Entrevistas

Katatonia anuncia nova formação e novo álbum
Notícias Katatonia anunciou na última terça feira, 08, o novo álbum Nightmares As Extensions Of The Waking State. O disco será lançado dia 06 de junho de 2025 pela Napalm Records. A banda sueca também divulgou o novo single e videoclipe de “Lilac”. O vocalista Jonas Renkse comentou: “Estamos orgulhosos e animados em anunciar nosso novo álbum. Como sempre, essas músicas são as histórias que prosperam no canto do olho, obscurecidas pela luz, mas esperando para ganhar vida no crepúsculo de nossa existência mórbida. Por favor, aproveite o primeiro aroma, ‘Lilac’”. O trabalho marca um nova fase na banda, com a introdução de dois novos guitarristas. Katatonia agora é composta pelo vocalista e membro fundador Jonas Renkse , o baixista Niklas Sandin , o baterista Daniel Moilanen e os guitarristas Nico Elgstrand e Sebastian Svalland. Nos mês passado, o Katatonia anunciou em suas redes sociais a saída do guitarrista e fundador Anders Nyström após mais de três décadas de colaboração. LEIA TAMBÉM: Katatonia se apresenta em São Paulo; veja fotos exclusivas Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

John Dolmayan, baterista do System of a Down, anuncia evento no Brasil
Notícias John Dolmayan, baterista do System of a Down, anunciou um evento solo paralelo, em meio aos shows com a banda em São Paulo. O baterista fará uma sessão de autógrafos na Loja Monstra, no dia 12 de maio, segunda-feira, com início a partir das 16h. John Dolmayan autografará duas HQs de sua autoria, e os fãs podem levar mais dois itens do System of a Down para autógrafo, além de poder tirar fotos com o artista. A loja está localizada na Praça Benedito Calixto, número 158, em Pinheiros. Os ingressos estão à venda na Eventim pelo preço único de R$ 240 (sem taxas). System of a Down no Brasil Após 10 anos, System of a Down virá ao Brasil para cinco shows em 2025. A banda se apresenta em Curitiba dia 06 de maio (Estádio Couto Pereira), no Rio de Janeiro dia 08 de maio (Estádio Nilton Santos – Engenhão) e em São Paulo nos dias 10 e 11 de maio (Allianz Parque) com adição de uma terceira data no Autódromo de Interlagos dia 14 de maio com abertura do AFI. Todas as datas ainda possuem ingressos disponíveis no site da Eventim. LEIA TAMBÉM: John Dolmayan defende escolha de Ego Kill Talent para abrir shows do System of a Down Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Max e Igor Cavalera revivem era clássica do Sepultura com turnê e nova música
Max e Igor Cavalera estão em plena atividade com a turnê “Third World Trilogy”, projeto que revisita os três primeiros álbuns do Sepultura: Bestial Devastation, Morbid Visions e Schizophrenia. Enquanto a formação atual da banda brasileira realiza sua turnê de despedida, os irmãos seguem um caminho próprio, mantendo viva a essência do grupo que ajudaram a fundar. Em entrevista à radialista Full Metal Jackie, Max declarou que, embora a banda ainda leve o nome Sepultura, o espírito original está com ele e Iggor. “Todo mundo sabe que não é a mesma coisa, nunca será. Estamos trilhando nosso próprio caminho, celebrando aquele material com o coração”, afirmou. Entre as novidades apresentadas, destaca-se a música inédita “Nightmares of Delirium”, escrita por Max e com letras do filho, Igor Amadeus. “Quisemos criar algo que soasse como se tivesse sido lançado em 1986. E conseguimos”, disse Max, sobre a canção que complementa a nova versão de Schizophrenia. A relação com a família continua sendo um pilar central na vida artística de Max. Com a esposa Gloria no gerenciamento da carreira, e os filhos atuando como músicos nas bandas Soulfly e Go Ahead and Die, o vocalista reforça o valor de manter tudo dentro do “clã Cavalera”. Ainda em 2025, Max lançará um novo álbum com o Soulfly e planeja shows do Nailbomb na Europa. Ele também acena para novos projetos com Killer Be Killed, embora diga querer desacelerar após décadas lançando discos ininterruptamente. Quando perguntado sobre sonhos ainda não realizados, Max respondeu sem hesitar: ‘Gostaria de fazer uma turnê por grandes estádios de futebol. Mas, no fim das contas, só o amor pela música já vale tudo. É mágico estar no palco”. LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser tem esperança de reunião com irmãos Cavalera: “Não há razão para brigar” Lucas Falcão Sou paranaense, amante do rock’n roll e heavy metal desde a adolescência, frequentador de shows e festivais relacionados à cena do metal, sem preconceito com estilo ou vertente, estou sempre aberto a experiências, adoro ler e escrever sobre esse universo ao qual sou apaixonado que é o heavy metal! Via: Wiki Metal

Bruno Santin sobre montar bateria em festivais: “É tipo pit stop de Formula 1, é tudo cronometrado”
O baterista Bruno Santin trabalhou como drum tech de Eloy Casagrande por cerca de um ano e meio. Dessa forma, ele pôde aprender e vivenciar a difícil dinâmica de uma banda profissional na estrada. Em conversa com o batera e YouTuber Josivaldo Santos, Bruno contou superficialmente como as coisas funcionavam nos bastidores. É importante explicar que, no tempo em que ficou trabalhando no Sepultura, Santin também precisou ter o repertório da banda na ponta dos dedos, pois o baterista Eloy Casagrande estava se recuperando de um acidente sofrido meses antes no qual quebrou uma perna. Portanto, em caso de algum problema com o músico titular, o reserva assumiria o posto. “Eu só tinha o entendimento de como tocar bateria, e só consegui o trabalho com o Sepultura porque eu era o “sub” [substituto] do Eloy. Eu não tinha noção de como era trabalhar em um festival; não tinha noção de como era fazer a logística do negócio, por exemplo. Em um festival tudo é cronometrado! Você tem que montar o equipamento muito rápido. Tem dias que você chega atrasado em um festival e tem que fazer milagre. Dependendo do kit [de bateria] que você vai montar, você tem quarenta minutos para deixar a batera pronta”. Santin completou: “O kit do Eloy não dava tanto trabalho. Ele usava um bumbo só, além disso, a gente já levava o tapete com as peças marcadas, então era só abrir o tapete, ver onde estavam as peças e colocar os pedestais. Era mais simples! Mas, dependendo do dia, era complicado por causa do tempo. Tem que ser na pegada pit stop de Formula 1”. Veja a explicação completa de Bruno Santin aqui: O Endrah, banda de death metal em que Santin toca, lançou seu novo álbum de estúdio, o terceiro de sua carreira, Bloodshed And Violence, no dia 21 de fevereiro deste ano. O trabalho está disponível nas principais plataformas de streaming. Via: RockBizz

Convenção do Kiss contará com Sebastian Bach, Tommy Thayer e mais convidados
A convenção do Kiss, Kiss Army Storms Vegas, evento que celebra o legado da banda, revelou quem são os convidados e atrações da edição. Assim, o encontro ocorrerá do dia 14 a 16 de novembro no Virgin Hotels em Las Vegas. Gene Simmons e Paul Stanley estarão acompanhados do guitarrista Tommy Thayer, membro da banda desde 2002, para uma apresentação sem as tradicionais maquiagens. Esse será o primeiro show desde a turnê de despedida em dezembro de 2023. Entre os nomes confirmados estão: Black ‘n Blue, antiga banda de Tommy, Sebastian Bach ex-vocalista do Skid Row e as bandas tributo Mr. Speed e Kiss Nation. Programação e o que esperar da convenção do Kiss Kiss Army Storms Vegas terá sessões de perguntas e respostas com os membros integrantes da banda, um painel com o empresário Doc McGhee e participações dos fundadores do Kiss Army: Kiss Army, Bill Starkey e Jay Evans. Além disso, uma apresentação de Bruce Kulick ex-guitarrista da banda, foi previamente anunciada. Sobre o evento, Simmons falou recentemente com a Ultimate Classic Rock: “Decidimos fazer isso, em essência, para nos aproximar dos fãs. Porque quando você está naquele palco, há toda aquela energia saindo do palco, visual e sonora e tudo mais”. “É como uma reunião das tribos. Prometemos que nunca mais faríamos turnê, e não faremos, mas é uma festa celebrando o legado e os fãs, e deveríamos estar lá, e é isso que está acontecendo.”- Concluiu o músico. LEIA TAMBÉM: KISS anuncia show em 2025 em evento de 3 dias e surpreende fãs Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Eloy Casagrande (Slipknot) visita sede da Paiste e mostra sua configuração de pratos
O baterista Eloy Casagrande (Slipknot) visitou a sede da Paiste e mostrou a sua configuração de pratos. No vídeo, o brasileiro também explicou por que usa os produtos da centenária empresa suíça. Além disso, Eloy pontuou cada os pontos positivos de cada peça de seu set. Casagrande usa a seguinte configuração de pratos: 20″ 2002 Wild Crash, 15″ Masters Dark Hi-Hat, 20″ Formula 602 ME Crash, 10″ Signature Splash, 20″ Masters Dark Crash, 20″ 2002 Novo China, 20″ 2002 Power Ride, 10″ 2002 Mega Bell e 20″ Formula 602 Classic Medium Acesse o player abaixo para ver as explicações do virtuoso baterista: No começo de junho, o noneto mascarado voltará ao Velho Continente para shows na Suécia, Alemanha, França Suíça e outros países para mostrar o poderio sonoro da Here Comes The Pain Tour. Para saber o itinerário completo da Here Comes The Pain Tour, basta acessar aqui. Via: RockBizz

A música do Iron Maiden que Bruce Dickinson deixará de cantar em respeito a Paul Di’Anno
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, nunca escondeu sua admiração por Paul Di’Anno, o falecido frontman dos dois primeiros álbuns da banda britânica. Logo mais, no dia 27 de maio, o Iron Maiden começará sua nova turnê mundial, intitulada Run For Your Lives, com a primeira passagem em Budapeste, na Hungria. A nova temporada de apresentações focará nos primeiros nove discos do grupo, de Iron Maiden (1980) até Fear of the Dark (1992). Mesmo já estando mais do que acostumado a cantar o repertório do então vocalista nas apresentações do Iron Maiden, Dickinson acredita que uma música específica da era Di’Anno não deveria mais ser performada nos futuros shows. Em uma entrevista recente, Dickinson deu as suas razões para acreditar que “Remember Tomorrow”, faixa foi coescrita por Di’Anno e Steve Harris pertencente ao autointitulado álbum de estreia da banda, não seja mais tocada nas próximas apresentações do grupo (via Classic Rock): “Se existe uma música que o Paul dominava, é essa. Eu consigo cantá-la, e já cantei. Mas acho que agora deveríamos deixá-la com o Paul”, refletiu. Paul Di’Anno revelou o motivo por trás da escolha do título da faixa Em uma entrevista ao site Songfacts, em 2014, Di’Anno mencionou que o nome escolhido para a música veio de uma frase que seu falecido avô costumava dizer: “Perdi ele em 1980, quando eu estava em turnê. Ele era diabético. Amputaram o dedo do pé e o calcanhar, depois ele perdeu a perna do joelho para baixo, e então meio que desistiu”, contou Di’Anno. A frase dita pelo avô do vocalista o inspirou a composição, mesmo que sua letra não coincida com a citação: “Você nunca sabe o que vai acontecer. Lembre-se do amanhã. Pode ser um dia melhor”. Bruce Dickinson mencionou “Remember Tomorrow” ao homenagear Di’Anno em show Em outubro de 2024, durante uma apresentação do Iron Maiden em Minneapolis, Bruce Dickinson aproveitou a ocasião para prestar uma homenagem a Di’Anno, que havia falecido no dia anterior. O vocalista não poupou elogios ao ex-colega de banda, e honrando sua memória, mencionou “Remember Tomorrow” como uma de suas maiores conquistas, descrevendo a faixa como “Absolutamente incrível”. Durante a apresentação, ele pediu um minuto de silêncio pelo amigo falecido: “Fechem os olhos por alguns segundos, em silêncio. Apenas internamente, mentalmente — se você acredita em Deus, se não acredita em Deus, na verdade não importa. Apenas acredite naquilo em que você acredita e diga: ‘Valeu, chefe, por tudo o que você fez.’” LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson está planejando seu novo álbum solo Lucas Peçanha Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduando em Jornalismo Cultural e de Entretenimento pelo Centro Universitário Belas Artes. Apaixonado por cultura pop e fã de hard rock e heavy metal, já assinou matérias para a Rolling Stone Brasil, Aventuras na História e Recreio. Atualmente, escreve para a Contigo! e é colaborador do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Silence The Echo lança single e videoclipe de “Don’t Give Up”
Notícias Silence The Echo lança seu terceiro single, “Don’t Give Up”, acompanhado de um videoclipe. A faixa faz parte do aguardado álbum de estreia, com lançamento previsto para este ano. A vocalista Katja Stefanovic comenta: “Este é o nosso lembrete de que, mesmo em nossos momentos mais quebrados, não estamos sozinhos. Por meio da fé, até a menor faísca pode nos tirar da escuridão”. Silence The Echo é uma banda finlandesa de metal moderno que criou uma identidade sonora que combina metal moderno e metalcore com elementos eletrônicos atmosféricos e ambientes, tudo ancorado por refrões épicos e cativantes. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Smith/Kotzen, The Hives, Candlemass e mais Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Yohan Kisser se apresenta em São Paulo dia 23
Notícias Yohan Kisser, filho de Andreas Kisser, irá se apresentar no dia 23 de abril às 20h no Blue Note. Os ingressos já estão à venda no site da Eventim. O guitarrista irá tocar seu primeiro e aguardado álbum The Rivals Are Fed and Rested na íntegra, além de outras canções de sua carreira e influências musicais. Yohan transita entre o piano e a guitarra, e conta com sua banda formada por Guto Passos (baixo) e Willian Paiva (bateria). SERVIÇO Local: Blue Note São PauloEndereço: Avenida Paulista 2073 – 2º Andar – Consolação – São Paulo/SPAbertura da casa: 19hClassificação etária: 18 anos | menores, apenas acompanhados dos pais ou tutores legais, conforme Lei 8.069/90 e Portaria 502 de 2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública.A Eventim e o Blue Note não se responsabilizam por compras efetuadas em canais não oficiais. BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇOLOCAL: Blue Note – São PauloEndereço: Avenida Paulista, 2073, 2° andar – Consolação, São Paulo/SPFUNCIONAMENTO: Térreo — das 10h às 18h (seg a sáb)2º andar — das 18h às 23h (apenas em dias de show) LEIA TAMBÉM: Yohan Kisser lança single emocionante dedicado à mãe, Patricia Kisser Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Metallica anuncia parceria com a Cruz Vermelha dos EUA
O Metallica, em parceria com a Cruz Vermelha dos Estados Unidos anunciou uma campanha para conscientizar seus fãs sobre a doação de sangue no país. A fundação da banda, All Within My Hands (AWMH) tem como objetivo garantir que bancos de sangue dos hospitais sigam sempre abastecidos, principalmente no verão. Apelidada de Metallica x Red Cross Blood Drive, a ação vai acontecer durante a perna norte-americana da M72 Tour. A primeira parada será nos dias 14 e 18 de abril, em Liverpool, Nova York e terá sua conclusão em 23 e 24 de junho, em Denver, Colorado. Daren Irby, diretor executivo da empresa, disse [via Blabbermouth]: “A Cruz Vermelha está incrivelmente grata que o Metallica esteja ajudando a abastecer o suprimento de sangue neste verão. A banda e sua fundação estão comprometidas ao tornar cada parada da turnê um lugar melhor.” “Esse ato altruísta de reunir fãs para doar sangue logo deixará um legado que salvará vidas de muitas comunidades.” As pessoas que doarem irão receber uma camiseta exclusiva da ação, que terá edição limitada e ainda irão ajudar vidas. Os requisitos para a doação são: pesar acima de 50kg e estar com boas condições de saúde, mas vale ressaltar que cada estado possui suas regras. Mais informações estão disponíveis no site oficial. LEIA TAMBÉM: “Master of Puppets” do Metallica supera marca de um bilhão de streams no Spotify Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Behemoth lança single e videoclipe de “Lvciferaeon”
Notícias Behemoth lançou nesta terça-feira, 8, o single e videoclipe de “Lvciferaeon”. A faixa é o terceiro single do próximo álbum The Shit Ov God, que será lançado em 9 de maio pela Nuclear Blast Records. O fundador e vocalista Adam “Nergal” Darski, comentou: “Parece apropriado anunciar ‘Lvciferaeon’ como nosso próximo single em meio a toda a atividade de protesto vista nas ruas da durante nossa The Unholy Trinity Tour. Lúcifer tem sido um símbolo recorrente para nós ao longo de nossas três décadas de existência — um símbolo de desafio e humanidade em contraste com o ideal divino. Nossa luta continua!” O 13º álbum da banda, The Shit Ov God, foi produzido por Jens Bogren, conhecido por trabalhos com Emperor, Kreator, Rotting Christ e outros nomes. LEIA TAMBÉM: Behemoth anuncia papel higiênico em homenagem ao novo álbum Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Dark Angel: novo álbum “é bem feroz”, diz Gene Hoglan
Notícias Gene Hoglan, baterista do Dark Angel – que é uma das atrações do Bangers Open Air – comentou sobre o novo álbum de sua banda. Recentemente, o grupo tocou duas faixas do material em apresentação no Chile, a faixa título – cujo single terá lançado em 11 de abril, anteriormente um teaser foi divulgado – e Circular Firing Squad”. Extinction Level Event será o primeiro lançamento de inéditas após 34 anos e seu lançamento está programado para o fim de 2025, pela Reversed Records. Ao podcast Everblack [via Blabbermouth], Hoglan disse que o sucessor de Leave Scars (1989) “é bem feroz”. Ele também disse estar “empolgado” e que estão próximos de finalizar o processo. “É um disco bem feroz. Estou empolgado com ele. Demorou bastante para sair, mas agora que estamos chegando perto do lançamento, o processo está chegando ao fim. Então, todos fiquem de olho.” “Acabamos de lançar a capa do álbum na semana passada e quando tivermos algo concreto, tipo ‘aqui está a data de lançamento’, poderemos compartilhar isso com todos. Preste atenção nas nossas redes sociais e tudo mais, e haverá uma data de lançamento. A expectativa é para 2025, então, antes de 31 de dezembro, o Dark Angel lançará seu novo álbum.” LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2025 divulga lista de itens proibidos para levar ao festival Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Metallica Salvou Minha Vida será um filme com foco na relação da banda e os fãs
Metallica Salvou Minha Vida – Metallica Saved My Life – será um filme com foco na relação da banda e os fãs em suas mais de quatro décadas de carreira. Com direção de Jonas Åkerlund (Lords Of Chaos, Rammstein Paris), o longa mostrará os altos e baixos, provações e triunfos do Metallica, além disso, terá relatos dos músicos e do público. Em nota, o grupo informou: “Nos últimos dois anos, nós trabalhamos neste novo filme que sairá no final deste ano. Metallica Saved My Life explora nosso mundo através das vidas dos fãs que apoiaram uns aos outros por mais de quatro décadas. A todos os fãs que tão generosamente nos cederam o seu tempo e nos deixaram entrar em suas vidas, nós lhes agradecemos muito. Este filme é sobre vocês”. Veja o anúncio de Metallica Saved My Life logo abaixo: Via: RockBizz

David Ellefson elege “Big Four” do nu-metal em podcast
David Ellefson elegeu seu “Big 4” do nu-metal, subgênero do metal que ficou muito popular no final dos anos 90 e começo dos anos 2000 que é o nu-metal, em seu podcast chamado The David Ellefson Show. O episódio foi ao ar no último domingo dia 30 de Março e também contou com a presença do co-apresentador do podcast e ex-baixista do do Primer 55, Joshua Toomey. Em uma conversa sobre quem foi tão importante para o nu-metal quanto Metallica, Anthrax e Megadeth foram para o thrash, David citou os nomes das principais bandas do gênero. “Nosso gênero, o Big 4… Acho que o nu-metal é provavelmente o outro que você poderia reivindicar como os pais fundadores. Então, novamente, eu diria: Korn, Limp Bizkit, Linkin Park e Slipknot.” (Transcrição via MetalSucks). David Ellefson elogia as bandas Ele também recordou os momentos de quando uma das bandas tocou em turnê com o Megadeth e também do impacto de ouvir os álbuns das bandas. Sobre o Korn, que abriu um show para a banda em 1995, Ellefson falou sobre a primeira vez de ouvir o primeiro álbum do Korn. “Lembro-me de pegar aquele CD e dizer, ‘OK, isso soa muito estranho.’ E lembro que foi uma transição estranha, porque nem lembro quais eram os outros CDs, mas nenhum deles era de um gênero que escolheriamos para fazer turnê conosco, por assim dizer. Não era como, ‘Ah sim, essa é uma ótima banda de rock.’ Eles eram todos meio que um novo sabor.” Da mesma forma, falou sobre o Linkin Park de antes e agora com a nova vocalista, Emily Armstrong. “Linkin Park era uma banda que eu entendia por que as pessoas gostavam deles, mas não era minha praia. Eu os amo agora, com a nova vocalista, acho super legal. Estou ansioso para vê-los.” E obviamente, não deixou de falar sobre o Slipknot, que simpatizou desde o início pois acha mais próximo do death metal do que às outras bandas. “E, claro, Slipknot, quando eles surgiram, eles estavam bem rugindo desde o início. Sabe, realmente os líderes do movimento das bandas mascaradas. E eu sei que havia outras bandas mascaradas por aí — Mushroomhead — mas Slipknot certamente acertou nisso.” Dave Mustaine não concorda com David Ellefson Em uma entrevista recente, o líder do Megadeth mostrou seu desdém com o gênero de nu-metal. Em uma entrevista recente ao LifeMinute, disse: “Houve um período por volta de 2000 em que surgiram bandas chamadas — acho que era ‘nu metal’ — e elas não faziam solos. Por que não faziam solos? Porque não sabiam. E graças a Deus esse gênero desapareceu. As pessoas começaram a aprender a fazer solos. Eu diria que, se você estivesse em uma banda de ‘nu metal’, provavelmente teria dificuldade até para tocar “Johnny B. Goode” (clássico do rock de 1958, de Chuck Berry). Então, estou feliz que isso acabou.” E em uma entrevista à rádio WSOU 89.5 FM em 2022, Dave comentou que ele e sua banda costumavam tirar sarros do estilo, das quais foram “obrigados” a fazer turnês na década de 1990. “Não dá para descrever o quanto a gente ria das bandas que éramos forçados a levar conosco nas turnês, especialmente durante aquela fase do nu metal que vivemos anos atrás,” disse ele na época. “Sabe, todas aquelas bandas que não tocavam solos e coisas do tipo.” LEIA TAMBÉM: Quem é Emily Armstrong, nova vocalista do Linkin Park? Via: Wiki Metal

The Yagas, banda da atriz Vera Farmiga, anuncia álbum de estreia
The Yagas, banda da atriz indicada ao Oscar, Vera Farmiga, anuncia o álbum de estreia, Midnigth Minuet, com lançamento para 25 de abril. Além de Vera Farmiga nos vocais, a banda conta com Renn Hawkey (ex-Deadsy) nos teclados, Jason Bowman na bateria, Mark Visconti como guitarrista e Mike Davis no baixo. O single “The Cryng Room”, que serve de prelúdio para o álbum, foi lançado em 25 de outubro de 2024, inspirada parcialmente no sofrimento da família da atriz após os conflitos entre Rússia e Ucrânia. O clipe da faixa conta com a participação de Eugene Hüttz da banda GoGol Bordello, ambos de ascendência ucraniana, que dividem a interpretação em vídeo. Outro single, “Life of A Widow”, foi lançado em 26 de março, como parte das novidades que envolvem o novo álbum. A faixa tem uma sonoridade distinta e foi construída após o despertar de Renn de uma cirurgia na coluna. O Tecladista destaca a importância pessoal do novo trabalho para si: [transcrição via Blabbermouth] “Produzir Midnigth Minuet foi muito catártico para mim”, diz Renn. “Senti a necessidade de provar para mim mesmo que consigo produzir boa música fora do Deadsy”. Assumindo o nome da bruxa eslava devoradora de crianças, Baba Yaga, a banda foi formada em 2023 após os cinco integrantes se conhecerem e tocarem juntos no programa da Rock Academy, uma escola de música em Woodstock e administrada por Jason Bowman. The Yagas álbum The Yagas – Midnight Minuet 01. The Crying Room02. I Am03. Life Of A Widow04. Anhedonia05. Pendulum06. Charade07. Bridle08. Pullover09. She’s Walking Down10. Midnight Minuet LEIA TAMBÉM: Sum 41 lança cover de hit do Rage Against the Machine Joel Monteiro (Joe) Fã de metal extremo e escrita. Adora conhecer e apresentar bandas novas, sua satisfação pessoal é fazer as pessoas perderem preconceitos musicais. Se a essência de alguém pudesse ser expressa em bandas de metal, esta seria a composição: Bathory, Black Sabbath, Body Count, Crypta, Death, Krisiun, SOAD. Via: Wiki Metal

Gary Holt revela bastidores da saída de Steve “Zetro” Souza do Exodus
Recentemente, o guitarrista do Exodus, Gary Holt, participou do podcast Rock And Roll Geek Show, apresentado pelo ex-baixista da banda, Michael Butler. Durante a entrevista, Holt foi questionado sobre a recente saída do vocalista Steve “Zetro” Souza da formação do grupo. Com transcrição via Blabbermouth, Holt diz : “As pessoas perguntam [por que mandamos o Zetro embora], todo mundo quer saber, porque escolhemos não contar a ninguém. Tudo o que eu digo é: casamentos muitas vezes não dão certo. E só porque você viu um casal em público que parecia feliz, isso não significa que você sabe o que está acontecendo em casa. Eu não sei se a esposa está jogando frigideiras na cabeça dele, ou se ele está completamente bêbado, gritando feito louco e batendo nas crianças. Você não sabe. Só porque eles saem em público com um sorriso no rosto. Continuamos respeitando muito o Zetro, temos um grande carinho por ele, e me sinto honrado por ter feito ótimas músicas ao lado dele. Mas eu também tenho 60 anos, e nós cinco precisamos estar na mesma sintonia. E agora estamos.” Butler sugeriu que músicos podem ter personalidades diferentes às vezes, e que “as pessoas podem acabar te irritando de vez em quando”, porém Holt esclarece: “Nem se trata disso, porque todos nós nos irritamos uns com os outros. É que, conforme você envelhece, esse trabalho, ou você ainda ama o que faz, ou ele se torna incrivelmente difícil… Pra mim, não é nada difícil. Então, seja qual for o motivo, quatro caras tinham uma razão para fazer o que fizemos. Gary foi perguntado se ele ligou para Zetro para avisá-lo sobre sua demissão. “Prefiro não entrar nesses detalhes. [Risos] Não tem ódio envolvido. É só que o maldito casamento não funcionou. Às vezes você se dá bem com seu ex. Ou você não odeia seu ex; só não dá mais pra estar casado com ele… Às vezes a esposa ainda gosta dele e ele é um bom pai, mas, meu Deus, que marido péssimo. Ou que vida ruim. Mas ela era boa com as crianças e fazia parte da associação de pais da escola. Quem diabos sabe?” O guitarrista também aproveitou para comentar algumas das teorias que fãs têm levantado nas redes sociais. “O mais engraçado é que, na internet, as pessoas estão criando teorias da conspiração sobre o motivo da saída do Zetro”, comentou Holt. “[…] Tem gente dizendo que isso tem a ver com o fato de ele ter se casado recentemente. Tipo: ‘Rob Dukes se casou na época em que foi demitido, e o Zetro também se casou. Hmm, um padrão?’ Cara, eu tenho netos. Você acha mesmo que eu teria algum problema com meu vocalista estar casado? Que estupidez.” Holt também relatou um episódio em que um seguidor foi ao seu Instagram para apresentar uma linha do tempo detalhada da relação da banda com seus vocalistas ao longo dos anos. “A primeira coisa que ele disse foi: ‘Gary Holt só pensa em dinheiro.’ E se você realmente acha que demitir seu vocalista é um caminho para segurança financeira, você tá completamente chapado. Que **** de lógica é essa?”, disparou o guitarrista. O seguidor teria afirmado que o Exodus demitiu Paul Baloff após contratá-lo, o que Holt confirmou, explicando que a vida de Baloff estava desestruturada na época. “‘A banda contratou o Paul [Baloff]. Depois demitiu o Paul.’ Verdade. O Paul foi demitido. A vida dele estava uma bagunça. Mas, olhando para trás, a gente acabou ficando tão bagunçado quanto ele era”, admitiu. Segundo Holt, a cronologia feita pelo fã também incluía informações equivocadas, como a alegação de que a banda teria demitido Baloff novamente após recontratá-lo, ignorando o fato de que o vocalista faleceu em 2002. “Aí ele disse: ‘A banda contratou o Steve Souza. Depois demitiu o Steve Souza.’ Não, a gente terminou a banda depois do Force Of Habit. Aí ele continuou: ‘A banda recontrata o Paul Baloff. Depois demite o Paul Baloff.’ E eu fiquei tipo: ‘Ele morreu, cara. A gente não demitiu ele. Ele morreu.” Apesar do tom ácido, Gary afirma que respondeu com respeito. “Fui educado e disse: ‘Ei, cara, deixa eu corrigir sua linha do tempo.’ Não falei ‘Vai tomar no **, cara.’ Só disse: ‘Deixa eu te ajudar a acertar a cronologia aí.’” Em meio à reformulação do lineup do Exodus, Gary Holt comentou a decisão de trazer o vocalista Rob Dukes de volta à banda. O guitarrista explicou que, aos 60 anos, não estava disposto a apostar em um nome desconhecido para ocupar o posto deixado por Steve “Zetro” Souza. “Tenho 60 anos. A ideia de colocar alguém desconhecido na banda simplesmente não era uma opção”, afirmou Holt. “Acho que todos nós entramos em contato quando isso se tornou evidente”. Segundo o guitarrista, a escolha por Dukes também passou por uma questão de afinidade geracional e maturidade. “Claro, eu poderia ter achado algum cara de 30 anos que ainda consegue pular do palco, que tem barriga de tanquinho e não tá todo gordo como o resto de nós. Mas eu preciso de alguém que esteja mais próximo da minha idade.” Gary Holt revelou detalhes sobre o próximo lançamento do Exodus — e surpreendeu ao anunciar que a banda está trabalhando não em um, mas em dois álbuns simultaneamente. “Pessoalmente, ainda tenho duas músicas de guitarras base pra gravar. O Lee [Altus] ainda tem algumas também. A gente literalmente tá correndo contra o tempo, tentando gravar dois álbuns ao mesmo tempo”, disse Holt. “Mesmo que não terminemos tudo agora, o segundo álbum vai ficar quase pronto. Talvez falte só gravar alguns solos ou vocais depois” O guitarrista também explicou que a ideia de acelerar o processo vem de um desejo antigo: tirar férias. “Agora estou pensando assim: vamos terminar esse álbum, gravar as guitarras e baterias do segundo… Aí, quando for hora de lançar, não precisamos repetir todo esse processo. Talvez eu finalmente consiga tirar férias. Nunca tive uma.” Questionado se todas as músicas já estão

De golpista a varão: Jon Schaffer afirma que Jesus é o único caminho
O guitarrista do Iced Earth, Jon Schaffer, concedeu uma entrevista ao canal Riffs From The Couch e falou sobre sua nova faceta de vida, que é de um homem temente a Deus. Mas para quem não sabe, o músico foi sentenciado a três anos de liberdade condicional e 120 horas de serviço comunitário por seu envolvimento na invasão ao Capitólio norte-americano em 6 de janeiro de 2021, em protesto a eleição geral ocorrida em novembro de 2020, quando o republicano Donald Trump fora derrotado pelo democrata Joe Biden. Além disso, o guitarrista precisou pagar uma multa de mil dólares [quase seis mil reais] e mais duzentos dólares [pouco mais de mil reais] por uma avaliação especial obrigatória. Na entrevista, Jon disse: “Por mais brutal que tenha sido no cenário geral, foi o maior presente da minha vida passar por isso. E não apenas pela causa, mas pelo fato de que foi o que me levou a Cristo. A jornada da minha vida tem sido incrível. Mas eu era muito teimoso, e precisou disso para quebrar a minha teimosia e a minha cabeça dura. Percebi que todas as coisas sobre as quais eu estava escrevendo nas minhas músicas, eu sinto agora que era Deus trabalhando através de mim e eu nem sabia disso. Na prisão, o único livro que eu podia ler era a Bíblia. E eu levei cerca de três semanas para obtê-la”. Ele continuou: “Tenho muito a aprender. Acho que há muito para aprender na Bíblia. A Bíblia é o manual para ajudar você não apenas a viver, mas a prosperar quando estiver na pior. Jesus é o único caminho, e isso está muito claro para mim agora”. “Se não fosse pelo que aconteceu, eu não teria sido salvo e chamado por Cristo. Sinto que este é o começo de um novo capítulo. Não sei como as coisas vão se desenrolar, mas só sei que Ele está no banco do motorista”, concluiu. Veja a entrevista completa aqui: Via: RockBizz

Adrian Smith reflete sobre uso de Inteligência Artificial na música
Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, refletiu sobre o uso de Inteligência Artificial na música e a forma como ela afeta criações artísticas. Ao conversar com o Scars And Guitars [via Blabbermouth], Smith respondeu se usaria a ferramenta para compor e criar novas músicas. No entanto, o músico revelou ser contra, e mostrou uma posição conservadora. “De jeito nenhum. Eu não sei. Eu nem quero pensar nisso. Quero dizer, IA… O que me disseram outro dia? Alguém, como presente de aniversário ou para seus amigos, encomendou uma música composta por IA para cada um, usando suas vozes. E é simplesmente impressionante. É como o começo do fim.” “As mídias sociais já são ruins o suficiente. Mas isso está em outro nível e não consigo ver isso tendo qualquer efeito”, complementou. Para reforçar sua tese, Smith usou o software Pro Tools – principal ferramenta usada para produção musical – como exemplo, bem como o processo de gravação digital. “Quer dizer, até mesmo a gravação digital e o Pro Tools agora permitem que qualquer um crie algo que você pode apresentar e soe respeitável, mas no fundo, é tudo feito por computadores. “ “Eu cresci na velha escola, na qual você tinha que realmente tocar no estúdio. Você não podia ajustar nada depois. E isso faz de você mais um artesão. Usamos a gravação digital porque é conveniente e economiza tempo e dinheiro, mas IA, não”. Adrian Smith não é o único músico a ter um parecer contra a Inteligência Artificial. Nomes como Dani Filth (Cradle of Filth), Simone Simons (Epica) e Billy Corgan (Smashing Pumpkins) também acreditam que o uso da IA torne as músicas genéricas e sem emoções. LEIA TAMBÉM: Hugo Mariutti opina sobre inteligência artificial na música: “Música envolve sentimento” Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Sum 41 lança cover de hit do Rage Against the Machine
Antes do adeus definitivo, o Sum 41 realizou uma versão do hit ‘’Sleep Now In The Fire’’, do Rage Against The Machine. Com a turnê de despedida já acontecendo, a nostálgica banda de pop punk deu mais alguns presentes para os fãs com as gravações do Spotify Singles Series. O cover do single de protesto ‘’Sleep Now In The Fire’’, do terceiro álbum de estúdio do Rage Against the Machine, além de uma nova versão de ‘’Landmines’’, música que faz parte do disco derradeiro do Sum 41, Heaven :x: Hell, lançado no ano passado. ‘’Gravar esses Spotify Singles têm sido uma forma incrível de celebrar junto com nossos fãs ao redor do mundo. Nós estamos tão gratos pelo suporte deles e excitados em compartilhar essa sessão especial com todo mundo’’, declarou a banda em vídeo publicado pelo Spotify Canadá nas redes sociais. A história por trás de ‘’Sleep Now In The Fire’’ O Rage Against the Machine sempre foi uma banda que se engajou em lutas sociais, sem fraquejar em suas convicções políticas e, com esse single do álbum The Battle of Los Angeles, lançado em 1999, não foi diferente. O videoclipe foi gravado por Michael Moore, documentarista e diretor de Capitalismo: Uma História de Amor (2009) e Tiros em Columbine (2002), gerando uma cascata de acontecimentos. Moore foi detido por seguranças pois, tanto ele quanto a banda ‘’invadiram’’ as mediações da Bolsa de Valores para gravar o videoclipe — mesmo com uma permissão formal para tocar em área federal em mãos —, a tropa de choque foi convocada e o prédio foi fechado por algumas horas, e o grupo norte-americano foi criticado ferozmente por George W. Bush, que assumiria a presidência da potência imperialista poucos anos depois. O cover de Sum 41 chega em um momento em que a conjuntura política dos Estados Unidos foi novamente dominada pela extrema direita, mostrando a atemporalidade do hit. LEIA TAMBÉM: Sum 41 lança último álbum da carreira, ‘Heaven :x: Hell Camila Pazini Jornalista musical com experiência em cobertura de shows, críticas e com sede de infinito de novos sons. Poeta-cantora nas horas vagas, punk sempre e futura escritora. Acredita que a música é um tipo de quebradora de redomas e que a arte salva. Via: Wiki Metal

Billy Corgan anuncia projeto solo para fazer tributo ao Smashing Pumpkins
Billy Corgan, vocalista da banda de rock alternativo Smashing Pumpkins, anunciou um projeto solo apenas para fazer um tributo a suas próprias músicas. Aproveitando as datas comemorativas de três álbuns da banda, incluindo o clássico Mellon Collie and The Infinite Sadness, que completa 30 anos de lançamento neste ano e trouxe hits atemporais como ‘’Bullet With Butterfly Wings’’, ‘’Tonight Tonight’’ e ‘’Zero’’ ao mundo, Corgan decidiu fazer uma comemoração conceitual e metalinguística com o projeto intitulado Billy Corgan and the Machines of God, com shows que começam em junho já marcados pelos Estados Unidos. Para essa comemoração do legado do Smashing Pumpkins, Kiki Wong, que já assumia a guitarra em turnês da banda, participará dos shows, assim como Kid Tigrr no baixo e Jake Hayden nas baquetas. Ainda não existem maiores informações sobre a decisão inusitada do frontman, se foi uma escolha estética, se foi pela liberdade artística ou até se os outros integrantes do Smashing Pumpkins não queriam fazer uma turnê comemorativa no momento. Confira as datas: Jun 07: Baltimore Baltimore Soundstage, MDJun 09: Boston Paradise Rock Club, MAJun 11: Muskoka Kee to Bala, CanadaJun 12: Toronto HISTORY, CanadaJun 13: Montreal Beanfield Theatre, CanadaJun 15: New York Irving Plaza, NYJun 16: Philadelphia Theatre of Living Arts, PAJun 17: Allentown Archer Music Hall, PAJun 19: Detroit St. Andrew’s Hall, MIJun 20: Joliet Taste of Joliet, ILJun 21: Grand Rapids Intersection, MIJun 23: Pittsburgh Roxian Theatre, PAJun 25: Cleveland House of Blues Cleveland, OHJun 26: Cincinnati Bogart’s, OHJun 27: Milwaukee Summerfest, WIJun 29: Minneapolis Varsity Theater, MN Billy Corgan irá revisitar o clássico Mellon Collie Corgan também revelou que irá revisitar o clássico Mellon Collie, para criar uma ‘’uma experiência sonora e visual imersivamente original que desfoca as fronteiras entre ópera, rock e arte performática’’. Essa não é a única novidade em relação a relançamentos: o Machina I e II foi remasterizado, com a adição de demos, faixas não utilizadas e performances ao vivo, totalizando 80 músicas. O box set comemorativo estará disponível apenas em junho. LEIA TAMBÉM: ‘Mellon Collie’ e a garota misteriosa: como foi criada a clássica capa do Smashing Pumpkins Camila Pazini Jornalista musical com experiência em cobertura de shows, críticas e com sede de infinito de novos sons. Poeta-cantora nas horas vagas, punk sempre e futura escritora. Acredita que a música é um tipo de quebradora de redomas e que a arte salva. Via: Wiki Metal

Slayer anuncia show nos Estados Unidos para setembro
Slayer anunciou nesta segunda (07), mais um show, desta vez, nos Estados Unidos. A banda californiana se apresentará em 20 de setembro deste ano, no Hersheypark Stadium, Hershey (Pensilvânia). O grupo também possui datas no Reino Unido, além de fazer parte da despedida do Black Sabbath que acontece em julho. A apresentação será o única do quarteto na costa leste do país em 2025 e vai contar com cinco bandas convidadas. São elas [via Blabbermouth]: Knocked Loose, Suicidal Tendencies, Power Trip, Cavalera – executando o clássico Chaos A.D – e Exodus – setlist baseado no álbum Bonded By Blood. A pré-venda de ingressos começa amanhã, 8 de abril, ás 10h da manhã (horário local, 11h no Brasil). Já a venda, será em 11 de abril na mesma hora. Ambas opções de compra estarão disponíveis no site oficial da banda. Membros do Slayer comentam show nos Estados Unidos O guitarrista Kerry King disse: “Ano passado, o Slayer fez apenas dois shows, e esses shows me afetaram como tocar nos shows do ‘Big Four’. Quando fizemos nosso primeiro show no ano passado em Chicago, imaginei que seria ótimo para os fãs; talvez houvesse algumas pessoas que nunca nos tinham visto tocar antes, mas a reação foi completamente avassaladora. No entanto, os fãs reagiram a nós como eu esperaria que reagissem à maior banda do planeta. Foi incrível.” “Então, para o show em Hershey, faremos um show do Slayer, teremos todos os nossos grandes efeitos de fogo (…). Esta será a primeira vez vamos tocar com o Power Trip e o Knocked Loose, mas estou bem ciente deles pelo boca a boca e por ouvir suas músicas. Logo, estou ansioso para vê-los ao vivo.” Tom Araya, baixista e vocalista do Slayer também se manifestou sobre o show nos Estados Unidos. Segundo o chileno “será uma noite única” e que os fãs devem estar lá, senão “você estará morto, na cadeia ou é um covarde.” LEIA TAMBÉM: Dave Lombardo relembra sentimentos de frustração no Slayer: “Tornou-se tão repetitivo” Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Machine Head lança single “Bonescraper”
Notícias Machine Head lançou o single “Bonescraper”, acompanhado de um videoclipe dirigido por Mike Sloat. A faixa é o terceiro single de seu novo álbum de estúdio Unatoned, que possui data de lançamento para 25 de abril pela Nuclear Blast. Informações sobre pré-venda estão disponíveis aqui Machine Head comentou sobre o single [transcrição via Blabbermouth]: “Esta é para aqueles de nós com escuridão em nossos corações, uma música sobre o amor perdido e uma música para aqueles que falham no amor… mas continuam tentando… por isso, raspamos nossos ossos para anestesiar a dor”. LEIA TAMBÉM: Machine Head mostrou a que veio em seu álbum de estreia ‘Burn My Eyes’ Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Mark Morton fala ao Wikimetal sobre novo álbum solo e planos para o futuro
Mark Morton, guitarrista da banda Lamb of God, lançará seu segundo álbum solo Without The Pain, um álbum que traz uma sonoridade diferente do anterior, e ainda mais diferente de seu trabalho no Lamb Of God. Em entrevista para o Wikimetal, o guitarrista detalhou o processo de produção do álbum, como foi trabalhar com os músicos convidados, suas inspirações e planos para o futuro. Confira a entrevista na íntegra: Explorando novas raízes: a jornada musical por southern rock e blues rock WM: Oi, Mark. Como você está? Mark Morton: Estou indo bem, obrigado pelo seu tempo. WM: Então você tem um novo álbum chegando em 11 de abril chamado Without the Pain. Você pode falar mais sobre esse projeto e o que ele significa para você? MM: Claro. Without the Pain é, como você disse, meu novo disco solo. Não é meu primeiro disco solo. Lancei um álbum chamado Anesthetic em 2019, que era um pouco mais voltado para rock e metal. Without the Pain, embora seja um disco solo, é um pouco diferente até disso. Esse é um disco influenciado pelo southern rock e pelo heavy blues. Reflete muito o tipo de música que eu ouço como fã, o tipo de música que tive como base por toda a minha vida. É um projeto muito divertido e empolgante, explorar a composição e a gravação com esse gênero, que é algo do qual eu sou um grande fã. WM: Então, como você disse, esse álbum é mais blues, mais country e southern rock. Foi desafiador para você mudar de um som pesado, como o que você fazia no Lamb of God, para algo mais country? MM: Não, não foi realmente desafiador porque esse tipo de música tem sido muito próximo de mim durante toda a minha vida. Eu entendo por que pode parecer novidade para pessoas que me conhecem apenas pelo Lamb of God, mas para mim, não é. É o tipo de música que eu amo desde sempre e que eu ouço em casa. Quando toco guitarra em casa, é isso que eu toco. Então, tudo isso pareceu muito natural para mim. Reflexos pessoais e artísticos no novo álbum WM: Este álbum é mais pessoal e introspectivo, como o título sugere, é como um processo de cura. Houve algum evento específico que o inspirou a adotar essa abordagem mais reflexiva? MM: Não sei se diria que este álbum é mais introspectivo do que qualquer outro que eu tenha feito. Algumas músicas são, outras não. Algumas são apenas histórias, outras são mais pessoais. Não é exatamente um estudo pessoal profundo, mas musicalmente e em termos de gênero, ele realmente reflete meus próprios gostos e o tipo de música com que me conecto como fã e como ouvinte. WM: Tem um cover do Lynyrd Skynyrd no álbum. Por que você escolheu exatamente essa música, “The Needle and the Spoon”, especificamente? Há uma razão por trás disso? MM: Sim. É realmente uma das minhas músicas favoritas do Skynyrd. E eu sabia que queria trabalhar com Neil Fallon. Neil e eu somos amigos há muito tempo e já falávamos sobre fazer um cover. Essa era uma das opções, e acho que ambos amamos essa música. Para mim, ela faz tudo o que uma boa música de southern rock deve fazer: tem um riff de guitarra incrível e letras escuras. É uma música muito legal. Mark Morton fala sobre parcerias e narrativas emocionais em novo álbum WM: Há muitos nomes importantes da música country e sulista colaborando com você nesse álbum. Como você escolheu esses artistas? MM: Muitos deles já eram meus amigos. Charlie Starr, do Blackberry Smoke, é meu amigo há muito tempo. Travis Denning, artista country, também é um amigo próximo. Outros eram pessoas com quem eu sempre quis trabalhar. Cody Jinks e eu fomos conectados por um amigo em comum, depois de algumas conversas, percebemos que seria ótimo fazer algo juntos, e acabou que fizemos duas músicas no álbum. O Jaren Johnston é um caso semelhante: também o conheci por meio de um amigo em comum. Criamos uma ótima conexão criativa e hoje ele é alguém que considero um verdadeiro amigo. Alguns já eram conhecidos, outros foram escolhas pensadas para se encaixarem no projeto. Cada música teve seu próprio processo. Parceria com Charlie Starr e Jason Isbell WM: O último single que foi lançado é “Come December”, com Charlie Starr e Jason Isbell. Como foi trabalhar com eles especificamente ? MM: Sim, especificamente essa música é realmente uma das minhas favoritas do disco. E, por coincidência, esses dois caras estavam com agendas tão ocupadas que eles tiveram que fazer tudo remotamente e enviar. Charlie e eu nos conhecemos há muito, muito tempo, e eu queria trabalhar com ele há algum tempo. Estou feliz que tenha demorado até agora para fazer isso, porque essa é a música perfeita para ele. Ele estava em Atlanta e eu estava em Nashville, que não é tão longe, mas era longe o suficiente para que ele fosse a um estúdio em Atlanta e me enviasse o material. Mas sim, foi ótimo trabalhar com esses dois caras. Eu realmente sou um grande fã das carreiras de ambos. Esses caras são artistas que eu ouço apenas por diversão regularmente. Então eu fiquei emocionado de tê-los na mesma música. WM: Você mencionou que essa é uma das suas músicas favoritas do disco. Quando ouvi pela primeira vez, eu simplesmente me apaixonei por ela também. MM: Sim, sim. É ótima. Parece que te leva a algum lugar. Parceria com Cody Jinks WM: Há um single no álbum chamado Brother com Cody Jinks também. E essa música é extremamente pessoal, tenho certeza de que muitas pessoas podem se identificar com isso também. Então, você se lembra do que estava pensando e do que estava sentindo quando escreveu essa música? MM: Bem, sim, quero dizer, essa música é sobre uma experiência que vejo muitas pessoas tendo. Acabei de perceber ao meu redor e em algumas das minhas próprias experiências que é

Morre Clem Burke, da banda Blondie, aos 70 anos
Clem Burke, baterista da banda Blondie, morreu nesta segunda-feira, 7 de abril, aos 70 anos. O músico lutava contra um câncer. A informação foi divulgada nas redes sociais do grupo: “É com profunda tristeza que transmitimos a notícia do falecimento do nosso querido amigo e companheiro de banda Clem Burke após uma batalha particular contra o câncer. Clem não era apenas um baterista; ele era o coração do Blondie. Seu talento, energia e paixão pela música eram inigualáveis, e suas contribuições para o nosso som e sucesso são imensuráveis. Além de sua musicalidade, Clem foi uma fonte de inspiração dentro e fora do palco. Seu espírito vibrante, entusiasmo contagiante e ética de trabalho sólida como uma rocha tocaram todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. A influência de Clem se estendeu muito além do Blondie. Um autoproclamado “sobrevivente do Rock & Roll”, ele tocou e colaborou com vários artistas icônicos, incluindo Eurythmics, Ramones, Bob Dylan, Bob Geldof, Iggy Pop, Joan Jett, Chequered Past, The Fleshtones, The Romantics, Dramarama, The Adult Net, The Split Squad, The International Swingers, L.A.M.F., Empty Hearts, Slinky Vagabond e até mesmo os Go-Go’s. Sua influência e contribuições abrangeram décadas e gêneros, deixando uma marca indelével em cada projeto do qual ele participou. Estendemos nossas mais profundas condolências à família, amigos e fãs de Clem ao redor do mundo. Seu legado viverá através da tremenda quantidade de música que ele criou e das inúmeras vidas que ele tocou. Enquanto navegamos por essa perda profunda, pedimos privacidade durante este momento difícil. Boa sorte, Dr. Burke. Debbie, Chris e toda a família Blondie”. Clem Burke foi recrutado pelos fundadores do Blondie, Debbie Harry e Chris Stein, logo a formação da banda em 1975. Ele foi creditado por manter o grupo unido depois que Stein e Harry consideraram se separar após a saída do baixista original. O baterista também já foi baterista de Joan Jett, Iggy Pop, Bob Dylan, Pete Townshend, entre outros. LEIA TAMBÉM: Morre Val Kilmer, que viveu Jim Morrison nos cinemas, aos 65 anos Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal