Entrevistas

Golpista Jon Schaffer conta que passou por quatro cadeias em três meses de detenção
O guitarrista do Iced Earth, Jon Schaffer, foi sentenciado a três anos de liberdade condicional e 120 horas de serviço comunitário por seu envolvimento na invasão ao Capitólio norte-americano em 6 de janeiro de 2021, em protesto a eleição geral ocorrida em novembro de 2020, quando o republicano Donald Trump fora derrotado pelo democrata Joe Biden. Além disso, o músico, que atualmente tem 58 anos, precisou pagar uma multa de mil dólares [quase seis mil reais na atual cotação da moeda estrangeira] e mais duzentos dólares [pouco mais de mil reais] por uma avaliação especial obrigatória. No mais novo episódio do podcast Iblis Manifestations, Schaffer contou que passou por quatro cadeias em três meses de detenção. Ele também falou superficialmente os perrengues que enfrentou nas cadeias municipais. “Passei três meses em quatro instalações diferentes. Foi brutal nas cadeias do condado em comparação com a prisão federal onde fiquei. Você tinha uma hora de recreação garantida. Podia apagar a luz da cela. O lugar onde fiquei por mais tempo foi a antiga Cadeia do Condado de Marion, que foi interditada. Eles não se importavam com nada, porque estavam construindo um sistema completamente novo. A prisão era absolutamente repugnante. Era um frio congelante, com luzes fortes 24 horas por dia, 7 dias por semana. E eu fiquei ao lado do bloco dos suicidas por umas cinco semanas. Você meio que perde a noção do tempo lá dentro. Você não sabe que horas são, porque não vê a luz do sol. Mas eu ficava ao lado do bloco dos suicidas”. “Portanto, você tinha gente gritando, com múltiplas personalidades, e tudo isso invade sua cela. É como estar no Asilo Arkham [hospital psiquiátrico fictício presente nas histórias do Batman]. A privação de sono era enorme”, completou. Via: RockBizz

Ville Valo fala sobre possível reunião do HIM: “Sinto falta daqueles caras”
Notícias Em entrevista exclusiva à Metal Hammer, Ville Valo voltou a comentar sobre a chance de reunir o HIM, explicando que todos os membros continuam amigos apesar do fim da banda. O músico explicou que o contato entre os integrantes diminuiu com o tempo, mas “adoraria tocar com os rapazes novamente algum dia”. Segundo ele, isso dificulta qualquer movimento imediato para uma reunião. “Sinto falta daqueles caras. Eles são meus irmãos. Mas também há beleza no fato de não termos nos estrangulado no final, nem começado a viajar em limusines separadas. Então, há isso a se dizer. Senti que era a maneira certa de enterrar o cadáver. Ele era e é a minha vida. Foi muito difícil me desapegar disso.” Ville Valo também refletiu sobre o fim da banda: “O lado agridoce disso tudo foi que ainda éramos bons amigos. Só tínhamos nos distanciado. Em relação à turnê de despedida, foi bom tocar quando tínhamos uma data definida para o término. Ao definir a data final com antecedência, não precisamos ter reservas. Cada noite parecia ser a última, de certa forma.” O show de despedida do HIM aconteceu no Tavastia, em Helsinque, Finlândia, na véspera de Ano Novo de 2017. Como uma das bandas de rock finlandesas de maior sucesso comercial, o HIM esteve inicialmente ativo de 1991 a 1993, antes de se reunir novamente em 1995 e retornar aos palcos em 2017. Após a separação da banda, Valo iniciou uma carreira solo sob o pseudônimo VV. O músico esteve no Brasil em novembro de 2023 para uma apresentação única como parte da divulgação do álbum solo Neon Noir. LEIA TAMBÉM: KISS anuncia show em evento especial do Kiss Army Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Iron Maiden reage à entrada no Rock and Roll Hall Of Fame: “Bom ser reconhecido”
Após anos de espera, o Iron Maiden foi finalmente nomeado como parte do Rock and Roll Hall Of Fame 2026. Em comunicado oficial nas redes sociais, o empresário Rod Smallwood agradeceu o reconhecimento e citou também ex-integrantes que fizeram parte da trajetória. Leia o comunicado abaixo: “Gostaríamos de agradecer ao Rock & Roll Hall of Fame por nos incluir (e aos ex-membros que fizeram parte da nossa história) na lista de homenageados de 2026. O Iron Maiden sempre priorizou o relacionamento com nossos fãs acima de tudo, incluindo prêmios e reconhecimentos da indústria. No entanto, dito isso, é sempre bom ser reconhecido e homenageado por quaisquer conquistas dentro da indústria musical! Parece-nos também apropriado que a banda seja incluída no Hall da Fama do Rock and Roll este ano, enquanto continuamos as comemorações do nosso 50º aniversário com a turnê mundial Run For Your Lives, que passará pelas Américas e outros continentes. Gostaríamos também de parabenizar os nossos colegas homenageados de 2026 e estender a nossa gratidão, como sempre, aos nossos fãs pela sua lealdade, perseverança e apoio ao longo de mais de 50 anos! Vejo vocês em algum lugar da turnê.” Será introduzida a formação atual com o vocalista Bruce Dickinson, o baixista Steve Harris, o baterista Nicko McBrain e os guitarristas Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers, com o ex-guitarrista Dennis Stratton, o ex-vocalista Blaze Bayley, e os falecidos ex-vocalista Paul Di’Anno e o ex-baterista Clive Burr. As críticas do Iron Maiden ao Rock and Roll Hall Of Fame Considerada uma das maiores ausências da premiação, a banda encerra uma longa espera. Mesmo assim, a relação com a instituição já foi conturbada. No passado, o vocalista Bruce Dickinson criticou o Hall da Fama, chegando a questionar a relevância da premiação para o rock. O vocalista disse que a premiação é “uma completa e absoluta besteira” e insistiu que recusaria a indução caso fosse convidado. A banda nunca demonstrou interesse em se juntar à instituição. Tanto Steve Harris quanto Bruce Dickinson, baixista fundador e vocalista da banda, respectivamente, compartilham dessa opinião. Harris diz que a forma de seleção é questionável, pois é um grupo de jurados que decide quem entra ou não. Os fãs podem até votar, mas o peso do voto é baixo, comparado com o do júri. Já Dickinson possui uma opinião mais forte sobre o assunto. Ele diz que não quer estar no Rock and Roll Hall of Fame “porque ainda não estamos mortos”. A cerimônia de introdução ao Hall da Fama do Rock and Roll 2026 acontecerá no sábado, 14 de novembro, no Peacock Theater, em Los Angeles. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden: Relembre 4 momentos históricos da banda no Brasil Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Festival ‘Back to the Beginning’ poderia acontecer no Brasil, diz Zakk Wylde
Zakk Wylde revelou que o festival Back to the Beginning, que ficou marcado como o último show de Ozzy Osbourne e do Black Sabbath, poderia ter acontecido em diversos outros países – inclusive no Brasil. Durante participação no podcast Vinyl Guide, Wylde relembrou o clima da apresentação e revelou que a ideia era realizar o festival em outros países [via Ultimate Classic Rock]. “Eu simplesmente imaginei que estaríamos trabalhando em outro disco. E, sabe, entre as sessões de terapia do Oz e as tentativas de recuperação, Sharon [Osbourne] agendaria esses shows do Back to the Beginning pelo mundo todo. O próximo no Brasil, o próximo no Japão, o próximo em Chicago, o próximo na Austrália, o próximo na Nova Zelândia… Só estou dizendo, dava para fazer shows no mundo inteiro”. O show de despedida do Black Sabbath, que aconteceu no dia 5 de julho, no Villa Park em Birmingham, no Reino Unido. Cerca de 40 mil pessoas compareceram ao evento, com 5,8 milhões de pessoas assistindo ao show online. Intitulado Back To The Beginning, o evento reuniu os quatro membros originais da banda: Ozzy Osbourne, o baixista Geezer Butler, o guitarrista Tony Iommi e o baterista Bill Ward tocaram pela primeira e última vez em 20 anos. Zakk Wylde revela música que ficou de fora do show O músico, que manteve uma relação próxima com Ozzy por décadas, também contou que Ozzy ensaiou uma música que ficou de fora do setlist. A decisão ocorreu durante os ajustes finais do show “Nós íamos tocar ‘No More Tears’. Oz disse: ‘Se eu estiver disposto, se eu puder fazer, nós tocamos ‘No More Tears’. Nós a tocamos nos ensaios. Naquele dia, enquanto ele olhava para mim, ele disse: ‘Não, Zakk. Vamos tocar só ‘Mama I’m Coming Home’. E depois terminamos com ‘Crazy Train’. Foi decisão do Ozzy. Se ele achasse que podia fazer isso, nós teríamos tocado”, revelou o guitarrista. Sharon Osbourne revelou que Ozzy Osbourne foi avisado que fazer o último show com o Black Sabbath poderia ser fatal. O músico faleceu em 22 de julho, aos 76 anos, poucas semanas após seu último show com o Black Sabbath na cidade natal da banda, em Birmingham. A causa da morte foi posteriormente revelada como um ataque cardíaco e infarto agudo do miocárdio. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Iron Maiden entra para o Rock and Roll Hall Of Fame 2026
Iron Maiden foi finalmente nomeado como parte do Rock and Roll Hall Of Fame 2026. Será introduzida a formação atual com o vocalista Bruce Dickinson, o baixista Steve Harris, o baterista Nicko McBrain e os guitarristas Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers, junto com o ex-guitarrista Dennis Stratton, o ex-vocalista Blaze Bayley, e os falecidos ex-vocalista Paul Di’Anno e o ex-baterista Clive Burr. O Rock and Roll Hall Of Fame revelou nesta segunda-feira, 13, através das redes sociais os indicados que serão homenageados em neste ano de 2025. Outros nomes que garantiram um lugar na cerimônia são Phil Collins, Billy Idol, Joy Division/New Order, Oasis, Sade, Luther Vandross e Wu-Tang Clan. Alguns nomes foram deixados de fora da lista, como The Black Crowes, Jeff Buckley, Mariah Carey, Melissa Etheridge, Lauryn Hill, INXS, New Edition, Pink e Shakira. Seis artistas britânicos entram no Hall da Fama do Rock neste ano, superando o recorde anterior de cinco induções em 2019. Phil Collins já integrava o Hall como membro do Genesis desde 2010. Agora, ele concorreu pela primeira vez como artista solo. Sade e Billy Idol receberam sua segunda indicação. Já o Iron Maiden chegou à terceira. O Oasis aparece pelo terceiro ano seguido entre os indicados, após figurar nas listas de 2024 e 2025. A cerimônia de introdução ao Hall da Fama do Rock and Roll 2026 acontecerá no sábado, 14 de novembro, no Peacock Theater, em Los Angeles. LEIA TAMBÉM: Rock and Roll Hall of Fame inclui Blaze Bayley em indicação do Iron Maiden Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Jacoby Shaddix, do Papa Roach, destrói placa que proibia mosh em show
Notícias Jacoby Shaddix protagonizou um momento intenso durante um show do Papa Roach na Austrália, no último domingo, 12. Durante a apresentação no Entertainment Centre, em Brisbane, Shaddix foi até a plateia e pegou uma placa com a mensagem “No Moshing”. Em seguida, ele rasgou o objeto no meio do público, que respondeu à ação com entusiasmo e aplusos. Segundo o site BluntMag, a energia do Papa Roach estava a mil desde o início do show, mas “foi o vocalista Jacoby Shaddix quem a elevou ainda mais, chegando a pular direto para a plateia durante ‘…To Be Loved’, levando a performance para o meio do local”. Durante entrevista ao Wikimetal, Jacoby Shaddix confirmou que o novo álbum, sucessor de Ego Trip (2023), será lançado ainda este ano. O vocalista também confirmou o retorno da banda ao Brasil para 2027. “Em 2027. “Estamos conversando ativamente com produtores no Brasil e na América do Sul. Estamos realmente muito determinados em voltar aí. Sabemos que temos muitos fãs incríveis e apaixonados que querem ouvir nossa música ao vivo”, disse ele. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Papa Roach confirma novo álbum e negocia shows no Brasil em 2027 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Jay Weinberg comenta saída do Slipknot: “Fui bode expiatório”
Em entrevista à Rolling Stone, Jay Weinberg voltou a comentar sua saída do Slipknot. Mesmo após 3 anos, ele afirma que ainda não entende o que aconteceu. O baterista revelou que a demissão ocorreu de forma repentina. Ele recebeu a notícia por telefone, dois dias após o show no festival Hell & Heaven, no México, no dia 03 de novembro de 2023. A decisão foi comunicada pelo empresário do grupo. “Acordei na manhã seguinte à nossa viagem de volta do nosso último show juntos e recebi um telefonema do empresário da banda, no qual ele me informou que a banda havia decidido não renovar meu contrato no final do ano. Fiquei chocado e cheio de perguntas. Eu pensei: ‘Por quê? O que aconteceu?’” Segundo ele, não houve explicação clara: “Para ser sincero, isso aconteceu no final de um ano muito difícil para a banda. Talvez isso tenha relação com algumas tensões pré-existentes, antes mesmo da minha chegada, e com o meu retorno. Mas não recebi nenhuma explicação, apenas a resposta: ‘É uma decisão criativa e você não é mais o baterista do Slipknot ‘. E o que ele disse depois disso foi: ‘Gostaríamos de divulgar um comunicado conjunto com você amanhã. Pense sobre isso hoje. Estarei à sua disposição pelo resto do dia, caso queira conversar”. Ele continuou: “Meu mundo simplesmente desabou debaixo dos meus pés. Aquilo a que me dediquei com total foco, empenho, atenção e amor, agarrando-me a um sonho, apesar das dificuldades, apesar de tudo o que acontece ao entrar num ambiente tão volátil e sombrio, só me restam perguntas. Então, saí para caminhar com a minha esposa para clarear a mente e processar o que tinha acabado de acontecer. E, 20 minutos depois, eles publicaram a sua própria declaração online.” Jay Weinberg ainda se sente confuso Jay também revelou como se sente atualmente: “Como alguém se sentiria? Isso resume perfeitamente a confusão. E, como eu disse, aconteceu após um ano extraordinariamente tenso para a banda, coisas que eu só conseguia ver como um observador externo em relacionamentos de 25 anos. Aconteceu sem explicação, sem motivo. Foi confuso na época. Para ser completamente honesto, continua confuso.” “Como recém-chegado, acho que ficar no meio dessas tensões preexistentes faz com que você tente navegar por elas da melhor maneira possível. Um cara tem um jeito de fazer as coisas, outro tem outro jeito, e isso se multiplica por outras oito pessoas, tentando satisfazer a todos. Esse foi meu foco principal por 10 anos. Me dediquei de todas as formas possíveis. Como recém-chegado, e como você mencionou, você fica pensando: ‘Você faz parte da banda? Você não faz parte da banda?’ Como você define isso após 10 anos? Não é pouco tempo. Mas é fácil para um recém-chegado, como eu, ficar no fogo cruzado. Talvez eu tenha me tornado o bode expiatório para certas coisas”. O músico integrou a formação de Suicidal Tendencies por quase dois anos. Sua passagem pela banda ocorreu após ser demitido do Slipknot em 2023, onde atuou como baterista por cerca de dez anos e participou de álbuns importantes da carreira do grupo. Durante o período no Suicidal Tendencies, Weinberg também lançou material solo e desenvolveu colaborações com outros artistas. Recentemente, lançou seu primeiro single, “Sandstone”, com participação de George Clarke, vocalista do Deafheaven. LEIA TAMBÉM: Jay Weinberg, ex-Slipknot, venderá itens pessoais usados ao longo da carreira Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Green Day bajula o sistema e é um bando de riquinho mimado e gordo, segundo John Lydon
Green Day é uma das bandas mais famosas do mundo, cujo conteúdo melódico e lírico têm forte conexão com o público. Billie Joe Armstrong (vocal e guitarra), Mike Dirnt (baixo e vocal) e Tré Cool (bateria) já venderam mais de 75 milhões de discos ao redor do globo, o que é um feito e tanto. Mesmo assim, John Lydon, ex-frontman do Sex Pistols, já os criticou diversas vezes ao longo de sua carreira, sendo sua principal queixa a de que acredita que Billie Joe Armstrong e a banda o plagiaram. Em entrevista à MTV, o veterano punk rocker disse: “São imitadores, e as pessoas se contentam com isso. Até podem ser um pouco mais do que imitadores. Mas se chama conteúdo, algo que nenhuma dessas bandas medíocres e pretensiosas têm”. O sucesso de American Idiot, sétimo álbum do Green Day, que saiu em setembro de 2004, vendeu milhões de cópias e conquistou Grammy de Melhor Álbum de Rock, também foi alvo das críticas de Lydon. “São uns idiotas bobinhos como o Green Day que chegam e acham que, bajulando o sistema, estão vencendo o sistema. Não estão! Vocês se tornaram parte dele”, disparou o músico em bate-papo com Steve Jones, no programa Jonesy’s Jukebox. “Nós facilitamos para eles entrarem e roubarem nossas coisas, o que é legal, é bacana. Mas eles são uns riquinhos mimados e gordos”, finalizou John. Via: RockBizz

Deep Purple visita a primeira-ministra japonesa que tem paixão por rock e metal
O Deep Purple visitou a primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi na última sexta-feira (10 de abril) no gabinete dela em Tóquio. Takaichi, conhecida por sua paixão pelo rock e metal e por gostar de se aventurar atrás de um kit de bateria, há muito cita o Deep Purple entre suas bandas favoritas, ao lado de Black Sabbath e Iron Maiden. “Bem-vindos ao Japão… Uau, não acredito que o Deep Purple está aqui”, comemorou a política em tom de alegria. “Sempre admirei o Deep Purple.” “Você é meu deus”, declarou Takaichi ao baterista Ian Paice, presenteando-o com um par de baquetas japonesas autografadas. Paice disse que foi um “grande prazer” conhecer Takaichi e um “bônus” em sua mais recente visita ao Japão. O vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, agradeceu a primeira-ministra pelo encontro. “Tenho o maior respeito pela maneira como vocês continuam a fazer história no rock, abraçando novos desafios e criando músicas cativantes até hoje”, observou Sanae à banda. Ela ainda revelou que comprou o clássico álbum Machine Head ainda no ensino fundamental e foi tecladista em uma banda cover do Deep Purple durante o ensino médio, antes de se dedicar à bateria na universidade. A roqueira brincou: “Hoje em dia, quando brigo com meu marido, toco Burn na bateria e lanço uma maldição nele.” Confira o encontro abaixo: Via: RockBizz

Angra lembra participação de Bruce Dickinson em show da Fireworks Tour em 1999
Depois do lançamento e divulgação de Holy Land, o Angra ficou com muita moral no mercado musical estrangeiro. O grupo brasileiro começou a ser percebido como uma empresa valiosa e capaz de arregimentar muito público e, consequentemente, muita grana. Na tour do álbum seguinte, Fireworks, a coisa só melhorou, pois os caras estavam nadando de braçada, lotando casas de shows famosas como o Le Zénith, em Paris, França. O sucesso foi tão grande que Bruce Dickinson saiu da Inglaterra só para marcar presença no citado espetáculo. Pelas redes sociais, o Angra lembrou a participação de Bruce Dickinson em show da Fireworks Tour em 1999. Na legenda da publicação, o conjunto escreveu: “Você sabia disso? No dia 16 de janeiro de 1999, no Le Zénith, em Paris, tivemos a honra de receber no palco ninguém menos que Bruce Dickinson! Um momento histórico que ficou marcado para sempre”. A postagem ainda tem um trecho da performance de Run to the Hills com a companhia do Air-Raid Siren. Veja: Via: RockBizz

Show do Guns N’ Roses dá nó em Campo Grande e gera caos na cidade
Para sorte dos fãs de hard rock, o Guns N’ Roses está no Brasil com a nova perna da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O veterano grupo fará nove apresentações em nosso país. O quarto concerto rolou na última quinta-feira, dia 09 de abril, no Autódromo Internacional de Campo Grande. No entanto, o show do Guns N’ Roses deu nó em Campo Grande e gerou caos na cidade. Para deixar o local do evento, os fãs tiveram que encarar um congestionamento de mais de 13 km na saída para o autódromo da capital, na BR-262. A informação foi confirmada pela Guarda Civil Metropolitana (GCM). O grande volume de veículos saindo do estacionamento do autódromo se somou ao fluxo de caminhões na rodovia, e o transtorno se tornou um teste de paciência para todas as pessoas afetadas. Segundo informações do g1, o congestionamento também atingiu bairros da capital, que não receberam linha exclusiva para atender ao evento. Além disso, o preço das corridas em aplicativos de transporte inflacionaram em toda a cidade, chegando a custar 80 reais. Infelizmente a situação provou que muitas cidades brasileiras não têm a preparação, tampouco os recursos logísticos para receber um evento de grande porte. É ótimo que os shows de rock e metal entrem no circuito cultural de outras cidades além de Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Todavia, o rolê precisa ser feito com mais planejamento para que a alegria de ver os ídolos não se transformem em frustração. Via: RockBizz

Atreyu lança novo single com participação de Max Cavalera
Notícias Atreyu lança nesta sexta-feira, 10, o novo single “Children of Light”, com participação de Max Cavalera. A faixa faz parte do próximo álbum da banda, The End is Not the End, com lançamento previsto para 24 de abril via Spinefarm. De acordo com o Atreyu, o novo single foi “fortemente inspirado pelo Sepultura clássico”, o que gerou o desejo de ter Max no projeto. “’Children of Light’ foi criada com um espírito primal em mente. Uma música de ‘festival’. Fortemente inspirada pelo Sepultura clássico, e embora parecesse um pedido impossível, queríamos o Max envolvido. Estamos honrados em compartilhar essa música com uma lenda”, comenta a banda. Ainda segundo a banda, The End is Not the End é seu álbum mais pesado até hoje e também o mais ousado. “Percebemos que o que tornava o Atreyu especial no começo era que não soávamos como ninguém”, explica o vocalista Brandon Saller. “A gente não se encaixava em lugar nenhum. Não éramos uma banda emo, nem metal, nem punk — mas de alguma forma funcionava. A gente simplesmente abriu o próprio caminho.” LEIA TAMBÉM: Atreyu explora transformação pessoal em novo single “Ego Death” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Dave Mustaine aconselha “prestar atenção” aos músicos que compõem sua banda
Em entrevista à rádio KISS FM, Dave Mustaine compartilhou conselhos para jovens que estão começando na música, destacando pontos práticos sobre carreira e formação de bandas. O líder do Megadeth afirmou que jovens músicos precisam investir em educação. Para ele, estudar ajuda a desenvolver visão de negócio e organização. Outro ponto central envolve a escolha dos integrantes. “Bem, você precisa se cercar das pessoas certas. Se você tem uma banda, precisa prestar atenção aos músicos que a compõem. Tem alguém na banda porque é seu amigo ou porque é um baterista incrível? Ou um guitarrista incrível? Ou é meu cunhado? Porque esse geralmente é o primeiro sinal de que você não vai conseguir. E então você precisa garantir que tenha uma boa equipe — um bom empresário, um bom advogado, um bom administrador financeiro, que é um contador. Se você tiver essas coisas e, principalmente, tiver boas músicas, você está no caminho certo”, afirmou Mustaine [transcrição via Blabbermouth]. Comportamento de ex-membro impede reunião do Megadeth Anteriormente, Dave Mustaine afirmou que não acredita ser possível reunir ex-membros do Megadeth para o show de despedida. A justificativa, segundo ele, está no comportamento passado de um dos ex-integrantes da banda. “Bem, eu realmente não posso fazer isso, por causa do comportamento de um dos membros da banda no passado. Eu simplesmente não posso, não posso. Porque, em primeiro lugar, seria injusto com os outros membros da banda se eu não tocasse com eles também. Mas o que fizemos com Marty [Friedman, ex- guitarrista 1990–2000, 2023] no Japão, no início de 2024, foi uma decisão óbvia. Foi brilhante. E eu adoro o Marty”, afirmou Mustaine. Embora Mustaine não tenha nomeado diretamente a pessoa a quem se referia, muitos apontam o ex-baixista David Ellefson, demitido em 2021, após a divulgação de um vídeo íntimo considerado escandaloso. Esse episódio abalou sua relação com a banda, o que dá sentido à declaração de Mustaine sobre “comportamento no passado”. Enquanto isso, Ellefson expressou em outras entrevistas o desejo de participar da turnê final do Megadeth, caso fosse convidado. O Megadeth lançou o álbum final, autointitulado, e segue com a turnê de despedida. No brasil, a banda confirmou única apresentação no dia 2 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo. Os ingressos já estão esgotados. LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine explica por que Megadeth não tocou em show final do Black Sabbath Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Evergrey lança novo single e anuncia Stephen Platt como novo guitarrista
Notícias Evergrey lançou o single “The World Is On Fire”, de seu novo álbum, Architects Of A New Weave, com lançamento previsto para 5 de junho pela Napalm Records. “The World Is On Fire” vem acompanhado de um videoclipe oficial e marca a apresentação oficial do guitarrista Stephen Platt (Scar Symmetry), que já havia excursionado com o Evergrey como guitarrista de apoio em 2025. Agora, ele se junta oficialmente à banda como membro efetivo após a saída Henrik Danhage após 21 anos de colaboração intermitente. A banda sueca comentou sobre o novo guitarrista: “Já fizemos muitos shows com o Stephen Platt, ele é uma pessoa incrivelmente adorável, além de ser um guitarrista brilhante. Não poderíamos estar mais felizes em tê-lo conosco de verdade! Stephen Platt comentou: “Estou muito feliz em me tornar o novo guitarrista do EVERGREY. Sou fã da banda há muito tempo e me sinto extremamente honrado por ter sido convidado por esse grupo de músicos e pessoas incríveis. Ansioso para ver o que o futuro nos reserva!” Evergrey vem ao Brasil para duas apresentações. A banda se apresenta em São Paulo no dia 22 de abril, no Manifesto Bar e no Bangers Open Air 2026 no sábado, 25. LEIA TAMBÉM: Evergrey anuncia show especial em São Paulo Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Guitarrista desafia as fronteiras artísticas ao tocar Always With Me, Always With You de cabeça para baixo
Tocar guitarra bem já é algo que exige bastante trabalho e estudo, mas tem gente eleva o nível de complexidade ao adicionar outras atividades ao playing. Andrea Krakovská, por exemplo, desafiou as fronteiras artísticas ao tocar Always With Me, Always With You de cabeça para baixo, ou seja, ela uniu os universos da acrobacia e o das seis cordas. Pelas redes sociais a australiana, que se denomina como uma guitarrista aérea, escreveu: “Seria um sonho realizado se Joe Satriani visse o meu vídeo de Always With Me, Always With You”. E o sonho se realizou, pois Joe viu e elogiou a performance da musicista. “Quando tive a ideia de gravar e lançar minha própria versão de Always With Me, Always With You, claro que fiquei um pouco nervosa”, contou a artista à Guitar World. “Nunca fiz um cover completo assim antes e sei como os guitarristas nas redes sociais podem ser cruéis, especialmente quando você faz algo diferente do artista original”. Ela continuou: “Sempre foi meu sonho que Satriani ouvisse a música, mas é claro que milhares de guitarristas já fizeram covers das músicas dele. Achei que não havia a menor chance de ele sequer notar. Quando descobri que ele tinha visto meu vídeo, fiquei nas nuvens! Tudo valeu a pena para que o próprio mestre o ouvisse. Quando ele compartilhou o vídeo em suas redes sociais alguns dias depois, foi além dos meus sonhos mais loucos”. Sobre o trabalho acrobático, Andrea disse: “Foi só depois do ensino médio que me deparei com as artes aéreas. Me lembro de, depois da minha primeira aula de tecido acrobático, sair pensando: ‘Um dia vou fazer isso com uma guitarra’. Treinei artes aéreas por mais de cinco anos antes de finalmente levar uma guitarra comigo”. Via: RockBizz

Andreas Kisser conta planos após fim do Sepultura: “Explorar mundos diferentes”
Em entrevista ao Metal OBS, Andreas Kisser revelou o que pretende fazer após o encerramento das atividades do Sepultura. A banda brasileira está em turnê de despedida, com término previsto para este ano. Segundo o guitarrista, a música seguirá no centro de sua vida. Ele deixou claro que não pretende parar. “Claro que não vou parar de fazer música. Tenho tantas ideias, mas ainda não decidi para onde ir. Quero aproveitar o momento, curtir a turnê, curtir os últimos dias da turnê deste ano. Mas tenho muitas possibilidades”, revelou ele. Andreas continuou: “Talvez eu faça outro álbum sozinho ou tente algo diferente. Quero explorar mundos diferentes. Estou me voltando mais para o mundo da arte, como pintura e misturando música com cores e coisas assim. E é interessante tentar ir para lugares diferentes. Não quero encontrar outro mundo que seja igual ao do Sepultura. Eu já fiz tudo isso durante o Sepultura. Então, gostaria de absorver mais ideias e estar ciente de novas possibilidades e ver o que acontece. Mas agora estou muito focado no que estamos fazendo hoje e nos últimos meses da turnê” [transcrição via Blabbermouth]. Apesar dos planos, o foco atual está no presente. A prioridade é encerrar o ciclo do Sepultura da melhor forma possível e abordou o novo EP. “Quando anunciamos a turnê de despedida há dois anos, quase três anos atrás, anunciamos que ela seria aberta. Mas, quer dizer, sabemos que estamos morrendo. O Sepultura está acabando. Então, vamos deixá-la em aberto para realizar nossos últimos desejos. […] Por que ter pressa? Quer dizer, não há razão para anunciarmos [a turnê final] e, em um ano, termos que parar só porque as pessoas acham que a despedida tem que terminar em um determinado momento. E a deixamos em aberto, porque vivemos o presente. E, surgiu a possibilidade de gravar um álbum”, acrescentou Andreas. Sepultura realizará penúltimo show no Rock in Rio Apesar da recusa, o Sepultura mantém os planos de encerrar suas atividades com um show especial em São Paulo, ainda sem data confirmada. A turnê de despedida Celebrating Life Through Death, iniciada em 2024, marca o fim de mais de quatro décadas de história de uma das bandas mais influentes do heavy metal. Recentemente, o Sepultura anunciou que seu show no Rock in Rio 2026 será o penúltimo de sua carreira. A apresentação está marcada para o dia 05 de setembro, no Palco Sunset. Embora o show seja o penúltimo, o Sepultura ainda não confirmou oficialmente os detalhes da apresentação final. No entanto, há expectativa de que o último show aconteça em São Paulo, possivelmente em um estádio e com participações especiais de músicos que fizeram parte da história do grupo, segundo revelou Kisser em entrevista à Rolling Stone Brasil. LEIA TAMBÉM: Sepultura anuncia penúltimo show da carreira no Rock in Rio 2026 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Sharon Osbourne põe à venda mansão onde viveu com Ozzy por R$ 87 milhões
Sharon Osbourne, viúva e empresária de Ozzy Osbourne, colocou à venda a mansão em Los Angeles, Califórnia, onde morava com o cantor. O empreendimento, comprado pela família em 2015, está disponível no mercado imobiliário por US$ 17 milhões, cerca de R$ 87,8 milhões na cotação atual. Localizada no bairro de Hancock Park, a casa em estilo mediterrâneo construída em 1929 conta com sete quartos, onze banheiros, um home theater exclusivo e uma piscina revestida de mosaicos feitos à mão. O terreno de aproximadamente 2050 metros quadrados conta com a casa principal, de 948 metros quadrados, e uma casa de hóspedes inteiramente reformada. Detalhes e fotos dos ambientes aqui. Segundo Josh Greer, da Carolwood Estates, empresa responsável pela venda, o home theater se destaca. “Com seu tapete vermelho, abriga uma lareira coberta de assinaturas de celebridades que visitaram a residência ao longo das décadas, incluindo Elvis Presley, Mel Tormé e Natalie Wood. Essa tradição foi iniciada pelo antigo proprietário da casa, o radialista Frank Bresee, e continuada pelos Osbournes”, afirmou [transcrição via Vogue]. Em julho de 2022, três anos antes da morte do cantor, Sharon Osbourne já havia tentado vender a casa por R$ 91,8 milhões e depois reduziu o preço para R$ 89,3 milhões antes de desistir do negócio. Na época, o casal cogitava se mudar definitivamente para a mansão de Buckinghamshire, na Inglaterra, onde o Príncipe das Trevas está enterrado. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne ganhará estátua póstuma de 6 metros de altura no Hellfest 2026 Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

5 músicas que não podem faltar nos shows do In Flames no Brasil
Listas A capital paulista se prepara para receber um dos maiores nomes do metal moderno: os suecos do In Flames confirmaram um aguardado side show em São Paulo no dia 23 de abril. A apresentação surge como uma extensão especial de sua participação no Bangers Open Air, que acontece nos dias 25 e 26 de abril (ingressos à venda), ampliando a oportunidade para os fãs brasileiros presenciarem de perto a intensidade e a evolução sonora da banda. Por se tratar de um side show, a expectativa é de um repertório mais extenso em comparação ao set apresentado em festivais. Então preparamos uma lista com 5 músicas que se tornaram indispensáveis nas apresentações da banda e garantem momentos de conexão intensa com o público. Serviço:Data: 23 de abrilHorário: 19:00 (abertura da casa)Local : Audio ClubEndereço: Rua Avenida Francisco Matarazzo, 694Ingressos: In Flames – Side Show em São Paulo 1) “Only for the Weak” 2) “Cloud Connected” 3) “Take This Life” 4) “Pinball Map” 5) “The Quiet Place” LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Confira a programação completa de side shows Marcelo Gomes Paulistano e apaixonado por rock desde os 10 anos, comecei a descobrir o universo da música pesada quando um amigo gravou uma fita K7 com Viper, Judas Priest, Metallica, entre outros. Na sequência, conheci o Black Sabbath e foi um caminho sem volta … Frequentador assíduo de shows, já acompanhei centenas de apresentações das principais bandas de rock/metal e suas diversas vertentes. Nos últimos anos, tenho transformado minha paixão pela música em palavras, compartilhando resenhas sobre shows e permitindo que os leitores vivenciem a emoção de cada apresentação. Via: WikiMetal

Twisted Sister anuncia primeiras datas da turnê com Sebastian Bach
Twisted Sister anunciou na última terça-feira, 07, as primeiras datas de sua turnê de 2026, marcando uma nova fase do grupo após a aposentadoria do vocalista Dee Snider. Para assumir os vocais, o escolhido foi Sebastian Bach. O anúncio inclui até o momento quatro apresentações programadas para setembro e outubro. A turnê começa no dia 04 de setembro, em Palmer, no estado do Alasca. Em seguida, a banda se apresenta em Durant, Oklahoma, no dia 12 de setembro. Já em outubro, estão previstos dois shows no Canadá: no dia 08, em Niagara Falls, Ontário, e no dia 10, em Windsor, também em Ontário. A venda de ingressos para o público geral terá início nesta sexta-feira, 10. A pré-venda já está disponível mediante o uso do código “TWISTED2026”. Mais informações sobre os shows e possíveis novas datas devem ser divulgadas no site oficial do grupo. Aposentadoria de Dee Snider cancelou shows no Brasil Em fevereiro, o Twisted Sister cancelou todas as datas agendadas de sua turnê de reunião em celebração aos 50 anos da banda, incluindo a performance como headliner no Bangers Open Air, que marcaria o retorno aos palcos pela primeira vez desde 2016. O motivo foi a aposentadoria forçada dos palcos de Dee Snider, que lida com problemas de saúde decorrentes de uma artrite degenerativa. Em entrevista recente, o vocalista disse que atendeu ao pedido dos filhos para não sair em turnê. “Não vou morrer tão cedo. Mas estou lidando com problemas que, se eu não resolver, podem me matar”, comentou. “Meus filhos sentaram comigo e pediram que parasse ou iria acabar me matando. Alguns choravam. Eles sabem como sou. Não conseguiria simplesmente ficar parado no palco. Até tentamos criar uma situação junto à banda onde eu teria pessoas me acompanhando o tempo todo, mas meu próprio manager sabia que não seria o suficiente”, concluiu. O escolhido para ocupar os vocais do Twisted Sister em alguns shows foi Sebastian Bach, que contou ter recebido “total benção” de Dee Snider em conversa por telefone. “Conversamos por cerca de 45 minutos e nós dois estávamos meio emocionados. Então ele disse: ‘Você tem minha total bênção.’ Ele continuou: ‘Eu te amo.’ Eu disse que o amava, e nós dois ficamos com os olhos marejados”, disse Sebastian [transcrição via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: Sebastian Bach é o único capaz de cantar no Twisted Sister, diz Eddie Ojeda Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Iron Maiden: Relembre 4 momentos históricos da banda no Brasil
Texto por: Gabriela Marqueti e Vitor Melo Iron Maiden retorna ao Brasil em outubro com a Run For Your Lives Tour. A banda se apresenta no Allianz Parque, nos dias 25 e 27 de outubro, com abertura do Alter Bridge – ingressos à venda no site da Livepass. Essa é nada menos do que a 16ª visita do Iron Maiden ao país. Em 2023, um levantamento feito pelo fã-clube Iron Maiden 666 concluiu que o Brasil está no Top 10 países que mais receberam shows da banda em sua trajetória, aparecendo na nona posição e sendo o único país da América do Sul a integrar o ranking. Dentre tantas histórias e momentos históricos, separamos uma lista com 4 das passagens mais marcantes do Iron Maiden no Brasil. 1985 – Estreia histórica no Rock in Rio O dia 11 de janeiro de 1985 não marca apenas a estreia do Rock in Rio, mas também a icônica primeira apresentação do Iron Maiden no Brasil, dando início a uma das maiores relações entre bandas e fãs já vistas na história da música. Vivendo o auge de sua popularidade com o lançamento de Powerslave (1984), a Donzela de Ferro trouxe a produção completa da World Slavery Tour para realizar a que seria sua única performance no país naquele ano, cujo retorno levou sete longos anos para acontecer com a turnê do álbum Fear of The Dark (1992). Com um público aproximado de 300 mil pessoas, a banda – descrita como “satânica” pela mídia na época – ensandeceu os fãs que aguardavam ansiosamente para enfim ver “Eddie, o Monstro” no país. Atemporal, o show ficou marcado por capturar o grupo em sua melhor forma e até contando com uma série de problemas técnicos e a fatídica cena em que o vocalista Bruce Dickinson, ao levantar a guitarra sobre o rosto, corta sua testa durante a execução de “Revelations”, momento este que segue sendo lembrado quatro décadas depois. Apesar de todos os problemas, o então quinteto fez história com um dos melhores shows da edição e pavimentou o caminho para uma linda história que começou a ser escrita ali e ainda renderia muitos momentos marcantes a partir daquela data. 1996 – Monsters of Rock com Blaze Bayley nos vocais Em 24 de agosto de 1996, o Iron Maiden retornou ao Brasil com Blaze Bayley nos vocais pela primeira vez. A banda trouxe a X-Factour, que divulgava o álbum The X Factor (1995), o primeiro sem Bruce Dickinson. A fase foi marcada por críticas mistas, tanto dos fãs quanto da mídia especializada. A maioria referente ao desempenho de Bayley ao vivo, que, segundo os fãs da época, performava bem nas músicas novas, mas tinha dificuldade em sustentar as de seu antecessor. A performance aconteceu no Estádio Pacaembu, em São Paulo, como parte do festival Philips Monsters of Rock, que contou também com Héroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Raimundos, Biohazard, Motörhead e Skid Row. Embora seja dito que o desempenho de Bayley ao vivo tenha se deteriorado conforme a turnê se estendia, relatos de fãs presentes no show de 1996 afirmam que o vocalista performou bem, apesar de se mostrar claramente mais confortável com as músicas que eram suas. 2009 – Show em Manaus e pré-estreia do documentário Flight 666 Em 2009, o Iron Maiden se apresentou pela primeira – e até então única – vez no sambódromo de Manaus. Na ocasião, a banda fez passeio de barco, visitou comunidades ribeirinhas e provou da comida amazônica. O show, que reuniu cerca de 25 mil pessoas, é considerado pelo empresário Rod Smallwood como um dos mais importantes da história do Iron Maiden. Já novamente com Bruce Dickinson nos vocais, o grupo apresentou seus maiores sucessos e cantou “Feliz Aniversário” para o baixista Steve Harris, que completava 53 anos. Também em 2009, o Iron Maiden escolheu o Brasil para fazer a pré-estreia oficial do documentário Flight 666. A sessão especial levou dezenas de fãs à porta do Cine Odeon, no Rio de Janeiro, e contou com a presença dos próprios integrantes da banda. 2024 – Despedida de Nicko McBrain dos palcos Da mesma forma que a apresentação na primeira edição do Rock in Rio entrou para a história da banda, a passagem mais recente também deixou marcas, desta vez emocionais. Em 7 de dezembro de 2024, no show de encerramento da The Future Past World Tour, no Allianz Parque, em São Paulo, o baterista Nicko McBrain realizava sua última apresentação com a banda, após anunciar na manhã daquele mesmo dia que iria se aposentar dos palcos. A principal razão para o músico ter tomado essa decisão foi um AVC sofrido em janeiro de 2023 e que deixou todo o seu lado direito do corpo paralisado do ombro para baixo, e mesmo com tratamentos e fisioterapia, ele teve uma notável queda de performance, precisando simplificar viradas e mudar sua forma de tocar. Sobre o show em si, o momento de maior comoção aconteceu durante o discurso de Bruce Dickinson antes da música “The Time Machine”: “Esta noite é muito especial, como alguns de vocês, acho que provavelmente todos vocês já sabem, porque esta manhã anunciamos, e Nicko anunciou, que está se afastando de tocar bateria ao vivo com o Iron Maiden”. A reação do baterista comoveu a todos: ele levou as duas mãos ao peito em sinal de agradecimento e não disse nada, mas em seu olhar era possível notar o quão emocionado estava, no que marcou a apresentação numa “celebração a ele e a alegria que trouxe para todos”. Menos de 24 horas após o show, a banda divulgou que Simon Dawson (British Lion) como seu substituto, cujo timing de anúncio deixou o baterista “chateado”, conforme ele contou ao Drum Talk TV: “A única coisa que me deixou um pouco chateado foi que pedi para eles não anunciarem o Simon até a segunda-feira. No domingo estava viajando de São Paulo para a Flórida. E eles iam fazer o anúncio quase imediatamente, e eu disse: ‘Dêem um

Evergrey anuncia saída do guitarrista Henrik Danhage após 21 anos
Notícias Evergrey anunciou nesta terça-feira, 07, a saída do guitarrista Henrik Danhage após 21 anos colaboração intermitente. Por meio das redes sociais, a banda sueca postou um comunicado. Leia abaixo: “Evergrey e Henrik decidiram, em comum acordo, seguir caminhos separados após 21 anos de colaboração intermitente. Chegou a hora de um novo capítulo para ambos. Desejamos o melhor um ao outro para o futuro e aguardamos ansiosamente por novas músicas de Evergrey e Henrik. Fiquem ligados.” Henrik Danhage se afastou das turnês da banda no outono passado. Durante a excursão de 2025 ao lado do Katatonia, ele foi substituído por Stephen Platt, integrante do Scar Symmetry. Em 2008, o músico se afastou para se concentrar em outros projetos e retornou à banda em 2014, sendo um dos principais colaboradores em álbuns, desde Hymns For The Broken (2014) até A Heartless Portrait (The Orphean Treatment), de 2022 . Evergreyvem ao Brasil para duas apresentações. A banda se apresenta em São Paulo no dia 22 de abril, no Manifesto Bar e no Bangers Open Air 2026 no sábado, 25. LEIA TAMBÉM: Evergrey anuncia show especial em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Michale Graves diz não poder mais atuar no cenário punk rock: “Sou odiado”
Michale Graves afirmou que não se vê mais inserido nas cenas punk e rock. O ex-vocalista do The Misfits explicou que enfrenta rejeição e ambiente hostil. Em entrevista ao Rock Talks, Graves disse que não pretende remarcar os shows no Reino Unido, recentemente cancelados devido às suas supostas ligações com a extrema-direita. Segundo ele, o clima se tornou inviável para apresentações. “Não, não há planos para isso. É um ambiente muito hostil, e esse é um dos motivos pelos quais mudei de rumo. Assinei com esta gravadora e estou fazendo o que estou fazendo — não porque eu não goste desse mundo, mas porque não existo mais no mundo punk, no mundo do rock, nesse mundo pesado. Sou odiado. Não consigo existir lá. Não posso colocar minha segurança física, a de ninguém, em risco. Tem sido horrível. E eu não quero fazer parte disso. Estou tentando construir coisas e unir as pessoas, e só vejo destruição, caos, violência e coisas horríveis, horríveis, das quais não farei parte” [transcrição via Blabbermouth]. “Eu amo as pessoas. E dediquei minha vida, meu talento e minhas energias ao serviço e ao dever de servir aos outros, espalhando o reino de Deus e, certamente, ajudando a trazer o reino de Deus a este mundo. Bem, como se faz isso? Fazendo exatamente o que estou fazendo. Converse com qualquer pessoa que tenha vindo a um encontro com fãs ou a um show do Michale Graves . Eu adoro conversar com as pessoas. Adoro ministrar a elas, seja tocando uma música ou conversando. Algumas pessoas querem orar, outras querem apenas me fazer perguntas. Mas nesses três minutos que passo com as pessoas, às vezes, a vida delas muda, e elas guardam esses momentos para sempre”, concluiu ele. O que gerou cancelamentos de shows Michale Graves As críticas ao artista aumentaram nos últimos anos. Parte do público reage às suas posições políticas e declarações públicas, e isso gerou cancelamentos de shows e pressão sobre eventos ligados ao músico. Graves recebe muitas críticas online de fãs de metal e punk rock por sua suposta ligação com o grupo de extrema direita Proud Boys e por declarar publicamente ser cristão. “A maioria dessas pessoas vive apenas online, nessa Matrix. Mas eu saio para o mundo real. O motivo de eu ter tanta confiança é porque sou irrepreensível, o que significa que não fiz nada que precise esconder. O que acontece é que as evidências que reuniram contra mim são interpretativas. Não há fatos nelas, nem há fundamento. Não se baseiam na verdade. Então, de muitas maneiras, não importa o que eu diga, porque nunca vai mudar a opinião dessas pessoas, já que elas já se decidiram, já me processaram. Já me julgaram”, disse Graves. Graves explicou: “Essas pessoas têm uma mentalidade punitiva. Elas acreditam que eu fiz algo tão horrível que estou inserido nesse ecossistema de insurreição — Proud Boys, 06 de Janeiro [data do ataque ao Capitólio dos Estados Unidos em 2021], Alex Jones [teórico da conspiração norte-americano de extrema-direita condenado pela justiça], cristãos, Infowars, Trump, todas essas coisas. E quando ouvem isso, simplesmente surtam. ‘Ah, você é um nazista. Você é racista’. E todo mundo entra em curto-circuito. Então, nenhuma palavra, nenhuma declaração, nada vai mudar a opinião dessas pessoas. Eu não quero debater com elas e não quero brigar com elas. Prefiro que elas venham, ouçam um pouco de música e curtam o som”. LEIA TAMBÉM: Doyle, guitarrista original do Misfits, confirma show único no Brasil Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Savatage: Jon Oliva faz atualizações sobre sua saúde e novo álbum da banda
O vocalista, tecladista e fundador do Savatage, Jon Oliva, trouxe novidades sobre seu estado atual de saúde, bem como o estágio atual do novo álbum da banda. O desejo do músico era iniciar as gravações em janeiro deste ano. Em postagem realizada no grupo do Facebook Savatage Legion, Oliva afirmou estar sofrendo “sérios problemas”, ainda decorrentes da queda sofrida em 2023, que fraturou sua vértebra T3 em três partes e o deixou em uma cadeira de rodas, impedindo ele de participar do histórico show de retorno da banda no Monsters of Rock 30 anos, em abril do ano passado. Jon ainda sofre de esclerose múltipla e doença de Ménière, que causa perda auditiva e sensação de ouvido tampado. “Venho enfrentando alguns problemas de saúde sérios e, no momento, estou considerando fazer uma cirurgia nas costas. A verdade é que, agora estou sentindo muita dor e não tenho conseguido cantar como deveria. Essa tem sido uma das coisas mais difíceis para mim. Também não posso mais viajar de avião, o que complicou bastante as coisas na hora sair por aí e fazer o que amo [shows]. Mas isso é importante e não me impediu. Na verdade, estamos buscando soluções para contornar essa situação”, escreveu [transcrição via Blabbermouth]. Problemas de saúde “não impediram” Jon Oliva de trabalhar em novo álbum do Savatage Sobre o novo álbum do Savatage, que possivelmente se chamará The Curtain Call, Oliva admitiu que muitos problemas ocorreram, mas que existe um trabalho conjunto da banda para que o material enfim seja lançado. O tecladista ainda agradeceu o apoio dos fãs e pediu para que “ficassem com ele” pois seu grupo ainda “não está perto de terminar”. “Sei que foi uma longa jornada. Provavelmente mais longa do que qualquer um de nós jamais imaginou. Houve atrasos, contratempos e muita coisa acontecendo nos bastidores. Algumas musicais, e problemas da vida, como sempre. Mas quero que vocês saibam de uma coisa diretamente de mim. Eu ainda estou aqui. E a música também. Tem havido muito trabalho. Sim, problemas de saúde me atrasaram às vezes, não vou mentir. Mas não me impediram. Pelo contrário, me deixaram ainda mais determinado a terminar o que começamos e trazer a vocês algo digno do nome e de tudo o que ele representa. Então, aqui está a verdade: as coisas estão caminhando. Talvez não na velocidade da luz, mas estão indo na direção certa. E quando chegar a hora, vocês saberão. Vocês ouvirão. E eu prometo, será algo especial. Obrigado por estarem comigo durante todo esse tempo. Nos altos, nos baixos e em tudo o que aconteceu entre eles. Ainda não terminamos e nem estamos em perto disso. Continuem comigo”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Por que Jon Oliva, do Savatage, não se apresenta mais ao vivo? Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Ilan Rubin explica como conseguiu vaga de baterista do Foo Fighters
O baterista Ilan Rubin explicou como entrou no Foo Fighters, após a saída de Josh Freese em 2025. O músico também comentou a troca de bateristas envolvendo o Nine Inch Nails. Em entrevista ao poscast Go With Elmo, Rubin revelou que recebeu um telefone de Dave Grohl. Na época, ele já se aproximava do fim de seus compromissos com o Nine Inch Nails, o que facilitou a mudança. “Bem, em algum momento recebi uma ligação do Dave [Grohl]. Conversamos sobre algumas coisas. Ele sabia que meus compromissos de turnê [com o Nine Inch Nails] estavam chegando ao fim na época, e eu estaria disponível depois disso. Sei que é uma forma um pouco vaga de dizer isso, mas há certa delicadeza aqui. Porque eu saí de uma banda com a qual toquei por quase 17 anos. Então, foi o fim de uma longa e extensa era para mim. E este novo capítulo tem sido incrível”, disse ele [transcrição via Blabbermouth]. O baterista destacou que a transição aconteceu de forma natural. Segundo ele, não houve negociação complexa ou planejamento prévio. A entrada no Foo Fighters surgiu quando a banda precisava de um novo integrante para os próximos shows. “[…] Eu realmente não falei sobre esse capítulo inteiro, então isso é uma novidade. Não que eu tenha algo a esconder, mas foi tipo, ‘Ei, você provavelmente não esperava ouvir de mim, mas tem algumas coisas acontecendo, e eu vi que sua última data é’ — seja lá quando for; o tempo é uma grande confusão, independentemente das bandas e turnês”, revelou Ilan. A troca de bateristas entre Foo Fighters e Nine Inch Nails Rubin também comentou a chamada “troca” de bateristas entre as bandas. Ele negou qualquer conspiração ou acordo entre os grupos. Para o músico, a situação foi apenas uma sequência lógica de acontecimentos. “Não há história nenhuma, honestamente. Acho que é algo muito lógico. Não havia nada por trás disso. E é muito lógico no sentido de que Josh tocou com o NIN de 2005 até o final de 2008. Fiz um teste em 2008, assumi os shows seguintes e fiquei com a banda até o verão passado. E como eu disse antes, quando entraram em contato comigo, todos estavam muito cientes de que eu tinha um compromisso até aquele momento, e perguntaram se eu faria algo depois”, disse ele. Com sua saída, o Nine Inch Nails trouxe de volta Josh Freese, que já havia tocado com o grupo no passado. Rubin explicou que essa escolha fez sentido, já que Freese já conhecia o repertório e não precisaria passar por um longo período de adaptação. “Em algum momento, por algum motivo, Josh deixou o Foo Fighters. Não é como se Josh já estivesse fora da banda e eles já estivessem conversando sobre isso. Nada disso aconteceu. Eles resolveram seus problemas. Precisavam de um baterista. E quando a situação ficou um pouco delicada em relação aos shows que aconteceriam em alguns meses, entraram em contato comigo. Como resultado de eu ter aproveitado a oportunidade, obviamente Nine Inch Nails precisava de um baterista. Além disso, Josh já tinha experiência, então foi muito lógico”, concluiu ele. Atualmente, o Foo Fighters se prepara para o lançamento do 12º álbum de estúdio, intitulado Your Favorite Toy, marcado para 24 de abril. A banda também se apresentará no Rock In Rio 2026 como headliner do Palco Mundo no dia 04 de setembro. LEIA TAMBÉM: Dave Grohl explica saída de Josh Freese do Foo Fighters: “Seguir em frente” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal