Entrevistas

Sepultura: Assista performance de Biotech Is Godzilla em Uberlândia
O poderoso Sepultura está lotando todas as apresentações de sua derradeira turnê mundial, intitulada Celebrating Life Through Deat. Na noite desta sexta, 15, o público de Uberlândia teve o privilégio de ver Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Greyson Nekrutman (bateria) e Paulo Jr. (baixo) em ação. No tocador abaixo, você pode assistir um trechinho do citado show com a performance de Biotech Is Godzilla, faixa presente no quinto álbum de estúdio da banda, Chaos A.D., lançado em outubro de 1993. É importante recordar que Biotech Is Godzilla teve o conteúdo lírico composto pelo vocalista Jello Biafra (ex- Dead Kennedys). Neste mês, o Sepultura ainda vai passar por Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. Para ficar por dentro de todo o itinerário da Celebrating Life Through Death Tour, é só acessar este link. Via: RockBizz

Bikini Kill reafirma sua atemporalidade e relevância em São Paulo
O anúncio de que Bikini Kill faria um show em São Paulo pela primeira vez na carreira, depois de um hiato de mais de vinte anos, causou o que já era esperado: ingressos esgotados em algumas horas. Para a alegria de quem não havia conseguido garantir um lugar no show, a banda abriu uma data extra. Com produção da Associação Cultural Cecília e Daterra produções, os shows do Bikini Kill na Audio em São Paulo foram mais do que isso. Com várias bandas de abertura, o evento foi uma celebração do punk comandada por mulheres, pessoas pretas e pessoas queer. Em plena quinta-feira, dia 14 de março, as portas da Audio abriram às 18h e quem recebeu os fãs mais ansiosos quando a casa ainda estava bem vazia às 18h30 – provavelmente por ser um dia útil – foi a banda Weedra. A banda queer trouxe um set com músicas em português e em inglês, num som relativamente mais calmo que os seguintes, ou seja, foi o ideal para iniciar a noite. Ao final do show, soubemos que apresentação foi mais do que especial, pois a banda entra agora em um hiato indeterminado. Às 19h45 foi a vez da Punho de Mahin com suas músicas de protesto social, político e racial. A banda inteiramente formada por pessoas negras, agitou o público, ressaltou a importância de se estudar História e tocou canções que trazem figuras históricas como Carlos Marighella, Dandara dos Palmares e Luísa Mahin, de onde vem o nome do grupo. A banda ainda separou um momento para falar sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido há exatos seis anos. A última banda a se apresentar antes do Bikini Kill, As Mercenárias, está na ativa desde os anos 1980. O atual trio liderado por Sandra Coutinho trouxe uma bandeira da Palestina, que permaneceu no palco até o fim da noite. A apresentação teve participação de Paula Rebellato no teclado e nos vocais de apoio. Com a pista muito mais cheia também foi o momento em que começaram as primeiras rodas punk na plateia. Finalizados os shows de abertura, ainda faltava uma hora para o Bikini Kill, mas a espera foi embalada pela discotecagem de CamillaJaded & Erikat, que ao mesmo tempo deu uma acalmada na energia que estava lá em cima depois da sequência de apresentações, e também preparou o terreno para o show principal. Às 22h Kathleen Hanna (vocal), Tobi Vail (bateria), Kathi Wilcox (baixo) e Sara Landeau (guitarra) subiram no palco e o público sabia que estava presenciando algo especial. A plateia composta principalmente por mulheres e pessoas da comunidade LGBTQIA+ tinha pessoas de todas as idades. Quem já era fã da banda na década de 1990, pessoas entre 20 e 30 anos que descobriram Bikini Kill na adolescência e meninas que não aparentam ter mais de 13 anos. Algo no mínimo curioso, é que em comparação com todos os shows que frequentei recentemente, se via poucos celulares nas mãos da plateia, muita gente estava completamente entregue para apenas cantar, dançar e pular durante todo o show. “Double Dare Ya” foi a primeira música da setlist, já levantando o público e mostrando que os próximos minutos seriam de muito rock and roll. Um momento cômico aconteceu em “New Radio”, quando Kathleen Hanna se atrapalhou com a letra e brincou que a culpa foi da plateia por cantar o trecho errado e ela apenas acompanhou. Alegando ser sua música favorita, Kathleen recomeçou a música desde o início. Ainda sobre problemas técnicos e imprevistos, a vocalista comentou que faz parte da graça do ao vivo, e se alguém ficar incomodado com esse tipo de situação, os discos estão disponíveis para serem ouvidos. Durante todo o show, as multi-instrumentistas se revezaram entre bateria, guitarra e baixo, com Tobi Vail assumindo o vocal em algumas músicas em que o público ficou mais contemplativo, ótimo para descansar um pouco entre as canções mais eufóricas. Apesar de não ter esgotado os ingressos, a casa estava cheia tanto na pista quanto no camarote e o show seguiu com uma setlist muito boa que incluiu “Don’t Need You”, “Feels Blind”, “Alien She”, “Sugar” e “For Tammy Rae”. Enquanto o show rolava, nas rodinhas, principalmente no meio perto do palco, várias pessoas foram levantadas e surfaram um pouco na plateia. “Suck My Left Toe” foi a última música antes da banda sair do palco e as luzes se acenderem, deixando algumas pessoas confusas, se perguntando se não ouviriam o hit “Rebel Girl”. Mas, é claro que não fariam isso com os fãs. Bikini Kill voltou para o bis, encerrando o show com seu maior sucesso e música pela qual quase todo mundo conhece a banda. Foi um momento clássico de catarse coletiva, que só ouvir uma música icônica ao vivo proporciona. Nossa colaboradora Jessica Marinho também esteve no show e registrou o momento. Confira nossa galeria de fotos. As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho As Mercenárias abrem o show do Bikini Kill em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Bikini Kill na Audio, em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Bikini Kill na Audio, em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Bikini Kill na Audio, em São Paulo. Crédito: Jéssica Marinho Bikini Kill na Audio, em São Paulo . Crédito: Jéssica Marinho Bikini Kill na Audio, em São Paulo . Crédito: Jéssica Marinho Bikini Kill na Audio, em São Paulo

5 músicas para conhecer Interpol antes dos shows no Brasil
O Interpol se apresenta no Brasil em junho e sua agenda conta com três shows: 05 de junho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e 07 (data esgotada) e 08 na Audio, em São Paulo. O Interpol lançou no ano passado o álbum The Other Side of Make-Believe e celebrará em sua passagem ao Brasil as duas décadas dos trabalhos Turn On The Bright Lights e Antics, lançados em 2002 e 2004, respectivamente. Os ingressos estão à venda no site oficial da Livepass. Em preparação aos shows no Brasil, o Wikimetal separou 5 músicas para você conhecer a banda. Confira: “Evil” do álbum Antics (2004) Baseada em uma história grotesca, “Evil” é um dos grandes sucessos da banda. Segundo diversas fontes, a canção foi inspirada na história de Fred e Rosemary West, um casal que estuprou e assassinou adolescentes na Inglaterra entre as décadas de 1960 e 1980. “Evil” alcançou a 18ª posição na UK Singles Chart e a 24ª posição na parada Modern Rock Tracks da revista Billboard. “Obstacle 1” do álbum Turn On The Bright Lights (2002) Segundo single do álbum Turn On The Bright Lights, sucedendo “PDA”, “Obstacle 1” alcançou a posição 41 na UK Singles Chart e foi aclamada pela crítica na época do lançamento. “PDA” do álbum Turn On The Bright Lights (2002) Considerada uma das melhores músicas do Interpol por muitos fãs, “PDA” é o single de estreia do grupo. Apesar do sucesso entre os fãs, a música nunca entrou em nenhuma parada. “Specialist” do EP Interpol (2002) “Specialist” não fez parte do corte final da banda para o álbum Turn On The Bright Lights, o que a tornou um lado-b inédito em sua estrutura que carrega os mais diversos sons que dão vida ao Interpol. “Untitled” do álbum Turn On The Bright Lights (2002) Primeira faixa do álbum de estreia, “Untitled” é ousada já no seu nome. A canção mostra a extensão do som da banda, o que a torna perfeita para apresentar quem é Interpol. Via: Wiki Metal

Jon Bon Jovi não tem mais contato com Richie Sambora: “Nem uma palavra”
Jon Bon Jovi não tem mais contato com o ex-guitarrista do Bon Jovi, Richie Sambora, apesar da série documental recente que conta a história do grupo. Durante entrevista para o Ultimate Classic Rock, o vocalista do Bon Jovi revelou que não estava envolvido com a contribuição do guitarrista no documentário Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, que conta com novas imagens de entrevista com Sambora. “Nem uma palavra”, respondeu o cantor quando questionado se teve alguma conversa com Sambora sobre o documentário. De acordo com Jon, entrevistaram Richie em Londres e ele não estava lá. “Não tive nada a ver com isso”, explicou. Questionado sobre seu relacionamento atual com o guitarrista, Jon Bon Jovi foi franco.”Não mantemos contato porque ele não está mais na banda”, ele disse. “Não significa que não exista amor, mas faz 11 anos que ele simplesmente não apareceu mais”. Em 2 de abril de 2013, Sambora deixou abruptamente o Bon Jovi. Mais tarde, ele explicaria que o motivo foi o desejo de passar mais tempo com a filha. Independentemente disso, Bon Jovi ficou confuso e chamou o ex-guitarrista do Triumph, Phil X, para ocupar o lugar de Sambora. “Havia problemas emocionais com os quais ele estava lidando como pai solteiro, e havia problemas de abuso de substâncias”, lembrou Jon. “Phil X teve que aparecer uma vez, e então Phil X teve que aparecer outra vez. E então, novamente, havia um show naquela noite. O que nós vamos fazer? E, felizmente para mim, tinha outro cara lá para esses casos, porque eu estava muito ciente disso”, acrescentou. “E já se passaram 11 anos”. Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story A série com quatro episódios tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story foi dirigido e produzido por Gotham Chopra, vencedor de vários prêmios Emmy. O filme também tem produção executiva de Giselle Parets e Ameeth Sankaran para ROS, e é produzido e editado por Alex Trudeau Viriato, que desempenhou um papel crítico e criativo na formação da série. Via: RockBizz

Gatecreeper anuncia novo álbum e lança nova música “The Black Curtain”
Notícias “The Black Curtain” é a mais nova música com videoclipe do Gatecreeper. Ela faz parte do novo álbum, Dark Superstition. O lançamento está previsto para 17 de maio. Mas apesar da banda ter feito seu nome no death metal, o primeiro single mostra um lado mais melódico e acessível. Enquanto os vocais sâo bem característicos do death metal, a melodia lembra mais metal alternativo. A ideia da música foi explicada por Chase H. Mason, em comunicado de imprensa reproduzido na Consequence Of Sound: “É sobre estar preso entre viver e morrer, Uma alma presa no purgatório implorando para ser trazida de volta por uma força sobrenatural.” Novo álbum Dark Superstition sai em 17 de maio Depois de três anos, Gatecreeper lançará Dark Superstition, o terceiro álbum da banda de death metal. Kurt Ballou fez a gravação e a mixagem em seu estúdio God City em Salem, Massachusetts. E o lançamento completo será no dia 17 de maio. Sobre o álbum, Mason explicou: “Muitas das músicas incorporam ideias sobrenaturais com minhas próprias experiências. Mas o próprio título é uma referência às Montanhas da Superstição em nosso estado natal, o Arizona. É uma bela cordilheira cercada por tragédias e lendas de fortuna oculta.” Enquanto o álbum não sai, confira abaixo o vídeo da nova música e as faixas do próximo álbum. Gatecreeper – Dark Superstition: Dead Star Oblivion The Black Curtain Masterpiece of Chaos Superstitious Vision A Chilling Aura Caught in the Treads Flesh Habit Mistaken For Dead Tears Fall From the Sky LEIA TAMBÉM: Gatecreeper lança clipe para a inédita “Far from Ashes”; assista aqui Via: Wiki Metal

Brujeria retorna ao Brasil em março com show único em São Paulo
Notícias O Brujeria, banda estadunidense/mexicana de deathgrind, retorna ao Brasil com apresentação única agendada para 31 de março no City Lights, casa noturna situada no bairro de Pinheiros em São Paulo. O show faz parte da turnê de divulgação do disco Esto es Brujería (2023, Nuclear Blast), quinto LP de estúdio da banda formada em 1989 em Tijuana, México. A banda retorna ao Brasil após menos de um ano desde as últimas apresentações que ocorreram em 2023. Foram oito apresentações que passaram pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Belo Horizonte, Espírito Santo, Brasília e Santa Catarina. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos pelo site da Ingresse. ServiçoBrujeria de volta a São PauloData: 31 de março de 2024Horário: 17h (portas)Local: City LightsEndereço: Rua Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros/São PauloIngresso: R$ 150,00 + taxa (1º lote) LEIA TAMBÉM: Brujeria é a atração principal do Kool Metal Fest 2019 Via: Wiki Metal

Kiko Loureiro diz qual foi seu primeiro show de metal durante sessão de perguntas e respostas
O guitarrista brasileiro Kiko Loureiro é bem ativo nas redes sociais e, volta e meia, abastece seu canal oficial no YouTube com conteúdos que têm feito alegria dos fãs como curiosidades de bastidores, palhinha de passagem de som, dicas sobre o universo da guitarra, entre outros assuntos. A boa nova do músico foi um Q&A – Questions and Answers [sessão de perguntas e respostas] via redes sociais. Um fã perguntou qual fora o primeiro show de metal que ele assistiu. A resposta de Kiko foi a seguinte: “Venom e Exciter, em São Paulo. Eu tinha por volta de catorze anos, e eu lembro que o show rolou em uma arena grande, arena de esporte, mas o som estava horrível. Não dava para entender nada o que os caras estavam tocando. Mas esse foi o meu primeiro show de metal”. Kiko também falou sobre quais são as suas bandas favoritas fora da jurisdição rock n’ roll e heavy metal. “A maioria das bandas que eu gosto estão no rock, metal, pop rock, mas eu diria Tribal Tech, Weather Report e Return to Forever, que são bandas mais chegadas no jazz e fusion”. Para ficar por dentro da carreira e agenda de Kiko Loureiro, é só clicar aqui. Via: RockBizz

Viper vai tocar no Sesc Belenzinho no dia 30 de março
O Viper, banda reconhecida como uma das pioneiras do heavy metal brasileiro, fará um show no Sesc Belenzinho no próximo dia 30 de março. Além de clássicos de toda a carreira, o grupo promete apresentar canções do disco Timeless, lançado ano passado (2023). Vale ressaltar que a formação atual da banda conta com Leandro Caçoilo nos vocais e Kiko Shred na guitarra, se juntando aos veteranos Pit Passarell (baixo), Guilherme Martin (bateria) e Felipe Machado (guitarra). Timeless, primeiro trabalho da banda em 15 anos, foi produzido por Maurício Cersosimo, que já trabalhou com nomes como Paul McCartney e Avril Lavigne. O profissional produziu também To Live Again: Viper Live in São Paulo, álbum/DVD ao vivo gravado na turnê em que Andre Matos voltou para a banda, em 2013, além do single The Spreading Soul Forever (2020). Além de músicas do novo álbum, a banda também apresentará canções clássicas como Living for the Night, Rebel Maniac e To Live Again, entre outras. SERVIÇOViper no Sesc BelenzinhoLocal: Comedoria do Sesc BelenzinhoEndereço: R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São PauloData: Sábado, 30 de março de 2024Abertura: 20:30Classificação etária: 14 anos Ingressos:Credencial plena – R$15Meia entrada – R$25Inteiro – R$50 Os ingressos já estão disponíveis pelo site do Sesc. Via: RockBizz

Iron Maiden lança vinho tinto português durante feira mundial
A banda inglesa Iron Maiden se uniu à importadora e distribuidora Ehrmanns Wine para criar um vinho, batizado de Darkest Red. O nome foi inspirado em uma das músicas do grupo, “Darkest Hour”, do álbum Senjutsu, de 2021. O Darkest Red é um Douro DOC, um vinho tinto produzido pelo famoso produtor português Van Zellers & CO. Durante o lançamento do produto na ProWein — feira de vinhos que acontece em Düsseldorf, na Alemanha — o chefe de vendas da Ehrmanns Wine, Paul Daniell, contou o motivo da escolha. “Isso está em andamento há um ano. Escolhemos o Douro DOC porque está em crescimento. Há um burburinho sobre os vinhos portugueses. Se fizéssemos outro Malbec, seria apenas outro Malbec – isso é algo diferente. É um vinho disruptivo numa categoria disruptiva”, disse Daniell, segundo a The Drinks Business. O blend do vinho é composto por uvas tintas nativas do Douro, incluindo Touriga Nacional e Tinta Roriz, — também conhecida como Tempranillo — sendo amadurecido em antigos barris de vinho do Porto por 6 a 9 meses e tem 13,5% de teor alcoólico. “Queríamos fazer algo inesperado. Você pode não pensar em uma banda de rock para uma marca de vinho, tinha que ser uma combinação certeira. Kylie Minogue, por exemplo, trabalha com o vinho rosé. Esse tinha que ser tinto, mas não queríamos que fosse muito óbvio”, acrescentou o chefe de marketing, Keith Lay, de acordo com a publicação da The Drinks Business. Apesar de ser uma conexão um pouco inusitada, a banda e a indústria vinícola já são velhas conhecidas, o Darkest Red não é o primeiro vinho do Iron Maiden, que lançou ao longo dos anos diversas edições do Eddie’s Evil Brew, um Merlot chileno, cada uma homenageando um álbum: Seventh Son of a Seventh Son, The Final Frontier, Powerslave e Somewhere in Time. LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson está cantando “melhor que nunca” no Iron Maiden, diz Steve Harris Via: Wiki Metal

Moda Maiden: Steve Harris se arrepende de ter usado spandex azul
Nos anos 80, a moda era exagerada, o visual era muito espalhafatoso, cheio de brilho e os cabelos eram no melhor/pior estilo cachorrinho poodle de madame. Nem os guerreiros mais tr00s do heavy metal passaram ilesos em citada época. Até os caras do Iron Maiden, por exemplo, usaram e abusaram do spandex – calças leggings coloridas e que poderiam ser vistas a milhas de distância. Em conversa com o jornalista Dom Lawson, da revista britânica Prog, o líder e baixista do Donzela da Ferro, Steve Harris, falou sobre a Moda Maiden e garante que se arrepende de ter usado spandex azul. “Devo admitir que há algumas fotos que volta e meia me assombram. Eu estava usando um spandex azul em um show em algum lugar, mas percebi que não era muito confortável. Nunca mais voltei a usar. E é claro que há muitas fotos minhas usando o spandex. Os meus filhos costumavam pegar no meu pé por conta disso”. Nos vídeos a seguir, você pode ver os caras do Iron usando spandex; se você achar bacana, os clipes também podem te servir de inspirações para novos looks. Via: RockBizz

Jon Bon Jovi discute a possibilidade de voltar a trabalhar com Richie Sambora: “A porta está sempre aberta”
Jon Bon Jovi foi entrevistado por Remy Maxwell, do Audacy Check In, e discutiu, entre vários assuntos, sobre a possibilidade de voltar a trabalhar com o guitarrista Richie Sambora no futuro. O vocalista do Bon Jovi disse: “A porta sempre estará aberta. Quero dizer, há 11 anos, por razões que certamente não tinham nada a ver com a banda, ele saiu. Não havia [animosidade], não havia nada além de amor”. E continuou: “Então Richie seguiu sozinho e, você sabe, ele criou sua filha e então se ele quisesse aparecer e tocar algum dia, ele conhece as músicas. Não teria [animosidade], eu poderia prometer isso…. Ele veio aqui em casa, assistiu comigo as três primeiras partes do documentário [Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story]. Nós seguimos em frente. Eu tinha um disco para fazer e, você sabe, tinha trabalho a fazer”. Confira a entrevista completa abaixo: O Bon Jovi irá lançar seu 16º álbum de estúdio, intitulado Forever, no dia 07 de junho via EMI. Além disso, a primeira série documental que conta a história do Bon Jovi com total cooperação de todos os membros antigos e atuais do grupo, intitulada Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Via: RockBizz

Menino de 11 anos chama atenção na internet ao tocar riffs famosos na guitarra
Cole Parsons é o menino de 11 anos que está viralizando nas redes sociais ao tocar riffs de bandas famosas com destreza e habilidade. A mãe Nici Parsons compartilhou vídeos que renderam elogios de diversos músicos. Nas últimas semanas, um cover de “Shout At The Devil”, do Mötley Crüe, recebeu comentário positivo da própria banda. Outros vídeos mostram Cole tocando Pantera, Metallica, System Of A Down e Deftones. Apesar de tantos nomes de peso no repertório do jovem, o que o fez ficar conhecido foi um vídeo de apresentação em sua escola na Virginia Ocidental tocando uma de suas próprias improvisações. É possível ver o garoto no vídeo na frente dos colegas de classe com uma camiseta do Alice in Chains, sua guitarra e um pequeno amplificador, o que resultou em sua viralização. Cole foi pego de surpresa e disse ao canal de televisão WSAZ : “É uma loucura, para ser honesto”. Confira o vídeo abaixo: O menino de 11 anos foi influenciado pelo pai Josh Parsons começou a treinar as habilidades na guitarra com o filho desde os 5 anos de Cole. Desde então, os dois trabalham juntos no aperfeiçomento. Pai e filho agora estão arrecadando fundos para transformar a garagem em um futuro estúdio de gravação e já conseguiram ajuda de algumas empresas de equipamentos. Orgulhoso, Josh declarou em entrevista: “É uma daquelas coisas com que todos os pais sonham. É algo que você não pode medir. É lindo. Eu adoro isso.” Veja a matéria na televisão americana sobre o menino de 11 anos: LEIA TAMBÉM: Homem toca guitarra enquanto passa por cirurgia no cérebro Via: Wiki Metal

Arqueologia musical: 8 músicas raramente tocadas ao vivo pelo Iron Maiden
Pasmem! O Iron Maiden já realizou mais de 2.000 shows ao vivo desde que foi formado no dia de Natal de 1975! Desde o lançamento de seus álbuns, a banda adora encher seus sets com surpresas para manter as apresentações animadas e longe da pegada protocolar que paira em muitos grupos. O sexteto fez de tudo: tocou álbum completo, desenterrou tesouros perdidos e usou pirotecnia suficiente para cada show capaz de levar uma pequena nação à falência. No entanto, mesmo para os altos padrões da besta, há coisas que eles deixaram para trás e raramente executam ao vivo. A Metal Hammer fez belo trabalho de arqueologia musical e listou as oito músicas menos tocadas pela Donzela de Ferro em toda sua carreira. Cheque a pressão, pois algumas joias limadas do set são de cortar o coração. The Fallen Angel (Brave New World, 2000) – 7 vezes Esta faixa do álbum de retorno de Bruce Dickinson (vocal) e Adrian Smith (guitarra) ao Iron Maiden, Brave New World, é emblemática por causa do vigor que a dupla trouxe novamente à banda. The Fallen Angel exibe um galope e uma intensidade que o Maiden não mostrava há mais de uma década e se juntou ao setlist em 6 de junho de 2000. No entanto, foi cancelada em fevereiro de 2001, apenas seis shows depois, provavelmente porque exige muito da voz de Bruce. Burning Ambition (Running Free b-side, 1980) – 5 vezes O lado b do primeiro single do Iron Maiden, Running Free, foi escrito antes de Steve Harris começar o Iron, quando ele ainda estava no Smiler. E isso agora faz sentido, já que a brincadeira de menos de três minutos tem pouco a ver com a grandeza e o peso que associamos ao Maiden, atualmente. Burning Ambition estreou no palco do lendário Cart & Horses e, após um show no Ruskin Arms de Londres em março de 1979, nunca mais apareceu no repertório. Invasion (Women In Uniform b-side, 1980) – 5 vezes Outro lado b, desta vez do single Women In Uniform, cover do Skyhooks. Invasion resume as tendências punk do início do Maiden, Paul Di’Anno rosnando sobre vikings e escaleres e uns acordes barulhentos. A música teve cinco aparições ao vivo em 1979, antes da banda reformulá-la na abertura de The Number Of The Beast. Don’t Look To The Eyes Of A Stranger (Virtual XI, 1998) – 4 vezes É surpreendente que uma música com Blaze Bayley tenha demorado para chegar nesta lista. Os dois álbuns do Maiden com o vocalista, The X Factor e Virtual XI, são controversos, e suas músicas raramente aparecem em um show após o retorno de Bruce. No entanto, Don’t Look To The Eyes Of A Stranger foi descartada enquanto Blaze ainda estava na banda, seu tempo no setlist foi limitado a uma única semana em abril de 1998. Out Of The Silent Planet (Brave New World, 2000) – 4 vezes Assim como The Fallen Angel, Out Of The Silent Planet é uma joia presente no repertório do Brave New World, que recebeu pouco tempo sob a luz do Sol. O que torna isso ainda mais flagrante é que a canção foi lançada como single! A faixa só deu as caras em quatro apresentações, antes de perder o lugar no set para o clássico Run To The Hills. Uma grande pena! Back In The Village (Powerslave, 1984) – 2 vezes Back In The Village fez parte dos dois primeiros setlists da monumental World Slavery Tour. O triste que o som foi insultuosamente substituído não por uma música, mas por um parco solo de guitarra. Isto significa que apenas os fãs que estiveram no Hala Torwar e Łódź’s Hala Sportowa, em Varsóvia, nos dias 9 e 10 de agosto de 1984, puderam ver o espetáculo da banda com Back In The Village no repertório. The Ides Of March (Killers, 1981) – 1 vez The Ides Of March e Wrathchild são o golpe duplo perfeito em Killers, caindo de uma abertura majestosa para um hino punk-metal. A instrumental foi ouvida muitas vezes nos shows, mas apenas como uma gravação pré-espetáculo. O Maiden tocou ao vivo a canção apenas uma vez, no Ruskin Arms em outubro de 1979. Ou seja, há mais que quarenta anos. The Loneliness Of The Long Distance Runner (Somewhere In Time, 1986) – 1 vez The Loneliness… saiu do banco de reservas e foi para a linha em uma apresentação realizada em Belgrado, capital da antiga Iugoslávia. Para nossa sorte e consolo, um santo fã registrou o momento e disponibilizou na web. Via: RockBizz

AC/DC e Bon Jovi devem adiar vinda ao Brasil, segundo jornalista
Segundo o jornalista José Norberto Flesch, AC/DC e Bon Jovi devem adiar o anúncio dos seus shows no Brasil. O grupo australiano teria recebido propostas excelentes para mais apresentações na Europa e o Brasil ficaria para depois. Já a banda liderada por Jon Bon Jovi, que recentemente revelou ter feito uma grande cirurgia reconstrutiva nas cordas vocais, deve adiar seus shows para 2025. Anteriormente, Flesch havia anunciado que o Bon Jovi iria se apresentar no Brasil entre setembro e outubro deste ano com a turnê que comemora seus 40 anos de carreira. Já o AC/DC estaria em negociações para se apresentar na edição de 2024 do festival Rock In Rio. AC/DC e Bon Jovi devem atrasar o anúncio dos shows no Brasil. AC/DC recebeu propostas excelentes da Europa e vai deixar o Brasil para depois. Bon Jovi, cujo vocalista Jon Bon Jovi fez um procedimento delicado na garganta, também vai deixar para 2025. — José Norberto Flesch (@jnflesch) March 13, 2024 Via: RockBizz

Modo vingança: Courtney Love dá calote em membro de equipe e é exposta ao ridículo; confira
O sucesso de apresentações ao vivo e turnês estão intimamente conectadas ao pessoal que trabalha nos bastidores. Equipes batalham incansavelmente nas coxias para garantir que os shows e as gravações ocorram sem problemas. Portanto, estes trabalhadores merecem ser tratados com o máximo respeito e adequadamente compensados pelas suas atividades, para dizer o mínimo. Alguns artistas, infelizmente, aprendem da maneira mais difícil a não subestimar ou tratar mal sua equipe. Um exemplo disso aconteceu em 2010, com a “artista” Courtney Love. Ela contratou o engenheiro de som J.M. Ladd para gravar alguns shows ao vivo na Fashion Week de Nova York, e uma apresentação do Hole no Don Hills. Após o show, Ladd ficou com um monte de material captado e, o que é mais importante e triste, sem ninguém para pagar seu dia de trabalho. Depois de esperar quatro anos para ser pago – coisa que até hoje não aconteceu – o rapaz entrou no modo vingança e expôs Love ao ridículo ao divulgar no YouTube as faixas isoladas de guitarra e vocal da cantora, durante a performance de Celebrity Skin. Na legenda do vídeo, Ladd escreveu: “Fui contratado para gravar este show, incluindo muitos outros ao longo daquela semana, e acabei ficando com um disco rígido e uma fatura que ninguém quis pagar. Quatro anos depois, ainda tenho os arquivos e não tenho ideia do que fazer com eles. Mas gosto de compartilhar. O que vocês estão ouvindo são apenas os microfones isolados do vocal e da guitarra de Courtney, eu silenciei todo o resto. Se você acha que ela é a pior ou isso a torna ainda mais punk rock, cabe a você decidir. Estou apenas apresentando os fatos como eles são. Faça deles o que quiser”. Via: RockBizz

Kirk Hammett já escolheu o melhor solo de guitarra de 2024
Embora estejamos apenas em março, isto é, no terceiro mês do ano, Kirk Hammett (Metallica) já escolheu o melhor solo de guitarra de 2024. Queimando largada ou não, Hammett citou o solo de Idle Hands, faixa presente no novo projeto solo de Kerry King (Slayer), como o objeto de seus elogios. Apesar de estar no álbum de King, o responsável pelo solo de guitarra foi Phil Demmel (ex-Machine Head). Durante uma conversa com o podcast Good Company with Bowling, Demmel falou sobre Idle Hands e revelou o grande fã de seu solo na música. “Idle Hands foi a primeira música que ouvi e foi a primeira música para a qual escrevi um solo, e foi legal que a música tenha sido o primeiro single do disco. Vou citar alguns nomes aqui! Kirk Hammett conversou com Mark Osegueda e disse que o solo é incrível, e é o solo do ano. Depois disso, eu disse para Kirk: ‘ei, ouvi dizer que você gostou do solo da música’. Ele respondeu: ‘Nossa, eu pensei que fosse um solo de Kerry. Eu não sabia que era seu’. Eu perdi a ligação dele, mas ele me deixou uma mensagem de voz incrível dizendo que era o solo do ano. Kirk é um dos nossos heróis, então, ouvir que ele curtiu o solo da música, é muito bacana”. Eis o bate-papo na íntegra neste tocador: Já neste outro player está Idle Hands e o solo do ano para Kirk Hammett: Via: RockBizz

Saxon lança clipe de “Madame Guillotine”; assista agora
Notícias Saxon divulgou o clipe de “Madame Guillotine” na última quinta-feira, 07. A música está presente no novo disco Hell, Fire And Damnation (2024), que foi disponibilizado em janeiro via Silver Lining Music. “Tanto essa canção quanto a faixa-título foram escritas por mim e por Brian Tatler“, declarou o vocalista Biff Byford. “Na verdade, isso é muito Saxon, tanto que eu não acho que ninguém mais conseguiria fazer isso. Eu cantei como se a guilhotina fosse uma pessoa, que a guilhotina de verdade tivesse um pouco de consciência. Eu adoro o groove; tem um groove ótimo!” (via Blabbermouth). O vídeo, que pode ser conferido ao final desta matéria, mostra assim imagens do famoso instrumento de tortura usado durante a Revolução Francesa. O projeto atual Hell, Fire And Damnation, que sucede Carpe Diem (2022), foi produzido por Byford e Andy Sneap. O último também foi responsável pela mixagem e masterização. LEIA TAMBÉM: Judas Priest lança videoclipe de “The Serpent and the King” Via: Wiki Metal

Bill Hader seria o ator perfeito para interpretar Ozzy Osbourne, segundo Jack Osbourne
No último episódio do podcast The Osbournes, Ozzy, Sharon, Jack e Kelly conversaram sobre filmes e atores de Hollywood e, a certa altura, discutiram sobre quem deveria interpretar o Príncipe das Trevas em sua cinebiografia. O filme ainda sem título, que se concentrará na história de amor entre o vocalista do Black Sabbath e sua esposa e empresária, Sharon, terá o roteiro de Lee Hall, que já trabalhou no filme Rocketman, de Elton John. No bate-papo, Jack trouxe o assunto à tona e perguntou aos pais quem eles querem que os interprete. Kelly sugeriu Florence Pugh (Duna Parte 2, Midsommar, Oppenheimer) para interpretar sua mãe, Sharon concordou e acrescentou: “Ou a garotinha de Game of Thrones”, se referindo a atriz Maisie Williams. Jack então entrou na conversa e revelou quem ele quer que interprete Ozzy: Bill Hader. Hader fez seu nome no mundo da comédia, sendo um membro proeminente da história do Saturday Night Live, mas também provou ser um ator dramático incrivelmente talentoso. Há pouco tempo, Hader recebeu enormes elogios da crítica pela série Barry, no qual interpreta um assassino que tenta se tornar ator. “Todo mundo pensa que sou louco até que eu mostre uma foto lado a lado e a habilidade daquele cara de se transformar”, disse Jack. Confira o episódio abaixo: Via: RockBizz

Bruce Dickinson elege Tears of the Dragon como a melhor música que já compôs
Bruce Dickinson tem mais de quarenta anos de carreira na cena heavy metal; o cantor já colocou no mercado mais de vinte álbuns de estúdio, que contabiliza dezenas de canções. Mas, mesmo com uma discografia tão recheada, o cantor tem a sua música predileta. Durante bate-papo com a revista Revolver, Dickinson elegeu Tears of the Dragon como a melhor música que já compôs. O músico explicou: “Eu diria que a minha melhor música é Tears of the Dragon, porque eu não sei o significado dela. Mas eu sei que ela significa alguma coisa. É uma canção que tem um efeito muito grande nas pessoas. E ela tem um efeito em mim, também”. Tears of the Dragon está no repertório do segundo registro de estúdio solo de Bruce, Balls to Picasso, lançado em junho de 1994. O som foi lançado como single e entrou nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, Inglaterra e Finlândia. Nos players abaixo, você pode curtir algumas versões da música – estúdio, ao vivo e acústico: Via: RockBizz

Angra lança clipe de Here in the Now com participação de Vanessa Moreno
O Angra acaba de lançar o clipe de Here in the Now com participação da cantora Vanessa Moreno. Com uma trama envolvente e que trilha caminhos inéditos, material é lançado junto com a atual turnê do grupo pela Europa, divulgando o aclamado álbum Cycles of Pain. O clipe conta com cenas gravadas em Curitiba, como na Ópera de Arame e no Teatro Cleon Jaques, entre outras locações. Além da participação de Vanessa Moreno, o vídeo conta com Chico Brown, filho de Carlinhos Brown, como protagonista da narrativa. Assista abaixo: Cycles of Pain O décimo álbum de estúdio do Angra, Cycles of Pain, vem sendo aclamado por público e crítica como um dos grandes momentos da carreira de mais de três décadas do grupo. O trabalho traz participações especiais de artistas renomados como Amanda Somerville, Lenine, Vanessa Moreno e Juliana D’Agostini, e foi produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward (que trabalhou nos clássicos Rebirth e Temple of Shadows). A banda atualmente conta com os guitarristas Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista Fabio Lione e o baterista Bruno Valverde. Confira as datas da turnê europeia abaixo: 13 de março – Madrid @ Espanha14 de março – Vigo @ Espanha15 de março – Gijón @ Espanha16 de março – Bilbao @ Espanha17 de março – Barcelona @ Espanha20 de março – Atenas @ Grécia22 de março – Roma @ Itália23 de março – Mantova @ Itália24 de março – Milão @ Itália Via: RockBizz

Axl Rose solicita que caso de agressão sexual seja arquivado
Axl Rose, vocalista do Guns N’ Roses, recorreu em justiça para que a acusação de estupro da ex-modelo Sheila Kennedy em 1989 seja arquivada, segundo a revista People. O pedido teria sido feito no dia 21 de fevereiro deste ano. O processo foi movido contra o cantor em 22 de novembro de 2023, um dia antes da expiração da Lei de Sobreviventes Adultos de Nova Iorque — que permite que essas ações sejam ajuizadas em tribunal mesmo depois que o prazo de prescrição tenha expirado — por Sheila Kennedy, que alegou ter sofrido agressão sexual por Axl em um hotel no ano de 1989. A denúncia afirma que a ex-modelo deixou a boate com Axl Rose rumo à sua suíte de hotel, onde ele teria supostamente empurrado Sheila contra a parede e beijado-a. Em um primeiro momento, ela teria dito que não se importava, pois estava disposta ter relações sexuais com o cantor. À medida que a noite prosseguia, Sheila Kennedy alegou que Rose começou a incentivar “sexo grupal”, o que a deixou desconfortável ao vê-lo fazendo sexo com outra modelo. Segundo a denúncia, Kennedy saiu do quarto de Axl e, mais tarde, ouviu-o jogando vidro e gritando obscenidades para a modelo. Além disso, ela alegou que o frontman entrou na sala em que ela estava sentada e a derrubou no chão, agarrou-a pelos cabelos e a arrastou de volta para o quarto dele, o que foi descrito pela mesma como um encontro “muito doloroso” que a deixou com os joelhos ensanguentados. O que diz a defesa de Axl Rose Em novembro de 2023, após a denúncia, Alan S. Gutman, advogado de Rose, negou as alegações. “Simplificando, esse incidente nunca aconteceu. Notavelmente, essas reivindicações fictícias foram registradas um dia antes do prazo final de registro do Estado de Nova York expirar”, disse Gutman em declaração obtida pela revista People.“ Embora ele não negue a possibilidade de ter tirado rapidamente uma foto com a fã, o Sr. Rose não se lembra de ter se encontrado ou falado com a demandante e nunca ouviu falar sobre essas alegações fictícias antes de hoje. O Sr. Rose está confiante de que esse caso será resolvido a seu favor.” A equipe jurídica de Axl referenciou também a autobiografia de Sheila Kennedy, No One’s Pet, lançada em 2016. No livro, a ex-modelo descreve o suposto incidente como “sexo consensual”. Eles também apontam entrevistas anteriores, incluindo uma para o documentário Look Away, de 2021, no qual a mesma disse que “não considerava isso estupro”. LEIA MAIS: Brasileira vira alvo de ataque após aparecer em vídeo com Axl Rose Via: Wiki Metal

Evento beneficente “Rock for Ronnie” da Fundação Dio acontece em maio deste ano
A fundação Stand Up and Shout Cancer Fund de Ronnie James Dio arrecada fundos em prol de pesquisas sobre o câncer e, neste ano, irá promover o Rock for Ronnie: Year of the Dragon. O evento acontecerá no dia 19 de maio, no Warner Center Park em Los Angeles. Eddie Trunk será o anfitrião e o grupo Quiet Riot se apresentará, ao lado de Lita Ford e outros nomes da música. A Fundação Dio contra o câncer, fundada há 14 anos por Wendy Dio, viúva de Ronnie James Dio, nasceu como uma homenagem ao cantor, que faleceu de câncer no estômago em maio de 2010. A instituição também promove outros eventos de caridade, como o Memorial Gala, o Ride For Ronnie e o Bowl For Ronnie. Todos contando com a presença de personalidades importantes do rock, apoiando a causa. A paixão de Dio por dragões Neste ano, o tema do evento segue uma das grandes paixões de Dio que, segundo Wendy, eram os dragões: “Este é o ‘Ano do Dragão’, que só acontece a cada 12 anos, e qualquer pessoa que conheceu Ronnie sabe o quanto ele amava dragões. Por causa de nossos maravilhosos patrocinadores e apoiadores, somos capazes de abrir o evento deste ano neste maravilhoso e novo local para todos que desejam participar, ao mesmo tempo que oferece um número limitado de assentos VIP para compra antecipada. Esperamos que este evento especial do ‘Ano do Dragão’ receba doações que promoverão as iniciativas de nossa instituição de caridade na educação e pesquisa sobre o câncer para uma cura para esta terrível doença que levou tantos de nossos entes queridos” disse a viúva (via Blabbermouth). O evento será aberto ao público e vai contar com área para food trucks, artesanatos, além de música ao vivo. Lita Ford e Quiet Riot se apresentam ao lado do Dio Disciples, que presta tributo a Ronnie, Jason Charles Miller (Godhead) e a All-Star-Band, formada por Eddie Trunk. Para confirmação de presença, doações ou assento vip, o site oficial da fundação já está disponível, além de fornecer informações mais completas sobre as ações já promovidas anteriormente. LEIA TAMBÉM: Ronnie James Dio: viúva não planeja mais usar hologramas do cantor Via: Wiki Metal

Bruce Dickinson celebra o sucesso de The Mandrake Project nas paradas mundiais
O novo álbum solo de Bruce Dickinson, The Mandrake Project, tornou-se um sucesso global com enorme êxito nas paradas da Europa e América Latina. Na Alemanha e Suécia, Bruce conquistou o topo das paradas de álbuns, enquanto no Reino Unido o disco entrou para os charts na terceira posição. The Mandrake Project é sucesso no Top 10 de outros países como europeus como Finlândia, Suíça, Itália, Bélgica, Holanda e França. Nas paradas do iTunes da América Latina, o disco está no Top 10 tanto no Brasil quanto no México, com muitos outros países seguindo o mesmo caminho nos próximos dias. Bruce comentou: “Estou encantado que tantas pessoas estejam amando o álbum. Foi incrível ouvir diretamente tantos fãs nos países que visitei ao longo da última semana, e as posições nas paradas são apenas a cereja no bolo, para ser honesto. Agora posso me concentrar em dar vida ao The Mandrake Project e às músicas dos meus álbuns anteriores na turnê no próximo mês. Vejo vocês na estrada”. Com os singles Afterglow of Ragnarok e Rain On The Graves, o material vem recebendo grande aclamação da crítica, com resenhas elogiosas em todo o mundo. Via: RockBizz

A Lista de Schindler é o filme que mais impactou a vida de Ozzy Osbourne
Embalados pela cerimônia do Oscar 2024, que rolou no último domingo, 10, Ozzy, Sharon, Jack e Kelly conversaram sobre filmes e atores de Hollywood no mais recente episódio do podcast The Osbournes. No bate-papo, Jack perguntou para o Príncipe das Trevas qual é o filme que mais impactou sua vida. Ozzy, sem titubear, respondeu que é o longa A Lista de Schindler. Sharon emendou na fala do esposo e destacou que não aguentou ver o filme, teve que sair da sala de exibição antes do fim. O filme, lançado em 1993, conta o drama vivido pelos judeus durante a Segunda Guerra e o trabalho do personagem Schindler para salvar pessoas dos campos de concentração. É importante destacar que a A Lista de Schindler, que foi dirigido pelo genial Steven Spielberg, abocanhou em 1994 os óscares de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Fotografia. Além disso levou para casa o Prêmio Globo de Ouro Melhor Diretor e Melhor Filme Dramático, e o Prêmio BAFTA de Cinema como Melhor Filme. A conversa completa dos Osbournes está disponível logo abaixo: Já o trailer de A Lista de Schindler pode ser visto neste outro tocador: Via: RockBizz