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Iron Maiden: Adrian Smith coloca Lado Earth para labuta na Run For Your Lives World Tour
Entrevistas
11/06/2025

Iron Maiden: Adrian Smith coloca Lado Earth para labuta na Run For Your Lives World Tour

Para quem gosta de guitarra e é atento aos pormenores das apresentações ao vivo reparou que o guitarrista do Iron Maiden, Adrian Smith, colocou a sua Lado Earth para labuta na Run For Your Lives World Tour. Para quem não lembra, o britânico usou bastante o seu exemplar da marca em meados dos anos 1980, quando colocou o álbum Powerslave na praça e, consequentemente, na realização da World Slavery Tour, promoção do citado disco. Na época, o instrumento deu as caras na performance de Rime of The Ancient Mariner, que é uma epopeia marítima inspirada no poema de Samuel Coleridge, escrito em 1798, e nos clipes de Aces High e 2 Minutes to Midnight. Origem e perfil Lado Earth teve a sua criação pelas mãos do luthier croata Joseph “Lado” Kovacic no começo dos anos 1980. Mas é importante lembrar que a Lado Guitars começou as suas atividades no início da década de 1970 em Toronto, Canadá. Hoje em dia, a empresa está com sede na cidade de Ontário. O instrumento está enquadrado no perfil boutique, pois não foi feito em larga escala. Na verdade, todas as unidades foram feitas de forma artesanal pelo Senhor Kovacic. O tempo para a criação de um exemplar podia levar seis meses. Portanto, achar alguma guitarra da marca da “safra” oitentista é praticamente impossível – e caso encontre em grandes sites de venda, prepare-se para ficar com a conta bancária milhares de dólares mais pobre. Especificações A guitarra de Adrian Smith possui captadores Lado tanto no braço quanto na ponte. O músico também chegou a colocar captadores Dimarzio Super Distortion em seu equipamento. Além disso, o instrumento contava com Rockinger Tru Tune Tremolo, o que o proporciona muita estabilidade e segurança no playing. Para ter aquele som encorpado, o braço é de ébano e possui formato em C. Para o corpo da Lado, Joseph usava bordo. Os trastes são jumbo e as marcações das casas possuem incrustações personalizadas de madrepérola em formato de asas. Run For Your Lives World Tour Como o Iron Maiden está fazendo turnê em celebração aos seus cinquenta anos de carreira, Smith resolveu tirar do armário sua Lado Earth, visto que é uma peça importante para a história do conjunto. E como não podia ser diferente, Adrian está usando o instrumento justamente na performance de Rime of The Ancient Mariner e Powerslave. Veja nos dois registros amadores da turnê: Caso queira conferir nitidamente a Lado Earth em ação, assista os vídeos de Aces High e 2 Minutes to Midnight e a performance de Rime of The Ancient Mariner no álbum Live After Death. Via: RockBizz

Black Pantera recebe prêmio de “Música do Ano” da Associação Paulista de Críticos
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11/06/2025

Black Pantera recebe prêmio de “Música do Ano” da Associação Paulista de Críticos

O trio mineiro Black Pantera recebeu o prêmio de “Música do Ano” da Associação Paulista de Críticos pela faixa “Tradução”, do álbum Perpétuo (2024). Ao subir ao palco na cerimônia da noite de terça-feira, 10, o co-fundador e baixista Chaene da Gama dedicou o prêmio às mães dos três integrantes, Guiomar e Elvira, e também “a todas as mães do Brasil, as mães negras, as mães solo.” “Falar de mãe é f*da e eu acho que a gente conseguiu imprimir e exprimir o que a gente estava sentindo e muitas pessoas se identificaram de uma maneira tão bonita, tão grandiosa. À nossa equipe, às nossas famílias, aos nossos fãs e amigos, todo mundo que acredita na gente. Ao underground brasileiro que está vivo e pulsante. Viva o rock nacional. Máximo respeito. Antirracismo. Sem anistia”, discursou Chaene. Recentemente, a banda também foi premiada na categoria “Artista de Rock” do Prêmio da Música Brasileira 2025 – agora intitulado Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira. O significado de “Tradução” e recepção do público A faixa “Tradução” se destaca como uma das mais sensíveis do disco Perpétuo (2024), do Black Pantera. Em entrevista ao Wikimetal em 2024, Chaene da Gama detalhou como a canção serve como um desabafo, não só sobre sua mãe, mas também sobre a realidade de diversas mães pretas e periféricas no Brasil que batalham e trabalham a vida inteira, mesmo já em idade avançada, para cuidar da casa e da família. A faixa escrita com voz e violão e gravada no baixo causou estranhamento em alguns ouvintes que acusaram a banda de estar fazendo baladas. Chaene rebate: “Não estou fazendo balada. Estou falando da minha mãe, de racismo estrutural e como ele age na nossa vida.” Ao que o baterista Rodrigo Pancho complementa: “Pra mim é a letra mais pesada do disco porque a gente não queria viver isso. Todo mundo aqui queria que a mãe estivesse viajando, no luxo. Hoje, com a banda, a gente ainda não consegue dar isso pras nossas mães.” LEIA TAMBÉM: Black Pantera vence Prêmio da Música Brasileira 2025 Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Entrevista: Hurricanes revela o que esperar de show no Best of Blues and Rock 2025
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11/06/2025

Entrevista: Hurricanes revela o que esperar de show no Best of Blues and Rock 2025

No próximo domingo, 15, a banda brasileira Hurricanes se apresenta no último dia de Best of Blues and Rock, dividindo a line-up com Judith Hill e uma de suas maiores referências, Deep Purple – garanta os últimos ingressos. O quarteto que dedica seu repertório ao rock clássico e ao blues lançou em 2024 seu segundo álbum de estúdio, Back to the Basement, e tem como suas principais influências nomes como o próprio Deep Purple, Led Zeppelin, Free, entre muitos outros. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista e co-fundador Leo Mayer fala sobre as expectativas para o show e os planos de futuro da carreira. Leia na íntegra: WM: Vocês se apresentam no Best of Blues and Rock dia 15 de julho, que é o segundo domingo do festival. Qual é a importância pra vocês de se apresentar em um festival assim, ainda mais no domingo, que é o mesmo dia do Deep Purple e da Judith Hill. Como vocês estão se sentindo? Leo Mayer: A gente tá bem animado porque é sempre bom tocar pra grandes plateias. Tanto pra divulgar nosso som quanto conhecer pessoas novas, um festival grande é sempre bom. E ainda mais esse dia, que é o dia do Deep Purple e Judith Hill. Eu não conhecia o trabalho dela, dei uma pesquisada e achei muito foda. Vi umas sessions muito legais, acho que vai ser um showzaço. E o Deep Purple nem se fala, né? A gente tá super animado e ainda incrédulos que isso vai acontecer porque realmente é uma das nossas grandes referências. Ainda não estamos acreditando muito que isso vai acontecer, ver eles de perto assim. Vai ser incrível, com certeza. WM: Vocês nunca viram o show deles antes? LM: O Henrique já assistiu e eu sempre perco. Sempre tem um show no dia ou eu estou trabalhando. Nunca consegui assistir ao vivo, então vai ser legal. No último show deles que aconteceu no Espaço Unimed, a gente tocou no dia. Eu pensei: “Nossa, com certeza foi o último show deles, a gente não vai assistir mais”. E aí veio essa novidade muito incrível. WM: E agora vocês têm a chance de encontrar com eles nos bastidores, né? Você já pensou nisso? LM: Essas coisas passam na cabeça e ainda não conseguimos assimilar o que vai acontecer. Porque realmente é aquela coisa de ídolos máximos mesmo, sabe? São realmente as nossas referências; Deep Purple, Led Zeppelin, Free, são nossas grandes referências. A gente começou a tocar por causa desses caras. Por exemplo, o nosso tecladista, o Jimmy, é totalmente influenciado, ele sabe o repertório inteiro. A gente foi tocar agora na Paulista, no evento do Best of Blues mesmo, e eles pediram pra gente tocar algumas canções instrumentais e uma delas a gente pensou em tocar uma música do Deep Purple, do segundo álbum, que é super complexa, super difícil. Eu cheguei: “Ô Jimmy, você manja tal som?” E ele: “Claro! Vamos lá!”. Ele já sabia. A gente nem ensaiou, foi lá e tocou. Porque realmente a gente gosta muito da banda. A gente conhece muito do trabalho deles. WM: Você já foi em outras edições do Best of Blues como público? LM: Fui. WM: Tem alguma história do festival para contar? LM: A mais recente eu acho que foi com o Buddy Guy. Eu cheguei bem cedo, queria muito assistir o show dele. Também é um cara que eu nunca tinha assistido. E foi muito louco, porque quando eu cheguei já tava meio lotado. Eu fiquei meio atrás, mas tinha uma banda pop tocando e quando terminou o show deles a galera saiu e liberou espaço na grade. Eu vi ele muito perto e foi muito f*da porque ele é um showman, um blueseiro, acho que um dos últimos daquela linhagem de blueseiros dos anos 50, e foi incrível o show dele. Eu aprendi muito naquele show. Uma coisa do silêncio, da brincadeira com a guitarra. Eu fui com amigos que gostam muito e quando eu olhei tava todo mundo chorando. O Best of Blues tem essa importância gigante, tanto de trazer grandes nomes do blues, mas algo que também merece destaque é que eles sempre estão procurando bandas novas brasileiras pra colocar no line-up. Já teve inúmeras bandas, desde as primeiras edições. É realmente um festival muito importante para nós, para as bandas independentes, tanto de blues quanto de rock. WM: O que vocês pretendem tocar nesse show no Best of Blues? Você pode dar um spoiler da setlist? LM: A gente vai tocar basicamente os dois álbuns. Não inteiros porque só temos uma hora de show, mas a gente também vai preparar alguns covers específicos. Provavelmente 80% do repertório autoral e 20% de covers, de referências. Mas a gente ainda tá decidindo, tá ensaiando. E eu acho que o grande diferencial do show é que a gente vai com o time completo. Além do quarteto, vamos ter [o teclado] Hammond com o Jimmy [Pappon] e duas backing vocals, que foi o mesmo show que a gente fez com o Black Crowes, com a Lucille Berce e a Julia Benford nos vocais. Então é um show diferente do que a galera tem visto. A gente tem feito shows autorais pelo Brasil todo, mas temos ido normalmente em quarteto porque é o que a logística permite. Então nesse show a gente vai com o time completo e vai ser legal. WM: Falando um pouquinho de vocês, a Hurricanes é uma banda que tá aí na ativa já faz quase 10 anos. Vocês foram formados em 2016. Quais são os maiores desafios que vocês enfrentam hoje em dia como uma banda de rock? LM: Eu acho que o desafio é diário e é geral. Tudo é realmente difícil. Não é uma profissão, uma carreira fácil. Qualquer carreira artística é difícil e hoje a gente tocando rock com essas influências dos anos 60, dos anos 70, é complexo, sabe? Você cavar esse nicho, você encontrar as pessoas que gostam disso, ter lugares pra

Bruce Springsteen e Paul McCartney tocam Beatles em Liverpool
Entrevistas
11/06/2025

Bruce Springsteen e Paul McCartney tocam Beatles em Liverpool

Bruce Springsteen e Paul McCartney fazem cover de “Can’t Buy Me Love”, música de A Hard Day’s Night, do terceiro álbum de estúdio dos Beatles, lançado em 1964. A apresentação aconteceu em Liverpool dia 7 de junho sábado. McCartney se juntou à E Street Band durante o bis do segundo e ultimo show no Anfield Park. Os músicos também tocaram o clássico “Kansas City”, famosa na voz de Little Richard e regravada pelos Beatles em meados de 1960. Assista à apresentação da dupla em Liverpool no link abaixo: Bruce Springsteen e Paul McCartney fazem colaborações anteriores A dupla já apareceu nos palcos fazendo colaborações em momentos anteriores. Em 2012 se apresentaram no Hyde Park em Londres no intuito de performar “I Saw Her Standing There” e “Twist And Shout”, porém, o show foi cancelado no meio da música devido a atrasos. Já em 2022, Bruce aparece na turnê Get Back do ex-Beatle em Nova Jersey. Juntos tocaram” Glory Days”, do The Boss, e “I Wanna Be Your Man”. A turnê de Springsteen, Land Of Hope And Dreams, tem percorrido o Reino Unido e a Europa. A princípio, iniciando os trabalhos em Manchester, o vocalista fez criticas sinceras ao atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “A América que eu amo está atualmente nas mãos de uma administração corrupta, incompetente e traiçoeira.”- disse o cantor. Todavia, em resposta, Trump rebateu a provocação alegando que o vocalista é “altamente superestimado… não é um cara talentoso — apenas um IDIOTA agressivo e desagradável”. Contudo, ainda em seus shows em Liverpool, Bruce não poupou mais críticas ao governo no show de quinta-feira, 5 de junho: “Quando as condições em um país estão propícias para um demagogo, pode apostar que um aparecerá. Isto é para o querido líder da América.” LEIA TAMBÉM: Donald Trump exige investigação sobre Bruce Springsteen e Bono Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Till Lindemann (Rammstein) segue apostando na bizarrice no clipe do novo som Und Die Engel Singen
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11/06/2025

Till Lindemann (Rammstein) segue apostando na bizarrice no clipe do novo som Und Die Engel Singen

O cantor alemão Till Lindemann (Rammstein) segue apostando na bizarrice no clipe do novo som Und Die Engel Singen. As versões em CD e vinil de sete polegadas do single sairão no dia 07 de agosto pelo selo Out Of Line Music. O videoclipe é uma homenagem ao cineasta norte-americano David Lynch, que morreu no dia 16 de janeiro deste ano, devido problemas pulmonares. Veja o vídeo de Und Die Engel Singen: Till Lindemann voltará aos palcos no final de outubro, com uma turnê pela Europa que durará até o final de dezembro e passará por dezessete países, incluindo Holanda, França, Espanha e sua terra natal, Alemanha. Saiba o passo a passo do cantor aqui. Via: RockBizz

Slipknot se apresenta no Rock am Ring sem Shawn “Clown” Crahan
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11/06/2025

Slipknot se apresenta no Rock am Ring sem Shawn “Clown” Crahan

Slipknot se apresentou no festival anual Rock am Ring, no último sábado, 7 de junho, em Nürburgring, na Alemanha. Em um show poderoso, para 90 mil pessoas, a banda de Iowa não contou com Shawn “Clown” Crahan. O membro fundador e percursionista não esteve em nenhuma apresentação da turnê europeia, devido a problemas de emergência familiar. Logo após o início do show, o vocalista Corey Taylor apontou a falta de Clown, afirmando que as responsabilidades pessoais o impediram de viajar [transcrição via Metal Sucks]: “Primeiro o mais importante, obviamente vocês podem ver que estamos sentindo falta de um dos nossos irmãos. Infelizmente, Clown não pode estar aqui, ele está em casa, cuidando da família. Ele queria desesperadamente estar aqui, mas manda um abraço da América. Façam barulho para Clown. Agora estamos aqui para compensar isso. E, por Deus, vamos fazer isso”. Em um setlist de 14 músicas, a banda focou principalmente em seu álbum de estreia autointitulado, de 1999. Porém, também incluiu “Nero Forte” e “Unsainted” do disco We Are Not Your Kind (2019), “Gematria (The Killing Name)” e “Psychosocial” do All Hope Is Gone (2008) e “People = Shit e “The Heretic Anthem”, do aclamado IOWA (2001). Slipknot continua sua turnê pelos festivais de verão na Europa. Atualmente, há poucas informações sobre se Shawn Crahan se juntará a eles no restante da turnê. LEIA TAMBÉM: Slipknot: Jim Root deseja que próximo álbum seja como ‘Self Titled’ e ‘Iowa’ Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Katatonia: Jonas Renkse comenta a saída do guitarrista Anders Nyström
Entrevistas
11/06/2025

Katatonia: Jonas Renkse comenta a saída do guitarrista Anders Nyström

Em entrevista para o programa de rádio Metal Global, Jonas Renkse, vocalista do Katatonia, comentou a saída do guitarrista Anders Nyström. A separação ocorreu em março de 2025, após mais de trinta anos de parceria. A banda foi fundada por ambos. “Para nós, não foi realmente uma surpresa. É infeliz que coisas assim aconteçam. Obviamente, é algo que – quero dizer, mudança, acontece com tudo em algum momento. É a vida. Mas, geralmente, penso nisso muito feliz por termos tido tanto tempo juntos para criar todas essas memórias que temos e que estão ligadas à banda e às coisas que conquistamos”. O vocalista continua: “Tivemos mais de 30 anos para fazer isso, o que é mais longo do que a maioria dos casamentos, provavelmente. Por isso, tento olhar para isso de uma forma diferente e ver algo positivo. Essa é a maneira como estou lidando com isso. E o resto é apenas – quero dizer, quero continuar fazendo música. Essa é a minha motivação e ainda tenho fome disso. É algo que investi muito tempo em minha vida para fazer, e estou em um lugar onde realmente gosto de estar, então só quero continuar.” Renkse também comentou que os bastidores não costumam ser fáceis: “As pessoas provavelmente não entendem ou não têm a capacidade de ver o que é fazer parte de uma banda, porque dá muito trabalho. Se alguém vai a um show e vê a banda se apresentar, e isso me inclui também, porque eu ainda, quando estou vendo outras bandas se apresentarem, penso tipo, ‘Uau, eles têm uma vida tão esplêndida. Eles apenas vão lá, fazem um show e pronto. E depois, uma garrafa de champanhe espera por eles’. Mas nem sempre é assim. Esse é um acontecimento raro. Fazemos isso porque amamos, mas definitivamente não é fácil.” O álbum mais recente do Katatonia, Nightmares As Extensions Of The Waking, já está disponível. Ouça aqui. A partida de Anders Nyström do Katatonia Em 17 de março, através de postagem no Instagram oficial da banda, foi anunciada a saída do guitarrista. Assinada por Renkse, a nota menciona diferenças criativas e compromissos pessoais como alguns dos motivos para a separação. O texto também reconhece a importância das contribuições de Nyström no som característico da banda. No dia seguinte, na mesma rede social, Anders também postou um pronunciamento. Nele, lamentou a ausência de canções mais antigas do grupo em shows, algo que considera uma negligência aos primeiros trabalhos da banda. Além disso, expressou que o Katatonia “deveria ter sido mutuamente colocado para descansar”, e que poderia continuar as atividades sob outro nome. Atualmente, a banda conta com Jonas Renkse nos vocais, Nico Elgstrand e Sebastian Svalland nas guitarras, Niklas Sandin no baixo e Daniel Moilanen na bateria. Via: Wiki Metal

Wikimetal Recomenda: Green Day no Rio de Janeiro e em Curitiba
Entrevistas
10/06/2025

Wikimetal Recomenda: Green Day no Rio de Janeiro e em Curitiba

Green Day anunciou shows no Rio de Janeiro e em Curitiba para além de sua apresentação no The Town, em São Paulo. A banda traz ao Brasil a turnê The Saviors Tour e se apresenta no Estádio Nilton Santos em 09 de setembro e na Ligga Arena em 12 de setembro – ambas as datas com abertura do Bad Nerves. Você pode adquirir seus ingressos através do site da Livepass. Durante os shows, o grupo tem apresentado na íntegra os álbuns Dookie e American Idiot, além de faixas do novo disco, que dá nome à turnê. No setlist, os fãs podem esperar uma jornada através da carreira do Green Day, com músicas como “Longview” e “Basket Case”. O repertório também traz faixas como “American Idiot”, “Wake Me Up When September Ends” e “Boulevard of Broken Dreams”, do aclamado American Idiot (2004), um dos discos mais relevantes do punk rock moderno. Além disso, a banda incorpora músicas do novo álbum Saviors (2024), incluindo “The American Dream Is Killing Me” e “Look Ma, No Brains!”, que mostram a atual fase criativa do grupo. Com uma produção de grande porte e performances energéticas, a turnê tem sido elogiada pela crítica e recebido uma resposta entusiasmada do público. Com essa turnê, o Green Day reafirma sua relevância no rock mundial e proporciona aos fãs uma experiência única, misturando nostalgia e novidades em uma celebração histórica de sua trajetória musical. SERVIÇO RIO DE JANEIROData: Terça-feira, 09 de setembro de 2025Local: Estádio Nilton SantosEndereço: R. José dos Reis, 425, Engenho de Dentro, Rio de JaneiroAbertura dos portões: 17hBad Nerves: 19h30Green Day: 21hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 meias-entradas. CURITIBAData: Sexta-feira, 12 de setembro de 2025Local: Ligga ArenaEndereço: R. Buenos Aires, 1260 – Água Verde, Curitiba – PRAbertura dos portões: 17hBad Nerves: 19h30Início do show: 21hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 meias-entradas. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Fiquei arrasado quando recebi a notícia da morte de Paul Di’Anno, conta Blaze Bayley
Entrevistas
10/06/2025

Fiquei arrasado quando recebi a notícia da morte de Paul Di’Anno, conta Blaze Bayley

Em uma nova entrevista para o The Metal Voice, Blaze Bayley falou sobre o falecimento de Paul Di’Anno em outubro do ano passado, aos 66 anos. Questionado sobre como reagiu inicialmente à notícia da morte de Paul, o ex-vocalista do Iron Maiden disse: “Bem, ele não estava bem de saúde da última vez que o vi e ficou preso em uma cadeira de rodas por um tempo. Mas fizemos muita coisa juntos. Fomos a muitos lugares juntos. Antes de todos os problemas com a Ucrânia, fizemos uma turnê pela Rússia. Tocamos no Sweden Rock [Festival] juntos. Fomos à Austrália e à Nova Zelândia juntos”. “Eu não diria que não esperava, mas fiquei completamente arrasado quando [recebi] a notícia da morte de Paul”, admitiu Blaze. “Eu não achei que ele fosse embora naquela época. Simplesmente não parecia certo. Claro, era cedo demais. Ele nem deveria ter ido”. Blaze continuou falando sobre a voz de Di’Anno: “E a voz dele, cara. Houve algumas noites em turnê em que estávamos juntos – tínhamos algumas bandas boas que as pessoas montaram para nós – e você fecha os olhos e o ouve cantando aquelas primeiras músicas do Maiden, e pensa: ‘Ele soa melhor do que no disco’. Foi incrível. Se você tivesse sorte, havia algumas vezes em que ele descansava bem e dormia bem, não estava muito estressado e simplesmente soava incrível. E ele é uma lenda. Essa é a voz que começou, aquele primeiro disco. Você nunca pode tirar isso. Aqueles dois primeiros álbuns são do Di’Anno”. “Nos álbuns solo dele, ele também fez um trabalho fantástico. Ele fez algumas gravações ótimas. Então é trágico que ele tenha ido embora”, completou. E finalizou: “Então, o que eu tenho feito no meu setlist [nos meus shows solo] é uma pequena homenagem, e é divertido para mim. Eu toco Wrathchild [clássico do Iron Maiden] no meu set. E é para o Paul – me faz lembrar do Paul”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Possessed em São Paulo: Data e local do show são alterados
Entrevistas
10/06/2025

Possessed em São Paulo: Data e local do show são alterados

O show da banda Possessed em São Paulo sofreu alterações. A produtora Dark Dimensions anunciou nesta terça-feira, 10, que o evento será realizado no próximo 19 de junho, quinta-feira, feriado de Corpus Christi, na Burning House, na região da Água Branca. Originalmente marcado para o dia 22 de junho, no Vip Station, a produtora alegou “motivos logísticos relacionados à equipe de gerenciamento dos voos da banda”. Devido à alteração, as bandas de abertura previamente anunciadas não irão se apresentar, permanecendo apenas a Throw Me To The Wolves. Sobre os ingressos, a produtora afirmou que todos os ingressos já adquiridos permanecem válidos para a nova data e local, sem necessidade de troca. Clientes que não puderem comparecer na nova data podem solicitar tranquilamente o reembolso através do e-mail [email protected]. Em nota oficial nas redes sociais, produtora Dark Dimensions disse: “A nova data exigiu uma rápida adaptação e, dentro das possibilidades disponíveis de locais, a produtora conseguiu garantir o espaço da Burning House para a realização do evento à tempo. Importante ressaltar que a Produtora Dimensions é responsável apenas pela produção do show em São Paulo, não tendo envolvimento com a logística da turnê. Agradecemos a compreensão e o apoio de todos os fãs diante dessa mudança repentina e de última hora. Garantimos que o show será ainda mais especial, mantendo a energia e a intensidade que o público merece. Nos vemos no dia 19 de junho!” LEIA TAMBÉM: Vocalista do Possessed caminha pela primeira vez após 30 anos em cadeira de rodas Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Possessed: apresentação em São Paulo tem mudança de data e local
Entrevistas
10/06/2025

Possessed: apresentação em São Paulo tem mudança de data e local

A produtora Dark Dimensions informou nesta terça-feira (10) que, por motivos logísticos relacionados à equipe de gerenciamento dos voos da banda, o aguardado show do Possessed na capital de São Paulo foi reagendado para o dia 19 de junho (feriado de Corpus Christi) no Burning House, na região da Água Branca. Devido à alteração, infelizmente não foi possível manter todas as bandas de abertura previamente anunciadas, permanecendo apenas a Throw Me To The Wolves. Todos os ingressos já adquiridos permanecem válidos para a nova data e local, sem necessidade de troca. Os fãs que não puderem comparecer na nova data podem solicitar o reembolso através do e-mail [email protected]. Formado no início dos anos 80, o Possessed é considerado um dos pilares do death metal e uma das bandas mais influentes do gênero. Com seu som brutal e inconfundível, unindo o peso do thrash metal com as raízes do que viria a ser conhecido como death metal, o grupo marcou época com o clássico álbum que completa quarenta anos em 2025, Seven Churches (1985), até hoje reverenciado como uma obra-prima do metal extremo.​ Sob o comando do carismático vocalista e fundador Jeff Becerra, o Possessed segue firme e relevante, levando aos palcos toda a força de seu legado. Após enfrentar adversidades, um hiato de décadas e retornar triunfante com o aclamado álbum Revelations of Oblivion (2019), a banda mostrou que ainda tem muito a dizer – e tocar – com a fúria de sempre. O Possessed é formado atualmente por Jeff Becerra (vocal), Daniel González e Clandeous Creamer (guitarras), Robert Cardenas (baixo) e Chris Aguirre (bateria). SERVIÇO: POSSESSED EM SÃO PAULOData: 19 de junho de 2025 (quinta-feira, feriado)Local: Burning House – Av. Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo (ao lado da estação Água Branca da CPTM – Linha 7 Rubi)Abertura da casa: 17hThrow Me To The Wolves: 18h30Possessed: 20h Ingressos em https://www.ddtickets.com.br/comprar/31/possessed-em-sao-paulo​ Sujeito a alteração no valor do ingresso conforme virada do lote.​​Ingressos promocionais válidos mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. ​Pontos de Venda (sem taxa de serviço – pagamento em dinheiro):​Animal Records (Galeria do Rock/SP) Via: RockBizz

Liam Gallagher se retrata após irritar fãs: “Me Perdoem”
Entrevistas
10/06/2025

Liam Gallagher se retrata após irritar fãs: “Me Perdoem”

Liam Gallagher causou um alvoroço após “trollar” os fãs do Oasis na manhã desta segunda-feira (9). Em postagem no X, o músico prometeu novidades para às 6h30 e, no horário prometido, respondeu apenas com “Eu malho”. Após a brincadeira, os internautas demonstraram reações mistas: “Você tem seis anos de idade?”, disse um fã. “Muito engraçado, Liam! Agora nos diga algo que não sabemos”, disse outro. O irmão de Noel Gallagher se mostrou satisfeito com a pegadinha, dizendo que “foi bom” porque “todos ficaram irritados”. Pouco tempo depois, Liam se desculpou com os fãs: “Se causei alguma angústia esta manhã, sinto muito. Achei que fosse engraçado. Por favor, me perdoem”. Em um tom aparentemente dramático, o britânico finalizou a sequência de tweets dizendo: “Pessoal, acho que vou fechar minha conta do Twitter e pensar muito sobre minha EXISTÊNCIA. Esta manhã foi realmente uma revelação.” Oasis tem primeiro integrante que fará parte da turnê de reunião revelado Com uma turnê à caminho, o Oasis revelou o primeiro integrante que retornará junto com os irmãos Gallagher para a tão aguardada excursão. Andy Bell, baixista que trabalhou com a banda em 1999 ao assumir o lugar de Paul “Guigsy” McGuigan, confirmou a sua volta durante uma entrevista ao jornal austríaco OE24: “Estou dentro e estou realmente ansioso por isso”, disse ele. “Nos veremos em turnê. Ou melhor, vocês me verão – mal conseguirei ver vocês na plateia.” A antecipada turnê de reunião do Oasis tem início marcado para 4 de julho, em Cardiff, no País de Gales, com apresentações previstas no Reino Unido, América do Norte, Ásia, Austrália e América do Sul. No Brasil, o grupo tem duas apresentações marcadas para os dias 22 e 23 de novembro de 2025, no estádio MorumBIS, em São Paulo. LEIA TAMBÉM: Oasis: Empresário afirma que turnê será a última If I caused any distress and upset anyone this morning I’m deeply sorry that wasn’t my intention I thought it was a bit of fun I got it wrong please forgive me LG — Liam Gallagher (@liamgallagher) June 9, 2025 Guys I think I’m gonna close my twitter account and think long and hard about my EXISTENCE this morning has been a real eye opener — Liam Gallagher (@liamgallagher) June 9, 2025 Lucas Peçanha Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduando em Jornalismo Cultural e de Entretenimento pelo Centro Universitário Belas Artes. Apaixonado por cultura pop e fã de hard rock e heavy metal, já assinou matérias para a Rolling Stone Brasil, Aventuras na História e Recreio. Atualmente, escreve para a Contigo! e é colaborador do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Saxon mostra a performance ao vivo de Heavy Metal Thunder
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10/06/2025

Saxon mostra a performance ao vivo de Heavy Metal Thunder

O Saxon mostrou a performance ao vivo de Heavy Metal Thunder para promover o álbum ao vivo Eagles Over Hellfest, que sairá no dia 13 de junho pelo selo Silver Lining Music. Como o nome já entrega, o pano de fundo do material é um show do grupo realizado no festival francês Hellfest, em 2024. Veja: É importante lembrar que o álbum ao vivo estará disponível como bônus da versão dupla de Hell, Fire And Damnation; além disso, Eagles Over Hellfest sairá de forma independente em vinil duplo e digital (streaming e download). Track listing de Eagles Over Hellfest: CD 1 01. The Prophecy02. Hell, Fire And Damnation03. Madame Guillotine04. Fire And Steel05. There’s Something In Roswell06. Kubla Khan And The Merchant Of Venice07. Pirates Of The Airwaves08. 106609. Witches Of Salem10. Super Charger CD 2 01. Hell, Fire And Damnation (Live at Hellfest)02. Motorcycle Man (Live at Hellfest)03. Power And The Glory (Live at Hellfest)04. Madame Guillotine (Live at Hellfest)05. Heavy Metal Thunder (Live at Hellfest)06. Dallas 1 PM (Live at Hellfest)07. The Eagle Has Landed (Live at Hellfest)08. Strong Arm Of The Law (Live at Hellfest)09. And The Bands Played On (Live at Hellfest)10. Denim And Leather (Live at Hellfest)11. Wheels Of Steel (Live at Hellfest)12. 747 (Strangers In The Night) [Live at Hellfest]13. Crusader (Live at Hellfest)14. Princess Of The Night (Live at Hellfest) Via: RockBizz

Copenhell 2025: Playlist traz 30 músicas para você se preparar para o festival
Entrevistas
10/06/2025

Copenhell 2025: Playlist traz 30 músicas para você se preparar para o festival

Notícias O festival Copenhell, que acontece todos os anos na cidade de Copenhague, na Dinamarca, terá sua edição de 2025 realizada entre os dias 18 e 21 de junho. Entre os artistas que se apresentam este ano estão nomes como Slipknot, Powerwolf, King Diamond, Dream Theater, Exodus, Myles Kennedy e muito mais. Nosso colaborador Rafael Andrade preparou uma playlist com 30 músicas de bandas que se apresentarão no festival para você ir se preparando. Confira no nosso Spotify: Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Dave Mustaine sobre Metallica: “Escrevi muitas das músicas que os fizeram famosos”
Entrevistas
10/06/2025

Dave Mustaine sobre Metallica: “Escrevi muitas das músicas que os fizeram famosos”

Dave Mustaine, do Megadeth, concedeu uma entrevista ao canal The Shawn Ryan Show, onde falou sobre sua breve passagem no Metallica, relembrando não só os momentos amigáveis, bem como os conflitos que levaram à sua demissão, afirmando que “escreveu muitas das músicas que os fizeram famosos”. Durante a conversa de 3 horas com Shawn Ryan, ex-Navy SEAL (Marinha dos Estados Unidos), Mustaine contou sobre como foi contratado pelo Metallica [Transcrição via Blabbermouth]: “Eu tinha terminado com minha banda anterior PANIC e disse: ‘Vou encontrar outra coisa para fazer.’ Então eu peguei um jornal chamado The Recycler, e é só um jornalzinho de Los Angeles. É tipo uma revista de classificados do condado. E eu estava olhando na revista de classificados. Vai entender. A maior banda do mundo anunciaria nesse jornal”. Então eu olhei e dizia: ‘Procura-se guitarrista principal’ e mencionou algumas bandas. Então eu liguei e falei com o Lars [Ulrich], no telefone, e eu disse: ‘É, bom, eu gosto do Motörhead e do Budgie.’E ele disse: ‘Você gosta do Budgie?’ E eu disse: ‘É, eu gosto mesmo’. E esse foi o quebra-gelo, porque Budgie é uma banda galesa. […] Então, estávamos ao telefone, e ele comentou que eu os conhecia, eu disse: ‘Sim’. Logo após, conversamos sobre nos encontrarmos pessoalmente.” “Fui onde ele morava, num lugar chamado — acho que se chamava Park Newport. E o engraçado é que minha mãe era empregada doméstica e tinha trabalhado em um evento de buffet no condomínio onde ele morava. E eu pensei: ‘Vai entender. Minha mãe era empregada doméstica aqui e a sua mãe tem uma casa aqui. Que história, dois lados da mesma moeda”. O Metallica não escreveu “Hit The Lights” Mustaine continuou falando sobre quando chegou na casa de Lars e ouviu ele tocando a música “Hit The Lights”: ” A música foi escrita por um cara chamado Lloyd Grant. O Metallica não escreveu essa música. Lloyd Grant a escreveu, ele era amigo do Lars, então Lars o apresentou a James [Hetfield] e então eles começaram a tocar “Hit The Lights”. “Essa foi a primeira música que eu ouvi deles e eu disse, ‘Uau, essa música precisa de muito mais solos principais’. E ele estava tentando descobrir se eu estava falando sério. E então fomos para o ensaio. Ele disse, ‘Nós vamos testar você’. Eu disse, ‘ok’. Quer dizer, eu sabia o quão bem eu tocava. Eu tenho um talento, e sei que não é por minha própria culpa, então não tento levar nenhum crédito por isso. E eu fui lá com o Lars , montei meus amplificadores, conectei minha guitarra e comecei a me aquecer”. Mustaine continuou dizendo que “sabia” que conseguiria a vaga no Metallica quando fez o teste para a banda pela primeira vez. “Porque eu sabia tocar aquilo”, explicou. “Quer dizer, não havia muitos guitarristas como eu na época”. Mustaine também refletiu sobre a viagem pelo Estados Unidos com o Metallica, em 1983, que resultou em sua demissão da banda. Ao abordar as alegações de que seu consumo excessivo de álcool foi o principal motivo de sua demissão do Metallica, o guitarrista esclareceu: “Todos nós bebíamos. É por isso que eles chamavam de ‘Alcoholica’. Todos nós bebíamos. E eles continuaram a beber daquele jeito mesmo depois que eu fui embora” “Quando chegamos em Nova York, eu tinha um rolo de fita, uma fita de um quarto de polegada, que provavelmente tinha riffs de guitarra de dois dias, só eu tocando, tocando e tocando. Fizemos dois shows lá, e depois desses dois shows, eles me acordaram uma manhã e disseram: ‘Olha, você está fora da banda’. E eu disse: ‘Do que você está falando?’ ‘Você está fora da banda’. Eu disse: ‘Sem aviso? Sem segunda chance?. E eu achei isso injusto. E mostrou uma falta de caráter grotesca”. Dave Mustaine e as músicas que escreveu no Metallica Dave contou o quanto estava realmente bravo e não queria perdoá-los pelo que fizeram e alegou ter escrito a maioria das faixas do Metallica: “Eu disse a eles quando saí: Não usem minha música”. E é claro que eles a usaram. ‘Ride The Lightning’, eu escrevi. ‘The Call Of Ktulu’ eu escrevi. Vamos ver, o que mais? Tem ‘Phantom Lord’, ‘Metal Militia’, ‘Jump In The Fire’, ‘The Four Horsemen’. E ‘Leper Messiah‘ [do álbum Master Of Puppets] também. Eles não me deram crédito por isso. Você ouve os riffs, você sabe que são meus riffs. É como se você achasse que de repente eu vou ouvir meu riff e dizer: ‘Esse não sou eu’. Então, sim, eu escrevi muitas das músicas deles que os fizeram famosos, e todos os solos daquele primeiro disco foram meus — o melhor que Kirk [Hammett] conseguiu fazer e copiá-los.” Por fim, sobre o que fez após ser demitido, Mustaine disse: “Fui para casa, entrei em contato com uma amiga e disse: ‘Eu pedi demissão’. Ela respondeu: ‘Não, você não pediu. Você foi demitido’. E eu disse: ‘Sim, fui demitido. Pedi demissão. Fui demitido, tanto faz. Voltei para casa”. Sobre o sua atual banda, o Megadeth, Mustaine acrescentou: “Porque nós podemos não ser tão grandes quanto eles. Caramba, a música mais famosa deles, ‘Enter Sandman’, procurem a banda Excel agora mesmo. Procurem a música deles — acho que é algo ‘para o desconhecido’. A faixa, na verdade, se chama ‘Tapping Into The Emotional Void’. Bem parecido.” A faixa “Tapping Into The Emotional Void”, da banda Excel, foi lançada em 1989 no álbum The Joke’s on You. Ouça aqui. Enquanto “Enter Sandman”, foi lançada em 1991 no álbum homônimo também conhecido como Black Album. LEIA TAMBÉM: Kerry King sobre Tom Araya: “Ele não é o mesmo cara com quem comecei a banda” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Virgo lança videoclipe de “No Need to Have an Answer” com cenas inéditas de Andre Matos 
Entrevistas
10/06/2025

Virgo lança videoclipe de “No Need to Have an Answer” com cenas inéditas de Andre Matos 

O projeto Virgo, parceria icônica entre Andre Matos (Viper, Angra, Shaman) e Sascha Paeth (Avantasia e Heaven’s Gate), lançou o videoclipe de “No Need to Have an Answer”. O videoclipe traz imagens inéditas, gravadas há exatos 25 anos, resgatando um momento único e especial da carreira destes dois gigantes do rock. O material visual é disponibilizado ao público pela primeira vez. Sascha entregou algumas fitas para Anderson Bellini durante o Bangers Open Air 2025, e comentou estar surpreso com o resultado: “Antes de tudo, eu realmente não esperava que fosse ser feito um videoclipe com aquele material que entreguei no Brasil há algumas semanas. Fiquei muito surpreso quando recebi o clipe daquela música maravilhosa que está no álbum do Virgo, que o Andre escreveu. E, claro, isso me tocou de uma forma especial, de forma sentimental. É sobre a memória, e claro, sobre o Andre e tudo mais, mas também sobre as lembranças daquele tempo incrível que passamos lá, e dos nossos grandes planos que, de certa forma, não se concretizaram — e agora, nunca mais poderão se concretizar”. “E sim, também compartilhei o clipe com os outros caras que restaram do Virgo. Criamos um grupinho no WhatsApp e foi especial. Foi maravilhoso ouvir deles e ver a reação — todos ficaram muito felizes em ver aquilo depois de tanto tempo, mas também tristes por causa da perda do Andre. Então, é bom estarmos em contato novamente. Não é que eu não tenha visto ninguém há muito tempo, mas não estávamos todos juntos, em contato, por esse motivo específico, claro”, continuou. Tributo a Andre Matos Anderson Bellini, responsável pelo documentário Andre Matos – Maestro do Rock, conduziu o trabalho de recuperação e digitalização do material. Com dedicação e sensibilidade, Bellini transformou as filmagens originais em um videoclipe emocionante e fiel à essência artística de Andre Matos. O vídeo consegue captar a energia e o espírito criativo do projeto Virgo, revelando bastidores íntimos e momentos espontâneos dos músicos. O lançamento do videoclipe representa um marco para os fãs de Andre Matos. A música “No Need to Have an Answer”, uma das mais marcantes do álbum Virgo (2001), ganha agora uma representação visual que complementa sua intensidade lírica e musical. É uma oportunidade de revisitar um clássico com uma nova perspectiva. Além de ser um tributo a Andre Matos, o clipe celebra também a amizade e a parceria musical entre ele e Sascha Paeth. A química entre os dois artistas transparece nas imagens, que mostram desde gravações em estúdio até momentos descontraídos de criação musical. O vídeo torna-se assim um documento histórico e afetivo, valorizando o legado artístico de ambos. LEIA TAMBÉM: Andre Matos: Saiba como o Maestro do Rock escreveu a faixa “Lisbon” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Punk no Park: Dia de moshpit, stage diving e muita música pesada
Entrevistas
09/06/2025

Punk no Park: Dia de moshpit, stage diving e muita música pesada

O Punk no Park aconteceu no último sábado, 07, em Belo Horizonte. O festival começou às 13h com a primeira banda, Drástiko, entrando em cena por volta das 14h. A sequência foi eletrizante: Chuva Negra, Institution (que colocou o moshpit para quebrar) e Hold Your Breath mantiveram o público em alta energia. A organização do evento foi impecável, com infraestrutura bem planejada. A área kids, os stands de merch oficial e das bandas, além do palco alternativo, ficaram em um espaço coberto, preparado até para a chuva leve que caiu no final da tarde. Um dos destaques da tarde foi Cemitério, que trouxe muito peso e agressividade, com direito a moshpit intenso e stage diving. No começo da noite, a Eskröta levou o público ao delírio com uma performance que incluiu até a participação de uma fã vestida de Carrie (personagem de Stephen King em Carrie, a Estranha), fazendo referência à faixa “Filha do Satanás”. Em seguida, Sugar Kane subiu ao palco com um punk mais direto e divertido, animando ainda mais a galera. Por volta das 20h30, o Eminence assumiu o comando com seu death metal moderno, cheio de agressividade e técnica. A banda de Belo Horizonte deixou o público em frenesi com seu som pesado, mostrando um nível altíssimo de qualidade. Após isso, no palco alternativo, a Plastic Pocket fez sua estreia com um punk alternativo energético, e a Colligere agitou o palco principal antes de uma das bandas mais aguardadas do evento. Infelizmente, o Cólera não conseguiu finalizar seu show devido ao tempo do alvará, que já havia se esgotado. Mesmo assim, a banda não decepcionou e entregou toda sua energia clássica no tempo disponível. O Punk no Park provou ser um evento essencial para os fãs de punk, hardcore e metal, com produção cuidadosa e line-up potente. LEIA TAMBÉM: Virada Metal 2025: A força da cena underground brasileira em um só palco Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Deep Purple vai celebrar os vinte anos de Rapture Of The Deep com relançamento especial
Entrevistas
09/06/2025

Deep Purple vai celebrar os vinte anos de Rapture Of The Deep com relançamento especial

O veterano Deep Purple vai celebrar os vinte anos de Rapture Of The Deep com relançamento especial. O trabalho, que é o décimo oitavo álbum de estúdio do grupo, ganhará nova mixagem e remasterização, além disso, ele contará com uma nova arte. Rapture of the Deep (20th Anniversary Remix) estará disponível em diversos formatos como CD, CD/LP, CD digipak, vinil triplo de 180g (preto), vinil triplo colorido (azul céu) e digital (download e streaming). O produto sairá no dia 29 de agosto pelo selo earMUSIC. Sobre o relançamento, o baixista Roger Glover refletiu: “Estávamos passando por um momento difícil quando começamos a compor e produzir Rapture Of The Deep. E, estranhamente, não tínhamos uma gravadora naquela época. Sejamos sinceros, estávamos um pouco perdidos”. Como prévia ao relançamento, a banda liberou o vídeo de Junkyard Blues. Assista: Track listing: de Rapture Of The Deep 20th-anniversary Remix: CD + LP 01. Money Talks02. Things I Never Said*03. Rapture Of The Deep04. Clearly Quite Absurd05. MTV*06. Back to Back07. Wrong Man08. Girls Like That09. Kiss Tomorrow Goodbye10. Don’t Let Go11. Junkyard Blues12. Before Time Again *Não está no álbum de estúdio original Bônus – 2005 Studio Jams & Rehearsals: 01. MTV02. Money Talks03. Back To Back04. Before Time Began05. Closing Note** **Faixa instrumental inédita de Steve Morse Via: RockBizz

Kiko Loureiro homenageia Andre Matos com performance de Make Believe em Curitiba
Entrevistas
09/06/2025

Kiko Loureiro homenageia Andre Matos com performance de Make Believe em Curitiba

O guitar hero brasileiro Kiko Loureiro homenageou Andre Matos com performance de Make Believe em Curitiba. A homenagem, que ainda contou com a presença do cantor Alírio Netto (ex-Shaman), marcou os seis anos do falecimento do maior vocalista do heavy metal tupiniquim. A escolha da música Make Believe foi significativa, traduzindo em melodia e letra o sentimento de saudade e celebração do legado deixado por Andre. O público respondeu com longos aplausos, em uma demonstração de carinho que ultrapassou o palco e tomou conta da casa de show. A faixa está no repertório do segundo registro de estúdio do Angra, Holy Land, que saiu em março de 1996. O disco marcou a carreira do grupo paulistano como uma potência do power metal dos anos 1990 e como uma das banda mais originais do estilo. De volta ao evento, esse concerto também marcou o encerramento da turnê de Kiko Loureiro pelo Brasil. Com casas lotadas por onde passou, o guitarrista consagrou mais uma vez sua forte ligação com o público brasileiro, após anos de carreira internacional. A turnê foi um verdadeiro reencontro com os fãs e com as raízes da sua trajetória artística. Via: RockBizz

Max e Iggor Cavalera vão tocar Chaos A.D. na íntegra na próxima turnê pelo EUA
Entrevistas
09/06/2025

Max e Iggor Cavalera vão tocar Chaos A.D. na íntegra na próxima turnê pelo EUA

Max e Iggor Cavalera vão tocar Chaos A.D. na íntegra na próxima turnê pelo EUA. A tour, que terá a presença do Fear Factory na maioria dos shows, começará no dia 18 de setembro no Louder Than Life Festival e acabará em 18 de outubro em Dallas, no Ferris Wheelers. Os ingressos para as apresentação estarão à venda a partir da próxima sexta-feira, dia 13 de junho, via site oficial da banda. Tempos atrás, a dupla partiu para a missão de revisitar os três primeiros trabalhos do Sepultura, que são os pesos-pesados Bestial Devastation (1985), Morbid Visions (1986) e Schizophrenia (1987). Os discos saíram no boxset Third World Trilogy. Portanto, não é a primeira vez que os irmãos Cavalera dão atenção ao material criado na época em que integravam o Sepultura. Chaos A.D. Para quem não sabe ou não lembra, Chaos A.D. é o quinto álbum de estúdio do Sepultura. O disco, que saiu em setembro de 1993, assinou o nome da banda brasileira como uma das maiores e mais influentes do metal noventista. Sons como Refuse/Resist, Territory, Slave New World, Propaganda, Biotech Is Godzilla e Kaiowas estão no repertório do icônico trabalho e ainda causam alvoroço no público metal. Via: RockBizz

Morrissey anuncia show único no Brasil em novembro
Entrevistas
09/06/2025

Morrissey anuncia show único no Brasil em novembro

Morrissey vem ao Brasil para show único em São Paulo no dia 12 de novembro, no Espaço Unimed. Os ingressos estarão à venda para o público geral a partir desta sexta-feira, 13 de junho, às 10h no site da Livepass. O evento é uma realização Move Concerts. Confira mais informações sobre preços e opções de pré-venda: SERVIÇO SÃO PAULOData: 12/11/2025Local: Espaço UnimedEndereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/ SPAbertura dos Portões: 18h30Horário do Show: 21hClassificação Etária: 18 anos desacompanhado. Menores de 18 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitação: 4 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada. A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. Pré-venda Spotify começa: Dia 12 de junho (quinta-feira) de 2025, às 12hPré-venda Spotify termina: Dia 12 de junho (quinta-feira) de 2025, às 22h Venda para o público geral: Dia 13 de junho (sexta-feira) de 2025, às 10h SETORES E PREÇOS (*)Pista Premium – R$950,00 (inteira) / R$475,00 (meia-entrada) / R$475,00 (desconto Unimed)Pista – R$490,00 (inteira) / R$245,00 (meia-entrada) / R$245,00 (desconto Unimed)Mezanino – R$1.000,00 (inteira) / R$500,00 (meia-entrada) / R$500,00 (desconto Unimed)Camarote A/B – R$1.000,00 (inteira) / R$500,00 (meia entrada) / R$500,00 (desconto Unimed) Desconto UnimedCondição válida em eventos realizados no Espaço Unimed, o desconto é de 50% sobre o valor da inteira. O cliente pode adquirir até 1 ingresso, e não é cumulativo com outros descontos.Selecionar a categoria ‘Unimed’ no ato da compra, é obrigatória a comprovação mediante apresentação da carteirinha do plano de saúde Unimed junto ao ingresso no acesso ao show.Mediante disponibilidade, desconto limitado. (*) Sujeito à disponibilidadeParcelamento em até 6x. BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)ESPAÇO UNIMEDRua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/ SP Funcionamento:De Terça a Sábado – das 10h às 17h Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados ou em dias de eventos de outras empresas. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. Sobre Morrissey Com uma influência e legado musical irrefutáveis, Morrissey é amplamente reconhecido como uma das figuras mais importantes do pop britânico e um dos maiores letristas de sua geração. Em carreira solo, lançou 13 álbuns de estúdio — todos no Top 10 do Reino Unido, incluindo três em primeiro lugar — e recebeu o prestigioso Ivor Novello Award por sua Contribuição Excepcional à Música Britânica. Em 2024, foi homenageado com o Social Vanguard Award por seu trabalho notável e dedicação à causa dos direitos dos animais. À frente do The Smiths, banda com apenas quatro álbuns de estúdio, deixou uma marca definitiva na história da música. Já como artista solo, consolidou uma sonoridade única que segue ecoando há mais de quatro décadas, tornando-se uma das vozes mais aclamadas desse período. Desde o lançamento do primeiro single do The Smiths, “Hand In Glove”, o cenário musical nunca mais foi o mesmo — abrindo caminho para hinos como “This Charming Man”, “How Soon Is Now?” e “There Is A Light That Never Goes Out”. Na carreira solo, Morrissey manteve sua sequência de composições marcantes com canções como “Suedehead”, “Everyday Is Like Sunday”, “Irish Blood, English Heart”, “First of the Gang to Die”, entre muitas outras. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Dark Angel lança novo single “Circular Firing Squad”
Entrevistas
09/06/2025

Dark Angel lança novo single “Circular Firing Squad”

Dark Angel lançou o novo single “Circular Firing Squad”. Este é segundo single do primeiro álbum da banda em 34 anos, Extinction Level Event, com lançamento previsto para 2025 pela Reversed Records. O grupo californiano pioneiro do Thrash Metal fez sua estreia no Brasil no Bangers Open Air 2025, onde apresentaram a faixa-título do disco, “Extinction-Level Event”, dedicada ao guitarrista fundador Jim Durkin, morto aos 58 anos. A faixa foi escrita por Jim Durkin, há uma década. O guitarrista faleceu em 2023, após sofrer de uma grave doença hepática. O disco teve sua gravação e mixagem no Armoury Studios em Vancouver, Canadá. A produção ficou a cargo do baterista Gene Hoglan , enquanto Rob Shallcross, assumiu a engenharia, enquanto Mike Fraser, a mixagem. Ao podcast Everblack [via Blabbermouth], Gene Hoglan disse que o sucessor de Leave Scars (1989) “é bem feroz”. Ele também disse estar “empolgado” e que estão próximos de finalizar o processo. “É um disco bem feroz. Estou empolgado com ele. Demorou bastante para sair, mas agora que estamos chegando perto do lançamento, o processo está chegando ao fim. Então, todos fiquem de olho.” LEIA TAMBÉM: Dark Angel anuncia primeiro material inédito em 34 anos; confira teaser Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Daron Malakian anuncia novo álbum do Scars on Broadway após sete anos
Entrevistas
09/06/2025

Daron Malakian anuncia novo álbum do Scars on Broadway após sete anos

Após sete anos sem lançamentos, Daron Malakian retorna com seu projeto paralelo Scars on Broadway, anunciando o novo disco “Addicted to the Violence”, com data de estreia marcada para o dia 18 de julho de 2025. O anúncio chega logo após o fim da bem-sucedida turnê do System of a Down pela América do Sul, com shows esgotados em estádios. Assim, o álbum será o terceiro da carreira da banda e já chega com um primeiro e polêmico single: “Killing Spree”, que também ganhou um videoclipe oficial. “Killing Spree”: crítica à desumanização e à violência cotidiana A faixa “Killing Spree” abre os trabalhos com uma carga emocional intensa e uma letra provocadora. De acordo com Daron Malakian, ele explica (com transcrição via Blabbermouth) que a música não tem a intenção de glamourizar tragédias, mas de retratar com sinceridade uma realidade brutal. “Não estou defendendo ou romantizando isso. Só estou dizendo: os jovens estão em uma p**** de um surto assassino”, comenta Daron. “As pessoas estão tão dessensibilizadas que não ajudam mais, apenas filmam.” Portanto, a crítica do músico vai além da violência explícita: trata também da apatia moderna, da falta de empatia e da ausência de respeito à vida. Daron Malakian compôs e produziu todo o novo disco Assim como nos álbuns anteriores do Scars on Broadway, Daron Malakian assina a maior parte da criação do novo trabalho, incluindo composições, produção e instrumentação. Contudo, ele contou com contribuições dos companheiros Orbel Babayan (guitarra) e Roman Lomtadze (bateria). “Escrever músicas é a única forma que conheço de viver. É o meu propósito”, explica o músico. “Não me limito a um estilo. É como pintar um quadro, todas as cores estão disponíveis. Todas as emoções também”. Assim, esse approach artístico livre resultou em um disco que transita entre momentos pesados e outros mais cadenciados, sempre com autenticidade e emoção. Com temas ousados, letras afiadas e uma sonoridade que mistura peso, melodia e crítica social, “Addicted to the Violence” tem tudo para ser o trabalho mais impactante da carreira do Scars on Broadway até hoje. Dessa forma, o disco já está sendo aguardado com grande expectativa pelos fãs, especialmente após o impacto inicial de “Killing Spree”. O lançamento oficial está marcado para o dia 18 de julho de 2025. Dessa forma, promete movimentar não só os admiradores de Daron Malakian, mas também o cenário do metal alternativo como um todo. Confira o clipe de “Killing Spree” no player abaixo: Faixas do álbum “Addicted To The Violence”: 01. Killing Spree02. Satan Hussein03. Done Me Wrong04. The Shame Game05. Destroy The Power06. Your Lives Burn07. Imposter08. You Destroy You09. Watch That Girl10. Addicted To The Violence LEIA TAMBÉM: System of a Down: John Dolmayan doa 50 mil dólares para instituições infantis no Brasil e Argentina Gabriel Oliveira Apaixonado por música, especialmente metal e hardcore. Toco guitarra desde os 10 anos, sempre buscando evoluir e explorar novos sons. Também me interesso pelo mundo do desenvolvimento de software e de jogos, onde gosto de criar e experimentar novas ideias. Via: Wiki Metal

Banda japonesa presta homenagem a Andre Matos em música dedicada ao vocalista
Entrevistas
09/06/2025

Banda japonesa presta homenagem a Andre Matos em música dedicada ao vocalista

Em 2019 falecia Andre Matos, uma das maiores e mais aclamadas vozes do metal nacional e internacional. Além de cantor, foi compositor, maestro, produtor e pianista, conhecido também pelo trabalho nas bandas VIPER, Shaman e Angra. O VIPER foi a primeira banda brasileira a fazer grande sucesso no Japão, liderando as paradas de sucesso na década de 90 à frente de nomes como Nirvana e Van Halen (via Roadie Crew). A fama do grupo influenciou e marcou a cena do metal japonês, servindo de inspiração para muitas bandas locais. Um dos nomes marcados pelo VIPER foi o grupo de power metal Unlucky Morpheus – também conhecido como Ankimo. A banda lançou em 2020 a faixa “Carry on singing to the sky”, do álbum Unfinished (2020), em homenagem a Andre Matos. A música foi lançada no dia do aniversário de Andre, 14 de setembro, em sua homenagem. Fuki, a vocalista do grupo, usou a rede social X (antigo Twitter) na época para comentar em português: “Esta música ‘Carry on singing to the sky’ é uma homenagem a Andre Matos. Há uma distância muito grande entre o Brasil e o Japão, mas sua música teve um impacto enorme no meu país. Comemorando seu aniversário em 14 de setembro!!!!” A faixa começa com um trecho de “Unfinished Allegro”, do Angra, e a letra da mesma fala sobre a grande perda que o metal teve, mostrando grande respeito e admiração pelo maestro. A música possui referências também a “Carry On”, do Angra, tanto no título como na letra, a exemplo do trecho “There’s a meaning to life“, presente em ambas as faixas. Outros versos demonstram o carinho que o grupo sente por Andre, a quem consideravam uma “luz”, como o trecho “sempre se lembrem o que ele cantou” (“always remember what he sang“) e “não é fácil se livrar da tristeza, mas ele (Andre) está do meu lado” (“It’s not easy to get rid of sadness/But he is by my side“). Assista o clipe de “Carry on singing to the sky”: Um pouco sobre o Unlucky Morpheus Unlucky Morpheus é uma banda de power metal japonesa formada em 2008 e conta com os vocalistas Fuki e Kasumi, os guitarristas Shiren – que também performa os guturais – e Jinya, baixista Ogawa Hiroyuki, baterista Fumiya Morishita e a violinista Jill. Atualmente, a banda possui 5 álbuns de estúdio, sendo evolution (2022) o mais recente deles. O disco que conta com a faixa “Carry on singing to the sky”, Unfinished (2020), atingiu a 15ª posição nas tabelas de música do Oricon. A empresa fornece estatísticas e informações sobre a indústria musical no Japão e na música ocidental. Tirando os álbuns de estúdio, a banda possui 20 álbuns “doujin”, sendo estes discos auto-publicados. A palavra japonesa, na indústria do entretenimento, se refere a obras publicadas por pessoas que compartilham de interesses comuns. A banda vendeu seu primeiro mini-álbum no dia 03 de outubro de 2008, no evento “doujin” M3 em um CD-R caseiro. LEIA TAMBÉM: VIPER relembra convite feito a Andre Matos para integrar a banda há 40 anos Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof – [email protected] Via: Wiki Metal