Resenhas

Linkin Park anuncia coletânea e lança a inédita Friendly Fire
O Linkin Park acaba de anunciar que lançará uma nova coletânea, intitulada Papercuts (Singles Collection 2000-2023), no dia 12 de abril pela Warner Records. Papercuts (Singles Collection 2000-2023) contém 20 faixas, incluindo sucessos como In The End e Crawling, além de raridades como QWERTY. O clipe da música inédita Friendly Fire, gravada durante as sessões de 2017 do álbum One More Light e que conta com os vocais do saudoso Chester Bennington, pode ser conferido abaixo. Tracklist de Papercuts (Singles Collection 2000-2023): 01. Crawling02. Faint03. Numb/Encore04. Papercut05. Breaking The Habit06. In The End07. Bleed It Out08. Somewhere I Belong09. Waiting For The End10. Castle Of Glass11. One More Light12. Burn It Down13. What I’ve Done14. QWERTY15. One Step Closer16. New Divide17. Leave Out All The Rest18. Lost19. Numb20. Friendly Fire Via: RockBizz

Summer Breeze Brasil: Podcast oficial do fest estreia sua segunda temporada; saiba mais
O festival Summer Breeze Open Air Brasil dá início à sua aguardada segunda temporada de podcasts, apresentada por Bruno Sutter, conhecido por suas habilidades como cantor, músico, ator, humorista e radialista. O festival, que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo, promete ser mais uma vez um grande divisor de águas no mercado de shows no Brasil. E cada capítulo desta nova temporada trará um pouco das expectativas que os convidados do podcast possuem para esta nova edição do festival alemão na América Latina. Os episódios prometem envolver o público com gravações realizadas no Dharma Studios, em São Paulo, onde convidados compartilharam suas experiências no mercado musical envolvendo também o festival Summer Breeze Brasil. A estreia contou com a presença do jornalista e crítico musical Regis Tadeu e o empresário e promotor de eventos Paulo Baron, da Top Link Music. Eles discutiram as dinâmicas do mercado musical, destacando a participação de bandas como Angra e Massacration no evento Summer Breeze Brasil. Além disso, enfatizaram a importância da diversidade musical dentro do festival. Um destaque especial foi a animação de Regis Tadeu pela apresentação da banda The Night Flight Orchestra, liderada pelo vocalista Björn Strid (Soilwork). Esta banda se destaca por sua habilidade em mesclar elementos clássicos do rock com nuances modernas, criando um som único que tem conquistado fãs ao redor do mundo. Por fim, Paulo Baron trouxe à tona a participação de Gene Simmons, a lendária estrela que completou o line-up do festival, prometendo uma edição inesquecível do Summer Breeze Open Air Brasil. A experiência completa do Summer Breeze Open Air Brasil contará com Feira Geek, Feira de Tattoo, gastronomia diversa, lounges premium, com todos os amenities e comodidades, Espaço Kids, lojas com diversos produtos do universo rock, merchandising variado do festival e das bandas participantes e muito mais. Informações:https://summerbreezebrasil.com/ Via: RockBizz

“Slayer significa muito para os nossos fãs e eles significam muito para nós”, diz Kerry King
Em recente entrevista à revista Revolver, o guitarrista Kerry King falou sobre o retorno das atividades do Slayer. A banda agendou duas apresentações para o segundo semestre: dia 20 de setembro de 2024 no Riot Fest, e em 27 do mesmo mês no Louder Than Life Festival. King foi sucinto nas palavras, mas deixou registrado o teor da volta do grupo aos palcos. Kerry disse: “Se eu senti falta de tocar ao vivo? Com certeza! O Slayer significa muito para os nossos fãs; eles significam muito para nós. E já vai fazer cinco anos que não os vemos”. Até o momento não há mais detalhes sobre os shows. Então, aguardemos mais informações, porque o Slayer retornou para abalar as estruturas da cena musical. Via: RockBizz

Jinjer virá ao Brasil no mês de dezembro, segundo jornalista
Alô, alô fãs de Jinjer! A banda ucraniana virá ao Brasil no mês de dezembro, segundo o jornalista José Norberto Flesch – a Mãe Dináh dos shows internacionais. Até agora não há pormenores sobre a vinda do grupo ao nosso país. JINJER NO BRASIL! Dezembro de 2024! Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) February 22, 2024 A partir de abril, o Jinjer vai embarcar em uma longa turnê pela Europa com shows pela Alemanha, Bélgica, Holanda, Hungria, Polônia, entre outros países. Além disto, a banda dará uma passada pelo Reino Unido, com apresentações já confirmadas na Inglaterra e Irlanda. O trabalho de estúdio mais recente da banda é o álbum Wallflower, lançado em agosto de 2021 via Napalm Records. Saiba mais sobre o grupo neste endereço. Via: RockBizz

João Gordo fará show do projeto Brutal Brega no La Iglesia
O projeto Brutal Brega, de João Gordo (Ratos de Porão), subirá nos palcos do La Iglesia, em São Paulo, no dia 08 de março, para um tributo divertido à música brega. Realizado em parceria com o produtor Val Santos, o projeto Brutal Brega foi lançado em 2022, transformando canções que ficaram famosas na voz de cantores como Sidney Magal e Reginaldo Rossi em versões punk rock. Desde então, a banda já se apresentou em diversas casas e festivais como o Summer Breeze Brasil, trazendo um show divertido que evidencia o lado bem-humorado de João Gordo, que entre cada música conta histórias sobre suas memórias afetivas que envolvem as escolhas do repertório. Além das músicas do primeiro disco, o show irá incluir também músicas que estarão no próximo disco do projeto, que será lançado ainda esse ano, com um foco em um repertório MPB, com canções de Caetano Veloso, Moraes Moreira, Alceu Valença, e outros. SERVIÇO: JOÃO GORDO BRUTAL BREGAData: 8 de março de 2024 (sexta-feira)Abertura: 20h / Início: 21hLocal: La Iglesia Borratxeria – Rua João Moura, 515 – Pinheiros – São Paulo, SPClassificação etária: +18Venda de ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/joaogordo-brutalbrega-laiglesiaborratxeria Via: RockBizz

Caprichado porém injustiçado: 7 motivos que tornam The Ultimate Sin um dos maiores álbuns dos anos 80
“Havia muita música nos anos 80. Os anos 70 também foram bons, mas se eu tivesse que escolher a melhor década, diria os anos 80”, disse Ozzy Osbourne, durante bate-papo com a filha Kelly e a esposa/empresária Sharon no podcast The Osbournes. “Os anos 80 foram quando eu diversifiquei sozinho. Eu me diverti muito”, completou o Madman. É meio evidente o porquê de o Príncipe das Trevas cair de amores pela década de 1980, já que fora a época do renascimento de sua carreira musical e momento em que o cantor deu uma banana à gélida dona morte, que queria pegá-lo de todo jeito, após a demissão do Black Sabbath. Álbuns como Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981) e Bark at The Moon (1983) trataram de estabilizar a empreitada solo do cantor no mercado fonográfico, contudo, a adequação integral ao teor oitentista rolou em meados da década, com o disco The Ultimate Sin, lançado em fevereiro de 1986. O trabalho veio condicionado à estética sonora e visual vigente na cena, isto é, com o som bastante polido, solos de guitarra mirabolantes e a imagem calcada no melhor/pior estilo poodle, com as madeixas armadas e bufantes, além das célebres vestimentas à la Eike Maravilha: espalhafatosas e repletas de plumas e paetês. Por estes e alguns outros motivos, uma parcela dos fãs – e o próprio Madman, diga-se de passagem -, conserva uma certa birra contra o The Ultimate Sin, o que é uma pena, visto que o material é bem-feito e passou pelo implacável teste do tempo. Dito isso, vamos enumerar 7 motivos que tornam The Ultimate Sin um dos maiores álbuns dos anos 80. Se você tem apreço por essa época de nossa história, vem com a gente nesta breve e despretensiosa viagem no tempo e homenagem ao período em que a ombreira, polaina, pochete, brilho e mullet estavam na moda. Jake E. Lee Em Bark at The Moon, o guitarrista já havia provado que era um substituto à altura de Randy Rhoads, morto em março de 1982, em um terrível acidente aéreo. No entanto, em seu segundo registro com o Príncipe das Trevas, é nítido o desejo de elevar o nível das linhas de guitarra e trazer soluções inéditas ao som de Ozzy. Canções como Never Know Why, Killer of Giants, Shot in the Dark e Lightning Strikes constatam que o rock e o metal podem soar radiofônicos sem nivelar o trabalho por baixo. E mais, para quem gosta das seis cordas, estudar as canções deste álbum é uma fonte de informação e conhecimento para uma vida inteira. Capa Nos anos 80, a ideia não era só ser ouvido, ser visto fazia parte do pacote, e só chamava atenção nas prateleiras das lojas quem viesse com capas de discos grandiosas. O mordedor de morcego recrutou Boris Vallejo (Meat Loaf, Molly Hatchet) para criar a arte do disco e a atriz Julie Gray Johnson para ser a musa do desenho. Uma obra-prima! Letras O conteúdo lírico não perambula pelo batido rock and roll all night and party every day ou pelo também manjado satanismo de sessão da tarde. Bob Daisley criou letras profundas que fazem o ouvinte minimamente atento pensar sobre os versos das canções. Ué! Não foi o Ozzy quem criou as letras do disco? Jamais! Nem aqui e ou noutra dimensão! O vocalista estava internado na famosa clínica de reabilitação Betty Ford Center, e só podia sair de lá uma vez por semana, além disso, ele nunca teve desenvoltura com as letras. Bob foi quem criou as letras e as vendeu ao clã Osbourne. Produção Há quem reclame da sonoridade polida e da timbragem dos instrumentos minguada, contudo, para a proposta em que foi concebido, o trabalho do produtor Ron Nevison foi realizado com excelência. O objetivo era soar em sintonia com o que rolava na MTV, e foi dessa forma que Ron entregou The Ultimate Sin, portanto, o quê pop de FM que permeia todo o álbum é um charme a mais na audição. Repertório A forma em que o tracklist foi confeccionado proporciona uma audição fluída, sem altos e baixos. Em nenhum momento há a urgente vontade de trocar de faixa. É um álbum para curtir do começo ao fim e apertar o repeat para retomar todo o processo. Balada aqui não Por mais que a intenção fosse se adequar ao espírito do tempo, ser um nome forte da glamorosa década, o álbum não apelou para as açucaradas e, muitas vezes, discutíveis baladas. Killer Of Giants até tem momentos intimistas e suaves, mas logo, logo pisa no acelerador e deixa tudo pegando fogo. Daisley & Lee Se tem uma dobradinha que merece mais prestígio é a formada por Bob Daisley e Jake E. Lee! A química entre os músicos é evidente, então, uma ideia embrionária sugerida por um, logo ganhava corpo e poderio sonoro com as sugestões do outro. Assim, Daisley nas letras e arranjos de Lee na guitarra é um time que bate um bolão e só entra em campo para ganhar de goleada. Via: RockBizz

Napalm Death irá se apresentar no Brasil em 2024, segundo jornalista
A banda britânica de grindcore/death metal, Napalm Death, irá se apresentar no Brasil entre outubro e novembro deste ano, segundo o jornalista José Norberto Flesch. Informações sobre locais e datas oficiais dos shows ainda não foram anunciadas. NAPALM DEATH NO BRASIL! Outubro / novembro de 2024! Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) February 22, 2024 O Napalm Death está na estrada divulgando seu mais recente trabalho de estúdio, Throes of Joy in the Jaws of Defeatism, lançado em setembro de 2020. O grupo surgiu nos anos 1980 como uma banda punk, que evoluiu sua música em níveis ultrassônicos, apostando na velocidade desenfreada da bateria e gritos ininteligíveis. Com uma receita musical ousada, o grupo se tornou a mais importante referência do estilo que se consolidou desde então: o grindcore. Via: RockBizz

Iron Maiden: Uma pena que The Loneliness Of The Long Distance Runner tenha sido tocada ao vivo uma só vez
Os universos dos nossos queridos rock n’ roll e heavy metal têm a sua cota de mistério e obscurantismo, que vão dos famigerados acordos firmados com o Capiroto em encruzilhadas até canções clássicas que nunca ou pouco foram tocadas ao vivo. Um dos causos que engrossam tal estatística é o fato de The Loneliness Of The Long Distance Runner, do Iron Maiden – faixa presente no sexto álbum de estúdio do conjunto britânico, Somewhere in Time, lançado em setembro de 1986 -, ter sido tocado ao vivo uma só vez. A canção foi composta pelo baixista e líder da Donzela de Ferro, Steve Harris, e fora inspirada na obra de mesmo nome escrita por Alan Sillitoe. As linhas de guitarra melodiosas e refrão grudento são alguns dos predicados do som. Os sortudos que testemunharam a performance ao vivo da canção foram os sérvios, já que a única vez que a faixa ganhou o palco foi em Belgrado, capital da Sérvia, no Pionir Hall, em 10 de setembro de 1986 – na época, a cidade era a capital da Iugoslávia. A citada apresentação foi a primeira data da Somewhere In Time Tour, que ainda passou Inglaterra, Áustria, Suécia, Finlândia, Noruega, França, Portugal, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Japão, entre outros países. Até hoje, o Iron Maiden não explicou porque sacou The Loneliness Of The Long Distance Runner do setlist no comecinho da tour, visto que poderia esperar mais alguns espetáculos para averiguar como o som se comportaria diante do público e se vingaria como um clássico que não poderia faltar nas turnês seguintes. No entanto, no ano passado, em entrevista à revista Classic Rock, Harris comentou que adoraria voltar a tocar a música. Ele disse: “Isso é algo que eu adoraria tocar. Não tenho certeza se o faremos, pois teremos que ir aos ensaios e ver como fica, mas acho que devemos fazer isso”. Por sorte, uma bendita alma registrou a performance ao vivo da música e os historiadores/arqueólogos da internet conseguiram resgatar o registro e disponibilizaram para todos nós curtirmos. Nota: A qualidade de áudio não está boa, mas vale como registro histórico. Caso queira recordar a canção ou curti-la pela primeira vez com um áudio bom, acesse este outro player: Via: RockBizz

Tom Araya fala sobre a volta do Slayer: “Sentimos falta disso”
E o improvável vai acontecer: o Slayer vai retomar as atividades no segundo semestre deste ano, cinco anos depois de decretar a aposentadoria oficial. A lenda do thrash metal vai se apresentar no dia 20 de setembro de 2024 no Riot Fest, e em 27 do mesmo mês no Louder Than Life Festival. O frontman do Slayer, Tom Araya, em conversa com a revista Revolver, falou sobre a volta do grupo. Tom disse: “Nada se compara aos 90 minutos em que estamos no palco tocando ao vivo, compartilhando esse energia intensa com nossos fãs. E, para ser honesto, sentimos falta disso”. A volta da banda tem dividido opiniões: parte do público tem afirmado com todas as letras que eles estão voltando por dinheiro, já a outra cota de fã tem soltado fogos e pulado de alegria com a confirmação dos shows nos citados festivais. Apesar do retorno do Slayer ser cem por cento garantido, Tom Araya (vocal e baixo) e Kerry King (guitarra), que são os donos do conjunto e detêm os direitos legais, não confirmaram se vão estender os dois shows para uma turnê completa. Além disso, eles ainda não efetivaram verbalmente a presença de Paul Bostaph (bateria) e Gary Holt (guitarra), músicos que tocaram com a banda na então derradeira tour, nos shows de setembro. Via: RockBizz

“Os fãs não conseguem ouvir nada que venha do Brasil”, afirma Bill Hudson
Recentemente, o guitarrista brasileiro Bill Hudson (Doro, NorthTale) bateu um papo com o podcast Heavy Talk e comentou sobre o motivo que o fez deixar o Brasil e tentar a sorte no mercado norte-americano. De acordo com Bill, os fãs não conseguem ouvir nada que venha do Brasil, dessa forma, a alternativa era deixar o país para buscar um lugar ao Sol. Hudson falou: “Eu não moro no Brasil porque a base de fãs não consegue ouvir nada que venha do Brasil. Eles querem ouvir o gringo colonizador, o de olho azul e cabelo loiro; não é o gringo do Chile e da Argentina, é o gringo da Alemanha e Estados Unidos. Hoje, se eu morasse no Brasil, eu não teria carreira, não ganharia o dinheiro que ganho, não teria o sucesso tenho. Eu só tenho tudo isso, porque eu saí do Brasil”. O músico completou: “Quem não gosta de ouvir isso, não ouça, não compre os meus discos e não veja as minhas entrevistas”. Eis a longa entrevista no tocador abaixo: Para ficar antenado na agenda de Bill Hudson e conhecer mais o trabalho do guitarrista, acesse aqui. Via: RockBizz

Desmoralizado: A volta do Slayer é a prova de que dignidade anda em baixa no heavy metal
O pior golpe sempre vem daquele que mais estimamos e temos apreço e admiração. Tal máxima é aplicável em todas as instâncias da vida: do trabalho ao círculo familiar, da turma do futebol ao pessoal do boteco, e é cabível também nos fantásticos mundos do rock n’ roll e do heavy metal. Puxando para o nosso campo de interesse, que é a música pesada, é extremamente lamentável e inoportuno vermos bandas e artistas que curtimos traindo as próprias decisões e convicções, e, consequentemente, colocando em cheque a própria integridade. Por exemplo, anos atrás, o Slayer, grupo que sempre se orgulhou de ser fiel ao seu público e aos seus princípios, saiu de cena com um caprichado álbum de estúdio, Repentless, de 2015, e uma bem-sucedida turnê mundial, que passou pelo Brasil, inclusive. Depois da tour, os membros que mandam na empresa, vide Tom Araya (vocal e baixo) e Kerry King (guitarra), juraram de pés de juntos que nunca mais o Slayer retornaria aos palcos. É importante destacar que a decisão de tal aposentadoria partiu essencialmente de Tom, que já estava farto de tocar ao vivo, queria colocar o boi na sombra e curtir os netos. A vontade de King não era bem essa, mas acabou endossando o desejo de Araya e assinando embaixo. Dessa forma, esses shows anunciados recentemente, que vão rolar em setembro de 2024 no Riot Fest e no Louder Than Life Festival, vão deixar a base de fã polvorosa, ouriçada e saltitando de felicidade, o que é óbvio. No entanto é lamentável ver uma banda, que sempre colocou a dignidade em primeiro plano e sempre bateu no peito que jamais se aliaria a nomes como Ozzy Osbourne, KISS, Scorpions e Mötley Crüe – que anunciaram aposentadoria e trinta segundos depois retomaram a atividades -, tomar a decisão de voltar aos palcos. Outro ponto que evidencia que a dignidade anda em baixa no heavy metal e no campo do Slayer é a entrevista recente de Kerry à revista Rolling Stone, que declarou não ter contato com Araya desde a derradeira apresentação da banda, que rolou no The Forum em Inglewood, Califórnia, Estados Unidos, no dia 30 de novembro de 2019. Na entrevista, o guitarrista disse: “Nem mesmo uma mensagem. Nem mesmo um e-mail. Conversei com todo mundo da banda por telefone, mensagem de texto ou e-mail. Se Tom me ligasse, eu provavelmente responderia. Dependeria do motivo do contato, mas não desejo que ele morra neste momento”. Ou seja, para uma volta do Slayer, aconteceu muitas negociações, acordos de lá e cá e pormenores que passaram na mão de advogados, contadores, empresários e produtores. Nada foi feito a toque de caixa, sem a anuência, participação e comunicação dos músicos, no improviso, assim como o churrasco que a gente faz acontecer do nada, no sábado a tarde. Com isso, a fala recente de King sobre não ter contato com Araya provavelmente não passa de uma baboseira e conversa para boi dormir. Tudo indica e leva a crer que o retorno do Slayer já estava previsto desde o último acorde no The Forum. A ideia era só esperar o defunto esfriar, ver quem dava mais pela volta do grupo e assinar o contrato. Não há dúvida de que o valor dos cheques para estes shows é polpudo; vai garantir o carro do ano, nova casa de veraneio e uma encorpada quantia de dólares na conta. Mas será que cobre o valor da dignidade? Tom Araya e Kerry King vão ficar com a conta bancária mais volumosa, sem dúvida; no entanto, com a moral baixa, em pior estado daqueles que eles criticavam por terem se aposentado e, posteriormente, voltado à ativa. Via: RockBizz

Cobra Spell, banda de Sonia Anubis (ex-Crypta), anuncia primeira turnê pela América do Sul
Capitaneada pela fenomenal guitarrista Sonia Anubis (ex-Crypta, ex-Burning Witches), além da vocalista Kristina Vega, a baixista Roxy Herrera, a guitarrista brasileira Noelle dos Anjos e a baterista Hale Naphtha, a Cobra Spell vem conquistando o mundo com seu hard/heavy oitentista. Formada em 2019, a banda lançou seu EP de estreia, Love Venom, em setembro de 2020. O lançamento obteve uma excelente resposta e críticas positivas de todo o mundo. Com fãs ansiosos por mais da banda, a Cobra Spell rapidamente começou a trabalhar em seu próximo lançamento. Anthems of the Night, seu segundo e poderoso EP, foi gravado em dezembro de 2021 no PKO Studios e foi produzido, mixado e masterizado por Alejandro Gabasa Barcoj do Comeback Studios. Nesse trabalho estão as músicas Addicted to the Night e The Midnight Hour que tornaram-se os primeiros hits da banda, assim como o single Flaming Heart lançado em 2022. Preparadas para conquistar o mundo, a banda logo chamou a atenção da poderosa gravadora Napalm Records (Jinjer, KK’s Priest, Kamelot, Nervosa, Crypta, etc) que lhes ofereceu um contrato. A Cobra Spell lançou então no dia 1º de dezembro de 2023 o seu álbum de estreia intitulado 666. Um verdadeiro manifesto contra as limitações impostas às mulheres, 666 não é apenas boa música, mas um ato de rebelião contra a desigualdade de gênero, um grito pela liberdade de expressão e uma luta para desestigmatizar a liberdade sexual das mulheres. O álbum traz os singles The Devil Inside of Me, S.E.X. e Warrior From Hell cujos vídeos estão fazendo muito sucesso no canal oficial da Napalm Records no YouTube. Viabilizada através de uma parceria entre as produtoras Caveira Velha e Som do Darma, a primeira turnê sul-americana da Cobra Spell acabou de ser anunciada para julho desse ano. Até o momento, estão confirmados cinco shows no Brasil e um no Paraguai. Confira as datas dos shows abaixo: – 03 de julho no UK em Brasília/DF (com Amazing)– 04 de julho no Bolshoi Pub em Goiânia/GO (com Sunroad)– 05 de julho em São Paulo/SP (local a confirmar)– 06 de julho em Cuiabá/MT (local a confirmar)– 07 de julho na Casa Raul em Joinville/SC– 12 de julho no Absoluto Rock Bar em Asunción/Paraguai Novas datas no Brasil e em outros países da América do Sul serão anunciadas nos próximos dias. Via: RockBizz

Produtor do Louder Than Life fala sobre a volta do Slayer: “Venham comemorar com a gente”
O improvável aconteceu: O Slayer voltou do mundos mortos e já agendou duas apresentações para setembro deste ano. Os shows vão rolar no Louder Than Life e no Riot Fest. O produtor do Louder Than Life, Danny Wimmer, falou sobre a volta do Slayer e fez o convite para que os fãs de heavy metal comemorem o grande feito no festival. Danny disse: “Estamos muito animados em anunciar que o Slayer se reunirá para uma apresentação incrível no Louder Than Life. Estive no último show deles no The Forum em 2019 e, desde então, tenho trabalhado para trazê-los de volta ao palco Louder! Com mais de 140 bandas em cinco palcos, estamos comemorando a décima edição do Louder Than Life com a maior programação até agora! Venham comemorar com a gente, nós pagamos a sua primeira bebida”. O Louder Than Life 2024, que ainda contará com shows do Slipknot, Judas Priest, Korn, Mötley Crüe, Five Finger Death Punch, Gojira, Halestorm e Anthrax, acontecerá nos dias 26, 27, 28 e 29 de setembro no Kentucky Exposition Center, em Louisville, Estados Unidos. Via: RockBizz

Slayer vai se reunir e já confirmou os primeiros shows de 2024
Boa nova aos fãs de thrash metal! O Slayer vai se reunir oficialmente e já confirmou os primeiros shows de 2024! A banda fará apresentações no Riot Fest e no Louder Than Life Festival. Vale recordar que o grupo norte-americano fez seu último show no The Forum em Inglewood, Califórnia, Estados Unidos, no dia 30 de novembro de 2019. O Riot Fest acontecerá em Chicago, Illinois, EUA, entre os dias 20 e 22 de setembro, e o grande atrativo do evento, até o momento, se concentra no retorno do Slayer aos palcos, depois de quase cinco anos. Já o Louder Than Life acontecerá entre os dias 26 e 29 de setembro, em Louisville, Kentucky, USA. O evento ainda contará com shows de nomes como Slipknot, Mötley Crüe e Korn. Até o momento, essas são as únicas apresentações do Slayer já confirmadas, portanto, não está claro se eles farão uma turnê ou lançarão novas músicas. Via: RockBizz

Mick Jones, guitarrista do Foreigner, revela diagnóstico de Parkinson
Mick Jones, guitarrista do Foreigner, falou nesta quarta-feira (21), através das redes sociais do grupo, sobre ter sido diagnosticado com a doença de Parkinson. “Os fãs devem estar cientes de que já há algum tempo não tenho me apresentado com a banda. Vários anos atrás, fui diagnosticado com doença de Parkinson. Quero que todos saibam que estou bem”, disse Jones na publicação. E continuou: “No entanto, sempre gostei de estar no meu melhor quando me apresento e, infelizmente, no momento, acho isso um pouco difícil. Ainda estou muito envolvido nos bastidores com o Foreigner e continuo presente”. “O Parkinson é uma luta diária; o importante é perseverar e lembrar da carreira maravilhosa que tive na música. Agradeço a todos os fãs que apoiaram o Foreigner ao longo dos anos e continuam a assistir aos nossos concertos – quero que saibam que agradeço o apoio de vocês; isso sempre significa muito para mim, mas especialmente neste momento da minha vida”, ele completou. O Foreigner está atualmente com sua turnê de despedida pela América do Norte, mas Jones não se apresenta com a banda desde 2022. pic.twitter.com/W01ObLnG5v — Foreigner (@ForeignerMusic) February 21, 2024 Via: RockBizz

Trezzy comemora dez anos de carreira com show no Red Star Studio
Completando uma década de atividades, desde que surgiu em 2013 com a missão de revitalizar o rock n’ roll em português, o Trezzy, atualmente formado por Joonior Joe (vocal), Guilhos (guitarra), Dieego Lessa (baixo) e Dinho Milano (bateria) irá comemorar a marca com um show especial no Red Star Studio, em Pinheiros, São Paulo. O evento, que será realizado no dia 9 de março (sábado), terá início às 20h30 e contará com a playlist criada por Ricardo Batalha (Roadie Crew). Afora a identidade musical e o vigor das composições, o Treezy sempre se preocupou com a estética visual nas performances ao vivo, em artes de capa e em seus videoclipes. Em suas letras, trata de assuntos como realidade, frustrações, polêmicas, traumas e anseios. Os dois primeiros singles de sua trajetória, Manipula e Ninguém vai nos salvar, foram gravados entre 2013 e 2014. Nos anos seguintes, a banda firmou sua sonoridade e gravou mais seis músicas: Alguém assuma o meu lugar, Redenção, Sombras, Adeus e nunca mais, Tente entender e Suas certezas. Com elas, alcançaram outros patamares. Os clipes, disponíveis no YouTube, foram veiculados no programa TVZ, do canal Multishow, e os singles Manipula e Sombras integraram a programação de rádios como Kiss FM e 89 FM. O álbum de estreia, Circo XIII, saiu em outubro de 2017, trazendo 13 faixas gravadas em São Paulo, com mixagem e masterização na Califórnia. Além de aberturas para artistas internacionais, como Lizzy DeVine (The Cruel Intentions, ex-Vains of Jenna) e Danny Vaughn (Tyketto, Waysted), o grupo se apresentou no Allianz Parque (SP) para mais de 15 mil pessoas, em dezembro de 2019, ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Titãs, Dr. Sin, Supla, Claudia Leite e Fernando e Sorocaba. Os mais recentes singles são Quem é Você? (2022) e Nunca…, lançado no segundo semestre de 2023. Mas como as pedras não podem parar de rolar, o Trezzy segue trabalhando em composições para o novo álbum, que deverá ser gravado e lançado ainda em 2024. SERVIÇOTrezzy 10 AnosData: 09 de março (sábado)Horário: 20h30Local: Red Star Studio (Sala A)Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 512, Pinheiros – São Paulo/SPIngressos online pela Sympla em https://www.sympla.com.br/evento/trezzy-10-anos/2340843Apoio: Canil Records, ASE Music e Cenna – Stands, Cenários e Tecnologia Informações:https://redstar.audio Via: RockBizz

Aces High é eleita a melhor música do Iron Maiden
Qual é a melhor ou pior música dessa ou daquela banda? Bem, a resposta pode divergir de pessoa para pessoa e render mais de mil horas de discussões acaloradas – e de preferência na mesa do bar. No entanto, não precisamos de briga, ficamos na seara do fair play, respeitando a opinião de todo mundo. O site britânico Loudwire, por exemplo, elegeu Aces High como a melhor música do Iron Maiden. Para defender a escolha, o veículo escreveu: “O Iron Maiden não só aperfeiçoou uma fórmula vencedora com o lançamento do seu quinto álbum de estúdio, Powerslave, de 1984, como também dominou a arte de lançar esses mesmos discos às alturas através da importante música de abertura. Aces High transformou os ouvintes em co-pilotos, colocou todo mundo em Spitfires da RAF [Royal Air Force – Força Aérea Real] e levou a galera para uma emocionante luta contra tudo o que a Luftwaffe pudesse lançar nas Ilhas Britânicas. O único ponto de discórdia é se o discurso histórico e inspirador de Winston Churchill, estimulando os seus concidadãos a “nunca se renderem”, também deveria ter sido usado no Powerslave, em vez de guardado para Live After Death. Com ou sem ele, Aces High permanece invicto como a maior abertura de álbum do Iron Maiden”. E aí, pessoal! Concordam que Aces High é a melhor música da Donzela de Ferro? É o som mais icônico? É a obra-prima do conjunto? Conta pra gente a opinião de vocês. Via: RockBizz

Mick Mars dá o tom da relação com o Mötley Crüe: “Qualquer coisa que você disser pode e será usada contra você”
O guitarrista Mick Mars anunciou em outubro de 2022 que iria se aposentar das turnês com o Mötley Crüe, devido à sua luta dolorosa contra a espondilite anquilosante. Porém, o músico deixou claro que ainda poderia gravar com a banda ou fazer apresentações limitadas e esporádicas, já que simplesmente não conseguiria fazer uma turnê completa com sua condição. Mesmo assim, Mars declarou que os outros integrantes do Mötley Crüe realizaram uma reunião de emergências com os acionistas para expulsá-lo do grupo e despojá-lo de suas ações na corporação que administra os interesses comerciais da formação. Mick também afirma que o conjunto reduziu sua porcentagem de lucros de 25% para 5% depois do anúncio de sua aposentadoria e afirmou que houve uma reunião com toda a banda em que eles decidiram “unilateralmente” demiti-lo do Mötley Crüe. Além disso, o guitarrista acusou o baixista Nikki Sixx de manipulá-lo psicologicamente sobre a diminuição de suas habilidades na guitarra, mesmo com o fato de Sixx não ter “tocado uma única nota no baixo” durante a turnê recente. Mick afirma que todas as partes de Nikki foram pré-gravadas. Mick está processando a banda para poder revisar toda a parte financeira e determinar se está recebendo o que merece. Agora, em entrevista à revista Guitar World, Mars deu o tom da relação com o Mötley Crüe. O guitar hero chegou a dizer que no grupo “qualquer coisa que você disser pode e será usada contra você”. “Sentar e conversar com os caras é coisa do passado”, disse Mick. “Isso é impossível”, garantiu o músico, que é um dos criadores da banda. “Eu não tenho uma ordem de silêncio”, pontuou. “Mas qualquer coisa que você disser pode e será usada contra você”, destacou. “Tenho que ser muito cauteloso com o que digo, porque pode ser relevante para o que está acontecendo”, finalizou o guitarrista. Pelo visto, a treta entre Mick Mars e os caras do Mötley Crüe – a saber: Vince Neil (vocal), Tommy Lee (bateria) e Nikki Sixx (baixo) – está muito longe de acabar. Via: RockBizz

Jethro Tull anuncia saída do guitarrista Joe Parrish-James
O Jethro Tull acaba de anunciar a saída do guitarrista Joe Parrish-James da banda. Parrish-James irá se concentrar em sua própria banda Albion, que lançou recentemente um novo álbum, intitulado Lakesongs Of Elbid. Ele será substituído por Jack Clark, que já tocou baixo e segunda guitarra em vários shows do Jethro Tull nos últimos anos. Em uma postagem nas redes sociais, o grupo escreveu: “Infelizmente, no final de fevereiro, iremos nos despedir do guitarrista Joe Parrish-James que se juntou à banda em 2020, bem a tempo para a Covid! Agora, 4 anos depois, Joe decidiu sair para se concentrar em seu próprio trabalho de gravação e produção e para promover sua banda de folk-rock, Albion”. E acrescentou: “Todos nós da banda e da equipe desejamos a Joe tudo de melhor e agradecemos a ele por seu trabalho duro e criatividade no palco, bem como nos dois últimos álbuns do Tull em 2022 e 2023. Seu lugar será ocupado a partir de março por Jack Clark, que tocou baixo durante algumas turnês da banda nos últimos dois anos, além de atualmente tocar a segunda guitarra, cobrindo as partes do teclado enquanto John O’Hara está temporariamente indisponível”. Veja o comunicado abaixo: Via: RockBizz

Gene Simmons (KISS) relembra a única vez que ficou chapado: “Minha cabeça ficou do tamanho de uma azeitona”
Gene Simmons, baixista/vocalista do KISS, relembrou a história da única vez em sua vida que ficou chapado. O músico de 74 anos contou ao podcast Your Mom’s House sobre a vez em que comeu acidentalmente um brownie de cannabis depois de um show do KISS nos anos 70. “Nunca estive bêbado ou drogado em minha vida”, ele afirmou no podcast, antes de seu filho, Nick Simmons, trazer à tona a história do brownie, dizendo: “É minha história favorita”. Então, Gene relembrou: “Tinha uma sala cheia de gente comemorando – estávamos quebrando algum tipo de recorde em Detroit… Isso foi em 76… A sala estava cheia, e eu só via os brownies empilhados. E eu adoro essas coisas. Todo mundo estava tipo ‘Vamos fumar, vamos colocar as coisas na bunda’. Não, apenas me dê um bolo”. Gene continuou dizendo que começou a andar atrás da mulher que servia o brownie pedido mais e acabou comendo seis docinhos. Logo depois disso ele ficou chapado, lembrando: “A sala começou a ficar maior, e minha cabeça começou a ficar menor, até chegar no tamanho de uma azeitona”. E acrescentou: “Me lembro disto: comecei a abrir bem os olhos para que as pessoas pensassem que sou normal. E conforme eu me movia, minhas mãos ficavam – à medida que ficava mais longe [de você], ficavam menores – não, [minhas mãos] inchavam como desenhos animados. Então ficou enorme”. O músico disse que felizmente a editora da revista Creem estava lá para ajudá-lo a entrar na limusine. “Entramos na limusine e eu estava com medo de me mover ou algo assim”, lembrou Gene. “E estava com sede… Então eles pararam dois ou três quarteirões em um gueto em Detroit, e ela me levou para pegar uma bebida”. “E eu fiquei pensando: ‘Estão todos olhando para mim porque minha cabeça é pequena’”, ele continuou. “E eu subi e o cara disse: ‘O que você quer?’ E eu – gritando – ‘Posso tomar um copo de leite?!’” Quando retornaram ao hotel, a chave do quarto também parecia enorme. “Nunca fui tão grande na minha vida”, brincou ele. Gene finalizou dizendo que o motivo para nunca ter ficado chapado ou bêbado foi por causa de sua falecida mãe, que era uma sobrevivente do Holocausto. “Ela estava em um campo de concentração quando tinha 14 anos. E eu nunca quis partir o coração dela”, disse ele. “E eu sempre tive consciência de que nunca iria decepcioná-la – já havia agravamento suficiente. Então, nunca fumei cigarros, nunca fiquei chapado, nunca fiquei bêbado”, concluiu. Confira a conversa completa abaixo: Via: RockBizz

AC/DC anuncia lançamento de todos os seus álbuns em vinil dourado
O AC/DC acaba de anunciar o lançamento de todos os seus álbuns em vinil dourado para comemorar seus 50 anos de carreira. A primeira leva de discos chegará no dia 15 de março via Columbia Records/Legacy Recordings e incluirá os álbuns Back In Black, Highway To Hell, The Razors Edge, Powerage, For Those About To Rock (We Salute You), High Voltage, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, Who Made Who e Live. Pré-venda aqui. Os outros clássicos do grupo australiano serão lançados no final de 2024. We’re celebrating 50 years of rock and roll with the release of our entire catalog pressed on vibrant gold vinyl LPs. The first nine titles will be released March 15 — pre-order them now: https://t.co/P6oUUV3mQP pic.twitter.com/NnAtpEexsU — AC/DC (@acdc) February 20, 2024 Recentemente, o AC/DC anunciou as primeiras datas da turnê em divulgação ao álbum Power Up, que vai começar em maio deste ano na Alemanha. O giro é o primeiro em 18 anos, já que o grupo não tocava ao vivo desde 2016, quando o vocalista Brian Johnson foi forçado a dar uma pausa por problemas de perda auditiva e substituído temporariamente pelo vocalista do Guns N’ Roses, Axl Rose. Via: RockBizz

Bêbado e no xadrez: Há 42 anos Ozzy Osbourne era preso por urinar no Álamo
Nos anos 80, pedir um pingo de bom-senso e bom comportamento a Ozzy Osbourne era o mesmo que cumprimentar uma porta e esperar a mesma gentileza do objeto, ou seja, não iria rolar jeito nenhum, nem com reza brava. Assim, sem controle e embalado por muitas biritas, drogas e sabe-se Deus – ou o Capeta – o que mais, o Madman tocou o terror em uma das décadas mais insanas da música e cultura pop. Um dos episódios mais pitorescos do Príncipe das Trevas aconteceu há 42 anos, quando foi preso por urinar no Álamo, monumento da cidade de San Antonio, no Texas, Estados Unidos. Na ocasião, Osbourne estava vestido de mulher, pois sua esposa tinha escondido suas roupas para que ele não “fugisse” para a rua, mas tal manobra não foi capaz de deter o maluco de plantão. As autoridades prenderam Ozzy, que passou parte da tarde em uma prisão local sob a acusação de intoxicação pública. Ele foi liberado naquele mesmo dia, depois de pagar uma fiança de 40 dólares. Além disso, o cantor ficou proibido de se apresentar na cidade por dez anos. Em 1992, ele fez um pedido público de desculpas à cidade e doou 10 mil dólares para a Daughters of the Republic of Texas, entidade que mantém e cuida do Álamo. Desde então, o músico deixou de ser persona non grata em San Antonio e fez diversos shows na cidade – sem repetir e ou inovar no quesito travessuras. Via: RockBizz

Roger Waters chama Bono Vox (U2) de um grande merda
Roger Waters, crítico ferrenho de Israel, deu sua opinião sobre a homenagem que o vocalista do U2, Bono Vox, fez às vítimas do Hamas que estavam no festival de música israelita perto da Faixa de Gaza no dia 7 de outubro do ano passado. O ex-Pink Floyd descreveu o tributo, que aconteceu há quatro meses durante um show do U2 no Sphere em Las Vegas, como “nojento” e xingou Bono de “um grande merda”. Na época, Bono e Cia tocaram Pride (In the Name of Love), clássico de 1984 escrito originalmente sobre Martin Luther King Jr., alterando a letra para: “Early morning, October 7 / As the sun is rising in the desert sky / Stars of David, they took your life / But they could not take your pride”. Agora, Waters comentou em entrevista ao canal Al Jazeera: “Qualquer pessoa que conheça Bono deveria pegá-lo pelos tornozelos e sacudi-lo até que ele deixe de ser um grande merda”. E continuou: “Temos que começar a dizer a estas pessoas que a sua opinião é muito nojenta e muito degradante… Defender a entidade sionista. O que ele fez algumas semanas atrás no Sphere, em Las Vegas, cantando sobre as Estrelas de David, foi uma das coisas mais nojentas que já vi na minha vida”. Roger Waters’ opinion about Bono pic.twitter.com/NCDUrr85OT — Eliza Mar (@ElizaMar80) February 18, 2024 Via: RockBizz

Blackberry Smoke lança o novo álbum Be Right Here
O Blackberry Smile lançou na última sexta-feira (16) seu novo álbum Be Right Here. Quando Charlie Starr começou a compor as músicas que se tornariam o novo álbum do grupo, a primeira faixa que o vocalista/guitarrista principal elaborou foi Dig A Hole. Formada por um antigo riff de guitarra combinado com um riff de coro Wurlitzer escrito pelo tecladista Brandon Still, a música de rock psicodélico pantanosa é uma declaração poderosa sobre a escolha do seu caminho na vida – se você quer ceder à tentação ou seguir uma estrada mais justa. “Na vida, todos nós nos deparamos com escolhas”, diz Starr. “Vamos fazer o bem ou vamos fazer o mal? Vamos amar ou vamos odiar? Temos um tempo finito, cada um de nós nesta Terra. Então, provavelmente, queremos tirar o melhor proveito dele em vez de desperdiçar tempo.” Dig A Hole é a faixa principal de Be Right Here e dá o tom para outro conjunto expansivo de rock’n’roll do Blackberry Smoke. Como sempre, a banda sediada na Geórgia – Starr, Still, o guitarrista/vocalista Paul Jackson, o baixista/vocalista Richard Turner e o baterista Brit Turner – inspira-se no rock sulista, no rock clássico com tendência ao blues e no country vintage com raízes. Mas em Be Right Here, o Blackberry Smoke soa ainda mais seguro de si, desde a força de suas composições até sua execução musical. Nas últimas duas décadas, o Blackberry Smoke desenvolveu essa confiança e acumulou uma base de fãs fiéis, levando seus últimos cinco álbuns completos a alcançar grande sucesso nas paradas, incluindo You Hear Georgia, de 2021, que alcançou o primeiro lugar na parada de álbuns Americana/Folk da Billboard. A banda escreveu e gravou You Hear Georgia durante os períodos mais intensos da pandemia, mas adiou o lançamento até que pudessem sair em turnê novamente. Starr diz que o Blackberry Smoke adotou a mesma abordagem deliberada com Be Right Here, que foi gravado no final de 2022 e início de 2023, mais ou menos na mesma época em que o baterista Brit Turner foi diagnosticado com um tipo de tumor cerebral conhecido como glioblastoma. “Não sentimos muita pressão para gravar esse álbum rapidamente”, compartilha Starr. Hoje, Turner continua recebendo tratamento e permanece ativo e firme na banda. Trabalhando mais uma vez com Dave Cobb, produtor vencedor do Grammy, o Blackberry Smoke criou uma obra crua e impactante. Eles gravaram o álbum ao vivo no mesmo espaço; uma abordagem que Cobb também prefere, já que se presta a uma energia mais livre. “Lembro-me de várias vezes em que eu dizia: ‘Acho que deveríamos refazer isso’, e ele dizia: ‘Não, deixe desse jeito. Assim é mágico”, lembra Starr. “É tão natural e real quanto possível.” A localização também influenciou o som de Be Right Here, pois eles gravaram a maior parte do álbum no amado RCA Studio A, em Nashville, e depois o finalizaram no estúdio de Cobb em Savannah, Geórgia. “É uma região de baixa altitude e é lindo”, diz Starr sobre o espaço, chamado Georgia Mae. “Esse álbum tem um toque de ousadia, uma sensação profunda e envolvente. Esses ambientes ajudaram a dar essa sensação ao disco.” Ouça Be Right Here abaixo: Via: RockBizz