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Produtor de cinebiografia de Bob Dylan está trabalhando em filme sobre Syd Barrett (Pink Floyd)
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27/12/2024

Produtor de cinebiografia de Bob Dylan está trabalhando em filme sobre Syd Barrett (Pink Floyd)

Um produtor que trabalhou na cinebiografia de Bob Dylan, A Complete Unknown, está pronto para trabalhar agora em um filme sobre o fundador do Pink Floyd, Syd Barrett. Peter Jaysen é dono da empresa Veritas Entertainment, que estava envolvida na garantia dos direitos do arquivo musical e da história de vida de Dylan para o filme biográfico estrelado por Timothée Chalamet. Em uma aparição no The Town With Matthew Belloni, Jaysen revelou que mais projetos sobre grandes nomes da música estavam em andamento. “Devido ao nosso envolvimento com Bob fazendo A Complete Unknown, tivemos a sorte de agora estarmos trabalhando com Wash Westmoreland, o grande escritor e diretor, em um filme de Syd Barrett, um dos fundadores do Pink Floyd”, ele confirmou. Jaysen não mencionou a data de lançamento do filme biográfico, nem deu cronogramas para sua produção. Barrett fundou o Pink Floyd em 1965 e, devido ao seu problema com drogas, deixou o grupo em 1968. O músico passou o resto de sua vida longe dos holofotes em Cambridge, Inglaterra, até falecer em 2006. Via: RockBizz

Joey Belladonna trabalhou em um estábulo de cavalos após ser demitido do Anthrax
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27/12/2024

Joey Belladonna trabalhou em um estábulo de cavalos após ser demitido do Anthrax

Joey Belladonna se juntou ao Anthrax no início dos anos 80 mas de lá para cá foi demitido duas vezes do lendário grupo do thrash metal. Durante seu tempo longe da banda, o cantor trabalhou em alguns empregos curiosos, incluindo um estábulo de cavalos. Embora não fosse o vocalista

Bass N’ Bake: Julia Lage e Britt Lightning ensinam receita de frutos do mar
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27/12/2024

Bass N’ Bake: Julia Lage e Britt Lightning ensinam receita de frutos do mar

Aproveitando as infinitas comilanças das festas de fim de ano, as integrantes da Vixen, Julia Lage e Britt Lightning, baixista e guitarrista, respectivamente, ensinaram uma receita de frutos do mar no novo episódio da série Bass N’ Bake. O vídeo, que saiu no canal da musicista brasileira no YouTube, possui a seguinte descrição: “Neste especial de Natal estou super feliz em compartilhar uma receita de família de um delicioso Marisco Fra Diavolo. Então, junte-se a nós neste episódio festivo e descubra um pouco mais sobre esta minha amiga incrível. Espero que vocês se divirtam tanto quanto nós ao fazer esse prato”. Acesse o player abaixo para conferir a receita de frutos do mar de Julia Lage e Britt Lightning e se alegrar com as brincadeiras das duas hard rockers. Veja: E por falar na banda Vixen, o quarteto feminino voltará aos palcos só no finalzinho de janeiro, com uma apresentação no Spokane Tribe Casino em Washington, Estados Unidos. Além deste show, as garotas farão espetáculos no Whisky A Go Go, Arcada Theatre e muitas outras casas em 2025. E para saber o passo a passo de Roxy Petrucci (bateria), Britt Lightning (guitarra), Julia Lage (baixo) e Rosa Laricchiuta (vocal), basta acessar aqui. Via: RockBizz

Paul Di’Anno: livro 666 Days With The Beast pode ganhar adaptação para o cinema
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27/12/2024

Paul Di’Anno: livro 666 Days With The Beast pode ganhar adaptação para o cinema

O livro 666 Days With The Beast, que se debruça na vida e carreira do saudoso vocalista Paul Di’Anno, chegou ao mercado neste mês. A obra, que possui capa dura e 416 páginas, foi escrita por Stjepan Juras, amigo e parceiro de trabalho de Paul ao longo de seus últimos anos de vida. A novidade é que 666 Days With The Beast pode ganhar uma adaptação para o cinema. Isso mesmo! Nesta sexta-feira, dia 27 de dezembro, Stjepan informou pelas redes sociais que a primeira oferta para transformar o livro em um filme já chegou. Na postagem, Juras escreveu: “Chegou a primeira oferta para adaptar meu livro sobre Paul em um filme”. Como a informação é muito preliminar, não há maiores detalhes sobre as tratativas do projeto ou em que estágio ele está. Contudo, fica a torcida para que um longa-metragem em tributo a Paul Di’Anno saia do papel o quanto antes. O cantor britânico faleceu no dia 21 de outubro, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar, instantaneamente. Ao lado do bem-sucedido Iron Maiden, o artista registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Di’Anno era figura conhecida em nosso país, visto que sempre pintava por aqui com seus projetos musicais. Via: RockBizz

Nicko McBrain (Iron Maiden) envia mensagem aos fãs com votos de prosperidade em 2025
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27/12/2024

Nicko McBrain (Iron Maiden) envia mensagem aos fãs com votos de prosperidade em 2025

O ano de 2024 foi bastante especial para o Iron Maiden, pois foi o adeus de Nicko McBrain em se tratando de turnês ao lado do grupo. Apesar do momento emotivo, o baterista se mostrou para cima e alegre, qualidades que sempre foram presentes em sua personalidade. Dessa forma, pelas mídias sociais, e para fechar o ano na mesma vibração positiva, Nicko McBrain enviou uma mensagem aos fãs com votos de prosperidade em 2025. “Olá meninos e meninas. Aqui é o Nicko. Feliz Natal a todos! À medida que o ano chega ao fim, gostaria apenas de aproveitar um momento para agradecer a cada um de vocês por seu amor e apoio inabaláveis. Vocês tornaram esta jornada verdadeiramente mágica e sou muito grato por todas as memórias que compartilhamos este ano. Desejo que as suas festas de fim de ano sejam repletas de alegria, risos e que sejam na companhia daqueles que você ama. Um brinde à música que nos une e a um Ano Novo agitado pela frente! Fique seguros, fique felizes e, como sempre, ‘stay heavy’. Com amor e gratidão, Nicko McBrain”. Nicko McBrain se juntou ao Iron Maiden em 1982, substituindo o falecido Clive Burr. O seu primeiro trabalho de estúdio com o grupo foi o clássico Piece Of Mind, lançado em 1983. Desde então, o músico se tornou uma das peças fundamentais ao som do grupo inglês. O Iron Maiden irá continuar a carreira com os trabalhos de Simon Dawson, que é um amigo pessoal e de trabalho de Steve Harris. O músico britânico tocou no projeto British Lion. A estreia ao vivo de Simon com a Donzela de Ferro será no ano que vem, com a realização da Run For Your Lives Tour. Via: RockBizz

Charlie Benante leva filha a show de Billie Eilish e se decepciona com atitude do público
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27/12/2024

Charlie Benante leva filha a show de Billie Eilish e se decepciona com atitude do público

Como presente de Natal, o baterista Charlie Benante (Pantera, Anthrax) levou a sua filha, Mia Charley Benante, a um show da cantora pop Billie Eilish. Apesar do espetáculo ter sido incrível, segundo Charlie, ele se decepcionou com atitude do público. Pelo Instagram, o músico contou o que o incomodou: “Levei a minha minha filha para ver o último show do ano de Billie Eilish, que aconteceu no Kia Forum em Los Angeles. Nos divertimos muito, no entanto, gostaria que os jovens desligassem de seus telefones durante parte do show. Não há problema em filmar um trecho de uma música aqui e ali. Mas filmar o show inteiro? Esteja um pouco no momento. Tenho que comentar também sobre o som, que estava nítido, forte e bastante grave. A mistura foi matadora. Eu amo isso”. Veja a publicação de Charlie Benante logo abaixo: Músicos da cena heavy metal como Randy Blythe (Lamb of God), Corey Taylor (Slipknot), Maynard James Keenan (Tool) e Tobias Forge (Ghost) já reclamaram com o público sobre o uso exagerado de celulares em suas apresentações. O argumento dos artistas é o mesmo do de Benante: vivam o momento, se entreguem ao show e esqueçam a tela do celular por algumas poucas horas. Via: RockBizz

Savatage: “Estou trabalhando em oito ou nove músicas com Jon Oliva”, diz Zak Stevens
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26/12/2024

Savatage: “Estou trabalhando em oito ou nove músicas com Jon Oliva”, diz Zak Stevens

No mês de outubro, o Savatage causou alvoroço em sua base de fãs ao anunciar a sua volta aos palcos. A lenda do metal progressivo já tem compromissos com a plateia brasileira, espanhola, holandesa, belga, entre outras, em 2025. A novidade é que o trabalho de composição de novo material está indo de vento em popa, segundo o vocalista Zak Stevens. Em conversa com o Metal Pilgrim, o cantor ressaltou que está trabalhando em oito ou nove músicas com Jon Oliva, que é o líder do Savatage. “Estamos trabalhando em novas músicas! Estamos gravando coisas há algum tempo. Tenho oito ou nove músicas nas quais estou trabalhando com Jon Oliva. Ele continua compondo ainda mais sons. É um processo contínuo. As coisas continuam a superar as coisas antigas. Temos muitos materiais de alto nível. Então será apenas uma questão de tempo para podermos gravá-los. Esta banda ainda tem muita lenha para queimar; estou feliz de termos voltado a ativa”. Até o momento, o itinerário de shows do Savatage em 2025 é o seguinte: Abril19 – São Paulo, Brasil – Monsters Of Rock23 – Santiago, Chile – Masters Of Rock Junho13 – Leeuwarden, Holanda – Into The Grave14 – Oberhausen, Alemanha – Turbinenhalle16 – London, Inglaterra – Shepherds Bush Empire18 – Zurich, Suíça – Komplex 45719 – Munich, Alemanha – Tonhalle22 – Dessel, Bélgica – Grapop Metal Meeting24 – Milan, Itália – Alcatraz26 – Barcelona, Espanha – Rock Fest28 – Thessaloniki, Grécia – Rockwave Para a nova turnê, o Savatage contará com a seguinte formação: Zak Stevens (vocal), Johnny Lee Middleton (baixo), Chris Caffery (guitarra), Al Pitrelli (guitarra) e Jeff Plate (bateria). Via: RockBizz

Mike Rutherford (Genesis) revela gravação secreta com Eddie Van Halen
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26/12/2024

Mike Rutherford (Genesis) revela gravação secreta com Eddie Van Halen

Em uma entrevista recente no podcast My Planet Rocks, Mike Rutherford compartilhou sua experiência de colaboração com o saudoso guitarrista Eddie Van Halen. O baixista/guitarrista do Genesis explicou que foi Eddie quem o procurou e contou como tudo aconteceu. “Acho que Eddie ouviu uma música do meu segundo álbum solo [Acting Very Strange de 1982], que eu cantei – Deus sabe como pensei nisso! – e ele me ligou e disse: ‘Você vai escrever alguma coisa?’ Quer dizer, minha voz, pelo amor de Deus”, lembrou o músico. Os dois trabalharam juntos no estúdio, criando algumas músicas, embora Rutherford tenha admitido que não tinha certeza dos resultados finais: “Tivemos algumas gravações. Escrevemos algumas músicas. Pedaços. Não tenho certeza… Não consigo encontrar a fita. Coisas peculiares, mas foi divertido fazer”. E acrescentou: “Tenho duas caixas de fitas cassete. Não tenho certeza se sou louco o suficiente para tocá-las! Muitas fitas cassete”. No entanto, o que mais se destacou na lembrança de Rutherford sobre a colaboração foram os horários estranhos que eles mantinham: “Mas era divertido. Quer dizer, ele era um ótimo músico. Nós nos divertimos [no estúdio], mas é que começava às 1h30-2h da manhã. Não é meu modo!” Confira a entrevista abaixo: A banda de Rutherford, Mike + The Mechanics, fará uma grande turnê pela Europa em 2025. Os shows incluirão seus sucessos como Over My Shoulder, The Living Years, All I Need Is A Miracle, bem como algumas músicas clássicas do Genesis. Via: RockBizz

Tommy Aldridge quebra tudo em performance de Bark at the Moon
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26/12/2024

Tommy Aldridge quebra tudo em performance de Bark at the Moon

Tommy Aldridge é um baterista que dispensa grandes ou pomposas apresentações, visto que seu trabalho ao lado de Ozzy Osbourne, Whitesnake, Black Oak Arkansas e Pat Travers Band é o seu melhor cartão de visita. Tempos atrás, Tommy sentou com a turma do canal Drumeo, que é uma plataforma especializada no ensino de bateria, para falar sobre sua longa carreira e, claro, mostrar um pouco as suas muitas habilidades no instrumento musical. A página do Drumeo no Facebokk compartilhou a performance de Tommy Aldridge em Bark at the Moon. A canção é homônima ao título do terceiro álbum solo do Príncipe das Trevas, lançado em novembro de 1983 via CBS Associated (EUA) e Epic (Reino Unido). Veja a interpretação de Aldridge para Bark at the Moon: Além de Tommy Aldridge, a Drumeo já recebeu nomes de peso da área percussiva como Phil Collins (Genesis), Stewart Copeland (The Police), Charlie Benante (Anthrax), Eloy Casagrande (Slipknot) e outros. Para conhecer mais o trabalho da escola, acesse aqui. Via: RockBizz

Slipknot: colega de escola pede para ser astróloga de Eloy Casagrande
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26/12/2024

Slipknot: colega de escola pede para ser astróloga de Eloy Casagrande

Todo mundo sabe que Eloy Casagrande é um fenômeno da bateria! O rapaz começou muito cedo seus estudos no instrumento e sempre, desde tenra idade, na época da escola, já chamava a atenção por sua habilidade e musicalidade. Recentemente, a astróloga Anna Che’lez ganhou notoriedade da comunidade heavy metal, pois fez uma postagem muito bacana sobre o baterista. Segundo Anna, ela e Eloy eram colegas de escola, tendo estudado juntos da primeira série até o terceiro ano do ensino médio. Na postagem, a moça compartilhou uma foto do anuário da escola – formandos 2005 da oitava série B -, o qual possui o perfil e fotos do músico. No mesmo post, a colega de escola ainda pediu para ser astróloga de Eloy Casagrande. Veja a postagem de Anna Che’lez logo abaixo: Para quem se interessar em astrologia, acesse o perfil de Anna Che’lez para conhecer seu trabalho e profissão. Via: RockBizz

“The Beatles durou sete anos; nós duramos cinquenta e dois”, comemora Gene Simmons (KISS)
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25/12/2024

“The Beatles durou sete anos; nós duramos cinquenta e dois”, comemora Gene Simmons (KISS)

O linguarudo do KISS, Gene Simmons, concedeu uma longuíssima entrevista ao apresentador Michael Franzese e falou sobre do fenômeno que foi a banda mais quente do mundo. Simmons chegou até a comentar sobre a longevidade do grupo, que chegou aos cinquenta e dois anos, o que é um grande feito para bandas de rock. “Os The Beatles duraram sete anos, surpreendentemente, e nós duramos cinquenta e dois”, disparou Gene em tom enfático. “Tivemos integrantes diferentes ao longo do caminho e tudo mais, porque nem todo mundo dura”, pontuou. “No primeiro show, nós tocamos para cerca de quinze pessoas. Mas um ano e meio depois da formação da banda, no final de 1973, estávamos como atração principal do Anaheim Stadium antes de existir MTV e a era digital”, continuou. “Em nosso começo, e por mais estranho que possa parecer, nós não tínhamos hits, mas as pessoas gostavam da gente”, adicionou. “Nós ganhávamos as pessoas com as nossas apresentações ao vivo. O público ficava cada vez mais curioso e impactado com o espetáculo. Então, essas foram algumas das razões de durarmos tanto tempo”, finalizou Simmons. Eis o bate-papo completo no tocador logo abaixo: O KISS fez seu derradeiro show no dia 02 de dezembro de 2023 no Madison Square Garden, Nova York, Estados Unidos. Desde então, Gene Simmons tem dado atenção a sua carreira solo, que inclusive já passou pelo Brasil. Via: RockBizz

Paulo Miklos tem alta do hospital e passa o Natal em casa
Entrevistas
25/12/2024

Paulo Miklos tem alta do hospital e passa o Natal em casa

O vocalista Paulo Miklos, 65 anos, teve alta do hospital e celebrou o Natal em casa após passar 13 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Samaritano, em São Paulo, devido à uma gastroenterite. O eterno frontman dos Titãs compartilhou uma mensagem em suas redes sociais na noite de ontem (24): “Agradeço todas as mensagens, toda a energia positiva, todo o carinho e preocupação dos meus amigos queridos e fãs!!! FELIZ NATAL”. Veja abaixo: A doença A gastroenterite é um tipo de inflamação ou de infecção que acomete a mucosa que reveste o tubo digestivo do paciente. Diarreia, cólicas, náuseas, vômitos e febre são alguns dos sintomas comuns à doença. O problema pode ser causado por alimentos e água contaminados por toxinas químicas e, até mesmo, por conta de alguns remédios. O tratamento requer muita hidratação e repouso. Via: RockBizz

Alex Skolnick confirma que o Metal Allegiance retornará com novas músicas
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24/12/2024

Alex Skolnick confirma que o Metal Allegiance retornará com novas músicas

Alex Skolnick confirmou que o Metal Allegiance, com Mike Portnoy, retornará com novas músicas. O guitarrista discutiu a possibilidade do supergrupo gravar um terceiro álbum após seu lançamento em 2018. “Estamos falando sobre isso há algum tempo. É sempre mais fácil falar do que fazer, dadas as agendas de todos, mas continuamos falando sobre isso e tenho certeza de que [2025] é o ano em que começaremos a trabalhar nisso”, disse Skolnick à RadioBypass. “Então, não sei como será, não sei como será comparado aos álbuns anteriores. Talvez a gente comece com um EP ou um single – quem sabe? – mas de qualquer forma, vamos começar e ver como será, provavelmente no final deste [próximo] ano”, completou. Desde sua formação em 2014, o Metal Allegiance é composto pelos membros principais Mark Menghi, Alex Skolnick, David Ellefson e Mike Portnoy. A banda lançou dois álbuns completos até o momento: seu álbum de estreia autointitulado de 2015 e Volume II: Power Drunk Majesty, e um EP, Fallen Heroes, de 2016. Via: RockBizz

Forjados a ferro e fogo: os 12 melhores álbuns de heavy metal de 2024
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24/12/2024

Forjados a ferro e fogo: os 12 melhores álbuns de heavy metal de 2024

Junto com o peru de Natal, chegou a hora da nossa lista de melhores do ano. Se 2022 foi o ano das maiores bandas da atualidade (veja nossa lista aqui) e 2023 foi mais devagar (veja nossa lista aqui), 2024 foi o ano dos clássicos e dos estilos mais tradicionais do metal, que chegaram com tudo dominando a lista. Além disso, não podemos ser negligente e esquecer o grande feito do francês Gojira, que foi a primeira banda de heavy metal a ser apresentar na abertura das Olimpíadas. Mas antes de entrar no nosso Top 12 do heavy metal de 2024, cabe alguns esclarecimentos: esta não é uma lista cult de revelações, nem do underground de porão e nem do metal extremo. Portanto, só são incluídos álbuns de estúdio completos e inéditos. Os discos escolhidos não são os únicos bons do ano. E não há nenhuma pretensão de se causar polêmica ou de se criar a “lista definitiva”, apenas uma série de sugestões, como deveriam ser, afinal, todas as listas. Sem mais delongas, vamos aos doze discos que você vai apresentar para a vovó na mesa de Natal… Afinal, só dez é muito pouco. Menção honrosa Aproveitando o espírito olímpico de 2024 e comprovando que o metal também é um fenômeno global, a menção honrosa vai para bandas de países pouco falados no cenário, que fizeram bonito e por pouco não entraram na lista: Ulcerate (Nova Zelândia), Myrath (Tunísia), Infected Rain (Moldávia), Sólstafir (Islândia), Tyr (território das Ilhas Faroé), Visions of Atlantis (Áustria), Ad Infinitum (Suíça), Ryujin (Japão), Firewind (Grécia). Por fim, com tantos lançamentos de qualidade no underground, seria injustiça não fazer mais essa menção: Gatecreeper, Borknagar, Necrophobic, Chapel of Disease, Job For a Cowboy, Blood Incantation, Caligula’s Horse. Melhores do ano de 2024 12. Accept – Humanoid Humanoid é uma peça forjada a ferro e fogo em alguma oficina suja nos confins de uma metrópole decadente, entre latas de graxa e garrafas tombadas. Dessa vez, o tradicional heavy metal teutônico está mais chegado ao hard rock à lá AC/DC, mas o barulho continua o mesmo. 11. Powerwolf – Wake Up The Wicked Um álbum coeso, que explora com sucesso o potencial do power metal intenso e bem-humorado dos alemães. O resultado é um baú de canções que levantarão as multidões nos principais festivais open air do mundo, fazendo jus a uma das maiores bandas da atualidade. 10. Ensiferum – Winter Storm Os finlandeses abrem a destilaria de riffs, adicionam melodias saborosas e um pouco de vodka, e conseguem criar um de seus melhores registros. Winter Storm apresenta uma abordagem irresistível para o folk metal, que caminha do power metal épico ao death melódico, com senso de urgência e sem deixar a peteca cair. 9. Saxon – Hell, Fire And Damnation Nenhuma grande novidade aqui, apenas os britânicos jogando o jogo que conhecem tão bem: heavy metal oldschool de respeito, estampado na cara, sem sinais de declínio. Hora de tirar do armário a calça jeans e a jaqueta de couro. 8. Lucifer – V O grupo alemão/sueco de occult rock oferece um som que, na prática, é um hard rock setentista com momentos metálicos e vocal feminino, malicioso, mas tão direto e objetivo quanto o próprio nome da banda. Dizem por aí que o capiroto tem as melhores músicas e, no que depender desse álbum chamado V, fica difícil contra argumentar. 7. Fleshgod Apocalypse – Opera O trabalho marca o retorno dos titãs italianos do symphonic death metal, após o grave acidente que colocou seu frontman no limiar da morte e impôs uma longa jornada de recuperação física e mental. Nascido da dor, Opera funde a brutalidade com a dramaticidade e o desalento, em uma cama de nuances teatrais que incorporam traços de Nightwish e Dimmu Borgir, mas sempre dotadas de carisma próprio. 6. Wintersun – Time II Após longo hiato, o retorno do Wintersun deixa explícito o motivo de serem uma das bandas mais elogiadas do cenário. O prog metal ímpar dos finlandeses faz uso de metal extremo, melódico, sinfônico e folclórico, com riqueza de texturas e ambientações inspiradas na natureza, para cunhar uma musicalidade exuberante. 5. Amaranthe – The Catalyst Apoiados em performances vocais habilidosas e melodias pujantes, os suecos emergem mais focados e entregam seu álbum mais robusto até o momento, que serve de catalisador (com o perdão do trocadilho) para o estilo peculiar da banda. Cuidado: a mistura de metal com música eletrônica pode levar o espectador desatento a achar que está no show do David Guetta e querer abrir uma pista de dança no meio do moshpit. 4. Grand Magus – Sunraven Quem acredita que não existem bandas atuais fazendo o mais puro heavy metal, de forma moderna e autêntica, ainda não conhece o Grand Magus. Apesar da influência, o subestimado trio sueco demonstra muita personalidade e passa longe de uma mera cópia da década de 1980. Sunraven é uma impecável aula de riffs em pouco mais de meia hora, tão fácil e prazerosa de se ouvir, que poderá se tornar aquela escolha confortável que o cidadão coloca no play quando não quer pensar muito. 3. Bruce Dickinson – The Mandrake Project Em The Mandrake Project, Bruce Dickinson é o Coelho Branco, mas também é o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas e a própria Alice (leia a nossa resenha aqui). O álbum exibe uma hiperatividade altamente funcional, transborda versatilidade e bebe de inúmeras fontes, tal qual o próprio cantor. Entre riffs bojudos e passagens melódicas sublimes, a sonoridade quebra expectativas e carrega o surpreso ouvinte para dentro da toca do coelho. 2. Nightwish – Yesterwynde Embebido em poesia e marcado pela inequívoca sinergia entre elementos distintos, Yesterwynde é uma obra grandiosa, refinada e focada nos detalhes, que reflete aspectos de toda a carreira dos finlandeses (confira a nossa resenha aqui). Uma jornada cinemática de fortuna inestimável, ao mesmo tempo sorrateira e opulenta, que traz o peso apocalíptico, a dramaticidade sombria, os momentos suaves, as orquestrações massivas e a melhor vocalista do planeta

Gene Simmons (KISS) rebate críticas ao filme Reagan: “Não dou a mínima”
Entrevistas
24/12/2024

Gene Simmons (KISS) rebate críticas ao filme Reagan: “Não dou a mínima”

Gene Simmons rebateu as críticas sobre seu envolvimento na cinebiografia do ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, dizendo “não dou a mínima”. O baixista/vocalista do KISS gravou um cover de Stormy Weather, de Ethel Waters, para o filme Reagan, que foi dirigido por Sean McNamara e estrelado por Dennis Quaid, Penelope Ann Miller, Jon Voight, Mena Suvari, além do vocalista do Creed, Scott Stapp, como Frank Sinatra. Regan recebeu críticas em sua maioria negativas e, em uma nova entrevista no Bill O’Reilly’s No Spin News, Simmons respondeu qualquer um que tenha problemas com seu papel no filme. “Como posso dizer isso da forma mais gentil possível? Eu não dou a mínima”, ele disse. “Todo mundo tem direito a uma opinião”, continuou. “Cai nas suas costas… Acho que é o bastião de uma certa inclinação política da coisa, mas tudo bem. [O apoiador declarado de Donald Trump] Jon Voight e eu saímos, trocamos histórias e tudo mais, e algumas pessoas concordam com suas políticas, outras não. Mas todo mundo doa para caridade, todo mundo ama crianças, então pense nas coisas com as quais concordamos em vez das coisas com as quais não concordamos”. Questionado se admirava Reagan, o músico acrescentou: “Sim. Eu era muito mais jovem, obviamente, quando ele era presidente, e não sabia nada, quase nada sobre política. Mas, curiosamente, em retrospecto, vale a pena notar que as figuras políticas e da cultura pop de qualquer idade sempre foram sobre a impressão, a capacidade de comunicar um sentimento. E talvez isso seja mais importante, o poder da personalidade, do que o que está escrito em um pedaço de papel”. “E agora imagine um presidente diferente tentando se comunicar com [o presidente soviético Mikhail] Gorbachev e literalmente fazendo com que aquele muro caísse, o que resultou na queda do comunismo. Esse foi Reagan; [ele era um] grande comunicador. Sempre fui fã dele. Posso ter discordado de uma coisa ou outra, mas e daí?” Além de Simmons, o filme também incluiu uma contribuição de Bob Dylan, que fez um cover da música de Cole Porter de 1934, Don’t Fence Me In. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Nikki Sixx (Mötley Crüe) encontrou espiritualidade após ficar sóbrio: “Vamos à igreja todos os domingos”
Entrevistas
23/12/2024

Nikki Sixx (Mötley Crüe) encontrou espiritualidade após ficar sóbrio: “Vamos à igreja todos os domingos”

Para algumas pessoas, o contato com a fé, a espiritualidade e o divino chega depois muitos desafios, loucuras e perrengues na vida, o que é perfeitamente normal, visto que cada indivíduo tem o seu próprio tempo. E os rock stars também se encontram no mesmo arranjo: usam e abusam das mais diferentes substâncias durante boa parte da vida, contudo, conseguem acordar enquanto há tempo para ajustar o norte da própria caminhada. O baixista e líder do Mötley Crüe, Nikki Sixx, por exemplo, encontrou espiritualidade após ficar sóbrio. O artista falou sobre o assunto em recente postagem nas mídias sociais e destacou que vai à igreja todos os domingos. Ele escreveu: “A espiritualidade veio até mim através da sobriedade! A descoberta foi muito emocionante para o meu cérebro. Nossa família vai à igreja todos os domingos. Aprendi muito sobre mim mesmo através da reflexão. Nunca é tarde para ser um homem melhor”. Sixx lutou muito contra o vício em bebidas e drogas ao longo de muitos anos. Certa vez, nos anos 1980, ele sofreu uma overdose de heroína que quase o matou. As suas batalhas para conquistar a sobriedade está relatada em livros como The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band (2001) e The First 21: How I Became Nikki Sixx (2021). Via: RockBizz

“Nós nos respeitamos, mas acho que Halford não gosta muito de mim”, diz Tim ‘Ripper’ Owens
Entrevistas
23/12/2024

“Nós nos respeitamos, mas acho que Halford não gosta muito de mim”, diz Tim ‘Ripper’ Owens

A dança das cadeiras nas bandas de rock e metal podem gerar algumas desavenças e, às vezes, tretas pesadíssimas, com trocas de acusações e xingamentos e até mesmo processos. Em conversa com o The Vinyl Guide Podcast, o cantor Tim ‘Ripper’ Owens falou sobre como foi substituir Rob Halford no Judas Priest em meados dos anos 1990. O artista norte-americano também destacou que ele e o Metal God se respeitam, no entanto, acha que Halford não gosta muito dele. Tim disse: “Quando entrei na banda, eu sabia que alguns fãs não iriam gostar de mim, mas também sabia que poderia cantar muito bem e cantar muito bem ao vivo. Além disto, uma vantagem que senti como cantor foi poder cantar o que gravei no estúdio. E também senti que, quando os fãs viessem ao show, eles ficariam felizes por terem alguém no Judas Priest cantando bem”. Ripper continuou: “Mas se alguém não gosta de mim, não há nada que eu possa fazer. Muitas pessoas me odiavam e torciam para que eu me desse mal. Porém, no momento em que comecei a cantar, consegui conquistar algumas destas pessoas porque eu estava fazendo justiça às músicas”. Sobre a relação com Rob Halford, Owens falou: “Rolou muito falatório na imprensa! Nós também nos espetávamos durante uma entrevista ou outra, o que jamais faria hoje em dia. Nós nos respeitamos, mas acho que Halford não gosta muito de mim. Eu até entendo porque deve ser bastante difícil ver a sua banda trabalhando com outro cantor e tal. No entanto, sempre que nos encontramos, trocamos uma ideia amigável”. Eis o bate-papo na íntegra logo aqui: Tim ‘Ripper’ Owens integrou o Judas Priest entre os anos de 1996 e 2003, época que o grupo voltou a trabalhar com o Metal God. Com Ripper, a banda gravou apenas dois registros de estúdio: Jugulator (1997) e Demolition (2001). Após sua saída do Priest, Tim trabalhou com o Iced Earth, Yngwie Malmsteen, entre outros artistas e conjuntos. Atualmente, ele é o frontwoman do KK’s Priest, projeto do guitarrista K. K. Downing, ex-membro do Judas Priest. Via: RockBizz

Kerry King: ‘From Hell I Rise’ é o melhor álbum de metal de 2024, segundo a Rolling Stone
Entrevistas
23/12/2024

Kerry King: ‘From Hell I Rise’ é o melhor álbum de metal de 2024, segundo a Rolling Stone

Notícias A revista Rolling Stone divulgou na último sexta-feira, 20, sua lista de melhores álbuns de metal de 2024 e a primeira posição ficou com From Hell I Rise, do ex-guitarrista do Slayer, Kerry King. Os editores escreveram que o primeiro álbum solo do guitarrista “quer que seus fãs entendam que, embora o Slayer esteja essencialmente destinado ao inferno, ele ainda é o embaixador preeminente de Satanás.” “Em From Hell I Rise, King ainda está bebendo sua tequila, ainda brincando com riffs e ainda não amando os padres. Em outras palavras, soa como o Slayer — e às vezes, o Slayer no seu melhor”, eles finalizam. Confira a lista dos 20 Melhores Álbuns de Metal de 2024 da Rolling Stone: 1 – Kerry King – “From Hell I Rise”2 – Opeth – “The Last Will And Testament”3 – Crypt Sermon – “The Stygian Rose”4 – High On Fire – “Cometh The Storm”5 – Bruce Dickinson – “The Mandrake Project”6 – Blood Incantation – “Absolute Everywhere”7 – Judas Priest – “Invincible Shield”8 – Huntsmen – “The Dry Land”9 – Chat Pile – “Cool World”10 – Thou – “Umbilical”11 – Paysage d’Hiver – “Die Berge”12 – SUMAC – “The Healer”13 – Knocked Loose – “You Won’t Go Before You’re Supposed To”14 – Unholy Altar – “Veil Of Death! Shroud Of Nite”15 – WHORES. – “WAR.”16 – Gouge Away – “Deep Sage”17 – Darkthrone – “It Beckons Us All…”18 – Battlesnake – “The Rise And Demise Of Motorsteeple”19 – Tzompantli – “Beating The Drums Of Ancestral Force”20 – Body Count – “Merciless” LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air divulga lineup completo com Avantasia, Kerry King e mais Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

Dave Mustaine fez seus funcionários ouvirem as 205 músicas do Megadeth para se aprofundarem na essência do grupo
Entrevistas
23/12/2024

Dave Mustaine fez seus funcionários ouvirem as 205 músicas do Megadeth para se aprofundarem na essência do grupo

Dave Mustaine está em estúdio concebendo o novo álbum do Megadeth, que será o sucessor de The Sick, The Dying… And The Dead!, que saiu em 2022 e contou com o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro nas seis cordas. Batendo um papo com o X Spaces, Mustaine revelou a quantos andam os trabalhos do novo disco. O CEO da banda também comentou que fez seus funcionários ouvirem as 205 músicas do Megadeth para se aprofundarem na essência do grupo. “Bem, neste exato momento, eu estou em estúdio fazendo o que posso antes das festas de fim de ano. Os outros já foram embora, mas nós vamos nos reunir no começo do próximo ano para retomar as atividades”, explicou Dave. “Mas, antes de começarmos a trabalho no disco, eu pedi que nós quatro ouvíssemos o catálogo inteiro da banda, ouvíssemos cada música, ou seja, as 205 músicas, para que eles conhecessem as progressões de acordes, padrões de letras, andamentos, inícios e paradas e tudo mais para ajudá-los a compor e contribuir com o álbum”, explicou. “E tem sido muito bom porque Teemu [Mäntysaari – guitarra] está contribuindo; Dirk [Verbeuren – bateria] está contribuindo, assim como da última vez, e James [LoMenzo – baixo] voltou a contribuir, também”, pontuou. “Estamos trabalhando com ótimas ideias de riffs. Temos um material muito bom em mãos”, destacou Dave. Mustaine escolheu trabalhar novamente com Chris Rakestraw no novo disco do Megadeth. O profissional é um antigo parceiro da banda, visto que produziu e mixou os álbuns The Sick, The Dying… And The Dead! (2022) e Dystopia (2016). Via: RockBizz

Paul McCartney encerra turnê com participação de Ringo Starr e Ronnie Wood
Entrevistas
23/12/2024

Paul McCartney encerra turnê com participação de Ringo Starr e Ronnie Wood

Notícias Paul McCartney encerrou a turnê Got Back no último dia 19 na The O2, em Londres, Inglaterra. A apresentação contou com a participação de dois colegas: Ringo Starr e Ronnie Wood, do Rolling Stones. Outro momento que ficará para a história do músico foi quando tocou “Get Back” com um baixo especial, roubado há mais de cinco décadas e recuperado apenas no início deste ano. “Eu não o toco há 50 anos”, disse McCartney ao público. Em seguida, ele chamou Ronnie Wood para a apresentação de “Get Back”. O bis do show contou com outro convidado, dessa vez o colega de Beatles, Ringo Starr. Juntos eles tocaram “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e “Helter Skelter” Confira as apresentações logo abaixo. LEIA TAMBÉM: Paul McCartney se emociona após apresentação de “Now and Then” Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

Rob Halford e Alice Cooper divulgam vídeo animado de “My Christmas List”
Entrevistas
23/12/2024

Rob Halford e Alice Cooper divulgam vídeo animado de “My Christmas List”

O vocalista do Judas Priest, Rob Halford, Alice Cooper e o cantor e compositor Brandon Jenner se uniram para criar uma canção de Natal especial voltada para crianças, intitulada “My Christmas List”. A faixa ganhou um vídeo animado que transmite mensagens positivas e celebra o espírito natalino. Enquanto a música, escrita por Dana Kamide, mistura rock and roll com uma abordagem lúdica, trazendo performances dos três artistas. Em suma, Halford entrega sua interpretação com a mesma intensidade que o consagrou no heavy metal. Alice Cooper aparece em sua versão animada para complementar o clima. Jenner traz suavidade em seus vocais. Confira o vídeo animado de “My Christmas List”: Rock for Children “My Christmas List” faz parte do álbum de estreia do projeto Rock for Children, intitulado Solid Rock Revival. Além de Halford e Cooper, o coletivo musical reúne talentos como a filha de Alice, Calico Cooper, Sharon Aguilar-Kamide, Ms. Meka Nism, Slash e outros. Como resultado, o álbum, que apoia causas beneficentes como a Norelli Family Foundation, fundação de caridade sediada na Florida, e os Solid Rock Teen Centers de Alice Cooper, foi indicado ao Grammy 2025 na categoria de Melhor Álbum de Música Infantil. Outra faixa que se destaca no álbum é “Freewheelin’”, que conta com Alice Cooper dividindo os vocais com sua filha e o guitarrista Slash. O projeto reforça o poder do rock em unir gerações e inspirar boas causas, mantendo a essência da música. LEIA TAMBÉM: Stevie Nicks e Jason Kelce lançam cover natalino: “Maybe This Christmas” Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Pra rir e chorar: 10 acontecimentos que abalaram o rock e o metal em 2024
Entrevistas
22/12/2024

Pra rir e chorar: 10 acontecimentos que abalaram o rock e o metal em 2024

Quando pensamos no período de um ano, para algumas pessoas é um intervalo de tempo que passa em um piscar de olhos; há também a turma que considera uma verdadeira odisseia o passar dos meses e torce para que o calendário ande o mais rápido possível para findar o ano. Porém, uma coisa é certa e ninguém pode negar: o período de um ano dá para fazer muitas, muitas, coisas! Há quem casa e descasa, vira papai e mamãe, bate as botas, lança disco, briga com os companheiros de banda, ganha grana, declara falência, arruína um grupo, inicia carreira solo, começa e termina a dieta e por aí vai. Posto isto, o ano de 2024 nos reservou muitas boas surpresas e momentos sui generis, por assim dizer, no seio do rock n’ roll e heavy metal. Para quem vê a vida sob as perspectiva do copo meio vazio, os últimos doze meses não foram lá grandes coisas, visto que os baluartes da música como Iron Maiden, Guns N’ Roses, AC/DC e Metallica não lançaram discos, por exemplo. Indo contra a ótica esvaziada de exaltação, queremos enumerar 10 acontecimentos que abalaram o rock e o metal em 2024. Convidamos você a se juntar a nós para uma breve viagem aos últimos doze meses. Gojira nas Olímpiadas No final de julho, o Gojira, banda de death metal com mesclas de prog metal, foi uma das atrações musicais na abertura das Olimpíadas 2024. O quarteto francês foi o primeiro conjunto de metal a tocar em uma cerimônia de abertura de jogos olímpicos. Na ocasião, os caras apresentaram uma versão pesada de Ah! Ça Ira! – canção popular durante a Revolução Francesa, cujo mote era afirmar que tudo ficaria bem e os tempos sombrios de opressão seriam extintos. The Mandrake Project Depois de mais de quinze anos sem encostar em sua carreira solo, Bruce Dickinson fez a festa dos fãs no comecinho de março, quando colocou na praça o álbum The Mandrake Project. O sétimo registro solo do cantor rendeu uma bem-sucedida turnê a qual passou pelos Estados Unidos, América do Sul e Europa. Adeus, Nicko Ainda no campo do Iron Maiden, a comunidade heavy metal ficou surpresa e triste no começo de dezembro, época em que saiu a notícia da aposentadoria compulsória de Nicko McBrain das apresentações ao vivo da banda. Os motivos para tal decisão tão extrema se deu por conta de problemas de saúde que o artista enfrentou nos últimos anos como AVC (Acidente Vasculhar Cerebral) e câncer na laringe. Como jamais entregaria uma performance ruim, Nicko, que é um dos caras mais legais do metal, resolveu ceder seu lugar a Simon Dawson. A volta dos mortos vivos Depois de cinco anos de aposentadoria, os caras do Slayer cansaram de ficar com o pé para o ar e voltaram aos palcos para dois espetáculos. A festa thrash metal rolou no dia 22 de setembro no Riot Fest e no dia 10 de outubro no Aftershock. A programação do big four contemplava uma terceira apresentação em 27 de setembro, no Louder Than Life, mas o evento foi cancelado por causa do Furacão Helene. Olha quem também está de volta e com vocal novo Depois da morte do cantor Chester Bennington em julho de 2017, o Linkin Park ficou de molho por anos e sem nenhum sinal aparente de volta aos palcos. No entanto, em setembro tudo mudou, quando Mike Shinoda e seus funcionários anunciaram a volta do grupo tendo Emily Armstrong como frontwoman. Invincible Shield Quem diz que cachorro velho não aprende truque novo está completamente enganado! O Judas Priest é uma banda que já passou das cinco décadas de atividades na cena heavy metal e segue nos presenteando com discos essencialmente caprichados – ou truques novos para ficarmos no mesmo compasso de nossa analogia. Em março, Rob Halford e Cia tomaram de assalto o mercado fonográfico com o lançamento de Invincible Shield, que é o sucessor de Firepower (2018) e uma porrada no ouvido do começo ao fim. Tudo é muito bem azeitado: das performances individuais à timbragem dos instrumentos; da conjugação do repertório à capa; da produção quente e viva aos refrãos e solos exuberantes. É um álbum em que a pauleira nunca cessa e que já tem lugar cativo entre os grandes álbuns de heavy metal de todos os tempos. Morte de Paul Di’Anno No final de outubro, a cena heavy metal recebeu a péssima notícia da morte do ex-frontman do Iron Maiden, Paul Di’Anno. O cantor faleceu aos 66 anos em sua casa na cidade de Salisbury, na Inglaterra. Exames posteriores ao falecimento do artista revelaram que ele sucumbiu por conta de um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente. Bom filho a casa torna Em abril deste ano Eloy Casagrande foi confirmado como o novo baterista do Slipknot, contudo, a primeira passagem pelas bandas de cá usando máscara aconteceu somente em outubro, com a realização da segunda edição do Knotfest Brasil. Ver o brasileiro como a força motriz do noneto mascarado foi bastante especial e inspirador. Celebrating life through death Outra prata da casa que deu o que falar foi o Sepultura com o inicio de sua derradeira turnê, que leva o interessante nome de Celebrating Life Through Death. O primeiro show rolou na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, para um Arena Hall completamente lotado. Daí em diante, o quarteto liderado pelo guitarrista Andreas Kisser tem feito a alegria dos fãs com apresentações de duas horas que ostentam o suprassumo das quatro décadas da banda. O imortal comedor de morcego A vida toda de Ozzy Osbourne foi em cima de um palco, praticamente! Todavia, por diversos problemas de saúde como a doença de Parkinson, a lenda do rock e metal não pôde se apresentar na cerimônia que o imortalizou como um membro do Rock And Roll Hall Of Fame. Nomes como Zakk Wylde, Andrew Watt, Steve Stevens,

Scorpions libera vídeo ao vivo de Seventh Sun no Hellfest 2022
Entrevistas
22/12/2024

Scorpions libera vídeo ao vivo de Seventh Sun no Hellfest 2022

Em 2022, o veterano grupo germânico de hard rock, Scorpions, tocou no famoso Hellfest para divulgar seu décimo nono álbum de estúdio, Rock Believer, que saiu em 25 de fevereiro do citado ano. Para mostrar um pouco como foi a turnê de promoção do disco, o Scorpions liberou o vídeo ao vivo de Seventh Sun. Veja: Rock Believer foi gravado principalmente no Peppermint Park Studios em Hannover, Alemanha, e mixado no lendário Hansa Studios em Berlim, Alemanha, com o engenheiro Michael Ilbert. Cabe ressaltar que o trabalho foi o primeiro lançamento da banda desde a coletânea Born To Touch Your Feelings – Best Of Rock Ballads, de 2017. Track listing de Rock Believer: 01. Gas In The Tank02. Roots In My Boots03. Knock ‘Em Dead04. Rock Believer05. Shining Of Your Soul06. Seventh Sun07. Hot And Cold08. When I Lay My Bones To Rest09. Peacemaker10. Call Of The Wild11. When You Know (Where You Come From)12. Shoot For Your Heart13. When Tomorrow Comes14. Unleash The Beast15. Crossing Borders Via: RockBizz

Heavy metal é uma irmandade; é uma música que passa de pai para filho, segundo Kerry King (Slayer)
Entrevistas
22/12/2024

Heavy metal é uma irmandade; é uma música que passa de pai para filho, segundo Kerry King (Slayer)

O heavy metal está no mercado fonográfico há mais cinquenta anos, o que é uma dádiva para algumas pessoas e o pesadelo para outros indivíduos. E muito da constância deste estilo de arte se dá por ser uma música passada de pai para filho ou de um irmão mais velho para o caçula, por exemplo. Conversando com a revista australiana Blunt, Kerry King, guitarrista e um dos criadores do Slayer, refletiu sobre o assunto e chegou a afirmar, inclusive, que o heavy metal é uma irmandade. “Em nossas apresentações, você via irmãos mais velhos trazendo os irmãos mais novos ou até mesmo os pais trazendo seus filhos porque esse tipo de música não é alienante em um ambiente familiar. Não é nada legal gostar da mesma música que seus pais, entretanto, no heavy metal, é ao contrário. A gente via várias geração na plateia. Havia os fãs da primeira geração e a molecada mais nova. Além do mais, eu vejo o tempo todo a garotada usando camisetas do Slayer, Metallica, Megadeth e outras bandas. Então, o heavy metal é uma irmandade, é mais do que um estilo de música”. Eis a pequena entrevista com Kerry King no player a seguir: O primeiro álbum solo de Kerry King, From Hell I Rise, saiu em maio deste ano pela Reigning Phoenix Music. Para o trabalho, o músico contou com o apoio de Mark Osegueda (vocal, Death Angel) , Phil Demmel (guitarra, ex-Machine Head), Kyle Sanders (baixo, Hellyeah) e Paul Bostaph (baterista, ex-Slayer). Track listing de From Hell I Rise: 01. Diablo02. Where I Reign03. Residue04. Idle Hands05. Trophies Of The Tyrant06. Crucifixation07. Tension08. Everything I Hate About You09. Toxic10. Two Fists11. Rage12. Shrapnel13. From Hell I Rise Via: RockBizz