Entrevistas

Entrevista In This Moment: Novo álbum ‘Witch’ e planos para vir no Brasil
Grande nome do metal alternativo surgido em meados dos anos 2000, In This Moment lançou em 28 de agosto, Witch , seu aguardado nono álbum de estúdio . Liderado pela carismática e performática vocalista Maria Brink, o novo trabalho traz o grupo em sua fase mais ousada e inspirada

Axl Rose (Guns N’ Roses) agradece o carinho dos fãs após o falecimento de seu gatinho Whiskey Maranello Rose
O vocalista Axl Rose (Guns N’ Roses) agradeceu o carinho dos fãs após o falecimento de seu gatinho Whiskey Maranello Rose. O bichano do roqueiro morreu no dia 25 de agosto, aos 16 anos. “Gostaria de agradecer a todos pela gentileza, pela atenção e pelo apoio”, disse Axl Rose. “Sou muito grato por isso, e significa muito para mim”. Ele seguiu falando da importância do gatinho em sua vida: “Whiskey foi uma parte importante da minha vida desde o dia em que nasceu. Ele é uma alma gentil, carinhosa e que transmite calma. É claro que seu pai, Dijon, o ama e sente muito a sua falta, assim como todos nós. Mais uma vez, meus sinceros agradecimentos a todos vocês”. I’d like to thank everyone for their kindness, thoughtfulness and support. It’s greatly appreciated and means a lot. Whiskey was a big part of my life from the day he was born. He’s a gentle, caring and calming soul. Of course his father Dijon loves and misses him very much as… — Axl Rose (@axlrose) August 31, 2026 E vale dizer que Dijon é agora o único felino do vocalista. O gatinho completou 21 anos em 04 de julho. Em 2025, Rose fez uma menção especial ao animal durante show do Guns N’ Roses. Ele enalteceu o fato do pet ter chegado à marca dos “20 anos”. “E vamos torcer para que ele não esteja batendo à porta tão cedo”, acrescentou o cantor, enquanto a banda começava a tocar sua versão de Knockin’ on Heaven’s Door, cover de Bob Dylan. Via: RockBizz

Setembro Amarelo: Como o heavy metal ajuda a quebrar tabus sobre saúde mental
O Setembro Amarelo coloca a prevenção ao suicídio em evidência e abre espaço para discutir saúde mental também dentro da música. No heavy metal, temas como solidão, depressão, ansiedade e conflitos pessoais aparecem há décadas nas letras e nas histórias de seus artistas. Longe do estereótipo de que músicas pesadas estimulam comportamentos negativos, pesquisas indicam que fãs podem usar o gênero para processar emoções difíceis e encontrar identificação. Um estudo publicado na Frontiers in Human Neuroscience, com 39 fãs de música extrema, não encontrou aumento de hostilidade após a audição. Os participantes relataram sentimentos como inspiração e maior energia. Isso não significa que o heavy metal seja tratamento para problemas de saúde mental. A música pode, porém, ajudar alguém a reconhecer sentimentos e perceber que não está sozinho. James Hetfield fala abertamente sobre saúde mental Um dos exemplos mais conhecidos é James Hetfield, do Metallica. O músico já falou publicamente sobre terapia, recuperação e as dificuldades que enfrentou ao longo dos anos. Em entrevista ao site oficial do Metallica, Hetfield contou sobre o período em que precisou se afastar das atividades da banda para cuidar da própria saúde, afirmando que sua saúde mental precisava estar em primeiro lugar. “Houve um renascimento, a percepção de que minha vida precisava de ajuda. Ir para a reabilitação, dar uma pausa em algumas coisas da banda novamente por motivos de saúde pessoal e mental, sabe? Isso se tornou prioridade, mesmo que eu só quisesse continuar na ativa, deixar a banda seguir em frente e fugir dos problemas. “Eu precisava lidar com as coisas. Havia muita vulnerabilidade naquele momento. É muito difícil, quando há tanta coisa acontecendo ao seu redor no resto da sua vida, tirar um tempo para si mesmo, para se recuperar a ponto de se sentir minimamente funcional. E, para mim, às vezes não tem sido fácil simplesmente me isolar do resto do mundo. Terapia, programas, reabilitação e tudo mais. Tudo isso me ajuda a ter ajuda externa para lidar com essas questões e problemas do meu passado. Quanto a escrever em um diário, eu escrevo sobre certas dificuldades ou assuntos que estou enfrentando”, disse ele. Vale ressaltar que escrever sobre problemas em um diário ou documento ajuda muito à saúde mental, pois reduz o estresse e organiza os pensamentos. Psicólogos reconhecem que a prática é eficiente para uma série de propósitos, desde digerir eventos traumáticos até aliviar o estresse e minimizar os sintomas da depressão [via Psicólogo e Terapia]. Corey Taylor fala sobre os desafios e superações ao lidar com a depressão Corey Taylor, do Slipknot, também transformou experiências pessoais em parte de sua relação com os fãs. O vocalista já relatou ter enfrentado depressão, falta de moradia e uma tentativa de suicídio. Em entrevista à Revolver, Taylor falou sobre terapia e reconheceu o peso de ser visto como uma referência. Para ele, essa posição também traz a responsabilidade de falar abertamente sobre questões difíceis. A ideia, segundo o artista, é mostrar pelo exemplo que problemas precisam ser enfrentados, e não escondidos. “Existe uma responsabilidade implícita nesse trabalho, de que as pessoas te veem como uma inspiração e fonte de orientação, quer você goste ou não. E eu conheço muita gente que não gosta dessa responsabilidade. Eu a levo muito, muito a sério. Então, de muitas maneiras, tento liderar pelo exemplo. É desconfortável se abrir assim, mas, ao mesmo tempo, se você não consegue falar sobre um problema, como vai resolvê-lo? E essa é uma das coisas que as pessoas não entendem. Se você simplesmente não disser nada, isso não vai resolver o problema. Você resolve um problema trabalhando nele, entende?” “Eu também sei que existe um grande estigma associado à terapia e ao enfrentamento de problemas, de demônios. Muitas pessoas não querem falar sobre isso, menosprezam ou tendem a zombar de quem passa por isso ou se envolve com essas questões. Estou tentando desmistificar isso, mostrando às pessoas que, sim, eu também faço terapia e ainda estou tentando lidar com meus demônios e com as coisas pelas quais passei na vida. Será que um dia vou conseguir resolver tudo? Provavelmente não. Mas é por isso que é um processo […] Não é só o estigma de buscar ajuda, mas também o de se livrar daquela baboseira dogmática que vem nos destruindo há tempo demais, fazendo com que a aparência de força pareça, na verdade, fraqueza”, disse Corey. Esses relatos ajudam a mudar uma imagem antiga do rockstar como alguém que precisa esconder fragilidades. No lugar disso, artistas passaram a mostrar que procurar ajuda profissional também faz parte da vida de quem está sob os holofotes. Música pesada é um gatilho? A associação entre heavy metal e comportamentos negativos é antiga, mas não explica a relação dos fãs com o gênero. A pesquisa da Frontiers in Human Neuroscience ainda apontou que ouvir música extrema pode ajudar algumas pessoas a regular emoções negativas. Em muitos casos, o ouvinte não busca uma música triste ou agressiva para piorar seu estado emocional, mas porque aquela obra consegue representar algo que ele já está sentindo. Essa identificação também aparece nas letras de artistas como Chester Bennington, do Linkin Park. A Kerrang!, por exemplo, destacou como Chester Bennington utilizava a música para expressar experiências pessoais relacionadas à dor, ansiedade, solidão e outros conflitos. O vocalista explicou que utilizava a música para colocar para fora experiências negativas de sua própria vida. “Consegui acessar todas as coisas negativas que podem me acontecer ao longo da vida, anestesiando-me para a dor, por assim dizer, e conseguindo extravasá-la por meio da minha música”. Em promoção ao álbum One More Light, último trabalho de Chester, o músico disse à Kerrang!: “Eu nunca me sinto confortável ou satisfeito, então o que torna as coisas realmente pesadas para mim são meus pensamentos e comportamentos, nos quais eu fico preso nesses ciclos de negatividade ou abuso de substâncias. Existe um bairro muito ruim dentro da minha cabeça, então eu realmente não deveria andar por essas ruas sozinho”, e a revista destacou: “O fato de Chester, em

Rock In Rio 2026: Possível setlist do Dia do Metal com Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, Sepultura e mais
A Cidade do Rock está cada vez mais perto da aguardada abertura de portões, e o público já pode começar a planejar cada momento da experiência no Rock in Rio 2026. O festival acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico. Os ingressos estão disponíveis através do site da Ticketmaster. Para a edição de 2026, o Rock in Rio voltou a oferecer duas opções de dia para os fãs de rock e metal. O Dia do Metal acontece em 05 de setembro com Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero no Palco Supernova e no Global Village com Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia. O headliner do dia é Avenged Sevenfold, com Bring Me The Horizon, Machine Gun Kelly e Sepultura se apresentando no Palco Mundo. Já no Palco Sunset, as atrações são Bad Omens, Poppy, Black Pantera, Nervosa e Day Limns. Confira abaixo os horários e possível setlist dos principais shows do Dia do Rock. Clique aqui para conferir a programação das demais datas e mais informações gerais. Avenged Sevenfold – 0h05 LIGHTS (projeto STATICA) STATICA (projeto STATICA) REJOICE (projeto STATICA) ASHES (projeto STATICA) Nightmare Magic Afterlife Shepherd Of Fire Hail To The King Nobody The Stage Bat Country Unholy Confessions Cosmic Bad Omens – 22h50 1.Specter2.Glass Houses3.THE DRAIN4.THE DEATH OF PEACE OF MIND5. Dying to Love6. CONCRETE JUNGLE7. Nowhere to Go8. Limits9. ARTIFICIAL SUICIDE10.V.A.N.11. Left For Good12. ANYTHING > HUMAN13. What Do You Want From Me?14.What It Cost15. Like a Villain16. Just Pretend17. Impose Bring Me the Horizon – 21h20 DarkSide The House of Wolves MANTRA Happy Song Teardrops AmEN! Kool-Aid Shadow Moses Pray for Plagues (com participação de um fã) Kingslayer Antivist Follow You Can You Feel My Heart Doomed Drown Throne Korzus – 19h10 Guilty Silence Raise Your Soul Vampiro Catimba No Light Within Agony Victim of Progress Mass Illusion / P. F. Y. L. / Beyond the Limits of Insanity / Unpredictable Disease Internally Discipline of Hate Never Die What Are You Looking For Correria Machine Gun Kelly – 19h 1.title track2. maybe (ft. Bring Me The Horizon) – podemos esperar por surpresas?3. FIX UR FACE (ft. Fred Durst)4. concert for aliens5. JJK (ft. Yuki Chiba)6. starman7. drunk face8. I Think I’m Okay (ft. Yungblud and Travis Barker)9. Wild Boy10. DAYWALKER! (ft. CORPSE)11. forget me too (ft. Halsey)12. emo girl (ft. WILLOW)13. 515014. my ex’s best friend (ft. blackbear)15. cliché16. vampire diaries Sepultura – 16h40 All Souls Rising Kairos Means to an End Phantom Self Against Choke The Place Beyond the Dream Refuse/Resist Ratamahatta Roots Bloody Roots Black Pantera convida Nervosa – 17h50 Tradução Provérbios Padrão Isocrático IEnumerator A Ameaça Guerra Santa (Nervosa) Hostages (Nervosa) Kill the Silence (Nervosa) Into Moshpit (Nervosa) LEIA TAMBÉM: Festival C6 no Rock celebra história do rock nacional e revisita clássicos dos anos 80 Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Helloween: Confira provável setlist de shows no Brasil
O Helloween retorna ao Brasil em setembro para dois shows históricos de sua turnê comemorativa de 40 anos de carreira. As apresentações acontecem nos dias 16 (KTO Arena, Porto Alegre) e 19 (Suhai Music Hall, São Paulo). Ainda há ingressos à venda disponíveis para o show de Porto Alegre no site da Eventim. Presença constante no Brasil, o Helloween retorna ao país pela décima terceira vez, 3 anos após sua última passagem, em 2023. Além de hits como “I Want Out”, “Future World”, “Power”, “Dr Stein”, “Eagle Fly Free”, dentre outros, o grupo ainda transita por diversas fases de sua história e promove Giants & Monsters, seu décimo sétimo álbum de estúdio, lançado em agosto de 2025. A atual turnê da banda também passa pelo México, Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Argentina antes de desembarcar em terras brasileiras. Confira o provável setlist para os shows do Helloween no Brasil, baseada na apresentação realizada na Cidade do México no último sábado, 29. Helloween: Cidade do México – 29 de agosto de 2026 01. March of Time02. The King for a 1000 Years03. Future World04. This Is Tokyo05. We Burn06. Twilight of the Gods07. Ride the Sky08. Into the Sun09. Hey Lord!10. Universe (Gravity for Hearts)11. Hell Was Made in Heaven12. Solo de bateris 13. I Want Out14. In the Middle of a Heartbeat15. A Tale That Wasn’t Right16. A Little Is a Little Too Much17. Heavy Metal (Is the Law)18. Halloween Encore:19. Eagle Fly Free20. Power21. Dr. Stein22. Keeper of the Seven Keys (outro) LEIA TAMBÉM: Helloween no Brasil: 6 motivos para celebrar 40 anos de história Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Baterista do Mastodon revela conta de R$ 4mil em ligações com Joey Jordison
Brann Dailor, baterista do Mastodon, relembrou uma história curiosa envolvendo Joey Jordison, ex-baterista do Slipknot. Os dois tinham uma amizade marcada por uma paixão em comum pelo filme River’s Edge, um clássico cult de 1986. Em entrevista ao podcast Ful Metal Jackie, Dailor contou ele e Jordison costumavam trocar citações de River’s Edge por telefone e a troca de mensagens entre os dois chegou a gerar uma conta telefônica de US$ 800 (aproximadamente R$ 4mil na conversão atual). [via Loudwire]. “Cheguei em casa no final daquela turnê e tinha uma conta de telefone de 800 dólares. Minha esposa na época disse: ‘Isso é porque você estava trocando mensagens com trechos de River’s Edge com o Joey?’ E eu respondi: ‘Sim. Desculpe. Mas eu não posso deixar o Joey saber. Não posso deixar ele pensar que eu não sei qual é o próximo verso”, disse ele. A amizade também tinha relação com a trajetória das duas bandas. Mastodon e Slipknot dividiram palcos diversas vezes ao longo dos anos, aproximando Dailor e Jordison. “River’s Edge , para mim, parecia retratar a mim e aos meus amigos, como se aquilo pudesse acontecer comigo. […] A vida estava um pouco sombria, então me identifiquei muito com o filme. Então, eu decorei o filme inteiro. É um dos meus filmes favoritos de todos os tempos. E quando conheci Joey Jordison, quando estávamos em turnê com o Slipknot e o Slayer na Europa em 2005, vi um garotinho assistindo à nossa passagem de som, e eu nunca tinha visto o rosto do Joey antes. Mas pensei: ‘Acho que é o Joey’. Aí, quando terminamos a passagem de som, fui até ele e disse: ‘E aí, cara’. Ele respondeu: ‘E aí, mano’. Nos tornamos amigos muito rápido”, relembrou Brann Dailor. O baterista do Mastodon explicou que, na época, eles aproveitavam qualquer oportunidade para repetir frases do filme. “Aí ele olhou e disse: ‘Alguém estacionou, seu filho da puta’. Essa é uma fala de River’s Edge , e eu fiz a próxima, sabe? Eu disse: ‘Abaixa, porra. Quer ser pego?’ E aí ele respondeu: ‘Ah’. Então eu e o Joey viramos melhores amigos, tipo, naquele instante. Algumas das minhas relações mais profundas com as pessoas têm um papel importante em River’s Edge . É um filme muito significativo para mim”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Clown revela bastidores da entrada de Joey Jordison no Slipknot Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Billie Joe, Travis Barker e mais artistas se unem para celebrar 50 anos do Ramones
Nomes importantes do punk se reuniram para uma celebração histórica durante o evento oficial de 50 anos do Ramones. O supergrupo The Cretin Family fez seu primeiro show no último domingo, 30, no Hollywood Forever Cemetery, em Los Angeles. A formação reuniu integrantes Billie Joe Armstrong, do Green Day, Travis Barker, do Blink-182, Tim Armstrong, do Rancid, e um membro dos Ramones, C.J. Ramone. A banda foi formada especialmente para a homenagem. Durante o show, Billie Joe revelou que aquela era a primeira vez que havia tocado ao lado de Travis Barker. Em seguida, apresentou C.J. Ramone ao público. O repertório percorreu vários clássicos do Ramones. Entre eles estavam “Rockaway Beach”, “Cretin Hop”, “Sheena Is a Punk Rocker”, “I Wanna Be Sedated” e “Blitzkrieg Bop”. A apresentação também teve participações especiais. Fred Armisen apareceu em “Danny Says”, enquanto Jason Freese participou de “Do You Remember Rock ‘N’ Roll Radio?” The Linda Lindas também subiram ao palco para tocar “California Sun” e “I Wanna Be Sedated” com a banda. A reta final do show ganhou outra participação de peso com Billy Idol cantando “Beat on the Brat”, dos Ramones. O músico também apresentou “Ready Steady Go”, do Generation X, antes de participar de “Blitzkrieg Bop”, música que encerrou a celebração dos 50 anos do grupo. O evento também contou com a presença de John Travolta, que apresentou a programação. LEIA TAMBÉM: Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, defende “rock de direita” e cita Metallica e Ramones Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Twisted Sister estreia com Sebastian Bach nos vocais e toca Skid Row
O Twisted Sister realizou o primeiro show com Sebastian Bach nos vocais na última sexta-feira, 28, no Starland Ballroom, em Sayreville, Nova Jersey, nos Estados Unidos. O ex-vocalista do Skid Row assumiu o posto que pertenceu a Dee Snider. A nova formação também conta com Jay Jay French e Eddie Ojeda nas guitarras, Russell Pzütto no baixo e Joey Cassata na bateria. O show havia sido anunciado inicialmente como uma apresentação do Bent Brother, alter ego do Twisted Sister. Depois, o evento passou a ser divulgado como a estreia oficial da nova formação da banda. O repertório teve 17 músicas e percorreu diferentes fases da carreira do Twisted Sister. A apresentação começou com “What You Don’t Know (Sure Can Hurt You)” e seguiu com clássicos como “You Can’t Stop Rock ‘N’ Roll”, “The Kids Are Back”, “Under The Blade”, “The Price” e “I Wanna Rock”. A banda encerrou o show com “We’re Not Gonna Take It”. O set também incluiu duas músicas do Skid Row: “I Remember You” e “Youth Gone Wild”. A estreia de Sebastian Bach marca o início de uma série de apresentações do Twisted Sister com a nova formação. A banda tem outros 11 shows programados para o outono norte-americano. Shows do Twisted Sister em 2027 Questionado sobre uma possível continuidade da parceria com Sebastian Bach em 2027, Jay Jay evitou fazer previsões. Segundo o guitarrista, tudo dependerá da recepção da turnê de 2026. “Essa resposta virá aos poucos, da mesma forma que aconteceu em 2003, quando a banda se reuniu e fizemos a turnê de festivais e os seis shows daquele ano, e então, de repente, as comportas se abriram. As comportas vão se abrir ou não. O bom é que elas não precisam se abrir. O bom é que você faz, se diverte, dá o seu melhor, entrega a magia, e tudo se resolve sozinho […] Vai ter gente que vai dizer: ‘Sem o Dee, eu não quero ver, sem o [baixista Mark] Mendoza, eu não quero ver’. ‘Sem esse cara, eu não quero ver.’ E eles são fãs. E eu já disse a mesma coisa sobre outras bandas, então entendo perfeitamente. Não os culpo por isso. Aliás, obrigado por terem gasto dinheiro conosco no passado. Quero que saibam que agradeço muito”, concluiu Jay Jay. Recentemente, o Twisted Sister anunciou a inclusão de três novas datas à sua turnê de reunião em 2026, que terá Sebastian Bach como vocalista, substituindo Dee Snider. Anunciada inicialmente no ano passado para celebrar os 50 anos do grupo, e marcando o retorno do Twisted Sister aos palcos uma década após a sua aposentadoria, a turnê teve uma mudança de planos após a decisão de Snider de se afastar devido a limitações físicas. Por conta disso, uma série de datas, incluindo a aguardada apresentação que a banda faria no Bangers Open Air 2026, foram canceladas. LEIA TAMBÉM: Jay Jay French deixa futuro de Sebastian Bach no Twisted Sister nas mãos dos fãs Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

A real história por trás do caótico show do Iron Maiden no Chile
Em 29 de agosto de 1996, o Iron Maiden fazia um dos shows mais hostis de sua história durante a passagem da turnê The X Factour pelo Teatro Monumental, em Santiago, no Chile. Na ocasião, a Donzela de Ferro dava início à fase mais conturbada de sua carreira. Ao mesmo tempo em que enfim estreava no país, a formação não era a desejada por muitos fãs, uma vez que o grupo passou a contar com Blaze Bayley nos vocais logo após a conturbada saída de Bruce Dickinson em 1993. Por conta disso, a apresentação carregava uma enorme tensão física e política, resultando em um ataque de cuspes que, por décadas, o público acreditou ter sido direcionado ao até então novo vocalista do grupo britânico, o que fez o baixista Steve Harris perder a cabeça, ameaçar parar o show e até mesmo chamar um fã para brigar. Iron Maiden e o banimento por satanismo do Chile em 1992 Contudo, para entender o real motivo da hostilidade do show, é necessário voltar quatro anos no tempo. Em julho de 1992, o Iron Maiden deveria ter feito sua aguardada estreia em terras chilenas com a Fear of The Dark World Tour, no entanto, o show nunca aconteceu. Neste período, o Chile ainda vivia uma forte transição política com o fim do regime ditatorial de Augusto Pinochet, encerrado dois anos antes, e cujos setores conservadores do país ainda exerciam enorme influência. Com isso, a Igreja Católica montou uma campanha para pressionar o governo chileno, na qual acusou o grupo de promover o satanismo, o ocultismo e de ser uma péssima influência moral para a juventude. Em meio ao grande apoio popular, a estratégia surtiu efeito e a apresentação foi oficialmente banida do país. Ataque de Cuspe em Blaze Bayley Quando o grupo finalmente conseguiu pisar no Chile quatro anos após o cancelamento, a ansiedade acumulada dos fãs havia se transformado em uma bomba relógio para as cerca de 6 mil pessoas presentes no Teatro Monumental. A banda de abertura, o grupo espanhol de rock Héroes del Silencio, foi hostilizada pelo público e precisou reduzir seu setlist, com relatos de que o vocalista Enrique Bunbury chegou a deixar o palco machucado. Em meio a esse clima já explosivo, o Iron Maiden dava início a seu show. No entanto, o que deveria ser uma celebração ao fato de enfim poderem se apresentar no país ficou a poucos passos de acabar se tornando uma tragédia. Parte do público presente na grade começou a arremessar objetos e a cuspir incessantemente em direção ao palco, irritando completamente Steve Harris. Ao fim de “The Trooper”, o baixista paralisou o show, apontou o dedo para a primeira fila, disparou diversos xingamentos e ameaçou descer do palco para brigar com os agressores caso a atitude não parasse. Blaze não era o alvo Por muitos anos, todos os fãs da banda pensavam que os ataques de cuspe tinham como alvo o próprio Blaze, em um ato direcionado devido a sua escolha como substituto de Bruce Dickinson. No entanto, três décadas depois, Blaze revelou que o alvo jamais havia sido ele, mas sim o guitarrista Dave Murray. Em entrevista ao canal Metal OBS, Blaze comentou sobre o documentário oficial de 50 anos da banda, Iron Maiden: Burning Ambition, e afirmou que a obra não deu o contexto real do incidente. Segundo ele, Steve não se irritou para defendê-lo, mas sim para proteger Dave Murray, verdadeiro alvo do ataque. “Claro que não é bom perder a cabeça. Isso não é bom, mas eles erraram no filme. O que aconteceu foi que não estavam cuspindo em mim e no Steve. Estavam cuspindo no Dave Murray. “E também não há contexto nenhum sobre isso, porque foi isto que realmente aconteceu.”, explicou Blaze [transcrição via Igor Miranda]. “Aqueles caras no Chile esperaram 20 anos, muitos deles, para ver a banda favorita deles. Eles esperaram 20 anos. E então eram 20 mil pessoas e seis delas estavam ali cuspindo no Dave Murray. Ele não conseguiu ir para a frente do palco e fazer o show normal. Quando chegou em ‘The Trooper’, eu tive a chance de parar o show. Não está em nenhum vídeo no YouTube, mas eu disse: ‘tem gente lá em cima que daria o braço direito para estar aqui na grade, e vocês estão cuspindo e insultando […]. Se vocês não pararem de cuspir, eu mesmo vou aí buscar vocês”, complementou. LEIA TAMBÉM: Como a volta de Bruce Dickinson salvou o Iron Maiden em 1999 Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Ex-técnico do Metallica relembra acidente de ônibus que vitimou Cliff Burton
A noite de 27 de setembro de 1986 certamente ficará marcada como a data mais triste em toda a história do Metallica. Naquele dia, o grupo viajava entre Estocolmo e Copenhague durante a turnê europeia do álbum Master of Puppets. O ônibus que transportava a banda e a equipe perdeu o controle, derrapou e capotou, resultando na morte trágica e precoce do baixista Cliff Burton aos 24 anos de idade. Em entrevista ao podcast Beardo and Weirdo, Aidan Mullen, ex-técnico de guitarra do grupo, relembrou como foi o exato momento em que o ônibus colidiu com uma camada de gelo invisível na pista. Ele era membro recente da equipe na época e dormia no beliche acima do baixista. “Para resumir a história, o ônibus atingiu uma camada de gelo invisível na pista, girou e tombou de lado, ficando na direção oposta à que viajava. Deu um giro de 180 graus. Eu tenho o sono leve em ônibus hoje em dia, mas acordei antes que aquela coisa fizesse o que fez, e nunca esquecerei disso enquanto viver”, relatou [transcrição via Loudwire]. Segundo ele, Cliff não sobreviveu devido à falta de rigorosidade com a segurança dos ônibus. “Não havia leis sobre como os ônibus de turismo eram projetados, principalmente em relação ao interior […] Eu estava deitado de lado dentro da abertura retangular da janela, que era grande o suficiente para me acomodar, e o Cliff estava deitado sobre mim, de lado. E ele, obviamente, não sobreviveu, pois o ônibus caiu em cima de nós.” Ex-membro da equipe do Metallica ainda relembrou processo de resgate Na conversa, Aidan relembrou o processo de resgate, no qual creditou sua sobrevivência ao então gerente de produção do Metallica, Bobby Schneider, pois estava soterrado em meio a escombros, bem como não conseguia respirar. “As coisas começaram a ser retiradas de cima de mim, de repente eu consegui respirar, e então ouvi a voz do Bobby dizendo: ‘Fique calmo. Nós te pegamos. Tomara que você fique bem’”, relembrou. “Eu não conseguia sentir meu braço. Olhei para o lado e percebi que alguém estava deitado sobre ele. Depois de um minuto, percebi que provavelmente era o Cliff. Ele não estava se mexendo”. Mesmo em choque, Aidan não mediu esforços para tentar salvar o baixista, mas afirmou que sua ficha do que tinha acabado de acontecer demorou para cair. “Eu disse: ‘Bobby, eu ajudo o Cliff. Me ajude a tirá-lo daqui’. E só me lembro do Bobby dizendo baixinho: ‘Não se preocupe com o Cliff’. A ficha não caiu para mim. Eu não entendi o que ele quis dizer com aquilo naquele momento”, completou. LEIA TAMBÉM: Tobias Forge explica pausa do Ghost: “Serve como um ótimo final” Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Sharon Osbourne defende Marilyn Manson e expõe episódio polêmico
Sharon Osbourne voltou a demonstrar apoio público a Marilyn Manson. Durante conversa no podcast The Osbournes, seu filho Jack Osbourne falou sobre um artista que Sharon o proibia de escutar quando criança e citou as letras hipersexualizadas [conforme transcrito pelo Wikimetal]. “O que me incomoda são as palhaçadas, já vimos isso. É o lado sombrio, no fim das contas. O que esse músico está tentando impor? É isso que eu não curto. Você pode transar e fazer o que quiser, mas é o lado sombrio da coisa. Dá para ser divertido e engraçado, ou dá para ser sombrio e estranho. Aí que está a estranheza, sombrio, é onde eu vejo o problema”, revelou Jack. Em seguida, Sharon questionou: “Eu acho que você está se referindo ao Manson”. Então, a empresária e personalidade da televisão afirmou que não acredita em parte das acusações feitas contra o cantor. Ao comentar a situação de Manson, Sharon disse que continua considerando o músico um amigo próximo e criticou a forma como o caso tem sido tratado publicamente. “Acho que o Manson é um grande artista. Não me importo com o que digam e agora vou receber um monte de reclamações, tipo: ‘Ah, Manson abusa de mulheres’. Bem, mulheres abusam de homens… A questão é que eu acho que ele não fez o que disseram. O que sinto sobre o Marilyn? Ele é um amigo e sempre será. E eu não acredito na metade disso”, declarou. Durante a conversa, Sharon citou um suposto acontecimento ocorrido no Soho House, rede de clubes privados frequentada por celebridades. Segundo ela, uma das mulheres que move ação contra Manson teria tomado uma atitude sexual em público sem que o cantor a solicitasse. “Posso te dizer que uma das pessoas que o está processando, grande parte disso… Nós estávamos no Soho House uma noite e ela foi para o chão, debaixo da mesa, e fez sexo oral nele, sem que ele pedisse por isso. Ela simplesmente… E eu estava com o Andy Gould [produtor de cinema]. Por isso eu digo que essa história tem dois lados”, revelou Sharon. Não é a primeira vez que Sharon Osbourne sai em defesa de Marilyn Manson. Ao longo dos últimos anos, ela manteve sua posição de apoio ao cantor, mesmo diante das acusações e das controvérsias que impactaram sua carreira. Acusações de abuso sexual contra Marilyn Manson Nos últimos quatro anos, Manson se envolveu em uma série de batalhas judiciais e foi acusado por várias mulheres, incluindo a atriz Evan Rachel Wood, de abuso sexual, emocional e físico. Com o depoimento da atriz, outras mulheres vieram a público para denunciar inúmeros atos de violência por parte de Manson; entre elas, a também atriz Esmé Bianco e a ex-assistente, Ashley Walters. O processo movido por Ashley Walters havia sido arquivado anteriormente por ultrapassar o prazo máximo para o início de procedimentos legais, mas uma mudança na lei permitiu que o caso fosse retomado e está em andamento. Marilyn Manson realizou seu retorno aos palcos em agosto de 2024, fazendo seu primeiro show desde as acusações. Em novembro do mesmo ano, lançou o álbum Assassination Under God – Chapter 1 pela Nuclear Blast Records após ter sido dispensado por sua gravadora de longa data Loma Vista Recordings e pela agência CAA após as acusações. O cantor negou todas as acusações e processou diversas de suas supostas vítimas, sendo absolvido em janeiro de 2025 por falta de provas. Atualmente, Manson lançou o novo disco Assassination Under God – Chapter 2. Como também segue normalmente com suas turnês, embora o primeiro show da etapa europeia da One Assassination Under God tenha sido cancelado após protestos contra a má conduta do músico. LEIA TAMBÉM: Evan Rachel Wood detalha relação com Marilyn Manson: “Narcisista psicopata” Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Sem se prender a rótulos, Straight Against Fall lança novo EP ‘Echoes of Chaos’
Straight Against Fall, projeto luso-brasileiro radicado no norte de Portugal, lança nesta sexta-feira, 28, o EP Echoes of Chaos pelo selo Psywar Records. Straight Against Fall não nasce para servir a um nicho. O EP Echoes of Chaos, assume-se como uma proposta ousada. Unir elementos diversos do metal e do hardcore numa só identidade sonora, capaz de ser reconhecida e sentida por ambas as vertentes. Não há aqui uma bandeira de gênero fechado. Há uma direção de difusão concreta: um som pensado para todos os ambientes dentro do metal, sem se prender a etiquetas. É música para quem quiser ouvir, sentir e saltar sem mais condições que essa. O novo trabalho segue o caminho aberto pelo EP de estreia Stronger Than Your Hate (Ruthless), trazendo uma abordagem ainda mais livre e ampliada de referências musicais, mas acrescentando camadas novas que dão mais peso e amplitude ao som. Entre as faixas, destaca-se “Void In Me”, que traz uma marca claramente local com influência do fado a atravessar a estrutura hardcore/metal da canção. O grupo destaca a atmosfera e lirismo do novo trabalho: “O álbum tem temas semelhantes; falamos de saudades, amor, ódio, solidão, e o single tem toda essa temática envolvida. Principalmente o crossover de estilos/influências de cada elemento da banda, visto que os temas do novo disco, na sua generalidade, envolvem elementos de diversos estilos dentro e fora do metal”. A busca por diferenciação e originalidade é pauta principal para o grupo, cujo objetivo é propagar seu nome na Europa e expandir para todo o mundo. Sobre a expectativa de recepção do público, a banda comenta: “O que desejamos é que nosso público se identifique com as histórias e possa reerguer-se, pedir ajuda. Tal como dizemos, nossas músicas refletem muito a nossa realidade, sentimentos, e acreditamos que o impacto vem da identificação com a realidade.” Agora, Straight Against Fall planeja uma turnê europeia, com paragem em Portugal, Espanha, Holanda e França, entre outros, um passo natural na consolidação da banda fora do circuito local. LEIA TAMBÉM: Conheça Deb and The Mentals, banda que abrirá shows do Foo Fighters no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Avenged Sevenfold estreia novo palco e setlist no show do Rock in Rio 2027
O Avenged Sevenfold trará sua turnê mundial para o Rock in Rio 2027, no sábado, 05 de setembro. O show estreia uma identidade visual completamente nova, com direção criativa de conteúdo e animação lideradas pelo estúdio criativo de Los Angeles See You Later, e design de palco por Jordan Coopersmith. A banda será o headliner do Dia do Metal, com Bring Me The Horizon, Machine Gun Kelly e Sepultura se apresentando no Palco Mundo. Já no Palco Sunset, as atrações são Bad Omens, Poppy, Black Pantera, Nervosa e Day Limns. O dia também conta com Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero no Palco Supernova e no Global Village com Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia. O headliner do dia é Avenged Sevenfold, O Avenged Sevenfold nunca se limitou a um único gênero, com raízes no metalcore, passando pelo hard rock e instrumentação melódica, em uma música que resiste a categorizações. Essa singularidade encontrou sua contraparte visual no mundo cênico criado pela See You Later para eles, construído sobre a contenção em vez do volume. O Avenged Sevenfold iniciou sua turnê mundial em 25 de julho no Missouri, EUA, seguindo pelo Canadá, retornando aos EUA e agora chegando ao Brasil, Ásia e Austrália, antes de encerrar na Nova Zelândia. Estúdio See You Later revela detalhes do novo palco O estúdio revelou alguns detalhes do novo palco. A luz é tratada de forma escultural, esculpindo o espaço através da névoa, silhueta e sombra, enquanto o espaço negativo se torna parte da própria linguagem visual. As telas se apresentam como arquitetura, uma extensão do palco em vez de conteúdo de vídeo de fundo”. A noite é estruturada em três atos arquitetônicos, cada um representando um estado emocional distinto. Começa com o Monolito, uma estrutura rígida, austera em escala, peso e permanência. No segundo ato, essa estrutura se fratura, revelando um mundo interior de formas fragmentadas e turbulência, enquanto a arquitetura desmorona ao redor da banda. No terceiro ato, o que resta se dissolve no imaterial e no infinito, culminando em um final mais onírico do que convencional. Uma história de estados de espírito alterados, a narrativa da noite é contada por See You Later inteiramente por meio de imagens e luz, seu conteúdo concebido em conjunto com a arquitetura de LED automatizada do show, de modo que cada elemento possa ser construído e desmontado ao vivo, espelhando a música em tempo real. Esse movimento afasta o público de qualquer noção fixa do que é físico, digital ou ilusório, conduzindo-o a uma libertação emocional final, mais sensorial do que visual. O resultado é um design de palco que transita entre estados e estilos da mesma forma que a música do Avenged Sevenfold se move dentro de uma mesma faixa. Privilegiando a evocação em vez da explicação, essa abordagem geral definiu seu trabalho com artistas como Bad Bunny, Sabrina Carpenter e Jolin Tsai. LEIA TAMBÉM: Rock in Rio 2026 divulga horários dos shows e informações gerais Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Duff McKagan lembra o nervosismo de Axl Rose antes do teste para cantar com o AC/DC: “Fofo”
Durante episódio do programa Trunk Nation, que tem apresentação do radialista Eddie Trunk e vai ao ar pela SiriusXM, o baixista Duff McKagan lembrou o nervosismo de Axl Rose antes do teste para cantar com o AC/DC em 2016. O músico acabou descrevendo a inquietação do amigo de trabalho como “fofo”. Para quem estava na Lua ou em Marte nos últimos anos, Axl deu uma força para o AC/DC em 2016, pois Brian Johnson estava com alguns problemas de saúde, com isso ele não pôde fazer os shows da banda que já estavam agendados. “Ele disse algo como: ‘Cara, surgiu essa oportunidade… É um sonho realizado poder ir cantar com a minha banda favorita’. Nós dissemos: ‘Vai fundo, cara’. Eu e o Slash tocamos com todo tipo de gente”, contou Duff. O baixista continuou: “Ele disse: ‘Vou lá fazer um teste’. Nós falamos: ‘Você acha que vai precisar fazer teste’? Eu disse: ‘Cara, a vaga já é sua’! Então ele voou para Atlanta e fez o teste. Foi até meio fofo, sabe? Nós sabíamos que ele ia conseguir a vaga, é claro”. McKagan também recordou os problemas causados pelo fato de Rose ter quebrado o pé logo no início da reunião da formação clássica do Guns N’ Roses, também em 2016. Eles deram início à sua reunião com um show intimista no Troubadour, em primeiro de abril daquele ano. “Subimos naquele palco antigo. Tínhamos os monitores de chão e tudo mais, e o Axl subiu em cima do monitor – acho que foi na segunda música – e escorregou. Usávamos aqueles monitores intra-auriculares, então ele conseguia falar só com a gente. Ele disse: ‘Acho que quebrei o pé’, mas tocou o resto do show”. “Depois do show, ele vai direto para o Hospital Cedars, que fica logo ali na mesma rua. Ele colocou pinos e disse que não ia cancelar nada. Para esse tipo de música, cantar sentado é algo muito difícil. Cantar o repertório foi um feito e tanto”. Via: RockBizz

Beth Gibbons, do Portishead, vem ao Brasil como atração do C6 Fest 2027
Voz do Portishead e protagonista de uma carreira singular na música britânica, Beth Gibbons é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027. A cantora e compositora sobe ao palco no último dia do festival, que realiza sua quinta edição entre 20 e 23 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O show marca seu retorno ao Brasil após 24 anos, desde que esteve no Rio de Janeiro, em 2003, ao lado de Rustin Man. Para além da banda que a consagrou, a artista vem seguindo um caminho artístico pouco previsível, movido mais pela curiosidade do que pela repetição de fórmulas. Essa inquietação aparece em trabalhos como Out of Season (2014), álbum lançado com Rustin Man, e na interpretação da Sinfonia nº 3, de Henryk Górecki,conhecida como “Symphony of Sorrowful Songs”, ao lado da Polish National Radio Symphony Orchestra, sob regência de Krzysztof Penderecki, em 2014. Nos últimos anos, essa trajetória ganhou novas conexões. Beth emprestou sua voz a à canção “Mother I Sober”, de Kendrick Lamar, no álbum Mr. Morale & the Big Steppers, e participou de HELP 2, coletânea beneficente da War Child, com sua releitura de “Sunday Morning”, do The Velvet Underground. No entanto, foi com Lives Outgrown, lançado em 2024, que a artista apresentou seu trabalho mais pessoal até hoje. Primeiro álbum solo de sua carreira, o disco levou dez anos para ficar pronto e nasceu de um período marcado por “muitas despedidas”. A recepção crítica acompanhou a intensidade do disco e de suas apresentações. A revista Record Collector descreveu o show como “inquietante, intenso e celebratório”. Já o jornal The Observer destacou as “texturas de folk, música clássica e jazz” que sustentam a voz “elegante e sinuosa” da cantora em um trabalho solo de “intensidade sem concessões”. Em 2027, o C6 Fest reafirma uma posição já consolidada no calendário cultural brasileiro. Fruto da parceria entre o C6 Bank e a Dueto, o festival vem construindo, desde a estreia em 2023, uma identidade marcada por uma curadoria que coloca lado a lado artistas consagrados e nomes que apontam novos caminhos para a música contemporânea. Por seus palcos já passaram atrações como Kraftwerk, Robert Plant, Pretenders, Raye, Samara Joy, The xx, Wilco e Pavement, entre muitos outros. O início da venda de ingressos e os demais nomes da programação serão anunciados ainda este ano. LEIA TAMBÉM: Festival C6 no Rock celebra história do rock nacional e revisita clássicos dos anos 80 Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Nicko McBrain sobre aposentadoria dos palcos: “Mão direita não funciona mais”
Nicko McBrain voltou a falar sobre sua decisão de não realizar mais turnês com o Iron Maiden e afirmou que as sequelas do derrame sofrido no início de 2023 foram o fator decisivo para isso acontecer. Durante aparição em seu restaurante, o Rock ‘N’ Roll Ribs, localizado nos Estados Unidos, Nicko explicou que a paralisação do lado direito de seu corpo afetou diretamente a sua capacidade de tocar notas mais rápidas no instrumento e que sua mão direita não “funciona mais”. “Eu não conseguia mover minha perna muito bem. Isso me deixou com uma dificuldade de não conseguir tocar as passagens rápidas, simples, sextinas, notas de 30 segundos… esse tipo de tempo, sabe? E depois, a partir daí, você precisa de duas mãos para fazer esse tipo de velocidade. E essa [mão direita] simplesmente não funciona mais”, explicou [transcrição via Wikimetal]. No entanto, o músico revelou que o grupo já vinha adaptando arranjos ao vivo antes do derrame e durante a Legacy of The Beast Tour 2022. Contudo, após sofrer o derrame meses antes do início da The Future Past Tour 2023, na qual adaptou ainda mais viradas de bateria, especialmente em “The Trooper”, Nicko temeu que teria dificuldades em tocar as músicas que atualmente fazem parte do setlist da Run For Your Lives Tour, que celebra os 50 anos da banda. “Olhando daqui para frente, havia músicas neste novo set que eu sabia que teria dificuldade em tocar. E não queria ter que mudá-las, como as partes que mudamos na ‘The Trooper’, por exemplo. Eu não toquei mais as grandes viradas”, confessou Nicko. Nicko McBrain afirmou que decisão de aposentadoria foi “80% dele” Tendo em conta o impacto da exaustiva rotina de uma turnê e falta de tempo para uma recuperação adequada, Nicko alinhou amigavelmente com Steve Harris, baixista e fundador do grupo, de que iria se aposentar, cuja decisão foi “80% dele”. “Eu tive uma grande conversa com o Steve. Eu disse a ele: ‘Estou achando muito difícil com todo o tempo de viagem e recuperação’. Não tínhamos dias de folga, por assim dizer. E ele disse: ‘Ok, eu entendo e talvez seja melhor’. Foi assim, foi mais de 80% eu e 20% em acordo com o resto dos caras para parar. E é por isso que me aposentei”, finalizou. LEIA TAMBÉM: Nicko McBrain ficou “chateado” com anúncio rápido de substituto no Iron Maiden Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Kai Hansen mentiu sobre motivo de sua saída do Helloween, diz Michael Kiske
A saída de Kai Hansen do Helloween, em 1989, ainda rende versões diferentes entre os integrantes. Décadas depois, Michael Kiske contestou a explicação apresentada pelo guitarrista e afirmou que os problemas estavam mais relacionados ao próprio Hansen do que ao momento vivido pela banda. Em entrevista ao canal Talk is Jericho, Kiske disse que o Helloween atravessava uma fase positiva durante a era Keeper of the Seven Keys. Para o vocalista, a saída de Hansen não aconteceu porque a banda estivesse em crise [transcrição via Wikimetal]. “Ele dirá a você algo diferente do que eu diria. A banda estava em um lugar perfeito… Mas ele não estava se sentindo bem. Em certa medida, e garanto a você que ele negará isso, ele estava refletindo isso para dentro da banda”, disse ele. Um dos pontos levantados por Kiske envolve as reclamações de Hansen sobre a rotina de shows. Segundo o vocalista, o guitarrista demonstrava insatisfação com a quantidade de turnês realizadas pelo Helloween. “Ele reclamava de fazer turnês, e nós não fazíamos tantas turnês assim”, afirmou Kiske. O cantor, porém, apontou uma contradição quando comparou o período posterior à saída do guitarrista. Após deixar o Helloween, Hansen formou o Gamma Ray e passou a realizar uma extensa agenda de apresentações. Para Kiske, o comportamento mostrou que a questão não estava necessariamente na rotina de estrada. “Quando ele saiu e fez o Gamma Ray, ele fez turnês muito mais vezes”, declarou. Kiske acredita que Hansen precisava experimentar uma nova fase naquele momento. O vocalista, no entanto, não considera que a saída tenha sido causada por uma crise dentro do Helloween. “Acho que foi apenas um momento na vida dele em que ele precisava tentar isso, mas dentro da banda a situação estava ótima”, concluiu. A saída de Hansen marcou uma das principais mudanças na história do Helloween. Pouco depois, o guitarrista iniciou uma nova trajetória com o Gamma Ray, enquanto o Helloween seguiu com Roland Grapow na formação e consolidou a fase que havia começado com Keeper of the Seven Keys. Anos mais tarde, Hansen e Kiske voltaram a dividir o palco com o Helloween durante a fase Pumpkins United, encerrando um longo período de distância entre antigos integrantes. Helloween no Brasil Helloween retorna ao Brasil, marcando o início da nova turnê brasileira da banda no país. A apresentação acontece no dia 16 de setembro, na KTO Arena, antigo Pepsi On Stage. Ingressos à venda exclusivamente pelo site Eventim. Anteriormente, Helloween havia confirmado única apresentação em São Paulo, marcada para o dia 19 de setembro (sábado), na Suhai Music Hall, em São Paulo. Os ingressos já estão esgotados. Os shows fazem parte da turnê mundial que celebra 40 anos de carreira e marca o lançamento de Giants & Monsters, segundo álbum da formação clássica e sucessor do disco autointitulado de 2021, que alcançou o topo das paradas. No repertório, a banda apresenta um setlist definitivo, combinando clássicos absolutos, faixas dos trabalhos mais recentes e surpresas preparadas especialmente para esta turnê histórica. LEIA TAMBÉM: Helloween no Brasil: 6 motivos para celebrar 40 anos de história Jéssica Marinho Atual Editora do Wikimetal. Jornalista e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Slipknot: Relembre a demissão de 5 cinco membros da banda
O Slipknot consolidou um padrão ao longo do tempo ao lidar com a saída de membros integrantes. Conforme apurado pelo Loudwire, o modo consiste em anúncios diretos e breves publicados na internet, que frequentemente são excluídos em pouco tempo. Durante os primeiros anos de formação, a banda passou por uma rotatividade até consolidar o elenco que lançou o álbum de estreia autotitulado em 1999. A partir desse momento, a formação composta por Shawn “Clown” Crahan, Paul Gray, Joey Jordison, Mick Thomson, Corey Taylor, Craig Jones, Sid Wilson, Chris Fehn e Jim Root permaneceu inalterada por mais de uma década. Esse período de estabilidade impulsionou o Slipknot ao topo do metal mundial com discos clássicos como Iowa, de 2001, e Vol. 3: (The Subliminal Verses) de 2004. Contudo, a morte por overdose do baixista Paul Gray em maio de 2010 testou severamente o equilíbrio da banda. A partir dos anos seguintes, a dinâmica passou por uma mudança drástica. Saídas repentinas, substituições e uma postura corporativa e distante para comunicar a despedida de membros históricos tornaram-se o novo padrão da banda. Detalhes das demissões e saídas: Joey Jordison (Baterista | 1995 – 2013) A banda publicou em seu site que se separava de Jordison por “motivos pessoais”. Em suma, nota no site dizia: “É com muita dor, mas também com profundo respeito, que, por motivos pessoais, Joey Jordison e o Slipknot estão se separando. Desejamos a Joey tudo de bom em seu futuro. Entendemos que muitos de vocês queiram saber como e por que isso aconteceu, e faremos o possível para responder a essas perguntas em breve.” Em 2016, Jordison revelou que sofria de mielite transversa (doença neurológica que afetava suas pernas) e que os integrantes o demitiram por e-mail porque confundiram seus problemas de saúde com uso de droga, disse ele na época à Metal Hammer. O baterista não se conformou com a forma em que foi tratado e apesar de ter um forte sentimento por todos, não negou a decepção. “Passei por tanta coisa com esses caras e os amo muito. O que dói é que a forma como tudo aconteceu foi uma merda. É só isso que quero dizer. O jeito que eles fizeram foi covarde. Foi uma sacanagem.” Chris Fehn (Percussionista | 1998 – 2019) Todavia, o Slipknot declarou que Fehn sabia o motivo de não fazer mais parte do grupo e criticou o músico por “apontar o dedo e inventar acusações”. A saída ocorreu após vir a público que Fehn havia processado a banda, alegando retenção de lucros, processo que ele retirou em 2020. O grupo escreveu em comunicado: “O foco do Slipknot é fazer do nosso sexto álbum, e dos nossos próximos shows ao redor do mundo, os melhores de todos os tempos. Chris sabe por que não faz mais parte do Slipknot. Ficamos desapontados por ele ter escolhido apontar o dedo e inventar acusações, em vez de fazer o que era necessário para continuar na banda. Teríamos preferido que ele não tivesse seguido o caminho que escolheu, mas a evolução em todas as coisas é uma parte necessária desta vida.” “Viva o The Knot.” Após 2020 Craig Jones (Tecladista/Samplers | 1996 – 2023) Uma breve mensagem desejando o melhor para o futuro de Jones foi postada nas redes sociais no mesmo dia de um show no festival Nova Rock e deletada logo em seguida. “Aos nossos fãs, o Slipknot anuncia que nos separamos de Craig Jones. Desejamos a Jones tudo de bom para o futuro.” Conhecido como “The Quiet One”, Jones não se pronunciou publicamente, e a banda também não explicou se ele saiu por conta própria ou se foi demitido. Jay Weinberg (Baterista | 2013 – 2023) O grupo agradeceu seus 10 anos de dedicação, mas justificou a demissão como uma “decisão criativa” para continuar evoluindo. Eles novamente apagaram o comunicado. “Gostaríamos de agradecer a Jay Weinberg por sua dedicação e paixão ao longo dos últimos 10 anos. Ninguém jamais poderá substituir o som, o estilo ou a energia originais de Joey Jordison, mas Jay honrou as contribuições de Joey e participou dos últimos três álbuns, e nós, a banda, e os fãs, agradecemos imensamente. Mas, como sempre, o Slipknot está determinado a evoluir. A banda decidiu tomar uma decisão criativa e seguir caminhos diferentes com Jay. Desejamos a Jay tudo de bom e estamos muito animados com o que o futuro reserva.” Weinberg revelou, por publicação em rede social, ter ficado de “coração partido e pego de surpresa”, sendo avisado apenas poucas horas antes do anúncio público. O músico mencionou em participação ao podcast One Life One Chance With Toby Morse como iniciou a terapia para lidar com o ocorrido. A saída de Sid Wilson Sid Wilson (DJ/Turntablist | 1997 – 2026) A banda divulgou em 14 de agosto de 2026 que não teria mais associação com o músico, apagando a postagem em seguida. A partir de agora, o Slipknot não terá mais nenhuma ligação com Sid Wilson. Desejamos a ele tudo de bom em seus projetos futuros.” Porém, relatos do TMZ indicaram que atritos e o comportamento do músico com os colegas de banda teriam levado ao seu desligamento imediato. LEIA TAMBÉM: Slipknot confirma demissão de Sid Wilson, mas apaga post em seguida Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: WikiMetal

Dave Mustaine diz que Bruce Dickinson “lhe deu esperança” contra o câncer
Dave Mustaine voltou a falar sobre sua batalha contra o câncer de garganta após receber o diagnóstico da doença em fevereiro de 2019. Segundo o líder do Megadeth, o conselho que Bruce Dickinson deu a ele o ajudou a “ter esperança” durante seu tratamento. Em entrevista à Metal Hammer, Dave contou que a experiência do vocalista do Iron Maiden em ter enfrentado a mesma doença em 2015 serviu como forma de motivação durante sua recuperação. “Bruce teve coisas fantásticas a dizer como um sobrevivente do câncer. Há uma grande diferença entre alguém dizer: ‘Você está em meus pensamentos e orações’, versus alguém que entra em detalhes sobre o tratamento e te fala sobre o resultado. Eu precisava de esperança, e ele me deu isso. ‘Cerque-se de boas pessoas. Certifique-se de estar passando tempo com pessoas que são alegres e positivas’”, contou [transcrição via Loudersound]. “Não foi mais significativo do que as outras pessoas que me deram apoio. Sempre vi esse tipo de coisa como um mendigo dando a outro mendigo um pedaço de pão. Mas eu aprecio muito, porque sei como nosso tempo é medido, e reservar um momento para parar e fazer algo assim significa muito”, complementou. Dave Mustaine teve sequelas mentais durante tratamento Em entrevista ao portal finlandês Chaoszine, Dave revelou que o maior desafio não foi o peso emocional, mas sim as sequelas do tratamento oncológico, causando a chamada nevoa cerebral (chemobrain), condição que causa lapsos de memória, dificuldade de concentração, desorientação e fadiga mental. “Tive muita dificuldade em lembrar de muitos detalhes. A quimioterapia tem um efeito terrível na sua memória. Tem até um nome, a síndrome é chamada de chemobrain. Quando passei pelo tratamento pela primeira vez, tive muita dificuldade em lembrar das coisas, e isso me afetou muito, porque minha sogra tinha acabado de falecer de Alzheimer. Eu sei que o Alzheimer e a demência estão desenfreados no mundo agora, e eu não queria acabar desse jeito. Ter problemas com a sua memória é algo assustador, cara. Seus músculos voluntários são uma coisa, mas os involuntários, como a respiração — quando você esquece de respirar, você morre”, detalhou. LEIA TAMBÉM: The Town anuncia datas da edição de 2027 do festival Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Turnstile reúne Elton John, Hayley Williams e mais em novas versões de Never Enough
O Turnstile anuncia Never Enough: Versions, que chega na próxima sexta-feira, 28 de agosto. O projeto apresenta novas versões de faixas do álbum Never Enough, vencedor do Grammy, e reúne colaborações de Elton John, Slayyyter, Dying Fetus, Porches, Hayley Williams, A.G. Cook, Floating Points, Rod Lee, Kettama, Mustafa, Julien Baker, Panda Bear, Brandon Woody, Four Tet, Dan Deacon, Blood Orange, Chanel Beads, Faye Webster, Angel Du$t, Shabaka, Oklou, Nourished By Time e Alex G. Faça o pré-save em turnstile.lnk.to/NEVER-ENOUGH. No próximo mês, a banda também dará início à Never Enough Tour pt. 2. Com 16 datas, a turnê terá escalações especialmente desenvolvidas para cada cidade e contará com nomes como Clipse, Ceremony, Thundercat, Slayyyter, Hatebreed, Vince Staples, Yves Tumor, Die Spitz, Pennywise, Cold World e Texas Is The Reason, entre muitos outros. Ao longo da série de shows, o Turnstile também fará parcerias com organizações locais sem fins lucrativos, que estarão presentes em cada uma das respectivas datas. Ingressos e mais informações estão disponíveis em www.turnstilehardcore.com. No ano passado, o Turnstile lançou o álbum Never Enough, trabalho que marcou uma nova etapa na evolução da sonoridade da banda e ampliou ainda mais sua abordagem livre de gêneros. O projeto também rendeu ao grupo seus dois primeiros prêmios Grammy, incluindo Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Metal pela faixa Birds. Junto ao disco, a banda lançou o filme Turnstile: Never Enough, dirigido pelos próprios integrantes Brendan Yates e Pat McCrory, que também ganhou exibições nos cinemas ao redor do mundo. Desde o lançamento do álbum, o Turnstile vem levando o show de Never Enough a diferentes partes do mundo, com apresentações para grandes públicos em festivais como Coachella, Primavera Sound e Bonnaroo. A agenda também inclui passagens por Lollapalooza, Flow Festival, All Points East, entre outros eventos. Via: RockBizz

Metallica: Connie Burton, irmã do baixista Cliff Burton, morre aos 66 anos
Notícia triste aos fãs do Metallica! Connie Burton, irmã do baixista Cliff Burton, morreu aos 66 anos na última quarta-feira, dia 19 de agosto. Ela faleceu em menos de dois meses após o lançamento de uma campanha de arrecadação de fundos para uma cirurgia que poderia salvar sua vida. A informação do falecimento saiu nas redes sociais por meio das contas do Instagram de Cliff Burton Day e Cliff Burton Family. É importante ressaltar que a causa da morte não foi revelada. “É com o coração triste que compartilhamos a notícia de que nossa irmã Connie Burton faleceu pacificamente ao redor de seus entes queridos mais próximos. Ela estava linda enquanto descansava e dava seus últimos suspiros. O ambiente estava repleto da presença espiritual de seu irmão Cliff, de sua mãe Jan, de seu irmão Scott e de seu pai Ray. A missão de vida de Connie foi compartilhar sua fé e o legado de seu irmão Cliff. Ela cumpriu ambos até o momento de sua partida. Connie carregava com orgulho o sobrenome Burton como uma honra, ciente de que vinha da família mais lendária de Castro Valley. Connie Burton adorava todas as pessoas que lhe contavam como Cliff havia impactado suas vidas. Ela fazia questão de escrever para cada pessoa que compartilhava uma história com ela, assim como faziam Jan e Ray”. Como dito anteriormente, Connie dedicou sua vida a compartilhar a música e o legado de seu irmão, inclusive por meio de relatos em documentários como The Salvation Kingdom. Ela deixou a filha, Nicole Mercedes Brereton, e Harold Shannon, seu companheiro nos últimos 24 anos. Via: RockBizz

Gusttavo Lima faz cover de música de Steve Vai na guitarra: “Meu ídolo”
Notícias O cantor sertanejo Gusttavo Lima postou em suas redes sociais um vídeo no qual toca uma música do guitarrista Steve Vai durante a preparação de sua nova turnê e para o show que fará na 71ª Festa do Peão de Barretos, em São Paulo. Na publicação, Gusttavo aparece tocando “For The Love of God”, faixa do álbum Passion and Warfare (1990) e um dos maiores sucessos da carreira do músico norte-americano. Já na legenda, o cantor brincou com seu desempenho, afirmando estar “enferrujado”, e pediu desculpas a Steve, a quem ele chamou de “meu ídolo” [via TMDQA!]. Nos comentários da publicação, roqueiros e fãs de Gusttavo Lima, também conhecido como “Embaixador”, comentaram sobre a performance, onde pediram para que Steve deixe uma mensagem ao cantor. “Quem tá esperando o @stevevaihimself responder”, escreveu um seguidor. LEIA TAMBÉM: Robert Trujillo revela bastidores da escolha entre Ozzy Osbourne e Metallica Vitor Melo Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected] Via: WikiMetal

Yellowcard lança música “Calvary Drive” e anuncia nova edição de ‘Better Days’
Celebrando um renascimento criativo em 2026, a banda de pop-punk Yellowcard ilumina um ano marcante com o lançamento de sua nova edição deluxe, somente digital, de Better Days, em 18 de setembro, via Better Noise. Como um gostinho para a versão expandida, o grupo também acaba de lançar uma música inédita, “Calvary Drive”. “Calvary Drive” encontra o Yellowcard disparando em todos os cilindros mais uma vez. Ela explode em vida com guitarras pulsantes, ganchos e o tipo de energia que se tornou a marca registrada da banda. Ela culmina em um refrão grandioso, cravejado com uma melodia ensolarada, e mostra cada pedacinho do que os fãs aprenderam a amar e esperar do quarteto. “Essa foi a primeira demo em que trabalhamos com Travis Barker e nosso amigo Nick Long”, diz o vocalista Ryan Key. “Estávamos apenas sentindo como era trabalhar juntos durante um fim de semana e não tínhamos ideia de que essa ideia seria a faísca para o que se tornou Better Days. É divertido ouvir agora e perceber onde começamos e o quanto o som evoluiu a partir dali.” Barker relembra com carinho a experiência como “um projeto tão fácil e um grupo de caras tão fáceis de fazer música”, com a banda toda totalmente investida no processo: “Todos na banda estavam muito ativos e realmente faziam parte de tudo no estúdio.” Uma música levou a outra, um dia virou semanas, e em pouco tempo um disco inteiro emergiu de uma colaboração que, originalmente, nunca foi planejada para ir tão longe. “Quando percebemos, estávamos voltando ao estúdio, agendando semanas para trabalhar juntos e gravamos um álbum inteiro.” O que começou como Travis Barker se juntando por um dia se tornou organicamente o álbum Better Days. E foi essa parceria que floresceu em uma colaboração com outra hitmaker de legado: Avril Lavigne. “Meu amigo Travis [Barker] me ligou para dizer que estava produzindo o novo álbum do Yellowcard, e eu gostei muito do que ouvi”, compartilhou Lavigne. “Quando ele me mostrou ‘You Broke Me Too’, gostei de como ela pode ser um hino com o qual as pessoas se identificam ao encontrar esperança depois de um relacionamento.” A combinação pareceu particularmente adequada: uma música concebida no espírito das grandes baladas carregadas de emoção que ajudaram a definir o início dos anos 2000 acabou unindo dois artistas sinônimos daquela era, com Barker atuando como a ponte entre eles. O material novo chega após o fenômeno “Bedroom Posters” (feat. Blippi). A faixa reimaginada recebeu destaque da Rock Sound e da New Noise Magazine, que descreveram: “Esta versão da música preserva a energia alto-astral da original, e Blippi adiciona seu próprio brilho a ela.” “Bedroom Posters” marcou a segunda colaboração deles com Blippi, após “Go Go Go”. No início do ano, a banda se uniu ao Good Charlotte para a primeira versão colaborativa de “Bedroom Posters”. Explodindo como um encontro perfeito do paraíso pop-punk, ela somou 2,6 milhões de streams no Spotify e saltou para o 1º lugar na parada Billboard Alternative Airplay. Dois singles desse calibre vindos de um mesmo álbum sinalizam não apenas um retorno à forma, mas um triunfo inegável. LEIA TAMBÉM: 5 colaborações que ajudaram a moldar a carreira do Machine Gun kelly Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Floor Jansen anuncia lançamento do álbum solo Hytress e lança o single Bring Me Silence
A cantora holandesa Floor Jansen (Nightwish, ex-After Forever) anunciou o lançamento do álbum solo Hytress e lançou o single Bring Me Silence para promovê-lo. O trabalho chegará ao mercado no dia 15 de janeiro de 2027 pelo selo Revamp Music/Warner Music. Sobre o novo single, Floor disse: “O mundo exige constantemente a sua atenção. Às vezes, isso se torna muito avassalador que você mal consegue ouvir a si mesmo. Bring Me Silence trata desse desejo de espaço na mente e no seu interior. Busca clareza, um momento em que tudo está em silêncio, em que você pode respirar profundamente, sentir-se satisfeito e em paz”. “Esta música é uma das primeiras que compusemos para o novo álbum. Musicalmente, ela me parece muito natural. O metal sempre foi uma parte importante de quem eu sou. Sua força, franqueza e intensidade estão profundamente enraizadas em mim como artista. Ao mesmo tempo, meu trabalho solo me permitiu descobrir mais abertura e vulnerabilidade. Em Bring Me Silence, essas facetas se unem de maneira muito orgânica”, acrescentou. Hytress inaugura um capítulo mais pesado, incisivo e direto na carreira solo de Floor. Dando sequência ao sucesso de seu álbum de estreia, Paragon, o disco toma a força bruta e a intensidade de suas raízes no metal e as funde harmoniosamente com a abertura e a profundidade emocional de sua composição. O álbum estará disponível em muitas versões como CD, vinil preto, vinil dourado, CD+camiseta+vinil, CD digipak, boxset (com vinil, camiseta e CD) e digital (streaming e download). Track listing de Hytress: 01. Reverse Polarity02. Everything Is Moving On03. In Wildfire04. Cathedral Of One05. Bring Me Silence06. Fighting07. I Am Drowning08. Rock The Bells09. It’s Time For Change10. Verity11. Run12. Haven Via: RockBizz