Entrevistas

Andre Matos tinha uma voz fora da curva e era o Freddie Mercury brasileiro, segundo Alírio Netto
O saudoso vocalista Andre Matos foi a base para a formação do Angra, que chegou a ser a mais importante banda de power metal do Brasil. Depois de três álbuns completos de estúdio – Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998) – o cantor resolveu sair e se aventurar em outros terrenos. Depois do Angra, ele liderou o Shaman, teve sua carreira solo e emprestou seu talento a outros projetos e grupo como Avantasia, Aina, Epica e Korzus. Infelizmente, Andre Matos morreu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Mesmo com a esta triste realidade, a arte de Andre segue viva fazendo a alegria dos fãs ao redor do mundo. Em conversa com o pessoal do Lado A Podcast, Alírio Netto, que é o novo e quarto vocalista do Angra, teceu alguns comentários sobre o perfil artístico de Matos. Ele, inclusive, o comparou ao também saudoso Freddie Mercury, eterno frontman do Queen. “Andre era um cara muito bem preparado, com uma voz fora da curva”, afirmou Alírio. “Eu já falei isso várias vezes e volto a dizer: o Andre era tipo o Freddie Mercury. Ele era o Freddie Mercury brasileiro”. Netto acrescentou: “A preparação que ele tinha e a coisa de tocar piano pra cacete era incrível. Ele foi um compositor, um músico, que tinha um estudo por trás disso. Ele tinha uma história! Ele estudou regência. Ele era um cara genial que via a música de uma outra maneira”. Via: RockBizz

Baterista do Arch Enemy, rebate acusação de plágio de Kiko Loureiro: “Sei a verdade”
Em entrevista à Rolling Stone, Daniel Erlandsson, baterista do Arch Enemy, rebateu a insinuação de Kiko Loureiro, sugerindo uma possível semelhança entre uma de suas composições e a nova música do Arch Enemy. Na última sexta-feira, 27, Kiko Loureiro fez uma postagem no Instagram mostrando trechos de sua composição “Talking Dreams”, do álbum Theory Of Mind (2024), com partes da música “To The Last Breath”, da banda Arch Enemy, lançada em 19 de fevereiro. Na legenda, Kiko escreveu: “Só estou ajudando a divulgar a nova música do @archenemyofficial… de nada”, e rapidamente levou a discussão, ainda que em tom leve, sobre um possível plágio. Com a repercussão do assunto, Daniel comentou: “É difícil responder porque eu sei a verdade e não estou nem um pouco preocupado com isso. Sinceramente, achei que era uma piada até, sei lá, ontem, porque está se tornando um grande assunto online e muita gente está falando sobre isso. Mas não estou preocupado com isso. Veremos como isso se desenrolará em alguns dias”. Os artistas se apresentam no festival Bangers Open Air, que acontece em São Paulo. Arch Enemy é o healiner no sábado, dia 25 de abril, já Kiko Loureiro se apresenta com o Angra, como headliner de domingo, 26 de abril. Questionado sobre a chance de encontrar Kiko Loureiro nos bastidores e falar sobre o assunto, Daniel Erlandsson respondeu: “Não é um festival tão grande assim. Provavelmente a gente vai se esbarrar, então vamos ver o que acontece”. Membros do Arch Enemy comentaram a postagem Nos comentários, a ex-vocalista e atua empresária Angela Gossow rebateu o post: “Nunca tinha ouvido a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio… pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado” Já o guitarrista Michael Amott também entrou na conversa e tratou a situação como uma brincadeira entre músicos: “Obrigado, irmão! Parece que devo prestar mais atenção ao seu trabalho solo! Nos vemos no @bangersopenair!” LEIA TAMBÉM: Kiko Loureiro insinua plágio em single do Arch Enemy e Angela rebate: “Nunca ouvi” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rock and Roll Hall of Fame inclui Blaze Bayley em indicação do Iron Maiden
O vocalista Blaze Bayley, que integrou o Iron Maiden entre 1994 e 1999, passou a integrar a lista oficial de membros da banda indicados ao Rock and Roll Hall of Fame. Esta é a terceira vez que a Donzela de Ferro disputa uma vaga. Quando os finalistas foram revelados no dia 25 de fevereiro, o vocalista havia ficado de fora da relação oficial de membros. O fato causou estranheza, uma vez que Bayley gravou dois álbuns – The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – com o grupo e teve a árdua missão em substituir Bruce Dickinson após a saída dele em 1993. Nos últimos dias, fãs notaram uma atualização no site oficial da instituição e constataram que o nome do músico foi incluido na lista de membros a serem homenageados, caso a banda enfim seja selecionada para fazer parte do Rock and Roll Hall of Fame [via Blabbermouth]. Iron Maiden e o Rock and Roll Hall of Fame Para se ter ideia, o Iron Maiden está elegível para fazer parte do Rock and Roll Hall of Fame desde 2005, ano em que o álbum de estreia da banda completou 25 anos de lançamento. Porém, a instituição nunca reconheceu o grupo, devido ao histórico de problemas com o heavy metal e suas subdivisões O mais perto de uma entrada foram nos anos de 2021 e 2023. Na primeira tentativa entraram Foo Fighters, The Go-Go’s, Jay-Z, Carole King, Todd Rundgren e Tina Turner. E na mais recente, Kate Bush, Sheryl Crow, Missy Elliott, George Michael, Willie Nelson, The Spinners e Rage Against the Machine. Diante disso, a banda nunca demonstrou interesse em se juntar à instituição. LEIA TAMBÉM: Blaze Bayley confirma show no EddFest tocando sua fase no Iron Maiden Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Rock in Rio 2026 anuncia data da venda geral de ingressos e valores
O Rock in Rio 2026 anunciou a data de início da venda geral de ingressos para o dia 26 de maio, às 12h (meio-dia). A partir desta data o público já poderá garantir um lugar na Cidade do Rock, exclusivamente online, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço. O pagamento poderá ser efetuado com cartões de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. Na venda de ingressos do Rock in Rio para o público em geral, os clientes podem comprar até 04 (quatro) ingressos de Gramado por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo 1 (uma) meia-entrada para cada dia. Exclusivamente, pessoas com deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. Respeitando o limite de no máximo 04 ingressos por dia de festival em seu CPF. Máximo de 28 (vinte e oito) ingressos por CPF. A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados dos pais ou representantes legais. Festival terá Dia do Rock com Foo Fighters e Dia do Metal com Avenged Sevenfold Para a edição de 2026, o Rock in Rio voltou a oferecer duas opções de dia para os fãs de rock e metal. O Dia do Rock acontece em 04 de setembro com Foo Fighters, The Hives, Rise Against e Nova Twins no Palco Mundo. No Palco Sunset, as atrações são Capital Inicial, Hot Milk, Detonautas e Di Ferreiro. Já o Dia do Metal acontece em 05 de setembro e chega com um apelo para as gerações mais novas. Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, Machine Gun Kelly e Sepultura se apresentam no Palco Mundo. Já no Palco Sunset, as atrações são Bad Omens, Poppy, Black Pantera, Nervosa e Day Limns. LEIA TAMBÉM: Sepultura anuncia penúltimo show da carreira no Rock in Rio 2026 Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

VIPER realiza sessão de autógrafos na Galeria do Rock neste sábado
Um dos álbuns mais importantes do heavy metal brasileiro ganha a forma que merece: o clássico Evolution, do VIPER, lançado originalmente em 1992, chega em edição especial de vinil pela Fuzz On Discos, em parceria com Wikimetal e FMLabs. Limitada a 500 cópias, com áudio remasterizado, o disco tem capa dupla e versões picture, splatter e preto. O lançamento oficial acontece no próximo sábado, 04 de abril, das 11h às 13h, na Die Hard Records, na Galeria do Rock, no Centro de São Paulo. Os integrantes do VIPER estarão no local para autógrafos e haverá ainda venda de merchandising oficial. Evolution marcou uma virada na história do VIPER. Com Pit Passarell assumindo os vocais após a saída de Andre Matos, a banda entrou em um novo ciclo, mais direto, mais pesado e entregou o disco mais vendido de sua carreira. Faixas como “Rebel Maniac”, “Coming From the Inside” e “Dead Light” viraram clássicos do metal brasileiro. SERVIÇOLocal: Die Hard Records | Galeria do Rock – Centro, São PauloData: 04 de abril | 11h às 13hEntrada gratuita LEIA TAMBÉM: VIPER mostra sua força em show emocionante em São Paulo Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Smith/Kotzen promete “caos total e destruição completa” no Bangers Open Air 2026
Um dos mais cultuados e melhores guitarristas da atualidade, Richie Kotzen dispensa apresentações. Com uma extensa carreira e tendo dividido os palcos ao lado de nomes como Poison , Mr. Big e The Winery Dogs , o músico virá ao Brasil em abril para realizar duas apresentações do p

Relembre todas as passagens do Korn pelo Brasil – criança no baixo, improviso com Sepultura e mais
Uma das bandas mais amadas pelo público brasileiro, o Korn retorna ao Brasil pela sétima vez com show único em São Paulo, no dia 16 de maio. A banda se apresenta no Allianz Parque com abertura do Spiritbox, Seven Hours After Violet e Black Pantera. Os ingressos ainda estão à venda por meio da plataforma Eventim e na bilheteria oficial do Allianz Parque. Saiba mais informações sobre regras do Pacote Vip e Hot Seat no site da Eventim. Esse será o maior show da carreira da banda em território brasileiro. Para que você se prepare, montamos uma lista com todas as passagens icônicas do Korn pelo Brasil, que incluíram colaborações com Sepultura, turnê de Ozzy Osbourne e o filho de Rob Trujillo no baixo com apenas 12 anos de idade. 2002: Primeira vez no Brasil A primeira passagem do Korn pelo Brasil aconteceu em 2002 no antigo Credicard Hall (atual Vibra São Paulo). Na ocasião, o show recebeu a banda de abertura Pavilhão 9 e contou com participação especial de Iggor Cavalera, do Sepultura, e o guitarrista Billy, do Biohazard. A estreia do Korn no Brasil foi marcada por muito calor e fãs ensandecidos pulando com a setlist, que uniu faixas dos álbuns Korn (1994), Life is Peachy (1996), Follow the Leader (1998) e Issues (1999). 2008: Abrindo para Ozzy Osbourne A segunda visita do Korn ao Brasil foi em 2008 ao lado do Black Label Society como uma das bandas de abertura da turnê de Ozzy Osbourne. O Príncipe das Trevas esteve no país pela terceira vez, 13 anos após sua última visita, para divulgar o álbum Black Rain (2007). A performance aconteceu no Estádio Palestra Itália (atual Allianz Parque) e o Korn agradou a plateia com uma setlist robusta de 13 faixas. Entre elas, “Freak on a Leash”, “Falling Away From Me” e “Blind”. 2010: Turnê antes do ‘Korn III: Remember Who You Are’ Em abril de 2010, a banda retornou ao Credicard Hall para encerrar a turnê sul-americana que precedeu o lançamento do álbum Korn III: Remember Who You Are (2010), em julho. Na ocasião, o grupo adicionou o novo single “Oildale” na setlist e presenteou os fãs com uma jam logo antes do sucesso “Freak On a Leash”. A noite também foi marcada por James Shaffer trocando sua guitarra por uma gaita de fole em “Shoots and Ladders”. 2013: Monsters of Rock e participação do Sepultura A estreia do Korn no Monsters of Rock foi marcada por uma colaboração histórica entre a banda e os músicos do Sepultura. A parceria não foi combinada de antemão e surgiu como uma grande surpresa, tanto para os artistas quanto para o público. Andreas Kisser e Derrick Green não participaram do festival, mas estavam presentes na ocasião. No camarim, Kisser teria encontrado o baixista Fieldy, que sugeriu que eles tocassem “Roots Bloody Roots”. A ideia foi aceita e a surpresa aconteceu ao vivo depois de um mini-ensaio (via TMDQA!). 2015: Estreia no Rock in Rio Em 2015, o Korn finalmente se apresentou pela primeira vez no Rock in Rio. A banda dividiu line-up com Royal Blood, Mötley Crüe e Metallica, e aproveitou para tocar seus maiores hits e algumas faixas do início da carreira que traziam mais peso. A setlist não inovou muito em relação a shows anteriores, mas convenceu a plateia. 2017: Turnê com filho de Rob Trujillo no baixo Em 2017, o Korn realizou sua última passagem pelo Brasil até então, mas contou com um convidado inesperado. Na ocasião, Fieldy alegou que não participaria da turnê latinoamericana por não poder viajar (devido a razões não informadas). A escolha inusitada de substituto foi Tye Trujillo, filho de Rob Trujillo, que, na época, tinha apenas 12 anos. Apesar do receio inicial, o público recebeu bem a participação de Tye, que foi incentivado e aplaudido, especialmente no momento em que teve o palco só para apresentar um solo de baixo (via Metal Revolution). LEIA TAMBÉM: Korn viraliza no TikTok com ajuda de cantora pop Zara Larsson Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Richie Faulkner descarta fim do Judas Priest: “Estarão aí por um bom tempo”
Em 2011, Richie Faulkner se juntava ao Judas Priest como o mais novo guitarrista da banda para a realização da Epitaph World Tour, anunciada na época como a despedida do grupo dos palcos. O fato não se concretizou e, quinze anos depois, o Priest segue firme na realização de shows, novos álbuns e dá indícios de que não vai parar tão cedo. Em entrevista à 100 FM The Pike, Faulkner respondeu se há um “cronograma” de quanto mais tempo o grupo britânico estará em atividade. O guitarrista afirmou não possuir essa impressão, e que em seu ponto de vista, Rob Halford e companhia “ainda estarão por aí por um bom tempo”. “Não tenho essa impressão. Digo, eu entrei na banda em uma turnê de despedida, e isso foi há 15 anos. Logo, se eu sei alguma coisa sobre esses caras, é que eles também vivem para isso. Estamos gravando outro disco. Vamos fazer outra turnê este ano. E eu já vi como é o ciclo. Nós fazemos um disco novo e ficamos empolgados para tocar ao vivo. Aí você faz shows e fica animado para gravar mais algumas músicas no estúdio. Você faz o álbum e fica empolgado para cair na estrada de novo. E eles vêm fazendo isso há 50 anos. Então, não vejo isso mudando tão cedo. Então, sim, quer dizer, se a história nos ensina alguma coisa, é que eles ainda estarão por aí por um bom tempo”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Judas Priest está gravando novo álbum, segundo Faulkner Em entrevista ao The Metal Voice, o guitarrista Richie Faulkner revelou que a banda passou cerca de um mês em estúdio durante fevereiro, trabalhando nas bases do novo material. “Começamos a gravar. Sim, estivemos em estúdio por um mês em fevereiro, estabelecendo as bases. Não sei se posso dizer isso, mas já disse” [transcrição via Blabbermouth]. O músico não entrou em detalhes sobre prazos ou previsão de lançamento, mas deixou claro que as sessões iniciais foram focadas na construção das estruturas das músicas. LEIA TAMBÉM: “O Judas Priest me ensinou a tocar heavy metal”, diz Andreas Kisser Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Black Label Society homenageia Ozzy Osbourne em clipe de “Ozzy’s Song”
Black Label Society lançou no último sábado, 28, o clipe oficial de “Ozzy’s Song”. A música faz parte de Engines of Demolition, novo álbum da banda, lançado no dia 27. A banda é um dos nomes confirmados no Bangers Open Air 2026. A última faixa do disco, que presta homenagem para Ozzy Osbourne, traz Zakk Wylde em um de seus momentos mais pessoais e íntimos ao falar sobre seu mentor e grande amigo, falecido em julho de 2025. Na letra, destacam-se trechos emocionais como: “Os céus podem chorar, mas eu vou me segurar” e “Tentando sobreviver, destruído, mas ainda estou vivo”. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista e vocalista do Black Label Society explicou o conceito da música: “O nome surgiu porque, sempre que eu estava tocando ela para a minha namorada [agora esposa], Barbaranne, no carro ou no meu caminhão, ela sempre dizia: “Amor, coloca essa, a música do Ozzy de novo.” Então, foi por isso que surgiu o nome. E no meio disso, as pessoas começaram a perguntar, porque, “In This River” é sobre o Dime [Dimebag Darrell]. E agora é sobre o Vinnie [Paul] também. Então, as pessoas queriam saber se eu ia escrever uma música para o Ozzy. E fez total sentido chamar ela se chamar “Ozzy’s Song”. E, sabe, se essa música tocar alguém de alguma forma, é tudo o que importa no final das contas.” LEIA TAMBÉM: Válvera lança video de “Unleashed Fury” e anuncia turnê com Drowning Pool Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Kiko Loureiro insinua plágio em single do Arch Enemy e Angela rebate: “Nunca ouvi”
Kiko Loureiro fez uma postagem no Instagram na última sexta-feira, 27, sugerindo uma possível semelhança entre uma de suas composições e a nova música do Arch Enemy. No post, o guitarrista mostra trechos de sua composição “Talking Dreams”, do álbum Theory Of Mind (2024), com partes da música “To The Last Breath”, da banda Arch Enemy, lançada em 19 de fevereiro. Na legenda, Kiko escreveu: “Só estou ajudando a divulgar a nova música do @archenemyofficial… de nada”, e rapidamente levou a discussão, ainda que em tom leve, sobre um possível “plágio”. Nos comentários, a ex-vocalista e atua empresária Angela Gossow respondeu de forma descontraída, sinalizando que não havia conflito real. “Nunca tinha ouvido a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio… pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado” Já o guitarrista Michael Amott também entrou na conversa e tratou a situação como uma brincadeira entre músicos: “Obrigado, irmão! Parece que devo prestar mais atenção ao seu trabalho solo! Nos vemos no @bangersopenair!” Os artistas se apresentam no festival Bangers Open Air, que acontece em São Paulo. Arch Enemy é o healiner no sábado, dia 25 de abril, já Kiko Loureiro se apresenta com o Angra, como headliner de domingo, 26 de abril. Os ingressos estão á venda no site do Clube do Ingresso. A repercussão do post Entre os fãs, a repercussão foi dividida. Enquanto alguns afirmaram que a semelhança é evidente, outros defenderam que riffs parecidos são comuns dentro do metal, resultado de estruturas e escalas frequentemente utilizadas no gênero. Um dos internautas comentou: “Achei a postagem desnecessária, um simples inbox, resolveria, Quando a gente traz isso para a mídia, pode gerar haters e apoiar a cultura do cancelamento”. Já os fãs do Arch Enemy defenderam a banda. “Sinto muito que essa vergonha venha do meu país… O ego do Kiko é ridiculamente enorme…”, disse um fã. Outro fã citou: “Absolutamente desnecessário o comportamento dele… Como um grande músico, ele deveria lidar com isso como um músico profissional”. Outra parte defendeu Kiko: “Esperar o que do Amott? Se dar uma olhada legal na discografia, o cara fica xerocando riff alheio e referência pop e transforma em death melódico haha. Dessa vez, alguém que entende do assunto pegou ele no pulo”, disse um internauta. Até seus companheiros do Angra, comentaram na postagem. Felipe Andreoli, comentou de forma descontraída: “Parece até que conheço essa música”. Rafael Bittencourt disse: “Elegância foi adicionada à música?” Sem qualquer acusação formal, o caso segue como um debate típico das redes sociais. LEIA TAMBÉM: Kiko Loureiro anuncia 4 shows no Brasil com participação especial misteriosa Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Kiko Loureiro levanta hipótese de plágio em música do Arch Enemy; empresária rebate
O guitarrista Kiko Loureiro (ex-Megadeth), ex-Angra, ex-Dominó) levantou a hipótese de plágio em música do Arch Enemy. Dias atrás ele compartilhou alguns trechos de Talking Dreams, faixa presente em seu mais novo registro de estúdio, Theory Of Mind, de 2024, com partes de To The Last Breath, novo som dos suecos. Na sua publicação, Kiko escreveu: “Só estou ajudando a divulgar a nova música do Arch Enemy… de nada”. E logo a postagem criou uma bafafá tremendo com os fãs ventilando a ideia de plágio. E como surgiu esse ruído, a empresária dos gringos, Angela Gossow, entrou na conversa e sem bandeira branca. No campo de comentários, ela pontuou: “Nunca ouvi a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio. Pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado”. Membros do AngraVerso, Felipe Andreoli e Rafael Bittencourt, entraram na conversa em apoio ao amigo que está passando pela amarga experiência. Confira: Via: RockBizz

Guns N’ Roses: Saiba possível setlist de shows no Brasil
Guns N’ Roses estreou sua turnê mundial no último sábado, 28, em Monterrey, no México. A banda chega ao Brasil já nesta terça-feira, 01, tocando o primeiro de nove shows no país, começando na cidade de Porto Alegre. Além dos clássicos “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome To The Jungle” e “November Rain”, o Guns N’ Roses estreou as faixas “Nothin’” e “Atlas” ao vivo após o lançamento oficial de ambas em dezembro. As duas canções foram desenvolvidas durante o processo de gravação do álbum Chinese Democracy (2008). “Atlas” era popularmente conhecida pelos fãs como “Atlas Shrugged”, e, assim como “Nothin’”, teve demos vazadas em 2019. Confira a provável setlist do Guns N’ Roses no Brasil (via NME) – incluindo a apresentação no Monsters of Rock, que acontece em São Paulo neste sábado, 04. Guns N’ Roses: World Tour1. Welcome to the Jungle2. Mr. Brownstone3. Bad Obsession4. Live and Let Die (Wings cover)5. Slither (Velvet Revolver cover)6. Chinese Democracy7. Pretty Tied Up8. It’s So Easy9.Yesterdays10. Double Talkin’ Jive11. Sabbath Bloody Sabbath (Black Sabbath cover)12. Nothin’13. Dead Horse14. Perhaps15. Civil War16. Atlas17. Knockin’ on Heaven’s Door (Bob Dylan cover)18. Sweet Child o’ Mine19. November Rain20. Patience21. New Rose (The Damned cover) 22. Down on the Farm (UK Subs cover)23. Don’t Cry24. Nightrain25. Paradise City Tecladista Melissa Reese não participará da turnê que vem ao Brasil Pouco antes de estrear sua turnê mundial no último sábado, 28, o Guns N’ Roses anunciou que a tecladista Melissa Reese não acompanhará a banda nessa tour. O comunicado foi breve, publicado nas redes sociais, e cita apenas “motivos pessoais imprevisíveis”. Reese está na banda desde 2016 e foi a primeira mulher a se tornar integrante fixa do grupo. A identidade de seu substituto na turnê ainda não foi confirmada. LEIA TAMBÉM: Por que Belo Horizonte ficou de fora da turnê do Guns N’ Roses em 2026? Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Documentário Heavy Healing destaca os poderes curativos da música pesada
A gente ouve regularmente que o rock e suas vertentes são puro barulho, coisa de gente doida e muitos outros adjetivos do tipo. No entanto, tem gente que discorda e partiu para se aprofundar no mundo dos riffs, solos e batidas poderosa. E é exatamente o caso do documentário Heavy Healing, o qual destaca os poderes curativos da música pesada! O longa possui depoimentos diretos e sinceros de artistas, fãs e profissionais da indústria. Há relatos de pessoas que se apoiaram em músicos da cena pesada para uma inspiração durante o árduo processo de recuperação de doenças como câncer, ansiedade e depressão, derrames, ataques cardíacos, paralisia cerebral, doenças sanguíneas, diabetes e HIV/AIDS, entre outras. Nomes como Jesse Leach (Killswitch Engage), Lou Koller (Sick Of It All), Vinnie Stigma (Agnostic Front), Michael Alago (ex-A&R do Metallica e White Zombie) e mais participam do filme e dão os seus relatos pessoais. O diretor de Heavy Healing, Howie Abrams, comentou: “Como alguém que trabalha com bandas underground há mais de quatro décadas, encontrei muitos músicos que são forçados a lidar com um transtorno ou outro. Dito isso, é incrível ver como eles conseguiram se apoiar na música extrema com a qual crescemos para se manterem motivados e se recuperarem. Nossa esperança com o filme é que outros possam se inspirar tanto na música quanto nossos entrevistados”. O filme terá exibição no mês de abril em alguns cinemas de Nova York, Nova Jérsei e Las Vegas. E não há até o momento informações sobre uma possível exibição nas plataformas de streaming. Via: RockBizz

Chester Bennington era da pá virada e só acalmou quando se tornou pai, segundo David Draiman
O Disturbed surgiu quase ao mesmo tempo que o Linkin Park, no entanto, o conjunto de Chicago explodiu na primeira leva do new metal e a galera da Califórnia na segunda onda do estilo, que rolou no começo dos anos 2000. Com isso, o Linkin Park chegou a abrir shows do Disturbed no comecinho de carreira. Em conversa com a revista Consequence, David Draiman, o vocalista do Disturbed, falou sobre suas lembranças do falecido Chester Bennington. “Antes do Linkin Park estourar, eles abriram shows para nós. Começamos juntos e fizemos muitas turnês juntos. Chester sempre foi uma figura. Na juventude, ele era da pá virada o tempo todo. Ele começou a ficar mais tranquilo quando se tornou pai”. Infelizmente estamos sem a presença física de Chester há nove anos. O roqueiro tirou a própria vida em 20 de julho de 2017, aos 41 anos. Apesar de sua morte precoce, Chester Bennington segue vivo em suas obras musicais, influência artística e na conscientização sobre a saúde mental. Em parceria com com o Linkin Park, o cantor bateu a marca de 100 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Hits como In the End e Numb continuam como duas das favoritas canções dos fãs de som pesado. Nas plataformas de streaming, várias músicas da banda passaram de um bilhão de reproduções. É mais uma prova do poder da arte de Chester e Linkin Park. Via: RockBizz

Manowar se manifesta oficialmente sobre a morte do ex-guitarrista Ross Friedman
O Manowar se manifestou oficialmente sobre a morte do ex-guitarrista Ross Friedman. O músico faleceu aos 72 anos pouco mais de um mês após o anúncio de seu diagnóstico de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), também conhecida como Doença de Lou Gehrig. Pelas redes sociais, o Manowar lamentou a morte do ex-colaborador: “É com grande tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Ross ‘The Boss”Friedman, após seu recente diagnóstico de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). A música era a vida de Ross, e ele deixou sua marca tanto no heavy metal quanto no punk rock. Os nossos sentimentos à família, aos amigos e aos fãs em todo o mundo. Descanse em paz, Ross”. Com a banda The Dictators, o artista ajudou a impulsionar o início da cena punk nos anos 1970, lançando discos influentes como Go Girl Crazy! (1975), Manifest Destiny (1977) e Bloodbrothers (1978). Ross gravou seis álbuns com o Manowar antes de sair após o lançamento de Kings Of Metal em 1988. Seu trabalho com o grupo inclui álbuns clássicos como Battle Hymns (1982), Into Glory Ride (1983) e Hail To England (1984). Via: RockBizz

“Antes do punk, o rock ficou uma coisa muito elitista, todo mundo virtuoso”, afirma Nasi
Marcos Valadão Ridolfi – nome de batismo do roqueiro Nasi, vocalista do Ira! – é uma figura quase folclórica da música e do rock nacional. De futebol à política, o artista tem cacife para emitir seus pitacos e aguenta toda e qualquer cara feia e retaliação que possam surgir a partir de suas ideias e declarações. Recentemente, ele parou para bater um papo com o pessoal do Gringos Podcast para falar sobre sua carreira musical, suas influências artísticas, seu trabalho na sétima arte, entre muitos outros assuntos. “O primeiro disco que eu tive foi um compacto da Suzi Quatro, 48 Crash”, lembrou. “Era um rock glíter como Alice Cooper e o KISS. Mas, depois disso, eu fui me engajando, fui para um rock mais engajado”. Ele prosseguiu: “O punk rock que me fez ter mais coragem de montar uma banda, porque, antes do punk, o rock ficou uma coisa muito elitista, com aquela coisa do progressivo. Para se ter uma banda o cara tinha que ser um pianista sinfônico. Todo mundo virtuoso com aquelas músicas de vinte minutos. Parecia que você tinha ser um gênio da música para ter uma banda, e o punk quebrou tudo isso. A simplicidade voltou e o som voltou a ser mais dançante. As letras falavam a realidade das ruas e do mundo que eu vivo”. “Foi essa música crua e simples e a essência do punk o pontapé para formar o Ira. O primeiro baixista do Ira aprendeu tocar ensaiando. Então, eu sempre via essa identificação do punk com a música de protesto”, completou Nasi. E por falar em Nasi, o Ira está com agenda cheia para celebrar os vinte anos do álbum Acústico MTV. A banda fará shows no Rio de Janeiro. Manaus, Curitiba e até nas cidades de Porto e Lisboa, em Portugal. Via: RockBizz

Raimundos: Fred e Canisso acharam falsa as pazes entre Rodolfo Abrantes e Digão
A saída traumática de Rodolfo Abrantes do Raimundos deixou muitos rachas no relacionamento pessoal entre os caras. A tensão rolou principalmente pela forma que o cantor saiu, a qual foi bem abrupta e pegou todo mundo de surpresa. Com isso, a saída não deixou chance alguma para que os outros membros do grupo organizassem a casa a fim de diminuir os impactos financeiros, mercadológicos, criativos e pessoais na órbita do Raimundos. Por conta disso, Rodolfo e Digão, por exemplo, ficaram décadas sem se falar. A situação, todavia, mudou de panorama na época da pandemia, quando o guitarrista fez uma postagem bastante polêmica sobre um suposto regime comunista que estava assolando o Brasil. O músico recebeu um feedback muito negativo, mas a polarização e o hate virtual que surgiram acabaram sendo a chama para reconciliação entre o guitarrista e o vocalista. E, ao contrário das ações da dupla, Fred e Canisso acharam falsa as pazes entre Rodolfo Abrantes e Digão. Em trecho da série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, que está disponível pela Globoplay, eles comentaram que aquilo foi um gesto desesperado porque o guitarrista estava isolado e sozinho, devido as suas manifestações polêmicas na Internet. “Não tem sinceridade nenhuma, não tem amor nenhum ali”, disparou o baixista. “Zero! Ele se viu isolado, falou um monte de merda e se viu perseguido. Foi a única saída”. O baterista acrescentou: “Foi uma tábua de salvação em um momento que ele estava sofrendo cancelamento. Eu não acho sincero”. Digão, no entanto, pontuou que voltou a falar com Rodolfo para consertar o que estragaram o seu relacionamento, que foi a loucura da banda e o estresse. Ele ressaltou que queria consertar isso e ter o amigo de volta. Via: RockBizz

Smith/Kotzen promete “caos total e destruição completa” no Bangers Open Air 2026
Um dos mais cultuados e melhores guitarristas da atualidade, Richie Kotzen dispensa apresentações. Com uma extensa carreira e tendo dividido os palcos ao lado de nomes como Poison, Mr. Big e The Winery Dogs, o músico virá ao Brasil em abril para realizar duas apresentações do projeto Smith/Kotzen, sendo elas em Curitiba, 24, e São Paulo, 26. Esta última acontece no Bangers Open Air 2026 – ingressos à venda. Em entrevista ao Wikimetal, Richie falou sobre sua parceria com Adrian Smith, como é compor com o guitarrista do Iron Maiden e mais. Ele ainda comentou se possui planos futuros em sua carreira, abriu o coração ao falar de sua relação com o Brasil e brincou ao dizer o que podemos esperar das apresentações no país. Leia na íntegra. Wikimetal: No mês passado, vocês se apresentaram em Londres e o Bruce Dickinson subiu ao palco de surpresa para cantar “Wasted Years”. Você já comentou que o seu primeiro show de rock foi do Iron Maiden. Como foi a sensação de dividir o palco juntamente com os compositores de uma das músicas mais icônicas da história do metal? Richie Kotzen: Foi ótimo! Uma surpresa bastante agradável e fiquei feliz que isso tenha acontecido. O público ficou realmente super animado. Sabe, isso definitivamente elevou a energia no local, e foi algo muito bom, com muitos vídeos por aí que registraram tudo. Então foi uma oportunidade fabulosa e um momento excepcional. WM: Vocês pensam em incluir mais músicas do Maiden no setlist? Porque o Adrian comentou algumas vezes que “Wasted Years” seria a opção ideal, mas eu sei que há muitas outras que podem ser tocadas. RK: Bom, na verdade não. A ideia é tocar nosso próprio material, as músicas que Adrian e eu escrevemos juntos. Até incluímos no bis. E, como você pode ver, infelizmente não há mais surpresas. Era para ser meio que um bônus e colocar isso no encore, sabe? Também chegamos a tocar uma música minha, “You Can’t Save Me”. Mas o foco principal é nas músicas que criamos juntos. Então, a ideia de incluir outras músicas que não sejam do Smith/Kotzen está fora de cogitação. WM: Falando um pouco sobre o Smith/Kotzen: vocês dois dividem vocais e guitarras no projeto. Gostaria de saber como você e ele definem quem cantará determinada parte da música. É algo planejado com antecedência ou resolvido conforme vocês vão compondo? RK: Resolvemos conforme o processo avança e as músicas são criadas.Às vezes eu tenho uma ideia para um refrão e… Bom, ia dizer que quando ela surge, eu mesmo canto, mas isso acaba não sendo totalmente verdade. Em “Scars”, por exemplo, tive a ideia do refrão e o cantei. Mas, ao mesmo tempo, há outras músicas onde o Adrian teve a ideia e fui eu quem cantei. E também o contrário, quando a ideia é minha e ele canta. Isso faz parte do processo. Muitas vezes as pessoas acham que há um sistema, um método definido de como as coisas surgem. Mas a verdade é que não há um roteiro a seguir quando se compõe música. Simplesmente acontece de forma muito fluida. Cada ideia, melodia, letra, vem de uma fonte diferente e é tratada de um jeito único. Eu até gostaria de poder dar uma resposta padrão, dizendo: “É assim que se faz”, mas na realidade não é assim. WM: O Smith/Kotzen inicialmente começou mais voltado para jam sessions. Vocês eventualmente acabaram lançando dois álbuns que tiveram uma boa recepção do público. Isso motiva vocês a já pensarem em um possível terceiro álbum? RK: Sabe, pessoalmente não costumo olhar muito longe no futuro. Prefiro mais focar no presente e aproveitar o momento. Acho que fizemos dois discos realmente muito legais, e estou feliz por finalmente termos a oportunidade de poder tocar essas músicas ao vivo. Mas eu não sei. Não faço ideia do que vai acontecer. Eu sei que adoro trabalhar com o Adrian, então, se fosse apostar, diria que sim. Quem sabe? Vamos ver. WM: Black Light / White Noise completará um ano de lançamento agora em abril e é um álbum muito aclamado. Uma das minhas músicas favoritas, “White Noise”, traz uma crítica extremamente atual sobre o vício do ser humano em redes sociais. Como você enxerga o impacto disso em nossa sociedade? RK: Bom, não sei exatamente o que penso sobre isso. Não quero ser uma daquelas pessoas que ficam falando sobre como é ruim ou algo do tipo. Na verdade, não me importo tanto assim. Ao meu ver, é mais uma forma de manter contato com as pessoas e mostrar o que estou fazendo. É uma ferramenta muito boa para isso, especialmente quando você tem um público, que se interessa por seu trabalho. Por exemplo, ontem [em 17 de março] publiquei um vídeo porque tinha algo que achei legal compartilhar com quem me acompanha.Também encontrei outro vídeo antigo, de um show que fiz anos atrás e que nem lembrava mais. Talvez eu publique esse também. Então, vejo isso como uma maneira bacana de se conectar com as pessoas e deixar todos por dentro do que você anda fazendo. WM: Sempre gosto de perguntar aos músicos sobre a grande discussão de hoje, que é a criação de músicas geradas por IA. E com você não vai ser diferente, ainda mais sendo um músico extremamente orgânico, que busca inspiração em diversos estilos. Como você enxerga esse cenário atual? RK: Pessoalmente não me importo muito com isso. Não faz tanta diferença para mim, pois minha música já ficou no passado. Ela já foi feita, lançada, ouvida e simplesmente existe. Acho que isso acaba sendo mais uma questão para outras pessoas. Mas, sinceramente, nem vejo como algo necessariamente bom ou ruim. Para mim, não faz diferença. Não é uma coisa que me deixa preocupado e eu realmente ligue. Talvez não importe justamente pelo fato da minha música já existir. Agora estou trabalhando em material novo, escrevendo novas canções. Em algum momento, terei mais músicas prontas que ninguém ouviu ainda. Aí poderei lança-lás. Se

ShamAngra se humilha pela participação dos músicos do Angra em seus shows
O ShamAngra é uma iniciativa do Mariutti Team criada para manter vivo o repertório e a essência artística das fases mais marcantes da carreira de Luis Mariutti com o Angra, Shaman e a carreira solo de Andre Matos. Além de fincar raízes na história e viver da grana dos fãs saudosistas, o ShamAngra se humilhou pela participação dos músicos do Angra em seus shows. Em postagem em uma rede social, o grupo informou a sua agenda de 2026, marcou os músicos do Angra e fez questão de ressaltar que as portas estão abertas para uma cooperação. “Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Ricardo Confessori, as portas da nossa tour estão abertas para juntos vocês relembrarem esse momento significativo da vida de vocês. Só escolher a data”. Até o novo frontman do grupo entrou no bolo: “Alírio Netto venha também cantar um Shaman com a nossa Hanna Paulino”. Um convite público já é algo deveras deselegante, já que você expõe uma outra parte sem prévia consulta, em muitas das vezes. Neste caso, o negócio ficou ainda mais vergonhoso pois nenhum músico do Angra se manifestou sobre a convocação, até o momento. Mas, a quem possa interessar, o ShamAngra vai começar a sua nova turnê no dia 11 de abril em João Pessoa. Depois disso, o grupo fará mais quinze apresentações no sudeste e nordeste de nosso país. O último espetáculo será em São Luís, no dia 29 de agosto. Via: RockBizz

Arch Enemy realiza primeiro show com a vocalista Lauren Hart
Arch Enemy realizou nesta sexta-feira, 27, o primeiro show com sua nova vocalista, Lauren Hart. A apresentação aconteceu na East 3 Live House, em Pequim, China. O grupo vem ao Brasil em abril como um dos headliners do Bangers Open Air 2026 – ingressos á venda. O setlist de 17 músicas contou com a estreia do single “To The Last Breath” e a presença de hits como “Nemesis”, “My Apocalypse”, “Ravenous” e “No Gods. No Masters”. A grande surpresa no repertório ficou para inclusão de “Bury Me an Angel”, “Silverwing” e “Yesterday is Dead and Gone” – músicas que o Arch Enemy não tocava há uma década [via Blabbermouth]. Conheça mais sobre Lauren Hart, a nova vocalista do Arch Enemy Natural dos Estados Unidos, mas criada na Austrália, Lauren Hart aprendeu piano sozinha ainda criança e guitarra aos 14 anos. Em 2014, foi descoberta por Monte Conner e ganhou projeção ao assumir os vocais da banda Once Human, projeto liderado pelo guitarrista Logan Mader (ex-Machine Head). À frente do grupo, ela participou de turnês internacionais e gravou álbuns que ajudaram a ampliar sua visibilidade fora do circuito underground, especialmente na Europa e na América Latina. Lauren Hart também esteve envolvida em outros projetos musicais. Se apresentou como vocalista convidada da turnê do Kamelot, entre 2018 e 2019, e colaborou com backing vocals no último álbum do DragonForce. Além disso, fez parte da banda Divine Heresy – projeto do guitarrista Dino Cazares, do Fear Factor – onde liderou os vocais desde 2022. Hart é reconhecida principalmente pelo uso consistente de guturais e drives agressivos, características comuns ao death metal melódico e ao metalcore. Ao mesmo tempo, demonstra domínio de linhas melódicas limpas. LEIA TAMBÉM: Angela Gossow elogia Lauren Hart e diz ter considerado voltar ao Arch Enemy Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Black Label Society lança novo álbum ‘Engines of Demolition’
Notícias Black Label Society, banda liderada por Zakk Wylde, lança nesta sexta-feira, 27, o novo álbum Engines of Demolition, disponível em todas as principais plataformas de streaming e lojas físicas ao redor do mundo. A banda é um dos nomes confirmados no Bangers Open Air 2026. Em entrevista ao Wikimetal, Zakk Wylde explicou brevemente o conceito do disco: “Você tem as “Máquinas da Destruição”. É simplesmente a mentalidade do Black Label: força, determinação e impiedade. Para sempre. Destruir e conquistar. E então elas vêm junto com tudo isso. Por exemplo, quando eu e você queremos sair e ir ao show do Black Sabbath e a mãe pede para fazermos coisas como lavar a louça, a roupa, e arrumar tudo em casa antes de sair. Você pode ficar reclamando ou nós simplesmente podemos fazer isso logo e ir ao show. É isso que você tem. É a mentalidade que você precisa ter. “Máquinas da Destruição!” O grupo vai revelar em breve o videoclipe oficial da faixa de encerramento, “Ozzy’s Song”, o momento mais pessoal de Zakk e um dos destaques do álbum, no dia 28 de março às 00h30 (horário de Brasília) no YouTube. A faixa já vem gerando grande expectativa entre os fãs e funciona como um encerramento apropriado e emocionante para o disco. O Black Label Society também vai realizar uma livestream global via Veeps (link AQUI), transmitindo a estreia ao vivo de “Ozzy’s Song” diretamente do The Sylvee no dia 27 de março, a partir de 23:59 (horário de Brasília), permitindo que fãs do mundo todo acompanhem o momento em tempo real. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Gloria Cavalera desmente Andreas Kisser sobre convite para o último show do Sepultura
Dias atrás, em entrevista à revista Metal Hammer, Andreas Kisser falou que entrou em contato pessoalmente com Iggor e com os representantes dos irmãos Cavalera para uma participação no derradeiro show do Sepultura. “Nós convidamos os irmãos Cavalera. Eu conversei pessoalmente com o Iggor por telefone alguns meses atrás e começamos a nos comunicar. Até nossos empresários foram falar com a equipe deles e tal. Mas eles não querem participar, e tudo bem. É uma escolha deles”. “Faria sentido ter uma comemoração no final para os fãs e para simplesmente nos divertirmos no palco. Poderia ser como foi no Roots, sabe? Apesar de toda a loucura que aconteceu, conseguimos fazer aquele álbum e terminar o que tínhamos que fazer”, acrescentou. Agora, no entanto, Gloria Cavalera desmentiu Andreas Kisser sobre convite para o último show do Sepultura. Nas redes sociais, ele escreveu: “Para todos vocês que foram duramente massacrados hoje por manchetes falsas, só para que saibam, ninguém entrou em contato comigo e ninguém entrou em contato com o Max. Fim da história. Sigam com seus dias”. A declaração da empresária contradiz diretamente a versão dos fatos apresentada pelo guitarrista e líder do Sepultura. Além disso, isso acaba adicionando ainda mais confusão ao período de despedida da banda, que já está repleto de emoção. Apesar da ausência de Max e Iggor, Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo), Derrick Green (vocal) e Greyson Nekrutman (bateria) vão subir no palco com alguns convidados para festejar os mais de quarenta anos da maior banda de metal do Brasil. A banda promete divulgar mais informações sobre a festa metal em breve para que os fãs possam se programar. Via: RockBizz

Atração do Lollapalooza Brasil, Viagra Boys gosta de samba e Sepultura
Entrevista por: Camila PaziniTexto: Redação Formada em 2015 em Estocolmo, Viagra Boys fez sua estreia em terras brasileiras participando do Lollapalooza Brasil. A banda se apresentou na sexta-feira de festival, dia 20, e fez um sideshow com o Interpol no dia anterior – confira nossa resenha completa. Conhecidos por seu humor ácido e críticas sociais sarcásticas, a banda de pós-punk chama atenção ao abordar temas como hipermasculinidade, teorias da conspiração e outros aspectos comportamentais que afligem a sociedade moderna em tempos de internet. Em entrevista ao Wikimetal, o vocalista Sebastian Murphy comentou algumas histórias da banda, revelou gostar de Sepultura e demonstrou afinidade com samba. Wikimetal: Como foi a história de como vocês se conheceram? Você estava mesmo no meio da plateia cantando a música mais triste da Mariah Carey em um karaokê? Você realmente alcançou as notas altas e tudo mais? Sebastian Murphy: É uma história verídica, mas não foi assim que nos conhecemos. Quer dizer, eu já era amigo do Benke muito antes disso. A gente bebia no bar juntos e falava besteira sobre música, e aí ele me viu cantando numa festa e disse: “É, a gente tem que montar uma banda”. WM: A capa do seu novo álbum parece ter saído diretamente de um quadro de André Breton, Manifesto Surrealista, mantendo simultaneamente aquela vibe crua de fanzine punk. Como esse surrealismo visual dialoga com os temas líricos e o caos que vocês exploram neste novo trabalho? SM: Acho que o surrealismo em geral faz parte do meu cérebro. É assim que eu vejo as coisas, as imagens na minha cabeça. E quando eu desenho, geralmente desenho imagens muito surreais. E vivemos em um mundo muito surreal. Então acho que é assim que tudo se mistura. WM: Qual é exatamente a história dos camarões? SM: É uma referência antiga à anfetamina, na verdade, e ao fato de que ela tem um cheiro parecido com o de camarão, sabe? Quando começamos a banda, usávamos muita anfetamina, então era um tema central em nossas vidas. E aí acho que acabou virando uma obsessão para mim, no geral, só de pensar em camarões, desenhar camarões e falar sobre camarões, e eu gosto de camarões. E tenho camarões em casa, num aquário. Sou criador de camarões. WM: Você mencionou que nunca planejou ter uma banda e que esperava ser tatuador a vida toda. Qual foi a tatuagem mais bizarra ou inexplicável que você já fez em alguém? SM: A mais bizarra? Não sei. Não me lembro. Acho que não fiz muitas tatuagens bizarras. Talvez só um camarão. Sei lá. WM: Nenhum artista gosta de ser rotulado e vocês claramente adoram experimentar. Existe algum ritmo específico ou música regional de outros países que vocês já pensaram em incorporar ao som de vocês? SM: Samba. O próximo álbum vai ser de samba. WM: Elias mencionou em uma entrevista o filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, e também a banda Novos Baianos. Mas e o resto da banda? O que vocês conhecem e curtem que foi produzido aqui no Brasil ou em qualquer outro país da América do Sul? SM: Sepultura. WM: Há algo que você gostaria de dizer diretamente aos seus fãs brasileiros que esperaram por este momento? SM: Fãs brasileiros, estou muito feliz por estar aqui, finalmente. E agora vocês não precisam mais escrever “Venha para o Brasil” o tempo todo, sabem, podem simplesmente dizer “Você está no Brasil!”. E estou muito feliz por estar aqui. Adoro este lugar. LEIA TAMBÉM: Deftones entrega show catártico para público morno em dia sold-out no Lollapalooza Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Atração do Lollapalooza Brasil, Viagra Boys gosta de samba e Sepultura
Diretamente de Estocolmo, o Viagra Boys tem criado um ambiente acolhedor para os “freaks” desde 2015. De lá para cá, apesar de operar em um nicho musical específico, a banda vem se destacando tanto pela atitude irreverente quanto por suas críticas ácidas às caricatura