Entrevistas

Myles Kennedy lança terceiro álbum solo, ‘The Art of Letting Go’
Notícias Myles Kennedy disponibilizou seu terceiro e novo trabalho de estúdio, The Art of Letting Go. Com 10 faixas e pouco mais que 45 minutos de duração, Kennedy está acompanhado de Zia Uddin (bateria), Tim Tournier (baixo) e Michael “Elvis” Baskette na produção. “Say What You Will”, “Nothing More To Gain” e “Miss You When You’re Gone” foram os singles do novo registro do vocalista do Alter Brigde e do Slash and the Conspirators. Em entrevista, Kennedy comenta sobre seu mais recente álbum (via Blabbermouth): “Com esse novo álbum, quis que fosse uma coleção de músicas e com uma narrativa que mudasse de música para música.” O terceiro trabalho solo de Myles Kennedy coloca as letras com sua potente voz junto com riffs matadores, como na faixa “Mr. Downside”, além de ter uma faixa com uma batida pop rock, como em “Miss You When You’re Gone” e três baladas durante os quase 50 minutos de duração. The Art of Letting Go já está disponível em todas as plataformas e está em venda em mídia física. Ouça abaixo The Art of Letting Go: LEIA TAMBÉM: Slash feat. Myles Kennedy and The Conspirators faz show eletrizante em São Paulo Via: Wiki Metal

Entrevista: Eskröta fala sobre Knotfest e os desafios de ser uma banda antifascista no Brasil
Dia 19 de outubro a Eskröta vai fazer o chão de São Paulo tremer com seu metal feminino e feminista. Feminino porque a maior parte da banda é composta por mulheres, mas antes de assistir a um show é importante desconstruir qualquer tipo de associação dessa palavra à delicadeza ou passividade. O feminino da Eskröta é forte, poderoso, agressivo e tem muito a dizer – especialmente em defesa das mulheres. Formada atualmente por Yasmin Amaral (vocal e guitarra), Tamyris Leopoldo (baixo) e Jhon França (bateria), a Eskröta é uma banda declaradamente feminista, antifascista e antirracista; e suas letras reforçam esse posicionamento da forma mais direta possível, sempre fazendo comentários sociais e políticos. Seu álbum mais recente, Atenciosamente, Eskröta (2023), aborda temas que vão desde críticas à necessidade de performar uma vida perfeita nas redes sociais, até questionamentos raivosos sobre a fome e o desemprego que assolam as classes mais pobres. Em setembro, o trio se apresentou pela primeira vez no Palco Supernova do Rock In Rio, dividindo tempo de palco com a The Mönic. Apesar do medo de tocar para uma plateia vazia devido ao horário e localização do palco, a experiência foi um “sonho realizado” e se transformou em “um dos melhores shows que a gente já fez na vida”, com público robusto e bastante engajado. A parceria entre as duas bandas inicialmente se repetiria no mesmo formato no Knotfest Brasil, em dia único, mas recentemente ambos os nomes ganharam dias separados e espaço individual na line-up do festival. A Eskröta se apresenta no sábado, 19 de outubro, enquanto a The Mönic fica para o domingo, dia 20, mas ambas as bandas garantem participação no show uma da outra. Quem quiser curtir o peso da Eskröta de perto vai ter que chegar cedo. E quem espera algo semelhante a o que foi apresentado no Rock in Rio, se engana. “O Rock in Rio é um festival que não tem tanto foco no metal”, explica Tamy em entrevista ao Wikimetal. “O Knotfest já é bem mais para quem curte um som mais pesado e a Eskröta tem músicas mais pesadas. Eu acho que no Rock in Rio a gente fez um geralzão da carreira, trouxe músicas antigas pra apresentar a trajetória da banda. No Knotfest, estamos estudando trazer músicas mais pesadas que não estavam no repertório do Rock in Rio.” Formada em 2017, quando Yasmin e Tamy já eram adultas e queriam tratar a banda com seriedade, a Eskröta surgiu com o propósito de comentar assuntos vividos pelas integrantes ou compartilhados entre amigas. Assuntos esses que variavam entre temas como violência obstétrica – vivida por amigas que são mães – até o cenário que se desenhava na política da época, com a eleição presencial de 2018 se aproximando. “Foi um momento das nossas vidas em que estávamos querendo falar sobre o que a gente passava. E também um momento na sociedade em que eu acho que era impossível ficar meio em cima do muro, pelo menos pra gente”, comenta Yas. As ideias da banda logo foram abraçadas pelos grupos antifascistas da cena do metal e o trabalho da Eskröta começou a ganhar mais visibilidade e um público que compartilhava dos mesmos pensamentos. No início, em um formato pré-pandêmico, os shows da banda costumavam ser precedidos por rodas de conversa entre mulheres para abordar pautas e vivências que dialogassem com o discurso das integrantes e mostrassem sua perspectiva. Por serem tão abertas com suas visões de mundo e escancarar suas opiniões políticas em suas músicas, a Eskröta entende que enfrentar certa resistência faz parte do jogo. A banda já está acostumada com as reclamações por parte dos “dinossauros do rock”, como fala Tamy, mas também já enfrentou situações delicadas que causaram empecilhos, como ter o show proibido ou censurado em cidades regidas por partidos de direita, por conta de seu posicionamento político. “A primeira vez que fizemos show em Blumenau, falaram pra gente: ‘Ó, vamos tentar falar um pouquinho menos sobre antifascismo’”, conta Yasmin. “Enquanto dessa vez, quando a gente voltou, a gente já voltou mais sem medo, sabe?” “Às vezes fica um pouco difícil ser amigo de todo mundo quando você tem uma posição bem definida”, reflete. “Algumas bandas acabam ficando em cima do muro para ter mais portas abertas, para poder estar em todos os lugares e ser amigo de todo mundo, de fato. Enquanto quando você tem uma posição, algumas portas se fecham, algumas pessoas não querem se envolver com você, você às vezes fica num cerco de polêmica. Tem um pouco disso também quando você se posiciona, tem lugares em que você não vai entrar e eu acho que nem deveria e tudo bem, sabe? Tem espaços em que você não precisa estar só porque tá rolando som. Eu acho que a gente também tem o lado bom de conseguirmos escolher melhor alguns lugares que não queremos frequentar.” Encontrar o equilíbrio entre seguir firme com seus posicionamentos e tentar ganhar mais espaço na mídia e em grandes festivais, porém, é um desafio constante para a Eskröta. Em sua setlist para o Rock in Rio, por exemplo, elas procuraram escolher com cuidado as músicas que tocariam, deixando de lado algumas das mais confrontadoras, porque algumas composições poderiam parecer um pouco “assustadoras” para quem ainda não as conhece. “São coisas que a gente pensa. Porque a gente precisa fazer com que as pessoas conheçam a banda e se identifiquem. Mas se a gente entra por uma porta errada, às vezes [essa porta] pode bater”, explica Yas. “Nós já aceitamos que não precisamos estar em alguns lugares, mas nós lutamos por aqueles que a gente acredita que tem espaço”, continua. “Sem contar que a gente também tenta ir de grão em grão. Não é só de festival que se faz uma banda, não é só de show. É também ir em outros shows, [estar] conversando com várias pessoas, estando presente nas redes sociais. Então a gente tenta capilarizar para não ficar dependendo só das outras pessoas convidarem a gente,

Angra lança o álbum Acoustic – Live at Ópera de Arame
O Angra lançou o álbum Acoustic – Live at Ópera de Arame. O material está disponível em CD duplo e DVD, além de LP duplo gatefold colorido. Gravado em 2023 no teatro Ópera de Arame, um dos cartões postais de Curitiba, o show marcou um momento especial na carreira da banda, com uma apresentação acústica que revisita sucessos de seus mais de trinta anos de estrada. O show trouxe uma experiência sonora única, com a banda apresentando grandes clássicos em versões desplugadas, acompanhada por músicos convidados como Davi Jardim no piano e Guga Machado na percussão, além de uma orquestra que engrandeceu o espetáculo. A apresentação contou com participações especiais de Toni Garrido, vocalista do Cidade Negra, que trouxe uma interpretação emocionante para Late Redemption, canção originalmente gravada com Milton Nascimento. Vanessa Moreno fez participações marcantes em No Pain for the Dead e Here in the Now, enquanto Amanda Somerville emocionou o público com seu dueto com Fabio Lione em Tears of Blood. Track listing de Acoustic Live at Ópera de Arame: Disco 101. Nova Era02. Make Believe03. Storm of Emotions04. Gentle Change05. The Bottom of My Soul06. Holy Land07. No Pain for the Dead (com Vanessa Moreno)08. Here in the Now (com Vanessa Moreno)09. Reaching Horizons Disco 210. Silence and Distance11. Tears of Blood (com Amanda Somerville)12. Rebirth13. Bleeding Heart14. Late Redemption (com Toni Garrido)15. Carry On DVD01. Nova Era02. Make Believe03. Storm of Emotions04. Gentle Change05. The Bottom of My Soul06. Holy Land07. No Pain for the Dead (com Vanessa Moreno)08. Here in the Now (com Vanessa Moreno)09. Reaching Horizons10. Silence and Distance11. Tears of Blood (com Amanda Somerville)12. Rebirth13. Bleeding Heart14. Late Redemption (com Toni Garrido)15. Carry On Via: RockBizz

Ouvir metal no trânsito pode causar direção perigosa, segundo estudo
Notícias Um estudo feito pela Extreme Terrain, empresa estadunidense de acessórios para veículos off-road, entrevistou mil motoristas nos Estados Unidos, buscando entender os impactos da música nos hábitos de direção. Ouvintes de metal lideraram quatro das nove categorias de comportamentos nocivos analisados (via Loudwire), sendo mais propensos a buzinar para outros condutores (25% das respostas), avançar o sinal vermelho (65% das respostas), se envolver num acidente grave (25%) e dirigir sob efeito de álcool e/ou outras substâncias (10%). Em relação à agressividade ao volante, fãs do gênero ficaram em quarto lugar, com 26% das respostas, numa lista surpreendentemente liderada por ouvintes de soul/R&B. O metal ficou como 9º colocado na lista de gêneros preferidos dos motoristas, favorito de apenas 16% dos motoristas, enquanto o rock ficou em 1º lugar, com 52% das escolhas. Cerca de três a cada 10 entrevistados relacionou ouvir música muito alta enquanto dirige a comportamentos de risco no trânsito. LEIA TAMBÉM: AC/DC tem as melhores músicas para encher a cara, segundo estudo Via: Wiki Metal

Slayer faz o segundo show de sua reunião; veja vídeos
Nesta quinta-feira, dia 10 de outubro, o Slayer fez o segundo show de sua reunião. O espetáculo aconteceu no festival Aftershock em Sacramento, Califórnia. Assim com o show realizado no Riot Fest em setembro, a banda repassou sua carreira em vinte canções. Clássicos como South Of Heaven, Seasons In The Abyss, Angel Of Death, Hell Awaits e Raining Blood fizeram parte da festa thrash metal. Veja alguns registros amadores do show. O estava escalado para tocar no Louder Than Life no final de setembro, no entanto, a apresentação miou por conta do furacão Helene. Dessa forma, a agenda 2024 da banda foi concluída. Promotores europeus querem marcar shows com o grupo, contudo, até o momento não há nada confirmado. Aguardemos cenas dos próximos capítulos. Via: RockBizz

Edu Falaschi se apresentará no Theatro Pedro II em Ribeirão Preto
Notícias Edu Falaschi irá se apresentar em Ribeirão Preto no dia 18 de outubro no Theatro Pedro II. O show faz parte da turnê de 20 anos do DVD Rebirth – Live in São Paulo. No histórico teatro, o músico promete revisitar principalmente os clássicos que fizeram parte do seu primeiro trabalho em vídeo. Além disso, o show conta com o repertório que o músico não interpreta há tempos, como os já clássicos “Carry On”, “Nothing To Say” e “Make Believe”. Inegavelmente Edu é um grande nome do metal no Brasil. Já foi do Angra e é conhecido pelos projetos Almah, Kamelot e Mitrium. Além disso, foi eleito cinco vezes seguidas como um dos cinco melhores vocalistas de metal do mundo. Nessa turnê ele vem acompanhado por Fábio Laguna nos teclados, Roberto Barros na guitarra, Diogo Mafra na guitarra, Raphael Dafras no baixo e Jean Gardinalli na bateria. A turnê que percorreu o Brasil A turnê da icônica gravação do show já percorreu o Brasil de Norte a Sul, com shows desde Belém do Pará até Porto Alegre. Dessa maneira Falaschi promete momentos de grande nostalgia e emoção ao executar na íntegra o mesmo repertório do DVD que marcou uma geração. Portanto nos próximos dias teremos os últimos shows dessa jornada. Eles estão previstos para Ribeirão Preto no interior de São Paulo e Poços De Caldas em Minas Gerais, cidade onde a banda retorna para um show extra. Edu Falaschi – DVD Rebirth Revisited 20 Anos – Ribeirão Preto Data: 18 de outubro de 2024Local: Theatro Pedro IIEndereço: R. Álvares Cabral, 370 – CentroHorário: 19h (abertura) – 20h (início dos shows)Ingressos: Bilheto Edu Falaschi – DVD Rebirth Revisited 20 Anos – Poços de Caldas Data: 19 de outubro de 2024Local: New York PubEndereço: Rua Rio de Janeiro, 243 CentroHorário: 19h (abertura da casa) Ingressos: Sympla LEIA TAMBÉM: Edu Falaschi revive DVD Rebirth em show em São Paulo Via: Wiki Metal

Adrian Smith (Iron Maiden) diz qual é o seu som favorito da The Future Past Tour
O veterano guitarrista Adrian Smith (Iron Maiden) compartilhou um vídeo no qual disse qual é o seu som favorito da The Future Past Tour. Para quem imagina algum tema das antigas como The Trooper ou Wasted Years, a preferência do músico está bem longe disso. Adrian disse: “Minha música favorita no set de ‘The Future Past é… Nossa, esta tem sido uma das minhas turnês favoritas porque eu tenho muito espaço para me expressar com minha guitarra. Eu tenho muitos solos e tal. Mas a minha favorita é The Writing On The Wall, ela é muito boa. Quando você toca o acorde de abertura, apenas um acorde simples na guitarra, um acorde no violão, o local fica quieto esperando o que vem a seguir. Eu adoro isso, adoro essa pausa. Então esta é sempre uma boa música para tocar. Ela me dá um pouco mais de espaço, porque não tem um ritmo tão frenético. Há um pouco mais de espaço para eu meio que colocar um pouco mais de sentimento nela. Eu gosto muito desta música”. Veja a fala de Adrian Smith e o videoclipe de The Writing On The Wall: O grande Iron Maiden trará a The Future Past Tour ao Brasil em dezembro, precisamente nos dias 06 e 07. Os shows vão acontecer em São Paulo e serão o ponto final da tour. Via: RockBizz

6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Sayyadina, Inconvenience e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: metal alternativo “Is That All?” – Kelly Murphy Music “Escaping Sanity” – Sayyadina Para quem gosta de: emo “SHAPE” – Inconvenience Para quem gosta de: post-grunge “Streets of Pain” – Electric Temple Para quem gosta de: metalcore “Spectrum” – Rationalist Para quem gosta de: hard rock “Gunman” – Jet Snakes LEIA TAMBÉM: 6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Deflectin Ghosts, JPW e mais Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Categorias: Listas Notícias Bia Cardoso Via: Wiki Metal

John Cooper, do Skillet, apoia uso de suas músicas em comícios
John Cooper, vocalista e baixista da banda de rock cristão Skillet, opinou sobre o uso de músicas em comícios, especialmente pelo que vem sendo feito por Donald Trump. A opinião de Cooper é diferente de alguns artistas. Durante a corrida presidencial de 2020, vários artistas, incluindo Bruce Springsteen, Rihanna, Phil Collins e Beyoncé, se manifestaram contra o uso de suas músicas por Trump, com muitos pedindo que suas músicas fossem desassociadas da campanha dele. Em participação ao The Jacob Buehrer Show (via Blabbermouth), Cooper expressou seu pensamento sobre os diferentes significados que a música pode ter para diferentes públicos. Cooper afirmou que, no passado, sua posição sempre foi favorável ao uso de suas músicas por qualquer pessoa. “Eu amo este país e não me importo se alguém toca minha canção”, disse ele. Para ele, a utilização de suas músicas não implica um apoio político. “Não veria alguém tocando minha música como uma forma de apoiar Barack Obama ou qualquer outro candidato”, completou. Mesmo assim, o líder da banda reconhece a polarização política atual e isso o faz reconsiderar seus pensamentos. “O mundo está muito estranho agora, e isso realmente me entristece”, admitiu Cooper. Questionado como reagiria se algum candidato presidencial usasse sua música, Cooper que “nunca ligaria para seu advogado pedindo para que ele parasse com isso”. O baixista também diz não se importar, mesmo não votando no candidato que usar sua música. Por fim, Cooper concluiu: “Se alguém quiser usar minha música, vá em frente”. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air anuncia Kissin’ Dynamite, Armored Saint, Dark Angel e Hibria Via: Wiki Metal

Babymetal lança jogo em parceria com a banda Electric Callboy
Babymetal e o grupo de alemão, Electric Callboy, se juntaram mais uma vez e lançaram um jogo multiplataforma. O jogo é baseado na música “Ratatata”, colaboração entre a banda japonesa e o grupo alemão, e se encontra de forma gratuita para jogar em computadores e celulares. O game tem uma descrição geral o qual diz (via NME): “É hora. A noite é aqui e o céu ficou vermelho. Electric Callboy está a caminho em busca de amor. Ajude-os a destruir os obstáculos em seu caminho para que eles possam finalmente chegar à pista de dança com Babymetal quando for ‘Ratatatata’”. Lançado em maio desse ano, “Ratatatata” se tornou a primeira música do grupo japonês a entrar nas paradas da América do Norte. Moametal, integrante do Babymetal, falou sobre o sucesso da faixa (via NME): “Faz apenas um mês desde que filmamos o videoclipe, parece surreal. Ainda não posso acreditar, mas eu me diverti muito fazendo isso. Estou tão feliz que muitas pessoas ouviram isso.” A banda de metal japonês também já apareceu nos jogos Super Mario Maker e Fortnite, enquanto sua música foi incluída no setlist do Rock Band 4. O Babymetal retorna aos palcos no segundo dia do Knotfest Brasil, o qual acontece nos dias 19 e 20 de outubro com disponibilidade de ingressos no site da Eventim, e, no dia 21 de outubro, faz show solo na Audio com abertura pela banda Seven Hours After Violet. Confira a faixa “Ratatata”: LEIA TAMBÉM: Bring Me The Horizon e BABYMETAL performam “Kingslayer” ao vivo no Japão Via: Wiki Metal

Garimpeiros do Rock segue jornada em busca de rockstar em episódio com participação de Rudolf Schenker (Scorpions)
Série que busca novos rockstars apresenta um formato inovador para os reality shows, com enredo leve e musical. O segundo episódio da série Garimpeiros do Rock, comandada por Paulo Baron e Orlando Custódio, teve a exibição de seu segundo episódio na terça-feira (08 de outubro), no Canal Bis, com posterior presença na plataforma de streaming Globoplay. Os dois gabaritados profissionais do show business, em sua busca por novos rockstars Brasil adentro, desembarcam em Brasília, e lidam com a banda local Jambalaia. O astro do rock Rudolf Schenker, da lenda do rock mundial Scorpions, é um dos convidados especiais. “Primeiro de tudo, nada foi fácil. Um ponto importante, que eu percebi muito tempo depois, do porque eu consegui chegar lá: Eu tracei objetivos muito altos”. Durante a conversa com Paulo Baron, Schenker explica os pontos principais para ser um rockstar: “Acreditar em si mesmo, ter um sonho e ter um objetivo”. O lado pessoal dos protagonistas é aberto com depoimentos tanto de Baron quanto de Orlando. Este último fala da relação dessa busca de um rockstar com seu próprio sonho de ser um. O empresário, CEO da Top Link Music, por sua vez, confessa que, mesmo não sendo músico, também já sonhou com isto, em algum momento. Confira um trecho: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Garimpeiros do Rock (@garimpeirosdorock) Também participam do episódio o guitarrista e vocalista do Raimundos, Digão, e o guitarrista do Angra, Marcelo Barbosa, Philippe Seabra e a banda Plebe Rude, mostrando um panorama do rock em Brasília – uma verdadeira viagem com referências a livros, cenas de pontos importantes daquela cidade e depoimentos – um dos mais frutíferos celeiros do rock no Brasil, e polo importante do show business, sendo rota de grandes shows nacional e internacionais –; além do célebre Ney Matogrosso, com suas inserções sempre assertivas, entre outros nomes desse mercado (como os empresários e promotores Fabio, do Toinha Brasil Show, e Gustavo Sá, do Porão do Rock), discutindo o background e o futuro do Rock. No decorrer da narrativa, Baron encontra Digão em sua casa, e ambos passeiam, enquanto lugares icônicos ligados ao rock daquela cidade são apresentados ao telespectador. Posteriormente, junta-se ao grupo Marcelo Barbosa e o próprio Orlando Custódio. O peso da tarefa e com o prazo apertando, tem como consequência momentos de tensão, que se repetem no encontro da banda Jambalaia com Baron e Orlando. E ainda há um momento histórico, uma reunião no palco para celebrar o rock e mostrar a vibração orgânica do estilo, que segue firme e forte em meio a tantas modas passageiras. Garimpeiros do Rock O cast estelar da série Garimpeiros do Rock conta com aparições grandiosas de monstros da música em âmbito global: há nomes de bandas como Ratt, Twisted Sister, Scorpions, Megadeth, Ratt, Angra, Destruction, Quiet Riot, Massacration, Foreigner, Matanza Ritual, Plebe Rude, Raimundos, Jeff Scott Soto, Rafael Moreira, Titãs, Biquini, Jota Quest, Lobão, Tarja, Roy Z, Dennis Ward (produtor), Henrique Fogaça (MasterChef), Régis Tadeu, Branco Mello, Liminha, Helinho Pimentel, Ney Matogrosso e Phil Carlson (Atlantic Records), que assinou artistas como Led Zeppelin, AC/DC, entre outros tantos. Baron e Orlando passaram por nove estados brasileiros, e com rigidez e amor a música, vão guiando esses futuros rockstars na busca por atingir seus objetivos, e mapeando os diferentes estilos de rock existentes. São onze bandas, uma em cada episódio de Garimpeiros do Rock. A série, além da exibição no Canal Bis, também está disponível na plataforma de streaming Globoplay. Fique por dentro de todos os detalhes do Garimpeiros do Rock no site oficial www.garimpeirosdorock.com

The Mission anuncia turnê pelo Brasil com 4 datas; ingressos à venda
Um dos ícones mundiais do gothic rock, synthwave e post-punk, a lendária banda britânica The Mission, formada em 1986 por Wayne Hussey (vocal) e Craig Adams (baixo) após deixarem o The Sisters Of Mercy, voltará ao Brasil com organização a cargo da produtora Dark Dimensions e AGP Entretenimento. O grupo se apresenta no dia 11 de outubro no Rio de Janeiro, 12 de outubro em Santo André, 13 de outubro em São Paulo e 15 de outubro em Curitiba. Mais detalhes você encontra no fim desta matéria. A banda americana Christian Death fará parte como banda convidada nas datas do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Formada por Valor Kand (vocal/guitarra), Maitri Nicolai (baixo), Mathew Anderson (guitarra) e Steve Kilroy (bateria), promovem seu mais recente álbum Evil Becomes Rules. Nessa perna sul-americana da atual turnê, batizada como D-Tour 24, os ingleses do The Mission darão sequência ao que vinham apresentando na turnê anterior como uma espécie de Best Of de sua longeva e bem-sucedida carreira, que fez parte do movimento gótico britânico ao lado de bandas como o próprio The Sisters of Mercy, Joy Division, Siouxsie And The Banshees, The Cure, dentre outros. Obviamente não faltarão clássicos atemporais do dark rock, como “Beyond The Pale”, “Deliverance”, “Tower Of Strength”, “Serpent’s Kiss”, “Garden Of Delight”, os grandes hits “Severina”, “Butterfly On A Wheel” e “Wasteland”. Além dos já citados Wayne e Craig, o The Mission é formado pelos músicos Simon Hinkler (guitarra) e Alex Baum (bateria), mesma formação que veio ao Brasil em 2022 com apresentações inesquecíveis. The Mission e Christian Death no Rio de Janeiro Data: 11 de outubro de 2024Local: Vivo RioEndereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do FlamengoHorário: 19h (abertura) – 21h (início dos shows)Ingressos: Showpass The Mission em Santo André Data: 12 de outubro de 2024Local: Santo Rock BarEndereço: Av. Firestone, 1340 – Casa BrancaHorário: 20h (abertura da casa) – 22h (The Mission)Ingressos: DD Tickets The Mission e Christian Death em São Paulo Data: 13 de outubro de 2024Local: Carioca Club PinheirosEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – PinheirosHorário: 17h (abertura da casa) – 18h (Christian Death) – 20h (The Mission)Ingressos: Clube do Ingresso The Mission e Christian Death em Curitiba Data: 15 de outubro de 2024Local: CWB HallEndereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado VelhoHorário: 19h (abertura)Ingressos: Bilheto Via: Wiki Metal

Kiss doa itens para leilão beneficente em apoio as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul
Notícias O Kiss, anunciou na última terça, 8, que doou itens para um leilão que será realizado em Porto Alegre na próxima quinta, 10, que tem como objetivo, ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Em parceria com a Opus Entretenimento, a banda doou os seguintes itens: dois ingressos autografados e banhados a ouro do último show da banda – realizado no Madison Square Garden, em Nova York em dezembro de 2023 – duas bandeiras oficiais e dois fotocards autografados pelo grupo. O leilão realizado na Associação Leopoldina Juvenil. O Instituto Sou de Fazer, fundado pelo ex-jogador e empresário Rafael Sóbis é o responsável pela realização. O apoio e organização do evento é da WAG- Rede do Bem, empresa gaúcha que conecta empresas e instituições com causas sociais O evento terá a presença de lideranças comunitárias, empresários e pessoas que se solidarizam com a causa. O valor arrecadado será destinado para a construção de lares e instituições educacionais. Abaixo, você pode conferir os itens disponibilizados pelo Kiss. LEIA TAMBÉM: Kiss está trabalhando em um documentário sobre sua turnê de despedida Via: Wiki Metal

Jake E. Lee atualiza estado de saúde e diz que está tocando guitarra novamente
Em uma nova entrevista com o Tone-Talk, o virtuoso guitarrista Jake E. Lee (Ozzy Osbourne, Badlands, Red Dragon Cartel) atualizou seu estado de saúde após revelar no início do ano que estava sofrendo de síndrome do túnel do carpo. Jake disse: “Achei que tinha síndrome do túnel do carpo. Fui a um neurologista, e ele enfiou agulhas em mim e depois me deu choques. Disseram que eu tinha síndrome do túnel do carpo. Então marquei uma consulta com um cirurgião de pulso, o que demorou um pouco. Ela pediu alguns raios-X, o que ninguém nunca tinha pedido e ela disse: ‘Você não tem síndrome do túnel do carpo. Se alguém tivesse pedido um raio-X do seu pulso, teria visto que você não tem síndrome do túnel do carpo’”. “E aparentemente não tenho mais cartilagem na mão [direita]”, ele continuou. “Então é tudo osso com osso, esfregando um no outro, e isso está trazendo problemas. Agora, estou tomando injeções de cortisona no pulso – muito divertido – e fisioterapia para fortalecer os músculos ao redor, fazendo muitos alongamentos. É sobre controle da dor agora. É isso ou fundir os ossos, o que eu acho que aconteceu com Steve Morse. E isso mudará seu estilo de tocar”. Jake afirmou que está se sentindo melhor e que voltou a tocar guitarra. “Por quatro ou cinco anos, eu realmente não toquei muito, a menos que eu tivesse uma ideia de música, o que sempre acontece quando você está caindo no sono”, contou. “Eu tenho tocado. Não dói tanto. Eu sinto que tudo está melhorando, então eu não vou fazer cirurgia”. E acrescentou: “Eu quero sair e fazer uma turnê. Eu quero terminar de fazer a turnê ‘Patina’, que foi cancelada por causa da Covid. Eu gostaria de fazer isso [com] Red Dragon Cartel, focar no disco ‘Patina’ e fazer mais algumas gravações. Veremos onde isso vai dar”. Patina, o segundo álbum de estúdio do Red Dragon Cartel foi lançado em novembro de 2018 e marcou o primeiro lançamento do grupo com o baterista Phil Varone (Skid Row, Saigon Kick) e o baixista Anthony Esposito. O vocalista Darren James Smith completa a atual formação da banda. Via: RockBizz

Filha de Ron McGovney (ex-Metallica) perde tudo com o furacão Helene
A filha de Ron McGovney (ex-Metallica) perdeu tudo com o furacão Helene! O músico informou o problema pelas redes sociais e criou uma campanha online para arrecadar fundos para a recomposição dos bens materiais da moça. Ron escreveu: “Minha filha perdeu tudo quando seu apartamento inundou em Asheville. Ela não tinha como comunicar que estava bem. Eu só conseguia receber mensagens. O celular dela não funcionava de jeito nenhum. De alguma forma, ela conseguiu ligar para minha esposa, que estava em outro estado”. Em outro post, ele registrou: “Olá, eu sou Ron McGovney, alguns de vocês podem me conhecer como o primeiro baixista do Metallica. Por favor, ajude minha filha Jordann e seu marido AJ. Eles perderam tudo na enchente de Asheville. Obrigado, Ron”. O furacão Helene atingiu a região de Big Bend, na Flórida, em 26 de setembro de 2024, como uma forte tempestade de categoria 4. Ele causou muitos danos e inundações, com ventos que passaram dos duzentos quilômetros por hora. O furacão causou mortes e bilhões de dólares em danos materiais. O Metallica, por meio de sua organização filantrópica All Within My Hands Foundation, doou 50 mil dólares para o World Central Kitchen e para o Team Rubicon, com o intuito de amenizar os problemas causados por Helene. É importante dizer que a All Within My Hands é uma fundação sem fins lucrativos criada em 2017 como uma forma da família Metallica retribuir às comunidades que apoiaram a banda. O Brasil, inclusive, já recebeu apoio da entidade em diversas ocasiões. Via: RockBizz

Project46 lança novo single “4six” depois de sete anos sem inéditas
Project46 divulgou o novo single “4six” após sete anos do último trabalho de inéditas, Tr3s (2017), que em 2020 ganhou uma versão em inglês. Além de ser a primeira música com o novo baterista, Japa Drummer, a música ganhará um videoclipe gravado durante sua performance no Knotfest Brasil, que acontece no dia 19 de outubro. A composição de “4six” é fruto da colaboração entre o produtor Niko Kamada e o guitarrista Vini Castellari que fizeram a estrutura da música e, posteriormente, apresentaram para o vocalista Caio MacBeserra dar os ajustes finais e personificar a letra da canção em sua voz. A faixa conta com captação, mixagem e masterização de Samuel Bassani. Segundo o mais recente post do Project46, o plano do novo single foi direto e reto. Uma música em respeito ao legado da banda, enaltecendo todos que fazem parte e, principalmente, viver o que pregamos. O Project46 passou por mudanças com as saídas dos ex-integrantes, Jean Patton e Betto Cardoso, a oficialização que o grupo passaria a ser um quarteto e a chegada do prodígio Japa Drummer. A próxima apresentação da banda será no primeiro dia do Knotfest Brasil, o qual acontece nos dias 19 e 20 de outubro e tem disponibilidade de ingressos no site da Eventim. Confira a faixa “4six”: LEIA TAMBÉM: Ciça Moreira, promessa do rock brasileiro, lança terceiro álbum ‘SÍNDRØME’ Via: Wiki Metal

The Hu lança versão de “The Trooper”
Notícias O The Hu, banda mongol de folk metal, lançou na última sexta-feira, 4, sua versão para o clássico “The Trooper”, do Iron Maiden. A banda liderada por Galbadrakh “Gala” Tsendbaatar, atualmente está em turnê com a Donzela de Ferro, sendo a abertura de todas as datas da parte norte-americana da The Future Past World Tour. Em nota o vocalista diz: “O The Hu está emocionado por estar na turnê The Future Past do Iron Maiden na América do Norte. Para nós, esta turnê representa um marco importante para a indústria musical da Mongólia e um passo histórico em direção ao cenário mundial. Como um agradecimento especial e por enorme respeito como fãs da banda, fizemos um cover de sua lendária música ‘The Trooper’ e estamos felizes em compartilhar isso com vocês antes desta turnê”. O The Hu já havia feito outros covers como por exemplo uma nova versão de “Black Thunder” com Serj Tankian. LEIA TAMBÉM: A viagem pelo tempo que é a Future Past Tour do Iron Maiden Via: Wiki Metal

Deryck Whibley (Sum 41) alega ter sido abusado sexualmente por ex-empresário
Deryck Whibley alegou ter sido abusado sexualmente e verbalmente pelo ex-empresário do Sum 41, Greig Nori, durante os primeiros anos da carreira da banda. De acordo com as alegações descritas no novo livro de memórias do vocalista, Walking Disaster, My Life Through Heaven and Hell, o abuso começou quando ele tinha 16 anos e Nori tinha 34. Nori (também vocalista da banda punk canadense Treble Charger) começou a colaborar com o Sum 41 como coautor e coprodutor, e mais tarde se juntou como empresário oficial da banda. “Greig tinha uma exigência para ser nosso empresário – ele queria controle total”, escreveu Whibley no livro de memórias, segundo a reportagem do Los Angeles Times. “Não podíamos falar com ninguém além dele, porque o mundo da música é ‘cheio de cobras e mentirosos’ e ele era a única pessoa em quem podíamos confiar.” Whibley relatou que Nori uma vez pediu que ele o seguisse até um banheiro para tomar ecstasy e, quando chegou lá, o ex-empresário agarrou seu rosto e o beijou “apaixonadamente” sem consentimento. Nori disse ao cantor: “[Whibley] trouxe isso à tona nele porque o que [eles] tinham era muito especial”. No livro de memórias, o cantor também afirmou que os encontros sexuais terminaram depois que um amigo em comum descobriu o que ele havia passado e que sua ex-esposa, Avril Lavigne, soube o que acontecia e disse: “Isso é abuso! Ele abusou sexualmente de você.” Até o momento, Greig Nori não respondeu aos pedidos de comentário sobre as acusações. Via: RockBizz

As I Lay Dying anuncia 4 shows no Brasil para 2025
O grupo As I Lay Dying anunciou quatro shows no Brasil como parte de sua turnê latino-americana. O giro conta datas em Belo Horizonte (13/03, Mister Rock), Rio de Janeiro (14/03, Circo Voador), São Paulo (15/03, Carioca Club) e Curitiba (16/03, Tork N’ Roll). Os ingressos estarão à venda de ingressos a partir desta quinta-feira, 10, às 13h, no site oficial do Clube do Ingresso. Após os shows no Brasil a banda passará pela Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Costa Rica e México. SERVIÇO AS I LAY DYING EM SÃO PAULO Data: 15/03/2025 (sábado)Abertura da casa:18hBanda de abertura a confirmarLocal: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, São Paulo – SP Ingressos PistaR$200 (Pista / Primeiro Lote – Meia entrada / Estudante)R$200 (Meia solidária para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).Inteira: R$360 R$250 (Pista / Segundo Lote – Meia entrada / Estudante)R$250 (Meia solidária para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).Inteira: R$500 CamaroteR$350 (Primeiro Lote – Meia entrada / Estudante)R$350 (Meia solidária para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).Inteira: R$700 Locais da venda antecipada sem taxa de serviços (pagamento em dinheiro)LOJA 255 (Galeria do Rock, Rua 24 de Maio, 62, primeiro andar, loja 255, São Paulo-SPBILHETERIA DO CARIOCA CLUB – Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SPVenda de ingressos pela internet, com taxa de serviços: www.clubedoingresso.comRealização: Liberation Tour BookingInformações gerais: [email protected]Classificação: 16 anos. Menores entre 14-16 anos deverão estar acompanhados de pai ou mãe (pagante). Problemas de Tim Lambesis, vocalista da banda Lambesis foi preso em 2014 após ter encomendado o assassinado de sua ex-esposa. Em maio daquele ano, ele foi sentenciado a seis anos de prisão após ter se declarado culpado. Aproximadamente dois anos e meio depois, em dezembro de 2016, ele foi solto. Em junho de 2018 o As I Lay Dying tocou seu primeiro show com o vocalista, após ter divulgado um vídeo explicando o retorno do grupo. Em setembro de 2019 a banda divulgou o sétimo disco de estúdio, Shaped By Fire. Uma vez o vocalista sou o Facebook para falar do assunto. Ele disse que tem reconstruído a vida e se dedicado aos princípios da honestidade: “Eu sou contra quem eu fui no meu passado. Estou perseguindo um novo propósito com o renascimento do AILD. Estamos fazendo-o coletivamente.” “As pessoas que apoiam o AILD não estão apoiando a pessoa que eu fui. Parte da minha vida, agora, é desfazer o sofrimento que causei e ajudar outros que também tenham vícios. Em vez disso, eu acho que os fãs do AILD estão apoiando a crença de que as pessoas podem mudar. Eu nunca conseguirei desfazer meus maiores erros, mas eu acredito que é melhor fazer algo do que desistir.” Quando saiu da prisão, o vocalista divulgou uma nova nota: “Palavras não podem expressar o quanto eu sinto pela dor que eu causei. Não há nenhum argumento para o que eu fiz, e agora eu olho para a pessoa que eu me tornei com tanto desdenho quanto vocês.” “Primeiro, eu quero pedir desculpa a minha ex-mulher e meus incríveis filhos pelas minhas ações. Não há um dia que se passa que eu não quero desfazer o estrago que fiz e em respeito a eles eu não vou falar mais nada deles (agora ou no futuro).” Em 2021, ele foi processado por uma mulher que alega ter se machucado durante o incêndio causado pelo músico em dezembro do ano anterior. Vivienne Barcena, que sofreu queimaduras de segundo grau, disse ter se machucado quando Lambesis deixou cair gasolina em uma fogueira na casa de seus pais. Na época, o vocalista disse que o incêndio foi acidental e que ele acabou queimando 25% do seu corpo. Via: Wiki Metal

Erik Grönwall canta hits do Iron Maiden e Skid Row em show na Suécia
No último sábado e domingo, dias 05 e 06 de outubro, Erik Grönwall cantou hits do Iron Maiden e Skid Row em show na Suécia. Na festa hard rock e metal, Erik teve a companhia de Nina Söderquist (vocal), Nicke Borg (vocal – Backyard Babies), Tommy Johansson (guitarra – Majestica, ex-Sabaton), Kicken (bateria) e Jona Tee (teclado – H.E.A.T). Alguns registros amadores das apresentações podem ser curtidos logo abaixo – cortesia do canal Lotta Andersson. Assista: Monkey Business: Run to the Hills: E por falar em Erik Grönwall, o cantor vai cair na estrada com Michael Schenker para promover o álbum My Years With UFO. A tour será pela Europa e começará no dia 09 de abril na Holanda. Veja o itinerário completo da turnê a seguir: Abril– Dia 09 – Zoetermeer, Holanda- Poppodium Boerderij– Dia 10 – Hamburg, Alemanha – Fabrik– Dia 11 – Coesfeld, Alemanha – Fabrik– Dia 12 – Neuruppin, Alemanha – Kulturhaus Stadtgarten– Dia 16 – Krakow, Polônia – Klub Kwadrat– Dia 19 – Mannheim, Alemanha – Capitol– Dia 21 – Augsburg, Alemanha – Spectrum Club– Dia 22 – Nuremberg, Alemanha – Der Hirsch– Dia 25 – Maastricht, Holanda – Muziekgieterij– Dia 26 – Uden, Holanda – De Pul– Dia 27 – Herford, Alemanha – Kulturwerk– Dia 28 – Bochum, Alemanha – Zeche– Dia 30 – Pratteln, Suíça – Konzertfabrik Z7 Como o nome já entrega, My Years With UFO cobre os anos entre 1972 e 1978, período em que Schenker foi membro da banda britânica UFO. Além de Erik Grönwall, My Years With UFO conta com muitos outros convidados como Axl Rose (Guns N’ Roses), Slash (Guns N’ Roses), Erik Grönwall (ex-Skid Row), Dee Snider (Twisted Sister), Joey Tempest (Europe), Roger Glover (Deep Purple), Joel Hoekstra (Accept, ex-Whitesnake), John Norum (Europe), Adrian Vandenberg (ex-Whitesnake) e mais. Via: RockBizz

Mingau, do Ultraje a Rigor, recebe alta mais de um ano após ter sido baleado
Notícias Mingau, baixista do Ultraje a Rigor, após mais de um ano internado no Hospital São Luiz, na Zona Sul de São Paulo, recebeu alta, na última segunda-feira, 07, Seu tratamento será realizado em uma clínica de reabilitação. Após ter sido baleado na cabeça, em Paraty, no Rio de Janeiro, em setembro de 2023, Mingau passou por várias cirurgias, incluindo uma cranioplastia – uma cirurgia para recuperar a função protetora do crânio – em julho. Em suas redes sociais, Isabella Aglio, filha de Mingau, comentou: “Agradecemos a todos os profissionais que cuidaram do meu pai até aqui – médicos, enfermeiros, fisioterapeutas… Agora estamos prontos para essa nova fase do tratamento.” Ela realça a força e persistência do pai, dizendo que ele “continua nos ensinando a ter paciência.” Mingau teve seu aniversário de 57 anos comemorado ema 3 de setembro, quando onde foi homenageado pelos integrantes do Ultraje a Rigor em suas redes sociais. LEIA TAMBÉM: Ultraje a Rigor toca cover de Paranoid no The Noite Via: Wiki Metal

Entrevista Ciça Moreira: vocalista lança ‘SÍNDRØME’
Iniciando sua carreira bastante jovem, Ciça Moreira vem ganhando espaço e reconhecimento dentro da cena do rock. A vocalista, de 18 anos, já lançou 3 álbuns, além de ter participado do programa Canta Comigo Teen aos 13 anos. Dona de uma voz característica, ela traz um carisma e presença de palco única. Recentemente lançou seu mais novo trabalho, SÍNDRØME (2024), que traz influências que vão desde dubstep e trap, até punk pop e metalcore. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, a artista comentou sobre o recente registro, a nova geração do rock, representatividade feminina e mais! SÍNDRØME marca um ponto importante na carreira de Moreira, trazendo uma evolução, se comparando a seus trabalhos anteriores. Ela percebe isso, especialmente, na composição das letras, além de sua voz. Sobre seu processo de composição, ela explicou: “eu acho que cada música acaba sendo de um jeito diferente”. “Eu sempre fui uma pessoa que gostava muito de letra, então eu escrevia a letra, depois eu ia pensar numa melodia, depois eu ia pensar numa base harmônica e tal. Mas eu tô começando a experimentar coisas novas.” Ela relata uma novidade que implementou no projeto: “Tem várias músicas nesse álbum que não são só minhas. E tem algumas músicas que não são minhas, inclusive, que foram outros compositores que fizeram a música que eu escutei. E falei, ‘caramba, quero essa música no meu álbum.’ Foi uma coisa que eu também não tinha feito antes.” A mensagem que o álbum traz é muito bonita. “Ninguém precisa estar bem 24 horas. Todo mundo passa por problemas. Eu acho que a ideia do álbum é realmente você achar um jeito de, tipo, de mesmo você estando com problemas, você sair dali.” Muito se é falado a respeito dessa nova geração ter que “salvar o rock”. Mesmo que tenha sentido um pouco de pressão no início de sua carreira, ela conta que, “hoje em dia eu já não sinto tanto isso, hoje em dia eu já entendi que independente do que aconteceu, eu tô feliz fazendo a minha música, independente se eu conseguir fazer o rock ser o estilo número um escutado aí no Brasil, eu tô feliz fazendo as minhas músicas, e enquanto eu tiver pessoas me escutando, pra mim, eu já tô cumprindo o meu objetivo.” Ao falar sobre a cena do rock, mesmo que a cena tenha uma predominância masculina, ela percebe “uma melhora ao longo dos anos”. “Antigamente era muito pior. Então a gente vê mais mulheres querendo, sentindo coragem, sentindo a vontade para fazer o rock’n’roll, que eu acho super legal. Hoje em dia a gente vê várias. Mas ainda assim continua sendo um ambiente masculino, a gente consegue ver nos shows das bandas e tal, festivais que eu toco, que às vezes você vai ver no line-up, tem 40 bandas, e nas 40 bandas uma ou duas tem alguma mulher, então ainda é algo muito difícil, mas eu sinto que a gente tá conseguindo aos poucos, a gente falando sobre isso, a gente consegue aos poucos mais meninas aí, mais mulheres roqueiras fazendo música, a gente vai conseguindo isso aos poucos.” Além de ter conhecido pessoas novas e adquirido conhecimento, a vocalista conta que a sua participação no programa Canta Comigo também foi muito importante para que as pessoas conhecessem seu trabalho. “Eu lembro que as pessoas começaram a me seguir nas redes sociais, conheceram a minha música. Então, tanto pra divulgar o meu trabalho, tanto pra eu evoluir como artista, como pessoa, o Canta Comigo foi essencial. Eu sou muito grata pela experiência que eu tive lá. Foi incrível, incrível mesmo.” LEIA TAMBÉM: Ciça Moreira atualiza grito contra violência doméstica em versão de “Camila, Camila” Via: Wiki Metal

As I Lay Dying fará 4 shows no Brasil em março de 2025
As I Lay Dying fará 4 shows no Brasil em março de 2025! A tour brasileira consistirá em cidades como Belo Horizonte (13/03), Rio de Janeiro (14/03), São Paulo (15/03) e Curitiba (16/03). Do Brasil, o As I Lay Dying seguirá por todos os principais mercados latino-americanos, tais como Argentina, Chile, Colômbia, México, além de se apresentar pela primeira vez em sua história no Peru e na Costa Rica. Banda Somando-se aos icônicos membros Tim Lambesis (vocal) e Phil Sgrosso, estão na nova formação do AILD o ex-guitarrista do Unearth, Ken Susi, o baterista Nick Pierce e o baixista Ryan Neff, que também assumiu os vocais das partes mais melódicas do repertório da banda. Novo álbum Através de novos elementos e com espetacular produção assinada pelo guitarrista Phil Sgrosso e Hiram Fernandez, mixagem de Aaron Chaparian e masterização de Ted Jensen, Through Storms Ahead é uma evolução dos consagrados lançamentos anteriores do grupo, uma obra avassaladora que os solidificará como um dos grandes nomes do metalcore mundial. SERVIÇOAs I Lay Dying em São PauloData: 15/03/2025 (sábado)Abertura da casa:18hBanda de abertura a confirmarLocal: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, São Paulo – SP Ingressos PistaR$200 (Pista / Primeiro Lote – Meia entrada / Estudante)R$200 (Meia solidária para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).Inteira: R$360 R$250 (Pista / Segundo Lote – Meia entrada / Estudante)R$250 (Meia solidária para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).Inteira: R$500 CamaroteR$350 (Primeiro Lote – Meia entrada / Estudante)R$350 (Meia solidária para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).Inteira: R$700 Locais da venda antecipada sem taxa de serviços (pagamento em dinheiro)LOJA 255 (Galeria do Rock, Rua 24 de Maio, 62, primeiro andar, loja 255, São Paulo-SP BILHETERIA DO CARIOCA CLUB – Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP Venda de ingressos pela internet, com taxa de serviços, no Clube do Ingresso. Classificação: 16 anos. Menores entre 14-16 anos deverão estar acompanhados de pai ou mãe (pagante). Via: RockBizz

Saxon lança clipe da faixa “Fire and Steel”
A banda inglesa Saxon lançou o clipe de “Fire and Steel”, faixa do seu último álbum, Hell, Fire and Damnation (2024). O clipe foi dirigido, produzido e editado por Paul Michael Green, CEO da Borderline Hollywood. Sobre a música, Biff Byford, vocalista da banda inglesa de heavy metal, conta que o título seria originalmente “Fire and Steam” e que os arranjos eram, em si, mais parecidos com o thrash metal do que o heavy metal clássico. Byford relata, ainda, que teve uma epifania sobre a música: “de repente, pensei que o título ‘Fire And Steel’ era melhor”, mudando o enredo antes pensado para a história de Sheffield, lugar onde os membros do Saxon costumavam ir para assistir a várias bandas no Sheffield City Hall (via Blabbermouth). Hell, Fire and Damnation: o último álbum? O mais recente disco do Saxon, lançado em janeiro deste ano, é o vigésimo quarto álbum de estúdio da banda de heavy metal. O trabalhou levou a banda ao top 19 da UK Albums Chart e top 4 em países como Áustria, Suíça e Alemanha. Contando com a coprodução, mixagem e masterização do brilhante Andy Sneap (Judas Priest, Exodus), o álbum aborda a típica narrativa épica entre o bem e o mal – ou, propriamente, o Céu e o Inferno. Desde o ano passado, quando o guitarrista Paul Quinn anunciou que estava deixando a turnê com a banda, cancelando sua passagem pela América do Sul e a participação no Monsters Of Rock, os fãs especulam a futura aposentadoria da banda. Porém, isto é o que o Saxon demonstra estar bem longe de fazer, mostrando ao seu público que a banda segue viva e sem previsão para descanso, já prevendo a turnê de Hell, Fire and Damnation para 2025 com a substituição para Brian Tatler (Diamond Head) à frente da guitarra. LEIA TAMBÉM: Entrevista Saxon: Biff Byford fala sobre fãs latinos e legado da banda Via: Wiki Metal