Entrevistas

Raimundos será o open act do Guns N’ Roses durante tour brasileira
O Raimundos será o open act do Guns N’ Roses durante tour brasileira! A turnê dos gringos, que leva o nome de Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things, terá cinco datas em nosso país. A saga do GN’R e Raimundos terá o seguinte itinerário: dia 21 de outubro em Florianópolis (Área Externa da Arena Opus), dia 25 de outubro em São Paulo (Allianz Parque), dia 28 de outubro em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), dia 31 de outubro em Cuiabá (Arena Pantanal) e dia 02 de novembro, em Brasília (Arena BRB). Unindo o hardcore à sonoridade nordestina e letras irreverentes, a banda brasiliense leva ao palco a mesma intensidade que a consagrou um dos maiores nomes do rock nacional. No repertório, hinos como Puteiro em João Pessoa, Eu Quero Ver o Oco, Mulher de Fases, entre outros, além do mais recente single, Maria Bonita. O álbum de estreia, que saiu em 1994, trouxe hits instantâneos como Puteiro em João Pessoa e Selim, que ajudaram a moldar o cenário do rock nacional nos anos 1990. Ao longo da carreira, o grupo ainda lançou discos icônicos como Lavô Tá Novo (1995) e Só no Forévis (1999). A formação atual do Raimundos conta com Digão (vocal e guitarra), Marquim (guitarra e backing vocals), Caio (bateria) e Jean Moura (baixo e backing vocals). Via: RockBizz

David Coverdale abre o coração sobre o ex-chefe Ritchie Blackmore: “Intimidador”
O Deep Purple, por volta de 1973, entrou de corpo e alma em sua terceira encarnação, que foi bancada por David Coverdale (vocal), Ritchie Blackmore (guitarra), Jon Lord (teclado), Glenn Hughes (baixo e vocal) e Ian Paice (bateria). O time deu vida a álbuns poderosos como Burn (1974), Stormbringer (1974) e Come Taste the Band (1975). A união entre os caras foi breve, de certa maneira, mas foi bastante impactante para a cena rock n’ roll como um todo. Batendo um papo com o pessoal da revista Outlaw Magazine, David Coverdale abriu o coração sobre o ex-chefe Ritchie Blackmore. “Ele era muito intimidador”, disparou o vocalista. “À medida que comecei a me envolver cada vez mais com a banda, percebi que todos se sentiam intimidados por ele”. Coverdale, contudo, acabou arrefecendo o assunto afirmando que o guitar hero o acolheu bem e o ensinou muitas coisas sobre o mercado musical. “Ritchie me acolheu inicialmente e eu me tornei seu discípulo voluntário. Eu aprendi muito com ele! Aprendi muito com Jon Lord, que foi outro mentor incrível para mim. Ele era muito mais sociável do que Ritchie”. Após o desfazimento da MK III, do Deep Purple, David Coverdale abriu um novo capítulo em sua carreira, que foi o mega bem-sucedido Whitesnake. O resto é, como dizem, história. Via: RockBizz

Jon Bon Jovi fala sobre o casamento de seu filho com a atriz Millie Bobby Brown e sobre o bebê do casal
O rock star Jon Bon Jovi, 63, falou sobre o casamento de seu filho Jake Bongiovi, 23, com a atriz Millie Bobby Brown, 21, e sobre o bebê do casal. A estrela de cinema, que fez fama com filmes como Stranger Things e Enola Holmes, se casou com o terceiro filho do roqueiro em 2024. Em entrevista à apresentadora Bunnie XO, Jon disse: “Eles se casaram muito jovens, mas nós abençoamos porque entendemos. Eles são meio maduros para a idade. Ela vem de uma família em que os pais dela ainda estão juntos e se casaram muito jovens. Ela e Jake se apaixonaram e nós apoiamos. Está dando muito certo”. Já sobre a ideia de ser avô e a decisão do casal de adotar uma criança, o artista comentou: “É uma loucura, mas é ótimo. Maravilhoso! Eles adotaram uma menina, nós conhecemos a bebê, obviamente. Imediatamente ela se torna sua neta, entende o que quero dizer? Ela é linda e quero ver fotos dela toda hora. Eu já sou aquele cara chato que pede foto toda hora”. E por falar no relacionamento de Jake e Millie, eles completaram um ano de casório ontem, dia 21 de setembro. Pelas redes sociais, Brown escreveu: “Um ano de casamento! Adoro ser sua esposa”. Veja a postagem da atriz com uma foto da cerimônia de casamento. Via: RockBizz

Max e Iggor Cavalera, ex-Sepultura, fazem show só com sons do Chaos A.D. nos Estados Unidos
Max e Iggor Cavalera, ex-Sepultura, fizeram show só com sons do Chaos A.D. nos Estados Unidos. O concerto rolou no último sábado, dia 20 de setembro, no Hersheypark Stadium em Hershey, Pensilvânia. Os brasileiros estavam abrindo para o Slayer e tocaram para mais de trinta mil fãs. Os irmãos atacaram com Refuse/Resist, Slave New World, Nomad, Amen, Propaganda, We Who Are Not As Others, Biotech Is Godzilla, Symptom Of The Universe (cover do Black Sabbath) e Territory. Para a apresentação, Max e Iggor tiveram o apoio de Igor Amadeus Cavalera (baixo – filho de Max) e Travis Stone (guitarra). Assista o show na íntegra no player abaixo: Pelas mídias sociais, os músicos também agradeceram o carinho do público e compartilharam duas fotos do show. Confira: A banda seguirá em turnê até meados de outubro pelos Estados Unidos. O giro terá o apoio do Fear Factory e Byzantine na maioria dos espetáculos. Alguns shows serão ao lado do Lamb Of God e Genocide Pact. Saiba o passo a passo do grupo aqui. Via: RockBizz

Rammstein vai lançar todos os seus 33 singles em box de vinil luxuoso
O Rammstein vai lançar todos os seus 33 singles em box de vinil luxuoso! O material, que tem o lançamento previsto para o dia 14 de novembro, sairá em vinil de 7 polegadas, com áudio remasterizado. Outro detalhe bacana sobre o box é o fato de ser feito de madeira e de forma artesanal, portanto, perfeito para quem curte um produto e colecionável sofisticado. Em seu canal oficial no YouTube, o Rammstein liberou um teaser para promover a caixa. Veja: Track listing de Rammstein XXXIII: Vinil ILado A – Du Riechst So GutLado B – Du Riechst So Gut Vinil IILado A – SeemannLado B – Der Meister Vinil IIILado A – EngelLado B – Wilder Wein Vinil IVLado A – Du HastLado B – Du Hast (Remix by Jacob Hellner) Vinil VLado A – Das ModellLado B – Kokain Vinil VILado A – Du Riechst So Gut ’98Lado B – Du Riechst So Gut ’98 (Remix by Faith No More) 01:58 Vinil VIILado A – StrippedLado B – Stripped (Heavy Mental Mix by Charlie Clouser) Vinil VIIILado A – Asche Zu AscheLado B – Wollt Ihr Das Bett In Flammen Sehen? (Live) Vinil IXLado A – SonneLado B – Sonne (Clawfinger K.O. Remix) Vinil XLado A – Links 2 3 4Lado B – Halleluja Vinil XILado A – Ich WillLado B – Ich “Will (Paul van Dyk Mix) Vinil XIILado A – Mutter (Radio Edit)Lado B – 5/4 Vinil XIIILado A – Feuer Frei!Lado B – Feuer Frei! (Rammstein vs. Junkie XL Remix) Vinil XIVLado A – Mein TeilLado B – Mein Teil” (You Are What You Eat Edit Remix by Pet Shop Boys) Vinil XVLado A – AmerikaLado B – Amerika (Western-Remix by Olsen Involtini) Vinil XVILado A – Ohne DichLado B – Ohne Dich (Mina Harker’s Version, Remix by Laibach) Vinil XVIILado A – Keine LustLado B – Keine Lust (Black Strobe Remix) Vinil XVIIILado A – BenzinLado B – Benzin (Combustion Remix by Meshuggah) Vinil XIXLado A – RosenrotLado B – Rosenrot (Northern Lite Remix) Vinil XXLado A – Mann Gegen MannLado B – Mann Gegen Mann (Mix by Vince Clarke) Vinil XXILado A – PussyLado B – Rammlied Vinil XXIILado A – Ich Tu Dir WehLado B – Pussy (“Lick It” Remix by Scooter) Vinil XXIIILado A – HaifischLado B – Haifisch (Remix by Hurts) Vinil XXIVLado A – Mein LandLado B – Vergiss Uns Nicht Vinil XXVLado A – Mein Herz BrenntLado B – Gib Mir Deine Augen Vinil XXVILado A – DeutschlandLado B – Deutschland (RMX by Richard Z. Kruspe) Vinil XXVIILado A // “Radio” (Single Version) 04:37Lado B // “Radio” (RMX by twocolors) 05:00 Vinil XXVIIILado A – AusländerLado B – Ausländer” (RMX by R3HAB) Vinil XXIXLado A – ZeitLado B – Zeit (RMX by Ólafur Arnalds) Vinil XXXLado A – Zick ZackLado B – Zick Zack (RMX by Boys Noize) Vinil XXXILado A – AngstLado B – Angst (RMX by twocolors) Vinil XXXIILado A – Dicke TittenLado B – Dicke Titten (LaBrassBanda Version) Vinil XXXIIILado A – AdieuLado B – Adieu (RMX by Richard Z. Kruspe) Via: RockBizz

Bruce Dickinson abomina uso de celular nos shows do Iron Maiden: “Fico triste e puto”
Bruce Dickinson abomina o uso de celular nos shows do Iron Maiden! O inglês é um ferrenho crítico ao uso dos aparelhos e já pediu aos fãs que parem de filmar as apresentações da banda e vivam o momento do concerto junto com o grupo. Durante entrevista ao podcast Appetite For Distortion, Bruce lamentou o fato de que muitas pessoas estão com o foco em registrar suas vidas em seus celulares para revivê-las mais tarde, receber curtidas de outras pessoas e ter seguidores. “Eu queria que a câmera desses celulares nunca tivesse sido inventada. Mas ela foi inventada. Agora é uma espécie de infestação. Eu assim que eu descrevo a situação! É como uma doença terrível, que as pessoas sintam a necessidade de olhar o mundo através desse pequeno dispositivo idiota. É uma falha da humanidade! Você está entregando seus sentidos completamente com esse pequeno fascista em sua mão. Largue-o, coloque-o no bolso e olhe ao seu redor. Olhe para as pessoas, olhe para a alegria, olhe para a banda, sinta a emoção e sinta a música. O telefone corta tudo isso. Eu me sinto triste e puto, porque, como artista, eu quero me apresentar para um público de pessoas que tenham algum feedback emocional e não para um bando de idiotas Android”. Para a Run For Your Lives World Tour, o Iron Maiden pediu que os fãs não filmassem os shows e focassem a atenção na apresentação. Em certa medida o pedido da banda teve o apoio do público, que pouco sacava o “pequeno fascista” do bolso. Via: RockBizz

Kneecap detona Donald Trump e pede divulgação dos arquivos de Epstein durante show na Wembley Arena
O trio irlandês Kneecap detonou Donald Trump e pediu a divulgação dos arquivos de Epstein durante show na Wembley Arena, Inglaterra. O episódio aconteceu na última quinta-feira, dia 18 de setembro, em promoção ao mais novo álbum do grupo, Fine Art, de 2024. De acordo com a emissora pública irlandesa RTÉ, o Kneecap exibiu a seguinte mensagem nos telões antes de subir ao palco: “Keir Starmer [primeiro-ministro do Reino Unido] recebeu Isaac Herzog [presidente de Israel] nesta cidade como um rei na semana passada. Hoje, Trump está aqui, o homem que permite massacre”. O massacre que o grupo se refere é a ação de Israel contra o povo palestino. A guerra começou no dia 07 de setembro de 2023 e já vitimou milhares de civis. Durante o show, os músicos falaram: “Donald Trump está na porra da Inglaterra? Pelo amor de Deus! Liberem os arquivos”, em clara referência ao pedófilo Jeffrey Epstein, morto em 2019. Trump era figura presente nas “festas” de Epstein, as quais aconteciam os abusos sexuais de menores de idade. Os arquivos ou a lista de Epstein a qual os músicos do Keecap se referiram se trata de um suposto documento em que expõe os nomes de pessoas envolvidas nos escândalos sexuais. Essa lista nunca foi oficialmente confirmada. De volta ao concerto, Mo Chara ainda comandou gritos contra a burguesia inglesa: “Foda-se a família real e foda-se Keir Starmer”. O público aderiu imediatamente ao clamor da banda e gritou contra os políticos. Kneecap vem dando muito o que falar por conta de sua posição contundente dentro e fora dos palcos, a qual se opõe a políticos de extrema-direita como Donald Trump. O grupo já teve shows cancelados devido as suas posições politicas, mas nem pensam em pisar no freio. Wembley thank you. England, Scotland and Wales we will see you in November. The whole tour is SOLD OUT And we’re buzzing to announce that Miss Kaninna is joining us on support. pic.twitter.com/BrXN8NSBEm — KNEECAP (@KNEECAPCEOL) September 19, 2025 Via: RockBizz

D.R.I. e Ratos de Porão vão sacudir São Paulo em março de 2026
D.R.I. e Ratos de Porão vão sacudir São Paulo em março de 2026! Os shows, que vão rolar no palco do Cine Joia, será uma celebração aos 40 anos de trajetória de ambas as bandas. Imflawed (groove/thrash metal) e Questions (hardcore) farão a abertura do evento no Cine Joia. A turnê também passará no dia 17 de março de 2026 em Porto Alegre (apenas o D.R.I.), no Ocidente, e seguirá dia 19/03 para Curitiba, no Tork n’ Roll. No dia 20/03 será a vez do Rio de Janeiro, no Circo Voador, além do dia 21/03 em Belo Horizonte no Mister Rock. Os ‘imbecis sujos e podres’ voltarão ao Brasil com um setlist robusto, repleto de clássicos forjados em 41 anos de banda. O D.R.I. nasceu como uma banda de garagem no Texas em 1982 tocando hardcore punk veloz e agressivo, inspirado em bandas como Black Flag e Minor Threat. O primeiro lançamento data de 1983, a demo Dirty Rotten EP, com 22 músicas em apenas 18 minutos. O material depois foi relançado como Dirty Rotten LP, um dos discos mais rápidos e intensos da época, e aqui já aparecem riffs mais pesados, aproximando o hardcore do thrash metal. A marca registrada do D.R.I, a amálgama do hardcore com o metal, foi cravada de vez em 1985, quando a banda se muda para São Francisco, na Bay Area, o berço do thrash metal. O álbum Dealing With It! marcou a guinada: ainda punk, mas com guitarras mais pesadas e estruturas complexas. E o auge e sucesso deste estilo é com o álbum Thrash Zone (1989), considerado o mais popular do D.R.I., com faixas tocadas por diversas edições e por anos na MTV Headbangers Ball. A formação recente inclui o membro fundador Kurt Brecht (vocal), Spike Cassidy, o único guitarrista da banda em toda a discografia, Greg Orr (baixo) e Danny Walker (bateria – Exhumed, Intronaut e Jesu). Ratos de Porão O Ratos de Porão é incansável, segue em turnê pelo Brasil e América Latina e sua relação com o crossover é histórica, considerado o maior representante latino-americano do estilo. A banda foi formada um ano antes do D.R.I., em novembro de 1981, durante a explosão do movimento punk paulista. Seu primeiro disco, Crucificados pelo Sistema, saiu em 1984 e tinha músicas que se tornaram hits instantâneos como a própria Crucificados, Agressão Repressão e Morrer. A partir da segunda metade dos anos 1980, influenciados por bandas como D.R.I., Suicidal Tendencies e Corrosion of Conformity, o Ratos começou a incorporar riffs pesados, solos e a pegada do thrash metal. Isso ficou cristalizado em álbuns como Descanse em Paz (1986), Brasil (1989), já completamente crossover, com produção internacional e letras de impacto social, e Anarkophobia (1991), gravado em Berlim, é um dos discos de crossover mais respeitados no mundo. SERVIÇOD.R.I. e Ratos de Porão em São PauloData: 22 março de 2026 (domingo)Horário: 17h (abertura da casa)Local: Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SP)Ingresso: fastix.com.br. Via: RockBizz

Greyson Nekrutman faz “medley impossível” com sons do Rush, Led Zeppelin, Van Halen e mais
O baterista do Sepultura, Greyson Nekrutman, fez um “medley impossível” com sons do Rush, Led Zeppelin, Van Halen e mais. O vídeo foi feito nas dependências do canal Drumeo, que é uma das maiores plataformas online de ensino do instrumento percussivo. Na legenda da postagem, a empresa escreveu: “Assista Greyson Nekrutman executar um medley de algumas das partes de bateria mais desafiadoras já gravadas”. Veja: É importante relembrar que Nekrutman chegou como a salvação da lavoura, uma vez que Eloy Casagrande deixou os companheiros às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour para se juntar ao Slipknot. O jovem Greyson Nekrutman, 23 anos, nasceu em Nova Iorque, Estados Unidos. O rapaz tem experiência em diversos estilos como jazz, rock n’ roll e heavy metal, o que lhe favorece uma gama ampla de técnica para dar vida a sua arte. Via: RockBizz

Biohazard compartilha visualizer da nova faixa Death Of Me
O Biohazard compartilhou o visualizer da nova faixa Death Of Me para promover o vindouro disco Divided We Fall, que sairá no dia 17 de outubro pelo selo BLKIIBLK. Vale dizer que Death Of Me chegou na esteira dos outros três singles: Forsaken, F**k the System e Eyes On Six. O Danny Schuler comentou: “Death Of Me é uma das minhas favoritas! Para mim, essa música personifica a frustração, a falta de comunicação e a intolerância com as quais às vezes lidamos em nossas vidas. Essa música é um sucesso em andamento médio para quem sente que a vida é uma batalha sem fim contra tudo e todos. Nunca desista”. As gravações do disco ocorreram no Shorefire Recording Studios em Long Branch, Nova Jérsei, e no The Hydeaway em Van Nuys, Califórnia. A engenharia de som ficou nas mãos de Joseph DeMaio e Matt Hyde. Já a produção do álbum ficou sob a tutela de Phil Caivano. Track listing de Divided We Fall: 01. F**k The System02. Forsaken03. Eyes On Six04. Death of Me05. Word To The Wise06. Fight To Be Free07. War Inside Me08. S.I.T.F.O.A.09. Tear Down The Walls10. I Will Overcome11. Warriors Via: RockBizz

Supergrupo Cemetery Skyline fará show único no Brasil na próxima terça-feira (16)
Cemetary Skyline, um supergrupo formado por integrantes do Dark Tranquility, Sentenced, Amorphis, Dimmu Borgir, entre outras bandas do primeiro escalão da música pesada mundial, fará sua estreia no Brasil na próxima terça-feira, dia 16 de setembro. O único show no país acontece em São Paulo, no Hangar 110, às 20h30. Cemetary Skyline é cruzamento perfeito entre Type O Negative, Tiamat e Sister Of Mercy, vide o disco de estreia North Gothic, lançado em 2024 pela Century Media e com distribuição mundial via Sony Music. O time é formado por Mikael Stanne (vocal, Dark Tranquillity, The Halo Effect, Grand Cadaver), Markus Vanhala (guitarra, Insomnium, Omnium Gatherum, I Am The Night), Santeri Kallio (teclado, Amorphis), Victor Brandt (baixo, Dimmu Borgir, Witchery, ex-Entombed/Entombed A.D., ex-Firespawn e muitos mais) e Vesa Ranta (bateria, Sentenced, The Abbey). “Quem gostaria que a gente montasse uma nova banda de extreme metal? Bem, talvez alguém sim, mas não é esse o caso desta vez, porque há algo um pouco diferente na mesa…”. A frase contemplativa pertence ao guitarrista Markus Vanhala. “No passado, minhas bandas muitas vezes fizeram turnê com o Amorphis e o Dark Tranquillity, então acabei conhecendo bem o Santeri e o Mikael – e claro, o contrário também. E se você vai começar uma banda com influência gótica, não é um grande salto chegar ao Vesa ou ao Victor – e eles também são amigos de longa data”, diz Vanhala. Como nasceu a trilha sombria do Cemetery Skyline? “Talvez quatro ou cinco anos atrás, um dos músicos começou a me ‘estrangular’ – só de leve, claro – e insistiu: ‘Está na hora… de uma nova banda!’ A situação surgiu meio do nada, mas assim que percebi aonde esse caminho melancólico estava levando, balancei a cabeça em concordância.” “Com o Cemetary Skyline, estamos trilhando direções musicais antes inexploradas – aqueles becos mais escuros que guardamos com carinho no coração, mas que nunca tínhamos realmente percorrido. E estamos todos muito empolgados!” Uma das palavras-chave – goth – já foi mencionada. “Todos nós compartilhamos um amor profundo pelo goth rock dos anos 80 e 90 – seja o mais puxado para sintetizadores ou aquele mais pesado e dominado por guitarras. Você conhece bem a pegada das melhores bandas, de The Sisters of Mercy a Type O Negative”, descreve Santeri Kallio, que divide as composições com Vanhala. “Mas o Cemetary Skyline é uma banda gótica? Talvez em certa medida, mas certamente essa não é toda a história. Se você tiver que descrever de alguma forma a música diversa do Cemetary Skyline, faça-nos um favor e nos chame de embaixadores do rock melódico, melancólico e sombrio. Obrigado.” “Pense em uma banda como o Faith No More… o Cemetary Skyline não soa nada como eles, mas também não dava para categorizá-los exatamente. Eu gostaria de pensar o mesmo sobre nós”, acrescenta Vanhala. Não há necessidade de discutir um ponto: o conteúdo das letras da banda é escavado profundamente na atmosfera gótica sombria. O conceito lírico escrito por Stanne – pela primeira vez em sua distinta carreira, Mikael usa um estilo de canto limpo e elegante em todo o álbum – mergulha irresistivelmente no mundo paradoxal da “solidão nórdica”. “As letras estão profundamente enraizadas na vida solitária autoescolhida dos povos nórdicos, em seu comportamento antissocial e no senso de humor sombrio… Ao escrever as letras, aproveitei essa característica nossa, que você poderia chamar de estilo de vida gótico escandinavo”, diz Stanne. SERVIÇO: Cemetery Skyline em São PauloData: 16 de setembro de 2025Horário: 19h (abertura da casa) | Show: 20h30Local: Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro – São Paulo, SP)Ingressos: www.clubedoingresso.com/evento/cemeteryskyline Via: RockBizz

Mötley Crüe festeja seus 40 anos de carreira com a coletânea From The Beginning
O Mötley Crüe está festejando seus 40 anos de carreira com a coletânea From The Beginning. O disco reúne hits do hard rock que moldaram gerações, desde o primeiro single Live Wire até o recente sucesso, Dogs Of War. Entre os destaques estão hinos como Kickstart My Heart, Dr. Feelgood, Girls, Girls, Girls e Shout at the Devil. O lançamento também traz uma versão inédita de Home Sweet Home, em dueto com a estrela Dolly Parton. A regravação, que ganhou até um clipe, contabiliza milhões de streams, além disso, ela alcançou o primeiro lugar da Classic Rock Songs da Mediabase. Confira: Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, 10 bilhões de streams e turnês esgotadas em estádios pelo mundo, o Mötley Crüe segue ampliando sua história. Além da coletânea, a banda inicia uma nova residência em Las Vegas, a terceira da carreira, reafirmando sua posição como pioneira no formato. Track listing de From The Beginning: “Live Wire”“Take Me To The Top”“Shout At The Devil”“Looks That Kill”“Too Young To Fall In Love”“Smokin’ In The Boys Room”“Home Sweet Home”“Girls, Girls, Girls”“Wild Side”“Dr. Feelgood”“Without You”“Kickstart My Heart”“Don’t Go Away Mad (Just Go Away)”“Same Ol’ Situation (S.O.S.)”“Primal Scream”“Afraid” (apenas em vinil)“Saints Of Los Angeles”“The Dirt (est. 1981)”“Dogs Of War”“Cancelled” (apenas em vinil)“Home Sweet Home” (com Dolly Parton) Via: RockBizz

Papa Roach mostra a performance ao vivo de Leave A Light On com a estrela country Carrie Underwood
O Papa Roach mostrou a performance ao vivo de Leave A Light On com a estrela country Carrie Underwood. O vídeo teve a sua gravação no dia 05 de abril deste ano no MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, Estados Unidos. No ano passado, Underwood se uniu ao Papa Roach para gravar uma nova versão da citada faixa de 2022. O som tem o objetivo de conscientizar sobre a prevenção do suicídio e a saúde mental. A nova versão da música saiu em agosto de 2024. “Sou uma grande fã do Jacoby Shaddix e do Papa Roach! Fiquei super honrada com o convite para gravar Leave A Light On com eles”, falou a cantora sertaneja. “É uma música linda, e a mensagem por trás dela, assim como a missão da banda de dar visibilidade à prevenção do suicídio e à conscientização sobre saúde mental, nunca foram tão importantes”. Veja a performance ao vivo de Leave A Light On com a estrela country Carrie Underwood aqui: Leave A Light On (Talk Away The Dark) faz parte do décimo álbum de estúdio do grupo, Ego Trip, cujo lançamento foi em abril de 2022. O teve a produção de Colin Brittain e Nick Furlong em parceria com a banda. Via: RockBizz

Ronnie Radke (Falling in Reverse) perde processo para crítico musical e prova que coleciona fracassos
Em agosto 2024, Ronnie Radke (Falling in Reverse) processou o crítico musical Anthony Fantano por conta de um vídeo em que o comunicador fez ponderações sobre o seu som e sobre a sua conduta no ambiente virtual. O vídeo que foi estopim da guerra se chama This Guy Sucks (veja abaixo). Na ação movida por Radke, a defesa argumentou que, ao não divulgar a resolução dos incidentes, Fantano “agiu com dolo premeditado e ou se envolveu em fraude, malícia e ou opressão”. Os advogados também alegaram que “o discurso verbal de quase oito minutos de Fantano sobre Radke, que o réu não conhece e nunca conheceu, ultrapassa os limites do comentário permitido e se estende ao âmbito da insinuação passível de ação judicial, boatos infundados e mentira descarada”. Mesmo assim, recentemente, o CEO do grupo Falling in Reverse perdeu tal processo para o crítico musical e provou que coleciona fracassos. Em novo vídeo, o YouTuber fez a cronologia dos acontecimentos e de toda a luta jurídica. Ele ainda mostrou que Ronnie começou processando o Anthony Fantano errado, um indivíduo da Califórnia. O verdadeiro desafeto do roqueirinho é do estado de Connecticut. Confira as explicações detalhadas de Anthony Fantano e o vídeo This Guy Sucks nos players abaixo: Ronnie é bastante conhecido como o vocalista que cancelou apresentação por conta de laptop roubado. Ele também tem fama de agredir e xingar fãs e mulheres. Além disso, o músico gosta de arrumar confusão com outros artistas como Sebastian Bach (ex-Skid Row) e Courtney LaPlante (Spiritbox) e personalidades da cena heavy metal como o radialista Eddie Trunk. E a coisa piora! Em 2006, Radke se envolveu em uma briga que resultou na morte de uma pessoa, embora não tenha sido ele quem a causou. O cantor conseguiu liberdade condicional, todavia, não andou na linha e voltou a ser preso em 2008. Ele ficou atrás das grades por mais de um ano. Via: RockBizz

Bruce Dickinson conta detalhes sobre seu tratamento de câncer: “Tive 33 sessões de radiação”
Em 2015, Bruce Dickinson (Iron Maiden) passou por um momento bastante delicado em sua vida pessoal: ele foi diagnosticado com um câncer na garganta. O cantor chegou a descrever como um “tumor do tamanho de uma bola de golfe na base da minha língua e um do tamanho de um morango na garganta. Dickinson passou por trinta e três sessões de radioterapia e foi submetido a nove semanas de quimioterapia ao mesmo tempo. Portanto, não foi fácil, não! Foi um período muito tenso e de muitas dores físicas e emocionais. Em conversa com a coach vocal Elizabeth Zharoff, do canal The Charismatic Voice, Bruce contou detalhes sobre seu tratamento de câncer. “Não houve cirurgia! Mas tive 33 sessões de radiação. Foram cinco sessões por semana durante seis semanas. O total que administraram foram duas doses de radiação ionizante por dia, o que é uma dose bem forte. Acho que 13 doses de radiação ionizante são uma dose letal de radiação para o corpo todo. Tive 66 doses de radiação ionizante em seis semanas e meia, todas na cabeça e no pescoço. Então, foi muita coisa. E, ao mesmo tempo, fiz nove semanas de quimioterapia, com cisplatina, que era para tornar a radiação mais eficaz contra o câncer. Foi um ciclo de três semanas! Eu aparecia a cada três semanas, ficava lá sentado por algumas horas e depois ia embora. Tudo isso foi feito em regime ambulatorial. Eu pegava o metrô, fazia a radiação e ia dar uma volta no parque”. Bruce também recordou os momentos mais tensos do tratamento. Ele disse: “As coisas ficaram estranhas por duas ou três semanas. Senti fadiga e todas as membranas mucosas da minha boca caíram. Perdi todo o paladar. Era como se a língua tivesse sido arrancada e os nervos ficaram expostos. Eles queriam colocar uma sonda de alimentação. Mas eu não quis. A maioria das pessoas têm muita dificuldade para se alimentar depois de quatro ou cinco semanas. Falei que eu ia comer e, caso não conseguisse, ia colocar a sonda. Eu não queria que as pessoas me cortassem! Não queria ficar no hospital! Porque se você está no hospital, você já está meio morto. Essa é a minha versão das coisas. Então fiz de tudo para comer sozinho e não ficar mais tempo no hospital. Foi uma abordagem bastante combativa. Além do mais, a sua recuperação é cinquenta por cento mental. Quis lutar dessa forma”. Via: RockBizz

Sebastian Bach se descabela, dá chilique, xinga e expulsa fã de show em Las Vegas
Sebastian Bach é um cara bacana e com muita carisma em cima do palco, contudo, quando fica bravinho, salve-se quem puder. No último domingo, dia 07 de setembro, durante o Chevy Metal, em Las Vegas, Bach se descabelou, deu chilique, xingou e expulsou fã do show. Em vídeo que circula nas redes sociais é possível ver Sebastian perdendo a linha. Ele disse: “Essa vagabunda, tirem ela daqui. Ela chegou enquanto eu estava conversando com minha esposa e disse: ‘Ei, Sebastian pode me dar um abraço’? Eu não sou um macaco. Tirem essa feiosa do cacete daqui. Ela é uma puta”. @laurie_rycher_rocker Sebastian Bach losing it at a show recently #sebastianbach ♬ original sound – Laurie rocker Rycher De acordo com uma fonte do tabloide TMZ, a mulher, que enfrentou a fúria de Bach, foi quem começou a briga, visto que ficou xingando e mostrando o dedo do meio ao artista. Até o momento Sebastian Bach não se pronunciou sobre o episódio. O histórico do canadense prova que ele não leva desaforo para casa. Há diversos registros de brigas com fãs, inclusive aqui no Brasil, nos anos 1990. Portanto, ao se dirigir ao rock star, todo cuidado é pouco. Via: RockBizz

Bruce Dickinson no The Town: Revelations ganha versão à capela e Flash Of The Blade é tocada pela primeira vez no Brasil
O heavy metal foi muito bem representado na segunda edição do The Town, pois contou com a presença do eterno air-raid siren, Bruce Dickinson. O cantor britânico, ao lado de Capital Inicial, CPM 22, Supla & Inocentes, Green Day, Bad Religion, Iggy Pop e Pitty, estão fazendo a festa no Dia do Rock nos palcos Skyline e The One. Para celebrar os quarenta anos de relação com o Brasil, o cantor fez uma versão à capela de Revelations, canção do Iron Maiden. É importante lembrar que a faixa está no quarto álbum da Donzela de Ferro, Piece Of Mind, de 1983, e foi inteiramente composta pelo vocalista. Revelations é importante para Dickinson, por assim dizer! Em 1985, na primeira edição do Rock in Rio, ele sofreu um acidente durante sua performance. O frontman impulsionou o braço de sua guitarra Ibanez azul-neon por cima da cabeça e abriu um corte na testa. O dodói sangrou muito e virou notícia em todos os jornais no dia seguinte ao concerto. Então, o cantor quis relembrar o episódio, que completou neste ano quatro décadas e marcou sua estreia no Brasil. Após a versão à capela de Revelations, Flash Of The Blade foi tocada pela primeira vez no Brasil. A faixa também é de autoria de Dickinson e está no quinto disco do Maiden, Powerslave, que saiu em 1984. Veja no player abaixo trecho das performances de Revelations e Flash Of The Blade no The Town: Via: RockBizz

Dave Grohl (Foo Fighters) será homenageado em baile de gala por trabalho voluntário com pessoas em situação de rua
O roqueiro Dave Grohl (Foo Fighters) será homenageado em baile de gala por trabalho voluntário com pessoas em situação de rua. O evento, que levará o nome de Hope in the City of Angels, vai acontecer no BMO Stadium, em 18 de outubro. É importante explicar que a cerimônia é uma iniciativa da Hope the Mission, que é uma entidade que visa prevenir, reduzir e eliminar a pobreza, a fome e a falta de moradia, oferecendo assistência imediata e soluções de longo prazo aos sem-teto. No ano de 2023, em Los Angeles, EUA, Dave, 56, preparou costelas, lombo de porco, peito bovino, salada de repolho e feijão para cerca de 450 pessoas em situação de rua e 50 funcionários de abrigos. Portanto, é por conta dessa ação social que o ex-baterista do Nirvana ganhará uma homenagem de baile de gala, com direto a tapete vermelho e toda pompa. Em nota, a Hope the Mission informou: “Uma das presenças mais respeitadas e prolíficas da música moderna, Dave Grohl tem sido igualmente apaixonado por seu serviço à comunidade local fora dos palcos. Sem alarde, Dave se voluntariou por dias seguidos, preparando e servindo refeições para pessoas em situação de rua e insegurança alimentar. Na gala deste ano, nós o homenagearemos por inspirar a defesa dos menos afortunados, assim como sua música trouxe esperança e consolo para fãs em todo o mundo”. Saiba aqui mais detalhes sobre o importante trabalho da instituição Hope the Mission e como ajudá-la a assistir mais pessoas. Via: RockBizz

Michael Kiske explica o lado espiritual das letras do Helloween: “Religiões escravizam”
O Helloween é uma potência do heavy metal alemão, cujo o DNA musical se caracteriza por canções melodiosas e pelo teor lírico positivo e festivo. Estas características se aplicam tanto nas baladas quanto nas canções rápidas. E no dia 29 de agosto, via o selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM), o conjunto lançou seu mais novo registro de estúdio, o décimo sétimo de sua carreira, que se chama Giants & Monsters e segue a mesma receita com sons melódicos e otimistas. Trocando uma ideia com o jornalista David E. Gehlke, do Blabbermouth, Michael Kiske destacou o lado espiritual das letras do Helloween e teor esperançoso das canções. Ele também enfatizou que isso não tem a ver com religiões. “Kai Hansen, lá no fundo, tem esse lado espiritual! Mas ele vive um estilo de vida completamente hedonista. Isso não é espiritualidade. Ele não sabe o que é. Ele acredita que sabe, mas quando você ouve as letras dele, elas eram idealistas como March Of Time”. Kiske continuou: “I’m Alive tem uma letra positiva. Mas March Of Time fala um pouco sobre a reencarnação. Ele tinha esse tipo de letra quando era mais jovem”. O cantor alemão complementou explicando como o conceito edificante e feliz permeou o novo disco, Giants & Monsters. “Todas as letras têm esse lado sobrenatural, espiritual. Não foi intencional! Todo mundo está meio interessado nisso. Talvez também seja o momento em que estamos. Tempos muito difíceis, em que você pensa em significados e talvez também ache necessário, como eu sempre pensei, construir uma base espiritual e não depender tanto da insanidade lá de fora. Não estou falando de religiões. Religiões escravizam você. Estou falando de espiritualidade, que te fortalece, que te dá uma conexão com Deus, ou como você queira chamar. Ela fortalece seu caráter e te torna independente e livre. O espírito te liberta e as religiões escravizam. Mas cada disco é sempre um reflexo do clima e do momento em que você está como banda”. Via: RockBizz

Green Day zomba de Will Smith por suposto vídeo de fãs gerado por IA
Pelas redes sociais, o Green Day zombou de Will Smith por suposto vídeo de fãs gerado por IA – Inteligência Artificial. O ator e cantor, que está na estrada promovendo a Based on a True Story Tour, publicou um vídeo em que agradece o carinho dos fãs do Reino Unido. Apesar da pretensão sincera em agradecer o apoio do público, os internautas trataram de apontar o uso de IA ao longo do vídeo. Algumas pessoas conseguiram perceber anomalias nas mãos e dedos dos fãs que aparecem no vídeo. Aproveitando o burburinho, o Green Day publicou imagens de sua plateia cantando o hit dos anos 1990, Basket Case. Na legenda da postagem, a banda escreveu: “Não precisamos de IA para nossa plateia”. Via: RockBizz

Glenn Hughes conta por que recusou convite para tocar com Ozzy Osbourne
No finalzinho dos anos 70, após demissão do Black Sabbath, Ozzy Osbourne passou um período “sabático” em um quarto de hotel enchendo a cara, tomando drogas e só esperando que a dona morte viesse puxar seu pé. Sharon Arden, que se tornaria a Senhora Osbourne tempos depois, foi a mão salvadora do cantor inglês. Ela o fez levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima com uma nova banda. Muitos músicos receberam o convite para participar da banda do comedor de morcego como o ex-Deep Purple, Glenn Hughes. Em conversa com o canal Metal Mayhem ROC, Glenn Hughes contou por que recusou convite para tocar com Ozzy Osbourne. “Conheço Ozzy e Geezer Butler, Tony Iommi e Bill Ward desde 1970. Eles decolaram naquele ano com Paranoid. Eu era muito amigo deles naquela época. Conheço esses caras há 55 anos. Então, quando perdemos alguém, nós, como público em geral, ficamos muito tristes. Ozzy era um dos meus amigos mais próximos, especialmente nos anos 70, quando morávamos perto um do outro. Ele passava muito tempo na minha casa e eu passava muito tempo na casa dele”. O músico continuou: “Ele queria que eu tocasse na banda dele em 1979, quando ele saiu do Sabbath. Naquela época, eu não queria voltar a tocar baixo e cantar como segundo vocalista, com todo respeito, porque eu amo muito o Ozzy. Eu só queria ser o Glenn Hughes que todos nós conhecemos agora, o baixista vocalista principal. Então, tive que recusar. Mas, durante todos esses anos, Ozzy foi muito, muito próximo de mim”. “Ozzy era um dos caras mais genuínos que você poderia conhecer. Ele era um ser humano genuíno, amoroso e gentil”, finalizou Glenn em tom enfático. Via: RockBizz

Fabio Lione conta como Joey DeMaio (Manowar) prejudicou a carreira do Rhapsody
Na cena artística, principalmente na musical, é muito fácil se deparar com casos de contratos mal intencionados, empresários com objetivos obscuros e muito malabarismo semântico para fins danosos contra os músicos. No metal, o Black Sabbath comeu o pão que o diabo amassou com o bandido Patrick Meehan. Há muitas outras vítimas de gerenciamento ruim como The Who, Queen e Creedence Clearwater Revival. E quem sofreu bastante com isso foi o Rhapsody, quando começou a trabalhar com Joey DeMaio, líder do Manowar. Em conversa com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, o cantor Fabio Lione contou como Joey DeMaio prejudicou a carreira do Rhapsody. “Triumph or Agony saiu em um período complicado para a banda. Luca Turilli e Alex Staropoli assinaram um contrato com a empresa do baixista do Manowar, que foi empresário da banda por quatro anos. Foi muito legal trabalhar com ele! Fizemos coisas incríveis, mas, depois de um tempo, foi ruim”. Lione continuou: “A banda conseguiu tocar somente vinte e cinco shows em quatro anos, e abrindo para o Manowar. Ele recusou festivais, turnês e um monte de coisas. Em quatro anos, a banda tocou somente vinte e cinco shows com o Manowar. Quando os festivais chamava o Rhapsody, ele falava não. Ou pegava o Manowar e o Rhapsody, ou seja, o pacote, ou nada. Então, perdemos um monte de [oportunidades]. Isso começou a gerar muitas discussões e problemas”. “Além disso, a banda chegou a ter problemas legais com ele. E ninguém aguentava mais. Eu fui constrangido a assinar um contrato diferente, porque ele queria uma exclusividade. Foi por isso que eu deixei o Vision Divine”, finalizou Fabio. Confira a fala completa de Fabio Lione aqui: Via: RockBizz

Filha secreta de Freddie Mercury diz que líder do Queen era bissexual, não gay
Freddie Mercury, o lendário vocalista do Queen, continua a inspirar debates décadas após sua morte. Agora, novos comentários de sua filha secreta, conhecida publicamente como “B”, estão reacendendo as conversas sobre como o ícone do rock via sua própria sexualidade. Em uma entrevista divulgada pelo Daily Mail, “B” falou sobre a perspectiva pessoal de Mercury, desafiando a narrativa de longa data de que ele se identificava exclusivamente como gay. De acordo com “B”, as próprias palavras e anotações pessoais de Mercury revelam uma autocompreensão muito mais complexa do que o público frequentemente supõe. “Ele se considerava não gay, mas bissexual”, explicou ela. “Ele disse isso com suas próprias palavras e confirmou com sua própria caligrafia”. Embora os relacionamentos do cantor com homens fossem amplamente divulgados, ele também manteve conexões significativas com mulheres – principalmente com Mary Austin, frequentemente chamada de sua confidente de longa data e “esposa em união estável”. “B” foi além, argumentando que Mercury teria se oposto veementemente a ser enquadrado em qualquer categoria de identidade, particularmente uma que definisse todo o seu legado. “Aqueles que buscam rotular Freddie como ‘gay’ ou ‘hétero’ estão negando metade de seus verdadeiros sentimentos, emoções e necessidades”, disse ela. “Como ele teria odiado isso. Acima de tudo, ele teria detestado ter sido escalado como um ícone gay global”. Seja bissexual, gay ou simplesmente indefinido, o legado de Freddie Mercury continua sendo de uma arte incomparável. Sua voz, suas composições e performances eletrizantes com o Queen revolucionaram o rock, deixando um impacto que transcende rótulos pessoais. Via: RockBizz

Prefeito de Albuquerque presenteia Bruce Dickinson com a chave da cidade
Tim Keller, prefeito de Albuquerque, presenteou Bruce Dickinson com a chave da cidade. Se trata de uma honraria simbólica pelos feitos do artista na cidade e mostra que aquela sociedade tem o prazer de receber o cantor em seu território. A cerimônia aconteceu no dia 26 de agosto no Revel Entertainment Center, antes do show solo do britânico. Além de Dickinson, a baixista Tanya O’Callaghan participou da cerimônia de entrega da chave. Ela disse: “Fui presenteada pelo meu trabalho com várias bandas ao longo dos anos, incluindo Bruce, e pelo meu trabalho com fundações globais. Isso combinou perfeitamente com a nossa turnê por Albuquerque. Dia divertido! Uma honra incrível”. Veja alguns registros da solenidade na postagem abaixo: O Air-Raid Siren está na estrada com Philip Naslund (guitarra), Chris Declercq (guitarra), Mistheria (teclado), Tanya O’Callaghan (baixo) e Dave Moreno (bateria) para promover a The Mandrake Project Tour 2025. Cabe ressaltar que esta é a segunda etapa da divulgação do mais recente álbum solo do cantor britânico. A turnê tem o foco nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma rápida passagem pelo Brasil, no festival The Town. Via: RockBizz