Entrevistas

Roger Daltrey do The Who reflete sobre como é ter 80 anos
Roger Daltrey possui uma coluna no The Times chamada “Backstage Diary”, e recentemente refletiu como é ter completado 80 anos. “A esperança média de vida é de 83 anos e com um pouco de sorte conseguirei isso, mas precisamos de outra pessoa para conduzir as coisas”, disse o músico do The Who. E ainda completou: “Tenho que ser realista. Estou de saída”. O icônico cantor expressou o seu desejo de diminuir o ritmo. Isso por conta do último ano, em que foi um dos principais curadores da série de shows do Teenage Cancer Trust. Sobre isso escreveu: “Não vou deixar a TCT – sou patrono desde que conheci os fundadores da instituição de caridade, Dr. Adrian e Myrna Whiteson, há mais de 30 anos – e isso vai continuar, mas estarei trabalhando nos bastidores, conversando com o governo, sacudindo gaiolas.” Quando Daltrey confirmou sua saída do Teenage Cancer Trust, Paul McCartney e Nile Rodgers enviaram um vídeo agradecendo as contribuições de Daltrey. Logo no começo do vídeo Paul disse: “Paul aqui, seu amigo de um milhão de anos”. Então continuou com agradecimento: “Obrigado por seus 24 anos de serviço incrível ao Teenage Cancer Trust. Você fez tantas crianças felizes e saudáveis e todos nós ligados a isso queremos muito agradecer. Então o que dizemos é… [canta] obrigado Roger, muito obrigado, você é um herói e é melhor saber… Essa é uma das melhores músicas que já escrevi.” Roger Daltrey detalha como é fazer shows aos 80 anos O cantor contou que sair em turnê com 80 anos não é mais como era antes. Mesmo levando uma vida regrada, admite que é difícil. Sobre isso afirmou: “Vivo como um monge e se saísse em turnê por uma semana, estaria em forma como um cachorro de açougueiro novamente, mas esta noite, pela primeira vez na minha carreira, penso: ‘Caramba, isso é difícil.’” LEIA TAMBÉM: Eddie Vedder e The Who tocam juntos por causa beneficente Via: Wiki Metal

Rob Halford é só amor pela comunidade metal: “Somos muito fortes”
Rob Halford, frontman do Judas Priest, sempre exteriorizou seu amor e carinho pela comunidade heavy metal. Durante um breve bate-papo com o podcast The Sound Lab, o Metal God reforçou seu apreço pela cena metal. “Tudo o que amamos e valorizamos no Priest é impulsionado pela nossa comunidade mundial de heavy metal. Não há nada melhor do que ter todos nós juntos no mesmo local. Basta olhar um para o outro para ver o amor e a paixão que compartilhamos, e isso é uma experiência real, é uma coisa viva. Temos muito orgulhoso de fazer parte desse desenvolvimento. Eu nos chamo de comunidade do heavy metal há muito tempo. Somos muito fortes e orgulhosos pelo metal. Nós amamos o nosso metal, e é isso o que nos torna únicos”. A pequena fala de Rob Halford pode ser vista neste tocador: E por falar no Metal God, O Judas Priest já está na estrada divulgando seu novo trabalho de estúdio, intitulado Invincible Shield, lançado no começo deste mês pela Epic Records. O grupo vai mostrar o poderio de sua nova tour aos fãs da Alemanha, Polônia, Áustria, Suíça, França, Itália, Estados Unidos, entre muitos países. O itinerário da tour pode ser consultado aqui. Via: RockBizz

Bruce Dickinson considera lançar novo álbum com final da HQ The Mandrake Project
Durante uma entrevista com a Qobuz, Bruce Dickinson foi questionado se ele planeja lançar um novo álbum de estúdio ao fim da HQ The Mandrake Project, assim como fez com o início da história, com o disco do mesmo nome. Ao responder, Dickinson disse (via BLABBERMOUTH.NET): “Isso é uma coisa que eu não sei. Claro que é uma possibilidade, mas eu não vou me forçar a ‘ah, eu preciso fazer isso porque é o fim de três anos’. Se acontecer naturalmente, então ótimo. Eu não vou sentar e fazer nada. Mas o que aprendi nesse processo é que quando você for fazer algo, faça algo que seja realmente de boa qualidade. Ao invés de fazer tudo mais ou menos, faça uma coisa realmente boa.” A história tem sido desenvolvida há uma década pelo vocalista do Iron Maiden e conta sobre uma batalha do ser humano com a imortalidade. O projeto terá 12 episódios e duração de três anos. A HQ The Mandrake Project tem roteiro de Tony Lee e desenho de Staz Johnson. Está sendo publicado pela Z2 Comics e é descrito como “uma história sombria e adulta de poder, abuso e luta por identidade, tendo como pano de fundo o gênio científico e ocultista”. Bruce Dickinson e o álbum The Mandrake Project O álbum The Mandrake Project foi lançado em 1º de março pela BMG. Bruce e seu co-escritor e produtor de longa data Roy “Z” Ramirez gravaram o LP em grande parte no Doom Room de Los Angeles, com Roy Z atuando como guitarrista e baixista. A formação de gravação de The Mandrake Project foi completada por Mistheria no teclado e pelo baterista Dave Moreno, que também participaram do álbum solo de estúdio anterior de Bruce, Tyranny Of Souls, em 2005. LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson diz que não pagaria 1200 dólares em ingresso para ver U2 Via: Wiki Metal

Jordan Rudess lança música com colaboração da plataforma de Inteligência Artificial
Jordan Rudess, tecladista do Dream Theater, lança a música “Embers”, feita com a colaboração da plataforma de Inteligência Artificial, Moises. A faixa foi feita especialmente para o concurso Moises Jam Sessions. Rudess mostra como a utilização da plataforma de IA Moises pode facilitar o fluxo de criação musical. A faixa “Embers” já está disponível para que usuários criem suas versões e concorram a uma assinatura vitalícia da plataforma. “A inspiração para criar esta faixa coincidiu com um projeto que me pediram para fazer para o aplicativo, Moises, uma tecnologia que pode transformar arquivos de áudio padrão em faixas separadas e ao mesmo tempo mostrar acordes, letras e muito mais”, afirmou Rudess em seu site. Próximo álbum solo de Jordan Rudess e o uso de Inteligência Artificial Essa música fará parte do novo álbum solo de Jordan Rudess previsto para sair no fim de 2024. Nesse caso ela é independente de qualquer plataforma de IA. Sobre a música, o tecladista pontuou: “’Embers’, a fagulha inicial do meu próximo álbum, dá o tom para minha mais recente jornada musical solo. Esta faixa captura uma vibração mais suave, diferente do resto das músicas progressivas do álbum. Para aqueles que gostam de música progressiva por aí, não tenham medo, este álbum abrange toda a minha expressão musical e vocês terão seus polímeros e Snarling Pigs.” Além do álbum solo, o músico está em estúdio com o Dream Theater. Depois de 15 anos fora da banda, o baterista Mike Portnoy está de volta ao estúdio com o grupo. Abaixo você confere a nova música de Jordan Rudess em colaboração com uma Inteligência Artificial: LEIA TAMBÉM: Dream Theater entra em estúdio com Mike Portnoy nas baquetas Via: Wiki Metal

Deep Purple fará show no Brasil em 2024, segundo Ian Gillan
Em uma entrevista recente para o jornal O Globo, o vocalista Ian Gillan prometeu que o Deep Purple fará show no Brasil em setembro de 2024. A conversa se concentrou na divulgação da nova edição de luxo do sexto álbum de estúdio do grupo, Machine Head, lançada na última sexta-feira (29 de março) e não deu maiores detalhes sobre a apresentação. A última vinda do Deep Purple ao país aconteceu em 2023, quando se apresentaram em Curitiba, Brasília, Ribeirão Preto e no festival Monsters of Rock em São Paulo. Caso a notícia seja confirmada, será a 13ª passagem da banda britânica pelo Brasil. Via: RockBizz

Bruce Dickinson ensaiou com o Iron Maiden enquanto Paul Di’Anno ainda era o vocalista
Bruce Dickinson foi a voz que ajudou a tirar o Iron Maiden da categoria de uma grande promessa do heavy metal para a principal banda do estilo. Steve Harris, líder e baixista da banda, sabia que dificilmente sua empresa alcançaria tamanho êxito com o vocalista Paul Di’Anno. Em meados de 1981, a batata de Di’Anno já estava assando, visto que o Iron Maiden havia ensaiado com Bruce Dickinson enquanto ele ainda era o vocalista do conjunto. O Air-Raid Siren falou sobre o assunto em conversa com a revista Rolling Stone. “Eu fiz dois teste, na verdade! O primeiro foi em uma sala de ensaio. Eles me pediram para aprender quatro músicas, mas eu pensei: ‘bem, eles só têm dois álbuns, então, vou aprender todas as músicas’. Aí, acabamos tocando um monte dessas músicas. Depois disso, começamos a fazer uns sons do Thin Lizzy e Deep Purple. Após isso, eles tiveram que fazer alguns shows com o antigo cantor Paul [Di’Anno]. Eu pensei: ‘isso deve ter sido bem difícil porque eles tiveram um dia muito divertido comigo’. Assim que eles voltaram da turnê, falaram que tinham demitido o cantor e que queriam fazer um teste em um estúdio de gravação. Fui ao estúdio e lá estava o falecido e grande Martin Birch [produtor]. Cantei em quatro faixas que eles gravaram ao vivo no Japão. Depois fomos a um show do UFO, bebemos muita cerveja e o resto é história. O trabalho duro começou no dia seguinte”. Com o Iron Maiden, Bruce Dickinson já gravou treze álbuns de estúdio: primeiro, The Number of the Beast, lançado em março de 1982; já o mais recente é Senjutsu, que saiu no mês de setembro de 2021. Via: RockBizz

Hulk Hogan afirma ter sido convidado para ser baixista do Metallica
Hulk Hogan, uma das maiores estrelas da luta livre, afirmou ter sido convidado para ser baixista do Metallica. Em 2012, o atleta/ator concedeu uma entrevista ao jornal The Sun e falou que teve chance de ingressar no grupo norte-americano de thrash metal, devido sua amizade com o baterista Lars Ulrich. Hogan disse: “Antes de lutador, eu era músico! Eu tocava baixo antes de me tornar lutador. Eu era muito amigo de Lars Ulrich, e ele me perguntou se eu queria tocar baixo no Metallica. Isso foi no começo da carreira deles. Mas acabou não dando certo”. Tempos depois da afirmação do lutador, Lars Ulrich retrucou a fala de Hulk, durante uma entrevista ao Howard Stern Show. Ulrich comentou: “Olha, sou abençoado ou amaldiçoado, dependendo de como você encara o assunto, por ter uma memória fotográfica muito boa. Consigo lembrar de praticamente qualquer coisa de que fiz e participei. Quando Hogan falou sobre o convite de integrar o Metallica, eu cocei minha cabeça. Eu não conheço Hulk Hogan, não sei nada sobre ele e não sou um grande fã de luta livre”. Depois da posição contrária de Lars, o atleta, para não ficar mal da história, tentou contornar o assunto em conversa com a revista Kerrang! “Eu fui músico por muitos anos antes de entrar para a luta livre, portanto, quando soube que o Metallica estava procurando um baixista, eu juntei algumas fitas demo e mandei para o Metallica, mas nunca obtive resposta. Eles devem ter pensado que era uma piada e tal! Eu tentei, mas nunca fiz propriamente um teste para o Metallica. Eu gostaria de ter feito, com certeza. Lembro que eles contrataram um baixista muito bom”. Via: RockBizz

Wolf Hoffmann parou com o goró e está feliz por não ter mais ressaca
Wolf Hoffmann, líder e guitarrista do Accept, trocou uma ideia com Jorge Botas do canal Metal Global e comentou que parou com o goró. O músico ainda ressaltou que está feliz por não ter mais ressaca. “Eu nunca fui um bebedor da pesada, mas eu bebia constantemente”, lembrou Wolf. “Todas as noites eu tomava dois ou três copos de qualquer coisa. E eu não conseguia ir para a cama antes de sentir um leve zumbido”, explicou. “E isso é muito perigoso”, garantiu. “Um dia você percebe que o preço é alto demais: as dores de cabeça no dia seguinte, a ressaca e tudo mais”, pontuou. “Portanto, eu parei de beber há cerca de oito anos e isso é lindo. É incrível acordar de manhã e me sentir revigorado e sem ressaca”, concluiu. O novo álbum do Accept, décimo sétimo registro de estúdio da banda alemã, chamado Humanoid, será lançado no dia 26 de abril pela Napalm Records. O trabalho foi mais uma vez produzido, gravado, mixado e masterizado pelo aclamado produtor de heavy metal Andy Sneap (Judas Priest, Megadeth, Arch Enemy, Nevermore, Saxon, Kreator, entre muitos outros). Cabe destacar que Humanoid será o sexto álbum com o vocalista Mark Tornillo, que substituiu o frontman original Udo Dirkscheider. A parceria entre Accept e Tornillo rendeu trabalhos de peso como Blood Of The Nations (2010), Stalingrad (2012), Blind Rage (2014), The Rise Of Chaos (2017) e Too Mean To Die. Track listing de Humanoid: 01. Diving Into Sin02. Humanoid03. Frankenstein04. Man Up05. The Reckoning06. Nobody Gets Out Alive07. Ravages Of Time08. Unbreakable09. Mind Games10. Straight Up Jack11. Southside Of Hell Via: RockBizz

Summer Breeze Brasil anuncia Summer Expo Tattoo em parceria com o estúdio Venice Ink Tattoo
O festival Summer Breeze Open Air Brasil, que teve sua estreia aclamada tanto pelo público quanto pela crítica especializada, promete retornar ainda mais grandioso para sua segunda edição nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, São Paulo. Em 2023, o Summer Breeze Brasil já contou com a feira de tatuagem como uma de suas atrações, e foi um sucesso. Nesta edição, o festival traz uma parceria com o renomado estúdio Venice Ink Tattoo. O estúdio orgulhosamente anuncia a Summer Expo Tattoo, uma feira de tatuagem que será realizada dentro do cenário do festival, proporcionando uma experiência verdadeiramente única para os participantes. A Summer Expo Tattoo, curada pelo talentoso time do Venice Ink, é uma oportunidade imperdível para os entusiastas da tatuagem mergulharem em um mundo de criatividade e expressão pessoal. Este evento inovador não apenas celebra a beleza da arte corporal, mas também destaca o profissionalismo e a habilidade dos artistas que irão compor a feira. “Estamos animados em trazer a cultura da tatuagem para o Summer Breeze e oferecer aos participantes uma experiência excepcionalmente memorável”, disse Rodrigo Dias, CEO do Venice Ink Tattoo. “A Summer Expo Tattoo será um local de enorme diversidade artística, onde os participantes poderão explorar uma variedade de estilos de tatuagem e se conectar com os talentosos artistas por trás delas.” Além de apresentar uma impressionante variedade de estilos e designs de tatuagem, a Summer Expo Tattoo também oferecerá aos participantes a oportunidade de interagir com os artistas, discutir ideias e até mesmo agendar sessões de tatuagem futuras. Complementando a atmosfera eletrizante do Summer Breeze, a feira de tatuagem promete ser um destaque memorável do evento de rock. Os headliners musicais deste ano incluem nomes de peso como Within Temptation, Epica e Hammerfall, que são referências no metal sinfônico e no power metal. O festival também contará com a presença de bandas lendárias do hard rock e heavy metal, como Mr. Big, Mercyful Fate e Anthrax, além de Killswitch Engage, que é uma das maiores influências no metalcore. A presença de Gene Simmons, uma verdadeira lenda viva do rock, eleva o Summer Breeze Open Air a um patamar de excelência. Sua performance promete ser um dos pontos altos do festival, oferecendo aos fãs a chance de testemunhar a energia e o carisma de um dos maiores performers da história do rock. Além da música e da tatuagem, o evento tem tudo para ser uma experiência completa, com áreas dedicadas à gastronomia, onde o público poderá desfrutar de uma variedade de opções culinárias, além de espaços de lazer pensados para oferecer momentos de descanso entre os shows. A organização promete uma experiência imersiva, com uma produção visual e sonora de alta qualidade, garantindo que cada apresentação seja não apenas um show, mas um espetáculo memorável. Serão três dias inesquecíveis de música, arte, cultura e celebração. Para os amantes do rock, do metal e da tatuagem, o Summer Breeze Brasil é, sem dúvida, um compromisso imperdível no calendário cultural de São Paulo. Via: RockBizz

Black Veil Brides empolga mesmo com show curto em São Paulo
Texto por: Marcelo Gomes O Black Veil Brides, banda americana conhecida por suas performances eletrizantes, retornou ao Brasil para um show único em São Paulo. A apresentação fez parte do encerramento da turnê Bleeders South American Tour 2024 e o público não fez feio comparecendo em peso ao Terra SP para prestigiar a banda. Eram 21h05 quando finalmente Andy Biersack (vocal), Jynxx (guitarra/violino), Jake Pitts (guitarra), Lonny Eagleton (baixo) e Christian “CC” Coma (bateria) subiram ao palco ao som de “Crimson Skies” e encontraram um público simplesmente ensandecido. “Estamos muito felizes de estarmos aqui”, disse Andy para então anunciar “Rebel Love Song” que agitou demais os fãs. O groove de “Wake Up” tirou todos do chão enquanto cantavam alto o refrão marcante, ficando claro nada deteria os fervorosos fãs de viver intensamente essa experiência. Aliás, era impressionante a altura que estavam cantando, especialmente a ala feminina que tinha sua voz destacada em meio aquela massa sonora. Em “Nobody´s Hero” não foi diferente e num momento inesperado, Biersack surpreende um fã assinando seu um pôster. Das mais recentes, “Devil” esteve presente no setlist, que faz parte do EP The Mourning de 2022. Os fãs ensandecidos não pararam por um minuto sequer e responderam à altura, batendo cabeça numa verdadeira comunhão com a banda. A banda retribuía no palco, especialmente os guitarristas e Andy que proporcionavam uma performance de tirar o fôlego. Iam de um lado para outro, interagiam entre si e com os fãs que iam à loucura. “Scarlet Cross” agitou bastante enquanto “Torch” é mais introspectiva criando uma dinâmica interessante no show , embora isso não diminua nem um pouco a cantoria dos fanáticos pela banda que deixaram a casa iluminada com as luzes dos celulares durante a execução. Andy incita os fãs por “CC” para que o resto da banda tenha um breve descanso. Era hora do solo de bateria que foi na medida certa e com momentos inusitados como “CC” tocando trompete na frente do palco e depois acompanhando uma música eletrônica que fez o show parecer uma balada. Na sequência, a levada de bateria deu inicio a pesadíssima “The Legacy”, uma das mais celebradas da noite, assim como “Perfect Weapon” que manteve e energia lá em cima. Fazia tempo que eu não via um público tão apaixonado e histérico pela banda. Pode até ter gente que não conheça tanto a banda ou até mesmo que não goste, mas a energia que estava rolando era definitivamente contagiante. Ao final, todos gritaram o nome da banda e ganharam a promessa que voltariam em breve. Deixaram o palco ao som de “Knives And Pen”. Uma pausa de 5 minutos deixou o público apreensivo e sedento por mais. A volta para o bis foi com “Lost It All”, faixa mais emotiva, que ganhou uma interpretação comovente de Andy que estava acompanhado por Jynnx no violino. Nessa hora, uma menina no camarote estava cantando tão alto, que eu mal ouvia o Andy cantar, foi surreal. A despedida foi com “Fallen Angels” e “In The End”, deixando os fãs alucinados em êxtase pela última vez. Compensado com intensidade da apresentação, o show curto de 1 hora e 8 minutos não incomodou. O Black Veil Brides entregou uma apresentação sem enrolação e com muita energia. Da insana presença de palco ao setlist inesquecível, tudo funcionou perfeitamente bem. Único ponto negativo desse show foram as 3 colunas no meio da pista que atrapalhavam a visão de praticamente qualquer setor da casa. Fora isso, foi uma daquelas noites mágicas que ficarão por muito tempo na memória de todos. LEIA TAMBÉM: Sepultura mostra a força do heavy metal nacional em show em Santa Catarina Via: Wiki Metal

Coleção de máscaras do Slipknot chegam ao jogo online ‘Dead by Daylight’
Lançado no YouTube, o trailer do jogo online de horror, Dead By Daylight, apresenta as novas máscaras do jogo. Os escolhidos da vez são os integrantes do Slipknot. No vídeo, o personagem de Sid Wilson é mostrado em detalhes. As máscaras serão usadas pelos vilões do jogo. Kirby Taylor, gerente de produto do jogo, falou um pouco sobre a escolha de ter a banda como design no jogo: “Poder dar vida às máscaras emblemáticas do Slipknot em Dead by Daylight foi incrivelmente recompensador. Cada máscara carrega um design marcante e distinto, então boa parte de nossa exploração criativa foi concentrada em encontrar qual assassino faria o par perfeito. Como já era de se esperar, elas couberam como uma luva no mundo de Dead by Daylight. Estamos animados para ver quais combinações de trajes os jogadores criarão, já que a maioria delas pode ser combinada com cosméticos atuais e futuros.” Assista ao trailer que mostra a skin completa de Sid Wilson: Sobre o jogo Lançado em 2016, Dead by Daylight é um jogo de gênero survival horror criado pelo estúdio canadense Behavior Interactive onde um jogador assume o papel de assassino e outros quatro jogadores, o de sobreviventes. A nova coleção inspirada na banda apresenta designs para Espectro, Mercenário, Médico, Palhaço, Caipira, Flagelo, Caçador e um traje completo com máscara para a Legião. LEIA TAMBÉM: Shawn “Clown” Crahan do Slipknot divulga nova máscara Via: Wiki Metal

Rob Halford falou sobre sua homossexualidade em uma música do Judas Priest e ninguém percebeu
O poderoso frontman do Judas Priest, Rob Halford, se assumiu homossexual de forma espontânea, durante uma entrevista a MTV norte-americana em 1998. De acordo com o músico, “foi um momento lindo e de libertação”. Entretanto, o cantor falou sobre sua homossexualidade em uma música do Judas Priest vinte e um anos antes de se assumir publicamente e ninguém percebeu. Halford abordou o assunto na canção Raw Deal; faixa do álbum Sin After Sin, lançado em 1977. Nos primeiro verso do som, Rob canta: “All eyes hit me as I walked into the bar / And seeing other guys were fooling in the denim dudes / A couple cards played rough stuff, New York, Fire Island / I cased the joint, straining at the scenes” – em uma tradução livre: “Todos os olhos me atingiram quando entrei no bar / E vi outros caras brincando e conversando / Algumas cartas jogadas eram difíceis, Nova York, Fire Island / Eu olhei para o baseado, separando uma coisa da outra”. Halford fala sobre Fire Island, que é um famoso refúgio para a comunidade LGBTQ+ desde a década de 1960. Em Raw Deal, o Metal God versa sobre experiências em tal casa noturna e se coloca dentro do enredo. Em 2019, o artista, durante um bate-papo com Nikki Preston, da rádio 96.7 KCAL Rocks, admitiu que Raw Deal foi uma forma de falar sobre sua orientação sexual. “Raw Deal é realmente quase como uma experiência de revelação para mim”. A conversa completa pode ser conferida neste player: Já Raw Deal pode ser curtida neste outro tocador: Via: RockBizz

Max Cavalera disse que atitude de esposa de Andreas Kisser colaborou para sua saída do Sepultura
A saída de Max Cavalera do Sepultura foi uma das mais polêmicas rupturas do universo heavy metal, já que rolaram acusações e trocas de farpas nos dois lados da cerca, desde então. Em 2021, o músico brasileiro concedeu uma entrevista ao canal HEAVY1 TV e disse que atitude de esposa de Andreas Kisser colaborou para sua saída do Sepultura. Max falou: “Uma das principais razões que contribuiu para minha saída, e muitas pessoas não conhecem a história, é que estávamos na Inglaterra, prontos para fazer Donington com Ozzy. E recebemos a notícia de que Dana [Dana Wells era enteado de Max, filho de Gloria, sua esposa] havia morrido. A minha esposa estava em total desespero, e eu sou o seu marido, eu tinha que consolá-la. Então eu voei de volta para os Estados Unidos para ficar com ela. Eu descobri mais tarde que a esposa de Andreas tentou mover o corpo, tentou roubar o corpo de Dana e tentou enterrá-lo bem rápido para que pudéssemos voltar à turnê”. O vocalista/guitarrista completou: “Eu fiquei tipo: ‘Quem faz uma coisa dessa’? Isso me fez pensar seriamente sobre as pessoas com quem estava fazendo música. Esses são meus amigos de verdade? Foi confuso, cara. Depois disso, as coisas complicaram ainda mais”. A entrevista na íntegra está disponível no tocador abaixo – caso queira conferir a parte específica em que Max fala sobre a esposa de Andreas, está a partir dos 20 minutos. Via: RockBizz

Entrevista Jethro Tull: Ian Anderson fala sobre vinda ao Brasil e novo álbum
Jethro Tull estará aterrissando no Brasil em abril de 2024 para três apresentações exclusivas de sua nova turnê RÖKFLÖTE TOUR, após o adiamento de 2020 devido à pandemia. O fundador da banda, Ian Anderson concedeu uma entrevista para o Wikimetal no dia 14 de Março de 2024 e falou sobre suas inspirações para o novo disco RökFlöte, lançado em 21 de Abril de 2023, e também sobre o que esperar dos shows aqui no Brasil, entre outras curiosidades interessantíssimas. Confiram as datas no Brasil: 10 de abril – Porto Alegre12 de abril – Curitiba13 de abril – São Paulo Confira a entrevista com Ian Anderson, do Jethro Tull: Wikimetal: Vamos começar falando do seu novo álbum RÖKFLÖTE, quais foram suas inspirações para a composição? Ian Anderson: Na minha idade inspirações são iguais ao desespero para realizá-las, pois percebemos que não temos todo o tempo do mundo para escrever o álbum perfeito, e isso é uma sensação não muito boa, você coloca muita pressão no processo. Mas quando se tem certeza do objetivo que se quer alcançar, fica mais fácil. No álbum anterior The Zelot Gene foquei mais no lado bíblico das letras, suas motivações e histórias. Neste trabalho quis ir para o lado politeísta do mundo antigo, ou seja, os vários Deuses do paganismo dos países nórdicos. É um tema riquíssimo, pois a mitologia nórdica está ligada a algumas fantasias e fascínios mantidos por muitas bandas de heavy metal e, claro, o lado negro da filosofia nórdica. Este tema mais complicado precisávamos amenizar um pouco, então decidi tentar ter um olhar mais otimista para alguns dos deuses nórdicos e seus relacionamentos entre si. Especialmente o fato de que todos eles são com exceção de um, todos humanos superiores em forma e assim eles assumem as mesmas personalidades humanas, que nós bem entendemos e nos identificamos. Cada uma das letras do álbum é inspirada na história de um determinado ser mitológico, mas trazendo alguns conceitos a nossa realidade, ao mundo no qual estamos vivendo. Canções inspiradas em deuses nórdicos Ian Anderson: Quisemos colocar no álbum a história pagã dos personagens desses deuses como está escrito há cerca de milhares de anos, mas com alguns comparativos que podem ser feitos com personalidades do mundo atual. O conceito da história dos vários deuses já aparece na primeira música, um poema escrito em língua nórdica antiga, a canção “Völuspa”, em tradução para o português “A profecia da vidente”, uma espécie de introdução ao mundo dos deuses nórdicos. WM: Conte-nos um pouco sobre a grafia do título do álbum RökFlöte, qual a história por trás desta escolha do Jethro Tull; Ian Anderson: O título foi muito bem pensado, é um tema ótimo, o uso do trema (¨) nas duas vogais “O” foi propositalmente utilizado para representar a junção de RÖK, que é uma palavra islandesa, que significa “destino” e FLÖTE, que é a palavra “flauta” na língua alemã, que obviamente é minha marca registrada. Então a palavra foi gramaticalmente elaborada para representar a força da língua nórdica, artifício perfeito que muitas bandas de heavy metal utilizam em suas grafias de nomes. Também representa a flauta, então fiquei muito orgulhoso do nome e também por ter ficado gramaticalmente muito correto na hora de elaborar o conceito. Curiosidades de Ian Anderson WM: Sabemos que é difícil, mas você possui alguma música favorita? Ian Anderson: Realmente é impossível, minhas canções são todas únicas, seria como comparar meus filhos uns com os outros. Cada canção tem uma característica própria que as tornam especiais. WM: O álbum, a princípio, era para ser todo instrumental? Porque depois você decidiu adicionar letras nele? Isto é verdade? Ian Anderson: Na verdade, sempre foi para ser um álbum com músicas e letras, mas quando se começa com a composição as coisas vão se encaixando de maneira natural, nem sempre na ordem correta. Mas apesar de eu ter feito alguns álbuns instrumentais no passado, este não estava destinado a ser um deles. WM: Agora conte-nos como foi chegar ao top 10 das paradas britânicas depois de tanto tempo, com o álbum The Zelot Gene? Ian Anderson: É sempre bom ter o reconhecimento de um trabalho musical, mas não é o tipo de coisa que eu almejo, prêmios e posições nas paradas. Para mim, o mais importante é a música em si e a sensação que ela traz às pessoas, o prazer de compor e escutar um bom disco de rock n roll. Mas para as gravadoras, as vendas são muito importantes e então precisa existir e acaba sendo de grande importância no final das coisas. Shows no Brasil em Abril de 2024 WM: Como você se sentiu ao precisar adiar vários shows, inclusive no Brasil, por conta da pandemia de Covid em 2020? Ian Anderson: Foi um período difícil, tivemos que adiar todos os shows em 2020, aí em 2021 também precisamos adiar novamente, inclusive na Finlândia, tivemos que adiar três vezes. Todos ficamos trancados em casa esperando que nossos governantes conseguissem lidar com a crise. Mas agora parece que está tudo certo, temos as passagens e está tudo certo para ir ao Brasil e estamos felizes de poder finalmente realizar o show. WM – Você pode dizer aos fãs brasileiros o que esperar dos shows aqui no país em Abril? Ian Anderson: Claro, podem esperar um show completo com um pouco de tudo, algumas canções novas, mas também muitos dos clássicos que fazem parte da vida das pessoas, especialmente aí no Brasil, onde não fizemos muitas apresentações ao longo dos anos, então vamos tentar ao máximo trazer um show excelente para vocês. WM: Você poderia dar sua opinião a respeito do uso da inteligência artificial na música? Ian Anderson: Não penso a respeito disso, pois ao meu ver, programas de computadores, que são utilizados para criar arte, música, torna tudo falso. Pois o ser humano sempre vai ser o responsável pela criatividade e inteligência para criar a cultura. No meu caso, pela idade que já tenho, acredito que não verei muito o que isto irá

Uni, duni, tê: Lzzy Hale não sabe qual calça de couro usar em sua estreia no Skid Row
Recentemente, o vocalista Erik Grönwall pediu as contas do Skid Row para focar em sua saúde, já que passou por um transplante de medula óssea não muito tempo atrás. Com isso, alguns compromissos da banda serão assumidos pela frontwoman do Halestorm, Lzzy Hale. Pelas mídias sociais, Lzzy brincou com os fãs ao escrever que não sabe qual calça de couro usar em sua estreia no Skid Row. Ela escreveu: “Vou fazer alguns shows como vocalista do Skid Row! É uma honra chamá-los de amigos e um privilégio dividir o palco com eles! Erik, desejo a você toda a magia em sua próxima aventura. Agora… Qual calça de couro usar”? A cantora vai comandar o microfone do Skid Row durante os próximos quatro shows; o primeiro acontecerá no Walker’s Bluff Casino Resort em Carterville, Illinois, EUA, em 17 de maio. Para ficar por dentro de todos os detalhes da careira de Lzzy Hale ao lado do Skid Row, é só clicar aqui. Via: RockBizz

Como Ozzy Osbourne passou a ser fã do Megadeth
Há um álbum específico do Megadeth que não apenas transformou Ozzy Osbourne em um fã da icônica banda de thrash metal norte-americana, mas também o fez perceber como o conjunto de Dave Mustaine era bom. Cabe relembrar que o Megadeth foi formado em 1983, após a demissão de Mustaine do gigante Metallica. Dois anos depois, o grupo lançou seu primeiro álbum de estúdio, intitulado Killing Is My Business… and Business Is Good!. A partir daí, eles lançaram mais 15 álbuns de estúdio, sendo o mais recente The Sick, the Dying… and the Dead!, de 2022. Em uma entrevista de 2017 para a Rolling Stone, o nosso eterno morcegão compartilhou seus 10 álbuns de heavy metal favoritos, que incluía, pasmem, um trabalho do Megadeth. “Eu nunca percebi o quão boa essa banda era até ouvir este álbum”, disse o Príncipe das Trevas se referindo ao quarto álbum de estúdio da banda, Rust In Peace, de 1990. Além de ser o primeiro disco do Megadeth com a participação do guitarrista Marty Friedman e do falecido baterista Nick Menza, Rust In Peace se consolidou como um dos lançamentos mais queridos do grupo e apresenta as músicas Hangar 18 e Holy Wars… The Punishment Due, que se tornaram alguns dos seus maiores sucessos. Com sua gama de instrumentação emocionante e tecnicamente fascinante, Rust In Peace é considerado um dos maiores álbuns de thrash metal de todos os tempos e o bê-á-bá do potente estilo musical. Embora os três primeiros álbuns do Megadeth sejam ótimos por si só, é compreensível que Rust In Peace seja o álbum que impressionou Osbourne. Via: RockBizz

Korn gastou mais de 60 mil dólares em bebidas para fazer Follow The Leader
A partir da segunda metade dos anos 90, o Korn estava com a moral elevada no mercado metal norte-americano e dando as cartas de qual direção a música pesada deveria seguir nas bandas de lá. Dessa forma, a Epic Records deu final verde para que Jonathan Davis (vocal), Brian “Head” Welch (guitarra), James “Munky” Shaffer (guitarra), Reginald “Fieldy” Arvizu (baixo) e David Silveria (bateria) usassem os recursos que precisassem para criar um disco que coubesse a alcunha de clássico. O disco, que era o terceiro registro de estúdio do quinteto, saiu no dia 18 de agosto de 1998 sob o nome de Follow The Leader e foi um tremendo estrondo na indústria musical dos Estados Unidos. Trocando uma ideia com o site The Ringer, Jonathan Davis rememorou o processo de gravação do álbum e destacou que o Korn gastou mais de 60 mil dólares em bebidas para fazer Follow The Leader. “A gente só fazia festas e merdas para nos inspirarem! Na verdade, a palavra “festa” é um eufemismo, já que o valor gasto apenas com as bebidas alcoólicas foi mais de 60 mil dólares. E não estamos contando com o valor que gastamos em drogas. Foi o nosso auge dos excessos rock n’ roll! Enquanto eu estava gravando, eu estava cheirando muito pó e tocando o terror. Um amigo nosso, que é um músico muito famoso, estava sendo chupado por uma atriz pornô. Foi fantástico. Estávamos muito loucos, incrivelmente bêbados e chapados quando fizemos o disco! Parecia que a gente estava em uma cena do filme Boogie Nights, porque o esquema era usar drogas, ficar bêbado, transar com tantas garotas quisesse ou pudesse”. Apesar do trabalho ter sido feito no perfil Sodoma e Gomorra, Follow the Leader saiu com um repertório cheio de hits como Freak on a Leash e Got The Life; alcançou a primeira posição da Billboard 200 e vendeu mais de catorze milhões de cópias ao redor do globo. Boogie Nights Boogie Nights foi um filme lançado em outubro de 1997 que retratava os excessos da indústria pornográfica dos anos 80 e 90. O elenco do longa contou com nomes de peso como Mark Wahlberg e Julianne Moore. O filme recebeu três indicações ao Oscar, ganhou Globo de Ouro na categoria Melhor Ator Coadjuvante e ganhou duas indicações ao BAFTA. Via: RockBizz

KISS: “Eric Singer preferiria que eu tocasse no lugar de Tommy Thayer”, diz Ace Frehley
O guitarrista Ace Frehley foi entrevistado no podcast Decibel Geek e falou sobre seu relacionamento com Eric Singer, baterista do KISS. “Eu realmente adoro tocar com Eric”, disse Frehley. “Ele é um ótimo baterista e tem uma habilidade incrível com seu instrumento. Tocamos Shock Me em uma convenção anos atrás e ele simplesmente surpreendeu o baterista que estava tocando anteriormente. Eu disse: ‘Isso sim é um baterista’. Eu sempre tiro meu chapéu para Eric”. E continuou: “Eu e Eric sempre fomos amigos. Mantivemos contato durante toda a merda que aconteceu com o KISS. Eric Singer é um cara legal e me respeita. Eu o respeito”. “Eu sei que ele preferiria que eu tocasse no lugar de Tommy [Thayer]”, completou o guitarrista. “Não acho que ele seja um grande fã de Tommy, mas é o que é. [Os fundadores do KISS] Paul [Stanley] e Gene [Simmons] dão as ordens”. Confira a entrevista abaixo: O novo álbum solo de Ace Frehley, intitulado 10.000 Volts, foi lançado em 23 de fevereiro pelo MNRK Music Group. O sucessor de Spaceman, de 2018, foi produzido por Ace e Steve Brown (Trixter). Via: RockBizz

Beyoncé lança versão de “Blackbird”, dos Beatles, em novo álbum
Notícias Beyoncé adicionou um cover de “Blackbird”, dos Beatles, na tracklist de seu novo álbum, Cowboy Carter (2024), lançado nesta sexta-feira, 29. A faixa do famoso “álbum branco”, 1968, foi escrita por Paul McCartney e recebeu algumas contribuições líricas de John Lennon. Em 2002, McCartney revelou em uma entrevista que a canção foi inspirada pelo movimento dos direitos civis dos negros, que aconteceu nos Estados Unidos entre as décadas de 1950 e 1970 (via Loudwire). “Eu estava na Escócia tocando meu violão e lembro que toda essa ideia de ‘você estava apenas esperando esse momento surgir’ era sobre a luta do povo negro nos estados do sul, e eu estava usando o simbolismo de um melro [“blackbird”]. Não se trata realmente de um pássaro negro cujas asas estão quebradas, é um pouco mais simbólico”, explicou. A versão de Beyoncé reforça o significado original da canção ao ser inserida em seu novo disco; o projeto é a segunda parte de uma trilogia de álbuns que busca resgatar o protagonismo negro em gêneros onde sua presença e pioneirismo foram apagados. Ouça agora: LEIA TAMBÉM: Fernanda Lira apresenta seu gosto musical em seleção de 31 músicas, de Surra a Beyoncé Via: Wiki Metal

Mark Knopfler lança o novo single Two Pairs Of Hands
Mark Knopfler acaba de lançar seu novo single Two Pairs Of Hands. A faixa estará presente no seu aguardado novo álbum, intitulado One Deep River, que será lançado no próximo dia 12 de abril. Em Two Pairs Of Hands, Knopfler, com um brilho nos olhos, captura a emoção palpável e nervosa da performance ao vivo. Mark disse: “Two Pairs of Hands seria apenas uma música tentando explicar como é lidar com todas as informações e tentar reunir tudo quando você está no meio do palco com uma grande banda. Você tem uma grande plateia ao seu redor e está apenas tentando processar todas essas coisas ao mesmo tempo”. A canção, escrita por Mark Knopfler e produzida pelo músico e Guy Fletcher, foi gravada nos British Grove Studios, em Londres. Ouça abaixo: Mark Knopfler também participa da nova série sobre nomes icônicos do mundo todo que refletem sobre os segredos do rock and roll. Intitulada Johnson & Knopfler’s Music Legends, a série tem estreia programada para o dia 25 de abril, no Sky Arts. O público será presenteado com uma jornada alegre através de décadas de música, com acesso exclusivo a uma série de encontros, entrevistas e sessões de jam session únicas entre as lendas supremas do rock. Via: RockBizz

Lançamentos de rock e metal da semana: While She Sleeps, Sum 41, Accept e mais
Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Accept, Rage, Kryptos, Kings of Leon e mais; novo álbum do While She Sleeps, e Sum 41; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Sum 41 – Heaven :x: HellPara quem gosta de: punk rock While She Sleeps – Self HellPara quem gosta de: metalcore Via: Wiki Metal

Sum 41 lança último álbum da carreira, ‘Heaven :x: Hell’
Notícias Sum 41, ícone do punk rock, lançou nesta sexta-feira, 29, o álbum Heaven :x: Hell, último trabalho de estúdio da banda. Heaven :x: Hell é o trabalho mais ambicioso dos 27 anos de carreira do Sum 41: um álbum duplo, dividido em duas partes distintas: Heaven, com 10 faixas de pop punk cheias de energia, e Hell, composto por 10 músicas inspiradas no heavy metal, combinando estilos que marcaram a carreira do grupo. A banda irá se despedir dos fãs com uma turnê que acaba em janeiro de 2025 no Canadá. O giro também passará pelos Estados Unidos e Europa. Ouça Heaven :x: Hell: Via: Wiki Metal

Jerry Cantrell deu uma fita demo do Alice In Chains a Axl Rose, que a jogou no lixo
O dia primeiro de junho de 1988 foi um grande momento para o guitarrista norte-americano Jerry Cantrell. Ele estava na porta do Seattle Center Coliseum, EUA, esperando Guns N’ Roses sair para poder conhecer os músicos. Na época, O GN’R estava abrindo para o Iron Maiden. Munido de uma fitinha demo de sua própria banda, o Alice In Chains, Cantrell achava que poderia dá-la a um dos músicos do Guns. Contudo, o desenrolar da história foi meio triste e inesperado, por assim dizer. Em 2010, Jerry contou o caso em um discurso em homenagem a Slash no Sunset Strip Music Festival. “Em 1988, eu conheci Axl depois do show! Eu dei a ele uma fita demo, e, enquanto ele estava se afastando de mim, eu o vi jogá-la fora”. Já em uma conversa no podcast Appetite for Distortion, Cantrell se lembrou de ter conversado com Axl sobre o incidente vários anos depois. “Acho que estava com Billy Duffy [do The Cult], e Axl entrou, e eu o vi entrar. Ele meio que olhou para mim e começou a caminhar em minha direção. Ele chegou e disse: ‘Ouvi você contar aquela história sobre você te me dado uma fita demo e tal… Você ainda está com aquela garota que conheceu lá no show’? Quando eu contei a história em 2010, falei que foi lá no show do GN’R que conheci minha namorada Courtney. Axl estava mais curioso para saber se eu ainda estava com Courtney. Mas conversamos um pouco. Ah, as pessoas ainda me dão as suas fitas demo o tempo todo, e eu as ouço e não jogo fora”. A entrevista de Jerry Cantrell ao podcast Appetite for Distortion pode ser conferida a seguir: Via: RockBizz

Black Sabbath: Confira o unboxing do novo box Anno Domini 1989-1995
No dia 31 de maio, o Black Sabbath lançará o novo box Anno Domini 1989-1995, revisitando a fase do grupo com o vocalista Tony Martin, via BMG. O novo lançamento contará com versões remasterizadas de Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994), além de uma nova versão de Forbidden (1995) que o guitarrista Tony Iommi remixou especialmente para a coleção. No entanto, não trará The Eternal Idol (1987), álbum em que Martin fez sua estreia no Sabbath após substituir o cantor Ray Gillen no final da fase de gravação. Agora, o Black Sabbath liberou um vídeo do unboxing de Anno Domini 1989-1995. Confira abaixo: O trabalho estará disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e contará com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. O box inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Pré-venda aqui. Tracklist de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: RockBizz