Entrevistas

The Mandrake Project é um álbum que tem muita profundidade, afirma Bruce Dickinson
Em uma entrevista recente ao Sopitas, o vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, falou sobre seu novo álbum solo, The Mandrake Project. De acordo com o cantor, este é um álbum que tem muita profundidade. Explicando o motivo de ter lançado Afterglow Of Ragnarok como o primeiro single do seu novo trabalho, Bruce disse: “Tínhamos uma variedade de opções que poderíamos ter escolhido para a primeira faixa. E eu gostei de ‘Ragnarok’ porque – poderíamos ter escolhido uma música que soasse um pouco mais convencional, um pouco mais de rock clássico. Mas eu não queria dar às pessoas a impressão de que o álbum era assim, porque as primeiras impressões são, infelizmente, muito importantes. Eu queria que as pessoas estivessem cientes de que este álbum era sombrio, pesado e também mais do que isso”. “Então, à medida que avançamos para o lançamento do álbum, acho que as pessoas vão descobrir que, ‘Uau, há muito mais acontecendo neste disco do que Afterglow Of Ragnarok’”, acrescentou. “Mas alguma coisa tem que vir primeiro. E essa foi a faixa que eu senti que talvez não fosse a música mais cativante do álbum – provavelmente a segunda ou terceira – mas é por isso que a lançamos primeiro, porque as pessoas ainda ficam maravilhadas, dizendo: ‘Oh meu Deus . Isso é ótimo’”. E completou: “Eu fico tipo, ‘Ok, bem, espere até ouvir o segundo. E espere até que haja um terceiro’. Porque este é um álbum que tem muita profundidade”. Confira a entrevista completa abaixo: The Mandrake Project foi lançado no dia 1 de março pela BMG. O full length é o sucessor de Tyranny of Souls, lançado em maio de 2005. O trabalho está disponível em vários formatos como CD, CD deluxe, CD digisleeve, vinil duplo e digital (download e streaming). Via: RockBizz

Shows no Brasil em 2024: agenda de rock e heavy metal
Os fãs brasileiros de heavy metal e rock and roll estão nas nuvens com as recentes turnês passando pelo país. Mas às vezes é difícil acompanhar todas as bandas que estão planejando vir ao Brasil e por isso o Wikimetal preparou essa agenda com todas as turnês confirmadas por aqui. Confira a lista completa – e em constante atualização. AcceptSão Paulo (01/05/2024) – Carioca Club – Clube do IngressoBelo Horizonte (15/05/2024) – Mister Rock – Clube do IngressoBrasília (17/05/2024) – Toinha Brasil Show – Clube do IngressoSão Paulo (18/05/2024) – Carioca Club – Clube do IngressoSanto André (19/05/2024) – Santo Rock – Clube do Ingresso BlessthefallCuritiba (18/05/2024) – Jokers – Clube do IngressoSão Paulo (19/05/2024) – Carioca Club – Clube do Ingresso Bruce DickinsonCuritiba (24/04/2023) – Live Curitiba – UhuuPorto Alegre (25/04/2024) – Pepsi On Stage – Bilheteria DigitalBrasília (27/04/2024) – Opera Halll – Bilheteria DigitalBelo Horizonte (28/04/2024) – Arena Hall – Bilheteria DigitalRio de Janeiro (30/04/2024) – Qualistage – Bilheteria DigitalRibeirão Preto (02/05/2024) – Quinta Linda – Bilheteria DigitalSão Paulo (04/05/2024) – Vibra – Uhuu BrujeriaSão Paulo (31/03/2024) – City Lights – Ingresse Dire Straits LegacySão Paulo (28/04/2024) – Vibra – Uhuu Eric ClaptonCuritiba (24/09/2024) – Ligga Arena – LivepassRio de Janeiro (26/09/2024) – Jeunesse Arena – LivepassSão Paulo (29/09/2024) – Allianz Parque – Livepass ExciterBelo Horizonte (04/04/2024) – Caverna Club – BilhetoBrasília (05/04/2024) – Toinha Brasil Show – Clube do IngressoSão Paulo (06/04/2024) – Jai Club – Bilheto ExodusCuritiba (22/04/2024) – CWB Hall – BilhetoBelo Horizonte (24/04/2024) – Mister Rock – Bilheto Iron MaidenSão Paulo (06 e 07 de dezembro) – Allianz Parque – Livepass JinjerPorto Alegre (30/11/2024) – Bar Opinião – Jinjer-Metal.comCuritiba (01/12/2024) – Tork and Roll – Jinjer-Metal.comBelo Horizonte (03/12/2024) – Mister Rock – Jinjer-Metal.comBrasília (05/12/2024) – Toinha – Jinjer-Metal.comRio de Janeiro (07/12/2024) – Circo Voador – Jinjer-Metal.comSão Paulo (08/12/2024) – Terra SP – Jinjer-Metal.com Lollapalooza 2024São Paulo (22, 23 e 24 de março) – Autódromo de Interlagos – Lollapaloozabr.com MegadethSão Paulo (18/04/2024) – Espaço Unimed – Ticket 360 New Model ArmySão Paulo (06/06/2024) – Fabrique Club – Clube do IngressoSão Paulo (08/06/2024) – Carioca Club – Clube do IngressoCuritiba (07/06/2024) – Jokers – Clube do IngressoRio de Janeiro (09/06/2024) – Circo Voador – Eventim Rhapsody Of FireSão Paulo (09/05/2024) – Carioca Club – Clube do Ingresso Royal BloodSão Paulo (13/04/2024) – Audio – LivepassRio de Janeiro (16/04/2024) – Circo Voador – Livepass Summer Breeze Brasil 2024São Paulo (26, 27 e 28 de abril) – Memorial da América Latina – Clube do Ingresso TurnstileSão Paulo (15/04/2024) – Tokio Marine Hall – TicketmasterRio de Janeiro (16/04/2024) – Sacadura – Ticketmaster VIPERSão Paulo (30 de março) – Sesc Belenzinho – Sesc Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Categorias: Listas Notícias Via: Wiki Metal

Testament: ‘The Legacy’ e ‘The New Order’ são lançados em CD no Brasil pela primeira vez
Notícias Pela primeira vez, os dois primeiros discos do Testament estão sendo lançados no Brasil em CD. Os discos The Legacy e The New Order, que introduziram ao mundo um dos grandes nomes do thrash metal, estão disponíveis nas principais lojas em edição nacional. Lançados no final da década de 80, antes da popularização dos CDs, os dois discos nunca haviam sido oficialmente lançados no Brasil, estando disponíveis apenas em edições importadas, mais caras e difíceis de encontrar. Agora, os fãs e colecionadores poderão adquirir os discos, que são considerados até hoje os melhores e mais clássicos da banda. O lançamento é também em formato especial, sendo acompanhado por luva slipcase. Ambos os discos foram gravados pela mesma formação da banda, liderados pelo vocalista Chuck Billy e com produção de Alex Perialas. O lançamento acontece pela iniciativa do Wikimetal com Oporto da Música, que continua trazendo mensalmente ao mercado brasileiro diversos títulos que não estavam mais disponíveis, e mesmo alguns que nunca haviam sido lançados no país. Os novos títulos se juntam a diversos discos já lançados pela parceria, de bandas como Van Halen, Twisted Sister, Whitesnake, Metal Church, Overkill, entre muitos outros. The Legacy e The New Order já estão disponíveis nas principais lojas e online via Wikimetal Store. Via: Wiki Metal

Guns N’ Roses: Appetite For Destruction entra para o Grammy Hall Of Fame
O clássico álbum de estreia do Guns N’ Roses, Appetite For Destruction, é uma das 10 gravações que entraram para o Grammy Hall Of Fame nesta quarta-feira (20). As adições deste ano incluem quatro álbuns e seis singles que apresentam significado qualitativo ou histórico e têm pelo menos 25 anos. As gravações serão homenageadas em um concerto no dia 21 de maio no NOVO Theatre em Los Angeles, Estados Unidos. “Os artistas, compositores, produtores e engenheiros que compuseram as gravações empossadas deste ano são um reflexo do talento absoluto e do trabalho árduo necessário para criar uma música tão seminal”, diz Michael Sticka, presidente/CEO do Grammy Museum. “É um privilégio poder receber estas novas adições ao nosso distinto catálogo e celebrar as gravações na nossa gala inaugural no dia 21 de maio”. Além de Appetite For Destruction, as gravações introduzidas no Grammy Hall Of Fame de 2024 incluem Miseducati Lauryn Hill, de Lauryn Hill; 3 Feet High and Rising, do De La Soul; I Feel Love, de Donna Summer; What a Fool Believes, do Doobie Brothers e mais. Veja a lista completa dos álbuns incluídos no Grammy Hall Of Fame aqui. Via: RockBizz

A banda favorita que ninguém imagina de Ritchie Blackmore
Notícias Ritchie Blackmore surpreendeu em live no instagram ao revelar que sua banda favorita é o quarteto sueco ABBA. A banda de sucessos como “Dancing Queen” e que inspirou o musical Mamma Mia e alguns filmes é considerada pelo guitarrista do Deep Purple e do Rainbow a melhor de todos os tempos. Descobrir a banda favorita de um músico pode dar pistas dos gostos e influências dele. Mas a pergunta muitas vezes pode trazer surpresas com essa. Richie contou como descobriu o gosto dos parceiros do Rainbow que também gostam de ABBA em uma história engraçada: “Estávamos em um castelo na França tentando compôr o ‘Long Live Rock ‘N’ Roll’ (do Rainbow). Estávamos todos muito entediados. Sentados ao redor da lareira – Cozy Powell, eu e Ronnie James Dio – e nós estávamos ficando um pouco irritados porque não estávamos tendo nenhuma ideia. E Cozy disse: ‘Ok, tenho que confessar.’ E olhamos para ele, porque estávamos bebendo, como sempre, e dissemos: ‘Você tem que confessar o quê?’ Ele disse: ‘Você está pronto?’ Eu disse: ‘Sim’. Ele disse: ‘Eu gosto do ABBA.’ E eu disse: ‘Oh meu Deus. Eu amo o ABBA.’ E então Ronnie disse: ‘Sim. Eu também.’ Clube dos fãs do ABBA Por incrível que pareça o mundo do metal tem vários amantes do quarteto sueco. Corey Taylor do Slipknot em uma entrevista ao New York Times em 2021 declarou seu amor à banda. “Eu lembro de ouvir a música do ABBA. Parecia que estava sempre tocando e era claramente diferente de todo o resto. Tinha uma produção exuberante de espectro completo que parecia e soava grande. Eram apenas quatro pessoas, mas essas músicas soavam como se estivessem mil pessoas sendo gravadas. A matemática não bateu para mim.”, declarou o músico. Na lista de fãs do ABBA, entram Dave Grohl do Foo Fighters, e Johannes Eckerstrom, do Avatar. Outro na lista é Gene Simmons, do Kiss, que contou uma vez: “Se estou andando no meu carro e a música do ABBA toca, eu aumento o volume e isso é um sinal de grandeza. Composição inegável. Você simplesmente não pode tocá-la. É por isso que tenho que escolher o ABBA porque é simplesmente inegável.” LEIA TAMBÉM: Deep Purple lança videoclipe de “Smoke On The Water” Via: Wiki Metal

Avenged Sevenfold compartilha videoclipe de Cosmic
O Avenged Sevenfold acaba de compartilhar o videoclipe, dirigido por Chris Hopewell, de Cosmic. A faixa faz parte do álbum mais recente da banda, intitulado Life Is But A Dream, lançado em junho de 2023 pela Warner. Escrito e gravado ao longo de quatro anos, Life Is But a Dream foi inspirado na filosofia de Albert Camus. Por isso, as letras estão enraizadas no existencialismo e no absurdo. Entre as palhetas acústicas leves que abrem Game Over e os sons teatrais de piano da faixa-título de encerramento, Avenged Sevenfold torce, vira e se contorce através de compassos variados. Confira o clipe de Cosmic abaixo: Via: RockBizz

Claustrofobia e The Damnnation juntos em turnê nos Estados Unidos
Claustrofobia e The Damnnation iniciam amanhã, dia 20 de março, uma mini turnê nos Estados Unidos. Serão três shows onde as bandas irão dividir o palco pela primeira vez, passando por Mesa, AZ (20/03), San Diego, CA (22/0) e Tucson, AZ (23/03). A banda americana Scars of Atrophy será a convidada especial para abrir os shows. O Power trio feminino está muito animado com a primeira turnê americana: “Estamos bem felizes em poder fazer esses shows juntos, após muitos anos de planejamento. O Claustrofobia sempre nos apoia, desde nosso começo, e poder dar esse próximo passo da banda com eles é o máximo!” The Damnnation continua promovendo seu álbum de estreia Way Of Perdition, lançando um som versátil que mistura várias vertentes do metal extremo e dá vida ao thrash oldschool. A banda irá continuar a turnê pelos Estados Unidos, com mais três marcados – Tucson, AZ (24/03), Wilkes Barre, PA (29/03) e Allentown, PA (30/03). Claustrofobia canaliza sua energia do heavy metal com uma sólida carreira no Brasil, América do Sul, Europa e Estados Unidos. Atualmente morando nos Estados Unidos, o power trio segue promovendo o último disco, Unleeched, acumulando ótimas críticas da mídia especializada. Via: RockBizz

Radar RockBizz: Sepultura do Brasil do melhor ao pior
Olhar para a história do Sepultura, é olhar para a cena heavy metal brasileira em sua forma mais pura. Muitos grupos vieram antes e depois dos caras, mas rigorosamente nenhum conjunto conseguiu o êxito e a proeza de atuar e, ao mesmo tempo, ser vanguarda na cena pesada estrangeira, na casa dos gringos. De Korn a Slipknot, de Hatebreed a Gojira, a lista de bandas que beberam – e bebem – na fonte brasileira é enorme; o híbrido de thrash/death metal e nuances e dinâmicas latinas é reverenciado por nomes como Corey Taylor, Dave Grohl e Jonathan Davis. Sendo assim, de certo modo, a vasta discografia do Sepultura pode parecer assustadora para o público não iniciado, portanto, propomos um mergulho na carreira do quarteto, apontando o que vale conferir e o que pode ficar, digamos, para depois. Comece com: Chaos A.D. (1993) Como diria Jigsaw, personagem da franquia Jogos Mortais: ‘Que os jogos comecem’! Bem, se é para começar, então que seja com os dois pés na porta. O quinto registro de estúdio da banda marcou de vez o nome Sepultura como uma potência mundial do metal. O som é uma amálgama de metal, hardcore e música brasileira, ou seja, é o Sepultura em seu estado mais puro. Faixa de destaque: Refuse/Resist. Depois experimente: Quadra (2020) Após saborear o material noventista, vale dar um salto na linha do tempo e curtir o mais recente registro de estúdio do quarteto, o Quadra. É interessante contemplar o quão madura, expansiva e técnica se tornou a arte da banda. Se fosse um conjunto picareta, as canções seriam um Ctrl+C e Ctrl+V de outrora, contudo, neste trabalho, a turma conseguiu manter a identidade e caminhar por novas trilhas. Faixa de destaque: Guardians of Earth. Não perca: Machine Messiah (2017) O material lírico e trabalho gráfico giram em torno da robotização da nossa atual sociedade, porém, longe dessa pegada mecânica do conceito do disco está a performance dos músicos, pois vibram criatividade, energia e peso. A produção quente e viva de Jens Bogren permite que o repertório ganhe ainda mais potência no player dos fãs. Faixa de destaque: Phantom Self. Também recomendamos: Beneath the Remains (1989) Se quiser sentir como era o trabalho dos meninos na década 1980, quando começaram a se descolar do thrash/death metal estrangeiro, Beneath the Remains é a pedida mais que certeira. O material ainda possui uma crueza atroz, no entanto, é possível perceber a vontade de Andreas Kisser (guitarra) e Cia em expandir as fronteiras musicais e desmamar de Venom, Celtic Frost, Slayer, Possessed e afins. Faixa de destaque: Inner Self. Vale a pena escutar: Arise (1991) O disco oferece ao ouvinte uma base do que o Sepultura se transformaria nos anos seguintes: a vanguarda do groove metal. A paleta musical é diversificada, já que há, por exemplo, espaço para ritmos acelerados e cadenciados. Além disso, o trabalho de guitarra é mais profundo, o que é perceptível em uma breve passada de ouvido nos três singles Dead Embryonic Cells, Under Siege (Regnum Irae) e a música tema do álbum. Faixa de destaque: Dead Embryonic Cells. Fora da curva: The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (2013) O título do álbum é bacana e o quê sombrio que permeia todo o tracklist pode soar interessante, dependendo de seu estado de espírito. Porém, no resumo de ópera, a audição é morosa e não há nenhum momento em que você se pega aumentando o volume do player de modo instintivo. O disco soa como se o Frank Zappa tivesse se embrenhado pelas vielas do metal, ou seja, o material é meio caótico e difícil de penetrar; tem que estar bastante alinhado a este tipo de som para sacar tudo que The Mediator… tem a oferecer. Faixa de destaque: The Age of the Atheist. Evite: A-Lex (2009) Inspirado no livro de Anthony Burgess, Laranja Mecânica, A-lex é uma obra rica em texturas, camadas sonoras e experimentações, tal qual o romance distópico lançado nos anos 1960. Porém, a viagem musical é exaustiva e, vez ou outra, pinta aquela vontade de mudar para a próxima faixa na esperança de ver o disco decolar, coisa que não acontece em nenhuma de suas dezoito canções. Faixa de destaque: We’ve Lost You!. Via: RockBizz

Entrevista Rancore: banda fala sobre reunião, planos futuros e diversidade musical
Entrevista por Marcela Lorenzetti e Yannick SasakiTexto por Yannick Sasaki Na última sexta-feira, 15, o Wikimetal esteve na rádio 89 FM para entrevistar o Rancore. A banda se reuniu mais uma vez, saindo do hiato que entraram em 2014. Além do show no Lollapalooza 2024, na próxima sexta-feira, 22, a turnê conta com datas por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiania, Ceará, Paraíba, Sergipe, Bahia e Espirito Santo.A banda se viu ganhando mais popularidade desde o início do hiato, conquistando novos ouvintes e lotando datas em todas as oportunidades em que se reuniram nesses últimos anos, se reencontrando com seu público tão visceral nas principais capitais do Brasil. Teco Martins (vocal), Candinho Uba (guitarra), Gustavo Teixeira (guitarra), Rodrigo Caggegi (baixo) e Ale Iafelice (bateria) conversaram com a nossa equipe e contaram mais sobre a turnê relâmpago que estão fazendo por todo o país, planos futuros, conexões e diversidade musical. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Quão emocionante e recompensador é reencontrar um público ainda mais apaixonado toda vez que vocês se reúnem? Teco Martins: Ah, é muito forte! É uma catarse coletiva ali, eu acho que fica um sentimento represado, tanto nosso, quanto das pessoas, né? Acho que essa urgência de saber se a banda volta, será que não volta? Nunca mais vai voltar… Voltou! É fugaz, né? Então, eu acho que gera um sentimento de urgência e de explosão, como se fosse a explosão de um vulcão, e não só do público com a gente, claro, que é uma resposta, uma troca de energia ali, né? Reencontrar aquelas pessoas que são tão importantes, valiosas, né? Irmãos de caminhada na sua vida, é até difícil colocar em palavras, mas é muito especial, muito gratificante e um privilégio poder viver tudo isso. Rodrigo Caggegi: É incrível! É bem legal também ver a galera nova, é muito bacana ver todas as pessoas que iam no show, lá quando a banda estava na ativa, e ver muita gente nova também. Galera na faixa dos 20, poucos anos, que na época tinha uns 12. Então isso é muito louco pra mim, pra todos nós, ver esse público novo que acompanhou a banda, mesmo a banda parada ali, felicidade total para nós e gratidão demais aí para todo o público que acompanha a banda, seja o público novo, seja a galera das antigas. WM: Quais são os planos do Rancore agora que assinaram com a Balaclava Records? Os fãs podem esperar por novidades? Vem por aí um álbum novo, um EP, um single, qualquer novidade para os fãs? Candinho Uba: A gente quer fazer coisa nova, essa é a ideia principal. Mesmo eu achando, particularmente, que nosso material envelheceu muito bem nesses quase 10 anos, você nunca sabe se vai ficar datado, né? E eu acho que não ficou, mesmo assim queremos muito fazer coisa nova, não sabemos se será um álbum, um EP… Hoje mesmo a gente sai daqui e vai para o ensaio, a gente tá trocando muita ideia, conversando muito sobre o que pensa cada um, o que cada um tem na cabeça, o que imagina, o que acha legal desse tempo que passou, olhando para trás mesmo e revendo as músicas e o trabalho e o que é especial com o olhar de hoje. Ainda é um pouco cedo para dizer o que vai ser de fato, mas sim, fazer coisa nova é a nossa maior vontade. WM: Hoje quais são as principais influências da banda? TM: Aí entramos em um tópico complexo, porque aonde a gente vai encontrar a intersecção entre nós, né? Acho que o grande desafio de compor as músicas novas é esse, porque cada um, ao longo desses anos, caminhou por estradas bem diversas, mas acho muito rico isso, essa pluralidade de influências, eu acho que pode resultar em algo único. Nota do autor: Teco indicou o cantor e guitarrista malinês Ali Farkatouri, Candinho escolheu Aphex Twin, Gustavo citou a extinta banda Title Fight, Rodrigo foi de Dexter, lenda do rap nacional, enquanto Ale recomendou blink-182. WM: Quais bandas vocês mais querem ver no Lollapalooza 2024? Rancore: blink-182, Arcade Fire, The Offspring, Baiana System, Marcelo D2 e Dexter. WM: Qual cidade vocês estão mais ansiosos para revisitar nessa turnê relâmpago? TM: A turnê começou semana passada em Florianópolis e Porto Alegre, ambas datas com ingressos esgotados, casa cheia, foi forte. Mas também acendeu o que não é só a parte gostosinha de fazer turnê, turnê é uma coisa puxada, exige físico, exige concentração, exige paciência. O Oxigênio Festival, os shows do Hangar 110 foram em São Paulo, então não teve todo esse lance de pegar avião, esperar, check-in no hotel, fazer passagem de som, dorme fora, ter que correr pra despachar malas e instrumentos para o avião, comer fora do horário… exige um preparo físico, emocional e espiritual também. Mas para mim, de fato, o que mais faz valer a pena é que eu também tenho essa oportunidade enquanto eles estão desmontando os equipamentos, muitas vezes consigo ir na galera conversar com as pessoas. Gosto muito de fazer isso e você sentir mesmo a emoção das pessoas, a gratidão das pessoas, a felicidade, o choro, o riso, o abraço no fim do show, ver que você ajudou a proporcionar isso com algo que você acredita, no caso com a nossa música. Isso é algo que para mim vale mais que qualquer cachê. Em cada lugar você notar as diferenças culturais, a riqueza cultural do nosso país, como cada público reage às mesmas músicas, mas acabam sendo diferentes pela interação do público. Você também ter essa oportunidade de viajar num país tão rico culturalmente quanto o Brasil e viver isso é sensacional, é um privilégio gigante, uma riqueza realmente imensurável. WM: Qual o show mais marcante da adolescência de vocês, que fez virar a chavinha e brotar a vontade de ter uma banda? Ale Iafelice: Tenho um show bem marcante, que foi o primeiro show que fui ao Hangar 110,

Cinebiografia de Ozzy Osbourne: filhos opinam sobre quem deveria interpretar Ozzy e Sharon
A cinebiografia de Ozzy Osbourne, anunciada em 2021, foi tema de conversa durante o podcast dos irmãos Osbourne, onde Kelly Osbourne e Jack Osbourne discutiram possíveis atores que poderiam interpretar o tão amado casal Ozzy e Sharon Osbourne. “Quem vocês querem que interpretem vocês?”, questionou Jack, levando sua irmã Kelly a dizer: “Sei quem quero que interprete a mamãe — Florence Pugh. Acho que Florence Pugh faria um trabalho fantástico”. A atriz de 28 anos, recentemente estrelou o aclamado pela crítica Duna: Parte Dois, assim como o vencedor do Oscar de Melhor Filme, Oppenheimer. Sharon acrescentou: “Acho que Florence Pugh ou a garotinha de Game of Thrones.” referindo-se a Maisie Williams. Quem interpretaria Ozzy em sua cinebiografia? Jack sugeriu: “Você sabe quem quero que interprete o papai? Bill Hader.” Ele continuou: “Todo mundo pensa que estou louco até que eu mostre uma foto lado a lado, e a habilidade desse cara de se transformar.” Jack então mostrou ao pai uma fotografia do ator de comédia americano, ao qual Ozzy respondeu: “Vai se foder!” Sua esposa discordou, concordando repetidamente com Jack e dizendo: “Acho que ele poderia arrasar.” No momento não existem atualizações recentes sobre o desenvolvimento do filme biográfico, no entanto, segundo o podcast dos Osbournes, ele está definido para explorar o relacionamento do famoso casal de 1979 a 1999, cobrindo o surgimento da carreira solo de Ozzy após a saída do vocalista do Black Sabbath. Ozzy fez um comentário incisivo durante o programa sobre o projeto estar estagnado, dizendo: “Quando terminarmos este filme, estarei morto.” Clique aqui para acompanhar o podcast e assista aqui ao episódio completo: LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne diz que “conhecer Paul McCartney foi como encontrar Jesus Cristo” Via: Wiki Metal

Brian Johnson e Steven Tyler na nova música de Slash; veja o clipe
Slash reuniu Brian Johnson e Steven Tyler em sua nova música. O single faz parte do segundo álbum do guitarrista do Guns N’ Roses que será lançado no dia 17 de maio. A música é um cover do cantor e guitarrista americando Howlin’ Wolf. Orgy of The Damned é um disco de covers de blues com participação de Chris Stapleton, Demi Lovato, Dorothy, Paul Rodgers, Gary Clark Jr, Billy Gibbons, Chris Robinson, Beth Hart, Tash Neal e Iggy Pop, além dos já citados Brian Johnson e Steven Tyler. A canção “Killing Floor” que conta com Brian Johnson do AC/DC nos vocais e o líder do Aerosmith na gaita foi escolhida como primeiro single do projeto. Brian Johnson no vocal Em entrevista para o Audacity Check In, Slash comentou como surgiu a participação de Brian. “Eu tinha a música e estava tentando pensar em quem seria ótimo para cantá-la. E Brian veio à mente. Eu conheço Brian há muito tempo. E ele simplesmente tem aquele tipo de garra na voz. Eu liguei para ele e descobri que ele é um grande ‘protégé’ do Howlin’ Wolf” Slash continuou a conversa e acrescentou: “E é isso que você procura, quando liga para qualquer um desses grandes artistas e tem um cover que deseja fazer. E se eles estiverem dispostos a participar, a música fala com eles, isso tem significado para eles também, não só para mim. E foi assim com Brian. Ele estava tipo, ‘bom pra caramba. Sim, vamos fazer isso.” (via NME) Para a Rolling Stone, Brian Johnson comentou a versão dele da história. “Quando o Slash me pediu para cantar em ‘Killing Floor’ eu imediatamente disse sim. Foi uma das primeiras músicas que aprendi na minha primeira banda, e quando ele me mostrou a base, não tive dúvidas. E a gaita do Steven é tão incrível. Me diverti demais com o Slash no estúdio, e acho que fizemos justiça à essa ótima música antiga”, comenta Brian Johnson. Steven Tyler na gaita Como se já não bastasse Brian Johnson no vocal e Slash na guitarra, o cover de “Killing Floor” ainda conta com Steven Tyler tocando gaita. Sobre essa questão, o guitarrista nem se recorda muito bem como aconteceu, se já estava combinado que Tyler tocaria gaita, ou se simplesmente tinha uma gaita com ele, porém Slash ficou bem feliz de ser algo mais improvisado e espontâneo, algo raro de acontecer em uma gravação de álbum atualmente. Veja o clipe de “Killing Floor” Capa do álbum ‘Orgy of The Damned’, do Slash. Crédito: Divulgação Slash – Orgy of The Damned The Pusher (feat. Chris Robinson) Crossroads (feat. Gary Clark Jr.) Hoochie Coochie Man (feat. Billy Gibbons) Oh Well (feat. Chris Stapleton) Key To The Highway (feat. Dorothy) Awful Dream (feat. Iggy Pop) Born Under A Bad Sign (feat. Paul Rodgers) Papa Was A Rolling Stone (feat. Demi Lovato) Killing Floor (feat. Brian Johnson) Living For The City (feat. Tash Neal) Stormy Day (feat. Beth Hart) Metal Chestnut LEIA TAMBÉM: Slash quase sabotou o clássico “Sweet Child O’ Mine” do Guns N’ Roses Via: Wiki Metal

Mr. Big divulga vídeo de Alive and Kickin’ (Live at the Budokan 2023); assista
O Mr. Big acaba de divulgar o vídeo ao vivo de Alive and Kickin’ (Live at the Budokan 2023) filmado em julho de 2023 em Tóquio, Japão, durante a turnê The Big Finish. A turnê será a última da carreira da banda que, desde que o baterista original Pat Torpey perdeu a batalha contra a doença de Parkinson em 2018, sente que é hora de marcar o fim deste capítulo de seu legado. A primeira etapa começou no Japão e no Sudeste Asiático em julho e agosto de 2023, onde a banda se apresentou para centenas de milhares de fãs em 11 shows com ingressos esgotados, incluindo o Budokan em Tóquio. Já a segunda etapa começará em 19 de março no Reino Unido e irá passar pela América Latina em abril, incluindo dois shows no Brasil. Para substituir Torpey nos shows de despedida, o Mr. Big recrutou o baterista Nick D’Virgilio (Spock’s Beard, Bi Big Train). Confira o vídeo ao vivo de Alive and Kickin’ abaixo: Via: RockBizz

Berço do heavy metal: Pub onde o Black Sabbath fez seu primeiro show é tombado no Reino Unido
The Crown, pub histórico em Birmingham, Reino Unido, onde o Black Sabbath fez seu primeiro show, garantiu o status de “edifício classificado”, ou seja, foi tombado devido a temores de que pudesse ser destruído. O local, também considerado como o berço do heavy metal, era um dos edifícios em risco na Station Street. Ele está localizado na mesma rua do cinema em funcionamento mais antigo do Reino Unido, o Electric, que foi fechado na semana passada. Mais de 15 mil pessoas assinaram uma petição, pedindo para que a rua fosse salva e considerada como “um local de orgulho cívico, valor cultural e bem histórico” (via The Guardian). O pub foi construído em 1881 e já foi palco de apresentações de alguns dos maiores nomes do rock. Além do Black Sabbath, bandas como Thin Lizzy, The Who, Supertramp, Duran Duran, Status Quo e Judas Priest marcaram presença no local no início de suas carreiras. Via: RockBizz

Angel Du$t e No Warning rasgam a Jai entre stage dives e calor extremo
Texto por Thiago Vidal O anúncio repentino de que duas bandas da cena hardcore norte-americana viriam ao Brasil para algumas datas me pegou totalmente desprevenido. Angel Du$t com o lançamento recente do ótimo, diferente e desprovido de rótulos Brand New Soul. O álbum, que em si é uma homenagem ao hardcore, e mostra o quanto o gênero ainda pode ser inventivo, aproveitando o momento de libertação que a cena vive e mostrando um som bem equilibrado entre o pop e o muito agressivo tipo de música de onde vem as raízes da banda. No Warning, uma das pioneiras da cena em Toronto, com seu som mais clássico dentro do hardcore punk e influências próximas do NYHC, teve uma ascensão meteórica e dissolução ainda no início dos anos 2000, reagrupando no fim da última década. Era a oportunidade de assistir duas apresentações que, convenhamos, além da dificuldade em pisar em solo brasileiro, o retorno é muito complicado, levando em consideração o truncado mercado de shows do nosso país e cada vez mais a extinção das produtoras menores que valorizam a pluralidade em detrimento ao lucro. A noite no Jai Club, em São Paulo, começou com um atraso de 30 minutos mas foi um contratempo positivo, o tempo de espera fez com que mais pessoas estivessem presentes para conferir o som da Joker. Hardcore paulistano, sem enrolação, com riffs que trazem uma sonoridade mais old school que mescla bem as influências do crossover thrash e hardcore nova-iorquino da do grupo, tudo isso com a mistura brasileira, o gingado, a violência e o sabor do terceiro mundo, o quinteto entregou um show com peso. Enquanto a roda ainda estava tímida mas os braços já estavam rodando, os 2step de aquecimento já rolavam e o calor ainda não era tão intenso, a banda pôde mostrar os primeiros trabalhos recém gravados ao vivo. Os coringas ainda tem muito a contribuir com essa nova onda de bandas que fazem o hardcore ser o hardcore em SP. Stomp entrou com a responsabilidade de manter tudo sob controle e durante alguns momentos os pulos de cima do palco estavam acabando com as pessoas se chocando contra a parede da casa, acho que isso chega próximo do que foi o show dos caras ao vivo. O vocal rasgado do Lucas, vocal da banda, e o baixo extremamente crocante do José Vinicius deram o tom do show que além de rápido foi muito bem executado. Em ”Explanations”, faixa do Tropichaos, a banda a entregou o coração no palco pro público com punhos marcados em X de caneta levantados no ar. Os shows ficam marcados também por uma aderência mais baixa do público, que em parte, preferiu chegar para os “atos principais”. O hardcore é uma cena de nicho no Brasil, totalmente baseada no faça você mesmo, já num país de terceiro mundo que marginaliza tudo o que se recusa a aceitar, talvez uma casa lotada fosse o mínimo para apreciar as bandas que fazem o trabalho de manter a cena viva e ativa no nosso solo. Uma das primeiras frases que Ben Cook, vocalista do No Warning, disse ao subir no palco foi que queria que todos fossem pra frente. Ele queria ver os rostos, sentir a presença da massa e a resposta foram pulos do palco, colisões entre cabeças e a caixa de som que ficava presa ao teto e entrega completa do primeiro ao último som. A banda fez um passeio por todos os lançamentos, com destaque pro impecável I’ll Blood, disco de 2002, com sonoridade clássica que ao vivo só acentua o poder dos caras. O minuto final de “Short Fuse” foi de caos dentro da casa, entre braços girando, versos gritados e punhos no ar. Chegada a hora do esperado último ato, Angel Du$t se preparava para entrar enquanto “Muck Motors”, do último trabalho de estúdio, servia como intro pro que seria o show mais caótico e pesado da noite. Um dos personagens principais da noite, o calor, já tinha quase um efeito psicotrópico no espaço apertado e derretido da pista – talvez isso tenha contribuído para que ninguém ficasse parado um só instante durante uma hora inteira. Abrindo o show com os riffs apressados de “Toxic Boombox” transformando todo o espaço num grande mosh pit, seguido da trinca “Brand New Soul”, “Love Slam” e “Space Jam” mostrando quão rápidas e rasgadas são as faixas do Brand New Soul ao vivo, álbum lançado no final do ano passado e um dos melhores e mais autênticos de 2023. Dividindo o mic com quem se atrevia a ficar em frente ao palco, Justice Tripp, vocal e frontman do Angel dividia o tempo entre cantar, dançar e dizer que num show de hardcore algumas coisas saem do lugar, enquanto a equipe trocava um microfone que tinha acabado de ser destruído por um fã dando stage dive. A noite ainda guardava um encerramento que vai ficar na memória, durante “Set Me Up”, faixa de encerramento da set, várias minas subiram ao palco pra gritar os versos “When I needed you, you were nowhere around/ You set me up to knock me down/ Fuck you, you were nowhere around”. Angel Du$t encerrava sua primeira passagem no Brasil saindo do palco com alguns agradecimentos rápidos. O momento é brilhante, de renovação e aceitação. Em uma única noite foi possível ver que existe um espaço de criação muito mais amplo se comparado ao começo do movimento, essas bandas coexistem e se complementam. Foi presenciado na Jai Club o encontro de gerações, de vertentes diferentes mas que utilizam da mesma linguagem, mantém o mesmo ethos e as mesmas convicções, isso mostra o que o hardcore realmente é, e o porquê de ser tão emocionante. Nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti também foi ao show e registrou a noite. Confira nossa galeria de fotos abaixo: Joker em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti No Warning em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti No Warning em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti No Warning em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti

Within Temptation: Sharon den Adel viaja para Ucrânia para filmar o clipe do novo single A Fool’s Parade
No dia 05 de abril, o Within Temptation lançará seu novo single, A Fool’s Parade, que marca uma colaboração com o talentoso produtor ucraniano Alex Yarmak. De acordo com um comunicado (via Blabbermouth), a música “destaca a pretensão da Rússia em relação à guerra e condena as suas mentiras, crimes contínuos e intenções brutais”. A Fool’s Parade, prévia da aguardada Bleed Out 2024 Tour, é uma expressão poderosa do “compromisso do Within Temptation de continuar lançando luz sobre a luta existencial em curso que a Ucrânia enfrenta contra a cruel invasão da Rússia”. Para a gravação do clipe, a vocalista Sharon den Adel está atualmente em Kiev, Ucrânia. O vídeo está sendo dirigido pelo renomado diretor ucraniano Indy Hait. Veja algumas fotos da gravação abaixo: O álbum mais recente do Within Temptation, intitulado Bleed Out, foi lançado em outubro de 2023 pelo próprio selo do grupo, Force Music Recordings. A banda será umas das atrações do festival Summer Breeze Brasil que acontecerá nos dia 26, 27 e 28 de abril no Memorial da América Latina em São Paulo. Via: RockBizz

Charlie Benante afirma que existe possibilidade da atual formação do Pantera lançar um álbum ao vivo
O baterista Charlie Benante afirmou, durante entrevista ao podcast The Vinyl Guide, que existe possibilidade da atual formação do Pantera lançar um álbum ao vivo. A reunião do grupo, que além de Benante conta com os dois integrantes da formação clássica, Phil Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo), e Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne), saiu do papel em 2022. Desde então, a banda vem tocando pelos Estados Unidos, Europa e América Latina e fazendo a alegria dos fãs por onde tem passado. “Sim. Nós conversamos sobre isso. Veremos”, disse o baterista sobre um possível álbum ao vivo. “Gravamos muito, e provavelmente é só passar um tempo com isso e ver quais shows são bons, ou pegar uma música de cada show e compilá-la para um disco ao vivo. Eu adoraria fazer isso”. O músico continuou falando sobre sua participação no retorno do Pantera: “Para mim, o Pantera é algo muito especial. Acho que é uma daquelas oportunidades de homenagear seus amigos, tocar algumas músicas que você ama e dar ao público a chance de ouvir essas músicas novamente, algumas pessoas nunca tinham visto o Pantera antes”. E acrescentou: “E sim, eu sei que este não é o Pantera original. Eu tenho que ser um idiota para não saber disso. Esta versão do Pantera, claro, com Zakk e eu, estamos permanecendo fiéis ao que a banda era”. Confira a entrevista completa abaixo: O Pantera segue com a turnê de reunião, com shows marcados pela Austrália, Reino Unido e Estados Unidos. O itinerário completo da tour pode ser consultado neste link. Via: RockBizz

Judas Priest alcança 2º lugar nas paradas do Reino Unido com novo álbum ‘Invincible Shield’
Headbangers do mundo todo estão em êxtase com tantas novidades no mundo do metal. Mas, é Invincible Shield, décimo nono álbum dos veteranos do heavy metal Judas Priest, que está mexendo com as paradas musicais. O novo disco da banda britânica ocupa, neste momento, o 2º lugar na parada semanal de álbuns do Reino Unido (via Official Charts), antecedendo Eternal Sunshine da cantora pop norte-americana Ariana Grande. A Official Charts Company é uma organização do Reino Unido que compila singles, álbuns e vídeos musicais, elegendo os mais acessados e ouvidos a cada semana. As seleções acontecem com base nas vendas de CDs e vinis, downloads e streams de áudio e vídeo. Anteriormente, o Judas Priest já havia ocupado duas posições importantes na parada de álbuns, com British Steel, de 1980, ocupando o 4º lugar, e Fire Power, de 2018, no 5º lugar. Com selo da Columbia Records, o novo disco conta com 11 faixas, mais 3 faixas bônus, e conquista os antigos fãs, através das duas guitarras e do vocal de Rob Halford, e os novos fãs com a total qualidade de som. Sobre a gravação do disco, Halford já comentou sobre ter sido um processo especial para o grupo, o que pode ter refletido no bom resultado e ótima recepção por parte do público. Nova turnê Garantindo agora o lugar de primeira banda a colocar um álbum nas paradas com 50 anos de diferença de outro, o Judas Priest não está apenas produzindo, mas está também na estrada. O início da Invincible Shield Tour aconteceu em Glasgow, na Escócia, (via Loud Magazine) no último dia 11 de março. Os próximos shows do grupo continuarão pela Europa, passando pelo Reino Unido, Áustria, Alemanha, França, Itália e outros países, finalizando nos Estados Unidos. Além disso, na tour da banda pela Península Ibérica, os grupos ingleses Saxon e Uriah Heep também se apresentarão. LEIA TAMBÉM: Judas Priest lança 19º álbum de estúdio, ‘Invincible Shield’; ouça agora Via: Wiki Metal

Placebo apresenta show impecável em São Paulo com proibição de celular
Placebo apresentou no último domingo, 17, show único em São Paulo no Espaço Unimed. Ele faz parte da turnê do seu álbum de 2022, Never Let Me Go, que já passou por diversos países. Antes do começo do show, Brian Molko e Stefan Olsdal pediram para que o público não fotografasse ou filmasse. A banda voltou ao Brasil depois de 10 anos e fez um show sem divisão de pista premium. Com a maior parte do setlist composta por músicas do último álbum, o grupo acabou deixando de fora grandes sucessos como “Every You Every Me” e “Special K”. Porém, o público mostrou ter gostado das músicas do novo álbum, desde a primeira “Forever Chemicals”, passando por “Beautiful James” e “Surrounded by Spies”, cantaram todas. Na música “Happy Birthday in the Sky”, puxou um parabéns para um membro da banda que fazia aniversário, apesar de dizer que a música era triste. Mas eles não deixaram de fora o restante da discografia, pelo menos uma música de cada disco apresentou. Em músicas como “Too Many Friends” e “Infra-red” o público relembrou as mais antigas da banda. Na “For What It’s Worth” os presentes cantaram a plenos pulmões, assim como em “The Bitter End”. A cada música Brian e Stefan trocavam de instrumento e a todo tempo se mostravam atentos à qualidade da apresentação que faziam. Como já é tradição na turnê, fecharam a noite com “Running Up That Hill (A Deal With God)”, cover de Kate Bush. Big Special agrada fãs na abertura A abertura ficou por conta do Big Special, duo britânico formado logo após a pandemia por dois amigos de faculdade, Joe Hicklin e Callum Moloney. O público foi muito receptivo com a banda que tocou pela primeira vez no Brasil. Uma das músicas foi “Butcher’s Bin”, single recém lançado e que fará parte do primeiro álbum Postindustrial Hometown Blues. Ele será lançado no dia 10 de maio. No fim do show, Joe e Callum, simpáticos, ficaram na saída conversando com o público que passava. Placebo e o pedido de show sem celular Antes do início do show, uma mensagem com o pedido para que ninguém fotografe ou filme o show foi compartilhada no telão em inglês e traduzida em português em áudio. Não é novidade a aversão da banda ao uso de celular em seus shows. Inclusive na Europa foi feita uma parceria com uma empresa que lacrava os celulares durante o show. A dupla alega que o celular atrapalha a conexão do público com eles. Além disso, incomodam os outros espectadores que querem ver o show e não o fundo do celular. Nas primeiras músicas o público se conteve, mas logo os fãs começaram a filmar e fotografar. A equipe chegou a chamar a atenção de alguns com uma lanterna. Foram quase duas horas de show para um público diverso. Com 30 anos de estrada, o Placebo consegue manter a conexão com seus fãs mais antigos e ainda cativa as novas gerações. Esperamos que não demorem mais 10 anos pra voltar. Nossa colaboradora Jéssica Marinho também foi ao show e registrou a noite. Confira nossa galeria de fotos abaixo: Big Special abrindo o show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Big Special abrindo o show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Big Special abrindo o show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Big Special abrindo o show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Big Special abrindo o show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Big Special abrindo o show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Público no show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Público no show do Placebo em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho LEIA TAMBÉM: Placebo retorna após 5 anos com mistério e vulnerabilidade em “Beautiful James”; ouça Via: Wiki Metal

Eddie Vedder (Pearl Jam) vê semelhanças entre Taylor Swift e punk rock
O frontman do Pearl Jam, Eddie Vedder, admitiu que vê semelhanças entre Taylor Swift e o punk rock, já que os fãs da cantora pop o lembraram da cena punk de sua juventude. Foi uma das filhas de Vedder quem convenceu o cantor a assistir um show de Swift. O vocalista da famosa banda de Seattle ficou imediatamente impressionado com a atmosfera de coletividade em torno do show. “A preparação para isso, fazendo pulseiras de amizade com ela e a generosidade dessas meninas e meninos, trocando essas pulseiras com mensagens diferentes – letras, títulos de músicas, apenas atos de boa vontade nessas pulseiras”, explicou Vedder durante uma entrevista à revista Mojo. “Eles encontraram sua tribo; todos estavam concordando em alguma coisa”. Embora o estilo musical fosse totalmente diferente, Vedder viu uma similaridade entre os Swifties e outra comunidade de fãs musicais. “A coisa mais louca”, observou o cantor, “foi que isso me lembrou das comunidades do punk rock, de estar alinhado com todos os desajustados da nossa cidade, naquela época. Foi estimulante e poderoso”. Novo disco E por falar em Pearl Jam, o grupo lançará se décimo segundo álbum de estúdio, intitulado Dark Matter, no dia 19 de abril. A maior parte do disco foi gravada no Shangri-La, um estúdio em Malibu, Califórnia, originalmente construído pela banda. Via: RockBizz

Megadeth: Conheça os 24 músicos que passaram pela empresa de Dave Mustaine
Todo mundo está careca de saber a trajetória de Dave Mustaine no universo da música: compôs as formações iniciais do Metallica; criou alguns materiais com James Hetfield, Lars Ulrich e Cia; ganhou uma justa causa por não saber brincar com os amiguinhos; ficou com ódio; montou o Megadeth como uma resposta à demissão recebida por seus ex-parças; lançou álbuns extraordinários e marcou seu nome nos anais do heavy metal mundial. É lógico que neste caminho muitas coisas aconteceram: o roteirista da vida de Mustaine encheu o script do músico com inúmeros plot twists, dramas, aventuras e redenções. Neste balaio pode ser adicionado algumas doses de mal humor, rabugentice e intransigência, o que pode ter ocasionado e ou colaborado para uma grande rotatividade de músicos no Megadeth. Por alto, a contabilidade nos mostra que o ruivo já empregou duas dúzias de instrumentistas em sua banda. O número pode ser ainda maior, mas vamos nos ater aos 24 músicos que passaram pela empresa de Dave Mustaine. Venha conhecê-los ou relembrá-los! 1 – Kiko Loureiro Prata da nossa casa, o brasileiro é o mais recente profissional a se desligar da empresa de Mustaine. Kiko ficou entre 2015 e 2023, deixando como legados os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). 2 – Marty Friedman O guitarrista fez parte da época de ouro do grupo, final dos anos 80 até meados da década de 1990. Ajudou a criar os álbuns Rust in Peace (1990), Countdown to Extinction (1992), Youthanasia (1994), Cryptic Writings (1997) e Risk (1999). Marty saiu em 1999. 3 – David Ellefson David foi braço direito de Mustaine por muitos anos, mas foi demitido do Megadeth em 2021, depois de vídeos íntimos seus terem vazados e o músico ser acusado de ter enviado esses registros a uma menor de idade. 4 – Kerry King No começo dos anos 80 rolava algumas danças das cadeiras na cena thrasher californiana. King fez alguns shows com o Megadeth, mas mal esquentou o banco e resolveu voltar para o Slayer. O resto é história, como dizem por aí. 5 – Lee Rauch Rauch foi o primeiro baterista do Megadeth; o músico tocou com Dave Mustaine, Kerry King e David Ellefson entre os anos de 1983 e 1984. O batera morreu em junho do ano passado – a causa não foi revelada. 6 – Greg Handevidt Greg foi outro que ficou bem pouco na banda! O músico resolveu sair e montar o Kublai Khan. 7 – Gar Samuelson O baterista contribuiu nos álbuns Killing Is My Business… and Business Is Good! (1985) and Peace Sells… but Who’s Buying? (1986), mas foi demitido nos anos 80 por conta de seus problemas com drogas. Gar morreu em 1999, devido a uma insuficiência hepática. 8 – Chris Poland O guitarrista assinou os mesmos trabalhos que Gar Samuelson, entretanto, foi mandado embora por ter vendido alguns equipamentos de Mustaine na biqueira, o que deixou o boss bravíssimo. Poland voltou a trabalhar com o Megadeth no álbum The System Has Failed, mas não durou muito a então nova parceria, e Chris pulou do barco de vez. 9 – Nick Menza Nick juntou-se ao Megadeth para gravar o lendário álbum Rust In Peace de 1990 e permaneceu na banda por 9 anos, participando de toda a era clássica da banda com os álbuns Countdown To Extinction (1992), Youthanasia (1994), Hidden Treasures (1995) e Cryptic Writings (1997), além do tributo ao Black Sabbath de 1994 chamado Nativity In Black. Menza teve um ataque cardíaco no dia 21 de maio de 2016 e morreu enquanto tocava com a sua banda OHM, em Los Angeles. A doença foi listada pelos médicos como cardiovascular hipertensiva e aterosclerótica. 10 – Jimmy DeGrasso Com a saída de Nick Menza na segunda metade dos anos 90, DeGrasso chegou com a responsabilidade de substituí-lo. Gravou os discos Risk (1999) e The World Needs A Hero (2001). Jimmy foi desligado da empresa em 2002. 11 – Jeff Young O guitarrista fez parte da brincadeira por pouco tempo; por poucas semanas, na verdade. Foi mandado ao RH por ter “encostado” na noiva de Mustaine, segundo a boca miúda. 12 – Shawn Drover Em 2004, o Megadeth tentou voltar a trabalhar com Nick Menza, mas não deu liga, então, o grupo partiu para achar quem desse conta do job. O canadense chegou igual a um mineiro, comendo quieto, e ficou por quase dez anos. Participou dos álbuns United Abominations (2007), Endgame (2009), Thirteen (2011) e Super Collider (2013). 13 – Glen Drover O irmão de Shaw, Glen, ficou na banda por apenas quatro anos. A contribuição em estúdio foi no álbum United Abominations. O guitarrista saiu em 2008. 14 – Chris Broderick Com a saída de Glen Drover, Chris Broderick foi o escolhido para dar conta do trabalho. Com a trupe, criou os trabalhos Endgame (2009), Thirteen (2011) e Super Collider (2013); o músico saiu em 2014 por conta de “divergências musicais”. 15 – Chris Adler Expulso do Lamb of God, Chris fez um bico no Megadeth entre 2015 e 2016. O baterista participou do álbum Dystopia, de 2016. 16 – James MacDonough O baixista ficou no conjunto entre 2004 e 2006; colaborou nas apresentações ao vivo, mas não deixou nada gravado em estúdio. 17 – Al Pitrelli Al caiu de paraquedas no Megadeth, durante a Risk Tour; além disso, colaborou com a criação de The World Needs a Hero. Saiu do grupo em 2002, quando Mustaine decretou o fim das atividades do Megadeth, por conta de um problema na mão/braço. 18 – Chuck Behler A passagem do baterista pelo Megadeth também foi rápida, pois entrou em 1987 e saiu em 1989. Porém, deu tempo para assinar o nome no álbum So Far, So Good… So What! (1988). 19 – Jay Reynolds Jay nunca foi efetivado como membro do Megadeth, porém, ele orbitava em torno da banda e chegou fazer alguns ensaios com os caras. As habilidades de Reynolds eram limitadas, logo, o trampo caiu na mão de

Judas Priest toca pela primeira vez ao vivo Sword Of Damocles e Crown Of Horns; veja vídeos
O Judas Priest já está na estrada divulgando seu novo trabalho de estúdio, intitulado Invincible Shield, lançado no começo deste mês pela Epic Records. No show apresentado nesta sexta, 15, na 3Arena em Dublin, Irlanda, o Priest tocou pela primeira vez ao vivo Sword Of Damocles e Crown Of Horns. A primeira canção citada está no repertório de Redeemer Of Souls, lançado em 2014; já a segunda música é recém saída do forno, está no tracklist de Invincible Shield. Nos players abaixo, você pode curtir alguns registros amadores do show: O repertório apresentado em Dublin foi o seguinte: 01. Panic Attack02. You’ve Got Another Thing Comin’03. Breaking The Law04. Rapid Fire05. Sword Of Damocles06. Love Bites07. Saints In Hell08. Crown Of Horns09. Turbo Lover10. Invincible Shield11. Sinner12. You Don’t Have To Be Old To Be Wise13. The Green Manalishi (With The Two Prong Crown)14. Painkiller Bis: 15. The Hellion / Electric Eye16. Hell Bent For Leather17. Living After Midnight O Judas Priest vai mostrar o poderio de sua nova tour aos fãs da Alemanha, Polônia, Áustria, Suíça, França, Itália, Estados Unidos, entre muitos países. O itinerário da tour pode ser consultado aqui. Via: RockBizz

Rocío Vasquez (Diva Satanica) recebe título de PHD e se torna a mais nova doutora na cena metal
As cenas rock n’ roll, punk rock e heavy metal têm as suas parcelas de músicos que resolveram frequentar universidades e estudar a fundo os mais diversos temas. Brian May, do pomposo Queen, até Greg Graffin, do Bad Religion, e Bryan “Dexter” Holland, do Offspring, e vários outros de nossos ídolos têm intimidade com os livros. Recentemente, quem se juntou a este time foi Rocío Vasquez, também conhecida como Diva Satanica, frontwoman do Bloodhunter e ex-Nervosa, já que recebeu o título de PHD e se tornou a mais nova doutora na cena metal. A cantora compartilhou a conquista com os seus fãs através de story. Veja: O RockBizz deseja todo sucesso para Rocío Vasquez dentro e fora dos palcos. Bloodhunter E por falar na Diva Satanica, o grupo de death metal Bloodhunter, que tem apresentações marcadas para os meses de abril e agosto, vai lançar seu novo álbum de estúdio, Knowledge was the Price, no dia 27 de maio. Então, para ficar sabendo de todos os passos do grupo, basta acessar aqui. Via: RockBizz

AC/DC e Bon Jovi no Brasil não vêm mais?
Na última terça, 13, o jornalista musical José Norberto Flesch publicou em seu X (ex-Twitter) atualizações sobre a banda australiana AC/DC e o grupo norte-americano Bon Jovi. Segundo o jornalista, as bandas, que se apresentariam no Brasil ainda em 2024, adiaram a vinda ao país para o próximo ano. José Norberto Flesch acertou diversas vindas de astros do pop e do rock ao Brasil. O jornalista anunciou os shows de Paul McCartney e Roger Waters no ano passado, por exemplo. Em outubro de 2023, Flesch postou, também em sua conta no X, que o AC/DC viria para uma apresentação no Rock In Rio 2024. Outro jornalista, Lauro Jardim, também confirmou a notícia, dizendo que além do festival, a banda também faria shows em São Paulo. Na nova postagem feita por Flesch, na última terça, 13, a banda “recebeu propostas excelentes da Europa e vai deixar o Brasil para depois”, escreveu. Já o Bon Jovi havia sido anunciado por Flesch em um vídeo no seu canal do YouTube em janeiro deste ano. Segundo ele, a banda passaria pelo Brasil com sua turnê de 40 anos, entre os meses de setembro e outubro de 2024. É importante citar que Jon Bon Jovi, frontman da banda, passou recentemente por cirurgia reconstrutora de suas pregas vocais. O jornalista inclusive citou o procedimento em sua nova publicação, dizendo que a banda também deixaria a apresentação para o próximo ano. Últimos shows no Brasil Bon Jovi, que acabou de anunciar novo álbum e lançamento de single, já pisou em terras brasileiras cinco vezes para apresentações em diferentes partes do país. Os últimos shows aconteceram em 2019, sendo um no festival anual Rock In Rio e mais 3 em Recife, Curitiba e São Paulo, com a turnê This House is Not for Sale. Já os australianos do AC/DC anunciaram em fevereiro deste ano a primeira turnê desde 2016. Sua última apresentação no Brasil aconteceu em 2009, com um show único em São Paulo, no Estádio Morumbi, com a turnê Rock Or Bust (via AC/DC Brasil). Agora, resta aos fãs aguardarem atualizações sobre os shows que podem, segundo José Norberto Flesch, acontecer apenas em 2025. AC/DC e Bon Jovi devem atrasar o anúncio dos shows no Brasil. AC/DC recebeu propostas excelentes da Europa e vai deixar o Brasil para depois. Bon Jovi, cujo vocalista Jon Bon Jovi fez um procedimento delicado na garganta, também vai deixar para 2025. — José Norberto Flesch (@jnflesch) March 13, 2024 LEIA TAMBÉM: Filme sobre Bon Scott, vocalista falecido do AC/DC, está em desenvolvimento Via: Wiki Metal

“Sou o maior fã do Megadeth; Dave Mustaine é irmão”, garante Marty Friedman
Trocando uma ideia com o canal Ultimate Guitar, o virtuoso guitarrista Marty Friedman falou brevemente sobre sua atual relação com seu ex-chefe, Dave Mustaine; dono, vocalista e guitarrista do Megadeth. “A nossa relação está ótima! Fizemos dois shows no ano passado: Budokan [em Tóquio, Japão] e no festival Wacken Open Air, na Alemanha. Ele é meu irmão! Eu sou o maior fã do Megadeth que existe”. Na empresa de Mustaine, Marty Friedman participou dos álbuns Rust in Peace (1990), Countdown to Extinction (1992), Youthanasia (1994), Cryptic Writings (1997) e Risk (1999). A parceria entre Dave e Marty deu vida a sons do quilate de Holy Wars… The Punishment Due, Hangar 18, Tornado of Souls, Skin o’ My Teeth, Symphony of Destruction, Trust, entre muitas outras. A entrevista completa está disponível aqui: Via: RockBizz