Entrevistas

Black Sabbath relança clipe de The Shining em alta definição
O Black Sabbath relançou o clipe de The Shining em alta definição. A canção foi o único single do álbum The Eternal Idol, décimo terceiro registro de estúdio do grupo inglês, que saiu no mês de novembro de 1987 pela Vertigo. Assista: A nova versão do videoclipe também serviu de aquecimento para o relançamento The Eternal Idol, que acontecerá no dia 25 de julho pela Rhino Entertainment. A edição de 2025 de The Eternal Idol contará com uma nova remasterização das fitas analógicas originais e incluirá duas faixas bônus, Some Kind Of Woman e Black Moon. O trabalho também virá com um novo encarte para o CD e uma lista com as letras do disco. Tracklist de The Eternal Idol (2025 Remaster): 01. The Shining02. Ancient Warrior03. Hard Life To Love04. Glory Ride05. Born To Lose06. Nightmare07. Scarlet Pimpernel08. Lost Forever09. Eternal Idol Bônus:10. Some Kind Of Woman11. Black Moon Via: RockBizz

Jim Root revela frustrações importantes que afetam o processo criativo do Slipknot
O guitarrista do Slipknot, Jim Root, revelou frustrações importantes que afetam o processo criativo da banda, durante uma entrevista recente ao Turning Wrenches Podcast. O músico contou como a agenda de turnês da banda afeta sua capacidade de compor novos materiais e também discutiu suas preocupações com a abordagem atual de composição. “É muito difícil para mim, pessoalmente, ser criativo quando você sabe que tem uma turnê pela frente”, disse Root. “Preciso saber que tenho um tempo livre para poder [compor]”. O guitarrista também falou sobre seu ambiente criativo preferido e enfatizou a importância de ter tempo dedicado ao processo de composição. “Esta é a minha mesa aqui atrás”, ele continuou. “Tenho meus monitores de referência e o computador em que gravo. E preciso de tempo só para sentar aqui e criar ideias, criar camadas e arranjos que eu possa enviar para Corey, Clown e tudo mais”. As frustrações de Root surgem em um momento em que o Slipknot mantém uma das agendas de turnês mais exigentes do metal. Isso destaca a tensão constante entre o sucesso comercial e a liberdade criativa. O site oficial do Slipknot mostra que a banda tem planos extensos de turnê para 2025, incluindo uma etapa europeia em junho, com inúmeras apresentações em festivais. Via: RockBizz

O show mais esperado do Best of Blues and Rock: Alice Cooper e seu carnaval de horrores
O terceiro dia do Best of Blues and Rock 2025 aconteceu no último sábado, 14, na cidade de São Paulo. O festival ocupou o Parque Ibirapuera com quatro shows contagiantes, com diversidade musical. Abrindo o evento, Marcão Britto e Thiago Castanho subiram ao palco apresentando músicas do Charlie Brown Jr. em comemoração ao legado da banda. Os dois membros remanescentes precisaram brigar na Justiça pelo direito de utilizar o nome da banda nos shows. O grupo recebeu o local cheio logo no começo, com público receptivo que fez questão de chegar cedo para prestigiar a primeira banda. Com apenas uma hora de show, foi possível sentir a energia da plateia, que cantou todas as canções que levaram a banda ao sucesso. Marcão Britto e Thiago Castanho provaram que conexão com fãs e o legado do Charlie Brown Jr. é eterno. A estreia da brasileira Larissa Liveir Em seguida, Larissa Liveir chegou de um jeito tímido, pois este foi o seu primeiro grande show ao vivo. A jovem guitarrista de apenas 21 anos viralizou durante a pandemia fazendo covers de clássicos do rock e metal, e agora teve a chance de mostrar ao vivo o seu talento. Apesar da estreia, a artista não se intimidou, subiu ao palco ao lado da banda formada por Eduardo Megale (guitarra base), Marco Aurélio Coelho (baixo), Hugo Bizotto (teclado), Carlos Marotta (vocal) e Lina Linassi (bateria), e como era de se esperar, apresentou covers de grandes nomes. O show contou com “Whole Lotta Love”, do Led Zeppelin, “Iron Man”, do Black Sabbath, ”Comfortably Numb”, do Pink Floyd e outras. Mas o ápice foi na faixa “The Trooper”, do Iron Maiden, que contou com a participação de Nita Strauss, guitarrista do Alice Cooper, em uma performance bem entrosada – e belíssima – entre as duas guitarristas. O show estava intimista e conseguiu contagiar a plateia enérgica. Apesar de Larissa Liveir apresentar apenas covers, agitou e fez todo mundo cantar, já que eram músicas que todo mundo conhece e gosta. O já conhecido Black Pantera apresentou um repertório baseado no aclamado disco Perpétuo (2024). A banda mineira mostrou como se faz um show gigante para um público que em sua grande maioria nunca tinha visto os mineiros ao vivo. Talvez por isso o público estava um pouco morno para o que a banda está acostumada. Porém, isso não intimidou o Black Pantera, que apresentou o show que estamos acostumados a ver, e conseguiu colocar todo mundo pra agitar na música “Fogo nos Racistas”. O retorno de Alice Cooper no Best of Blues and Rock Ao fim da noite chegou a hora do mais esperado do festival, o show de Vincent Furnier e sua banda, Alice Cooper. O artista, que estava sem se apresentar no Brasil por 8 anos, retornou para performar seu teatro encantador e macabro. Na plateia havia público de todas as idades provando que a música do Alice Cooper é atemporal e sua performance vai além da música. A primeira vinda ao Brasil foi em 1974, e, claro, muita coisa mudou, menos a performance e talento marcante de Vincent. A banda que veio nos anos 70 com a formação original se reuniu recentemente para lançar o novo disco The Revenge Of Alice Cooper – o primeiro disco com a formação original desde Muscle of Love, de 1973. Na época, a banda se apresentou no Anhembi para 158 mil pessoas, conquistando um marco na carreira ao entrar para o Guinness Book como o maior público em local fechado. E também marcou o primeiro grande show internacional de rock no Brasil. Retornando ao país 51 anos depois de sua primeira visita, Alice Cooper entregou o carnaval de horrores que todos esperavam ver e foi além, sendo o músico e ator que ele sempre foi durante sua carreira. Há mais efeitos especiais, tecnologia e uma banda jovem e cheia de energia composta por Nita Strauss, Ryan Roxie e Tommy Henriksen nas guitarras, Chuck Garric no baixo e Glen Sobel na bateria. Teatro de horrores e performances inesquecíveis O clima era de filme de terror, assim como tudo o que um show do Alice Cooper precisa ter. A banda entrou em ação abrindo com a faixa “Welcome to the Show”, não só em sintonia com o frontman, como também mostrando força, amplitude do repertório e o brilhantismo dos músicos. Durante uma hora e meia o público presenciou clássicos como “No More Mr’ Nice Guy”, “Poison”, “Snakebite” (sem a cobra que o artista sempre usa) e “Hey Stoopid”, junto com performances inesquecíveis. Durante o show, Alice Cooper vestiu uma variedade de jaquetas e usou vários acessórios, incluindo uma bengala, uma muleta, um punhal, uma espada e um chicote. Os roadies fantasiados e o seu fotógrafo de longa data, Kyler, fizeram parte do teatro cheio de sangue falso. De mesmo modo, destaque para a também conhecida Sheryl Goddard, dançarina e performer de palco e esposa do frontman. Sheryl foi destaque ao colocar Alice Cooper na guilhotina e sair mostrando sua cabeça – um show de horrores. O público também fez parte do teatro, com fantasias, máscaras e maquiagens pesadas. A última faixa, “School’s Out”, contou com balões gigantes, um trecho de “Another Brick in the Wall”, do Pink Floyd, público em êxtase e uma banda de alta qualidade. O bis foi com a clássica “Feed My Frankenstein”, que contou com um boneco gigante representando um Frankenstein do Alice Cooper. A experiência Alice Cooper é uma celebração persistente de mais de 50 anos de uma impressionante produção musical. Bem como um artista, que mesmo sem alcançar um topo das maiores bandas de rock, é com certeza respeitado pelas maiores bandas e claro, por seus fãs devotos. Confira as fotos de Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: Best of Blues and Rock 2025: Saiba como foi primeiro final de semana do festival Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus

Laura Jane Grace retorna ao Brasil em dezembro para três shows
Laura Jane Grace, a vocalista norte-americana que fundou o Against Me! e atualmente em uma consolidada e empolgante carreira solo, é um ícone do punk mundial pelo seu carisma e habilidade musical e de letrista visceral. Já se passaram sete anos desde que veio ao Brasil para tocar com sua antiga banda e lançar a edição nacional da sua autobiografia Tranny: Confissões da Anarquista mais Infame e Vendida do Punk Rock. Em um novo e empolgante momento de sua vida pessoal e profissional, Laura volta em dezembro deste ano para três shows: Porto Alegre (12/12), Curitiba (13/12) e São Paulo (14/12). Músicas de protesto e melodias pessoais nunca foram binárias para Grace. A sua composição é desafiadora, afiada: suas letras são intencionalmente provocativas, com muitas criticas – às vezes profana – à hipocrisia dos conservadores cristãos anti-LGBTQ+, que se recusam a respeitar a personalidade das pessoas trans. A turnê pela América Latina – que ainda tem datas na Costa Rica, México, Colômbia, Chile e Argentina – vai promover o novo disco, Adventure Club, que chega ao streaming e em edições físicas no mês de julho. Segundo Laura, é um registro eletrizante e afirmativo. O LP contará com 12 músicas que surgiram do retiro artístico de um mês da musicista em Atenas (Grécia), incluindo os já lançados singles Your God (God’s Dick) e Mine Me Mine. Laura Jane Grace vem acompanhada da Mississippi Medicals, que inclui a sua esposa, Paris Campbell (vocais), além dos músicos gregos Jacopo Fokas (baixo) e Orestis Lagadinos (bateria). E o nome do novo disco, o terceiro solo, tem a ver com a relação de Laura com a Grécia: era o nome do seu grupo de amigos aventureiros no país europeu. No verão de 2024, Grace ingressou em um programa de residência artística em Atenas, integrando-se com punks gregos de lá enquanto escrevia canções sobre as sórdidas provações de sua vida e do mundo, a partir de temas como sobriedade, autocracia, identidade. À noite, essa nova banda tocava e gravava. Mas, durante o dia, eles exploravam a paisagem antiga e bela e a vibrante cultura da cidade. O estilo de vida deste Clube de Aventura a inspirou tanto que, quando deixou a Grécia, ela inesperadamente concluiu o novo álbum, um novo apogeu de carreira construído com partes iguais de diversão e fúria, autodefinição e autodepreciação. Tudo isso é Laura Grace, continuando a recalibrar o que o punk rock significa para ela agora. Vale destacar que esta turnê latino-americana também trará músicas de outros álbuns de Laura, como o segundo, Hole In My Head, lançado no começo de 2024, um ótimo disco punk com inspirações folk e rock dos anos 50 e 60. SERVIÇO: São PauloData: 14 de dezembro de 2025Local: Fabrique Club (R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo)Ingresso: https://fastix.com.br/events/laura-jane-grace-em-sao-paulo CuritibaData: 13 de dezembro de 2025Local: Basement Cultural (R. Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco, Curitiba)Ingresso: https://fastix.com.br/events/laura-jane-grace-em-curitiba Porto AlegreData: 12 de dezembro de 2025Local: Ocidente Bar (Av. Osvaldo Aranha, 960 – Bom Fim, Porto Alegre)Ingresso: https://fastix.com.br/events/laura-jane-grace-em-porto-alegre Via: RockBizz

Bruce Kulick (ex-KISS) passa por cirurgia para retirar o siso após crise de sinusite
Saúde dental é algo que algumas pessoas não dão tanta importância. Há indivíduos que sequer se dão o trabalho de usar um enxaguante bucal para aliviar o mau hálito. O resultado do desleixo são complicações bastante doloridas em algum ponto da vida. Alguns rock stars já passaram perrengues por causa de dentes inflamados. Alguns já até perderam a vida por causa de problemas bucais. O ex-baixista do Jethro Tull, John Glascock, por exemplo, morreu devido um problema no coração, o qual foi agravado por um abcesso em um dos dentes. E quem recentemente passou por um susto com os dentes foi o guitarrista Bruce Kulick (ex-KISS), que precisou retirar o siso e fazer outros procedimentos para colocar ordem na boca. Pelas mídias sociais, Bruce descreveu todo o caso. “Depois de ter problemas crônicos de sinusite desde fevereiro, que me causavam constante sofrimento, meu otorrinolaringologista pediu uma tomografia computadorizada. Quando ele me mostrou os resultados, foi uma grande surpresa. Sempre cuidei bem dos meus dentes. Uso fio dental todas as noites e vou ao dentista com frequência para limpezas. A tomografia mostrou problemas nos meus dentes que estavam afetando minha sinusite. Um dente de siso estava causando os problemas. Ter todos os dentes do siso nunca é uma boa ideia quando se é mais velho, mas como nenhum dos meus parecia estar causando problemas, decidi arriscar. Não era mais um dente, eram alguns fragmentos quebrados de dente e osso cariados. Como resultado, a área ao redor ficou gravemente infectada, afetando meu seio maxilar direito. Mais chocante ainda foi descobrir que outro dente que nunca me incomodou estava morto e também estava causando problemas”. Kulick destacou que a cirurgia para a extração do dente foi muito intensa, o que gerou grande sangramento, inchaço e dores fortes no pós-operatório. “A cirurgia do dente do siso foi mais intensa do que o esperado. Os pontos não foram apenas perto da área de extração do meu dente do siso, mas também perto da amígdala direita e perto do seio maxilar. Minha garganta não estava nada bem por causa dessas incisões”. O guitarrista norte-americano encerrou a nota dando força e apoio para quem está passando por problemas de saúde. “Meus pensamentos e orações estão sempre com qualquer pessoa que esteja passando por uma crise de saúde, grande ou pequena. O dente do siso não faz mais parte do meu corpo. Graças a Deus”. Via: RockBizz

Há grande sensibilidade em relação a Israel, mas não há ninguém defendendo os palestinos, segundo Shirley Manson (Garbage)
A cantora do Garbage, Shirley Manson, 58 anos, concedeu uma entrevista a NME para falar sobre o novo álbum, que leva o interessante título de Let All That We Imagine Be The Light – Que tudo o que imaginamos seja luz, em uma tradução livre. A artista britânica também aproveitou o espaço para dar sua opinião sobre o conflito entre Israel e Palestina, o qual já vitimou milhares de pessoas em ambos lados. Segundo Shirley, há grande sensibilidade em relação a Israel, mas não há ninguém defendendo os palestinos. “Assim que você se educa, você começa a ver as coisas com muito mais clareza e justiça. Mas parece não haver interesse em querer aprender sobre o povo palestino. Há um desejo peculiar de apagá-los completamente, porque são muito inconvenientes. É como se estivéssemos falando de uma raça inteira de pessoas que foram arrancadas do ocidente”. A cantora continuou: “Há uma grande sensibilidade em relação a Israel, e com toda razão. O sofrimento que os judeus europeus passaram durante a Segunda Guerra Mundial gera muita sensibilidade, especialmente no Reino Unido, onde nos foi incutido o desejo de lutar contra o antissemitismo, o que é absolutamente necessário. Mas, por favor, leiam um livro de história e tentem entender o que está acontecendo aqui. Estou horrorizada por não haver ninguém defendendo os palestinos. Não querem que falemos nenhuma palavra em sua defesa. Parece loucura para mim! É uma cegueira deliberada e escolhida”. “Eu acordo todas as manhãs muito angustiada, assim como muitos músicos, e todos nós estamos sendo punidos por isso. Não querem que usemos as nossas grandes plataformas para falar sobre o assunto. Não entendo como alguém pode ver o que está acontecendo em Gaza e não clamar para que pare. Eu simplesmente não entendo”, finalizou Shirley em tom de indignação. Novo álbum O Garbage lançou Let All That We Imagine Be The Light no começo deste mês. De acordo com a banda, o trabalho surgiu a partir da necessidade de encontrar algo positivo em meio ao caos e à convulsão da sociedade moderna. O disco, que é o oitavo registro de estúdio da banda, traz todas as marcas registradas que a consagraram como um dos maiores nomes do rock noventista como guitarras expressivas, batidas precisas e explosivas e sonoridades complexas, sustentadas pela voz inconfundível e letras carregadas de força de Shirley Manson. Via: RockBizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Black Pantera, VIPER, Twilight Aura e mais!
Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Twilight Aura e Queens of The Stone Age, singles novos do VIPER, Black Pantera e Helloween, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS: King Gizzard & The Lizard Wizard – Phantom IslandPara quem gosta de: rock psicodélico Queens of the Stone Age – Alive in the CatacombsPara quem gosta de: stoner rock Twilight Aura – BelievePara quem gosta de: power metal, metal progressivo Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Black Sabbath: versão remasterizada do álbum The Eternal Idol será lançada em julho
No dia 25 de julho, a Rhino Entertainment relançará o álbum The Eternal Idol do Black Sabbath – mais de três meses após a reedição do disco no Record Store Day em LP vermelho translúcido edição limitada. A edição de 2025 de The Eternal Idol contará com uma nova remasterização das fitas analógicas originais e incluirá duas faixas bônus, Some Kind Of Woman e Black Moon. O trabalho também virá com um novo encarte para o CD e uma lista com as letras do disco. Lançado originalmente em 1987, The Eternal Idol foi o décimo terceiro álbum de estúdio do Black Sabbath e o primeiro da banda a contar com o vocalista Tony Martin. Tracklist de The Eternal Idol (2025 Remaster): 01. The Shining02. Ancient Warrior03. Hard Life To Love04. Glory Ride05. Born To Lose06. Nightmare07. Scarlet Pimpernel08. Lost Forever09. Eternal Idol Bônus:10. Some Kind Of Woman11. Black Moon Via: RockBizz

Metallica lança reedição do álbum ‘Load’ em vários formatos
O Metallica lançou nesta sexta-feira, 14, a reedição do álbum Load (1996). Load (Remastered) já está disponível para pré-venda no Brasil com várias edições disponíveis em várias configurações, incluindo LP duplo padrão de 180 gramas, CD, cassete e digital. O material contém demos inéditas, mixagens brutas, vídeos, gravações ao vivo e muito mais. Para os fãs mais dedicados, a verdadeira atração deste lançamento é o Box Deluxe Load Remastered Limited Edition. A lista completa dos itens do box deluxe pode ser vista aqui. Lançado originalmente em 4 de junho de 1996, Load foi o segundo álbum do Metallica a estrear em primeiro lugar na Billboard 200, posição que manteve por quatro semanas consecutivas. Gravado em 1995 no The Plant, em Sausalito, Califórnia, o álbum, junto com ReLoad, de 1997, marcou mais um capítulo histórico no catálogo da banda, com James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Jason Newsted em plena forma criativa. Atualmente, a banda está em meio à turnê M72, que segue rodando o mundo com um line-up poderoso de bandas convidadas: Pantera e Suicidal Tendencies. LEIA TAMBÉM: Metallica atinge marco histórico com campanhas de doação de sangue Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

CDs de Ramones, Whitesnake e Soulfly são lançados em novas versões no Brasil
Através da iniciativa do Wikimetal com Oporto da Música, discos clássicos do rock e metal que eram difíceis de encontrar ou mesmo nunca haviam sido lançados no Brasil chegam mensalmente no mercado nacional. As novas edições dos títulos em formato CD, algumas com slipcase, estão disponíveis nas principais lojas e online via Wikimetal Store. Ramones Lançado em 1989, Brain Drain é o décimo primeiro trabalho do Ramones. É o último com a participação do baixista/compositor/vocalista Dee Dee Ramone, e o primeiro a contar com Marky Ramone desde sua demissão inicial em 1983. Whitesnake O quinto projeto do Whitesnake, Saints and Sinners (1982), foi o último a ser gravado pela formação inicial. Mesmo com o sucesso comercial em seu país natal, as relações entre os membros estavam tensas devido à direção musical e gestão da banda. Soulfly 3 (2002) é o terceiro álbum do Soulfly. Originalmente, o disco se chamaria Downstroy, em homenagem à faixa de abertura, mas Max Cavalera declarou posteriormente que se arrependeu de ter mudado. A capa apresenta um Om (ॐ), um ícone espiritual nas religiões indianas. LEIA TAMBÉM: Whitesnake, Loudness, Opeth e mais: CDs ganham novas edições no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Helloween mergulha na cultura nipônica com o clipe de This Is Tokyo
Boa nova aos fãs de power metal raiz! O Helloween mergulhou na cultura nipônica com o clipe de This Is Tokyo, faixa do novo álbum Giants & Monsters, que chegará ao mercado no dia 29 de agosto pelo selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM). Veja o vídeo de This Is Tokyo no player logo a seguir: A produção do disco ficou sob a responsabilidade de Charlie Bauerfeind e Dennis Ward. Já a arte da capa foi feita pelo artista germânico Eliran Kantor, profissional que fez a capa do álbum Helloween, de junho de 2021. É importante destacar que o álbum estará disponível no mercado em diversos formatos como CD, CD digipak, 2CD earbook, vinil preto, vinil duplo colorido (azul, amarelo) e digital (download e streaming). O time que deu vida a Giants & Monsters foi Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra e vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria). Track listing de Giants & Monsters: 01. Giants On The Run02. Savior Of The World03. A Little Is A Little Too Much04. We Can Be Gods05. Into The Sun06. This Is Tokyo07. Universe (Gravity For Hearts)08. Hand Of God09. Under The Moonlight10. Majestic Via: RockBizz

Lemmy Kilmister: Cidade natal do artista pode ganhar casa de shows em sua memória
A cidade natal de Lemmy Kilmister, em Stoke-on-Trent, na Inglaterra, pode ganhar um espaço musical em homenagem ao líder do Motörhead. FK Legacy CIC, a empresa responsável pela estátua de Lemmy de 2,25 metros, erguida na Praça do Mercado de Burslem, Stoke-on-Trent, no mês passado, está cuidado das propostas para construir a casa de shows. A ideia inicial é construir um clube de música ao vivo com capacidade para 800 pessoas, chamado Kilmister Halls. O espaço também pode incluir um café e um museu, e substituiria o prédio atualmente vago do Queen’s Theatre, na Wedgwood Street. Em uma entrevista à BBC, o artista local Andy Edwards, criador da estátua de Lemmy, disse que o local proposto poderia atrair mais músicos em turnê para a cidade: “Temos uma grande herança musical nesta cidade e costumávamos atrair as melhores bandas”, explica ele. “Isso se perdeu, e este novo espaço faria uma grande diferença para recuperá-lo.” Ainda de acordo com a BBC, os organizadores estão “analisando a aquisição do edifício e a arrecadação de fundos”. Enquanto isso, Motörhead lançou na útima quinta-feira, 12, “Leavin’ Here”, o segundo single e videoclipe do aguardado álbum The Manticore Tapes, com lançamento previsto para 27 de junho. Originalmente gravado em 1976, The Manticore Tapes apresenta gravações inéditas da formação clássica do Motörhead conhecida como Three Amigos. Consolidada um ano após a criação da banda, a formação consistia em Lemmy (baixo/vocal), Fast Eddie Clarke (guitarra) e Phil “Philthy Animal” Taylor (bateria). LEIA TAMBÉM: Wendy Dio, viúva de Dio, revela interação com Lemmy Kilmister horas antes de sua morte Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Tocar Bark At The Moon no último show de Ozzy seria muito desafiador para mim, diz Jake E. Lee
O ex-guitarrista de Ozzy Osbourne, Jake E. Lee, foi entrevistado pela revista Guitar World e falou sobre sua participação no evento Back To The Beginning, que acontecerá no dia 5 de julho no Villa Park, em Birmingham, Reino Unido. O show marcará a última apresentação de Ozzy como artista solo e do Black Sabbath com a formação original. “Eu sei que as pessoas estão esperando Bark At The Moon, mas eu não sei”, disse Jake sobre a escolha das músicas que irá tocar no evento. “No momento, com meu pulso, a artrite e tudo mais, isso seria muito desafiador. Tenho alguns meses para chegar lá, então vou praticar só para garantir. Mas vai ser um grande desafio para mim fisicamente”. E acrescentou: “Estou trabalhando em Ultimate Sin [faixa-título do seu segundo e último álbum com Ozzy]. É pesada e gosto do solo”. Lee, que foi escolhido pelo Príncipe das Trevas para substituir o saudoso Randy Rhoads na sua banda solo, tocou nos discos Bark At The Moon, de 1983, e The Ultimate Sin, de 1986. Ozzy e Black Sabbath contarão com o apoio de ícones do heavy metal no evento Back To The Beginning, incluindo Metallica, Slayer, Pantera e muitos outros, e toda renda será doada para as instituições de caridade Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. Via: RockBizz

VIPER revisita o passado em nova versão de “Quinze Anos”
Notícias VIPER divulga nesta sexta-feira, 13, “Quinze Anos”, composição de Felipe Machado e último single da nova edição do álbum Tem Para Todo Mundo. Como parte das comemorações pelos 40 anos de carreira, o relançamento do projeto chega em 4 de julho com nova mixagem e gravações adicionais. “‘Quinze Anos’ traz um olhar sobre o passado, uma reflexão sobre como o mundo e a vida mudaram desde que tínhamos essa idade”, afirma o guitarrista Felipe Machado. “’Não importa o que eles dizem, mas o que eles pensam’, como diz um trecho… Minha letra é uma espécie de contraponto a ‘8 de Abril’, composição em que o Pit Passarell também usou metáforas para falar sobre a nossa adolescência. Escolhi essa música como terceiro single do disco porque a nova versão ficou bem melhor que a original. Ela foi, aliás, a canção que ficou mais diferente em relação ao trabalho lançado em 1996”. Tem Para Todo Mundo nunca havia sido lançado no streaming e marcou uma fase diferente na trajetória da banda, com letras em português e uma sonoridade mais voltada ao rock nacional — um contraste em relação ao heavy metal que consagrou o grupo. A edição original foi produzida por Mayrton Bahia (Legião Urbana) e contou com Pit Passarell (baixo e vocais), Felipe Machado e Yves Passarell (guitarras) e Renato Graccia (bateria). A edição de 2025, por sua vez, foi produzida por Val Santos e Felipe Machado, se aproximando do estilo mais pesado do VIPER. As artes foram assinadas por Fernanda Victorello. “Quinze Anos” é um lançamento Wikimetal Music / FMLabs. Ouça na plataforma digital de sua preferência. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Black Pantera lança “Unfuck This” prestes a sair em turnê internacional
Recém-eleito Melhor Artista de Rock pelo Prêmio da Música Brasileira e também premiado pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) por “Tradução”, considerada Música do Ano, a banda Black Pantera está prestes a embarcar em mais uma turnê internacional e aproveita para lançar o single “Unfuck This”, nesta sexta, 13, pela gravadora Deck. Eles já gravaram algumas músicas em inglês, mas com as idas para o exterior isso se intensificou. Em 2023 lançaram o EP Griô (Deck), com 5 faixas em inglês, e agora lançam “Unfuck This”. Com uma pegada “old school”, mistura de punk e hardcore, como já é uma marca da banda, a música começa “sussurrada” e sua letra frisa as origens negras do Rock’n’Roll, um assunto extremamente importante e pouco falado. Dia 16 de junho o Black Pantera embarca para a Europa para duas apresentações, no Hellfest, um dos maiores festivais de rock do mundo em Clisson, na França, e no Leoff Hellfest, que acontece na mesma cidade. O Black Pantera toca na mesma noite do Korn, Skindred e Jinjer. “Para nós é um sonho estar nesses festivais, um passo muito importante para a banda. Fizemos um contato com eles oito anos atrás, quando estivemos na França pela primeira vez, e agora vamos tocar no mesmo dia do Korn, uma das nossas grandes referências”, comentou o baixista e vocalista Chaene da Gama. De lá eles vão direto para Bogotá, na Colômbia, tocar no Rock Al Parque, o maior festival gratuito e ao ar livre da América, com artistas de diversas partes do mundo. Confira o videoclipe de “Unfuck This”: Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Alice Cooper analisa novo trabalho com Michael Bruce e Cia: “Tudo correu muito bem”
Pela primeira vez em mais de 50 anos, os membros originais da banda Alice Cooper – o vocalista Alice Cooper, o guitarrista Michael Bruce, o baixista Dennis Dunaway e o baterista Neal Smith – se reuniram para lançar um novo álbum de estúdio, intitulado The Revenge Of Alice Cooper, previsto para 25 de julho pela earMUSIC. Em nova entrevista a rádio norte-americana 95.5 KLOS, o líder da festa, Vincent Damon Furnier, analisou o novo trabalho com Michael Bruce e Cia. “Quando nos separamos, não nos divorciamos; apenas nos separamos! Não houve ressentimentos. Não houve processos judiciais nem nada do tipo. Além disso, nós mantivemos contato. Então, rolou o momento certo para fazermos algo juntos. Chamei eles para fazermos um álbum, e eles toparam na hora. Envolvemos Bob Ezrin [produtor] no projeto. Tudo correu muito bem. Compusemos todas as músicas, e soou exatamente como em 1975”. O cantor completou: “Perder o Glen Buxton foi muito difícil para nós, porque ele era o nosso Keith Richards. Contratamos o Robby Krieger para tocar em Black Mamba. Ele foi perfeito para essa música. Depois, encontramos um cara chamado Gyasi [Hues] em Nashville que se encaixou perfeitamente no trabalho”. Confira a entrevista completa no player a seguir: O primeiro single do novo trabalho, Black Mamba, saiu em abril, com a participação de Robby Krieger, do The Doors. Curta o vídeo oficial da canção aqui: Track listing de The Revenge of Alice Cooper: 01. Black Mamba02. Wild Ones03. Up All Night04. Kill The Flies05. One Night Stand06. Blood On The Sun07. Crap That Gets In The Way Of Your Dreams08. Famous Face09. Money Screams10. What A Syd11. Inter Galactic Vagabond Blues12. What Happened To You13. I Ain’t Done Wrong14. See You On The Other Side15. Return of the Spiders 2025 (bônus)16. Titanic Overunderture (bônus) Via: RockBizz

Heaven Shall Burn lança cover de “Numbered Days”
Notícias Heaven Shall Burn lançou como single a faixa “Numbered Days”, um cover do Killswitch Engage, originalmente lançada no álbum Alive of Just Breathing (2002). A música conta com participação especial de Jesse Leach, vocalista do Killswitch Engage. De acordo com a banda alemã, a oportunidade de trabalhar com Jesse Leach foi uma proposta emocionante [via Metal Sucks]: “Quando ouvimos ‘Numbered Days’ pela primeira vez, ficamos completamente impressionados. Era claro que algo novo estava surgindo. Nenhuma outra banda influenciou esse estilo de música mais e o interpretou melhor. Só porque os caras são amigos de longa data não significa que você não possa prestar homenagem a essa banda incrível. Esperamos que a música signifique tanto para vocês quanto significa para nós!” Em seguida, Jesse Leach também ficou emocionado em tocar uma nova versão da música da sua banda: “Todos nós estamos honrados com o cover de ‘Numbered Days’. Essa música realmente deu início a um álbum que mudaria nossas vidas. Depois de todos esses anos, ter pessoas que ainda ressoam com a nossa música significa muito para nós. Agora, ter uma banda como o Heaven Shall Burn fazendo um cover dela 23 anos depois é realmente incrível! Gratos e muito felizes por termos participado da reformulação dessa música e por ouvir a interpretação de outra pessoa!” Atualmente, a banda se prepara para lançar o novo álbum Heimat, em 27 de junho pela Century Media. Este é o primeiro disco em cinco anos, e apresenta mais uma vez a arte do ilustrador Eliran Kantor e uma mixagem e masterização de Tue Madsen. LEIA TAMBÉM: Lamb Of God, Carcass e Heaven Shall Burn no Rio de Janeiro Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Laura Jane Grace vem ao Brasil para 3 shows em dezembro
Laura Jane Grace, a vocalista norte-americana que fundou o Against Me! e atualmente tem uma consolidada e empolgante carreira solo, retorna ao Brasil em dezembro para três shows: Porto Alegre (12), Curitiba (13) e São Paulo (14). A realização da turnê, que ainda tem datas na Costa Rica, México, Colômbia, Chile e Argentina, é da Powerline Music & Books, que é também a editora nacional da autobiografia Tranny: Confissões da Anarquista mais Infame e Vendida do Punk Rock. A turnê pela América Latina vai promover o novo disco, Adventure Club, que chega ao streaming e em edições físicas no mês de julho. Segundo Laura, é um registro eletrizante e afirmativo. O álbum contará com 12 músicas que surgiram do retiro artístico de um mês da musicista em Atenas (Grécia), incluindo os já lançados singles “Your God (God’s Dick)” e “Mine Me Mine”. Laura Jane Grace vem acompanhada da Mississippi Medicals, que inclui a sua esposa, Paris Campbell (vocais), além dos músicos gregos Jacopo Fokas (baixo) e Orestis Lagadinos (bateria). A turnê latino-americana também trará músicas de outros álbuns de Laura, como o segundo, Hole In My Head, lançado no começo de 2024, um ótimo disco punk com inspirações folk e rock dos anos 50 e 60. SERVIÇO Laura Jane Grace em São Paulo (14/12)Data: 14 de dezembro de 2025Local: Fabrique Club (R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo)Ingresso: https://fastix.com.br/events/laura-jane-grace-em-sao-paulo Laura Jane Grace em Curitiba (13/12)Data: 13 de dezembro de 2025Local: Basement Cultural (R. Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco, Curitiba)Ingresso: https://fastix.com.br/events/laura-jane-grace-em-curitiba Laura Jane Grace em Porto Alegre (12/12)Data: 12 de dezembro de 2025Local: Ocidente Bar (Av. Osvaldo Aranha, 960 – Bom Fim, Porto Alegre)Ingresso: https://fastix.com.br/events/laura-jane-grace-em-porto-alegre Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Morrissey cancela show em Madri devido problemas de saúde
Morrissey cancelou sua apresentação em Madri, que aconteceria nesta quinta-feira, 12, no festival Noches del Botánico, devido a problemas de saúde. O ex-vocalista do The Smiths cancelou em apenas 24 horas do início do show, alegando uma crise de sinusite. A produtora do festival divulgou na última quarta-feira, 11, uma comunicado assinado pelo artista [via Far Out Magazine]: “Morrissey está em tratamento médico para um caso agudo de sinusite. Como resultado, e com grande pesar, o compromisso de amanhã em Madri está cancelado. Lamenta qualquer inconveniente que este cancelamento possa causar e agradece a compreensão do público”. Atualmente, Morrissey iniciou a turnê europeia no dia 31 de maio em Dublin e, desde então, fez dois shows na O2 Academy em Glasgow e retornou em Manchester em 7 de junho para tocar no Co-op Live pela primeira vez em sua carreira. O artista continua com a turnê em 15 de junho, em Paris, seguindo por Antuérpia, Colônia, Amsterdã, Copenhague, Estocolmo, Berlim, Leipzig, Munique, Cracóvia, Viena, Belgrado, Bucareste, Istambul, Atenas e Šibenek, antes de encerrar com quatro shows na Itália. Morrissey no Brasil Morrissey vem ao Brasil para show único em São Paulo no dia 12 de novembro, no Espaço Unimed. Os ingressos estarão à venda para o público geral a partir desta sexta-feira, 13 de junho, às 10h no site da Livepass. O evento é uma realização Move Concerts. LEIA TAMBÉM: Simpsons lança música inspirada em Morrissey e The Smiths; ouça Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Estudo revela quais são as bandas de heavy metal favoritas entre formandos do ensino médio
Um estudo feito pela K12, que é uma instituição de educação online cujo o foco se atém no ensino fundamental e médio, revelou quais são as bandas de heavy metal favoritas entre formandos do ensino médio. A escola analisou as playlists do Spotify com temas relacionados à formatura ou à turma de 2025, além disso, entrevistou alguns recém-formados do ensino médio. De acordo com a K12, o objetivo do estudo era conhecer melhor o perfil dos estudantes em 2025. Os resultados do estudo foram divididos para mostrar os principais estilos, artistas e músicas que estão fazendo a cabeça dos estudantes. E por incrível que pareça, o nosso heavy metal entrou na festa. O estudo apontou que as três bandas de som pesado que os jovens mais curtem são: terceiro lugar, Slipknot; segundo, Metallica e, em primeiro lugar, o Deftones. E o rock n’ roll também ganhou sua fatia na história, com o pódio da seguinte forma: Fleetwood Mac na terceira colocação, Beatles em segundo e o britânico Queen no posto mais alto da parada. Nomes do rock mais moderno como Arctic Monkeys e Paramore também receberam bastante votos e abocanharam o quarto e quinto lugar, respectivamente. Portanto, para quem acha que a juventude fica com o foco apenas em IA e redes sociais, o estudo da K12 prova que a molecada ainda curte arte e tem certa intimidade com o rock n’ roll e o heavy metal. Curta alguns sons que estão no gosto da garotada: Via: RockBizz

Blaze Bayley diz ter ficado arrasado com a morte de Paul Di’Anno
Em uma entrevista recente ao The Metal Voice, do Canadá, Blaze Bayley, ex-vocalista do Iron Maiden, falou sobre a morte de Paul Di’Anno, outro ex-frontman da banda, que faleceu em outubro do ano passado aos 66 anos. Questionado sobre sua reação inicial à notícia, Blaze compartilhou sentimentos profundos sobre o colega e amigo. “Bem, ele já não estava com boa saúde quando o vi pela última vez, e já usava cadeira de rodas há algum tempo. Mas fizemos muita coisa juntos. Viajamos para vários lugares. Antes dos problemas na Ucrânia, fizemos uma turnê pela Rússia. Tocamos no Sweden Rock Festival, fomos à Austrália e à Nova Zelândia juntos. Compartilhamos muitos momentos.” Blaze admitiu que ficou arrasado com a notícia: “Não posso dizer que não esperava, mas fiquei completamente destruído quando soube que Paul havia partido. Não achei que seria naquele momento. Parecia errado. Claro, foi cedo demais. Ele não deveria ter ido. Mas foi um baque. E você pensa em tudo que vivemos juntos”. E a voz dele… Havia noites em que estávamos em turnê, com bandas incríveis que montaram para nós, e você fechava os olhos e ouvia ele cantando aquelas primeiras músicas do Maiden. Era como: ‘Ele está melhor do que nunca no disco.’ Incrível. Se você tivesse sorte, em alguns momentos em que ele estava descansado e sem estresse, ele simplesmente soava incrível. Ele é uma lenda. Aquela foi a voz que começou tudo, no primeiro álbum. Ninguém pode tirar isso dele”. Braze continuou: “Os dois primeiros discos do Iron Maiden são os álbuns do Di’Anno’. E aquela era uma banda que não ligava para regras, que fazia o que queria, criando a música que achava ser a melhor possível. Eles não se importavam com o que diziam: ‘O refrão deveria ser aqui’, ‘O solo de guitarra deveria…’ Não ligavam mesmo. Não havia click track, nada. Tudo no estúdio era sobre vibe e timing. Dá para ouvir o que Paul faz. Parece que ele está lá, expressivo e cheio de atitude. E isso está na voz dele. Você sente a energia dele. Ele fez trabalhos fantásticos em seus álbuns solo também. É trágico que ele tenha partido.” Homenagem nos Palcos Blaze revelou que incluiu uma homenagem a Di’Anno em seu setlist atual: “No meu show, faço um pequeno tributo, e é divertido para mim. Canto “Wrathchild” no repertório. É para o Paul — me faz pensar nele. É uma desculpa para tocar uma música que eu adoro também. E é tipo: ‘Vamos lembrar do Paul.’ Por quatro minutos, pensem nele. E a música ganha vida. É uma ótima canção, que quebra as regras na estrutura e em tudo. Então, tudo isso combina com minha mentalidade.” Bayley ainda lamentou que ele, Di’Anno e Bruce Dickinson nunca tenham se apresentado juntos: “Sempre esperei que um dia Paul, Bruce e eu pudéssemos subir no palco juntos. Um show só. Seria fantástico para os fãs. Esse sonho morreu com Paul, o que é uma grande pena. Eu achava improvável, mas não impossível. Agora é impossível, e isso é triste.” Quando a morte de Di’Anno foi anunciada, Blaze postou em suas redes sociais: “Muito triste com a morte do meu amigo Paul Di’Anno. Nós fizemos várias turnês e shows juntos ao longo dos anos… Sweden Rock, Ucrânia, Austrália, Escandinávia. Ele tinha um ótimo senso de humor, e eram tempos loucos. Sua voz e sua música com o Iron Maiden e seus projetos solo viverão para sempre. Lembrado com carinho, saudade eterna. RIP.” O Legado de Paul Di’Anno Paul Di’Anno (nascido Paul Andrews) faleceu em sua casa em Salisbury. Nascido em 17 de maio de 1958, em Londres, ele ficou conhecido como vocalista do Iron Maiden entre 1978 e 1981, marcando época nos álbuns Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Após deixar a banda, Di’Anno seguiu uma carreira solo e com grupos como Battlezone e Killers, além de lançar trabalhos autorais. Mesmo com problemas de saúde que o limitaram a se apresentar em cadeira de rodas nos últimos anos, Di’Anno continuou ativo, realizando mais de 100 shows desde de 2023. Seu álbum retrospectivo, The Book of the Beast, foi lançado em setembro de 2024, celebrando sua trajetória pós-Maiden. Paul Di’Anno deixou sua marca definitiva no Brasil com duas turnês emocionantes em seus últimos anos: a turnê de despedida de 2023, com mais de 30 shows entre janeiro e março, e uma última série de apresentações em 2024, que acabou se tornando seu derradeiro encontro com os fãs brasileiros. Apesar de ter anunciado em 2015, durante a turnê The Beast is Back, que aquela seria sua última passagem pelo país, o carinho do público e sua própria conexão com a terra do metal o fizeram retornar repetidas vezes. Em 2023, Di’Anno percorreu diversas cidades em uma turnê triunfal, repleta de shows lotados e performances intensas, mesmo enfrentando limitações físicas. O vocalista sempre declarou seu amor pelo Brasil, tratando-o como uma “segunda casa”, e essa relação especial garantiu que ele voltasse em 2024 para alguns shows isolados e festivais, antes de seu falecimento em outubro do mesmo ano. Suas apresentações no país, especialmente as dos últimos anos, consolidaram seu legado como uma das vozes mais autênticas do metal, eternizando clássicos dos álbuns Iron Maiden (1980) e Killers (1981) na memória dos fãs brasileiros. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden: Steve Harris relembra saída de Blaze Bayley e retorno de Bruce Dickinson Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Primal Fear aposta no visual apocalíptico no clipe de The Hunter
O Primal Fear está apostando no visual apocalíptico no clipe de The Hunter. A faixa estará presente no novo registro de estúdio dos alemães, Domination, que sairá no dia 05 de setembro pelo selo germânico Reigning Phoenix Music. Veja: O trabalho estará disponível em diferentes versões como CD, CD, earbook, CD digipak, CD digipak com camiseta, vinil preto, vinil colorido (azul perolado, dourado, branco com splatter de fogo e na versão digital (download e streaming). O disco teve a produção de Mat Sinner, com a ajuda de Ralf Scheepers e Magnus Karlsson. A mixagem e masterização do disco, que será o décimo quinto registro de estúdio do grupo, ficou a cargo do renomado Jacob Hansen. Track listing de Domination: 01. The Hunter02. Destroyer03. Far Away04. I Am The Primal Fear05. Tears Of Fire06. Heroes And Gods07. Hallucinations08. Eden (com Melissa Bonny do Ad Infinitum)09. Scream10. The Dead Don’t Die11. Crossfire12. March Boy March13. A Tune I Won’t Forge Via: RockBizz

Nirvana: “Smells Like Teen Spirit” ultrapassa 2 bilhões de acessos no Youtube
Notícias Nirvana ultrapassou nesta quarta-feira, 11, a marca de 2 bilhões de acessos no videoclipe de “Smells Like Teen Spirit” no Youtube. Esta é a primeira vez que uma banda grunge atinge essa marca. Dirigido por Samuel Bayer e com um orçamento estimado entre US$ 30 mil e US$ 50 mil, o videoclipe estreou na MTV em 1991. E ajudou o Nirvana a conquistar prêmios e se tornar um ícone da cena na época. Atualmente, existem mais de 100 videoclipes que ultrapassaram a marca de 2 bilhões no YouTube, em sua maioria de estilo pop, rap e country. Segundo o site Loudwire, os videoclipes de rock que atingiram a marca foram “Numb”, do Linkin Park, com 2,51 bilhões, “November Rain”, do Guns N’ Roses, com 2,29 bilhões. LEIA TAMBÉM: Nirvana: Itens utilizados por Kurt Cobain no MTV Unplugged serão reunidos em exposição Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

‘Scream’: O disco pouco aclamado, porém grandioso de Ozzy Osbourne
Scream, décimo primeiro álbum do Ozzy Osbourne, completa 15 anos nesta quarta-feira, 11 de junho. Pesado e moderno – para a época – o disco não foi tão aclamado, mas teve marcos importantes na carreira do Madman. Lançado em 2010, Scream pode soar meio decepcionante se comparado com os primeiros lançamentos da carreira de Ozzy – mas nenhum álbum se compara aos clássicos anteriores ao Ozzmosis (1995). Porém, Scream conseguiu, 15 anos depois, alcançar certa notoriedade. O motivo talvez seja um Ozzy Osbourne disposto a entregar um trabalho que conseguiu retornar aos primórdios com vocais característicos e a estética sombria. Também ganham os méritos, os riffs pesados de Gus G, que estreou como guitarrista do Ozzy nesse álbum, substituindo o guitarrista de longa data Zakk Wylde. Em entrevista ao Blabbermouth, Gus G contou sobre o processo de gravação do álbum: “Eles se certificaram de que eu estivesse muito confortável. Estávamos gravando na casa do Ozzy. Ele tinha um estúdio incrível de um milhão de dólares no porão. E eles disseram: ‘Só não tenha pressa. Toque suas guitarras. Leve o tempo que quiser’. Então foi legal. Foram ótimos momentos”. “É claro que, quando você está lá, não consegue deixar de pensar em todos os caras que estavam naquela banda. Você pensa, ‘Meu Deus. Como vamos lançar isso? Como isso pode se comparar a qualquer coisa daquilo?’. Mas, no final das contas, você apenas dá o seu melhor”, acrescentou Gus ao lembrar de todos os guitarristas anteriores que estiveram com Ozzy, como Randy Rhoads, Jake E. Lee e Zakk Wylde. Mas o trabalho de Gus foi grandioso, contribuindo para um álbum de destaque, que também contou com a estreia do o tecladista Adam Wakeman – filho do tecladista do YES, Rick Wakeman. Completaram a banda, o baixista Rob “Blasko” e o baterista Tommy Clufetos. Embora Scream nunca seja aclamado como algo revolucionário dentro do heavy metal, conseguiu de volta a personalidade caricata do Madman. E também foi o disco que os fãs teriam que aguentar por anos, pois Scream foi o último álbum de Ozzy por uma década, até o lançamento de Ordinary Man em 2020. Turnê Scream no Brasil Certamente, o disco também marcou um momento inesquecível para os fãs brasileiros. A turnê veio ao Brasil em 2011, passando por Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O show em Belo Horizonte marcou a carreira sendo um dos maiores da turnê. Já em Porto Alegre, o momento marcante foi quando cantor pegou uma bandeira do Grêmio, arremessada no palco logo no início do show, e a colocou em suas costas. No entanto, o local da apresentação, é de propriedade do Internacional, seu maior rival. Ozzy Osbourne relembrou este show recentemente ao postar a foto de um ingresso em seu instagram, marcando sua primeira visita à cidade. A turnê Scream marcou uma das últimas grandes turnês de Ozzy Osbourne no Brasil. Posteriormente, ele se apresentou em 2015 no Monsters of Rock, e se apresentou pela última vez em 2018 com a turnê No More Tours. O último show de Ozzy Osbourne O vocalista Ozzy Osbourne, bem como o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e o baterista Bill Ward subirão ao palco juntos pela última vez em um festival beneficente. A apresentação, que traz o nome Back to the Beginning acontecerá no dia 5 de julho no Villa Park. O local é em Birmingham, cidade na Inglaterra onde o grupo se formou no fim dos anos 1960. O evento também marca a última apresentação da carreira solo de Ozzy Osbourne. O evento terá todo o lucro destinado às instituições Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. O festival contará com apresentações de peso, incluindo Metallica, Guns N’ Roses, Slayer, Pantera, Tool, Gojira, entre outros grandes nomes. Artistas solo também marcarão presença, como Fred Durst (Limp Bizkit), David Ellefson (ex-Megadeth), Mike Bordin (Faith No More), Sammy Hagar e Papa V Perpetua (Ghost). LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne afirma que Black Sabbath nunca mais estará no palco novamente Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal