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A saída de Sid Wilson do Slipknot já era esperada há muito tempo, segundo tabloide
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04/08/2026

A saída de Sid Wilson do Slipknot já era esperada há muito tempo, segundo tabloide

Na última sexta-feira, dia 31 de julho, o tabloide norte-americano TMZ informou que o DJ e tecladista Sid Wilson foi desligado da Slipknot. Nenhum motivo foi apresentado para sua suposta saída da banda. Nesta segunda, 03 de agosto, o site divulgou uma reportagem complementar indicando que a saída de Sid já vinha sendo esperada há muito tempo e que a decisão de expulsá-lo da banda “veio depois que o grupo finalmente se cansou do comportamento de Sid – principalmente da maneira como ele tratava seus companheiros de banda”. O tabloide também informou que o grupo planejava anunciar a saída de Sid nesta semana, no entanto, a banda “perdeu o controle do anúncio” quando o site noticiou a demissão de Wilson na sexta-feira passada. Apesar das afirmações sérias do TMZ, o guitarrista da banda, Jim Root, abordou o assunto em uma publicação no Instagram. No dia seguinte ao anúncio da demissão, o grandalhão foi categórico ao afirmar: “Não acreditem em tudo o que vocês leem. Parem e pensem. Respirem fundo e reflitam um pouco sobre isso. Talvez… quem sabe até esperar que surjam mais informações”. Até o momento, em sua conta oficial no Instagram, Sid mantém o status de membro do Slipknot. Atualmente, da formação considerada clássica, a banda não conta mais com os trabalhos de Craig Jones (DJ e teclado), Chris Fehn (percussão), Joey Jordison (bateria) e Paul Gray (baixo). Joey faleceu enquanto dormia em 2021 e Paul morreu de overdose em 2010. Via: RockBizz

John Dolmayan “se cansou” de Donald Trump, afirma Serj Tankian
Entrevistas
03/08/2026

John Dolmayan “se cansou” de Donald Trump, afirma Serj Tankian

Serj Tankian, vocalista do System of a Down, voltou a falar sobre sua complexa relação com John Dolmayan, baterista do banda. Segundo o frontman, seu também cunhado, que apoiou Donald Trump na eleição para Presidente dos Estados Unidos em 2024, “se cansou” do político. Em entrevista à edição italiana da Rolling Stone, Serj refletiu sobre o cenário atual do grupo, especialmente pelo fato de as opiniões do baterista constatarem diretamente com o progressismo defendido por ele. De acordo com o frontman, a opinião de seu colega talvez não seja mais a mesma. “O mais correto seria falar que ele ‘era’ apoiador de Trump. Não posso afirmar com certeza se ainda é. Acho que ele também se cansou de Trump, como muitos outros”, afirmou [transcrição via Whiplash]. “Vou lhe dizer uma coisa: antes de Trump, o John votou em Barack Obama. Nem sei se ele diz isso publicamente, mas é verdade. As pessoas mudam. Conheço tantos armênios em Los Angeles que votaram em Trump e agora se arrependem”, concluiu. System of a Down fará turnê conjunta com o Faith No More em 2027 O Faith No More está oficialmente de volta aos palcos. A banda foi anunciada como atração de abertura da turnê do System Of A Down pela Austrália e Nova Zelândia, marcada para janeiro e fevereiro de 2027. Será a primeira série de shows do grupo em cerca de cinco anos. Essas apresentações marcarão a volta do System Of A Down à Austrália após mais de dez anos. A banda não toca no país desde o Soundwave de 2012. Já o Faith No More fez sua última passagem pelo território australiano em 2015, quando também integrou o line-up do Soundwave. LEIA TAMBÉM: Slash revela que briga com Axl Rose aconteceu por causa de “pessoas externas” Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Tarja Turunen sobre demissão do Nightwish em 2005: “Queriam me destruir”
Entrevistas
03/08/2026

Tarja Turunen sobre demissão do Nightwish em 2005: “Queriam me destruir”

A vocalista Tarja Turunen voltou a falar sobre sua polêmica saída do Nightwish em 2005. Segundo ela, sua ex-banda queria “destruí-la publicamente” por meio da carta de demissão divulgada no site oficial do grupo naquela época. Em entrevista à Metal Hammer, Tarja relembrou o processo de saída e afirmou ter se arrependido de não ter buscado seus direitos legais após seu desligamento da banda. De acordo com a cantora, ela poderia ter feito “um inferno” no ambiente interno do Nightwish, mas optou por não fazer isso e apenas decidiu seguir em frente e ir embora. “É muito triste como tudo acabou [com o Nightwish], mas a coisa que eu faria diferente é que, provavelmente, eu deveria tê-los feito passar por um inferno. Eu tinha todos os meus direitos, havia contratos, e eles estariam em apuros por um longo tempo se eu tivesse feito isso, de acordo com os meus direitos, mas eu não fiz. Só decidi seguir em frente e ir embora”, contou [transcrição via Blabbermouth]. Tarja Turunen ainda relembrou a carta de demissão publicada por sua ex-banda A demissão de Tarja Turunen do Nightwish aconteceu ao final da turnê de 2005, através de uma carta aberta publicada simultaneamente no site oficial da banda. No texto, os demais integrantes acusavam a cantora finlandesa de mudar de atitude e priorizar “negócios, dinheiro e coisas que não têm nada a ver com emoções”. Ao relembrar o documento, Tarja não poupou críticas à forma como seus ex-integrantes se manifestaram. “O que se seguiu foi um planejamento realmente ótimo deles, sobre como eles queriam me destruir publicamente. Aquilo foi algo que eu nunca esperei. Foi nojento”, afirmou. “Foi uma época insana. Foi difícil, porque afetou muito mais pessoas além de mim. Afetou minha família, meus amigos. Todo mundo ficou destruído. Levei muito tempo para ganhar confiança nas pessoas novamente. Mas, felizmente, tenho relacionamentos incríveis e um casamento duradouro com meu marido. Minha família e meus amigos estiveram lá por mim naquele período muito difícil”, concluiu a cantora que precisou se mudar para a Argentina devido à forte repercussão em seu país. LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen afirma que nunca voltaria ao Nightwish: “Era muito triste” Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

The HU celebra Brasil e afirma que país é “como um berço para o rock”
Entrevistas
03/08/2026

The HU celebra Brasil e afirma que país é “como um berço para o rock”

Principal expoente do Hunnu Rock e uma das maiores revelações da música nos últimos dez anos, The HU lançou em 24 de julho, HUN, seu aguardado terceiro álbum de estúdio. Marcando um novo momento em sua carreira e com apresentações em diversos festivais ao redor da Europa, o grupo mongol segue usando a vasta sabedoria de sua cultura para inspirar o mundo por meio de suas músicas, dentre as quais se destacam “Warrior Chant”, “Lost Soul” e “Grey Hun”. Em entrevista ao Wikimetal, o vocalista Nyamjantsan Galsanjamts, também conhecido como Jaya, falou sobre a recepção dos fãs ao disco dias após o lançamento, sobre a importância da cultura mongol cantada nas letras e explicou o conceito por trás da capa do álbum. O músico ainda falou como é dividir os palcos com grandes nomes do metal e se o grupo possui planos para se apresentar no Brasil futuramente. Leia na íntegra. Wikimetal: HUN está disponível mundialmente há alguns dias. Como tem sido a recepção dos fãs a este novo trabalho? Teve alguma música ou reação específica que chamou a atenção da banda? Jaya: Acho que o aspecto mais surpreendente de todo o álbum foi a quantidade de feedback positivo que recebemos em escala global para “Echoes of My Father”. Quando fizemos isso, ressoou e se infundiu em nossa cultura, e queríamos cantar os louvores de nossos pais. Nossos fãs globais entenderam o conceito imediatamente e nos deram um feedback incrível e muito positivo. Do terceiro álbum, eles têm comentado que é uma das músicas especiais que fez o álbum ressoar muito especificamente em seus corações. Achei que isso foi algo muito legal e importante a se dizer, porque quando os críticos na Mongólia, especificamente, disseram que era uma das baladas de rock mais bonitas que eles já ouviram, isso significou muito para nós, pois, tanto musicalmente quanto conceitualmente, era uma música muito importante para nós também. WM: O título do álbum significa “humano” na língua mongol. Conhecendo a rica cultura de vocês, que tipo de mensagem ancestral sobre o que significa ser humano você sente que a sociedade moderna precisa ouvir hoje? J: Quando falamos sobre a cultura mongol, quero citar uma música e mencionar “Warrior Chant” para isso, porque as letras dela são como um poema épico. Ela reforça essa ideia de ter uma energia positiva, de ser cheia de força e de se reerguer. Esse tipo de sabedoria nômade está infundido nessa música. Ao longo deste álbum, nós cantamos sobre a vida e as experiências humanas de forma negativa e positiva. Então, se eu fosse escolher uma música que pergunta diretamente qual é a sabedoria ancestral deste álbum, eu diria que “Warrior Chant” seria a música a se escolher. Porque, novamente, ela inspira as pessoas a serem cheias de força e carrega essa sabedoria ancestral de ser corajoso e encarar sua vida por conta própria. Conceito de “Lost Soul” WM: Em “Lost Soul”, qual é a diferença para você entre estar verdadeiramente perdido na vida e ser apenas uma alma que tem a coragem de buscar o seu próprio caminho? J: O conceito de “Lost Soul” em si é que estamos cantando sobre pessoas que estão verdadeiramente perdidas na vida, mas que ainda não perceberam isso. Os valores que costumavam ter, ou os valores que lhes foram ensinados, não são priorizados e então se perdem na mistura das lutas da vida. Estamos basicamente cantando: “você está perdido? Essa é a vida que você queria para si mesmo? Isso está alinhado com seus valores? É quem você é?” Ouça e descubra. As pessoas podem estar verdadeiramente perdidas se perderem seus valores e os traços com os quais nasceram. Através de “Lost Soul”, na parte em que cantamos, estamos basicamente repreendendo se você é uma alma perdida ou não, o que você está fazendo com a sua vida e o que vai fazer sobre isso. Explicação do conceito por trás da capa de HUN WM: E você pode falar um pouco sobre a arte do álbum? Quais elementos da cultura mongol vocês fizeram questão de incluir nela? J: A imagem da capa mostra uma imagem drástica do eterno céu azul e da terra abaixo de nós. Nós não chamamos de céu ou inferno em nossa cultura, chamamos de abaixo da terra e acima do eterno céu azul. O conceito disso é, basicamente, que você está vivendo no meio. Um céu acima de você e a terra abaixo. Vivendo no meio disso como humano, o que você faz importa e decide se você é digno de ir para o eterno céu azul ou se é ruim o suficiente para ir para baixo da terra. Quando você está vivendo no meio, tem que ser útil de uma forma que seja útil para a ecologia, para o meio ambiente, útil uns para os outros e como sociedade. Todo esse conceito é como os mongóis veem a vida, e pode ser um pouco diferente do que você veria no resto do mundo, mas semelhante o suficiente para que você possa se identificar. Sobre a mitologia, quero mencionar como vemos os corvos. Se você olhar para a capa do nosso álbum, verá corvos sentados. Nós acreditamos que os corvos são a representação da verdade. Acreditamos que o passado, o presente e o futuro são vistos pelos corvos. Não é ruim nem bom, é apenas a verdade. Os corvos são capazes de voar no eterno céu azul, viajar abaixo da terra e também vir para a Terra, viajando em três dimensões diferentes. Esse é um fato muito interessante da cultura mongol. WM: Nos últimos anos, o The HU tem dividido palcos com grandes nomes do metal e participado de festivais de renome internacional. Como essa experiência de estar ao lado dessas bandas, especialmente o Iron Maiden, impulsionou a carreira da banda? J: Os últimos dez anos foram cheios de experiências únicas. Fizemos muitas coisas pela primeira vez. Os festivais, as turnês, foram anos incríveis e não são muitas pessoas que têm a sorte de vivenciar

The HU celebra Brasil e afirma que país é “como um berço para o rock”
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03/08/2026

The HU celebra Brasil e afirma que país é “como um berço para o rock”

Principal expoente do Hunnu Rock e uma das maiores revelações da música nos últimos dez anos, The HU lançou em 24 de julho, HUN , seu aguardado terceiro álbum de estúdio. Marcando um novo momento em sua carreira e com apresentações em diversos festivais ao redor da Europa, o grup

Five Finger Death Punch divulga videoclipe de Nails In The Coffin em promoção ao álbum Legacy
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01/08/2026

Five Finger Death Punch divulga videoclipe de Nails In The Coffin em promoção ao álbum Legacy

O Five Finger Death Punch divulgou o videoclipe de Nails In The Coffin em promoção ao álbum Legacy. O disco, que será o décimo registro de estúdio do grupo, chegará ao mercado no dia 31 de julho, enquanto as versões em CD, vinil e fita cassete serão lançadas em 18 de setembro. O trabalho estará disponível em outros formatos como vinil picture disc, vinil prateado e digital (streaming e download). “Cada álbum é um retrato de quem somos naquele momento específico, e Legacy é exatamente o que o título sugere”, explicou o guitarrista e líder do grupo, Zoltan Bathory. “É uma reflexão sobre a jornada, as lições, as vitórias, as lutas e tudo o que vivenciamos ao longo das últimas duas décadas”. Ele acrescentou: “O que torna essa jornada significativa é que não a percorremos sozinhos. Trilhamos esse caminho ao lado de milhões de fãs ao redor do mundo e, de alguma forma, passamos a fazer parte da vida uns dos outros. É algo incrível sobre o que refletir vinte anos depois”. Track listing de Legacy: “Legacy”“De Oppresso Liber”“Eye Of The Storm”“Nails In The Coffin”“In Time”“Unscathed”“Joke’s On Me”“Everybody Lies”“Shelter”“Scapegoat” Via: RockBizz

Slash revela que briga com Axl Rose aconteceu por causa de “pessoas externas”
Entrevistas
31/07/2026

Slash revela que briga com Axl Rose aconteceu por causa de “pessoas externas”

A histórica rivalidade entre Axl Rose e Slash foi moldada por disputas de ego, controle criativo e pelo desgaste causado pelos excessos dos anos 1990 no Guns N’ Roses. Essa relação explosiva levou à separação da formação clássica da banda por duas décadas, antes de uma surpreendente reconciliação nos palcos. Agora, Slash comentou sobre o ocorrido em entrevista à Rolling Stone. Segundo o guitarrista, a separação da formação clássica do Guns N’ Roses não aconteceu apenas por conflitos entre os dois músicos. Para ele, pessoas externas à banda tiveram papel decisivo no agravamento da crise [conforme transcrito pelo Wikimetal]. “Os problemas reais entre o Axl e eu não eram insuperáveis. Tinha a ver com outras pessoas que se envolveram e que realmente agravaram os problemas que tínhamos, e nós éramos a causa de muitos problemas. Então, sem elas por perto, foi muito fácil para mim e para o Axl superar isso, sabe? E não tivemos uma única briga em todos os 10 anos que estamos juntos”, disse Slash. Slash sobre reconciliação: “Foi como recuperar uma amizade” Sobre como aconteceu o convite e reconciliação, Slash explicou: “Eu estava em turnê com o Myles Kennedy & The Conspirators, e eu estava na América do Sul quando recebi uma ligação da minha equipe dizendo que a equipe do Axl queria entrar em contato. E não era sobre o Guns N’ Roses voltar a tocar na época. Era mais sobre fazer as pazes e pronto. Então, quando voltei da turnê, jantamos juntos e tudo meio que floresceu a partir daí”, confessou Slash. Ele continuou: “Sempre existiu um ressentimento pelo que havia acontecido no passado. Mas foi muito bom conversar, colocar tudo na mesa e perceber que muitas daquelas questões eram superficiais ou tinham sido provocadas por fatores externos. Depois que superamos isso, voltamos a ter uma relação muito parecida com a de uma família. Foi como recuperar uma amizade que deveria ter continuado existindo. Sempre foi sobre a música e sobre nos divertirmos tocando juntos”, confessou Slash. Slash também revelou que a convivência com Axl Rose desde a reunião da banda tem sido muito diferente do que muitos imaginam. Segundo o músico, os dois mantêm uma relação estável desde o retorno da formação e não tiveram qualquer grande conflito ao longo da última década. “Sem eles por perto, foi muito fácil para mim e para o Axl simplesmente superar isso. Não tivemos nem uma única briga durante todos os 10 anos em que estamos juntos desta vez.” LEIA TAMBÉM: Guns N’ Roses toca “Think About You” pela primeira vez em 20 anos Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Tony Iommi, Ivan Busic, Airbourne e mais
Entrevistas
31/07/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Tony Iommi, Ivan Busic, Airbourne e mais

Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Five Finger Death Punch, Ivan Busic e Allt, singles novos do Tony Iommi, Airbourne, Greta Van Fleet, Celso Alves e Dead Poet Society, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS Ivan Busic – Into the BluesPara quem gosta de: Blues rock Five Finger Death Punch – LegacyPara quem gosta de: Hardcore Allt – AtaraxiaPara quem gosta de: Metalcore pogressivo LEIA TAMBÉM: Tony Iommi explica ausência de Geezer Butler em seu novo álbum solo Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ivan Busic reafirma sua conexão com o blues em novo álbum ‘Into the Blues’
Entrevistas
31/07/2026

Ivan Busic reafirma sua conexão com o blues em novo álbum ‘Into the Blues’

Ivan Busic lança nesta sexta-feira, 31, seu segundo álbum Into the Blues, mergulhando nas raízes do blues que moldaram sua identidade artística desde a infância. O projeto, sucessor de Rock and Road (2013), nasceu de um chamado, uma inspiração sentida na véspera de Natal. Naquela silenciosa noite, sua esposa Nathalia lhe mostrou um disco do Fleetwood Mac que ainda não conhecia, da fase do genial Peter Green. Influenciado por outros mestres como B.B. King, Freddie King, Robert Johnson, Muddy Waters, Howlin’ Wolf e Ma Rainey, ele sentiu um impulso criativo impossível de ignorar. Instalado na sala de casa e cercado apenas pelos instrumentos, Busic deixou a música acontecer. Mais de dez canções surgiram em apenas uma semana. No mesmo período, baterias, guitarras e grande parte dos arranjos já estavam gravados. Um processo tão rápido quanto espontâneo. Para dar vida a essa jornada sonora, Ivan também reuniu músicos que fazem parte de sua história e de sua admiração pessoal. No contrabaixo está seu amado irmão, Andria Busic, e nos teclados o surreal João Nogueira. Into the Blues é um álbum que transita entre memória e instinto. “Meu pai, André Busic, sempre foi meu herói musical, espalhando sua arte pelo mundo com a Traditional Jazz Band, a Blue Gang e tantos outros projetos, nunca em busca dos holofotes, mas sempre fiel à música”, completou Ivan. O disco é o coração e a alma do frontman impressos em cada nota. Um registro visceral, carregado de sentimento, respeito às raízes e paixão pela música. Um trabalho feito para aquecer a alma, de quem o criou e de todos aqueles que se permitirem embarcar nessa viagem. Em entrevista ao Wikimetal, Ivan falou o que espera da reação dos fãs de rock e metal ao seu novo trabalho: “Espero que a pessoa sinta é a mesma que eu sinto quando escuto o álbum. Que ele possa te trazer momentos de reflexão, de inspiração para você ter força nos seus dias”. Para celebrar o lançamento do projeto, Ivan Busic realizará um show no Blue Note em São Paulo. A apresentação acontece neste sábado dia 01 de agosto, às 20h. Os ingressos estão à venda na Eventim. O público poderá ouvir em primeira mão as músicas do disco e ainda curtir muitos clássicos de mestres do blues. SERVIÇO – Show de estreia Into the Blues: Data: 01/08 (sábado)Local: Blue Note São Paulo (Avenida Paulista, 2073 – 2º Andar I Consolação)Horário: 20hIngressos: A partir de R$ 70,00 (sujeito à taxa de conveniência)Compra online por aqui. LEIA TAMBÉM: Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Bruce Dickinson ironiza sua participação com banda de Billie Joe Armstrong
Entrevistas
30/07/2026

Bruce Dickinson ironiza sua participação com banda de Billie Joe Armstrong

Notícias Bruce Dickinson comentou sobre sua participação surpresa no show do The Coverups, banda de covers liderada por Billie Joe Armstrong, do Green Day,. A apresentação aconteceu durante a festa promovida pela Fandom e pela Z2 Comics, que marcou a abertura das atividades do evento, dia 23 de julho. Dickinson apareceu na quinta música de um repertório com 26 canções. A dupla apresentou a faixa “All The Young Dudes”, escrita por David Bowie e lançada originalmente pelo Mott The Hoople em 1972, com produção do próprio Bowie. A música também remete à carreira solo de Bruce Dickinson, que gravou sua própria versão da faixa no álbum Tattooed Millionaire, lançado em 1990. Em entrevista ao On The Red Carpet, dias depois da apresentação, o vocalista do Iron Maiden minimizou a própria performance e brincou ao dizer que o registro da apresentação está disponível no YouTube “em todo o seu terrível esplendor”. “Eu já tinha gravado essa música antes. Na verdade… eu a gravei como… Era um single do meu primeiro álbum solo. Eram 6h da manhã para mim [após aterrissar em San Diego vindo da Europa]… 6h da manhã e eu não tinha dormido a noite toda porque estava obviamente com jet lag e tudo mais. Mas Billie Joe perguntou se eu podia levantar e cantar ‘All The Young Dudes’ . E eu pensei: ‘Sim, provavelmente consigo’. Então, espero que eu tenha cantado. Não tenho muita certeza se me lembro de muita coisa, na verdade, mas está tudo preservado no YouTube em todo o seu terrível, terrível esplendor”, disse Bruce [via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: A piada sobre DIO que precisou ser deletada de ‘Paul Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer’ Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Tony Iommi explica ausência de Geezer Butler em seu novo álbum solo
Entrevistas
30/07/2026

Tony Iommi explica ausência de Geezer Butler em seu novo álbum solo

O lendário guitarrista Tony Iommi, do Black Sabbath, afirmou que gostaria de ter contado com o baixista Geezer Butler na gravação de From The Dark, seu mais novo álbum solo, anunciado na última quarta-feira, 29. O lançamento mundial está previsto para 23 de outubro pela BMG Records, com edição em CD no Brasil, pelo selo Wikimetal. À Rolling Stone, Iommi revelou que o plano original era contar com seu colega de longa data, mas, de acordo com ele, Butler não pôde participar devido à sua agenda. Segundo Tony, o baixista estava trabalhando em seu material solo na época ou simplesmente não conseguiria viajar à Inglaterra no momento das gravações. “Eu queria que ele [Geezer Butler] tocasse nesse álbum, mas ele não pôde fazer isso. Ele está fazendo seu próprio álbum, eu acho. Ou, na época, aconteceu algo que o impediu de vir para a Inglaterra. Eu queria terminar isso logo e finalmente lançar”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. Para ele, a escolha de Becky Baldwin, baixista do Mercyful Fate, como a substituta de Geezer manteve suas características vivas no álbum, uma vez que a musicista mora em Birmingham e toca de forma semelhante ao icônico baixista. “A Becky mora em Birmingham e é uma excelente baixista. E ela é, certamente, uma fã do Geezer, ela toca no estilo dele. Era isso que eu queria”, completou. LEIA TAMBÉM: Quem é Jorn Lande, novo vocalista de Tony Iommi Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida”
Entrevistas
30/07/2026

Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida”

Conhecido internacionalmente como o baterista do Dr. Sin, Ivan Busic lança nesta sexta-feira, 31, Into The Blues, seu segundo álbum solo. O disco está com pré-venda disponível na Wikimetal Store. Após explorar o rock and roll em Rock and Road (2013), o artista brasileiro volta às suas origens e faz uma viagem por um dos estilos mais importantes em sua formação musical: o blues, cuja influência veio diretamente de seu pai, André. No álbum, Ivan assume seu lado mais intimista como músico, mostrando que as baquetas não são a sua única forma de fazer música, entregando sua faceta instrumental mais completa até hoje. É possível notar uma amostra de sua versatilidade musical nos singles “Let The Night Roll In” e “She’s Got the Devil in Her Step”. Em entrevista ao Wikimetal, Ivan falou o que espera da reação dos fãs de rock e metal ao seu novo trabalho, a importância do estilo em sua vida e o significado de duas músicas do álbum em questão. O músico ainda explicou como foi o processo de captação e gravação do disco e falou como planeja incluí-lo em suas apresentações daqui para a frente. Leia na íntegra. Wikimetal: Sua imagem sempre foi atrelada ao Dr. Sin. mas muitos dos seus fãs talvez não saibam das suas raízes no blues. Como você acha que o público que está acostumado a te ver no hard rock e até mesmo no metal vai reagir a esse seu lado mais intimista? Ivan Busic: A gente sabe que são muitas pessoas, então nem todos os que se aprofundam mais na história dos componentes, principalmente do Dr. Sin, sabem dessa minha história, desse meu envolvimento com meu pai, com meu irmão, no mundo do jazz e do blues. Mas acho que sempre tem pessoas que vão surgindo também, ou que não estão por dentro do assunto. Eu acredito que, como o blues é um parente, ele é o avô do rock and roll. Eu acho que o blues e o jazz andam juntos, são coisas que andam muito juntas, o jazz, o blues e o rock and roll. Então, acho que as pessoas tendem a alguns talvez estranharem. Primeiramente, porque eu não estou na bateria no show. No disco, eu gravei a bateria, mas no show eu faço guitarra, violão, gaita, voz, e tem um outro batera. Acho que essa vai ser talvez a coisa que seja um pouquinho mais estranha para a galera que me acompanha há 45 anos tocando bateria. Temas abordados em ‘Into The Blues’ WM: Historicamente, a gente sabe que o blues sempre foi uma música que conta histórias. Que temas e sentimentos o Into the Blues aborda? IB: Exatamente. Eu acho que uma das coisas mais bonitas sobre qualquer estilo musical é a história que vem junto. E o blues, acima de todos os estilos, eu acredito, ele tem toda essa coisa da história de como começou o blues, da história dos escravos, do sofrimento humano, de como o sofrimento pode acabar se transformando em cultura, como foi o exemplo do blues, que nasceu realmente num período terrível da humanidade com a escravidão, onde eles cantavam nas plantações, nos campos, e se lamentavam através de ritmos e sons, que acabaram gerando o chamado blues. Graças a esse estilo, nasceu o jazz, nasceu o bebop, nasceu o rock, nasceu o metal, nasceu tudo, graças a alguém ter começado o blues lá atrás. E no meu álbum não é diferente, porque tudo que compus na minha vida e o jeito que eu lido e sinto a música, seja o estilo que for, tem sempre uma história, tem sempre muita profundidade na questão de sentimento. Porque música para mim, apesar de ser a coisa mais incrível para você relaxar, ou espairecer e tal, é também uma forma de comunicação do que está dentro do nosso coração, da alma, da cabeça, de você conseguir se expressar através da música. E mais do que nunca eu acredito que nesse disco eu tive uma grande sorte de ter uma super inspiração, as músicas surgiram com muita verdade e com muita “facilidade”.. Facilidade na questão de que, em 14 dias, eu compus e gravei 14 músicas. Então foi uma coisa muito do fundo da minha alma. E eu senti muito durante a composição desse disco, que inclusive é um tributo ao meu pai, eu senti muito a presença dos meus pais. As lembranças, tudo que aprendi sobre blues. E, obviamente, toda a influência que eu tenho dos mestres do blues. Desde Robert Johnson,John Lee Hooker, Muddy Waters, todos os Kings: B.B. King,Freddie King, Albert King, etc. Tudo isso estava muito latente no período em que fiz o disco. E era um sonho antigo meu mostrar esse meu lado, colocar isso para que meus fãs e a galera que também não me conhece possa apreciar. Influências familiares WM: E como você comentou, a influência do blues e do jazz veio do seu pai, ainda na infância. Como foi relembrar essas memórias afetivas para compor o disco? IB: Eu acho que foi um dos fatores principais. Porque realmente, quando se fala aquela frase, nasceu em berço musical, foi exatamente o que aconteceu com a gente. Eu tenho lembranças da gente bebê e o som rolando na casa. O jazz, principalmente, era o jazz na época, mas o jazz e o blues andam muito juntos. E no caso do meu pai, muito mesmo. Porque mesmo nos shows de jazz tradicional, ele cantava músicas de blues ultra raiz. Então assim, a gente cresceu com isso. Eu senti muito a presença do meu pai e de tudo que a gente aprendeu com ele. No caso, eu falo a gente, quando lembro eu e meu irmão [Andria Busic]. Tantas milhares de noites tocando em casas de jazz, em eventos tocando blues e jazz com ele. E saber também que foi ele e a turma de jazz que tocava com ele que nos apresentou, que nos levou e nos mostrou pela primeira vez Deep Purple, Led Zeppelin,

Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida”
Entrevistas
30/07/2026

Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida”

Conhecido internacionalmente como o baterista do Dr. Sin , Ivan Busic lança nesta sexta-feira, 31, Into The Blues , seu segundo álbum solo. O disco está com pré-venda disponível na Wikimetal Store . Após explorar o rock and roll em Rock and Road (2013), o artista brasileiro

The Beatles relança ‘Rubber Soul’ com música inédita de John Lennon
Entrevistas
30/07/2026

The Beatles relança ‘Rubber Soul’ com música inédita de John Lennon

The Beatles anunciou a reedição do álbum Rubber Soul, original de 1965, com lançamento previsto para 02 de outubro pela UMG e Apple Corps Ltd. A reedição reúne, pela primeira vez, as 14 novas mixagens em estéreo. As edições expandidas também revelam os bastidores da produção de Rubber Soul. Nas edições Super Deluxe, os fãs poderão explorar 24 gravações das sessões iniciais, incluindo 20 takes inéditos e três demos caseiras inéditas. Confira os formatos disponíveis na UMusic Store. Entre os destaques estão versões iniciais de “Day Tripper” e “We Can Work It Out”, além de “Little Girl”, um esboço de composição de John Lennon nunca antes divulgado. As coleções trazem ainda o álbum original em mono, a versão original do álbum lançada pela Capitol Records norte-americana e o single de 1965 com dois lados A. Já as edições Deluxe em 2 CDs e 2 LPs apresentam uma seleção especialmente curada com os principais destaques das sessões de gravação, das demos e do single. Lançado em 03 de dezembro de 1965, Rubber Soul marcou um momento decisivo na evolução dos Beatles. Coroando um ano incrível, em que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr alcançaram o auge artístico e comercial, o álbum revela uma banda capaz de ir além das convenções da música pop, adotando abordagens mais ousadas na composição e na gravação. Gravado ao longo de quatro semanas, entre outubro e novembro de 1965, após o show recordista de público da banda — que reuniu mais de 55 mil fãs no Shea Stadium, em Nova Iorque —, Rubber Soul captura os Beatles em um momento de transformação criativa. Com clássicos como “Drive My Car”, “Norwegian Wood (This Bird Has Flown)”, “Nowhere Man”, “Michelle”, “Girl” e “In My Life”, o álbum revela a banda explorando novos instrumentos, sonoridades e técnicas de gravação, sendo amplamente reconhecido como um dos primeiros grandes exemplos do álbum pop concebido como uma obra de arte. Mais de seis décadas após seu lançamento original, Rubber Soul continua sendo um marco na história dos Beatles: o álbum que fez a ponte entre a febre da beatlemania e o período de ousadia criativa que culminou em obras como Revolver, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e nos trabalhos seguintes. LEIA TAMBÉM: The Beatles: Veja primeiras imagens de elenco dos filmes caracterizado Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne ganhará casa mal-assombrada no ‘Halloween Horror Nights’
Entrevistas
30/07/2026

Ozzy Osbourne ganhará casa mal-assombrada no ‘Halloween Horror Nights’

O Halloween Horror Nights do Universal Studios, presta homenagem a Ozzy Osbourne, ícone pioneiro do heavy metal, na casa assombrada original Ozzy Osbourne: Prince of Darkness, inspirada em sua carreira solo. Ao embarcar no Crazy Train, os visitantes entrarão em uma viagem assustadora por seu inquietante mundo rock and roll, a partir de 28 de agosto, no Universal Orlando Resort, e 03 de setembro, no Universal Studios Hollywood. Desenvolvido como um filme de terror vivo sob a ótica do Halloween Horror Nights, este memorial nada tradicional de Ozzy Osbourne abrangerá 45 anos, transportando os visitantes em uma jornada distorcida pela excêntrica carreira solo do artista, em experiências únicas tanto no parque em Orlando quanto em Los Angeles. Músicas dos álbuns solo de Ozzy Osbourne guiarão os visitantes por Ozzy Osbourne: Prince of Darkness, incluindo The Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at the Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No More Tears (1991), Ozzmosis (1995), Black Rain (2007), Scream (2010) e Ordinary Man (2020). “Ozzy nunca parou de ultrapassar limites, e amava tudo que dava aos fãs uma nova forma de vivenciar sua música e os mundos que ele criou. O Halloween Horror Nights fez um trabalho incrível trazendo essa energia para a casa assombrada. Nela, você reconhecerá muitos momentos inspirados pela música e imaginação dele. É uma homenagem maravilhosa a Ozzy, e esperamos que os fãs se divirtam tanto quanto ele teria se divertido vendo tudo se concretizar”, afirmaram juntos Sharon e Jack Osbourne. No Universal Studios Hollywood, a casa assombrada transporta os fãs para onde tudo começou, em Birmingham, Inglaterra, lar de John Michael “Ozzy” Osbourne. Começando com “Crazy Train”, o maior sucesso de Ozzy Osbourne, os visitantes viajarão no tempo desde sua infância até o manicômio Osbourne Asylum, inspirado em seu icônico álbum Diary of a Madman. À medida que os visitantes caminham ao longo das décadas, versões únicas da persona de Ozzy ganharão vida, desde Madman Ozzy e Werewolf Ozzy até o Príncipe das Trevas, o apelido que ele ganhou nos anos 70. No Universal Orlando, os visitantes do Halloween Horror Nights se aventuram por ruínas antigas e masmorras ameaçadoras antes de embarcar no “Crazy Train” para uma viagem tortuosa por um reino inspirado nas capas de seus álbuns Diary of a Madman, Bark at the Moon, The Ultimate Sin e Black Rain. Reinado pelo Príncipe das Trevas, esse mundo fantástico se inspira no som pesado e nas imagens sinistras que definiram os últimos anos da carreira de Ozzy, transformando essa evolução criativa em uma jornada horripilante por sua imaginação claramente distorcida. O Halloween Horror Nights do Universal Studios acontece em noites selecionadas de 28 de agosto até 1º de novembro no Universal Orlando Resort, e de 3 de setembro até 1º de novembro no Universal Studios Hollywood. Os ingressos para os eventos em ambos parques já estão à venda. Para mais informações e para garantir ingressos, visite HalloweenHorrorNights. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne: Saiba como foi a 1ª edição do ‘Ozzy Day’ em Birmingham Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Quem é Jorn Lande, novo vocalista de Tony Iommi
Entrevistas
29/07/2026

Quem é Jorn Lande, novo vocalista de Tony Iommi

Tony Iommi anunciou oficialmente nesta quarta-feira, 29, seu novo álbum solo, From The Dark, bem como “World Alone”, o primeiro single de seu novo trabalho, que contará com o norueguês Jorn Lande como vocalista e parceiro de composição. O lançamento mundial previsto para 23 de outubro pela BMG Records, com edição em CD no Brasil, pelo selo Wikimetal. Com uma história de 20 anos ao lado do guitarrista, o cantor de 58 anos de idade é creditado como coautor de todas as oito faixas do álbum. O primeiro contato criativo entre Iommi e Lande aconteceu ainda em 2005, quando, na época, os dois chegaram a compor e gravar algumas demos juntos. No entanto, o projeto não foi para frente, já que, logo em seguida, o guitarrista formou o Heaven & Hell com Ronnie James Dio, Geezer Butler e Vinnie Appice. Em 2010, após o falecimento de Dio, Iommi, Butler e Appice realizaram um show tributo ao cantor no High Voltage Festival, em Londres e convidaram Lande e o baixista Glenn Hughes para dividirem os vocais na homenagem. Em 2016, durante entrevista ao South East of Heaven, Lande revelou que sua história com o projeto quase tomou um rumo diferente quando seu ídolo adoeceu. “Eles me perguntaram se eu toparia fazer alguns shows que já estavam marcados. […] A ideia era eu cantar algumas músicas, e então o Ronnie subiria ao palco para cantar outras, e ficaríamos nos revezando”, contou [transcrição via Ultimate Classic Rock]. Semanas depois ao convite, ele receberia a triste notícia do falecimento de Dio; “Foi meio estranho. Pensando agora, me sinto honrado por ter sido convidado na época”, refletiu. Jorn Lande e suas três décadas de carreira No início dos anos 1990, Lande chamou atenção pela primeira vez à frente do Vagabond (formado por ex-membros do grupo norueguês TNT) e em seguida, cantou no The Snakes, projeto liderado por Bernie Marsden e Micky Moody, ambos ex-integrantes do Whitesnake.. Já nos anos 2000, ele integrou o Masterplan com os ex-integrantes do Helloween, Roland Grapow e Uli Kusch, e, mais tarde, colaborou no projeto Allen/Lande ao lado de Russell Allen, vocalista do Symphony X. Seu currículo ainda conta com uma rápida passagem pela banda de Yngwie Malmsteen no ano 2000 e participações especiais nos shows do Avantasia. Na última década, o vocalista ganhou notoriedade do público gamer ao dar voz ao personagem Karthus na Pentakill, a banda virtual de heavy metal do jogo League of Legends, onde gravou os álbuns Smite and Ignite (2014) e Grasp of the Undying (2017). O cantor ainda lidera o JORN, seu projeto solo. LEIA TAMBÉM: O dia em que os Beatles foram alvo do primeiro “cancelamento” do rock Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Como o rock moldou a identidade do herói
Entrevistas
29/07/2026

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Como o rock moldou a identidade do herói

Com a estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia, o personagem volta a dominar as bilheterias, mostrando a paixão de diferentes gerações pelo herói da Marvel. Mas, muito antes de os filmes apostarem em trilhas orquestradas e temas instrumentais, o personagem teve uma forte ligação com o rock. Dos Ramones, que transformaram sua música-tema em um clássico do punk, às trilhas recheadas de guitarras da trilogia estrelada por Tobey Maguire, o Homem-Aranha ajudou a aproximar milhões de fãs de bandas que marcaram os anos 1990 e 2000. Antes do Homem-Aranha se tornar sucesso em Hollywood, os Ramones já demonstravam a paixão da banda pelos quadrinhos. Fãs declarados da cultura pop, os nova-iorquinos gravaram uma versão punk para “Spider-Man”, clássico tema do desenho animado original, de 1967. Os Ramones gravaram uma versão da música para o álbum tributo Saturday Morning: Cartoons’ Greatest Hits, de 1995. Uma gravação diferente da música apareceu na versão americana do álbum da famosa banda punk, Adios Amigos, do mesmo ano, ganhando um videoclipe. Mais tarde, a faixa aparece como parte da coletânea Weird Tales of the Ramones, desta vez intitulada “Spiderman”. A parceria faz muito sentido, pois tanto Peter Parker quanto Joey Ramone carregavam a imagem de jovens deslocados que cresceram no Queens, bairro de Nova York que ajudou a moldar suas histórias. A gravação acabou se tornando uma das releituras mais conhecidas da música-tema do Homem-Aranha e aproximou ainda mais o universo dos quadrinhos do rock. Trilogia com Tobey Maguire colocou o rock em evidência Quando Homem-Aranha chegou aos cinemas em 2002, com a clássica versão de Peter Parker estrelada pelo ator Tobey Maguire em uma trilogia dirigida por Sam Raimi, a Sony seguiu um caminho diferente do adotado pelos filmes de super-heróis atuais. Em vez de lançar apenas uma trilha instrumental, o estúdio reuniu algumas das principais bandas de rock da época em um álbum inspirado no longa. O maior sucesso foi “Hero”, parceria entre Chad Kroeger, do Nickelback, e Josey Scott, do Saliva. A música ganhou grande espaço nas rádios e se tornou uma das faixas mais lembradas da franquia. O disco também contou com “Bother”, do Stone Sour, apresentando para um público muito maior o projeto paralelo de Corey Taylor, conhecido pelo trabalho no Slipknot, ajudando a impulsionar a banda justamente no início de sua trajetória. Outra presença marcante na trilha sonora foi o Aerosmith, que gravou uma nova versão do tema clássico do Homem-Aranha, desta vez destacando o hard rock no universo dos quadrinhos. A trilha sonora conta também com músicas do Sum 41, The Strokes, The Hives e mais. O rock esteve presente em todas as trilhas sonoras da trilogia. Os filmes Homem-Aranha 2 (2004) e Homem-Aranha 3 (2007) contaram com temas de Dashboard Confessional, Hoobastank, Jet, Yellowcard, The Killers e mais. Já Danny Elfman foi o responsável pela trilha orquestral da trilogia. O sucesso da trilha sonora mostrou que, naquela época, os filmes de super-heróis também funcionavam como plataforma para divulgar novos artistas e aproximar o público jovem do rock. Mais de duas décadas depois, esse formato praticamente desapareceu das grandes produções, dando espaço ao hip hop, pop e outros estilos mais mainstream. Dirigido por Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Homem-Aranha: Um Novo Dia, o quarto filme do herói estrelado por Tom Holland, estreia nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira, 29. LEIA TAMBÉM: ‘Stranger Things 5’: Episódio final conta com clássico do Iron Maiden em cena Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Tony Iommi anuncia novo álbum ‘From The Dark’ e lança primeiro single
Entrevistas
29/07/2026

Tony Iommi anuncia novo álbum ‘From The Dark’ e lança primeiro single

O lendário guitarrista Tony Iommi anunciou nesta quarta-feira, 29, o seu novo álbum solo From The Dark, com lançamento mundial previsto para 23 de outubro pela BMG Records, com edição em CD no Brasil, pelo selo Wikimetal. O projeto é apresentado pelo primeiro single, “World Alone”, que teve sua estreia em um evento global especial de streaming realizado em Birmingham, cidade natal de Iommi, na Inglaterra, a poucos passos da famosa Black Sabbath Bridge sobre o canal, inaugurada em 2019 como homenagem cívica à banda. “World Alone” é uma poderosa faixa de rock conduzida por uma avalanche de riffs e solos de guitarra, sustentada por uma seção rítmica intensa e coroada pela interpretação marcante do aclamado vocalista norueguês Jorn Lande. O clipe se passa em um universo retrofuturista e distópico, no qual o protagonista, The Believer, é lançado em um videogame distorcido para salvar a própria vida e encontrar redenção. From The Dark é destaque na discografia de Tony Iommi Em From The Dark, Tony Iommi conta com a participação de Jorn Lande em todas as faixas, incluindo os créditos de composição, além da baixista Becky Baldwin e do baterista Karl Brazil. O álbum foi coproduzido por Iommi e Mike Exeter, seu parceiro criativo de longa data, coautor, produtor e engenheiro de áudio. O resultado é um som cristalino, vibrante e monumental, que envolve o ouvinte em uma experiência sonora moderna e atemporal. “É um álbum que realmente adoramos fazer. Não estamos tentando provar nada, é um grande álbum e ele realmente rockeia”, comentou Iommi. Desde os primeiros acordes de “Over The Violent Sun”, com um riff clássico e pesado de guitarra afinada para baixo e os vocais dramáticos de Jorn Lande, fica claro que From The Dark é um trabalho de destaque dentro da impressionante discografia de Iommi. A sequência continua com “Black Times”, um golpe direto e impiedoso, que conduz ao explosivo primeiro single “World Alone”. Em seguida, “Beyond The Dead” muda o ritmo com um riff solene e sombrio entrelaçado a uma orquestração épica. Os questionamentos existenciais presentes nas letras de Lande, repletas de imagens distópicas e reflexões sobre a natureza passageira da experiência humana, atravessam todo o álbum, especialmente em Stormwatcher, com suas metáforas náuticas e sonhos de novos horizontes. Um dos pontos centrais do disco, a faixa encontra paralelo em grandiosidade e dramaticidade em “Death Wake”, onde música e letra retratam de forma vívida as crueldades de uma vida sem amor e humanidade. From The Dark será lançado em diversos formatos de vinil e CD Lançado um ano após o show final do Black Sabbath em Back To The Beginning, realizado em Birmingham em 2025, o disco demonstra que o ímpeto criativo de Tony Iommi permanece mais intenso do que nunca e se firma como um dos grandes lançamentos de rock do ano. Haverá também um single limitado em vinil de 7” de “World Alone”, acompanhado exclusivamente por uma versão instrumental e acondicionado em uma capa deluxe metalizada, com lançamento em 04 de setembro. A música também estará disponível no aplicativo da Gibson para aprendizado de guitarra. From The Dark será lançado em diversos formatos deluxe em vinil e CD, incluindo edição exclusiva do CD no Brasil, pelo selo Wikimetal. A edição dupla em LP será produzida em quatro cores diferentes e distribuída por varejistas selecionados. Masterizado em 45 rpm para máxima faixa dinâmica, o pacote deluxe em gatefold utiliza cartão preto premium com um recorte em forma da cruz característica de Tony Iommi, revelando parcialmente uma arte sombria e detalhada inspirada na jornada visual do álbum. A imagem completa aparece ao retirar o encarte interno. Haverá ainda uma edição exclusiva da Amazon em CD com o mesmo recorte especial e uma edição deluxe em formato media book com livreto de 32 páginas e duas faixas bônus. Tony Iommi – From The Dark 1. Over The Violent Sun2. Black Times3. World Alone4. Beyond The Dead5. Stormwatcher6. Death Wake7. Return Of The Arbalist8. LegacyFaixas bônus da edição deluxe em CD1. Scent Of Dark2. Deified LEIA TAMBÉM: Black Sabbath presta homenagem a Ozzy Osbourne um ano após sua morte Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Sharon den Adel celebra nova geração de mulheres no metal: “Muito orgulhosa”
Entrevistas
29/07/2026

Sharon den Adel celebra nova geração de mulheres no metal: “Muito orgulhosa”

No final da década de 90, o Within Temptation ajudou a construir as bases do Metal Sinfônico e hoje nós temos muitas bandas promissoras com vocais femininos como Seven Spires, Ad Infinitum, dentre outras. Em entrevista ao Wikimetal, Sharon den Adel a icônica vocalista da banda pioneira, celebrou o crescimento e a diversidade das mulheres no metal. Ela compartilhou seu orgulho ao ver o quanto a cena da música pesada se expandiu globalmente, trazendo novas cores, gostos e uma rica pluralidade para dentro das bandas atuais. Para a cantora, é um privilégio saber que o seu trabalho contribuiu, mesmo que um pouco, para que esse cenário se tornasse realidade. “Estou muito orgulhosa do fato de ter se tornado uma cena tão grande, na verdade, com tantas cores, gostos e diversidade até mesmo dentro das bandas. E isso é realmente lindo de se ver”, disse ela. “Se contribuirmos apenas um pouquinho para isso, é muito legal ver tantas mulheres também nessas bandas. Isso é algo de que eu estou realmente orgulhosa porque precisamos de mais mulheres em todos os lugares, na minha opinião, e precisamos de mais igualdade em todos os aspectos. Mas ainda acredito que a qualidade deve falar por si só. E isso pode vir tanto de homens quanto de mulheres, claro, mas é mais como… É legal ver que meninas pequenas se inspiram em outra garota tocando no palco. Tipo, ‘nossa, eu também posso fazer isso’. É como plantar sementes de forma positiva para a próxima geração”. LEIA TAMBÉM: Steve Harris escreve prefácio no livro de Ruud Jolie, do Within Temptation Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Morre Glen Hansard, vocalista do The Frames, aos 56 anos
Entrevistas
29/07/2026

Morre Glen Hansard, vocalista do The Frames, aos 56 anos

Glen Hansard, ator e vocalista da banda The Frames, morreu na manhã desta quarta-feira, 29, aos 56 anos. O músico sofreu um acidente de moto em Lucan, Dublin. Segundo a rádio irlandesa Today FM, a colisão envolveu apenas um veículo e aconteceu pouco antes das 5 da manhã. De acordo com o jornal The Guardian, o músico recebeu atendimento médico no local mas não resistiu aos ferimentos e faleceu pouco tempo após a chegada dos paramédicos. Glen Hansard faria sua terceira passagem pelo Brasil em novembro. O músico estava confirmado no Best of Blues and Rock, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, onde faria os shows de abertura para Eddie Vedder nos dias 20 e 22 de novembro. O cantor, compositor e guitarrista irlandês Glen Hansard ficou conhecido como vocalista da banda The Frames, formada no início dos anos 1990, além de construir uma sólida carreira solo, que teve como lançamento mais recente o álbum All That Was East Is West of Me Now, de 2023. Hansard também integrou a dupla The Swell Season ao lado de Markéta Irglová. Juntos, eles compuseram “Falling Slowly”, música da trilha sonora do filme Once (2007), vencedora do Oscar de Melhor Canção Original. Além de assinar a trilha, o músico estrelou o longa dirigido por John Carney, interpretando o protagonista conhecido como Guy. Com o The Frames, Glen Hansard lançou seis álbuns de estúdio. Entre eles, destaca-se Burn The Maps (2004), considerado o maior sucesso comercial da banda na Irlanda. Irish musician Glen Hansard has died at the age of 56. The Dublin singer-songwriter was best known as the frontman of The Frames, his work with The Swell Season, and for the Oscar-winning song Falling Slowly from Once. Our thoughts are with Glen’s family, friends and all who… pic.twitter.com/bbzeaongEv — Today FM (@TodayFM) July 29, 2026 LEIA TAMBÉM: Keith Collins, membro fundador do Savatage, é diagnosticado com demência Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Saiba como assistir aos shows do Wacken Open Air 2026 no Brasil
Entrevistas
29/07/2026

Saiba como assistir aos shows do Wacken Open Air 2026 no Brasil

Acontece, entre os dias 29 de julho e 01 de agosto, na cidade de Wacken, na Alemanha, o Wacken Open Air 2026. Em sua edição comemorativa de 35 anos, o festival terá shows de grandes nomes internacionais do metal e rock como Judas Priest, Def Leppard, Savatage, Europe, Saxon, Arch Enemy, Sabaton, Black Label Society e a lendária banda alemã Running Wild, que fará sua última apresentação da carreira no festival. O evento ainda contará com shows de duas bandas brasileiras: The Troops of Doom e o Sepultura, cujo set foi anunciado como último show de sua história em território alemão. Para quem está no Brasil e deseja acompanhar o evento, a transmissão oficial do Wacken Open Air 2026 ocorrerá por meio da Magenta Musik, que exibirá as performances dos seguintes palcos: Faster, Harder e Louder. Acesse o site aqui. Confira abaixo a lista de transmissões confirmadas até o momento já no fuso-horário de Brasília. Haverá atualização da matéria caso hajam mais apresentações adicionadas ao site oficial. Quarta-feira – 29/07 Faster + Harder Stage 11h – Lovebits13h – The Butcher Sisters15h – Electric Bassboy17h – Hämatom Louder Stage07h – Broken by the Scream08h30 – Visions of Atlantis12h – The Hardkiss13h45 – The Gathering 16h – Lacuna Coil Quinta-feira – 30/07 Faster + Harder Stage 11h15 – Uli Jon Roth15h30 – Savatage Louder Stage07h – Alien Ant Farm08h45 – H-Blockx10h30 – Therapy?12h30 – Life of Agony14h45 – P.O.D.17h – Turbonegro Sexta-feira – 31/07 Faster + Harder Stage 07h30 – Gutalax 08h30 – Vreid09h30 – Paradise Lost10h45 – Danko Jones12h – Black Label Society18h15 – Running Wild 20h – Sepultura Louder Stage07h – Mr. Hurley & Die Pulveraffen 08h – Future Palace 10h30 – Mantar12h15 – Paleface Swiss15h45 – Blood Fire Death “A Tribute to Bathory”19h45 – Subway to Sally Sábado – 01/08 Faster + Harder Stage06h30 – Heavysaurus07h30 – Kim Dracula08h45 – Orbit Culture10h – Nevermore15h45 – Powerwolf18h – Sabaton Louder Stage07h – Adrian Paul’s Rockin’ Roncalli Show08h45 – Kittie10h30 – Thrown14h – Kärbholz15h45 – Thy Art Is Murder17h45 – Triptykon LEIA TAMBÉM: Lauren Hart sobre entrada no Arch Enemy: “Um sonho que se tornou realidade” Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Keith Collins, membro fundador do Savatage, é diagnosticado com demência
Entrevistas
28/07/2026

Keith Collins, membro fundador do Savatage, é diagnosticado com demência

Notícias Keith Collins, ex-baixista e membro fundador do Savatage, ganhou uma campanha de arrecadação de fundos na plataforma GoFundMe após ter seu diagnóstico de demência revelado ao público. Criada por Glenn Dillman, ex-colega de Collins no projeto Krunch, a ação tem como objetivo ajudar o músico a enfrentar as dificuldades financeiras e burocráticas pelas quais passa desde o diagnóstico da doença, que afeta diretamente suas funções cognitivas, a memória e a capacidade de realizar ações do dia a dia. “Keith está enfrentando um capítulo difícil. Ele sofre de demência e, devido a circunstâncias no início de sua vida, não consegue se qualificar para benefícios de seguridade social que poderiam ajudar com sua condição, que está piorando. Sem renda, Keith precisa de ajuda com despesas diárias de subsistência e, mais importante, assistência legal para estabelecer sua identidade para que ele possa finalmente acessar os benefícios que merece”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. “Qualquer ajuda que você puder dar fará uma diferença real para Keith durante este momento desafiador. Sua generosidade não apenas proverá suas necessidades imediatas, mas também ajudará a garantir seu futuro”, completou. Keith Collins fez parte do Savatage entre 1981 e 1985 e do período em que a banda ainda se chamava Avatar e gravou os três primeiros álbuns do grupo: Sirens (1983), The Dungeons Are Calling (1984) e Power Of The Night (1985). LEIA TAMBÉM: Savatage: Jon Oliva faz atualizações sobre sua saúde e novo álbum da banda Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Novo álbum do Helloween está “90% pronto”, diz Michael Kiske
Entrevistas
28/07/2026

Novo álbum do Helloween está “90% pronto”, diz Michael Kiske

O vocalista do Helloween, Michael Kiske, revelou atualizações sobre o 18º álbum de estúdio da banda. Segundo o músico, o sucessor de Giants & Monsters (2025) está “90% pronto”. Em uma entrevista ao Rock Mania, Kiske afirmou que gravar o disco mais recente foi uma tarefa prazerosa, uma vez que, segundo ele, o processo de composição do álbum autointitulado de 2021 ainda contava com muitas inseguranças do grupo, logo após os retornos dele e do guitarrista Kai Hansen à formação em 2016. “Foi fácil. Foi muito mais fácil do que o anterior [Helloween, de 2021], o que eu explico pelo fato de estarmos juntos novamente há alguns anos, então aquelas inseguranças do começo não existem mais”, disse [transcrição via Blabbermouth]. Para ele, o aumento da sintonia criativa da banda em seu álbum mais recente fez com que muitas músicas fossem criadas e algumas acabassem descartadas, o que explicaria o rápido avanço no desenvolvimento do novo trabalho. “Acho que o último disco foi mais orgânico de alguma forma. E tínhamos músicas demais. Não foi tão fácil decidir o que entraria no álbum. E nós já temos, eu diria, pelo menos uns 90% já prontos para o novo disco. Não vai demorar muito. O que mostra o quão criativa e produtiva a banda está”, revelou. LEIA TAMBÉM: A Perfect Circle e Puscifer anunciam show único no Brasil para novembro Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Airbourne fala sobre novo álbum e diz que é o disco ideal para conhecer a banda
Entrevistas
28/07/2026

Airbourne fala sobre novo álbum e diz que é o disco ideal para conhecer a banda

Airbourne está de volta à ativa com o primeiro álbum inédito em seis anos. Cheio de atitude e determinação, o disco, intitulado Airbourne, será lançado no dia 28 de agosto pela gravadora Spinefarm Records. Para Joel O’Keeffe, vocalista e guitarrista principal, seu irmão Ryan na bateria, o baixista Justin Street e o recém-contratado Brett Tyrrell na guitarra base, o disco destaca poderosamente tudo o que eles representam: um compromisso de sangue e suor com a causa do rock ‘n’ roll e um desejo ardente de homenagear os verdadeiros heróis do gênero. Em entrevista ao Wikimetal, Ryan O’Keeffe falou sobre o novo trabalho, sucessor de Boneshaker (2019). Contou os conselhos que Lemmy Kilmister e o produtor Mike Fraser deram à banda, e como foi a apresentação no Eddfest, festival produzido pelo Iron Maiden. Wikimetal: Depois de seis anos sem lançar material inédito, o que fez vocês perceberem que era a hora certa para um novo álbum? Ryan O’Keeffe: Estávamos terminando a turnê antes da pandemia e, como a Austrália entrou em lockdown rigoroso, teria sido duas vezes mais difícil gravar um disco naquela época. Além disso, o clima no ar era bastante negativo. Então, nós optamos por fazer uma pequena pausa. E depois que tudo acabou, pensamos: “Bem, quando pudermos voltar para o estúdio, aí sim vamos realmente colocar nosso trabalho em prática”. E foi por isso que chamamos tantas pessoas para nos ajudar, como Brian Howes, Mike Fraser, entre outros. WK: Sendo o sexto álbum de estúdio da carreira, por que escolheram dar o nome Airbourne justamente agora? ROK: Acho que sentimos que este é o melhor trabalho que já fizemos. E é uma ótima variação do que a banda faz. Então, acho que uma coisa sobre este disco é que, se alguém ainda não conhece a banda, este seria o álbum que daríamos a essa pessoa para conhecê-la. WK: Neste disco, vocês trabalharam com o Mike Fraser, que produziu os discos mais recentes do AC/DC, além de já ter trabalhado com o Metallica, Aerosmith, e outros nomes. Qual foi o melhor conselho que ele deu para vocês no estúdio, uma vez que ele conta com esse currículo repleto de grandes nomes do rock? ROK: Sempre se divirtam. Sabe, quando você se diverte, isso transparece no disco. Então, acho que uma coisa sobre o Fraser foi: tentem não deixar o estresse afetar vocês. Ele era muito tranquilo, calmo e centrado porque faz isso há muito tempo. Então, ele acalmou os ânimos. O velho Moon era muito divertido. E isso ajudou a aliviar a tensão de tentar fazer um ótimo disco. WK: Vocês anunciaram este novo álbum por meio de carta aberta ao Lemmy, e o single “Alive After Death” celebra ícones como ele, Bon Scott e John Bonham. O quanto dos conselhos que o Lemmy compartilhou com vocês ao longo dos anos está enraizado neste novo trabalho? ROK: Lemmy sempre dizia para nos mantermos fiéis ao que fazemos. Você é um cara do rock and roll. Você ama rock and roll. Ele dizia que as pessoas da indústria poderiam querer mudar a banda, o que, no início, aconteceu. Algumas pessoas até tentaram sugerir que fizéssemos coisas diferentes do que fazíamos, mas… E, ao longo da carreira, você disse que as pessoas vêm e vão, mas, sabe, neste ramo, você só precisa se manter fiel ao que faz e ser você mesmo. Então, nunca nos esquecemos disso. WK: Algumas semanas atrás, vocês se apresentaram no Eddfest, o festival do Iron Maiden lá em Knebworth; Como foi fazer parte desse evento histórico e qual foi a receptividade dos fãs da banda com a música de vocês? ROK: Foi ótimo! Foi uma honra tocar com eles. Sou fã do Iron Maiden desde que me lembro. Então, foi muito bom. E tivemos a sorte de a plateia começar a gritar nosso nome após algumas músicas. Então, tivemos uma boa oportunidade. Já fizemos turnê com o Iron Maiden antes, então acho que muitos fãs do Maiden já viram nossa banda. WK: Em 2021, a faixa “Back to the Game” entrou na trilha sonora da série Cobra Kai. O quão significativo foi ter uma música de vocês em uma dos programas de TV mais populares desta última década? ROK: É sempre ótimo quando se consegue uma boa sincronização assim. Sei que no início costumávamos aparecer em muitos videogames, mas acho que Cobra Kai também usou “Break it out of Hell” e acho que também usaram “Running Wild”. Então, eles usaram algumas músicas e definitivamente acho que essa é uma das maneiras pelas quais algumas pessoas descobriram nossa banda, assistindo à série. WK: Hoje em dia, vemos muitas bandas de rock tentando adicionar elementos modernos para soarem mais “atuais”. O Airbourne, por outro lado, continua sendo um expoente do rock ‘n’ roll clássico Vocês já sentiram alguma pressão externa para mudar ou “modernizar” o som de vocês ao longo da carreira? ROK: Sim, no início, as pessoas meio que sugeriram que soássemos um pouco mais comerciais, talvez mais como o Nickelback ou algo assim, mas não é o caso. Eles são uma banda, são uma boa banda. É que tínhamos nosso próprio som e nos mantivemos fiéis a ele. E, sabe, acho que a modernização mais recente que fizemos foi ter caras como Zach Savini, que mixou o disco e ele é um mixador muito, muito bom, e permitiu que essas músicas se sustentassem. Sabe, mais músicas tocando no rádio. WK: A banda não vem ao Brasil há 4 anos. Há alguma previsão do retorno ao brasil para shows? ROK: Sim, eles estão trabalhando nisso agora. Não sei quando, mas em algum momento do ano que vem. Com certeza voltaremos. WK: Os fãs brasileiros são conhecidos pela intensidade. Existe alguma apresentação ou história curiosa que aconteceu no Brasil que ainda seja lembrada entre vocês? ROK: Acho que uma das lembranças que temos é que descobrimos que no Brasil eles cantam o riff junto com a banda. Eles gostam de cantar o riff. E a gente nunca tinha ouvido isso antes. Foi uma experiência reveladora quando eles