Resenhas

Blind Guardian prova que envelheceu bem com showzaço esgotado em Porto Alegre
Eu pensei em diversas maneiras de iniciar este texto, contextualizando sobre o ambiente e o clima da cidade, a expectativa criada, relembrando um pouco da história do Blind Guardian com Porto Alegre, de sua origem e inovação no power metal, de um Bar Opinião com ingressos esgotados, do trabalho brilhante de produção, mas não tem como ser diferente: Como esta banda envelheceu bem! Oito anos separaram os alemães desde a última passagem pela cidade, este foi o maior hiato desde a primeira aparição do grupo em Porto Alegre, no distante ano de 2002. De lá para cá foram 4 apresentações, sendo esta a quinta visita do Blind Guardian ao Bar Opinião. São 21 anos transitando pela cidade e alcançando gerações diferentes durante este período. O público presente mostrou bem esta variação, se alguns estavam lá vendo o grupo pela quinta vez, outros nem eram nascidos quando aconteceu o primeiro show na cidade. A tour atual tem como tema central o excelente álbum The God Machine, um dos melhores lançamentos de 2022 e, indiscutivelmente, o melhor trabalho do grupo desde Nightfall in Middle-Earth (1998). E se o trabalho de estúdio foi bom, ver o grupo ao vivo em 2023 é simplesmente incrível. O que Hansi Kürsch (vocal), André Olbrich (guitarra), Marcus Siepen (guitarra) e Frederik Ehmke (bateria) estão fazendo no palco é tão brilhante quanto. A começar pela surpresa: Se um show é roteirizado com set list igual em todos os lugares, parte do inesperado já se vai, uma vez que acessar set list de qualquer show no mundo hoje é muito simples, aliás, esta foi uma das falas de Hansi. Enquanto o público tenta adivinhar cada próxima musica baseada no show anterior, ele falou sobre a Internet estragar estas surpresas, e por isso o show seria diferente. Falando em show, vamos a ele. Pontualmente, às 21h, as luzes se apagaram e começou a intro nos PA’s, um a um os membros do grupo entraram ao palco e começaram a tocar Imaginations From the Other Side para delírio dos quase 2 mil presentes. Muito interativo, Hansi conversou com o público, falou sobre o longo período sem visitar a cidade e sobre o novo material. Blood of the Elves foi a primeira do disco e foi muito bem recebida. Um dos grandes clássicos, Nightfall, chegou mantendo lá no alto. A primeira grande surpresa do setlist foi com uma volta ao ano de 1992. Se o álbum Somewhere Far Beyond é sempre lembrado nos shows por causa de the Bard´s Song – In the Forest, aqui ele recebeu outra grande menção com a excelente Ashes to Ashes. Falando em surpresa, Violent Shadows foi uma inesperada das novas canções a estarem no repertório. Já Skalds and Shadows veio com a responsabilidade de dar uma acalmada, após a primeira parte insana de riffs. A calmaria durou pouco, visto que Time Stand Still (At the Iron Hill) e a ótima Secrets of the American Gods agitaram novamente o público. Nesta parte cabe uma observação! Os funcionários do Bar Opinião distribuíram garrafas de água para os fãs que estavam nas primeiras filas da pista, já um reflexo das novas medidas de políticas de shows. As guitarras saíram do palco e entraram os violões; nesta hora todos sabem o que esperar. Sem segredo, os acordes de The Bard´s Song – In The Forest fizeram a alegria de todos. Eu já havia assistido o Blind Guardian algumas vezes, mas nada se comparou a como foi em 2023. Um público sedento cantou muito alto cada trecho e verso da música, Hansi nem precisou fazer esforço; apenas observou e admirou a paixão dos fãs pela canção e pelo grupo. Antes de ir para o bis, mais dois clássicos do grupo: Majesty e Traveler In Time. Sem demorar muito, retornaram ao palco com a longa Sacred World, clara menção ao álbum At the Edge of Time. Outro ponto alto da noite veio com Lord of the Rings e uma resposta tão forte do público que novamente deixou o grupo admirado. O público então começou a cantar o refrão de Valhalla, ou seja, pedindo pela música, mas novamente surpreendendo os fãs, a banda incluiu uma faixa bônus que não estava prevista no setlist. Hansi falou com todos e explicou que iriam incluir este som se não se importarem. Born in a Mourning Hall foi a grata surpresa, com ostenta um riff marcante e um refrão melodioso, que foi cantado em uníssono. Para fechar, mais uma dobradinha de grandes clássicos: A tão esperada e pedida Valhalla com direito a mais de três minutos do público cantando os versos: ‘Valhalla, Deliverance, Why’ve you ever forgotten me’; e para fechar tudo, a pesada Mirror, Mirror! O Blind Guardian se despediu com a certeza da missão cumprida, um respeito admirável aos seus fãs, uma energia latente e um compromisso gigantesco com o seu papel. Além de músicos, são profissionais, e isso não é tão comum no mercado fonográfico. Se God Machine mostrava a banda rejuvenescida, a tour vem confirmando isto e criando boas expectativas pelo que o grupo ainda tem a acrescentar na sua longa história no metal. Via: RockBizz

“Yngwie Malmsteen é muito fritador; cansa os ouvidos”, afirma Andy Summers
O fantástico mundo da guitarra é interessante pois tem representação para cada perfil de músico e ouvinte. Seja o estilo mais virtuoso com muitas notas ou a pegada mais econômica, estruturada em muitas camadas e timbres, há espaço para todo mundo. Durante entrevista ao podcast On the Record, do site Ultimate Guitar, o guitarrista Andy Summers (The Police), por exemplo, falou sobre o saudoso Eddie Van Halen e sobre o estilo de tocar de Yngwie Malmsteen, que é conhecido por frases rápidas e muitos arpejos. “Eddie Van Halen era um gênio, ele era muito musical”, disparou Andy. “Eddie fez coisas incríveis na guitarra, o cara era um gênio, e é uma pena que ele não esteja mais aqui com a gente”, continuou. Questionado sobre o playing de Malmsteen, Summers falou: “Para mim, Yngwie Malmsteen é muito fritador, o que cansa os ouvidos, depois de certo tempo ouvindo”. Ele completou: “Eu não cresci ouvindo esse tipo de música, mas reconheço que é estilo bem inteligente e que precisa de muitos anos para alcançar esse nível. Na verdade, eu nem sei qual é o tipo de música que ele cria, mas não é a minha praia, não”. Nos tocadores abaixo, você pode conferir o estilo “guitarrístico” de Andy Summers, Yngwie Malmsteen e Eddie Van Halen: Via: RockBizz

Green Day inicia turnê americana com repertório de 37 músicas; veja vídeos
Na última segunda-feira, dia 29 de julho, o Green Day iniciou a turnê americana com repertório de 37 músicas. O show, que rolou no Nationals Park, na cidade de Washington, foi em divulgação a Saviors Tour, a qual contou com a abertura de Smashing Pumpkins, Rancid e Linda Lindas. O espetáculo do GD começou com The American Dream Is Killing Me e depois já partiu para execução na íntegra do álbum super platinado, Dookie, de 1994. Achou pouco? Tudo bem, pois o trio tocou o disco American Idiot na íntegra, também. Confira o repertório completo aqui: 1. “The American Dream Is Killing Me”2. “Burnout”3. “Having a Blast”4. “Chump”5. “Longview”6. “Welcome to Paradise”7. “Pulling Teeth”8. “Basket Case”9. “She”10. “Sassafras Roots”11. “When I Come Around”12. “Coming Clean”13. “Emenius Sleepus”14. “In the End”15. “F.O.D.”16. “All by Myself”17. “Know Your Enemy”18. “Look Ma, No Brains!”19. “One Eyed Bastard”20. “Dilemma”21. “Minority”22. “Brain Stew”23. “American Idiot”24. “Jesus of Suburbia”25. “Holiday”26. “Boulevard of Broken Dreams”27. “Are We the Waiting”28. “St. Jimmy”29. “Give Me Novacaine”30. “She’s a Rebel”31. “Extraordinary Girl”32. “Letterbomb”33. “Wake Me Up When September Ends”34. “Homecoming”35. “Whatsername”36. “Bobby Sox”37. “Good Riddance (Time of Your Life)” Veja também alguns vídeos da apresentação: Via: RockBizz

Bruce Dickinson lança videoclipe de Resurrection Men
Bruce Dickinson lançou o videoclipe de Resurrection Men. A faixa encabeça o single homônimo à canção, que ainda traz versões ao vivo das músicas Afterglow Of Ragnarok e Abduction. Veja: Sobre a música, Dickinson comentou: “A guitarra de surf music na introdução – a parte à la Dick Dale – eu que fiz! Estávamos brincando com a configuração do tremolo e baixamos o tom, o resultado ficou muito legal. A canção foi para um lugar diferente, ficou pesada. Tem uma pegada meio Behind The Wall Of Sleep, do Black Sabbath, ou seja. bem pesado”. De acordo com Bruce, o vídeo é uma forma de agradecimento aos mais 350 mil fãs que prestigiaram a The Mandrake Project Tour ao redor do mundo. O cantor também destacou que a turnê foi uma das melhores de sua carreira. A The Mandrake Project Tour teve início no dia 12 de abril em Los Angeles, Estados Unidos, e o ponto final em 21 de julho, na cidade de Atenas, Grécia. Atualmente, o artista está recarregando as baterias para cair na estrada em setembro com o Iron Maiden, para a perna 2024 da The Future Past Tour. Via: RockBizz

Sebastian Bach fala sobre os novos planos para sua carreira
Durante entrevista recente no programa More da Fox 5 Vegas, Sebastian Bach falou sobre os novos planos para sua carreira. O ex-vocalista do Skid Row apareceu nas temporadas 4 a 7 da série Gilmore Girls como o guitarrista que assumiu o papel de Adam Brody como Dave Rygalski na banda Hep Alien. Ele também retornou para o revival de 2016, Gilmore Girls: A Year In The Life. Quando perguntado sobre sua experiência como ator, Bach respondeu: “Eu realmente gostei. É um programa de uma hora de duração e há muito diálogo. E o diretor sempre dizia: ‘Ok. Faça uma vez o mais rápido que puder’. Então eu seria como um leiloeiro [falando muito rápido]. E uma vez meu agente ligou, ele disse: ‘Sebastian, o programa Law & Order quer que você seja um DJ, um traficante de drogas ou algo assim’. Eu disse: ‘Law & Order. Esse é o programa favorito do meu pai’. E então eu fui fazer o teste para Law & Order e fiz minhas falas o mais rápido que pude por causa [da minha experiência em Gilmore Girls]. E o cara disse, ‘Cara, vai devagar’. Eu disse, ‘Caramba. Bem, é que estou no programa Gilmore Girls’”. E acrescentou: “Então eu amo Gilmore Girls. E agora a série está na Netflix, e eu apareço no A Year In The Life”. Sebastian também revelou qual será sua próxima aparição na TV. “Eu estarei em um programa na Food Network chamado Worst Cooks In America”, contou. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

“Cristãos reclamam de tudo; ficam ofendidos com tudo”, diz Tracii Guns
Tracii Guns, guitarrista e líder da banda L.A. Guns, usou as redes sociais para reclamar dos cristãos que se sentiram ofendidos pela representação do famoso quadro de Leonardo Da Vinci, A Última Ceia, com drag queens, durante a abertura dos jogos olímpicos, na última sexta-feira, dia 26 de julho. Guns escreveu: “Cristãos reclamam de tudo! Aproveitem as suas vidas. Ficar ofendido com tudo é uma maneira louca de viver. E não apoiem bandidos, simples assim”. E é claro que a opinião do músico encontrou críticas de algumas pessoas que se declaram cristãs e não gostaram de sua opinião incisiva. Algumas pessoas escreveram que tal posição não condiz com a verdade, pois os cristãos não são reclamões. Veja a postagem de Tracii Guns e a repercussão de sua opinião: Christians bitch about… EVERYTHING!!! Enjoy your lives. Being offended by everything is a crazy way to live. And don’t support felons. Simple right? — Tracii ⨁ (@TraciiGuns) July 28, 2024 Via: RockBizz

João Barone lançará biografia dos Paralamas do Sucesso em agosto
Numa noite de outubro de 1981, João Barone emprestou sua precária bateria para uma banda de nome engraçado fazer sua primeira apresentação, na Universidade Rural, na Zona Oeste do Rio. Tinha conhecido a rapaziada do grupo horas antes. Faltando poucos minutos para o show, o baterista não apareceu. Coube a ele assumir as baquetas. Mais de quatro décadas depois, a história consagradora dos Paralamas do Sucesso é narrada por alguém que jamais perdeu um show da banda: justamente João Barone. Em 1,2,3,4! Contando o tempo com Os Paralamas do Sucesso, que a Editora Máquina de Livros lança em agosto, Barone faz um mergulho na trajetória da banda, com desconcertante sinceridade e uma incrível riqueza de detalhes. Ele busca na infância simples o fascínio pela bateria e lembra os primeiros passos ao lado de Herbert Vianna e de Bi Ribeiro no início dos anos 80, antes da fama: os ensaios na casa da Vovó Ondina, as tardes com os amigos na Praia de Ipanema, a gravação da demo que virou sensação na Rádio Fluminense FM. “Poucas pessoas têm o privilégio de passar 40 anos exercendo uma mesma atividade. No meu caso, tocar bateria nos Paralamas me proporcionou conhecer o mundo inteiro sem gastar nenhum tostão, como diz o verso de Melô do marinheiro. Sou a prova de que os sonhos podem se tornar realidade”, diz Barone. O livro faz um passeio pela trajetória da banda, ao longo de 84 capítulos. Barone fala sobre o contrato para o primeiro disco, o convívio com outros grupos da geração, as farras nas turnês pelo Brasil e o apoteótico show no Rock in Rio de 1985, que mudou o patamar dos Paralamas do Sucesso. Numa narrativa precisa e embalada de afeto, ele revela ainda os bastidores das gravações de cada disco e como nasceram alguns dos inúmeros sucessos do trio. Barone reconstitui ambientes e diálogos, botando o leitor na cena dos acontecimentos. As lembranças de João Barone são aguçadas. Ele detalha desde os contratempos em viagens até a vitoriosa carreira internacional da banda, que se tornou fenômeno na América Latina e desbravou a Europa – inclusive, abrindo a primeira grande turnê solo de Brian May, logo após o fim do Queen. O livro traz também momentos delicados e de extrema emoção, especialmente ao narrar o acidente de ultraleve com Herbert, em 2001, e as semanas de agonia que se seguiram, até a volta triunfal da banda. Com prefácio de José Emilio Rondeau e orelha de Elisabete Pacheco, ambos jornalistas, 1,2,3,4! Contando o tempo com Os Paralamas do Sucesso é essencial não só para quem busca conhecer a trajetória do grupo, mas também a evolução do rock brasileiro. O livro traz ainda mais de 80 imagens do acervo pessoal de Barone – quase todas inéditas -, que incluem manuscritos de letras, credenciais de shows históricos, documentos e cartazes do início da carreira. Barone fará lançamentos em várias cidades do país. A primeira noite de autógrafos será no Rio de Janeiro, no dia 20 de agosto, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon. Via: RockBizz

Site elege My World como a pior música do Guns N’ Roses
Entrar na seara do pior ou melhor é algo complicado, principalmente quando o objeto de análise é música, isto é, algo subjetivo e aberto a uma infinidade de interpretações e críticas. Mesmo assim, há quem tope encarar a aventura de cravar qual é o pior e o melhor disco e música, por exemplo. A Loudwire fez uma lista contendo todas as canções do Guns N’ Roses. A equipe do site elencou os sons do pior para o melhor, e a lanterna ficou nas mãos de My World, faixa do álbum Use Your Illusion II, de 1991. Como argumento para tal posição, eles escreveram: “Axl Rose curtia Nine Inch Nails antes de eles se tornarem famosos, e também gostava de bandas eletrônicas como Depeche Mode e Pet Shop Boys. Mas gostar de música eletrônica é uma coisa, produzi-la é outra bem diferente. My World é uma música com menos de 90 segundos e foi uma escolha estranha para encerrar os álbuns do Illusion. É quase uma música do Guns N’ Roses, uma vez que Axl consta na faixa, contudo, Slash, Duff, Matt e Izzy não. E mais, em retrospecto, isso pareceu algo meio presciente”. Curta My World no tocador abaixo para tirar as suas próprias conclusões: Via: RockBizz

“Sei que meus dias estão contados mas não tenho medo”, diz Rod Stewart
Rod Stewart, 79 anos, foi entrevistado recentemente pelo The Sun e comentou que sabe que não viverá para sempre, mas não está preocupado com isso. “Sei que meus dias estão contados mas não tenho medo”, disse o cantor (via UCR). “Todos nós temos que morrer em algum momento, então estamos todos na mesma situação”. E acrescentou: “Vou me divertir nesses últimos anos o máximo que puder. Digo alguns – provavelmente mais 15 anos. Posso fazer isso fácil, cara”. Stewart explicou que, à medida que foi envelhecendo, teve que tomar mais precauções na estrada. “Não sou como era nos anos 70 e 80 e não posso ficar acordado a noite toda, ficar bêbado, enlouquecer e ainda ter uma voz boa”, ele disse. “Hoje em dia, tenho que proteger minha voz antes e depois de cada show.” Além da idade, em 2019, o cantor revelou que havia vencido o câncer de próstata. “Estou livre agora, simplesmente porque descobri cedo. Fiz muitos testes”, contou na época. Mesmo assim, Stewart tem muitas datas de turnê agendadas para este ano, incluindo quatro shows em Las Vegas, Estados Unidos, e também uma apresentação com Billy Joel no dia 13 de setembro em Cleveland. Via: RockBizz

Steve Morse chegou a desistir da música para ser piloto de avião
Ao se ouvir o nome Steve Morse, logo vem à cabeça guitarra fusion, melodias virtuosas, Dixie Dregs e Deep Purple. No entanto, antes de ganhar fama mundial nas seis cordas, Morse chegou a desistir da música para ser piloto de avião, e só voltou a trabalhar com a primeira arte por causa do Lynyrd Skynyrd. Steve contou a história, durante entrevista ao canal da Ernie Ball no YouTube. Ele disse: “O Dixie Dregs meio que se separou em 1981. Fizemos seis discos. Eu senti que o mundo da música estava meio estranho para mim. Com isso, comecei a fazer alguns trabalhos estranhos como operar escavadeira, cortar feno e coisas assim. Eu estava tentando não trabalhar como músico. Não durou muito, porque eu sentia falta de tocar. Montei a Steve Morse Band em meados dos anos 80, mas, com o altos e baixos da indústria musical, aquela montanha-russa, acabou me cansando, também. Eu tinha alguns amigos que eram pilotos de avião; eles me falaram que era um bom trabalho. Eu pensei: ‘Bem, se eu tiver esse emprego, eu poderia fazer música sem me preocupar com contrato, dinheiro e tal’. Foi difícil conseguir esse emprego, um grande desafio, mas foi muito divertido. E é claro que tinha suas partes cansativas e eu tive que aprender lidar com isso. Contudo, tudo mudou em uma noite, quando Gary Rossington [guitarrista do Lynyrd Skynyrd] me ligou e chamou para ir ao estúdio, porque eles estavam gravando. Eu ainda estava com o uniforme de piloto. Cheguei um pouco atrasado, mas fui ao estúdio. Quando cheguei lá, Gary me apresentou a todo mundo e já falou para eu tocar Gimme Back My Bullets. Nem tive muito tempo para pensar, quando vi já estava trabalhando com o Lynyrd Skynyrd, o que foi incrível”. Assista a entrevista completa aqui: Via: RockBizz

Andreas Kisser considera Crypta e Nervosa sucessores do Sepultura
A revista inglesa Metal Hammer tem uma sessão interessante, a qual pede aos seus leitores para fazerem perguntas aos músicos. De Bruce Dickinson (Iron Maiden) a Tobias Forge (Ghost), muita gente fera da música pesada já participou da “brincadeira”. Dias atrás, o guitarrista Andreas Kisser e o vocalista Derrick Green, do Sepultura, foram sabatinados pelo público. Uma das perguntas foi a seguinte: “Qual banda vocês acham que será a sucessora do Sepultura? A resposta de Andreas foi: “Claustrofobia misturou as coisas de percussão e também tem essa influência brasileira. Crypta e Nervosa sempre mencionam o Sepultura no lado mais pesado da música. Temos muitos álbuns diferentes que inspiraram bandas diferentes de maneiras diferentes, e isso é sempre legal de ouvir”. Derrick completou: “São 40 anos [de carreira], então, há muitas gerações diferentes que cresceram ouvindo Sepultura; dessa forma, suas perspectivas da banda podem ser muito diferentes”. Leia a entrevista na íntegra neste link. Atualmente, o Sepultura está na estrada com a Celebrating Life Through Death Tour, que é o seu derradeiro giro mundial. A turnê está na segunda perna brasileira, a qual tem apresentações confirmadas em cidades como Rio de Janeiro, Campo Grande, São Paulo, Ribeirão Preto, Santos, entre outras. Veja o itinerário completo da tour no site oficial do Sepultura. Via: RockBizz

Deep Purple alcança a décima segunda posição das paradas de sucesso com o álbum =1
Em 19 de julho, o Deep Purple lançou o seu novo petardo sonoro, o vigésimo terceiro de sua carreira, chamado =1. O disco é o primeiro trabalho do grupo, com o sensacional guitarrista Simon McBride, que entrou na banda em 2022 substituindo o membro de longa data Steve Morse, que saiu por motivos pessoais. A boa nova é que o Deep Purple alcançou a décima segunda posição das paradas de sucesso com o álbum =1. O levantamento foi realizado pelo site Official Charts e equivale ao período entre os dias 25 e 31 de julho. O quinteto desbancou nomes como Dua Lipa, Taylor Swift, Post Malone, Oasis, Ed Sheeran, entre muitos outros. DP no Brasil E por falar em Deep Purple, o grupo virá ao Brasil em setembro para apresentar sons do =1 e hits de sua carreira. O shows vão rolar em São Paulo, em 13 de setembro, e na cidade do Rio de Janeiro, no Rock in Rio, dia 15 de setembro. Track listing de =1: 01. Show Me02. A Bit On The Side03. Sharp Shooter04. Portable Door05. Old-Fangled Thing06. If I Were You07. Pictures Of You08. I’m Saying Nothin’09. Lazy Sod10. Now You’re Talkin’11. No Money To Burn12. I’ll Catch You13. Bleeding Obvious Via: RockBizz

Scorpions compartilha vídeo de Can’t Get Enough no Rock in Rio 1985
O quinteto alemão foi uma das bandas de rock n’ roll e heavy metal que ajudou a engrossar o line-up da primeira edição do Rock in Rio, que rolou em janeiro de 1985. E, de uns tempos para cá, os caras vêm mostrando algumas performances de tal show. Dias atrás, o Scorpions compartilhou o vídeo de Can’t Get Enough no Rock in Rio 1985. Assista: Cabe explicar que Can’t Get Enough está no repertório do álbum Lovedrive, quinto registro de estúdio de Klaus Meine (vocal), Rudolf Schenker (guitarra) e cia. O disco saiu em fevereiro de 1979 pelo selo britânico Harvest. Além de Can’t Get Enough, Lovedrive tem como destaque as faixas Loving You Sunday Morning, Another Piece of Meat, Coast to Coast, Holiday e a faixa-título. Via: RockBizz

Blur coloca no mercado o álbum ao vivo Live at Wembley Stadium
Um ano após um fim de semana memorável no Estádio de Wembley, Inglaterra, chegou ao mercado o álbum ao vivo Live at Wembley Stadium. O trabalho saiu em versões como 2CD, 2CD + cassete e pôster, vinil preto, vinil colorido, cassete e digital. Live at Wembley Stadium apresenta uma coleção de músicas registrada nos dias 8 e 9 de julho de 2023 e prova o poderio sonoro de Damon Albarn (vocal), Graham Coxon (guitarra), Alex James (baixo) e Dave Rowntree (bateria) no palco. Track listing de Live at Wembley Stadium: CD1St Charles SquareThere’s No Other WayPopsceneTracy JacksBeetlebumTrimm TrabbVilla RosieStereotypesOut of TimeCoffee & TVUnder the Westway CD2End of a CenturySunday SundayCountry HouseParklifeTo the EndOily WaterAdvertSong 2This Is a LowLot 105Girls & BoysFor TomorrowTenderThe NarcissistThe Universal Via: RockBizz

Metallica libera versão ao vivo de Welcome Home (Sanitarium) gravada na Polônia
Nos meses atrás, o Metallica percorreu boa parte da Europa com a M72 Tour, que é em promoção ao seu mais novo registro de estúdio, 72 Seasons, lançado em 14 de abril de 2023. Mesmo assim, o quarteto reservou espaço para os seus clássicos em seus shows. Sendo assim, o Metallica liberou a versão ao vivo de Welcome Home (Sanitarium) gravada na Polônia no dia 07 de julho. Veja: A perna europeia se estendeu até o dia 14 de julho, com o show de Madri, Espanha. No momento, os caras estão tirando uns dias de folga para recarregar as baterias e, posteriormente, cair com tudo em uma tour pelos Estados Unidos, que começará no dia 02 de agosto em Massachusetts. Consulte o itinerário completo do quarteto aqui. Via: RockBizz

Barry Kerch (Shinedown) critica o KISS por vender merchandises inúteis
Barry Kerch, baterista do Shinedown, foi entrevistado no Rock 100.5 da KATT FM e discutiu os itens de merchandise que as bandas vendem. Ao ser questionado se o Shinedown já foi abordado para vender coisas como cerveja ou uísque, Kerch respondeu: “Sim, essas coisas aconteceram e aqui está a questão, eu não vou colocar meu nome ou o nome da minha banda em nada que não usaríamos ou não fazemos parte. É como se eu pudesse vender um uísque, mas nenhum de nós realmente bebe uísque. Quando se trata de cerveja, é muito parecido com molho picante. Eu sou o bebedor de cerveja, o cara do molho picante. O resto dos caras não são tanto”. Ele continuou explicando sua motivação para escolher o merchandise e se referiu ao KISS: “Então definitivamente tem que ser um projeto apaixonado e algo que realmente represente o Shinedown. Não estamos apenas vendendo coisas. Sem ofender o KISS, mas não se trata apenas de ganhar dinheiro com merchandise. Também queremos realmente ter algo do qual façamos parte”. O KISS ganhou mais dinheiro vendendo produtos do que vendendo discos. O grupo tem mais de 5 mil itens de merchandise, incluindo camisetas, quadrinhos e até caixões. Confira a entrevista completa com Barry Kerch abaixo: Via: RockBizz

Serj Tankian revela sua nova música Justice Will Shine On; ouça aqui
Serj Tankian, vocalista do System Of A Down, revelou sua nova música Justice Will Shine On. A faixa estará presente no próximo EP solo do cantor, intitulado Foundations, que será lançado no dia 27 de setembro pela Gibson Records. O músico e compositor falou sobre o EP durante entrevista para a revista Metal Hammer em abril: “São cinco músicas. Acabamos de gravar cinco vídeos na semana passada com membros da FCC, minha banda de apoio, o que foi muito divertido”. E acrescentou: “Então, uma das músicas é dos primeiros dias do System, por exemplo, que eu nunca divulguei e nunca tinha trabalhado com o System. Algumas das músicas são do meu período solo de 2007-2008, mas não se encaixavam no disco [‘Elect The Dead’, lançado em outubro de 2007]”. Justice Will Shine On segue o primeiro single do EP, A.F. Day, que chegou em maio. A nova música fala diretamente sobre o genocídio armênio, enquanto Tankian canta sobre o horror que seus ancestrais vivenciaram. Confira o clipe abaixo: Via: RockBizz

Slash escreve mensagem emotiva para enteada falecida
Slash compartilhou uma mensagem emotiva para sua enteada falecida, Lucy-Bleu Knight, neste sábado (27) através das redes sociais. O icônico guitarrista do Guns N’ Roses escreveu: “Meu coração está permanentemente partido. Eu nunca vou parar de sentir sua falta e lembrar que farol de felicidade, risos, criatividade e beleza você sempre foi. E ainda é. A luz mais brilhante na vida de tantos que te amaram muito. Eu encontro consolo na esperança de que você esteja em paz agora. Eu te amarei eternamente”. Lucy-Bleu Knight, filha da atual companheira de Slash, Meegan Hodges, morreu no dia 19 de julho aos 25 anos. A causa da morte não foi revelada. Via: RockBizz

Hits e cortes de cabelo: 11 vezes que o Metallica foi acusado de se vender
Se tem uma banda de heavy metal que já foi acusada infinitas vezes de ser vender ao mainstream, essa banda é o Metallica. Seja sob o protesto de uma música ganhar videoclipe, seja pela birra de um corte de cabelo ou mesmo a inclusão de uma canção na trilha sonora de uma atração televisa pop, tudo pode – e foi – ser usado contra o Metallica no tribunal imposto por alguns fãs. Nas linhas abaixo, você poderá recordar de forma cronológica alguns acontecimentos que deixaram o pessoal mais ortodoxo soltando labaredas de raiva e fizeram os músicos ganharem a pecha de vendidos – via Metal Hammer. 1981: “Seja músico e fique rico” O Metallica vendeu tudo antes mesmo de começar? De acordo com algumas pessoas, sim. Fotos do frontman James Hetfield no ensino médio circulam pela internet, com a seguinte citação detalhando suas aspirações de carreira: “Seja músico e fique rico”. A biografia de Hetfield, So Let It Be Written, diz que a frase é genuína, o que é o suficiente para algumas pessoas argumentarem que o Metallica nunca foi sobre música. 1983: Demissão de Dave Mustaine O Metallica demitiu o guitarrista Dave Mustaine por conflitos pessoais e profissionais no ano de 1983. Embora a banda nem tivesse gravado o álbum de estreia, Kill ’Em All, quando isso aconteceu, aparentemente as pessoas acham que o grupo se vendeu por isso. “O Metallica se vendeu quando dispensou Mustaine”, escreveu um sujeito no Quora respondendo a pergunta: ‘O Metallica se vendeu na época do Black Album’? “Eles trocaram o fogo punk de Mustaine e o cerne da música thrash […] por um guitarrista de aluguel muito mais fácil de engolir como [Kirk] Hammett para o bem da longevidade da banda”, lamentou o fã. 1984: Violões em Fade To Black O Metallica nunca foi apenas uma banda de thrash metal, mas no álbum Ride The Lightning, de 1984, foi quando eles realmente começaram a transcender os limites do estilo. A balada Fade To Black usou violões e irritou os fanáticos. “Quando a comunidade metal ouviu uma música do Metallica com violões, eles vomitaram”, disse Lars Ulrich ao Howard Stern, em 2013. Mesmo assim, a música se tornou um clássico e uma das favoritas dos fãs. 1984: Escape Outra faixa de Ride The Lightning – mais pop e simples, Escape também recebeu acusações de ser vendida. No entanto, as provocações vieram de dentro da própria banda, dessa vez. “Eles sentiram que talvez estivessem se vendendo um pouco”, disse o produtor do disco, Flemming Rasmussen, ao Rock Talk em 2018. “Mas eles estavam naquela gravadora Megaforce e queriam desesperadamente entrar para uma grande gravadora. Então, era meio que a maneira deles de agradar uma grande gravadora sem saber o que realmente queriam”. 1986: Assinando com uma grande gravadora para Master Of Puppets Em 1986, o Metallica mudou da gravadora Megaforce para a Elektra: antiga casa do The Doors e do The Stooges. Os comentários sobre se vender os seguiram durante essa mudança e, naquele ano, um jornalista questionou Hetfield e o então baixista, Cliff Burton, sobre o assunto. “Muitas pessoas acham que você se vendeu só porque está em uma grande gravadora e é muito popular”, disse James. “Ou talvez por que você não toque a 1.000 mph o tempo todo”, Cliff acrescentou. “Nós faríamos a mesma coisa se ainda estivéssemos em uma gravadora independente”, concluiu James. 1989: O primeiro videoclipe O Metallica quebrou os seus paradigmas ao lançar seu primeiro videoclipe em 1989; a faixa escolhida foi One, do álbum …And Justice For All. Em 2018, o frontman James Hetfield revelou que o vídeo teve um custo estranho, digamos assim: um “fã” se sentiu insultado com o clipe e cuspiu nele, durante um show. Segundo James, o fã disse que a banda havia se vendido por ter feito o vídeo! O Papa Het também refletiu e chegou a conclusão que para crescer é preciso utilizar vídeo, internet ou filmes como meios alcançar tal objetivo. 1990: Contratar o produtor Bob Rock Depois de …And Justice For All. o Metallica queria seguir um direcionamento mais simples possível para seu sucessor. Para equilibrar o som da maneira que desejavam, os músicos contrataram o ex-produtor do The Cult e Mötley Crüe, Bob Rock, para ajudar dar vida ao que convencionou chamar de Black Album. Os puristas não ficaram felizes. “Bob veio com outra experiência, explicou Kirk Hammett ao jornal The Guardian em 2021. “Ele estava trabalhando para bandas que eram realmente voltadas para o rádio como Bon Jovi, Mötley Crüe, Loverboy e Aerosmith”, destacou. “E nós éramos aquela banda de heavy metal que só queria ser uma banda de heavy metal”, completou. 1991: O Black Album se tornou um grande sucesso comercial Quando Enter Sandman e Nothing Else Matters se tornaram mega hits e o Black Album liderou as paradas em todo o mundo, alguns fãs espumaram de raiva e declararam que o grupo perdeu toda sua credibilidade. “As acusações de que eles tinham se vendido vieram dos fãs mais fanáticos que não conseguiram entender o álbum de 1991”, escreveu o jornalista Sid Smith para a BBC em 2007. 1996: Cabelo bem curtinho e art rock Se os fãs puristas ficaram incomodados em 1991, o disco seguinte, o Load, chegou impondo uma mudança geral no som, apelando para o art rock, além disso, o visual com cabelo curto também deixou muita gente brava. “Sim, nós nos vendemos”, respondeu o então baixista da banda, Jason Newsted, em um episódio de Behind The Music de 1998. “Mas nós vendemos todos os ingressos das casas de show quando tocamos”, completou em tom de deboche. 2000: Processando o Napster O Metallica processou o site de compartilhamento de arquivos virtuais, Napster, em 2000, e se tornou o inimigo público número um para boa parte do público. Acusações de ganância e avareza se tornaram corriqueiras. “Nós que éramos os bandidos, nós éramos as estrelas do rock gananciosas”, disse Lars Ulrich no documentário When Metallica Ruled The World da VH1, em 2005. 2022: Master

Jerry Cantrell anuncia o novo álbum I Want Blood e libera o primeiro single Vilified
Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, anunciou que lançará seu novo álbum solo, intitulado I Want Blood, no dia 18 de outubro. O primeiro single do trabalho, Vilified, já está disponível nas plataformas de streaming; ouça mais abaixo. O sucessor de Brighten, de 2021, está repleto de participações especiais incluindo os baixistas Duff McKagan (Guns N’ Roses) e Robert Trujillo (Metallica); os bateristas Mike Bordin (Faith No More) e Gil Sharone (Team Sleep, Stolen Babies); e os vocalistas Greg Puciato (Better Lovers, ex-Dillinger Escape Plan) e Lola Colette. Cantrell falou sobre o novo disco: “É difícil, sem dúvida, e completamente diferente de Brighten. E é isso que eu quero, fazer coisas diferentes. Há uma confiança neste álbum”. I Want Blood foi coproduzido por Cantrell e Joe Barresi (Tool, Queens of the Stone Age), e gravado no JHOC Studio em Pasadena, Califórnia, Estados Unidos. Tracklist de I Want Blood: 01. Vilified02. Off the Rails03. Afterglow04. I Want Blood05. Echoes of Laughter06. Throw Me a Line07. Let It Lie08. Held Your Tongue09. It Comes Via: RockBizz

Mr. Big compartilha performance ao vivo de Daddy, Brother, Lover, Little Boy
O Mr. Big acaba de compartilhar a performance ao vivo de Daddy, Brother, Lover, Little Boy (The Electric Drill Song). A faixa estará presente no último álbum ao vivo do grupo, intitulado The Big Finish Live, que será lançado no dia 06 de setembro pela Evolution Music Group. O registro da turnê de despedida The Big Finish, onde a banda tocou o álbum Lean Into It na íntegra além de seus grandes clássicos, foi filmado no Budokan em Tóquio, Japão, em 26 de agosto de 2023. Esta performance histórica estará disponível em diversos formatos como 3LPs, 2CDs, 2CDs+ Blu-ray, cassete e virão com um livreto que inclui fotos inéditas da apresentação no Budokan, bem como um adesivo ou cartão postal para os fãs. Confira o vídeo ao vivo de Daddy, Brother, Lover, Little Boy (The Electric Drill Song) abaixo: Tracklist de The Big Finish Live: 01. Addicted To That Rush02. Take Cover03. Undertow04. Daddy, Brother, Lover, Little Boy (The Electric Drill Song)05. Alive And Kickin’06. Green-Tinted Sixties Mind07. CDFF – Lucky This Time08. Voodoo Kiss09. Never Say Never10. Just Take My Heart11. My Kinda Woman12. A Little Too Loose13. Road To Ruin14. To Be With You15. Big Love16. The Chain17. Promise Her The Moon18. Where Do I Fit In19. Wild World20. Paul Gilbert Guitar Solo21. Colorado Bulldog22. Billy Sheehan Bass Solo23. Shy Boy24. 30 Days In The Hole25. Good Lovin’26. Baba O’Riley Via: RockBizz

Metallica manda ver em performance de Fuel na Polônia
Entre os meses de maio, junho e julho, o poderoso Metallica ficou na Europa divulgando a M72 World Tour 2024. E para mostrar como está o andamento das turnês, o quarteto tem o costume de disponibilizar várias vídeos ao vivo. No player abaixo, por exemplo, você pode ver o Metallica mandando ver em performance de Fuel na Polônia. Assista: A perna europeia se estendeu até o dia 14 de julho, com o show de Madri, Espanha. No momento, os caras estão tirando uns dias de folga para recarregar as baterias e, posteriormente, cair com tudo em uma tour pelos Estados Unidos, que começará no dia 02 de agosto em Massachusetts. Consulte o itinerário completo do quarteto aqui. Via: RockBizz

Powerwolf divulga clipe de We Don’t Wanna Be No Saints
O novo álbum do Powerwolf, Wake Up The Wicked, foi lançado nesta sexta-feira, dia 26 de julho, pela Napalm Records. Para coroar o lançamento do disco, o Powerwolf divulgou o clipe de We Don’t Wanna Be No Saints. Assista: Wake Up The Wicked, que é o sucessor de Call Of The Wild, lançado em 2021, foi produzido por Joost Van Den Broek (Sabaton, Blind Guardian, Simone Simons, After Forever) no Sandlane Recording Facilities. Atualmente, o Powerwolf é formado por Attila Dorn (vocal), Falk Maria Schlegel (teclado), Charles Greywolf (guitarra), Matthew Greywolf (guitarra) e Roel van Helden (bateria). Track listing de Wake Up The Wicked: 01. Bless ‘Em With The Blade02. Sinners Of The Seven Seas03. Kyrie Klitorem04. Heretic Hunters05. 158906. Viva Vulgata07. Wake Up The Wicked08. Joan Of Arc09. Thunderpriest10. We Don’t Wanna Be No Saints11. Vargamor Via: RockBizz

Erik Grönwall (ex-Skid Row) faz cover de Sabbath Bloody Sabbath do Black Sabbath; ouça
Erik Grönwall, ex-vocalista do Skid Row e Heat, acaba de compartilhar em seu canal oficial do YouTube o cover de Sabbath Bloody Sabbath, faixa-título do álbum de 1973 do Black Sabbath. Assista abaixo: No canal também é possível assistir performances caprichadas de hits como 18 and Life (Skid Row), Dream On (Aerosmith), Neon Knights e Headless Cross (Black Sabbath), Eagle Fly Free (Helloween), entre muitos outros. Então, para ficar por dentro de todas as novidades compartilhadas pelo artista sueco, é só clicar aqui. Via: RockBizz