Entrevistas

Axl Rose cantou melhor no AC/DC do que Brian Johnson? Chris Slade explica
Recentemente, o baterista Chris Slade participou do podcast Artists On Record Starring Adika Live! e falou sobre a polêmica em que se viu metido, quando enalteceu o trabalho que Axl Rose fez no AC/DC. Em 2016. Rose deu uma força para o AC/DC, pois Brian Johnson estava com alguns problemas de saúde, assim não pôde fazer os shows que já estavam agendados. Chris explicou: “Algumas pessoas disseram que eu afirmei que Axl era melhor do que Brian. Eu não disse isso! O que eu estava falando era sobre meus monitores in-ear. Nos shows, eu usava monitores in-ear e nunca tinha ouvido uma banda soar tão bem quanto o AC/DC, naquela época”. Slade continuou: “Foi apenas isso que eu disse ao entrevistador, mas ele fez parecer que eu estava dizendo que Axl cantava melhor ou que a banda era melhor com Axl do que com Brian. Isso foi terrível para mim porque eu tenho que explicar isso em todos os lugares. Então, eu não disse que Axl era melhor. Mas ele tem uma voz tremenda, a propósito; além disso, ele fez um ótimo trabalho com a banda e nunca se atrasou”. A pequena entrevista pode ser assistida aqui: Caso queira relembrar a passagem de Axl Rose no AC/DC, acesse estes outros players: Via: RockBizz

KZG News: Gojira nas Olimpíadas, nova música de Tony Iommi e mais
Notícias O programa KZG News, apresentado pelo jornalista Gastão Moreira e Nando Machado, co-fundador do Wikimetal, ganhou um novo episódio nesta sexta-feira, 02, no canal Kazagastão. Na edição do programa desta semana, a dupla comentou as notícias mais importantes, incluindo a apresentação do Gojira na abertura dos Jogos Olímpicos, a nova música de Tony Iommi e mais. Clique aqui para acessar o canal Kazagastão O público já está familiarizado com Machado e Moreira já que ambos lideravam o KZG News Live em 2022 quando, ao vivo, traziam as notícias mais importantes e comentadas dos últimos dias, intercaladas com indicações de filmes, séries e álbuns que ouviram – tudo isso conversando com a audiência em tempo real. Assista ao novo episódio do KZG News: Via: Wiki Metal

Lacuna Coil lança “Hosting the Shadow” com Randy Blythe, do Lamb Of God
Lacuna Coil lançou o novo single “Hosting the Shadow”, que conta com a participação especial do vocalista Randy Blythe, do Lamb Of God. Os italianos, que estiveram recentemente em solo brasileiro para a segunda edição do Summer Breeze Brasil, lançou ainda no início deste ano a faixa “In the Mean Time”, com Ashley Costello, do New Years Day. “‘Hosting the Shadow’ é uma viagem pela luz e escuridão, onde o silêncio revela seus segredos ocultos”, afirmou Lacuna Coil (via Consequence Net). “Momentos obscuros podem se tornar ocasiões para evoluir, para aprender a dominar a própria sombra — o que é crucial para prevalecer. Randy Blythe fez um trabalho incrível nesta faixa, nós absolutamente adoramos sua voz e sua risada maligna!” A banda contina, “Nossa admiração por ele é infinita e tê-lo como convidado nesta música é um sonho que se tornou realidade. Fazer parceria com um amigo que você respeita imensamente, que também arrasa nos palcos ao redor do mundo: não há nada melhor do que isso. Estamos ansiosos pelo dia em que poderemos tocar ‘Hosting the Shadow’ ao vivo juntos!” O vocalista do Lamb Of God também afirmou: “Fiquei super animado quando o Lacuna Coil me pediu para cantar uma música com eles — não sou apenas um grande fã da música deles, eles são almas realmente lindas que são como uma família para mim há 20 anos. Fizemos shows juntos no mundo todo, e eu sempre quis subir no palco e cantar com eles — mal posso esperar até que isso realmente aconteça com ‘Hosting the Shadow’!” Ouça “Hosting The Shadow” no player abaixo: Álbum novo do Lacuna Coil Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, o vocalista Andrea Ferro comentou a respeito do novo álbum: “Estamos em um bom ponto no momento. Temos as demos de quase todo o álbum. Quase, tipo, talvez duas ou três músicas ainda para serem concluídas.” “Obviamente, vamos ouvir um pouco e ver se ainda gostamos delas depois da turnê. Vamos sair em turnê em abril, maio, e depois que voltarmos, ouviremos tudo e veremos se ainda gostamos de tudo, e então poderemos estar prontos para entrar em estúdio.” LEIA TAMBÉM: Cristina Scabbia, do Lacuna Coil, fala sobre experiência com Covid-19: “Confundem política e vacina” Via: Wiki Metal

Gojira responde acusações de satanismo no show de abertura das Olimpíadas de Paris
No último 26 de julho aconteceu a abertura das Olimpíadas de Paris e a banda francesa Gojira foi uma das atrações. Com o mundo de olho na apresentação, o grupo francês foi acusado de exaltação ao satanismo. A acusação partiu de um grupo de conservadores e religiosos que acharam que a apresentação tinha muito sangue, música pesada e se chocou com a cabeça decapitada de Maria Antonieta. O grupo apresentou uma versão de “Ah! Ça Ira”, canção tradicional da Revolução Francesa, ao lado da cantora de ópera Marina Viotti (via 89 FM). A apresentação, que aconteceu em um castelo, foi considerada épica, pois pela primeira vez uma banda de heavy metal participou do evento. Joe Duplantier, guitarrista e vocalista da banda, em entrevista à revista americana Rolling Stone, respondeu às acusações de satanismo: “Não há nada de satânico”, defendeu-se Duplantier. “É a história francesa. É o charme francês, sabe, pessoas decapitadas, vinho tinto e sangue por todo lugar. É romântico, é normal.” Ainda segundo o músico: “A França é um país que fez uma separação entre o estado e a religião durante a revolução. Isso é algo muito importante, muito caro à fundação da França republicana”, explicou o músico, observando que há até uma palavra para definir isso: “Nós chamamos isto de ‘laïcité’ (em tradução: laicidade). É quando o estado não é mais religioso e, então, é livre em termos de expressão e simbolismo. Tudo tem a ver com história e fatos. Nós não olhamos muito de perto para o simbolismo em termos de religião.” A escolha da música “Ah! Ça Ira” Ao ser questionado a respeito da escolha da música, o vocalista do Gojira apenas relata: “Não fomos nós. A equipe de jovens compositores e designers decidiu todo o tema. Estávamos no escuro em relação à cerimônia inteira, apenas nos concentramos naquela imagem e o momento de Maria Antonieta.” Ainda acrescentou: “Não sabíamos como seria ou se encaixaria em toda a performance. Eu não sabia que Lady Gaga ou Celine Dion estariam lá. Estávamos sob confiança do Comitê Olímpico e não podíamos contar às pessoas o que faríamos.” Duplatier finaliza: “Não sabíamos o que ia acontecer. Apenas trocamos ideias com o compositor da cerimônia olímpica, Victor le Masne. Ele nos deu um ritmo e uma diretriz, e então fizemos nossa parte.” Gojira tem aumento de streams no Spotify Conforme publicado no site do jornal O Globo, a banda Gojira viu, no fim de semana após a apresentação, o número de reproduções de streams de suas músicas no Spotify aumentarem em 129% fora da França e em 282% dentro do país. Assista a apresentação do Gojira na abertura das Olimpíadas de Paris 2024: Gojira A banda foi formada em Ondres, em 1996, e desde então tem conquistado fãs em todo o mundo. O tema central da banda é a preservação do meio ambiente. Eles também cooperam com uma organização chamada Sea Shepherd Conservation Society para proteger os animais marinhos, especialmente, baleias, golfinhos e tubarões. Durante sua vinda ao Brasil em 2023 com o Mastodon, o vocalista Joe Duplantier conversou com o Wikimetal sobre a turnê e a canção “Amazonia”, do mais recente álbum Fortitude (2021). Via: Wiki Metal

Lançamentos de rock e metal da semana: Tony Iommi, Arch Enemy, Opeth e mais
Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Tony Iommi, Arch Enemy, Opeth, Jinjer e mais; novo álbum do Mister Misery, Blues Pills, The Smashing Pumpkins; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Mister Misery – Mister MiseryPara quem gosta de: heavy metal Blues Pills – BirthdayPara quem gosta de: hard rock The Smashing Pumpkins – Aghori Mhori Mei Para quem gosta de: rock alternativo EPs:Flotsam & Jetsam – A New Kind Of HeroPara quem gosta de: thrash metal Via: Wiki Metal

Accept: Udo Dirkschneider e Peter Baltes serão bem-vindos na turnê de 50 anos, segundo Wolf Hoffmann
No final do ano que vem (2025), o Accept irá realizar uma turnê especial em celebração as suas cinco décadas de carreira. Durante entrevista ao canal Metal Journal, o guitarrista e líder da banda, Wolf Hoffmann, afirmou que os ex-integrantes Udo Dirkschneider e Peter Baltes serão bem-vindos na turnê de 50 anos. Wolf disse: “Olha, vai ser uma celebração enorme; vai ser uma grande surpresa com todos os convidados que teremos. Eu acho que vai ser completamente diferente de tudo que já fizemos antes, o que vai impressionar as pessoas”. Hoffmann continuou: “Udo Dirkschneider e Peter Baltes serão convidados a participar da turnê, mas não quer dizer que eles irão dar as caras. Temos que esperar para ver, mas todos serão convidados e serão bem-vindos, afinal, será uma retrospectiva de todos os 50 anos do Accept”. Assista a entrevista na íntegra logo aqui: O Accept segue com toda força na divulgação de Humanoid, seu novo trabalho de estúdio, lançado em abril deste ano. O disco foi produzido, mixado e masterizado pelo Andy Sneap (Judas Priest). Cabe destacar que Humanoid é o sexto álbum com o vocalista Mark Tornillo, que substituiu o frontman original Udo Dirkscheider. A parceria entre Accept e Tornillo rendeu trabalhos de peso como Blood Of The Nations (2010), Stalingrad (2012), Blind Rage (2014), The Rise Of Chaos (2017) e Too Mean To Die. Track listing de Humanoid: 01. Diving Into Sin02. Humanoid03. Frankenstein04. Man Up05. The Reckoning06. Nobody Gets Out Alive07. Ravages Of Time08. Unbreakable09. Mind Games10. Straight Up Jack11. Southside Of Hell Via: RockBizz

Rock In Rio 2024: Crypta vai tocar no palco Supernova no dia do rock
O Rock In Rio 2024 acabou de ganhar mais um reforço de peso! A Crypta vai tocar no palco Supernova no dia do rock, isto é, no dia 15 de setembro. Na mesma data, o festival ainda terá shows de nomes como Deep Purple, Avenged Sevenfold, Journey, Evanescence e Os Paralamas do Sucesso. O Rock in Rio acontecerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Serão 500 horas de experiências, os fãs vão assistir a mais de 750 artistas nos sete palcos da Cidade do Rock. O público também poderá aproveitar todos os brinquedos da Cidade do Rock, conferir o musical inédito Sonhos, Lama e Rock ‘n Roll, caminhar Babilônia Feira Hype, encontrar o mundo inteiro na Global Village, viver uma experiência gastronômica na Gourmet Square, participar das ativações de marca e, no Dia Brasil, se encantar com fogos diurnos, videomaping no novo Palco Mundo, um balé aéreo com trilha sintonizada, pulseiras iluminadas e diversas outras opções de entretenimento. No Rock in Rio 40 anos, novidades para o Palco Mundo, um Palco Sunset ainda maior e mais imponente, uma nova experiência com a Babilônia Feira Hype, a nova área Global Village, uma Rota 85 que promete surpreender, uma nova localização para o Sunset, Supernova, Espaço Favela e Lounge Club. Além de novidades no New Dance Order, uma Gourmet Square com nova proposta gastronômica e uma área ainda maior para melhor circulação do público, que ainda conta com ativações de marcas e os brinquedos tradicionais que compõem o grande parque de diversões do festival. Na arena olímpica, uma nova experiência: o musical inédito Sonhos, Lama e Rock n’ Roll. Via: RockBizz

Tombos e cortes: 7 rock stars que se machucaram feio no palco
Basicamente, a segurança do trabalho é um punhado de medidas de prevenção para proteger os funcionários de uma empresa. Os critérios de segurança podem variar de empresa para empresa e de acordo com o ramo de atividade em que a organização atua no mercado. Uai, mas o que isto tem a ver com os fantásticos mundos do rock n’ roll e do heavy metal? Bem, absolutamente tudo! Todo artista e ou banda minimamente profissional pega estrada com seguro saúde em dia, avaliação de risco, protocolos de segurança claros a todos os membros da equipe e planejamentos para resolução de diferentes incidentes. Mesmo assim, não é raro um músico trombar com o outro no palco, acontecerem quedas por conta de piso molhado, escorregadio e irregular. Pirotecnia e eletrocussão também oferecem muitos riscos aos músicos e a equipe técnica, ou seja, não dá para dar bobeira quando o assunto é segurança. Aproveitando o gancho, queremos recordar 7 rock stars que se machucaram feio no palco. Uns se machucaram pela própria estupidez; já outros foram “presenteados” pelo azar e acabaram passando maus bocados sem um pingo de culpa. Bruce Dickinson – Iron Maiden No dia 11 de Janeiro de 1985, o Iron Maiden estreou em um palco brasileiro, quando rolou a primeira edição do Rock in Rio. Na época, a banda estava voando alto com a World Slavery Tour, que era em divulgação ao clássico Powerslave, de 1984. Na quarta canção do show, Revelations, Bruce sacou sua Dean Cadillac azul para dedilhar alguns acordes e fazer uma graça. O cantor acabou erguendo o instrumento na altura do rosto e, sem querer, bateu em seu supercílio. O corte foi considerável, sangrou bastante e ajudou para o quê shock rock da festa. Zakk Wylde – Ozzy Osbourne Em 2008, Zakk estava vivendo o próprio mercúrio retrógado, pois estava bebendo horrores e colocando os shows de Ozzy Osbourne em risco. Na época, Ozzy e Cia estavam divulgando a Black Rain Tour, quando, no show realizado em São Paulo, Wylde sofreu um corte profundo na mão direita, ou seja, na mão rítmica, o que quase provocou o encerramento antecipado da apresentação. Mike Patton – Faith No More O frontman do Faith No More é um cara bacana, simples e sem ataque de estrelismo, no entanto, o cara é maluco de pedra. Do nada, o vocalista tem umas ideias bem idiotas. Em 2015, no Rock in Rio, por exemplo, o cara tentou pular do palco para o meio da galera, mas ele calculou mal o espaço e acabou caindo no pit dos fotógrafos. Ao voltar para o palco todo sem graça e meio cambaleando, Mike falou que estava tudo bem, porém ficou mancando durante toda a apresentação. Greyson Nekrutman – Sepultura O novo baterista do Sepultura é uma máquina imparável! Em abril deste ano, durante um show no Paraná, o jovem sofreu um corte profundo em um de seus dedos. Apesar disso, Greyson conseguiu realizar todo o espetáculo e ainda foi falar com os fãs, depois da apresentação. James Hetifield – Metallica Outro que se deu muito mal no palco e quase foi levar um papo ao vivo com papai do céu foi o Papa Het. Em um show realizado na cidade de Montreal em 1992, James acabou se posicionando mal no palco e um dispositivo pirotécnico explodiu em cima dele. O músico sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus, porém, apesar do imenso susto e os dolorosos curativos, Hetfield conseguiu se recuperar em poucas semanas para voltar a turnê do Black Album. Till Lindemann – Rammstein No ano passado, na Lituânia, Till, vozeirão do Rammstein, tomou um tombaço quando estava agradecendo e se despedindo do público. O cantor pisou em falso e acabou caindo; logo após o incidente, o artista foi socorrido pelos membros da equipe técnica e encaminhado ao posto de saúde para uma checagem geral. Rob Halford – Judas Priest Outro que levou um tombo brabo fora o metal god, Rob Halford! Em 2011, no Ginásio Nilson Nelson em Brasília, o cantor iniciou o número em que entra com a motocicleta no palco ao som de Hell Bent for Leather, no entanto, em certo momento, Rob não conseguiu se equilibrar e segurar o peso do veículo, com isso, a moto tombou em cima do cantor. Mesmo assim, Halford não se deu por vencido e retornou à motocicleta para a performance da canção. Via: RockBizz

Lacuna Coil libera o novo single Hosting The Shadow
O grupo italiano Lacuna Coil liberou o novo single Hosting The Shadow, que possui a participação de Randy Blythe, frontman do Lamb Of God. De acordo com a banda, Hosting The Shadow é uma viagem pela luz e escuridão, a qual o silêncio revela seus segredos ocultos. O conjunto ainda afirmou que momentos obscuros podem se tornar ótimas oportunidades para evoluir e para aprender a dominar a própria sombra, o que é crucial para prevalecer. Curta Hosting The Shadow no tocador logo abaixo: A última parceria que o grupo fechou foi com a cantora Ash Costello, do New Years Day, em In The Mean Time. Relembre aqui: O Lacuna Coil ainda não revelou detalhes de seu novo vindouro álbum de estúdio, o sucessor de Comalies XX, que saiu em outubro de 2022. Via: RockBizz

Tony Iommi lança nova música “Deified”; confira aqui
Notícias Na última sexta-feira, 26, Tony Iommi lançou uma nova música, intitulada “Deified”. Como já havia feito anteriormente, com “Scent Of Dark”, o guitarrista lançou uma colônia com o mesmo nome da faixa. “Defied” traz o tecladista Mike Exeter, que co-escreveu o single, o baterista Karl Brazil, e o baixista Laurence Cottle, com orquestração de Ben Andrew. “‘Deified’ é uma faixa mais pesada e medieval do que ‘Scent of Dark’. Adicionamos vozes e reforçamos o som geral”, disse o músico (via Consequence Net). A colônia pode ser adquirida no site da Xerjoff. Confira aqui o videoclipe da faixa: LEIA TAMBÉM: Tony Iommi diz estar empolgado para lançar álbum solo Via: Wiki Metal

Enslaved anuncia show único no Brasil em novembro
A banda norueguesa Enslaved anunciou um show único no Brasil para o mês de novembro. A performance acontece em São Paulo, no dia 14, na Fabrique Club. Eles chegam ao país com a turnê em promoção ao seu 16° álbum de estúdio, Heimdal (2023), que aborda temas da mitologia nórdica. Na ativa desde 1991, o grupo iniciou com uma sonoridade mais alinhada com o black metal, porém, com o passar dos anos, passou a trabalhar com uma mistura entre progresso e viking metal. Os ingressos estão disponíveis no site da Fastix. O show é uma realização da Áldeia Produções Artísticas junto à Powerline Music & Books, Talentnation e NMC Live, além de contar com apoio da Nuclear Blast Brasil. O merch é da House Of Gods. SERVIÇO Enslaved em São PauloData: 14 de novembro de 2024 (quinta-feira)Horário: 20hLocal: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 107, Barra Funda – São Paulo/SPIngresso: R$ 150,00 (1º lote, meia estudante e meia solidária), R$ 300,00 (1º lote, inteira)Venda online: https://fastix.com.br/events/enslaved-em-sao-paulo LEIA TAMBÉM: Dieth, banda de David Ellefson, anuncia show em Santo André Via: Wiki Metal

Bumblefoot, Luís Mariutti e Lobão são confirmados no show de Kiko Loureiro em São Paulo
A turnê de Kiko Loureiro por solo brasileiro já se iniciou, e a passagem por São Paulo acontece no dia 10 de agosto, no Tokio Marine Hall, e conta com a participação de alguns convidados especiais. O guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal (ex-Guns N’ Roses e Sons Of Apollo), o baixista Luís Mariutti (ex-Angra e Shaman), e Lobão estarão presentes na data. Quem completa o quadro de músicos é o vocalista Alírio Netto, que estará presente em todas as performances. “Depois de tantos anos longe, viajando pelo mundo, uma das coisas que mais me incomodava era essa distância do Brasil, das pessoas, dos amigos, da família, das conversas longas, da padaria e até do trânsito*”, comentou recentemente Kiko Loureiro. “Estou preparando um super show ao lado de Felipe Andreoli, Bruno Valverde e Alírio Neto como convidados especiais. O repertório vai incluir minhas músicas solo, além de clássicos do Angra e do Megadeth. Será um show com uma super produção e um grande e variado repertório”, complementou. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Eventim. Serviço: Datas: 10 de agosto (sábado) Horário: 22h Horário de abertura: 2 horas antes do espetáculo Local: Tokio Marine Hall Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP Informações e vendas: Ingressos: R$100,00 a R$240,00 Vendas: https://www.eventim.com.br/ Informações e compra de ingressos: BILHETERIAS – Rua Bragança Paulista, 1281 / Chácara Santo Antônio (Horário de atendimento: segunda a domingo, das 12h às 18h), Em dias de espetáculo a bilheteria terá seu horário estendido em 30 minutos após o início do show, ou o quanto for necessário. (*Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners)COMPRA PELA INTERNET www.tokiomarinehall.com.br <http://www.tokiomarinehall.com.br>(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners); Compra em ponto-de-venda: 20% do valor do ingresso Para a compra de ingressos de estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e a legitimidade está condicionada à apresentação dos documentos que comprovem esta condição na entrada do espetáculo, conforme LEI Nº 7.844 DE 13 MAIO DE 1992. Ar Condicionado Estacionamento: Hot Valet (com manobrista)Aceitamos dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners) Não aceitamos cheque. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Kiko Loureiro fala sobre seu tempo no Angra e saudade do Brasil Via: Wiki Metal

Entrevista Blues Pills: últimos singles, novas inspirações e futuro do rock
Entrevista e texto por Joana SötPauta por Bia Cardoso A banda sueca Blues Pills, conhecida por seu som enraizado nas influências do rock dos anos 60 e 70, está de volta com novas inspirações e uma sonoridade renovada. Em uma entrevista cheia de sorrisos ao Wikimetal, os membros da banda Zack Anderson, André Kvarnström, e Elin Larsson falaram sobre as mudanças em suas influências musicais, revelam histórias interessantes por trás de suas novas músicas e compartilham suas experiências nessa nova fase musical. Essa fase tem como resultado o álbum Birthday, o quarto da carreira do grupo, que será lançado nessa sexta-feira, dia 02 de agosto. Wikimetal: Blues Pills já lançou quatro músicas do próximo álbum e podemos sentir algumas influências diferentes nele. Podem contar pra gente quais foram as principais inspirações? Zack: No começo da banda, fazíamos um som mais puxado para [as décadas] 60 de 70. Aquele rock mais prog, mais psicodélico que fazia muito parte das nossas referências na época, quando éramos mais jovens. Hoje em dia ouvimos outras coisas, e consequentemente, nosso som acabou mudando. Elin: Desses quatro singles, temos músicas inspiradas no (David) Bowie, mas também temos inspirações no Gorillaz, por exemplo. WM: Existe alguma música que tenha uma história legal por trás ou que seja a sua favorita? Zack: As quatro são incríveis para mim. Temos duas mais animadas e duas mais melódicas, música para todos os gostos! Elin: Eu gosto tanto de todas, porque são muito diferentes. Eu diria que “Piggyback Ride” e “Top of the Sky” são minhas favoritas. Em “Piggyback Ride” eu sinto uma vontade enorme de dançar e só mexer o corpo e quebrar tudo! (risadas) Andre: “Piggyback Ride” é uma favorita com certeza. WM: O que vocês querem causar nos fãs com todas essas referências e músicas? Zack: Acho que o impacto das nossas músicas é diferente para cada pessoa. Faz parte da arte. Elin: Queremos que eles sintam! Só isso! (risadas) Zack: Eu amo quando tocamos em shows e podemos ver nossas músicas chegando em cada pessoa de um jeito diferente. Em “Top of the Sky”, por exemplo, nós escrevemos pensando nos Skywalkers, aquele pessoal que escala prédios pra postar nas redes sociais – e meio que pensamos sobre os limites das pessoas para chamar atenção. Mas já vimos gente chorando ouvindo ela, achando super romântica! WM: Essa história me lembra o documentário Skywalkers: A Love Story. É literalmente sobre isso (todos dão risada). Elin: Incrível! Esse pessoal é doido. Zack: Preciso assistir isso o quanto antes. WM: O título Birthday me deixou curiosa. Como foi o processo dessa música? Zack: Ela tem esse nome porque a ideia dessa letra veio no aniversário da Elin. Nós estávamos no México no dia dos mortos! Elin: Foi uma época incrível para estar lá. Fomos para Guadalajara. Zack: Às vezes rola de escrever música sobre literalmente qualquer situação que você vive. Nesse caso foi super legal, nós vimos um desfile de motos que nos inspirou a escrever sobre esse dia assim que voltamos pra casa. WM: O último álbum dos Blues Pills foi lançado em 2020, durante a pandemia. Vocês acham que a banda mudou desde então? Elin: Mudou bastante. Me fez sentir renascida. Acho que foi um momento de tanta reflexão, com certeza impactou o modo como criamos as coisas. Zack: Foi a primeira vez que nós mudamos para cidades diferentes, então sinto que isso teve um grande impacto em como criamos música. De repente, nosso tempo pra criar, escrever e tocar juntos era bem menor. Elin: Nossa primeira apresentação depois disso tudo foi numa despedida de solteiro. Nós chegamos lá e quebramos tudo! (risadas) WM: O primeiro álbum da banda, autointitulado, foi lançado há 10 anos, por isso vocês fazem parte de certa “new wave” de bandas de rock. O que acham das pessoas que dizem que o rock está morto? Elin: Eles podem se fuder! (todos dão risada) Acho que o gênero não vai morrer nunca. O mundo precisa demais do rock nesse momento, em momentos de crise. Sinto que é uma expressão natural da situação. WM: Existem planos de virem ao Brasil?Blues Pills: Estamos tentando! Seria maravilhoso, de verdade. Via: Wiki Metal

Enslaved fará show em São Paulo no mês de novembro
Enslaved fará show em São Paulo no mês de novembro! Isso mesmo, um dos principais nomes do black metal norueguês virá nos visitar no dia 14 de novembro, no Fabrique Club, São Paulo. A tour será em divulgação a Heimdal, décimo sexto disco do conjunto. Enslaved é uma banda de metal extremo norueguesa formada em 1991 por Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson. Iniciando com um som black metal, a banda evoluiu para um estilo que mescla progressivo e viking metal. Seus álbuns iniciais, como Vikingligr Veldi (1994) e Frost (1994), consolidaram sua reputação, enquanto lançamentos posteriores como Isa (2004) e Vertebrae (2008) mostraram uma abordagem mais progressiva. Conhecida por performances ao vivo intensas e inovadoras, Enslaved continua a ser uma força respeitada no metal. Nesta nova passagem pela capital paulista, os fãs terão a oportunidade de vivenciar ao vivo as novas composições, que incluem faixas como Forest Dweller e Congelia, além de clássicos que marcaram a trajetória do grupo. O álbum Heimdal é descrito por Ivar Bjørnson como uma continuação natural do trabalho anterior, Utgard, e mergulha ainda mais na mitologia nórdica, trazendo à tona o mítico guardião Heimdal. Com uma produção rica em camadas sonoras e uma narrativa envolvente, o trabalho promete uma experiência única tanto para os ouvintes quanto para os espectadores dos shows ao vivo. SERVIÇOEnslaved em São PauloData: 14 de novembro de 2024 (quinta-feira)Horário: 20hLocal: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 107, Barra Funda – São Paulo/SPIngresso: R$ 150,00 (1º lote, meia estudante e meia solidária), R$ 300,00 (1º lote, inteira)Venda online: https://fastix.com.br. Via: RockBizz

As 5 melhores cenas de ação da Marvel com músicas de rock
Recentemente o mais novo filme do UCM, Universo Cinematográfico da Marvel, foi lançado, trazendo às telonas dois personagens bastante queridos e icônicos dos quadrinhos. Trata-se de Deadpool & Wolverine que estreou em primeiro lugar nas paradas. Filmes de ação são conhecidos por utilizar trilhas sonoras com músicas de rock e metal para ilustrar seus planos de fundo, criando cenas bastante icônicas. No caso de Deadpool & Wolverine tivemos alguns nomes grandes do gênero como Green Day e AC/DC. Confira abaixo uma lista das melhores cenas de ação da Marvel que trazem músicas de rock. Thor: Ragnarok – “Immigrant Song” (Led Zeppelin) Na mitologia nórdica, Thor é o deus do trovão. Em Thor Ragnarok (2017), a batalha entre o protagonista – ajudado por seu irmão Loki, Hulk e Valkyrie – e sua irmã Hela é complementada por “Immigrant Song”, clássico do Led Zeppelin lançado no Led Zeppelin III (1970). A música, que traz uma temática referente à Vikings, combina perfeitamente com a cena. Guardiões da Galáxia vol. 2– “The Chain” (Fleetwood Mac) Quando tudo já parecia perdido, Peter Quill retoma suas forças e luta contra seu pai em Guardiões da Galáxia vol.2 (2017). Servindo como paisagem sonora, a música escolhida foi “The Chain”, do Fleetwood Mac, lançada originalmente em 1977, no álbum Rumours. Homem de Ferro 2 – “Another One Bites The Dust” (Queen) Acho que ninguém gosta de lutas entre dois amigos, e com Tony Stark, o Homem de Ferro e James Rhodes, o Máquina de Guerra, não poderia ser diferente. No segundo filme do líder dos Vingadores, a batalha entre eles é acompanhada por “Another One Bites The Dust”, do Queen, enquanto brigam após Rhodes chegar na festa de Stark. Thor: Amor e Trovão – “November Rain” (Guns N’ Roses) Guns N’ Roses foi a principal banda a integrar a trilha sonora de Thor: Amor e Trovão (2022), que desde o seu trailer, já deixou os fãs da banda arrepiados. Mesmo que não esteja entre um dos filmes favoritos dos fãs da Marvel – bem longe disso – é inegável que a utilização de “November Rain”, já no final do filme, em uma batalha onde as crianças unem-se à Thor para lutarem contra os vilões, é um grande momento. Deadpool & Wolverine – “Hells Bells” (AC/DC) Sem dar spoilers do novo longa, há uma cena de luta entre os dois protagonistas, pouco tempo depois de serem mandados para um lugar que não gostariam e Wolverine ficar irritado com a situação. Em uma boa cena, os personagens lutam ao som de “Hells Bells”, do AC/DC. LEIA TAMBÉM: Trilha sonora de ‘Deadpool & Wolverine’ traz Green Day e Avril Lavigne Via: Wiki Metal

Dieth, banda de David Ellefson, anuncia show em Santo André
Notícias Dieth, a nova banda de David Ellefeson, ex-Megadeth, anunciou uma nova cidade em sua turnê pela América Latina. Além de São Paulo e Curitiba, Santo André também ganhou uma data, dia 21 de setembro de 2024. Para mais informações e compra de ingressos, clique aqui. As datas atualizadas da passagem pelo Brasil são: 20/09 (São Paulo – Vip Station), 21/09 (Santo André – Santo Rock Bar) e 22/09 (Curitiba – Seba’s Rock Bar). A banda, que conta também com Guilherme Miranda, ex-Entombed A.D. e Michael Lysejko, ex-Decapitated, promete fazer shows insanos no Brasil, na América do Sul e no México em Setembro de 2024, mostrando toda a potência do dath metal em solo latino americano. Conforme compartilhado nas redes sociais: “O Dieth não é apenas mais um projeto paralelo ou ‘supergrupo’, mas sim a reencarnação coletiva de três renomadas forças do heavy metal que, ao aproveitarem sua própria dor e conflito, entregaram um próximo capítulo emocionante que nenhum fã de metal vai querer perder!” LEIA TAMBÉM: DIETH, banda de David Ellefson, anuncia turnê na América Latina Via: Wiki Metal

Serj Tankian lança “Justice Will Shine On”, segundo single do EP ‘Foundations’
Notícias Serj Tankian divulgou na quinta-feira, 26, a segunda faixa “Justice Will Shine On” do novo EP intitulado Foundations, com previsão de lançamento em 27 de setembro. A nova faixa sucede o primeiro single “A.F. Day”, divulgado em maio deste ano, e a letra lida diretamente com o genocídio armênio, com Tankian cantando sobre o horror que seus ancestrais vivenciaram. Além do single e a data de lançamento do projeto, Serj compartilhou a capa do EP. A arte é uma pintura intitulada “Sunburst” (clarão de sol, em tradução livre) criada pelo próprio cantor. O single também chegou com um clipe dirigido por Ara Soudjian e Todd Harapiak, assista abaixo: LEIA TAMBÉM: Serj Tankian revela que System Of A Down fez testes com outros vocalistas para substituí-lo Via: Wiki Metal

Bruce Dickinson divulga clipe de “Resurrection Men”
Notícias Bruce Dickinson divulgou o clipe de “Resurrection Men”, seu novo single solo. Na semana passada, o vocalista do Iron Maiden lançou um CD de edição limitada para o trabalho. O clipe traz imagens de Dickinson na turnê que teve início de 12 de abril, em Los Angeles, e terminou em 21 de julho, em Atenas, na Grécia. O giro passou pela América Latina, Europa e América do Norte. “O vídeo é meu agradecimento a todos que vieram nos ver em festivais, clubes, teatros e arenas”, disse Dickinson sobre o lançamento. O CD recém-lançado de três faixas inclui ainda as músicas bônus “Afterglow Of Ragnarok” e “Abduction”, ambas gravadas ao vivo no show de Dickinson em São Paulo, como parte de sua turnê The Mandrake Project, que promoveu seu mais recente álbum solo de mesmo nome. LEIA TAMBÉM: Como Bruce Dickinson entrou para o Iron Maiden? Via: Wiki Metal

“O metal e a ópera nunca foram vistos por tantas pessoas antes; expandimos os limites”, diz Joseph Duplantier (Gojira)
Durante entrevista à revista Rolling Stone, o frontman do Gojira, Joseph Duplantier, falou sobre a incrível oportunidade de ter sido uma das atrações musicais da abertura das Olimpíadas 2024 e por estar lá representando a comunidade heavy metal. O músico comentou: “Tento não pensar muito sobre isso porque eu ainda estou muito surpreendido com tudo. O Comitê Olímpico poderia ter chamado qualquer banda para tocar; grupos como Metallica e AC/DC, que são nomes conhecidos e potências em nosso gênero. Nós nunca nos consideramos a maior banda do mundo a ponto de tocar nas Olimpíadas ou algo assim, então, foi algo bastante estranho”. Duplantier completou: “Além do mais, o metal e a ópera nunca foram vistos por tantas pessoas antes; dessa forma, nós expandimos os limites e foi uma declaração ao nosso país, a qual estamos estamos expandindo os limites do mundo. Portanto, dou os parabéns à França por ter feito isso”. Assista a performance do Gojira na abertura dos jogos Olímpicos ao lado da cantora de ópera Marina Viotti: Via: RockBizz

Nicko McBrain: Veja em detalhes a performance do baterista em Alexander The Great
Em meados deste mês, o baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, se apresentou no The Barn em Sanford, Flórida, Estados Unidos, com seu projeto paralelo, chamado Titanium Tart, o qual toca alguns clássicos da Donzela de Ferro. Na citada apresentação, Nicko tocou o hino Alexander The Great, faixa final do álbum Somewhere in Time, de 1986. É importante dizer que a canção é considerada pela maioria dos fãs do Maiden uma das mais imponentes da discografia da banda. No player abaixo, veja em detalhes a performance do baterista em Alexander The Great: Cabe destacar que o Iron Maiden vem tocando Alexander The Great ao longo da The Future Past Tour, que passará pelo Brasil em dezembro deste ano. Portanto, os fãs brasileiros que gostam de tal som já podem preparar o gogó para cantar nos shows. Via: RockBizz

25 anos de um clássico: The Get Up Kids e ‘Something to Write Home About’
Texto por Stephanie Souza Se tem uma banda que podemos eleger pela introdução do emo no imaginário popular estadunidense dos anos 90, essa banda seria o The Get Up Kids. Ao questionarmos as origens do emo como movimento musical, a conclusão possui diversas variáveis (nenhuma 100% correta): Rites of Spring, Sunny Day Real Estate, Cap’n Jazz, Jimmy Eat World, Jawbreaker, Quicksand, Death Cab For Cutie, entre outras. Mas, sem dúvidas, o grupo que pavimentou o caminho da ascensão do emo ao mainstream, se tornando uma virada de chave para uma parte da música alternativa dos anos 90/2000, foi o The Get Up Kids. E fizeram isso com maestria ao misturar a crueza do emo à um som mais limpo e comercial, voltado para rádios e programas de tv, numa época em que a internet estava apenas em sua fase introdutória. Ao contrário de bandas que, mais tarde, alcançaram o auge estratosférico do emo (inclusive no Brasil), como o Fall Out Boy e o My Chemical Romance, o The Get Up Kids permaneceu no lado b da coisa, sem se curvar à pressão comercial das grandes gravadoras, se transformando num clássico intocável apenas àqueles que se relacionaram de forma um pouco mais profunda com a cena. Something to Write Home About, lançado em 1999, é o segundo álbum da banda, e se tornou um grande divisor de águas, não apenas para a cena, mas também para o gênero como um todo. É daqueles álbuns que diferentes bandas tentaram replicar de tempos em tempos (mas nenhuma conseguiu com a mesma sensibilidade e fluidez que o TGUK criou). A faixa de abertura, “Holiday” já nos conta tudo que o grupo se propõe a transmitir. Guitarras explosivas, sintetizadores (grande diferencial entre as bandas da época) e vocais emotivos e agudos de Matt Pryor, que se declara de forma bastante sensitiva aos amores perdidos: “Say goodnight, mean goodbye / I know you think my life would stop when you’re away / I’m lucky if we’re speaking on holidays” (“Dizer boa noite, quer dizer adeus / Eu sei que você pensa que minha vida pararia quando você estiver longe / Talvez eu possa te ver em feriados”, em tradução livre). “Action & Action”, um dos dois singles do álbum, destaca a importância do tecladista James Dewees, que apresenta uma linha de sintetizador muito bem executada, em contraste com os vocais de Pryor e a bateria de Ryan Pope, que chega para amarrar tudo. A letra reflete não apenas uma banda em sua fase de maturação, borbulhando de uma certa… angústia “adolescente”, mas também a transição da música do final dos anos 90: a ascensão das boybands e do nu metal e a incógnita da cena alternativa. O ponto aqui é a desilusão, a ânsia, a inquietude: “If the world is ending, then we toast to it” (Se o mundo está acabando / Então brindemos a isso”, em tradução livre). “Ten Minutes”, single principal do álbum, soa muito familiar, flerta bastante com o pop-punk com seus riffs de guitarra pontuais, em contraponto com o tom mais triste de sua letra. Nela se consegue perceber o impacto do TGUK em bandas de pop punk que vieram depois, como o Taking Back Sunday. É como se o grupo tivesse uma receita ultrassecreta para esse álbum: a simplicidade implacável e funcional de “I’m a Loner Dottie, A Rebel” e “My Apology”, a atemporalidade de “Long Goodnight” e “Out of Reach” e a ingenuidade de “Valentine” transmitem toda a vivacidade e nostalgia que compõem o apelo de Something to Write Home About. “I’ll Catch You” encerra o álbum com uma intro de piano lenta e suave, que se intensifica progressivamente e explode de forma muito bem orquestrada. É o ponto final perfeito para um clássico carregado de sentimentos intensos de confusão mental juvenil. Não se pode negar o espaço que o TGUK criou para o emo/pop punk moderno. Something to Write Home About criou um molde para todas as bandas que vieram a seguir, sendo pioneiros na transição do emo entre cultura underground para fenômeno popular. Viciante, sincero e estimulante, é fácil de gostar e de entender como garantiram seu espaço no hall da fama do emo. A banda volta ao Brasil no próximo fim de semana, com duas apresentações: uma no Rio de Janeiro, no Circo Voador, dia 01/08, e uma em São Paulo, pelo Oxigênio Fest, que acontece nos dias 03 e 04 de agosto – a banda se apresenta no domingo, dia 04. A turnê vem para celebrar os 25 anos do clássico que leva o título desse texto. Essa será a segunda apresentação do grupo no país. Via: Wiki Metal

Kiko Loureiro fará participação no show acústico do Angra em Belo Horizonte
O virtuoso guitarrista brasileiro, Kiko Loureiro (ex-Megadeth), fará participação no show acústico do Angra em Belo Horizonte, que está agendado para o dia 14 de agosto, no BeFly Hall. A banda promete tocar sons do novo disco Cycles of Pain e hits de sua carreira como Rebirth, Make Believe, Heroes of Sand, No Pain for the Dead, entre outros. Vale relembrar que Kiko Loureiro deixou o Angra em 2015 para se juntar ao Megadeth, banda na qual gravou dois álbuns de estúdio: Dystopia (2016) e The Sick, The Dying And The Dead (2022). SERVIÇOAngra acústico em BHDada: dia 14 de agostoLocal: BeFly Hall – Belo Horizonte, Minas GeraisIngressos no site: bileto.sympla.com.br. Via: RockBizz

Sinead O’Connor: Causa da morte é finalmente revelada
Antes tarde do que mais tarde! De acordo com o jornal Irish Independent, a cantora irlandesa Sinead O’Connor morreu por conta de um quadro de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e asma. O atestado de óbito da artista informa que ela faleceu de uma “exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica e asma brônquica, juntamente com infecção leve do trato respiratório inferior”. Sinead ficou mundialmente conhecida no comecinho da década de 1990, com a canção Nothing Compares 2 U. Ela também trabalhou com grandes nomes da música como o cantor Peter Gabriel, no som Blood of Eden, presente no álbum Us, de 1992. O’Connor nasceu em Dublin, Irlanda, no dia 8 de dezembro de 1966. A musicista teve quatro filhos, porém, Shane O’Connor, de apenas 17 anos, encontrado morto na cidade de Wicklow, na Irlanda, o que foi um baque imenso na vida de Sinead. Via: RockBizz

Britney Spears manda recado para os Osbournes
Notícias Britney Spears respondeu às críticas da família Osbourne aos vídeos que ela publica nas redes sociais. A cantora mandou os Osbourne “gentilmente se ferrarem”. O conflito começou porque Ozzy Osbourne disse em um episódio do Podcast The Osbournes que está farto de ver Britney dançando todos os dias e que acha a situação muito triste. Sharon Osbourne e Jack Osbourne concordaram e reforçaram a declaração. Os comentários não agradaram Spears, que fez um post no Instagram com a seguinte legenda: “Eu vou… dizer à família Osbourne, que é a família mais chata conhecida pela humanidade, para gentilmente se ferrar!” A artista aproveitou para também elogiar a atriz Kate Beckinsale, que tem sido alvo de críticas quanto ao modo de se vestir por causa de sua idade.. No texto Britney escreveu: “Eu adoro Kate Beckinsale especialmente porque ela é de Londres. Percebi o quão incrivelmente cruéis as pessoas estavam falando sobre seu instagram, dizendo que ela precisava de mais conteúdo apropriado para a idade… ela está na casa dos cinquenta e achei muito legal que ela respondeu com um mini laço no cabelo, parecendo literalmente ter 4 anos de idade.” Ela continuou dizendo que as críticas a Kate não são tão ruins quanto os comentários dizendo que é triste que a Britney, apesar da idade, continue dançando todos os dias no Instagram dela. Em outra postagem separada, Britney compartilhou outro vídeo dela dançando. Os posts não estão disponíveis no momento, pois a cantora desativou a conta na rede social após um desentendimento envolvendo a cantora Halsey. LEIA TAMBÉM: Ozzy e Lemmy: Sharon Osbourne quer lançar HQ dos artista Via: Wiki Metal