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Morre Connie Burton, irmã de Cliff Burton, aos 66 anos
Entrevistas
21/08/2026

Morre Connie Burton, irmã de Cliff Burton, aos 66 anos

Connie Burton, irmã mais velha de Cliff Burton, ex-baixista do Metallica, morreu na última quarta-feira, 19, aos 66 anos. Ela tinha passado por um grave problema de saúde e recebeu uma campanha para custear uma cirurgia considerada emergencial. Connie faleceu menos de dois meses após o lançamento de uma campanha de arrecadação de fundos para uma cirurgia que “salvaria sua vida”. A notícia foi dada por familiares por meio do Instagram de Cliff Burton Day e Cliff Burton Family. Leia o comunicado abaixo: “É com o coração pesado que compartilhamos a notícia de que, na quarta-feira, 19 de agosto, às 19h50, nossa irmã Connie Burton faleceu em paz, cercada por seus entes queridos mais próximos. Ela estava linda enquanto descansava, dando seus últimos suspiros. O ambiente estava carregado com a presença do espírito de seu irmão Cliff, de sua mãe Jan, de seu irmão Scott e de seu pai Ray. A missão de vida de Connie era compartilhar sua fé e o legado de seu irmão Cliff. Ela cumpriu ambas as missões até o momento de sua morte. Connie carregava com orgulho o nome Burton como um distintivo de honra, sabendo que vinha da família mais lendária de Castro Valley. Connie Burton amava todos que compartilhavam com ela como Cliff havia impactado suas vidas. Ela dedicava um tempo para escrever para todos que compartilhavam uma história com ela, assim como Jan e Ray faziam. Obrigada, Connie, por seu amor e paixão. Sabemos que Cliff está ansioso para abraçar sua irmã mais velha novamente”. A família informou que Connie deixa a filha Nicole Mercedes Brereton e Harold Shannon, seu companheiro há 24 anos. Uma cerimônia privada será realizada posteriormente. Connie Burton dedicou a vida ao legado de Cliff Connie manteve uma relação próxima com a memória do irmão e passou anos compartilhando histórias sobre Cliff Burton com fãs do Metallica. Ela também participou do documentário The Salvation Kingdom, dedicado à vida do baixista. Em junho, amigos de Connie lançaram uma campanha para ajudá-la a pagar uma cirurgia. Segundo a arrecadação, ela sofria com uma deterioração grave no crânio que teria começado nos dentes e avançado para os seios da face. Os médicos alertaram para o risco de a condição se tornar fatal. A morte encerra uma história familiar marcada por perdas. Cliff Burton morreu em 1986, aos 24 anos, após o acidente com o ônibus do Metallica durante uma turnê na Suécia. O pai dos irmãos, Ray Burton, morreu em 2020, aos 94 anos. A relação de Connie com a história do Metallica também ganhou espaço no projeto oficial Orion: A Tribute to Cliff Burton, lançado pela banda para preservar a memória do baixista e reunir relatos de familiares, amigos e fãs. LEIA TAMBÉM: James Hetfield tem Cliff Burton como influência criativa para o Metallica Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Alex Terrible rebate acusações de que seja nazista: “Estou pagando o preço”
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21/08/2026

Alex Terrible rebate acusações de que seja nazista: “Estou pagando o preço”

Alex Terrible, vocalista do Slaughter to Prevail, falou abertamente sobre seu polêmico passado e rebateu as acusações de nazismo, homofobia e transfobia que são feitas contra ele. Em entrevista realizada à Metal Hammer durante participação no festival Bloodstock, Ales foi questionado por um se ele achava que algum dia conseguiria se livrar dos comentários relacionados a seu passado. Segundo o cantor russo, isso não acontecerá, pois as pessoas encontrarão qualquer motivo para odiá-lo. “Não, porque as pessoas tentam me odiar e encontrar qualquer motivo para me odiar. E tudo bem. Não importa o que eu diga, já me acostumei. É a internet. Eu nunca recebo ódio na vida real – isso é uma coisa muito interessante. Toda vez que leio sobre mim e minha banda na internet, é muito diferente da vida real. Eles leem algo sobre mim, criam uma imagem que não é real, então, provavelmente, isso vai ficar comigo para sempre”, falou [transcrição via Loudersound]. Alex Terrible admitiu envolvimento com grupos extremistas em sua juventude Na conversa, o vocalista admitiu o envolvimento com com grupos de extrema-direita russos em sua juventude, mas negou que a motivação tenha sido por um pensamento ideológico extremista, especialmente por sua relação com os símbolos “Othala Rune” e, “Black Sun” que ele mantinha tatuado e que precisou ser coberto posteriormente. “Eu estou pagando o preço agora. Estou pagando pela decisão estúpida de fazer a tatuagem do Sol Negro e de andar com os caras de direita [quando era mais jovem]. Eles nem eram nazistas, eram apenas caras de direita, mas nós usávamos a porra desses símbolos na Rússia para parecermos mais durões, e essa era a nossa cultura (…). Eu entendo o ódio, realmente entendo”, detalhou. Questionado se faria diferente, Alex Terrible afirmou ter feito uma mudança de postura e que seus erros moldaram a pessoa que ele é atualmente. “Se eu voltasse atrás, não faria nenhuma daquelas tatuagens porque minha mentalidade mudou muito. As pessoas dizem que não mereço viver, mas eu só andava com esses caras de direita. Eu não matei ninguém, não esfaqueei ninguém, não fiz bullying com ninguém. Cometi erros estúpidos. Nunca fui racista nem nada dessas coisas horríveis”, finalizou. LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser alerta sobre ditaduras: “Os primeiros a sofrerem são as artes” Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Riviera Gaz expande seus horizontes no novo disco ‘Catacroma’
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21/08/2026

Riviera Gaz expande seus horizontes no novo disco ‘Catacroma’

Riviera Gaz lança nesta sexta-feira, 21 Catacroma, segundo álbum do grupo que leva sua sonoridade ainda mais longe, expandindo músicas de rock aparentemente diretas em experiências cósmicas estranhas e expansivas. O disco é um lançamento ForMusic Records em parceria com a Revolver. Catacroma explora um território futurista, mas sempre ancorado na pulsação guiada pelos riffs que define as composições de Gustavo Riviera. A bateria de Steve Shelley é o motor do trabalho, entrelaçando bases do blues a grooves hipnóticos e propulsivos que evocam tradições do pós-punk, do krautrock e da psicodelia, sustentando a presença vocal carismática de Gustavo, em algum lugar entre Marc Bolan e Iggy Pop. É como se, nos anos 1970, tivessem sido os Rolling Stones e não David Bowie a abraçar uma fase em Berlim. O álbum nasceu de uma colaboração muito mais equilibrada, com diversas sessões em que todos os integrantes contribuíram do início ao fim. Além disso, a banda optou conscientemente por se afastar da estética digital cristalina das gravações modernas. Entre um peso terreno e a atmosfera espacial de um buraco negro Ao mesmo tempo, abraçou a fase de mixagem como uma ferramenta essencial para organizar o som selvagem do disco. Um extenso processo de edição – diretamente influenciado pelas técnicas absorvidas do lendário produtor Roy Cicala, pelas atmosferas subtrativas dos “Elemental Remixes” de “Mind Games” de John Lennon, e pelas fases mais experimentais da obra de Erasmo Carlos – tornou-se um elemento central na própria composição das faixas. O resultado aparece em momentos como “Lonely Moon”, que transita inesperadamente entre um peso terreno e a atmosfera espacial de um buraco negro; na tensão enfatizada entre acordes acústicos estoicos e camadas malignas de fuzz em “Name the River”; e nas texturas multicoloridas extraídas do instrumental “Crime Scene”, que floresce lentamente. Catacroma é um verdadeiro corredor de espelhos distorcidos, onde grandes canções se fragmentam e se recompõem organicamente, nunca seguindo caminhos previsíveis e sempre chegando a lugares ainda mais interessantes do que aqueles de onde partiram. O projeto soa tanto familiar quanto completamente novo, desdobrando-se como um road movie sonoro: paisagens e cores em constante transformação e um impulso rítmico contínuo que conduz o ouvinte de horizontes terrenos a um futuro pós-industrial. Riviera Gaz não segue tendências Riviera Gaz é um trio multinacional formada pelo baterista Steve Shelley (Sonic Youth), guitarrista e vocalista Gustavo Riviera (líder da banda brasileira Forgotten Boys) e pelo multi-instrumentista Paulo Kishimoto (Pitty, Forgotten Boys). Desde sua formação, em 2016, o grupo vem construindo uma consciência coletiva psicodélica onde riffs de fuzz, energia glam rock, experimentações de estúdio sem medo e grooves inspirados em Can, se fundem para criar novos e instáveis elementos sonoros. O EP de estreia da banda, Pere Ubu, foi lançado em 2016, seguido pelo primeiro álbum, Connection, em 2018. Essa primeira fase do grupo era crua, rítmica, punk e ao mesmo tempo contagiante, com músicas que combinavam o ataque visceral dos The Stooges com o núcleo melódico de grandes referências da composição pop e rock, como The Kinks e David Bowie. O trio excursionou pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Chile tocando em festivais e casas de show enquanto consolidava sua identidade sonora. Para Catacroma, a banda não seguiu tendências, como explicou Gustavo em entrevista ao Wikimetal. “O nome do álbum foi criado depois que as músicas estavam prontas. Então, nós ouvimos as músicas e pensamos: ‘“’o que é isso?’ Não é algo que você pode explicar, que você pode definir. Por isso, inventamos uma palavra que não significa nada, sabe, especificamente para alguma coisa. Então, é algo que você pode imaginar relacionado a músicas muito, muito diferentes umas das outras. Elas têm muitas partes diferentes. Foi nisso que pensamos para criar o nome do álbum”. LEIA TAMBÉM: Riviera Gaz não segue tendências em ‘Catacroma’: “Fazemos do jeito que gostamos” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Riviera Gaz não segue tendências em ‘Catacroma’: “Fazemos do jeito que gostamos”
Entrevistas
20/08/2026

Riviera Gaz não segue tendências em ‘Catacroma’: “Fazemos do jeito que gostamos”

O Riviera Gaz não parece interessado em repetir fórmulas. Formado por Gustavo Riviera (Forgotten Boys), Paulo Kishimoto (Pitty, ex-Forgotten Boys) e Steve Shelley (Sonic Youth), o trio multinacional transforma referências de rock, psicodelia, glam e experimentação em um som difícil de colocar em uma única categoria. Essa abordagem ganha novas dimensões em Catacroma, segundo álbum da banda que chega nesta sexta-feira, 21. Diferente do primeiro trabalho, construído principalmente a partir das composições de Gustavo, o novo disco nasceu de um processo muito mais colaborativo, com os três músicos envolvidos desde o início. Com Catacroma, o Riviera Gaz parece operar em um tempo próprio, distante da pressa por fórmulas e resultados imediatos. Em entrevista ao Wikimetal, o trio falou sobre o processo de criação do álbum, as diferentes trajetórias que formam o trio, as escolhas de produção e o que mudou na identidade do Riviera Gaz desde seu primeiro disco. Catacroma e a criação de uma nova linguagem Wikimetal: O primeiro disco nasceu muito a partir das composições do Gustavo, enquanto Catacroma foi construído de maneira muito mais coletiva. Em que momento vocês perceberam que a dinâmica da banda precisava mudar e que tipo de coisa apareceu nas músicas justamente porque os três passaram a participar desde o início? Gustavo Riviera: A ideia do começo da banda surgiu quando eu estava morando fora, sem o Forgotten Boys, e eu comecei a escrever umas músicas que não cabiam no Forgotten Boys. Por isso que decidi fazer esse novo projeto. Aí, quando entraram o Paulo e o Steve, a gente formou a banda, e começou a gravar. No começo eram realmente composições mais minhas só. Em seguida, fizemos uma, duas, três turnês, começamos a gravar músicas novas e compor. Esse álbum, ele já tem a banda muito mais formada, com todo mundo participando muito das músicas. Então, o Paulo chega com uma ideia, eu chego com uma ideia, o Steve chega com outra ideia e a gente escreve junto, compõe tudo junto. Eu acho que a coisa foi acontecendo naturalmente, na hora em que a gente ficou mais familiarizado… Eu já tocava com o Paulo, e, com o Steve mais presente, foi natural a gente se juntar para ensaiar e as coisas serem criadas pelos três. Esse é o resultado do disco novo, esse disco totalmente feito pelos três. WK: O título Catacroma sugere uma ideia de transformação, deslocamento e mistura. Como esse conceito se relaciona com a maneira como vocês compuseram o álbum? GR: O nome do álbum foi criado depois que as músicas estavam prontas. Então, nós ouvimos as músicas e pensamos: “o que é isso?” Não é algo que você pode explicar, que você pode definir. Por isso, inventamos uma palavra que não significa nada, sabe, especificamente para alguma coisa. Então, é algo que você pode imaginar relacionado a músicas muito, muito diferentes umas das outras. Elas têm muitas partes diferentes. Foi nisso que pensamos para criar o nome do álbum. Steve Shelley: Além disso, quando estávamos criando o nome, discutimos um pouco sobre as diferentes línguas e como lidamos com português, inglês e espanhol às vezes, e como não nos encaixamos perfeitamente em um único lugar. E estávamos falando sobre novas palavras ou novas palavras para representar as coisas. Então, é um pouco disso. Barreiras linguísticas e a criação de uma nova linguagem. WK: Steve Shelley já participou de um dos capítulos mais experimentais da história do rock alternativo com o Sonic Youth. Gustavo carrega uma trajetória longa com os Forgotten Boys, enquanto Paulo transita por diferentes universos musicais. O Riviera Gaz nasceu justamente do choque dessas experiências, ou vocês tentam deixar esse passado do lado de fora quando entram na sala? Paulo Kishimoto: Bem, acho que podemos, podemos simplesmente deixar nosso passado de lado. Acho que cada um traz sua bagagem para tudo. Quero dizer, cada um reage de forma diferente, de acordo com sua própria perspectiva, com base em sua experiência, nas bandas em que tocou, nas bandas que ouviu ou nas coisas que estudou. Então, é muito natural que tudo o que você tem dentro esteja conectado com os outros caras. Um disco sem sem limitações WK: Em uma época em que praticamente qualquer imperfeição pode ser corrigida durante a produção, vocês escolheram não usar click tracks, correção de afinação e plug-ins de instrumentos. O que vocês estavam tentando preservar com essas limitações? SS: Acho que é isso que a música é. Ela pode ser viva e pulsante, pode se mover, acelerar e desacelerar, e ainda assim ser bem-sucedida e soar muito bem. Então, acho que a tendência de quantizar as coisas e usar essas grades é ótima para certas coisas, mas não acho que seja ótima para tudo. Quando estou gravando bases, peço para não gravarem com metrônomo, se possível. Às vezes você precisa usar, se alguém estiver gravando uma orquestra depois, e você sabe que às vezes precisa do metrônomo. Mas eu gosto realmente de tocar com esses caras sem metrônomo. PK: Sim. Acho que uma parte da música é respirar, flutuar, acelerar e desacelerar. Isso é naturalmente uma parte da música. E também tem a ver com a perfeição. Eu, particularmente, não gosto de coisas perfeitas. Não gosto de coisas claras, muito claras, perfeitas ou cristalinas. Não sei se as palavras estão corretas, mas eu gosto mais de coisas sujas e errôneas. E, quando eu era criança, ouvindo muitas bandas, eu conseguia perceber alguns pequenos erros que elas tinham. Aliás, existem muitos pequenos erros em faixas clássicas muito famosas. SS: E às vezes isso é legal, né? PK: Quero dizer, todo o resto é tão legal que não importa. Não estou dizendo que deixamos erros no disco, mas tinham alguns ruídos estranhos ou… Eu gosto do jeito que a música se comporta dessa forma. Então, ela não é tão perfeita em termos de tempo ou em páginas com uma melodia e voz afinadas. Não tenho problema com nada disso. Mas hoje em dia não é que você não ouça esse tipo de

Riviera Gaz não segue tendências em ‘Catacroma’: “Fazemos do jeito que gostamos”
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20/08/2026

Riviera Gaz não segue tendências em ‘Catacroma’: “Fazemos do jeito que gostamos”

O Riviera Gaz não parece interessado em repetir fórmulas. Formado por Gustavo Riviera ( Forgotten Boys ), Paulo Kishimoto ( Pitty , ex- Forgotten Boys ) e Steve Shelley ( Sonic Youth ), o trio multinacional transforma referências de rock, psicodelia, glam e experimentação em um s

Vivian Campbell revela que câncer voltou e quer “aproveitar a vida ao máximo”
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20/08/2026

Vivian Campbell revela que câncer voltou e quer “aproveitar a vida ao máximo”

Vivian Campbell, guitarrista do Def Leppard, revelou que o câncer voltou. O músico continua em tratamento para controlar a doença e pode precisar de um novo transplante nos próximos anos. Campbell foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin em 2013. Desde então, passou por quimioterapia, imunoterapia e diferentes tratamentos. Em janeiro de 2025, ele realizou um transplante com células de um doador e havia anunciado que estava em remissão completa. Apesar do retorno do câncer, Vivian afirmou que não pretende diminuir o ritmo. Em entrevista à Rádio YSKL FM, ele revelou: “No inverno de 2023, fiquei realmente assustado com o que estava acontecendo e com a velocidade com que estava acontecendo. E percebi naquele momento que precisava fazer um transplante de doador. Era minha única esperança de sobreviver. E foi o que fiz. Fiz o transplante em janeiro de 2025. Infelizmente, não deu certo. O câncer voltou. E continuo fazendo tratamentos para controlá-lo. Provavelmente terei que fazer outro transplante dentro de alguns anos com outro doador para tentar ver se isso me cura. Mas, enquanto isso, certamente não estou diminuindo o ritmo. Estou aproveitando ao máximo a minha vida” [transcrição via Blabbermouth]. Antes de revelar a volta da doença, o músico explicou como receber o diagnóstico mudou sua perspectiva de vida e sua maneira de vivê-la. “Bem, acho que você tem que continuar seguindo em frente. E acho que foi isso que me ajudou, mesmo quando eu estava em um momento muito difícil com o tratamento contra o câncer. O fato de eu ainda poder continuar trabalhando me dá um motivo para viver, algo que você gosta, algo que te apaixona, algo que te faz acordar de manhã e esperar ansiosamente. Acho que isso desvia a atenção, impede que você se concentre demais no câncer”, disse ele. “[…] Sempre senti que continuaria vivendo minha vida o máximo possível. Aliás, até mais. Após receber um diagnóstico de câncer, esse desejo de aproveitar ao máximo a vida, de fazer as coisas que você quer, se intensifica. Mas também me considero muito sortudo porque descobri meu câncer cedo. Então, sempre foi mais uma questão de controlar o câncer.” Aos 63 anos, Campbell mantém os compromissos com sua banda Last in Line e com o Def Leppard, que irá lançar o novo álbum Most Diverse, com previsão de lançamento para o início de 2027. LEIA TAMBÉM: Def Leppard progride em seu novo álbum ‘Most Diverse’ Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Por que Frank Beard, do ZZ Top, nunca teve a famosa barba?
Entrevistas
19/08/2026

Por que Frank Beard, do ZZ Top, nunca teve a famosa barba?

Frank Beard tinha uma das ironias mais curiosas do rock. O baterista do ZZ Top se chamava “Beard”, que significa “barba” em inglês, mas era justamente o único integrante do trio sem a famosa barba. O baterista e integrante da formação clássica morreu na última terça-feira, 18, aos 77 anos. A causa não foi divulgada. E não havia segredo. Beard era seu sobrenome de família, herdado do pai, John Woodrow Beard, que nasceu em 1920. Ele faleceu em 1988, quando seu filho já estava na estrada com o ZZ Top há quase duas décadas. A piada acompanhou Beard durante toda a carreira. Enquanto Gibbons e Hill transformaram as longas barbas em uma marca do ZZ Top, ele permaneceu praticamente sem pelos no rosto, e mesmo que Frank quisesse se parecer com seus companheiros de banda, provavelmente não seria uma boa ideia. Um dos motivos é que seria muito mais difícil tocar bateria com uma barba longa. No documentário ZZ Top: That Little Ol’ Band from Texas, Franke explicou. “Eu tinha barba, mas não chegava nem perto da barba que eles tinham. Então eu raspei logo depois que voltamos a ficar juntos, quando vi que eles tinham muito mais barba do que eu”, disse ele [trasncrição via Rock and Roll Garage]. Beard passou 56 anos no ZZ Top e integrou a formação clássica ao lado de Billy Gibbons e Dusty Hill. O trio permaneceu junto por mais de cinco décadas, até a morte de Hill, em 2021. Assim, o homem chamado “Barba” deixou justamente a imagem mais curiosa do trio: era o único que não precisava de uma. ZZ Top recusou oferta milionária da Gillette para raspar as barbas icônicas O ZZ Top quase protagonizou uma das maiores campanhas publicitárias da história. Em entrevista, o guitarrista Billy Gibbons confirmou que ele e o falecido baixista Dusty Hill – morto em julho de 2021, aos 72 anos -, receberam uma oferta de US$ 1 milhão cada (R$5.5 milhões de reais na conversão atual) para rasparem as famosas barbas para um comercial da marca Gilette. E prontamente recusaram. Segundo Gibbons, a proposta surgiu no auge da popularidade do grupo, quando as barbas longas já funcionavam como uma marca registrada do ZZ Top. “É verdade. A Gillette nega. Era um milhão de dólares para cada um. Mas ligamos para o Sr. Merlis [o veterano da indústria musical Bob Merlis]. Eu disse: ‘Bob, recebemos uma oferta’. ‘O quê?’, eu disse, ‘Nos ofereceram um milhão de dólares cada para nos barbearmos na TV’. Ele disse: ‘Bem’, disse ele, ‘O dinheiro é bom’. Ele disse: ‘Vocês podem considerar fazer isso, mas não tenho certeza se vocês – nenhum de vocês — sabem o que tem aí embaixo’. Então, nós recusamos. Recusamos, e nossos fãs adoraram. A notícia se espalhou.” A recusa à oferta milionária não foi apenas questão de estética. Para o ZZ Top, a barba e os óculos escuros tornaram-se símbolos inseparáveis de sua imagem pública, associados tanto ao som quanto ao estilo do grupo desde os anos 1970. Segundo eles, perder esse visual para uma campanha publicitária poderia diluir a identidade que construiu sua base de fãs ao longo de décadas. ZZ Top seguirá em turnê após morte de Frank Beard e passará pelo Brasil O ZZ Top vai continuar na estrada após a morte de Frank Beard. A banda confirmou que retomará a turnê The Big One! neste fim de semana, com dois shows em Austin, no Texas. As apresentações marcadas para Salt Lake City e Colorado Springs foram canceladas após a morte do músico. “Após o falecimento de Frank, o ZZ Top cancelou seus próximos shows em Salt Lake City e Colorado Springs. A banda retomará sua turnê The Big One! com duas apresentações no Austin City Limits, um dos locais favoritos de Frank e em uma cidade que era como uma segunda casa para ele”, disse a banda em um comunicado nas redes sociais. Após o retorno do ZZ Top ao Austin City Limits nos dias 22 e 23 de agosto, a banda continuará sua turnê The Big One! com um show em Terre Haute, Indiana, no dia 29 de agosto. Em seguida, farão shows por outras cidades dos Estados Unidos, passando pela América Latina com três datas agendadas no Brasil. A banda passará por Porto Alegre dia 18, no KTO Arena, em Curitiba dia 20, no Igloo Super Hall e em São Paulo dia 21, no Suhai Music Hall, antes de encerrar a atual turnê em 24 de novembro, em Buenos Aires. LEIA TAMBÉM: ZZ Top seguirá em turnê após morte de Frank Beard e passará pelo Brasil Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ozzfest 2027 é confirmado e acontecerá no Villa Park, em Birmingham
Entrevistas
18/08/2026

Ozzfest 2027 é confirmado e acontecerá no Villa Park, em Birmingham

Após meses de especulações, a edição de retorno do Ozzfest está oficialmente confirmada para 2027 e acontecerá no Villa Park, em Birmingham, mesmo local que sediou o Back To The Beginning, evento realizado em 05 de julho do ano passado e que marcou a despedida dos palcos do Black Sabbath e de Ozzy Osbourne, que viria a falecer tres semanas depois. Em postagem feita nas redes sociais, o evento confirmou o retorno, contudo, afirmou que informações sobre data e lineup serão divulgadas em breve. Anteriormente, em entrevista ao filho Jack no podcast The Osbournes, Sharon Osbourne disse que também espera levar o Ozzfest para os EUA em duas datas. “Queremos saber a opinião de todos sobre onde devemos ir nos Estados Unidos. Precisamos encontrar muitos jovens talentos, porque é isso que seu pai gostaria.” Em janeiro, Sharon Osbourne confirmou negociação com a Live Nation para retorno do Ozzfest Em entrevista à Billboard, Sharon Osbourne afirmou que o Ozzfest poderia retornar já em 2027, com um conceito atualizado, mas mantendo o espírito original de dar palco a novas bandas ao lado de grandes nomes da cena. “Tenho conversado com a Live Nation recentemente sobre trazer [Ozzfest] de volta. Era algo que Ozzy fazia com muita paixão, dar aos jovens talentos um palco para se apresentarem para muita gente. Nós realmente começamos os festivais de metal neste país. Isso foi replicado, mas nunca com o mesmo espírito do nosso, porque o nosso era um lugar para novos talentos. Era como um acampamento de verão para crianças”, disse a empresária. Sharon também explicou que o retorno não seria simplesmente copiar edições anteriores, mas sim reinventar o festival para os tempos atuais. Além de equilibrar a presença de artistas estabelecidos e novos nomes, além de considerar os desafios de produção que levaram ao fim do Ozzfest tradicional. “Gostaria de misturar os gêneros”, concluiu ela. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne: “Crazy Train” atinge a marca de 1 bilhão de streams no Spotify Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Robert Trujillo revela bastidores da escolha entre Ozzy Osbourne e Metallica
Entrevistas
17/08/2026

Robert Trujillo revela bastidores da escolha entre Ozzy Osbourne e Metallica

Em 2003, Robert Trujillo escolheu Metallica, mas, pouco antes da decisão, o baixista quase tomou outro caminho. Em apenas 48 horas, ele recebeu ligações de Ozzy Osbourne e Lars Ulrich com propostas para seu futuro profissional. O músico relembrou a história durante uma participação recente no podcast Trying Not To Die, apresentado por Jack Osbourne e Ryan Drexler (via Blabbermouth). Na época, Trujillo conta que já havia feito testes para substituir Jason Newsted no Metallica. No entanto, a banda demorou para comunicar sua decisão e foi aí que o baixista recebeu uma ligação inesperada de Ozzy, com quem havia trabalhado durante anos. O lendário cantor pretendia voltar à estrada com a Ozzfest e convidou Trujillo para acompanhá-lo. Sem uma resposta do Metallica, o músico aceitou. A situação mudou praticamente no dia seguinte. Lars entrou em contato e pediu que Trujillo viajasse até São Francisco, na Califórnia, para conversar pessoalmente com a banda. “Foi estranho como, nessas 48 horas, duas das pessoas mais poderosas do hardrock estavam me procurando”, relembrou o baixista. Como Trujillo escolheu Metallica em 48 horas Ao chegar à reunião, Trujillo finalmente recebeu o convite para integrar o Metallica. Porém, havia um problema: ele já havia assumido o compromisso de voltar à estrada com Ozzy. O baixista chegou a dizer que gostaria de cumprir primeiro sua palavra, mas a banda também tinha pressa, pois se preparava para lançar St. Anger e iniciar uma nova fase após a saída de Newsted. Segundo Trujillo, os integrantes foram claros: “O trem está andando e está andando rápido” (via TMDQA!). Diante das duas possibilidades, ele precisou pensar no que faria mais sentido. Por fim, como sabemos, o baixista escolheu o Metallica e entrou oficialmente para o grupo em 2003. À época, explicou que deixou a banda de Ozzy com a aprovação do cantor e de Sharon Osbourne, com quem mantinha uma relação próxima. A mudança, claro, encerrou uma longa parceria com Ozzy. Trujillo havia integrado a banda solo do cantor durante anos e, antes disso, já tinha uma carreira consolidada com Suicidal Tendencies e Infectious Grooves. Audição, ressaca e “Battery” A entrevista também recuperou outro capítulo curioso dessa história. Durante novo processo de audição, Trujillo passou uma noite bebendo com Lars até quase cinco horas da manhã e, poucas horas depois, precisou voltar ao estúdio para tocar com a banda. Mesmo de ressaca, o baixista conta que conseguiu impressionar os integrantes durante uma execução de “Battery”. Parte desse processo apareceu posteriormente no documentário Metallica: Some Kind of Monster, lançado em 2004. Mais de duas décadas depois, a relação entre Trujillo, Metallica e Ozzy continuou próxima. Em julho deste ano, o baixista participou de uma homenagem do grupo ao lendário Príncipe das Trevas, exatamente um ano após o icônico Back to the Beginning. LEIA TAMBÉM: Metallica presta homenagem a Ozzy Osbourne em show Luhana Botinelly Paraense em terras paulistas apaixonada por heavy metal desde pequena, em especial thrash, death e power metal. Influenciada pelo gosto musical do pai, adora estudar música e arrisca dizer que aprende piano. Além de advogada e pesquisadora que atua no ramo tributário, trabalha, feliz da vida, com a Wikimetal desde setembro de 2024. Via: WikiMetal

Depois de ter sido colocado abaixo de zero por Kelly Osbourne, Dee Snider se faz de desentendido
Entrevistas
17/08/2026

Depois de ter sido colocado abaixo de zero por Kelly Osbourne, Dee Snider se faz de desentendido

Dias atrás Kelly Osbourne criticou Dee Snider por tentar diminuir o legado de Ozzy e se promover com a polêmica. Tudo começou quando o vocalista do Twisted Sister abriu uma sessão de perguntas e respostas com os fãs via X (antigo Twitter). Em determinado momento, um internauta falou sobre as contribuições de Lemmy Kilmister, líder do Motörhead, para o álbum No More Tears. Com a deixa do fã, Snider respondeu: “Eu sei demais sobre os bastidores. Digamos apenas que Sharon [Osbourne] não gosta de compartilhar”. Outro internauta lembrou do baixista Bob Daisley, afirmando que ele escreveu “um monte” de letras para Ozzy. Dee disse: “Um monte? Que tal todas as letras? Ozzy sempre teve baixistas escrevendo suas letras. Geezer Butler escreveu todas as letras do Black Sabbath”. Sobre o assunto, o frontman do Twisted Sister completou: “Muitos cantores não escrevem suas próprias músicas, mas as tornam suas”. Isto despertou a ira em Kelly que usou os stories do Instagram para defender a honra de seu pai e retrucar as alegações de Snider. Isso gerou muito falatório nas redes sociais, todavia, depois de ter sido colocado abaixo de zero por Kelly Osbourne, Dee Snider se fez de desentendido. Um usuário do X questionou o cantor: “Li uma notícia afirmando que a Kelly disse para você não mencionar o nome do Ozzy. Será que essa parte foi exagerada para tornar a matéria mais interessante?” Ele respondeu: “Não ouvi nada da Kelly”. A posição do artista prova uma clara tentativa de não levar adiante o sufoco em que se meteu. I’ve heard nothing from Kelly. https://t.co/z0ISuWezO6 — Dee Snider (@deesnider) August 16, 2026 Via: RockBizz

Kelly Osbourne critica Dee Snider por minimizar legado de Ozzy: “Deselegante”
Entrevistas
17/08/2026

Kelly Osbourne critica Dee Snider por minimizar legado de Ozzy: “Deselegante”

Kelly Osbourne criticou Dee Snider, vocalista do Twisted Sister, após ele minimizar a quantidade de composições feitas por seu pai, Ozzy Osbourne, ao longo de sua carreira. Em postagem feita no X (antigo Twitter), Snider disse que o Príncipe das Trevas sempre teve “baixistas escrevendo letras para ele” e afirmou ter “quase certeza” de que Bob Daisley era o verdadeiro letrista dos primeiros álbuns solo do cantor, e que nos álbuns seguintes, foi pago para compor e não recebeu os devidos créditos. “Ozzy sempre teve baixistas escrevendo suas letras. Geezer Butler escreveu TODAS as letras do Black Sabbath. Bob Daisley escreveu as letras dos dois primeiros álbuns solo (tenho quase certeza de que ele foi pago para escrever em outros discos, mas não recebeu créditos) e Lemmy Kilmister também escreveu letras”, escreveu [transcrição via Whiplash]. Após a declaração do músico, Kelly, por meio de stories no Instagram, acusou o músico de ser deselegante e minimizar as conquistas de seu pai ao longo de quase seis décadas de carreira. Segundo ela, a última música de sucesso do cantor norte-americano foi lançada no ano de seu nascimento, em 1984. “Seu último sucesso, para não revelar minha idade, foi no ano em que nasci, há mais de 40 anos. Há algo extremamente deselegante em Dee Snider tentar diminuir meu pai, Ozzy Osbourne, e suas extraordinárias habilidades e conquistas, quando ele não está mais aqui para contestar suas alegações (…) É difícil não se perguntar se a tentativa de Snider de menosprezar meu pai é simplesmente uma maneira de fazer as pessoas falarem dele novamente. Porque, musicalmente, a indústria fonográfica superou o auge comercial de Snider há décadas, enquanto o nome, o catálogo e a influência do meu pai ainda permanecem relevantes globalmente”, escreveu. “Isso só reforça a enorme diferença entre seus legados e comprova ainda mais o quão irrelevante Snider é para a indústria musical e para a sociedade como um todo. No entanto, gostaria de agradecer a você, Dee Snider, por permitir que o mundo veja o quão desesperado ele realmente está!”, finalizou. Pronunciamento de Kelly Osbourne. Crédito: Reprodução/Instagram/Loudwire. Dee Snider se retratou após criticas de Kelly Osbourne Após a manifestação de Kelly, Dee se retratou e afirmou que seus comentários anteriores não eram para ser um ataque pessoal, mas sim uma frustação pessoal, pois sempre amou Ozzy e que devido a ser compositor, assuntos sobre créditos e direitos autorais podem lhe deixar sensível. “E de novo. Para ser claro, EU NÃO TENHO NADA ALÉM DE AMOR PELO OZZY. Ele sempre foi adorável comigo. O Black Sabbath mudou a minha vida! Como compositor, posso ser um pouco sensível sobre créditos e royalties.”, escreveu o músico no X. And again. To be clear, I HAVE NOTHING BUT LOVE FOR OZZY. He was always lovely to me. @BlackSabbath changed my life! As a songwriter I can be a little touchy about credit and royalties. https://t.co/ZUlgFO4g0j — Dee Snider (@deesnider) August 14, 2026 LEIA TAMBÉM: Twisted Sister: Filhos pediram para Dee Snider não fazer shows de reunião Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

System of a Down e Faith no More confirmam show único no Brasil
Entrevistas
17/08/2026

System of a Down e Faith no More confirmam show único no Brasil

O System Of A Down retorna ao Brasil para um show único no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 2027. Para se juntar a eles estará o Faith No More. O evento, que reunirá duas das bandas mais influentes e irreverentes da história do rock, ganhou o nome de One Night Only, dando a dimensão do que o público pode esperar e, desde já, deixando claro que não haverá datas extras ou passagem por outras cidades da América do Sul. As entradas estarão disponíveis po meio do site da Eventim, da seguinte forma: clientes Private Bank e Itaú Personnalité poderão comprar ingressos entre 19 de agosto, às 10h, e 20 de agosto, às 10h. Para todos os clientes Itaú Unibanco, a pré-venda ocorre entre 20 de agosto, às 10h, e 21 de agosto, até às 10h. A venda geral começa em 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteria física. Em 2025, o System Of A Down levou a Wake Up! South America Stadium Tour a cinco países e a sete cidades da América do Sul, reunindo mais de 500 mil fãs e se tornando um dos maiores eventos musicais ao vivo com ingressos esgotados já realizados no continente. O próximo show no Maracanã ganha ainda mais relevância por marcar o primeiro confirmado de Faith No More desde a última vez que a banda subiu ao palco, em agosto de 2016, após uma série de apresentações que encerraram a turnê do álbum Sol Invictus n, sinalizando o tão aguardado retorno da banda. O público da América do Sul pode esperar por um repertório extenso que conta com toda a trajetória do System Of A Down e do Faith No More, repleto de músicas que se tornaram a trilha sonora de gerações de fãs de rock e metal ao redor do mundo. Em janeiro, a produtora brasileira 30e anunciou uma parceria global com o System of a Down para organizar turnês, ações de marketing e outros projetos ligados aos shows da banda. O acordo foi firmado após a bem-sucedida turnê pela América Latina em 2025, que incluiu cinco apresentações no Brasil e foi produzida pela própria empresa. Em junho, o Faith No More também oficializou um acordo global com a 30e para a realização de turnês internacionais. SERVIÇO – System Of A Down & Faith No More RIO DE JANEIROData: 15 de janeiro de 2027 (sexta-feira)Local: Maracanã – Rua Prof. Eurico Rabelo, s/n – Maracanã – Rio de Janeiro/RJHorário de abertura dos portões: 16hClassificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Cadeira Superior Nível 5 – R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)Cadeira Superior Sul – R$ 397,50 (meia-entrada) | R$ 795,00 (inteira)Cadeira Superior Leste – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)Cadeira Inferior Sul – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeira Inferior Oeste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeira Inferior Leste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeiras Cativas (Superior Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Camarote (Oeste e Leste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Tribuna (Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Pista Premium Itaú Personnalité – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Maracanã Mais Oeste (Hot Seat) – R$ 997,50 (meia-entrada) | R$ 1.995,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze* – R$ 1.092,00 (meia-entrada) | R$ 1.540,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Gold* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Silver* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum* – R$ 2.042,50 (meia-entrada) | R$ 2.790,00 (inteira) Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze*Incluso– 1 (um) ingresso de Cadeira Superior Leste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Gold*Incluso– 1 (um) ingresso de Cadeira Inferior Leste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Silver*Incluso– 1 (um) ingressos de Cadeira Inferior Oeste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum*Incluso– 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pré-venda clientes Itaú UnibancoClientes Private Bank e Itaú Personnalité: 19 de agosto, às 10h, até 20 de agosto, às 10hTodos os clientes Itaú Unibanco: 20 de agosto, às 10h, até 21 de agosto, às 10hVenda geral: 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteriaVendas online em: eventim.com.br/SOAD-FNM-2027Bilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) – Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro – Rio de Janeiro/RJFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Benefício para clientes Itaú UnibancoPré-venda exclusiva com 30% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período*Compra de 4 ingressos por CPF – sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade Parcelamento em até 3x sem juros O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso. LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Andreas Kisser (Sepultura) revela a banda moderna que reinventou o riff de guitarra
Entrevistas
16/08/2026

Andreas Kisser (Sepultura) revela a banda moderna que reinventou o riff de guitarra

Em uma conversa com o apresentador Paolo Phoenix, Andreas Kisser (Sepultura) revelou a banda moderna que reinventou o riff de guitarra. Além disso, o artista brasileiro pontuou que um ótimo riff não se resume à habilidade técnica, mas sim à emoção e autenticidade por trás dele. “Gojira é uma banda com um trabalho de guitarra muito original. De certa forma, eles constroem sua mensagem em torno desse novo elemento de usar o tapping ou um tipo de groove. É muito difícil de descrever, mas acho que eles trouxeram algo novo para os riffs e para a guitarra em geral, com certeza”. Sobre a emoção dos riffs, Kisser disse: “Riff definitivamente não é um elemento técnico. É algo que toca você. Para mim, riffs como Number Of The Beast [Iron Maiden] ou Fight Fire With Fire [Metallica] me motivam muito e me levam a um patamar diferente”. “Claro, tecnicamente você vai lá e aprende a tocar os riffs, mas há outra coisa, que não é o aspecto técnico”, continuou ele. “Você sente que foi escrito com verdade. Você quase sente os caras do Metallica na pequena sala trabalhando no riff. Você pode imaginar a emoção? É isso que sentimos, aquela excitação que você não consegue explicar”. E por falar em Andreas Kisser, o último show do Sepultura vai acontecer no dia 07 de novembro no Mercado Livre Arena Pacaembu. O evento terá a participação do Metal Allegiance, Krisiun, Sacred Reich e a reunião de quem construiu essa trajetória. Via: RockBizz

Andre Matos era o cara mais Clark Kent; quando tirava os óculos se transformava no Super-Homem e entrava no palco, segundo Dani Matos
Entrevistas
15/08/2026

Andre Matos era o cara mais Clark Kent; quando tirava os óculos se transformava no Super-Homem e entrava no palco, segundo Dani Matos

Recentemente, Dani Matos bateu um papo com o pessoal do Lado A Podcast para falar sobre sua carreira musical e, claro, para falar sobre seu irmão, o saudoso Andre Matos (Shaman, Angra, Viper, Virgo). Na conversa, ele o comparou ao personagem Clark Kent – um dos maiores heróis dos quadrinhos da DC Comics -, pois era um indivíduo quieto e de postura tímida no dia a dia, todavia, quando subia no palco, se transformava no Super-Homem, ou seja, em um performer de pura energia a ponto de cobrir todos os cantos do palco. “Eu brincava com o Andre, eu falava assim: ‘Andre, você é o cara mais Clark Kent que conheço, porque você tira os óculos se transforma em Super-Homem e entra no palco’. O cara que eu conhecia não tinha nada a ver com aquele cara que estava no palco. Ele era quietinho. Ele era um cara muito na dele”. Dani seguiu falando sobre seu irmão mais velho: “Ele era um cara sempre muito estudioso […] Ele era muito nerd. Tudo ele estudava. Ele era nerdzão! Se você falasse com ele algum assunto que ele não soubesse, no dia seguinte ele estava sabendo. Era o famoso tudólogo”. “Ele era um cara completamente diferente do cara do palco. O Andre Coelho, o meu irmão, era um cara quietinho, só falava o que perguntavam para ele. Sempre no canto dele, fazendo as coisas dele e estudando. E o Andre no palco é aquele que vocês conhecem. Por isso que eu separo bem, porque são muito diferentes”, concluiu. Via: RockBizz

Questionado por Ozzy Osbourne, Elton John relembrou seu momento mais assustador no palco durante especial de TV
Entrevistas
15/08/2026

Questionado por Ozzy Osbourne, Elton John relembrou seu momento mais assustador no palco durante especial de TV

Ozzy Osbourne e Elton John foram amigos por muitos anos a ponto de trabalharem juntos. Para se ter uma ideia da amizade dos músicos, Elton cantou na faixa-título do décimo segundo registro do Madman, Ordinary Man, de 2020. Além disto, o companheirismo entre os músicos gerou muitas risadas ao longo dos anos como no dia 27 de setembro de 1997, durante o especial de televisão An Audience with Elton John. A intenção do evento era proporcionar um ambiente intimista entre Elton e a plateia, que contava com nomes célebres como Ozzy, Sting (The Police), Spice Girls (Geri Halliwell-Horner, Melanie C, Victoria Beckham, Mel B e Emma Bunton) e Mike Rutherford (Genesis), e um bate-papo. Na vez do Príncipe das Trevas perguntar, ele disparou: “Qual foi a coisa mais assustadora que aconteceu com você no palco?” Para risos gerais, Elton respondeu: “Eu me caguei uma vez”. Com a deixa do amigo, Ozzy retrucou: “Nós todos já fizemos isso”. O Rocket Man, no entanto, seguiu lembrando de momentos tensos nos palco: “Eu estava no palco em Paris usando um lenço. Eu estava tocando Your Song, quando uma fã o pegou e começou a puxar, e foi ficando cada vez mais forte. Eu acabei caindo do banco e fiquei meio inconsciente. Isso foi bem assustador”. Ele acrescentou: “Outras coisas assustadoras aconteceram como uma perna do piano cair. Isso foi bem assustador”. Quando Elton devolveu a pergunta a Ozzy, ele disse: “Subir no palco”. John comentou se não foi o episódio com o morcego [ele mordeu a cabeça de um morcego durante show em Des Moines, Iowa, em 1982], Osbourne completou em tom de brincadeira: “Não! Isso era a minha mulher cozinhando”. Via: RockBizz

Conheça a música do Foo Fighters que Dave Grohl teve dificuldade em tocar: “Eu queria quebrar a guitarra”
Entrevistas
14/08/2026

Conheça a música do Foo Fighters que Dave Grohl teve dificuldade em tocar: “Eu queria quebrar a guitarra”

Dave Grohl já admitiu que não entende muito de teoria musical, no entanto, esta deficiência não o impediu de se transformar em um dos maiores compositores do rock e tocar bateria e guitarra com bastante desenvoltura. Mas, mesmo tendo o dom para tirar boas melodias e ritmos dos instrumentos, Dave enfrentou algumas dificuldades ao longo da carreira. Aqui vai um bom exemplo! Grohl considerou um pesadelo compor a música I Should Have Known, do álbum Wasting Light. “Houve momentos de frustração em que me lembro de ter vontade de quebrar uma guitarra”, disse Dave em trecho do documentário Back and Forth, de 2011. “No riff de abertura de I Should Have Known, eu me esforcei muito para que soasse bem, e normalmente não quero que as coisas soem perfeitas, mas às vezes você quer que elas estejam simplesmente certas”. I Should Have Known é a décima faixa do álbum Wasting Light. Ela possui, seja na tensão silenciosa do teor lírico e nos arranjos melancólicos, contornos que remetem o trabalho de Dave no Nirvana. Em nenhum momento o artista menciona isto explicitamente, mas deixa o sentimento pairando no ar. Wasting Light já vendeu mais de dois milhões de cópias ao redor do mundo e conquistou as primeiras colocações das paradas de sucesso. Singles como These Days, Rope, Walk e White Limo ajudaram o disco nestas conquistas. Via: RockBizz

Paul Gilbert fala sobre shows no Brasil: “Aguardem sucessos de todas as minhas bandas”
Entrevistas
14/08/2026

Paul Gilbert fala sobre shows no Brasil: “Aguardem sucessos de todas as minhas bandas”

Um dos guitarristas mais admirados do mundo, Paul Gilbert retorna em setembro ao Brasil para duas apresentações especiais, em Curitiba (07/09, Teatro Bom Jesus) e São Paulo (08/09, Fabrique Club). Paul Gilbert é um guitarrista norte-americano, mundialmente aclama

Foo Fighters anuncia 2 shows no Brasil para fevereiro de 2027
Entrevistas
14/08/2026

Foo Fighters anuncia 2 shows no Brasil para fevereiro de 2027

O Foo Fighters anunciou dois shows no Brasil como parte da Take Cover Tour 2027. As apresentações acontecem em fevereiro, com passagens por Belo Horizonte e São Paulo. O primeiro show será em 18 de fevereiro, na Arena MRV, em Belo Horizonte. Dois dias depois, em 20 de fevereiro, Dave Grohl e companhia chegam ao Estádio MorumBIS, em São Paulo. A nova passagem pelo Brasil terá Karen Dió e Deb and The Mentals como atrações convidadas. Os fãs que possuem cartões elegíveis do Santander terão acesso antecipado aos ingressos. A pré-venda para clientes Santander Select e Private começa em 18 de agosto. No dia seguinte, 19 de agosto, será aberta a pré-venda para os demais clientes Santander. A venda geral começa em 20 de agosto, às 10h, pelo site da Ticketmaster. A formação atual da banda inclui Dave Grohl, o baixista Nate Mendel, os guitarristas Chris Shiflett e Pat Smear, o tecladista Rami Jaffee e o novo baterista Ilan Rubin, que entrou em 2025 após a saída de Josh Freese. Foo Fighters também se apresentará no Rio de Janeiro no próximo mês de setembro. A banda estará no Rock In Rio 2026 como headliner do Palco Mundo no dia 04 de setembro, ao lado de The Hives, Rise Against e Nova Twins. No Palco Sunset, as atrações são Capital Inicial, Hot Milk, Detonautas e Di Ferreiro. Já no Palco Supernova, Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz (tributo à fase roqueira de Gilberto Gil) e Chady. E no Global Village, as atrações são Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes. SERVIÇO – FOO FIGHTERS BELO HORIZONTEDatas: 18 de fevereiro de 2027 (quinta-feira) Local: MRV ArenaAbertura dos portões: 16hHorário do show: 20hEndereço: Rua Cristina Maria de Assis, 202 – Califórnia, Belo Horizonte – MGIngressos: a partir de R$ 280,00 (ver tabela completa)Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais* *Sujeito à alteração por Decisão Judicial. PREÇOS CADEIRA SUPERIOR: R$ 280,00 meia-entrada e R$ 560,00 inteiraPISTA: R$ 330,00 meia-entrada e R$ 660,00 inteiraCADEIRA INFERIOR LESTE: R$ 445,00 meia-entrada e R$ 445,00 inteiraCADEIRA INFERIOR OESTE: R$ 445,00 meia-entrada e R$ 445,00 inteiraCADEIRA INFERIOR SUL: R$ 445,00 meia-entrada e R$ 445,00 inteiraPISTA PREMIUM SELECT: R$ 590,00 meia-entrada e R$ 1.180,00 inteira BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIAImportante:– 17 a 19/08: o atendimento da Ticketmaster será realizado na Arena Hall.– A partir de 20/08 (Venda Geral): o atendimento será realizado exclusivamente na Bilheteria da Esplanada da Arena MRV. SÃO PAULO Datas: 20 de fevereiro de 2027 (sábado) Local: MorumBISAbertura dos portões: 16hHorário do show: 20hEndereço: Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 – Morumbi, São Paulo – SPIngressos: a partir de R$ 295,00 (ver tabela completa)Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais* *Sujeito à alteração por Decisão Judicial. PREÇOSARQUIBANCADA: R$ 295,00 meia-entrada e R$ 590,00 inteira PISTA: R$ 330,00 meia-entrada e R$ 660,00 inteiraCADEIRA SUPERIOR: R$ 485,00 meia-entrada e R$ 970,00 inteiraCADEIRA INFERIOR: R$ 495,00 meia-entrada e R$ 990,00 inteiraPISTA PREMIUM SELECT: R$ 625,00 meia-entrada e R$ 1.250,00 inteira BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Local: Shopping IbirapueraAv. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis – São Paulo/SP – CEP 04029-902Piso Jurupis (subsolo) – Bilheteria Ticketmaster LEIA TAMBÉM: O motivo que levou Kurt Cobain a chamar Dave Grohl para o Nirvana Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

O motivo que levou Kurt Cobain a chamar Dave Grohl para o Nirvana
Entrevistas
14/08/2026

O motivo que levou Kurt Cobain a chamar Dave Grohl para o Nirvana

Courtney Love apresentou uma versão pouco conhecida sobre a chegada de Dave Grohl ao Nirvana. Em entrevista no programa The Magnificent Others with Billy Corgan, Love revelou que Kurt Cobain teria decidido buscar um novo baterista movido por uma questão pessoal envolvendo Tobi Vail, do Bikini Kill. Antes de Courtney Love, Kurt Cobain manteve um relacionamento com Tobi Vail, baterista do Bikini Kill e uma das figuras ligadas ao movimento Riot Grrrl. A relação teve grande impacto na vida e na produção musical do vocalista do Nirvana. Segundo Courtney Love, Cobain teria preparado um momento especial para tocar a famosa “About a Girl” para Vail. Porém, a reação teria sido bem diferente do esperado. “Quando Tobi Vail esmagou um bolo e disse: ‘Como você ousa escrever essa música sobre mim?’ [referindo-se a ‘About a Girl’]… Ele acendeu velas, roubou um bolo da Safeway. Tobi Vail chega com seus Doc Martens, ele toca ‘About a Girl’ para ela, e ela esmaga o bolo e vai embora”, contou Courtney. Foi nesse contexto que, segundo o relato, surgiu a ideia de encontrar um baterista capaz de levar o Nirvana a outro nível. O músico teria associado a busca por um novo baterista à vontade de superar a situação e provar seu valor. “O primeiro pensamento dele foi: ‘Vou conseguir o melhor baterista do mundo, não me importo se ele tem mandado de prisão em aberto. Segundo pensamento: ‘vou transar com essa garota Courtney, mesmo que eu a odeie’. Foi isso que ele me disse. ‘E vou escrever músicas incríveis, porque eu posso”, disse ela. Dave Grohl entrou no Nirvana em 1990, após a passagem de outros bateristas pela banda. O músico havia ganhado destaque no underground com o Scream, grupo de hardcore de Washington, D.C. A chegada de Grohl mudou a dinâmica do Nirvana. Pouco depois, a banda gravou Nevermind, álbum que transformou o grupo em um fenômeno mundial. LEIA TAMBÉM: Nirvana: Imagens inéditas de shows vão a leilão ultrapassando R$ 790 mil Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Axl Rose revela sofrer de Disfunção Temporomandibular em show nos EUA
Entrevistas
14/08/2026

Axl Rose revela sofrer de Disfunção Temporomandibular em show nos EUA

Em show do Guns N’ Roses realizado na última quarta-feira, 12, no MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos, o vocalista Axl Rose revelou que sofre de um problema em sua Articulação Temporomandibular (ATM), que liga os ossos do crânio aos da mandíbula e é responsável por todos os movimentos da boca. Na ocasião, o músico afirmou para cerca de 82.500 fãs que não estava 100% para se apresentar naquela noite, pois estava se recuperando de um procedimento realizado para tratar o distúrbio. “Eu estava com um problema na ATM. Quando estou cantando, é como se tivesse alguém no meu ouvido, como se o Pernalonga estivesse comendo uma cenoura no meu ouvido e ficasse estalando”, contou [transcrição via Far Out Magazine]. O cantor ainda contou que “colocou um tubo” em sua boca dias antes do show e que isso causou dormência em um dos lados de sua boca, classificando o procedimento como “desafiador”. “Eu tive que usar um tubo. Fiz isso há alguns dias. Então, agora, este lado da minha boca [esquerdo] ainda está dormente. Fica interessante. É desafiador”, explicou. Axl Rose pode ter realizado uma artroscopia da ATM para tratar distúrbio Embora Axl não tenha especificado o nome exato do tratamento, a descrição feita por ele sugere a realização de uma artroscopia da ATM, cujo procedimento consiste na inserção de pequenas cânulas (tubos)na região da articulação para lavar o local, remover inflamações ou aplicar medicamentos, e assim causando dormência, devido ao uso de anestesia. Por fim, Axl Rose falou sobre a recomendação médica recebida, que consiste em evitar ao máximo mastigar. No entanto, ele ainda afirmou que muitos dos sons ouvidos enquanto canta passam a impressão de que sua mandíbula simplesmente travou ou está prestes a cair. “Então você ouve todos esses sons enquanto está cantando, e ouve coisas que te fazem pensar: ‘Eu provavelmente não deveria estar fazendo isso, porque esse som parece que minha mandíbula vai cair, ir para o lado ou ficar presa desse jeito’”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Slash sobre um novo álbum do Guns N’ Roses: “Muita composição acontecendo” Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Lucifer mostra performance de California Son no Rock Hard Festival 2026
Entrevistas
14/08/2026

Lucifer mostra performance de California Son no Rock Hard Festival 2026

O alemão Lucifer mostrou a performance de California Son no Rock Hard Festival 2026. O show no festival foi televisionado pelo programa Rockpalast. Além de abraçar os tempos modernos e estar presente no YouTube, a atração vai ao ar pela emissora Westdeutscher Rundfunk (WDR) desde 1974. California Son está presente no álbum Lúcifer II, cujo lançamento oficial foi em 06 de julho de 2018 pela Century Media. Vale ressaltar que o som foi o segundo single do disco – ele sucedeu Faux Pharaoh e antecedeu Dreamer. Atualmente, o grupo conta com os trabalhos de Johana Platow (vocal), Rosalie Cunningham (ex-Purson, guitarra), Coralie Baier (Atlantean Kodex, guitarra), Claudia González Diaz (Cachemira, baixo) e Kevin Kuhn (Die Nerven, bateria). Para este mês, o Lucifer tem compromissos com os fãs da Península Ibérica com apresentações nos seguintes dias e lugares: 22/08 – Igualada Rock City Festival, 26/08 – Madrid, El Sol (show exclusivo em clube) e 28/08 – Zamora, Motorrock Classic Fest. Pelas redes sociais, a banda escreveu: “Anjos Caídos da Península Ibérica! Estamos extremamente felizes para ver seus lindos rostos em poucas semanas para uma trindade profana de eventos”. Via: RockBizz

Sid Wilson se apresenta como DJ do Slipknot em evento nos Estados Unidos
Entrevistas
12/08/2026

Sid Wilson se apresenta como DJ do Slipknot em evento nos Estados Unidos

Enquanto sua real situação no Slipknot não é oficialmente confirmada, o DJ Sid Wilson se apresentou com sua identidade da banda durante uma competição de DJs nos Estados Unidos. Em participação no World Scratch Invitational, onde atuou como coapresentador do evento, Sid declarou ser o integrante de número 0 da banda. Em sua conta no Instagram, o músico também mantém o status de integrante ativo. “E aí, pessoal? Sid, DJ Starscream/#0, do mundialmente famoso Slipknot, como vocês estão esta noite?”, declarou no evento [transcrição via Loudwire]. TMZ havia publicado que Sid Wilson foi demitido do Slipknot De acordo com a publicação, uma pessoa próxima à banda relatou que a convivência entre Wilson e os demais integrantes vinha se tornando cada vez mais difícil. As diferenças teriam aumentado nos últimos anos, tornando a permanência do DJ praticamente insustentável. “A decisão foi tomada depois que o grupo finalmente se cansou do comportamento de Sid, principalmente da maneira como ele tratava seus colegas de banda”, revelou a fonte. A fonte também afirmou que o desligamento não foi motivado por um único episódio. Em vez disso, a decisão teria sido tomada após um longo período de atritos internos, embora nenhum detalhe específico sobre esses conflitos tenha sido revelado. Até o momento, nem Sid Wilson nem o Slipknot divulgaram um comunicado oficial sobre o caso. Ainda assim, fontes afirmam que a banda planejava anunciar a saída de Sid nesta semana, porém, a banda perdeu o controle do anúncio quando o tabloide vazou a informação. “Fomos informados de que a revelação antecipada fez com que a banda entrasse em pânico nos bastidores. Os membros estão frustrados por não poderem mais anunciar a separação em seus próprios termos”, escreveu o TMZ. LEIA TAMBÉM: Kelly Osbourne exige pensão de Sid Wilson após suposta demissão do Slipknot Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Por que blogs esportivos ainda importam na era dos vídeos curtos
Entrevistas
12/08/2026

Por que blogs esportivos ainda importam na era dos vídeos curtos

A internet acelerou a conversa esportiva. Um gol vira meme em segundos, uma entrevista é recortada antes do fim da transmissão e uma opinião forte alcança milhares de pessoas sem contexto. Nesse fluxo, o vídeo curto é ótimo para registrar emoção, mas raramente oferece espaço suficiente para explicar uma mudança tática, conferir uma informação ou reconstruir a trajetória de um atleta. É justamente aí que os blogs esportivos preservam valor. O texto permite diminuir a velocidade, comparar fontes e organizar argumentos. Ele pode conviver com áudio, fotografia, infográficos e vídeo sem competir com todos ao mesmo tempo. Para leitores interessados em entender, e não apenas reagir, uma página bem editada continua sendo uma ferramenta poderosa. Endereços como https://1win.com/blog mostram como uma central de artigos pode reunir notícias, guias e análises em um formato consultável. O ponto importante não é aceitar toda publicação sem crítica, mas observar autoria, data, fontes e propósito. Um bom blog ajuda o leitor a construir contexto; um feed apenas decide o próximo conteúdo a ser exibido. Uma publicação escrita tem título, data, autor e palavras que permanecem disponíveis para consulta. Isso facilita comparar o que foi afirmado antes de um jogo com o que aconteceu depois. Também permite corrigir informações de modo transparente. Em um vídeo recortado ou em uma postagem que desaparece, recuperar o contexto original pode ser muito mais difícil. A possibilidade de inserir links melhora a verificação. O leitor pode abrir a entrevista completa, consultar a tabela oficial ou conferir a origem de uma estatística. Esse caminho não garante qualidade, mas cria condições para que a confiança seja construída por evidências, e não apenas pela popularidade de quem fala. Um artigo não precisa ser longo para ser útil. A diferença está na arquitetura da informação. Intertítulos claros, parágrafos curtos e listas bem escolhidas permitem que o leitor encontre rapidamente o que procura. Quando o assunto exige mais detalhes, o mesmo formato suporta uma análise extensa sem transformar tudo em uma sequência de cortes. Os blogs também funcionam como arquivo. Uma matéria sobre a evolução de uma banda, um clube ou um campeonato pode ser encontrada meses depois por busca. Essa permanência aproxima jornalismo esportivo e jornalismo cultural: ambos dependem de memória, cronologia e comparação para explicar por que um novo acontecimento importa. Antes de compartilhar um artigo, vale fazer uma verificação rápida: A data e o autor estão visíveis? As informações factuais apontam para fontes identificáveis? O título corresponde ao conteúdo ou exagera para gerar cliques? Opinião e notícia aparecem claramente separadas? Eventuais interesses comerciais são apresentados ao leitor? Essas perguntas levam menos de um minuto e evitam que uma manchete antiga volte a circular como novidade. Também ajudam a diferenciar um texto editorial de uma peça promocional. A transparência sobre essa diferença é fundamental para qualquer veículo que queira manter credibilidade. O esporte e a música criam comunidades intensas. Torcedores e fãs não procuram somente resultados ou lançamentos; querem interpretar símbolos, relembrar histórias e discutir escolhas. Blogs especializados conseguem manter uma voz própria e conversar com esse público sem depender inteiramente das regras de uma rede social. Comentários moderados, newsletters e fóruns associados prolongam a conversa. Quando há regras claras, a comunidade pode corrigir detalhes, indicar fontes e oferecer experiências locais. O desafio é impedir que paixão se transforme em ataque pessoal ou desinformação. Moderação é parte do trabalho editorial, não um acessório. Para escapar do consumo automático, o leitor pode adotar uma rotina simples: Escolher alguns veículos com linhas editoriais conhecidas. Abrir a matéria completa antes de reagir à manchete. Comparar informações importantes em pelo menos duas fontes. Observar se a publicação foi atualizada após novos fatos. Salvar análises úteis para consulta, em vez de depender do feed. Esse hábito não elimina a diversão dos vídeos ou das redes. Ele apenas reserva um momento para conteúdos que exigem atenção. Assim como ouvir um álbum completo oferece uma experiência diferente de uma faixa isolada, ler uma análise inteira revela conexões que um clipe dificilmente consegue manter. Muitos blogs dependem de anúncios, patrocínios ou links comerciais. Esse modelo pode financiar produção de qualidade, desde que a relação esteja clara. O leitor precisa saber quando uma recomendação gera receita para o veículo. Ocultar esse vínculo prejudica a confiança e torna difícil avaliar a independência do conteúdo. Quando o tema envolve apostas, a cautela deve ser maior. Informações esportivas não garantem resultados, e qualquer decisão financeira precisa respeitar limites de idade, orçamento e tempo. Conteúdo responsável evita promessas, não estimula a recuperação de perdas e apresenta ferramentas de controle quando necessário. Blogs não precisam rejeitar vídeo curto, podcasts ou redes sociais. Cada formato cumpre uma função. Um clipe pode chamar atenção para uma jogada; um podcast pode explorar conversa e personalidade; o texto pode reunir datas, links e argumentos de forma precisa. A experiência melhora quando esses elementos conduzem uns aos outros. Para os veículos, o desafio é manter identidade e qualidade enquanto distribuem conteúdo em diferentes canais. Para o público, é conservar autonomia sobre o que lê e por quê. Assinar uma newsletter, usar favoritos e visitar diretamente fontes confiáveis reduz a dependência de recomendações automáticas. Na era dos vídeos curtos, o blog permanece relevante porque oferece algo escasso: tempo organizado. Ele transforma o fluxo de acontecimentos em memória pesquisável, dá espaço à nuance e permite ao leitor conferir o caminho de uma afirmação. Em esportes, música ou cultura digital, essa pausa continua indispensável. A manutenção desse arquivo exige trabalho pouco visível. Links quebrados precisam ser corrigidos, matérias antigas devem indicar quando uma informação perdeu validade e páginas importantes necessitam de organização temática. Esse cuidado editorial transforma um conjunto de posts em uma fonte que realmente pode ser usada com o passar do tempo. O leitor também participa desse ecossistema quando compartilha o endereço original, aponta correções com respeito e evita reproduzir apenas trechos que distorcem o argumento. Pequenos hábitos de circulação ajudam textos de qualidade a encontrar público sem depender exclusivamente do alcance concedido por plataformas externas. Redação Com um time formado

Sid Wilson se apresenta como membro do Slipknot no World Scratch Invitational
Entrevistas
12/08/2026

Sid Wilson se apresenta como membro do Slipknot no World Scratch Invitational

Sid Wilson se apresenta como membro do Slipknot no World Scratch Invitational. Nos últimos dias, a vida do DJ e tecladista virou de pernas para o ar com a notícia de sua demissão do grupo norte-americano. No The World Scratch Invitational, no entanto, ele se apresentou ao público usando tanto sua identidade artística do Slipknot quanto o nome da banda. Durante o evento, Sid disse: “E aí, pessoal? Sid, DJ Starscream/#0, do mundialmente famoso Slipknot, como vocês estão esta noite?” A apresentação de Wilson vai de encontro a tudo que o tabloide TMZ vem noticiando sobre o músico e a banda. A reportagem, publicada em 31 de julho, afirmou que Wilson já havia sido informado de sua demissão, embora o Slipknot e Wilson não tenham confirmado oficialmente sua saída. Até o momento, em sua conta oficial no Instagram, Sid mantém o status de membro do Slipknot – DJ Starscream/#0. Atualmente, da formação considerada clássica, a banda não conta mais com os trabalhos de Craig Jones (DJ e teclado), Chris Fehn (percussão), Joey Jordison (bateria) e Paul Gray (baixo). Joey faleceu enquanto dormia em 2021 e Paul morreu de overdose em 2010. Via: RockBizz