas nós simplesmente não conversamos. Eu não acho que haja qualquer ressentimento ou algo assim.” Ouça a entrevista de John 5 na íntegra disponível no YouTube: Transição entre bandas A saída de John 5 da banda de Rob Zombie ocorreu de forma um tanto quanto abrupta. Em sua última apresentação com Zombie no festival Louder Than Life de 2022, o guitarrista já havia comunicado sua decisão ao vocalista. Poucas semanas depois, no festival Aftershock, Zombie surpreendeu o público ao apresentar Mike Riggs de volta como seu novo guitarrista, afirmando que ele retornara “após uma ausência de 20 anos”. O baixista do Mötley Crüe, Nikki Sixx, declarou que sentiu culpa por John sair de sua antiga banda. “Não foi minha decisão. Foi decisão de John”. Atualmente a banda de hard rock lançou algumas músicas desde que John 5 se juntou a eles, incluindo “Cancelled”, lançada no começo de outubro. LEIA TAMBÉM: John 5 lança novo single “A Hollywood Story”; veja videoclipe Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal