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Chega de saudosismo: 8 bandas dos anos 2010 que merecem sua atenção
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24/07/2024

Chega de saudosismo: 8 bandas dos anos 2010 que merecem sua atenção

Frases ocas como: “Na minha época tudo era melhor”; “hoje em dia nada presta”; “essa molecada não saca nada de música” e “o metal de antigamente era o brabo” correm de um lado para o outro da cena rock n’ roll e heavy metal e tentam retratar uma realidade bem distante do que está rolando no mercado musical. Parte do público cisma em criar raízes no passado e abandonar o presente. E pior, boicota o que está a sua volta e tangível ao contato. Algumas pessoas romantizam o antigo e o encapsulam em uma redoma de cristal como se fosse uma espécie de divindade, o que é tolo e infantil. No passado ou no presente, a cena musical, artística e literária, por exemplo, sempre estiveram coalhadas de produtos caprichados e de mercadorias fajutas. O trabalho do consumidor – e da imprensa – é, pois, debruçar energia e atenção para que o bem-feito tenha mais exposição e, consequentemente, mais êxito comercial. Este expediente acontecia lá atrás, nas décadas passadas, e é análogo ao agora. O que mudou é a oferta, visto que, sem a necessidade de pedir bênção ao dono de gravadora e ou empresário, novos grupos, facetas musicais e arquétipos artísticos são criados, diariamente, por assim dizer. Dessa forma, tal fato vem demandando mais cautela e paciência do público para separar o joio do trigo. Portanto, existem muitas bandas novatas que merecem um bom lugar ao Sol; tem muita coisa boa sendo criada no agora, basta olhos de ver e ouvidos de ouvir para vislumbrar a mesma luz. Sendo assim, em nosso espaço, queremos ajudá-lo, propor um atalho, se preferir, para que você possa alcançar o pote de ouro, rapidamente. Nas linhas abaixo, vamos enumerar 8 bandas da década de 2010 que merecem uma chance na sua vitrola e coleção de discos. Blues Pills Se o rock n’ roll é filho legítimo do blues, logo, uma banda que está edificada no blues rock não tem como dar errado. Liderado pelo vozeirão de Elin Larsson, a trupe mescla psicodelismo as fortes linhas de guitarra e voz, além disso, se sobressai no teor lírico ao tratar o empoderamento feminino. Slaughter to Prevail Lá das terras congeladas da Rússia saiu o quinteto que tem abalado o metalcore e tocado o terror nos festivais de rock e metal europeus. Quem comanda o maravilhoso caos sonoro é o vocalista Alex The Terrible, que chega a acordar os mortos com o seu gutural. Se música extrema te apetece, não deixe de incluir STP na sua playlist. Lucifer A banda não acertou apenas no nome, não, visto que o cruzamento entre Black Sabbath e Blue Öyster Cult rendeu uma cria única. O núcleo criativo da turma é experiente, pois é composto por Johanna Sadonis (The Oath) e Nicke Andersson (ex-The Hellacopters, ex-Entombed), mas, mesmo assim, não ruminam fórmulas batidas pelos bastiões que os antecederam. É um som vibrante e cheio de ganchos vocais, que vão te fazer aumentar o volume do player. Ghost Os primeiros passos do Ghost foram dados a partir de meados dos anos 2000, contudo, o debute só vislumbrou a luz do Sol – ou da Lua – em 2010, portanto, cabe agregá-lo ao nosso time. Tobias Forge, que é o dono da empresa, acertou em cheio ao criar um mundo paralelo o qual os Papas e seus sectários dão um o quê humorístico ao shock rock. O som é um fundição de hard rock com o pop, então, há muitos refrãos para cantar junto, riffs bem sacados e deboche no conteúdo lírico. Em uma comparação simples, Ghost é a união do Black Sabbath, Mercyful Fate e Abba. Bad Omens Colocar a banda de Noah Sebastian (vocal) na caixa do metalcore é uma injustiça danada. Os meninos entregam muito mais que gritos e canções no melhor/pior estilo britadeira quicando na cabeça e ou ouvido. Linhas melódicas profundas, nuances progressivas e vocais limpos estão a dispor do quinteto, que já coleciona três trabalhos de estúdio. Caso queira sair da mesmice, dê uma chance ao Bad Omens. Maestrick A trupe liderada pelo vocalista e compositor Fábio Caldeira iniciou as atividades na década de 2000, porém, a coisa tomou forma e corpo em 2011, com o lançamento do álbum Unpuzzle! O rótulo progressivo chega a ser limitador para contemplar a extensão artística do conjunto. Tem influências de power metal, blues, metal tradicional, bossa nova e muitas outras vertentes sonoras. Todavia, não se trata de um emaranhado de inspirações desconexas e sem um pingo de norte. Pelo contrário, tudo é milimetricamente bem costurado e ofertado ao ouvinte. É a arte brasileira vibrando vida e capricho. Skyharbor O público que curte prog metal e djent metal de darem nó na cabeça e queira sair da mesmice dos nomes já bolorentos da cena, os indianos do Skyharbor são uma boa pedida. Todos aqueles ingredientes como compassos intrincados, acordes dissonantes e muita ambientação estão contemplados na arte dos rapazes. Aqui vale o famigerado ouça sem moderação. Avatarium A banda é um filhote do Candlemass, no entanto, não se limita apenas ao doom metal, visto que há contornos progressivos e, até mesmo, de rock clássico. A poderosa voz de Jennie-Ann Smith colabora para uma pluralidade sonora e de interpretação. Se afinações baixas e guitarras pesadas estão no seu radar musical, Avatarium precisa constar na sua coleção. Via: RockBizz

Lenny Kravitz lança o videoclipe de Paralyzed
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24/07/2024

Lenny Kravitz lança o videoclipe de Paralyzed

Lenny Kravitz lançou o videoclipe de Paralyzed, faixa inspirada no rock dos anos 80 e 90 e um dos destaques do décimo segundo trabalho do artista, Blue Electric Light, lançado em maio deste ano pela BMG. Veja: Gravado em seu estúdio nas Bahamas, Blue Electric Light mantém uma das características clássicas da discografia do artista: tocar e gravar quase todos os instrumentos, contando com poucos colaboradores, como o guitarrista Craig Ross, que o acompanha há décadas. Combinando a energia do rock com o groove da soul music e elementos psicodélicos, o trabalho é descrito como atemporal, explosivo, romântico e inspirador em seu repertório de 12 canções. É importante destacar que Blue Electric Light está disponível em CD, vinil e digital (download e streaming). Track listing de Blue Electric Light: 01. It’s Just Another Fine Day (In This Universe of Love)02. TK42103. Honey04. Paralyzed05. Human06. Let It Ride07. Stuck in the Middle08. Bundle of Joy09. Love Is My Religion10. Heaven11. Spirit in My Heart12. Blue Electric Light Via: RockBizz

Bruce Dickinson (Iron Maiden) revela qual é o seu maior medo e defeito
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24/07/2024

Bruce Dickinson (Iron Maiden) revela qual é o seu maior medo e defeito

Dias atrás, Bruce Dickinson, eterno frontman do Iron Maiden, concedeu uma entrevista ao jornal britânico The Guardian para falar sobre sua carreira profissional, sobre as suas muitas aventuras e perrengues ao redor do globo e para dar uma breve passada em sua vida pessoal. Na conversa, Bruce Dickinson não se fez de desentendido e revelou qual é o seu maior medo e defeito. O cantor foi direto ao dizer: “Bem, eu tenho muito medo de cobras, não fico muito feliz com cobras. Não é medo, mas outra coisa que não gosto é areia. Acho muito inconveniente”. Em relação ao defeito, o Air-Raid Siren também foi simples e direto ao ponto ao colocar a sua maior imperfeição na conta da ‘procrastinação”. Bruce Dickinson nasceu em Nottinghamshire, Inglaterra, no dia 7 de agosto de 1958, ou seja, tem 65 anos. Destas mais de seis décadas de vida, quatro, pelo menos, são dedicadas ao rock n’ roll e ao heavy metal. Do debute com o Iron Maiden, The Number Of The Beast, em 1982, ao mais recente trabalho solo, The Mandrake Project, lançado em março deste ano, o cantor coleciona elogios, fãs, prêmios e muito dinheiro pelo bom serviço prestado à música e a arte, de uma maneira geral. Via: RockBizz

Michael Schenker lança Rock Bottom, clássico do UFO com participação de Kai Hansen
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24/07/2024

Michael Schenker lança Rock Bottom, clássico do UFO com participação de Kai Hansen

O guitarrista Michael Schenker lançará seu novo álbum, intitulado My Years With UFO, no dia 20 de setembro via earMUSIC. O trabalho cobrirá os anos entre 1972 e 1978, período em que Schenker foi membro da banda britânica UFO. O segundo single do disco, uma versão de Rock Bottom – originalmente lançada no álbum Phenomenon de 1974 – que conta com a participação de Kai Hansen (Helloween) nos vocais, Derek Sherinian (Black Country Communion) nos teclados, Brian Tichy (The Dead Daisies) na bateria e Barry Sparks (ex-Dokken) no baixo, pode ser conferida mais abaixo. Outros convidados que aparecerão em My Years With UFO são Axl Rose (Guns N’ Roses), Slash (Guns N’ Roses), Erik Grönwall (ex-Skid Row), Dee Snider (Twisted Sister), Joey Tempest (Europe), Roger Glover (Deep Purple), Joel Hoekstra (Accept, ex-Whitesnake), John Norum (Europe), Adrian Vandenberg (ex-Whitesnake) e mais. Track listing de My Years With UFO: 01. Natural Thing (com Dee Snider, Joel Hoekstra)02. Only You Can Rock Me (com Joey Tempest, Roger Glover)03. Doctor, Doctor (com Joe Lynn Turner, Carmine Appice)04. Mother Mary (com Slash, Erik Grönwall)05. This Kids (com Biff Byford)06. Love To Love (com Axl Rose)07. Lights Out (com Jeff Scott Soto, John Norum)08. Rock Bottom (com Kai Hansen)09. Too Hot To Handle (com Joe Lynn Turner, Adrian Vandenberg, Carmine Appice)10. Let It Roll (com Michael Voss)11. Shoot, Shoot (com Stephen Pearcy) Via: RockBizz

Ron McGovney mostra o carro que levou Dave Mustaine a socar James Hetfield
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24/07/2024

Ron McGovney mostra o carro que levou Dave Mustaine a socar James Hetfield

Uma das homéricas brigas entre Dave Mustaine e James Hetfield é bastante conhecida pelos fãs do Metallica. Certa vez, Mustaine levou seu cachorro para o ensaio da banda, e o cão acabou arranhando o carro de Ron McGovney, então baixista do grupo. O incidente fez com que Hetfield reagisse exageradamente e chutasse o cachorro. Em resposta, Dave deu um soco no rosto de James. Recentemente, Ron McGovney comentou em uma foto compartilhada por uma página dedicada a ele. Na imagem, o baixista está sentado debaixo de uma árvore em frente ao seu carro. Ron escreveu: “Se vocês conhecem a história de Dave e o seu cachorro arranhando meu carro, bem, esse é o carro”. pic.twitter.com/vHu9XMGF3E — Daily Ron McGovney (@DailyMcGovney) July 23, 2024 Via: RockBizz

Promoção VIPER: Valendo 01 vinil ‘Theatre of Fate’ autografado e 01 vinil ‘Timeless’
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23/07/2024

Promoção VIPER: Valendo 01 vinil ‘Theatre of Fate’ autografado e 01 vinil ‘Timeless’

Durante os meses de abril e junho, a a Fuzz On Discos – união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records – relançou o clássico álbum do VIPER, Theatre of Fate (1989), em vinil, e também o disco mais recente da banda, Timeless (2023). Ambos os discos estão à venda em edição limitada e nós do Wikimetal estaremos sorteando 01 ganhador para levar para casa 01 vinil do novo álbum, Timeless, e uma cópia autografada do vinil do Theatre of Fate. Para participar consulte o nosso regulamento e participe no nosso Instagram. Regulamento do Concurso Cultural: Promoção VIPER valendo 01 kit com 01 vinil ‘Theatre of Fate’ autografado e 01 vinil ‘Timeless’ FORMUSIC PORTAL DE INTERNET E SERVIÇOS ARTÍSTICOS LTDA-ME (“FORMUSIC”), estabelecida na Rua Bernardino de Campos, 277 – Centro na cidade de Indaiatuba/SP, inscrita no CNPJ sob n. 15.565.819/0001-73, promove o presente Concurso Cultural com o objetivo de oferecer entretenimento e estimular a criatividade dos participantes. 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Estão habilitadas a participar do Concurso todas as pessoas físicas e maiores de 18 anos domiciliadas no Brasil, excluídos os prepostos com função de gestão, sócios, diretores, executivos e funcionários da WIKIMETAL. Além destas, não podem participar deste Concurso qualquer pessoa ou funcionário de organização que esteja, direta ou indiretamente, envolvida em qualquer aspecto deste Concurso. 2. PERÍODO DE VIGÊNCIA 2.1 O Concurso terá início no dia 23/07/2024 e término às 12h do dia 30/07/2024, podendo ser prorrogado a exclusivo critério da WIKIMETAL. 3. DIVULGAÇÃO 3.1 O concurso e suas dinâmicas serão divulgados nas Redes Sociais (Facebook/Twitter/Instagram) e páginas de internet oficial da WIKIMETAL. 4. DINÂMICA DO CONCURSO 4.1 Para participar do concurso os participantes deverão obrigatoriamente, durante o período de vigência, criar uma frase respondendo “O que o VIPER representa pra você?” nos comentários do post oficial no Instagram. O comentário deve ser feito dentro do limite de caracteres estabelecido pela plataforma e relacionado com o tema deste concurso. 4.2 A frase ou texto deverá ser totalmente original e aderente ao tema do Concurso. 4.3 O conteúdo do material é de única e exclusiva responsabilidade do participante, que deverá respeitar as leis brasileiras. A frase que contiver citação de criações já existentes não será desclassificada, mas o julgamento seguirá os critérios indicados no item 5.1 deste Regulamento. 4.4 Todas as participações serão moderadas para a verificação do cumprimento dos termos deste regulamento. As frases ou textos considerados inadequados estarão sujeitos a serem retirados do concurso sem necessidade de qualquer comunicação ao participante. Em caso de envio reincidente de frases ou textos inadequados, o participante está sujeito ao cancelamento de sua participação no concurso. 4.5 As frases ou textos enviados têm como finalidade a promoção de contexto cultural. Ao enviá-los, o participante estará de acordo com os termos legais para cessão dos direitos autorais nelas contidas, sendo permitido ao WIKIMETAL utilizar nas Redes Sociais e Site Oficial (e qualquer outro comunicação) durante o prazo de 05 (cinco) anos em todo território nacional, sem que caiba qualquer contraprestação pecuniária ao participante. 5. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 5.1 As frases ou textos serão julgados pela Comissão de Concurso, com base na (i) Criatividade; (ii) Originalidade; (iii) Adequação ao tema do Concurso. 5.2 As frases ou textos deverão ser elaborados pelo próprio participante e devem estar de acordo com o tema do concurso. Os participantes deverão possuir todos os direitos autorais do material que enviarem à WIKIMETAL. 5.3 Qualquer participação que, a critério da Comissão do Concurso, seja considerada inapropriada, será automaticamente desclassificada sem aviso ao participante. A WIKIMETAL não se responsabiliza por participações enviadas que contenham direitos de terceiros. 5.4 A Comissão julgadora terá autoridade absoluta e discrição na seleção dos ganhadores, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. Os participantes renunciam expressamente, ao aceitar as regras deste concurso pela sua participação, a qualquer questionamento sobre critérios adotados, prevalecendo sempre o critério da Comissão julgadora da WIKIMETAL. 5.5 Caso mais de um participante envie uma frase ou texto idênticos, o desempate entre estes será feito tomando-se por base a data e hora do envio do comentário. 6. PRÊMIOS, DIVULGAÇÃO E FORMA DE ENTREGA 6.1 O(s) ganhador(es) do concurso será premiado com 01 kit contendo 01 vinil Theather of Fate autografado pela banda e 01 vinil Timeless. Os prêmios oferecidos são intransferíveis e não poderão ser trocados por dinheiro. Não será permitida substituição de prêmio algum, exceto nos casos em que a mesma se fizer necessária por motivos justificáveis ou alheios à vontade da WIKIMETAL. 6.2 A apuração dos vencedores do Concurso Cultural será feita pela Comissão do Concurso na sede da WIKIMETAL e o resultado final será divulgado a partir do dia 30/07/2024 através do Instagram da WIKIMETAL, exclusivamente. 6.3 O(s) ganhadores serão informados pela WIKIMETAL, a qual passará orientações para recebimento do prêmio. 7. PERDA DO DIREITO AO PRÊMIO 7.1 O(s) participante(s) ganhador(es) que não retirar(em) o prêmio no prazo estipulado neste regulamento perderá(ão) perderão o direito de receber o prêmio, cabendo à WIKIMETAL, a seu exclusivo critério, atribuir o prêmio à outro participante. 7.2 O(s) participante(s) declaram que são conhecedores das características do prêmio e que a retirada intempestiva não permitirá que o mesmo usufrua do prêmio em razão de sua natureza. 8. DESCLASSIFICAÇÃO 8.1 Serão imediatamente desclassificados deste Concurso Cultural os participantes que: a. Deixarem de cumprir qualquer condição do regulamento; b. Praticarem ato ilegal, ilícito ou que atentem contra os objetivos e regras do Concurso; c. Enviarem frases que contenham contexto sobre bebidas alcoólicas, cigarro, drogas, nudez, pornografia (inclusive infantil), sejam contra a lei, imputem prática de crime, atentem contra a moral, bons costumes ou que tenham conotação ofensiva à terceiros; d. Utilizarem sistemas, softwares e outras ferramentas ou métodos automáticos, repetitivos ou programados que criem condições de envio de frases [relatos], navegação, participação ou votação consideradas pela Comissão do Concurso como práticas irregulares, desleais ou que atentem contra os objetivos recreativos deste Concurso. A Comissão do Concurso poderá, a seu critério, suspender ou excluir o participante no caso de suspeita ou indícios de que ele

Slash e Nita Strauss gravam mensagens de aniversário ao genial Jason Becker
Entrevistas
23/07/2024

Slash e Nita Strauss gravam mensagens de aniversário ao genial Jason Becker

O mega virtuoso guitarrista Jason Becker está completando 55 anos nesta segunda-feira, dia 22 de julho. Para celebrar a data, Slash, Nita Strauss e muitos outros músicos e personalidades da indústria musical gravaram mensagens de aniversário ao genial Jason Becker. A lista completa dos amigos que fizeram questão de mandar um carinho especial ao guitarrista foi a seguinte – em ordem de aparição no vídeo: – Marty Friedman– Chris Broderick– Richie Kotzen– Gregg Bissonette– Slash– Joe Bonamassa– John 5– Matt Bissonette– Nancy Wilson– Steve Stevens– Uli Jon Roth– Kirk Hammett– Eddie Trunk– Nita Strauss– Steve Hunter– Nili Brosh– Gene Hoglan– Joe Satriani– Daniel Mongrain– Seymour Duncan– Steve Vai– Alex Skolnick– Chuck Billy– Steve Lukather– Paul Gilbert– Mike Varney– Matt Blackett– Vinnie Moore– Jason Newsted– Charlie Benante– Gus G– Guthrie Govan, Marco Minnemann e Bryan Beller– Eric Johnson– Jeff Loomis– Nuno Bettencourt– Tony McAlpine– Ringo Starr Assista a homenagem ao guitar hero aqui: É importante explicar que Jason Becker enfrenta os efeitos da Esclerose Lateral Amiotrófica há mais trinta anos, mas, mesmo com todos os desafios e problemas, continua compondo e trabalhando com música. Via: RockBizz

Wind Rose e Dogma fogem do óbvio no Odin’s Krieger Fest em Curitiba
Entrevistas
22/07/2024

Wind Rose e Dogma fogem do óbvio no Odin’s Krieger Fest em Curitiba

Dogma e Wind Rose hipnotizaram o público curitibano durante as apresentações no Odin’s Krieger Fest. O tradicional evento mistura cultura medieval e heavy metal, e aconteceu na sexta, dia 19 de julho, no Jokers no centro histórico de Curitiba. A fila formada pelos fãs ao lado de fora da casa, ocupava a rua estreita de paralelepípedos e arquitetura histórica, deixando todos no clima perfeito para a proposta do festival. Muitas pessoas muito bem caracterizadas para ambas as bandas, com direito a fotos e boas conversas. Com ingressos esgotados, houve uma certa dificuldade para acomodar todo o público presente, mas a organização do evento soube lidar com a situação de forma bem elegante. O local em si, com muita decoração de qualidade já era um show a parte, entretendo o caminho até o local do palco. Dogma quebrando os paradigmas As freiras do metal, Lilith, Lamia, Nixe, Abrahel, subiram ao palco às 20 horas e 25 minutos. O local já estava cheio quando as cortinas do palco foram abertas. E foi o começo de uma apresentação deslumbrante, uma mistura de heavy metal e performance teatral da melhor qualidade. A sensação era de estar fazendo parte de um dos videoclipes da banda. Logo no início já teve “Forbidden Zone” com aquele estilo enigmático e sombrio das freiras do Dogma. Apesar de terem lançado apenas um álbum, com 11 faixas, e título homônimo. A qualidade das músicas apresentadas ao vivo já pega o público na hora, era impossível não cantar junto ou tentar, com “Feel the Zeal”. Dogma destila suas músicas enquanto hipnotiza o público com seu visual e qualidade técnica na hora dos riffs e nos solos. Dogma também tocou “Pleasure from Pain”, “Carnal Liberation” e “My First Peak”. Finalmente o público ainda foi contemplado com uma representação teatral com a figura de um homem com manto preto e rosto coberto. Com direito a uma espécie de “benção” à vocalista, durante a execução da música “Made Her Mine”. Wind Rose, os gigantes italianos do metal Após um intervalo para a troca de equipamentos no palco, o público pôde aproveitar os expositores temáticos presentes no local. Havia desde camisetas oficiais das bandas até réplicas de armas, roupas medievais e acessórios dos mais variados tipos. Nesse ínterim, os fãs exploraram as diversas ofertas e se prepararam para a próxima atração. Pouco tempo depois, chegou o momento tão aguardado: os italianos do Wind Rose entraram no palco, deixando o público enlouquecido. O clima gótico deu lugar a uma legião de fãs com suas réplicas de martelos. Obviamente, por questões de segurança, não havia armas de verdade. Muitos fãs também exibiam suas espadas Minecraft, o que adicionava um toque lúdico à atmosfera. Foi realmente uma experiência única participar deste quase “culto” dedicado à banda Wind Rose, em sua primeira turnê pelo Brasil. A explicação para esse fenômeno é óbvia: a banda conta com temas líricos inspirados nas obras de J. R. R. Tolkien, especialmente sobre os Anões da Terra Média, de onde a banda também tira sua estética. Conforme matéria anterior aqui no Wikimetal, o som da banda tem sido referido como dwarf metal, Entre as músicas tocadas, foram prioridade as mais famosas, como “Fellows of the Hammer”, “Together We Rise” e “Diggy Diggy Hole” entre outras. Todas sempre com a resposta enérgica do público. Em suma, a apresentação do Wind Rose foi um sucesso retumbante, deixando uma marca indelével nos corações dos fãs presentes. Mas como tudo que é bom tem um final, a noite de sexta em Curitiba também teve. O Odin´s Krieger Fest 2024 vai, com certeza, ficar para a história. Foi como entrar e sair de um mundo medieval e fantástico, com personagens dignos de filmes. Nosso colaborador Vladimir Silverio esteve no show e registrou a noite com fotos exclusivas. Confira a galeria de fotos logo abaixo. Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Banda Dogma no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio Wind Rose no Odin’s Krieger Fest em Curitiba. Créditos: Vladimir Silverio LEIA TAMBÉM: Wind Rose anuncia lançamento de seu novo álbum ‘Trollslayer’ Via: Wiki Metal

Ozzy Osbourne lança livro de colorir oficial
Entrevistas
22/07/2024

Ozzy Osbourne lança livro de colorir oficial

A editora de livros de música e animação Fantoons anunciou que lançará o livro de colorir oficial de Ozzy Osbourne no dia 23 de julho. “Chegou o único livro de colorir oficial de Ozzy Osbourne!”, diz a descrição. “Revisite toda a sua discografia solo por meio de ilustrações complexas do premiado estúdio de animação Fantoons! Prepare-se para um livro exclusivo apresentando Ozzy e o universo que ele construiu ao longo de sua carreira incomparável”. Ozzy Osbourne: The Official Coloring Book possui 72 páginas com artes desenhadas pelo premiado Fantoons Animation Studio, todas inspiradas na lendária discografia do Príncipe das Trevas. A Fantoons já havia lançado outros livros de colorir inspirados em bandas de rock e metal, incluindo Iron Maiden, Rush, Johnny Ramone e Mötorhead. Saiba mais em https://fantoons.tv/books/ozzy-osbourne-the-official-coloring-book-coming-soon/ Via: RockBizz

Lzzy Hale apoia Ingrid Andress após performance criticada do hino americano
Entrevistas
22/07/2024

Lzzy Hale apoia Ingrid Andress após performance criticada do hino americano

Na última semana, a cantora Ingrid Andress fez uma performance do hino dos Estados Unidos no evento Home Run Derby, sendo bastante criticada. Um tempo depois Lzzy Hale fez uma publicação sobre o tema. Após a performance, a artista country utilizou sua conta no X, antigo Twitter e explicou a situação, dizendo que estava bêbada e que estaria entrando em uma clínica de reabilitação, além de pedir desculpas. E então, a vocalista do Halestorm veio à público q compartilhou uma mensagem de apoio à cantora: “Fico pensando nessa pobre garota e no hino nacional que deu terrivelmente errado. Se ela realmente ainda não tem habilidade para cantar o hino nacional, que mesmo para os maiores cantores é uma música difícil de cantar, ou se ela realmente estava bêbada…” “Eu tenho muita empatia por ela agora porque parece que ela realmente tinha as pessoas erradas ao seu redor, pessoas em quem ela provavelmente confiava cegamente, mas que não a protegiam. Como cantora, intérprete, compositora, artista, musicista, mulher neste ramo e como humana…” “Tenho muita sorte de estar rodeada de pessoas que me amam e cuidam de mim, pessoas que não têm medo de ter conversas difíceis, fazer as coisas difíceis, ter as divergências, pessoas que me amaram nos momentos mais sombrios e estavam dispostas a suportar parte do peso e da dor comigo quando eu não consegui carregar tudo sozinha.” “Todos temos defeitos e todos temos talentos, todos temos dias bons, todos temos dias ruins. Todos nós temos momentos em que escolhemos a coisa errada em vez da certa. Espero que Ingrid reserve um tempo para buscar paz em tudo isso, e espero que ela encontre sua tribo para se cercar de… pessoas que serão corajosas o suficiente para lutar ao lado e por ela… hasteando sua bandeira.” “E para Ingrid, não deixe que este pequeno momento defina você. Onde alguns optaram por destacar e julgar você em um momento vulnerável, há aqueles que querem ajudá-la a deixar o seu melhor brilhar.” Confira as publicações abaixo: LEIA TAMBÉM: Assista pela primeira vez Lzzy Hale cantando com Skid Row Via: Wiki Metal

Andy Summers lamenta o fim do The Police: “Sting queria seguir por conta própria”
Entrevistas
22/07/2024

Andy Summers lamenta o fim do The Police: “Sting queria seguir por conta própria”

Em uma entrevista recente ao Ultimate Classic Rock, o guitarrista Andy Summers falou sobre o fim do The Police e seu último álbum, Synchronicity (1983). O músico mencionou o desejo do vocalista Sting de deixar a banda após o término do contrato. Ele explicou: “Foi um álbum difícil. Quero dizer, estávamos juntos há cinco anos e tivemos um enorme sucesso. Sting obviamente estava se sentindo mal e queria deixar a banda e seguir por conta própria”. “De uma forma meio meticulosa, ele estava pronto para encerrar o contrato, que era de cinco álbuns. ‘Sabe, nós fizemos o que fomos contratados, por que deveríamos ficar mais?’”, acrescentou. Embora Andy e o baterista Stewart Copeland quisessem continuar com o The Police, Sting decidiu seguir carreira solo. O guitarrista continuou: “É claro que qualquer banda continuaria, naturalmente, porque estava indo muito bem. Dominamos o mundo. Ninguém queria que a gente terminasse, mas Sting queria seguir seu caminho sozinho”. Após algumas reuniões, o The Police encerrou sua carreira oficialmente em 2008 com um show em agosto no Madison Square Garden, Nova York, Estados Unidos. Via: RockBizz

Waylon Reavis, ex-Mushroomhead, anuncia disco do A Killer’s Confession, ‘Victim 1’
Entrevistas
22/07/2024

Waylon Reavis, ex-Mushroomhead, anuncia disco do A Killer’s Confession, ‘Victim 1’

O A Killer’s Confession, banda do ex-vocalista do Mushroomhead, Waylon Reavis, anunciou o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, Victim 1 para 13 de setembro, via MNRK Heavy. O novo álbum promete ser um hard rock com doses de metal e industrial, como podemos conferir no primeiro single, “Filth”, liberado junto ao anúncio do disco. Reavis comentou (via Blabbermouth) que a nova faixa é uma de suas favoritas e como ela se encaixa bem nas apresentações ao vivo: “É outro capítulo na história de Victim 1. Eu pessoalmente adoro a sensação otimista dessa música, especialmente quando tocada ao vivo. Se você assistiu a um show do AKC [A Killer’s Confession] nos últimos meses, teve a sorte de ouvi-la. Sinto que nossa equipe de produção com Dusty Boles e Evan McKeever realmente ajudou a alcançar esse resultado.” O vocalista falou também sobre o álbum completo e como esse trabalho se destaca entre os outros: “Victim 1 pode ser o álbum favorito do qual já participei. O AKC saiu completamente da caixa para escrever Victim 1. Trouxe novos produtores [Dusty Boles e Evan McKeever] para ajudar a reformular o som da banda. Tirei a maior parte do ano passado de folga e não fiz turnê para escrever este álbum.” Ele continua: “O foco que encontrei durante esse tempo realmente me ajudou a concretizar o novo som e a direção que eu queria seguir. Pessoalmente, sinto que este é o verdadeiro som do A Killer’s Confession e, na minha opinião honesta, eu sinto que este é o primeiro álbum verdadeiro do AKC.” “Cada vez que ouço o álbum, eu me sento e sorrio, porque nunca tive essa sensação antes com o AKC. O tom e a atmosfera são completamente diferentes de tudo que já havíamos feito.” Abaixo você pode conferir o videoclipe de “Filth”, a capa e o setlist completo de Victim 1: A Killer’s Cofession – Victim 1 01. Tongue02. Sun03. Greed04. Voices (feat. Aaron Nordstrom)05. Purpose06. Martyr07. Kill Or Be Killed08. Filth09. Rain10. Wasteland LEIA TAMBÉM: Mushroomhead mostra novas máscaras em “Fall in Line”, assista Via: Wiki Metal

Sweet revela detalhes de seu derradeiro álbum de estúdio, Full Circle
Entrevistas
22/07/2024

Sweet revela detalhes de seu derradeiro álbum de estúdio, Full Circle

Os fãs de hard rock e glam rock setentista já podem soltar fogos de artifício, pois o Sweet revelou detalhes de seu derradeiro álbum de estúdio, Full Circle. O disco, que é o décimo quinto do quinteto, será lançado no dia 20 de setembro pela Metalville Records. De acordo com o líder Andy Scott, o Sweet começou a trabalhar nas canções de Full Circle em 2019, ou seja, antes da pandemia de Covid-19. Contudo, devido a pandemia, o projeto foi engavetado para que o grupo pudesse dar vida a Isolation Boulevard, que chegou a ter boa recepção dos fãs e imprensa. Antes tarde do que nunca, finalmente vai chegar a hora de tirar Full Circle da gaveta e mostrá-lo ao público. Atualmente, o Sweet é formado por Paul Manzi (vocal), Andy Scott (guitara), Lee Small (baixo), Tom Cory (guitarra) e Adam Booth (bateria). Track listing de Full Circle: “Circus”“Don’t Bring Me Water”“Burning Like A Falling Star”“Changes”“Defender”“Everything”“Destination Hannover”“Rising Up”“Fire In My Heart”“Coming Home”“Full Circle” Via: RockBizz

Rafael Bittencourt: “Sou muito esperançoso e otimista com o cenário brasileiro”
Entrevistas
22/07/2024

Rafael Bittencourt: “Sou muito esperançoso e otimista com o cenário brasileiro”

Anualmente, no mês de julho, é comemorado o dia do rock, mais especificamente, no dia 13. Homenagens, celebrações e comemorações são feitas ao longo dos dias, e a equipe do Wikimetal trouxe uma entrevista exclusiva para honrar esta data. Rafael Bittencourt é cantor, compositor, guitarrista, violinista e produtor, mais conhecido pelo seu trabalho com o Angra, do qual é fundador e único membro ativo em todas as formações. Ele também apresenta o podcast Canal Amplifica – clique aqui para conferir. O músico separou um tempo para conversar exclusivamente com o site para falar sobre o rock no Brasil, a importância do dia do rock e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Se você tivesse que escolher um único álbum para representar o rock, qual seria? Rafael Bittencourt: Impossível escolher apenas um álbum para representar todo o legado do rock, mas a primeira coisa que me vem a cabeça é que deve ser um dos Beatles. Agora, qual? São alguns que inspiram novas bandas e estilos até hoje, mas vou ficar com Sgt Pepper’s Lonely Heart Club Band. Acho que esse mostrou que o rock pode ser experimental e fundido com outros estilos. WM: Como você vê o rock no Brasil? RB: Sou muito esperançoso e otimista com o cenário brasileiro. Estamos em excelente momento tanto bandas icônicas dos anos 80 como Titãs e Capital Inicial, como as mais novas, Nx Zero, CPM 22, Fresno e muitas outras fazem shows grandiosos e lotados durante o ano todo. Provando que o circuito é forte e que o brasileiro adora o rock. No metal e rock mais pesado, temos bandas novas quebrando tudo inclusive internacionalmente, como é o caso da Crypta, Black Pantera, Cryour e várias outras novas bandas que estão por aí. Vejo muito potencial para crescimento, mas ainda falta pouca visão sobre onde cada artista e bandas podem colaborar para o crescimento deste cenário. WM: O que significa o dia 13 de julho pra você? RB: Eu me lembro do Live Aid, foi um grande acontecimento transmitido via satélite para o mundo todo, iniciativa do Bob Geldoph para angariar recursos e ajudar no problema da fome na África. Foi um momento em que o rock mostrou sua influência e representatividade no mundo. Estou lembrando, pois foi este evento que inspirou a criação da data, e é um dia para lembrarmos da nossa importância e representatividade. O rock e seus artistas provocam o status quo e promovem reflexões sobre injustiças sociais e contradições humanas. WM: Quando você percebeu que queria ter uma carreira no rock? RB: Aos nove anos de idade com a vinda da banda Queen ao Brasil pela primeira vez. Eu morava ao lado do estádio do Morumbi onde se apresentaram, eu pude ouvir, espiar um pouquinho pra dentro do estádio pelas entradas da arquibancada, e sentir a comoção que uma banda de rock provoca quando está na cidade. Me apaixonei pela música e impacto social da banda Queen naquela época. Desde então nunca mais saí deste objetivo. Bittencourt também deu um recado para os leitores do Wikimetal no nosso Instagram sobre o que ele gostaria de ver mais no rock nacional hoje e o que os artistas precisam ter para fazer sucesso na música. Confira a resposta: Via: Wiki Metal

Slash lamenta morte de enteada aos 25 anos e cancela shows
Entrevistas
22/07/2024

Slash lamenta morte de enteada aos 25 anos e cancela shows

Slash lamentou a morte de sua enteada, Lucy-Bleu Knight, aos 25 anos e cancelou alguns shows de sua turnê solo. Através das redes sociais, o guitarrista do Guns N’ Roses comunicou o falecimento da filha de sua atual companheira, Meegan Hodges: “Lucy-Bleu Knight (6 de dezembro de 1998), filha amada de Meegan Hodges e Mark Knight, enteada de Samantha Somers Knight e Slash, irmã de Scarlet Knight, meia-irmã de London e Cash Hudson, faleceu pacificamente em Los Angeles, CA em 19 de julho de 2024″. E continuou: “Lucy-Bleu era uma artista incrivelmente talentosa, uma sonhadora apaixonada e uma alma encantadora, adorável e doce. A família pede privacidade neste momento e solicita que as especulações nas redes sociais sejam mínimas enquanto eles sofrem e processam esta perda devastadora”. Doze horas antes de noticiar o falecimento de Lucy-Bleu, Slash anunciou o cancelamento de quatro shows da turnê S.E.R.P.E.N.T. devido a “circunstâncias imprevistas”. A turnê está prevista para ser retomada em Toronto, Canadá, no dia 28 de julho. https://t.co/uRzmTaDMAi — Slash (@Slash) July 22, 2024 Via: RockBizz

Sepultura vai lançar Quadra, Kairos e Machine Messiah em vinil duplo colorido
Entrevistas
21/07/2024

Sepultura vai lançar Quadra, Kairos e Machine Messiah em vinil duplo colorido

Os fãs de thrash e death metal já podem preparar o bolso, pois o Sepultura vai lançar Quadra, Kairos, The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart e Machine Messiah em vinil duplo colorido. Os produtos, que chegarão ao mercado no dia 13 de setembro pela Nuclear Blast, vão sair pelo valor de €34,99 cada vinil – cerca de R$213,00. É importante destacar que os relançamentos dos citados álbuns fazem parte da celebração dos quarenta anos do grupo brasileiro. Track listing de Quadra: LP 101. Isolation02. Means To An End03. Last Time04. Capital Enslavement05. Ali06. Raging Void LP 201. Guardians Of Earth02. The Pentagram03. Autem04. Quadra05. Agony Of Defeat06. Fear; Pain; Chaos; Suffering Track listing de Kairos: LP 101. Spectrum02. Kairos03. Relentless04. 201105. Just One Fix06. Dialog07. Mask08. 143309. Seethe10. Born Strong11. Embrace The Storm12. 5772 LP 201. No One Will Stand02. Structure Violence (Azzes)03. 464804. Firestarter (Bônus)05. Point Of No Return (Bônus) Track listing de The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart: LP 101. Trauma Of War02. The Vatican03. Impending Doom04. Manipulation Of Tragedy05. Tsunami06. The Bliss Of Ignorants LP 201. Grief02. The Age Of The Atheist03. Obsessed04. Da Lama Ao Caos Track listing de Machine Messiah: LP 101. Machine Messiah02. I Am The Enemy03. Phantom Self0. Alethea0. Iceberg Dances LP 201. Sworn Oath02. Resistant Parasites03. Silent Violence04. Vandals Nest05. Cyber God06. Chosen Skin (Bônus)07. Ultraseven No Uta (Bônus) Via: RockBizz

Depois de 10 anos, Clutch lava a alma dos fãs brasileiros com show em São Paulo
Entrevistas
21/07/2024

Depois de 10 anos, Clutch lava a alma dos fãs brasileiros com show em São Paulo

Texto por: Marcelo Gomes Finalmente, o retorno do Clutch ao Brasil aconteceu no último dia 18. Com um show único em São Paulo, os americanos se apresentaram no Fabrique Club para promover seu álbum mais recente, Sunrise On Slaughter Beach (2022). O evento contou ainda com a participação da banda Fuzz Sagrado, e nem mesmo a noite fria na capital paulista espantou os fãs que lotaram a casa. Com os fãs ainda chegando, o Fuzz Sagrado subiu ao palco do Fabrique Club, em São Paulo, para uma apresentação marcada pelo rock psicodélico e stoner rock. A banda, liderada pelo alemão Chris Peters, ex-membro do icônico Samsara Blues Experiment, trouxe um repertório que mesclou novos sons e homenagens ao legado de Peters. A formação atual do Fuzz Sagrado conta com os brasileiros Guilherme Bordin no baixo e Lucas Fursy na bateria, uma combinação que trouxe uma base sólida e vibrante para a guitarra e vocais de Peters. A banda abriu o show com “Center Of The Sun”, uma verdadeira ode ao stoner rock do álbum Long Distance Trip (2010) do Samsara Blues Experiment. Para quem não conhecia, ficou nítido que solos de guitarra remetiam a influências de Jimi Hendrix e Robin Trower, enquanto a seção rítmica canalizava o peso e a densidade sonora de bandas como Black Sabbath. As novas composições dos seus álbuns recentes, A New Dimension (2022) e Luz e Sombra (2023), mostraram a habilidade de Peters em criar paisagens sonoras hipnóticas e envolventes, característica que o tornou um nome de destaque no gênero. O som dos caras proporciona uma verdadeira viagem, mas que aparentemente o público não embarcou. A reação contida, que se restringia aos aplausos ao final de cada música, parecia não abalar o trio, que entregou o que se propunham ao longo de 40 minutos. Logo após, a espera para o Clutch parecia não ter fim. Foram 50 minutos que pareceram uma eternidade, ainda mais numa noite fria e com um ar condicionado desnecessariamente congelante. Próximo das 21h30, a casa estava bem cheia, o que amenizou o frio, mas a demora para o início foi no mínimo questionável, ainda mais para um dia de semana. No entanto, tudo mudou quando Neil Fallon (vocal), JP Gaster (bateria), Dan Maines (baixo) e Tim Sult (guitarra) subiram ao palco do Fabrique Club. A vibe do lugar se transformou da água para o vinho. O show começou com “The Mob Goes Wild”, uma escolha perfeita para aquecer o público, que respondeu com uma explosão de energia. Em seguida, “Earth Rocker” manteve a empolgação lá no alto, com riffs poderosos e uma performance intensa do vocalista Neil Fallon. “A Shogun Named Marcus” e “Sucker For The Witch” foram outros destaques do início, demonstrando a habilidade da banda ao mesclar sons mais antigos com composições recentes. Os fãs reagiram de forma calorosa, gritando o nome da banda e os caras não deixavam por menos, Neil demonstrava versatilidade em “Cypress Groove”, na qual mantinha o ritmo tocando seu cowbell, e em “D.C. Sound Attack”, quando assumiu a gaita em meio aos vocais. Sem contar que algumas canções também tocavam guitarra. O público estava maravilhado em poder vivenciar tudo isso depois de tanto tempo. Passeando pelo seu catálogo, em “Slaughter Beach”, “Binge And Purge”, o quarteto trouxe uma atmosfera mais sombria e introspectiva, mas não menos energética. A banda mostrou sua habilidade em criar diferentes climas ao longo do show, mantendo a plateia sempre engajada. Durante “Escape From The Prison Planet” e “Spacegrass”, os fãs mais antigos tiveram a oportunidade de reviver clássicos que consolidaram a carreira da banda nos anos 90. A pouca interação de Neil Fallon com o público foi compensada pelo carisma e presença de palco inigualáveis. A primeira parte do show teve como despedida, “The Regulator”, uma das músicas mais queridas pelos fãs, que entoaram cada palavra com fervor. Após uma pausa, a banda retornou para o esperado bis com “Electric Worry”, fazendo a casa tremer com a energia dos presentes. O show foi encerrado com “Fortunate Son”, cover do Creedence Clearwater Revival, deixando um gostinho de quero mais e a certeza de que Clutch continua sendo uma das bandas mais autênticas e vigorosas do rock atual. A apresentação em São Paulo comprovou a devoção dos fãs brasileiros e a capacidade da banda de lavar a alma dos fãs entregando uma performance memorável. Confira as fotos tiradas pelo nosso colaborador John Alves: Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (1) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (2) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (3) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (4) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (5) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (6) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (7) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (8) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (9) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (10) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (11) Fuzz Sagrado no Clutch 2024. Créditos John Alves (12) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (1) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (2) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (3) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (4) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (5) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (6) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (7) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (8) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (9) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (10) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (11) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (12) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (13) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (14) Clutch em São Paulo 2024. Créditos John Alves (15) Via: Wiki Metal

Nicko McBrain está com dificuldade de tocar certas músicas do Iron Maiden
Entrevistas
20/07/2024

Nicko McBrain está com dificuldade de tocar certas músicas do Iron Maiden

Nicko McBrain, 72 anos, é o líder do Titanium Tart; o conjunto é um projeto de Nicko e seus parças para tocar alguns clássicos da Donzela de Ferro. Na última sexta-feira, 19, os caras tocaram no Piper’s Pub em Pompano Beach, Flórida, estado norte-americano em que o baterista reside. Em certo momento da apresentação, McBrain abriu o coração com os fãs e afirmou que está com dificuldade de tocar certas músicas do Iron Maiden. É importante relembrar que, em janeiro do ano passado (2023), o músico sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) – também conhecido como derrame -, o qual chegou a deixar o lado direito de seu corpo paralisado do ombro para baixo, no entanto, com os tratamentos adequados, o músico vem se recuperando, desde então. Nicko disse: “Tenho que ser honesto com vocês, o ano passado foi muito incerto para mim, como vocês provavelmente sabem. Derrame não é nada divertido. Algumas pessoas têm reações muito ruins a ele, como ficar paralisadas, não conseguir falar, andar ou fazer outras coisas. Eu não consegui tocar! Fiquei paralisado do lado direito. Felizmente, o Hospital Regional de Boca Raton me cuidou super bem e me fizeram poder tocar, novamente. Mas não é o velho Nicko, nem de longe, mas pelo menos é parte de mim”. O baterista foi além e falou: “Quando estávamos ensaiando no ano passado para a The Future Past Tour, estávamos tocando Caught Somewhere In Time, que tem uma seção intermediária feita na caixa no disco, no entanto, eu não consigo mais tocar desse jeito. Nos shows, alguns nerds na plateia notaram e reclamaram que não toquei igual ao disco. Bem, eu não fiz igual porque não consigo mais fazer daquela forma. Sei que 90 por cento de vocês não dão a mínima para isso, mas sempre sou honesto com vocês”. Veja o relato de Nicko McBrain no tocador abaixo: Para curtir Caught Somewhere In Time, basta acessar este outro player: Via: RockBizz

Genesis: Todo catálogo de estúdio será relançado em vinil
Entrevistas
20/07/2024

Genesis: Todo catálogo de estúdio será relançado em vinil

Notícia bacana para os fãs de rock progressivo, os quais já podem preparar o bolso, pois todo catálogo de estúdio do Genesis será relançado em vinil pela Rhino Records. Em nota, a gravadora informou: “O catálogo do Genesis, que possui catorze álbuns de estúdio, será relançado neste verão [inverno no hemisfério sul]. Dito isso, o relançamento vai contemplar de Trespass até Calling All Stations”. O material sairá em três lotes: primeiro, com Foxtrot, The Lamb Lies Down On Broadway, Duke e Abacab, que chegarão ao mercado no dia 23 de agosto. O segundo lote virá recheado com Nursery Cryme, Selling England By The Pound, Wind &; Wuthering, We Can’t Dance e Calling All Stations, e sairá em 6 de setembro. Por último, mas não menos, Trespass, A Trick Of The Tail, …And Then There Were Three e Invisible Touch estarão disponíveis a partir de 27 de setembro. The Lamb Lies Down On Broadway, We Can’t Dance e Calling All Stations ganharão versões duplas. Os outros títulos serão vinis simples. Veja o trailer do relançamento: Via: RockBizz

Iron Maiden: As seis melhores músicas da fase Blaze Bayley
Entrevistas
20/07/2024

Iron Maiden: As seis melhores músicas da fase Blaze Bayley

A fase Blaze Bayley no Iron Maiden foi entre os anos de 1994 e 1999, rendendo dois trabalhos de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998), e a coletânea Best of the Beast, de 1996. A estada do cantor no grupo inglês gerou opiniões diversas: há quem goste e há quem odeie com todas as forças. Dando de ombros aos muitos dardos inflamados dos fãs que odeiam os citados álbuns da Donzela de Ferro, o site Loudwire criou uma lista com as seis melhores músicas da fase Blaze Bayley. O resultado dos gringos foi o seguinte! Futureal (Virtual XI) Direta ao ponto, a música recorda alguns dos fortes momentos de Killers (1981) e mostra de forma brilhante que Bayley era de fato uma ótima opção para a lendária banda britânica. Judgement Day (The X Factor – Best of the B-Sides ) É uma pena que a canção tenha só aparecido como lado B do single Man on the Edge e não tenha entrado no repertório regular do álbum. A velocidade da canção contrasta com a pegada sombria do disco, contudo, cria um bom equilíbrio na audição. The Sign of the Cross (The X Factor) A faixa de abertura de The X Factor é sombria e taciturna, adornada com cantos gregorianos e muitas nuances ao longo de seus onze minutos de duração. Steve Harris recorreu à literatura mais uma vez para aguçar sua inspiração artística. O som é baseado no romance O Nome da Rosa, de Umberto Eco, de 1980. A história se passa em um mosteiro italiano em 1327, por isso há o quê soturno em toda a canção. Judgement of Heaven (The X Factor) Com literatura, cinema e história dominando as letras e a narrativa do Iron Maiden, Judgement of Heaven é um raro vislumbre de algo intensamente pessoal. Steve Harris aborda a luta contra a depressão e a ideação suicida enquanto o personagem da música busca a ajuda de Deus. Na época, o músico lidava com problemas pessoais como divórcio e problemas profissionais como a saída de Bruce Dickinson da banda. Man on the Edge (The X Factor) A faixa é baseada no filme Um Dia de Fúria, de 1993, que é estrelado por Michael Douglas. O som possui um refrão memorável para cantar junto e potentes linhas de guitarra. Era a energia que o Maiden precisava para mostrar a sua nova roupagem sonora. The Clansman (Virtual XI) É um épico de nove minutos que evoca melodias celtas que casam perfeitamente com o DNA sonoro do grupo! Vale dizer que a obra é inspirada no clássico filme de Mel Gibson, Coração Valente, de 1995. É a voz de Blaze sendo esculpida no mais profundo legado do Iron. Via: RockBizz

FEVER 333 lança videoclipe da nova música “Higher Power”
Entrevistas
20/07/2024

FEVER 333 lança videoclipe da nova música “Higher Power”

Notícias Na última quarta-feira, 17, FEVER 333 lançou o videoclipe da nova música “High Power”. Anteriormente, em junho passado, eles haviam liberado a potente “New West Order” que também veio acompanhada de um videoclipe. O grupo que já recebeu indicação ao Grammy traz nessa letra o incentivo às minorias a se unirem e se levantarem contra as injustiças e desigualdades. O videoclipe convida a um culto realizado em uma igreja em South Central, Los Angeles, liderado pelo vocalista Jason Aalon Butler. “Não há diamantes que possam ser produzidos sem pressão”, diz Butler sobre a nova música (via Blabbermouth) . “Não há lições para aprender sem provações. O ‘Poder Superior’ gira em torno dessas ideias e reverencia a beleza da magia induzida pela adversidade realizada por comunidades marginalizadas. Existir em um mundo que desafia a sua própria existência todos os dias até certo ponto é um dos atos mágicos que já testemunhei. Aqui está minha trilha sonora de 2:43 para esse ato.” A banda planeja o lançamento de novas músicas nos próximos meses. Nos últimos anos, FEVER 333 se consolidou como uma das bandas mais cativantes do rock atual e conquistou diversos fãs. Atualmente a formação do grupo consiste no vocalista Jason Aalon Butler, o baterista Thomas Pridgen (The Mars Volta, Thundercat), a baixista April Kae e o guitarrista Brandon Davis. Juntos têm uma turnê programada para América do Norte e Europa no fim do ano. Confira abaixo o novo videoclipe: LEIA TAMBÉM: FEVER 333 lança single “New West Order” nas plataformas digitais Via: Wiki Metal

Álbum do Limp Bizkit tem a pior capa de todos os tempos, segundo revista
Entrevistas
20/07/2024

Álbum do Limp Bizkit tem a pior capa de todos os tempos, segundo revista

A revista norte-americana Rolling Stone fez uma lista com as 50 piores capas de álbuns. Do rock n’ roll ao rap, a publicação recordou algumas artes curiosas, para dizer o mínimo. A banda que ficou no lugar mais alto do pódio foi o Limp Bizkit, com Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water. Sobre a arte, a revista escreveu: “Cinco caras com aparência de Gollum [personagem do livro O Senhor dos Anéis] deitados em uma cama de carne com infusão de nitrato? E essa é uma representação justa do Limp Bizkit. A banda de nu metal se esforçou ainda mais para ser repulsiva – “chocolate starfish” é uma gíria para “cuzão”, e foi um apelido que o vocalista Fred Durst adotou com orgulho – como um substituto para uma filosofia artística real. A capa, que foi feita pelo guitarrista da banda, Wes Borland, consegue ser ao mesmo tempo cafona e nojenta, mas pelo menos funciona como um aviso: o que você vê é o que você ouvirá”. É importante explicar que Chocolate… é o terceiro registro de estúdio do Limp Bizkit, lançado em outubro de 2000 pela Interscope Records. É o disco de maior sucesso comercial do grupo, visto que já bateu a marca de dez milhões de cópias vendidas em todo mundo. O álbum tem como destaques as faixas My Generation, My Way e Rollin’ (Air Raid Vehicle), Hot Dog e Boiler. Veja a capa de Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water: Via: RockBizz

Fernanda Lira (Crypta) fará palestra no Rio de Janeiro neste sábado
Entrevistas
19/07/2024

Fernanda Lira (Crypta) fará palestra no Rio de Janeiro neste sábado

Boa notícia aos fãs cariocas e fluminenses da Crypta! A vocalista e baixista Fernanda Lira fará palestra no Rio de Janeiro neste sábado, dia 20 de julho, no Cine Teatro Jóia em Copacabana. As portas da casa de show abrirão às 18h. Além de falar sobre sua carreira musical, mercado fonográfico, Crypta, turnês e temas sociais, Fernanda fará sessão de Q&A – questions and answers (perguntas e respostas) e meet & greet gratuito. Os ingressos para o evento carioca estão à venda neste link. Para saber mais detalhes sobre a palestra, basta acessar o perfil oficial da artista logo abaixo. Via: RockBizz

Kyle Gass, do Tenacious D, apaga post de desculpas a Donald Trump após fala polêmica
Entrevistas
19/07/2024

Kyle Gass, do Tenacious D, apaga post de desculpas a Donald Trump após fala polêmica

Kyle Gass, do Tenacious D, apagou sua publicação no Instagram na qual pedia desculpas sobre sua piada após a tentativa de assassinato de Donald Trump, ex-presidente e, agora, candidato republicado à presidência dos Estados Unidos. Durante o último show do grupo, em Sidney, no dia 14 de julho, Jack Black, que forma a dupla com Gass, cantou parabéns para seu colega, que completava 64 anos na data. Ao fazer um pedido antes de soprar as velas, o guitarrista disse: “não erre o Trump da próxima vez”, se referindo ao tiro que acertou a orelha direita do ex-presidente durante um comício no último sábado, 13. O comentário, no entanto, acabou não repercutindo tão bem em algumas partes da internet, levando a uma onda de críticas à banda. Em publicação feita nessa terça-feira, 16, em sua conta no Instagram, Jack Black disse que “nunca toleraria discurso de ódio ou encorajaria qualquer forma de violência”. Ele acrescentou: “Eu não sinto que é apropriado continuar a turnê do Tenacious D e todos os planos criativos futuros estão em pausa”. Após a polêmica, Gass usou suas redes sociais para pedir desculpa sobre o ocorrido. “A frase que improvisei no palco no domingo à noite em Sidney foi altamente inapropriada, perigosa e um erro terrível. Não tolero violência de qualquer tipo, sob qualquer forma, contra ninguém. O que aconteceu foi uma tragédia e sinto muito”, escreveu o músico nas redes sociais. Porém, agora, essa publicação não aparece mais na página de Gass no Instagram. Veja a foto abaixo (via Loudwire). A publicação de Jack Black anunciando que as atividades do Tenacious D estão interrompidas está no ar. Via: Wiki Metal