Resenhas

Sebastian Bach recua na ânsia de voltar ao Skid Row
Resenhas
26/05/2024

Sebastian Bach recua na ânsia de voltar ao Skid Row

Nos últimos tempos, o vocalista Sebastian Bach vinha batido na tecla de voltar a se apresentar com o Skid Row, todavia, com a constante recusa dos ex-colegas de trabalho, o loiro parece ter se tocado que as suas falas sobre uma possível volta ao conjunto estavam adentrando o perímetro da humilhação. Em recente entrevista ao programa That Fuzzing Rock Show, Sebastian Bach recuou na ânsia de voltar ao Skid Row, mas acrescentou que a maioria dos fãs iriam curtir o seu retorno ao grupo. “Não há nada acontecendo para uma reunião”, garantiu Bach. “Eu e Rob [Affuso – baterista original do Skid Row] estamos fazendo vídeos juntos, saindo juntos e nos dando muito bem”, ressaltou. “Então, estou muito ocupado com minhas próprias coisas para pensar nisso”, pontuou. “Mas seria legal se acontecesse, principalmente para os fãs”, continuou. “Mas não há nada acontecendo agora em relação a isso”, concluiu. A fala de Sebastian Bach pode ser conferida no tocador a seguir: Como não deve rolar nada com o Skid Row, Tião segue em carreira solo, com isso lançou seu mais novo trabalho, intitulado Child Within The Man, no dia 10 de maio via Reigning Phoenix Music. O disco foi gravado em Orlando, Flórida; produzido e mixado por Michael “Elvis” Baskette e masterizado por Robert Ludwig da Gateway Mastering. Sebastian Bach escreveu ou co-escreveu todas as 11 faixas do álbum e cantou todos os vocais principais e de apoio. Via: RockBizz

Kiko Loureiro revela quais as músicas do Megadeth mais curtia tocar ao vivo
Resenhas
26/05/2024

Kiko Loureiro revela quais as músicas do Megadeth mais curtia tocar ao vivo

O guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra) é bem ativo nas redes sociais e mantém constantemente contato com os fãs e os seguidores de seu trabalho. Neste domingo, dia 26 de maio, por meio de story, o músico revelou quais as músicas do Megadeth mais curtia tocar ao vivo. Kiko disse: “Eu sempre curti tocar ao vivo Peace Sells e Mechanix. São músicas com ótima energia! São ótimas composições de Dave [Mustaine – líder, vocalista e guitarrista do Megadeth]. Essas duas são as minhas favoritas, mas eu sempre curti Black Friday. Nunca tive a chance de tocar Black Friday ao vivo, contudo, é uma música que eu gosto muito de ouvir”. Loureiro acrescentou: “Eu lembro que a gente chegou a ensaiá-la, aprendi a tocá-la e tal, mas nunca tive a chance de tocá-la ao vivo”. É importante explicar que Peace Sells e Black Friday estão no repertório do segundo álbum de estúdio do Megadeth, Peace Sells… but Who’s Buying? – lançado em julho de 1986. Já Mechanix consta no disco debute do grupo, Killing Is My Business… and Business Is Good!, de 1985. Nos players logo abaixo você pode curtir as canções citadas por Kiko Loureiro: Via: RockBizz

Doug Ingle, vocalista fundador do Iron Butterfly, morre aos 78 anos
Resenhas
26/05/2024

Doug Ingle, vocalista fundador do Iron Butterfly, morre aos 78 anos

Doug Ingle, vocalista, organista e principal compositor da banda Iron Butterfly, morreu aos 78 anos. A notícia foi confirmada pelo filho do músico, Doug Ingle Jr., nas redes sociais: “É com o coração pesado e grande tristeza que anuncio o falecimento de meu pai Doug Ingle. Papai faleceu pacificamente [sexta-feira] à noite [24 de maio] na presença da família”. Ingle era o último membro original do Iron Butterfly, a banda norte-americana de rock psicodélico mais conhecida pelo hit In-A-Gadda-Da-Vida, de 1968. Em julho de 1968, o Iron Butterfly lançou seu disco de estreia, Heavy, que permaneceu na parada da Billboard por quase um ano. Já o seu segundo lançamento foi o monumental In-A-Gadda-Da-Vida e sua faixa-título de 17 minutos ajudou o álbum a vender mais de 30 milhões de cópias, e uma versão de três minutos da música se tornou um hit no Top 40. Via: RockBizz

Tony Iommi pretende relançar Born Again do Black Sabbath: “Tem ótimas músicas nesse álbum”
Resenhas
25/05/2024

Tony Iommi pretende relançar Born Again do Black Sabbath: “Tem ótimas músicas nesse álbum”

Durante uma entrevista recente no programa Trunk Nation With Eddie Trunk, da SiriusXM, o guitarrista Tony Iommi falou sobre seus planos de relançar o álbum Born Again do Black Sabbath. Sobre por que está demorando tanto para os fãs ouvirem uma versão remixada de Born Again, Iommi disse (via Blabbermouth): “Bem, eventualmente conseguimos as fitas, mas não conseguimos encontrá-las por anos. Não sabíamos onde elas estavam. E [meu empresário] localizou alguém, e elas estavam com uma gravadora, em seus arquivos guardados em algum lugar”. “E então estamos transferindo-as para que possamos dar uma olhada nisso”, ele acrescentou.”E isso também é uma espécie de plano; Eu gostaria de fazer isso. E sei que Ian [Gillan] gostaria que isso acontecesse também. Bem, Geezer [Butler] também faria isso, tenho certeza”. Iommi continuou dizendo que muitos fãs do Sabbath redescobriram Born Again após quatro décadas desde que foi lançado originalmente. “Sim, é engraçado. Isso acontece”, disse ele. “E o mesmo acontece com o material de Tony Martin. As pessoas não sabiam disso na época, e então é o boca a boca que se espalha pela Internet, e as pessoas se interessam e, eventualmente [dizem], ‘Oh, sim, é bom’. E foi um pouco isso que aconteceu com Born Again. É engraçado como isso funciona”. Ele completou: “E é por isso que gostaria de remixar, dar uma olhada e ver o que podemos fazer com isso. Porque eu sei que não ficamos muito felizes com o som na época”. “Soou muito abafado”, Iommi acrescentou. “Então seria bom remixar para que possamos obter um som melhor, realmente…. Realmente tem ótimas músicas nesse álbum”. Lançado em agosto de 1983, Born Again foi o único disco da banda britânica gravado com o vocalista Ian Gillan, mais conhecido por seu trabalho com o Deep Purple. Foi também o último álbum de estúdio do Sabbath com a participação do baterista Bill Ward. Via: RockBizz

Living Colour inclui Rio de Janeiro na sua turnê pela América Latina
Resenhas
25/05/2024

Living Colour inclui Rio de Janeiro na sua turnê pela América Latina

Um dos mais importantes nomes do rock norte-americano, o Living Colour está de passagem marcada pela América Latina em outubro. No Brasil, a banda se apresenta no Rio de Janeiro (Sacadura, 10 de outubro), em Belo Horizonte (Mister Rock, 11 de outubro), São Paulo (Tokio Marine Hall, 12 de outubro) e Brasília (Toinha, 13 de outubro). A turnê também passa por Chile e Argentina. Confira todas as datas abaixo: 10 de outubro – Rio de Janeiro @ Sacadura – https://showpass.com.br//evento/1393/Living_Colour11 de outubro – Belo Horizonte @ Mister Rock – https://articket.com.br/e/2113/living-colour-em-belo-horizonte12 de outubro – São Paulo @ Tokio Marine Hall – https://www.eventim.com.br13 de outubro – Brasília @ Toinha Brazil – https://www.clubedoingresso.com/evento/livingcolour-brasilia15 de outubro – Santiago @ Club Chocolate – https://www.eventrid.cl/eventos/atenea/living-colour-en-chile17 de outubro – Buenos Aires @ Teatro Flores – https://www.passline.com/eventos/living-colour-regresa-a-argentina Esta será a primeira vinda da banda após a explosiva participação no Rock in Rio 2022, no qual se apresentaram ao lado do consagrado guitarrista Steve Vai, em um dos melhores shows de todo o festival. Curiosamente, a primeira vinda do Living Colour ao país também foi em um grande festival: Hollywood Rock, em 1992, com shows em São Paulo e Rio de Janeiro. No total, estiveram dez vezes no Brasil. O Living Colour é uma banda de rock norte-americana, formada em Nova Iorque no ano de 1984. A formação conta com o guitarrista Vernon Reid, o vocalista Corey Glover, o baterista Will Calhoun e o baixista Doug Wimbish. A música do conjunto é uma fusão criativa influenciada pelo free jazz, funk, hard rock e heavy metal. Por sua vez, as letras variam de aspectos pessoais aos políticos, em alguns dos últimos casos, atacando o eurocentrismo e o racismo na América. O grupo tem seis álbuns de estúdio lançados. Alcançaram a fama com o disco de estreia, Vivid, em 1988. Entre grandes sucessos, está o imenso hit Cult of Personality, que ganhou um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock em 1990. Foram nomeados Melhor Artista Revelação no MTV Video Music Awards de 1989 e ganharam outro Grammy com o álbum Time’s Up (1990). Após um hiato, se reuniram no final de 2000 e lançaram mais três trabalhos: Collideøscope (2003), The Chair in the Doorway (2009) e Shade (2017). Via: RockBizz

“Heavy metal não é violento ou satânico, heavy metal é família”, diz Andreas Kisser
Resenhas
24/05/2024

“Heavy metal não é violento ou satânico, heavy metal é família”, diz Andreas Kisser

Conversando com os apresentadores do podcast Xablaw, Taynara Chagas e Yuri Danka, o líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, defendeu o heavy metal contra as acusações de ser algo violento e satânico. O músico também destacou que o estilo musical é voltado para a união entre as pessoas. “Eu sempre estou representando o heavy metal, de alguma forma, para acabar com o preconceito ignorante de achar que o heavy metal é violento, satânico, do demônio e do mal”, disparou Andreas. “Heavy metal é família! Heavy metal é uma coisa de tradição, passa de pai para filho, com aquela coisa do vinil e da camiseta. É levar o filho no show do Iron Maiden e Motörhead”, destacou o músico brasileiro. “É uma coisa muito respeitosa! Ninguém está ali para ficar azarando a mulher dos outros. Você não vê isso no heavy metal. Você não vê alguém querendo usar o golpe de jiu-jítsu que aprendeu na semana”, continuou. “No carnaval, você vê gente estuprando, cagando e mijando na rua, e a galera sempre vê o carnaval como uma coisa alegre. Você não vê em festival de heavy metal a galera fazer esse tipo de coisa. A galera é muito respeitosa, é um estilo democrático, que une [as pessoas]”, acrescentou. “Você vê o Rob Halford se assumir gay, e ninguém está queimando disco ou cancelando o cara; você não vê ninguém boicotando o Judas Priest, o cara é abraçado. Tem a representação das mulheres com bandas como a Nervosa e Crypta. O heavy metal é livre, é democrático, e abraça as pessoas, mas muita gente não vê isso, infelizmente”, finalizou Kisser. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: RockBizz

Kerry King sabe lidar com jornalistas ardilosos: “não falo nenhuma merda”
Resenhas
24/05/2024

Kerry King sabe lidar com jornalistas ardilosos: “não falo nenhuma merda”

Kerry King está em franca promoção de seu primeiro trabalho solo, chamado From Hell I Rise, lançado na semana passada pela Reigning Phoenix Music. Em conversa com o jornalista Oran O’Beirne, da revista Fistful Of Metal, King falou que sabe lidar com jornalistas ardilosos, que criam pegadinhas para que o artista fale algo que possa se tornar uma polêmica. De acordo com Kewrry, a sua estratégia é muito simples: é só não falar nenhuma merda e se ater ao assunto musical. “Fui bem preparado durante meu tempo no Slayer para responder a todas as entrevistas, porque eu dava conta do recado, além disso, eu não falo merda ou coisas estúpidas as quais as pessoas vão tentar decifrar e continuar a fazer mais perguntas”, explicou. O guitarrista acrescentou: “Estou acostumado a lidar com a imprensa e sei quando um jornalista tenta colocar palavras na minha boca. Não vou dizer quem, pois estou aqui apenas para falar da música, para comemorar o álbum e os shows ao vivo”. “Neste ponto da minha vida, eu sei quando as pessoas estão procurando sujeira e confusão, e sempre as redireciono. Como sou decente nisso, estou muito acostumado com este tipo de coisa e sei como lidar com isso”, concluiu. Na empreitada solo, Kerry King é acompanhado por Mark Osegueda (vocal, Death Angel) , Phil Demmel (guitarra, ex-Machine Head), Kyle Sanders (baixo, Hellyeah) e Paul Bostaph (baterista, ex-Slayer). From Hell I Rise contou com a produção do renomado Josh Wilbur, parceiro de longa data do peso-pesado Lamb of God. Track listing de From Hell I Rise: 01. Diablo02. Where I Reign03. Residue04. Idle Hands05. Trophies Of The Tyrant06. Crucifixation07. Tension08. Everything I Hate About You09. Toxic10. Two Fists11. Rage12. Shrapnel13. From Hell I Rise Via: RockBizz

Rock in Rio: 8 momentos brutais do rock n’ roll e heavy metal no festival
Resenhas
24/05/2024

Rock in Rio: 8 momentos brutais do rock n’ roll e heavy metal no festival

Ame ou odeie, goste ou não, mas o Rock in Rio foi o responsável por colocar o Brasil na rota mundial dos grandes shows. O tórrido caso de amor entre o Iron Maiden e o nosso país, por exemplo, só rolou graças ao evento. O mesmo pode ser aplicado ao Scorpions, Queen, AC/DC e muitas outras bandas de rock n’ roll e heavy meta que passaram a levar o Brasil a sério, sob o ponto de vista mercadológico, a partir do evento carioca, com isso passaram a marcar presença constante nas bandas de cá, desde então. E, ao longo das nove edições do evento já realizadas no Brasil, o que não faltaram foram os momentos especiais que ficaram marcados na memória do público que estava vivendo a experiência em loco e, até mesmo, para a galera que estava acompanhando tudo em casa, pela televisão. Sendo assim, nós queremos recordar 8 momentos brutais do rock n’ roll e heavy metal no Rock in Rio, que provam o poderio sonoro e a agitação do público brasileiro. Wrathchild – Iron Maiden (2001) Should I Stay Or Should I Go – Ira! e Ultraje a Rigor (2001) Duality – Slipknot (2011) Arise – Sepultura (2001) Nightmare – Avenged Sevenfold (2013) Before I Forget – Slipknot (2015) Breaking the Law – Rob Halford (2001) Blood Brothers – Iron Maiden (2001) Via: RockBizz

Tony Iommi acha uma boa ideia fazer um último show do Black Sabbath com Bill Ward
Resenhas
24/05/2024

Tony Iommi acha uma boa ideia fazer um último show do Black Sabbath com Bill Ward

Tony Iommi foi entrevistado no episódio de 22 de maio do programa Trunk Nation With Eddie Trunk, da SiriusXM, e comentou a recente fala de Ozzy Osbourne sobre fazer um último show do Black Sabbath com Bill Ward. O baterista ficou de fora do último álbum e turnê do grupo, que teve sua derradeira apresentação em fevereiro de 2017 na cidade natal do Sabbath, Birmingham, Inglaterra. Iommi disse (via Blabbermouth): “É realmente uma coisa engraçada. Quero dizer, teremos 90 anos quando fizermos isso [risos]”. E acrescentou: “Seria uma boa ideia, mas todo mundo vai pensar: ‘Oh, eles estão fazendo isso por dinheiro’. Bem, não seria. Quero dizer, seria algo legal de se fazer, mas se isso vai acontecer é outra coisa. Veremos. Quem sabe?” Ouça a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Com show marcado no Brasil em novembro, Bring Me The Horizon lança o novo álbum Post Human: NeX GEn
Resenhas
24/05/2024

Com show marcado no Brasil em novembro, Bring Me The Horizon lança o novo álbum Post Human: NeX GEn

Nesta sexta-feira (24), a banda de rock britânica Bring me the Horizon lançou seu aguardado novo álbum, Post Human: NeX GEn, via Sony Music. O trabalho mostra a expansão do grupo, tanto musicalmente quanto conceitualmente. O disco sucede o álbum de 2020, Post Human: Survival Horror, que contou com colaborações de Yungblud, Nova Twins, Babymetal e Amy Lee, do Evanescence, e inclui os sucessos Teardrops e Obey. Sonoramente, NeX GEn… é pesado, enquanto os vocais de Oli Sykes são os mais melódicos até agora. Sobre o novo trabalho, o cantor comentou: “É um verdadeiro álbum conceitual, com uma narrativa completa que se conecta ao primeiro disco, mas o conceito está escondido e enterrado. Algumas pessoas não vão se interessar, mas para algumas pessoas pode ser como um livro de autoajuda. Há muitas coisas ali, algumas bem claras, mas muitas crípticas e escondidas. As pessoas vão ter que descobrir”. Bring Me The Horizon começou 2024 de forma explosiva: a banda tocou para mais de 140 mil fãs no Reino Unido e na Irlanda, em sua maior turnê de arenas no Reino Unido até hoje. Ainda neste ano, eles ganharam o prêmio BRIT de Melhor Artista Alternativo/Rock e anunciaram seu primeiro show em estádio, em São Paulo, que acontecerá no dia 30 de novembro, no Allianz Parque. A ocasião contará ainda com apresentações das bandas Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. Com realização da 30e, o evento já está com vendas abertas, pelo site da Eventim, ou na bilheteria oficial da casa. Ouça Post Human: NeX GEn abaixo: Via: RockBizz

Johannes Eckerström (Avatar) explica por que a Suécia tem tantas bandas de heavy metal
Resenhas
23/05/2024

Johannes Eckerström (Avatar) explica por que a Suécia tem tantas bandas de heavy metal

Todo mundo que está inserido no universo da música pesada já se deu conta que a Suécia é um dos países mais provedores de bandas heavy metal, ao longo das últimas décadas. Conjuntos como Opeth, Arch Enemy, In Flames, Soilwork, Sabaton, Amon Amarth, entre muitos outros, nasceram nas terras geladas do país nórdico. Johannes Eckerström, vocalista do Avatar, grupo formado na cidade de Gotemburgo, bateu um papo com o programa The Rizzuto Show, da rádio norte-americana 105.7 The Point, e explicou por que a Suécia tem tantas bandas de heavy metal. “Na Suécia, após a Segunda Guerra Mundial, existe uma espécie de programa pós-escola que todos os municípios abriram escolas de música. Não faz parte da escola e do currículo escolar, é apenas um lugar onde você pode ir e aprender a tocar um instrumento. E isso é super subsidiado e está disponível basicamente para todos. No primeiro ano, você consegue pegar emprestado um instrumento de graça; no segundo ano, se persistir, poderá comprar coisas bastante subsidiadas. Inicialmente, são apenas 20 minutos por semana com um professor de música, tocando Mary Had A Little Lamb em um violino, mas continua crescendo a partir daí. Se você se interessar por isso, vai muito longe com a educação musical, apenas como uma coisa divertida depois da escola para as crianças fazerem, como jogar na liga infantil ou tal, mas voltado para música. E isso está prontamente e amplamente disponível, o que significa que muitas crianças suecas vão experimentar”. Johannes completou: “Quase todo mundo no Avatar foi para a mesma escola de música! Um de nós tocava clarinete, um tocava flauta, outro tocava trombone, mas nas mesmas orquestras infantis. Então, você começa a se envolver na música quando é adolescente, e isso já te traz uma vantagem em fazer música juntos e, automaticamente, faz amizades com pessoas que também gostam de música. De repete, as pessoas deixam o cabelo crescer, vestem camisetas do Metallica e Iron Maiden e podem formar bandas”. Via: RockBizz

Dave “Snake” Sabo não quer saber de reunião com Sebastian Bach: “Não vai acontecer”
Resenhas
23/05/2024

Dave “Snake” Sabo não quer saber de reunião com Sebastian Bach: “Não vai acontecer”

Em uma nova entrevista ao podcast The Hook Rocks, o guitarrista do Skid Row, Dave “Snake” Sabo, disse que não quer saber de reunião com o ex-vocalista do grupo, Sebastian Bach. Quando questionado se sua opinião mudou sobre um reencontro com o cantor, Snake respondeu: “Bem, a resposta tem sido a mesma há – não sei – 20.000 anos. Isso não vai acontecer. E eu digo a mesma coisa todas as vezes. Sou grato que as pessoas tenham tanto interesse em querer ver isso acontecer, mas também devo reiterar que se trata de ser feliz na situação em que você se encontra. Então, falarei por mim pessoalmente”. E continuou: “Em primeiro lugar, preciso dizer uma coisa também: a razão pela qual isso não está acontecendo é porque somos três – eu, Scotti [Hill, guitarrista] e Rachel [Bolan, baixista] – conversamos sobre isso, e todos nós concordamos que não queremos seguir esse caminho novamente”. “Rachel sofreu muito com isso ao longo dos anos”, acrescentou Sabo. “Ele é o culpado por isso. ‘Oh, é o ego de Rachel’. Não, isso é um monte de besteira. Isso não é verdade. E eu me sinto mal porque ele realmente teve que assumir essa culpa e nunca disse nada depreciativo ou algo assim. Rachel, Scotti e eu sempre sentimos o mesmo, que gostamos de ser felizes nesta banda e estamos muito felizes”. “No entanto, tem sido uma ótima experiência nos últimos 35 anos, tudo, todos os altos e baixos, tudo, mas simplesmente não queremos revisitar esse aspecto particular da nossa história”, ele explicou. Confira a entrevista completa abaixo: Sebastian Bach se juntou ao Skid Row em 1988 como substituto do vocalista original da banda, Matt Fallon, que cantou em versões demo de músicas que foram regravadas para o álbum homônimo do grupo de 1989. Com a banda de hard rock, Sebastian lançou hits como 18 And Life, Wasted Time, Big Guns, Monkey Business, Youth Gone Wild e In a Darkened Room, e faturou muita grana com os mega platinados álbuns Skid Row (1989) e Slave to the Grind (1991). Contudo, a repercussão ruim do terceiro registro de estúdio, Subhuman Race, e as brigas internas serviram de estopim para que Bach saísse do conjunto em 1996. Desde então, Skid Row e Sebastian Bach não se bicaram mais. Via: RockBizz

Michale Graves (ex-Misfits) retorna ao Brasil em outubro
Resenhas
23/05/2024

Michale Graves (ex-Misfits) retorna ao Brasil em outubro

Michale Graves é um renomado artista norte-americano que cria e canta músicas de histórias de horror com autenticidade ímpar, além de ter sido por anos o vocalista da lendária banda punk Misfits. Hits de sua carreira de sucesso serão tocados em mais uma passagem do músico pelo Brasil, que acontece no dia 19 de outubro (sábado) em São Paulo, no Hangar 110. A abertura do evento ficará por conta da banda uruguaia de horror punk, The Moors, que enfim estreia em São Paulo. A ascensão de Michale Graves da indústria musical se deu a partir de 1995, quando se junto aos Misfits e injetou frescor, juventude e energia que reescreveu a história da banda, ocupando com louvor o posto de vocalista que era de Glenn Danzig. Como vocalista do Misfits, Graves levou o horror punk a uma nova geração e seu nome se mesclou à história do gênero. Como não lembrar de como o videoclipe da música Dig Up Her Bones passou por tantas vez em programas na extinta MTV Brasil? Após deixar Misfits, ao lado do baterista Dr. Chud, formaram a banda Graves, com a qual lançaram o disco Wheb of Dharma. Já sem Chud, renomeou a banda com de Gotham Road e fez um breve tour pelos Estados Unidos para tocar músicas do disco Seasons of The Witch. Desde então, Graves dedica-se à sua carreira a solo, com bons e elogiados álbuns lançados, como Punk Rock Is Dead e Return To Earth. Neste novo show em São Paulo, os fãs podem esperar um desfile de clássicos, como The Forbidden Zone, Scream, Saturday Night Live, Living Hell, Die Monster Die, Helena, Speak Of The Devil, Speak Of The Devil, entre outras canções que marcaram gerações com sua voz. SERVIÇO: Michale Graves em São PauloData: 19 de outubro de 2024 (sábado)Local: Hangar 110Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SPVenda: https://pixelticket.com.br/eventos/20733/michale-graves Ingressos: (meia ou promocional)Antecipado1º lote – R$ 120,00 – pista – meia /promocional *1º lote – R$ 180,00 – mezanino- meia/promocional 2º lote – R$ 150,00 – pista – meia/promocional2º lote – R$ 200,00 – mezanino – meia/promocional 3º lote – R$ 200,00 – pista – meia/promocional* PortaR$ 220,00 – pista – meia/promocional* Via: RockBizz

Pretty Runaway é a égua que curte heavy metal e bandas como Slipknot e Pantera
Resenhas
22/05/2024

Pretty Runaway é a égua que curte heavy metal e bandas como Slipknot e Pantera

A música pesada acolhe todo mundo que chegar, se sentir à vontade e curtir o som – simples assim -, e isso vale também para o mundo animal. Quer um bom exemplo? De acordo com uma matéria do programa canadense The National, que vai ao ar pelo canal CBC, Pretty Runaway, uma égua de corrida de sete anos, que mora em Bogar Farms, em Lindsay, Ontário, vem conquistando muitos fãs por gostar de heavy metal. “Tivemos uma ótima reação a bandas como Slipknot, Pantera e Ozzy Osbourne, que têm linhas de baixo super pesadas, muita guitarra e muito ritmo”, disse a tratadora da égua, Autumn Purdy. “Ela literalmente bate cabeça ao som da música, e está quase sempre no ritmo da canção”, garantiu. “Já tentamos colocar música country moderna em vez de Pantera, para fazer um teste e ver o que ela mais gostava. Tocamos a música country, mas ela virou a bunda para mim, não se importou e foi comer seu feno”, continuou. “Depois tocamos um pouco de Pantera, ela se virou e bateu cabeça, instantaneamente. Na hora que paramos a música, ela parou, também. Colocamos o metal novamente, ela voltou a bater cabeça”, finalizou. Veja Pretty Runaway dando seu show particular ao som de heavy metal: Via: RockBizz

“Sou amigo de Robert Plant há 50 anos; tocar com ele foi o paraíso”, diz Roger Daltrey
Resenhas
22/05/2024

“Sou amigo de Robert Plant há 50 anos; tocar com ele foi o paraíso”, diz Roger Daltrey

O vocalista do The Who, Roger Daltrey, concedeu uma entrevista ao veículo Music Week e refletiu sobre a edição deste ano do Teenage Cancer Trust, que aconteceu entre os dias 18 e 24 de março, no Royal Albert Hall e contou com a participação de Noel Gallagher (Oasis), Chemical Brothers, Young Fathers, Eddie Vedder (Pearl Jam), Paul Weller, Robert Plant (Led Zeppelin) e Kelly Jones. “A programação deste ano foi brilhante, porque é ótimo estar perto dos meus antigos amigos”, disparou Roger. “Noel está lá desde o primeiro dia”, relembrou. “Quando precisei me ausentar do evento porque o The Who estava em turnê, Noel me cobriu”, pontuou. “Além disso, eu sou amigo de Robert [Plant] há 50 anos, então, tê-lo no palco comigo – esses dois velhotes ser divertindo – foi o paraíso”, finalizou Daltrey, em tom de satisfação e felicidade. Leia a entrevista na íntegra aqui. No Teenage Cancer Trust, Roger Daltrey, Robert Plant e Eddie Vedder se reuniram para uma versão de Baba O’Riley, clássico do The Who presente em Who’s Next, seu quinto registro de estúdio. Via: RockBizz

ShamAngra cancela show em Ribeirão Preto por baixa venda de ingressos
Resenhas
22/05/2024

ShamAngra cancela show em Ribeirão Preto por baixa venda de ingressos

A apresentação que o Shamangra faria nesta sexta, dia 24 de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo, foi cancelada pela baixa venda de ingressos, conforme destacou o próprio Luis Mariutti através de vídeo publicado em suas rede sociais. “Com grande pesar o Mariutti Team comunica o cancelamento do show ShamAngra, que aconteceria no dia 24 de maio em Ribeirão Preto, no Hous Bar. Diante da relação de confiança com nossos fãs, seguidores e apoiadores, não poderíamos dar outra explicação, se não a verdade: o cancelamento acontece devido à baixa venda de ingressos. Essa foi uma decisão tomada pela certeza de que não teríamos como entregar um evento como o que realizamos em São Paulo, na Festa da Firma, e quisemos garantir o bem-estar e a segurança da banda e equipe. Eu e a Fernanda iniciamos o projeto ShamAngra com a intenção de celebrar, reunir pessoas, continuar realizando coisas positivas para o metal nacional. E, claro, ter a oportunidade de continuar tocando as músicas que fizeram uma carreira de sucesso. Mas quando retornamos para a música, depois do período que o Luis parou de tocar, fizemos um pacto de que nunca mais viveríamos de ilusão, e que só dedicaríamos nossa energia a planos que fizessem sentido para esse momento de nossas vidas. Comunicamos também que o show do dia 25 de maio no Rio de Janeiro, Circo Voador, vai acontecer! Vamos levar os nossos amigos Victor Emeka e Mayara Puertas. Teremos também a participação dos grandes vocalistas parceiros do Mariutti Team, e cariocas. Thiago Millores e Mari Torres, que vão cantar com a Hanna, acompanhados por Luis Mariutti, Hugo Mariutti, Helena Nagagata e o jovem talento que vem se destacando no cenário Metal, o baterista Alessandro Kelvin. Na história do Mariutti Team, seja na luta ou na música, o respeito sempre prevaleceu, e assim seguiremos com essa verdade. Agradecemos a compreensão de todos e esperamos em breve voltar a Ribeirão Preto. Damos a certeza que no Rio de Janeiro vamos entregar um grande show”. Confira o comunicado completo no vídeo a seguir: Via: RockBizz

Black Sabbath: “Processo de composição de Forbidden foi legal, mas a gravação foi miserável”, diz Tony Martin
Resenhas
22/05/2024

Black Sabbath: “Processo de composição de Forbidden foi legal, mas a gravação foi miserável”, diz Tony Martin

Forbidden é tido por muitos fãs como o patinho feio na discografia do Black Sabbath, visto que possui a participação do rapper Ice-T em The Illusion of Power, primeira faixa do disco, e a produção de Ernie C, que deixou o produto final aquém do esperado e desejado. A boa nova é que os álbuns do Sabbath da fase Tony Martin serão remasterizados e relançados no box Anno Domini 1989-1995. Com isso, Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994) e, claro, Forbidden (1995) vão ganhar tratamento de realeza. O material sairá no dia 31 de maio pela BMG. Em pré-divulgação ao trabalho, Tony Iommi (guitarra) e Tony Martin (vocal) falaram sobre o álbum Forbidden. De acordo com o cantor, o processo de composição de Forbidden foi legal, mas a gravação foi miserável. “A ideia de trazer Ernie C para produzir o disco partiu da I.R.S. Records”, declarou Iommi. “Mas as coisas não funcionaram bem, ninguém estava feliz com isso. Mesmo assim, meio a contragosto, a gente se reuniu e fez o trabalho”, ressaltou o riff master. “O processo de composição foi bem legal, a gente se divertiu e rimos em estúdio, mas, conforme o disco foi sendo gravado, todo mundo se sentiu miserável”, acrescentou Martin. “Eu senti que poderia ter feito melhor, mas nunca tive a chance de fazer”, completou o frontman. “A gente não gostou do que Ernie fez! Ele faz bem o que faz, mas, sem desrespeitar ele, não funcionou para a gente”, concluiu Iommi. O box Anno Domini 1989-1995 estará disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e contará com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. O box inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Track listing de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: RockBizz

Raimundos: Fred Castro não acredita que fama, droga e dinheiro influenciou Rodolfo Abrantes a se tornar evangélico
Resenhas
22/05/2024

Raimundos: Fred Castro não acredita que fama, droga e dinheiro influenciou Rodolfo Abrantes a se tornar evangélico

Fred Castro, ex-baterista do Raimundos, foi o mais novo convidado do programa Panelaço, que é apresentado por João Gordo (Ratos de Porão), e relembrou algumas passagens curiosas do grupo brasiliense, o qual integrou entre os anos de 1992 e 2007. Questionado sobre os motivos que levaram o vocalista Rodolfo Abrantes a sair da banda em 2001 e ser tornar evangélico, Fred não acredita que a fama, droga e dinheiro tenha influenciado o cantor a tomar tal decisão. Fred explicou seu ponto de vista: “O Rodolfo nunca teve apego nenhum por dinheiro! Rodolfo era o cara que ligava para a mãe para tirar o dinheiro da conta conjunta que tinha no BRB [Banco de Brasília], por que o BRB não tinha agência em São Paulo. Rodolfo era o cara que sobrou um carro, ele só perguntava se estava andando. Ele não queria saber de nada. Teve uma época em que ele era o maior arrecadador de direitos autorais de pop, e não ligava”. Já sobre a saída do cantor do Raimundos, o baterista falou: “Em uma reunião com a banda, no dia em que a gente estava lançando o DVD ao vivo, ele deu os motivos de sua saída, expôs coisas que a gente nunca falou, mas que teve na reunião e que na hora a gente aceitou. Durante a semana, ele veio com outros papos de drogas e tal; aí, o pau começou a quebrar, porque estava começando a expor muito a gente. Pra gente, foi de uma hora para a outra, eu lembro que a gente tocou em Brasília e Americana – Americana foi o último show. No show de Brasília teve uma movimentação meio estranha; os nossos amigos de Brasília perguntavam algumas coisas. Mas a gente falava que era final de turnê, pois foram três anos de turnê. Mas entender como um possível fim, não”. Eis o bate-papo completo no tocador logo abaixo: Via: RockBizz

Bruce Dickinson exalta Sabbath Bloody Sabbath e os vocalistas do Black Sabbath
Resenhas
22/05/2024

Bruce Dickinson exalta Sabbath Bloody Sabbath e os vocalistas do Black Sabbath

Em um breve vídeo compartilhado pelo canal Qobuz, Bruce Dickinson exaltou Sabbath Bloody Sabbath, quinto registro de estúdio de Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, e os de mais vocalistas do Black Sabbath. Bruce disse: “Eu era criança e ganhei esse álbum [Sabbath Bloody Sabbath], e ainda era virgem, o que me fez abri-lo e dizer: ‘Oh, meu Deus! Olhe só essas mulheres’. Mas é um ótimo disco, um ótimo álbum de retorno”. Dickinson acrescentou: “Os dois primeiros discos são incríveis [Black Sabbath e Paranoid]! O Vol. 4 também é incrível. É uma banda consistente! Se você olhar para todas as pessoas, todos os vocalistas diferentes, não apenas Ozzy [Osbourne], todos eles foram ótimos. Born Again [com Ian Gillan nos vocais] é um ótimo álbum. Todo mundo diz que é ruim, mas é um ótimo álbum”. A fala de Bruce Dickinson pode ser conferida aqui: E por falar no Air-Raid Siren, o músico está na estrada divulgando a The Mandrake Project Tour. As datas já confirmadas do giro são: – 21 de maio – Arena, Swansea, Reino Unido– 23 de maio – Rock City, Nottingham, UK Reino Unido– 24 de maio – O2 Forum Kentish Town, London, Reino Unido– 26 de maio – L’Olympia, Paris, França– 28 de maio – 013, Tilburg, Holanda– 29 de maio – De Oosterport, Groningen, Holanda– 01 de junho – Barba Negra, Budapest, Hungria– 03 de junho – Arenale Romane, Bucharest, Romênia– 06 de junho – Mystic Festival, Gdansk, Polônia *– 05-08 de junho – Sweden Rock Festival, Solvesborg, Suécia *– 09 de junho – Rockefeller, Oslo, Noruega– 11 de junho – Grona Lund, Stockholm, Suécia– 13 de junho – House Of Culture, Helsinki, Finlândia– 14 de junho – Noblessner Foundry, Tallinn, Estônia– 16 de junho – Huxleys Neue Welt, Berlin, Alemanha– 17 de junho – Grosse Freiheit 36, Hamburg, Alemanha– 19 – 22 de junho – Copenhell, Copenhagen, Dinamarca *– 21 de junho – Graspop Metal Meeting, Dessel, Bélgica *– 22 de junho – Summerside Festival, Grenchen, Suíça *– 24 de junho – Zeltfestival Rhein-Neckar, Mannheim, Alemanha *– 25 de junho – Circus Krone, Munich, Alemanha– 26 – 29 de junho – Resurrection Festival, Galicia, Espanha *– 27 – 30 de junho – Hellfest, Clisson, França *– 30 de junho – Rockhal, Esch-Sur-Alzette, Luxemburgo– 03 – 06 de julho – Rockharz Open Air, Ballenstedt, Alemanha *– 05 de julho – Ippodrome Delle Capannelle, Rock In Roma, Rome, Itália *– 06 de julho – Bassano Del Grappa, Metal Park, Vincenza, Itália *– 09 de julho – E-Werk, Koln, Alemanha– 11 – 14 de julho – Masters Of Rock Festival, Vizovice, República Tcheca *– 13 de julho – Hala, Zagreb, Croácia– 16 de julho – Kolodrum Arena, Sofia, Bulgária– 19 de julho – Kucukciftlik Park, Istanbul, Turquia– 21 de julho – Release, Athens, Grécia * * – show em festival Via: RockBizz

Por que Lars Ulrich se recusou a participar do novo álbum do Apocalyptica
Resenhas
21/05/2024

Por que Lars Ulrich se recusou a participar do novo álbum do Apocalyptica

James Hetfield e Rob Trujillo, frontman e baixista do Metallica, respectivamente, participaram do novo álbum do Apocalyptica, Play Metallica Vol. 2. O líder da banda finlandesa, Eicca Toppinen, também convidou o baterista Lars Ulrich para dar o ar da graça no disco, no entanto, o músico se recusou. Durante entrevista ao site Chaoszine, Eicca explicou por que Lars não participou de Play Metallica Vol. 2. Ele disse: “Nós mantivemos a porta aberta para que Lars pudesse fazer parte do álbum, mas ele se recusou. Contudo, a razão para isso foi legal, na verdade. Lars falou: ‘Rob está lá, James está lá e ainda há a linha de baixo de Cliff, então, se você me colocar lá tocando bateria, você transformará tudo no Metallica. E este trabalho não é sobre o Metallica, é sobre o Apocalyptica’. Para mim, esse foi o momento mais legal”. Apocalyptica Plays Metallica Vol. 2 será lançado no dia 7 de junho pela Throwdown Entertainment. Track listing de Plays Metallica Vol. 2: 01. Ride The Lightning02. St Anger03. The Unforgiven II04. Blackened05. The Call Of Ktulu (em memória de Cliff Burton)06. The Four Horsemen (com Robert Trujillo)07. Holier Than Thou08. To Live Is To Die09. One10. One (Instrumental) Via: RockBizz

Brian May (Queen) credita a invenção da guitarra rock a Pete Townshend do The Who
Resenhas
21/05/2024

Brian May (Queen) credita a invenção da guitarra rock a Pete Townshend do The Who

Brian May, guitarrista e atual líder do Queen, compartilhou em sua conta oficial no Instagram uma foto dele e Pete Townshend, do The Who. Na legenda da postagem, o músico credita a invenção da guitarra rock a Pete Townshend. May escreveu: “Não consigo imaginar a guitarra rock sem Pete Townshend. Olhando para trás, parece que ele inventou isso! E eu tive a sorte de estar lá assistindo. A minha forma de tocar deve muito a ele. Não estou falando sobre a influência do blues, que deu base à evolução do rock dos anos 70 e 80. Estou falando do som estridente e super amplificado – mas não super saturado – que Townshend trouxe à cena. Sem contar o peso de suas sessões rítmicas. Coloque My Generation no volume máximo de seu sistema de som e você ficará maravilhado. O The Who ainda tinha Keith Moon tocando bateria de forma insana, John Entwistle tocando baixo com a amplitude sonora de uma orquestra completa e Roger Daltrey como um rebelde punk, antes mesmo do punk surgir. Completamente incrível”. Brian complementou: “Ouça os acordes suspensos em I’m a Boy. Como Townshend inventou isso? Ouça Substitute, que tem uma sessão rítmica gigantesca e uma letra dez vezes mais profunda do que qualquer coisa por aí. Ouça o primeiro sucesso do Who nas paradas, Can’t Explanation, junto com sua versão do clássico Summertime Blues que transformou o rock n’ roll em rock. Bem, esse é o dever de casa de vocês”. Como missão dada é missão cumprida, nos players abaixo você pode curtir as canções citadas por Brian May. Via: RockBizz

Kerry King critica os álbuns recentes do Iron Maiden: “As músicas ficaram longas demais”
Resenhas
21/05/2024

Kerry King critica os álbuns recentes do Iron Maiden: “As músicas ficaram longas demais”

Kerry King criticou os álbuns recentes do Iron Maiden, The Book Of Souls (2015) e Senjutsu (2021), durante entrevista para o Riffx. De acordo com o guitarrista do Slayer, as músicas de Steve Harris e cia ficaram longas demais. Após notar que ainda não ouviu o novo álbum solo do vocalista Bruce Dickinson, The Mandrake Project, King disse (via Loudersound): “Não ouvi o novo álbum do Bruce, mas tenho um amigo que me disse que é melhor que o Iron Maiden”. E acrescentou: “Não me surpreenderia – nada contra o Maiden, mas as músicas deles ficaram longas demais, cara, eu simplesmente não posso me incomodar com isso. E não tenho muita capacidade de atenção”. Confira a entrevista abaixo: Kerry King lançou seu primeiro álbum solo, intitulado From Hell I Rise, no dia 17 de maio pela Reigning Phoenix Music e atualmente está em turnê promovendo o disco. A banda que o acompanha conta com nomes de peso da cena heavy metal como Mark Osegueda (vocal, Death Angel) , Phil Demmel (guitarra, ex-Machine Head), Kyle Sanders (baixo, Hellyeah) e Paul Bostaph (baterista, ex-Slayer). Via: RockBizz

Nicko McBrain fala sobre o derrame que sofreu e o processo de recuperação
Resenhas
20/05/2024

Nicko McBrain fala sobre o derrame que sofreu e o processo de recuperação

Em janeiro do ano passado (2023), o baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, 71 anos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) – também conhecido como derrame -, que chegou deixar o lado direito de seu corpo paralisado do ombro para baixo, no entanto, com os tratamentos adequados, o músico vem se recuperando, desde então. Em entrevista publicada pelo hospital Baptist Health no YouTube, Nicko falou sobre o derrame que sofreu em 2023, tranquilizou os fãs ao afirmar que se encontra em franca recuperação e agradeceu todo o apoio recebido pelos médicos e hospital. “Tive muita sorte de ter uma carreira musical durante toda a minha vida adulta. Em 1982, entrei para o Iron Maiden. Quando eu tinha 10 anos, eu me lembro de estar sentado em frente à televisão e ver Dave Brubeck Quartet. Vi Joe Morello tocando bateria e disse ao meu pai que queria ser igual àquele cara de óculos escuros. E estar em uma banda de rock tão grande quanto o Maiden é o sonho de todo músico. Mas temos os nossos momentos de fragilidade! Certo dia, acordei por volta das 9h15; e quando me virei, meu braço não estava se movendo. Puxei minha mão para cima, pude sentir que tinha uma sensação estranha na minha mão. Ela adormeceu e, quando a soltei, ela simplesmente caiu. Eu sinceramente pensei que fosse o fim! Lá estava eu deitado na cama tentando mexer minha mão, pelo menos meus dedos; estava tentando encorajar meu corpo a responder, positivamente, já que tínhamos agendado uma turnê no ano anterior. Então, eu pensei: ‘bem, tenho três meses para ver se consigo tocar, de novo’. Eu não conseguia segurar uma baqueta. Eu tive um imenso apoio e uma grande equipe por trás de mim, e essa foi a chave para eu me recuperar do derrame. Esse apoio dos médicos, das pessoas com quem você trabalha e da família é muito importante. Agradeço a todos do Boca Raton Regional Hospital, pois todos foram maravilhosos comigo. Eles são assim com todas as pessoas que entram lá, não me trataram bem só por eu ser famoso, não. Sem eles, eu não teria me recuperado”. A fala completa de Nicko McBrain pode ser vista logo a seguir: Via: RockBizz

Mr. Bungle toca Territory do Sepultura com Max Cavalera no Sonic Temple Festival
Resenhas
20/05/2024

Mr. Bungle toca Territory do Sepultura com Max Cavalera no Sonic Temple Festival

No último final de semana, o Mr. Bungle se apresentou no famoso Sonic Temple Festival e presenteou os fãs ao tocar Territory do Sepultura com Max Cavalera. Curta um trecho da performance no player logo abaixo. Mr. Bungle & Max Cavalera at Sonic Temple Festival,Columbus, OH 17/05/2024. Video by Otto Von Schirach Ig. pic.twitter.com/jeVBeZc3rY — Mike Patton Fans (@fansmikepatton) May 18, 2024 Além da perna norte-americana, o grupo vai embarcar numa turnê pelo Reino Unido e Europa em junho. O giro irá contemplar países como Alemanha, Dinamarca, França, Noruega, entre outros. Atualmente, o Mr. Bungle conta com Mike Patton (vocal – Faith No More), Trey Spruance (guitarra), Scott Ian (guitarra – Anthrax) e Dave Lombardo (bateria – ex-Slayer). Via: RockBizz