Entrevistas

Eddie Sutton, vocalista do Leeway, morre aos 59 anos
Eddie Sutton, vocalista da banda de hardcore/metal nova-iorquina Leeway, morreu aos 59 anos. Sutton lutava contra um câncer desde 2020. Neste sábado (20), o Instagram de Eddie foi atualizado com a seguinte mensagem: “Edward Anthony Pomponio morreu em 19/04/24 pacificamente enquanto dormia. Gostaríamos de convidar toda a sua família para se despedir de nosso filho e irmão. O velório será realizado na terça-feira, 23/04/24″. Formada em 1984 por Sutton e o guitarrista A.J. Novello, Leeway lançou quatro álbuns de estúdio – Born To Expire (1989), Desperate Measures (1991), Adult Crash (1994) e Open Mouth Kiss (1995). Apesar de nunca ter alcançado um sucesso comercial notável, o grupo é considerado parte integrante das cenas de hardcore e crossover thrash de Nova York dos anos 1980. Sua demo de estreia, Enforcer, figurou na trilha sonora do jogo Grand Theft Auto IV, mais precisamente na rádio LCHC – Liberty City Hardcore. Via: RockBizz

Heart supera drama familiar e inicia nova turnê pelos Estados Unidos
Neste sábado (20), o Heart iniciará sua nova turnê na Carolina do Sul, Estados Unidos, com Ann e Nancy Wilson juntas pela primeira vez desde 2019. O retorno da banda reflete o relacionamento consolidado entre as irmãs Wilson. “Estamos nos falando. Estamos bem juntas. Nós apenas sentimos isso, então por que não?”, Ann explicou durante entrevista para a Billboard. “O ponto comum é que ambas queremos que seja excelente e queremos que seja absolutamente Heart. Basicamente, juntamos tudo e dissemos: ‘Vamos!’”, acrescentou. Uma série de fatores levaram ao rompimento da banda. Em 2016, o marido de Ann foi preso por supostamente bater em um dos filhos de Nancy. Após um breve hiato, Ann e Nancy se reuniram novamente para uma jornada em 2019, mas a tensão entre as irmãs persistiu. “Há tantas coisas, circunstancialmente, desde 2019”, observou Nancy na entrevista. “Muito disso é apenas drama familiar e inevitável, e apenas outras coisas que as pessoas queriam fazer além do Heart. Então fizemos nossas próprias coisas por um tempo, e houve também essa pequena interrupção chamada pandemia”. Além de sua extensa turnê pelos Estados Unidos, as irmãs Wilson estão planejando novas músicas do grupo. “O que realmente esperamos alcançar é talvez escrever mais algumas coisas juntas”, admitiu Ann. “Não temos planos para isso agora. Na verdade, não planejamos muito o futuro; não estamos calculando assim. Vamos apenas fazer essa tour e ver o que acontece. Mas acho que se sair uma música, será muito boa, porque será autêntica. É apenas uma questão de eu e Nancy entendermos isso”. Nancy acrescentou que revisou algumas demos da banda e encontrou algumas músicas inacabadas que ela espera revisitar. “Há uma música muito, muito legal chamada ‘Sweet Deceiver’, mas as letras nunca estavam certas, então nunca a gravamos corretamente”, revelou a guitarrista. “Talvez eu termine essa música; tenho tentado pensar em novas letras para o refrão desde que ouvi a demo. Eu adoraria escrever algumas coisas novas também”, concluiu. Excited to announce the Royal Flush Tour 2024 with special guests @cheaptrick on select North American dates and @squeezeofficial in the UK! Artist presale begins today (10am) using code: DREAMS. Tickets go on sale this Friday, at 10am at https://t.co/SRno9CKzWj. Can’t wait pic.twitter.com/LU72YhWW8Z — Heart (@officialheart) January 31, 2024 Via: RockBizz

David Byrne lança cover de “Hard Times” do Paramore
David Byrne e Paramore lançaram nesta sexta-feira, 19, o cover que o fundador do Talking Heads fez da música “Hard Times”, do grupo liderado por Hayley Williams. A faixa estará disponível em formato vinil de 12 polegadas exclusivo, neste sábado, 20, durante o Record Store Day. O disco contará com a versão do Paramore de “Burning Down The House”, do Talking Heads, no lado B. O cover foi anunciado há cerca de um mês pelo próprio Paramore, embaixadores do Record Store Day de 2024. A banda também aproveitará a ocasião para lançar o disco do projeto “quase remix”, Re: This is Why, de 2023. Iniciativa com releituras do premiado álbum, vencedor do Grammy 2024, This is Why (2023), performados por artistas que influenciaram ou citaram o Paramore como referência. Paramore e David Byrne “Hard Times” faz parte do álbum After Laughter (2017) e foi inspirada no Talking Heads, banda fundada por David Byrne. “A banda me disse que essa música deles foi inspirada no Talking Heads, então eu aprendi a tocá-la e gravei minha versão com uma seção de metais, foi bem divertido!” Byrne compartilhou com os fãs no Twitter. O Paramore faz parte ainda dos 16 artistas convocados para participar do álbum tributo do clássico Stop Making Sense (1984), do Talking Heads, produzido pela A24, que conta ainda com nomes como Lorde, Miley Cyrus, The Linda Lindas, Girl in Red, Teezo Touchdown, entre outros. A banda comandada por Hayley Williams ficou encarregada do cover de “Burning Down The House”. LEIA TAMBÉM: Talking Heads recusa oferta milionária para turnê de reunião Via: Wiki Metal

Courtney Love afirma que, depois da morte de Kurt Cobain, o ódio por ela aumentou
Courtney Love afirmou, em entrevista para o Evening Standard, que o ódio por ela aumentou depois da morte de seu marido Kurt Cobain. A vocalista do Hole disse que muitas pessoas criaram teorias da conspiração que a responsabilizavam pela morte do líder do Nirvana. Cobain perdeu tragicamente a vida por suicídio em 4 de abril de 1994 aos 27 anos. “As pessoas costumavam dizer que eu era muito difícil”, disse ela na entrevista (via NME). “Disseram que eu era desagradável. Sim, sou completamente desagradável e nunca vou me desculpar por isso. Sempre quis ser conhecida como uma vadia. Ser querida nunca foi minha praia. Kurt queria que gostassem dele, mas eu não.” Love lembrou como o ódio era constantemente dirigido a ela, mas a morte de Cobain levou isso a “um nível totalmente novo”. “Ele conseguiu se esconder atrás de mim, mas depois fui odiada”, disse ela. “Então Kurt morreu e o ódio por mim atingiu um nível completamente novo. Eu não planejei isso.” Via: RockBizz

Pearl Jam lança o novo álbum Dark Matter; ouça aqui
O Pearl Jam acaba de lançar seu aguardadíssimo décimo segundo trabalho de estúdio, intitulado Dark Matter, via Monkeywrench Records/Republic Records. O álbum também já está disponível para pré-venda em www.umusicstore.com/pearl-jam. Da abertura agitada de Scared of Fear até a expiração otimista do encerramento do álbum, Setting Sun, as onze faixas mostram os músicos trabalhando a todo vapor. Uma onda de energia perpassa esse corpo de trabalho amplificado por ritmo trovejante, solos de guitarra estratosféricos e vocais cheios de vitalidade. Produzido pelo produtor Andrew Watt, Dark Matter marca o primeiro lançamento da banda desde o aclamado Gigaton (2020). O Pearl Jam preparou o terreno para Dark Matter com a faixa-título, lançada como single principal. Ela alcançou o primeiro lugar na parada Mainstream Rock Airplay da Billboard, onde permaneceu por três semanas, conquistando a primeiro #1 da banda nessa parada desde 1998. Também alcançou o primeiro lugar na Billboard Rock & Alternative Airplay Chart. “Eu recomendo que ouçam alto, tipo muito alto mesmo.” – Eddie Vedder, sobre como escutar Dark Matter (via Alt 98.7). “Neste disco, estamos todos na mesma sala ao mesmo tempo com o Andrew, olhando uns para o outros, tocando juntos.” – Mike McCready, sobre o processo de gravação de Dark Matter (via Goldmine). Em comemoração ao Record Store Day (dia da Loja de Disco), o Pearl Jam realizou 180 festas de audição em 150 estabelecimentos dos EUA e 30 de outros países. Eddie Vedder e Jeff Ament, da banda, fizeram uma aparição surpresa especial na Easy Street Records, em Seattle, para o evento. Veja as fotos AQUI. A banda também está celebrando as lojas de discos independentes com o lançamento de uma edição especial de Dark Matter disponível apenas nas lojas participantes do Record Store Day. Obtenha mais informações e saiba quais lojas estão envolvidas no evento em www.recordstoreday.com. Na terça-feira, 16 de abril, o Pearl Jam colaborou com a Abramorama para criar uma estreia global única de Dark Matter em mais de 45 países e 900 cinemas. Pearl Jam — Dark Matter — Global Theatrical Experience — One Night Only foi um imenso sucesso, com muitas salas de exibição lotadas e oferecendo sessões extras. A embalagem do álbum Dark Matter traz um capa em pintura de luz (“light painting”) de Alexandr Gnezdilov. “Light painting” é uma forma artística de fotografia em que as imagens são criadas ajustando a exposição da câmera por um período prolongado e usando uma fonte de luz, como uma lanterna, para “pintar” no escuro. A arte da capa do álbum foi criada usando um grande caleidoscópio feito pelo próprio Gnezdilov. Cada letra visível na capa foi capturada individualmente e escrita à mão no ar com uma lanterna especialmente projetada para criar o efeito perolado. Ouça Dark Matter abaixo: Turnê mundial Dark Matter 2024 Em apoio a Dark Matter, o Pearl Jam sairá em turnê mundial este ano. É a primeira vez em que a banda anuncia um novo álbum e uma turnê simultaneamente. Também é a primeira vez em que o grupo revela todas as datas da turnê mundial de uma só vez. O tour abrange nove países e 25 cidades; começa na Rogers Arena, em Vancouver, no Canadá, e cobre grande parte da América do Norte, incluindo shows no Wrigley Field, Madison Square Garden, Fenway Park e a primeira apresentação em sua cidade natal em seis anos, na Climate Pledge Arena, em Seattle, a primeira arena do mundo a ter certificado zero de emissão de carbono. A turnê continua até setembro com datas no Reino Unido e na Europa, incluindo a primeira apresentação no novíssimo e moderno Tottenham Hotspur Stadium, em Londres. Em novembro, vem o esperado retorno do grupo à Nova Zelândia e à Austrália. Convidados especiais Deep Sea Diver (perna 1 da América do Norte), Glen Hansard (perna dois da América do Norte), The Murder Capital (Reino Unido e Europa), Richard Ashcroft (Dublin e London) e Pixies (Austrália e Nova Zelândia) serão atração de abertura nessas datas específicas. Via: RockBizz

Megadeth traz toda a energia do thrash metal em show técnico em São Paulo
Megadeth lançou, em 2022, seu mais recente álbum, The Sick, The Dying… And The Dead!, que definitivamente foi um dos melhores lançamentos do ano. A banda está com a turnê Crush The World, que finalmente chegou ao Brasil na última quinta-feira, 18, para um show único em São Paulo, no Espaço Unimed. Apesar de não ter esgotado os ingressos, a casa estava cheia, com fãs das mais diferentes idades, inclusive, um número grande de adolescentes. O palco do Megadeth chamava a atenção, trazendo uma grande imagem da capa do trabalho mais recente do grupo que, ilustra também, uma das melhores e mais emblemáticas aparições de Vic Rattlehead, icônico mascote que estampa as artes dos registros do grupo. Os últimos anos foram agitados para o Megadeth, com trocas de formação e o diagnóstico de câncer na garganta do líder Dave Mustaine. Referente à doença, o frontman já está curado, e quanto aos novos músicos, a banda se apresenta incrivelmente bem entrosada. No final de 2023, o então guitarrista Kiko Loureiro anunciou sua saída do grupo, sendo então substituído pelo finlandês Teemu Mäntysaari, elogiado por Mustaine, e não é para menos. O guitarrista é realmente muito bom. Luzes apagadas, gritos e celulares em pé. O Megadeth já subiu ao palco em grande estilo performando a excelente faixa título “The Sick, The Dying… And The Dead!”. Ela definitivamente é uma ótima forma de se iniciar o show: é uma música agitada, com um bons riffs e solo de guitarra, além de uma bateria explosiva. Com poucos minutos de show, Mäntysaari já mostrou toda a sua incrível habilidade no instrumento. Sem dar tempo de respirar “Skin O’ My Teeth” iniciou-se e levou o público a loucura, que se empolgou mais ainda no refrão da faixa do Countdown To Extinction (1992). Mais um clássico veio em seguida, “Angry Again” fez as pessoas, literalmente, gritarem a plenos pulmões e saltarem. A faixa é um espetáculo em sua versão de estúdio, mas ao vivo é de se arrepiar. Essa nova formatação do Megadeth é fenomenal e esta performance foi apenas uma pequena amostra de toda a potência que a banda tem. Uma breve, breve mesmo, pausa antecedeu “Wake Up Dead”, em uma performance que abalou todas as estruturas do Espaço Unimed, com velocidade e a banda demonstrando toda a sua técnica, com uma explosão de thrash metal combinando com as luzes e gerando um ritmo frenético. A banda logo embalou “In My Darkest Hour” em seguida. Bateria pulsando e palminhas resumem a introdução de “Countdown To Extinction” que, apesar de uma música pesada, segue em ritmo de balada, sem solos rebuscados ou bateria rápida, mas que traz um belíssimo solo. “Hello, me. Meet the real me” tem que ser uma das frases mais icônicas do metal e sim, os fãs do Megadeth gritaram a parte introdutória de “Sweating Bullets”, assim como o refrão e as outras partes faladas da faixa. Ou seja, foi um total sucesso. Uma explosão de luzes acompanhou o talentosíssimo baterista Dirk Verbeuren, antes de Dave Mustaine quebrar tudo com o solo. “Dystopia”, faixa título do álbum de 2016, seguiu. Esta é uma daquelas músicas em que os solos e partes instrumentais empolgam mais do que os trechos que contam com vocais. “See if you recognise this song”, disse Mustaine antes de tocarem “Hangar 18”, do Rust In Peace (1989) uma queridinha dos fãs, com uma performance impecável por parte da banda, em especial de Mäntysaari que, quando une-se à bateria de Verbeuren, emociona qualquer fã de metal. Não há outra palavra para descrever a introdução de “Trust” que não “explosão”. James LoMenzo entrou para a banda em 2021 e substituiu o baixista de longa data David Ellefson. Ele e Verbeuren formam uma dupla espetacular para a faixa, que conta também com um dos melhores refrões da carreira da banda. A música toda é espetacular e uma alegria para a audiência brasileira que pôde ouvi-la. Outra para os fãs dos clássicos. “Tornado Of Souls” fez o público cantar a plenos pulmões. Nada mais justo. Faixa excepcional, e mais uma vez, o Megadeth impressiona com a sua capacidade de soar mais potente ao vivo. Palmas acompanharam o riff introdutório de “A Tout Le Monde”, única adesão do excelente álbum Youthanasia (1994). Uma balada poderosa para dar uma diminuída no ritmo acelerado que o show levava. Mais uma que encantou, especialmente quando eles jogaram para o público, que cantou o refrão com a bateria e palmas. Ficou a cargo de Dave Mustaine o veloz riff introdutório de “Devil’s Island”. Aqui, o frontman encontrou alguns problemas vocais, não sendo possível ouvir sua voz em alguns trechos. “Symphony Of Destruction” não precisa de apresentação. A alternância entre momentos mais lineares e outros mais rítmicos, cria a perfeita combinação que é a faixa, aliada às luzes, e criam toda uma ambientação ainda mais incrível. “Peace Sells” veio já no final da apresentação do grupo norte-americano, que contou com a participação de Vic Rattlehead no palco. A banda não performou a música inteira, apenas o refrão e se despediu do público antes do bis. Para encerrar a noite, eles voltaram com tudo ao palco e tocaram “Holy Wars… The Punishment Due”, em uma performance que concluiu da mesma forma que iniciou: com excelência. Técnica, velocidade e precisão. Isto é o show do Megadeth. Em uma performance repleta de clássicos, a banda entregou uma apresentação perfeita e emocionou os fãs. Com poucas pausas e menos falas ainda, o Megadeth tinha o público de São Paulo na palma da mão, foram poucos os momentos em que os fãs não cantavam as músicas, batiam cabeça e pulavam ao ritmo das músicas. A escolha de setlist foi perfeita, apenas um detalhe, este sendo uma opinião completamente pessoal: a banda poderia adicionar mais faixas do álbum Youthanasia, repleto de músicas excepcionais e que às vezes acabam sendo esquecidas. Nem os mais ferrenhos críticos de Dave Mustaine podem falar algo de sua voz com relação a este show. Os pontos a serem levantados sobre este

“Garotas não tocam guitarra”, disse John Lennon as integrantes do The Liverbirds
A história da The Liverbirds, que é considerada a primeira banda de rock feminina do Reino Unido, está amplamente documentada no livro The Liverbirds: Our Life in Britain’s First Female Rock ‘n’ Roll Band. Um dos ‘causos’ contados pela baixista/vocalista Mary McGlory e pela baterista Sylvia Saunders na obra envolve o compositor e multi-instrumentista John Lennon, dos Beatles. De acordo com as musicistas, a The Liverbirds foi apresentada aos Beatles no famoso The Cavern Club, antes do apogeu da Beatlemania, mas Lennon foi meio intransigente e teceu um comentário desnecessário, para dizer o mínimo. “Bob Wooler [apresentador e DJ do The Cavern Club] nos apresentou aos Beatles. Ele disse: ‘estas são as integrantes da Liverbirds, elas serão o primeiro grupo feminino do Reino Unido’. Paul McCartney achou uma ótima ideia e nos apoiou. Lennon, no entanto, foi sarcástico e falou que garotas não tocam guitarra”, relembraram Mary e Sylvia. “Depois que saímos do camarim, a gente estava bufando de raiva e do atrevimento dele! Nós queríamos provar que ele estava errado. Chegamos a nos perguntar se o que ele disse naquele dia no camarim do Cavern foi para nos testar ou foi para nos provocar a fazer da banda um sucesso; seja como for, fizemos a banda vingar”. A The Liverbirds ficou em atividade entre os anos de 1963 e 1968 e chegou a gravar dois álbuns de estúdio: Star-Club Show 4 (1965) e More of the Liverbirds (1966). Entre os sucessos estão os sons Why Do You Hang Around Me? e Diddley Daddy. Via: RockBizz

Blue Pills lança single “Don’t You Love It” do próximo álbum ‘Birthday’
O Blue Pills lançou nesta sexta-feira, 19, o single “Don’t You Love It”, o segundo do álbum Birthday. A música sucede a faixa-título que foi lançada em março. O disco completo será disponibilizado no dia 02 de agosto. “Don’t You Love It” será lançada em um vinil de 12 polegadas limitado com a faixa-título do álbum, exclusivamente para o Record Store Day 2024, em 20 de abril. O novo single fala sobre viver o agora e tentar se divertir, segundo uma declaração divulgada à imprensa. “Você tem que deixar essa merda passar”, afirma a vocalista Elin Larsson. “Quando a vida é difícil, mas você deixa as coisas passarem e encontra os aspectos positivos. Não leve a vida tão a sério, apenas aproveite a viagem e se solte.” Elin conta que a música foi escrita em casa, em sua sala de estar: “Estávamos nos sentindo bem, o Blues Pills está em um bom momento, e escrevemos a letra com base nesse sentimento” Sobre o disco, o grupo comentou: “Com este álbum nós realmente nos deixamos ser livres, deixando para trás todas as fronteiras e expectativas para escrever músicas que amamos. Queríamos capturar a sensação crua e autêntica de quando tocamos ao vivo em um álbum, mas nos esforçando para criar e escrever o melhor trabalho que já fizemos. Elin estava grávida durante as gravações, e o que não é mais rock’n’roll do que isso? Para criar vida humana e música” Blues Pills – Birthday 1. Birthday2. Don’t You Love it3. Bad Choices4. Top Of The Sky5. Like A Drug6. Piggyback Ride7. Holding Me Back8. Somebody Better9. Shadows10. I Don’t Wanna Get Back On That Horse Again11. What Has This Life Done To You Via: Wiki Metal

Planet Hemp grava videoclipe e faz show em plantação de maconha
Nesta quinta-feira, dia 18 de abril, o Planet Hemp, banda carioca composta por Marcelo D2 (vocal), BNegão (vocal), Nobru (guitarra), Formigão (baixo), Pedro Garcia (bateria), gravou videoclipe e fez um show em plantação de maconha. A apresentação aconteceu na APEPI – na associação de Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal, que tem a missão de promover o acesso ao uso medicinal da Cannabis, à pesquisa, aos canais informativos e educacionais com o intuito de desmistificar e conscientizar a sociedade sobre os benefícios da planta. Veja alguns registro da gravação logo abaixo: A banda também compartilhou alguns registros do evento. Veja: https://t.co/RZQdFeYKfl — Planet Hemp (@planethempreal) April 19, 2024 Para conhecer e se informar sobre o trabalho da APEPI, acesse este link. Via: RockBizz

Official Axl Rose: vocalista do Guns N’ Roses lança website
Notícias Axl Rose lançou seu próprio website, solo, sob o nome de Official Axl Rose. A primeira página que abre ao se clicar no link, é referente a home. Há um grande autógrafo do vocalista, junto a fotos que você pode mexer, além da frase “You gotta learn to live and run or you’ll die trying” (você tem que aprender a viver e correr ou morrerá tentando), podendo quase como customizar a tela. O site também é composto por uma breve biografia de Rose, notícias do Guns N’ Roses e uma galeria de fotos. Não se sabe exatamente sobre o que seria este site, mas atualmente, a banda norte-americana não tem nenhum show marcada para 2024, que retornou com os membros da formação clássica Slash e Duff McKagan em 2016. No final de 2023, Axl Rose foi acusado agressão sexual por parte de Sheila Kennedy, ex-modelo da Penthouse. Segundo a People, o músico recorreu à justiça para que a acusação fosse arquivada. LEIA TAMBÉM: Os maiores vocais de Axl Rose Via: Wiki Metal

Noturnall lança Cosmic Live Tour com shows em vídeo e álbum quádruplo
Desde o lançamento do seu quarto álbum de estúdio, Cosmic Redemption, a aclamada banda brasileira, Noturnall, vem rodando o mundo em extensas turnês que já passaram por Brasil, Rússia, Austrália, Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Estados Unidos, entre tantos outros países. Como resultado deste trabalho grandioso de promoção do disco, a banda disponibilizou o Cosmic Live Tour, álbum quádruplo ao vivo, acompanhado dos vídeos dos quatro shows, gravados na Rússia e no Brasil, buscando trazer para dentro da casa do ouvinte um pouco da experiência que proporciona aos espectadores que comparecem ao seu show. Cosmic Live Tour é mais uma amostra da ousadia e magnitude empreendida em todas as ações do Noturnall, que para este lançamento contou com as participações especiais de músicos renomados no cenário internacional, como Mike Portnoy, James LaBrie, Edu Falaschi, Luis Mariutti, Alirio Netto e Fabrizio di Sarno. O áudio deste lançamento pode ser ouvido em sua plataforma de streaming favorito através deste link. Os shows do álbum e dos vídeos de Cosmic Live Tour apresentam as performances do Noturnall nas cidades russas de Moscou, São Petersburgo e Ecaterimburgo, e nas cidades brasileiras de Curitiba, São Paulo e Nova Friburgo. Para o show em Curitiba, realizado na Opera de Arame, a banda contou com uma megaprodução que valida o ímpeto criativo e o pioneirismo da banda em se reinventar nos palcos, incluindo uma bateria girando 360 graus e deixando o baterista Henrique Pucci totalmente de cabeça para baixo, a entrada de palco de Thiago Bianchi com tirolesa, show de lasers, CO2 entre outros efeitos especiais e artefatos que mostram porque esta banda é considerada uma das mais modernas e inovadoras do Heavy Metal brasileiro, criando uma verdadeira experiência audiovisual para seu público. É válido também destacar a presença de Carry On no setlist, nada menos que um dos maiores hinos do heavy metal brasileiro para o mundo, uma linda homenagem ao seu compositor, a grande voz do Metal Brasileiro, o saudoso maestro Andre Matos, aqui executada por um verdadeiro Dream Team de músicos, começando pelas vozes de três dos maiores vocalistas do Brasil, que substituíram Andre Matos em duas de suas bandas mais famosas, Edu Falaschi (que foi seu substituto no Angra), Alirio Netto e Thiago Bianchi (ambos seus sucessores na banda Shaman), além de Luis Mariutti, baixista da primeira formação do Angra e da gravação original desta música, Fabrizio Di Sarno, que foi tecladista tanto do Angra como do Shaman, Henrique Pucci (ex-baterista do Project46) e, por fim, o guitar hero americano Mike Orlando. A distribuição digital do álbum para América Latina, Ásia e Oceania é realizada pela OneRPM e para Europa e América do Norte via The Orchard. A versão física do álbum com 3 CDs e DVD já está disponível em território brasileiro via Voice Music. Assista abaixo as performances em vídeo da Cosmic Live Tour: Live in Curitiba: Live in São Paulo: Live in Nova Friburgo: Made in Russia: Via: RockBizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Pearl Jam, High On Fire, Escape the Fate
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Bad Omens, Memphis May Fire, Six Feet Under e mais; novo álbum do Pearl Jam, High On Fire, Escape the Fate e mais; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Escape the Fate – Out Of The Shadows 2.0Para quem gosta de: heavy metal The Ghost Inside – Searching for SolacePara quem gosta de: metalcore High on Fire – Cometh the StormPara quem gosta de: stoner metal The Melvins – Tarantula HeartPara quem gosta de: rock My Dying Bride – A Mortal BindingPara quem gosta de: doom metal Nocturna – Of Sorcery And DarknessPara quem gosta de: symphonc power/gothic metal Noturnall – Cosmic Live TourPara quem gosta de: Pearl Jam – Dark MatterPara quem gosta de: rock Praying Mantis – DefiancePara quem gosta de: rock Witherfall – Kings and QueensPara quem gosta de: heavy metal Via: Wiki Metal

Josh Freese conta como Dave Grohl o convidou para tocar no Foo Fighters
Josh Freese, baterista do Foo Fighters desde maio de 2023, concedeu entrevista ao canal do músico e produtor Rick Beato, divulgada na última terça, 16. O baterista falou sobre o convite ao Foo Fighters, sobre trabalhar com Dave Grohl e a banda e também sobre outros trabalhos já realizados. Freese, que comentou conhecer Grohl há anos, antes mesmo do Nirvana, contou que o convite aconteceu no natal de 2022, em uma ligação informal de Grohl enquanto ele estava com a família. O baterista comentou sobre não ter uma reação empolgada de imediato: “Eu não disse, ‘Uau! Yippee! Isso é tão legal! Eu não fiquei animado assim. Foi quase como se eu tivesse ficado sem fôlego. E eu pensei, ‘Oh meu Deus”, contou. O Foo Fighters anunciou a primeira turnê após a morte de Taylor Hawkins em maio de 2023, já com baterista novo, sendo Freese a nova aposta do grupo e de Dave, frontman e fundador da banda. O baterista já tem longo tempo de estrada e colaborou com diferentes bandas, como Paramore, Nine Inch Nails, The Offspring, Guns n’ Roses e outros grandes nomes do rock. Além de comentar sobre sentir certo incômodo pelas circunstâncias de ter se tornado baterista da banda, considerando a morte de Hawkins, Freese também fala sobre o ambiente de trabalho com Grohl: “Meu Deus, sou o baterista de Dave Grohl!” Mas ele torna tudo tão confortável, bom e natural, a maneira como tocamos juntos […] É tudo bom”. Confira a entrevista completa abaixo: LEIA TAMBÉM: Foo Fighters e Jack Black fazem cover de “Big Balls” do AC/DC Via: Wiki Metal

Creed faz seu primeiro show em doze anos; veja vídeos
Finalmente saiu do papel! A formação clássica do Creed – a saber: Scott Stapp (vocal), Mark Tremonti (guitarra), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips )bateria) – fez seu primeiro show em doze anos! A apresentação rolou nesta quinta-feira, dia 18 de abril, no cruzeiro Summer Of ’99, que ainda contou com os shows de nomes como 3 Doors Down, Vertical Horizon, Fuel, Buckcherry, entre outros. O repertório foi composto pelas músicas: Are You Ready?, Bullets, Torn, My Own Prison, What If, Say I, Weathered, Overcome, Faceless Man, One, What’s This Life For, With Arms Wide Open, One Last Breath e My Sacrifice. Alguns registros amadores do show podem ser curtidos nos players abaixo: Creed conquistou o sucesso comercial no final dos anos 90, com o álbum Human Clay, que já passou a marca dos dez milhões de cópias vendidas ao redor do globo. O grupo chegou ao ponto de emplacar música em trilha sonora de filme de terror e conquistar o Grammy de “Melhor Canção de Rock” com With Arms Wide Open. Depois do sucesso arrebatador, os desentendimentos entre os músicos começaram a tomar maior protagonismo no conjunto e as idas e vindas se tornaram algo recorrente no dia a dia dos caras. Como o tempo cura tudo, a turnê de volta está rolando e vai se estender até setembro, além disso, vem embalada no mote de ser uma celebração ao legado musical do grupo. Via: RockBizz

Lynyrd Skynyrd se tornou uma banda cover? Michael Cartellone responde a pergunta
Na mesma magnitude de sua incrível obra musical, o Lynyrd Skynyrd precisou lidar com muitos desastres e infortúnios ao longo dos anos com os seus integrantes. De acidente aéreo a acidente de carro, de infartos a risco de braço amputado, a banda passou por muitas tribulações que foram eliminando pouco a pouco seus integrantes originais/clássicos. O último membro fundador que faleceu fora o guitarrista Gary Rossington, que nos deixou em março 2023. Desta forma, o Lynyrd Skynyrd se tornou uma banda cover? O baterista Michael Cartellone, que está no grupo desde 1999, respondeu a pergunta, durante entrevista ao podcast VRP Rocks. “Infelizmente, as pessoas vão falecer e, infelizmente, os substitutos terão que substituir. ZZ Top perdeu Dusty Hill, seu baixista. Então, agora você tem Frank Beard (bateria) e Billy Gibbons (vocal e guitarra) levando adiante o legado. Quando entrei na banda, cerca de dois anos depois, Leon Wilkerson faleceu. Mas a banda continuou e trouxemos alguém para tocar baixo. Oito ou nove anos depois, Billy Powell faleceu, mas a banda continuou, encontramos um novo pianista. No ano passado, Gary faleceu e encontramos outro guitarrista. Mas isso só aconteceu porque as pessoas que tomam conta dos espólios de todos os ex-membros originais queriam que continuássemos e que mantivéssemos a música e as pessoas vivas. Eu não culpo ninguém que ache que esta não é a banda original e que somos apenas uma banda tributo. Tudo bem, as pessoas têm o direito de achar isto. Mas tem muitas pessoas vindo nos ver tocar, estão amando a música e estão nos apoiando em manter a música da banda viva. Estou feliz e grato às pessoas que nos prestigiam”. A fala de Michael Cartellone pode ser vista aqui: Via: RockBizz

Mark Knopfler descarta uma possível reunião do Dire Straits
Mark Knopfler falou recentemente sobre uma possível reunião do Dire Straits. O músico, que formou a banda com o irmão David e os amigos John Illsley e Pick Withers em 1977, disse que é improvável que ele volte a tocar com o grupo. O guitarrista disse que o grupo acabou ficando grande demais e perdeu o sentimento de intimidade. O Dire Straits, que passou por uma série de mudanças na formação ao longo dos anos, obteve sucesso global com sucessos como Brothers In Arms, Romeo And Juliet e Money For Nothing antes de se separar em 1995. Apesar das colaborações constantes com o ex-companheiro de banda Guy Fletcher, Knopfler disse que é improvável que eles se apresentem juntos novamente como Dire Straits. “Acho que não por uma série de razões, uma delas é que construí meu próprio estúdio, que adoro e não tive um dia ruim lá. E isso me deu a chance de realmente forçar. Quero dizer, neste último álbum, eu fiz muitas músicas…”, ele disse à BBC Breakfast. Sobre uma possível reunião, ele explicou: “Acho que não. Eu amo o Dire Straits e adorei fazer tudo aquilo, mas o que eu queria fazer era apenas expandir e trabalhar com músicos diferentes e ter uma formação maior. A última vez que tive a banda, e esse é o ponto alto para mim, provavelmente teria uns seis ou sete caras. Maior do que o pequeno quarteto que foi desfeito, e isso foi ótimo, adorei”. “Eu tive uma onda absoluta enquanto durou, até que ficou tão grande que eu não sabia os nomes de todos eles”, ele acrescentou. “Ficou tão grande que estávamos realmente ultrapassando etapas, e é isso que você precisa fazer quando chega a uma determinada escala”. ‘I loved Dire Straits… I had an actual ball for as long as it lasted’ Dire Straits star Mark Knopfler spoke to Sally & Jon on #BBCBreakfast about whether the band will ever perform together againhttps://t.co/cRPZTQDXAh pic.twitter.com/JqTSR9L5Ai — BBC Breakfast (@BBCBreakfast) April 9, 2024 Na semana passada, Mark Knopfler lançou seu novo disco solo, intitulado One Deep River. Confira o clipe de uma das faixas, Two Pairs of Hands, abaixo: Via: RockBizz

“Odiava o Ozzy; não o suportava e batia nele sempre que o via”, diz Tony Iommi
Em 1992, a revista britânica Classic Rock colocou os guitarristas Tony Iommi (Black Sabbath) e James Hetfield (Metallica) – ou seja, o Master Of Reality e o Master Of Puppets – para baterem um papo e relembrarem algumas curiosidades de suas carreiras. Em dado momento da conversa, James perguntou: “Tony, você e Ozzy Osbourne não eram de gangues de rua diferentes”? A resposta de Iommi foi direta: “Sim! E eu odiava ver Ozzy. Eu não o suportava e batia nele sempre que o via. E é incrível que ele eventualmente tenha se tornado parte do Black Sabbath”. Como a vida adora nos pregar peças, Tony Iommi e Ozzy Osbourne acabaram unindo forças para mudar a estética musical dos anos 70 ao criar o amado/temido heavy metal. A dupla, com a ajuda de Geezer Butler e Bill Ward, criou obras como Black Sabbath (1970), Paranoid (1970), Master of Reality (1971), Vol. 4 (1972) e Sabbath Bloody Sabbath (1973), que serviram de base e incentivo para que toda uma cena musical ganhasse vida. O resto? O resto, como dizem, é história! Via: RockBizz

Bruce Dickinson queria adicionar trompete mariachi em Eternity Has Failed
Como divulgação ao álbum The Mandrake Project, Bruce Dickinson concedeu uma entrevista ao programa Trunk Nation With Eddie Trunk, da rádio SiriusXM, e revelou que queria adicionar trompete mariachi em sua versão de Eternity Has Failed. Sobre a canção, Dickinson disse: “Eu tinha várias demos de músicas para o meu álbum solo. Mas Steve [Harris – líder e baixista da Donzela de Ferro] ouviu a música e comentou que ela seria legal para o Iron Maiden. Eu concordei e gravamos a música para o Maiden. Porém, sempre foi a minha intenção retomar a posse desta música. Muita gente fala que ela é um cover do Maiden; no entanto, na verdade, ela é uma faixa minha que o Maiden fez uma versão. Quando eu a regravei, eu meio que pude refazer um pouco o início, o que sempre foi minha intenção. Eu queria uma pegada mais voltada a Spaghetti Western, de Ennio Morricone. No começo a minha intenção era colocar umas linhas de trompete mariachi, mas acabamos ficando com a flauta, mesmo”. A explicação de Bruce pode ser vista neste tocador: Já a versão do Iron Maiden e do Air-Raid Siren podem ser curtidas nestes outros players: Via: RockBizz

Obscene Extreme Festival celebra 25 anos com Napalm Death e bandas nacionais
O Obscene Extreme Festival está voltando. O evento acontecerá entre os dias 03 a 07 de julho de 2024 em Trutnov, na República Tcheca. O festival de música extrema conta com apresentações de lendas do grindcore, death metal e hardcore punk de todo o mundo. Algumas das bandas que estarão no evento são Napalm Death, Dying Fetus, Immolation, Autopsy, The Crown e mais. O festival também traz bandas brasileiras no lineup como Ação Direta: banda hardcore de São Paulo fundada em 1987; Ratos de Porão: grupo punk rock brasileiro formado em novembro de 1981 em São Paulo; Rebaelliun: banda de death metal brasileira fundada em 1998 em Porto Alegre, RS. Confira o lineup completo no fim desta matéria. Obscene Extreme Festival Além da música, o Obscene Extreme oferece uma variedade de outras atividades, como stands de merchandising, exposições de arte e, claro, muita cerveja gelada. O Obscene Extreme foi fundado em 1999 por Čurby em Trutnov, na República Tcheca, o festival emergiu como uma celebração autêntica da cena musical underground extrema. O evento oferece uma infraestrutura ampla e diversificada, compreendendo área de camping, instalações sanitárias completas com chuveiros, espaço infantil gratuito, bares, serviços de primeiros socorros, estacionamento, cofres e, notavelmente, o Grind Market, onde são disponibilizados produtos oficiais do evento e muito mais. Os ingressos para o Obscene Extreme já estão à venda e podem ser adquiridos no site do festival. Não perca a chance de presenciar um dos maiores eventos de música extrema do mundo! Via: Wiki Metal

Mistério no ar: Slipknot faz publicidade enigmática em cidade dos Estados Unidos
O Slipknot sempre foi uma banda chegada em um mistério, com isso, é claro que o grupo não perde uma oportunidade de criar um enigma para aguçar a curiosidade do público. De acordo com alguns fãs, o Slipknot fez uma publicidade enigmática na cidade de Indio, Califórnia, Estados Unidos. O outdoor conta o imenso logotipo da banda e os dizeres: “One night only; long may you die” – ” apenas uma noite e você pode morrer”, em uma tradução livre. Além disso, há o endereço para o seguinte site: youcantkillme.com. Thanks to u/deadendandrea, they went out to snag us a clear shot of the mysterious Slipknot billboard! byu/AuraTepes inSlipknot O Slipknot vai iniciar a temporada de show 2024 no final deste mês, na cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos. O show terá um gosto especial, pois será o primeiro espetáculo com o novo baterista, cuja a identidade ainda continua um mistério. Para mais informações sobre os próximos passos da banda, basta clicar aqui. Via: RockBizz

Overdose lança “Século XXI” depois de quase 30 anos de hiato
Notícias O Overdose lançou “Século XXI”, nova música depois de quase trinta anos. A banda de metal de Minas Gerais liberou neste sábado, 13, a canção “Século XXI”, que faz parte de um EP de mesmo nome, ainda sem data de lançamento. O álbum está previsto ainda para 2024. O nome do single faz referência ao álbum split com o Sepultura, Século XX/Bestial Devastation, um clássico do rock brasileiro, lançado pela Cogumelo Records em 1985. A música estava prevista para o dia 10 de abril, porém a banda informou no instagram que houve um problema de comunicação com a distribuidora RouteNote, o que atrasou o lançamento em três dias. “Século XXI” está disponível nas plataformas de streaming e é somente o começo do retorno de Overdose, cujo último álbum foi o Scars de 1995. Ouça “Século XXI”: LEIA TAMBÉM: 7 bandas de rock e metal para conhecer: Edge of Paradise, Amerakin Overdose e mais Via: Wiki Metal

James Hetfield faz tatuagem com as cinzas de Lemmy misturadas à tinta
James Hetfield fez uma tatuagem usando as cinzas de Lemmy Kilmister do Motörhead. O desenho é uma cruz de ferro com o símbolo de espadas no centro. O vocalista do Metallica postou uma foto no Instagram da banda com a seguinte frase: “Com a mão firme do amigo e tatuador Corey Miller, essa tatuagem. Uma saudação ao meu amigo e inspiração, Sr. Lemmy Kilmister. Sem ele, NÃO existiria o Metallica”. E ainda completou, “Tinta preta misturada com uma pitada de suas cinzas de cremação que foram tão gentilmente dadas a mim. Então agora, ele ainda é capaz de mostrar o dedo do meio pro mundo”. A frase faz alusão ao local da tatuagem que James Hetfield fez com as cinzas de Lemmy, no dedo médio. Os símbolos tatuados pelo vocalista do Metallica fazem referência a banda do amigo. Frequentemente Lemmy usava um pingente com a cruz a ferro. Assim o caso do símbolo de espadas, que basta lembrar da icônica música “Ace of Spades”. As cinzas de Lemmy entregue a amigos Lemmy morreu com setenta anos, em dezembro de 2015. Posteriormente cremado, e parte das suas cinzas colocadas em balas vazias e enviadas aos amigos mais próximos. Além de James, Whitfield Crane, Rob Halford, Michael Monroe, Doro Pesch e Riki Rachtman receberam o presente. O bar preferido do vocalista e baixista do Motörhead em Hollywood era o Rainbow Bar & Grill, que portanto irá receber outra parte das suas cinzas. Durante a inauguração da estátua de Lemmy no recinto do festival Wacken Open Air, na Alemanha, seus colegas Phil Campbell e Mikkey Dee jogaram na lama mais uma parte de suas cinzas. LEIA TAMBÉM: Metallica Symphonic Tribute chega à São Paulo em abril Via: Wiki Metal

Courtney Love afirma não gostar de Taylor Swift e Madonna
Pouco tempo atrás, Courtney Love esteve no Reino Unido para gravar a série Courtney Love’s Women, que irá ao ar pela BBC Radio 6 Music e BBC Sounds e trará suas opiniões sobre mulheres do meio musical que ajudaram a moldar sua vida. Em entrevista ao jornal britânico The Standard, o assunto, contudo, mudou para quais são as mulheres do universo musical que Love não tem nenhuma simpatia. A resposta de Courtney foi a seguinte: “Taylor Swift não é importante! Ela pode ser bem-recebida pelas meninas e provavelmente é a Madonna de hoje em dia. Mas ela não é interessante como artista”. E também sobrou farpas para a Rainha do pop, Madonna. A viúva de Kurt Cobain (Nirvana) disparou: “Eu não gosto dela e ela não gosta de mim”. Basta clicar aqui para conferir a série Courtney Love’s Women. Via: RockBizz

Turnstile em São Paulo: banda volta ao Brasil após dois anos trazendo nostalgia e energia de sobra
Resenhas Texto por Joana Söt Para uma noite de terça-feira, 16, os fãs dos americanos do Turnstile trouxeram um ânimo e agito já conhecidos para os membros da banda durante os shows para a zona sul paulistana. Dois anos depois de causarem “acidentes” nos moshs (óculos quebrados, pessoas caindo umas nas outras, sapatos perdidos, etc), e buracos (literalmente) na pista do Cine Joia, casa de shows localizada também na capital paulista, o público não decepcionou e transformou, dessa vez, a comportada Tokio Marine Hall num grande redemoinho humano de bate-cabeças. Apesar de atrasos da produção e falta de sinal nos caixas da casa até praticamente metade da noite, juntamente com a grade (e separação de público na pista) – que inclusive me deixaram pensando em teorias conspiratórias sobre o controle da multidão de fãs do Turnstile (e ao “acidente” ocorrido há dois anos na casa da Liberdade), a noite foi preenchida de uma vibe que somente os americanos de Maryland, com toda sua graça agressiva e amorosa poderiam trazer. A energia do hardcore do Turnstile bate diferente, e os fãs comprovam isso: em que outro show de hardcore você veria um casal se beijando no meio do mosh? Daí o verdadeiro Turnstile Love Connection materializado diante dos nossos olhos em pleno show. Sobre o repertório, praticamente semelhante ao de dois anos atrás, pode ter proporcionado uma sensação de nostalgia para alguns e a oportunidade de reviver momentos memoráveis para outros, ao mesmo tempo dando uma chance aos novos fãs de curtir pela última vez o show da turnê Glow On antes do próximo álbum da banda. Para quem foi, nós queremos saber: qual foi o melhor momento da noite para vocês? Nossa colaboradora Marcela Lorenzetti também foi ao show e registrou a noite. Confira nossa galeria de fotos logo abaixo. Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Turnstile em São Paulo. Crédito: Marcela Lorenzetti Via: Wiki Metal