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Fabio Lione compartilha story irônico aparentemente direcionado ao Angra

O vocalista italiano Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine) integrou o Angra por treze anos, o que rendeu três álbuns de estúdio – Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023) e várias turnês no mercado estrangeiro e nacional – Magic Mirror Tour, Rebirth 20th

Por RockBizz 2 horas atrás
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Fabio Lione compartilha story irônico aparentemente direcionado ao Angra

O vocalista italiano Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine) integrou o Angra por treze anos, o que rendeu três álbuns de estúdio – Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023) e várias turnês no mercado estrangeiro e nacional – Magic Mirror Tour, Rebirth 20th Anniversary Tour e Temple of Shadows 20th Anniversary Tour.

Apesar de tanto trabalho, a parceria entre o cantor e a banda chegou ao fim. O último show do músico com os brasileiros aconteceu dia 26 de abril de 2026, no Bangers Open Air.

Lione já provou repetidas vezes que não tem papas na língua, portanto, fala o que quer sem rodeios e doa a quem doer com suas posições. Ex-colegas de trabalho do italiano, como os caras do Angra, já estiveram no radar de suas críticas.

Na última quarta-feira, 04, Fabio compartilhou um story irônico aparentemente direcionado ao Angra. O conteúdo não cita o grupo, tampouco seus integrantes, mas menciona o Bangers, e sugere que alguém tentou irritá-lo e que sua performance no festival foi uma resposta para algum – ou alguns – adversário(s).

“Você queria me irritar – pois bem, missão cumprida! Talvez eu devesse mandar todos vocês naquele lugar – embora, de certa forma, eu já tenha feito isso no Bangers. Deixei todo mundo no chinelo e fui para casa, praticamente passei o trator sobre vocês sem nem fazer esforço – imagina só o que teria acontecido se eu tivesse me esforçado de verdade”.

Ainda na mesma publicação, o italiano deixou claro que vem se mantendo quieto nos últimos sete meses, o que seu(s) desafeto(s) não está(ão) fazendo, visto que sempre o cita nas entrevistas.

“Ou talvez eu devesse ser quem conduz uma entrevista, já que, nos últimos sete meses, não mencionei nenhum de vocês nem fiz nenhuma entrevista, mas vocês continuam sentindo a necessidade de ter meu nome na boca – bocas que, aliás, vocês deveriam lavar antes de abrir para falar dos outros e tentar queimar minha imagem gratuitamente”.

Reprodução redes sociais

Fonte: RockBizz