Entrevistas

Iron Maiden: Run For Your Lives Tour está praticamente esgotada, comemora Bruce Dickinson
O frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, está todo feliz com o sucesso da Run For Your Lives Tour, a qual já tem os ingressos praticamente esgotados para a perna de 2025. O cantor celebrou o feito em vídeo compartilhado pela Donzela de Ferro nas mídias sociais. Dickinson disse: “Olá, pessoal! Este é o meu ‘tour pass’ de 2024. Isto me levará a nenhum lugar em 2024, mas não preciso mais disso agora porque 2025 será ainda mais especial. Não apenas por causa do ‘tour pass’. Honestamente, estamos indo além com essa nova turnê. Não que eu precise contar a ninguém, visto que a turnê já está praticamente esgotada. Então, para àqueles que compraram ingressos, como todos vocês, a tour será muito, muito legal. Estou muito ansioso por ela. Faremos coisas que nunca fizemos antes, além disso, ela terá um setlist para marcar história. Sendo assim, vejo vocês em 2025! E a tour vai se estender para 2026 porque há partes do mundo que precisamos ir e que não poderemos visitar em 2025. Nos vemos no ano que vem”. Veja a fala completa de Bruce Dickinson logo abaixo: Atualmente, a Donzela de Ferro está em um recesso de alguns meses para recarregar as baterias e se preparar para a Run For Your Lives Tour 2025, a qual contemplará canções dos álbuns Iron Maiden a Fear of the Dark. Até o momento, o itinerário da Run For Your Lives World Tour 2025 é o seguinte: Maio– Dia 27 Budapest, Hungria – Budapest Aréna *– Dia 31 Prague, República Tcheca – Letnany Airport * Junho– Dia 01 Bratislava, Eslováquia – TIPOS Arena *– Dia 05 Trondheim, Noruega – Trondheim Rocks (Festival)– Dia 07 Stavanger, Noruega – SR-Bank Arena *– Dia 09 Copenhagen, Dinamarca – Royal Arena *– Dia 12 Estocolmo, Suécia – 3Arena *– Dia 13 Estocolmo, Suécia – 3Arena *– Dia 16 Helsinque, Finlândia – Olympic Stadium *– Dia 21 Birmingham, Inglaterra – Utilita Arena ^– Dia 22 Manchester, Inglaterra – Co-op Live ^– Dia 25 Dublin, Irlanda – Malahide Castle *^– Dia 28 London, Inglaterra – London Stadium *^– Dia 30 Glasgow, Escócia – OVO Hydro ^ Julho– Dia 03 Belfort, França – Eurockéennes Festival– Dia 05 Madrid, Espanha – Estadio Cívitas Metropolitano **– Dia 06 Lisboa, Portugal – MEO Arena **– Dia 09 Zurich, Suíça – Hallenstadion **– Dia 11 Gelsenkirchen, Alemanha – Veltins-Arena **– Dia 13 Padova, Itália – Stadio Euganeo **– Dia 15 Bremen, Alemanha – Bürgerweide **– Dia 17 Vienna, Áustria – Ernst Happel Stadium **– Dia 19 Paris, França – Paris La Défense Arena **– Dia 23 Arnhem, Holanda – GelreDome **– Dia 25 Frankfurt, Alemanha – Deutsche Bank Park **– Dia 26 Stuttgart, Alemanha – Cannstatter Wasen **– Dia 29 Berlin, Alemanha – Waldbühne ** Agosto– Dia 02 Warsaw – Polônia – PGE Narodowy ** *Halestorm | ^The Raven Age | **Avatar Via: RockBizz

John Cooper, do Skillet, diz ter tido “problemas” por comentários sobre Rage Against The Machine
Vocalista do Skillet, John Cooper afirmou em participação ao Real Talk With Zuby (via NME), que “teve muitos problemas” após ter criticado o Rage Against The Machine e a posição da banda sobre a vacinação contra a COVID-19 em 2021. Cooper também chegou a questionar a autenticidade do posicionamento político do grupo. Na época ao Apologia Radio, Cooper que não se vacinou e é critico ao imunizante, afirmou que “vacinas são uma ferramenta do governo para controlar mais a tirania do que realmente deixar as pessoas seguras”. O vocalista também criticou a banda, dizendo que eles haviam se tornado “a máquina”, após dizerem a população o que iria acontecer caso não se imunizassem. “Você está na indústria do entretenimento, que é amplamente impulsionada pelas redes sociais e pela mídia no geral.”, comentou. “Você não tem permissão para falar nada contra… Quero dizer, você tem o Rage Against The Machine dizendo às pessoas que se elas não tomarem uma vacina… A banda se tornou a máquina.” Ele continuou a crítica, dizendo que havia se tornado o “revolucionário”, enquanto a banda era “rock governamental”. Comentários o deixaram em maus lençóis Agora, o músico afirma que suas falas deixaram ele em situação ruim, mas diz que estava com razão quando “tirou sarro” da banda. “Eu lembro que me meti em muitos problemas em 2021 porque eu estava, acho que com razão, tirando sarro do Rage Against The Machine.”, disse. “Porque o Rage Against The Machine é antigoverno e eles estavam fazendo esses shows, tipo, só para quem estava vacinado. E eu fiquei tipo, ‘Bom, é uma loucura que eu, o astro do rock cristão, seja o revolucionário do punk agora’”. LEIA TAMBÉM: Tom Morello observa semelhanças entre Chris Cornell e Post Malone Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Kerry King revela seus 5 guitarristas favoritos
Kerry King, ex-guitarrista do Slayer, revelou no podcast Lipps Service With Scott Lipps (via Blabbermouth) seus cinco guitarristas favoritos. Na lista do guitarrista estão: Ritchie Blackmore (Deep Purple e Rainbow), Tony Iommi (Black Sabbath), Eddie Van Halen (Van Halen), Glenn Tipton (Judas Priest). E por fim, acrescenta seu amigo, Zakk Wylde, lenda da guitarra, atualmente com sua banda Black Label Society. Entretanto, segundo King, Glenn é seu favorito e o mais subestimado devido à inovação em seus solos. Em 2015, King criticou a falta de “heróis da guitarra” modernos, comparando com lendas como Eddie Van Halen e Randy Rhoads. Ele destacou a apatia de algumas bandas atuais, mencionando que faltava inspiração em seus guitarristas. Ainda segundo Kerry King, um dos co-fundadores do Slayer, famoso por quebrar regras musicais, criar riffs únicos exige liberdade, e consequentemente alguns métodos tradicionais precisam ser ignorados. Kerry King e sua carreira solo Atualmente, o guitarrista está com sua carreira solo se consolidando, com o lançamento de From Hell I Rise, lançado em maio de 2024. O álbum conta com a produção de Josh Wilbur e com músicos renomados como Mark Osegueda e Paul Bostaph. Convém lembrar que, conforme já anunciado aqui pelo Wikimetal, Kerry King será uma das atrações do festival Bangers Open Air, que ocorrerá nos dias 02, 03 e 04 de maio de 2025, no Memorial da América Latina em São Paulo. Os ingressos para o warm-up e para os dois dias de festival já estão disponíveis no Clube do Ingresso. LEIA TAMBÉM: Kerry King: ‘From Hell I Rise’ é o melhor álbum de metal de 2024, segundo a Rolling Stone Paula Butter Curitibana, frequentadora de shows de rock desde 1996, nacionais, internacionais e de bandas locais. Alguns registrados em minhas redes sociais, outros em ingressos físicos de uma época onde não existia QR Code. Apaixonada por rock e metal, livros, cinema, bons vinhos e amigos. Atualmente, engajada em conhecer e divulgar as bandas do metal brasileiro. Graduada em Design e Direito, pós graduada em Marketing e Sommelier. Via: Wiki Metal

Hail To The King foi nossa tentativa de Black Album do Metallica, diz M. Shadows (Avenged Sevenfold)
Em uma entrevista recente com Bradley Hall, M. Shadows, vocalista do Avenged Sevenfold, falou sobre a criação do álbum Hail To The King e a decisão de simplificar seu som. Seu objetivo era criar um disco de hard rock e heavy metal semelhante ao Black Album do Metallica. “Hail to the King foi uma resposta ao fato de que éramos uma big band, mas nossas músicas não tocavam em qualquer lugar. Não tínhamos nada que se comparasse ao AC/DC, ou ao Black Album do Metallica, ou a todos esses álbuns que amamos. Todas as nossas coisas são um pouco complexas demais, um pouco neoclássicas demais”, admitiu o cantor. E acrescentou: “Então, começamos a realmente colocar em prática; usando as influências que tínhamos na manga nesse tipo de versão simplificada do rock. E isso não é uma crítica a essas bandas, porque elas fazem isso brilhantemente. Elas fazem melhor do que nós. Mas queríamos tentar fazer algo assim. Não é muito natural para nós, não é o que fazemos”. Confira a entrevista abaixo: O Avenged Sevenfold anunciou recentemente uma série de apresentações pela Europa, incluindo festivais, em 2025. Os 12 shows acontecerão em junho e incluem apresentações em grandes festivais como Release Athens, Rock For People, Provinssi Rock e Tons Of Rock. Esta turnê será a segunda visita da banda à Europa desde o lançamento do seu último disco, Life Is But A Dream…, em janeiro do ano passado. Via: RockBizz

Halestorm: Lzzy Hale e Joe Hottinger surpreendem fãs com show acústico
Lzzy Hale e Joe Hottinger, do Halestorm, realizaram um show acústico surpresa como ato de abertura da banda The Dead Deads, na casa de show Underdog em Nashville, Tennessee, Estados Unidos. A apresentação aconteceu na última sexta-feira, 27 de dezembro, e contou com repertório de hits marcantes, incluindo clássicos de Skid Row e Fleetwood Mac. Para celebrar o show intimista, Lzzy divulgou o setlist em publicação no Instagram: 01. White Dress02. Mz. Hyde03. I Remember You (cover do Skid Row)04. Familiar Taste Of Poison05. I Like It Heavy (com “She Won’t Mind”)06. Gold Dust Woman (cover do Fleetwood Mac)07. I Am The Fire Turnê Acústica com músicas do Halestorm No final de outubro, Lzzy Hale e Joe Hottinger anunciaram a turnê acústica “Halestorm’s Lzzy And Joe: The Living Room Sessions”. Agendado para janeiro de 2025, o itinerário é formado por 12 datas. A dupla pretende apresentar versões intimistas de clássicos da banda. Lzzy e Joe anunciam turnê acústica. Créditos: Reprodução/Redes Sociais “Com essa turnê, estamos convidando nossos fãs a experimentar como seria estar com Joe e eu em nossa sala de estar: pegando instrumentos, contando histórias, conversando sobre músicas que ajudaram a nos moldar como banda e nos trouxeram até onde estamos hoje”, comentou Lzzy. Joe afirmou que os shows acústicos reacendem as raízes da banda. “Esse tempo [tocar músicas acústicas em bares] realmente nos permitiu desenvolver nossas habilidades musicais e nos aprofundar na composição de músicas, e isso realmente estabeleceu as bases para o que o Halestorm é hoje.” LEIA TAMBÉM: Floor Jansen, do Nightwish, quer colaborar com Lzzy Hale do Halestorm Giselly Vitória Jornalista formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), além da música, ama futebol e k-dramas. Atualmente, tem um perfil independente chamado ‘Rock em Síntese’ e é colaboradora do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Fernanda Lira enumera e celebra as muitas conquistas de 2024
A vocalista e baixista da Crypta, Fernanda Lira, é bastante ativa nas mídias sociais, já que sempre compartilha com seus milhares de seguidores as suas vitórias e suas derrotas. Em nova postagem no Instagram, que vem recheada de muitas fotos, a artista enumerou e celebrou as muitas conquistas de 2024. Fernanda escreveu: “Só postando pra não perder a trend! Mas também fui triste mesmo assim aqui e ali. Acontece e está tudo bem ser e ficar triste. Sou muito grata por ter uma profissão que viabiliza boa parte dos meus sonhos acontecerem. A maioria deles e de tudo que tá aí nesse post não seria possível sem ter uma banda que faz turnê”. Em outra parte da postagem, Lira listou as suas conquistas: “Fiz 138 shows para milhares de pessoas ao redor do mundo. Vi e brinquei na neve. Fiz muitas palestras e workshops sobre minha carreira e trajetória na música. Toquei em um cruzeiro de metal no Caribe. Gravei uma música com Suicidal Tendencies. Passei umas mini férias na Amazônia. Visitei as Cataratas do Niágara e construí uma rede de apoio e amizade muito sólida e fui muito, muito amada”. Veja o post de artista brasileira logo abaixo: E por falar em Fernanda Lira, a Crypta voltará ao Velho Continente em abril de 2025 para uma turnê ao lado do Aborted, The Zenith Passage e Organectomy. A banda também promete divulgar em breve mais datas da próxima turnê. Via: RockBizz

Kerry King nomeia seus cinco melhores guitarristas de rock e metal de todos os tempos
Durante entrevista no podcast Lipps Service With Scott Lipps, Kerry King foi convidado a nomear seus cinco melhores guitarristas de todos os tempos. O guitarrista do Slayer disse: “Eu teria dificuldade em numerá-los, mas posso pensar em cinco. [Ritchie] Blackmore [Deep Purple, Rainbow], Tony Iommi do [Black Sabbath], Eddie Van Halen do [Van Halen], sem dúvida”. E continuou: “Provavelmente meu favorito de todos os tempos é Glenn Tipton do [Judas Priest]. E eu acho que ele é o mais esquecido. Porque se você olhar para os solos que ele estava fazendo, ele inovou muito nessas coisas. Ok, então quem é o quinto? Eu vou com um superpesado que é meu mano e digo Zakk Wylde [Pantera, Ozzy Osbourne, Black Label Society]”. Confira o vídeo abaixo: O álbum solo de estreia de Kerry King, intitulado From Hell I Rise, foi lançado em maio deste ano. Fazem parte da formação da banda, Mark Osegueda (vocal), Phil Demmel (guitarra), Kyle Sanders (baixo) e Paul Bostaph (bateria). Via: RockBizz

Luto e tristeza: os artistas do rock e heavy metal que perdemos em 2024
O ano de 2024, que está na reta final, nos reservou muitos momentos marcantes e de felicidade com shows e turnês de bandas consagradas como Iron Maiden, Bruce Dickinson, Mr. Big, Toto e Dream Theater. Contudo, o ano também nos marcou de forma triste e doída, visto que perdemos para a dona da foice gigante, a morte, alguns de nossos ídolos da música. Fizemos uma singela lista em homenagem aos artistas do rock e heavy metal que perdemos em 2024. E ficamos na torcida para que a dona morte passe bem longe dos nossos heróis da música em 2025. James Kottak – ex-baterista do Scorpions(26 de dezembro de 1962 – 09 de janeiro de 2024) Vitalij Kuprij – tecladista do Trans-Siberian Orchestra(07 de julho de 1974 – 20 de fevereiro de 2024) Brit Turner – baterista do Blackberry Smoke(03 de março de 2024) CJ Snare – vocalista do Firehouse(14 de dezembro de 1959 – 05 de abril de 2024) Dickey Betts – guitarrista e fundador do Allman Brothers Band(12 de dezembro de 1943 – 18 de abril de 2024) Shifty Shellshock – ex-vocalista do Crazy Town(23 de agosto de 1974 – 24 de junho de 2024) Pinche Peach – vocalista do Brujeria(24 de novembro de 1966 – 17 de julho de 2024) Jack Russell – ex-vocalista do Great White(05 de dezembro de 1960 – 07 de agosto de 2024) Juan Brujo – vocalista do Brujeria(1963 – 16 de setembro de 2024) Pit Passarell – baixista e membro fundador do Viper(11 de abril de 1968 – 27 de setembro de 2024) Paul Di’Anno – ex-vocalista do Iron Maiden(17 de maio de 1958 – 21 de outubro de 2024) Phil Lesh – baixista e cofundador do Grateful Dead(15 de março de 1940 – 25 de outubro de 2024) Quincy Jones – produtor(14 de março de 1933 – 03 de novembro de 2024) Edgard Britto – tecladista do Tuatha de Danann(27 de janeiro de 1974 – 13 de novembro de 2024) Bob Bryar – ex-baterista do My Chemical Romance(31 de dezembro de 1979 – 24 de novembro de 2024) Via: RockBizz

Van Halen: banda tem de “três a quatro álbuns” inéditos guardados, diz Alex
O Van Halen tem material guardado, que é suficiente para lançamento de três a quatro álbuns. Foi o que o baterista Alex Van Halen disse em participação ao podcast Talk Is Jericho (via Loudwire). Segundo ele, o plano é separar o material em partes, desta forma, sendo possível analisar o que vale a pena ser lançado e o que não vale. Alex cita que no arquivo existem pequenos licks que não são suficientes para uma música, mas também diz que alguns são “incrivelmente poderosos” e que foi uma pena que foram parar no “fundo do cofre” e não viraram músicas. “Em um lado do espectro, está o fato de que pequenos licks não fazem uma música. No outro lado, alguns desses licks são incrivelmente poderosos, é uma pena que acabaram indo para o fundo do cofre, ao invés de terem tornado discos”, disse. O baterista também enfatizou que, mesmo tendo uma riqueza musical, ele colocará um alto padrão e que não irá lançar “qualquer coisa”. Para ele, é um processo que leva tempo, e que deseja fazer isso da forma certa. “Ficarão lá [no cofre] até descobrirmos como e o que fazer com eles”, explicou. “E, novamente, você tem que lembrar, tem que ser no nível de onde Ed [Van Halen] e eu, onde costumávamos tocar. Não vamos simplesmente fazer de qualquer jeito. Temos acesso a alguns dos maiores músicos do planeta, e muitos deles estão mais do que dispostos a fazer parte em algumas das coisas.”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Alex Van Halen diz que David Lee Roth teria sabotado turnê tributo a Eddie Van Halen Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Torta de climão: Glenn Hughes lembra frieza dos músicos do Deep Purple no Rock And Roll Hall Of Fame
No ano de 2016 o Deep Purple foi imortalizado pelo Rock And Roll Hall Of Fame como um dos empossados da trigésima primeira festa da instituição. Na ocasião, grupos como Cheap Trick e Chicago também ganharam a homenagem. Como o Deep Purple teve muitas formações, a instituição resolveu convidar e agraciar músicos das três primeiras constituições, assim nomes como Ritchie Blackmore, Ian Paice, Jon Lord, Rod Evans, Ian Gillan, Roger Glover, David Coverdale e Glenn Hughes marcaram presença ou foram representados no evento. No mês de outubro, durante uma sessão de bate-papo com os fãs australianos, Glenn Hughes lembrou a torta de climão e a frieza dos músicos do Deep Purple no Rock And Roll Hall Of Fame. “Bem, não houve cumprimento. Não houve clima familiar. Não houve abraços. Não houve aperto de mão. Não houve nada disso. Foi muito desconfortável, na verdade. Desconfortável demais”, lamentou Glenn. Ele continuou: “Quando estávamos recebendo os prêmios, fui parabenizar Ian Gillan, mas, quando cheguei perto dele, ele me afastou com o braço. Ele não queria que eu chegasse perto dele. No entanto, eu o agarrei assim mesmo para lhe dar um abraço e falar algumas coisas que não posso revelar para vocês”. “Considerei muito estúpido fazer isso ao vivo na TV. Mostrar esse tipo de ressentimento foi muito idiota. Fiquei muito chateado! Isso não me deixou com raiva, mas feriu muito os meus sentimentos”, concluiu. Confira a fala de Glenn Hughes aqui: Via: RockBizz

Erik Grönwall faz versão sombria de The Final Countdown do Europe
O cantor sueco Erik Grönwall abastece frequentemente seu canal oficial no YouTube com covers de hits do rock e metal. De Iron Maiden a Bon Jovi, de Judas Priest a Skid Row, o artista consegue impor seu DNA vocal e entreter o ouvinte. Para fechar o ano de 2024, Erik Grönwall fez uma versão sombria de The Final Countdown do Europe. Curta no player abaixo: Como o assunto é Erik Grönwall, o vocalista estará na estrada com o guitarrista alemão Michael Schenker para promover o álbum My Years With UFO. A tour será pela Europa e começará no dia 09 de abril na Holanda. Até o momento, o itinerário completo da turnê é o seguinte: Abril– Dia 09 – Zoetermeer, Holanda- Poppodium Boerderij– Dia 10 – Hamburg, Alemanha – Fabrik– Dia 11 – Coesfeld, Alemanha – Fabrik– Dia 12 – Neuruppin, Alemanha – Kulturhaus Stadtgarten– Dia 16 – Krakow, Polônia – Klub Kwadrat– Dia 19 – Mannheim, Alemanha – Capitol– Dia 21 – Augsburg, Alemanha – Spectrum Club– Dia 22 – Nuremberg, Alemanha – Der Hirsch– Dia 25 – Maastricht, Holanda – Muziekgieterij– Dia 26 – Uden, Holanda – De Pul– Dia 27 – Herford, Alemanha – Kulturwerk– Dia 28 – Bochum, Alemanha – Zeche– Dia 30 – Pratteln, Suíça – Konzertfabrik Z7 Como o nome já entrega, My Years With UFO cobre os anos entre 1972 e 1978, período em que Schenker foi membro da banda britânica UFO. Além de Grönwall, My Years With UFO conta com muitos outros convidados como Axl Rose (Guns N’ Roses), Slash (Guns N’ Roses), Erik Grönwall (ex-Skid Row), Dee Snider (Twisted Sister), Joey Tempest (Europe), Roger Glover (Deep Purple), Joel Hoekstra (Accept, ex-Whitesnake), John Norum (Europe), Adrian Vandenberg (ex-Whitesnake) e mais. Via: RockBizz

Max Cavalera fala sobre a importância de correr atrás dos sonhos
Em vídeo para o canal holandês FaceCulture, o vocalista e guitarrista brasileiro, Max Cavalera, falou sobre a importância de correr atrás dos sonhos e não esperar que a oportunidade caia no colo sem nenhum esforço e de maneira gratuita, pois as coisas dificilmente irão rolar dessa maneira. “Você tem que arriscar, e isso tem a ver em correr atrás dos sonhos! Muitas pessoas não conseguem ver, mas você precisar fazer muitos sacrifícios para fazer as coisas acontecerem. Há bandas que acham que o apoio virá até você de maneira fácil e de graça, mas não é assim. É preciso muitos sacrifícios”. Max continuou: “Quando vim para os Estados Unidos cheio de cópias do Schizophrenia (1987), tive que colocar terno, prender o cabelo e tal. Fiz coisas que poderiam me influenciar a ficar no Brasil e esperar alguém assinar contrato com a gente. Mas preferi arriscar, porque era uma chance de fazer a coisa acontecer. E é esse tipo de entusiasmo que você precisa ter para fazer as coisas acontecerem. E eu serei para sempre grato a essa viagem, porque os frutos que renderam dela são incríveis”. “Eu tento inspirar os meus filhos e mostrá-los o que precisa ser feito para alcançar o sucesso e o que você deseja. Você não tem que esperar as coisas acontecerem, você tem que fazer rolar por você mesmo. E acho que essa história pode inspirar qualquer músico ao redor do mundo. É uma história inspiradora para você correr atrás de seus sonhos”, finalizou o Cavalera. Eis a fala completa de Max Cavalera aqui: Via: RockBizz

Matt Heafy (Trivium) divulga o guitar playthrough de Silence In The Snow
O frontman do Trivium, Matt Heafy, é bastante ativo nas redes sociais, visto que está sempre alimentando seu canal oficial no YouTube com conteúdos relacionados à música e artes maciais, por exemplo. O novo vídeo que o músico compartilhou foi o guitar playthrough de Silence In The Snow, faixa-título do sétimo disco do Trivium, o qual saiu em outubro de 2015. Veja: E por falar no Trivium, a banda fará uma extensa turnê pelos Estados Unidos com os amigos do Bullet for My Valentine. O giro norte-americano começará no final de março e se estenderá até meados maio. A turnê, que levará o nome de Poisoned Ascendancy Tour, será a celebração aos vinte anos de Ascendancy e The Poison, que é o primeiro disco do Bullet for My Valentine. Confira o itinerário da turnê aqui: A Europa também ganhará datas da Poisoned Ascendancy Tour entre o finalzinho de janeiro e fevereiro. Países como Holanda, Itália, Espanha e Alemanha vão curtir os shows dos grupos. Além disso, a tour passará pelo Reino Unido para fazer a alegria dos fãs de lá. Veja as datas da festa heavy metal logo abaixo. Via: RockBizz

Fernanda Lira alegra criança ao participar da campanha Natal Solidário dos Correios
Há muitos anos a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, ou simplesmente Correios, faz uma campanha solidária de fim de ano, que consiste em disponibilizar em suas agências cartinhas de crianças em situação de vulnerabilidade social para que a população as adote e realize seus sonhos de Natal. Para as festas deste ano, a frontwoman da Crypta, Fernanda Lira, alegrou uma criança ao participar da campanha Natal Solidário dos Correios. A artista compartilhou seus sentimento sobre a nobre ação em uma postagem nas mídias sociais. Ela escreveu: “Adotamos uma cartinha do Papai Noel dos Correios! Pra quem não sabe, há décadas os Correios tem um projeto de Natal, onde os tutores de crianças podem deixar cartinhas que seus filhos escrevem pro Papai Noel nas suas agências e a população pode ir lá adotar uma cartinha, comprar um presente pra essa criança, que os Correios entregam sem custo algum esses presentes pros pequenos. Eu já tinha feito duas vezes antes há muitos anos, mas como fim do ano é sempre muito corrido pra mim, porque geralmente tenho show até a terceira semana de dezembro, fazia um tempo que eu não conseguia me dedicar a isso. Como tive que enviar um pacote numa agência e lembrei na hora! Pedi se ainda tinha cartinha e o funcionário disse que sim, mas que aquele era o último dia que eles estavam recebendo e eu só teria um par de horas pra aprontar tudo. Deu tudo certo e nossos coraçõezinhos estão muito alegres em saber que hoje uma criança vai ter uma noite mais feliz e mágica”. Fernanda aproveitou a oportunidade e pediu para que seus milhares de seguidores possam apoiar a campanha. “Tenho mais de 300 mil seguidores, se eu conseguir chamar a atenção de um desses sequer a se inspirar e somar nessa corrente do bem, pra mim é missão cumprida. Se eu não usar a voz que tenho aqui pra fazer o mínimo de coisa legal pros outros de vez em quando, então prefiro nem ter”. Lira completou: “Esse projeto tem todo ano, quem sabe vocês não guardam esse post pra fazer ano que vem? Quem sabe você não indica para aquela família em situação vulnerável que você conhece a possibilidade de participar e tentar um presente pras crianças? Enfim, tomara que a criancinha goste, fizemos o melhor que pudemos de última hora”. Veja a postagem de Fernanda Lira logo abaixo: Via: RockBizz

Clown destaca que Eloy Casagrande trouxe novo fôlego ao Slipknot
Em entrevista para o NME, Shawn Crahan, o Clown do Slipknot, ressaltou que a chegada de Eloy Casagrande à banda influenciou positivamente o ambiente profissional, seja em estúdio ou nos palcos. “Eloy está na banda e tem algo acontecendo entre nós nove agora que é muito divertido. As coisas estão fluindo e provavelmente teremos vários álbuns por vir”, afirmou Crahan. Em abril deste ano, Casagrande foi oficialmente anunciado como baterista do Slipknot . “Estou sendo completamente honesto, é como se uma nuvem tivesse partido. O que quer que essa nuvem fosse… todos participam da nuvem. No momento, tudo está parecendo ótimo”, continuou. Eloy Casagrande com Slipknot. Crédito: Divulgação/Instagram Além de comentar sobre o baterista brasileiro, Shawn também revelou que ao fim da série de shows pelo mundo, a banda vai entrar em estúdio. “Estamos em turnê há um tempo e vamos lentamente nos afastando das longas temporadas. Temos alguns shows no ano que vem, então voltamos a nos curar de todo o trabalho que fizemos e elaborar o próximo material”. Inclusive, o músico finalizou a entrevista presenteado os fãs com a notícia de que o vocalista Corey Taylor tem trabalhado em composições para o novo projeto. “Corey já tem ideias, está escrevendo letras e nos envia. Isso não significa que está definido nem que está pronto de forma alguma.” Crises Internas no Slipknot Ao longo dos anos, a banda passou por inúmeros desentendimentos nos bastidores, o que resultava, na maioria das vezes, em trocas de membros. Desde a primeira formação em meados de 1995, a banda passou por várias mudanças, chegando a contar com a participação de 19 integrantes, tendo apenas Shawn Crahan como membro remanescente. De acordo com a Metal Hammer, o percussionista admitiu sentir falta de alguns parceiros, mas afirmou que a entrada de Eloy foi um divisor de águas para o Slipknot. LEIA TAMBÉM: Slipknot: Clown comenta sobre a pior lesão que teve em palco Giselly Vitória Jornalista formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), além da música, ama futebol e k-dramas. Atualmente, tem um perfil independente chamado ‘Rock em Síntese’ e é colaboradora do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Fafá de Belém planeja álbum de rock para celebrar meio século de carreira
Fafá de Belém, uma das artistas mais queridas e influentes da música brasileira, surpreendeu ao anunciar o próximo passo de sua trajetória. Fafá irá lançar um álbum de rock para celebrar os 50 anos de carreira em 2025 (via CNN Brasil). Segundo a cantora, o gênero sempre esteve presente em suas influências artísticas. Em entrevista, contou sobre o planejamento: “Eu quero descer nessa comemoração de 50 anos e olhar outros lugares, mas eu nunca programo muito porque eu sempre me deixo levar por uma coisa nova. E aí eu embarco”. Esse lado da artista já apareceu em apresentações da série On The Rock’n Roll, onde pôde revisitar clássicos do rock, recebendo elogios pela forma que imprimiu sua voz inconfundível em músicas de artistas como Rita Lee e Led Zeppelin. Vale lembrar que a artista também já performou no Rock in Rio, no ano de 2019. E no mesmo line-up que contemplou artistas como Red Hot Chili Peppers, Panic! At The Disco, Nile Rodgers & CHIC e Capital Inicial. A combinação de sua marcante voz com a intensidade tão característica do rock mostrou ao público que a cantora, de fato, possui inclinação para esse estilo musical. Em entrevistas anteriores, Fafá compartilhou que já tinha planos de gravar um disco com o produtor Tom Capone, que incluiria canções de Cazuza e Frejat. Porém, com a trágica morte do produtor no ano de 2004, o projeto foi interrompido (via Rádio Rock). Mais detalhes sobre o novo projeto ainda serão revelados. Mas sem dúvida, promete trazer a marca autêntica do rock combinada com a identidade de Fafá de Belém. Fafá de Belém: 50 anos de reinvenções musicais Nascida em Belém do Pará, Fafá iniciou sua carreira nos anos 70 e logo ganhou destaque no cenário da música brasileira com sua voz única. Seu primeiro disco, Fafá de Belém (1977), já mostrou sua força, que ao longo dos anos a consolidou como uma das vozes mais marcantes do MPB. Sempre trazendo uma mistura de influências, que vão do samba à música popular, a cantora faz questão de trazer à sua musicalidade o regionalismo e as suas raízes paraenses, que encantam, mesmo após 50 anos, diferentes gerações. Ao longo de sua trajetória, Fafá de Belém conquistou prêmios importantes e inovou em todas as suas produções musicais. Fafá passou por diversas sonoridades, deixando seu público ansioso pelos próximos passos em meio a celebração de meio século de carreira. LEIA TAMBÉM: Fã brasileira que cantou com os Beatles morre aos 70 anos; conheça a história de Lizzie Bravo Luhana Botinelly Fã apaixonada por heavy metal, em especial thrash, death e power metal. Influenciada pelo bom gosto musical do pai, adora estudar música e arrisca dizer que aprende piano. Além de advogada que atua no ramo tributário, trabalha, feliz da vida, com a Wikimetal desde setembro de 2024. Via: Wiki Metal

Lzzy Hale (Halestorm) esclarece por que deu um tempo das redes sociais
Recentemente, por meio de story em sua conta oficial no Instagram, a cantora norte-americana Lzzy Hale (Halestorm) esclareceu por que deu um tempo das redes sociais. A artista ressaltou que o ambiente tóxico da internet foi decisivo para o seu afastamento. Hale escreveu: “Olá, meus ‘freaks’. Lzzy aqui! Muito obrigada por entender a minha falta de presença online. Estou me preparando para lançar um novo álbum incrível com o Halestorm e me tornar a mulher que sempre fui destinada a ser. E a toxicidade da internet não é saudável para meu coração e nem para minha alma. E eu estou determinada a não permitir que nada e nem ninguém roube a minha alegria. Mas estou aqui. Eu amo todos vocês loucamente”. Halestorm está trabalhando no sucessor de Back from the Dead, que saiu em maio de 2022 pela Atlantic. O quarteto está tendo a colaboração de Dave Cobb, que está atuando como produtor. A previsão que o disco vislumbre a luz do Sol em 2025. Via: RockBizz

Andreas Kisser explica como a formação clássica do Sepultura começou a ruir
Em meados dos anos 1990, o Sepultura gozava de uma popularidade jamais concebida para uma banda de heavy metal do Brasil. Principais nomes da música pesada como Ozzy Osbourne e Rob Halford (Judas Priest) e Tony Iommi (Black Sabbath) faziam questão de posar ao lado de Max, Andreas, Paulo e Iggor. Na época, o quarteto estava voando alto com o álbum Roots, o qual enfatizou ainda mais as influências de ritmos brasileiros. Se o prestígio criativo era grande, as brigas internas também eram na mesma dimensão. Em 2018, os músicos conversaram com a Metal Hammer e deram os suas respectivas opiniões sobre o disco e tudo o que o envolveu. Na mesma publicação, Andreas Kisser explicou como a formação clássica do Sepultura começou a ruir. “As coisas começaram a ficar meio estranhas antes do Roots”, disparou Kisser. “Quando Zyon [filho de Max e Gloria] nasceu, em vez de colocar uma banda na capa de uma revista, colocaram uma foto do Max com seu filho”, explicou. “Isso não tem nada a ver com a banda. Ter um filho não é tão especial. Eu mesmo tenho três. Eu os amo, mas não os uso como troféu”, enfatizou o guitarrista. “Os conceitos sobre o que o Sepultura deveria ser estavam mudando. Max já estava se distanciando da unidade que tínhamos”, pontuou. “O Sepultura estava tipo um vocalista com sua banda de apoio”, lamentou. “Além do mais, Gloria estava fazendo um trabalho horrível. Ela não estava tentando manter nada sob controle”. Andreas concluiu: “O Sepultura só funciona se formos uma banda! Se pudermos conversar e respeitar uns aos outros. Na época, nós estávamos em um ponto em que só subíamos ao palco para tocar. E era assim que eles queriam continuar”. Em 1996, o Sepultura e o Max Cavalera decidiram seguir caminhos opostos: o primeiro fechou parceria com o norte-americano Derrick Green, cantor com quem já gravou nove álbuns de estúdio. Já o segundo, Max Cavalera, criou o Soulfly, grupo que contabiliza doze discos na praça. O artista também participa de outros projetos de peso como Cavalera Conspiracy e o Killer Be Killed. Os dois lados seguem fazendo sucesso em suas respectivas carreiras. Via: RockBizz

“KISS se tornou uma banda muito grande sem nenhum hit”, afirma Gene Simmons
Em uma nova entrevista com Michael Franzese, Gene Simmons afirmou que o KISS não precisou de nenhum hit para se tornar uma banda grande. O baixista/vocalista explicou a rápida ascensão do grupo à fama: “De uma forma muito estranha, o KISS se tornou uma banda muito grande sem músicas de sucesso. Era sobre os shows ao vivo”. “E se as pessoas estiverem curiosas, se você for ao YouTube, nós literalmente explodiríamos qualquer banda que ousasse nos colocar no palco”, ele continuou. “Nós simplesmente os explodiríamos para fora do palco”. E completou: “Parte disso foi inteligente. Tínhamos um logotipo do KISS com cerca de dois metros de altura e com luzes brilhantes. E ninguém pendurou o nome de sua banda acima dele como em um show de Las Vegas”. Confira a entrevista abaixo: Gene Simmons está atualmente em turnê com sua banda solo que conta com Brent Woods, Brian Tichy e Zach Throne. Eles já têm apresentações marcadas nos Estados Unidos para 2025, começando em 28 de abril em Tallahassee, com uma parada no Count Basie Center em Red Bank, Nova Jersey, em 5 de maio, e terminando em 24 de maio em Houston. Via: RockBizz

Mikael Åkerfeldt (Opeth) acha que a maioria das bandas de rock não fazem álbuns bons depois dos primeiros
Durante nova conversa com a revista Classic Rock, o sueco Mikael Åkerfeldt (Opeth) abriu o coração de forma bastante franca e falou que acha que a maioria das bandas de rock não fazem álbuns bons depois dos primeiros. Mikael explicou seu ponto de vista: “Perseverança e estupidez e não sair fora quando as coisas ficam difíceis resultam em discos ruins. No entanto, eu não sento e me pergunto para onde foi o tempo. O que me deprime é quando olho as discografias de outras bandas”. Ele acrescentou: “A maioria das minhas bandas favoritas, o décimo quarto álbum, por exemplo, foi uma merda, assim como o décimo terceiro álbum e o décimo segundo. Talvez apenas os três primeiros discos tenham sido bons. Eu fico refletindo se estamos fazendo álbuns merdas. A gente não quer chegar nesse ponto”. A última vontade e testamento O mais novo álbum do Opeth, o décimo quarto registro de estúdio do grupo, The Last Will And Testament, saiu no dia 11 de outubro pela Reigning Phoenix Music. Cabe dizer que todas as músicas de The Last Will And Testament foram escritas por Mikael Åkerfeldt, que também cuidou da produção ao lado de Stefan Boman. A capa da obra é de autoria do artista Travis Smith. Outro destaque do disco está na conta de Ian Anderson, vocalista, flautista e líder do icônico Jethro Tull. Atualmente, o Opeth é formado por Mikael Åkerfeldt (vocal e guitarra), Martin Mendez (baixo), Fredrik Åkesson (guitarra), Waltteri Väyrynen (bateria) e Joakim Svalberg (teclado). Track listing de The Last Will And Testament: 01. §102. §203. §304. §405. §506. §607. §708. A Story Never Told Via: RockBizz

Avantasia: Roy Khan é um dos convidados de Here Be Dragons
Desde o primeiro disco The Metal Opera, de 2001, o Avantasia prepara uma verdadeira seleção de convidados em seus trabalhos. Dessa forma, o próximo álbum, Here Be Dragons, que chegará ao mercado em 28 de fevereiro de 2025 via Napalm Records, terá a presença de Roy Khan, ex-frontman do Kamelot. De acordo com o idealizador da banda, Tobias Sammet, o cantor norueguês o ajudou a criar e a moldar a balada Everybody’s Here Until The End. “Acho que é uma das baladas mais comoventes e emocionais que já fiz”, declarou Tobias. O álbum contou com a produção da dupla Tobias Sammet e Sascha Paeth, este último também cuidou da mixagem. Já a masterização ficou na reponsabilidade de Michael Rodenberg e a arte da capa sob os cuidados de Rodney Matthews. Here Be Dragons estará disponível em formatos como CD, CD digipak, vinil preto, vinil colorido (verde, amarelo, azul), cassete, digital (streaming e download), entre outros. Track listing de Here Be Dragons: 01. Creepshow02. Here Be Dragons03. The Moorland At Twilight04. The Witch05. Phantasmagoria06. Bring On The Night07. Unleash The Kraken08. Avalon09. Against The Wind10. Everybody’s Here Until The End Via: RockBizz

Ressuscitando o sonho: Nevermore retomará as atividades em 2025
Notícia muito boa para os fãs de prog e death metal! O veterano Nevermore retomará as atividades em 2025, com os integrantes originais Jeff Loomis e Van Williams, guitarrista e baterista, respectivamente. O anúncio saiu na última sexta-feira, dia 27 de dezembro, pelas redes sociais, com um vídeo de cerca de um minuto contendo várias imagens relacionadas ao Nevermore. No final, o vídeo ainda possui a mensagem Resurrecting The Dream, algo como Ressuscitando o sonho, em uma tradução livre. Veja: Nevermore se separou em 2011, quando Loomis e Williams anunciaram sua saída da banda devido a diferenças pessoais com o vocalista Warrel Dane, que faleceu em 2017 no Brasil, aos 56 anos, e o baixista Jim Sheppard. O cantor chegou a descrever o grupo como a “melhor banda que o álcool já arruinou”. O Nevermore começou a carreira no comecinho dos anos 1990. O debute, que é homônimo ao grupo, chegou ao mercado em 1995. Daí para frente, a banda ganhou ainda mais força e vigor com os discos subsequentes, o que a tornou muito querida pelo público e a fez se tornar figura presente nos principais festivais de metal do mundo. Via: RockBizz

Ronnie Radke fica bravinho com as acusações de lip sync em show
Recentemente, o vocalista do Falling in Reverse, Ronnie Radke, ficou bravinho com as acusações de lip sync – também conhecido como sincronia labial – em show. Para rebater os comentários críticos nas mídias sociais, o cantor norte-americano publicou um vídeo cujo o conteúdo é uma cantoria com pouca afinação e alcance. Confira o material mais abaixo. Como pano de fundo de sua “apresentação”, Ronnie estampou um comentário que deve tê-lo mais enfurecido. A mensagem do fã informou: “Cara, vá praticar o lip sync que você fará na próxima turnê”. Ronnie Radke é bastante conhecido como o vocalista que cancelou show por conta de laptop roubado. Além disso, tem a fama de agredir fãs e mulheres e gosta de arrumar confusão com outros artistas como Sebastian Bach (ex-Skid Row) e personalidades da cena heavy metal como o radialista Eddie Trunk. Via: RockBizz

Scott Ian revela qual música fez o Anthrax ser banido da MTV
Em uma nova entrevista com a Metal Hammer, Scott Ian revelou qual música fez o Anthrax ser banido da MTV nos anos 80. O guitarrista contou que o canal se opôs ao conteúdo do videoclipe de Madhouse, de 1985, a ponto do grupo de thrash metal ser proibido de ir ao ar. O clipe mostrava pessoas com camisas de força em um hospital psiquiátrico abandonado e foi recebido como sendo humilhante para os doentes mentais. “Ele foi enviado para a MTV, o que era um pouco improvável para uma banda chamada Anthrax e tocando a música que tocávamos”, lembrou Ian. “E a MTV veio até nós e disse muito educadamente: ‘Nós nunca colocaremos isso no ar. Vocês estão banidos da MTV, porque achamos que vocês estão tirando sarro dos deficientes mentais’. Nós ficamos tipo, ‘O quê?!’”, continuou. “Nós ficamos tipo, ‘Foda-se a MTV de qualquer maneira! Quem precisa dessa merda?!’”, Ian completou. “Isso foi antes do Headbangers Ball [programa de rock e metal] ficar famoso nos anos 80”, ele disse. A MTV mudou sua opinião sobre o Anthrax conforme eles ganharam destaque em meados e no final dos anos 80. Seu cover da faixa Antisocial, do Trust, se tornou um sucesso no canal que, em 1989, realizou uma competição onde o vencedor poderia ter sua casa destruída pela banda. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz