Entrevistas

Relembre o acidente aéreo que marcou para sempre Lynyrd Skynyrd
Em 20 de outubro de 1977, o mundo do rock sofreu uma de suas maiores perdas. Um acidente aéreo interrompeu bruscamente a ascensão meteórica do Lynyrd Skynyrd, que vivia o auge da carreira. A queda da aeronave não apenas tirou a vida de integrantes fundamentais, como também redefiniu o futuro da banda, tornando-se um dos episódios mais trágicos da história da música. Liderado por Ronnie Van Zant, o Lynyrd Skynyrd era um dos principais nomes do southern rock, com músicas que rapidamente se tornaram clássicos como “Simple Man”, “Free Bird” e “Sweet Home Alabama”. Poucos dias antes do acidente, haviam lançado o quinto álbum da carreira, Street Survivors, impulsionado por turnês intensas e crescente popularidade nos Estados Unidos. O acidente fatal A tragédia ocorreu durante um voo fretado a bordo da aeronave Convair CV-240, que partiu de Greenville, na Carolina do Sul, com destino a Baton Rouge, na Louisiana. Durante o trajeto, o avião começou a apresentar problemas graves. Investigações posteriores apontaram que a aeronave ficou sem combustível e, sem condições de continuar, os pilotos tentaram realizar um pouso de emergência, mas o avião acabou caindo em uma área florestal próxima à cidade de Gillsburg, no Mississippi. Das 26 pessoas a bordo, seis morreram. Entre as vítimas estavam três integrantes fundamentais: o principal compositor e líder do grupo, Ronnie Van Zant, o guitarrista Steve Gaines e sua irmã e backing vocal Cassie Gaines. Também morreram na hora os dois pilotos e o assistente de produção, Dean Kilpatrick. Apesar do impacto da queda, 20 pessoas sobreviveram; muitas com ferimentos graves. Entre elas estavam os guitarristas Gary Rossington, que sofreu fraturas nas pernas, braços e tornozelos, e teve que passar por uma longa reabilitação, e Allen Collins, que quebrou duas vértebras do pescoço e sofreu ferimentos graves no braço direito, escapando da amputação. Além do baterista Artimus Pyle, primeiro que conseguiu deixar o local para pedir ajuda. Sobrevivente do acidente, e único membro original vivo até hoje, Pyle deixou o Lynyrd Skynyrd em 1991 e formou seu próprio grupo, Artimus Pyle Band, preservando a sonoridade original e homenageando o legado da banda, em vez de integrar a versão atual. Meses depois, foi revelado que o Aerosmith chegou a avaliar a mesma aeronave para a turnê Draw the Line, mas descartou seu uso por considerar o avião e a tripulação inadequados. A equipe do Aerosmith ficou profundamente impactada ao saber do acidente, especialmente porque Steven Tyler e Joe Perry haviam insistido com seus empresários para utilizar justamente aquela aeronave na turnê norte-americana de 1977 [via rádio 100.3 Wheb]. Meses após o acidente Um detalhe que marcou aquele momento foi a coincidência envolvendo o álbum Street Survivors. A capa original mostrava os integrantes da banda cercados por chamas, imagem que, após o acidente, foi considerada perturbadora. A gravadora decidiu substituí-la por outra arte mais neutra, em respeito às vítimas e às suas famílias. Em novembro de 1977, Billy Powell relembrou o acidente em detalhes durante uma entrevista à Rolling Stone. “Tínhamos decidido na noite anterior que definitivamente nos livraríamos do avião em Baton Rouge. Então começamos a festejar para comemorar o último voo. O motor direito começou a falhar e eu fui até a cabine de comando. O piloto disse que estavam apenas transferindo óleo de uma asa para a outra, que estava tudo bem. Mais tarde, o motor parou de vez. Artimus [Pyle] e eu corremos para a cabine. O piloto estava em choque. Ele disse: ‘Meu Deus, apertem os cintos!’” Ronnie [Van Zant] estava dormindo no chão e Artimus o acordou, e ele estava muito irritado.” “Colocamos os cintos de segurança e, um minuto depois, caímos. O piloto disse que estava tentando pousar em um campo, mas eu não vi nenhum. As árvores continuavam se aproximando, ficando cada vez maiores. Então, ouviu-se um som como se alguém estivesse batendo na parte externa do avião com centenas de tacos de beisebol. Eu bati em uma mesa; pessoas foram atingidas por objetos voadores por todo o avião. Ronnie morreu com um único traumatismo craniano. A parte superior do avião foi rasgada. Artimus saiu rastejando por cima e disse que havia um pântano, talvez com jacarés. Eu chutei a saída e procurei minhas mãos — elas ainda estavam lá. Procurei meu nariz e não estava lá, estava na lateral do meu rosto. Houve apenas silêncio. Artimus, Ken Peden e eu corremos para buscar ajuda. Artimus estava com as costelas expostas”. Segundo uma investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, na sigla em inglês), concluiu-se que a causa provável do acidente foi “esgotamento de combustível e perda total de potência de ambos os motores devido à falta de atenção da tripulação ao abastecimento de combustível”. O relatório do NTSB observou que a tripulação havia sido “negligente ou ignorante” em relação à rápida queima de combustível, pois não a monitorou adequadamente no início do voo. O retorno do Lynyrd Skynyrd aos palcos Com a morte de membros essenciais e o trauma coletivo, o Lynyrd Skynyrd encerrou suas atividades pouco depois do acidente. O grupo permaneceu inativo por cerca de uma década, mas em 1987, sobreviventes e antigos membros decidiram retomar o legado da banda em uma turnê de homenagem. O vocal passou a ser assumido por Johnny Van Zant, irmão mais novo de Ronnie. Em meio a processos judiciais e novas mudanças na formação, os integrantes Artimus Pyle, Billy Powell, Leon Wilkeson e Ed King deixaram a banda meses depois. Eles retornaram apenas em 1991, mas deixaram o grupo novamente anos depois. Ainda assim, Lynyrd Skynyrd manteve sua produção ativa, lançando nove álbuns entre 1991 e 2012. Ao longo de toda essa trajetória, o guitarrista Gary Rossington permaneceu como o único integrante presente em todas as fases, até sua morte em março de 2023, aos 71 anos. A tragédia também inspirou produções audiovisuais ao longo dos anos. Um dos principais registros é o filme Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash, lançado em 2020. A obra apresenta os acontecimentos sob

Yes adia turnê europeia devido à cirurgia do guitarrista Steve Howe
O Yes adiou sua turnê europeia para que o guitarrista Steve Howe possa se submeter a uma cirurgia. A turnê de 11 datas estava programada para começar em 22 de abril em Glasgow, com a banda tocando na íntegra seu aclamado álbum de 1971, Fragile. O giro sucede a etapa norte-americana da turnê, realizada no ano passado. No sábado (04), a banda divulgou um comunicado nas redes sociais anunciando o adiamento dos shows. “Essa decisão foi tomada para garantir que Steve possa retornar aos palcos com plena saúde e entregar as performances que os fãs merecem”, escreveu o grupo. “Estamos trabalhando arduamente para remarcar os shows no Reino Unido e na União Europeia para uma data posterior, com todos os detalhes a serem anunciados após a Páscoa. Por favor, guardem seus ingressos, pois eles serão válidos para as novas datas. As datas da turnê que estão sendo planejadas para o final de 2026 seguirão conforme o previsto”, continuou. “Steve Howe e o Yes gostariam de agradecer aos seus fãs no Reino Unido e esperam contar com o apoio contínuo neste momento”, acrescentou. Howe é o único membro remanescente da formação de Fragile na banda. O grupo atualmente é composto pelo vocalista Jon Davison, o baixista Billy Sherwood, o baterista Jay Schellan e o tecladista Geoff Downes. Via: RockBizz

Tobias Forge, do Ghost, denuncia perseguição: “Quero que ela me deixe em paz”
Uma mulher foi formalmente acusada de perseguir de forma “invasiva e ameaçadora” Tobias Forge, líder do Ghost. O caso veio à tona após investigação da polícia sueca. Segundo o jornal Aftonbladet [via Ghost Brasil], a acusada manteve contato insistente com o músico entre julho e outubro de 2025. Ela teria enviado mensagens, cartas registradas e até pedidos de pagamento. O caso passou dos limites quando a mulher enviou um pacote contendo um celular. Tobias considerou o objeto suspeito e decidiu entregá-lo à polícia. De acordo com o relato do vocalista do Ghost, a situação foi além de outros casos já enfrentados ao longo da carreira. Ele classificou o comportamento como “invasivo e ameaçador”. “Eu não queria guardá-lo em casa, então o coloquei na varanda antes de entregá-lo à polícia. Sinto-me bastante reservada em relação a pessoas que tentam entrar em contato comigo, mas ao longo dos anos tive cerca de uma dúzia de perseguidores. No entanto, ninguém fez nada tão invasivo e francamente ameaçador quanto enviar um telefone celular. Não teria sido tão bom se eu morasse em um endereço secreto, por exemplo. Com aquele telefone, cheguei ao meu limite”, relatou Tobias em depoimento à polícia. Mulher afirma estar noiva de Tobias Forge A mulher, de 40 anos, afirmou ter uma relação com o músico há cerca de 16 anos. Ela chegou a dizer que os dois ficaram noivos em setembro passado, e que trocam mensagens diariamente. Contudo, ela não quer compartilhar as conversas com a polícia. “Antes, eu costumava ter encontros com meus fãs na forma de sessões de autógrafos e coisas do tipo, mas tive que parar de fazer isso por causa de algumas coisas estranhas que aconteceram relacionadas a isso. A ressalva é que ela pode ter estado em algo assim e que eu a tenha conhecido lá, mas não tive nenhum relacionamento com ela”, confessou Tobias. Além do processo por perseguição, a mulher também responde por outras acusações, incluindo perseguição ilegal, agressão sexual e múltiplas agressões contra outras duas pessoas. Apesar da gravidade do caso, Forge não busca indenização. “Já tive perseguidores tão dedicados antes, a maioria deles inofensivos, mas há algo estranho nisso. Não quero piorar a vida dela. Só quero que ela me deixe em paz e não machuque mais ninguém”, acrescentou o líder do Ghost. LEIA TAMBÉM: Tobias Forge explica pausa e ausência de show do Ghost na América do Sul Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Arch Enemy desmente acusações de Kiko Loureiro com vídeo: “Documentamos tudo”
Arch Enemy respondeu oficialmente à acusação de plágio envolvendo a música “To the Last Breath”. Segundo Kiko Loureiro, a faixa teria semelhanças com “Talking Dreams”, de sua carreira solo. Por meio de um post no Instagram feito na última sexta-feira, 03, a banda sueca postou um vídeo afirmando que a música “To the Last Breath” começou a ser composta em 2022 – dois anos antes da composição “Talking Dreams”, do álbum Theory Of Mind (2024), de Kiko Loureiro. Leia o comunicado abaixo: “À luz de uma recente acusação de infração de direitos autorais contra o Arch Enemy, feita pelo YouTuber/guitarrista brasileiro Kiko Loureiro e seu advogado, achamos melhor apresentar provas claras de que essa alegação é falsa. Neste vídeo, é possível ver e ouvir as demos iniciais de 2022 que acabaram dando origem a “To The Last Breath”. Qualquer pessoa familiarizada com o nosso processo criativo sabe que documentamos tudo extensivamente. Rascunhos, demos e diferentes versões fazem parte da forma como construímos nosso som. E, neste caso, essa documentação estabelece de forma inequívoca a linha do tempo”. Com a postagem, o guitarrista e fundador do Arch Enemy, Michael Amott, deixou uma declaração: “Oi, Kiko. Desculpe decepcionar você e o seu advogado. Mas, como você pode ver e ouvir, eu já tinha essa melodia em 2022, dois anos antes de você lançar a sua música. Qualquer semelhança é mera coincidência. Aproveite o vídeo e boa sorte com a sua música, eu vou continuar sem escutá-la. Abraço!” Os artistas se apresentam no festival Bangers Open Air, que acontece em São Paulo. Arch Enemy é o healiner no sábado, dia 25 de abril, já Kiko Loureiro se apresenta com o Angra, como headliner de domingo, 26 de abril. O que disse Angela Gossow Nos comentários de um post feito pelo site Metal Injection, ex-vocalista e atual empresária do Arch Enemy, Angela Gossow, deu uma atualização sobre o ocorrido, informando que o advogado de Kiko Loureiro entrou em contato cm a banda: “Só para corrigir a narrativa geral aqui: Recebemos a carta do advogado do Kiko a exigir uma compensação por violação dos direitos de autor no momento em que ele publicou a sua história. Muito antes mesmo de eu fazer um comentário. Estou bem tranquila, considerando o quão tolo e desnecessário é toda esta situação. Poderia ter sido facilmente discutido numa conversa tranquila e privada. Eu não ligo para estranhos que não gostam de mim por qualquer motivo, mas eu sou a última que quer envolver advogados. Eles fazem dinheiro, todos os outros perdem, de uma forma ou de outra. Sim, seria ótimo manter a calma, respeitar seria ótimo, conversar antes de agir seria ótimo”. Anteriormente, Angela comentou no post de Kiko Loureiro, feito em 23 de março, mostrando as semelhanças entre a música: “Nunca tinha ouvido a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio… Pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado”. LEIA TAMBÉM: Baterista do Arch Enemy rebate acusação de plágio de Kiko Loureiro Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Com show longo e explosivo, Guns N’ Roses encerra Monsters of Rock 2026
Seis meses após a marcante apresentação que rendeu ao Allianz Parque o maior público de sua história em shows, o Guns N’ Roses retornou a São Paulo com a tarefa de ser a principal atração do Monsters of Rock 2026 e estrear no icônico festival. A banda liderada por Axl Rose ainda possui mais oito shows a serem realizados no Brasil neste mês de abril. Ao contrário de passagens anteriores, o grupo acertou em reduzir a duração de sua performance para 2h30, o que ainda não deixa de ser uma maratona, mas acabou deixando o show menos cansativo e mais dinâmico. Para isso acontecer, foram cortadas músicas como “Patience”, “Don’t Cry”, “Coma” e canções presentes no álbum Chinese Democracy (2008), que divide opiniões até hoje por ser considerado como “um trabalho solo” de Rose. Além do início catártico com “Welcome To The Jungle” e o desfile dos hits “It’s So Easy”, “Mr Brownstone”,”Sweet Child O’ Mine”, “You Could Be Mine”, “Civil War”, “Paradise City”, “November Rain”, dentre outras, a banda surpreendeu a todos ao tocar “Bad Apples” pela primeira vez em trinta e quatro anos, num momento que deixou os fãs de longa data extasiados. A sensação em ver o trio Axl, Slash e Duff McKagan no palco traz lembranças do início dos anos 90 e o auge conquistado na era Use Your Illusion, e que, sem exageros, deu ao grupo o título de maior banda daquele período. O guitarrista impressiona com seu estilo único de tocar e solos que se tornaram atemporais. Há de se destacar também o desempenho do novo baterista Isaac Carpenter e dos ótimos veteranos Richard Fortus (guitarra) e Dizzy Reed (piano). Com 64 anos de idade, Axl não é o mesmo de antes, isso é fato, e apesar das inúmeras comparações de sua voz estar parecida com à de Mickey Mouse, ele canta de verdade e não recorre a recursos externos como base, backing tracks e muito menos playback, além de não parar um segundo sequer. É exatamente nesse ponto que a ausência da tecladista e backing vocal Melissa Reese foi sentida, muito especialmente por ela ajudar Axl nas notas mais altas de certas músicas do show. Bem feliz, o frontman interagiu bastante e após o cover de “Junior ‘s Eyes”, do Black Sabbath, revelou uma curiosidade interessante sobre a escolha da música para apresentação no Back To The Beginning. Segundo ele, a reação de Sharon e Ozzy Osbourne ao saberem que sua banda tocaria a música em questão, pertencente ao álbum Never Say Die (1977) foi: ”De onde você tirou isso?”. Com o status de headliner totalmente justificado e uma performance explosiva, o Guns N’ Roses encerrou a edição com um estádio absolutamente lotado para vê-los e comprovar mais uma vez a sua gigantesca demanda em terras brasileiras. LEIA TAMBÉM: Lynyrd Skynyrd emociona Monsters of Rock 2026 com seu southern rock clássico Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Extreme incendeia Monsters of Rock 2026 com show técnico e repleto de hits
Galeria de fotos Um dos principais nomes do hard rock surgidos no final da década de 1980, o Extreme levou apenas três anos para retornar ao Brasil e se apresentar no Monsters of Rock 2026. Liderado pelo genial Nuno Bettencourt, o grupo norte-americano vive um dos melhores momentos de sua carreira após o lançamento de Six (2023), mas tudo isso sem deixar de lado seus clássicos que marcam época até hoje. No auge de seus 62 anos, Gary Cherone impressiona pela enorme vitalidade no palco. O vocalista alcança notas altas facilmente e esbanja um carisma impecável. Já Bettencourt é simplesmente um guitar hero nato que dispensa qualquer tipo de apresentação; ostentando um boné da Seleção Brasileira, o português foi ovacionado por todos, inclusive por crianças acompanhadas de seus pais na plateia. Sobre a apresentação em si, uma palavra a define: energia. Do início ao fim, o público vibrou sem parar um segundo sequer e cantou música por música do setlist, especialmente a atemporal “More Than Words”, responsável pelo momento mais aguardado e emocionante do show, devidamente iluminado e registrado pelos celulares dos fãs. “Play With Me”, outro grande hit da banda, foi tocado logo no início e ajudou a aquecer os fãs para o restante da apresentação. Com status de veterana no Brasil, a banda fez sua estreia por aqui em 1992. Trinta e quatro anos depois, o Extreme prova que segue entregando um hard rock técnico, de altíssima qualidade e com músicas que, de fato, valem “mais do que palavras”. Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Extreme no Monsters os Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal LEIA TAMBÉM: Halestorm une carisma e empoderamento feminino no Monsters of Rock 2026 Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Halestorm une carisma e empoderamento feminino no Monsters of Rock 2026
Uma das atrações mais esperadas do Monsters of Rock 2026, Halestorm enfim fez seu aguardado retorno ao Brasil após nove anos. Liderada pela carismática e poderosa vocalista e guitarrista Lzzy Hale, a banda se destacou por ser a única atração desta edição a contar com uma integrante mulher em sua formação, fato que também aconteceu no Back To The Beginning, histórico show de despedida do Black Sabbath e Ozzy Osbourne, realizado em julho de 2025. Em uma performance que certamente ficará marcada como uma das melhores da edição, o grupo norte-americano provou de todas as formas possíveis a razão de ser um dos maiores nomes do rock na atualidade. A voz de Lzzy sobressai de forma única e chama atenção por sua técnica e alcance, especialmente com seus gritos poderosos em músicas como “I Miss The Misery” e “I Am The Fire”, responsáveis por levar o público à loucura. Somado a isso, a formação da banda se completa muito bem com os excelentes músicos Josh Smith (baixo) e Joe Hottinger (guitarra), além do baterista Arejay — irmão mais novo da vocalista —, que protagonizou um dos melhores momentos da performance ao realizar um solo com um enorme par de baquetas. Outro ponto forte do show foi a mensagem passada por Lzzy na potente e empoderada faixa “Like a Woman Can”, que emocionou grande parte do público feminino presente no festival e mostrou um lado totalmente necessário e importante: mulheres devem e podem estar onde bem quiserem. Trazendo também faixas do ótimo Everest (2025), o Halestorm provou que não precisa esperar quase uma década novamente para voltar ao Brasil, uma vez que a banda é muito popular por aqui, conta com uma base de fãs gigantesca e sempre será muito bem recebida por diversas gerações de admiradores do rock. Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Halestorm no Monsters of Rock. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal LEIA TAMBÉM: Virtuosismo dita show de Yngwie Malmsteen no Monsters of Rock 2026 Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Jayler e Dirty Honey representam nova geração no Monsters of Rock 2026
Neste sábado, 04, acontece no Allianz Parque, em São Paulo, o Monsters of Rock 2026. Após a histórica edição de 30 anos realizada em 2025, o festival retorna para uma nova maratona de shows ao longo do dia com um line-up que inclui nomes de diversas eras do rock e do metal. Para abrir a programação, duas promessas da atualidade subiram ao palco: Jayler e Dirty Honey. Embora tenham menos de uma década de carreira, ambos os grupos já conquistaram visibilidade, reconhecimento de veteranos e despontam como atrações que merecem a atenção de quem é fã do bom e velho rock and roll. Jayler Fundada em 2022, e por isso a banda mais jovem da edição, o Jayler surge como o mais novo fenômeno viral do hard rock. Com uma essência pura do rock dos anos 1970, o grupo britânico conta com uma forte inspiração tanto musical quanto visual em nomes como Led Zeppelin e até mesmo Greta Van Fleet em seu DNA, o que justifica seu crescimento exponencial nas redes sociais. O quarteto é liderado pelo vocalista e guitarrista James Bartholomew, cuja performance e aparência remetem diretamente ao icônico Robert Plant. Mesmo sendo a primeira atração do dia, o grupo garantiu bons momentos e capturou a atenção do público que já ocupava o estádio, especialmente nos solos de guitarra e nas interações de James, que descreveu os brasileiros como “um dos melhores públicos do mundo”. Para além da clara influência de gigantes do estilo, o Jayler merece destaque por manter o espírito do rock clássico vivo e renovado. Jayler no Monsters of Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Jayler no Monsters of Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Jayler no Monsters of Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Jayler no Monsters of Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Jayler no Monsters of Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Jayler no Monsters of Rock 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Jayler no Monsters of Rock 2026. 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Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey Diretamente de Los Angeles, Califórnia, o Dirty Honey completará uma década de carreira em 2027, mas já conta com um feito inédito em sua história: ser a primeira banda independente a liderar as paradas de rock da Billboard. Inspirado principalmente por Aerosmith, The Black Crowes e pelo blues, o quarteto norte-americano conta com dois álbuns de estúdio e já abriu shows de nomes como The Who e KISS. A estreia no Brasil ainda acontece sob um contexto interessante: São Paulo é a segunda cidade no mundo que mais escuta o grupo no Spotify. Sob o comando do carismático Marc LaBelle — que chegou a cantar próximo à grade —, o grupo entregou uma apresentação sólida, sustentada pelo entrosamento da banda e pelo trabalho do guitarrista John Notto, que conquistou o público com sua versatilidade e técnica. Com hits como “When I’m Gone”, o Dirty Honey segue firme ao mostrar o rock and roll em sua forma mais pura. Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of ROck 2026. Crédito: Jéssica Marinho/Wikimetal Dirty Honey no Monsters of

Nervosa libera clipe do novo single Impending Doom
A Nervosa acaba de lançar o clipe de Impending Doom, faixa de abertura de seu próximo álbum, Slave Machine, que será lançado nesta sexta-feira, 03 de abril, pela Napalm Records. Produzida por Martin Furia, da lendária banda alemã de thrash metal Destruction, Impending Doom mistura o poder da velha guarda com um toque moderno, mostrando a visão de futuro da Nervosa. A banda falou sobre Impending Doom: “São vibrações sombrias com uma sensação épica, uma música muito poderosa para apresentar nosso novo álbum, que marca um grande passo em nossa carreira.” Assista ao clipe abaixo: Sobre o novo álbum, a Nervosa disse: “Slave Machine é o álbum mais brutal e melódico do Nervosa, e temos orgulho de dar esse passo adiante, mas mantendo nossas raízes.” A formação da Nervosa traz Prika Amaral (vocal e guitarras), Helena Kotina (guitarras), Hel Pyre (baixo), Emmelie Herwegh (baixo) e Michaela Naydenova (bateria). Via: RockBizz

Michael Amott (Arch Enemy) ironiza o suposto caso de plágio e dispara que vai seguir sem ouvir a música de Kiko Loureiro
A cena heavy metal tem tantas confusões, falatórios, traições, roubos e casos de amor e reconciliação que não perdem nada para um folhetim em horário nobre na TV. O caso dramático mais recente foi o suposto plágio do Arch Enemy em relação ao som Talking Dreams, de Kiko Loureiro. A faixa do brasileiro está presente em seu mais novo registro de estúdio, Theory Of Mind, de 2024, e a canção do grupo sueco, To The Last Breath, que alegadamente é a cópia, saiu neste ano. Em seu canal oficial no YouTube, o Arch Enemy se defendeu da acusação, provou que To The Last Breath nasceu em 2022, ou seja, bem antes de Talking Dreams chegar ao mercado, portanto, seria impossível ser uma cópia. Além disso, o guitarrista e líder do Arch Enemy, Michael Amott, ironizou o suposto caso de plágio e disparou que vai seguir sem ouvir a música de Kiko Loureiro. “Oi, Kiko. Desculpe decepcionar você e o seu advogado, mas, como você pode ver e ouvir, eu já tinha essa melodia em 2022, dois anos antes de você lançar a sua música”, disparou o sueco. O artista completou em tom de ironia: “Qualquer semelhança é mera coincidência. Aproveite o vídeo e boa sorte com a sua música, eu vou continuar sem escutá-la. Abraço”. Via: RockBizz

Ex-guitarrista do Turnstile, Brady Ebert, é preso por atropelar intencionalmente o pai do vocalista Brendan Yates
O mundo está cada vez mais distópico e cruel a cada dia que passa! Infelizmente vemos isso nos noticiários e nas redes sociais. A sociedade está tão fora de controle que até o campo das artes está rendendo manchetes de cunho policial. O ex-guitarrista do Turnstile, Brady Ebert, foi preso por atropelar intencionalmente o pai do vocalista Brendan Yates. O jornal The Baltimore Banner informou que o músico de 33 anos foi detido em 31 de março, acusado de tentativa de homicídio em segundo grau e agressão em primeiro grau. Segundo apuração do veículo, a Polícia do Condado de Montgomery respondeu a uma ocorrência na Timberlake Drive, em Silver Spring. No local, William Yates, de 79 anos, pai de Brendan Yates, estava no jardim da frente da casa com vários traumatismos nos membros inferiores. Familiares relataram aos policiais responsáveis pelo caso que o ex-guitarrista da banda Turnstile chegou à residência em seu veículo, xingou, buzinou e avançou com o carro para atropelar o senhor de quase oitenta anos. Brady foi um dos fundadores do Turnstile, mas ganhou uma justa causa em 2022, após o lançamento de Glow On. Pelas redes sociais o guitarrista já acusou o cantor de roubo, além disso, ele publica muito conteúdo em apoio ao ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos). Portanto, Brady Ebert é um indivíduo bastante controverso, cuja demissão da banda foi mais do que um alívio aos outros músicos. Com o ataque a William Yates, ele pegará um tempo de cana para pensar em suas ações. Via: RockBizz

Mulher de 40 anos é acusada de assediar Tobias Forge, vocalista do Ghost
Segundo o jornal sueco Aftonbladet, uma mulher de 40 anos foi acusada de assédio após enviar repetidas mensagens, pedidos de pagamento e cartas ao vocalista do Ghost, Tobias Forge, entre julho e outubro do ano passado. Ela continuou a contatá-lo por diferentes meios mesmo após ter seu número bloqueado, incluindo o envio de cartas registradas – uma das quais continha um celular. Forge posteriormente entregou o aparelho à polícia. A mulher teria enviado longas mensagens de elogio a Forge por SMS e WhatsApp. Quando ele bloqueou seu número, ela começou a enviar cartas registradas. Tobias nunca abriu as cartas que recebeu, com exceção da mais recente. Ela continha um celular que, segundo ele, não parecia ser original de fábrica. Em seu depoimento, o cantor descreveu a situação como “invasiva” e “ameaçadora”, afirmando que ultrapassou um limite pessoal. “Eu não queria guardar [o celular] em casa, então o coloquei na varanda antes de entregá-lo à polícia”, disse Tobias, de acordo com o relatório preliminar da investigação. “Me sinto bastante reservado em relação a pessoas que tentam me contatar, mas ao longo dos anos tive cerca de uma dúzia de perseguidores. No entanto, ninguém fez nada tão invasivo e ameaçador quanto enviar um celular. Não teria sido tão bom se eu morasse em um endereço secreto, por exemplo. Com aquele telefone, cheguei ao meu limite”, ele continuou. E acrescentou: “Já tive perseguidores obstinados antes, a maioria deles inofensivos, mas há algo estranho nisso.” A mulher também enviou vários pedidos de transferência via Swish (um sistema de pagamento móvel na Suécia) no valor de 5.000 coroas suecas (aproximadamente 2.730 reais) para Forge e afirmou que conheceu o líder do Ghost há 16 anos, que se comunicavam diariamente por aplicativos de mensagens e que estavam noivos desde setembro do ano passado. No entanto, ela não quis compartilhar as conversas com a polícia. Tobias nega conhecer a mulher ou ter qualquer ligação com ela e disse que só quer ser deixado em paz. “Não quero piorar a vida dela”, disse ele. “Só quero que ela me deixe em paz e não machuque mais ninguém.” A mulher também enfrenta acusações envolvendo outras pessoas. Via: RockBizz

A extensa relação do Echo & the Bunnymen com o Brasil e as interpretações de clássicos
Após mais de quatro décadas, classificar o Echo & the Bunnymen meramente como um sustentáculo do post-punk soa como uma afirmação simplória. A banda retorna ao Brasil pela sétima vez no dia 25 de abril, como uma das grandes atrações do festival Somos Rock, na Arena Anhembi. Como diz a expressão “quando tudo era mato” e a juventude trocou o grito pelo lamento, o niilismo pelo existencialismo e os spikes por sobretudos, eles pegaram uma bateria eletrônica Roland TR-66, apelidada de ‘Echo’, que acabou batizando o grupo, e o resto é história. Com o tempo, seus maiores singles começaram a se diluir, transformando a densidade do subgênero em algo mais radiofônico e popular. Isso ficou evidente no álbum homônimo de 1987, que foi massacrado pela crítica especializada, mas carrega um de seus maiores hits chicletes: a música “Lips Like Sugar”. Foi nessa época que fizeram sua estreia triunfal no Brasil, realizando não só um show até hoje elogiado pela banda, como também gravações no Rio de Janeiro para o vídeo promocional de “The Game”, com os integrantes se aventurando pelos Arcos da Lapa e pelo Cristo Redentor. Em entrevista concedida a Lúcio Ribeiro para a Folha de S.Paulo, em 1999, Ian McCulloch foi enfático ao comentar que a primeira aterrissagem no país, no auge do sucesso, foi extremamente positiva. Não apenas pelo show, mas pela receptividade do público brasileiro, que ele enfileirou entre os melhores do mundo, ao lado de escoceses e italianos. Dando um salto temporal dessa primeira impressão até os dias atuais, a banda se prepara para sua sétima vez no país. Como o próprio público diz: ‘’já pode tirar o CPF’’. As interpretações de outros clássicos no repertório Apesar da pose de McCulloch, nem mesmo uma das figuras mais ácidas e ferinas do post-punk fica imune aos clássicos. Seja para “fazer uma versão melhor” ou simplesmente demonstrar suas referências, é costume que os shows do Echo and the Bunnymen tragam covers se entrelaçando em suas próprias músicas – algo como uma interpolação sem ser uma interpolação. A começar por “People Are Strange”, do The Doors, que foi regravada e integrada à narrativa dos vampiros modernos e ainda mais marginalizados de Os Garotos Perdidos (1987), mas essa não foi a única interpretação da banda. Em seus shows, eles unem deliberadamente uma música a outra. Na turnê de 2026, o repertório segue quase sem surpresas, exceto pela união da balada de resignação “Nothing Lasts Forever” com as desventuras de Lou Reed em “Walk on the Wild Side”, e de “Villiers Terrace” com outro clássico do Doors, “Roadhouse Blues”. Anteriormente, eles já tocaram “Run Run Run”, “I’m Waiting for the Man” e ‘’Heroin’’, do Velvet Underground, além de homenagens a Bob Dylan, James Brown e David Bowie. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Confira a programação completa de side shows Camila Pazini Jornalista musical com experiência em cobertura de shows, críticas e com sede de infinito de novos sons. Poeta-cantora nas horas vagas, punk sempre e futura escritora. Acredita que a música é um tipo de quebradora de redomas e que a arte salva. Via: WikiMetal

Angra no programa Boa Tarde: “Rapaziada bonita, cara saudável e pelo cabelo dá pra ver que são revoltadinhos”
A TV brasileira – assim como a estrangeira – nunca foi muito benevolente com o rock n’ roll. Os canais sempre trataram o estilo e as suas vertentes como problemas sociais, trilhas sonoras de gente doida e toda sorte de estereótipo que possam colar na música pesada. Mesmo assim, em alguns pouco momentos, uma banda e outra conseguiram furar o bloqueio nas emissoras e apresentaram seus trabalho a um público massivo. Na primeira metade dos anos 1990, o Angra teve a chance de mostrar o seu debute, Angels Cry, na extinta Rede Mulher, no programa vespertino Boa Tarde, que tinha apresentação de Marisa Leite de Barros. Como é de praxe em programas com pouco ou nenhum traquejo com artistas de rock, o Angra foi obrigado a fazer playback, o que gerou claro desconforto nos caras. No entanto, se faz uma boa limonada dos limões, e os músicos logo partiram para brincadeira trocando suas funções na banda assim que a produção soltou o playback. Além disso, as falas de Marisa Leite foram deveras diferentes, por assim dizer, ao se dirigir aos membros do grupo. “Uma rapaziada bonita e com uma cara saudável, mas tenho a impressão que nenhum foi bonzinho”, disparou Barros. Quando questionou o saudoso Andre Matos se ele foi bonzinho quando adolescente, o cantor respondeu: “Eu fui muito bonzinho! Minha mãe não tem do que reclamar”. Na época, o cantor estava com vinte e três anos. Após perguntar o nome dos músicos, a apresentadora continuou com o seu julgamento sobre os caras: “Só pelo cabelo deles, você já sabe que eles são meio revoltadinhos. Olha o jeitinho deles”. Por fim, a presença do Angra no Boa Tarde ainda contou as “performances” de Wuthering Heights, cover de Kate Bush, e Evil Warning, apesar de Andre ter anunciado Time. Veja: Via: RockBizz

Dogma retorna ao Brasil para 3 shows após denúncias e saída de integrantes
Notícias Dogma confirmou uma nova turnê pela América Latina, incluindo três apresentações no Brasil. Os shows da turnê Time to Rise — Latin American Tour 2026 estão marcados para dia 29 de maio em Porto Alegre (Opinião), 30 em Curitiba (Belvedere) e 03 de junho em São Paulo (Manifesto). Além do Brasil, a turnê passa por México, Colômbia, Chile, Argentina e Uruguai. Em 2025, a banda passou por crises quando algumas integrantes optaram por revelar suas identidades e denunciar a gestão da banda por maus-tratos, manipulação e falta de pagamentos. Na época, a banda cancelou turnês e as ex-integrantes criaram a nova banda Vindicta. Agora, com novas integrantes, Dogma retorna ao Brasil com a premissa de um novo capítulo. “Novos Evangelhos serão revelados. E o ritual retorna mais forte do que nunca”, disse a banda em nota oficial. Ainda não há informações sobre a venda de ingressos. LEIA TAMBÉM: Dogma emite nota oficial após saída de três integrantes Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ex-guitarrista do Turnstile é preso por tentativa de homicídio contra pai do vocalista
A polícia de Maryland, nos Estados Unidos, prendeu o ex-guitarrista e fundador do Turnstile, Brady Ebert, na última terça-feira, 31. O músico responde criminalmente sob a acusação de tentativa de homicídio contra William Yates, pai do vocalista da banda, Brendan Yates. Segundo informações divulgadas pela banda à Rolling Stone, Ebert utilizou seu veículo para atropelar intencionalmente o homem de 79 anos de idade. O ataque ocorreu no último domingo, 29, conforme apontam o relatório policial e a Fox5 de Washington, D.C. William teria ouvido o ex-guitarrista buzinando e proferindo ofensas na rua, e saiu de casa para avisar sua filha Erin Gerber, e o marido, Christopher, que tiravam seus filhos do carro, para alertá-los sobre o que estava acontecendo. Quando Ebert supostamente jogou o carro na direção do homem, ele atirou uma pedra para se defender. Em resposta, o guitarrista acelerou o veículo contra a família e o atingiu, causando sérios problemas em suas pernas. Brady permanece detido, e possui uma audiência para fiança marcada nesta quinta-feira, 2. O caso irá aos tribunais em 1º de maio. [via Rolling Stone]. Turnstile confirmou que pai de Brendan “passa bem” e “não há mais palavras” para Ebert Em nota, o Turnstile confirmou que o pai de Brendan sobreviveu ao impacto, passou por cirurgias com sucesso e a família espera o melhor resultado possível em sua recuperação. O grupo ainda pediu privacidade durante este momento. Já sobre Ebert, a banda comentou: “O Turnstile rompeu relações com Brady Ebert em 2022 em resposta a um padrão consistente de comportamentos prejudiciais que afetavam a si mesmo, a banda e a comunidade. Após esgotar todos os recursos disponíveis para apoiá-lo no acesso à ajuda e na recuperação, um limite teve que ser estabelecido quando a comunicação saudável se tornou impossível e ele começou a ameaçar com violência. “Nos anos seguintes, seus ataques sem fundamento continuaram em público. Nunca abordamos o assunto. Optamos por proteger sua privacidade e as razões de sua saída, mesmo quando ele não fez nada para merecer isso. Nos últimos meses, suas ameaças só aumentaram. Não temos mais palavras para Brady”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Relembre todas as passagens do Korn pelo Brasil – criança no baixo, improviso com Sepultura e mais Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Pentagram anuncia show único no Brasil da turnê de despedida
Pentagram confirmou sua turnê de despedida pela América Latina. A Farewell Tour: Last Latin American Run 2026 inclui uma apresentação em São Paulo no dia 13 de agosto, no Fabrique Club. Os ingressos estão à venda no site da Fastix. O grupo encerra um ciclo histórico dentro do heavy metal. Formado em 1971, o Pentagram ajudou a moldar o som que mais tarde daria origem ao doom metal. A banda surgiu antes mesmo da consolidação do gênero e influenciou nomes importantes ao longo das décadas. Liderado por Bobby Liebling, o Pentagram construiu uma trajetória marcada por pausas, mudanças de formação e recomeços. Apesar das dificuldades, o grupo se tornou referência e ganhou status cult dentro da cena pesada. A turnê de despedida dos palcos A despedida desta turnê pesa ainda mais porque a história do Pentagram sempre esteve perto do colapso. Mudanças de formação, falta de apoio de selo, hiatos, oportunidades perdidas e a dependência química de Bobby Liebling transformaram a biografia da banda numa sequência de recomeços improváveis. A revista Louder resumiu esse percurso lembrando que o documentário Last Days Here acompanhou Liebling desde o período mais baixo da trajetória até a sobriedade e o relançamento do Pentagram, convertendo em narrativa pública uma saga que o underground já conhecia como lendária. E o Pentagram não volta a São Paulo como peça de museu. Em janeiro de 2025, a banda lançou Lightning in a Bottle, o décimo álbum de estúdio e o primeiro em cerca de uma década, agora com Bobby Liebling ao lado de Tony Reed, Henry Vasquez e Scooter Haslip. O disco foi apontado pela crítica especializada como um trabalho que reafirma a identidade do Pentagram e a capacidade do nome de seguir relevante, com vigor novo, mais de meio século depois de sua fundação. LEIA TAMBÉM: Turnê do Pentagram na Oceania é cancelada após protestos contra vocalista Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Prestes a tocar no Brasil, Nevermore estreia nova formação ao vivo
Nevermore realizou a primeira apresentação ao vivo dessa nova fase na última quarta-feira, 01 de abril, no IF Performance Hall Beşiktaş em Istambul, Turquia. Durante o show, a banda apresentou clássicos do repertório, incluindo faixas marcantes da carreira. A performance mostrou entrosamento entre os músicos e serviu como teste para essa nova fase. O legado da banda ganha um novo capítulo. Sob a liderança de Jeff Loomis e Van Williams, o Nevermore ressurge com uma formação poderosa: Jack Cattoi nas guitarras, Semir Özerkan no baixo e Berzan Önen nos vocais. Após anos afastados, a energia criativa que sempre moveu a banda voltou a pulsar com força. “Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?”, afirma Van, resumindo o espírito dessa nova fase. O retorno do grupo acontece após mais de uma década longe dos palcos., representando um recomeço após a morte do ex-vocalista Warrel Dane, figura central na história da banda. Formada em 1992, quando o vocalista Warrel Dane, o baixista Jim Sheppard e o guitarrista Jeff Loomis encerraram sua banda anterior, Sanctuary, Nevermore ganhou reconhecimento por seu som inovador e permaneceu ativa até a morte de Dane, em 2017 – embora tenha tido um breve período inativo de 2011 a 2024, depois que divergências internas levaram à saída de Loomis e Williams em 2011, ocasionando o cancelamento de turnês marcadas. Nevermore no Brasil Nevermore tem dois shows confirmados no Brasil. A banda se apresenta no Bangers Open Air, que acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda no site do Clube do Ingresso. A banda também fará um side show em São Paulo, dia 28 de abril, no Carioca Club. Os ingressos estão à venda por meio do site Clube do Ingresso. De acordo com o SetlistFM, esse foi o repertório: 01. Ophidian (Instrumental)02. Beyond Within03. My Acid Words04. Engines Of Hate05. This Sacrament06. The Seven Tongues Of God07. Final Product08. Narcosynthesis09. I, Voyager10. Moonrise (Through Mirrors Of Death)11. The Heart Collector12. Enemies Of Reality13. Sentient 614. This Godless Endeavor15. The River Dragon Has Come16. The Obsidian Conspiracy17. Believe In NothingBis:18. Born19. Dead Heart In A Dead World LEIA TAMBÉM: Nevermore cancela show em festival nos EUA devido a problemas com visto Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Alice Cooper anuncia nova guitarrista Anna Cara, substituta de Nita Strauss
Notícias Alice Cooper anunciou a nova guitarrista Anna Cara, marcando uma mudança temporária na formação atual. A musicista britânica, de 22 anos, assume o posto deixado por Nita Strauss, que se afastou das atividades para se dedicar à maternidade. Natural de Newcastle, Anna já trabalhou com nomes como Marc Storace (KROKUS) e Tommy Henriksen (guitarrista do Hollywood Vampires). Ela também ganhou destaque nas redes sociais com vídeos de guitarra. A estreia da nova integrante acontece em uma série de shows especiais em Las Vegas, parte do espetáculo Welcome To Our Nightmare, realizado em parceria com o ilusionista Criss Angel. Em nota à imprensa, Alice elogiou a guitarrista e destacou sua energia e estilo próprio. “Nita encontrou uma guitarrista britânica brilhante para substituí-la durante sua licença-maternidade. Anna Cara é uma virtuosa dinâmica e talentosa, no estilo de Nita, mas com um estilo próprio. Ela se encaixará perfeitamente na nossa banda enquanto Nita estiver fora e mal podemos esperar para que os fãs a conheçam. Bem-vinda ao programa, Anna!” Anna descreveu a oportunidade como a realização de um sonho. “É como um sonho realizado, poder me juntar ao Alice e à sua incrível banda. Quando comecei a tocar guitarra aos 14 anos, assistia aos shows ao vivo à Alice Cooper e sonhava em um dia entrar para a banda! Então estou ansiosa para mostrar a todos quem eu sou e o que posso fazer” Alice Cooper segue com agenda intensa, incluindo turnês nos Estados Unidos e na Europa. LEIA TAMBÉM: O show mais esperado do Best of Blues and Rock: Alice Cooper e seu carnaval de horrores Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Kiko Loureiro notifica Arch Enemy judicialmente alegando plágio
Segundo o jornal O Globo, Kiko Loureiro notificou extrajudicialmente o Arch Enemy por um suposto plágio envolvendo a música “To the Last Breath”. Segundo o guitarrista, a faixa teria semelhanças com “Talking Dreams”, de sua carreira solo. Na última sexta-feira, 27, Kiko Loureiro fez uma postagem no Instagram mostrando trechos de sua composição “Talking Dreams”, faixa do álbum Theory Of Mind (2024), com partes da música do Arch Enemy, lançada em 19 de fevereiro. O fato rapidamente levou à discussão, ainda que em tom leve, sobre um possível plágio. Em seguida, Daniel Erlandsson, baterista do Arch Enemy, rebateu a insinuação de Kiko Loureiro. “É difícil responder porque eu sei a verdade e não estou nem um pouco preocupado com isso. Sinceramente, achei que era uma piada até, sei lá, ontem, porque está se tornando um grande assunto online e muita gente está falando sobre isso. Mas não estou preocupado com isso. Veremos como isso se desenrolará em alguns dias”, disse Daniel em entrevista à Rolling Stone. Os artistas se apresentam no festival Bangers Open Air, que acontece em São Paulo. Arch Enemy é o healiner no sábado, dia 25 de abril, já Kiko Loureiro se apresenta com o Angra, como headliner de domingo, 26 de abril. Questionado sobre a chance de encontrar Kiko Loureiro nos bastidores e falar sobre o assunto, Daniel Erlandsson respondeu: “Não é um festival tão grande assim. Provavelmente a gente vai se esbarrar, então vamos ver o que acontece”. Ainda não há mais informações sobre a ação judicial movida por Kiko Loureiro. Membros do Arch Enemy comentaram a postagem Nos comentários, a ex-vocalista e atua empresária Angela Gossow rebateu o post: “Nunca tinha ouvido a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio… pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado” Já o guitarrista Michael Amott também entrou na conversa e tratou a situação como uma brincadeira entre músicos: “Obrigado, irmão! Parece que devo prestar mais atenção ao seu trabalho solo! Nos vemos no @bangersopenair!” LEIA TAMBÉM: Kiko Loureiro insinua plágio em single do Arch Enemy e Angela rebate: “Nunca ouvi” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Pentagram: turnê de despedida passará por São Paulo em agosto
O Pentagram, banda norte-americana formada em 1971 na região de Washington/Alexandria e que viralizou em 2025 com um meme da intensa e hipnótica presença de palco do vocalista do Bobby Liebling, volta a São Paulo no dia 13 de agosto para show no Fabrique Club. A apresentação integra a Farewell Tour, Last Latin American Run 2026, anunciada como a despedida dos palcos latino-americanos. O grupo se aproxima do fim de seu ciclo como uma das fontes originais de uma linguagem importante do metal: o doom. No começo dos anos 1970, quando o heavy metal ainda nem havia estabilizado seus contornos, Bobby Liebling e Geof O’Keefe já buscavam uma sonoridade própria, mais densa, arrastada e ameaçadora. A leitura consagrada é que o Pentagram ajudou a empurrar o hard rock para o terreno que se tornaria o heavy metal e, alguns anos depois, plantou a semente do que o mundo reconheceria como doom metal. Poucas bandas carregam esse duplo lugar histórico. Só que a trajetória da banda nunca foi linear. Embora exista desde 1971, o Pentagram só lançaria seu primeiro álbum completo em 1985, depois de demos, mudanças de formação e de uma passagem decisiva pela encarnação chamada Death Row. O material gravado em 1981 e 1982 sob esse nome acabaria desaguando no disco que mais tarde seria canonizado como Relentless, obra de gênese tortuosa e, justamente por isso, central na mitologia do Pentagram. Quando o doom metal se consolidou como cena, nomes como Trouble, Candlemass e Cathedral já apareciam tratando o Pentagram como uma de suas matrizes. Essa redescoberta ganhou outra escala em 2001, com First Daze Here, compilação das gravações setentistas que revelou a muita gente o tamanho do repertório que havia ficado à margem durante décadas. O lançamento vendeu mais de 10 mil cópias, gerou versões de artistas como Witchcraft e The Dead Weather e ajudou a recolocar “Be Forewarned” entre as grandes composições do cânone pesado americano. A turnê de despedida dos palcos A despedida desta turnê pesa ainda mais porque a história do Pentagram sempre esteve perto do colapso. Mudanças de formação, falta de apoio de selo, hiatos, oportunidades perdidas e a dependência química de Bobby Liebling transformaram a biografia da banda numa sequência de recomeços improváveis. A revista Louder resumiu esse percurso lembrando que o documentário Last Days Here acompanhou Liebling desde o período mais baixo da trajetória até a sobriedade e o relançamento do Pentagram, convertendo em narrativa pública uma saga que o underground já conhecia como lendária. E o Pentagram não volta a São Paulo como peça de museu. Em janeiro de 2025, a banda lançou Lightning in a Bottle, o décimo álbum de estúdio e o primeiro em cerca de uma década, agora com Bobby Liebling ao lado de Tony Reed, Henry Vasquez e Scooter Haslip. O disco foi apontado pela crítica especializada como um trabalho que reafirma a identidade do Pentagram e a capacidade do nome de seguir relevante, com vigor novo, mais de meio século depois de sua fundação. SERVIÇO: PENTAGRAM EM SÃO PAULOData: 13 de agosto de 2026Local: Fabrique ClubEndereço: rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SPIngresso: fastix.com.br/events/pentagrama-em-sao-paulo Via: RockBizz

Public Image Ltd: 4 clássicos que devem incendiar São Paulo
Listas Depois de 34 anos, o Public Image Ltd (PiL) retorna ao Brasil para uma apresentação única e histórica. No dia 08 de abril, o Cine Joia será palco desse aguardado reencontro, trazendo de volta uma das bandas mais influentes do pós-punk mundial com sua atual turnê, This Is Not The Last Tour. À frente do grupo está John Lydon, ex-vocalista do Sex Pistols, conhecido por sua voz inconfundível e por seu papel central na construção de uma estética que atravessou gerações. O PiL, conhecido por sua sonoridade inovadora e desafiadora, trará toda a sua energia para o palco, e os fãs podem esperar músicas que marcaram gerações. A seguir, destacamos 4 clássicos que devem integrar o setlist e evidenciam a criatividade e a diversidade da banda. 1) “Rise” 2) “Annalisa” 3) “This Is Not a Love Song” 4) “Death Disco” LEIA TAMBÉM: John Lydon: Cachê do ‘The Masked Singer’ financiou novo álbum do Public Image Ltd Marcelo Gomes Paulistano e apaixonado por rock desde os 10 anos, comecei a descobrir o universo da música pesada quando um amigo gravou uma fita K7 com Viper, Judas Priest, Metallica, entre outros. Na sequência, conheci o Black Sabbath e foi um caminho sem volta … Frequentador assíduo de shows, já acompanhei centenas de apresentações das principais bandas de rock/metal e suas diversas vertentes. Nos últimos anos, tenho transformado minha paixão pela música em palavras, compartilhando resenhas sobre shows e permitindo que os leitores vivenciem a emoção de cada apresentação. Via: WikiMetal

Andre Matos tinha uma voz fora da curva e era o Freddie Mercury brasileiro, segundo Alírio Netto
O saudoso vocalista Andre Matos foi a base para a formação do Angra, que chegou a ser a mais importante banda de power metal do Brasil. Depois de três álbuns completos de estúdio – Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998) – o cantor resolveu sair e se aventurar em outros terrenos. Depois do Angra, ele liderou o Shaman, teve sua carreira solo e emprestou seu talento a outros projetos e grupo como Avantasia, Aina, Epica e Korzus. Infelizmente, Andre Matos morreu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Mesmo com a esta triste realidade, a arte de Andre segue viva fazendo a alegria dos fãs ao redor do mundo. Em conversa com o pessoal do Lado A Podcast, Alírio Netto, que é o novo e quarto vocalista do Angra, teceu alguns comentários sobre o perfil artístico de Matos. Ele, inclusive, o comparou ao também saudoso Freddie Mercury, eterno frontman do Queen. “Andre era um cara muito bem preparado, com uma voz fora da curva”, afirmou Alírio. “Eu já falei isso várias vezes e volto a dizer: o Andre era tipo o Freddie Mercury. Ele era o Freddie Mercury brasileiro”. Netto acrescentou: “A preparação que ele tinha e a coisa de tocar piano pra cacete era incrível. Ele foi um compositor, um músico, que tinha um estudo por trás disso. Ele tinha uma história! Ele estudou regência. Ele era um cara genial que via a música de uma outra maneira”. Via: RockBizz

Baterista do Arch Enemy, rebate acusação de plágio de Kiko Loureiro: “Sei a verdade”
Em entrevista à Rolling Stone, Daniel Erlandsson, baterista do Arch Enemy, rebateu a insinuação de Kiko Loureiro, sugerindo uma possível semelhança entre uma de suas composições e a nova música do Arch Enemy. Na última sexta-feira, 27, Kiko Loureiro fez uma postagem no Instagram mostrando trechos de sua composição “Talking Dreams”, do álbum Theory Of Mind (2024), com partes da música “To The Last Breath”, da banda Arch Enemy, lançada em 19 de fevereiro. Na legenda, Kiko escreveu: “Só estou ajudando a divulgar a nova música do @archenemyofficial… de nada”, e rapidamente levou a discussão, ainda que em tom leve, sobre um possível plágio. Com a repercussão do assunto, Daniel comentou: “É difícil responder porque eu sei a verdade e não estou nem um pouco preocupado com isso. Sinceramente, achei que era uma piada até, sei lá, ontem, porque está se tornando um grande assunto online e muita gente está falando sobre isso. Mas não estou preocupado com isso. Veremos como isso se desenrolará em alguns dias”. Os artistas se apresentam no festival Bangers Open Air, que acontece em São Paulo. Arch Enemy é o healiner no sábado, dia 25 de abril, já Kiko Loureiro se apresenta com o Angra, como headliner de domingo, 26 de abril. Questionado sobre a chance de encontrar Kiko Loureiro nos bastidores e falar sobre o assunto, Daniel Erlandsson respondeu: “Não é um festival tão grande assim. Provavelmente a gente vai se esbarrar, então vamos ver o que acontece”. Membros do Arch Enemy comentaram a postagem Nos comentários, a ex-vocalista e atua empresária Angela Gossow rebateu o post: “Nunca tinha ouvido a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio… pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado” Já o guitarrista Michael Amott também entrou na conversa e tratou a situação como uma brincadeira entre músicos: “Obrigado, irmão! Parece que devo prestar mais atenção ao seu trabalho solo! Nos vemos no @bangersopenair!” LEIA TAMBÉM: Kiko Loureiro insinua plágio em single do Arch Enemy e Angela rebate: “Nunca ouvi” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal