Entrevistas

Slipknot divulga fotos do primeiro dia do Knotfest Brasil 2024
Pelas redes sociais, o Slipknot divulgou fotos do primeiro dia do Knotfest Brasil 2024. A primeira etapa da festa heavy metal rolou no último sábado, 19 de outubro, no Allianz Parque em São Paulo. Veja: A segunda e última parte do festival está acontecendo neste domingo, dia 20 de outubro, com o line-up bastante variado com nomes como Bad Omens, Till Lindemann, Babymetal, P.O.D., Poppy, Black Pantera, Ego Kill Talent, Seven Hours After Violet, Korzus; Papangu, The Mönic e Seven Hours After Violet. E é claro que o Slipknot será o grand finale do dia, subindo ao palco às 21h. Via: RockBizz

Mesmo com saúde debilitada, Ozzy Osbourne comparece ao Rock And Roll Hall Of Fame
Mesmo com saúde debilitada, Ozzy Osbourne compareceu ao Rock And Roll Hall Of Fame neste sábado, dia 19 de outubro, para ser eternizado como artista solo. A cerimônia de empossamento aconteceu no Rocket Mortgage Fieldhouse em Cleveland, Ohio, Estados Unidos. Como sua saúde está frágil, devido problemas na coluna, pescoço e Parkinson, o Príncipe das Trevas não pôde fazer muitas peripécias no palco. Dessa forma, ele contou com o apoio de vários amigos como os guitarristas Zakk Wylde, Andrew Watt, Steve Stevens e Wolfgang Van Halen, o baixista Robert Trujillo (Metallica) e o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers). Além dos músicos citados, Billy Idol, Maynard James Keenan (Tool) e Jelly Roll emprestaram as suas vozes para homenagear o Madman. Veja nos players abaixo alguns registros da festa: O icônico vocalista britânico também compartilhou alguns registro da cerimônia em suas redes sociais. Assista: Além de Ozzy Osbourne, o evento homenageou outros importantes nomes do rock n’ roll como Peter Frampton, Foreigner e MC5. Alguns outros artistas e grupos fora da jurisdição rock e metal também foram celebradas no Hall of Fame deste ano como Cher, Kool & The Gang e Dave Matthews Band. Via: RockBizz

Eloy Casagrande toca pela primeira no Brasil com o Slipknot; veja vídeos
No último sábado, dia 19 de outubro, o virtuoso baterista Eloy Casagrande tocou pela primeira no Brasil com o Slipknot. O show fez parte da segunda edição do Knotfest Brasil, que também contou com apresentações do Mudvayne, Amon Amarth, Meshuggah, DragonForce, Orbit Culture e outros. Veja nos players abaixo alguns registros amadores do espetáculo: Eloy Casagrande e o Slipknot farão outra apresentação em São Paulo neste domingo, dia 20 de outubro, no citado festival. O line-up de hoje ainda contará com shows de Bad Omens, Till Lindemann, Babymetal, P.O.D., Poppy, Black Pantera, Ego Kill Talent, Seven Hours After Violet, Korzus, Papangu, The Mönic e Seven Hours After Violet. Via: RockBizz

Knotfest Brasil 2024: Confira o que aconteceu no primeiro dia do festival
Após dois anos de preparação, a segunda edição do Knotfest Brasil finalmente abriu suas portas para dois dias de shows marcantes – após ter sido adiada. O primeiro dia de evento levou ao Allianz Parque, em São Paulo, aquela já conhecida multidão que moldou seu gosto musical baseado nos anos 90 e 2000, usando os clássicos moletons da Adidas, camisetas com as bandas da época, e claro, fãs fantasiados com o look da banda idealizadora do festival: Slipknot. A chuva não espantou o público que compareceu desde o início, e foi comparecendo com o passar o dia. Novas gerações e veteranos no primeiro dia do Knotfest O dia foi marcado por shows inesquecíveis. E apesar do show mais esperado ser o do Slipknot, teve apresentações para todos os gostos, equilibrando entre os veteranos como Mudvayne, Dragonfoece e POD e as novas gerações como Poppy, Bad Omens e Babymetal. Além das bandas nacionais que representam quase metade do lineup. Abrindo as apresentações do sábado no palco Maggot Stage, as brasileiras do Eskrota estreiam no Knotfest, levando seu crossover politizado ao Allianz Parque. A banda composta majoritariamente por mulheres e que buscam conquistar esse público, estão dando cada vez mais evidência para o mulher no rock, e são a atração mais esperada do Knotfest pelos leitores do Wikimetal. A apresentação foi calorosa, logo cedo, reunindo muitas pessoas que agitaram com mosh e os fãs de longa data que cantaram todas as músicas. Abrindo o palco principal, KnotStage, os suecos do Orbit Culture mostram o porquê tem sido tão elogiados pelo mundo. Estreando no Brasil após 10 anos de formação, eles ganharam elogios de nomes como Trivium e Machine Head. A banda fez uma apresentação poderosa, deixando a multidão agitada com energia. Os rosnados do vocalista Niklas Karlsson estavam tão ferozes e com uma técnica que surpreendeu o público. Com certeza, saíram do palco com uma nova legião de fãs. A ideia do festival foi intercalar as bandas nacionais e as internacionais entre os palcos, seguindo essa ideia, a próxima banda a se apresentar foi o Kryour. A banda brasileira de death metal melódico vem ganhando destaque e conquistando seu espaço entre os nomes do metal nacional. Os jovens integrantes mostraram sua habilidade e técnica em um show rápido mas muito caloroso. A velocidade do Dragonforce marcou presença no Knotfest Brasil 2024 Representando os veteranos, Dragonforce mostrou ao público mais jovem que fazem jus ao título de lendas do power metal. A banda tem uma habilidade e ouso falar que é a banda mais rápida do metal, surpreendendo todos que tiveram o prazer de assistir essa apresentação. O show contou com duelos épicos de guitarra de alta velocidade e um setlist de músicas memoráveis. Claro que não podia faltar a mais famosa no setlist, “Through the Fire and Flames”, que muitos ali conheciam devido ao jogo Guitar Hero – e que aposto que a maioria não sabia quem era -, e para nossa surpresa, covers inusitados do clássico “My Heart Will Go On” da Celine Dion e “Wildest Dreams”, da Taylor Swift. A celebridade pop apareceu no telão em uma foto vestindo a camiseta da banda. Dragonforce entregou uma festa, uma celebração. Representando bem o metal nacional neste sábado, vamos falar de bandas que com certeza quase todo mundo já assistiu pelo menos uma vez: Eminence, Project 46, Krisiun e Ratos de Porão. Bandas que são destaque no Brasil, partindo dos novatos (mas nem tanto) do Eminence. Carregando o sangue do tradicional metal mineiro, entregaram um show digno de grandes festivais da gringa. Neste momento, a garoa começou, mas isso não impediu que o show fosse tão impactante quanto os anteriores. Project 46, subiu ao palco do Knotfest Brasil pela segunda vez, com uma banda reformulada mas que mantém a potência que os fez ganhar destaque. Krisiun e Ratos de Porão, os maiores do death metal e punk/hardcore no Brasil, dispensam comentários. Fizeram o que sabem fazer de melhor, rendendo muito mosh e rodas. 40 anos de carreira do Meshuggah Voltando às bandas gringas, que realmente foi o motivo da maioria do público comparecer. O Meshuggah subiu ao palco carregando uma experiência de quase 40 anos de carreira. A banda sueca se apresentou após oito anos da sua última passagem pelo Brasil. E entregou um show potente que revisitou singles de quase todos os discos da carreira. Tudo isso além de singles do último álbum Immutable (2022). O show do Meshuggah desafiou o público comum, através de estruturas musicais complexas e cheias de peso, fugindo das convenções básicas do metal progressivo. Este show garantiu que a banda aumentasse sua base de fãs. Outra banda veterana e muito aclamada também foi um dos destaques do festival, apesar de ser um pouco fora dos estilos do lineup. Amon Amarth levou sua temática icônica para o Knotfest Brasil, com um palco ao estilo viking que serviu de piada para alguns e emoção para outros. O acontecimento que rendeu memes não podia faltar: fãs (e entusiastas) remando uma Drakkar imaginária durante a música “Put Your Back Into the Oar”. O esperado show do Mudvayne no Knotfest Brasil Além do SlipKnot, o show mais esperado, sem dúvida, foi o Mudvayne. A banda americana fez sua estreia no Brasil, sendo ovacionada pelos fãs de new metal que esperaram anos para finalmente assistir um dos ícones do estilo. Após altos e baixos, a personificação do new metal elevou o nível do estilo com sua música agressiva e rápida. Além do visual marcante com maquiagem e vestimentas que fizeram os jovens da época se identificarem rapidamente. Ver uma banda como o Mudvayne de volta sentindo o amor dos fãs enquanto se envolve com novos fãs do gênero é algo incrível. E quem esteve presente neste sábado, fez parte dessa história. O setlist do Mudvayne contou com todos os hits da carreira, e provaram que continuam energéticos, apesar dos vocais de Chad não alcançarem tão bem as notas. O guitarrista original Greg Tribbett não esteve presente nos shows devido a problemas familiares, sendo substituído pelo guitarrista de turnê Marcus Rafferty. Ele já atuou como técnico de guitarra para várias bandas de metal. Uma estreia memorável que esperamos há anos, provando que Chad estava certo, pois sua motivação para reunir a banda foram os

Floor Jansen (Nightwish) libera vídeo ao vivo de Fire
A cantora holandesa Floor Jansen (Nightwish) liberou o vídeo ao vivo de Fire. A canção está presente no repertório de seu primeiro álbum de estúdio solo, Paragon, o qual saiu em março de ano passado (2023). Na legenda do vídeo, Floor escreveu: “Estou animada em compartilhar esta versão simplificada de Fire com todos vocês, apresentada no VPRO On Stage. É uma música que significa muito para mim, e apresentá-la assim é como compartilhar um pedaço da minha alma. Sair em turnê grávida da minha segunda filha, Lucy, foi uma grande aventura! Agora, eu estou ansiosa para minha turnê em 2025, a qual compartilharei algumas histórias muito pessoais sobre minhas experiências com o câncer e gravidez e como foi equilibrar tudo isso com minha carreira musical”. Recentemente, Floor anunciou sua primeira turnê por teatros, Strijdlust, que acontecerá na Holanda em setembro e outubro de 2025. Até o momento, a cantora confirmou dez datas. Veja: Via: RockBizz

Alex Van Halen diz que o Van Halen não foi mais o mesmo depois da saída de David Lee Roth
Em uma nova entrevista com a Billboard, Alex Van Halen disse que o Van Halen não foi mais o mesmo depois da saída do vocalista David Lee Roth em 1985. “Depois que Dave saiu a banda não foi mais a mesma”, disse o baterista. “Não estou dizendo que foi melhor ou pior ou nada disso. O fato é que Ed [Eddie Van Halen] e eu fizemos nosso melhor trabalho sempre que tocamos.” E continuou: “Sempre demos o nosso melhor. Mas a mágica estava nos primeiros anos, quando não sabíamos o que estávamos fazendo, quando estávamos dispostos a tentar qualquer coisa.” Em outra parte da entrevista, Alex explicou por que escolheu focar no relacionamento com seu irmão Eddie no livro autobiográfico Brothers, em vez de quaisquer rixas que teve com seus companheiros de banda. “Não é sobre sujeira”, disse Alex. “Se eu começar a mostrar a sujeira, isso nunca vai acabar. Acho que algumas pessoas gostariam disso; é assim que os projetos são vendidos hoje em dia. Acho que isso divide o público, e não estamos aqui para dividir.” O livro autobiográfico de Alex Van Halen, Brothers, será lançado no dia 22 de outubro e já está disponível para pré-venda aqui. Via: RockBizz

Cinco músicas para aquecer para o show do Sleaford Mods
Neste ano, o Sleaford Mods vem ao Brasil pela primeira vez em sua carreira. A banda porém tem longo tempo de estrada, já que teve sua formação em 2007. O duo inglês de post punk é composto por Jason Williamson como vocalista e o instrumentista Andrew Fearn. Suas letras tratam de temas políticos e da classe trabalhadora. Seu último lançamento foi o disco UK GRIM de 2023 e esse ano comemoram o aniversário de dez anos do cultuado Divide And Exit. O trabalho do duo é reconhecido sendo referenciado por Iggy Pop. Além disso, já participaram de quadros como o que convencem Robbie Williams a tirar a roupa. Outra curiosidade é que Williamson apareceu no último episódio da famosa série Peaky Blinders. Cinco músicas para conhecer Sleaford Mods Primeiramente a música escolhida é “Jobseeker” do disco de 2020, All That Glue. Sua letra discorre sobre entrevistas de emprego que ninguém quer, mas que as pessoas são obrigadas a fazer para manter seus benefícios sociais na Inglaterra. Durante os anos, diversos músicos gravaram com o Sleaford Mods. A próxima música, “Nudge It”, conta com a participação de Amy Taylor da ótima banda Amy And The Sniffers que deve passar pelo Brasil no ano que vem. Em “B.H.S.”, o duo critica a empresa British Home Stores que faliu e deixou seus funcionários em péssimas condições enquanto seus donos fugiram. Em seguida temos “Tweet Tweet Tweet” , que mantem seu tom critico ao tocar em temas atuais como o vício em redes sociais e a ascensão de extremistas de direita. Com uma batida constante, mesmo completando dez anos, a faixa continua a ressoar na atualidade. Por fim, “Tied Up In Nottz” é uma das músicas mais ouvidas da banda. Ela é uma boa faixa para apresentar a banda a novos ouvintes já que resume a energia do Sleaford Mods. Em novembro a banda chega ao Brasil, com abertura da banda brasileira Black Pantera. O show acontecerá no Carioca Clube em São Paulo onde o público poderá finalmente vê-los ao vivo. Fernanda Kalil Desde a infância teve a música como parte fundamental da vida. Como nunca teve talento pra música, escreve. Constantemente em busca de novos sons, mas nunca esquece os clássicos. Apaixonada por shows, sempre dá um jeito de ir mesmo morando no interior. Via: Wiki Metal

Kiko Loureiro lança seu novo álbum ‘Theory of Mind’
Notícias O guitarrista Kiko Loureiro, lançou nesta sexta-feira, 18, seu sexto álbum de estúdio, Theory of Mind. O trabalho sucede Open Source, eleito o melhor álbum de 2020 pela revista Guitar World. No novo projeto, Kiko aborda as interações entre humanos e inteligência artificial e explora o conceito da teoria da mente, que trata da capacidade de entender os estados mentais de outras pessoas. Conforme publicado pela 89, a Radio Rock, o músico vem com uma proposta musical inovadora. O álbum reflete sobre as emoções e a comunicação em um mundo marcado pela rápida evolução tecnológica. Para Kiko, o conceito central não é apenas teórico. Ele acredita que a tecnologia pode transformar a forma como entendemos uns aos outros. “O conceito de teoria da mente é essencial para a interação humana. Mas, à medida que a inteligência artificial avança, questionamos se as máquinas poderão compreender esses estados mentais”, afirma o guitarrista. Theory of Mind foi gravado com Felipe Andreoli no baixo, Bruno Valverde na bateria e Maria Ilmoniemi nos teclados. A produção ficou a cargo de Adair Daufembach, com mixagem de Jacob Hansen. O álbum reforça a habilidade de Kiko Loureiro em unir música e tecnologia. Confira as faixas de Theory Of Mind: Borderliner Out of Nothing Mind Rise Talking Dreams Blindfolded Point Of No Return Raveled Lost in Seconds The Other Side of Fear The Barefoot Queen Finitude LEIA TAMBÉM: Kiko Loureiro revela novo single “Mind Rise” com riffs cativantes e diretos Paula Butter Curitibana, frequentadora de shows de rock desde 1996, nacionais, internacionais e de bandas locais. Alguns registrados em minhas redes sociais, outros em ingressos físicos de uma época onde não existia QR Code. Apaixonada por rock e metal, livros, cinema, bons vinhos e amigos. Atualmente, engajada em conhecer e divulgar as bandas do metal brasileiro. Graduada em Design e Direito, pós graduada em Marketing e Sommelier. Via: Wiki Metal

Foreigner: Saiba por que Mick Jones e Dennis Elliott não comparecerão no Rock And Roll Hall Of Fame
Mick Jones e Dennis Elliott não comparecerão à cerimônia de introdução do Foreigner no Rock And Roll Hall Of Fame que acontecerá neste sábado, 19 de outubro, no Rocket Mortgage FieldHouse em Ohio, Estados Unidos. Elliott, que foi baterista do grupo de 1976 a 1993, anunciou na quinta-feira (17) que não compareceria devido a um problema não especificado, mas “totalmente inaceitável” com a programação que lhe foi fornecida para o evento. “Finalmente nos deram a programação ontem à noite, e não é do nosso agrado”, o baterista escreveu no Facebook. “Então, ficaremos em casa. Estamos pedindo isso há semanas, e eles esperaram até o último minuto para enviar”. De acordo com a Billboard, “um ponto específico da discórdia era que apenas os membros da banda andariam no tapete vermelho antes do show, sem seus cônjuges” e que Jones não comparecerá devido à sua batalha atual contra a doença de Parkinson, um diagnóstico que o guitarrista fundador da banda revelou no início deste ano. A banda emitiu sua própria declaração, observando que “os membros originais Lou Gramm, Al Greenwood e Rick Wills estarão lá para receber os prêmios em nome do líder e fundador da banda, Mick Jones e Dennis Elliott, junto com os de Ian McDonald e Ed Gagliardi, que faleceram alguns anos atrás”. Nomes como Slash, Sammy Hagar, Chad Smith, Demi Lovato e Kelly Clarkson se apresentarão em homenagem ao Foreigner na cerimônia que será transmitida ao vivo pelo Disney+ e pela plataforma Hulu. Via: RockBizz

Ozzy Osbourne expressa choque ao saber do tiroteio envolvendo seu ex-guitarrista, Jake E. Lee
Ozzy Osbourne revelou ter ficado em choque ao receber a notícia de que seu ex-guitarrista Jake E. Lee foi vítima de ataque na madrugada desta terça-feira, 15, em Las Vegas. As balas chegaram a atingir peito, braço e pé do guitarrista. As autoridades policiais, ao investigarem a origem do tiroteio, acreditam que Lee não foi alvo direto do ataque, mas vítima do acaso ao estar presente coincidentemente durante a troca de tiros. Até o momento os culpados não foram localizados, de acordo com a Las Vegas Metro Police (via TMZ). Em declaração feita ao TMZ, Osbourne revela estar em choque com a notícia: “É apenas mais um ato sem sentido de violência armada”. O lendário cantor comentou, ainda, que estava há quase 37 anos sem ver Lee, deixando uma mensagem de apoio à filha dele, Jade: “Só espero que ele fique bem.” Enquanto o departamento de polícia investiga o incidente, ainda internado, Jake E. Lee e sua família pediram aos fãs que respeitassem a sua privacidade, sem deixar de comemorar: “sou um homem de sorte por estar vivo” (via TMZ). 37 anos que separam Jake E. Lee e Ozzy Osbourne O guitarrista esteve ao lado de Osbourne entre os anos de 1982 e 1988, participando da produção e composição dos álbuns Bark at the Moon (1983) e The Ultimate Sin (1986). Após o período que esteve com Ozzy, o guitarrista, depois de um período afastado dos palcos e da indústria musical, formou a banda de hard rock Badlands, ao lado de Ray Gillen e Eric Singer, chegando a lançar três álbuns: Badlands (1989), Voodoo Highway (1991) e Dusk (1998). O grupo encerrou oficialmente em 1998, com o lançamento do álbum Dusk, após 5 anos da morte de Ray Gillen. Depois de alguns anos em hiato, em 2013, Lee lança seu novo projeto chamado Red Dragon Cartel, com debut em mesmo nome e posterior segundo álbum intitulado de Patina (2018). Ambos os projetos, apesar de bastante apoiados pelos fãs, não escaparam de problemas entre os integrantes. LEIA TAMBÉM: Jake E. Lee, ex-guitarrista de Ozzy Osbourne, é baleado em Las Vegas Luhana Botinelly Fã apaixonada por heavy metal, em especial thrash, death e power metal, desde os 13 anos de idade. Influenciada pelo bom gosto musical do pai e dos seus discos de vinil guardados. Adora estudar música e arrisca dizer que aprende piano. Trabalha, feliz da vida, com a Wikimetal desde setembro de 2024. Via: Wiki Metal

Knotfest Brasil divulga informações úteis para o público curtir o festival
A segunda edição do Knotfest Brasil vai rolar neste final de semana, nos dias 19 e 20 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo. Dessa forma, a produção do evento divulgou informações úteis para o público curtir o festival. Itens permitidos no fest são: alimentos industrializados, com embalagem lacrada originalmente como salgadinhos e biscoitos. Caso a pessoa tenha necessidade de uma alimentação especial, um laudo ou prescrição médica deverá ser apresentada. Estão liberados também frutas e verduras cortadas e devidamente condicionadas em embalagens de plástico transparente e não rígido. Garrafa d’água em embalagem de até 600ml e sem tampa está liberado. Já medicação só com a apresentação de receita médica. De acordo com a produção, os portões vão se abrir a partir das 11h. O público que adquiriu o pacote VIP poderá entrar a partir das 10h45. Veja na postagem logo abaixo todas as informações para que você possa curtir o festival sem nenhum pingo de preocupação. Além do Slipknot, o festival receberá no sábado Mudvayne; Amon Amarth; Meshuggah; DragonForce; Orbit Culture; Ratos de Porão; Krisiun; Project46; Eminence; Kryour e Eskröta. No line-up de domingo estão Bad Omens, Till Lindemann; Babymetal; P.O.D.; Poppy; Black Pantera; Ego Kill Talent; Seven Hours After Violet; Korzus; Papangu, The Mönic e Seven Hours After Violet. Via: RockBizz

João Gordo traz energia punk para versão de “Tropicana”, de Alceu Valença
Notícias O vocalista do Ratos de Porão João Gordo lançou sua versão punk rock da canção “Tropicana (Morena Tropicana)”. Lançada originalmente em 1982 no disco Cavalo De Pau, a música é um dos maiores sucessos da carreira de Alceu Valença. Nesta nova versão, João Gordo transforma a canção com sua energia irreverente e guitarras distorcidas. “Tropicana (Morena Tropicana)” é o último single que antecipa Brutal Brega: MPB Mode, álbum que irá reunir versões punk de diversos clássicos da música brasileira, de artistas como Luiz Gonzaga, Belchior e outros. Anteriormente, João Gordo já havia disponibilizado como single versões de “Coroné Antonio Bento”, de Tim Maia, e “Atrás do Trio Elétrico”, de Caetano Veloso. O projeto completo será disponibilizado nas plataformas de streaming e em CD no dia 22 de novembro, pelo selo Wikimetal Music. O álbum é uma continuação do Brutal Brega (2022) e produzido também por Val Santos (VIPER, Toyshop). O primeiro álbum já está disponível em todas as plataformas e em CD pela Wikimetal Store. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Trabalhador viciado em heavy metal ganha aposentadoria por invalidez
Roger Tullgren, de 42 anos, teve seu vício por heavy metal reconhecido, em 2015, pelo Tribunal de Hasslehölm, na Suécia. O professor de Direito Laboral e Previdenciário, Francisco Trujillo, da Universitat Jaume I, em Castellón, Espanha, foi quem relembrou o caso através da rede social LinkedIn. Em sua publicação, este caso curioso aconteceu no dia 3 de fevereiro de 2015, quando Tullgren tentou fazer com que sua condição fosse reconhecida pelo governo, o que não foi uma tarefa fácil, pois o processo levou uma década. Roger tem uma forte paixão pelo estilo musical desde pequeno e, desde então, tem dificuldades em manter seus empregos devido à necessidade de ir a todos os shows de heavy metal possíveis, tendo participado de mais de 300 eventos em 2006 De acordo com a Folha de Pernambuco, o sueco admite ter estado “completamente perdido”, uma vez que a vida dele era só metal: “Sou tão teimoso que queria mostrar que o metal é a única coisa na minha vida, a maior e melhor coisa que já aconteceu comigo.” Para fazer com que o seu vício fosse reconhecido como deficiência, Tullgren entrou numa luta exaustiva com o governo sueco, tendo que “brigar muito” com ele. Após várias idas e vindas aos tribunais, foi concebido a Roger o direito a um subsídio de 400€ (aproximadamente R$2453 na cotação atual). A pensão parcial por invalidez fez com que conseguisse conciliar a sua paixão por música e o seu trabalho a meio tempo como lavador de pratos em um restaurante, uma vez que lhe fora permitido vestir suas roupas preferidas. LEIA TAMBÉM: Ouvir metal no trânsito pode causar direção perigosa, segundo estudo Via: Wiki Metal

Linkin Park: Mike Shinoda sai em defesa da vocalista Emily Armstrong
Em novo episódio do Live One Podcast, o atual líder do Linkin Park, Mike Shinoda, saiu em defesa da vocalista Emily Armstrong. É importante esclarecer que a moça é a substituta de Chester Bennington, cantor que faleceu em julho de 2017. Mike falou: “Quando ela [Emily Armstrong] canta, é com muita paixão. É cem por cento ela, e essa é a melhor parte. Ela não está tentando ser Chester, ela não está tentando ser outra pessoa. Ela é ela e é por isso que funciona”. O músico completou: “O vocal dela soa maravilhosamente bem. Além disso, ela trouxe muita energia para a banda”. Com a morte de Chester Bennington, o Linkin Park ficou sete anos na geladeira, fora de qualquer circulação pública. Somente no mês passado que o grupo retomou publicamente as atividades, fazendo shows e lançando novos sons. Apesar das críticas de uma parcela do público, o novo single do conjunto, The Emptiness Machine, chegou ao quarto lugar das paradas britânicas e à vigésima quinta posição da Billboard’s Hot 100 nos EUA. A banda também esgotou os shows que fez em Londres, Nova York e Los Angeles. O grupo norte-americano vai lançar seu novo álbum de estúdio, From Zero, no dia 15 de novembro pela Warner Records. Track listing de From Zero: From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: RockBizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Arch Enemy, Poppy, João Gordo e mais
Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Arch Enemy, João Gordo, Poppy, The Struts e mais; novo álbum do Jerry Cantrell; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Jerry Cantrell – I Want BloodPara quem gosta de: metal Bia Cardoso Fã de rock desde muito cedo, é estudante de jornalismo e trabalha, também, criando conteúdo para a internet. Já foi host de podcast e atualmente está completamente focada na área de jornalismo especializado. Apaixonada por música, é entusiasta, em especial, do hard rock e heavy metal. Via: Wiki Metal

Dani Matos, irmão de Andre Matos, é o novo baixista do Viper
Dani Matos, irmão de Andre Matos, é o novo baixista do Viper. O músico é o substituto de Pit Passarell, um dos membros fundadores do grupo, que faleceu em 27 de setembro, devido problemas causados por um câncer no pâncreas. Sobre a entrada do músico, a banda emitiu uma nota pelas redes sociais. Ela informa: “Dani Matos, oficialmente o novo baixista do Viper, enviou uma mensagem após o anúncio de sua entrada na banda. ‘O Viper sempre fez parte da minha vida. Foi vendo eles ensaiarem que comecei a pensar em ser músico. Foi vendo eles tocarem que aprendi muito do que sei sobre a dinâmica de uma banda. Quando meu irmão se foi, esses caras foram muito atenciosos, ligando para mim e para minha mãe, preocupados em saber como estávamos e como poderiam ajudar. Conto isso para que vocês tenham uma ideia do quanto me sinto honrado por poder contribuir e retribuir ao Viper um pouco do muito que eles me deram. Acho que não existe uma palavra bonita o suficiente para descrever tudo que sinto. Pit forever, Rebel Maniacs’”. O conjuntou encerrou a postagem agradecendo as palavras gentis de Dani e prometendo mais novidades para o futuro. Via: RockBizz

Blitz Vega divulga o videoclipe de Pass The Gun
O músico britânico Andy Rourke, que faleceu em 2023, participou de alguns dos álbuns mais influentes de todos os tempos, não só com o seu catálogo com The Smiths, mas também com outros projetos: do Freebase ao D.A.R.K. Em seus últimos anos de vida, ele continuou mostrando sua criatividade ao se juntar com Kav Sandhu, que foi membro do Happy Mondays, para formar o Blitz Vega: uma banda enérgica que desafia o rock. Agora, mais de um ano depois da morte de Andy, o Blitz Vega lançou seu tão esperado álbum Northern Gentleman. Já no fim da vida de Andy, Kav prometeu ao seu amigo que terminaria o álbum no qual passaram anos trabalhando. Mas voltar para o estúdio para terminar a mixagem do disco sem Andy foi uma tarefa difícil para Kav. A sua dedicação e paixão resultaram em algo especial, que não só é um adeus a um amigo mas também serve como celebração à vida. Poderia ter sido apenas uma elegia, mas como se pode ouvir nos singles Disconnected, Strong Forever (com participação de Johnny Marr), Lost Myself, Lost & Found, Love City e LA Vampire, o que saiu foi uma mistura de sons com toques de classic rock, punk de Los Angeles, eletrônico e glam dos anos 70. De acordo com Kav, as músicas do álbum trazem uma mistura de emoções: a tristeza pela perda do amigo Andy, mas também as memórias que ficaram por conta da amizade e colaboração musical entre os artistas. “Eu ouço a voz dele na minha cabeça, relembrando tudo o que nós conversávamos quando estávamos gravando no estúdio. Eu vejo ele sorrindo pra mim”, disse kav. “Em uma das minhas últimas viagens a Los Angeles, eu estava dirigindo para o estúdio quando eu senti que Andy estava lá, sentado ao meu lado, como já esteve muitas vezes antes, falando de música, empolgado pelo projeto que estávamos realizando. Por isso, todas as músicas significam muito pra mim”, completou. Como promoção ao Northern Gentleman, o Blitz Vega divulgou o videoclipe de Pass The Gun. Veja: Via: RockBizz

Kiko Loureiro lança o novo álbum Theory of Mind; ouça
O guitarrista Kiko Loureiro acaba de lançar nesta sexta-feira (18) seu sexto álbum de estúdio, intitulado Theory of Mind, que mergulha nas interações entre humanos e inteligência artificial, além de abordar o conceito psicológico da Teoria da Mente – a capacidade de reconhecer e interpretar os estados mentais dos outros. O álbum traz uma visão única sobre as complexidades emocionais e a comunicação em tempos de rápida evolução tecnológica. Kiko Loureiro refletiu sobre o conceito de Theory of Mind: “Quando comecei a escrever, senti que estava explorando novas ideias, em vez de seguir um projeto definido. A música é uma forma de revelar camadas ocultas do pensamento e da emoção, e este álbum me levou a territórios inexplorados. O conceito de Theory of Mind não é novo. É um termo psicológico, desenvolvido inicialmente para descrever a habilidade humana única de reconhecer e interpretar os estados mentais dos outros. Usamos isso todos os dias, muitas vezes de forma inconsciente, para navegar no mundo social, para sentir empatia, para prever o que os outros podem sentir ou pensar. Isso se torna ainda mais profundo quando aplicado àqueles que vivem a vida de maneira diferente, para quem a Theory of Mind não é algo natural. Nessas pessoas, as lacunas no entendimento podem ser pontes para formas mais profundas de ver o mundo. Este álbum busca capturar essa complexidade – a luta, a beleza e o desconhecido que surgem ao interpretar as mentes dos outros. Eu vi isso de perto, tanto na minha própria vida quanto através de pessoas próximas a mim. Observar alguém lutando para se conectar intuitivamente com os outros ou ver como as pessoas são frequentemente incompreendidas porque processam o mundo de forma diferente começou a moldar meu pensamento. Como podemos entender aqueles cujas mentes funcionam de maneiras que não conseguimos compreender de imediato? Como eles nos entendem? Essas perguntas pesaram sobre mim e se tornaram uma força motriz por trás deste álbum. Eu queria refletir essas experiências pessoais musicalmente, criando uma paisagem emocional onde o ouvinte pudesse embarcar nessa jornada, mesmo que por um momento”. Gravado com Felipe Andreoli (baixo), Bruno Valverde (bateria) e Maria Ilmoniemi (teclados), o álbum foi produzido por Adair Daufembach e contou com a mixagem e masterização de Jacob Hansen. Ouça abaixo: Via: RockBizz

Kreator libera versão ao vivo de 666 – World Divided
O grupo alemão, Kreator, liberou a versão ao vivo de 666 – World Divided. A gravação do material aconteceu no Chile em abril de 2023. Já a versão em estúdio saiu no ano de 2020, em um split de sete polegadas com o Lamb of God. No momento, o Kreator está nos Estados Unidos fazendo a promoção da Klash Of The Titans Tour, que é ao lado do Testament e Possessed. O giro vai se estender até o final deste mês; depois disso, a banda fará uma turnê pelo Reino Unido e Europa até meados de dezembro. O itinerário do conjunto é o seguinte: Outubro18 – Houston, TX – White Oak Music Hall (Lawn)19 – San Antonio, TX – The Aztec20 – Dallas, TX – The Factory22 – Denver, CO – Fillmore Auditorium23 – Albuquerque, NM – Albuquerque Convention Center24 – Phoenix, AZ – The Van Buren26 – Los Angeles, CA – Palladium27 – San Francisco, CA – The Warfield Novembro21 – Manchester, UK – O2 Apollo22 – Wolverhampton, UK – Civic Hall23 – London, UK – Eventim Apollo25 – Dublin, Irlanda – 3 Arena27 – Glasgow, UK – OVO Hydro29 – Paris, França – Zenith30 – Düsseldorf, Alemanha – Mitsubishi Electric Halle Dezembro01 – Munich, Alemanha – Zenith03 – Esch-sur-Alzette, Luxemburgo – Rockhal04 – Zurich, Suíça – Halle 62206 – Milan, Itália – Alcatraz07 – Stuttgart, Alemanha – Schleyerhalle08 – Berlin, Alemanha – Uber Eats Music Hall10 – Budapest, Hungria – Barba Negra11 – Katowice, Polônia – Spodek13 – Frankfurt, Alemanha – Jahrhunderthalle14 – Hamburg, Alemanha – Edel Optics Arena15 – Den Bosch, Holanda – Mainstage Via: RockBizz

Paul McCartney: uma aula da história do rock em São Paulo
Texto por Marcelo Gomes Em menos de um ano, Paul McCartney retornou a São Paulo para dois shows esgotados no Allianz Parque. Coincidência ou não, a primeira data, 15 de outubro, foi o Dia dos Professores no Brasil; nada mais apropriado do que uma aula de história do rock para mais de 40 mil pessoas com um ex-Beatle. O show de Paul McCartney em São Paulo foi um espetáculo que transcendeu gerações, com um setlist cuidadosamente escolhido para celebrar tanto sua carreira solo quanto os icônicos hits dos Beatles. Abrindo com “A Hard Day’s Night”, o público foi imediatamente transportado à era de ouro da banda. A energia permaneceu em alta com faixas como “Junior’s Farm” e “Letting Go”, esta última com alguns de seus músicos tocando no meio da arquibancada. O simpático Paul lançou um “O Pai Tá On” antes de tocar “Come On To Me”, e nem precisa dizer que o estádio veio abaixo. Ao final, ainda tirou seu terno, gerando completa histeria. Em seguida, veio “Let Me Roll It”, do Wings, com uma pequena homenagem a Jimi Hendrix, tocando “Foxy Lady”. Um dos momentos mais emocionantes foi quando Paul dedicou, em português, “My Valentine” à sua amada esposa, Nancy Shevell, presente na plateia. A canção trouxe uma atmosfera romântica ao show, demonstrando o lado mais pessoal e carinhoso de McCartney. Em seguida, músicas como “Maybe I’m Amazed” e “I’ve Just Seen a Face” mostraram toda a sensibilidade do músico ao piano e ao violão, destacando sua habilidade única de conectar-se profundamente com os fãs. A inclusão de “In Spite of All the Danger”, um dos primeiros lançamentos de sua banda inicial, The Quarrymen, foi uma grata surpresa para os fãs mais assíduos. Já “Something”, dedicada a George Harrison, trouxe um tom mais emotivo, com Paul tocando o ukulele, homenageando o amigo e companheiro de banda com um arranjo delicado e tocante. Em “Dance Tonight”, o baterista Abe Laboriel esbanjou simpatia e roubou a cena, fazendo dancinhas hilárias que encantaram o público a cada movimento. Do alto de uma plataforma, com seu violão, Paul apresentou “Blackbird”, transformando o estádio em um ambiente íntimo, com todos cantando. A emocionante “Now And Then” foi muito celebrada pelos fãs; raramente tocada ao vivo, a faixa ganhou uma carga extra de emoção com imagens de seus ex-colegas dos Beatles sendo projetadas nos telões. Em “Lady Madonna”, houve um tributo às mulheres que se destacaram em suas áreas, incluindo atletas e astronautas. E por falar em aula, o bloco final foi uma verdadeira viagem pela história do rock. Paul como autêntico mestre, desfilou clássicos que foram desde “Something”, passando por “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, que colocou o público para dançar, até “Band On the Run”, ”Get Back” e “Let It Be”, que pôs os alunos a prova na hora de cantar, e tudo isso iluminado por um mar de celulares. Resultado; todos aprovados com louvor. O ápice do show ficou para as músicas mais explosivas: “Live and Let Die” trouxe uma produção cheia de pirotecnia que arrancou gritos do público, enquanto “Hey Jude” uniu a multidão em um coro inesquecível. O bis foi outro destaque, com a participação especial de John Lennon em uma versão virtual de “I’ve Got a Feeling”, criando um momento comovente de nostalgia e celebração dos Beatles. Para encerrar, Paul entregou um medley impressionante de “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e “The End”, terminando a aula com um toque de classe e uma despedida digna de um mestre da música. O show foi uma verdadeira celebração de décadas de música, reafirmando Paul McCartney como um dos maiores artistas de todos os tempos. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Filho de Chester Bennington quer impedir que Dead by Sunrise continue carreira sem o seu pai
O filho de Chester Bennington, Jaime, quer impedir que o Dead by Sunrise continue carreira sem o seu pai. Nos últimos tempos, o jovem vem criticando e batendo de frente com todas as pessoas que ousam mexer no legado musical de Chester. Agora, por meio de stories, Jaime pontuou toda a sua insatisfação contra as pretensões de Ryan Shuck e Amir Derakh em fazer shows com o Dead by Sunrise em homenagem ao falecido cantor. “Dead by Sunrise é o único ato solo de Chester. Eu não apoio ou consinto com a continuação da banda em seu estado atual. Ignorância não é uma benção. Eu revogo o ‘cartão de aliado’ de Ryan e Amir. Na minha opinião, com o poder vem a responsabilidade, e esses homens abusaram desse poder da melhor forma que puderam. É o meu direito dizer alguma coisa. Na minha opinião, a maneira como esses homens escolheram se comportar, é uma vergonha. Para adquirir Dead by Sunrise, eles usaram o poder do termo ‘irmão’ para dispensar o filho mais velho e a mãe de Chester. Além do mais, a maneira como eles se aconchegaram na máfia da música é brilhante para não dizer o contrário”. Jaime concluiu: “Eu sou o filho mais velho de Chester e me recuso a permitir que vocês continuem a inferir uma aliança entre vocês e meu falecido pai, sete anos após sua morte. Acreditar na pessoa que chama qualquer um de família pode ser bem equivocado”. Como dito anteriormente, Jaime Bennington está disposto a impedir e criticar tudo e todos que ousarem passar perto do legado de Chester. Dessa forma, muitos barracos e baixarias podem rolar no futuro próximo. Via: RockBizz

Daniel Matos, irmão de Andre Matos, é o novo baixista do VIPER
O VIPER anunciou nesta quinta-feira, 17, que Daniel Matos, irmão de Andre Matos, é o novo baixista da banda. O músico substitui Pit Passarell, que faleceu, aos 56 anos, no dia 26 de setembro enquanto lutava contra um câncer no pâncreas. Daniel já havia se apresentado com a banda em duas ocasiões, incluindo a que aconteceu no último dia 13, na Colômbia. Segundo a banda, a apresentação foi a primeira internacional da turnê que promove o álbum mais recente, Timeless (2023). A banda anunciou a entrada de Daniel na banda nas redes sociais com a seguinte mensagem: “Quando Pit Passarell se sentiu mal e foi internado após uma apresentação em São Paulo, em 31 de agosto de 2024, o VIPER tinha três shows marcados nos meses seguintes. O primeiro deles seria no Sesc Catanduva, em 12 de setembro. Para cumprir o compromisso, convidamos um músico que faz parte da família VIPER há décadas: Dani Matos, nosso amigo de infância e irmão do Andre, primeiro vocalista do VIPER.” O grupo continuou falando que os shows que fizeram sem Pit foram uma homenagem a ele e então “após a apresentação, nos reunimos e, em um clima muito emocionante, convidamos oficialmente Dani Matos para entrar no VIPER. Ele aceitou.” A banda, então, celebra a vinda do músico: “Bem-vindo, Dani!” Confira o comunicado na íntegra logo abaixo. Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

“Minha música favorita do Ozzy é Perry Mason”, diz Lzzy Hale (Halestorm)
Em conversa com a revista Metal Hammer, o frontwoman do Halestorm, Lzzy Hale, revelou a sua música favorita do madman Ozzy Osbourne. De acordo com a musicista, o seu som predileto é Perry Mason, open track e primeiro single de Ozzmosis de 1995. Lzzy disse: “A minha música favorita do Ozzy é Perry Mason, por algumas razões diferentes. Foi muito inspirador para mim ouvir uma música do Prince Of Darkness e saber que se pode escrever uma canção sobre qualquer coisa. Mas também, antes de começar na guitarra, eu tocava teclado, então toda aquela introdução é incrível: é um riff em um teclado! Fico muito feliz por ainda viver em um mundo onde Ozzy Osbourne anda pela Terra”. Ozzmosis é o sétimo álbum do eterno comedor de morcego. O disco foi feito por um time de primeira classe: Geezer Butler (baixo), Zakk Wylde (guitarra), Deen Castronovo (bateria) e Rick Wakeman (teclado). Outros nomes importantes da cena metal como Lemmy Kilmister (Motörhead), Mark Hudson, Steve Dudas, Jim Vallance, John Purdell e Duane Baron também participaram do processo criativo do trabalho. A gravação do material, que ocorreu em três estúdios: Guillaume Tell Studios, em Paris, França; Electric Lady Studios, em Nova Iorque, Estados Unidos, e Bearsville Studios, também em Nova Iorque, ficou na responsabilidade de Michael Beinhorn (Soundgarden, Aerosmith, Korn, The Cult, entre outros). Ozzmosis conquistou a quarta posição da Billboard 200 e o segundo lugar nas concorridas paradas britânicas. O álbum vendeu bem, visto que bateu a marca de dois milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos. Curta o clipe oficial de Perry Mason e a canção sem edição: Via: RockBizz

Entrevista Hurricanes: conheça a banda que resgata o estilo dos anos 1970
Donos de um visual icônico e que remete ao estilo vintage, Hurricanes vem se consolidando como uma das melhores bandas do cenário de rock nacional atual. Originalmente do sul do Brasil, o grupo lançou seu segundo álbum de estúdio Back to the Basement (2024), seguindo na mesma boa linha do trabalho de estreia, auto-intitulado, de 2023. No mesmo ano de lançamento de seu primeiro registro, eles foram os responsáveis por abrir o show do The Black Crowes em São Paulo, sendo elogiados pelos mesmos. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, o guitarrista Leo Mayer comentou sobre o lançamento, o show de abertura já citado, o visual da banda e mais! Ao falar sobre as músicas presentes em Back to the Basement, ele explica que, assim como em seu sucessor, algumas músicas “sobraram”, a exemplo de “Down the Street”. “Down the Street começou a ser gravada no primeiro álbum e a gente não achou ela pronta o suficiente pro primeiro e acabou entrando nesse.” Apesar de o primeiro álbum da banda já apresentar uma alta qualidade, o segundo foi capaz de aumentar ainda mais o nível. A performance ao vivo, algo pelo qual eles são bastante conhecidos, exerceu papel fundamental na decisão do que entraria ou não no trabalho, uma vez que algumas não estavam “prontas”. No segundo registro do Hurricanes, eles trouxeram alguns elementos diferentes, como violões e pianos elétricos, e ele resume essa novidade como sendo algo que eles sentiram falta no primeiro. O período de distância entre os dois registros foi curto, e eles sentiram esse impacto: “Enquanto a gente tava na estrada divulgando esse álbum, a gente conseguiu levar esse álbum pra várias cidades e [estávamos] ao mesmo tempo compondo e gravando, então foi muito corrido. Foi uma coisa que deu uma desgastada na nossa saúde.” “A gente deu uma cansada. Então, a ideia é que seja rápido, que não demore muito, mas eu acho que para o ano que vem eu não acredito que a gente consiga esse mesmo ritmo, mas vai saber. Esse foi meio assim, a gente começou a gravar e então já estava pronto, foi muito rápido.” Ao falar sobre a oportunidade de abrir o show do The Black Crowes, Mayer descreveu como sendo “a realização de um sonho”. “A gente nunca acreditou que ia acontecer, a gente sempre via shows vindo pra cá e pensava, ‘pô, podia abrir esse show’. Sempre foi muito difícil. Ainda mais vindo lá do Rio Grande do Sul, a gente não tinha muito contato. E aí quando aconteceu o convite, que também foi muito inesperado, foi num show nosso, um casal de amigos, que hoje são nossos amigos, eles viram o show e falaram, ‘pô, vocês têm que abrir o show do Black Crowes, não sei o que’, a gente: ‘nossa! foda’ e tal mas não imaginávamos que realmente poderia acontecer.” Ele admite que a banda ainda não estava 100% preparada. A performance foi de 30 minutos e de som autoral, sendo o segundo da banda, mas isso não impediu a boa recepção por parte do público, “abraçou muito” a Hurricanes. Não é apenas o som deles que faz você ser transportado de volta à década de 1970. Seu visual também é bastante característico, e o guitarrista explica ser algo: “natural, a gente não pensa muito.” “A gente gosta muito de ambos, tanto visual quanto sonoro. Muita gente pergunta, eu vejo em comentários, ‘pô, o que vocês querem fazer com o som dos anos 1970?’ Tipo, é isso, sabe? Não tem pra onde correr.” “Eu gosto disso, o Rodrigo [Cezimbra] gosta disso, o Henrique [Cezarino] gosta disso e o [Guilherme] Moraes gosta disso. Então, é o nosso rolê, sabe? Se soa assim, pô, eu fico feliz pra caramba. Então, não tem como fugir disso, sabe? O que a gente realmente ama e o que a gente faz.” LEIA TAMBÉM: Hurricanes é convidado do The Wikimetal Happy Hour nesta quinta-feira, 31 Bia Cardoso Fã de rock desde muito cedo, é estudante de jornalismo e trabalha, também, criando conteúdo para a internet. Já foi host de podcast e atualmente está completamente focada na área de jornalismo especializado. Apaixonada por música, é entusiasta, em especial, do hard rock e heavy metal. Via: Wiki Metal