Entrevistas

Sleep Token lança single “Caramel”, trabalho diferente de tudo o que já fizeram
Entrevistas
07/04/2025

Sleep Token lança single “Caramel”, trabalho diferente de tudo o que já fizeram

Notícias Após o lançamento de “Emergence”, Sleep Token surpreende com “Caramel”, faixa que fará parte do próximo álbum da banda Even In Arcadia, que será lançado dia 09 de maio, pela RCA Records. A obra é algo totalmente novo em questão de sonoridade, ao incorporar diversos elementos mais dançantes, porém, é claro, sem perder o peso característico da banda e toda a sua sinceridade. E por falar em sinceridade, além da melodia nova, a letra da canção se mostra um tanto quanto pessoal e um pouco direta para quem ouve. Em um trecho da música, o vocalista Vessel canta suas experiências pessoais com a fama e os holofotes. Ele diz: “Toda vez que eles tentam gritar meu nome verdadeiro só para me irritar / agindo como se eu nunca estivesse estressado com boatos / Acho que é isso que ganho por tentar me esconder dos holofotes / Acho que é isso que ganho por ter uma visão retrospectiva 20/20”. Após esse desabafo, o vocalista continua: “Este palco é uma prisão, um lindo pesadelo / Uma guerra de atrito, eu aceitarei o que me for dado”. Leia a letra completa no Letra.com LEIA TAMBÉM: Sleep Token esgota rapidamente ingressos para sua turnê norte-americana Julie Tavares Nascida em família apaixonada por músicas de diversos gêneros (mais precisamente moda de viola e Roberto Carlos), descobriu a vida boa do Rock And Roll aos 11 anos (era Emo, mas quem nunca?) através de amigos da escola, e desde então não parou mais. Hiperfocada (apenas em assuntos que gosta) descobriu gêneros não populares na época e se apegou a eles (sim, por aqui sou defensora de Metal Espadinha, Folk e Celtic). Envolvida com música nos bastidores e inclusive nos palcos, já até tocou Saxofone (para tocar Kenny G). Atualmente toca Piano e Baixo e defende com unhas e dentes que você pode sim ser metaleiro (qualquer um) e chorar com Corazón Partío. Formada em Mídias Sociais Digitais pela Belas Artes, é Gestora de Mídias Sociais em uma escola de música. Gosta tanto de escrever e defender suas opiniões que se tornou colaboradora do time de redação do site Wikimetal. Via: Wiki Metal

Black Sabbath: “Nosso empresário nos deu mil dólares pelo show no California Jam; mas a banda recebeu 250 mil pelo show”
Entrevistas
07/04/2025

Black Sabbath: “Nosso empresário nos deu mil dólares pelo show no California Jam; mas a banda recebeu 250 mil pelo show”

A história do Black Sabbath é de conhecimento de todo mundo que tem vivência no heavy metal. Além dos riffs pesados de Tony Iommi, a voz emblemática de Ozzy Osbourne, as letras sombrias e profundas do baixista Geezer Butler e as nuances de jazz de Bill Ward, o grupo também ganhou fama pelos roubos que sofreu do empresário Patrick Meehan. Os episódios de abuso foram vários, a perder de vista, na verdade. E um deles o Madman contou à revista Musician em 1994. O cantor inglês disse: “Não queríamos fazer o show no California Jam, mas nosso empresário nos forçou. Ele nos mandou para os Estados Unidos na classe econômica na sexta-feira”. O Príncipe das Trevas acrescentou: “Após a apresentação, o nosso empresário deu a cada um de nós mil dólares e nos colocou de volta no avião, classe econômica. Muitos anos depois, descobrimos que tínhamos recebido 250 mil dólares pelo show. Nosso empresário, é claro, ficou com tudo”. O festival California Jam aconteceu no dia 06 de abril de 1974 no Ontario Motor Speedway em Ontario, Califórnia. Além do Black Sabbath, o evento contou com os shows de nomes como Deep Purple, Emerson, Lake & Palmer, Black Oak Arkansas, Eagles e mais. De acordo com observadores da cena musical, o público que prestigiou a festa rock n’ roll foi em torno de quatrocentas mil pessoas. Foi, sem dúvida, um dos maiores eventos dedicados ao som pesado em toda história. Curta um trecho do show do Black Sabbath no player logo abaixo: Via: RockBizz

“Guns N’ Roses era a banda de Izzy Stradlin; ele era o centro de tudo”, observa Alan Niven
Entrevistas
06/04/2025

“Guns N’ Roses era a banda de Izzy Stradlin; ele era o centro de tudo”, observa Alan Niven

Pensar em Guns N’ Roses logo vem em nossas cabeças a imagem do frontman Axl Rose e a sua presença de palco marcante. O fato é que o rapaz de Lafayette, Indiana, entrou para a história do rock n’ roll como um dos maiores cantores de todos os tempos. Por sua postura destemida e seu posto no GN’R, Rose tomou para si a alcunha de líder da matilha, no entanto, a espinhal dorsal do conjunto era outra pessoa, segundo o ex-empresário da banda, Alan Niven. De acordo com Alan, Guns N’ Roses era a banda de Izzy Stradlin, já que ele era o centro de tudo. “Tem uma coisa que eu falo com frequência e deixa Axl maluco, mas, pela forma que vejo as coisas, o Guns N’ Roses era a banda de Izzy [Stradlin]. Ele era o cerne e o centro da banda para mim”, afirmou Niven. “Isso não quer dizer que Axl não tivesse a voz mais extraordinária e não pudesse escrever uma letra realmente significativa por conta própria”, pontuou. “Ele também tem as suas muitas habilidades. No entanto, dentro dessa química, identifiquei Izzy como o único elemento que era absolutamente crítico nessa equação”, concluiu. Veja a fala completa de Alan Niven no player abaixo: Além de ser um guitarrista base muito seguro e dinâmico, Izzy Stradlin é um compositor de mão cheia, visto que assinou hits como Don’t Cry e You Could Be Mine, faixas presentes no multiplatinado Use Your Illusion II, de 1991. Via: RockBizz

Nasi pede que parte do público deixe show do Ira! após vaias
Entrevistas
06/04/2025

Nasi pede que parte do público deixe show do Ira! após vaias

Durante show do Ira! em Contagem, Minas Gerais, o vocalista Nasi se envolveu em uma situação tensa com parte da plateia. O cantor, que se manifestou contra a anistia dos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, foi vaiado por alguns espectadores. Em resposta, ele convidou esses fãs a não comparecerem mais aos shows da banda. O show aconteceu na última sexta-feira, 29, no rooftop do Shopping do Avião. Nasi, Edgard Scandurra (guitarra), Evaristo Pádua (bateria) e Johnny Boy (baixo, violão e teclados) subiram ao palco para o Ira! Elétrico, versão “plugada” do repertório clássico da banda. A apresentação, que prometia ser um momento de celebração do rock nacional, acabou marcada pelo desentendimento entre o vocalista e parte do público. Em um determinado momento do show do Ira!, Nasi gritou: “sem anistia!”. A frase referencia a condenação das pessoas que participaram dos ataques de 8 de janeiro, e da tentativa de golpe de Estado por oficiais das Forças Armadas e integrantes do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro no fim de 2022. O vocalista mandou o seguinte recado (via G1): “Pra vocês que estão vaiando, eu vou falar uma coisa pra vocês: tem gente que acompanha o Ira!, mas nunca entendeu o Ira!. Tem gente que acompanha a gente e é reacionário, tem gente que acompanha o Ira! e é bolsonarista, isso não tem nada a ver, gente! Por favor, vão embora! Vão embora da nossa vida! Vão embora e não apareçam mais em shows, não comprem nossos discos, não apareçam mais. É um pedido que eu faço.” Nasi e o posicionamento político do Ira! Não é a primeira vez que Nasi expressa sua opinião e lado político. Em entrevista ao Estadão, o assunto voltou à tona. O repórter Gabriel Zorzetto mencionou sobre “colegas roqueiros, especialmente Lobão e Roger Moreira, que abraçaram uma postura política contrária às suas convicções”. Na resposta, o vocalista, de 62 anos, deixou claro que esse debate não é novidade para ele. Disse ainda que, na sua geração, artistas com esse perfil são minoria — e que, por isso, o posicionamento deles não o surpreende, mas também não o representa. LEIA MAIS: Jon Schaffer converteu-se ao cristianismo e concede primeira entrevista desde condenação | Wikimetal Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Ritchie Blackmore sofreu ataque cardíaco em 2023, revela esposa
Entrevistas
06/04/2025

Ritchie Blackmore sofreu ataque cardíaco em 2023, revela esposa

O guitarrista Ritchie Blackmore sofreu um ataque cardíaco em 2023. Quem revelou a informação foi Candice Night, sua esposa e vocalista do Blackmore’s Night. Ao TotalRock [via Blabbermouth], ela explicou a condição de saúde de seu marido, que teve seis stents – dispositivo inserido nas artérias para liberar fluxo sanguíneo – inseridos em suas artérias. O ex-Deep Purple também está com gota e problemas articulares. Por conta disso, ele se encontra impossibilitado de viajar de avião e no momento, realiza apenas shows nos Estados Unidos. “Ritchie foi informado por seu cardiologista que não pode entrar em um avião. Ele teve um ataque cardíaco há cerca de um ano e meio. Ele tem seis stents.” “Mal posso acreditar que vai fazer 80 anos em 14 de abril, o que é loucura, ainda não age como tal. Logo, as situações de saúde acabam te pegando. Então temos que ter certeza de mantê-lo feliz e saudável. E ele está lidando com gota e algumas questões de artrite. E, claro, suas costas sempre foram um problema. Então está ficando mais difícil.” Blackmore ficou mais recluso após ataque cardíaco Night também disse que Ritchie Blackmore, em seu estado atual, não deseja aparecer para seus fãs e passou a ficar mais recluso após ter sofrido o ataque cardíaco. Por conta disso está sendo difícil ficar por muito tempo em turnês. “Está ficando mais difícil para ele, mas eu já vi pessoas mais jovens do que ele em cadeiras de rodas no palco. Acho que ele provavelmente não quer que as pessoas o vejam dessa forma. Eu já vejo de outro jeito. Da perspectiva de fã, acho que as pessoas ficariam felizes em estar no mesmo lugar que ele e ouvi-lo tocar, independente de qualquer coisa.” “Então, nós meio que temos essa discussão o tempo todo [risos]. Mas ele foi recentemente ao cardiologista e eles disseram: ‘vamos deixar as viagens de avião de lado.’ Então, espero que a gente consiga resolver tudo isso e que isso mude.” LEIA TAMBÉM: Deep Purple: Glenn Hughes fala que Ritchie Blackmore era “um pouco difícil” Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Ratos de Porão: “A maioria dos que me chamaram de traidor do punk virou crente ou polícia”, analisa Jão
Entrevistas
05/04/2025

Ratos de Porão: “A maioria dos que me chamaram de traidor do punk virou crente ou polícia”, analisa Jão

Os integrantes do Ratos de Porão sempre levaram a fama de serem traidores do movimento punk rock. Até as pessoas que estavam dentro desta cena musical tiveram tal atitude para com os caras. O motivos podem variar e podem ir do estilo musical da banda, que é um crossover, ou seja, não é um punk puro, até o trabalho de apresentador do vocalista João Gordo em emissoras como MTV e Record. Pouco tempo atrás, o guitarrista Jão – João Carlos Molina Esteves – conversou com os apresentadores do canal Podpokas, Tutu Fazan e Anderson Colnaghi, e teceu alguns comentários sobre a alcunha de traidor do punk rock. “Dizem que os grandes traidores do punk foram nós! Mas acho que as pessoas que me chamam de traidor, elas que foram as traidoras. Quando a gente começou a misturar o metal com o punk, muita gente torceu o bico. Demorou muitos anos para entenderem o que estava rolando; inclusive gente da minha geração meteu a boca”. O guitarrista acrescentou: “Eu fiquei mal, porque foi um bagulho que a gente ajudou a construir, e falam que eu sou um traidor. E a maioria dos que me chamaram de traidor do punk virou crente ou polícia. Também viraram uns reacionário. Tem uns reaça dentro do punk”. “O punk da minha época não era politicamente correto. O ‘ganguismo’ atrapalhou muito a evolução, porque a gente descolava um lugar para tocar, mas sempre tinha um cara para atrapalhar. Esse tipo de cara nunca moveu uma palha, nunca compôs uma música, nunca escreveu um fanzine, nunca fez um vídeo, nunca escreveu um poema e nunca escreveu uma frase de protesto, e só estragou o rolê”, concluiu. Eis a fala completa de Jão no player abaixo: Via: RockBizz

Entrevista Opeth: Fredrik Åkesson diz estar ansioso para tocar no Monsters of Rock
Entrevistas
05/04/2025

Entrevista Opeth: Fredrik Åkesson diz estar ansioso para tocar no Monsters of Rock

Formada em 1990, a banda sueca de death metal progressivo Opeth fará dois shows no Brasil em abril. O primeiro no Monsters of Rock, no Alianz Parque, dia 19, com Stratovarius, Savatage, Queensrÿche, Europe, Scorpions e Judas Priest. O segundo acontece no dia 21, no Espaço Unimed, com o Savatage. O Opeth está divulgando seu mais novo álbum, The Last Will And Testament, o décimo quarto disco da banda. O álbum foi bem recebido pela crítica e pelos fãs. Lançado em novembro de 2024, o projeto conta a história de um patriarca muito rico e conservador que tem seu testamento lido e revela vários segredos da família. O Wikimetal conversou com o guitarrista Fredrik Åkesson, que está na banda desde 2007 e já lançou seis álbuns de estúdio e dois ao vivo com o Opeth. Confira a entrevista na íntegra: Fredrik Åkesson do Opeth fala com o Wikimetal Wikimetal: O Opeth tem uma base de fãs muito forte no Brasil. Como você descreveria a experiência de tocar para o público brasileiro, e quão importante é esta apresentação no Monsters of Rock para o Opeth? Fredrik Åkesson: Nós nunca tocamos no Monsters of Rock antes, ou em outro festival de tamanha importância no Brasil. Quando criança, eu sonhava em tocar no Rock in Rio, que é provavelmente um dos maiores festivais do mundo. Já tive o prazer de tocar no Monsters of Rock antes, estive lá alguns anos atrás, talvez você não saiba, com o Candlemass. Então, toquei no Monsters of Rock com o Kiss como headliner, Scorpions também. Quem mais estava? Helloween, Doro, Symphony X… Eu substituí o Lars no Candlemass e toquei o show inteiro. Portanto, será muito legal voltar ao Monsters of Rock dois anos depois, mas com minha banda principal dessa vez, o Opeth. Vi o estádio, e é muito grande, sabe? Para nós, é como dar um passo à frente. É uma boa maneira de alcançar muitas pessoas que não conhecem a banda. Temos uma oportunidade de tocar para um público maior do que estamos acostumados. É uma coisa boa. Estávamos discutindo sobre como temos uma hora de setlist e queremos mostrar vários lados da banda, escolher as músicas certas para criar todos os elementos que envolvem o Opeth para montar um ótimo show. A importância do Monsters of Rock para o Opeth WM: Como é para o Opeth dividir o palco com outras bandas lendárias como Judas Priest, Scorpions e Europe? Vocês têm algum tipo de relação ou história com as outras bandas que vão se apresentar no festival? Fredrik Åkesson: Judas Priest é uma das melhores bandas pra mim, Scorpions também. E o Europe, eu venho da mesma vizinhança que eles. São dez anos mais velhos que eu, mas tive a sorte de tocar com John Norum, escrevi músicas para os discos solo dele, já fizemos várias jams tocando guitarra juntos, então somos grandes amigos. E, claro, Joey está no nosso novo álbum também, então tem essa conexão sueca. É legal passar tempo com esses caras, são amigos nossos, claro. Mas tocar com o Judas Priest pra mim, é como… [Rob] Halford, sabe, ele é uma das grandes lendas do metal. É muita honra para nós tocar com essas bandas clássicas. O setlist para os shows no Brasil WM: Vocês estão preparando algo especial para o setlist no show do Brasil, considerando a importância do evento e do público brasileiro? Fredrik Åkesson: Bem, já que nosso novo álbum, The Last Will and Testament, foi lançado e fizemos uma turnê de três semanas algumas semanas atrás e tocamos pelo menos quatro músicas do álbum novo, acho que vamos tocar pelo menos três músicas do novo disco. Mesmo tendo um setlist de uma hora, vamos tocar vários clássicos. Começaremos a ensaiar na semana que vem e vamos tentar mapear o que achamos que se encaixa bem para esse show. Provavelmente tentaremos focar em um setlist intenso. Como nossos shows principais são shows longos e Mikael [Åkerfeldt] fala bastante – eu não o chamaria de comediante de stand up, mas às vezes ele fica relaxado no palco -, talvez tenhamos que compactar tudo um pouco nesses festivais porque temos essas coisas, mas com o Mike nunca se sabe. Ele pode falar muito ou não, vamos ver o que acontece. A relação do Opeth com o Brasil WM: O Opeth já tocou no Brasil antes. Vocês têm alguma história ou experiência memorável das suas visitas anteriores aqui? Como é a interação com os fãs brasileiros? Fredrik Åkesson: Eles são sempre super legais. Nos apoiam bastante e nós gostamos muito, Lembro da última vez que tocamos aí, não me lembro o nome do local aí em São Paulo, mas lembro que pegamos o elevador do camarote, podíamos ver a fila sendo formada. Foi bem incrível ver quantas pessoas estavam lá, tinham vários cartazes. Você tem que se beliscar às vezes. [Uma hora] você está no metrô na Suécia e de repente você está em São Paulo vendo essa fila se formando, você não acredita que estão lá pra assistir seu show, então é muito inacreditável. Dessa vez estamos realmente ansiosos para fazer esse grande show, então é isso, espero que ocorra tudo bem. Churrasco e Caipirinha WM: Além dos shows, vocês têm algum interesse ou conexão com a cultura brasileira? Tipo, bebidas, comida ou até mesmo música? Fredrik Åkesson: Ah, sim! Caipirinha é uma bebida brasileira, não é? WM: Sim! É Brasileira. Com limão, gelo e cachaça. Fredrik Åkesson: Eu gosto dessa. Cachaça, sim, com um camarão em cima. Tem também a “rascaria”, os restaurantes de carne, como se pronuncia? WM: Churrascaria. Fredrik Åkesson: Correto, churrascaria. Já fomos algumas vezes, mas não vou antes do show porque você mal consegue se mover depois de ir em restaurantes assim, é muita comida. É muito pesado, é algo que quando se pensa em Brasil, esses restaurantes são uma das coisas que se lembra, churrascaria. Mas eu nunca consegui viajar aí pra ver a natureza, e isso, é claro, é uma

Ian Hill do Judas Priest fala ao Wikimetal sobre vinda ao Brasil, novo álbum e futuro da banda
Entrevistas
05/04/2025

Ian Hill do Judas Priest fala ao Wikimetal sobre vinda ao Brasil, novo álbum e futuro da banda

Faltando poucos dias para o tão aguardado Monsters of Rock 2025, o baixista e fundador do Judas Priest, Ian Hill, conversou com o Wikimetal sobre suas expectativas para a vinda ao Brasil. Em um bate-papo descontraído e cheio de risadas, Hill falou sobre o mais recente álbum, Invincible Shield, que tem sido destaque nos shows da banda. Além disso, Ian Hill também compartilhou suas impressões sobre as novas gerações do heavy metal e revelou um gostinho sobre o futuro do Judas Priest. A banda, que é um dos headliners do festival, também fará um show especial ao lado do Queensrÿche em São Paulo. Judas Priest sobe aos palcos no dia 19 de abril no Monsters of Rock no Allianz Parque (ingressos disponíveis aqui) e no dia seguinte, 20 de abril com o Queensrÿche no Vibra São Paulo. Confira a conversa na íntegra com Ian Hill do Judas Priest: Shows celebrando Invincible Shield Wikimetal: Antes de iniciar a turnê europeia Shield of Pain 2025, vocês tocarão em alguns países da América do Sul, incluindo o Brasil, no Monsters of Rock 2025. O que podemos esperar desse show especificamente? Ian Hill: Bem, será uma continuação dos shows de Invincible Shield, que temos apresentado no último ano para promover o álbum. O setlist será uma mistura de músicas novas, junto com os clássicos que os fãs adoram, além de outras canções do nosso catálogo. Buscamos manter o setlist familiar para o público, porque não há nada pior do que tocar algo desconhecido e sentir aquele momento de silêncio. Então, queremos que todos se divirtam. O show será um típico show do Priest, com muitas luzes, muito barulho… A moto vai estar lá, algumas partes do cenário vão se movimentar… Vai ser muito divertido! WM: Os shows deste ano celebram Invincible Shield, um álbum que recebeu um feedback incrível da crítica e dos fãs. O que esse disco significa para você e quanto dele veremos no Monsters of Rock? Ian Hill: Teremos tempo para tocar três ou quatro músicas do novo álbum. É sempre difícil montar um setlist, porque temos muitas músicas e, quando um álbum novo sai, precisamos abrir espaço para ele, o que significa que alguma favorita de alguém vai ter que sair. Adoraríamos tocar o álbum todo, mas simplesmente não há tempo suficiente. Sobre o disco, ele demorou bastante para sair por conta da pandemia, que atrapalhou o processo de gravação. Mas isso também deu bastante tempo para Richie, Glenn e Rob refinarem as músicas antes de entrarmos no estúdio. O resultado é um álbum muito mais musical e polido do que os anteriores, porque tivemos tempo de sobra para deixá-lo exatamente como queríamos. Judas Priest e Queensrÿche WM: No show solo em São Paulo, no dia 20 de abril, vocês terão o Queensrÿche como banda de abertura. Como você vê a conexão entre os públicos das duas bandas? Ian Hill: Ah, o heavy metal é como uma comunidade, não é? Todo mundo parece se dar bem. E o Queensrÿche é uma grande banda, já trabalhamos com eles várias vezes antes. Além de serem ótimos músicos, são pessoas incríveis. Então, será um grande evento, estamos ansiosos por isso. Wikimetal: O setlist desse show solo será o mesmo dos outros shows no Brasil? Ian Hill: Sim sim, acredito que será o mesmo. WM: Em uma entrevista para o Metal Ode no ano passado, você mencionou que ver um público jovem nos shows faz com que a banda se sinta moderna e relevante, mesmo depois de mais de 50 anos de carreira. Como você vê essa nova geração de fãs de heavy metal, especialmente em festivais como o Monsters of Rock, que costumam atrair muitos jovens? Ian Hill: Sim, eles são o futuro, não é? Sempre digo que há pessoas que querem mais do que apenas música pop. Elas não querem só cantar o refrão, querem ouvir os solos de guitarra, os padrões de bateria, as linhas de baixo… E sempre haverá pessoas assim, que demandam um tipo de música diferente. E, no momento, o heavy metal está preenchendo essa necessidade e está sempre evoluindo, acompanhando os jovens que vêm aos shows. É um sentimento incrível. O heavy metal tem um grande futuro e espero que continue assim. A responsabilidade do Priest com o futuro do metal WM: Uma vez, em entrevista a um veículo nacional, você disse: “Vocês brasileiros são tão loucos quanto nós, é uma combinação perfeita.” Agora, retornando ao Brasil para três shows esse ano, a sensação ainda é a mesma? O que vocês esperam desses shows diante do público brasileiro? Ian Hill: Não, não sinto o mesmo… Acho que vocês estão ainda mais loucos! [Risos] Espero que sejam tão receptivos quanto sempre foram. Sempre fomos muito bem recebidos no Brasil e sentimos uma energia incrível vendo o público se divertir. Vocês realmente sabem como aproveitar um show melhor do que qualquer outro lugar. Então, estamos ansiosos para sentir essa vibração subindo ao palco novamente! WM: Em 2015, durante uma entrevista no Fezen Festival, você mencionou que a maior contribuição do Judas Priest para o heavy metal foi continuar fazendo música. Dez anos depois, com dois novos álbuns lançados, você ainda acredita que essa é a maior contribuição da banda? Ou adicionaria algo mais hoje? Ian Hill: Sim, é isso mesmo. Esse é o nosso trabalho, criar música. Tivemos a sorte de que vocês sempre gostaram do que lançamos. Não seguimos regras quando começamos a compor, simplesmente fazemos o que vem de nós mesmos e seguimos esse caminho. E vocês sempre receberam nosso trabalho de forma incrível. Espero que isso continue assim! A entrada de Richie Faulkner na banda WM: Sempre ouvimos de você e dos outros membros da banda sobre a amizade especial que compartilham. Quando Richie Faulkner entrou no Judas, você mencionou a energia que ele trouxe para o grupo. Como foi construir essa amizade e integrá-lo de forma tão natural, tanto no palco quanto no estúdio? Ian Hill: Bom, quando Richie entrou na banda, já faz

Uriah Heep se despede dos palcos de São Paulo com show imperdível
Entrevistas
04/04/2025

Uriah Heep se despede dos palcos de São Paulo com show imperdível

Lenda do rock progressivo e hard rock, o Uriah Heep retorna ao Brasil para um show especial em São Paulo no dia 11 de abril, no Tokio Marine Hall. Como parte da turnê de despedida The Magician’s Farewell, a banda britânica encerra uma jornada de mais de 50 anos de história, marcada por clássicos que influenciaram gerações. Com trajetória iniciada nos anos 70, o Uriah Heep ajudou a moldar o som do rock com álbuns icônicos. Entre eles, os icônicos Demons and Wizards, Look at Yourself e The Magician’s Birthday. A banda é formada atualmente por Mick Box (guitarra), Bernie Shaw (vocais), Phil Lanzon (teclados), Russell Gilbrook (bateria) e Dave Rimmer (baixo). O grupo segue entregando apresentações eletrizantes, e mantém viva a essência que os consagrou como um dos grandes nomes do rock. Uriah Heep tocará os hinos clássicos no show No repertório, os fãs podem esperar uma viagem nostálgica com hinos como “Easy Livin’”, “Lady in Black”, “July Morning” e “Stealin’”. Hits que marcaram época e seguem emocionando públicos pelo mundo. A apresentação promete ser uma celebração grandiosa, trazendo a energia e o peso característicos da banda, combinados com a atmosfera mágica que fez do Uriah Heep um dos pilares do rock clássico. Para quem cresceu ouvindo seus riffs e melodias marcantes, esta será a última chance de testemunhar ao vivo a força de uma das bandas mais influentes do gênero. Além do show, os fãs terão a oportunidade única de conhecer os integrantes no Meet & Greet, disponível para venda. É a chance de ficar frente a frente com os ídolos, tirar fotos e garantir autógrafos nessa despedida histórica. Não perca essa última oportunidade de celebrar o legado do Uriah Heep ao vivo! Garanta seu ingresso e seu acesso ao Meet & Greet e faça parte desse momento inesquecível. Serviço:Data: 11 de abrilHorário: 22:00Local: Tokio Marine HallEndereço: Rua Bragança Paulista, 1281.Ingressos: Uriah Heep – Tokio Marine HallMeet & Greet: Bilheto LEIA TAMBÉM: CDs de Motörhead, Saxon e Uriah Heep são lançados em novas versões no Brasil Marcelo Gomes Paulistano e apaixonado por rock desde os 10 anos, comecei a descobrir o universo da música pesada quando um amigo gravou uma fita K7 com Viper, Judas Priest, Metallica, entre outros. Na sequência, conheci o Black Sabbath e foi um caminho sem volta … Frequentador assíduo de shows, já acompanhei centenas de apresentações das principais bandas de rock/metal e suas diversas vertentes. Nos últimos anos, tenho transformado minha paixão pela música em palavras, compartilhando resenhas sobre shows e permitindo que os leitores vivenciem a emoção de cada apresentação. Via: Wiki Metal

John Dolmayan defende escolha de Ego Kill Talent para abrir shows do System of a Down
Entrevistas
04/04/2025

John Dolmayan defende escolha de Ego Kill Talent para abrir shows do System of a Down

Notícias O baterista do System of a Down, John Dolmayan, emitiu um comentário no post oficial do anúncio do Ego Kill Talent como banda de abertura dos shows de sua banda na América do Sul. No comentário, Dolmayan defendeu a escolha e deu bronca nos fãs que emitiram críticas: “Aos fãs de música, estou percebendo uma negatividade injusta direcionada à banda. Para deixar claro, o Ego Kill Talent está abrindo para o System porque é isso que o System quer. Somos amigos antigos e queridos, gostamos de tocar juntos e curtimos a música!” “Sei que existem muitas ótimas bandas no Brasil e na América do Sul como um todo. Muitas nos foram apresentadas pelas mesmas pessoas que alguns de vocês estão odiando. Parem com isso, cresçam e controlem seu ódio. Estamos planejando grandes coisas para o futuro e muitas, muitas bandas farão parte disso, mas se você acha que insultar uma banda para promover outra é o caminho certo, você é um completo idiota.” Confira o post que traz o comentário de John Dolmayan defendendo o Ego Kill Talent: LEIA TAMBÉM: Serj Tankian também possui ideias conservadoras, diz John Dolmayan Daniel Dystyler Apaixonado por música, em particular por rock e heavy metal, co-fundou o Wikimetal em 2011. Foi roadie do VIPER desde a fundação da banda até o final da tour do álbum ‘Theatre of Fate’. Sempre teve o desejo de ajudar a difundir o heavy metal que foi alvo de tanto preconceito ao longo dos anos. O Wikimetal é uma forma de defender, propagar e perpetuar o metal no Brasil – [email protected] Via: Wiki Metal

Ghost: Primeira tatuagem de Tobias Forge foi capa de álbum do Sepultura
Entrevistas
04/04/2025

Ghost: Primeira tatuagem de Tobias Forge foi capa de álbum do Sepultura

Em entrevista ao Wikimetal, Tobias Forge, vocalista e líder do Ghost, revelou que sua primeira tatuagem foi a capa de um EP do Sepultura. Forge, que não esconde sua paixão pelas bandas brasileiras de metal, conversou com a nossa equipe e revelou uma lista de nomes brasileiros do metal pesado que o influenciaram ao longo da vida, admitindo sua preferência por grupos mais “underground e antigos”. “Com certeza o Sepultura é uma das bandas mais influentes do Brasil pra mim”, revela. “Eu até tenho uma tatuagem no meu braço da capa do EP Bestial Devastation (1985). Foi a primeira tatuagem que eu fiz na vida, quando tinha 18, 19 anos. Eu acho que os primeiros três ou quatro discos do Sepultura foram muito importantes para mim.” O frontman do Ghost seguiu mencionando bandas brasileiras que o influenciaram ao longo da vida: “I.N.R.I, do Sarcófago, significou muito para mim. Eu ainda acho que é absolutamente maravilhoso. Mutilator é legal. Eu sei que o Holocausto envelheceu, mas Bloody Vengeance do Volcano é um ótimo disco. Mystifier, ótima banda. Eu acho que a maioria das bandas que eu gosto do Brasil são muito underground e antigas. Mas hoje em dia, uma banda que eu realmente gosto é a Crypta. Eu acho que elas são incríveis.” Colecionador ávido de discos de vinil, Tobias Forge também contou quais discos brasileiros estão faltando em sua coleção e fez um apelo a Wagner Antichrist, da antiga banda de death metal Sarcófago: “Estou procurando a primeira demo original de Sarcófago, Satanic Lust. Então, Wagner Antichrist, se você está ai ouvindo, por favor, entre em contato! Ou D. D. Crazy. Qualquer um de vocês. Eu quero o original, é isso que eu estou procurando. Eu tenho todos os outros, mas Satanic Lust, esse é o que eu não tenho, o original. Com o selo do Wagner dentro da capa. Precisa ser o original.” Confira a entrevista completa com Tobias Forge. LEIA TAMBÉM: Entrevista Ghost: Tobias Forge revela paixão por bandas brasileiras e quer vir ao Brasil em 2026 Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Ego Kill Talent será banda convidada do System of a Down em todos os shows da América do Sul
Entrevistas
04/04/2025

Ego Kill Talent será banda convidada do System of a Down em todos os shows da América do Sul

Notícias A produtora 30e anunciou nesta sexta-feira, 04, que o Ego Kill Talent será a banda convidada para os shows do System of a Down no Brasil e nos outros países da América do Sul (Argentina, Chile, Peru e Colômbia). A banda brasileira estreou nova formação em 2023 com a vocalista Emmily Barreto (Far From Alaska) e desde então já abriu shows de Evanescence, Linkin Park e muito mais. Recentemente eles também incorporaram a baixista Cris Botarelli. Nesta sexta-feira, 04, o grupo lança o novo single “Reflecting Love” – acompanhe a estreia do videoclipe oficial às 18h. A WAKE UP! South America Stadium Tour chega em terras brasileiras no mês de maio com cinco datas: Curitiba (06/05), Rio de Janeiro (08/05) e São Paulo (10, 11 e 14/05) – confira a disponibilidade dos ingressos no site da Eventim. Além do Ego Kill Talent, o System of a Down também trará o AFI como convidado especial exclusivamente para o show do dia 14 de maio, que acontece no Autódromo de Interlagos. Os outros dois shows em São Paulo terão lugar no Allianz Parque. LEIA TAMBÉM: Entrevista Ego Kill Talent: “Agora temos uma mulher superpoderosa à frente da banda” Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Wikimetal Recomenda: Últimos ingressos para ver Incubus no Brasil dias 08 e 10 de abril
Entrevistas
04/04/2025

Wikimetal Recomenda: Últimos ingressos para ver Incubus no Brasil dias 08 e 10 de abril

Incubus desembarca no Brasil na próxima semana para dois shows: em Curitiba, dia 08 de abril, e em São Paulo, dia 10 de abril – últimos ingressos à venda no site da Tickets For Fun. A banda está em turnê atualmente celebrando o álbum Morning View, de 2001, que contém o sucesso “Wish You Were Here”. No Brasil, a setlist do Incubus deve contar o disco na íntegra, além de outros clássicos da carreira. Recentemente, o grupo revelou que está se preparando para lançar o nono álbum de estúdio. O projeto deve chegar em meados de outubro e será o primeiro disco do Incubus após um hiato de oito anos. Por aqui, nós do Wikimetal preparamos uma lista com as 5 músicas que mais queremos ver ao vivo durante a passagem do Incubus pelo Brasil – confira a matéria completa. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Lançamentos de rock e metal da semana: Smith/Kotzen, The Hives, Candlemass e mais
Entrevistas
04/04/2025

Lançamentos de rock e metal da semana: Smith/Kotzen, The Hives, Candlemass e mais

Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do The Hives e Candlemass, novo álbum do Smith/Kotzen, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:L.A. Guns – Leopard SkinSmith/Kotzen – Black Light/White Noise Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Jon Schaffer converteu-se ao cristianismo e concede primeira entrevista desde condenação
Entrevistas
03/04/2025

Jon Schaffer converteu-se ao cristianismo e concede primeira entrevista desde condenação

Jon Schaffer deu sua primeira entrevista desde que foi condenado a três anos de liberdade condicional pelo envolvimento na invasão do Capitólio, nos Estados Unidos, em janeiro de 2021. Jon Schaffer tornou-se uma das 1.500 pessoas acusadas pela invasão que foram perdoadas pelo presidente Donald Trump. O guitarrista fundador do Iced Earth apareceu no podcast It Is Later Than You Think da Cornerstone Church, uma igreja em Trafalgar, Indiana. Em um episódio de quase duas horas e meia, Schaffer falou muitos tópicos sobre seu envolvimento na invasão [transcrição via Blabbermouth]: “Agora percebo que meu comportamento não foi o melhor comportamento e não foi a coisa mais inteligente que já fiz, mas foi uma armadilha. Quer dizer, não há dúvidas. A verdade vai aparecer sobre isso. O ruim é que eu sei melhor. Mas deixei minhas emoções me controlarem completamente, e acho que havia uma força em ação ali, que não consigo colocar em palavras”. Na opinião do guitarrista, os participantes e condenados e o presidente Trump, foram perseguidos injustamente, pois apenas fizeram um protesto contra uma eleição que alegaram ser fraudulenta: “Não é um movimento violento. Você pode ver isso. É um movimento muito voltado para a família. Eu diria que a maioria das pessoas são apenas amantes da liberdade, provavelmente muitos cristãos e muitos americanos de bom coração… E então destruir propriedade, não é isso que fazemos”. Jon Schaffer converteu-se ao cristianismo O guitarrista também contou sobre sua jornada espiritual: “Acho que estou nela há um tempo. Eu comecei a ler a Bíblia, mas eu não estava realmente lá […]. Foi quando minha jornada de fé começou […]. E então [meu amigo] me convidou para sua igreja, que ficava a uma hora e meia de distância. Eu simplesmente me apaixonei pelo lugar”. “E às vezes eu ia lá só para o culto — saía bem cedo de manhã, chegava lá e voltava dirigindo — mas é muito tempo no carro. E eu tinha pedido — o nome dele é Pastor Tim Miller — pedi para ele me batizar. É simplesmente incrível a maneira como Deus trabalha”. Questionado sobre seus planos futuros na música, Jon Schaffer disse: “Tenho alguns lançamentos e nos quais vamos trabalhar. Em termos de material novo, vou dar um pouco de tempo […]. E então, o que quer que eu faça daqui para frente, só quero fazer algo que seja ótimo. Não quero que nada seja forçado. E quero que glorifique a Deus”. LEIA TAMBÉM: Hansi Kürsch sai do Demons & Wizards e declara fim de colaboração com Jon Schaffer; saiba mais Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Marky Ramone recebe homenagem da Câmara Municipal de Curitiba
Entrevistas
03/04/2025

Marky Ramone recebe homenagem da Câmara Municipal de Curitiba

Notícias Marky Ramone, icônico ex-baterista do Ramones, recebeu homenagem da Câmara Municipal de Curitiba na última terça-feira, 1° de abril. Segundo o site XV Curitiba, a iniciativa foi proposta pelo vereador Tico Kuzma (PSD), “destacando o vínculo constante do músico com a capital paranaense e sua presença frequente na cidade, que mais uma vez o recebe durante sua turnê internacional” O site também descreveu o “Reconhecido mundialmente por sua trajetória como baterista da lendária banda Ramones, Marky mantém uma relação especial com Curitiba, cidade que visita com regularidade e pela qual já demonstrou grande apreço ao longo dos anos”. A homenagem aconteceu horas antes de Marky subir ao palco do Tork’n Roll com a turnê Blitzkrieg 2025, que revisita clássicos imortais do punk. O baterista segue com sua banda para Brasília (03/04), Belo Horizonte (04/04), São Paulo (05/04) e Suzano (06/04). Os ingressos podem ser adquiridos no site Clube do Ingresso. LEIA TAMBÉM: Marky Ramone incendeia São Paulo com clássicos dos Ramones Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

System of a Down: O que esperar da setlist no Brasil?
Entrevistas
03/04/2025

System of a Down: O que esperar da setlist no Brasil?

System of a Down vem ao Brasil para cinco shows em 2025. A banda se apresenta em Curitiba dia 06 de maio (Estádio Couto Pereira), no Rio de Janeiro dia 08 de maio (Estádio Nilton Santos – Engenhão) e em São Paulo nos dias 10 e 11 de maio (Allianz Parque) com adição de uma terceira data no Autódromo de Interlagos dia 14 de maio com abertura do AFI. Todas as datas ainda possuem ingressos disponíveis no site da Eventim. O retorno do System of a Down ao Brasil promete ser histórico. Essa é a primeira vez da banda no país em 10 anos. Sua última passagem foi em 2015, pelo Rock In Rio e São Paulo, com a Wake Up The Souls Tour – uma turnê simbólica para conscientização dos 100 anos do genocídio armênio. O grupo se encontra em um hiato indefinido desde 2006, com apresentações e lançamentos esporádicos ao longo dos anos, o que torna uma turnê completa um feito raro. Eles também se apresentam na Colômbia, Peru, Chile e Argentina. O que esperar da setlist do System of a Down no Brasil Em entrevista recente ao SNSMix.com, o baixista Shavo Odadjian revelou que o System of a Down pretende criar uma setlist diferente para cada uma das datas confirmadas, inspirando-se no modelo apresentado pelo Metallica na turnê M72. “Provavelmente mudaremos a configuração drasticamente entre cada [show], então se você for aos dois shows [na mesma cidade], ouvirá músicas diferentes”, comentou. Ainda de acordo com Odadjian, os shows da banda devem ter duração total de duas horas, com aproximadamente 30 músicas em cada um. “Vamos tocar sets de duas horas. Temos mais de 70 músicas, mas tocaremos 30 delas — talvez 27 a 30 músicas — e vamos misturar e combinar. Vamos ensaiar muito para que possamos saber muito e trocar as músicas entre os sets o tempo todo, evitando tocar a mesma coisa repetidamente.” A última performance do System of a Down ao vivo foi em 17 de agosto, no Golden Gate Park Polo Field, em São Francisco, na Califórnia. Na ocasião, a banda tocou um total de 25 músicas. Confira a seleção completa: System of a Down: Live at Golden Gate Park Polo Field 20241. Genocidal Humanoidz2. Suite-Pee3. Prison Song4. Mr. Jack5. Soldier Side – Intro6. B.Y.O.B.7. Science8. Deer Dance9. Radio/Video10. ATWA11. Hypnotize12. Needles13. Bounce14. Suggestions15. P.L.U.C.K.16. Psycho17. Chop Suey!18. Lonely Day19. Kill Rock ‘n Roll20. Lost in Hollywood21. Aerials22. DAM23. Know24. Toxicity25. Sugar LEIA TAMBÉM: 5 músicas que queremos ver na setlist do AFI abrindo para o System Of A Down em São Paulo Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Evanescence possui projetos para novo álbum, segundo Amy Lee
Entrevistas
03/04/2025

Evanescence possui projetos para novo álbum, segundo Amy Lee

Em entrevista recente para a Audacy Music, Amy Lee confirmou que o Evanescence está trabalhando em um novo álbum, mas ainda sem previsão de lançamento. A banda lançou na última sexta-feira, 28, o novo single “Afterlife”, que fará parte da trilha sonora da nova série animada da Netflix, Devil May Cry. “Sim”, respondeu a vocalista ao ser perguntada sobre o novo álbum. “Não temos uma data certa, estamos só trabalhando. Saímos da estrada em meados de novembro e estamos sendo criativos.” Amy Lee revelou que o Evanescence costuma se reunir para escrever novas músicas nos dias de intervalo entre um show e outro quando estão turnê, alugando casas em diferentes cidades. “Conhecemos uns lugares bem legais fazendo isso”, comenta a vocalista. “Mas realmente passar um tempo no estúdio, comigo só focada e todos nós tirando um tempo para transformar algumas dessas ideias em músicas de verdade tem acontecido desde então. Então, temos muita coisa cozinhando. Não tenho uma data para você, mas haverá mais e mais músicas sendo lançadas.” Com o lançamento de “Afterlife”, os fãs de Evanescence ficaram animados. Essa é a primeira música inédita desde o lançamento do último álbum, The Bitter Truth (2021). Durante a entrevista, Amy Lee também falou um pouco sobre a criação deste projeto. “Mako (Alexander Seaver), que é um cara que fez o trabalho de trilha sonora desta série, Devil May Cry, começou esta música e entrou em contato comigo. Nós já tínhamos trabalhado juntos uma vez antes, em uma faixa de Lindsey Stirling durante a pandemia. Então, eu fiz os vocais para ela, e nós continuamos nos comunicando por e-mail. Eu ainda não conheci o cara pessoalmente. Mas ele disse: ‘Ei, dá uma olhada. Isso seria legal? Você cantaria nisso?’ E nós acabamos terminando a música juntos e entendemos: ‘Essa é uma música do Evanescence. Vamos trazer a banda aqui e vamos levar isso até o fim’”. LEIA TAMBÉM: Em show histórico em São Paulo, Evanescence honra o título de uma das maiores bandas de sua geração Laila Blask Estudante de Jornalismo, apaixonada por música e viagens. Acredita que música é energia, emoção e uma parte essencial de sua jornada profissional e pessoal. Via: Wiki Metal

Sharon Osbourne revela que aceitaria realizar shows com hologramas do Black Sabbath
Entrevistas
03/04/2025

Sharon Osbourne revela que aceitaria realizar shows com hologramas do Black Sabbath

Sharon Osbourne revelou à Metal Hammer e Music News que aceitaria a possibilidade de shows com hologramas do Black Sabbath para os próximos anos. Ela diz: “A tecnologia continua avançando. Você pode fazer coisas incríveis agora, então, imagine o que você poderá fazer em cinco anos. Será ainda melhor.” Em 2018, Ozzy Osbourne também comentou sobre o assunto. Quando perguntado sobre realizar sua própria turnê de Holograma, o madman respondeu: “Se eu for embora, eu não teria como reclamar. Eu sou o príncipe das trevas, vou perseguir vocês.” Conforme noticiado, o Black Sabbath está nos preparativos para fazer seu show de despedida dos palcos. Agendado para o dia 05 de julho, a banda irá realizar o seu último ato, com a sua formação original, contando com Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e claro, Ozzy. O evento irá acontecer na cidade natal dos fundadores da banda, Birmingham na Inglaterra. Em recente entrevista ao NME, a esposa e empresária de Ozzy, Sharon Osbourne, declarou haver algumas surpresas a caminho, porém, não soube dar certeza sobre o futuro dos músicos após a despedida. Além disso, Sharon ressaltou que “o Black Sabbath conquistou e fez muito. Agora é a hora deles cuidarem de suas coisas pessoais.” A Despedida do Black Sabbath O Black Sabbath fará o seu show de despedida no Villa Park, estádio do Aston Villa, time do coração dos 4 integrantes. Todos os lucros do evento serão enviados para instituições de caridade, como a Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. Em nota, Ozzy comentou: “É a minha hora de voltar ao começo… hora de retribuir ao lugar onde nasci. Quão abençoado sou por fazer isso com a ajuda de pessoas que amo? Birmingham é o verdadeiro lar do metal. Birmingham Forever.” Com a formação original, Geezer Butler e Bill Ward tocarão juntos pela primeira vez em mais de 20 anos e, possivelmente, pela última vez na carreira. Além da estrela da noite, o evento estratosférico irá contar com apresentações de diversas bandas e de amigos, como Metallica, Anthrax, Pantera, Gojira, Alice in Chains entre outros, e convidados especiais como Zakk Wylde, Billy Corgan (Smashing Pumpkins), Fred Durst (Limp Bizkit), Tobias Forge (Ghost), Tom Morello e muito mais. LEIA TAMBÉM: Tom Morello revela ter grandes surpresas para show de despedida do Black Sabbath | Wikimetal Julie Tavares Nascida em família apaixonada por músicas de diversos gêneros (mais precisamente moda de viola e Roberto Carlos), descobriu a vida boa do Rock And Roll aos 11 anos (era Emo, mas quem nunca?) através de amigos da escola, e desde então não parou mais. Hiperfocada (apenas em assuntos que gosta) descobriu gêneros não populares na época e se apegou a eles (sim, por aqui sou defensora de Metal Espadinha, Folk e Celtic). Envolvida com música nos bastidores e inclusive nos palcos, já até tocou Saxofone (para tocar Kenny G). Atualmente toca Piano e Baixo e defende com unhas e dentes que você pode sim ser metaleiro (qualquer um) e chorar com Corazón Partío. Formada em Mídias Sociais Digitais pela Belas Artes, é Gestora de Mídias Sociais em uma escola de música. Gosta tanto de escrever e defender suas opiniões que se tornou colaboradora do time de redação do site Wikimetal. Via: Wiki Metal

Carcass anuncia dois shows no Brasil
Entrevistas
03/04/2025

Carcass anuncia dois shows no Brasil

Notícias Carcass anunciou uma turnê pelo Brasil, que acontecerá no mês de maio. A banda inglesa de death metal passará por duas cidades brasileiras, Belo Horizonte, dia 13 no Mister Rock e São Paulo dia 15, no Carioca Club. Formando por Jeff Walker (vocal e baixo), Bill Steer (guitarra), James “Nip” Blackford (guitarra) e Daniel Wilding (bateria), o Carcass se apresentou no Brasil em 2024. Os shows aconteceram no festival Summer Breeze Brasil, em São Paulo, e também em Curitiba e Brasília. Os ingressos já estão à venda no site Clube do Ingresso. LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Saiba valores e ingressos disponíveis para o Bangers Open Air 2025 Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Tobias Forge desmistifica o teor lírico do Ghost: “Não é sobre o Diabo”
Entrevistas
02/04/2025

Tobias Forge desmistifica o teor lírico do Ghost: “Não é sobre o Diabo”

O Ghost é uma banda que deixa os fundamentalistas religiosos bravos com o seu visual e letras de suas canções. Parece que teor lírico deita e rola em cima dos inimigos da igreja católica como Belial, Belzebu, Lúcifer e Satanás, no entanto, segundo o dono do Ministério Ghost, Tobias Forge, as músicas não são sobre o Diabo. O artista sueco falou sobre o assunto em nova entrevista à revista Metal Hammer. Ele disse: “A maioria das coisas que escrevi, incluindo partes do primeiro disco, há esse equívoco de que elas são sobre o Diabo, e elas não são”. Tobias continuou explicando: “As músicas sempre foram sobre o relacionamento da humanidade com o conceito de vida e morte. Falam sobre Deus e presença ou ausência divina. Algumas músicas são expressas com mais especificidade em um certo indivíduo ou um certo aspecto da sociedade”. “Para este novo disco, Skeletá, eu queria que o teor lírico tivesse o foco em sobre ser humano e sobre estar vivo”, completou. O Ghost lançará seu novo full length, Skeletá, no dia 25 de abril pela Loma Vista Recordings. O disco estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e prata), cassete e digital (download e streaming). Track listing de Skeletá: PeacefieldLachrymaSatanizedGuiding LightsDe Profundis BorealisCenotaphMissilia AmoriMarks of the Evil OneUmbraExcelsis Via: RockBizz

Behemoth anuncia papel higiênico em homenagem ao novo álbum
Entrevistas
02/04/2025

Behemoth anuncia papel higiênico em homenagem ao novo álbum

Behemoth anuncia em seu Instagram, um papel higiênico homenageando o lançamento do próximo álbum The Shit Of God, disco este que tem data de lançamento para 9 de maio. Entretanto, o novo item de uso pessoal não passou de uma brincadeira de 1 de abril. Apesar disso, a banda tem lançamentos um tanto quanto interessantes para os fãs, como, por exemplo, a camiseta Christ Is Cringe, disponível em seu site. A publicação do Behemoth diz (via Metal Injection): “Legiões!! Chegou a hora”, escreveu a banda no Instagram. “Em alguns dias, estrearemos algo muito esperado por muitos de vocês – Behemoth The SHIT Ov God toiled paper! Fiquem de olhos abertos e certifiquem-se de que vocês vão conseguir isso para se sentirem como um deus em seu trono!” Confira o post original: Behemoth anuncia The Shit Ov God O álbum foi produzido por Jens Bogren, conhecido por trabalhos com Emperor, Kreator, Rotting Christ e outros nomes. Todavia, o single que leva o nome do álbum está disponível nas plataformas digitais acompanhado de um belo videoclipe. Behemoth dará início a sua turnê Unholy Trinity dia 4 de abril ao lado do Satyricon e Rotting Christ. Ademais, o giro europeu parte de Gasômetro, Viena e se encerra no O2 Universum em Praga 27 de abril. Assista ao videoclipe de “The Shit Ov God”: LEIA TAMBÉM: Behemoth anuncia lançamento de show comemorativo ‘XXX Ov Blasphemy’ Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Morre Val Kilmer, que viveu Jim Morrison nos cinemas, aos 65 anos
Entrevistas
02/04/2025

Morre Val Kilmer, que viveu Jim Morrison nos cinemas, aos 65 anos

Notícias Val Kilmer morreu nesta terça-feira, 1, aos 65 anos, após uma forte pneumonia. O ator estava em Los Angeles, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela filha do ator, Mercedes Kilmer, ao jornal The New York Times. O ator americano era conhecido por suas atuações memoráveis como Jim Morrison no filme The Doors (1991), Batman em Batman Eternamente (1995) e Tom “Iceman” Kazansky em Top Gun (1986) e Top Gun: Maverick (2022). De acordo com o IMDb, a entrega do ator para interpretar Jim Morrison foi tanta que ele precisou passar por terapia para deixar o personagem após as gravações. Kilmer chegou a aprender 50 músicas do The Doors para o papel. Val Kilmer chegou a ser diagnosticado com câncer de garganta, em 2014, e conseguiu se recuperar. LEIA TAMBÉM: The Doors ganha biografia em formato de HQ; veja aqui Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Jéssica Di Falchi revela como surgiu convite para tocar com o Tool
Entrevistas
02/04/2025

Jéssica Di Falchi revela como surgiu convite para tocar com o Tool

Jéssica Di Falchi deu mais detalhes de como surgiu o convite para dividir o palco com o Tool no Lollapalooza Brasil 2025. A guitarrista fez história ao tocar “Jambi”, do álbum 10.000 Days (2006) ao lado do quarteto, que fez sua aguardada estreia na América do Sul. Ao falar com o Tenho Mais Discos Que Amigos, Di Falchi comentou que o processo teve inicio em fevereiro, quando ela estava na NAMM Convention. Jéssica também disse que já conhecia o guitarrista Adam Jones e lhe enviou uma mensagem para saber se ele estaria presente na feira. A resposta dele foi que não estaria, mas a convidou para um show privado de sua banda e que a partir dali, as coisas começaram a ter outro rumo. “Então, eu já conhecia o Adam [Jones], né. E aí no começo desse ano fui pra NAMM pra representar as marcas que me patrocinam, a ESP, a EMG e a Richter.” “Aí mandei uma mensagem para ver se estaria por lá, pra gente se falar e dar um oi. Ele disse que não tava lá na feira, mas que teria um show super exclusivo do Tool, em uma premiação para baixistas de uma revista. E aí ele me convidou para ir, e eu estava com o Estevam [Romera], a Maya [Melchers] – que a ajudaram na feira – e o Théo [van der Loo].” Di Falchi recebeu convite após almoçar na casa do guitarrista do Tool Logo após a apresentação, Jones os chamou para o backstage, e também fez outro convite, o de almoçar em sua casa, onde conheceriam sua família. “E aí fomos na casa dele e passamos a tarde toda lá. E estávamos conversando e ele falou: ‘pô, vai ser a primeira vez que vamos ao Brasil e seria legal que você fizesse uma música com a gente.’” Ela afirmou que no momento, não acreditou muito naquilo. No entanto, Adam entrou em contato novamente dias depois, pedindo que ela aprendesse “Jambi”. O músico a explicou como seria a dinâmica em cima do palco. Jéssica Di Falchi concluiu ao dizer que teve liberdade para fazer o solo que quisesse, mas quando terminasse, deveria se virar a ele e fazer um sinal para que o guitarrista do Tool pudesse seguir a música com seu solo e depois terminarem a faixa juntos. LEIA TAMBÉM: Tool estreia no Brasil com show hipnotizante, esotérico e enigmático Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal