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The Yagas: conheça a banda de rock gótico da atriz Vera Farmiga (Invocação do Mal)
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07/05/2025

The Yagas: conheça a banda de rock gótico da atriz Vera Farmiga (Invocação do Mal)

Martin Scorsese disse que Vera Farmiga é a a melhor atriz de sua geração. Não convém discutir com um gênio do cinema. Scorsese a dirigiu em Os Infiltrados, de 2006, e a carreira da moça deslanchou. Quem acompanha séries de streaming deve ter visto sua performance arrasadora na hitchcockiana Bates Motel. Nos cinemas, seu maior retorno de bilheteria é no papel de investigadora paranormal na franquia Invocação do Mal. Inquieta, ela estreou na direção no filme de baixo orçamento Higher Ground. Mas a inquietude dela agora é responsável por uma grande surpresa na música: no último dia 25 de abril chegou às plataformas o primeiro álbum da banda de metal gótico The Yagas, Midnight Minuet. E adivinhe quem está nos vocais? Pois é. Aos 51 anos, Vera Farmiga decidiu cair na estrada nesse quinteto que mistura o perfil gótico com algumas outras praias sonoras, mas tudo numa onda bem pesada e soturna. Desde 2008 ela é casada com o tecladista e produtor Renn Hawkey, que gravou três álbuns com sua banda de rock industrial, Deadsy. A legião de fãs do Yagas já é grande, e muita gente pode até associar o lance sinistro da banda com os filmes de terror que a atriz tem no currículo. A verdade é que Vera é uma ótima vocalista e sabe fazer caras e bocas certas nos clipes. Há uma lista interessante nas redes: The Crying Room, She’s Walking Down e Life of a Widow. É possível também assistir a uma performance ao vivo de I Am, gravada no Bower Ballroom, em Nova York, clicando aqui. A pegada é bem boa. Agora você pode escolher entre ver Vera Farmiga na tela ou no palco. Fonte: Thales de Menezes – Torpedo Via: RockBizz

Edu Falaschi lembra o momento em que Chorão deu bronca em artista por tratar mal uma fã
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07/05/2025

Edu Falaschi lembra o momento em que Chorão deu bronca em artista por tratar mal uma fã

Durante conversa com os apresentadores do podcast Futeboteco, Rodolfo Gomes e Felipe Oliveira, o cantor Edu Falaschi lembrou o momento em que Chorão deu bronca em artista por tratar mal um fã. Por ser um cavalheiro, Edu não revelou o nome da pessoa que fez a grosseria com a menina. “Eu encontrei com o Chorão uma vez, e foi engraçado! Nós estávamos fazendo um show com o Angra em Fortaleza, em um festival. Estávamos em um ótimo hotel, com o Charlie Brown, Pitty e mais um monte de banda. Estávamos no hall do hotel trocando ideia com os fãs e tal. E teve um artista, e eu não vou falar o nome dele, que tinha acabado de chegar para fazer o check in no hotel, quando chegou uma fã para falar com o cara. Ele começou a gritar com o empresário dele, falando que não queria atender ninguém. O cara deu o maior show! A fã ficou triste com o CD do cara na mão. O Chorão levantou e esculachou o maluco. Falou que ele tinha que atender o fã, chamou ele de otário e cuzão. O Chorão arrepiou o cara, e ele foi murchando. Ele vazou! Ele nem no hotel ficou. O Chorão abraçou a menina e falou que ela tinha que curtir Charlie Brown”. Veja a fala completa de Edu Falaschi aqui: Via: RockBizz

Bangers Open Air 2025 consagra-se como o maior festival de metal da América Latina em uma edição épica e histórica
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07/05/2025

Bangers Open Air 2025 consagra-se como o maior festival de metal da América Latina em uma edição épica e histórica

Em seu terceiro ano, o maior festival de metal da América Latina mostrou mais uma vez, com maestria, que veio para ficar. A edição de 2025 marcou o terceiro ano do evento — anteriormente chamado de Summer Breeze Brazil — que teve suas primeiras realizações em 2023 e 2024, no Memorial da América Latina. Com quatro palcos recebendo bandas de diversas partes do mundo, o festival entregou uma experiência completa ao público. Além da programação musical intensa, o evento contou com a Horror Expo — feira dedicada ao universo do terror —, áreas gastronômicas com opções variadas, espaços para tatuagens, ambiente kids com monitores especializados, sessões de autógrafos, encontros com artistas, lojas temáticas e produtos oficiais das bandas, reforçando sua proposta de imersão total no universo do festival. Retornando às origens, com dois dias de festival em vez de três, a edição de 2025 teve início com um “Warm-Up” na sexta-feira, trazendo Doro e Glenn Hughes como headliners dos palcos principais. Essa mesma noite marcou a estreia da banda Pretty Maids no Brasil. Liderada por Ronnie Atkins — que, em 2019, recebeu o diagnóstico de um câncer de pulmão em estágio avançado, hoje em remissão —, a banda emocionou os fãs brasileiros que esperaram por esse momento por mais de 40 anos. No sábado, os quatro palcos apresentaram atrações quase simultaneamente, com nomes de peso como Sabaton e Powerwolf como headliners, além de Saxon, Kamelot (que ainda se apresentou novamente no domingo), Sonata Arctica e Viper. Para mim, a grande surpresa do dia foi o H.E.A.T., banda sueca de hard rock que, apesar de destoar um pouco do restante da programação, encaixou-se muito bem na abertura do Hot Stage, logo após o show da Burning Witches. O domingo, último dia do festival, era o mais aguardado por mim. Dois ícones do prog metal dividiram o palco com o Avantasia, que retornou como headliner do Hot Stage. Entre os destaques nacionais, tivemos o Black Pantera abrindo o Sun Stage e o Kamelot, que se apresentou novamente devido ao cancelamento do I Prevail. O Paradise Lost também fez seu retorno ao Brasil após quase 9 anos, quebrando paradigmas e se destacando entre as bandas mais melódicas da cena metal. Haken trouxe suas melodias complexas ao Sun Stage com um setlist curto, mas composto por músicas longas que exibiram toda a técnica e sensibilidade que a banda vem lapidando ao longo dos anos. No auditório do Waves Stage, a banda paulista Maestrick fez o show de lançamento de seu terceiro álbum, Espresso Della Vita: Lunare. A apresentação foi concisa e pesada — e, mesmo coincidindo com o show do Blind Guardian, o auditório estava cheio, com o público cantando em peso. Mesmo sendo um show em auditório, a galera ficou em pé do começo ao fim, reforçando a energia e a conexão com a banda. O destaque especial ficou para “Ethereal”, do último álbum. E, mais uma vez, Tobias Sammet encerrou o Bangers Open Air 2025 com seu projeto Avantasia, em um show mágico que reuniu grandes vozes do metal: Ronnie Atkins (Pretty Maids), Eric Martin (Mr. Big), Jeff Scott Soto (SOTO, Art Of Anarchy, Sons Of Apollo, Talisman, Trans-Siberian Orchestra), Tommy Karevik (Kamelot, ex-Seventh Wonder), Herbie Langhans, Chiara Tricarico e Adrienne Cowan. O momento mais marcante do show foi quando Tobias chamou todos ao palco para o encerramento com as clássicas “Lost In Space” e “Sign of the Cross / The Seven Angels”. Com isso, Avantasia mostrou que, mesmo sendo um projeto originalmente de estúdio, pode sim sair em turnê e encerrar com grandeza um dos maiores festivais de metal do mundo. O Bangers Open Air já está confirmado para 2026, em uma edição mais compacta, nos dias 25 e 26 de abril, novamente no Memorial da América Latina. Os “Blind Tickets” já estão à venda, e quem garantir o ingresso antecipado terá também acesso a uma Pré-Party, a ser realizada em alguma casa de shows de São Paulo (ainda não definida até o momento desta reportagem). O Sempre Um Rock teve a honra de participar dos três dias de evento, vivenciando de perto a potência, diversidade e emoção que fazem do Bangers Open Air um festival absolutamente essencial para os amantes do metal. Por: Pam Gaiguer Redatora – SEMPRE UM ROCK Agradecimentos: Agência TAGA | @agencia.taga É proibida a copia ou a reprodução dessa matéria sem a autorização do autor. Direito Autoral – Lei n° 9.610 de 19/02/1998

“Heavy metal é a coisa mais positiva do mundo”, afirma Max Cavalera
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07/05/2025

“Heavy metal é a coisa mais positiva do mundo”, afirma Max Cavalera

“Heavy metal é a coisa mais positiva do mundo”, afirmou Max Cavalera, durante recente entrevista ao canal Prescription Punk Rock. O brasileiro, que entende da coisa, pois tem no currículo álbuns com as bandas Sepultura, Soulfly, Killer Be Killed, Cavalera Conspiracy e Nailbomb, é um tremendo defensor da música pesada e deixou isso bem claro em tal bate-papo. Ele disse: “Heavy metal é a coisa mais positiva do mundo, mas sei que tem uma imagem negativa. Eu entendo isso. Mas, assim que você está dentro do metal, isso te torna uma ótima pessoa. Acho que no metal, pelo menos espero, há menos racismo, menos sexismo, menos preconceito e mais amizade. Há mais vínculo”. O rock star continuou: “Eu também acho legal porque você faz parte de algo fora da sociedade. Você faz parte de algo único. Você faz parte de algo especial. Você se sente muito orgulhoso de fazer parte de algo único, como é o metal”. “Quando você está no aeroporto e vê outro cara com uma camisa de heavy metal, você vai logo falar com a pessoa, cumprimentar e tal. Temos que fazer isso. É o nosso código. Tem gente que, mesmo quando não me reconhece, eu ainda digo oi e elogio a camiseta. Metal é uma irmandade muito grande”, concluiu Max. Eis a conversa na íntegra no player abaixo: O Cavalera estará na estrada com o Soulfly entre os meses de junho e julho. O giro será pela Europa; veja as datas aqui. Via: RockBizz

Fabio Lione (Angra) é o raro cantor de metal que tem uma voz polifônica: “É algo marciano”
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06/05/2025

Fabio Lione (Angra) é o raro cantor de metal que tem uma voz polifônica: “É algo marciano”

Durante recente troca de ideia com os apresentadores Gabriel Oliveira e Rafael Oliveira, do Fala Ordinário Podcast, o italiano Fabio Lione comentou que é um dos raros cantores de metal que tem uma voz polifônica, isto é, ele consegue emitir dois mais sons aos mesmo tempo e de maneira harmoniosa. Fabio explicou: “As pessoas do mundo que conseguem fazer a polifonia a faz muito bem, mas nunca articulam as palavras, então, não conseguem cantar uma música completa, na íntegra, com as palavras. Com a polifonia, você muda as terças e as quintas, e dá até para fazer acordes completos. É algo orgânico e muito interessante, mas, quando você fala com os empresários, não entendem. Querem coisas simples e comerciais, e a polifonia é algo marciano. Parece que é uma coisa que veio do espaço! Dá para fazer duas ou três vozes ao mesmo tempo”. Lione adicionou: “São apenas nove pessoas no mundo que conseguem fazer a polifonia, mas nenhuma delas articulam as palavras. Elas têm um volume gigante, mas não conseguem cantar uma música. E eu consigo cantar qualquer música com essa técnica. Não é algo complicado para mim”. Veja a explicação completa e o exemplo de Fabio Lione no player a seguir: Via: RockBizz

Led Zeppelin: Jimmy Page volta a ser processado por Dazed and Confused
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06/05/2025

Led Zeppelin: Jimmy Page volta a ser processado por Dazed and Confused

Jake Holmes está processando Jimmy Page novamente pelos créditos na composição de Dazed and Confused, do Led Zeppelin. Além do guitarrista, a Sony Pictures também foi citada no processo por creditar a faixa incorretamente no documentário Becoming Led Zeppelin. A queixa foi apresentada em um tribunal federal da Califórnia e alega violação de direitos autorais e quebra de contrato. O músico alega que duas gravações antigas da canção foram incluídas no filme sem permissão ou pagamento. Page e os outros réus “infringiram intencionalmente a composição de Holmes ao alegar falsamente que a composição de Holmes é a composição de Page”, de acordo com o processo, “ao pretender licenciar o uso da composição de Holmes no filme como se fosse a composição de Page e ao cobrar taxas de licenciamento pelo uso da composição de Holmes no filme”. Holmes disse que uma ordem de cessar anterior havia sido ignorada. Ele havia entrado com um processo por violação de direitos autorais em 2011, depois que Page assumiu o crédito exclusivo pela música por décadas, primeiro com The Yardbirds e depois com o Led Zeppelin. O colega de Page no The Yardbirds, Jim McCarty, disse que eles ouviram a música original de Holmes pela primeira vez quando abriram para o grupo em 1967. “Dazed and Confused é uma música com uma ótima história de rock ‘n’ roll”, disse McCarty em 2013. “Tocamos com Jake Holmes em Nova York quando tínhamos a última formação – Jimmy, Keith [Relf], Chris [Dreja] e eu – e estávamos procurando músicas, já que grande parte da química criativa do grupo havia sofrido com a saída de Paul [Samwell-Smith] e Jeff [Beck]”. “Fui aos bastidores para assistir à apresentação e ouvi algumas músicas folk bem agradáveis”, acrescentou McCarty. “Então eles tocaram essa música em tom menor com uma guitarra muito marcante, e eu imediatamente pensei que combinaria conosco. Fui a uma loja de discos em Greenwich Village, comprei o álbum do Jake e trabalhamos na nossa versão – que mais tarde seria gravada pelo Led Zeppelin, tornando-se um dos clássicos de todos os tempos”. O processo de Holmes acrescentou que Page lançou várias outras versões ao vivo de Dazed and Confused sem os devidos créditos ou pagamento, incluindo em Yardbirds ’68, Live at the BBC Revisited e The Yardbirds: The Ultimate Live at the BBC, entre outros. O músico pede indenização de pelo menos US$ 150.000 (mais de R$ 850.000) por violação de direitos autorais. Via: RockBizz

“Larguei meu trabalho para tocar heavy metal; foi um tiro no escuro”, conta Aquiles Priester
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06/05/2025

“Larguei meu trabalho para tocar heavy metal; foi um tiro no escuro”, conta Aquiles Priester

Ter uma carreira de bases firmes na indústria fonográfica é um desafio bem grande. Muita gente precisa se equilibrar em trabalhos formais para ter dinheiro para a manutenção da própria vida e dar um gás no sonho de se tornar um músico profissional. O baterista Aquiles Priester (W.A.S.P., Hangar, ex-Angra) foi uma dessas pessoas que precisou mergulhar no mercado de marketing para se manter e ajudar na realização de seu sonho. Em conversa com o pessoal do canal Drumtalk, o músico contou brevemente como foi a sua trajetória até se firmar na cena heavy metal. “Eu larguei a música para valer quando eu tinha vinte e quatro anos. Eu era um baterista muito bom em relação à técnica, mas só estava tocando em bandas cover. E nessas bandas não me permitiam tocar do jeito que eu queria com bumbo duplo e tal. Depois de ser demitido de todas as bandas e não ter mais dinheiro para ir aos ensaios, vi que aquilo não era para mim. Acabei entrando em uma grande empresa, a qual, em três anos, mudou a minha vida. Em três anos, consegui trabalhar no marketing da empresa em São Paulo, e foi aí que comecei a minha banda, Hangar. Essa banda me trouxe de volta à bateria! Após isso, tive a chance de tocar com o Paul Di’Anno, porque tinha um cara montando uma banda para ele com músicos brasileiros. Acabamos até gravando um álbum. E nesse tempo todo, até na época dos ensaios com o Angra, eu ainda estava trabalhando na empresa. Eu fiquei lá até o começo da turnê de Rebirth, meu primeiro álbum com o Angra. Um mês antes da turnê, eu larguei meu trabalho. Era um bom trabalho, e eu estava muito feliz com a minha posição no departamento de marketing, porque tinha liberdade para trabalhar. Mas larguei meu trabalho para tocar heavy metal. Foi um tiro no escuro, pois não sabíamos como as pessoas iriam reagir ao novo Angra, mas deu tudo certo e aqui estamos, vinte e dois anos depois”. Assista a entrevista na íntegra aqui: Via: RockBizz

Dirkschneider & The Old Gang estreia o clipe de Time To Listen
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06/05/2025

Dirkschneider & The Old Gang estreia o clipe de Time To Listen

O Dirkschneider & The Old Gang, que é um projeto dos ex-membros do Accept Udo Dirkschneider (vocal), Peter Baltes (baixo) e Stefan Kaufmann (guitarra) ao lado de Sven Dirkschneider (bateria), Manuela Bibert (vocal) e Mathias Dieth (guitarra), estreou o clipe de Time To Listen. Em nota, a banda informou: “Time To Listen é uma música acelerada que mais uma vez brilha com os vocais principais tipicamente diversificados da banda. Um riff de guitarra arrebatador abre caminho para uma performance poderosa de Udo, a qual conta também com vocais harmônicos de Peter e apoio de Manuela em duas partes. O refrão, com seu poder convincente, encanta a todos. O solo de guitarra de Mathias é uma maravilha que ignora todas as convenções e percorre diferentes estilos musicais de uma maneira não convencional. O final compacto e poderoso é tão intransigente quanto o início da música”. Assista o clipe de Time To Listen no player abaixo: Em abril, a banda, que também é conhecida pelo acrônimo DATOG, compartilhou o vídeo do single It Takes Two To Tango. Veja neste outro tocador: As canções estarão no repertório do álbum Babylon, que tem previsão de sair em outubro deste ano pela Reigning Phoenix Music (RPM). Via: RockBizz

Ghost lança brinquedo sexual inspirado no Papa V Perpetua
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06/05/2025

Ghost lança brinquedo sexual inspirado no Papa V Perpetua

O Ghost lançou um brinquedo sexual inspirado no Papa V Perpetua. Com o nome de Ghildo, o produto, que faz parte da nova coleção Dia das Mães da banda, mede cerca 18 cm de comprimento e possui 5 cm de circunferência. De acordo com o grupo, o brinquedo de silicone roxo vem em uma atraente bolsa de veludo com cordão e apresenta o rosto de Papa V Perpetua no que pode ser melhor descrito como a ponta do negócio. Apenas 666 unidades foram feitas, portanto, se trata de um item extremamente limitado. O Ghildo, que está vendendo bastante, está saindo ao valor de 129,99 dólares – aproximadamente 740 reais na atual cotação da moeda estrangeira. Para saber mais detalhes sobre o curioso brinquedo sexual, basta acessar aqui. E não é a primeira vez em que o Ghost se aventura pelo campo mais picante, por assim dizer! O conjunto sueco já colocou à venda o box Phallos Mortuus, o qual vinha com um dildo no formato do personagem Papa Emeritus. Ele vinha embrulhado como se fosse em uma Bíblia. Além disso, os caras já comercializaram um plug anal de bronze. Via: RockBizz

Erik Grönwall abandona turnê de Michael Schenker para ficar com seu pai que está doente
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05/05/2025

Erik Grönwall abandona turnê de Michael Schenker para ficar com seu pai que está doente

O cantor Erik Grönwall abandonou a turnê de Michael Schenker para ficar com seu pai que está doente. O hard rocker sueco informou a decisão pelas redes sociais e esclareceu que seu pai precisará passar por uma cirurgia cardíaca. “Às vezes, a vida traça uma linha tênue entre o palco e o lar. Vinte minutos antes do show em Viena [no dia 17 de abril], recebi uma ligação da minha família, informando que meu pai foi levado às pressas para o hospital em uma ambulância. Ele não conseguia se apoiar na perna esquerda. Ele precisará passar por uma cirurgia cardíaca. Há riscos envolvidos devido à sua idade e histórico de saúde, e os médicos têm sido transparentes conosco. Embora haja esperança, também há incerteza. Tomei a decisão de ir para casa para estar ao lado dele, para apoiá-lo, apoiar minha família e estar totalmente presente para o que der e vier. Enquanto isso, a turnê de Michael Schenker continuará conforme o planejado, e sou extremamente grato ao vocalista Roberto Dimitri Liapakis por me substituir. Isso significa que não farei os shows em Madri [dia 4 de maio] e Barcelona [dia 5 de maio], mas eu pretendo voltar para os shows no Reino Unido, que começarão em 8 de maio em Wolverhampton. Manterei vocês informados. Agora, preciso aparecer, não como artista, mas como filho. Obrigado pela compreensão”. A perna europeia da nova turnê de Michael Schenker, que é em promoção ao álbum My Years With UFO, vai se estender até o final de agosto. Depois disso, os músicos irão para os Estados Unidos para mostrar o poderio sonoro da tour. Via: RockBizz

Corrosion of Conformity anuncia novas datas da turnê pela América Latina
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05/05/2025

Corrosion of Conformity anuncia novas datas da turnê pela América Latina

A icônica banda norte-americana Corrosion of Conformity (C.O.C.), reconhecida como um dos pilares do metal sulista e do sludge/stoner metal, confirma seu retorno à América Latina em janeiro de 2026, para uma aguardada turnê promovida pela produtora Dark Dimensions. Inicialmente prevista para setembro de 2025, a turnê precisou ser adiada em virtude de um convite especial e irrecusável recebido pelo grupo: integrar uma extensa excursão ao lado dos lendários Judas Priest e Alice Cooper pelos Estados Unidos e Canadá. Por conta disso, todas as datas na América Latina foram readequadas pela produtora, garantindo a realização dos shows sem nenhum problema. Importante destacar que os ingressos adquiridos anteriormente seguem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca.​Esta será uma oportunidade única para os fãs testemunharem de perto a potência sonora do grupo, que soma quatro décadas de carreira e traz influências que vão do hardcore, punk e thrash metal ao groove e stoner rock/metal. A turnê passará pelo México, Chile e Argentina (com dois shows), encerrando na capital paulista em 17 de janeiro (sábado), na Burning House. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma DDTickets. Formado em 1982, em Raleigh, Carolina do Norte, o C.O.C. iniciou sua trajetória no cenário hardcore e punk rock, lançando seu álbum de estreia, Eye for an Eye (1984). Com o tempo, a banda incorporou influências mais pesadas do metal, consolidando sua identidade ‘crossover’ única. A chegada do guitarrista Pepper Keenan, em 1989, trouxe uma nova dimensão ao som da banda, marcada por riffs densos e grooves arrastados. Essa evolução ficou evidente no álbum Blind (1991), que representou um grande avanço na sonoridade e popularidade do grupo. Com a saída do vocalista Karl Agell em 1993, Keenan assumiu também os vocais, e, como quarteto, a banda lançou o aclamado clássico Deliverance (1994), alcançando o auge comercial da carreira, impulsionada por esse trabalho e, claro, pelos mega clássicos Albatross e Clean My Wounds. O sucessor, Wiseblood (1996), que contou com a participação especial de James Hetfield (Metallica) na faixa Man or Ash, manteve a proposta sonora e consolidou a banda como um dos nomes mais respeitados do gênero. Após os excelentes America’s Volume Dealer (2000) e In the Arms of God (2005), a banda enfrentou períodos de hiato e mudanças na formação. Nos anos 2010, retornou sem Pepper Keenan, que estava focado em sua outra banda, Down, com Phil Anselmo (Pantera). Durante esse período, o C.O.C. lançou um álbum homônimo e o EP Megalodon (ambos em 2012), além de IX (2014), todos com o guitarrista Woody Weatherman assumindo também os vocais. Com Pepper Keenan de volta como líder, guitarrista e frontman, lançaram seu álbum mais recente, No Cross No Crown (2018), se apresentando em dois shows lotados no Brasil (São Paulo e Rio de Janeiro) no mesmo ano. Em 2020, a banda sofreu uma grande perda com a morte do baterista e membro fundador Reed Mullin, que havia retornado ao grupo em 2010 após nove anos afastado. Atualmente, a formação do C.O.C. conta com Pepper Keenan (vocal/guitarra), Woody Weatherman (guitarra), Bobby Landgraf (baixo, que entrou na banda em 2024 após a saída de Mike Dean) e Jason Patterson (bateria). Essa turnê latino-americana promete ser histórica, superando a de 2018, com um setlist que mescla clássicos e faixas mais recentes. Os fãs podem esperar uma apresentação intensa, carregada da energia característica da banda, tornando este um dos eventos mais aguardados do ano para os amantes do metal e do stoner/sludge rock. SERVIÇO: CORROSION OF CONFORMITY EM SÃO PAULOLocal: Burning House​​Endereço: Av. Santa Marina, 247, Água Branca – 05036000 – São Paulo/SP​​Data: 17 de janeiro de 2025 (sábado)​​Produção: Dark Dimensions​Assessoria: JZ Press​Abertura das Portas: 17h​Início do Evento: 20h​Classificação Indicativa: +18 ​Ingressos via DDTickets em:​https://www.ddtickets.com.br/comprar/30/corrosion-of-conformity-no-brasil Via: RockBizz

Iron Maiden: “Poucas pessoas ganham dinheiro na cena musical”, diz Adrian Smith
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05/05/2025

Iron Maiden: “Poucas pessoas ganham dinheiro na cena musical”, diz Adrian Smith

Alcançar sucesso no mercado fonográfico é algo bastante complexo, pois não depende apenas de talento musical. A lista de pontos a favor passam por contatos, criatividade além do normal, grana para investir em um produto bem feito e, até mesmo, boas doses de sorte ao longo da trajetória. Portanto, vingar a médio e longo prazo na cena musical é tão difícil quanto acertar os números de um sorteio milionário, por assim dizer. O guitarrista britânico, Adrian Smith (Iron Maiden), disse, em entrevista a AMFM Magazine, que poucas pessoas conseguem fazer grana na cena musical Além disso, o guitarrista, que também se dedica ao grupo Smith/Kotzen, deu algumas dicas para quem queira tentar se aventurar no caminho tortuoso do rock n’ roll. “Toque o quanto quiser. Você pode se divertir, ter uma banda. Se você quer fazer isso da sua vida, é outra história. Você tem que se dedicar de verdade. Você pode passar o que algumas pessoas chamariam de os melhores anos da sua vida, do final da adolescência até os vinte e poucos anos, tentando ter sucesso e não ter sucesso. E depende de como você classifica “conseguir”. Se você classifica como ganhar dinheiro, pouquíssimas pessoas conseguem, a menos que você vá fazer parte de uma banda Top 40. Se você quer apenas ser um músico profissional, pode aprender a ler música e pode ser músico de estúdio. Mas estar em uma banda, essa é uma pequena porcentagem das pessoas em uma banda de sucesso que ganham dinheiro. Até as bandas que lançaram discos de sucesso estão com dificuldades para ganhar dinheiro, porque ninguém mais compra discos. O dinheiro está curto. Então é muito, muito difícil. Mas acho que é um processo, e o processo meio que faz a diferença para quem continua. Você quase precisa de um patrocinador também, porque lançar uma banda custa dinheiro. Antigamente, uma gravadora patrocinava uma banda e adiantava algum dinheiro até que ela começasse a ganhar dinheiro. É bem difícil. Mas se você quer fazer isso, nada vai te impedir, eu acho”. Adrian Smith vai voltar aos palcos com a Donzela de Ferro no dia 27 de maio em Budapest, Hungria, com o pontapé inicial da Run For Your Lives World Tour, cujo o foco são nos nove primeiros discos da banda. Via: RockBizz

Ira! fará dois shows no Vibra São Paulo no próximo final de semana
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05/05/2025

Ira! fará dois shows no Vibra São Paulo no próximo final de semana

O Ira! fará dois shows no Vibra São Paulo no próximo final de semana! Celebrando 20 poderosos anos do lançamento do clássico álbum Acústico MTV, a banda se apresentará nessa sexta-feira (09/05) e sábado (10/05), a partir das 22h. É importante destacar que restam poucos ingressos à venda para o primeiro show, em formato pista. Já a segunda data, em formato mesa, está sold out. Mais informações no serviço abaixo. Nesta tour especial, Nasi (vocal), Edgard Scandurra (violão), Johnny Boy (teclado), Evaristo Pádua (bateria), Daniel Scandurra (baixolão), Jonas Moncaio (tchello) e Juba Carvalho (percussão) revivem o repertório do trabalho, que vendeu praticamente 1 milhão de cópias. O projeto apresenta os grandes clássicos como Envelheço na Cidade, Dias de Luta, Flores em Você, Nucleo Base, 15 Anos, Flerte Fatal, Ciganos, Poço de Sensibilidade, Por Amor e Pra Ficar Comigo, versão do Ira! para Train in Vain (Stand By Me), do The Clash, que a banda acabou incorporando até hoje em seu show elétrico. Com o retorno aos palcos em maio de 2014, em histórico show na Virada Cultural, no centro de São Paulo, o grupo deixou para trás os “dias de luta” que levaram à separação da banda, em 2007. Hoje, eles vivem “dias de paz” entre si e com o público, que os prestigia em massa nos shows feitos nos quatro cantos do país. SERVIÇODias: 9 e 10 de maio de 2025Local: Vibra São PauloEndereço: Avenida das Nações Unidas, 17955Horário: 22:00 | Abertura da casa: 20:00Classificação etária: 18 anos. Menores somente acompanhados de pais ou responsáveis Setores dia 09/05:Pista em Pé: a partir de R$ 80,00+ taxasCliente Premmia Pista 70%: a partir de R$ 60,00+ taxasPista PCD: a partir de R$ 70,00+ taxasCamarote Setor 1: a partir de R$ 210,00+ taxasCamarote Setor 2: a partir de R$ 190,00+ taxasPoltrona Central: a partir de R$ 175,00+ taxasPoltrona Lateral: a partir de R$ 150,00+ taxas Canais de venda oficiais:Uhuu.com – com taxa de serviço. A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais. Bilheteria Vibra São Paulo • Sem incidência de Taxa de Serviço: Avenida das Nações Unidas 17955 • Vila Almeida • São Paulo – SP. Horário de funcionamento bilheteria Vibra SP – Segunda-feira a Sexta-feira 12h às 15h e das 16h às 19h. Sábados, domingos e feriados – FECHADO, salvo em dias de show com horário das 14h até o início dos shows. Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço: 3º Piso do Bourbon Shopping São PauloRua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo. Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento. Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço: 7º Piso do Shopping Frei CanecaRua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo. Horário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada. Formas de PagamentoInternet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.Bilheteria: Dinheiro, Pix, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo,Parcelamento no cartão de crédito: até 1x sem juros, de 2x até 12x com juros Os ingressos e-Ticket em arquivo .PDF são entregues automaticamente ao e-mail do titular do pedido em até 30 minutos após o recebimento da confirmação de compra. Apresente no acesso do evento. Caso não tenha recebido o e-mail, verifique também sua caixa anti-spam. Meia-entrada50% Idosos: (com idade igual ou superior a 60 anos): Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto que comprove a sua condição; 50% Estudantes: Os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da CIE no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento. Podendo ser emitida por entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, mesmo que estas entidades não estejam filiadas a ANPG, UNE e Ubes. Consulte também: www.documentodoestudante.com.br 50% para pessoas com deficiência e acompanhante quando necessário: Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. OBS: No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto. 50% Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino: carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto, conforme a Lei Estadual nº 14.729/12. 50% Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais: Conforme a Lei Estadual nº 15.298/14, mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto. 50% jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos. Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto. 50% APOSENTADOS- Apresentar documento de identidade oficial com foto e cartão de benefício do INSS que comprove a condição. Conforme Lei Municipal SP n°12.325/1997. O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15. Demais descontos40% de desconto para Sócios Clube Opus, limitado a 02 ingressos por sócio, limitado a 5% por setor. Confira a disponibilidade de setores. Válido para compras através do site e bilheteria,

Ghost é a primeira banda de rock a alcançar o primeiro lugar da Billboard em quatro anos
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05/05/2025

Ghost é a primeira banda de rock a alcançar o primeiro lugar da Billboard em quatro anos

O Ghost é a primeira banda de rock a alcançar o primeiro lugar da Billboard em quatro anos! A conquista foi com o novo álbum Skeletá, que vendeu mais de oitenta e seis mil unidades em sua primeira semana de lançamento. A última banda de rock n’ roll que conseguiu o feito de figurar em primeiro lugar na parada foi o AC/DC, com o álbum Power Up, em 2020. É importante explicar que a parada da Billboard classifica os álbuns mais populares da semana nos EUA com base no consumo multimétrico, o qual se mede com a quantidade de unidades vendidas de álbuns e a comercialização via streaming. Skeletá, que é sexto registro de estúdio do grupo sueco, saiu no dia 25 de abril pelo selo norte-americano Loma Vista Recordings. O disco está disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e prata), cassete e digital (download e streaming). Track listing de Skeletá: PeacefieldLachrymaSatanizedGuiding LightsDe Profundis BorealisCenotaphMissilia AmoriMarks of the Evil OneUmbraExcelsis Via: RockBizz

Fabio Lione compara as vozes de Andre Matos e Edu Falaschi: “Um tem estilo único e o outro não”
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05/05/2025

Fabio Lione compara as vozes de Andre Matos e Edu Falaschi: “Um tem estilo único e o outro não”

Entrar no campo de comparação é algo bastante difícil, principalmente quando o objeto de acareação é um timbre de voz, por exemplo. A avaliação pode ter mil e um pontos a serem considerados, o que rende muitos comentários e discussões acaloradas entre as pessoas. Dando de ombros a isso, o atual vocalista do Angra, Fabio Lione, durante entrevista ao Fala Ordinário Podcast, comparou as vozes dos brasileiros Andre Matos (ex-Angra, ex-Shaman) e Edu Falaschi (ex-Angra). De acordo com o italiano, um tem o timbre único e o outro possui uma voz mais genérica. “A galera vai sempre comparar! Comparar é normal, os fãs sempre comparam. Mas cada um tem o estilo próprio. Andre era muito bom compositor. Ele era lento, não era veloz para escrever, mas era foda como compositor. Ele tinha um estilo único de voz. Andre tinha um estilo próprio; você pode gostar ou não, mas era ele. Você escuta e sabe que é Andre Matos. Eu gosto disso! Gosto de ouvir vocalistas que em dois segundos, você já sabe quem é, e não importa a técnica. Ozzy Osbourne e Axl Rose são assim. A minha mãe sempre fala que alguns vocalistas têm a mesma voz. Ela até pergunta se não é o mesmo cara. Mas, quando ela me fala isso, significa que não funciona. O cara até pode ser bom e ter técnica, mas é genérico. O timbre da voz é genérico. A banda para fazer sucesso, o vocalista tem que ter algo próprio e único”. Lione continuou: “Pode soar arrogante, mas eu acho que eu combinei perfeitamente com o Rhapsody, porque a maneira é um pouco lírica e ópera. O Andre, na primeira fase do Angra, combinou perfeitamente. Ele é um bom compositor, um bom vocalista, principalmente em estúdio. Eu acho o timbre da voz do Edu ainda melhor do que de Andre para cantar baladas”. “O timbre da voz do Andre era anasalado! Isso é lindo, mas não é o Joey Tempest, do Europe. O timbre da voz do Edu é mais agradável para cantar balada. Mas como unicidade, eu acho o Edu menos pessoal, menos único. Ele não é o cara que a minha mãe falaria o nome. A minha mãe falaria que ele parece o cara do Labyrinth. Isso não acontece com o Andre Matos, Rob Halford ou comigo”, concluiu. Confira a fala completa de Fabio Lione aqui: Via: RockBizz

Jinjer libera videoclipe da música Fast Draw
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05/05/2025

Jinjer libera videoclipe da música Fast Draw

O Jinjer liberou o videoclipe da música Fast Draw, faixa presente no álbum Duél, o qual chegou ao mercado no dia 07 de fevereiro deste ano pelo selo austríaco Napalm Records. Cabe ressaltar que Duél é o sucessor de Wallflowers, que vislumbrou a luz do Sol em agosto de 2021. Veja: Duél contou com a produção, masterização e mixagem de Max Morton, profissional que já assinou obras de nomes como Sunrise, Ignea, Stilverlight, entre outros. Hoje em dia, o Jinjer conta com os trabalhos de Tatiana Shmayluk (vocal0, Roman Ibramkhalilov (guitarra), Eugene Abdukhanov (baixo) e Vladislav Ulasevich (bateria). Track listing de Duél: 01. Tantrum02. Hedonist03. Rogue04. Tumbleweed05. Green Serpent06. Kafka07. Dark Bile08. Fast Draw09. Someone’s Daughter10. A Tongue So Sly11. Duél Via: RockBizz

Friburgo Rock Festival – RockBizz
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05/05/2025

Friburgo Rock Festival – RockBizz

Reunir elementos como rock n’ roll, heavy metal, frio, região bucólica, culinária de primeira qualidade e um público transbordando energia é o prelúdio de um rolê que vale cada minuto de sua duração. Para a sorte do público carioca e fluminense, o Friburgo Rock Festival é o responsável por agregar tudo isso e mais doses extras de emoção em todas as suas edições. No último sábado, 03 de maio, o evento comemorou a sua quinta festa com dois dos principais nomes do hard rock internacional, Eric Martin e Jeff Scott Soto. A cota de metal clássico ficou na conta de Tim “Ripper” Owens passeando pelos destaques de sua longa carreira. Já a parcela brasileira de power metal ficou a cargo de Edu Falaschi, enquanto o Korzus mostrou com quantos paus se faz um thrash metal puro malte e o Clash Bulldog’s veio representando o que sopra de novidade na cena nacional. Os veteranos Marcello Pompeu (vocal) e Dick Siebert (baixo) e companhia foram os responsáveis por dar o pontapé inicial no festival rememorando o porquê de ter quatro décadas de carreira. A parede sonora imposta pelo grupo é de causar espanto em ouvidos sensíveis, o que não é, pois, motivo de arrefecer a caldeira do metal genuinamente brasileiro. Pelo contrário, o negócio é botar braseiro alto e deixar queimar ainda mais ao som de What Are You Looking For, Correria e outras pérolas de sua vasta discografia. Sem firulas e estrelismo de rock stars narcisistas, o Korzus entregou o seu thrash metal quente e colocou já no primeiro tempo o sarrafo da noite em patamar elevado. Clash Bulldog’s, prata da casa, isto é, banda da cidade de Nova Friburgo, não se acovardou com os paulistanos e tratou de responder à altura com o seu metal de nuances alternativas. Sons como Anger Grows e Evil Within trataram de levantar o público e mostrar as credenciais do quarteto. O Clash Bulldog’s é um conjunto relativamente novo, visto que iniciou as atividades em 2020, portanto, a maturidade irá lapidar ainda mais o seu som para que novos e maiores voos estejam em seu radar. A bola fora do Friburgo Rock Festival foi não seguir à risca os horários previamente divulgados ao público. Os atrasos geraram muito estresse em alguns fãs e em músicos como Tim “Ripper” Owens, que precisou cortar boa parte de sua apresentação para que a programação de outros artistas não sofressem grandes avarias. Foto: Livia Teles Mesmo assim, ele conseguiu provar que ainda mantém o gogó em dia recordando a sua passagem pelo Judas Priest, quando Blood Stained, Burn in Hell e Jugulator ecoaram pelo Nova Friburgo Country Clube. O show ainda teve direito a uma homenagem ao falecido Paul Di’Anno (ex-Iron Maiden) com uma performance de Wrathchild. Mudança de palco feita, a Double Trouble Tour, que é um giro da dupla hard rocker Eric Martin e Jeff Scott Soto apresentando o suprassumo de suas carreiras, teve seu início em Nova Friburgo. O arrasta-pé dos cantores contou com a ajuda da Spektra, ou seja, banda formada pela galera tarimbada do rock nacional como Leo Mancini (guitarra), Edu Cominato (bateria), BJ (teclado e vocais) e Henrique Baboon (baixo). Foto: Livia Teles Martin começou usando e abusando de seus hits. Dessa forma, Alive and Kickin’, Take Cover, Wild World (cover de Cat Stevens) e Green Tinted Sixties Mind contaram com o coro de centenas de vozes e provaram que passaram no implacável teste do tempo. Eric e o conceito de carisma são sinônimos, então, é fácil para ele ter a plateia na palma de sua mão e ao seu dispor. E uma das regalias disto é que os pequenos deslizes na performance como dobras de refrão e verso passam praticamente sem ênfase e cara feia da galera. Na verdade, parece que dá um caráter informal à apresentação, como se fosse uma festa só para os amigos na qual a pegada livre, leve e solta é o mote do dia. Quando Jeff Scott Soto entrou no palco para cumprir a sua cota do show, a vibração se manteve a mesma – a única diferença foi que muitas caipiroscas, com direito a vira-vira do cantor, fizeram parte da festa. Jeff passeou por sua imensa discografia, com isso, I´ll Be Waiting (Talisman), Stand Up (Steel Dragon), I Am a Viking / I’ll See the Light Tonight (Yngwie Malmsteen) e Coming Home (Sons Of Apollo) apareceram em seu set que foi um banquete aos fãs de hard rock. Foto: Livia Teles Foto: Livia Teles A “dupla problema”, Eric e Jeff, ainda se juntaram para as performances de Daddy, Brother, Lover, Little Boy (The Electric Drill Song) e To Be With You, do Mr. Big. Este perfil de apresentação se mostrou eficiente e atrativo ao público, o que pode render novos combos no futuro. Já passara de uma hora da madrugada quando o cavaleiro de Atena, Edu Falaschi, tocou o primeiro acorde de sua Temple of Shadows In Concert Tour, a qual celebra os vinte anos do quinto registro de estúdio do Angra, Temple of Shadows. Com bela produção de palco, Edu, que é outro ás da comunicação com os fãs e esbanja carisma sem mostrar esforço algum, não fez doce e logo entregou aos fãs joias do power metal nacional tais quais Waiting Silence, The Temple of Hate, Wishing Well e Late Redemption – esta última com a galera fazendo bonito ao cantar os versos de Bituca, Milton Nascimento, que canta na versão original de estúdio. Foto: Livia Teles Foto: Livia Teles Bleeding Heart e Nova Era ficaram na responsabilidade de recordar a genialidade do álbum Rebirth, época em que o Angra transpirava vigor e criatividade dentro e fora do palco. O grand finale ficou nas mãos do hino geek, Pegasus Fantasy, que fez elevar o cosmo no coração de todos os fiéis guerreiros do metal que se mantiveram firmes e fortes durante toda a maratona musical. Apesar dos atrasos, a quinta edição do Friburgo Rock Festival foi um sucesso e provou, mais uma vez, que

Ira! fará estreia da tour Acústico 20 Anos em São Paulo no dia 09 de maio
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02/05/2025

Ira! fará estreia da tour Acústico 20 Anos em São Paulo no dia 09 de maio

O Ira! fará estreia da tour Acústico 20 Anos em São Paulo no dia 09 de maio. O show vai no rolar no palco do Vibra São Paulo. É importante explicar que este show é a data extra, visto que o espetáculo de sábado, dia 10 de maio, está com os ingressos esgotados. Os bilhetes estão disponíveis a partir de R$ 60,00 e podem ser comprados na bilheteria do Vibra São Paulo – sem incidência de taxa de serviço – e na bilheteria do Teatro Bradesco – sem incidência de taxa de serviço. Já a venda online está disponível pelo site Uhuu. O projeto apresenta os grandes clássicos da banda como Envelheço na Cidade, Dias de Luta, Flores em Você, Núcleo Base, 15 Anos, Flerte Fatal, Ciganos, Poço de Sensibilidade, Por Amor e Pra Ficar Comigo, versão do Ira! para Train in Vain (Stand By Me), do The Clash, que a banda acabou incorporando até hoje em seu show elétrico. Para a tour Acústico 20 Anos, o grupo conta com os trabalhos de Nasi (vocal), Edgard Scandurra (violão e vocal), Evaristo Pádua (bateria), Johnny Boy (teclado e violão), Daniel Scandurra (baixo), Jonas Moncaio (tchello) e Juba Carvalho (percussão). MTV Acústico O álbum saiu originalmente em junho de 2004 pela Sony Music. O disco fez muito bonito no mercado musical, pois vendeu mais de trezentas mil cópias, o que o tornou trabalho mais bem-sucedido em tal formato no Brasil. Relembre o MTV Acústico Ira! com a performance de O Girassol: Via: RockBizz

Krisiun e Malevolent Creation confirmam turnê conjunta pelo Brasil
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02/05/2025

Krisiun e Malevolent Creation confirmam turnê conjunta pelo Brasil

Duas potências do death metal mundial farão uma turnê conjunta pelo Brasil entre os meses de setembro e outubro deste ano. Krisiun (Brasil) e Malevolent Creation (EUA) serão ambos os headliners de seis shows, além de mais três datas somente com a banda norte-americana. Neste giro, o Krisiun trará setlist focado nos 25 anos do terceiro registro fonográfico, Conquerors Of Armageddon, um disco icônico da música pesada e que colocou os brasileiros de forma definitiva no primeiro escalão do metal. Outros petardos das primeiras fases do Krisiun também serão executados nestes shows. Já o Malevolent Creation, com seu death metal feroz, agressivo e robusto na ativa desde 1987, volta ao Brasil para um show de clássicos como Retribution, Stillborn e Premature Burial. O guitarrista fundador da banda Phil Fasciana vem com um time de peso para essa turnê. A turnê começa em Curitiba, dia 19/09, com show no Stage Garden. Em seguida, a Krisiun e Malevolent Creation seguem para Florianópolis, dia 20/09, no Célula Showcase. Ainda no Sul do país, as duas bandas tocam dia 21/09 em Porto Alegre, no Opinião. Antes da segunda parte da turnê conjunta, o Malevolent Creation fará três shows solo nas regiões Norte e Nordeste. Dia 26/09, toca em Recife, no Estelita; dia 27/09 se apresenta em Fortaleza, no Ópera, e tem compromisso dia 28/09 em Belém, no Studio Pub. Novamente juntos, Krisiun e Malevolent Creation fazem shows em Belo Horizonte, dia 02/10, no Mister, Rock; em São Paulo, dia 03/10, no City Lights, e dia 04/10 no interior paulista, em Limeira, no Mirage Eventos. KRISIUN E MALEVOLENT CREATION: BRASIL TOUR 2025: 19.09 SEX • Curitiba PR, Stage Garden20.09 SAB • Florianopolis SC, Celula showcase21.09 DOM • Porto Alegre RS, Opinião26.09 SEX • Recife PE, Estelita*27.09 SAB • Fortaleza CE, Opera*28.09 DOM • Belém PA, Studio Pub02.10 QUI • Belo Horizonte MG. Mister Rock03.10 SEX • São Paulo SP, City Lights04.10 SAB • Limeira SP, Mirage Eventos *somente Malevolent CreationIngressos: www.101tickets.com.br Via: RockBizz

“Adoro o Iron Maiden, mas o cantor deles é terrivelmente desrespeitoso”, diz Sharon Osbourne
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02/05/2025

“Adoro o Iron Maiden, mas o cantor deles é terrivelmente desrespeitoso”, diz Sharon Osbourne

Em 2005, Sharon Osbourne começou a espalhar um boato de que o cantor Bruce Dickinson estava xingando e desrespeitando a sua família e seu esposo ao vivo. Na época, o Iron Maiden estava participando do Ozzfest. Steve Harris e companhia estavam abrindo para a banda principal, que era o Black Sabbath. Como o Maiden estava dando um banho em Ozzy, Tony, Geezer e Bill, ou seja, os fãs estavam curtindo mais os shows da Donzela de Ferro do que do Sabbath, Sharon pediu para que membros de sua equipe jogassem ovos, latas e pedras de gelo nos músicos do Iron – em especial no Bruce Dickinson. Vale lembrar que o episódio aconteceu durante o show no Hyundai Pavillion, em San Bernardino, Estados Unidos. Agora, em entrevista à revista inglesa Metal Hammer, a empresária voltou a tocar no assunto. Ela disse que adora o Iron Maiden, mas que o cantor deles é terrivelmente desrespeitoso. “Eu adoro o Iron Maiden! O problema foi o vocalista deles, porque ele foi um cara terrivelmente desrespeitoso. Se você vai pegar o dinheiro de Ozzy, tocar para ele todas as noites de um festival e ainda vai ficar falando mal dele para o público, você tem que pagar. Então, mandei atirar latas de feijão abertas nele e acabei com o som dele”. Sharon completou: “Ozzy só tem respeito pelos caras do Maiden. E ele nem sabia o que o Bruce estava fazendo. Eu nunca contei a ele, até a noite em que aconteceu, quando foi o último show daquela turnê. Ele simplesmente olhou para mim e me chamou de terrível”. Veja um registro amadores do lamentável episódio: Via: RockBizz

Godsmack lança The Oracle em vinil pela primeira vez
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02/05/2025

Godsmack lança The Oracle em vinil pela primeira vez

O Godsmack lançou o The Oracle em vinil pela primeira vez. O quinto registro de estúdio do grupo, o qual conta com o single Cryin’ Like A Bitch, está disponível em vinil preto e vinil colorido (laranja), com som remasterizado. A versão colorida vem com o single de sete polegadas de Whiskey Hangover, canção que chegou ao primeiro lugar da Billboard Hot Mainstream Rock Tracks, e I Blame You. Os produtos já estão à venda no site oficial da banda. Track listing de The Oracle (edição padrão): Lado A“Cryin’ Like A Bitch”“Saints And Sinners”“War And Peace”“Love-Hate-Sex-Pain”“What If?” Lado B“Devil’s Swing”“Good Day To Die”“Forever Shamed”“Shadow Of A Soul”“The Oracle” Para entrar no clima do disco, assista o videoclipe de Cryin’ Like A Bitch no player abaixo: Via: RockBizz

Xandria anuncia shows no Brasil em outubro
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02/05/2025

Xandria anuncia shows no Brasil em outubro

A espera acabou para os fãs brasileiros de metal sinfônico: o Xandria está oficialmente de volta à América Latina, após nove anos, em 2025. Xandria Latin America Tour 2025 passará por 6 países, totalizando 12 datas confirmadas: México, El Salvador, Peru, Chile, Argentina e Brasil. Os shows no Brasil acontecem em Brasília no dia 11 de outubro (Toinha Brasil) e em São Paulo no dia 12 de outubro (Jai Club), marcando o aguardado reencontro com o público brasileiro após um longo hiato. A turnê traz a banda com sua formação atual em plena forma, apresentando faixas do seu novo EP Universal Tales, lançado em 2024 via Napalm Records. Este é o primeiro trabalho de estúdio do grupo desde o álbum The Wonders Still Awaiting, de 2023, que apresentou a nova vocalista Ambre Vourvahis e alcançou o Top 10 das paradas alemãs. Fundado em 1994, o Xandria conta com 8 álbuns de estúdio lançados. O mais recente, The Wonders Still Awaiting, saiu em 2023, marcando a estreia de uma nova formação. Juntaram-se ao guitarrista, tecladista e principal compositor, Marco Heubaum, a vocalista Ambre Vourvahis, o guitarrista Robert Klawoon, o baixista Tim Schwarz e o baterista Dimitrios Gatsios. A empolgação do grupo é evidente: “Sentimos saudades dos nossos fãs incríveis aí, e estamos muito empolgados para ver vocês novamente”, declarou o Xandria em suas redes sociais. Confira as datas da turnê pela América Latina abaixo: 24.09 – Monterrey – México – Café Iguana25.09 – San Luis Potosi – México – Bunker 5726.09 – Guadalajara – México – Foro independente27.09 – Tijuana – México – Black28.09 – Cidade do México – México – Foro 2801.10 – San Salvador – El Salvador – Gimnasio Adolfo Pineda03.10 – Lima – Peru – Yield Rock04.10 – Santiago – Chile – RBX05.10 – Buenos Aires – Argentina – Uniclub07.10 – Comodoro Rivadávia – Argentina- Patagônia Metal Fest11.10 – Brasília – Brasil – Toinha Brasil12.10 – São Paulo – Brasil – Jai Club Via: RockBizz

KISS: Gene Simmons explica por que cobra mais de 12 mil dólares para fã ser seu roadie
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02/05/2025

KISS: Gene Simmons explica por que cobra mais de 12 mil dólares para fã ser seu roadie

Para nova turnê solo, Gene Simmons está vendendo a experiência de um fã se tornar seu roadie por um dia. O nome pomposo da produto é Personal Assistant And Band Roadie For The Day, mas, no final das contas, se trata de um meet n’ greet mega caro. Para participar da brincadeira, a pessoa precisa desembolsar o valor de 12.495,00 dólares – cerca de 71.846,00 na atual cotação da moeda estrangeira. Caso alguém queira gastar essa grana, pois saiba que vai precisar abrir mais a carteira para Simmons, já que o ingresso para o show não está incluso no pacote. Agora, durante entrevista a rádio 95.9 The Rat, Gene Simmons explicou por que cobra mais de 12 mil dólares para fã ser seu roadie. “O negócio é o seguinte, quando eu era novo e ia ver [Jimi] Hendrix ou alguém assim, eu gostava do show e ficava falando sobre ele para sempre, mas eu não sabia como as coisas funcionavam. Eu não sabia como era o dia a dia dos músicos, passagem de som e tal”. Gene acrescentou: “Dito isso, como só temos um roadie por dia, por show. E vou te dizer o porquê — hoje em dia tudo é tão litigioso. Isso significa que todo mundo processa todo mundo sem motivo. Então, se você se corta com papel, alguém é processado. E é assim que a vida é aqui nos Estados Unidos, principalmente na Califórnia. Então, mesmo se quisesse, eu não posso ter muitas pessoas em minha equipe. Temos um roadie, porque o custo do seguro para isso é astronômico. Não é nada barato. Não é para todos. E para a pessoa ter acesso a essa experiência, ela terá que pagar um valor premium. É a vida”. Veja a entrevista completa aqui: Via: RockBizz

Pub, berço do Black Sabbath, corre o risco de virar ruína por má conservação
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01/05/2025

Pub, berço do Black Sabbath, corre o risco de virar ruína por má conservação

Pub, berço do Black Sabbath, corre o risco de virar ruína por má conservação! O The Crown, que fica na Station Street em Birmingham, foi o local onde a banda fez seu primeiro show, mas está sofrendo com a negligencia de seu proprietário. O imóvel está vazio há vários anos, porque o seu dono, Toyoko Inn, não cumpre as promessas de restauração do local. O empresário, que está usando apenas o seu estacionamento como um rotativo para gerar receita, busca na prefeitura da cidade o aval para manter o negócio por mais três anos. Em entrevista a BBC, Darren John, que é um dos responsáveis pela campanha Save Station Street, argumentou que “dizer sim ao pedido de Toyoko significa ficar de braços cruzados por mais três ano, negligenciando o The Crown e a Station Street, apesar de suas promessas”. Ele alega que Inn “falhou repetidamente em fazer qualquer progresso significativo em seus planos de desenvolvimento do local”. Darren ainda “pediu ao conselho para rejeitar totalmente este pedido e responsabilizar o proprietário do local por sua longa falha em cumprir as obrigações”. Em sua defesa, Toyoko afirmou que ampliação da atuação do estacionamento irá permitir um fluxo de receita estável, a qual será reinvestida para a restauração do The Crown e a criação de um novo hotel com cerca de 300 leitos. Via: RockBizz