Entrevistas

Summer Breeze 2024: HammerFall e Epica fazem shows explosivos no segundo dia de festival
Acontece, neste sábado, 27, o segundo dia do Summer Breeze Brasil 2024, que contou com uma série de artistas, como Exodus, Sebastian Bach, Mr. Big Gene Simmons, Lacuna Coil, Nervosa, Angra. O festival, de origem alemã, está sendo realizado no Memorial da América Latina e continua até domingo, 28. Com uma grande quantidade de artistas, de diferentes estilos, o segundo dia foi mais focado em bandas de power metal. O Wikimetal está cobrindo todos os dias do evento, com as resenhas dos shows de sexta-feira já publicadas, além dos primeiros que aconteceram no sábado. HammerFall Um dos artistas mais aguardados do dia, o HammerFall subiu no Hot Stage com o sol se pondo, às 17:10, já abrindo os trabalhos com “Brotherhood”, do mais recente trabalho, Hammer Of Dawn (2022), faixa essa, que traz uma bateria poderosíssima, aliada a solos de guitarra muito bem executados. Em seguida, veio a excelente “Any Means Necessary”, do No Sacrifice, No Victory (2009), que conta com um refrão cativante e leva o público a cantar o refrão juntamente com a banda. O HammerFall sabia exatamente o que estava fazendo quando compôs “Hammer Of Dawn”. Ela é também uma faixa do novo trabalho da banda e instiga o público a, novamente, cantar o refrão “pausado” da música, que é guiado pela bateria. “Blood Bound” segue na mesma linha que a anterior, em termos de engajar o público a cantar. Mesmo que não saibam todo o refrão, o título da faixa chama atenção, por ser fácil de se assimilar e dar vontade de gritar a plenos pulmões. Com linhas de baixo potentes e presentes, “Renegade” continua o acelerado setlist do HammerFall. Para “Hammer High”, o vocalista Joacim Cans pediu que o público levantasse seus punhos “como se fossem martelos” (sim, que trocadilho). A música foi excelentemente performada ao vivo e continuou com o mesmo padrão de fazer o público cantar a plenos pulmões na parte do refrão. Essa foi uma característica bastante presente no show da banda sueca. As composições que contavam com refrões mais “simples” fisgavam a plateia. Mesmo quem não soubesse as palavras, acabava aprendendo ali mesmo e embalava o coro. A velocidade da banda também é algo que merece ser destacado. A dupla de guitarristas Oscar Dronjak — que tem uma guitarra de martelo, não a ferramenta, mas sim ao estilo do Thor — e Pontus Norgren executam os bons solos e riffs do HammerFall de maneira empolgante e cativante, enquanto acompanhados pelo forte baterista David Wallin que se junta ao baixista Fredrik Larsson em sons explosivos. Tudo isso unido pelos precisos de Cans, que não falha em entregar uma performance muito bem feita. A explosiva “Last Man Standing”, do Any Means Necessary (2009), é um grande destaque da seleção de músicas escolhidas pela banda. Com trechos mais calmos, o grande diferencial dela é o contraste entre isso é o poderoso refrão, em uma das melhores da performance do HammerFall no Summer Breeze Brasil. É difícil, dentro do power metal, ter muitas diferenças ou vertentes, levando a muitos dos elementos semelhantes, o que faz algumas músicas se parecerem. Isto acontece com algumas das músicas do HammerFall, em termos do que já foi apontado sobre os coros. Não que seja uma coisa ruim, é muito legal ter faixas que podemos gritar a plenos pulmões, empolgados e emocionados. Em minha opinião, a questão é mais quando as músicas — verdadeiramente — parecem a mesma. Em homenagem a seu país originário, “(We Make) Sweden Rock”, do Dominion (2019), é um tanto quanto sem graça e não havia necessidade de estar no setlist, apesar de agradar ao público. A banda lançou, na última quinta-feira, 25, o single “Hail To The King”, que fará parte do próximo álbum do grupo, intitulado Avenge The Fallen, previsto para ser lançado em agosto. Ela esteve presente no show da banda e, se for uma amostra do que será o registro, configura em um bom sinal. Os suecos finalizaram a participação no festival com “Hearts On Fire”, em uma performance que agradou o público, trazendo vários hits e engajando com seus fãs. Epica Mudando de estilo, o show da Epica aconteceu no Ice Stage, agora sim, já de noite e com a temperatura mais amena. A vocalista Simone Simons subiu ao palco com muita animação e performaram a primeira música do set, “Abyss Of Time”, em uma apresentação cheia de contrastes, entre os instrumentais pesados — em especial do baixo de Rob vans der Loo e vocais de Mark Janssen — e a parte de Simmons. A icônica vocalista estava deslumbrante, com um macacão de bordados de manga e calça compridas, cheio de brilhos e que cativavam a atenção. Com elementos pirotécnicos, de fogo voando pelos ares, a excelente “The Essence Of Silence”, do The Quantum Enigma (2014), seguiu o show da banda. A música já é um espetáculo sozinha, mas com esse detalhe artístico e visual, ficou ainda mais viva. A voz de Simons impressiona. Atingindo altas notas — e com maestria — a vocalista também esbanja presença de palco. “Unleashed” do Design Your Universe (2009) é outra faixa poderosíssima, que torna-se ainda mais presente, notável e bonita ao vivo. Mais uma vez, a vocalista demonstra todo seu talento, em uma performance impecável e irretocável. Quando você já acha que ela está cantando em um tom agudo, Simons mostra que consegue ir mais alto. O solo de guitarra de Isaac Delahaye também merece destaque, bem harmonioso e que complementa a faixa. Em “The Final Lullaby”, os teclados de Janssen aparecem com bastante presença, o que é um grande ponto. O show da Epica é repleto de empolgação por parte da banda, que parece se divertir muito em fazer o que estão fazendo. O grupo aparenta ser muito apaixonado por música e tocar ao vivo, o que é algo muito bonito de se ver. Um detalhe que auxilia a banda a executar um show tão bem desenvolvido, é o fato que eles contam com elementos visuais. Sejam as luzes piscando em velocidade

Accept: Wolf Hoffmann lamenta não ser mais amigo de Peter Baltes
O líder e guitarrista do Accept, Wolf Hoffmann, concedeu uma entrevista ao canal Riff X e comentou que lamenta não ser mais amigo de Peter Baltes. É importante lembrar que o baixista foi um dos membros fundadores da banda e importante peça para que o quinteto alcançasse o estrelato mundial. Wolf disse: “De certa forma, eu sinto falta de todos eles [ex-integrantes do Accept], para ser sincero. Não tenho animosidade com ninguém, especialmente com Peter Baltes, que saiu há alguns anos. Sinto muita falta dele como pessoa e como amigo. Passamos muitos momentos fantásticos juntos”. Hoffmann continuou: “Sempre achei estranho, embora não estejamos mais trabalhando juntos, não sermos mais amigos. Mas isso não parece ser possível; isso nunca irá acontecer, o que é uma pena. Depois que alguém sai da banda, os comentários odiosos começam a surgir e nunca há nada de positivo a ser dito sobre nada. Acho isso muito, muito triste. Na verdade, eu gostaria que fosse diferente”. Eis a entrevista completa aqui: O Accept lançou seu novo álbum de estúdio, intitulado Humanoid, na última sexta-feira, dia 26 de abril, pela Napalm Records. O trabalho foi mais uma vez produzido, gravado, mixado e masterizado pelo aclamado produtor de heavy metal Andy Sneap (Judas Priest, Megadeth, Arch Enemy, Nevermore, Saxon, Kreator, entre muitos outros). Track listing de Humanoid: 01. Diving Into Sin02. Humanoid03. Frankenstein04. Man Up05. The Reckoning06. Nobody Gets Out Alive07. Ravages Of Time08. Unbreakable09. Mind Games10. Straight Up Jack11. Southside Of Hell Via: RockBizz

Tião é do Brasil: Sebastian Bach curte apelido dado pelos fãs brasileiros
O público rock n’ roll e heavy metal brasileiro é diferenciado em muitas formas, além disso, é super caloroso na maneira em que recebe e trata os seus ídolos da música. E quem tem um vínculo muito bacana com os fãs de cá é o canadense Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row. Para quebrar o gelo, ser mais íntimo e tratar Bach como membro da família, a garotada o chama de Tião, o que foi muito bem recebido pelo artista. Quer uma prova? Pelas redes sociais, em agradecimento ao apoio da plateia do festival Summer Breeze Brasil, o cantor escreveu: “São Paulo, Brasil! A multidão foi tão enorme nesta noite que não podíamos caber na foto! Obrigado pelos trinta e cinco anos de Bach N’ Roll! Tião ama São Paulo”. Então, caso você encontre com Sebastian Bach, não se acanhe em chamá-lo de Tião e convidá-lo para comer e beber alguma coisa, afinal de contas, ele já é de casa. Via: RockBizz

Sepultura: Greyson Nekrutman sofre corte profundo na mão durante show no Panamá
O cara é uma máquina imparável! O novo baterista do Sepultura, Greyson Nekrutman, sofreu um corte profundo na mão durante show da banda no Panamá, em 12 de abril. Neste sábado, 27, pelas redes sociais, Nekrutman explicou o caso: “Para aqueles que estão se perguntando porque eu tive que terminar a turnê usando uma luva. Bem, na terceira música de nosso primeiro show da turnê, eu cortei meus dedos. Acabei mudando a minha pegada no último segundo de uma batida e acabei cortando um bom pedaço da parte interna dos meus dedos”. Após o show, o músico, mesmo com dor e com o corte aberto, chegou a posar para fotos com as mãos ensanguentadas. Veja: Greyson Nekrutman é o substituto de Eloy Casagrande, que deixou a banda pouco tempos antes de iniciar a Celebrating Life Through Death Tour. Greyson nasceu no dia 13 de junho de 2002 em Long Island, Nova Iorque. Desde que iniciou os estudos no instrumento, o músico não se limitou apenas ao heavy metal, trouxe à sua gama de habilidades técnicas conhecimentos do jazz, rock, progressivo e música latina. Nekrutman cita Philly Jo Jones, Buddy Rich e Louie Bellson como algumas de suas principais influências artísticas; sem contar conjuntos com pegada de big bands como Dave Matthews Band. No campo da música pesada, o baterista tocou com o grupo Suicidal Tendencies, sendo que agora, com o Sepultura, está sendo a sua grande oportunidade de fincar seu nome como uma potência rítmica no universo do heavy metal. Via: RockBizz

Summer Breeze 2024: Nervosa, Gamma Ray, Angra e Lacuna Coil se apresentam no segundo dia do festival
O Summer Breeze Brasil começou na última sexta-feira, 26, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Trazendo uma alta quantidade de artistas, a segunda edição do festival se estende ainda pelo final de semana, nos dias 27 e 28. Confira aqui as resenhas dos shows de Flotsam & Jetsam, Edu Falaschi, Tygers Of Pan Tang, Exodus, Sebastian Bach, Mr. Big e Gene Simmons. Nervosa Após uma estreia em grande estilo, o segundo dia iniciou-se cedo, no mesmo horário que no anterior. Às 11h, a Nervosa subiu ao palco do Ice Stage, com uma plateia maior do que visto na sexta-feira. Uma coisa em comum foi o calor. O sol do horário não dava trégua, mas nem isso atrapalhou o show da banda. Já muito reconhecidas dentro da cena de thrash metal, o grupo feminino é famoso por seu som pesado, com instrumentistas verdadeiramente talentosas. O show foi intenso, do início ao fim, com poucas pausas para respirar, mesmo que com problemas técnicos, como a frontwoman Prika Amaral disse em determinado momento do show. Um momento especial da performance, foi quando a banda chamou a vocalista Mayara Puertas, do Torture Squad, ao palco para uma participação especial antes de “Kill The Silence”, do Downfall Of Mankind (2018), um ponto alto do setlist, que traz um riff de guitarra veloz, com linhas de bateria potentes e técnicas. Outra amostra do talento das instrumentistas da Nervosa, é “Venomous”, que mesmo antes de tocarem, um fã já gritou o nome da música. Em determinado momento, a corda da guitarra da vocalista estourou e, como ela não tinha outra, continuou o restante do show apenas com vocalista. Isso foi um problema? Definitivamente não. Atualmente formada por Amaral (vocais e guitarra), Helena Kotina (guitarra), Hel Pyre (baixo) e a mais recente integrante, Gabriela Abud (bateria), a banda traz uma performance excepcional, empolgando os fãs e provocando cantos do nome da banda no meio das músicas. Mas não apenas isso. É possível ver que elas entendem muito bem do que estão fazendo, sendo um dos melhores grupo de thrash metal do Brasil, já entrando, também, para a história do metal internacional. Este foi mais um show do Summer Breeze que poderia durar mais tempo. Encerrando da mesma maneira explosiva que iniciaram, a banda se despediu do público. Gamma Ray Antes do show do Gamma Ray, aconteceu, no palco gêmeo, ao lado do Ice Stage, a performance do Forbidden. De volta ao mesmo palco da Nervosa, a banda alemã iniciou a sua performance às 13:10, abrindo o setlist com a boa “Land Of The Free”, que fez o público cantar junto. “Rebellion In Dreamland” também foi muito bem recebida. Contando com poderosas linhas de bateria, além dos bons riffs de guitarra. A música levou as pessoas a cantarem durante o coro, dividindo os vocais com Frank Beck e os solos de Henjo Richter, que faz o público querer bater cabeça, em um ritmo melódico e cadenciado. O show do Gamma Ray traz tudo de mais clássico dentro do power metal e as coisas que os fãs do estilo mais gostam. Os elementos da banda se alinham e complementam, em músicas extremamente melódicas e harmoniosas. Quando a banda se junta para fazer os backing vocals, resulta-se em um trabalho agradável de se ouvir. “The Silence”, do Heading for Tomorrow (1990), é uma linda balada, e um exemplo disso, quando Hansen é o responsável por fazer as partes mais graves, enquanto o vocalista principal solta a voz, de maneira emocionante, em uma performance na qual todos os elementos se alinham da mais perfeita forma. A dupla de guitarristas merece ser exaltada. Trazendo riffs icônicos e solos grandiosos, eles trabalham de maneira unida e entregam acordes muito bons. “Heaven Can Wait”, também do Heading for Tomorrow, merece destaque dentro da performance da banda. É uma música alto astral, com uma levada animada e um solo fenomenal. O show do Gamma Ray pode ser definido como popular. Power metal é um estilo que não há grandes ramificações ou elementos diferentes, mas ainda assim, não é cansativo. Em um show que durou em torno de 1h e 15 minutos, a banda soube administrar bem seu tempo e demonstrou todo o poder do metal clássico. Angra Continuando no power metal, o show do Angra veio em seguida, mas agora, no Hot Stage. O intervalo entre os shows dos dois palcos principais é de cinco minutos, mas isso não é um problema, já que eles se localizam um ao lado do outro. Após problemas técnicos na introdução, o grupo brasileiro iniciou o show um pouco depois do previsto, e nos primeiros acordes, é possível compreender porque o Angra é a maior banda nacional dentro do estilo. A bateria de Bruno Valverde pulsa como um verdadeiro coração, potente e precisa, assim como o baixo de Felipe Andreoli, que juntos, fazem o chão tremer na mais pura potência do metal. Mas não são apenas os dois músicos que são exemplos de técnica e experiência. A dupla de guitarras Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa — que a cada solo e riff, criam uma experiência diferenciada — além do vocalista Fabio Lione, entregam uma performance também de altíssimo nível. Em momentos de balada, como em em “Tide Of Changes – Part II”, do mais recente álbum da banda, Cycles Of Pain (2023), a voz de Lione torna-se um grande destaque, sendo suave em alguns momentos e potente em outros. Valverde mostrou mais uma vez a sua força na primeira faixa do álbum Secret Garden (2013), “Newborn Me”. “Vida Seca” é uma música com um grande diferencial e que esteve presente na setlist. A parceria com Lenine traz elementos brasileiros, aliados ao metal, em uma explosão de musicalidade ainda mais bonita ao vivo. Quem não gosta de clássicos? “Rebirth”, do álbum de mesmo nome, de 2001, começou com Bittencourt fazendo a belíssima introdução, e assim que o trecho cantado se iniciou, quem dominou mesmo, foi o público, cantando a faixa a plenos pulmões. Impossível não se empolgar com

Arch Enemy faz o primeiro show com o guitarrista Joey Concepcion
Em dezembro do ano passado (2023), o guitarrista Jeff Loomis pegou os fãs de surpresa ao anunciar sua saída do Arch Enemy. Logo após seu anúncio, a banda comunicou Joey Concepcion como o substituto do músico norte-americano. Na última quarta-feira, dia 24 de abril de 2024, o Arch Enemy fez o primeiro show com o guitarrista Joey Concepcion. A apresentação rolou no Musinsa Garage em Seul, Coreia do Sul. O espetáculo contou as músicas: Deceiver, Deceiver, The World Is Yours, Ravenous, War Eternal, House Of Mirrors, My Apocalypse, The Watcher, The Eagle Flies Alone, Handshake With Hell, Sunset Over The Empire, As The Pages Burn, We Will Rise, Enemy Within, Burning Angel, Snow Bound, Nemesis e Fields Of Desolation. No player abaixo, você pode assistir o show do Arch Enemy – cortesia do canal Rock n’ Videos: O conjunto ainda tem muitos compromissos com os fãs asiáticos, já que ainda fará mais treze shows como parte da Deceivers Asian Tour. O giro passará por países como Singapura, Tailândia, Indonésia, Malásia e Filipinas. Saiba o itinerário completo aqui. Via: RockBizz

Sepultura: Greyson Nekrutman pega pesado na performance de Refuse/Resist
O Sepultura está na estrada divulgando o seu derradeiro giro mundial, que leva o nome de Celebrating Life Through Death Tour. No dia 20 de abril, o quarteto se apresentou na Movistar Arena em Santiago, Chile, e um trechinho do show pode ser curtido logo abaixo, com a performance peso-pesado do baterista Greyson Nekrutman em Refuse/Resist. Na Celebrating Life Through Death Tour, o Sepultura tem dado uma bela repassada em sua carreira, com isso sons como Refuse/Resist, Territory, Slave New World, Phantom Self, Dusted, Attitude, Kairos, Means To An End, Cut Throat, Guardians Of Earth, Mind War, False, Choke, Escape To The Void, Kaiowas, Sepulnation, Biotech Is Godzilla, Agony Of Defeat, Troops Of Doom, Arise, Ratamahatta e Roots Bloody Roots. Para acompanhar passo a passo da turnê final do Sepultura, fique ligado na gente, aqui no RockBizz, e no site oficial da banda. Via: RockBizz

70.000 Tons Of Metal 2025: Cruzeiro confirma presença de Candlemass, Delain e Stratovarius
O ano de 2024 nem chegou a sua metade, mas tem gente fazendo os anúncios para 2025! O cruzeiro mais metal do planeta, 70.000 Tons Of Metal, por exemplo, confirmou a presença de Candlemass, Delain, Stratovarius, Benighted, Emperor, Flotsam & Jetsam, In Extremo, Kalmah, Majestica, Samael, Septicflesh, Tankard e The Kovenant. O festival promete mais de sessenta bandas e muitas horas da mais pura diversão metálica, mordomia à beira das piscinas e muita festa. O evento vai acontecer entre os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro de 2025 e vai partir de Miami, Flórida, Estados Unidos – Capital Mundial dos Cruzeiros – para Ocho Rios, Jamaica, a bordo do imponente navio Independence of the Seas. Para mais informações sobre o 70.000 Tons Of Metal, acesse este link. Via: RockBizz

Shirley Manson diz que Garbage está em estúdio gravando novo álbum
Notícias Garbage anunciou que está em estúdio gravando seu sétimo álbum de estúdio. A vocalista Shirley Manson ainda acrescentou que o trabalho segue como planejado: “Isso deverá estar pronto até o final de maio e estamos no caminho certo.” Shirley falou em entrevista recente a NME sobre a recepção do álbum anterior e as expectativas para o próximo. “Fiquei realmente encantada que No Gods No Masters tenha sido recebido tão bem porque não tínhamos nenhuma expectativa”. Acrescentou ainda: “Indo para este próximo disco, sinto uma mudança. Estou tentando amortecer minha indignação. Como sociedade, ficamos muito abatidos e com o coração partido. Estou tentando alcançar algo que seja um pouco maior do que eu, porque se não o fizer, vou me afogar em meu próprio desânimo.” Shirley Manson conta como a dor e a perda de seu cachorro a inspiraram o próximo álbum do Garbage Em 2016, Manson caiu do palco e se machucou. Depois desse incidente ela precisou passar por uma cirurgia no quadril o que lhe causou dores terríveis. Além disso, ela perdeu sua cachorrinha. Ela e seu marido a adotaram e a sua morte refletiu em Manson. “Eu também perdi meu cachorro, o que não parece muito, mas literalmente arruinou minha vida”, disse Manson à NME. “A perda dela influenciou tudo. Ter um corpo que não funciona, perder a alegria da minha vida, tem sido um verdadeiro desafio tentar me recuperar e não ser destrutiva com minha depressão e minha raiva. Eles sempre precisam ser temperados.” Portanto, nesse próximo álbum, Shirley diz que luta para que o seu coração não fique frio com tanto sofrimento. Será a busca pela luz. “Depois de queimar a terra, saímos de uma caverna imunda com um holofote. Procuramos fragmentos de vida e de humanidade” diz Manson. LEIA TAMBÉM: Garbage no The Town ressalta o poder do rock autêntico e inventivo Via: Wiki Metal

Paul McCartney & Wings anunciam lançamento de disco gravado há 50 anos
Paul McCartney anunciou na última terça-feira, 23, por meio de suas redes sociais, o lançamento de One Hand Clapping, álbum do Wings, sua banda formada em 1971. O disco foi gravado ao vivo em agosto de 1974, no entanto, nunca foi oficialmente lançado, embora várias versões piratas tenham surgido ao longo dos anos. A gravação aconteceu nos estúdios Abbey Road juntamente com a filmagem do documentário, dirigido por David Litchfield, ex-editor da revista Ritz e amigo de Paul. O One Hand Clapping também foi responsável por apresentar a nova formação do Wings, após a saída repentina de Denny Seiwell e Henry McCullough no ano anterior, durante as gravações de Band On The Run. Agora, o trio que envolvia o eterno beatle, Linda McCartney e Denny Laine passou a ser acompanhado pelo guitarrista Jimmy McCulloch e o baterista Geoff Britton. A tracklist do álbum inclui não somente músicas do Wings, mas também novas versões de músicas clássicas do Beatles — “Blackbird”, “Lady Madonna”, “The Long and Winding Road” e “Let It Be” — e covers de Eddie Cochran e Buddy Holly. Além disso, o álbum traz a faixa inédita, “Blackpool”. Pré-venda já disponível no site de Paul McCartney Com lançamento previsto para 14 de junho, o disco estará disponível em vários formatos, incluindo uma edição exclusiva de dois LPs + 7″. A pré-venda já foi iniciada no site oficial de Paul McCartney. Confira a tracklist completa de One Hand Clapping: One Hand Clapping Jet Soily C Moon/Little Woman Love Maybe I’m Amazed My Love Bluebird Let’s Love All of You I’ll Give You a Ring Band on the Run Live and Let Die Nineteen Hundred and Eighty Five Baby Face Let Me Roll It Blue Moon of Kentucky Power Cut Love My Baby Let It Be The Long and Winding Road/Lady Madonna Junior’s Farm Sally G Tomorrow Go Now Wild Life Hi, Hi, Hi LEIA TAMBÉM: Paul McCartney compartilha momento embaraçoso que o fez desistir da guitarra Via: Wiki Metal

Summer Breeze 2024: Sebastian Bach e Mr. Big cantam clássicos em primeiro dia de festival
Durante a sexta-feira e o final de semana, dos dias 26 a 28, a segunda edição do Summer Breeze Brasil acontece no Memorial da América Latina. O primeiro dia do festival trouxe artistas de uma vertente mais semelhante ao hard rock, porém com alguns nomes que fugiam a isso. Alguns dos nomes que estrearam a segunda edição do evento foram Flotsam & Jetsam, Edu Falaschi, Tygers Of Pan Tang e Exodus – confira aqui nossa resenha. Sebastian Bach Encaminhando-se para o final do primeiro dia, Sebastian Bach se apresentou no Hot Stage, recebido com muitos aplausos. A nova faixa, “What Do I Got To Lose”, que estará no vindouro álbum do vocalista, abriu seu show no festival. Em seguida, veio “Big Guns”, originalmente do Skid Row, é que integra o álbum autointitulado de 1989. Na versão de estúdio, o vocalista entrega uma das melhores performances do registro, mas ao vivo, o mesmo não aconteceu. Nos momentos mais altos, ele jogava para a plateia, — algo que aconteceu mais vezes — mas ainda assim, a música continua sendo fenomenal. “Sweet Little Sister” veio em seguida, mais um clássico da banda, com uma ótima performance do guitarrista Brent Woods. Seguindo na mesma linha de tocar as músicas do primeiro e — em minha opinião — melhor álbum do Skid Row, Bach embarcou em “Here I Am”. O vocalista aparentava estar muito feliz e confortável em cima do palco, fazendo dancinhas, batendo bastante cabeça e falando com o público — o que levava os fãs à loucura. Mas nada comparado a o que veio a seguir. “18 and Life” se iniciou com uma mudança de luzes, tornando o ambiente mais intimista. A iluminação auxiliou, já que estava próximo de escurecer. Dessa vez, Bach atingiu as notas “gritadas”. O público parecia, realmente, estar tendo o momento da vida deles. A cada música que o vocalista e a banda tocavam, era uma nova emoção. A enérgicas veloz “Piece Of Me” e antecedeu. Mais uma de suas novas músicas, “Everybody Bleeds” não empolgou, apesar de ser uma faixa boa, mas que as pessoas ainda não conhecem, uma vez que foi lançada há pouco mais de um mês. Saindo de Skid Row, “Slave To The Grind” mostrou toda a sua energia ao vivo, e definitivamente foi um ponto alto do show. Fazendo um trocadilho com o nome da música “American Metalhead” e o fato de ele estar no Brasil, Sebastian Bach e companhia tocaram a faixa do Angel Down (2006) e que, novamente, não angariou muita comoção por parte do público. A grande parte dos fãs do vocalista prefere ouvir as músicas do Skid Row, mas se engana aquele que acha que não há coisas boas em sua carreira solo. Com esse breve desvio no percurso, eles voltaram para o Slave To The Grind, com “Monkey Business” que traz um riff de guitarra característico fenomenal, mais uma vez, muito bem executado por Wood. Ela ao vivo é sensacional. Os músicos fizeram uma versão dançante e envolvente que merece destaque. “The Threat” veio como algo inesperado — mas muito bem vindo. Voltando aos anos 1980, como o mesmo Bach disse, “Rattlesnake Shake”, em comparação às outras, não é tão interessante. Um breve trecho a capela de “Wasted Time” emocionou, mas nada perto do que viria a seguir. “I Remember You” era, talvez, o momento mais esperado do show e não falou em entregar o que prometeu. Essa é uma das baladas mais populares do rock e, definitivamente, comoveu a audiência do Summer Breeze. Encaminhando-se para o final da noite, por que não “Tom Sawyer”, do Rush? É um clássico? É. Mas soa um tanto quanto deslocada do restante do setlist. Para encerrar a passagem de Bach pela capital paulista, eles performaram a icônica “Youth Gone Wild”, uma faixa simplesmente fenomenal do álbum de estreia de sua antiga banda, que sim, também é melhor ao vivo. Em um geral, o show de Sebastian Bach no Summer Breeze Brasil foi bom, repleto de clássicos e que os fãs amaram. Um verdadeiro fan-service. Mas há trechos em que a voz de Bach não chega nos tons originais e ele acaba passando para a plateia. Em compensação, nos maiores gritos das faixas, ele atinge, como se estivesse “guardando” a voz para estes momentos. Mr. Big Após anos depois de sua última vinda ao Brasil, o Mr.Big vem ao país com a sua última turnê, intitulada The Big Finish Tour. Subindo ao palco do Ice Stage, o quarteto estadunidense é conhecido por seu virtuosismo. O riff icônico de “Addicted To That Rush” do primeiro — e excelente — álbum Mr.Big (1989), abriu o setlist de maneira explosiva. A faixa conta com uma breve “disputa” entre a guitarra de Paul Gilbert e o baixo de Paul Gilbert, que oferece uma pequena amostra do que a dupla de cordas é capaz de fazer. Uma das músicas mais emocionantes do setlist, “Take Cover” inicia-se com uma explosão de bateria. Esse momento é tocante, uma vez que, como bem lembrou o vocalista Eric Martin, a música é fortemente atrelada ao falecido baterista Pat Torpey. O solo de bateria interpretado por Nick D’ Virgilio fez jus ao original. A veloz e empolgante “Daddy, Brother, Lover, Little Boy” foi a primeira da noite do clássico Lean Into It (1991). Não há o que falar da faixa. Ela é absolutamente fenomenal e é uma aula de como se fazer música. Àqueles que não estão familiarizados com a banda, talvez estranhem o fato de Gilbert usar uma furadeira para o solo. Mas, sim dá certo. Seguindo na mesma linha de álbum, “Alive and Kicking” veio em seguida. E então, mais uma introdução icônica, dessa vez, Gilbert o fez. A música tem uma das melhores pontes da discografia do Mr.Big e é um clássico absoluto, sendo presença garantida nos shows da banda. “Lucky This Time” tem um dos maiores agudos da banda, e Eric Martin sente isso. O vocalista é dono de uma voz icônica e reconhecível, mas ele não chegou nos tons

Summer Breeze Brasil está confirmado para 2025, segundo jornalista
A terceira edição do Summer Breeze Brasil está confirmado para 2025, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que tem a fama de antecipar os shows internacionais em nosso país. De acordo com o comunicador, em breve serão revelados mais detalhes sobre a nova edição do festival no Brasil. Summer Breeze Brasil confirmado para 2025. Mais informações em breve. — José Norberto Flesch (@jnflesch) April 27, 2024 Vale destacar que a segunda edição do Summer Breeze Brasil está rolando neste final de semana no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento vai contar com os shows de Mercyful Fate, Gene Simmons, Amorphis, Angra, Anthrax, Avatar, Biohazard, Carcass, Death Angel, Dr. Sin, Eclipse, Edu Falaschi, Eminence, Forbidden, Hammerfall, In Extremo, Killswitch Engage, Korzus, Lacuna Coil, Mr. Big, Nervosa, Ratos de Porão, Sebastian Bach, Sinistra, The 69 Eyes, The Night Flight Orchestra, The Troops of Doom, Torture Squad, Tygers Of Pan Tang e Within Temptation. Via: RockBizz

Deicide lança ‘Banished by Sin’, 13º álbum de estúdio
Notícias Deicide lançou nesta sexta-feira, 26, o 13º álbum de estúdio, Banished By Sin. O trabalho sucede Overtures of Blasphemy, de 2018. Para acompanhar o lançamento do disco, o grupo disponibilizou o clipe do single “From Unknown Heights You Shall Fall”. Você pode assistir o vídeo logo abaixo. Aviso de gatilho: Por favor, esteja ciente de que o vídeo inclui representações de suicídio que podem ser perturbadoras para algumas audiências. O vocalista Glen Benton comenta sua inspiração para o novo trabalho (via Blabbermouth): “Há vários anos que estou sentado num canto escuro. Algumas coisas aconteceram na minha vida que me abalaram e me mudaram. Eu me inspirei escrevendo esse novo disco, foi como apertar um botão. Parei de perseguir a felicidade de todo mundo há muito tempo. O cara que começou isso está de volta! E é bom estar de volta!” Benton acrescenta: “Musicalmente, estamos de volta ao estilo dos anos 1990. Tem coisas modernas lá também. É o Deicide do jeito que deveria ser”. Via: Wiki Metal

CPM 22 divulga making of do clipe Mágoas Passadas
O CPM 22 divulgou no canal oficial no YouTube o making of do clipe Mágoas Passadas. Lançado no último dia 12, o clipe dirigido por Rodrigo Giannetto foi gravado no complexo gastronômico, arquitetônico e cultural O Velhão, na Serra da Cantareira, em São Paulo. O making of é assinado por Leo Muniz e traz registros de cenas do clipe, bastidores e depoimentos dos integrantes do CPM 22 e do diretor Rodrigo Gianetto. Com música e letra assinadas pelo guitarrista Luciano Garcia, Mágoas Passadas é uma balada punk rock anos 90, nos padrões CPM 22, com influências de Social Distortion, Alkaline Trio e Weezer. Pela primeira vez o CPM usou sintetizadores em uma música e convidou para essa missão Pedro Pelotas (Cachorro Grande e Samuel Rosa) que também tocou piano e órgão Hammond. O título tem um duplo sentido – mágoas do passado e mágoas que ficaram para trás – mas ela não fala exatamente de mágoas. A inspiração é o meu relacionamento e como minha companheira influencia de maneira positiva na minha vida em vários sentidos. A música fala de um amor adulto, explicou Luciano. Mágoas Passadas faz parte de Enfrente, novo álbum de estúdio do CPM 22, que tem lançamento previsto para o início de maio. Além de Mágoas Passadas, as faixas Dono da Verdade, Alívio Imediato e Covarde Digital também já estão disponíveis nas principais plataformas de streaming. Via: RockBizz

Mötley Crüe lança o videoclipe oficial da música Dogs Of War
Alô, fãs de hard rock! O Mötley Crüe lançou o videoclipe oficial da música Dogs Of War. A canção, que foi produzida por Bob Rock, profissional que trabalhou no clássico álbum Dr. Feelgood (1989), foi lançada pela Big Machine Records. “É sempre bacana voltar ao estúdio com os caras da banda! A gente sabe que vocês vão curtir este som”, declarou o líder do grupo, o baixista Nikki Sixx. O último álbum de estúdio de inéditas do Mötley Crüe fora Saints Of Los Angeles; o disco saiu em 2008 pela gravadora Eleven Seven Music. Os fãs da banda ainda esperam o anuncio de um novo full length, no entanto, até o momento não há informações sobre tal movimento. Via: RockBizz

Rock in Rio anuncia Dia do Rock com Avenged Sevenfold, Journey, Evanescence e mais
Notícias O Rock In Rio anunciou as atrações do Dia do Rock. No Palco Mundo, Avenged Sevenfold, Evanescence e Journey. Já no Palco Sunset a organização anunciou Deep Purple e Incobus. O Dia do Rock será realizado em 15 de setembro. A próxima edição do festival celebra os quarenta anos de Rock In Rio. O festival acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro na Cidade do Rock. O Evanescence também se apresentará este ano no Rock in Rio Lisboa. Confira o anúncio oficial: LEIA TAMBÉM: Dia do Rock, nossa segunda aventura no Rock in Rio, foi memorável – resenha e fotos exclusivas Via: Wiki Metal

HammerFall anuncia álbum e lança single, “Hail To The King”
Prestes a desembarcar no Brasil, o HammerFall anunciou nesta quinta-feira, 25, o lançamento de seu novo álbum de estúdio, Avenge The Fallen. O vocalista Joacim Cans explica: “Este é o nosso 13º álbum. Como você ainda permanece relevante depois de 13 álbuns? É muito parecido com a frase de abertura da música ‘Avenge The Fallen’: ‘What is the worst, be the one who died, or be the one who survived (O que é o pior, ser aquele que morreu ou ser aquele que sobreviveu). Pense nisso, porque é uma pergunta difícil”. Ele continua: “Queremos ser uma banda que lança novas músicas apenas pelo único motivo de voltar à estrada ou queremos continuar nos esforçando e nos desafiando? Em tempos onde as pessoas têm cada vez menos atenção, ainda pensamos na forma de álbuns completos.” “Algumas músicas boas não fazem um álbum forte. Um álbum forte vem de um álbum cheio de ótimas músicas e é isso que estamos entregando com Avenge The Fallen.” Previsto para ser lançado no dia 09 de agosto pela Nuclear Blast Records, os fãs do HammerFall já podem conferir o primeiro single do novo álbum, “Hail To The King”. A banda fará, neste sábado, 27, seu show na segunda edição do Summer Breeze Brasil, ao lado de nomes como Within Temptation, Epica e Lacuna Coil. Confira o videoclipe abaixo: HammerFall – Avenge The Fallen 01. Avenge The Fallen02. Burn It Down03. Capture The Dream04. Hail To The King05. Hero To All06. Hope Springs Eternal07. Rise Of Evil08. The End Justifies09. Time Immemorial LEIA TAMBÉM: Entrevista: HammerFall fala sobre shows no Brasil com Helloween e futuro do metal Via: Wiki Metal

5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Mother Mersy, Eon e mais
Listas Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: rock and roll, heavy metal Ed Banger and the Kardashits – “My Living Dead Girl”País: Suíça Mother Mersy – “Can’t Move”País: Suécia Para quem gosta de: metalcore, deathcore Malora – “Empty ft Taylor Barber”País: Estados Unidos Para quem gosta de: metalcore, deathcore Vladimir Zakharov Jr. – “Infinite Solitude”País: Rússia Para quem gosta de: death metal Eon – “Pyromancer”País: Peru e Venezuela Via: Wiki Metal

Bruce Dickinson faz show inesquecível em Curitiba
Bruce Dickinson e sua banda The House Band Of Hell finalmente pisaram em solo brasileiro, mais especificamente na capital paranaense. Lá, o cantor recebeu o título de Cidadão Honorário de Curitiba, participou de um duelo na federação paranaense de esgrima, e ainda participou do lançamento da nova cerveja da curitibana Bodebrown com jambu, a Mandrake Jambu Ale. Após tantos eventos na cidade, chegou a hora tão esperada, o novo show. A apresentação aconteceu na Live Curitiba, com casa lotada. Houveram alguns problemas de atraso na abertura do local do show, fazendo muita gente ficar na fila por mais de uma hora. Abertura com Clash Bulldog’s A banda de abertura, os brasileiros do Clash Bulldog’s subiram ao palco pontualmente e apesar de serem uma banda com a qualidade acima da média, teve dificuldades para animar o público. Mas no final do show, conseguiram uma reação positiva com um cover do Metallica, a épica “Enter Sandman”. A última música também agradou, afinal trata-se de “Anger Grows”, que teve a participação de Blaze Bayley, ex-Iron Maiden nas gravações. Finalmente começaram os preparativos de palco para a entrada de Bruce e banda, que aliás seguiu de maneira extremamente eficiente. Neste meio tempo, a área do show ficou praticamente lotada, pois muitos que estavam no ambiente separado com praça de alimentação, e merchandising, adentraram ao lugar. A lenda Bruce Dickinson e The House Band Of Hell no palco A primeira música da noite foi “Accident Of Birth”, que deixou todos enlouquecidos. Ademais, impossível descrever o peso da banda, formada por Dave Moreno, na bateria, Mistheria nos teclados e Tanya O’Callaghan, no baixo, e ainda os guitarristas Philip Naslund e Chris Declercq. Na sequência seguiram “Abduction”, do último álbum solo do cantor antes de voltar ao Iron Maiden, Tyranny of Soul de 2005 e “Laughing In The Hidding Bush” do clássico Balls To Picasso. Após os três petardos seguidos, o cantor conversa com a plateia, muito animado, contando que agora é cidadão da cidade. Finalmente chega a o momento da música “Afterglow Of Ragnarok”, primeiro single do novo álbum The Mandrake Project, que teve uma ótima receptividade do público. A energia de Bruce Dickinson, em ótima forma física e com vocais perfeitos, é um exemplo de frontman. Em seguida a perfeita “Chemical Wedding”, que não podia faltar. A baixista Tanya e o tecladista Mistheria foram um show a parte, simplesmente conseguiam dominar o palco, enquanto Bruce rapidamente sumia do palco. Os novos guitarristas e o batera também não têm comparação. Foi um show onde a banda toda dominava o palco, resultando em um peso musical difícil de ver em outros shows. Bruce Dickinson não parava no palco, parecia um menino correndo de um lado para outro, tocou percussão e ainda um Teremim, momento único do show. Após “Many Doors To Hell” chegou o momento da belíssima “Tears Of The Dragon”, já considerada um clássico do rock, e com fãs literalmente chorando. Não faltaram “Rain Of The Graves” e “Gods Of War”, esta última com imagens do resultado das guerras do sofrimento dos inocentes. Infelizmente, passa rápido e com “Darkside Of Aquarius” e “Book Of Thel”, a banda se retira do palco, ovacionados por todos, e no aguardo do famoso bis. O cantor trouxe surpresa para os fãs de sua carreira solo, que em suas palavras, disse nunca ter tocado a canção no Brasil e poucas vezes no exterior, então pediu a compreensão da plateia. Foi uma surpresa chamada “Navigate The Seas Of The Sun”, que fez a alegria desta pessoa que escreve e presenciou a magia ao vivo, acredito que esta música chega junto com “Tears Of The Dragon”, quem não conhece, é hora de ir atrás, sem arrependimentos. A música final ficou por conta do single do álbum Accident Of Birth, “The Tower”, onde toda a casa pulou e cantou junto. Foi uma sensação indescritível, a estreia da tour no Brasil chegou com presença. Após os agradecimentos e a foto com o público, a banda se retira do palco, deixando todos satisfeitos. Particularmente senti falta da clássica “Jerusalem”, do álbum The Chemical Wedding mas não se pode agradar a todos. Nosso colaborador Vladimir Silverio também esteve no show e registrou a noite com fotos exclusivas. Confira a galeria de fotos logo abaixo. Clash Bulldog’s abrindo para Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Clash Bulldog’s abrindo para Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Clash Bulldog’s abrindo para Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Clash Bulldog’s abrindo para Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Clash Bulldog’s abrindo para Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio Bruce Dickinson em Curitiba. Crédito: Vladimir Silverio LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson faz shows secretos e vende os próprios ingressos em estreia de turnê Via: Wiki Metal

Bring Me The Horizon chega ao Brasil em novembro com Spiritbox e Motionless In White; confira serviço
Bring Me The Horizon promete novidades para 2024! O grupo inglês anunciou em suas redes sociais que ainda neste ano vai lançar mais um EP do projeto Post Human, que tem como ideia principal criar álbuns temáticos em torno de como a humanidade está totalmente em declínio. E o Brasil vai entrar para história do grupo. No dia 30 de novembro, acontece no Allianz Parque, em São Paulo, o primeiro show em estádio do BMTH como headliner! A apresentação única é realizada pela 30e e ainda terá três bandas de abertura: Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. A venda de ingressos começa no dia 30 de abril, ao meio-dia pelo site da Eventim ou na bilheteria oficial no Allianz Parque (mais informações abaixo). O projeto Post Human, do Bring Me The Horizon, começou em 2020 com o lançamento do álbum Post Human: Horror Survival, aclamado pela crítica. Nele, a banda – formada pelo vocalista Oliver Sykes, o guitarrista Lee Malia, o baixista Matt Kean e o baterista Matt Nicholls – traz uma abordagem mais experimental e colaborativa, explorando uma variedade de gêneros musicais. O trabalho chegou ao primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e os fãs passaram a esperar ansiosamente por cada novo lançamento. A diversidade e quebra de paradigmas são uma realidade para o Bring Me The Horizon, que se tornou uma das mais reconhecidas e discutidas bandas no cenário musical contemporâneo, com letras que retratam realidades sociais, geram empatia e ressonância e trazem conexão com os fãs. O grupo, formado em Sheffield, na Inglaterra, se prepara para mais um passo importante na carreira ao fazer sua primeira apresentação como headliner em um estádio. Crescer e experimentar musicalmente contribuiu para a relevância contínua do Bring Me The Horizon, que possui números grandiosos: são mais de 25 milhões de seguidores nas redes sociais, 13 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 2 bilhões de visualizações no YouTube e um legado de hits e parcerias memoráveis, com Machine Gun Kelly, Yungblud e Lil Uzi Vert, além de indicações ao Grammy e ao BRIT Awards. Para essa apresentação única no Brasil, os ingleses do BMTH vão contar com o ato de abertura de importantes nomes do heavy metal mundial da atualidade: Motionless in White, quinteto americano que, além do visual gótico e uma conjuração inimitável de rock metálico e melodias magnéticas, silenciosamente alcançou a ponta do hard rock na atualidade; Spiritbox, grupo canadense de heavy metal, liderado pela vocalista Courtney LaPlante e que recebeu uma indicação ao Grammy na categoria de melhor performance de metal em 2024; e, por fim, The Plot In You, banda americana que já recebeu críticas positivas na Billboard, Rock Sound, Alternative Press e acumula mais de 100 milhões de streams. Motionless in White Motionless In White foi formada em Scranton, PA. em 2006, misturando rock metálico afiado, elementos industriais e melodias cativantes. Liderada por Chris Motionless (vocal), com Ricky Olson (guitarra), Ryan Sitkowski (guitarra), Vinny Mauro (bateria) e Justin Morrow (baixo), a banda rapidamente ganhou destaque no hard rock. Seus álbuns Creatures (2010), Infamous (2012) e Reincarnate (2014) alcançaram sucesso nas paradas, com sucessos como Another Life acumulando milhões de streams no Spotify. Spiritbox A jornada de Courtney LaPlante com a Spiritbox tem sido uma prova da imprevisibilidade da vida. Nos últimos seis anos, a banda emergiu na cena do metal, desafiando as expectativas a cada passo. Desde o lançamento de seu ambicioso EP The Fear Of Fear até colaborações inesperadas com artistas como Megan Thee Stallion e a conquista de uma indicação ao GRAMMY, sua ascensão foi meteórica. Spiritbox segue firme em seu compromisso de ultrapassar limites criativos e explorar novos territórios sonoros. À medida que continuam a evoluir, uma coisa é certa: o mundo da música pesada aguarda ansiosamente o que vem a seguir desta banda. The Plot In You O quarteto de Ohio – Landon Tewers (vocal), Josh Childress (guitarra), Ethan Yoder (baixo) e Michael Cooper (bateria) explodiu com a música Feel Nothing, que alcançou 28 milhões de streams somente nos EUA. Billboard elogiou o álbum Dispose como o trabalho mais polido e coeso da banda até o momento. Depois de acumular mais de 100 milhões de streams e receber muitos elogios, o grupo “saiu da escuridão” com confiança e clareza no seu último álbum Swan Song (2021). SERVIÇOBring Me The Horizon em São PauloData: 30 de novembro de 2024Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo 1705 – Água Branca, São Paulo – SPHorário de abertura dos portões: 13hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Ingressos e setores:Cadeira Superior – R$125 (meia-entrada legal) | R$250 (inteira)Pista – R$195 (meia-entrada legal) | R$390 (inteira)Cadeira Inferior – R$245 (meia-entrada legal) | R$490 (inteira)Pista Premium – R$395 (meia-entrada legal) | R$790 (inteira) Início das vendas:Venda geral: 30 de abril, 12h (on-line) e às 13h na bilheteria oficialVendas on-line em: eventim.com.brBilheteria oficial: Bilheteria A – Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200Funcionamento*: Terça a sábado das 10h às 17h *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Via: RockBizz

Bring Me The Horizon anuncia show no Brasil com Spiritbox, Motionless in White e The Plot in You
Bring Me The Horizon anunciou nesta quinta-feira, 25, seu retorno ao Brasil com um show em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 30 de novembro. A banda se apresenta até o momento em data única, acompanhada das bandas Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. Os ingressos estarão à venda a partir das 12h do dia 30 de abril no site oficial da Eventim. SERVIÇOSÃO PAULOData: 30/11/2024Horário: A ser informado próximo do eventoAbertura dos Portões: 13hLocal: ALLIANZ PARQUEEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. SETORES E PREÇOSCADEIRA SUPERIOR R$125,00 (meia) | R$250,00 (inteira)PISTA R$195,00 (meia) | R$390,00 (inteira)CADEIRA INFERIOR R$245,00 (meia) | R$490,00 (inteira)PISTA PREMIUM R$395,00 (meia) | R$790,00 (inteira) Venda Geral: 30/04 às 12h no site | 13h na Bilheteria Limite de Ingressos: 6 | Limite de Meia: 2Parcelamento em 10x com juros no site | Não teremos parcelamento na bilheteria. BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇOALLIANZ PARQUE – Bilheteria B (Apenas na Abertura)Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados.• A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. ALLIANZ PARQUE – Bilheteria A (Após a Abertura)Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados.• A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. Via: Wiki Metal

Bruce Dickinson levará a The Mandrake Project Tour a Brasília no sábado
Reconhecido em todo o mundo como um dos maiores vocalistas do heavy metal de todos os tempos, Bruce Dickinson (Iron Maiden) levará a The Mandrake Project Tour a Brasília no sábado, dia 27 de abril. Os ingressos estão à venda no site da Bilheteria Digital, com preço a partir de R$300. O The Mandrake Project é o sétimo álbum solo de Bruce Dickinson e o primeiro em 19 anos – o último disco solo lançado por Dickinson foi Tyranny Of Souls em 2005. Segundo o cantor britânico, o novo trabalho é uma jornada muito pessoal cujo resultado o deixou extremamente orgulhoso. “Roy Z e eu planejamos, escrevemos e gravamos há anos, e estou muito animado para que as pessoas finalmente possam curtir o disco. Estou ainda mais animado com a perspectiva de cair na estrada com essa banda incrível que montamos, para poder dar vida a este projeto. Estamos planejando fazer o máximo de shows que pudermos, em tantos lugares quanto possível, para o máximo de pessoas que conseguirmos atingir”. Ao todo serão realizados sete shows no Brasil, nas seguintes cidades: Curitiba (24/04) no Live Curitiba; Porto Alegre (25/04) no Pepsi On Stage; Brasília (27/04) no Opera Hall; Belo Horizonte (28/04) no Arena Hall; Rio de Janeiro (30/04) no Qualistage; Ribeirão Preto (02/05) no Quinta Linda e São Paulo (04/05) na Vibra São Paulo. Via: RockBizz

Álbum tributo ao Talking Heads tem tracklist revelada
Na última quarta-feira, 24, a produtora A24 revelou a data de lançamento do álbum tributo ao clássico Stop Making Sense, do Talking Heads. O anúncio foi feito na data do 40º aniversário da estreia de Stop Making Sense no Festival de Cinema de São Francisco. A produtora também restaurou e relançou o filme no ano passado. O projeto intitulado Everyone ‘s Getting Involved: A Stop Making Sense Tribute Album será lançado no dia 17 de maio de 2024 e a pré-venda do vinil já está disponível. Anunciado no dia 31 de janeiro e com quatro faixas já lançadas, a A24 divulgou ainda a tracklist completa do álbum – confira logo abaixo. Tracklist: Everyone ‘s Getting Involved: A Stop Making Sense Tribute Album 1. Psycho Killer – Miley Cyrus2. Heaven – The National3. Thank You For Sending Me An Angel – Blondshell4. Found A Job – The Linda Lindas5. Slippery People – Él Mató a un Policía Motorizado6. Burning Down The House – Paramore7. Life During Wartime – Dj Tunez8. Making Flippy Floppy – Teezo Touchdown9. Swamp – Jean Dawson10. What A Day That Was – The Cavemen.11. This Must Be The Place (Naive Melody) – BADBADNOTGOOD (Feat. Norah Jones)12. Once In A Lifetime – Kevin Abstract13. Genius Of Love – Toro y Moi (feat Brijean)14. Girlfriend Is Better – girl in red15. Take Me To The River – Lorde16. Crosseyed And Painless – Chicano Batman (Feat. Money Mark) Talking Head: tributos já lançados Entre as músicas já lançadas estão os covers de “Burning Down The House”, pelo Paramore, “Making Flippy Floppy”, do Teezo Touchdown e, “Take Me To The River”, da Lorde. Acompanhando a revelação da tracklist, data de lançamento e pré-venda do vinil, uma nova faixa foi lançada. A versão de “Girlfriend is Better”, pela Girl in Red. Por fim, responsável por reimaginar o maior sucesso do Talking Heads, “Psycho Killer”, Miley Cyrus já deu uma amostra do que está por vir em um evento privado em Los Angeles. LEIA TAMBÉM: David Byrne lança cover de “Hard Times” do Paramore Via: Wiki Metal

Robert Trujillo lembra a pressão dos primeiros shows com o Metallica
O baixista Robert Trujillo (ex-Ozzy Osbourne) concedeu uma entrevista à radialista Nikki Blakk, do 107.7 The Bone, e lembrou a pressão dos primeiros shows com o Metallica. De acordo com Roberto Agustín Miguel Santiago Samuel Trujillo Veracruz, os repertórios dos shows eram decididos pouco tempo antes das apresentações, o que o obrigava a aprender algumas canções não muito antes de subir no palco. Robert explicou: “O que mais me lembro da minha entrada na banda em 2003 foi não saber qual seria o setlist de cada noite. A coisa corria meio solta! Eu não sei se isso acontecia de propósito, se estávamos muito animados ou se Lars [Ulrich, baterista do Metallica, que é o responsável pela montagem dos repertórios] estava muito animado e não conseguia me dizer exatamente o que iríamos tocar. Havia toda essa energia ao meu redor! A minha cabeça estava afundada na pressão dos shows, na pressão de ser o novo baixista, mas também na pressão de ter que aprender uma música no início da tarde para apresentarmos no show da noite. Trujillo completou: “As músicas do Metallica são desafiadoras! Dessa forma, aprendi a me adaptar e a dar o meu melhor; comecei também a aprender músicas que nem estamos tocando e que nem estão no radar. Mas ter que ficar pisando em ovos aprendendo as músicas durante o dia para tocar à noite não foi bacana”. A entrevista completa pode ser assistida aqui: Robert Trujillo já tem mais de vinte anos de Metallica e já deixou sua marca em três álbuns de estúdio: Death Magnetic (2008), Hardwired…to Self-Destruct (2016) e 72 Seasons (2023). Além disso, o músico também participou do disco Lulu (2011), que fora uma parceria entre o Metallica e o Lou Reed. Via: RockBizz