Entrevistas

Tim “Ripper” Owens leva heavy metal lendário a Belo Horizonte com show histórico
Na noite de domingo, 15, o Caverna Rock Pub, localizado na região central de Belo Horizonte, recebeu o lendário Tim “Ripper” Owens. Além do ex-vocalista do Judas Priest, foram escaladas as bandas Odisséia e Hellway Train para abrir o evento. A Odisséia foi a primeira a subir ao palco e apresentou um potente repertório, consolidando-se como uma das principais referências do heavy metal mineiro. Com seu primeiro álbum, For Waters Force… Winds of Power (2010), e os singles “Enemy” (2016) e “Prisoner of Mind” (2025), o grupo demonstrou por que é uma das melhores bandas do gênero no estado, entregando um show energético e impecável. A noite ganhou um toque de classic metal quando a Hellway Train, banda de Belo Horizonte, subiu ao palco com seu som potente e riffs marcantes, remetendo à era de ouro do heavy metal. O show começou em alto estilo com “Midnight Subway Train” e “Stryke by Lightning”, duas faixas que capturam a essência do metal old-school, preparando o público para o que viria a seguir. Destaques para o baixo de Chris Maia, que não poupa na presença de palco e a energia de Filipe Stress comandando as baquetas. Em seguida, “Calling All the Shots” e “Pride Is a Riot” elevaram a energia do público, com solos e riffs impecáveis executados por Vinícius Thram, que roubou a cena com sua técnica afiada e presença de palco. A banda provou que o metal de BH está mais vivo do que nunca com performances brutais de “Soulless” e “Jawbreaker” (um cover magistral do Judas Priest). Destaque para os vocais poderosos de Marc “Hellway”, que deu um show à parte com sua interpretação carregada de atitude. Para fechar com chave de ouro, “Metal Widow / Loverdroid” encerrou o setlist com uma explosão de energia, deixando claro que a Hellway Train é uma banda que não só vale a pena ouvir, mas precisa ser vista ao vivo. Quem estava lá saiu com a certeza: o heavy metal tradicional está em boas mãos. Por volta das 21h40, chegava o momento mais aguardado da noite. Juntamente com Fabio Carito (baixo), Marcus Dotta (bateria), Bruno Luiz (guitarra), e Wander Cunha (guitarra), subia ao palco o lendário Tim “Ripper” Owens (ex-Judas Priest, Beyond Fear, Iced Earth), atual vocalista do KK’s Priest – projeto do ex-guitarrista do Judas Priest, K.K. Downing. A primeira canção do setlist foi”Jugulator”, faixa-título do álbum de 1997 do Judas Priest – o primeiro com Owens nos vocais. Uma escolha pesada e impactante, que logo colocou o público em êxtase. Em seguida, “The Green Manalishi” (cover do Fleetwood Mac, popularizada pelo Judas Priest na voz de Rob Halford) permitiu que Ripper exibisse seus agudos potentes, enquanto a plateia respondia em coro aos refrões. Uma homenagem emocionante veio com “Beyond the Realms of Death” (do álbum Stained Class), dedicada ao ex-baterista do Judas Priest, Les Binks, que também foi co-compositor da música em questão, falecido no último 15 de abril. A performance, marcada por notas altíssimas e participação do público, arrepiou os presentes. O ritmo acelerado retornou com “Scream Machine” (Beyond Fear), levando a plateia à loucura, seguida por um solo de guitarra executado por Bruno Luiz e Wander Cunha. O setlist seguiu com mais duas pedradas: “Blood Stained” (do álbum Jugulator) e “One More Shot at Glory” (KK’s Priest, do álbum The Sinner Rides Again), ambas com intensa interação do público. O setlist diversificado incluiu ainda “When the Eagle Cries” (Iced Earth, The Glorious Burden) e uma homenagem a Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, com “Wrathchild” (Iron Maiden). A pesadíssima “Hell is Home” (do álbum Demolition) fez a plateia cantar em uníssono, enquanto Owens se mostrou bastante feliz ao notar a reação entusiasmada. “Electric Eye” – um dos maiores clássicos do Judas Priest, originalmente gravada com Halford, mas também interpretada por Owens em sua passagem pela banda – foi executada com maestria. O encerramento épico ficou por conta de “One on One” (também de Demolition), coroando uma noite de agudos potentes e riffs devastadores. Tim “Ripper” Owens provou, mais uma vez, por que é considerado um dos maiores vocalistas do metal. Com técnica impecável, projeção poderosa e agudos que desafiam o tempo, ele mantém sua voz em excelente forma, deixando claro que sua legião de fãs só tem a celebrar. LEIA TAMBÉM: Virada Metal 2025: Uma noite de puro extremo e resistência do metal nacional Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Emily Armstrong corta cabelo de fã durante show do Linkin Park
Emily Armstrong, vocalista do Linkin Park, realizou um pedido deveras inusitado de um fã durante apresentação da banda no festival Rock for People, na República Tcheca, no último sábado, 14. Na ocasião, um dos admiradores do grupo segurava um cartaz dizendo “Emily corte meu cabelo”. Ao vê-lo, Armstrong não hesitou ao pedido do homem, e cortou o cabelo longo do homem, transformando-o em um estiloso mullet. “Tem que deixar um pouco atrás, porque é pra festa, baby!”, brincou a cantora. O momento foi registrado em vídeo compartilhado pela Metal Hammer [via Loudersound], e você pode conferi-lo logo abaixo. No momento, o Linkin Park se apresenta pela Europa durante a From Zero World Tour. A banda desembarca no Brasil e novembro deste ano para três apresentações: em Curitiba no dia 5, em São Paulo no dia 8 e Brasília no dia 11. Confira mais informações e adquira os ingressos aqui. Linkin Park se apresenta na final da UEFA Champions League No dia 31 de maio, o Linkin Park foi a grande atração do show de abertura da final da UEFA Champions League, que ocorreu na Allianz Arena, em Munique, na Alemanha. A banda tocou grandes sucessos de seu repertório no palco: “The Emptiness Machine”, “In The End”, “Numb” e “Heavy Is The Crown”. Encerrando a apresentação, Mike Shinoda realizou um remix do tema do campeonato e de “Up From The Bottom”, música presente na versão deluxe de From Zero. Ex-jogador da seleção holandesa fez criticas ao show do Linkin Park na final da Champions League Aparentemente, nem todos ficaram satisfeitos com a apresentação do Linkin Park na final da Champions League. Durante a transmissão da Ziggo Sport [via Loudersound], Marco Van-Basten, ex-centroavante da seleção holandesa, disse: “A apresentação do Linkin Park foi uma porcaria, absolutamente um lixo completo. É uma vergonha que a UEFA tenha permitido isso. Não tenho nada contra os músicos, mas acho que por parte da confederação é ridículo distrair os jogadores desta forma.” LEIA TAMBÉM: Quiz: Teste seus conhecimentos sobre Linkin Park Lucas Peçanha Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduando em Jornalismo Cultural e de Entretenimento pelo Centro Universitário Belas Artes. Apaixonado por cultura pop e fã de hard rock e heavy metal, já assinou matérias para a Rolling Stone Brasil, Aventuras na História e Recreio. Atualmente, escreve para a Contigo! e é colaborador do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Wikimetal Recomenda: Ouça a versão inédita de “Gods of War”, de Bruce Dickinson
Na última terça-feira, 10, Bruce Dickinson lançou uma versão ao vivo gravada em estúdio e nunca antes publicada de “Gods of War”. O lançamento veio acompanhado do anúncio do novo álbum solo, More Balls to Picasso – uma versão reimaginada de seu segundo disco solo, lançado originalmente em 1994. Essa versão – que foi parcialmente regravada, remixada e remasterizada – reimagina o trabalho como um lançamento fresco e contemporâneo; uma coleção vibrante, cheia de energia e ambição, com músicas primorosamente elaboradas e realizadas. “Enquanto mixava todo o meu catálogo em Dolby Atmos, senti um desejo constante de revisitar e reinventar o disco”, comenta Bruce Dickinson. “Então, colocar ‘mais bolas’ em Balls… foi um trabalho feito com muito amor. Claro que reforçamos as guitarras — cortesia do nosso ‘destruidor sueco’, Philip Naslund — e também adicionamos um trabalho realmente lindo de Adassi Addasi em ‘Tears…’. O compositor brasileiro Antonio Teoli contribuiu com arranjos orquestrais impressionantes e, em uma participação única, acrescentou instrumentos indígenas da Amazônia, gravados por ele mesmo quando morava lá, no início da faixa ‘Gods Of War’.” O álbum estará disponível a partir de 25 de julho em formato de vinil duplo splatter e também em CD com embalagem digisleeve de três painéis. Tracklist1. Cyclops2. Hell No3. Gods of War4. 1000 Points of Light5. Laughing in the Hiding Bush6. Change of Heart7. Shoot All the Clowns8. Fire9. Sacred Cowboys10. Tears of the Dragon11. Gods of War (Live in the Studio)*12. Shoot All the Clowns (Live in the Studio)* Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

‘A última ponta’: Planet Hemp anuncia fim da banda e turnê de despedida; veja datas
Depois de três décadas misturando “raprocknrollpsicodeliahardcoreragga” e ativismo social, o Planet Hemp anunciou oficialmente que está chegando ao fim. A banda carioca, liderada por Marcelo D2 e BNegão, fará uma turnê de celebração e despedida entre setembro e novembro deste ano. Batizada de “A Última Ponta”, a série de shows vai passar por dez cidades brasileiras, encerrando de vez a trajetória de um dos grupos mais icônicos do rock nacional. “Senhoras e senhores, o Planet Hemp vai acabar!”, declarou Marcelo D2 em uma coletiva de imprensa realizada em São Paulo na tarde desta terça-feira, 17, com transmissão ao vivo no canal oficial da banda no YouTube. Junto ao anúncio, também disponibilizaram um vídeo em que a dupla de vocalistas reforça o tom de encerramento definitivo: “Seja bem-vindo ao nosso último ritual”. Durante a coletiva, os membros expressaram seu carinho pelos 32 anos de banda e destacaram que há um consenso em dar um fim a essa história. “É um momento de plena consciência nossa de parar a banda. De falar ‘a gente já fez o que tinha que fazer dentro do Planet Hemp’”, disse D2. Entretanto, o clima não é de luto, mas de celebração. BNegão deixou claro que não se trata de um “final ocidental clássico”, mas de um “gurufim”, tradição de origem negra que mistura um ritual fúnebre com música e festividade. A dupla também aproveitou a conversa para relembrar nomes que passaram pelo grupo, como Seu Jorge, Black Alien, Zegon e Skunk, co-fundador do Planet Hemp, que faleceu em 1994, um ano após a formação da banda. Em tom nostálgico, BNegão contou que o grupo quase acabou em razão da morte do amigo, mas que, como forma de homenagem, decidiram lançar o primeiro álbum, Usuário (1995), e seguiram desde então. Ao serem perguntados sobre o legado deixado, BNegão disse que apesar das adversidades vividas, os integrantes acreditaram desde o início no trabalho e na proposta da banda e que hoje entendem a contribuição que tiveram para mudança de cenários políticos e sociais. D2 comentou falando que erraram bastante, mas que graças a isso se tornaram artistas que acreditam no que fazem e defendem firmemente uma ideologia. “Ainda corre na veia aquela sensação de que a gente vai mudar o mundo, mesmo que o mundo continue uma merd*”, completou. Confira a coletiva na íntegra: Datas, cidades e participações especiais da turnê de despedida A primeira apresentação da turnê acontece em 13 de setembro, na Concha Acústica, em Salvador. O encerramento será no dia 15 de novembro, com um grande show no Allianz Parque, em São Paulo. As demais datas incluem passagens por Recife, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Goiânia, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Veja todas as datas da turnê “A Última Ponta”: 13/09 – Salvador (Concha Acústica)20/09 – Recife (Classic Hall)03/10 – Curitiba (Live Curitiba)04/10 – Porto Alegre (KTO Arena)12/10 – Florianópolis (P12)17/10 – Goiânia (Goiânia Arena)18/10 – Brasília (Arena BRB)31/10 – Belo Horizonte (Befly Hall)08/11 – Rio de Janeiro (Farmasi Arena)15/11 – São Paulo (Allianz Parque) A venda de ingressos começa nesta quarta-feira, 18, ao meio-dia, no site da Eventim. Em Salvador, as vendas acontecerão pela Sympla. Já nas bilheterias físicas, os ingressos estarão disponíveis a partir das 13h. D2 adiantou que os shows serão longos e recheados de participações especiais. “Vamos contar a história da banda com nossos quatro discos”, afirmou, prometendo uma retrospectiva de toda a trajetória do grupo. Banner de divulgação da turnê “A Última Ponta”. Créditos: Divulgação/Instagram Planet Hemp: três décadas de fumaça, polêmica e muita música Fundado em 1993 por Marcelo D2 e Skunk, o Planet Hemp surgiu como uma voz de contestação política e social, com letras que defendiam a legalização da maconha e denunciavam injustiças sistêmicas. Nos anos 1990, a formação se consolidou com as chegadas de BNegão e Black Alien, além de Formigão no baixo. Os álbuns Os Cães Ladram Mas a Caravana Não Pára (1997) e A Invasão do Sagaz Homem Fumaça (2000) contaram com clássicos como “Stab” e “Queimando Tudo” que influenciaram uma geração. No entanto, divergências internas levaram ao primeiro fim da banda em 2001. Após uma série de reuniões pontuais desde 2012, o Planet Hemp voltou de forma mais consistente a partir de 2018. O disco mais recente, Jardineiros, lançado em 2022, quebrou um hiato de mais de duas décadas sem músicas inéditas e trouxe o debate sobre a maconha para o contexto político contemporâneo, rendendo dois Grammys Latinos e uma gravação ao vivo em comemoração aos 30 anos de banda. Atualmente, além de D2 e BNegão, a formação conta com Formigão, o baterista Pedro Garcia, o guitarrista Nobru e o produtor Daniel Ganjaman, responsável pelos teclados e efeitos sonoros ao vivo. Depois de tantas idas e vindas e shows históricos, a banda promete encerrar sua trajetória de forma definitiva. “Agora é a última ponta”, garantiu D2. LEIA TAMBÉM: Emily Armstrong corta cabelo de fã durante show do Linkin Park Filipe Souza Mineiro da capital e nascido entre dois momentos históricos do país: o pentacampeonato mundial e a primeira edição do BBB. Jornalista e mestrando em Comunicação Social, apaixonado por música, revoltado em tempo integral e revoltoso nas horas vagas. Via: Wiki Metal

Paul McCartney: 5 parcerias musicais marcantes – e inusitadas
Em 18 de junho de 1942 nasceu Paul McCartney. O eterno Beatle transcende sua fase no Fab Four para se tornar uma figura central no cenário musical global. Sua carreira que abrange mais de seis décadas e além do legado como artista solo, também foi responsável por algumas das parcerias musicais mais memoráveis da história. Paul McCartney manteve um número razoável de grandes colaborações com outros artistas. A seguir, veja a nossa lista das 5 mais marcantes – e inusitadas. Stevie Wonder – “Ebony and Ivory” (1982) Paul McCartney e Stevie Wonder se juntaram e isso rendeu um dos maiores hist da época: “Ebony and Ivory”. A música faz parte do álbum Tug of War de McCartney, lançado em 1982. A faixa aborda a harmonia racial e a união entre diferentes culturas, utilizando o teclado do piano como uma metáfora, citando o ébano (preto) e marfim (branco) das teclas do instrumento. O título foi inspirado por McCartney ao ouvir o comediante e escritor britânico Spike Milligan dizer “notas pretas, notas brancas, e você precisa tocar as duas pra fazer harmonia, gente!”. “Ebony and Ivory” foi um sucesso internacional, alcançando o primeiro lugar nas paradas dos EUA e do Reino Unido. Michael Jackson – “Say Say Say” (1983) Paul McCartney e Michael Jackson colaboraram em várias faixas, mas “Say Say Say” é a mais emblemática. A canção foi lançada em 1983, fazendo parte do álbum de McCartney, Pipes of Peace, sendo um sucesso comercial, alcançando o topo das paradas em vários países. A parceria entre os dois ícones também incluiu “The Girl Is Mine”, do álbum Thriller de Michael Jackson, e “The Man”, outra faixa de ‘Pipes of Peace”. A relação entre os dois grandes artistas acabou quando Michael Jackson, através de uma grande manobra que durou de setembro de 1984 até agosto de 1985, adquiriu os direitos fonográficos da ATV por 53 milhões de dólares, levando consigo os direitos da maioria das músicas de Lennon&McCartney. Linkin Park & Jay-Z – “Numb/Encore & Yesterday” (Live At 48th Grammy Awards 2006) O dia em que Paul McCartney surpreendeu ao cantar ao lado de Linkin Park e Jay-Z no 48º Grammy Awards. É estranho pensar que a banda de nu metal se juntou a um rapper para gravar um álbum e tocar músicas ao vivo em várias ocasiões. O mais insano é quando Paul McCartney se juntou no palco para uma interpretação muito especial da música “Numb”, e ainda acrescentar uma parte do clássico “Yesterday”. Esse momento histórico aconteceu no 48º Grammy Awards, em 8 de fevereiro de 2006, quando Linkin Park e Jay-Z estavam tocando uma versão padrão de “Numb/Encore” quando, de repente, a batida mudou e uma linha de piano familiar começou a tocar para a entrada do Sir. Sem dúvida, está foi uma parceira estranha e aparentemente aleatória. Nirvana – “Cut Me Some Slack”(2012) Paul McCartney também fez história em 2012 ao se juntar com o Nirvana, na canção “Cut Me Some Slack”. A faixa foi lançada em 2012 no YouTube e na trilha sonora do documentário Sound City de Dave Grohl que reuniu músicos para escrever e gravar músicas para o filme. O ex- Beatle estava entre eles, além de dois músicos que tocaram com Grohl no Nirvana: Krist Novoselic e Pat Smear, que começaram uma jam. “Cut Me Some Slack” ganhou o prêmio Grammy de Melhor Canção de Rock em 2014. McCartney mais tarde descreveu-a como uma “reunião do Nirvana” e Krist Novoselic se referiu à parceria como “Sirvana”. Rihanna e Kanye West – “FourFiveSeconds” (2015) Essa é, talvez, a parceria mais inusitada do ex-Beatle, mas destacou a versatilidade de McCartney como músico. Em 2015 surpreendeu o mundo ao colaborar com Rihanna e Kanye West na faixa “FourFiveSeconds”. A faixa de estilo folk-pop , R&B e soul foi um enorme sucesso, alcançando o top 10 em vários países e recebendo elogios por sua simplicidade e poder emocional. Comercialmente, atingiu o pico de número quatro na parada Billboard Hot 100, onde McCartney estabeleceu um recorde ao encerrar o intervalo mais longo entre os dez melhores singles na parada. LEIA TAMBÉM: Paul McCartney estreia “Now and Then”, a última música dos Beatles, ao vivo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Korn elogia show de Sleep Token: “Eles foram maiores que um palco do Slipknot”
Os membros do Korn disseram que Sleep Token “calou a boca” dos haters com seu show no último sábado, 14, no Download Festival. Korn foi headliner do maior festival de rock e metal da Inglaterra, no último domingo, 15, enquanto Sleep Token foi atração principal no sábado. Em à BBC Radio 1 Rock Show, os guitarristas Brian “Head” Welch e James “Munky” Shaffer disseram que a banda mascarada – e sensação do momento -, superou qualquer dúvida com uma performance e um palco impressionantes. Brian Welch disse [transcrição via The PRP]: “Eu adoro porque todas essas pessoas — não sei quantas — mas ouvi comentários do tipo: ‘Sleep Token como atração principal?’. Algumas pessoas diziam que eram tão jovens para conseguirem ser atração principal tão rápido. E eles vieram com aquele palco? Calou a boca de todo mundo. Eles foram maiores que um palco do Slipknot, cara.” De mesmo modo, James Shaffer expressou sua admiração pelo novo álbum do Sleep Token, Even In Arcadia , lançado no mês passado pela RCA: “Além disso, o novo disco é incrível. Então, não é só como o palco, sim, você pode fazer isso o dia todo, mas eles têm as músicas para acompanhar.” Korn também surpreende no Download Festival Como headliner do Download Festival no último domingo, 15, a performance do Korn foi considerada pela Louder um “triunfo absoluto”. Bem como, elevando a banda ao nível de outros headliners do Download, como “Metallica, Black Sabbath e Guns N’ Roses”. De acordo com a Louder, a performance do Korn se sustenta “sem fogos de artifício, sem um show elaborado, apenas um caleidoscópio de luzes e algumas das melhores músicas do nu metal”. Ainda segundo o site, o coro coletivo do público em “Freak On A Leash” e a explosão de serpentinas que encerrou a apresentação da banda “sinaliza a elevação do Korn ao mesmo patamar de Metallica, Black Sabbath, Guns N’ Roses e todas as outras bandas que já foram headliners neste palco ao longo dos anos. Foi um triunfo.” LEIA TAMBÉM: “Fieldy”, baixista do Korn, não irá retornar à banda tão cedo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Megadeth e Half Sumo celebram 40 Anos de ‘Killing Is My Business… And Business is Good!’
Quatro décadas após seu lançamento, Killing Is My Business… and Business Is Good!, o álbum de estreia do Megadeth, continua a ressoar com uma força inabalável. Para celebrar este marco histórico, a banda de thrash metal uniu forças com a Half Sumo, um coletivo de arte do Brooklyn conhecido por sua fusão de esportes de combate e streetwear com espírito rebelde. O resultado é uma coleção de fight wear e street wear que promete ser um item de colecionador para os fãs mais dedicados. A parceria é um testemunho da disciplina compartilhada e da agressividade artística que impulsiona ambos os mundos. Dave Mustaine, frontman do Megadeth, é um artista marcial de longa data, nã só detentor de faixas pretas em Taekwondo e Ukidokan Karate, bem como uma faixa marrom em Jiu-Jitsu Brasileiro. Essa conexão pessoal de Mustaine com as artes marciais torna a colaboração com a Half Sumo profundamente autêntica e significativa. A coleção Megadeth x Half Sumo reimagina a iconografia do álbum através das lentes da cultura samurai, da guerra urbana e da resistência underground. Pela primeira vez, o mascote do Megadeth, Vic Rattlehead, estampará uma linha completa de fight wear premium, incluindo vestimentas de luta personalizados. A parceria Megadeth x Half Sumo Mustaine expressou seu entusiasmo com a colaboração: “Ver a energia bruta do nosso primeiro álbum traduzida em equipamentos feitos para o tatame é um momento emocionante. A Half Sumo honrou perfeitamente o espírito de ‘Killing Is My Business….“ Os fundadores da Half Sumo, Luigi Scarcella Perino e Alberto Marchetti, ecoaram o sentimento: “A estreia do Megadeth foi uma declaração de guerra ao status quo. Foi tecnicamente brilhante, agressivamente sem remorso, e estabeleceu um novo padrão para a música pesada. Essa é a mesma energia que injetamos em nossos equipamentos – o espírito do azarão lutando uma batalha maior. Esta coleção é para eles.” A cápsula Megadeth x Half Sumo Killing Is My Business… And Business Is Good! será lançada em quatro coleções altamente limitadas através do site HalfSumo.com. A primeira coleção, The Streets, já está disponível, apresentando itens de street wear como camisetas com o “Katana Vic” e o “Rattlehead Ronin”, além de moletons e calças de moletom. As próximas coleções, The Mats (Julho de 2025), The Dojo (Agosto de 2025) e The Arsenal (Setembro de 2025), trarão equipamentos de alta performance para combate, o kimono “Chosen Ones” e acessórios únicos, respectivamente. Cada item desta coleção é uma peça de colecionador, numerada individualmente e sem planos de reabastecimento. Podem acontecer lançamentos surpresa de itens não anunciados, dessa forma, para receber alertas imediatos sobre cada lançamento, os fãs devem se inscreverem na lista de e-mails oficial no site da Halfsumo e seguir a marca no Instagram. LEIA TAMBÉM: Tim “Ripper” Owens leva heavy metal lendário a Belo Horizonte com show histórico Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Wayne Lozinak, do Hatebreed, é diagnosticado com tumor no cérebro
Wayne Lozinak, guitarrista do Hatebreed, deixou a turnê europeia da banda após ser diagnosticado com um meningioma benigno, um tumor cerebral não canceroso. Na manhã da última terça-feira, 17, o grupo de hardcore/metal divulgou que durante o Download Festival, Wayne teve sintomas leves que levantaram a suspeita de um possível derrame, o que o fez procurar atendimento médico. Leia na íntegra a mensagem do Hatebreed: “Mandem um pouco de amor para Wayne Lozinak Na noite de 14 de junho, enquanto estava no Download Festival, Wayne começou a sentir sintomas leves que levantaram preocupações de um possível AVC. Por abundância de precaução, ele procurou atendimento médico no dia seguinte ao chegar em Lille, França. Depois de fazer uma tomografia de emergência, os médicos descobriram um tumor cerebral, levando à sua admissão imediata para testes adicionais. Após uma avaliação minuciosa de 24 horas, incluindo uma ressonância magnética, o médico determinou que o tumor é um meningioma benigno. – uma massa de crescimento lento que provavelmente está presente há anos. Estamos imensamente aliviados que o diagnóstico de Wayne seja o melhor resultado possível dadas as circunstâncias. Wayne estará de regresso aos EUA para se preparar para a cirurgia e focar no descanso e recuperação. Sua força e resiliência permanecem inabaláveis, e ele está determinado a voltar para Hatebreed assim que for capaz. Agradecemos todo o carinho e apoio dos fãs, amigos e da comunidade musical durante este período Compartilharemos outras atualizações conforme for apropriado. Obrigado por respeitarem a privacidade do Wayne à medida que ele começa esta jornada rumo à saúde plena”. Hatebreed anunciou Matt Bachans como substituto do guitarrista durante a turnê, enquanto o Karl, do First Blood, será o baixista. LEIA TAMBÉM: Chris Beattie fala sobre sua saída do Hatebreed Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

James Hetfield diz que Mama Said não era para ser uma música do Metallica
Durante uma entrevista de 1996, em promoção ao álbum Load, o vocalista e guitarrista James Hetfield disse que Mama Said não era para ser uma música do Metallica. O canal TMF – The Music Factory desenterrou o bate-papo com a informação inusitado do artista. “Mama Said era eu escrevendo algo para mim mesmo! Escrevi enquanto estava na estrada, em turnê, entediado no meu quarto de hotel. Não era para os outros ouvirem. A música era algo bem pessoal”. James continuou: “Eles viram algo ali, algo real lá no fundo. É uma música bem pesada, em termos de significado. Então, trabalhamos nela e a transformamos em uma música do Metallica. No entanto, originalmente, não era para ser um som da banda”. Assista a entrevista completa no tocador a seguir: A faixa trata da relação complexa do rock star com sua mãe, Cynthia Hetfield, uma cientista cristã que morreu de câncer em fevereiro de 1980, quando James tinha apenas dezesseis anos. Mama Said saiu como terceiro single de Load, em 25 de novembro de 1996. O som foi bem nas paradas de sucesso, visto que ficou em boas posições nos Estados Unidos e Reino Unido. Via: RockBizz

Deus da guitarra: Steve Vai celebra os 24 anos do álbum Alive In An Ultra World
Como diz o ditado popular, o tempo voa! E uma prova disso é a celebração dos 24 anos do álbum Alive In An Ultra World, que é o primeiro registro ao vivo do Deus da guitarra, Steve Vai. O disco teve sua gravação em diferentes países, isto é, cada canção do repertório foi uma homenagem aos fãs das respectivas nações. Pelas mídias sociais, Vai escreveu: “Feliz 24º aniversário para o Alive In An Ultra World. Este foi meu primeiro álbum ao vivo. Eu queria fazer algo diferente, então tive a ideia de estudar a música cultural de algumas dezenas de países que visitaríamos nesta turnê, compor uma música para cada país com melodias, ritmo e fraseado específicos, baseados na música cultural do país visitado, e gravar essa nova música no show no país para o qual foi escrita. Foi uma tarefa árdua, considerando toda a composição, ensaio e gravação feitos nesta turnê. E vale lembrar que naquela época não existia Pro Tools, apenas A-Dats”. O guitar hero continuou em tom efusivo: “Acredito que Alive In An Ultra World seja o disco ao vivo mais ambicioso já feito. Whispering A Prayer, a canção de ninar celta, foi indicada ao Grammy, e ainda há músicas deste disco que coloco no repertório de vez em quando. Gosto muito deste disco. Ele captura uma época e uma logística extraordinária que foi empreendida. E funcionou”. “Há muitos países com música cultural rica que deixamos passar, então sempre tive a esperança de fazer algo assim novamente e cobrir alguns desses lugares que não conseguimos conhecer neste disco”, encerrou Steve. Veja a performance de Whispering A Prayer no player abaixo: Via: RockBizz

Tommy Lee tenta reconquistar a ex-esposa Heather Locklear após terminar com Brittany Furlan
Ultimamente, os músicos do Mötley Crüe estão fazendo mais barulho na mídia pelos problemas que se metem do que pela música que toca ou cria. Depois do chifre que Vince Neil, 64, recebeu da modelo Rain Hannah, 43, o baterista Tommy Lee, 62, se separou de Brittany Furlan, 38. O rock star, entretanto, não esperou muito tempo para fazer a fila andar. O músico já partiu para reconquistar a ex-esposa Heather Locklear. A atriz se relacionou com Lee entre os anos de 1986 e 1993. De acordo com o site Radar Online, os dois pombinhos sempre mantiveram contato, contudo, a comunicação entre eles ficou mais intensa desde que ficaram solteiros. Uma fonte anônima do veículo de imprensa informou que Lee está insistindo para reatar o relacionamento, com diversos pedidos para sair e jantar com a modelo. No entanto, a fonte também expressou preocupação com o possível reencontro. “Considerando o longo histórico de vício de Heather, muitas pessoas acham que Tommy é a última pessoa que ela deveria se aproximar agora”. Diferente da vida amorosa de Tommy Lee, o Mötley Crüe anda em compasso lento. A banda só voltará aos palcos em meados de setembro, com uma residência no Dolby Live at Park MGM em Las Vegas, Estados Unidos. Cable recordar que os shows, os quais vão até o começo de outubro, estavam previstos para março deste ano, no entanto, Vince Neil precisou passar por um procedimento médico, o que ocasionou o atraso. Via: RockBizz

Deep Purple vai relançar Made In Japan em versão super luxuosa
O Deep Purple vai relançar Made In Japan em versão super luxuosa. O produto, que tem previsão de chegar ao mercado no dia 15 de agosto – exatamente 53 anos após a gravação da apresentação – pela Universal Music, terá o áudio remixado por Steven Wilson e Richard Digby Smith. O trabalho estará disponível em 5CDs/Blu-ray, 10LPs e digital, além de uma versão 2LPs com os remixes de Steven Wilson. Originalmente concebido para ser um lançamento exclusivo para o Japão, este álbum duplo ao vivo tornou-se um fenômeno global surpreendente. Lançado no Reino Unido em dezembro de 1972 e nos Estados Unidos em março do ano seguinte, Made In Japan alcançou disco de platina nos Estados Unidos e em vários países europeus. O vocalista Ian Gillan, o guitarrista Ritchie Blackmore, o tecladista Jon Lord, o baixista Roger Glover e o baterista Ian Paice – a famosa formação do Mk II do Deep Purple – transformaram clássicos de estúdio como Smoke On The Water, Highway Star e Space Truckin’ em canções explosivas ao vivo. MADE IN JAPAN: SUPER DELUXE Deep Purple’s legendary live album gets a 2025 remix – 10LP, 5CD+Blu-ray sets drop Aug 15. Steven Wilson remix of main album + music from all three 1972 shows + more. Pre-order & streaming links in bio!#DeepPurple #MadeInJapan #dp50 pic.twitter.com/OUw3iJJeal — Deep Purple (@_DeepPurple) June 18, 2025 Tracklist de Made In Japan (Super Deluxe Edition): CD 1: Original Album (2025 Steven Wilson Remix) 01. Highway Star02. Child In Time03. Smoke On The Water04. The Mule05. Strange Kind Of Woman06. Lazy07. Space Truckin’ CD 2: Osaka, August 15, 1972 01. Highway Star02. Smoke On The Water03. Child In Time04. The Mule (Drum Solo)05. Strange Kind Of Woman06. Lazy07. Space Truckin’ CD 3: Osaka, August 16, 1972 01. Highway Star02. Smoke On The Water03. Child In Time04. The Mule (Drum Solo)05. Strange Kind Of Woman06. Lazy07. Space Truckin’ CD 4: Tokyo, August 17, 1972 01. Highway Star02. Smoke On The Water03. Child In Time04. The Mule (Drum Solo)05. Strange Kind Of Woman06. Lazy07. Space Truckin’ CD 5: The Encores 01. Black Night (Osaka, August 15, 1972)02. Speed King (Osaka, August 15, 1972)03. Black Night (Osaka, August 16, 1972)04. Lucille (Osaka, August 16, 1972)05. Black Night (Tokyo, August 17, 1972)06. Speed King (Tokyo, August 17, 1972)07. Black Night (German Single Edit)08. Space Truckin (Mexican Single Edit)09. Smoke On The Water (U.S. Single Edit) Via: RockBizz

5 músicas que não podem faltar nos shows do Epica no Brasil
Epica retorna ao Brasil em setembro, promovendo seu mais recente álbum de estúdio, Aspiral. A banda passa por seis cidades brasileiras, acompanhada do renomado grupo de symphonic death metal, Fleshgod Apocalypse. Os shows acontecem nas cidades de Porto Alegre (06/09), Curitiba (07/09), Belo Horizonte (09/09), Brasília (11/09), Rio de Janeiro (13/09) e São Paulo (14/09). Os ingressos são vendidos pela Fastix. Além das entradas convencionais, o público também terá a oportunidade de adquirir pacotes Meet & Greet, vendidos separadamente, permitindo um encontro exclusivo com os integrantes. Com uma nova turnê e um novo álbum, novas músicas devem ser adicionadas ao setlist dos shows da banda, mas sem deixar os clássicos que consolidaram o Epica como sendo uma das maiores bandas de metal sinfônico. O Wikimetal montou uma seleção com as 5 músicas que mais queremos ver ao vivo na turnê pelo Brasil. “Cross The Divide”, do Aspiral (2025) “Sensorium”, do The Phantom Agony (2003) “Beyond The Matrix”, do The Holographic Principle (2016) “Arcana”, do Aspiral (2025) “T.I.M.E”, do Aspiral (2025) A parceria entre Epica e Fleshgod Apocalypse Os italianos do Fleshgod Apocalypse se tornaram referência quando o assunto é symphonic death metal. Na ativa desde 2007, a banda está vindo junto do Epica para promover seu mais recente trabalho de estúdio, o álbum Opera. Um álbum denso, inspirado em uma experiência de quase morte do vocalista da banda, Francesco Paoli. A relação entre o Epica e o Fleshgod Apocalypse não é recente. Os dois grupos já dividiram palcos em turnês anteriores, como em 2016 na América do Norte. As duas bandas também colaboraram na faixa “The Great Tribulation”, do álbum The Alchemy Project (2022), do Epica. Em um ano marcado por grandes turnês internacionais no Brasil, com nomes como System Of A Down, Linkin Park e outros gigantes do cenário musical, o Epica reafirma sua relevância e forte conexão com o público brasileiro. A presença constante da banda no país ao longo dos anos mostra não apenas reafirma a fidelidade de sua base de fãs, mas também a força do metal sinfônico no mercado nacional. Com uma nova turnê, repertório renovado e a companhia do Fleshgod Apocalypse, o grupo promete mais uma vez transformar seus shows em noites memoráveis para o público brasileiro. Epica e Fleshgod Apocalypse no Brasil06/09 – Porto Alegre07/09 – Curitiba09/09 – Belo Horizonte11/09 – Brasília13/09 – Rio de Janeiro14/09 – São Paulo LEIA TAMBÉM: Mark Jansen, do Epica, fala sobre reunião do After Forever Gabriel Oliveira Apaixonado por música, especialmente metal e hardcore. Toco guitarra desde os 10 anos, sempre buscando evoluir e explorar novos sons. Também me interesso pelo mundo do desenvolvimento de software e de jogos, onde gosto de criar e experimentar novas ideias. Via: Wiki Metal

Os covers mais tocados por 10 bandas de heavy metal
Assim como outras formas de expressão artística, a música é uma construção colaborativa e contínua. Todo artista teve seu gosto formado por outros que vieram antes, ao ponto de que, por vezes, é possível reconhecer estas influências apenas ouvindo a música. Para honrar a sucessão e o legado de seus ídolos, ou para simplesmente dividir seu gosto com o público por bandas contemporâneas, é comum que bandas façam covers. Conforme listado pelo site Loudwire, selecionamos algumas bandas clássicas e sua música cover mais tocadas, além de contabilizar quantas vezes foram tocadas. “The Train Kept-A-Rollin”, do Tiny Bradshaw Aerosmith tocou a canção 1,020 vezes. “Smoke On The Water”, do Deep Purple Black Sabbath tocou a canção 62 vezes. “If You Have Ghosts”, do Roky Erickson and the Aliens Ghost tocou a canção 290 vezes. “Territory, do Sepultura Gojira tocou a canção 20 vezes. “Knockin’ on Heaven’s Door”, do Bob Dylan Guns N Roses tocou a canção 930 vezes. “The Green Manalishi (With the Two Prong Crown)”, do Fleetwood Mac Judas Priest tocou a canção 1.108 vezes. “Faith”, do George Michael Limp Bizkit tocou a canção 664 vezes. “Last Caress”, do Misfits Metallica tocou a canção 830 vezes. “Simple Man”, do Lynyrd Skynyrd Shinedown tocou a canção 664 vezes. “Anarchy in the U.K.”, do Sex Pistols Megadeth tocou a canção 533 vezes. LEIA TAMBÉM: Paul McCartney: 5 parcerias musicais marcantes – e inusitadas Joel Monteiro (Joe) Fã de metal extremo e escrita. Adora conhecer e apresentar bandas novas, sua satisfação pessoal é fazer as pessoas perderem preconceitos musicais. Se a essência de alguém pudesse ser expressa em bandas de metal, esta seria a composição: Bathory, Black Sabbath, Body Count, Crypta, Death, Krisiun, SOAD. Via: Wiki Metal

The Offspring apresenta quatro músicas no Jimmy Kimmel Live; assista
As lendas do punk rock The Offspring foram os convidados musicais do episódio de ontem (17 de junho) do programa norte-americano Jimmy Kimmel Live! A banda tocou quatro músicas: Come Out And Play (a única faixa que foi televisionada), You’re Gonna Go Far, Kid, The Kids Aren’t Alright e Lookin’ Out For #1. Assista abaixo: O The Offspring anunciou recentemente a etapa norte-americana de sua turnê Supercharged Worldwide In ’25. A jornada, que conta com 34 datas, começará no dia 11 de julho, em West Palm Beach e continuará pelo país, passando por alguns de seus locais mais icônicos, incluindo o Kia Forum, em Los Angeles, no dia 29 de agosto. A turnê contará com os convidados especiais Jimmy Eat World e New Found Glory. Via: RockBizz

Angra faz show esgotado no Japão em celebração aos 20 anos de Temple of Shadows
O Angra fez show esgotado no Japão em celebração aos 20 anos de Temple of Shadows. O primeiro concerto aconteceu nesta terça, 17, na cidade de Osaka. A tour vai continuar com shows em Nagoya e Tóquio, os quais rolarão nos dias 18 e 19 de junho. “O Japão sempre teve um significado muito especial na nossa carreira. Ver esses três shows esgotados foi emocionante e mostra que a música do Angra continua a tocar o coração das pessoas, mesmo depois de duas décadas”, disse Rafael Bittencourt, guitarrista e fundador da banda. Assista um trecho do espetáculo de hoje na postagem abaixo: A banda também terá apresentações em território brasileiro nos meses de julho a agosto. O encerramento oficial da tour será no Tokio Marine Hall, em São Paulo, no dia 03 de agosto de 2025. A atual formação do Angra conta com Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo), Fabio Lione (vocal), Marcelo Barbosa (guitarra) e Bruno Valverde (bateria). Via: RockBizz

Zakk Wylde explica por que Tony Iommi é o Bach e Mozart da guitarra metal
Durante nova entrevista à revista Guitar World, o barbudo Zakk Wylde explicou por que Tony Iommi é o Bach e Mozart da guitarra metal. Cabe destacar que o viking das seis cordas sabe das coisas, pois está na cena roqueira há mais de trinta anos e tem no currículo discos como No Rest for the Wicked (1988) e No More Tears (1991). “Tony Iommi é basicamente o Bach, o Mozart e o Beethoven da guitarra metal. Ele é os três em um. Ele é o John Lennon e o Paul McCartney da composição de riffs. Ele realmente é”, declarou Zakk em tom eufórico. “A genialidade dele é simplesmente imensa”, continuou. “Adoro todos os aspectos da sua forma de tocar. Além das composições, adoro os seus solos. Na verdade, adoro tudo o que ele faz. Não são só os riffs. Tony Iommi tem uma técnica incrível e toca rápido. Ele é simplesmente o pacote completo”. Wylde aproveitou o espaço e ainda teceu efusivos elogios ao Black Sabbath, que é o criador do heavy metal. “O Black Sabbath é como Henry Ford, o criador do carro. Eles são tudo! Não importa se o carro é Nascar, Fórmula 1 ou dragster ou o quão tecnológico ele seja, tudo é baseado no Ford Modelo T original. E o Sabbath é a mesma coisa! É o arquiteto de tudo. Eles são o enorme carvalho, e nós somos apenas galhos dessa árvore. Todo mundo ama o Sabbath. Nós não estaríamos aqui se não fosse por eles”. E por falar em Black Sabbath, a banda fará seu concerto final no dia 5 de julho no Villa Park, em Birmingham, Reino Unido. A apresentação reunirá seus membros originais – Tony Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward – pela primeira vez em 20 anos, para um último ato. Para Ozzy, que sofre de Parkinson, o evento também marcará seu último show ao vivo. Via: RockBizz

Iron Maiden: Adrian Smith mostra as guitarras que está usando na Run For Your Lives Tour
Em recente entrevista ao músico sueco Ola Englund (The Haunted), o guitarrista do Iron Maiden, Adrian Smith, mostrou os equipamentos que está usando na Run For Your Lives Tour. Vale lembrar que a turnê é em celebração as cinco décadas de carreira do grupo, com isso o foco do set se atém ao período entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, época mais querida pela maioria de seus fãs. No vídeo de vinte e dois minutos, o guitar hero inglês apresentou os amplificadores e as guitarras, inclusive o seu exemplar da Lado Earth, a qual usou em meados dos anos 1980, quando rolou a turnê do álbum Powerslave. Veja: A perna 2025 da Run For Your Lives Tour vai se estender até o dia 02 de agosto, com o derradeiro show na cidade de Warsaw, Polônia. Repertório Apesar de prometer muitas raridades na nova tour, o Iron Maiden ousou bem pouco e ateve-se aos hits Aces High, Fear Of The Dark, Wasted Year e Run To The Hills. As novidades no set, no entanto, ficaram na conta de Murders In The Rue Morgue e Killers que há décadas não davam as caras nos espetáculos da banda. Via: RockBizz

Bon Jovi faz primeiro show completo desde 2022; confira o setlist
O Bon Jovi fez seu primeiro show completo desde 2022 no último sábado (14) no Marathon Music Works em Nashville, Estados Unidos. A apresentação também foi a primeira desde que o vocalista Jon Bon Jovi revelou problemas recorrentes nas suas cordas vocais. Celulares não foram permitidos no show e, consequentemente, nenhum vídeo foi compartilhado nas redes sociais até o momento. O repertório abrangeu os 40 anos de discografia do Bon Jovi, desde os sucessos dos anos 80, como Livin’ on a Prayer, Wanted Dead or Alive, You Give Love a Bad Name e I’ll Be There for You, até os sucessos do século XXI, como It’s My Life e Have a Nice Day. Duas faixas do álbum de 2020 apareceram no show, assim como Legendary, o principal single de Forever, de 2024. Antes do show na Marathon Music Works, o último show completo do Bon Jovi aconteceu em abril de 2022, ao final de uma breve turnê pela América do Norte. Jon Bon Jovi revelou posteriormente que vinha sofrendo com problemas nas cordas vocais e que havia passado por um procedimento reconstrutivo conhecido como medialização das cordas vocais. Confira o setlist abaixo: 1. “Beautiful Drug”2. “We Weren’t Born to Follow”3. “Lost Highway”4. “Legendary”5. “You Give Love a Bad Name”6. “Born to Be My Baby”7. “Limitless”8. “It’s My Life”9. “Livin’ on a Prayer”10. “(You Want to) Make a Memory” (first time since 2019)11. “Wanted Dead or Alive”12. “Love’s the Only Rule”13. “Keep the Faith”Q&A break14. “This House Is Not for Sale”15. “Have a Nice Day”16. “Blood on Blood”17. “I’ll Be There for You” Via: RockBizz

Conheça o festival que colocou The Beatles e The Rolling Stones para dividir o palco pela primeira vez
The Beatles e The Rolling Stones têm algumas semelhanças como país de origem e a importância para a arte moderna como um todo. Em termos de estilo musical, o The Fab Four caminhava por trilhas mais amplas e polidas. Já Mick Jagger, Keith Richards e companhia atolavam o pé em um rock de forte sotaque bluseiro. Mesmo com as disparidades de estilos, as bandas chegaram a ter os seus caminhos cruzados pela primeira vez no The Great Pop Prom. O evento aconteceu no dia 15 de setembro de 1963, no Royal Albert Hall, em Londres, Inglaterra. É importante recordar que na época em que rolou o festival, John, Paul, George e Ringo já gozavam da febre da “beatlemania”. Já os Stones estavam despontando como uma das potências da música britânica. Mesmo assim, o evento, que foi criado em parceria pelas revistas Valentine, Marilyn e Roxy, atraiu seis mil fãs que se acotovelaram para curtir cada segundo de música. Outro detalhe sobre o festival! O The Fab Four era a banda principal, é claro, contudo, a festa ainda tinha a presença de Shane Fenton, Brook Brothers, Fentones, Lorne Gibson Trio, Arthur Greenslade e Gee-Men, Viscounts, Rolling Stones, Kenny Lynch, Clinton Ford, Susan Maughan e Vernons Girls. Ou seja, os Stones eram a oitava banda do fest. Nem de longe gozavam da relevância que teriam no futuro, mas marcaram presença. Mesmo assim, Paul McCartney viu a grandeza do som de Mick Jagger, Keith Richards e cia. Em entrevista à revista Mojo, ele falou: “De pé naqueles degraus atrás do Albert Hall com as nossas roupas novas, calças sociais e a gola dobrada, vi os Stones lá em cima e soube que eles seriam grandes. Nos sentíamos como deuses”. Apesar de ter apenas uma edição, The Great Pop Prom foi um marco para a história da música e da arte. Como dito, foi a primeira e uma das poucas vezes em que os gigantes dividiram o palco. Via: RockBizz

Jimmy Page e The Black Crowes lançam curta-metragem de álbum ao vivo
Notícias Jimmy Page e a banda norte-americana The Black Crowes, lançam curta-metragem do álbum Live At The Greek em comemoração ao 25° aniversário de lançamento. O show de parceria dos artistas ocorreu no Greek Theatre em Los Angeles em 1999. O intitulado The Making Of Jimmy Page & The Black Crowes Live At The Greek , disponível no YouTube, narra os bastidores da apresentação. Além disso, o curta terá imagens exclusivas, entrevistas e a essência do companheirismo entre os músicos que fizeram desse show um marco na música. O filme conta com a direção de Barbara McDonough e edição de Rick Ballard. Assista ao curta-metragem no link abaixo: Jimmy Page e The Black Crowes relançam álbum O Live At The Greek edição de 25 anos foi relançado dia 14 de março de 2025 em versões em box com 3 Cds ou 6 LPs. Mais 16 faixas foram introduzidas e acompanha também gravações da passagem de som dos shows, vídeos e fotos. Portanto, o relançamento tem 36 músicas que mesclam clássicos do Led Zeppelin e do The Black Crowes além da fusão do blues e rock. Desse modo, o álbum remasterizado por Kevin Shirley está disponível também nas plataformas digitais. LEIA TAMBÉM: Jimmy Page comenta eventual nova reunião do Led Zeppelin Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Best of Blues and Rock 2025: Deep Purple encerra festival com show atemporal
O quarto e último dia do Best of Blues and Rock 2025 aconteceu no último domingo, 15, na cidade de São Paulo. A tarde fria não intimidou o público, que compareceu para presenciar rock ’n’ roll de todas as idades. Abrindo a tarde, Hurricanes chegou com todo entusiasmo mostrando seu repertório que passeia entre o rock clássico e blues – foi uma das melhores escolhas do festival. O quarteto fez jus à proposta do Best of Blues and Rock e apresentou canções dos seus dois álbuns: o autointitulado, de 2023, e Back to the Basement, de 2024. Uma banda formada por jovens, em pleno 2025, que entregam um som retrô com visual totalmente vintage, uma viagem no tempo maravilhosa. Era nítida a emoção dos integrantes que pela primeira vez subiram no palco de um grande festival, abrindo para a banda que mais influenciou seu som: Deep Purple. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista Leo Mayer comentou a oportunidade: “A gente tá super animado e ainda incrédulos que isso vai acontecer porque realmente é uma das nossas grandes referências. Ainda não estamos acreditando muito que isso vai acontecer, ver eles de perto assim. Vai ser incrível, com certeza”. E sim, foi incrível. Logo depois, Judith Hill subiu no palco pela primeira vez no Brasil para mostrar sua potência vocal que a fez trabalhar com os dois maiores nomes da música: Michael Jackson e Prince. A cantora e compositora americana de Los Angeles entregou uma performance ao vivo que combinou sua poderosa proeza vocal e musicalidade com influências de funk, soul e rock. A capacidade de se conectar com o público foi o destaque da apresentação, com um palco simples, performance intimista e canções emocionantes. Show atemporal do Deep Purple As estrelas da noite subiram ao palco pontualmente – bem britânicos. Deep Purple retornou ao Brasil para show único no festival Best of Blues and Rock a menos de um ano de sua última apresentação no país, quando tocou em São Paulo e no Rock in Rio em setembro de 2024. Com ingressos esgotados, a clássica banda de rock provou mais uma vez que é eterna e mesmo em um curto período de tempo entre seu último show, conseguiu levar uma multidão de fãs de todas as idades que não se cansam de ver ao vivo o que podemos chamar de aula. Deep Purple tem mais de 50 anos de carreira e um ritmo de shows imparável. Formada por quatro integrantes com mais de 75 anos, Ian Gillan na voz, Ian Paice na bateria Roger Glover no baixo e Don Airey nos teclados – e o jovem Simon McBride na guitarra – o grupo provou que ainda pode aguentar muitos shows pela frente e que ainda lotariam uma plateia se retornassem no próximo ano. A banda segue promovendo o último lançamento, =1 (2024), mas não deixa de fora os clássicos que todos esperavam assistir. Eles abrem o show com a pedrada “Highway Star”e mesclam bem os hits da carreira, como as esperadas ”Smoke on the Water”, “Black Night” e “Hush” – esse último, cover do Billy Joe Royal, imortalizada no álbum de estreia do Deep Purple. Deep Purple não precisa de muito. A banda entrega um show simples, onde cada músico domina sua função, e fazem isso como se estivessem no auge da juventude. O show é praticamente o mesmo do ano passado, mas isso não é motivo para não presenciar a energia de uma das maiores bandas de rock em atividade. Best of Blues and Rock 2025 fechou sua 12° edição mostrando que ainda tem uma longevidade pela frente. Soube dosar seu lineup de um jeito único, recriando um projeto já existente e acrescentando algo a mais que tornou o festival gigante e inovador. Dando espaço para bandas nacionais, estilos diferentes, artistas de diversas idades e experiências, Best of Blues and Rock se consolidou como um festival de destaque no Brasil. Confira as fotos de Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: O show mais esperado do Best of Blues and Rock: Alice Cooper e seu carnaval de horrores Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Bob Dylan narra trailer de novo álbum de Machine Gun Kelly
Bob Dylan narra trailer de Lost Americana, novo álbum do rapper norte-americano Machine Gun Kelly. Sétimo disco do cantor está com lançamento marcado para 8 de agosto de 2025. Portanto, ao iniciar o vídeo, ouvimos a voz de Dylan dizer (transcrito via Loudwire): “Lost Americana é uma escavação pessoal do sonho americano — uma jornada para encontrar o que foi perdido. Este álbum é uma carta de amor para aqueles que buscam redescobrir, os sonhadores, os errantes, os corrompidos.” “É um mapa sonoro de lugares esquecidos, uma homenagem ao espírito de reinvenção e uma busca para resgatar a essência da liberdade americana” Então o cantor continua o vídeo falando: “Dos restaurantes neon dourados ao ronco das motocicletas, esta é uma música que celebra a beleza encontrada nos espaços intermediários, onde o passado é reinventado e o futuro é forjado em seus próprios termos”. Confira o trailer do álbum Lost Americana: Bob Dylan menciona MGK Sobretudo, apesar da diferença nos estilos musicais de ambos os artistas, postagens em suas redes sociais indicam a admiração mutua. Dylan publicou em fevereiro de 2025 em seu Instagram, um vídeo de MGK em apresentação que ocorreu em 2016. Em seguida, o rapper lisonjeado respondeu: “Simplesmente o criador de fazer tudo o oposto do que as pessoas queriam que ele fizesse, postando aleatoriamente um vídeo meu fazendo rap em uma loja de discos. Eu fiquei tipo: ‘Que porra é essa?’ Confie nos sinais, cara. Foi muito legal. Sou muito grato.” Ainda, em contrapartida, e em decorrência do novo trabalho, o rapper divulgou em seus stories a foto de Bob com a legenda “lost americana the album. 8-8 trailer narrado por…”. LEIA TAMBÉM: Bob Dylan toca “All Along the Watchtower” com Billy Strings em apresentação emocionante Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

‘The Queen Is Dead’: Relembre disco do The Smiths considerado um dos melhores do rock
Morrissey retorna ao Brasil em novembro para show único em São Paulo – ingressos à venda. O ex-vocalista do The Smiths celebra nesta segunda-feira, 16 de junho, os 39 anos de sua maior obra prima, o álbum The Queen is Dead, de 1986. Eleito pela NME o melhor álbum de todos os tempos, permaneceu 22 semanas na parada de álbuns do Reino Unido, chegando ao segundo lugar e ganhou certificado de ouro pela RIAA. Além disso, conta com alguns dos maiores sucessos de toda carreira do The Smiths: “Bigmouth Strikes Again”, “There Is A Light That Never Goes Out” e “The Boy With the Thorn In His Side”. Relembre alguns pontos curiosos de The Queen is Dead, um dos maiores discos de toda história do rock: A música mais ouvida após morte da rainha Elizabeth II Após a confirmação da morte da rainha Elizabeth II em 8 de setembro de 2022, canções sobre a monarquia britânica cresceram muito nos streamings. A faixa-título do disco foi a mais acessada, com crescimento foi de 1.689%. “The Queen is Dead” saiu da média de 6 mil reproduções nos Estados Unidos para 114 mil em apenas um dia, segundo dados da Billboard [via NME]. Brigas entre Morrissey e Johnny Marr O álbum foi produzido por Morrissey e Johnny Marr, mas também marcou uma época onde as brigas entre eles só cresciam. Após o lançamento de The Queen is Dead, o clima de discussão se intensificou. No ano seguinte, Marr deixou a banda, após o lançamento de Strangeways, Here We Come. Anos depois, Morrissey decidiu separar o resto da banda para seguir em carreira solo. Atualmente, Morrissey disse [via NME], que havia concordado com uma “lucrativa” turnê com os Smiths em 2025 – mas alegou que Marr “ignorou” a oferta. Críticas à realeza britânica nos Anos 80 Nitidamente, o nome do disco é uma crítica cruel e irônica à monarquia britânica e à sociedade da época. A letra de “The Queen is Dead”, escrita por Morrissey, questiona a relevância da monarquia, a alienação social e o fascínio da mídia pela família real. Após anos, a crítica continua atual, mostrando suas letras inteligentes, sarcásticas com sonoridade agressiva. Segundo Morrissey, todavia, a ideia nunca foi atacar a monarquia. Segundo a revista Far Out Magazine, o vocalista disse na época do lançamento da faixa [via Rolling Stone]: “A própria ideia da monarquia e da Rainha da Inglaterra estão sendo reforçadas e criadas para parecerem mais úteis do que realmente são”. LEIA TAMBÉM: Morrissey no Brasil: Vendas abertas para show único em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal