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Sleep Token estreia o videoclipe da faixa Caramel
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06/04/2025

Sleep Token estreia o videoclipe da faixa Caramel

O britânico Sleep Token estreou o videoclipe da faixa Caramel, canção que estará no álbum Even In Arcadia, que tem previsão de sair no dia 09 de maio pela RCA Records. De acordo com a banda, a música mistura melodias delicadas com ritmos pesados, criando uma combinação única de beleza terna e força implacável, com vocais que transmitem vulnerabilidade assombrosa e uma dor não dita. Confira: A partir de junho, o conjunto fará uma turnê pela Europa e Reino Unido em promoção ao seu novo rebento de estúdio. O giro passará por países com Alemanha e Inglaterra. Depois disso, os caras vão levar seu som místico aos fãs dos Estados Unidos, com uma extensa turnê pelo país que cobrirá as costas leste e oeste. Para ficar por dentro de todo o itinerário da tour e o passo a passo do Sleep Token, basta acessar aqui. Via: RockBizz

Danko Jones lança o lyric video de What You Need
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05/04/2025

Danko Jones lança o lyric video de What You Need

O trio canadense Danko Jones lançou o lyric video de What You Need. A canção teve a produção e mixagem de Eric Ratz (Billy Talent, Cancer Bats) e a masterização de Harry Hess (Hbomb Mastering). Já sobre a música, a banda escreveu o seguinte: “Se você quer, nós vamos te dar o que você precisa! O som está cheio riffs de guitarra concisos que levam ao envolvente refrão. É um clássico inegável e será um grande hit ao vivo”. Curta o lyric video de What You Need: O Danko Jones conta com os trabalhos de Danko Jones (vocal e guitarra), John Calabrese (baixo) e Rich Knox (bateria). Danko Jones é um trio próximo de completar 3 décadas na estrada, fazendo rock visceral, nos moldes dos anos 70. O conjunto foi formado em 1996, em Toronto, no Canadá. A discografia de Danko Jones conta com onze discos como Born a Lion (2002), We Sweat Blood (2003), Sleep Is the Enemy (2006), Never Too Loud (2008), Rock and Roll is Black and Blue (2012), Wild Cat (2017) e A Rock Supreme (2019). Via: RockBizz

Adrian Smith (Iron Maiden) diz que jamais usaria IA para compor música: “IA é o começo do fim”
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05/04/2025

Adrian Smith (Iron Maiden) diz que jamais usaria IA para compor música: “IA é o começo do fim”

O uso da IA (Inteligência Artificial) está disseminado em todos os lugares de nossas vidas. Da área cultural até no campo médico, muitas pessoas estão lançando mão do dispositivo para criar novas soluções para as suas próprias demandas. Algumas pessoas da seara artística, no entanto, não aderem a tal avanço tecnológico, com isso preferem criar as suas músicas, desenhos, textos e afins da maneira antiga, isto é, dependendo apenas do próprio esforço, criatividade e inspiração. O guitarrista do Iron Maiden, Adrian Smith, conversou com o apresentador Andrew McKaysmith, do canal Scars And Guitars, e disse que jamais usaria IA para compor música. O britânico é do time contra ao aparato tecnológico. “De jeito nenhum usaria IA para compor”, disparou Adrian. “Eu nem quero pensar nisso. É o começo do fim”, pontuou. “As mídias sociais já são ruins o suficiente. Mas isso está em outro nível e não consigo ver isso tendo qualquer efeito”. “A gravação digital e o Pro Tools agora permitiram que qualquer um invente algo e soe respeitável, mas é tudo feito por computadores”, analisou. “Eu cresci na velha escola, na qual você tinha que realmente tocar no estúdio. Você não podia ajustar nada depois. E isso faz de você mais um artesão”, destacou. “Nós usamos a gravação digital porque é conveniente e economiza tempo e dinheiro, mas IA, não”. Confira o bate-papo na íntegra aqui: Via: RockBizz

Black Pantera faz turnê na Europa e lança o single inédito Seleção Natural
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05/04/2025

Black Pantera faz turnê na Europa e lança o single inédito Seleção Natural

O Black Pantera não para. Em meio à turnê de Perpétuo, lançaram o disco Black Pantera: Ao Vivo no Palco Supernova – Rock in Rio Brasil 2024 e, nesta sexta-feira (04), liberaram o single inédito Seleção Natural. Ainda neste mês, no dia 14, a versão em fita cassete de Perpétuo chega às lojas. Fora isso, vão se apresentar no Hellfest Le Off, um dos maiores festivais de rock do mundo em Clisson, na França. A banda mineira toca na pré-festa, que acontece no dia anterior ao festival e atrai fãs de rock do mundo todo. Depois, o Black Pantera faz outros shows na Europa, que serão divulgados em breve. Seleção Natural é o primeiro single depois do elogiadíssimo Perpétuo (2024/Deck), presente em praticamente todas as listas de melhores discos do ano. A música traz uma letra forte e direta, endereçada aos racistas e fascistas. “Hoje vemos, tanto no Brasil como no mundo, um retrocesso. A ascensão do fascismo, da homofobia, muita gente convergindo pelo nazismo também. ’Seleção Natural’ é bem direta, com uma letra sem subjetividades e um instrumental pesadão, com aquele ódio que a gente tem diante de tudo isso”, comentou o baixista e vocalista Chaene da Gama. Sobre a versão em fita cassete de Perpétuo, Chaene declarou: “Para nós, que estamos na faixa dos 40 anos e tivemos muitos cassetes na infância e adolescência, ver nosso álbum lançado nesse formato é uma alegria e uma honra. Só de ter o vinil já foi um grande passo, imagine ter a fita cassete também”. Via: RockBizz

Halestorm: “Falaram para eu largar o metal e o hard rock para ir para o pop”, reclama Lzzy Hale
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05/04/2025

Halestorm: “Falaram para eu largar o metal e o hard rock para ir para o pop”, reclama Lzzy Hale

Recentemente, o Spotify promoveu uma mesa redonda com as cantoras Lzzy Hale (Halestorm), Cristina Scabbia (Lacuna Coil) e Courtney LaPlante (Spiritbox). Em certo momento da conversa, Lzzy reclamou que algumas pessoas falaram para ela largar o metal e o hard rock para ir para o pop. “Eu lutei muito para não ter uma carreira solo, apesar de todas as pessoas quererem que eu tivesse uma”, contou Hale. “Eu lembro de ter dezesseis anos e ir tocar nos clubes, os caras ficavam falando para eu deixar o meu irmão, deixar a minha banda e meus companheiros”. “Eles falavam para eu ir para o pop e ficavam perguntando o porquê de eu gostar de metal e do hard rock”, reclamou. “Mas esse tipo de música falou comigo, jamais tocaria outro estilo”, completou em tom assertivo. Veja no tocador abaixo a mesa redonda com Lzzy Hale, Cristina Scabbia e Courtney LaPlante: A hard rocker também compartilhou um trecho do bate-papo em seu canal oficial no Instagram. Confira: Halestorm está trabalhando no sucessor de Back from the Dead, que saiu em maio de 2022 pela Atlantic. O quarteto está tendo a colaboração de Dave Cobb, que está atuando como produtor. A previsão que o disco vislumbre a luz do Sol ainda neste ano. Via: RockBizz

Ian Anderson explica por que Tony Iommi não era o guitarrista certo para o Jethro Tull
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05/04/2025

Ian Anderson explica por que Tony Iommi não era o guitarrista certo para o Jethro Tull

No final da década de 1960, o riff master do metal Tony Iommi fez uma breve participação no Jethro Tull. Na época, a banda de Ian Anderson havia acabado de lançar seu álbum de estreia, This Was, e precisava de um novo guitarrista, já que Mick Abrahams saiu para formar o Blodwyn Pig. Como as coisas ainda não haviam decolado para o Earth, banda que passaria a se chamar Black Sabbath tempos depois, Iommi foi tentar a sorte substituindo Abrahams. Em nova entrevista ao Ultimate Guitar, Ian Anderson explicou por que Tony Iommi não era o guitarrista certo para o Jethro Tull. “Bem, certamente, a forma de Tony tocar me atraiu quando o ouvi tocar pela primeira vez como membro de uma banda que estava abrindo para a gente, era uma banda chamada Earth. Os membros dessa banda eram todos competentes, incluindo o cantor (Ozzy Osbourne). Eles faziam uma mistura de blues e hard rock, fiquei impressionado com a forma de tocar de Tony. Ele tocava de uma forma muito clara e direta! Ele fazia uma música muito rítmica, muito poderosa e orientada aos riffs. Quando o nosso guitarrista original (Mick Abrahams) deixou a banda, convidei Tony para vir e passar um ou dois dias conosco, só para ver se havia algum futuro em trabalharmos juntos”. Ian continuou: “As coisas não iam acontecer, porque eu já tinha escrito algumas músicas para o que seria o segundo álbum do Jethro Tull, Stand Up, e algumas delas eram bem difíceis para Tony tocar, por causa dos ferimentos na sua mão, o qual ele sofreu em um acidente industrial. Ele tinha um estilo próprio de tocar, assim como Django Reinhardt, que teve que aprender a tocar com apenas dois dedos”. “Tony não tem exatamente esse impedimento, mas alguns formatos de acordes são difíceis para ele tocar, já que ele tem pontas protéticas em alguns dedos. É bem difícil para ele tocar de forma convencional. Então, não seria muito fácil para ele tocar algumas das músicas que eu estava escrevendo. E se eu tivesse tentado reescrever as coisas dentro do estilo musical de Tony, acho que teria mudado muito a banda. E da minha perspectiva, acho que não seria para melhor, porque eu gostava de tocar acordes mais complexos e usar harmonias mais complexas. Portanto, eu não acho que a presença de Tony teria sido certa. Mas foi muito legal trabalhar com ele por alguns dias. Eu continuo amigo de Tony Iommi por todo esse tempo”, finalizou o frontman do Tull. Relembre a breve passagem de Tony Iommi no JT no vídeo ao vivo de Song For Jeffrey: Via: RockBizz

As bandas de hoje em dia são acovardadas; não têm a atitude do Motörhead, segundo Mikkey Dee
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05/04/2025

As bandas de hoje em dia são acovardadas; não têm a atitude do Motörhead, segundo Mikkey Dee

Por mais de vinte anos, o baterista sueco Mikkey Dee foi o braço direito de Lemmy Kilmister nos trabalhos do Motörhead. Juntos, eles lançaram álbuns importantes para a música pesada como Bastards (1993), Sacrifice (1995), Overnight Sensation (1996), Inferno (2004) e Kiss of Death (2006). Com a morte de Lemmy em 2015, aos 70 anos, pouco depois de ser diagnosticado com câncer de próstata, o Motörhead encerrou as atividades para sempre. Em recente entrevista ao The Europe Drum Show Official Podcast, Mikkey refletiu que jamais poderia existir uma banda como o Motörhead hoje em dia. “Não tem como ter uma banda como o Motörhead hoje. Nós éramos livres. Eu conheci Lemmy há 34 anos, e foi nessa época que ele me chamou para tocar na banda. Isso foi em 1986, quando eu tocava com o King Diamond. Eu respeitosamente tive que recusar o convite porque eu não estava pronto para tocar com eles. Ainda não tinha experiência. Mas é inacreditável sentar aqui hoje e ver que nós começamos a tocar juntos há cerca de vinte e cinco anos”. Dee continuou: “Nós escrevemos nossa música. Se você gostasse, era um ótimo bônus, mas se você achasse que era a pior porcaria do mundo, nós não nos importaríamos. Hoje em dia não tem como existir uma banda com esse tipo de atitude. Algumas pessoas dizem que têm essa atitude, mas com certeza não têm, porque quando chega a hora da verdade, eles estão se acovardando na maior parte do tempo. E o dinheiro é muito importante hoje para as bandas, o que é compreensível porque é extremamente difícil estar em turnê e gravar e ganhar a vida na indústria musical hoje em dia”. “Eu entendo que o dinheiro é mais importante hoje do que era em nossos dias. É sempre importante, mas nunca sentimos que precisávamos ter cem milhões no banco. Lemmy estava feliz tendo seu uísque e vivendo o dia a dia e não ficando sem dinheiro. Nós só queríamos ter uma vida boa e uma vida divertida”, completou. Veja a entrevista na íntegra no player abaixo: Via: RockBizz

Linkin Park mostra os bastidores do clipe Up From The Bottom
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04/04/2025

Linkin Park mostra os bastidores do clipe Up From The Bottom

Pelo seu canal oficial no YouTube, o Linkin Park mostrou os bastidores do clipe Up From The Bottom. A canção é o primeiro registro de estúdio da banda norte-americana desde a chegada do álbum de retorno From Zero, que saiu em novembro do ano passado. Confira: Para curtir a versão final do audiovisual é só acessar este outro player: Up From the Bottom estará na versão luxuosa do álbum From Zero, que sairá no dia 16 de maio pela Warner. Track listing de From Zero (Deluxe Edition): CD1 01. From Zero02. The Emptiness Machine03. Cut The Bridge04. Heavy Is The Crown05. Over Each Other06. Casualty07. Overflow08. Two Faced09. Stained10. IGYEIH11. Good Things Go CD 2 01. Up From The Bottom02. Unshatter03. Let You Fade04. The Emptiness Machine (Live)05. Heavy Is The Crown (Live)06. Over Each Other (Live)07. Casualty (Live)08. Two Faced (Live) Via: RockBizz

Volbeat dá à luz ao clipe de In the Barn Of The Goat Giving Birth To Satan’s Spawn In A Dying World Of Doom
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04/04/2025

Volbeat dá à luz ao clipe de In the Barn Of The Goat Giving Birth To Satan’s Spawn In A Dying World Of Doom

O Volbeat deu à luz ao clipe de In the Barn Of The Goat Giving Birth To Satan’s Spawn In A Dying World Of Doom em promoção ao seu nono álbum de estúdio, God Of Angels Trust, que sairá no dia 06 de junho pelo selo Vertigo/Universal. Veja: O single anterior foi a canção By a Monster’s Hand. Assista o vídeo neste outro tocador: O disco, que teve a produção de Jacob Hansen (Amorphis, Primal Fear e mais), estará disponível em muitos formatos como CD, CD deluxe, vinil preto de 180g, vinil colorido (verde), cassete e digital (download e streaming). Atualmente, o Volbeat conta com os trabalhos de Michael Poulsen (vocal, guitarra), Jon Larsen (bateria) e Kaspar Boye Larsen (baixo). Track listing de God Of Angels Trust: 01. Devils Are Awake02. By A Monster’s Hand03. Acid Rain04. Demonic Depression05. In The Barn Of The Goat Giving Birth To Satan’s Spawn In A Dying World Of Doom06. Time Will Heal07. Better Be Fueled Than Tamed08. At The End Of The Sirens09. Lonely Fields10. Enlighten The Disorder (By A Monster’s Hand Part 2) Via: RockBizz

Fernanda Lira (Crypta) celebra 9 anos de veganismo e lista os benefícios de uma vida sem produtos de origem animal
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03/04/2025

Fernanda Lira (Crypta) celebra 9 anos de veganismo e lista os benefícios de uma vida sem produtos de origem animal

A vocalista e baixista Fernanda Lira (Crypta, ex-Nervosa) usou as redes sociais para celebrar seus 9 anos de veganismo e listar os benefícios de uma vida sem produtos de origem animal. Segunda a musicista brasileira, vantagens como mais energia e menos problemas estomacais e refluxo são vistos em uma dieta vegana balanceada e com boa orientação. Fernanda também ressaltou em sua postagem que aderiu ao veganismo por conta da causa animal. Ela é uma defensora dos bichos e acredita que eles devem viver as suas vidas livres e não servindo de comida para as pessoas e cobaia para a indústria farmacêutica, por exemplo. Além disso, Lira chamou atenção para a questão econômica, pois as carnes e derivados do leite são alguns dos alimentos mais caros em nossa mesa. Confira a postagem de Fernanda Lira e as suas observações sobre a saúde, meio ambiente, animais, economia e sobre se alimentar melhor. Além da paulistana, outros rock stars são adeptos ao veganismo como João Gordo (Ratos de Porão), Geezer Butler (Black Sabbath), Rob Zombie, Alissa White-Gluz (Arch Enemy) e Doyle Wolfgang von Frankenstein (Misfits). Veganismo Com o foco em gozar de uma saúde mais harmoniosa e um “lifestyle” longe dos maus tratos aos animais, algumas pessoas adotam o veganismo como filosofia de vida. O vegano não é apenas o indivíduo que deixa de consumir alimentos de procedência animal, a doutrina passa também em eliminar, por exemplo, o uso de vestuários, cosméticos, produtos de higiene e entretenimento (rodeio, zoológicos, etc) que sejam de origem animal, além disso, lançar mão de itens e ações sustentáveis em prol do meio ambiente. Evidentemente, a teoria é muito mais fácil do que a prática. Apesar da atual abundância de produtos ofertados no mercado, aderir ao veganismo requer muita paciência e firmeza para adaptação de uma dieta vegana, contudo, os benefícios são grandes. Via: RockBizz

Jon Schaffer abraça de corpo e alma o cristianismo: “É incrível a maneira como Deus trabalha”
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03/04/2025

Jon Schaffer abraça de corpo e alma o cristianismo: “É incrível a maneira como Deus trabalha”

O guitarrista Jon Schaffer (Iced Earth, Demons & Wizards) foi sentenciado a três anos de liberdade condicional e 120 horas de serviço comunitário por seu envolvimento na invasão ao Capitólio norte-americano em 6 de janeiro de 2021, em protesto a eleição geral ocorrida em novembro de 2020, quando o republicano Donald Trump fora derrotado pelo democrata Joe Biden. Além disso, o músico precisou pagar uma multa de mil dólares [quase seis mil reais] e mais duzentos dólares [pouco mais de mil reais] por uma avaliação especial obrigatória. Em recente entrevista ao podcast cristão Later Than You Think, Jon Schaffer comentou que o tempo em que ficou na cadeia o fez refletir sobre a vida e abraçar de corpo e alma o cristianismo. De acordo com o músico, Deus tem maneiras incríveis de trabalhar. “Estou na jornada espiritual há algum tempo! Eu lia a Bíblia, mas não me conectava porque sou um indivíduo muito teimoso. No entanto, estar em isolamento me fez pensar muito, perceber o poder e o mal que você enfrenta e como lidar com certas pessoas”. Jon continuou: “Sei que o batismo na religião não me garante salvação ou algo assim. Não é esse o ponto. No entanto, estou feliz por ter encontrado a Cornerstone Church. Percebi o quanto temos em comum. Então, é simplesmente incrível a maneira como Deus trabalha”. “Estou aprendendo muito! Além disso, consegui perdoar os meus pais, o que foi um grande passo. Foi um passo enorme. O Espírito Santo, no entanto, me revelou que eu não podia perdoar meus pais, pois o perdão é uma jornada. Acho que sempre vai ser uma luta por causa desse aspecto humano”, completou. Para assistir a entrevista completa do cristão Jon Schaffer, basta acessar o player abaixo: Schaffer, que é um dos fundadores da seita extremista e ultra direitista Oath Keepers, declarou-se culpado por duas [obstrução de um processo oficial do Congresso e invasão de propriedade em áreas restritas do Capitólio] das seis acusações que enfrentou na Justiça dos Estados Unidos. Via: RockBizz

Bush enche o coração dos fãs de alegria com show saudosista no Rio de Janeiro
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03/04/2025

Bush enche o coração dos fãs de alegria com show saudosista no Rio de Janeiro

Para quem viveu o auge da MTV no Brasil, que foi na década de 1990, pôde curtir em primeira mão bandas como Bush, Stone Temple Pilots, Nirvana e Pearl Jam, que eram as novidades da cena musical rock n’ roll. É claro que muita gente torceu o nariz para tais grupos, mas, mesmo assim, houve uma parcela considerável da audiência que chancelou a faceta sonora noventista. O tempo passou, a maioria dessas bandas encerraram as atividades por motivos mil – morte de integrante ou briga por grana foram as razões que mais se sobressaíram nas contendas. Os nomes que ainda conseguiram permanecer de pé nutrem até os dias de hoje um carinho desses fãs de outrora. O show do Bush na capital fluminense, que rolou na última quarta-feira, 02, no Vivo Rio, foi a prova desta máxima. O público majoritariamente na casa dos quarenta anos para cima, ou seja, audiência cativa da MTV em tempos passados, fizeram barulho o suficiente para deixar Gavin Rossdale (vocal e guitarra), Chris Traynor (guitarra), Corey Britz (baixo) e Nik Hughes (bateria) com o sorrisão no rosto e rasgando elogios aos cariocas. Foto: Livia Teles / RockBizz A explosiva Everything Zen começou a festa noventista em tom nada manso, e fora a primeira representante do debute multiplatinado Sixteen Stone, que saiu em novembro de 1994, nos últimos suspiros do amado/odiado grunge. Sem medo de queimar largada e gastar os hits no comecinho da festa, Machinehead fez a plateia viajar no tempo com o seu refrão pegajoso. E para provar que conseguia manter a empolgação a níveis elevados com os sons mais novos, o quarteto sacou Blood River, de The Kingdom, da cartola, canção de seu oitavo registro de estúdio, de 2020. Já a comunicação com os fãs só veio antes de The Chemicals Between Us, na qual Rossdale se mostrou feliz pelo considerável quórum da noite. O Bush se beneficia de um fenômeno não raro na música, que é a elevação do poderio sonoro em ambiente ao vivo. Até mesmo as parte mais contemplativas e morosas de algumas canções ganham essencial picância e intensidade, o que deixa o ânimo do público mais a flor da pele. O triste, contudo, foi perceber a aguda inserção de faixas de apoio e playbacks para que Gavin soasse como um rouxinol ou algo do gênero. A tática é um estelionato artístico, visto que não condiz com os méritos próprios do artista. Além disso, mais vale um erro honesto do que um acerto falso, e foi lamentável constatar que Gavin e companhia não pensam assim. As faixas de apoio e playbacks, todavia, não pareceram incomodar os fãs, pois vibraram bastante ao som da trinca Quicksand, Greedy Fly e Identity. Com o jogo ganho, o galã quase sexagenário segurou a onda de Swallowed sozinho no palco para o delírio do parcela feminina da galera. Foto: Livia Teles / RockBizz A veia rock n’ roll voltou no trio final, o qual foi composto por Heavy Is the Ocean, Flowers on a Grave e Little Things. A breve saída de praxe do palco foi só para os mais afoitos comprarem a última cerveja e se prepararem para os últimos atos da noite. More Than Machines realçou ainda mais o uso de playbacks por parte do frontman, o que pareceu não ser um problema para ao público pagante. No hit Glycerine, Gavin tirou uma onda com a sua Fender Custom Shop Jazzmaster, a qual abrilhantou a festa com o timbre característico de seu captador Lollar P-90 Jazzmaster. Para fechar a noite com chave de ouro, Comedown, terceiro single de Sixteen Stone, lavou a alma dos cariocas que não se importaram de sair de casa no meio da semana para prestigiar o evento. Dito isto, para o bem ou para o mal, o Bush está lendo o espírito do tempo, no qual muitas bandas e artistas pouco se importam para o teor humano e ao vivo da apresentação, pois o mais importante é entreter os fãs, e isso o conjunto fez deveras bem na última noite. Foto: Livia Teles / RockBizz Via: RockBizz

Eloy Casagrande (Slipknot) faz a rotação do planeta mudar com a performance de People = Shit
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03/04/2025

Eloy Casagrande (Slipknot) faz a rotação do planeta mudar com a performance de People = Shit

O virtuoso baterista Eloy Casagrande (Slipknot) fez a rotação do planeta mudar com a performance de People = Shit. A gravação do vídeo aconteceu no dia 11 de março em Auckland, Nova Zelândia, quando o grupo passou pela Oceania em promoção da Here Comes The Pain Tour, que é um giro em comemoração aos seus vinte e cinco anos de carreira. Veja: People = Shit é o open track do segundo álbum do Slipknot, Iowa, o qual saiu no dia 28 de agosto de 2001 pela Roadrunner Records. O disco, que vendeu mais de um milhão e meio de cópias ao redor do mundo, alcançou a primeira posição nas paradas britânicas e a terceira na Billboard 200. Ouça a versão original da canção neste outro player: No começo de junho, o noneto mascarado voltará ao Velho Continente para shows na Suécia, Alemanha, França Suíça e outros países para mostrar o poderio sonoro da Here Comes The Pain Tour. Para saber o itinerário completo da Here Comes The Pain Tour, basta acessar aqui. Via: RockBizz

Arch Enemy faz o clima esquentar com o clipe de A Million Suns
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02/04/2025

Arch Enemy faz o clima esquentar com o clipe de A Million Suns

O Arch Enemy fez o clima esquentar com o clipe de A Million Suns, música presente em seu novo álbum de estúdio, o décimo segundo de sua carreira, que se chama Blood Dynasty. O disco chegou ao mercado no dia 28 de março de 2025 pela Century Media Records. Veja: Sobre o novo disco, o guitarrista e líder da banda, Michael Amott, falou: “Este novo álbum ultrapassa os limites do que fizemos antes. É tudo o que você esperava da banda e mais um pouco! Mal podemos esperar para que você ouça e sinta a energia que colocamos em cada faixa. Bem-vindos a Blood Dynasty”. Atualmente, o Arch Enemy possui os trabalhos de Alissa White-Gluz (vocal), Michael Amott (guitarra), Joey Concepcion (guitarra), Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria). Track listing de Blood Dynasty: 01. Dream Stealer02. Illuminate the Path03. March Of the Miscreants04. A Million Suns05. Don’t Look Down06. Presage07. Blood Dynasty08. Paper Tiger09. Vivre Libre10. The Pendulum11. Liars & Thieves Via: RockBizz

Sharon Osbourne está aberta a transformar o Black Sabbath em atração virtual
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02/04/2025

Sharon Osbourne está aberta a transformar o Black Sabbath em atração virtual

O mundo da música é movido por dinheiro, portanto, onde houver dólares e euros os maiores players da cena estarão presentes para tentar gerar algum ganho em seu próprio benefício. Sharon Osbourne, por exemplo, está aberta a transformar o Black Sabbath em atração virtual, como aconteceu com o ABBA e seus avatares tempos atrás. Sharon, que é dona da marca Black Sabbath, falou por alto sobre a possibilidade em recente conversa com a revista Metal Hammer. “Claro que consideraria um projeto virtual do Sabbath”, afirmou Sharon. “A tecnologia continua avançando e avançando, e você pode fazer coisas incríveis agora, então o que você pode fazer em cinco anos será ainda melhor”, pontuou. “Você nunca sabe quais são as oportunidades”, acrescentou. No rock n’ roll, o KISS é a banda que está em processo de desenvolvimento de seus avatares pela Industrial Light & Magic (ILM) e Pophouse Entertainment. Ainda não há previsão para que a versão final dos avatares dos mascarados cheguem ao mercado. Via: RockBizz

Dave Navarro (Jane’s Addiction) une as escovas de dente com a modelo Vanessa DuBasso
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02/04/2025

Dave Navarro (Jane’s Addiction) une as escovas de dente com a modelo Vanessa DuBasso

O guitarrista Dave Navarro (Jane’s Addiction, ex-Red Hot Chili Peppers), 57, uniu as escovas de dente com a modelo sueca Vanessa DuBasso, 31. O casório aconteceu no dia 29 de março em um castelo em Dunskey Estate em Stranraer, Escócia. Sobre o local do casamento, Vanessa comentou o seguinte durante entrevista à revista People: “Ele exala um charme melancólico e etéreo. Cercado por uma floresta imponente, ele parecia um conto de fadas”. Navarro completou: “Queríamos que nosso casamento parecesse um sonho. Era importante para nós encontrar um lugar que fosse diferente de qualquer outro em que já estivemos, um lugar que abraçasse a natureza e nos transportasse para outro mundo. Queríamos que nossos entes queridos compartilhassem dessa experiência íntima”. A revista compartilhou alguns registros da festa de casamento do casal. Veja: Este é o quarto casório de Dave Navarro! Anteriormente, o rock star se relacionou com Tania Goddard (1990 a 1992), Rhian Gittins (1994) e Carmen Electra (2003 a 2007). Via: RockBizz

Savatage: Zak Stevens convida os fãs para o show no Monsters Of Rock Brasil
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01/04/2025

Savatage: Zak Stevens convida os fãs para o show no Monsters Of Rock Brasil

A oitava edição do Monsters of Rock Brasil será realizada em 19 de abril na cidade de São Paulo, com um line-up imbatível. Com mais de doze horas do mais puro hard rock e heavy metal com Scorpions, Judas Priest, mais Europe, Savatage, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius, o evento fará o chão da capital paulista tremer. Pelas redes sociais, o vocalista do Savatage, Zak Stevens, está convidando os fãs para o show no Monsters Of Rock Brasil. O cantor disse: “Olá, pessoal! Aqui é Zak Stevens, do Savatage! Estamos muito animados em tocar no aniversário de trinta anos do Monsters Of Rock Brasil. O show será no dia 19 de abril, no Allianz Parque. Nos vemos lá”. Os ingressos estão à venda pelo site da Eventim. Então, quem ainda não adquiriu o tíquete, seja ligeiro para garantir sua entrada para curtir as mais de doze horas de rock metal. Savatage O festival marcará a volta do Savatage, após um hiato de uma década dos palcos, com John Lee Middleton (baixista), Zak Stevens (vocalista), Chris Caffery (guitarrista), Jeff Plate (baterista) e Al Pitrelli (guitarrista). Fundada pelos irmãos Criss (guitarra) e Jon Oliva (teclado e vocal) em 1979 na cidade de Tampa, Flórida, Estados Unidos, o grupo colocou no mercado o primeiro álbum, Sirens, em 1983. No entanto, quando viviam um ótimo momento, Criss foi vítima fatal em um acidente automobilístico em 1993. Onze meses depois, a banda lançou o sétimo álbum, Handful of Rain, um trabalho em homenagem ao músico, que era considerado por todos um guitarrista fenomenal. Em mais de 20 anos de estrada e excelência musical, o Savatage se tornou referência do metal, com sua mistura única de thrash, progressivo, power metal e hard rock. E os fãs vão poder finalmente conferir a volta dessa banda tão icônica exatamente na edição de 30 anos do Monsters. Via: RockBizz

Ministry estreia o videoclipe da faixa Every Day Is Halloween
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01/04/2025

Ministry estreia o videoclipe da faixa Every Day Is Halloween

O Ministry estreou o videoclipe da faixa Every Day Is Halloween. A canção está no repertório do álbum The Squirrely Years Revisited, o qual saiu no dia 28 de março pela Cleopatra Records. Veja: The Squirrely Years Revisited é o sucessor de Hopiumforthemasses, que saiu em março de 2024 pela Nuclear Blast. O álbum está disponível em diferentes versões como CD, vinil e digital (download e streaming). A nova era do Ministry conta com os trabalhos de Al Jourgensen (vocal), John Bechdel (teclado), Monte Pittman (guitarra), Cesar Soto (guitarra), Pepe Clarke Magaña (bateria) e Paul D’Amour (baixo). E é exatamente este time que estará na The Squirrely Years Tour, que começará no dia 29 de abril em Phoenix, Arizona, e se estenderá até 05 de junho em Las Vegas, Nevada. Track listing de The Squirrely Years Revisited: 01. Work For Love02. Here We Go03. All Day04. Everyday Is Halloween05. Revenge06. I’m Not An Effigy07. I’m Falling08. Same Old Madness09. I’ll Do Anything For You10. Just Like You [somente em CD]11. We Believe [somente em CD]12. Over The Shoulder [somente em CD] Via: RockBizz

Creed adiciona mais cinco shows na Summer Of ’99 Tour
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01/04/2025

Creed adiciona mais cinco shows na Summer Of ’99 Tour

O Creed adicionou mais cinco shows na Summer Of ’99 Tour, a qual já tinha vinte e três apresentações confirmadas. As novas datas são: dia 23 de agosto no Mt. Pleasant, Michigan; dia 24 em Cincinnati, Ohio; dia 27 de agosto em Providence, Rhode Island; dia 28 de agosto em Manchester, New Hampshire, e no dia 30 de agosto em Halifax, Nova Scotia. Parte da turnê terá o apoio das bandas Mammoth WVH e Hinder; já na outra etapa, os grupos que farão as honras de abrir as apresentações serão Daughtry e Mammoth WVH. Para saber mais informações sobre a venda dos ingressos, basta acessar o site oficial da banda. Confira o itinerário completo do Creed na postagem logo abaixo: Via: RockBizz

Alma e vida renovada: Parasomnia é o melhor álbum do Dream Theater do século
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01/04/2025

Alma e vida renovada: Parasomnia é o melhor álbum do Dream Theater do século

Se tem uma banda no meio do heavy metal que divide opiniões é o Dream Theater. O maior nome do prog metal de todos os tempos é amado por uma legião de fãs, mas criticado por uma grande parcela de pessoas que torcem o nariz para as suas músicas longas e cheias de nuances e complexidade. O conjunto norte-americano está na ativa desde o fim dos anos 1980 e lançou alguns dos mais emblemáticos álbuns do metal como Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory (1999) e Images and Words (1992). Há outros materiais muito bons como Awake (1994), Train of Tought (2003), Octavarium (2005), Six Degrees of Inner Turbulence (2002) e A Dramatic Turn of Events (2011), mas fazia tempo que a banda não soltava um trabalho tão identificado com suas raízes. Para a felicidade dos fãs, Parasomnia chegou ao mercado em 7 de fevereiro deste ano e está agradando bastante os admiradores do grupo. O álbum temático com oito faixas trata sobre distúrbios do sono e volta a trazer uma faixa composta por Mike Portnoy. Aliás, cabe dizer que o retorno do baterista trouxe a alma do grupo de volta! O DT já tinha tratado distúrbios comportamentais anteriormente em Six Degrees of Inner Turbulence e na faixa Panic Attack, porém, agora, o tema é sobre o sono e dificuldades como insônia, paralisia noturna, ansiedade e sonambulismo. Parasomnia começa com a instrumental In The Arms Of Morpheus, faixa que vai criando o clima para essa viagem no mundo dos sonhos e pesadelos. Com quase 10 minutos, Night Terror é puro Dream Theater com guitarras pesadas, linhas de teclado marcantes e a bateria de Portnoy dando o tom. A Broken Man vem na sequência com a mesma pegada e peso de Night Terror, outro acerto dos músicos. Nas duas faixas iniciais, a melodia vocal de LaBrie é excelente, combinando perfeitamente com a proposta da banda, mas é em Dead Asleep que o vocalista tem um dos grandes destaques da carreira. A faixa é uma das mais longas de Parasomnia e vem quase em clima de ópera narrando a tragédia de um casal que adormece e, ao acordar, o marido encontra a esposa morta. James traz a dramaticidade do caso para as partes vocais. Já no instrumental, os caras – John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo), Jordan Rudess (teclado) e Mike Portnoy (bateria) – são irrepreensíveis para criar o clima em sintonia com a melodia vocal. A trinca inicial de Parasomnia nascem como jovens clássicos e devem estar presentes nos set lists do grupo por muito tempo. Sei que qualquer comparação com Scenes From a Memory beira a heresia, mas é inegável que o DT apresenta aqui qualidade muito similar, além disso, traz uma inspiração criativa que eu ainda não tinha visto neste século 21. Voltando ao repertório, a rápida Midnight Messiah trata sobre ansiedade, depressão e como o momento de sono pode ser o escape e solução para alguém com dificuldade de se manter alerta e em harmonia com o dia a dia. Parasomnia tem o seu momento mais calmo com a introdução Are We Dreaming?, que serve de prelúdio para a balada Bend The Clock. A faixa tem uma leveza muito bonita, refrãos que grudam na cabeça, os quais nos levam a cantar juntos enquanto a letra trata da paralisia do sono e a dificuldade de deixar isso para trás. Para fechar, o Dream Thetaer apresenta uma de suas faixas mais longas de sua longa carreira. Com quase 20 minutos, The Shadow Man incidente trata sobre os monstros de cada um no escuro da noite. Para alguns, o medo vem do bicho papão; para outros, o arrepio na perna vem de alguma assombração. No som, o longo pesadelo é outra amostra do brilhantismo técnico dos músicos. Se você gosta ou já gostou de Dream Theater, Parasomnia vai agradar em cheio. Se você nunca gostou muito do conjunto, mas reconhece e ouve alguns dos grandes hits como Pull Me Under e Strange Deja Vu, o disco vai agradar os seus ouvidos. Se você nunca gostou do Dream Theater, dificilmente vai mudar de opinião agora, no entanto, eu diria para dar uma chance e aproveitar este trabalho. Em Parasomnia, o Dream Theater reencontra o seu passado e lança o seu melhor álbum do século. Track listing de Parasomnia: 01. In The Arms Of Morpheus (5:22)02. Night Terror (9:55)03. A Broken Man (8:30)04. Dead Asleep (11:06)05. Midnight Messiah (7:58)06. Are We Dreaming? (1:28)07. Bend The Clock (7:24)08. The Shadow Man Incident (19:32) Via: RockBizz

Erik Grönwall compartilha cover de Tears In Heaven de Eric Clapton
Resenhas
31/03/2025

Erik Grönwall compartilha cover de Tears In Heaven de Eric Clapton

O cantor sueco Erik Grönwall abastece frequentemente seu canal oficial no YouTube com covers de hits do rock e metal. De Iron Maiden a Bon Jovi, de Judas Priest a Skid Row, o artista consegue impor seu DNA vocal e entreter o ouvinte. O mais recente foi um cover de Tears In Heaven, música lançada em 1991 pelo guitarrista e cantor britânico Eric Clapton. Confira abaixo: Como o assunto é Erik Grönwall, o vocalista estará na estrada com o guitarrista alemão Michael Schenker para promover o álbum My Years With UFO. A tour será pela Europa e começará no dia 09 de abril na Holanda. Como o nome já entrega, My Years With UFO cobre os anos entre 1972 e 1978, período em que Schenker foi membro da banda britânica UFO. Além de Grönwall, My Years With UFO conta com muitos outros convidados como Axl Rose (Guns N’ Roses), Slash (Guns N’ Roses), Dee Snider (Twisted Sister), Joey Tempest (Europe), Roger Glover (Deep Purple), Joel Hoekstra (Accept, ex-Whitesnake), John Norum (Europe), Adrian Vandenberg (ex-Whitesnake) e mais. Via: RockBizz

Alanis Morissette entrega uma gostosa nostalgia no Lollapalooza Brasil 2025
Resenhas
30/03/2025

Alanis Morissette entrega uma gostosa nostalgia no Lollapalooza Brasil 2025

O sábado do Lollapalooza Brasil 2025 foi um verdadeiro ponto de encontro entre gerações e estilos musicais, trazendo à tona momentos inesquecíveis e performances que marcaram o coração da plateia. Um dos destaques foi a cantora canadense Alanis Morissette que entregou uma gostosa nostalgia no festival. Alanis Morissette fez uma apresentação inesquecível no Palco Samsung Galaxy, encantando o público com um setlist que contemplou seus clássicos, como Ironic, You Oughta Know e Hand in My Pocket. A cantora fez uma viagem nostálgica ao seu icônico Jagged Little Pill, tocando o coração dos fãs e reafirmando sua importância no cenário musical. Visivelmente emocionada com a recepção calorosa, Alanis criou um ambiente intimista, reforçando o poder atemporal de suas músicas. Durante o show, a emoção dos fãs era visível, especialmente quando a artista trouxe músicas que fizeram parte de suas vidas. Daniel José, de 43 anos, compartilhou sua relação de longa data com as canções da cantora: “Sou fã da Alanis desde os meus 15 anos, quando estava na escola. Sigo ela desde os anos 90, bem antes das redes sociais. Tenho todos os álbuns e sou apaixonado pela voz e pela composição dela, que considero perfeitas. Estou muito feliz por estar aqui e, especialmente, por estar tão perto do palco. Cheguei cedo para garantir o melhor lugar.” Jaqueline Silva, de 33 anos, também estava empolgada com a chance de reviver sua conexão com a artista: “Eu gosto da Alanis desde que era pequenininha. Quando tinha uns 10 anos ganhei um CD dela e, desde então, me apaixonei pela sua música. Nunca tive a chance de vê-la ao vivo, então a expectativa para hoje era reviver esses momentos e finalmente vê-la de perto. Cheguei cedo para garantir meu lugar e viver essa experiência de pertinho.” Tatiana Honorio, de 44 anos, revelou sua emoção e expectativa: “Esperei 30 anos por esse dia e contei cada segundo até ele chegar. Estou aqui realizando o meu sonho de menina e não poderia estar mais feliz. Cheguei cedo para garantir um lugar na frente, porque quero aproveitar o máximo possível. Este Lolla está demais!” Sobre o Lollapalooza Fundado por Perry Farrell em 1991 com a proposta de ser um festival itinerante, o Lollapalooza segue como referência de inovação cultural em festivais mais de 30 anos depois. O Lollapalooza foi um dos primeiros festivais a reunir artistas de uma ampla variedade de gêneros musicais em um só evento, a viajar, a se expandir para vários dias, a apresentar um segundo palco, a misturar arte e ativismo, a compensar suas emissões de carbono, a colocar artistas de música eletrônica no palco principal, para criar uma programação familiar, a se instalar no centro urbano da cidade e a expandir internacionalmente. O Lollapalooza tornou-se um festival anual de renome mundial em Chicago (2005), bem como em países culturalmente ricos, incluindo Chile, Argentina, Brasil, Alemanha, França, Suécia e Índia. É um dos principais destinos musicais para fãs de música nos Estados Unidos e no mundo. O festival comemorou seu 30º aniversário em 2021, celebrando seu sucesso duradouro como uma marca poderosa de festivais globais. Via: RockBizz

W.E.T. libera videoclipe da faixa What Are We Fighting For
Resenhas
30/03/2025

W.E.T. libera videoclipe da faixa What Are We Fighting For

O W.E.T. liberou o videoclipe da faixa What Are We Fighting For em promoção ao novo álbum Apex, que saiu na última sexta-feira, dia 28 de março, pela Frontiers Music Srl. Curta o audiovisual no player logo abaixo. O disco, que é o quinto registro de estúdio do sexteto, vem esbanjando melodias doces, refrãos para todos os fãs cantarem juntos e muita energia, o que são marcas de sua carreira. Atualmente, o W.E.T. conta com os trabalhos de Jeff Scott Soto (vocal), Erik Mårtensson (vocals e guitarra), Robert Säll (guitarra), Magnus Henriksson (guitarra), Andreas Passmark (baixo) e Jamie Borger (bateria). Track listing de Apex: 01. Believer02. This House Is On Fire03. What Are We Fighting For04. Love Conquers All05. Where Are The Heroes Now06. Breaking Up07. Nowhere To Run08. Pay Dirt09. Pleasure & Pain10. Stay Alive11. Day By Day Via: RockBizz

Não acho que o Rainbow fará mais shows, diz Ronnie Romero
Resenhas
29/03/2025

Não acho que o Rainbow fará mais shows, diz Ronnie Romero

O cantor Ronnie Romero discutiu o futuro do Rainbow em uma entrevista recente com a Metal Express Radio. “Não acho que [escrever músicas com Ritchie Blackmore] vá acontecer de novo porque ele está em um caminho diferente agora”, disse Romero. “Ele está tocando com o Blackmore’s Night”. “Não acho que nenhum outro show do Rainbow vá acontecer”, ele continuou. “Obviamente por causa de sua saúde e idade. Não o vejo saindo de sua zona de conforto”. O Rainbow continua em hiato já que Blackmore mudou seu foco para o projeto folk-rock medieval, Blackmore’s Night. Além disso, lendário guitarrista passou por uma cirurgia para acúmulo de ácido úrico na articulação do dedo e continua a lidar com problemas contínuos de artrite. Blackmore decidiu reduzir sua agenda de apresentações para preservar energia para os shows, confirmando as observações de Romero sobre as prioridades atuais do músico. Via: RockBizz