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“Bozolóide ora para pneu e pede socorro para ET com celular na cabeça”, zoa Garotos Podres
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22/01/2026

“Bozolóide ora para pneu e pede socorro para ET com celular na cabeça”, zoa Garotos Podres

Garotos Podres é uma banda brasileira de punk rock, cujo início de carreira foi em 1982, na cidade de Mauá, no ABC paulista. Na época, o Brasil ainda vivia em um regime ditatorial, com isso, o quarteto – Mao (vocal), Mauro (guitarra), Sukata (baixo) e Português (bateria) – teve muito assunto para tratar em seu conteúdo lírico e muita luta para travar contra a censura. E, ao longo dos anos, o grupo não perdeu a verve para criticar o que considera ruim e errado em nossa sociedade. De políticos a empresários que multiplicam os ganhos e patrimônios de maneiras contestáveis, tudo está no radar dos caras. Desta vez, os alvos da banda foram os apoiadores de ex-presidente Jair Bolsonaro. Com um vídeo feito por IA [Inteligência Artificial], o grupo pontuou algumas ações que os Bozolóides – termo que eles usaram para se referirem aos adeptos ao Bolsonarismo – fizeram no passado como orar para pneu e pedir socorro para ET com celular na cabeça. No audiovisual, eles ainda tiram um sarro ao mostrar pessoas usando “chapéu de alumínio”, clara referência aos indivíduos que agem de forma louca e acreditam em ideias absurdas ou estranhas, incluindo teorias da conspiração. Na legenda da postagem, os Garotos Podres apenas escreveram: “Desde 2018” – e destacaram que o criador do conteúdo é o diretor de arte e ilustrador Renato Di Giorgio. Veja a publicação logo abaixo: Via: RockBizz

Exodus anuncia novo álbum ‘Goliath’ e lança single
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22/01/2026

Exodus anuncia novo álbum ‘Goliath’ e lança single

Exodus anunciou na última quarta-feira, 21, o lançamento de seu 12° álbum de estúdio, Goliath, para 20 de março, pela Napalm Records. Os ícones do thrash metal da Bay Area de São Francisco também divulgaram o primeiro single, “3111”, cujo videoclipe foi considerado “brutal demais” para o YouTube e está vetado da plataforma. O videoclipe tem previsão de lançaento na íntegra em data e local posteriores, segundo a gravadora. Em nota à imprensa, a banda comentou: “Decidimos ir com tudo no primeiro single, ‘3111’. A música fala sobre os assassinatos relacionados ao narcotráfico em Juárez, e 3111 é o número estimado de homicídios somente em 2010.” Exodus também falou sobre o novo álbum: “Estamos animados com este disco? Isso é um eufemismo. Colocamos tudo o que tínhamos neste álbum e ele está 80% concluído, mas deixaremos essa conversa para outro dia! É uma das nossas maiores conquistas. Extremamente colaborativo, o álbum mais focado da banda até hoje, com quatro músicas escritas por Lee [Altus, guitarrista], letras de Gary [Holt, guitarrista], Rob [Dukes, vocalista], Lee e Tom [Hunting, baterista], é simplesmente matador do começo ao fim. A hora de libertar o monstro está chegando”. LEIA TAMBÉM: Exodus celebra ‘Bonded By Blood’ com show explosivo em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra
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22/01/2026

Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra

Em entrevista exclusiva à Rolling Stone, Fabio Lione rebateu a versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra. Apesar de admitir que existe verdade nos motivos apresentados pelo guitarrista, Lione comentou que a versão oficial foi uma maneira de Bittencourt “passar como santo”. Em novembro passado, o vocalista anunciou sua saída da banda, da qual fazia parte desde 2013, e também informou que a apresentação no Bangers Open Air 2026 será sua despedida. Em seguida, o guitarrista Rafael Bittencourt, informou em entrevista ao TMDQA! que o motivo da saída foi o hiato que o Angra iniciou [transcrição via IgorMiranda]. “Por conta do hiato, uma ausência de planos concretos, o Lione falou: ‘Quero me desvincular do compromisso, porque vocês não têm planos concretos, vocês estão no hiato, então eu quero trabalhar, tenho vários projetos’. Então conversamos, meio que consensualmente, para ele sair. De uma maneira amigável. Permanecemos com uma relação muito boa. Uma relação de amizade e respeito construída muito sólida. Acredito que com o Lione, teremos uma amizade duradoura”, afirmou Rafael. Fabio Lione opina sobre fala de Rafael Bittencourt Agora, Fabio Lione explicou sobre sua saída, afirmando que Rafael Bittencourt quis “se passar como santo” e que “as pessoas sabem muito bem como falar algo de um jeito confortável para elas”. “É complicado e ao mesmo tempo não é. Sinceramente, eu não queria falar muito desse assunto do Angra. O que o Rafa disse é verdade, mas aprendi após muitos anos no Brasil que as pessoas sabem muito bem como falar algo de um jeito confortável para elas. Muitas vezes, muitas pessoas se esconderam nas minhas costas porque sabiam que eu falava mesmo, por ser mais direto, sincero, ‘jeito italiano’. ‘Por que falar se você sabe que o Fabio vai falar?’. Rafa preferiu fazer essa entrevista falando essa verdade, que é verdade, mas uma verdade confortável para ele. É tipo: “não quero fazer ninguém ficar na banda, a banda está em hiato e ele quer sair”. É uma maneira muito ‘quero passar como santo”. Ele continuou: “Sinceramente, não sei o futuro da banda. Espero o melhor. Quando você me falou da entrevista do Rafael, ele falou: ‘estamos em hiato, vou fazer o Bangers e depois hiato’. Meio complicado se depois fizer uma turnê de 30 anos do Holy Land, mas é achismo meu. Não tenho nada contra o Rafa e contra os caras, mas uma banda precisa olhar para o futuro”. O vocalista também opinou sobre sua despedida no Bangers Open Air 2026, dizendo que é seu show menos importante, mas fará por amor. “Bangers é o último dos meus problemas no momento. De todos os shows e de tudo o que penso, o menos importante para mim, e pode ser que seja o mais importante para eles, é o Bangers. Farei por amor à banda, por amor aos fãs, por amor ao Brasil. Tenho que fazer isso pela história dessa banda linda, maravilhosa, e também porque eu sou o vocalista que ficou mais tempo na banda. Seria muito feio o vocalista que passou mais tempo na banda não fazer parte desse festival […] Teremos o Alírio Netto, meu querido amigo, fazendo a parte do Andre Matos. Fui eu quem dei a ideia de fazer três fases do Angra com três vocalistas”, confessou ele. “Talvez eu só não aprove todas as escolhas dos caras” Na entrevista, Fábio Lione também fez ponderações sobre sua passagem pelo Angra, destacando diferenças de visão artística em relação aos rumos da banda. Segundo o vocalista, ele nem sempre concordou com as escolhas criativas do grupo e sentia falta de uma postura mais voltada ao presente e ao futuro, em vez de referências excessivas ao passado. “Talvez eu só não aprove todas as escolhas dos caras. Gostaria mais que a banda estivesse sempre no agora. Preferiria uma banda olhando um pouco mais no futuro. Isso não significa que o Angra não olhou, porque Cycles of Pain foi um trabalho arriscado, tentamos não copiar o passado, finalmente me deixaram… compus oito linhas vocais e ajudei o Rafa em cinco letras. Secret Garden foram cinco músicas com a minha contribuição; no Omni, mais ou menos sete; no Cycles of Pain, nove”. “Sei que uma parte dos fãs pode não gostar muito porque é progressivo, mas acho que não dá para tocar música do mesmo jeito de 30 anos atrás, com a bateria que parece de computador. Uma ou duas músicas pode até ser, depois vai cansar. E objetivamente, realisticamente, em 2026, com a música moderna, produção moderna, som moderno… Não dá. Não para fazer guitarrinha de videogame”, concluiu ele. Os planos do Angra O Angra havia anunciado um hiato em agosto de 2025 após o fim da turnê de 20 anos do álbum Temple of Shadows. A decisão foi motivada pelo desgaste após anos de trabalho intenso e pela vontade dos membros de se dedicar a projetos pessoais. Segundo Rafael Bittencourt, o hiato da banda deverá durar de 2 a 3 anos e, durante esse período, o grupo não deve trabalhar em novas composições. Entretanto, a banda planeja retornar no futuro, sem muitas informações até o momento, além do show de reunião no Bangers Open Air 2026, em São Paulo, no domingo, dia 26 de abril. EIA TAMBÉM: Direitos autorais e problemas de convivência: as polêmicas do Angra na era ‘Rebirth’ Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Jack White zomba da confusa coletiva de imprensa e incapacidade cognitiva de Donald Trump
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21/01/2026

Jack White zomba da confusa coletiva de imprensa e incapacidade cognitiva de Donald Trump

O vocalista e guitarrista do The White Stripes, Jack White zombou da confusa coletiva de imprensa e incapacidade cognitiva de Donald Trump. O discurso desconexo do politico aconteceu ontem, 20, para marcar um ano de seu retorno à Casa Branca. O republicano entregou à imprensa uma pilha de papéis listando as suas “conquistas”, as quais ele enumerou por mais de uma hora e meia na coletiva, que também serviu para ataques xenófobos e mentiras sobre a sua vitória na eleição de 2020. Jack, crítico ferrenho de Donald, usou a sua conta oficial no Instagram para zombar dos erros de concordância do político e de sua incapacidade cognitiva escrevendo frases com erros em ironia ao político. “Eu faz realizações”, começou White. “Trump é inteligente. Bom menino, merece o Prêmio Nobel da Paz! Demência? O que é isso? Não! Trump é inteligente, passou no teste cerebral”. White continuou: “Sou presidente da Venezuela e do Canadá. Eu também quero a Groenlândia por diversão. Mamãe disse que Trump poderia ter sido um ótimo jogador de beisebol, mas também um prédio grande com grades nas janelas. Prédio para pessoas muito doentes”. “Trump não está doente. Trump é inteligente. MAGA. Pessoas muito inteligentes fizeram de Trump presidente. Pessoas muito inteligentes mantêm Trump presidente. Tire um cochilo agora. Use os prêmios da paz falsos, quer dizer, verdadeiros, como travesseiros. Realizações de Trump. Boa noite”, completou. O artista ainda acrescentou aos seus críticos que fossem ouvir o som de Ted Nugent ou Kid Rock, ambos apoiadores de Trump. “Qualquer pessoa que curtir o comentário também será bloqueada. Deixei alguns comentários assim para que todos saibam por que foram bloqueados. Esta é a minha casa, não é praça pública. Tenho certeza de que Ted Nugent e Kid Rock estão procurando mais apoiadores do MAGA, então sugiro que vocês visitem as casas deles. Agradeço a atenção de vocês neste assunto”. A Casa Branca, que já chamou White de perdedor por suas críticas a Trump, ainda não se manifestou sobre a nova crítica do músico. Via: RockBizz

10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Avalon Stone, Hady, GUYOD e mais
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21/01/2026

10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Avalon Stone, Hady, GUYOD e mais

Listas Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Hard Rock “Mirage” – Avalon StonePaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Rock Nacional “Megalomaníacos” – HadyPaís: Brasil Para quem gosta de: Death Metal “Vortex Of Infinite Despair” – GUYODPaís: Áustria Para quem gosta de: Hardcore “Mad” – The GruntersPaís: França Para quem gosta de: Metal Melódico “Last Horizon” – Stef GPaís: Canadá Para quem gosta de: Metal Alternativo “Red Rivers” – Hollow SkiesPaís: Itália Para quem gosta de: Rock Alternativo “Sideways” – KreggPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Metal Nacional “Answers Outside” – Deadly ShadowsPaís: Brasil Para quem gosta de: Metal Sinfônico “Resistance” – Divine MartyrPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Groove Metal “Unbroken” – ZugarPaís: Alemanha LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Conheça as bandas nacionais que tocarão no festival Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Sepultura confirma a sua derradeira turnê pelos EUA ao lado do Exodus e Biohazard
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20/01/2026

Sepultura confirma a sua derradeira turnê pelos EUA ao lado do Exodus e Biohazard

O Sepultura confirmou a sua derradeira turnê pelos EUA ao lado do Exodus e Biohazard. Com início em 29 de abril em Montclair, Nova Jersey, a Celebrating Life Through Death Tour passará por cidades dos EUA e Canadá, incluindo Montreal, Detroit, Chicago, Denver e Los Angeles, antes de terminar em 29 de maio no The Wiltern, em Los Angeles. Além dos shows próprios, o Sepultura também se apresentará em importantes festivais, como o Welcome To Rockville e o Sonic Temple. Saiba o itinerário completo da turnê aqui: Além dos Estados Unidos e Canadá, o quarteto passará pela Austrália no mês de março e, a partir de junho, fará a alegria dos fãs europeus com um longo giro por lá. O Sepultura tem mais de quatro décadas de história na música, catorze discos de ouro e turnês em mais de 80 países e diversas culturas. A banda é sem dúvida o case de maior sucesso do metal nacional e é a maior representante da cultura brasileira em território estrangeiro. Via: RockBizz

Morre Rob Hirst, baterista do Midnight Oil, aos 70 anos
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20/01/2026

Morre Rob Hirst, baterista do Midnight Oil, aos 70 anos

Notícias Rob Hirst, baterista original e de longa data da banda de rock australiana Midnight Oil, faleceu nesta terça-feira, 20, aos 70 anos, após uma batalha de três anos contra o câncer de pâncreas. A banda deu a notícia por meio de um post nas redes sociais. “Após lutar heroicamente por quase três anos, Rob agora está livre da dor. Um pequeno vislumbre de luz no deserto. Ele morreu em paz, cercado por seus entes queridos”, diz o comunicado. A família também pediu que os fãs que desejem homenagear Hirst façam doações para entidades de luta contra o câncer, como a Pankind – Fundação Australiana de Câncer de Pâncreas ou para a Support Act. O baterista tocou em todos os 13 álbuns do Midnight Oil, desde o álbum de estreia homônimo de 1978 até Resist, de 2022. A banda alcançou seus maiores sucessos no final dos anos 80 com as músicas “Beds Are Burning”, “Blue Sky Mine” e “Forgotten Years”. O falecimento de Hirst ocorreu após 5 anos da morte de Bones Hillman, baixista de longa data do Midnight Oil, também vítima de câncer em novembro de 2020, aos 62 anos. LEIA TAMBÉM: Taylor Momsen revela piada interna com integrantes do AC/DC Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Fat Mike enfrenta processo por irregularidades financeiras na gestão do NOFX
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20/01/2026

Fat Mike enfrenta processo por irregularidades financeiras na gestão do NOFX

E tem mais uma briga no rock n’ roll envolvendo dinheiro! O vocalista e baixista Fat Mike está enfrentando processo por irregularidades financeiras na gestão do NOFX. O guitarrista Eric Melvin foi quem iniciou a ação judicial. Durante uma mesa-redonda no Museu do Punk Rock em Las Vegas, o baterista Erik Sandin falou sobre a situação da banda. “Eric Melvin não está aqui conosco hoje pelo seguinte motivo: às 8h da manhã de segunda-feira, após o último show do NOFX, os advogados de Eric Melvin entregaram a Fat Mike uma intimação judicial acusando-o de irregularidades financeiras. Dez horas antes, fizemos o último show da nossa carreira de 42 anos. Foi a despedida mais incrível e emocionante de todas, só amor, família, lágrimas e carinho. Aquela carta partiu meu coração, assim como o do resto da banda e da equipe. Ainda dói hoje, e dói ainda mais dizer isso”. Sandin saiu em defesa de seu companheiro de banda de longa data afirmando que ele não é um ladrão. “Melvin deixou claro, absolutamente claro, que para falar sobre isso com ele, ou com qualquer outra pessoa, é preciso passar por seu advogado. Conheço Mike há 43 anos, ele é muitas coisas, todos nós sabemos disso, ele é uma pessoa complexa, mas não é um ladrão. Afirmo categoricamente que ele não é um ladrão”. “Esperamos que isso se resolva em breve. Mas até lá, aqui estamos, e as coisas são como são. E pelas razões óbvias, não podemos e não iremos discutir mais nada sobre o assunto”, finalizou o baterista. A ação judicial representa um processo civil. A má conduta financeira geralmente envolve a prática intencional de um ato ilegal ou ilícito que causa prejuízo financeiro a terceiros. No entanto, os detalhes específicos e as alegações contidas no processo de Melvin contra Fat Mike permanecem em sigilo. Depois de 42 anos de carreira, o NOFX fez o seu derradeiro show em 06 de outubro de 2024, em San Pedro, Califórnia. Via: RockBizz

Guns N’ Roses inicia contagem regressiva para os shows de 2026 e pergunta aos fãs qual música gostariam de ver no repertório
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18/01/2026

Guns N’ Roses inicia contagem regressiva para os shows de 2026 e pergunta aos fãs qual música gostariam de ver no repertório

O Guns N’ Roses iniciou a contagem regressiva para os shows de 2026 e perguntou aos fãs qual música gostariam de ver no repertório. A nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things vai começar no finalzinho de março no México. O giro passará pelo Brasil em abril com shows no Rio de Janeiro e São Paulo, que são as cidades em que normalmente recebem os artistas internacionais, e outros municípios como São José do Rio Preto, São Luís, Fortaleza e Salvador. Além dos super hits como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain, o grupo, em postagem nas redes sociais, levantou a enquete para saber o desejo da galera. E o interessante é que os internautas estão pedindo sons mais obscuros como Madagascar, Dead Horse, Locomotive, Since I Don’t Have You, cover do The Skyliners, e Hair of the Dog, cover do Nazareth. Veja: Para quem quiser curtir as apresentações da Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things Tour no Brasil, os ingressos já estão à venda em empresas como Bilheteria Digital e Eventim. Via: RockBizz

Queen não tocará no Glastonbury Festival por “divergências políticas”
Entrevistas
16/01/2026

Queen não tocará no Glastonbury Festival por “divergências políticas”

Notícias Brian May afirmou que o Queen não se apresentará no Glastonbury Festival devido a “diferenças políticas”. A banda nunca se apresentou no festival e o guitarrista reforçou que não tocará em 2027. Em uma nova entrevista ao Daily Mail, Brian disse: “Eu não me apresentaria no Glastonbury no ano que vem por causa da política das pessoas que o organizam. A menos que isso mude, eu não me apresentarei. Eles gostam de matar texugos e acham que é por esporte. E isso é algo que não posso apoiar. Porque estamos tentando salvar esses texugos há anos, e eles continuam sendo mortos, e é por isso que estamos perdendo oportunidades.” Desde 2019, Brian May vem expressando sua discordância com o fundador do festival, Michael Eavis, que apoia o abate de texugos, explicando que a banda “nunca” tocaria no festival devido a divergências de opiniões. Anteriormente, Michael Eavis, que também é produtor de leite, chamou May de “perigo para a agricultura”. Como também disse que “ele não se importa com os texugos,não sabe absolutamente nada sobre eles” [via NME]. Michael ainda argumentou que o processo é uma luta contra a tuberculose bovina, já que a prática de matar os texugos está geralmente relacionada ao controle de pragas ou doenças no Reino Unido. Brian May é cofundador da organização de bem-estar animal Save Me, que faz campanha contra a caça à raposa e o abate de texugos. LEIA TAMBÉM: Brian May apoia ideia de holograma de Freddie Mercury em shows do Queen Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

SILVER anuncia show de lançamento do EP de estreia
Entrevistas
16/01/2026

SILVER anuncia show de lançamento do EP de estreia

Notícias Silver, projeto criado pelo guitarrista Felipe Machado (VIPER) e o vocalista Rodrigo Cerveira, fará um show para comemorar o lançamento do EP de estreia Turn Around, divulgado em novembro. A apresentação acontece no La Iglesia, em Pinheiros, na sexta-feira dia 30 de janeiro, às 22h. Os ingressos estão à venda via 101 Tickets. A formação do Silver conta ainda com o baixista Rob Gutierrez (Hollowmind, FM Solo), o guitarrista Claudio Leal (Iasbek, 12 Degrees of Saturation) e o baterista Leonardo Panara (Avent, Distort). A proposta do Silver é fazer um som atual que mantenha viva a essência do rock. As composições exploram uma sonoridade dos anos 1990, com arranjos modernos que respeitam a intensidade do gênero. Produzido por Val Santos, o EP Turn Around traz cinco músicas autorais que soam como a abertura de um portal para a época áurea do rock, de onde vêm suas principais influências. SERVIÇOData: 30/01 (sexta-feira)Local: La Iglesia – Borratxeria (Rua João Moura, 515 | Pinheiros – SP)Horário: 22hIngressos: A partir de R$ 30,00 (sujeito à taxa de conveniência). Compra online por aqui. LEIA TAMBÉM: SILVER resgata o rock dos anos 90 no EP de estreia ‘Turn Around’ Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Dave Mustaine reforça posicionamento político: ‘Não sou de direita’ 
Entrevistas
16/01/2026

Dave Mustaine reforça posicionamento político: ‘Não sou de direita’ 

Em entrevista ao The New York Times, Dave Mustaine negou categoricamente que seja um “direitista”. Aos 64 anos, o líder do Megadeth afirmou que, embora seja cristão e respeite a lei, ele não apoia um viés político de direita. “Sou cristão e respondo a um conjunto diferente de anjos. Obedeço à lei, mas não, não sou de direita. Costumávamos dizer que religião é para pessoas que têm medo de ir para o inferno, e espiritualidade é para pessoas como nós, que já estiveram lá”, afirmou. Ainda na entrevista, ao falar sobre um de seus maiores orgulhos no Megadeth, Dave Mustaine – que se tornou cristão em 2002 -, citou o discurso de agradecimento no Grammys 2017, quando agradeceu explicitamente Jesus Cristo, algo que, segundo ele, poucos artistas fazem. “Todo mundo sobe lá e diz Deus, mas ninguém diz Jesus”, disse. O histórico político de Dave Mustaine Em 2024, durante uma coletiva de imprensa no Peru, Mustaine falou sobre como foi a experiência de ir à Casa Branca em 1992 com a campanha Rock The Vote [via Blabbermouth]. “Acho que se você quer dizer algo, precisa saber o que está dizendo. E me pediram para ajudar as pessoas do meu país a se registrarem para votar. Não para se tornarem democratas, não para se tornarem republicanas, mas para votarem. E eu sempre digo que, quando converso com as pessoas, tento mostrar os dois lados e deixar que elas escolham. Não tento dizer às pessoas o que fazer nas minhas músicas.” “Será que eu faria isso de novo? Acho que meio que ainda faço isso todos os dias. Sendo um exemplo na música heavy metal de que nem todo mundo no metal é indiferente a questões civis em seu país, cantando sobre coisas que importam”, acrescentou. Ao longo dos anos, Dave Mustaine tem rejeitado rótulos políticos simplistas, afirmando ser vítima do que chama de “partidarismo negativo”, no qual divergências políticas passam a ser expressas por hostilidade. O líder do Megadeth já declarou que seu histórico de votação inclui candidatos democratas e republicanos, reforçando que não se identifica com nenhum partido. “Tenho essa reputação de ser de direita. Veja meu histórico de votação e verá que já votei em democratas e republicanos. É uma pena que estejam tentando destruir a carreira de outras pessoas por causa de um voto”, disse ao programa de rádio Streets Of Rock ‘N’ Roll, em 2019 [via Blabbermouth] Em entrevista ao Artisan News em 2012, Dave Mustaine afirmou que nunca foi republicano e se definiu como “independente e apartidário”. Durante as eleições presidenciais estadunidenses de 2016, o músico evitou declarar apoio a Donald Trump, embora o tenha descrito como um empresário bem-sucedido, ao mesmo tempo em que afirmou que não votaria em Hillary Clinton. LEIA TAMBÉM: Megadeth esgota ingressos para show de despedida no Brasil Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

70000TONS OF METAL 2026: Guia completo do maior cruzeiro de heavy metal do mundo
Entrevistas
16/01/2026

70000TONS OF METAL 2026: Guia completo do maior cruzeiro de heavy metal do mundo

A edição de 2026 do 70000TONS OF METAL, O Maior Cruzeiro de Heavy Metal do Mundo está se aproximando. O navio sai de Miami, na Flórida, no dia 29 de janeiro, e parte em direção a Nassau, nas Bahamas, em uma viagem de 4 dias. Ainda é possível garantir sua cabine no site oficial! A bordo do 70000TONS OF METAL, há acesso irrestrito a todos os mais de 120 shows ao vivo no navio, sem lugares marcados e uma atmosfera acolhedora para os fãs, onde artistas e marinheiros interagem lado a lado. Serão mais de 60 bandas se apresentando ao longo dos 4 dias de viagem. Entre elas, nomes como Anthrax, Kamelot, Paradise Lost, Rhapsody of Fire e muito mais. Confira as várias atividades que estarão disponíveis durante o cruzeiro. Excursões costeiras acompanhadas por artistas Um dos aspectos mais singulares do 70000TONS OF METAL é a aventura no Caribe com os artistas. As excursões em terra acompanhadas pelos artistas oferecem uma oportunidade rara de passar um tempo com os músicos em um ambiente descontraído e informal, enquanto exploram Nassau juntos. Seja para curtir a praia, mergulhar com snorkel, velejar ou simplesmente relaxar longe dos palcos, essas excursões são sobre experiências compartilhadas — marinheiros e artistas lado a lado. Todos os detalhes e reservas serão tratados diretamente com a Royal Caribbean após o check-in online. Clínicas e Workshops para Artistas Sessões e apresentações interativas e intimistas com os artistas são parte essencial da experiência 70000TONS OF METAL, oferecendo aos passageiros acesso privilegiado e exclusivo ao processo criativo por trás da música. Esta edição do cruzeiro contará, entre outras atrações: BRITTA GÖRTZ (Alemanha) — cantora da HIRAES Ex-integrante do CRIPPER e vocalista convidada de bandas como KREATOR e HEAVEN SHALL BURN — apresentando um Workshop de Vocalismo Extremo com foco em screamo. GUS G (Grécia) — artista solo Fundador do FIREWIND e ex-guitarrista de OZZY OSBOURNE, NIGHTRAGE, MYSTIC PROPHECY e muitos outros — oferecendo um curso avançado de guitarra. RUSTON GROSSE (EUA) — baterista do SKELETAL REMAINS Palestra sobre “Ritmo e Mente: Neuroplasticidade, Percussão e a Arquitetura Sonora da Consciência”. Mais surpresas ainda serão anunciadas. Jam em águas internacionais — A Jam Oficial de Todas as Estrelas O evento oficial 70000TONS OF METAL All-Star Jam retorna mais uma vez para fazer história no Heavy Metal. Uma seleção rotativa de músicos criará uma apresentação única, que só existe em águas internacionais. Prepare-se para ver a bordo músicos de algumas das bandas mais influentes e aclamadas — incluindo PARADISE LOST, RHAPSODY OF FIRE, ELUVEITIE, XANDRIA, TÝR, VADER, FIREWIND e muitas outras, abrangendo estilos, gerações e cenas musicais diversas. Sem ensaios. Sem repetições. Apenas pura colaboração Heavy Metal — ao vivo, perigosa e imprevisível. ‘MAGIC: THE GATHERING’ a bordo A 70000TONS OF METAL se une mais uma vez ao jogo MAGIC: THE GATHERING da Wizards of the Coast para um evento especial a bordo no Ale and Anchor Pub. A experiência deste ano foi elevada a um novo patamar. Agora, o cruzeiro oferece pacotes de pré-lançamento, fornecidos diretamente pelo MAGIC: THE GATHERING para que os jogadores possam aproveitá-los. Oleksander, da IGNEA, estará presente para jogar com os viajantes, enquanto Yannis, da BEAST IN BLACK, dará aulas para os marinheiros que desejam aprender a jogar ou relembrar os fundamentos. É recomendável ter um conhecimento básico do jogo, mas os iniciantes são bem-vindos — traga um amigo que conheça o jogo ou receba uma breve introdução no local. Esta edição contará com até 200 jogadores, permitindo uma rotação mais rápida e mais oportunidades de participação. Detalhes sobre o clima O final de janeiro no Caribe significa clima perfeito. Dias quentes, brisa do mar e uma pausa bem-vinda do inverno — condições ideais para aproveitar o navio o tempo todo. Prepare-se para temperaturas agradáveis, sol e condições ideais para shows no deck, relaxar à beira da piscina e praticar atividades ao ar livre — dia e noite. A temperatura média fica em torno de 26°C. O clima perfeito para férias com muito Heavy Metal. Não se esqueça de levar sapatos aquáticos, camisa de proteção solar e protetor solar! Mais anúncios estão por vir — e muitas surpresas ainda estão por vir. LEIA TAMBÉM: 70000TONS OF METAL 2026 terá estreia ao vivo do VBO, novo projeto do vocalista do Wind Rose Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Filha secreta de Freddie Mercury morre aos 48 anos
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15/01/2026

Filha secreta de Freddie Mercury morre aos 48 anos

A mulher que alegava ser a filha secreta da lenda do Queen, Freddie Mercury, morreu aos 48 anos. Os rumores de que o falecido vocalista poderia ter tido uma filha vieram à tona em maio do ano passado, com o lançamento de uma nova biografia intitulada Love, Freddie. A obra alega que a criança foi concebida acidentalmente durante um caso com a esposa de um amigo próximo em 1976. A mulher – que foi chamada apenas de “B” ao longo do livro – afirmou que Mercury manteve um relacionamento próximo com ela até sua morte em 1991. A biografia, escrita pela jornalista Lesley-Ann Jones, também revelou que ele a visitava regularmente e lhe presenteou com diários pessoais detalhados. A notícia da morte de “B” foi compartilhada por seu marido, Thomas, em um comunicado ao Daily Mail nesta quinta-feira (15). Thomas afirmou que ela faleceu “pacificamente após uma longa batalha contra o cordoma, um raro câncer na coluna vertebral” e deixou “dois filhos, de nove e sete anos”. Thomas também disse que “B” agora está “com seu amado e querido pai” e que suas cinzas foram espalhadas pelos Alpes. Jones também divulgou um comunicado após a notícia da morte de “B”, dizendo: “Estou devastada com a perda desta mulher que se tornou minha amiga íntima, que veio até mim com um objetivo altruísta: afastar todos aqueles que tiveram rédea solta com a história de Freddie por 32 anos, desafiar suas mentiras e reescrever sua vida, e revelar a verdade”. Quando Love, Freddie foi lançado no ano passado, acreditava-se que apenas o círculo íntimo de Mercury sabia da existência de “B”. Havia também dúvidas sobre se “B” era realmente filha da lenda do rock, e Jones disse ao Daily Mail que, quando foi abordada por “B” três anos atrás, seu primeiro “instinto foi duvidar de tudo, mas tenho absoluta certeza de que ela não é fantasiosa”. O ceticismo em relação às alegações veio da ex-namorada e amiga próxima de Mercury, Mary Austin, que disse que o cantor “tinha uma abertura gloriosa e não consigo imaginar que ele quisesse, ou fosse capaz, de manter um evento tão alegre em segredo, seja de mim ou de outras pessoas próximas a ele”. Freddie Mercury morreu em 1991, aos 45 anos, de pneumonia brônquica causada pela Aids. Via: RockBizz

“Ver Max Cavalera tocando é lamentável; ele parou no tempo e brinca de ser banda”, afirma Andreas Kisser (Sepultura)
Entrevistas
15/01/2026

“Ver Max Cavalera tocando é lamentável; ele parou no tempo e brinca de ser banda”, afirma Andreas Kisser (Sepultura)

Tempos atrás o guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, trocou uma ideia com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod. No papo, o músico, sempre direto em suas posições e convicções, comentou sobre o ex-colega de trabalho, Max Cavalera, que está, segundo Kisser, se repetindo artisticamente.. “Ver Max Cavalera tocando é lamentável; ele parou no tempo. Não tem evolução musical e técnica tanto é que está fazendo coisa que a gente escreveu há trinta anos, e não tão bem assim. Enfim, tem gente que curte ainda e acha relevante ficar brincando de ser banda ao invés de ser você mesmo e fazer as suas coisas hoje e largar o passado onde ele merece, que é no passado, e aprender com ele”. “Tenho um enorme respeito pelos irmãos [Max e Iggor Cavalera], pelo o que eles construíram. A história é espetacular. Mas cada um escolhe o seu caminho, e eu escolhi o meu”, acrescentou o artista. O guitarrista também usou o espaço para refletir sobre o fim da parceria com a empresária Gloria Cavalera. Kisser observou que do caos que era o dia a dia da banda nos anos 1990, os músicos remanescentes conseguiram ver e conquistar a organização empresarial. “As coisas que deram errado foram lições para não fazer de novo”, pontuou. “Acho que muito da desorganização, o caos da organização da época, foi de onde a gente a gente buscou a nossa organização de hoje. Saímos daquele caos para construir algo mais tranquilo, com poder de decisão, planilha, estratégia de carreira e estudo financeiro, sabendo o que vale à pena e não”. “E isso se constrói com calma. Tem várias reuniões, com coisas que se constroem. Se você falou sim na segunda-feira, então na sexta-feira ele vale. Não vamos mudar de acordo com o humor”, concluiu. Via: RockBizz

5 músicas que queremos ouvir nos shows do A Day To Remember no Brasil
Entrevistas
15/01/2026

5 músicas que queremos ouvir nos shows do A Day To Remember no Brasil

A Day To Remember retorna ao Brasil com três shows solo em janeiro. A banda se apresenta em Belo Horizonte no dia 27, Curitiba no dia 29 e Porto Alegre em 03 de fevereiro. Eles também participam da Life is But a Dream… Tour, do Avenged Sevenfold, que acontece dia 31 de janeiro no Allianz Parque, em São Paulo. Formado em 2003, na Flórida, o A Day To Remember fez de guitarras pesadas e letras confessionais um ímã para o público local, que se expandiu rapidamente e acompanhou o amadurecimento musical da banda. Em março deste ano, eles lançaram o oitavo álbum da carreira, Big Ole Album Vol. 1. O novo projeto rendeu apresentações em diversos países, incluindo a turnê mais recente, Maximum Fun Tour, na qual foram co-headliners com a banda Yellowcard. Confira 5 músicas do A Day To Remember que estamos ansiosos para ver nos shows no Brasil. “All I Want” “All I Want” é uma das músicas mais amadas do A Day To Remember e por bons motivos. A faixa faz parte do quarto álbum de estúdio da banda, What Separates Me From You (2010), e se popularizou principalmente devido ao videoclipe icônico que acumula participações de diversas bandas populares da cena punk/hardcore da época, como Pete Wentz (Fall Out Boy), Bring Me The Horizon, The Devil Wears Prada, Winston McCall do Parkway Drive e muitos outros. “The Downfall Of Us All” Uma das faixas mais populares da banda, “The Downfall Of Us All” é a faixa de abertura do álbum Homesick (2009) e também a música que abre o show. O single é uma mistura chiclete de metalcore com pop punk e recebeu aval de Chad Gilbert, vocalista do New Found Glory, quando ainda era apenas uma demo. Gilbert opinou que se alguém nunca tivesse ouvido A Day To Remember antes, “Downfall” seria “a introdução perfeita”. “If It Means A Lot To You” “If It Means A Lot To You” é um dos momentos mais intimistas dos shows do A Day To Remember. A faixa que também é do Homesick é tocada apenas com voz e violão e cria um momento de conexão do vocalista Jeremy McKinnon com o público, que acompanha o cantor fazendo coro. “Paranoia” “Paranoia” é a segunda faixa do álbum Bad Vibrations (2016) e uma das mais pesadas do A Day To Remember com ritmo frenético e refrão contagiante. Nos shows, a faixa fica situada mais ou menos no meio da setlist e esse é o momento em que se abrem os mosh pits e o público entra em combustão. “Flowers” Perto do encerramento do show, a banda apresenta “Flowers”, uma das faixas do álbum mais recente, Big Ole Album Vol. 1 (2025). A música foi muito bem recebida pelos fãs e é um dos momentos mais energéticos da setlist. LEIA TAMBÉM: A Day To Remember: Saiba provável setlist dos shows no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

James Hetfield revela as músicas do Metallica que considera difíceis de tocar ao vivo
Entrevistas
14/01/2026

James Hetfield revela as músicas do Metallica que considera difíceis de tocar ao vivo

No novo episódio do programa The Metallica Report, que é um podcast semanal com as notícias e novidades do universo do conjunto, o frontman James Hetfield revelou as músicas do Metallica que considera difíceis de tocar ao vivo. “Todos nós temos nossas próprias músicas que são um pouco difíceis. Moth Into Flame e Master of Puppets são duas que são um pouco difíceis. Tenho certeza de que Lars [Ulrich – bateria] tem a lista dele, todos nós temos a nossa. Mas nós nos esforçamos e nos ajudamos mutuamente com isso”. Papa Het, que tem 62 anos, também observou que sua idade se tornou um fator importante e que precisa de atenção para o planejamento das turnês. “O ser humano envelhece, isso é natural. Tenho a noção de que meu corpo aguenta isso, mas não aguenta aquilo. Conheço os meus limites”. Ele garantiu que ele e o resto da banda se cuidam bem, e é por isso que ainda conseguem passar tanto tempo na estrada tocando um heavy metal pesado e rápido. Via: RockBizz

John Lydon: Cachê do ‘The Masked Singer’ financiou novo álbum do Public Image Ltd
Entrevistas
14/01/2026

John Lydon: Cachê do ‘The Masked Singer’ financiou novo álbum do Public Image Ltd

John Lydon, ex-Sex Pistols e frontman do Public Image Ltd (PiL), falou abertamente sobre sua participação recente no programa The Masked Singer no Reino Unido e revelou as motivações por trás dessa escolha inusitada. Em entrevista cedida ao programa This Morning, o artista deixou claro que o dinheiro recebido pelo reality show ajudará diretamente o financiamento do novo álbum da banda [via NME]. “Diversão, em primeiro lugar. Mas, principalmente, pelo dinheiro. O dinheiro já foi usado para nos levar a Portugal para gravar durante um mês inteiro. E, depois, umas pequenas férias”. Ele também comentou de forma bem-humorada que seus colegas de banda não desconfiaram de sua participação no programa até descobrirem a origem dos recursos para as gravações. “Eles estavam curiosos de onde vinha o dinheiro do estúdio… E não conectaram os pontos”, disse ele. John Lydon foi desmascarado no programa após apresentações cantando “Physical” (Olivia Newton-John) e “Sex Bomb” (Tom Jones) enquanto usava uma fantasia de Yak, personagem que acabou eliminado em uma batalha contra outro competidor. Em outra parte da conversa, Lydon trouxe à tona sua experiência anterior com o formato nos Estados Unidos. Em 2021, participou mascarado para agradar sua falecida esposa, Nora Foster, que acompanhava a versão americana do programa. Public Image Ltd no Brasil A banda liderada por John Lydon traz a This Is Not The Last Tour para o Brasil este ano com show único, após 34 anos da última apresentação da banda no país. Public Image Ltd se apresentará no dia 08 de abril no Terra SP, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda através do site Fastix. LEIA TAMBÉM: Public Image Ltd anuncia show no Brasil após 34 anos Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

“The Edge of Darkness”: A era Blaze Bayley no Iron Maiden
Entrevistas
12/01/2026

“The Edge of Darkness”: A era Blaze Bayley no Iron Maiden

12 de janeiro de 1994 marca o dia em que Blaze Bayley assumiu oficialmente o posto de vocalista do Iron Maiden. Com a árdua missão de substituir ninguém menos que Bruce Dickinson, seu tempo na banda teve críticas, comparações e um forte declínio de popularidade. Isso levou a Donzela de Ferro ao momento mais turbulento de sua história. Saída de Bruce Dickinson e entrada de Blaze Bayley no Iron Maiden Quando Dickinson, esgotado de shows, deixou a banda em 1993, o Iron Maiden vivia uma incerteza: quem seria um substituto à altura de Bruce? Somado a isso, a situação pessoal de Steve Harris também não era boa. O baixista acabara de se divorciar. Contudo, decidido a provar que a banda sempre seria maior do que qualquer integrante, Steve começou a busca pelo novo cantor. A EMI, gravadora do grupo na época, havia decidido realizar um concurso. Fitas do mundo inteiro chegavam para o escritório da banda. Dentre elas, destacavam-se nomes com características semelhantes às de Bruce. O vocalista do Helloween, Michael Kiske e grandes vozes do metal brasileiro como Andre Matos e Edu Falaschi, eram fortemente especulados para o posto. Entretanto, o nome escolhido foi um velho conhecido da banda: Blaze Bayley, vocalista do Wolfsbane. Coincidentemente, seu grupo havia aberto shows para o Iron Maiden na Inglaterra durante a turnê do álbum No Prayer For The Dying (1990). Até hoje, sua contratação continua sendo motivo de discussão. O motivo: a escolha não se deu por razões técnicas, mas sim pelo fato dele ser britânico. Em sua audição, Bayley cantou 10 músicas incluindo “Fear of the Dark”, “The Trooper”, “Hallowed Be Thy Name” e “Wrathchild”. Em 2021, ele relembrou o teste em uma entrevista ao 80’s Glam Metalcast [via Whiplash]. “Eles fizeram muitos testes, gravaram muitas fitas, e eles já tinham meus CDs, então eu pedi uma audição e consegui. Eu realmente pensei que eles iriam atrás de alguém que soasse como Bruce Dickinson. Bruce é um vocalista de metal muito influente. Haviam muitos cantores que soavam parecidos com ele por causa disso. Mas acho que eles me escolheram porque eu era diferente e isso começou algo na banda. Foi o começo da era progressiva do Iron Maiden. Eu fiquei chocado. Minha voz é tão diferente, eu achei que não fosse ganhar a vaga”, comentou. ‘The X Factor’, declínio na popularidade e revolta dos fãs chilenos Como se a pressão da substituição não fosse suficiente, coisas aconteceram para atrapalhar. Ainda na fase de preparação para o novo álbum, o vocalista sofreu um grave acidente de moto. O incidente paralisou a banda e atrasou todo o cronograma de gravações. Este fato, somado em especial com o inferno pessoal de Harris ocasionou no trabalho mais sombrio do grupo até hoje: The X Factor. Lançado em 2 de outubro de 1995, o disco marcou uma ruptura visual e sonora imediata. A capa deixava de lado o traço marcante de Derek Riggs, e exibia o mascote Eddie em forma viva, sendo dissecado e lobotomizado. O projeto gráfico de Hugh Syme era considerado tão perturbador que o álbum precisou ser comercializado com capa reversível em algumas regiões para evitar censura. Musicalmente introspectivo e melancólico, e com temas como depressão, guerras e loucura – em especial músicas como “Sign of the Cross”, “The Aftermath”, “Judgment of Heaven” e “Fortunes of War” -, o disco teve reações mistas. As principais críticas ficaram para o som abafado das guitarras e a ausência de melodias marcantes. Atualmente, o projeto vem sendo redescoberto e ganhando uma segunda chance dos fãs. À Metal Hammer, Harris escolheu o álbum como o seu favorito do período. “The X Factor em particular é muito bom, mas é um álbum sombrio. Provavelmente porque eu estava em um momento meio sombrio com a saída do Bruce [Dickinson] e passando por um divórcio. Mas o resultado foi poderoso. Você pega coisas negativas e as transforma em positivas, essas emoções vêm à tona e é isso que você pode fazer com elas. Por isso que a música é algo tão poderoso”, contou [transcrição via Metal Injection]. Em Jerusalém, semanas antes do lançamento oficial, sua estreia aconteceu. O show inicial da The X Factour revelou um grande problema: Blaze não tinha capacidade para cantar músicas de seu antecessor no tom original. Enquanto sua voz de barítono casava perfeitamente com o novo disco, ela sofria para atingir as notas mais altas de Dickinson em clássicos como “The Trooper”, “Run to the Hills” e “Hallowed Be Thy Name”. O problema ficou ainda mais evidente com a recusa da banda em baixar a afinação dos instrumentos. Forçado a gritar para alcançar as notas originais, o desgaste físico foi inevitável, gerando a desaprovação imediata dos fãs mais puristas. Se o sucesso era estrondoso entre meados dos anos 80 e o início da década de 90, com arenas e estádios lotados ao redor do mundo, o choque de realidade veio no ano seguinte, principalmente nos Estados Unidos. A banda viu-se obrigada a tocar em teatros e clubes para 2.000 a 3.000 pessoas, sendo que muitas dessas apresentações não tinham ingressos esgotados. Na América do Norte a banda teve reações frias, mas eles apostavam em seu reduto mais fiel para uma boa recepção: a América do Sul. No Brasil, o grupo foi o headliner da terceira edição do Monsters of Rock, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Contudo ao chegarem no Chile, conhecido por ter uma das bases de fãs mais intensas e apaixonadas do mundo, se viram diante de uma forte rejeição. Durante uma apresentação em Santiago, um fã cuspiu em Bayley e em Harris repetidamente. O vocalista perdeu a cabeça, interrompeu a execução de “The Trooper” e ameaçou o fã de morte aos gritos. ‘Virtual XI’ e a caótica passagem pela América do Sul Se The X Factor já mostrava que as coisas não andavam bem, seu sucessor praticamente confirmou isso. Lançado em 23 de março de 1998, Virtual XI é considerado o pior trabalho da banda até hoje. A polêmica “The

Graham Bonnet revela que Yngwie Malmsteen tentou estrangulá-lo: “Ele gritou e me xingou”
Entrevistas
11/01/2026

Graham Bonnet revela que Yngwie Malmsteen tentou estrangulá-lo: “Ele gritou e me xingou”

Nas cenas rock n’ roll e heavy metal existem casos pitorescos, curiosos e até repugnantes – vide os episódios de Ozzy Osbourne arrancando a cabeça de morcego e pombo -, que já nos pegaram de surpresa. Mas tem alguns que são para lá de escabrosos e chegam a dar medo. O vocalista Graham Bonnet contou um do tipo surpreendente e assustador em nova entrevista ao programa Border City Rock Talk. O cantor revelou que o guitarrista Yngwie Malmsteen já tentou estrangulá-lo. Bonnet começou a sua explanação pontuando as diferenças entre os dois virtuosos, Steve Vai e Malmsteen. “Steve Vai é ​​um cara mais relaxado e mais profissional. O Yngwie era um garoto quando entrou para a banda [Alcatrazz]. Ele tinha 18 ou 19 anos. Então, ele era muito egocêntrico. O ego dele foi crescendo cada vez mais. Ele era incrível. As pessoas costumavam vê-lo no palco e ele sabia que podia dominar o palco inteiro sem a minha presença”. Entrando na seara do incidente, ele disse: “Nós tivemos uma pequena discussão e, eventualmente, tivemos que demiti-lo. Certa noite, ele tentou me estrangular. Bem, o que aconteceu foi que ele estava fazendo seu solo de guitarra e eu saí do palco e, sem querer, puxei o cabo do amplificador dele. Ele estava fazendo o solo e, de repente, parou de sair som”. “Eu estava fora do palco quando ele veio correndo até o ônibus onde eu estava conversando com o motorista e ficou furioso comigo. Ele simplesmente gritou comigo e me xingou. Então, ele me agarrou pelo pescoço, pressionando os polegares contra minha garganta, tentando me estrangular. Eu estava sufocando. Eu perguntei o que ele estava fazendo e ele falou que eu tinha puxado o cabo da guitarra dele. E ele continuou me estrangulando”. “Aí, um dos nossos membros da equipe o agarrou, colocou a cabeça dele debaixo do braço e disse: ‘Se você encostar no Graham de novo, eu te mato’. E aquela noite marcou o fim da carreira dele conosco. Ele seguiu em frente e fez coisas melhores. Mas não tente estrangular o vocalista, pelo amor de Deus! Ele foi o cara que te deu um emprego”, concluiu Graham em tom irônico. Via: RockBizz

Avenged Sevenfold esgota ingressos para show em São Paulo
Entrevistas
09/01/2026

Avenged Sevenfold esgota ingressos para show em São Paulo

Notícias Todos os ingressos para o show do Avenged Sevenfold no Allianz Parque, em São Paulo, estão esgotados! A apresentação que acontece dia 31 de janeiro será o maior show solo da banda em estádio de toda sua carreira e contará com A Day To Remember e Mr. Bungle como atos de abertura. A turnê Life is But A Dream… passa também por Curitiba, no dia 28 de janeiro, na Pedreira Paulo Leminski, com abertura de Mr. Bungle, e tem poucos ingressos disponíveis no site da Eventim. Life is But A Dream… é também o nome do álbum mais recente do Avenged Sevenfold. Lançado em 2023, foi o primeiro disco de estúdio do grupo californiano após um período de sete anos de espera. O trabalho, como a própria banda define, “foi projetado para provocar e inspirar, ampliando corajosamente a nova onda do som do heavy metal americano, com confiança, atitude e intenção”. Trata-se de “uma celebração e libertação da vida, enquanto explora a possível ilusão do livre arbítrio e do determinismo”. Não à toa, o A7X (como também é conhecido) e seu disco foram celebrados pelo público e pela imprensa especializada, aparecendo na lista dos 11 Melhores Álbuns de Metal de 2023 da Rolling Stone. É com esse repertório recente e com os seus mais de 25 anos de trajetória sólida que o quinteto desembarca no Brasil. LEIA TAMBÉM: Avenged Sevenfold: Confira provável setlist dos shows no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

My Chemical Romance adia show na Colômbia; datas no Brasil seguem confirmadas
Entrevistas
09/01/2026

My Chemical Romance adia show na Colômbia; datas no Brasil seguem confirmadas

Notícias Nesta sexta-feira, 09, My Chemical Romance anunciou o adiamento de seu show na Colômbia, que aconteceria no próximo dia 22, na capital Bogotá. A performance agora será realizada em 10 de fevereiro. A apresentação daria o pontapé inicial na turnê latino-americana da banda. Desta forma, o primeiro show acontecerá 3 dias depois, no dia 25, em Lima, no Peru. As demais datas da turnê seguirão sem alterações. No Brasil, o My Chemical Romance se apresentará nos dias 05 e 06 de fevereiro no Allianz Parque, em São Paulo. Em nota publicada nas redes sociais, a banda disse: “Por motivos alheios à nossa vontade, à da produtora ou ao local do show, tomamos a difícil decisão de adiar nossa apresentação em Bogotá, na Colômbia. A nova data será terça-feira, 10 de fevereiro de 2026. O The Hives continuará como banda de abertura e os horários permanecerão inalterados.” “Todas as outras datas na América do Sul e na Cidade do México seguem conforme o planejado. Pedimos desculpas por qualquer transtorno que isso possa causar aos nossos fãs e estamos ansiosos para vê-los em algumas semanas. Os ingressos originais serão válidos para a nova data. Para mais informações sobre reembolsos, consulte os canais da Ticketmaster.co.” LEIA TAMBÉM: Quem é a mulher da capa de ‘Around the Fur’, do Deftones? Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Fábio Laguna, tecladista do Edu Falaschi, lança livro ‘Metal Sobre Rodas’
Entrevistas
07/01/2026

Fábio Laguna, tecladista do Edu Falaschi, lança livro ‘Metal Sobre Rodas’

O tecladista Fábio Laguna apresenta seu novo livro Metal Sobre Rodas – Aventuras entre o Heavy Metal e o Pedivela. Reconhecido por seu trabalho com as bandas Angra e Hangar e pela parceria de longa data com Edu Falaschi, o músico revela como o amor pela bicicleta se tornou parte inseparável de sua trajetória. Na obra, Laguna compartilha experiências vividas em uma turnê de 38 dias, realizada em 2024, que passou por 11 estados e o Distrito Federal. Ao lado da rotina de ensaios, shows e viagens de ônibus, ele aproveitou cada intervalo para explorar cidades, praias e trilhas sobre duas rodas, unindo o ritmo do metal ao compasso do pedal. Os relatos vão além das histórias de estrada. Para o tecladista, o pedal simboliza liberdade, resistência e disciplina — valores que dialogam diretamente com sua vida artística. Ao longo do livro, o leitor encontra momentos de superação, reflexões pessoais e situações inusitadas que revelam como o ciclismo transformou a maneira de vivenciar as turnês. De Goiânia a Salvador, de Belo Horizonte ao litoral nordestino, Laguna narra aventuras que misturam humor, emoção e descobertas culturais. A bicicleta o levou a paisagens improváveis, encontros inesperados e experiências que dificilmente fariam parte da rotina de um músico em viagem, tornando cada parada inesquecível. Metal Sobre Rodas também funciona como um retrato do cicloturismo no Brasil. Entre mapas, dicas de trajetos e curiosidades locais, a obra se conecta tanto com fãs de rock quanto com amantes de bicicleta. O livro mostra como duas paixões distintas podem se complementar em uma narrativa leve, divertida e cheia de inspiração. Publicada pela Lagunation Editora, a obra traz registros detalhados de percursos, reflexões sobre mobilidade urbana e lembranças da pandemia, quando o pedal se tornou ainda mais presente em sua vida. O resultado é um livro que vai além da música, oferecendo um olhar íntimo sobre escolhas e experiências de um artista que não para de se reinventar. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026 anuncia Twisted Sister como headliner Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Jack Osbourne reflete sobre a ética de trabalho de Ozzy e sobre como foi crescer sendo filho de um astro do rock
Entrevistas
07/01/2026

Jack Osbourne reflete sobre a ética de trabalho de Ozzy e sobre como foi crescer sendo filho de um astro do rock

Ter conflitos com os pais é parte da vida de todo mundo! Em algum momento do percurso, as notas no colégio, bagunças e as famosas malcriações foram motivos para a gente tomar um bom esculacho dos tutores. A coisa muda um pouco de figura quando o seu pai é um rock star. Os dramas mudam de perfil e a relação pode se abalar por outros motivos. Quem teve que crescer em um ambiente diferente foi Jack Osbourne, filho mais novo de Ozzy. Durante recente participação no podcast Leave No Doubt Fatherhood, Jack refletiu sobre a ética de trabalho de Ozzy e sobre como foi crescer sendo filho de um astro do rock. “A primeira coisa que sempre me vem à cabeça é que meu pai tinha uma ética de trabalho incrível. Todo mundo pensa: ‘Ah, um astro do rock. Ele deve ser louco’. Acredito que as pessoas pensam em alguém como Axl Rose [Guns N’ Roses], que faz os fãs esperarem quatro horas para subir ao palco, cria tumultos e coisas do tipo. Não me entendam mal, meu pai tinha seus momentos, mas por causa da forma como ele cresceu, sendo super classe trabalhadora, com o pai e a mãe trabalhando em fábricas, sem riqueza, ele respeitava o seu trabalho. Ele sempre soube que, assim como vem rápido, também pode ir embora rápido, também. Isso é algo que sempre me marcou e algo que ele sempre compartilhava comigo. Ele sempre dizia: ‘As mesmas pessoas que você encontra subindo, você encontra descendo, então seja bom com as pessoas com quem você trabalha, apareça quando disser que vai aparecer e faça o seu trabalho’. É uma forte ética de trabalho”. Jack prosseguiu falando sobre a relação pai e filho: “Houve momentos em que ele não foi o melhor pai. Ele veio de uma época em que os pais não eram muito presentes na criação dos filhos. Eles iam trabalhar e cumpriam as suas obrigações. Quando éramos crianças, havia discussões. Na adolescência, você briga com o seu pai, essas coisas. E eu me lembro de uma vez em que ele olhou para mim e disse: ‘Do que você está reclamando? Você nunca passou por falta de nada. Você tem tudo’. Eu respondi: ‘Eu quero um pai. Eu quero um relacionamento com você’. Ele tinha seus próprios problemas, seus próprios vícios, com os quais lutou durante a maior parte da vida. Isso é uma grande barreira em qualquer relação parental. Mas acho que grande parte da paternidade se resume a aprender com os erros dos pais, e você escolhe o que aprender: ‘Gostei que meus pais fizeram isso’; não gostei que meus pais fizeram aquilo’”. “O meu pai não me criou da forma como o pai dele o criou. E foi o mesmo com a minha mãe. Ela é muito diferente dos pais dela. E esse é o tipo de presente que damos aos nossos filhos, quer as pessoas percebam ou não. Se eles forem conscientes o suficiente, damos a eles esse guia para seguirem quando estiverem prontos para serem pais”, concluiu. Em dezembro de 2025, Jack e sua esposa, Aree Gearhart, anunciaram que estavam esperando seu segundo filho juntos. Ele já tem três filhos – Pearl, Andy e Minnie – de seu primeiro casamento, que foi com a Lisa Stelly. Via: RockBizz