Entrevistas

Ciência explica por que os fãs de metal e punk se derretem de amor pelos mosh pits
Em shows de metal e punk, principalmente, é muito comum vermos os fãs se acotovelando nos mosh pits, ou rodas, como chamamos aqui no Brasil. Mas a ciência tem uma explicação para que isso aconteça, e a razão é bastante interessante. Um expectador do podcast britânico The Rest Is Science fez uma pergunta aos apresentadores Hannah Fry e Michael Stevens sobre os mosh pits e a dinâmica de troca de fluídos em shows. Os apresentadores foram atrás de uma resposta para o internauta. Fry buscou informações em um artigo acadêmico publicado pela Universidade Cornell em 2013, que leva o nome de “Movimento Coletivo de Humanos em Rodas Punk e Círculos de Roda em Shows de Heavy Metal”. O artigo, de autoria de Jesse L. Silverberg, Matthew Bierbaum, James P. Sethna e Itai Cohen, do Departamento de Física e do Laboratório de Física Atômica e do Estado Sólido da universidade de Nova York, traçou paralelos entre os participantes de rodas punk e o comportamento de partículas. Hannah explicou: “O que eles fizeram foi assistir a vários shows de heavy metal e também ver vídeos do estilo na internet, e o resultado saiu como um artigo acadêmico formal. Para fazer o artigo, o grupo de pesquisadores estudou grandes multidões – entre 102 a 105 pessoas – sob as condições extremas tipicamente encontradas em shows de heavy metal. Frequentemente resultando em ferimentos, o humor coletivo sofreu influência pela combinação de música alta (130 dB), rápida (blast beats acima de 300 batidas por minuto), sincronização com luzes piscantes brilhantes e embriaguez”. Fry continuou: “Portanto, se você parar de pensar nas pessoas como pessoas e começar a pensar nelas como partículas, o que você vê nos mosh pits é um comportamento comum a diversos sistemas de fluidos. Cada pessoa é como uma partícula, estão constantemente colidindo e reagem ao que acontece ao seu redor localmente, não em todo o sistema global. Elas não seguem uma série de regras, apenas reagem ao que acontece ao seu redor. Com isso, existem duas tendências diferentes que as pessoas têm quando estão nesse tipo de situação de multidão. Tendemos a copiar o que os indivíduos ao nosso redor estão fazendo, o comportamento de bando, que é o que vemos quando grandes bandos de pássaros copiam a velocidade e a direção médias de seus parceiros. A outra opção é termos movimentos aleatórios e imprevisíveis quando agimos individualmente. Nas rodas se dão os mesmos padrões com as pessoas se organizando de forma semelhante a um vórtice, um tipo de movimento circular, que você vê exatamente como em fluidos, no qual os participantes giram juntos”. “Dessa forma, os mosh pits acontecem quando você para de se comportar como pessoa e começa a se comportar como partícula”, concluiu a comunicadora. Assista à explicação completa a partir dos 3 minutos e 45 segundos do vídeo abaixo: Via: RockBizz

Peter Criss revela arrependimento por nunca ter gravado um álbum com Ace Frehley
Peter Criss, baterista original do KISS, falou sobre seu arrependimento por nunca ter gravado um álbum colaborativo com o também fundador da banda, Ace Frehley; um projeto que ele sempre considerou um sonho pessoal. Em entrevista no Podcast Rock City, Criss – também conhecido como Catman – relembrou o quão importante Frehley era para ele, tanto como amigo quanto como parceiro musical [transcrição via Blabbermouth]. “Era um sonho meu que nós dois fizéssemos um álbum juntos”, disse ele. “Lamento que isso nunca tenha acontecido. E o Ace lançou mais álbuns solo do que qualquer um de nós do KISS. Ele lançou uns 10 álbuns solo, fácil, mais do que nós. Estava trabalhando em seu novo álbum antes do trágico acidente e estava se preparando para outra turnê. Ele tinha 74 anos. Que Deus o abençoe. E nunca haverá outro igual”, confessou Peter Criss. Criss também falou com emoção sobre a ausência de Frehley na cerimônia em que os membros do KISS receberam o Kennedy Center Honors em dezembro passado. “A pior parte foi que o Ace não estava lá. Sinto muita falta dele. Éramos muito próximos. Mas a filha dele estava lá, e a esposa dele, Jeanette, que está um pouco doente, mas estava lá, e a filha dele, Monique, também estava lá. E o que mais me emocionou foi que o presidente se levantou da mesa, caminhou até Jeanette, que estava em sua cadeira de rodas, e depois deu um grande abraço em Monique e colocou a medalha nela. Isso me fez chorar. Sinto muita falta dele. A ausência de Ace será uma grande perda”, disse Ace. Frehley tinha 74 anos e faleceu na dia 16 de outubro em decorrência de um traumatismo craniano causado por uma queda. O guitarrista sofreu um acidente no final de setembro que foi descrito em comunicado oficial como “uma pequena queda”. Na semana seguinte, entretanto, toda a agenda de shows do guitarrista foi cancelada devido a “problemas médicos” não especificados. LEIA TAMÉM: Ex-KISS, Vinnie Vincent se defende após lançar single que custa R$ 1250 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Vocalista do Bikini Kill conta como influenciou “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana
Kathleen Hanna, a voz líder da banda punk Bikini Kill e representante do movimento riot grrrl, revelou em podcast qual foi sua participação em “Smells Like Teen Spirit”, sucesso do Nirvana. Ao conversar com a cantora Olivia Rodrigo no podcast Music Makes Us produzido pelo Rock & Roll Hall of Fame, a artista relembrou (via TMDQA): “É muito constrangedor, mas foi tipo, eu e Kurt estávamos super, super bêbados – eu não deveria dizer isso; crianças, não bebam. Eu estou sóbria, na verdade, mas quando eu era nova eu e Kurt ficamos super bêbados e fomos para a floresta. E depois nós fomos para a cidade e acabamos voltando para o apartamento dele, e nós, tipo, quebramos todas as coisas no escuro.” “Eu comecei a escrever coisas na parede e depois eu escrevi ‘Kurt Smells Like Teen Spirit’ [Kurt tem cheiro de ‘Teen Spirit’, nome de um desodorante]. E quando eles [Nirvana] foram gravar o disco deles, ele [Kurt] me procurou e disse ‘Ei, posso usar aquela frase?’ E eu fiquei tipo, ‘Eu não faço ideia de como você usaria ‘Smells Like Teen Spirit’ em uma música’. E então se tornou um dos títulos mais famosos que já existiram.” Kathleen Hanna e a origem de “Kurt Smells Like Teen Spirit” Enquanto Kurt pensava ter uma frase revolucionária sobre “rebeldia adolescente”, Hanna, na verdade, atribuiu a frase tirada de um desodorante popular entre as mulheres. Desodorante este que Tobi Vail, namorada do cantor na época e baterista do Bikini Kill, usava. Sendo assim, Cobain exalava o cheiro de sua parceira. O que surgiu como uma pichação acabou se tornando a faixa que marcou o grunge. A história também é contada na autobiografia Rebel Girl: My Life as a Feminist Punk de Kathleen Hanna. LEIA TAMBÉM: Linkin Park vira meme de ‘Stranger Things’ e impulsiona streams no Spotify Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

A música que Steve Harris quer colocar no repertório do Iron Maiden
Steve Harris revelou qual faixa clássica quer trazer de volta ao repertório da tão aguardada segunda fase da Run For Your Lives World Tour, do Iron Maiden. Em entrevista à Metal Hammer, o baixista e fundador, revelou que existem diversas músicas que a banda não toca atualmente, mas que ele adoraria revisitar, citando “The Evil That Men Do”, faixa marcante do álbum Seventh Son of a Seventh Son (1988). A canção, que já foi hit entre os fãs e presença regular em shows anteriores, não está nas apresentações desde 2019, segundo o baixista. “Eu gosto de todas! É difícil escolher uma. Há certas músicas, como ‘The Evil That Men Do’, que ainda não estão no repertório e que eu gostaria de tocar. Mas nós discutimos algumas ideias e acabamos não as tocando desta vez”, confessou o músico de 69 anos. Steve Harris afirmou que esse tipo de decisão não é simples. “Mas é difícil fazer um setlist de qualquer fase da nossa carreira [sem deixar nada de fora]. É um bom problema para se ter, eu acho”, concluiu. A atual fase do Iron Maiden já trouxe de volta faixas raras. Entre eles, “Killers”, “Murders in the Rue Morgue” e “The Clairvoyant”, que estavam fora do setlist há décadas. A turnê Run for Your Lives World Tour, celebra os 50 anos da banda e já roda pela Europa e América do Norte desde maio do ano passado. No Brasil, o Iron Maiden confirmou dois shows. Após esgotar os ingressos em São Paulo, no Allianz Parque, dia 25 de outubro, a banda confirmou uma data extra: 27 de outubro, também no Allianz Parque. Restam poucos ingressos disponíveis no site da LIVEPASS. LEIA TAMBÉM: Após esgotar ingressos, Iron Maiden anuncia show extra no Brasil Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Tim Lambesis, do As I Lay Dying, rebate acusações de abuso feitas por ex-esposa
O vocalista Tim Lambesis, líder da banda As I Lay Dying, respondeu publicamente às recentes declarações de sua ex-esposa, Dany Ciara. Ciara detalhou alegações de abuso, infidelidade e comportamento tóxico durante o casamento com Tim Lambesis no episódio do podcast BREWtally Speaking, no final de dezembro [via ThePRP]. Na conversa de quase 4 horas, ela explicou como a relação começou intensa e rapidamente escalou para dificuldades profundas. Dany descreveu um namoro que começou pelas redes sociais e evoluiu para casamento em Las Vegas em poucas semanas “Sentia-me nas nuvens, como se tudo fosse perfeito demais para ser verdade — e acabou por ser mesmo assim”, confessou. Cerca de seis meses depois, se deteriorou após ela descobrir infidelidade por parte de Lambesis, que, segundo ela, teria gerado um período volátil e emocionalmente desgastante no casamento. Dany Ciara detalhe momentos de abuso Ao longo da conversa, Ciara apresentou acusações de manipulação emocional, vigilância e comportamento controlado dentro do lar, além de relatar que câmeras domésticas foram usadas contra ela em situações de conflito, com áudios retirados de contexto para retratá-la de forma negativa. “Ele me empurrou e pegou o celular da minha mão. Ele gravou esse vídeo e o silenciou. Tirou o áudio para que não desse para ouvir que eu estava gritando com ele, que eu sabia que ele estava me traindo. Então eu fiquei parecendo uma pessoa completamente louca, sem nenhum contexto”. Ela também comentou sobre episódios de escalada física de tensões, inclusive envolvendo tentativa de defesa com uma faca quando se sentia ameaçada. “Eu diria que já apontei uma faca para ele mais de uma vez. Havia um ciclo em que as coisas escalavam e eu sentia que isso ia acontecer. Havia sinais que eu sabia quando a coisa ia ficar física. E começava com o Tim me imobilizando, colocando todo o peso do corpo em cima de mim, me impedindo de respirar. Eu gritava por socorro”, contou Dany. “Eu queria contextualizar essa situação, porque sinto que tenho o direito de me defender dele e não sei por que ele não acredita que eu o fiz, mas eu fiz”. Também alegou que encontrou imagens geradas por inteligência artificial de conteúdo sexual perturbador no telefone de Lambesis, além de ser forçada a ter relações sexuais, o que, segundo ela, abalou ainda mais sua confiança e percepção de segurança na relação. “Se eu dissesse que não estava com vontade [de manter relações sexuais], ia virar uma briga… Depois eu acabava chorando no banheiro, me sentindo enojada de mim mesma. Houve uma época em que ele fazia pornografia com inteligência artificial no celular… Mesmo que não a tivesse criado, ele a salvava.“ Por enquanto, nenhuma ação judicial foi divulgada. “Só quero dizer a minha verdade e seguir em frente com a minha vida. Não vou me curvar a ele. Não vou mais ter medo”, disse ela. Tim Lambesis rebate acusações A resposta de Lambesis, feita por meio de uma declaração em suas redes sociais e depois apagada, critica a forma como as acusações foram apresentadas sem o contexto completo [via Loudwire]. Na publicação, Lambesis afirmou que ficou em silêncio por um longo período para não misturar sua vida pessoal com seu trabalho artístico. Porém, só decidiu falar agora porque, segundo ele, “velhas histórias ressurgem sempre quando minha vida e carreira avançam novamente”. Ele argumentou que remover o contexto dos eventos torna mais fácil criar narrativas unilaterais e disse que qualquer questão legal teria sido tratada por vias apropriadas se fosse verdadeira. O músico também sugeriu que críticas e comentários sobre seu relacionamento são oportunistas. Além disso, afirmou que algumas pessoas aparecem justamente quando ele tenta retomar sua carreira e que prefere focar em seu trabalho e novas músicas. Lambesis concluiu pedindo que todos deixem o passado para trás, ressaltando que pretende seguir em frente com a produção do próximo álbum e a retomada das atividades da banda. A reação de Lambesis surge em meio a um cenário marcado por vídeos que mostraram momentos tensos entre ele e Ciara. Bem como, por acusações de comportamento errático que circularam entre fãs e críticos desde 2024, quando gravações de confrontos pessoais vazaram online e contribuíram para a saída de membros da formação anterior da banda. Desligamentos no As I Lay Dying Em outubro de 2024, a banda perdeu o guitarrista Phil Sgrosso, o baterista Nick Pierce, o guitarrista Ken Susi e o baixista Ryan Neff, o que resultou na permanência apenas do vocalista e co-fundador Tim Lambesis. Isso levou o grupo a cancelar a turnê latino-americana que aconteceria em março de 2025. Além disso, o vocalista Tim Lambesis também tem seu nome associado a múltiplas polêmicas, episódios de violência e acusações criminais, incluindo uma prisão em 2014 após ter encomendado o assassinato de sua ex-esposa. Sentenciado a seis anos de prisão em maio daquele ano após ter se declarado culpado, foi solto aproximadamente dois anos e meio depois, em dezembro de 2016. Em junho de 2018 a banda tocou seu primeiro show com o vocalista, após ter divulgado um vídeo explicando o retorno do grupo. Recentemente, o As I Lay Dying lançou o novo single “Echoes”, primeira faixa com sua nova formação. Além do único membro original, Tim Lambesis, como vocalista, a nova formação conta com o guitarrista brasileiro Bill Hudson, Chris Clancy no baixo, Don Vedda na guitarra, e Tim Yeung na bateria. Atualmente, a banda se prepara para a turnê europeia que acontece em outubro e novembro deste ano. Anunciada como “uma noite com As I Lay Dying”, a turnê celebra o 20º aniversário do terceiro álbum Shadows Are Security (2005). LEIA TAMBÉM: As I Lay Dying anuncia nova formação com guitarrista brasileiro Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Adrian Smith confirma audição para o Def Leppard em 1991: “Valia a pena tentar”
Notícias O guitarrista do Iron Maiden, Adrian Smith, confirmou os boatos de que fez uma audição para se juntar ao Def Leppard em 1991. Naquele ano, a banda buscava um novo integrante após o falecimento precoce de Steve Clarke, aos 31 anos de idade, devido a uma overdose acidental. Durante conversa com o MetalJournal.net, Smith comentou sobre o teste para entrar na banda. Segundo ele, o convite veio do também guitarrista Phil Collen e do fotógrafo Ross Halfin. “Fiquei em Los Angeles por alguns dias. O Phil Collen me ligou, junto com o Ross Halfin, e me perguntaram se eu estaria interessado. Eu disse que sim. Tocamos algumas músicas. Soou muito bem. Eles são caras incríveis, mas acabou não dando certo”, contou [transcrição via Metal Injection]. De acordo com Adrian Smith, que havia deixado o Maiden em 1990, seu foco naquele momento estava em sua carreira solo. “O álbum do Psycho Motel estava para sair, então eu estava meio pensativo. Mas quem sabe? Valia a pena tentar. Se saíram bem sem mim”, declarou. Após uma série de audições, o Def Leppard acabou optando por Vivian Campbell, que na década de 80, havia integrado a formação da banda de Ronnie James Dio. LEIA TAMBÉM: Alex Van Halen revela que está trabalhando em novo álbum com guitarrista do Toto Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Dave Mustaine critica bandas em turnês de despedida: “Nunca cumprem a palavra”
O guitarrista e frontman do Megadeth, Dave Mustaine, revelou que sua banda não irá retornar aos palcos ao término da turnê This Was Our Life. Nos últimos anos, nomes como Mötley Crüe e Slayer, anunciaram turnês de despedida, mas acabaram retornando aos palcos anos depois. Em entrevista à Metal Hammer, Dave disse [transcrição via Blabbermouth]: “Eu não acho [que isso vá acontecer]. Você vê o burburinho associado a bandas assim. Você sabe que eles nunca levam isso até o fim e nunca cumprem sua palavra.” Questionado pela MariskalRockTV sobre como planeja se manter ocupado após o fim das atividades ao vivo do Megadeth, Ele comentou: “Bem, ainda há tanta coisa acontecendo agora que não quero pensar muito nisso. Não consigo pensar num fim neste momento.” Ele acrescentou: “Não acho que haverá um ‘dia seguinte’. Acredito que, para todos nós, estaremos sempre no Megadeth. Seremos sempre irmãos e melhores amigos, e seremos sempre responsáveis por fazer algumas das músicas mais divertidas que baixistas, guitarristas e bateristas jamais sonharam em tocar.” Megadeth virá ao Brasil em maio para única apresentação em São Paulo Megadeth confirmou única apresentação no Brasil no dia 2 de maio de 2026, no Espaço Unimed, em São Paulo, com sua Farewell Tour. Os ingressos já estão esgotados. O vindouro álbum de despedida, intitulado Megadeth, está previsto para 23 de janeiro pelo selo Tradecraft, pertencente a Mustaine. O ultimo single “Let There Be Shred” já está disponível. Além das 10 faixas, Dave Mustaine informou que a banda gravou três músicas adicionais como bônus. Curiosamente, uma delas é a versão de “Ride The Lightning”, do Metallica. O músico também anunciou o lançamento do novo livro de memórias, cujos detalhes serão revelados nos próximos meses. LEIA TAMBÉM: Saiba como assistir ao documentário ‘Megadeth: Behind The Mask’ no Brasil Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Guitarrista Nita Strauss revela que está grávida de seu primeiro neném
Ano novo com vida nova! A virtuosa guitarrista Nita Strauss (Alice Cooper) levou ao pé da letra a ideia de vida nova, já que revelou que está grávida de seu primeiro neném. A musicista e o esposo, o baterista Josh Villalta, estão super felizes com a novidade. Em sua conta oficial no Instagram, Nita escreveu: “Parece que 2026 será o melhor ano até agora. Esperamos tanto por esse milagre e agora finalmente chegou a hora! Ele virá ao mundo cercado de muito amor! Estou muito animado para conhecer nosso pequeno neste verão”. A postagem ainda conta com algumas fotos do casal e imagem do ultrassom, o qual mostra o bebê em gestação. Confira: Apesar de estarem há muitos anos juntos, Nita e Josh se casaram em maio de 2024 no hotel Hollywood Roosevelt em Los Angeles, Califórnia. Entre os convidados do casamento estavam os colegas de banda de Nita, Alice Cooper e Chuck Garric, o vocalista do Disturbed, David Draiman, a cantora pop rock Demi e outras celebridades. Via: RockBizz

Shaman foi a primeira banda de heavy metal a ter música em novela, segundo Hugo Mariutti
No começo da década de 2000, o heavy metal brasileiro era praticamente personificado na banda Shaman, a qual tinha em sua formação Andre Matos (vocal), Hugo Mariutti (guitarra), Luis Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria). Em pouco tempo de estrada, o quarteto alcançou sucesso estrondoso com o álbum Ritual, que conseguiu emplacar, inclusive, a canção Fairy Tale na novela O Beijo do Vampiro, da TV Globo. Foi a única vez que o metal brasileiro figurou em um folhetim. Em bate-papo com os apresentadores do canal Futeboteco, Felipe Oliveira e Rodolfo Gomes, os irmãos Luis e Hugo Mariutti festejaram o fato do Shaman ter sido a primeira banda de heavy metal a ter música em novela. “Andre compôs Fairy Tale na época do Fireworks [terceiro registro de estúdio do Angra], mas, nessa época, ele exagerou no sentido medieval da parada. Até o sotaque era medieval. Na hora que Chris Tsangarides [produtor de Fireworks] ouviu, ele rolou de rir. O Andre ficou puto e não usamos a música”, contou o baixista. “Na época do Shaman, nós reformulamos a música. Hugo colocou umas guitarras mais a ver, mais Metallica. Ela virou uma balada metal”, pontuou. Hugo continuou: “Foi a Universal que lançou o disco, e o diretor da Universal mostrou a música para o cara que escolhia as coisas para as novelas. Na hora que ele tocou a música, o cara falou que tinha tudo a ver com o personagem principal da novela, que era interpretado por Tarcísio Meira”. “Então, o Shaman foi a primeira banda de heavy metal que teve uma música numa novela. Pra gente foi muito importante. Lembro que fomos tocar no Altas Horas, a galera nem sabia o que era o Shaman, mas, na hora que começou a música, as pessoas reconheceram que era o som da novela”, completou o guitarrista. Fairy Tale é a sétima faixa do debute Ritual, que saiu em junho de 2002. A canção, que foi escrita pelo saudoso vocalista Andre Matos, foi o principal cartão de visita do Shaman ao longo de sua carreira. Via: RockBizz

John Lydon afirma que esperava contato dos ex-companheiros de Sex Pistols após a morte de sua esposa
John Lydon afirmou que esperava contato dos ex-companheiros de Sex Pistols após a morte de sua esposa Nora Forster. O ícone do punk perdeu sua esposa, com quem foi casado por quase cinco décadas, em abril de 2023, após uma longa batalha contra o Alzheimer. Nos últimos dois anos de vida dela, o cantor se dedicou integralmente aos seus cuidados. Em uma nova entrevista ao The Times, Lydon – que usava o nome artístico Johnny Rotten durante sua época no Pistols – afirmou que não recebeu nenhuma mensagem do guitarrista Steve Jones, do baixista Glen Matlock ou do baterista Paul Cook após o falecimento de Forster. “Eu esperava algum tipo de contato quando Nora morreu, mas nada”, disse ele. Pouco antes de Nora falecer, Lydon falou emocionado sobre sua devoção a ela, explicando que a luta dela contra o Alzheimer o ajudou a “se tornar uma pessoa melhor”. “Tudo o que eu considerava a maior agonia parece absurdo agora”, disse ele. “Isso me moldou no que sou hoje. Acho que nunca vou superar. Não consigo imaginar viver sem ela. E nem quero. Não faz sentido”. A relação entre Lydon e seus ex-companheiros de banda tem sido tensa nos últimos anos. O cantor criticou abertamente a decisão do grupo de voltar a estrada com o vocalista Frank Carter como seu substituto. “É quase malicioso na intenção”, disse Lydon à NME no ano passado. “E é karaokê – é só isso que vai ser. Puxa vida, quantos anos os Três Patetas daquela banda tiveram para compor músicas novas? É isso que eu gostaria de ouvir”. Via: RockBizz

Queen revela Not For Sale (Polar Bear), canção natalina inédita gravada em 1974
O Queen revelou Not For Sale (Polar Bear), uma canção natalina inédita gravada em 1974 durante a produção do segundo álbum da banda, Queen II, mas que não entrou na versão final. Cinco décadas depois, a música foi desenterrada dos arquivos e tocou pela primeira vez na rádio Planet Rock no início desta semana. “Talvez algumas pessoas já tenham ouvido uma versão pirata de Not for Sale (Polar Bear), da banda Smile; é uma música bem antiga, mas, até onde eu sei, ninguém nunca ouviu esta versão”, disse o guitarrista Brian May. E continuou: “É um trabalho em andamento e estará presente na próxima reconstrução do álbum Queen II – que será lançado no ano que vem – mas estou incluindo isso no meu especial da Planet Rock porque estou curioso para saber o que as pessoas acham. Espero que todos tenham um Natal maravilhoso e um ótimo Ano Novo!” Ouça Not For Sale (Polar Bear) abaixo: Via: RockBizz

Nostalgia MTV: João Gordo mostra os desenhos que recebia dos fãs de Garganta e Torcicolo
O vocalista do Ratos de Porão, João Gordo – nascido João Francisco Benedan -, 61, é uma figura sui generis na cultura brasileira! O cara é a união de muitas coisas díspares, mas que encontraram nele um meio interessante de se conectarem. Ele é um ator ativo da cena punk e hardcore, mas que conseguiu holofote nos meios comerciais como nos canais MTV e Record. Mesmo com um comportamento totalmente fora do padrão para estes campos e outras paragens, Gordo conseguiu se firmar, achar o seu lugar na cultura nacional e ser uma figura querida por muitas pessoas. Na extinta MTV, ele comandou atrações como Garganta e Torcicolo, Gordo Pop Show, Gordo on Ice, Gordo a Go-Go, Piores Clipes do Mundo, Gordo Freak Show, Gordo à Bolonhesa, Fundão MTV, Gordoshop e Gordo Visita. Como tinha apelo com o público jovem, João recebia muitas cartas com desenhos de seus fãs. E em uma nostalgia boa, o músico mostrou em suas redes sociais algumas artes que ganhou da garotada. Na legenda da postagem, ele escreveu: “Artes que a criançada, hoje adultos, mandavam para o programa Garganta e Torcicolo na finada MTV Brasil. Gordão retardado mudou a infância de muita gente”. Veja: Via: RockBizz

Família Osbourne posa de pijamas para o celebrar o primeiro Natal sem o patriarca Ozzy
A família Osbourne posou de pijamas para o celebrar o primeiro Natal sem o patriarca Ozzy. Na quinta-feira, 25 de dezembro, a filha caçula, Kelly Osbourne, 41, compartilhou em suas redes sociais algumas fotos da reunião familiar. As fotos mostram membros da família como o filho e o esposo de Kelly, Sidney e Sid Wilson, sua mãe Sharon Osbourne, seu meio irmão Louis com a esposa Louise e vários outras pessoas. Na legenda da postagem, Kelly escreveu: “Feliz Natal da família Osbourne”. Veja: O Príncipe das Trevas, que faleceu em 22 de julho aos 76 anos, teve dois filhos, Jessica e Louis, com sua primeira esposa, Thelma Riley, com quem foi casado de 1971 a 1982. Ele também adotou o filho de Riley, Elliot. Anos depois, Ozzy se tornou avô dos filhos de Jessica, Isabelle, Kitty e Harry, e dos filhos de Louis, Elijah e Maia. Em 1982, o roqueiro se casou com sua então empresária, Sharon Osbourne, e tiveram três filhos juntos: Aimee, Kelly e Jack. Jack é pai de quatro filhos: Pearl, Andy, Minnie e Maple, além de um a caminho com sua esposa Aree Gearhart. Já Kelly é mãe apenas de Sidney. Via: RockBizz

Os 45 melhores álbuns de rock e metal de 2025
Listas 2025 foi um ano cheio de acontecimentos marcantes e tristes despedidas para os fãs de rock e metal. O ano também foi marcado por lançamentos aguardados e álbuns que surpreenderam, especialmente nas vertentes mais alternativas e entre as bandas da nova geração. Nós da redação do Wikimetal, em parceria com alguns de nossos colaboradores, montamos uma lista com alguns dos nossos lançamentos favoritos de 2025. Confira. 45. A Vingança é Meu Motor – Matanza Ritual 44. Trivia Goddess – Year of the Goat 43. Nós – BAD LUV 42. Phantom Island – King Gizzard & the Lizard Wizard 41. MY GOD HAS GOT A GUN – VUKOVI 40. Parallel – All Seeing Dolls 39. Eyes of Despair – The Damnation 38. Dirty & Divine – Thundermother 37. Asylum Lullabies – Lebanon Hanover 36. Magia – Budang 35. One More Time – Aerosmith & YUNGBLUD 34. This Consequence – Killswitch Engage 33. A Portrait of Red – Arankai 32. Sleepless Empire – Lacuna Coil 31. The Overview – Steven Wilson 30. Parasomnia – Dream Theater 29. Overdriver – The Hellacopters 28. SHISH – Portugal. The Man 27. Silver Shade – Peter Murphy 26. Neversleep – Colorblind 25. Start Again – Nevertel 24. Who Let The Dogs Out – Lambrini Girls 23. Blasfêmea – Eskröta 22. Metal Forth – BABYMETAL 21. The End – Mammoth 20. Ego Death at a Bachelorette Party – Hayley Williams 19. Addicted to the Violence – Daron Malakian and Scars on Broadway 18. Sanguivore II: Mistress of Death – Creeper 17. Steelbound – Battle Beast 16. Who is the Sky? – David Byrne 15. Domination – Primal Fear 14. No One Was Driving The Car – La Dispute 13. In Vertigo – Shiraz Lane 12. Bodies – Thornhill 11. Here Be Dragons – Avantasia 10. Legends – Sabaton 09. God of Angels Trust – Volbeat 08. Para Bellum – Testament 07. Don’t Go In The Forest – Avatar 06. Skeletá – Ghost 05. Giants & Monsters – Helloween 04. Even In Arcadia – Sleep Token 03. Never Enough – Turnstile 02. Tsunami Sea – Spiritbox 01. private music – Deftones LEIA TAMBÉM: Após 50 anos, Pink Floyd lança videoclipe oficial de “Wish You Were Here” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Marty Friedman explica saída do Megadeth: “Não tinham mais nada a me oferecer”
Marty Friedman, ex-guitarrista do Megadeth, revelou os motivos que o levaram a se afastar do grupo no início dos anos 2000. Em uma recente entrevista ao programa Life In Six Strings, Friedman disse que sua saída foi madura e necessária porque “não tinha mais nada a dar à banda, e eles não tinham nada mais para mim”, encerrando assim a parceria. Friedman explicou que, por volta de 2000, sentiu que havia esgotado sua contribuição criativa no Megadeth e que permanecer ali significaria limitar seu próprio desenvolvimento artístico. Para ele, o momento era propício para seguir outros caminhos musicais, especialmente em direção a influências fora do metal tradicional que o fascinavam. O guitarrista, que deixou oficialmente o Megadeth por diferenças criativas, encontrou uma nova vida artística no Japão, onde vive desde 2003 e se envolveu profundamente na cena musical local. Ele construiu uma carreira solo sólida, lançou diversos álbuns e se integrou tanto à cultura quanto ao mercado musical japonês, ao ponto de ser nomeado “Embaixador do Patrimônio Japonês” pelo governo local. “Eu morava, na verdade, no Arizona. Então, quando você volta de turnê, é muito bom. Mas quando você não está em turnê e está morando lá, é como viver no deserto. Então, você começa a pensar: que tipo de música eu realmente quero fazer? E eu estava ouvindo J-Pop, música japonesa, 24 horas por dia, 7 dias por semana. E eu simplesmente sabia que precisava estar aqui no Japão se quisesse realmente entrar no mundo da música japonesa. Então, esse foi o motivo de eu ter vindo.” [transcrição via Blabbermouth]. Friedman também disse que a decisão de sair foi resultado de um processo introspectivo, e não apenas de um conflito com os outros membros. “Quando saí do Megadeth , eu sabia que era hora de deixar a banda. Eu não tinha mais nada a oferecer à banda, eles não tinham mais nada a me oferecer, e era um bom momento para isso acontecer”, confessou. Desde então, ele lançou trabalhos solos que exploram fusões entre rock, metal e influências orientais, mantendo presença constante no cenário internacional. Embora tenha parado de comentar sobre o Megadeth por muitos anos, Friedman mais recentemente retomou conversas sobre seu legado com respeito. Dave Mustaine comenta relação com Marty Friedman e show de reunião Dave Mustaine afirmou em entrevista ao programa Trunk Nation With Eddie Trunk que não acredita ser possível reunir ex-membros do Megadeth para o show de despedida anunciado para 2026. A justificativa, segundo ele, está no comportamento passado de um dos ex-integrantes da banda. “Bem, eu realmente não posso fazer isso, por causa do comportamento de um dos membros da banda no passado. Eu simplesmente não posso, não posso. Porque, em primeiro lugar, seria injusto com os outros membros da banda se eu não tocasse com eles também. Mas o que fizemos com Marty [Friedman, ex- guitarrista 1990–2000, 2023] no Japão, no início de 2024, foi uma decisão óbvia. Foi brilhante. E eu adoro o Marty”, afirmou Mustaine. [transcrição via Blabbermouth]. Ele continuou: “Tivemos nossa separação, ele seguiu seu caminho e nós seguimos o nosso. Mas foi uma relação muito, muito intensa que eu tive com o Marty, porque foi o primeiro relacionamento que tive com um guitarrista. Meu relacionamento com Chris [Poland, ex -guitarrista, 1984–1987] foi ótimo, mas não foi tão bom quanto com o Marty. Com Jeff [Young, ex -guitarrista 1987 – 1989] foi bom, mas… Não foi tão bom quanto foi com o Marty. E eu provavelmente não teria problema em tocar com nenhum dos membros dessas duas formações, exceto pelo fato de que Gar [Samuelson, ex -baterista 1984 – 1987] faleceu, e eu simplesmente não vou fazer nada que possa parecer injusto com os outros membros da banda”. LEIA TAMBÉM: Mustaine revela por que próximo álbum será o último da carreira do Megadeth Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Cristina Scabbia, do Lacuna Coil, critica música feita por inteligência artificial
Cristina Scabbia, vocalista do Lacuna Coil, declarou publicamente que “odeia música criada por inteligência artificial (A.I.)”, reforçando um debate cada vez mais intenso sobre o papel da tecnologia na criação artística. Em entrevista ao canal espanhol El Jevilongo, Scabbia criticou o uso de algoritmos para gerar músicas, afirmando que esse tipo de produção não tem alma e reduz o valor da arte musical. Para a cantora italiana, a música criada por A.I. é uma criação fria de computadores, desprovida da emoção e da experiência humana que definem o trabalho de compositores e intérpretes reais [transcrição via Blabbermouth]. “Eu odeio música feita com IA. Entendo que a IA seja o caminho, porque posso negar o progresso. Entendo que estejamos um pouco irritados, especialmente as pessoas criativas, principalmente artistas, pintores e pessoas que criam pôsteres para shows. Todos os designers gráficos estão muito irritados, fotógrafos, cantores e músicos também, porque acho que, no caso da música, tudo deveria começar pelas plataformas”. Scabbia sugeriu que plataformas de streaming, como o Spotify, deveriam recusar músicas de A.I. “Entendo o ponto de vista comercial, mas plataformas como o Spotify , pelo menos, deveriam dizer não a artistas de IA, porque isso não é música de verdade. Quer dizer, eles já estão transmitindo música de artistas reais. Deveriam ser eles a dizer: ‘Não aceitamos músicos de IA’. E as pessoas também deveriam estar cientes de que essas são apenas criações de computadores, sem alma. Algumas pessoas nem percebem isso. Já vi muitos vídeos de pessoas cantando por cima de bandas que nem existem”, afirmou. A artista reconheceu que a inteligência artificial faz parte do progresso tecnológico. Porém, destacou que, para quem vive da criação musical essa expansão pode ser frustrante e até ameaçadora. Sua declaração reflete uma preocupação crescente na comunidade artística sobre como equilibrar inovação e autenticidade. A artista ainda acrescentou: “Bem, eu não acho que seja um problema para quem a usa para criar música. Pois acho que eles não estão realmente interessados em música e fazem isso apenas pelo negócio. Porque se você é um músico de verdade, você dedica tempo para compor suas músicas e talvez use recursos eletrônicos para aprimorar sua criatividade ou acelerar o processo. Mas com IA, você praticamente não faz nada. Quer dizer, eu não entendo por que eles se autodenominam artistas, porque você não pode ser um artista de verdade apenas digitando ‘Faça uma música que soe como Lacuna Coil ‘. Isso não é criar algo; isso é trapaça descarada”. LEIA TAMBÉM: Cristina Scabbia não acha que mulheres terão igualdade com homens no metal Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Boas Festas: Confira playlist com músicas natalinas de rock e metal
Listas Chegou a época das festividades de final de ano. Entre luzes piscando, retrospectivas inevitáveis e confraternizações, o fim de ano também pode soar diferente. Longe dos clássicos natalinos tradicionais, o rock e o heavy metal oferecem trilhas alternativas para quem prefere guitarras pesadas, ironia e atitude mesmo em clima de festa. De hinos natalinos reinventados a músicas que celebram excessos, reflexões e o espírito caótico da virada, o Wikimetal elaborou uma playlist reunindo faixas perfeitas para embalar o Natal e o Ano Novo sem abrir mão do peso. A playlist contempla todos os gostos. Entre as músicas selecionadas estão nomes como Paul McCartney, Korn, Ramones, My Chemical Romance, Queens, King Diamond, AC/DC, Corey Taylor, Foo Fighters, Tarja, Rob Halford, Black Label Society, Garotos Podres e mais. Ela está disponível no player do Spotify abaixo: LEIA TAMBÉM: A música de Natal do AC/DC inspirada no Presidente Donald Trump Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Mick Abrahams, guitarrista original do Jethro Tull, morre aos 82 anos
Notícia triste aos fãs de blues e rock! Mick Abrahams, guitarrista original do progressivo Jethro Tull, morreu aos 82 anos. O músico britânico faleceu na última na sexta-feira, dia 19 de dezembro, segundo informações de amigos e familiares. Martin Barre, guitarrista que sucedeu Abrahams no Jethro Tull, prestou uma homenagem ao artista pelas redes sociais. “Meu amigo e mentor Mick Abrahams faleceu”, escreveu Barre. “Ele foi muito gentil comigo e isso é algo que jamais esquecerei. Que guitarrista magnífico, que nos deu tanto. Descanse em paz”. Também pelas redes sociais, Ian Anderson, líder supremo do grupo, se manifestou sobre a partida do ex-colega de trabalho. “É com grande tristeza que recebemos ontem a notícia do falecimento de Mick Abrahams, membro fundador do Jethro Tull. Mick foi fundamental para a formação inicial do Tull, a partir das cinzas da The John Evan Band e da McGregor’s Engine, a banda de blues que ele formou com Clive Bunker na região de Luton/Dunstable. Oferecemos nossas condolências à família e aos amigos próximos de Mick, que podem se orgulhar, com toda a justiça, de suas conquistas e legado musical”. Mick Abrahams nasceu na cidade de Luton, em 7 de abril de 1943. Ele tocou no álbum de estreia do Jethro, This Was, que saiu em 1968. O disco ficou bandeira no blues e jazz, ou seja, longe do estilo inovador de rock progressivo que posteriormente consagraria o conjunto. Abrahams, no entanto, deixou a banda após o lançamento da obra musical, devido a desentendimentos com Ian Anderson, que não permitia que nenhum outro músico desse pitaco nos direcionamentos artísticos e gerenciais da empresa. Após o Jethro Tull, o guitarrista fundou o Blodwyn Pig, lançando os álbuns Ahead Rings Out (1969) e Getting to This (1970). Ao longo dos anos o BP ficou indo e vindo, o que fez o músico se aventurar em outros projetos como Mick Abrahams Band. Já o derradeiro registro de estúdio do artista foi Revived, que chegou ao mercado no ano de 2015. O trabalho saiu como um disco solo. Via: RockBizz

David Gilmour comemora primeiro lugar de Wish You Were Here na parada de álbuns de Natal do Reino Unido
David Gilmour comemorou o fato de Wish You Were Here, do Pink Floyd, ter alcançado o primeiro lugar na parada de álbuns de Natal do Reino Unido. O clássico foi relançado para comemorar seu 50º aniversário e, na sexta-feira (19), foi anunciado que havia chegado ao topo da parada oficial de álbuns de Natal. Wish You Were Here não alcançou o topo das paradas em seu lançamento original, em 1975, e seu sucesso significa que o Pink Floyd agora é o artista com o maior intervalo entre seu primeiro e último álbum número um, totalizando 2.620 semanas, ou mais de 50 anos. “Um brinde à maravilhosa notícia de que Wish You Were Here é o álbum número 1 do Natal no Reino Unido”, escreveu Gilmour no Instagram. Este é o segundo álbum número um do Pink Floyd neste ano, seguindo os passos de Pink Floyd At Pompeii – MCMLXXII, disco ao vivo que foi lançado como um filme concerto em 1972 e relançado com áudio remixado no início deste ano. Via: RockBizz

Entrevista: Sleaford Mods fala sobre novo álbum, ‘The Demise of Planet X’
Sleaford Mods lança em 16 de janeiro seu décimo terceiro álbum, The Demise of Planet X. A pré-venda e o pré-save podem ser feitos aqui. O disco traz o duo britânico de post-punk em sua melhor forma. Com letras ácidas e temas ferozes, o Sleaford Mods segue desafiando padrões e fazendo críticas ao mundo atual com seu som poderoso e caótico. Conversamos com o vocalista Jason Williamson sobre o novo álbum, as participações especiais, a visão crítica do grupo sobre a política global atual e mais. Jason também relembrou o show de estreia no Brasil, realizado em novembro de 2024. Ao longo de dezoito anos de carreira, a dupla possui uma vasta discografia. Entretanto, The Demise of Planet X se destaca por ser o trabalho mais abrangente até hoje. Ao explicar quais elementos foram necessários para dar essa sensação, o vocalista atribui a evolução à produção do disco. “Acho que é apenas a escala da sonoridade na produção. Apenas parece um pouco mais amplo. Parece mais acessível para, provavelmente, um público maior, mas quem sabe?” Origem do nome do novo álbum do Sleaford Mods O nome do disco faz referência a filmes de ficção científica da década de 80. Questionado se o “Planeta X” seria uma sátira ao modo como vivemos, Jason afirmou ser uma constatação de um colapso já existente. “Não é realmente uma sátira, é mais um comentário sobre o fato de que parece que o planeta já implodiu. O Planeta X é uma história de conspiracionistas sobre como outro planeta colide com a Terra e a explode. Mas a sensação é de que isso já aconteceu em alguns aspectos e o que temos agora não é um novo horizonte. É mais do mesmo, por assim dizer.” Jason comentou sobre participações especiais A faixa “The Good Life” marca a estreia da renomada atriz Gwendoline Christie (Game of Thrones e Wandinha) como cantora. Sobre como surgiu a inusitada parceria, ele conta que tudo começou com uma interação nas redes sociais. “Ela enviou mensagens pelo Instagram e a coisa fluiu a partir daí. ‘The Good Life’ era uma música que levou cerca de dois anos para ser escrita. Quando consegui melhorar meus versos, senti que faltava algo mais, outra sonoridade. Foi quando Gwendoline entrou em cena. Ela expressou interesse em trabalhar com a gente. Ofereci uma parte na música e ela veio para os estúdios Abbey Road, em Londres, gravar. Estamos muito orgulhosos disso.” A principal colaboração do disco fica para Sue Tompkins, ex-vocalista do Life Without Buildings, que estava afastada da música há anos. Jason revelou: “Nunca tínhamos ouvido falar de Life Without Buildings ou Sue Tompkins antes. Jeanette Lee, da Rough Trade, sugeriu que a escutássemos”. “Sabia desde o início que ela era o encaixe perfeito para uma colaboração. Então, após uma hora de conversa ao telefone com a Sue num sábado à tarde de verão, enviei a música [‘No Touch’] e ela me disse que adorou”, complementou. Caos de um mundo pós pandêmico O disco de 2023, UK GRIM, feito durante a pandemia, tinha a estagnação como tema principal. Já o novo trabalho foca nos efeitos de um mundo pós-pandêmico. Entre guerras, genocídios e o aumento da desinformação, Jason apontou que “a instabilidade” lhe assusta neste cenário atual. “É ameaça de terror, de guerra, de colapso. Não sei se as guerras sempre estiveram presentes, mas à medida que o conflito no Oriente Médio vira algo muito maior e encapsula o mundo, e com a invasão da Ucrânia, isso significa uma paisagem muito mais instável.” Sleaford Mods e o forte viés politico de “Flood The Zone” Uma das faixas mais fortes do álbum, “Flood The Zone”, faz críticas diretas ao movimento MAGA (Make America Great Again), ligado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O título faz referência ao método de “inundar” a mídia com desinformação. Sobre a ascensão de líderes e movimentos de extrema-direita ao redor do mundo, inclusive na Inglaterra, Williamson respondeu: “É deprimente. Não é nem preocupante, é apenas deprimente. Eles já estão aqui. Não há motivo para se preocupar com isso. O que podemos fazer para combater? Eu não sei. Não tenho ideia. Não se torne um deles (risos)”. Show de estreia no Brasil Sobre a estreia no Brasil, Jason afirmou ter “amado o país” e que “deseja voltar em breve”. Ainda sobre o show, ele elogiou o Black Pantera, responsável pela abertura: “Brilhante. Nós realmente curtimos. Espero vê-los novamente, e quem sabe até tocarmos juntos.” Por fim, Jason mandou uma mensagem para aqueles que aguardam o lançamento do novo álbum do Sleaford Mods: “Esperamos que vocês realmente gostem do novo álbum. Queremos muito ver todos vocês novamente. Por favor, mostrem aos seus amigos, espalhem a palavra e esperamos vê-los em breve.” LEIA TAMBÉM: Sharon Osbourne explica por que não cumpriu pacto de suicídio assistido com Ozzy Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Mistura do mal com atraso: Casa Branca confirma que o Kennedy Center Honors será renomeado em homenagem a Donald Trump
Kennedy Center Honors, que acontece tradicionalmente em dezembro na cidade de Washington, capital dos Estados Unidos, é uma tradicional cerimônia cujo o objetivo é celebrar as conquistas nas artes e cultura do país. No entanto, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o Kennedy Center Honors será renomeado em homenagem a Donald Trump. A correspondente da Casa Branca afirmou que os membros do conselho, escolhidos pelo próprio político republicano, concordaram que a instituição cultural passará a se chamar Trump-Kennedy Center. Karoline informou que o objetivo é homenagear o “trabalho incrível que o presidente realizou no último ano para salvar o prédio da instituição”. Ela acrescentou: “Não apenas do ponto de vista da reconstrução, mas também financeiramente e em termos de reputação. Parabéns ao presidente Donald J. Trump e, da mesma forma, parabéns ao presidente Kennedy, porque esta será uma equipe verdadeiramente excepcional por muitos anos”. O político nomeou Richard Grenell como chefe do Kennedy Center Honors após demitir a ex-presidente Deborah Rutter em fevereiro de 2025. Ele admitiu ter demitido Rutter por considerar a programação da entidade excessivamente progressista. Em sua rede social, que leva o nome de Truth Social, Trump escreveu: “Chega de shows de drag ou outras propagandas antiamericanas. Agora é só o melhor”. Neste ano, o evento celebrou a banda de rock mais quente do mundo. Além do KISS, a festa ainda entregou honrarias aos atores Sylvester Stallone e Michael Crawford e aos cantores George Strait e Gloria Gaynor. Via: RockBizz

The Rolling Stones cancela turnê em 2026 devido a saúde de Keith Richards
Notícias The Rolling Stones cancelou uma possível turnê em 2026 por conta da saúde do guitarrista Keith Richards, que tem 82 anos. Mesmo sem ter acontecido um anúncio de fato, rumores apontavam para shows de estádio no Reino Unido e na Europa. Fontes informaram a revista Variety que o bem-estar de Richards pesou na decisão. O artista, que sofre de artrite há anos, teria manifestado seu desconforto em fazer longas viagens e shows em sequência. Desta forma, optou por se manter saudável e ter sua saúde em dia [via Rolling Stone]. Já o tabloide britânico The Sun, teria entrado em contato com um crítico musical não identificado. O profissional afirmou que Richards explicou aos seus companheiros que não desejava “fazer uma turnê de estádios por mais de quatro meses”. Novo álbum do Rolling Stones será lançado em 2026, diz guitarrista Em entrevista para a coluna Bizarre, do The Sun, o guitarrista Ronnie Wood foi breve, porém assertivo (via NME). “Sim, vocês vão receber um novo álbum ano que vem. Já está pronto”, disparou. Wood também comentou que a banda pretende sair em turnê novamente: “Queremos fazer algumas datas. Espero que aconteça, mas ainda estou esperando para saber com certeza.” O novo álbum dos Rolling Stones será o sucessor de Hackney Diamonds (2023), que contou com uma variedade de participações especiais (Lady Gaga, Stevie Wonder, Paul McCartney, Elton John) e foi vencedor do Grammy de “Melhor Álbum de Rock” na cerimônia de 2025. LEIA TAMBÉM: The Rolling Stones: Guitarra roubada nos anos 70 é encontrada em museu Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: Wiki Metal

Iron Maiden no Brasil: Venda geral de ingressos começa nesta quinta-feira
Iron Maiden vem ao Brasil com a Run for Your Lives World Tour em um show único na cidade de São Paulo. A banda se apresenta no Allianz Parque dia 25 de outubro de 2026, com abertura de Alter Bridge. A venda geral de ingressos começa nesta quinta-feira, 18 de dezembro, à partir das 10h no site da Livepass. Na bilheteria oficial, os ingressos estarão disponíveis também a partir das 10h. A nova turnê, chamada Run for Your Lives World Tour, celebra os 50 anos da banda e já roda pela Europa e América do Norte desde maio de 2025, tornando o retorno ao Brasil ainda mais significativo para os fãs locais. Saiba mais informações sobre preços e setores no Serviço a seguir. SERVIÇO – IRON MAIDEN EM SÃO PAULO Data: 25/10/2026Local: Allianz ParqueEndereço: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo – SPAlter Bridge: 19h10Iron Maiden: 20h50Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial. Vendas: LIVEPASSLimitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. Venda para o Público Geral: Dia 18 de dezembro (quinta-feira) de 2025, às 10h SETORES E PREÇOS (*) Pista Premium – R$1.200,00 (inteira) / R$600,00 (meia-entrada)Pista – R$585,00 (inteira) / R$292,50 (meia-entrada)Cadeira Nível 1 Lateral (Assentos marcados) – R$690,00 (inteira) / R$345,00 (meia-entrada)Cadeira Nível 1 Central (Assentos marcados) – R$650,00 (inteira) / R$325,00 (meia-entrada)Cadeira Superior – R$425,00 (inteira) / R$212,50 (meia-entrada) BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)ALLIANZ PARQUEBilheteria A – Rua Palestra Itália, 200 – Água BrancaTerça a sábado das 10h às 17h. Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden pode realizar show de despedida semelhante ao do Black Sabbath Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Cristina Scabbia (Lacuna Coil) parte pra cima de quem usa IA para fazer música: “É trapaça descarada”
Cristina Scabbia, vocalista da banda italiana Lacuna Coil, compartilhou a opinião sobre as pessoas que usam a IA (inteligência artificial) para fazer música. De acordo com a cantora, elas não podem se considerar artistas. “Detesto música feita com IA”, disparou Cristina em entrevista ao El Jevilongo. “Entendo que a IA seja o caminho, porque não posso negar o progresso”. “Entendo que estejamos um pouco irritados, especialmente os criativos, principalmente artistas, pintores e pessoas que criam cartazes para shows, todos os designers gráficos estão muito irritados, fotógrafos e também cantores e músicos, porque acho que, para a música, tudo deveria começar pelas bases”, observou. Scabbia continuou: “As pessoas que usam IA não estão realmente interessadas em música, elas fazem isso apenas pelo negócio. Porque se você é um músico de verdade, você dedica tempo para compor sua música e talvez use recursos eletrônicos para aprimorar sua criatividade ou agilizar o processo, mas com IA, você praticamente não faz nada”. “Eu não entendo por que eles se autodenominam artistas, porque você não pode ser um artista de verdade apenas digitando ‘Faça uma música que soe como Lacuna Coil’. Isso não é criar algo! Isso é trapaça descarada”, concluiu a italiana. E por falar em Lacuna Coil, a banda lançou seu novo álbum, Sleepless Empire, em 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. O processo de composição e a gravação de Sleepless Empire ocorreram no norte da Itália, no SPVN Studios, com a produção sob os cuidados do baixista Marco “Maki” Coti Zelati. Já a capa da obra ficou na responsabilidade do artista italiano Roberto Toderico. Outro fato interessante sobre Sleepless Empire é a lista de participantes especiais. O disco tem a presença de Randy Blythe (Lamb of God) na música Hosting The Shadow e Ash Costello (New Years Day) em In The Mean Time. Track listing de Sleepless Empire: 01. The Siege02. Oxygen03. Scarecrow04. Gravity05. I Wish You Were Dead06. Hosting The Shadow (com Randy Blythe)07. In Nomine Patris08. Sleepless Empire09. Sleep Paralysis10. In The Mean Time (com Ash Costello)11. Never Dawn Via: RockBizz