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KISS se reúne para show em Las Vegas com homenagem a Ace Frehley
KISS se reuniu no último final de semana, pela primeira vez desde o fim da banda em 2023 na turnê de despedida End of the Road, em uma convenção para comemorar os 50 anos do fã-clube oficial Kiss Army. Intitulado KISS Army Storms Vegas, o evento aconteceu no último sábado e domingo, 14 a 16 de novembro, no Virgin Hotels, em Las Vegas, e contou com a formação completa do KISS: o vocalista e guitarrista Paul Stanley, o baixista Gene Simmons, o guitarrista Tommy Thayer e o baterista Eric Singer. Sem maquiagem e figurinos típicos, a banda fez uma apresentação acústica no sábado, e antes de começar, Paul Stanley dirigiu-se ao público para propor um momento de silêncio em memória de Ace Frehley, morto em 16 de outubro. “Antes de começarmos, queríamos dedicar um momento para pensar em alguém que é a base desta banda. E estamos falando do Ace. É claro que tivemos nossas diferenças, mas é isso que significa família. E por que não dedicamos um momento, um pouco de silêncio, para pensar nele nos observando. Provavelmente do [planeta] Jendell, e vamos fazer uma homenagem ao Ace? Velas acesas”, disse Paul. Os fãs ergueram velas elétricas enquanto entoavam “Ace! Ace! Ace!” em coro, para uma homenagem emotiva ao guitarrista fundador. No segundo dia de evento, a banda realizou um show elétrico que contou com o ex-guitarrista Bruce Kulick, que se juntou à banda para as duas últimas músicas. Kulick fez parte do KISS em 1984 e permaneceu como guitarrista principal da banda por 12 anos, acompanhando a banda na turnê Animalize e continuando com a banda até a turnê de reunião de 1996. O KISS Army Storms Vegas contou com participações especiais ao longo dos dois dias. Bandas como Quiet Riot, Stephen Pearcy e Warren DeMartini interpretando músicas do Ratt, School Of Rock, Sebastian Bach também se apresentaram. Veja abaixo vídeos gravados por fãs: LEIA TAMBÉM: Membros do KISS homenageiam Ace Frehley: “Ninguém pode tocar no seu legado” Via: WikiMetal

Deep Purple: Ian Gillan revela perda de visão e pensa em aposentadoria
Ian Gillan, vocalista do Deep Purple, afirmou que a aposentadoria da música pode estar mais perto do que o público imagina. Aos 80 anos, o músico revelou em entrevista à revista Uncut que enfrenta uma perda significativa de visão, condição que vem impactando sua rotina e seu trabalho. Gillan, que encerrou recentemente uma turnê de arenas com o Deep Purple, incluindo apresentação no Brasil em junho, disse que possui apenas cerca de 30% da visão. Segundo ele, a limitação dificulta tarefas cotidianas, como trabalhar no computador, e exige adaptações constantes. O vocalista disse [via Music-News]: “Isso não vai melhorar. Torna a vida misteriosa. A coisa mais difícil é trabalhar no meu laptop. Não consigo ver nada na tela a menos que use minha visão periférica – capto uma linha olhando de lado. Mas você dá um jeito. Você se adapta”. O cantor comentou que, apesar das mudanças trazidas pela idade, tenta manter a rotina profissional. Ele descreveu o processo como gradual e inevitável, reconhecendo que pode deixar os palcos. “Se eu perder a energia, vou parar. Não quero envergonhar ninguém. Não estamos muito longe disso. Acontece aos poucos – você nem percebe”, afirmou. “Mas isso não é como um trabalho normal. Está tudo na sua mente. A escrita certamente é, assim como a habilidade. E esses caras com quem eu trabalho parecem estar sempre melhorando. O difícil é impedi-los de crescer”. Mesmo com a perspectiva de encerrar a carreira, o Deep Purple segue em atividade. Em novembro, o grupo se apresenta em Dubai e Kuala Lumpur. Para 2026, estão previstos shows no Japão e uma agenda de festivais e concertos pela Europa. Além disso, Gillan também afirmou que uma nova passagem pela América do Sul também está nos planos. LEIA TAMBÉM: Best of Blues and Rock 2025: Deep Purple encerra festival com show atemporal Via: WikiMetal

Show de despedida do Black Sabbath rende $11 milhões para caridade
Sharon Osbourne encerrou finalmente o mistério sobre os números do Back to the Beginning, o concerto histórico em homenagem a Ozzy Osbourne e ao Black Sabbath. Em um episódio recente do The Osbournes Podcast, a matriarca da família revelou que o evento, realizado em junho, arrecadou um total líquido de $ 11milhões. Esse valor final põe fim a meses de especulação. Na época, logo após o show, o diretor musical Tom Morello chegou a estimar publicamente que a arrecadação estaria na casa dos $ 190 milhões, um número que Sharon contestou imediatamente. Agora, ela confirma que a família Osbourne doará os $ 11 milhões em partes iguais para três instituições: o Birmingham Children’s Hospital, o Acorn Children’s Hospice e a Cure Parkinson’s. A realidade dos custos e a generosidade das bandas Durante o podcast, Sharon explicou ativamente por que o número final difere das estimativas iniciais, detalhando a logística complexa por trás do evento massivo. “Arrecadou 11 [milhões]. Mas com o custo, porque nós pagamos o custo de trazer todo mundo, acomodação, tudo”, explicou ela. No entanto, o ponto mais crucial da arrecadação foi a generosidade absoluta dos artistas envolvidos. Sharon fez questão de enfatizar que nenhuma das lendas do rock que se apresentaram no palco cobrou um centavo. “Ninguém foi pago. Ninguém pediu um centavo. Eles deram seu tempo, seus esforços, tudo de graça. As pessoas foram… oh, Deus… tão generosas.” De fato, bandas como Metallica, Guns N’ Roses, Slayer, Tool e Pantera tocaram voluntariamente, prestando sua homenagem a Ozzy e ao Black Sabbath, a banda que, segundo ela, “nos deu o metal”. Além disso, Sharon reiterou por que sentiu a necessidade de corrigir publicamente a estimativa de Tom Morello. Segundo ela, era crucial “moderar as expectativas” e manter a discussão “na realidade”. “Se um show pudesse arrecadar 190 milhões… artistas fariam um show, filmariam e poderiam se aposentar. Não, não foi nem perto disso, embora eu gostasse que fosse”, disse ela. Por fim, o episódio mais recente do podcast também se destacou pela emoção, enquanto Jack, Sharon e Kelly discutiam abertamente o luto, a perda e o amor que sentem após o falecimento de Ozzy em julho. Confira na íntegra o depoimento: LEIA TAMBÉM: Tony Iommi toca clássico do Black Sabbath em noite de ballet Via: WikiMetal

Bruce Kulick participa de show sem máscara do KISS em Las Vegas; confira
O KISS fez sua segunda apresentação sem máscara no evento KISS Kruise: Landlocked In Vegas neste sábado (15) no Virgin Hotels, em Las Vegas, Estados Unidos. Juntando-se ao guitarrista/vocalista Paul Stanley, ao baixista/vocalista Gene Simmons, ao guitarrista Tommy Thayer e ao baterista Eric Singer no palco para as duas últimas músicas do setlist estava o guitarrista Bruce Kulick, que tocou no KISS de 1984, acompanhando o grupo na turnê Animalize, até a turnê de reunião em 1996. Este evento marcou a primeira vez que os quatro membros da banda mais quente do mundo se apresentaram juntos desde que se aposentaram das turnês no finalzinho de 2023. Confira vídeos filmados por fãs abaixo: Setlist: 01. Deuce02. Take Me03. Hotter Than Hell04. Calling Dr. Love05. Got To Choose06. Watchin’ You07. Cold Gin08. I Love It Loud09. Love Her All I Can10. Let Me Go, Rock ‘N’ Roll11. Black Diamond12. Detroit Rock City13. Shout It Out Loud14. Do You Love Me15. Lick It Up (with Bruce Kulick)16. Rock And Roll All Nite (with Bruce Kulick) Via: Rockbizz

Planet Hemp faz show de despedida em São Paulo com participações de Pitty, João Gordo e mais
Por mais de 30 anos, o Planet Hemp se manteve como uma das bandas mais influentes do país ao unir rap, rock e crítica social. Os shows de despedida da turnê A Última Ponta consolidaram esse legado ao apresentar um panorama completo da carreira. E agora, chegou a vez de São Paulo presenciar e se despedir de um dos grandes nomes da música nacional. A banda lotou o Allianz Parque, na noite do último sábado, 15, e provou que, mesmo após o fim, seguirá atemporal. O show começou cedo, pouco antes das 20h30, com fatos históricos mostrados no telão, entre acontecimentos no meio da música como o surgimento do Secos e Molhados e o disco de estreia de Chico Science e Nação Zumbi. Passando por fatos políticos como a Chacina na Candelária, vitória de Nelson Mandela, e até as vitórias da Seleção brasileira. Tudo isso, mesclado com fatos que contaram a trajetória da banda Planet Hemp. Como uma celebração de carreira e último show da trajetória da banda, em São Paulo, Planet Hemp levou ao palco 37 músicas, divididas entre todas as fases do grupo, desde a estreia com Usuário (1995), que projetou a banda nacionalmente e gerou debates sobre censura e políticas de drogas, até composições do mais recente Jardineiros (2022), responsável por reconectar o Planet Hemp a uma nova geração. Também ganharam destaque faixas de Os Cães Ladram, Mas a Caravana Não Pára (1997) e A Invasão do Sagaz Homem Fumaça (2000), álbuns que consolidaram a fórmula entre peso e lirismo direto. A última ponta foi acesa em São Paulo A recepção do público reforçou a dimensão histórica da despedida. Os fãs lotaram o Allianz Parque e responderam com intensidade aos clássicos dos anos 90, cantando em uníssono músicas como “Dig Dig Dig (Hempa)”, “Legalize Já” e “Ex-quadrilha da fumaça”. Nas faixas mais recentes, a reação se manteve forte, indicando que o grupo conseguiu preservar relevância mesmo durante os períodos de hiato. O público também cantou os hits atemporais dos convidados especiais, que marcaram a história do Planet Hemp e foram participar da despedida. Os primeiros convidados, Emicida e Seu Jorge, foram ovacionados ao cantar “Nunca tenha medo”, seguido pela canção de autoria de Emicida, “AmarElo”. Seu Jorge também tocou flauta na faixa “Biruta”. Entre uma música e outra, os integrantes revisitaram momentos marcantes da trajetória, como episódios de repressão policial, controvérsias políticas e a influência que o grupo exerceu no debate público ao longo dos anos. Após mais alguns hits, o Planet Hemp surpreendeu o público ao apresentar uma versão própria de “Admirável Chip Novo”, sucesso de Pitty, presente em Admirável Chip Novo (Re)Ativado, disco em comemoração aos 20 anos do álbum de estreia da cantora baiana. A releitura, mais pesada e marcada por batidas de rap rock, levantou a plateia quando Pitty subiu ao palco para cantar junto, seguida de outra canção da cantora: “Máscara”. Planet Hemp convida João Gordo para encerrar o último show da carreira Chico Science sempre foi uma figura aclamada, que inspirou Planet Hemp, e não poderia faltar uma homenagem e agradecimento devido. Por isso, a banda cantou “Samba Makossa”, enquanto B Negão segurava o icônico chapéu que Chico Science costumava usar. O show reviveu toda a trajetória do Planet Hemp, tendo homenagem aos que fizeram parte dessa história, como Marcelo Yuka e Fábio Kalunga. E claro, o show foi dedicado a Skunk, fundador do Planet Hemp que morreu de AIDS em 1994. Chegando à reta final do show, mais um nome importante subiu no palco: Black Alien, ex-integrante do Planet Hemp. Ao som de aplausos da plateia, o rapper cantou três faixas de sua autoria com seus ex-companheiros de banda, como “Contexto”, “Queimando Tudo” e “Deisdazseis”. O ato final contou com uma participação surpresa que só foi revelada na hora do show, e se a intenção era surpreender, conseguiram. João Gordo chegou com tudo, para cantar a versão do Planet Hemp para “Crise Geral”, do Ratos de Porão. E a última música da história do Planet Hemp cantada em São Paulo foi “Mantenha o Respeito”, com a presença de João e Black Alien. A Última Ponta finalizou de forma oficial uma história que ultrapassou o circuito musical e penetrou na formação crítica de diferentes gerações. Os shows de despedida não apenas encerram a carreira do Planet Hemp, mas reafirmam sua importância artística, política e social dentro da música brasileira contemporânea. O último show da carreira acontece na cidade natal da banda, no Rio de Janeiro, na Fundição Progresso, dia 13 de dezembro. E então, será acesa a última ponta. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Marcelo D2 exalta Fernanda Lira: “Voltei a ouvir thrash metal por causa dela” Via: WikiMetal

Nicko McBrain conta o que sentiu em seu último show com o Iron Maiden: “Tinha 50 mil jovens gritando meu nome”
No dia 07 de dezembro de 2024, em São Paulo, o baterista Nicko McBrain, 73 anos, fez o seu derradeiro espetáculo com o Iron Maiden. Os motivos para tal decisão tão extrema se deu por conta de problemas de saúde que o artista enfrentou nos últimos anos como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e câncer na laringe. A Donzela de Ferro está seguindo carreira com os trabalhos de Simon Dawson, que é um amigo pessoal e de trabalho de Steve Harris. O músico britânico tocou no projeto British Lion. A estreia ao vivo de Simon com a banda foi em maio, com o pontapé inicial da Run For Your Lives Tour. Em recente conversa com o apresentador Dan Shinder, do canal Drum Talk TV, Nicko contou o que sentiu em seu último show com o Iron Maiden. “Foi um show com muitas emoções misturadas. Tinha 50 mil jovens gritando o meu nome. Eles me deram uma recepção fantástica e emocionante. Eu sempre fui o último a sair do palco, para poder dar boa noite e agradecer a todos os fãs e tal. E essa noite foi incrivelmente especial. Lembro que pensei: ‘Vou começar a chorar daqui a pouco’. Eu estava muito emocionado. Mas fui forte e chorei fora do palco”. McBrain continuou: “Mas o momento mais importante que senti em tudo isso não foi apenas o amor dos fãs e a adoração que me demonstraram, mas também o momento em que subi ao palco e toda a equipe me saudou e se despediu”. “Aquela foi a última vez que eles estiveram comigo em um show do Iron Maiden, me vendo tocar. Foi uma emoção incrível. Admito que houve algumas lágrimas! Alguns dos meus amigos mais queridos da equipe, que me acompanham há muitos anos, estavam com os olhos cheios de lágrimas”, concluiu o baterista. Eis o bate-papo na íntegra no tocador abaixo: Via: Rockbizz

YUNGBLUD justifica cancelamento no Brasil e promete voltar em 2026
YUNGBLUD usou suas redes sociais para anunciar oficialmente o cancelamento de todos os shows agendados para o final de 2025. A decisão engloba shows nos Estados Unidos e América Latina, incluindo a performance no Brasil, que deveria acontecer dia 20 de dezembro na LOSERVILLE TOUR, do Limp Bizkit. De acordo com o cantor, a decisão foi tomada a partir de orientações médicas após os resultados de alguns exames de sangue e de voz que “levantaram algumas preocupações”. “Eu não quero causar nenhum dano irreparável a mim mesmo porque estamos em uma jornada que eu quero que dure para sempre. Eu entendo que alguns de vocês ficarão frustrados. Quero que entendam que isso é muito difícil para mim, mas eu prometo que vou compensar isso”, escreveu em comunicado no Instagram. YUNGBLUD também garantiu aos fãs latino-americanos que está planejando fazer shows solo no México e América do Sul em 2026. Segundo o cantor, os shows devem ter preços “mais acessíveis”. A participação de YUNGBLUD na LOSERVILLE TOUR foi substituída pelo Bullet For My Valentine – ingressos seguem à venda. Pronunciamento de YUNGBLUD postado no Instagram. LEIA TAMBÉM: YUNGBLUD: Conheça o artista que conquistou Ozzy Osbourne e Aerosmith Via: WikiMetal

Tem doidinho dizendo que está em contato com o espírito de Ozzy e que é filho do cantor
Como era de se esperar, a morte de Ozzy Osbourne vem rendendo muitas lendas e histórias bem estranhas, para dizer o mínimo. No primeiro episódio do podcast The Osbournes após a morte do cantor, Sharon e os filhos Jack e Kelly falaram sobre algumas dessas alegações bizarras. Kelly começou: “Tem aparecido um monte de malucos dizendo que estão falando com meu pai do além-túmulo”. Sharon continuou: “Teve uma moça que nos enviou suas unhas dos pés”. A filha verdadeira do roqueiro acrescentou ainda mais detalhes: “Era uma unha do pé, um pouco de sangue, cabelo, porque ela está absolutamente convencida de que é filha do meu pai”. Veja todos os relatos curiosos da família Osbourne no player abaixo: Ozzy e Sharon, que se casaram em 1982, tiveram três filhos juntos: Aimee, 42, Kelly, 41 e Jack, de 40 anos. Já no primeiro casamento, que foi com Thelma Riley, o Príncipe das Trevas teve dois filhos, Jessica e Louis. Além disso, ele adotou Elliot, filho de Thelma de um relacionamento anterior. No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Massive Attack e Cavalera unem forças em um manifesto sonoro em defesa da Amazônia
Massive Attack e os irmãos Max e Iggor Cavalera se apresentaram no aguardado show do Projeto ÍNDIGO na noite da última quinta-feira, 13, em uma colaboração inédita que funde música, ativismo e identidade cultural. Nesta noite, São Paulo se tornou o epicentro de uma tempestade sonora e política, com um show executado enquanto líderes mundiais, corporações globais e o movimento climático estão no Brasil para a cúpula da COP30, sediada na região amazônica de Belém. Um evento que uniu estilos e públicos distintos mas unidos pelo mesmo ideal – os headbangers misturados com fãs de trip-hop. Cavalera toca Chaos AD na íntegra Cavalera, dos irmãos Max e Iggor, subiu ao palco pontualmente às 20h15. Desde o primeiro acorde, ficou claro que não seria um espetáculo convencional, mas um ato de resistência – ideologia sempre usada pelos irmãos Cavalera, desde a criação do Sepultura. E para além da política – e falando em Sepultura – Max e Iggor fizeram jus à experiência que muitas bandas vêm fazendo de “tocar o álbum seminal”, apresentando a obra-prima Chaos AD. Em sua última passagem pelo Brasil, em 2022, tocaram na íntegra o Roots, disco que talvez fizesse mais sentido na apresentação desta noite, já que o tema são os povos indígenas. Porém, há 32 anos, Max e Iggor Cavalera conquistaram o mundo com o lançamento de seu quinto álbum de estúdio. E com este show voltamos no tempo para reviver esse clássico na íntegra e então, percebemos que o disco permanece tão atemporal e relevante quanto na época de seu lançamento. É um disco político que cabe perfeitamente nesta apresentação, enquanto guerras são travadas pelo mundo, a violência assola as ruas e o ódio e a desigualdade se alastram em nosso cotidiano, Chaos AD nos une para refletir e debater temas sociais e políticos A apresentação do Chaos AD foi simples mas impressionante. Em um palco simples, apenas com projeção no telão, a banda não pode colocar o corpo suspenso acima do palco, como na capa do disco. Mas as luzes, o ritmo, a atmosfera, o espírito dos pioneiros do metal nacional, tudo funcionou perfeitamente. Max estava em boa forma, cantando bem e sendo o frontman que o público queria ver. O show começou com “Refuse/Resist” (também conhecida pela introdução que é o batimento cardíaco de Zyon, o primeiro filho de Max, ainda não nascido na época) e “Slave New World”, dois hinos de protesto. Relembrar essa época do saudoso Sepultura foi um presente para os fãs. Os irmãos sempre souberam como entregar um show simples mas grandioso, e dessa vez eles contaram com Igor Amadeus, filho de Max, no baixo, e Travis Stone na guitarra. Em meio a várias rodas incentivadas por Max, o show seguiu de forma rápida, com uma homenagem aos povo indígenas com a faixa “Itsári”, apenas com Iggor tocando, e claro, não podia faltar a clássica “Roots Bloody Roots”, que fechou o repertório em grande estilo. Em única passagem pelo Brasil, os Cavalera lavaram a alma e proporcionaram um momento único para os fãs, provando que metal e consciência social ainda podem ocupar o mesmo palco com força devastadora. A militância ambiental do Massive Attack Antes do próximo show, o público assistiu as mensagens emocionantes dos povos indígenas, que estavam representados no palco pelos líderes de algumas tribos, e pelo G9 da Amazônia (organizações indígenas de nove países amazônicos), que contaram suas histórias e reforçaram o pedido de ajuda. Uma iniciativa para apoiar e dar visibilidade aos esforços dos povos indígenas do Brasil além de alcançar justiça climática, reconhecimento e proteção imediata das terras indígenas no país. A banda principal, Massive Attack, liderada pelo duo Robert Del Naja (3D) e Grant “Daddy G”, subiu ao palco após 15 anos da última visita ao Brasil. Os pioneiros do trip-hop são conhecidos por sua militância ambiental e anticapitalista, e não tinha ninguém melhor para participar deste evento. O show contagiante trouxe surpresas inesperadas, como Horace Andy em “Girl I Love You” e “Angel”, trazendo o vínculo histórico da banda com esse vocalista jamaicano. A presença de Elizabeth Fraser, ícone vocal do Cocteau Twins, que foi ovacionada quando subiu ao palco para cantar “Black Milk” e “Group Four / In My Mind”, criando um grande momento. “Teardrop” com Elizabeth é quase obrigatório, em um momento visual, auditivo e emotivo. A vocalista também cantou a clássica “Song to the Siren”, escrita por Tim Buckley e eternizada por seus vocais etéreos no projeto This Mortal Coil. O visual acompanhou a intensidade com projeções de mensagens sobre desmatamento, genocídio indígena e crise climática, protesto, imagens de guerras e líderes políticos como forma de conscientizar. Uma performance audiovisual marcante. ÍNDIGO acertou em cheio nesse show, com uma experiência onde o trip-hop do Massive Attack encontrou nos Cavalera a brutalidade rítmica e o metal brasileiro. O resultado foi uma apresentação além de qualquer outra, rompendo o padrão de eventos culturais promovidos por grandes marcas e ONGs ocidentais. LEIA TAMBÉM: Max Cavalera retorna com Soulfly e lança novo álbum ‘Chama’ Via: WikiMetal

Ingressos à venda para o Monsters of Rock 2026: Saiba preços e como comprar
Os ingressos para o Monsters of Rock 2026 já estão à venda através do site da Eventim. Até o momento, o festival confirmou presença de Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm. Mais atrações serão anunciadas nos próximos meses. A nona edição do Monsters of Rock acontece dia 04 de abril no Allianz Parque, em São Paulo. Aqueles que preferirem adquirir seus ingressos nos pontos de venda físicos podem se dirigir à Bilheteria B do Allianz Parque (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B) apenas nesta sexta-feira, 14. Após o dia 14 de novembro, se ainda houver disponibilidade de ingressos, a venda será feita na Bilheteria A Rua Palestra Itália, 200), que funciona de terça a sábado, das 10h às 17h. Não abre em feriados, dias de jogo ou eventos. Os preços variam entre R$300 (meia-entrada Cadeira Superior) e R$3.090 (inteira – Backstage Mirante). Confira todas as modalidades de ingressos e mapa dos setores. SERVIÇOMonsters of Rock 2026Cidade: São PauloData: 04 de abril de 2026Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São PauloPortas: 10hInício dos Shows: a confirmarAtrações Confirmadas: Guns N´ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm*Mais atrações serão confirmadas em breveClassificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Mapa dos setores Mapa de setores Monsters of Rock 2026. Preços Inteira MeiaPista Premium R$ 1.350,00 R$ 675,00Pista R$ 750,00 R$ 375,00Cadeira Inferior R$ 950,00 R$ 475,00Cadeira Superior R$ 600,00 R$ 300,00Backstage Mirante R$ 3.090,00 R$ 2.415,00Fan Zone Pista Premium R$ 2.850,00 R$ 2.175,00Fan Zone Cadeira Inferior R$ 2.450,00 R$ 1.975,00 VIP – Backstage MiranteEsta área é para aqueles que procuram uma experiência mais premium: – Open Bar Open Food Premium no Backstage Mirante.– Kit Monsters– Acesso exclusivo– Banheiros exclusivo– Loja de Merchandising exclusiva– After show até 2 horas após o término do Festival– Assistir o show na Pista Premium com acesso livre para o Backstage Mirante durante o festival (Obs. O Lounge Backstage Mirante, localizado no sétimo andar do estádio, não possibilita visão direta do show). Valores Ingresso Inteira R$1.350,00 Mirante Backstage Pack R$1.740,00 Valor Inteira: R$3.090,00 Ingresso Meia R$675,00Mirante Backstage Pack R$1.740,00Valor Meia : R$2.415,00*A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso. VIP – FanzoneEsta área é para aqueles que procuram uma experiência premium:– Open Bar Open Food Premium.– Kit Monsters– Acesso exclusivo– Banheiros exclusivo– Loja de Merchandising exclusiva– After show até 1 hora após o término do Festival– Assistir o show na Pista Premium ou Cadeira Inferior com acesso livre para o Fanzone durante o festivalObs: O Fanzone, é localizado no anel inferior do estádio, não possibilita visão direta do show, você pode optar por assistir ao show da Pista Premium ou da Cadeira Inferior Valores (Pista Premium) Ingresso Inteira R$1.350,00Fanzone Pack R$1.500,00 Valor Inteira: R$2.850,00 Ingresso Meia R$675,00Fanzone Pack R$1.500,00Valor Meia: R$2.175,00 Valores (Cadeira Inferior) Ingresso Inteira R$ 950,00 Fanzone Pack R$1.500,00 Valor Inteira: R$2.450,00 Ingresso Meia R$475,00Fanzone Pack R$1.500,00Valor Meia R$1.975,00 *A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock de 1995: Relembre edição histórica do festival que completa 30 anos Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Megadeth, SILVER, The Devil Wears Prada e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do SILVER, The Devil Wears Prada, Mötley Crüe e Margem Livre, singles novos de Megadeth, The Narrador e Hokka nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOSSILVER – Turn AroundPara quem gosta de: Rock Alternativo Margem Livre – Os Órfãos e as ViúvasPara quem gosta de: Hardcore The Devil Wears Prada – FlowersPara quem gosta de: Metalcore Mötley Crüe – Theatre of Pain (40th Anniversary)Para quem gosta de: Hard Rock LEIA TAMBÉM: 10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: SKND, Corja!, Bastion’s Wake e mais Via: WikiMetal

Megadeth lança “I Don’t Care”, segundo single do álbum de despedida
Megadeth lançou nesta sexta-feira, 14, o novo single com videoclipe “I Don’t Care”. Esta é a segunda faixa vindouro álbum de despedida, intitulado Megadeth. O lançamento está previsto para para 23 de janeiro de 2026 pelo selo Tradecraft, do vocalista Dave Mustaine. Além das 10 faixas, Dave Mustaine informou que a banda gravou três músicas adicionais como bônus, uma delas é a versão de “Ride The Lightning”, do Metallica. O guitarrista e vocalista também anunciou o lançamento do novo livro de memórias, cujos detalhes serão revelados nos próximos meses. A nova faixa sucede “Tipping Point”, lançado no mês passado, e marca as primeiras gravações da banda com o novo guitarrista Teemu Mantysaari, que substituiu Kiko Loureiro em 2023. Megadeth confirmou única apresentação no Brasil no dia 2 de maio de 2026, no Espaço Unimed, em São Paulo, com sua Farewell Tour. Os ingressos já estão esgotados. LEIA TAMBÉM: Turnê de despedida do Megadeth pode durar até cinco anos, diz Dave Mustaine Via: WikiMetal

Glenn Hughes passa mal e não termina show em Belo Horizonte
Na última quinta, 13, durante show da turnê The Chosen Years em Belo Horizonte, Glenn Hughes passou mal e não conseguiu finalizar sua apresentação. A série de shows teve inicio na última terça, 11, em Porto Alegre. O artista ainda possui datas marcadas no Rio de Janeiro (Circo Voador, 14/11), São Paulo (VIP Station, 16/11) e Curitiba (Tork n’ Roll, 18/11). O baixista e vocalista tem 74 anos de idade e retornou ao Brasil pela segunda vez neste ano, após se apresentar no Bangers Open Air, em maio. Segundo o público presente na casa de shows Mister Rock, Hughes teria deixado o palco na quinta música do setlist, “Can’t Stop The Flood”. Pouco tempo depois, o inglês teria voltado e alegado ter sofrido uma desidratação. Hughes alegou ter bebido pouca água e tomado muito café ao longo do dia, além de sentir os efeitos do calor na capital mineira – cujos termômetros marcaram cerca de 30°C à tarde [via Igor Miranda]. O artista ainda teria tentado continuar o show com “First Step of Love”, do projeto Hughes/Thrall, mas voltou a sentir-se mal, precisando deixar o palco de vez. O público aguardou por cerca de meia hora enquanto a equipe avaliava a situação e, diante do estado do músico, foi informado que Glenn estava sem condições de continuar. A banda de apoio permaneceu e tocou algumas faixas, desta vez com um roadie assumindo o baixo e com Guzz do Electric Gypsy, assumindo os vocais. A banda brasileira é responsável pela abertura da turnê. View this post on Instagram Turnê de Glenn Hughes no Brasil segue mantida, afirma produtora Em nota, a produtora Dark Dimensions, responsável pelos shows disse: “A Dark Dimensions informa que, durante o show realizado na noite de hoje, no Mister Rock, em Belo Horizonte, o músico Glenn Hughes, de 74 anos, sentiu-se mal já próximo ao encerramento da apresentação. O artista apresentou um quadro de desidratação e, por orientação médica, não pôde retornar ao palco para executar as quatro músicas finais previstas em seu set. Glenn Hughes já está bem, encontra-se em recuperação no hotel e segue sendo acompanhado por sua equipe médica. A prioridade, neste momento, é garantir seu descanso adequado, e confirmamos que a turnê seguirá normalmente nas próximas datas. A Dark Dimensions agradece a compreensão do público e todo o apoio recebido.” LEIA TAMBÉM: Glenn Hughes diz que não fará mais álbuns de rock: “Ninguém mais compra álbuns” Via: WikiMetal

Joel Hoekstra, do Whitesnake, anuncia novo álbum ‘From The Fade’
Um dia após o anúncio do fim do Whitesnake, o guitarrista Joel Hoekstra lançou o novo single “The Fall” e anunciou o quarto álbum de seu projeto solo. Intitulado From The Fade, o disco tem lançamento previsto para 27 de fevereiro de 2026 pela Frontiers Music Srl. A banda do guitarrista e compositor Joel Hoekstra conta com um grande elenco de veteranos do rock. O baterista Vinny Appice (DIO e Black Sabbath), o baixista Tony Franklin (The Firm), o tecladista Derek Sherinian (Dream Theater) e o vocalista Girish Pradhan. Sobre o novo single, Joel Hoekstra comentou: ‘The Fall’ é construída sobre riffs e melodias que derivam de duas influências antigas que muitas vezes esqueço de mencionar: Queensrÿche e Dokken. É uma faixa de hard rock melódica e direta, com uma base sólida criada por Vinny Appice e Tony Franklin, um solo de teclado matador de Derek Sherinian, uma performance vocal impressionante de Girish Pradhan e os vocais de apoio impecavelmente executados por Jeff Scott Soto! Espero que gostem!” O lendário vocalista do Whitesnake, David Coverdale, anunciou na última quinta-feira, 13, sua aposentadoria por meio de um vídeo publicado nas canais da banda. Segundo Coverdale, o momento de “encerrar” chegou, e com isso, a banda deve encerrar suas atividades. LEIA TAMBÉM: Integrantes do Whitesnake se apresentam em show como Whitesnake Experience Via: WikiMetal

Monsters of Rock 2026 anuncia Halestorm como uma das atrações
O Monsters of Rock anunciou nesta quinta-feira, 13, Halestorm como uma das atrações da edição de 2026. Anteriormente, o festival já havia anunciado Guns N’ Roses como headliner e a banda Lynyrd Skynyrd como parte do lineup. A nona edição do festival de rock está confirmada para 4 de abril, no Allianz Parque em São Paulo. A venda de ingressos começa nesta sexta-feira, 14, às 10h, pelo site Eventim. Os valores variam entre R$ 300 (meia Cadeira Superior) e R$ 3.090,00 (inteira Backstage Mirante). Será a primeira vez do Halestorm no palco do Monsters of Rock. Formada pela poderosa vocalista e guitarrista Lzzy Hale, seu irmão Arejay Hale (bateria), Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo). o grupo, considerado um dos principais nomes da nova geração, irá agitar o público com uma performance explosiva. Os hits “I Miss the Misery”, “Love Bites (So Do I)”, “Freak Like Me” e “I Am the Fire” vão incendar o evento. A última passagem do Halestorm no Brasil aconteceu em 2016. Na ocasião, o quarteto se apresentou como atração do Maximus Festival, realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Lzzy Hale, do Halestorm, conta como a decisão de parar de beber mudou sua vida Via: WikiMetal

‘LOSERVILLE TOUR’ anuncia Bullet For My Valentine e nome de YUNGBLUD é removido
A LOSERVILLE TOUR, turnê que trará o Limp Bizkit ao Brasil acompanhado de outros nomes do rock e alternativo, anunciou nesta sexta-feira, 13, a adição do Bullet For My Valentine na lineup. A banda aparentemente entra no lugar de YUNGBLUD, que teve seu nome removido do cartaz oficial de divulgação. Até o momento, a produtora e o artista não noticiaram nenhum cancelamento. O Limp Bizkit se apresenta no Brasil com a LOSERVILLE TOUR dia 20 de dezembro, no Allianz Parque. A banda estará acompanhada de outros artistas, como 311, Ecca Vandal, Slay Squad e Riff Raff. Garanta seus ingressos. Para não ser pego de surpresa pelas políticas de segurança do estádio, confira a lista de itens proibidos no show do Limp Bizkit – divulgada pela Eventim. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Limp Bizkit: Relembre 6 shows históricos da banda Via: WikiMetal

Bullet For My Valentine substitui Yungblud em festival do Limp Bizkit em São Paulo
O Bullet For My Valentine vai substituir Yungblud em festival do Limp Bizkit em São Paulo. A banda de new metal trará a Loserville Tour ao Brasil no dia 20 de dezembro. Além dos donos da festa e o BFMV, o evento ainda terá o apoio de 311, Ecca Vandal, Riff Raff e Slay Squad. A produtora 30e, responsável pelo show, foi quem informou a substituição de atrações. Nas redes sociais, a empresa escreveu: “Tem fã de Bullet For My Valentine por aí? A banda entrou para a Loserville Tour do Limp Bizkit em dezembro, trazendo aquela bagagem clássica do metal britânico direto pro Allianz Parque”. “Você ainda pode garantir o seu lugar no site da Evemtim. A gente se encontra no mosh”, finalizou a nota. SERVIÇOLimp Bizkit – São PauloData: 20 de dezembro de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SPHorário de Abertura da casa: 15hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais Setores e preços Cadeira superior – R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 365,00 (inteira)Pista – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira inferior -R$ 332,50 (meia-entrada) | R$ 665,00 (inteira)Pista Premium – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira) Início da venda geral Vendas online: 6 de agosto, 12h (on-line), em eventim.com.br.Venda na bilheteria: 07 de agosto a partir das 10h 7 de agosto: Bilheteria B no Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP.A partir de 8 de agosto: Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200- Água Branca – São Paulo/SP. Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h.* Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Via: Rockbizz

Ônibus de turnê do guitarrista John 5 se envolve em acidente em rodovia nos Estados Unidos
Recentemente, o ônibus de turnê do guitarrista John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie, ex-Marilyn Manson) se envolveu em um acidente em rodovia nos Estados Unidos. O músico, que não sofreu ferimentos, assim como a sua equipa, contou o que aconteceu em uma postagem nas redes sociais. “Um pneu se soltou do trailer, que acabou deslizando pela rodovia. O ônibus bateu em uma placa na rodovia, graças a Deus e ao nosso ótimo motorista, que conseguiu manter o ônibus sob controle, evitou um acidente mais sério”. No vídeo, ele mostrou os danos ao ônibus e ainda explicou o seguinte: “A roda do trailer se soltou aqui. Então o ônibus saiu ziguezagueando pela rodovia e bateu no viaduto. Dá para ver aqui. Dá para ver o teto do ônibus ali, destruído. Mas está tudo bem. Vamos chegar ao show”. Apesar da experiência assustadora e dos danos visíveis ao ônibus da turnê, todos os passageiros permaneceram em segurança. O virtuoso guitarrista confirmou que a turnê vai continuar conforme o planejado. John 5 está em turnê para promover seu novo álbum solo, Ghost. A atual perna da tour, que tem a presença de Richie Kotzen, vai se estender até o dia 29 de novembro, com o derradeiro show no famoso Pappy + Harriet’s, em Pioneertown, Califórnia. Ghost, que saiu no dia 10 de outubro, teve a produção de Barry Pointer e a presença do baterista Stephen Perkins e do baixista Bryan Beller (The Aristocrats). Ele chegou ao mercado em diferentes formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho, laranja e verde, digital (download e streaming). Via: Rockbizz

David Coverdale (Whitesnake) está oficialmente pendurando o chapéu: “Chegou a hora de encerrar a carreira”
O rock star e galã dos anos 1980, David Coverdale (Whitesnake), está oficialmente pendurando o chapéu. O anúncio do cantor de 74 anos saiu nesta quinta-feira, dia 13 de novembro, em vídeo publicado nas redes sociais. “Senhoras e senhores, meninos e meninas, irmãos e irmãs do Snake, tenho um anúncio especial para vocês. Depois de mais de 50 anos de uma jornada incrível com vocês, com o Deep Purple, Whitesnake e Jimmy Page, os últimos anos deixaram muito claro para mim que chegou a hora de pendurar meus sapatos de rock n’ roll e minhas calças jeans justíssimas. E como vocês podem ver, nós cuidamos da peruca do leão. Mas chegou a hora de encerrar a carreira”. Coverdale acrescentou: “Amo vocês demais. Agradeço a todos que me ajudaram e me apoiaram nesta jornada incrível. Agradeço todos os músicos, equipe, fãs e família. Foi maravilhoso, mas realmente chegou a hora de eu simplesmente aproveitar minha aposentadoria. Espero que vocês entendam isso. Mais uma vez, eu amo vocês com todo o meu coração. Adeus”. Com o Whitesnake, David Coverdale lançou treze álbuns de estúdio. O último foi Flesh & Blood, que saiu em maio de 2019. No entanto, antes de criar a CobraBranca, o cantor fez uma breve passagem pelo Deep Purple, mas que rendeu álbuns famosos como Burn (1974), Stormbringer (1974) e Come Taste the Band (1975). Em carreira solo, o britânico deu vida a álbuns como Into the Light (2000). Além disso, ele ainda fez uma parceria com o lendário guitarrista Jimmy Page no projeto Coverdale–Page. Com isso, juntando todos os trabalhos, o cantor vendeu mais de quarenta milhões de discos, o que lhe garante uma aposentadoria boa e um lugar cativo nos anais do rock n’ roll. Via: Rockbizz

Turnê de despedida do Megadeth pode durar até cinco anos, diz Dave Mustaine
Megadeth anunciou sua Farewell Tour, com o lançamento do último álbum da carreira, Megadeth. A turnê de despedida, intitulada This Was Our Life, terá início em 2026 e pode durar até cinco anos. Em entrevista para a revista britânica Kerrang!, o vocalista e fundador Dave Mustaine falou sobre a turnê que marcará o fim de mais de quatro décadas da carreira musical do músico de 64 anos. “Estamos falando facilmente de mais três a cinco anos de turnê. E se formos fazer isso por tanto tempo, então, caramba, vou estar pensando no meu aniversário”, disse Mustaine, referindo-se ao fato de que completará 70 anos em 2031. O líder do Megadeth também falou sobre a versão da música “Ride The Lightning”, de sua antiga banda , Metallica: “Se você vai fazer um cover, tem que fazer pelo menos tão bem quanto, se não melhor. Não é um cover. Porque eu também escrevi a música. Acho que outras pessoas diriam isso, mas se você está me perguntando, eu não acho que seja um cover.” Sobre achar que a versão do Megadeth soará melhor que a original, Dave respondeu: “Quando terminamos, tocamos para algumas pessoas, e muitas pessoas que conhecemos são fãs da banda e da música, então eles sabiam o que estavam ouvindo. A vs. B, e o consenso foi praticamente o mesmo — que fizemos uma homenagem adequada. Acho que fizemos pelo menos tão bem quanto — é um pouco mais rápida.” Megadeth trará sua turnê de despedida para o Brasil, com show único no dia 2 de maio de 2026, no Espaço Unimed, em São Paulo. Os ingressos já estão esgotados. LEIA TAMBÉM: Megadeth esgota ingressos para show de despedida no Brasil Via: WikiMetal

Causa da morte de Ace Frehley é divulgada após laudo oficial
A causa da morte de Ace Frehley, guitarrista original do KISS, foi confirmada nesta segunda-feira, 10. De acordo com o potal TMZ, Ace morreu em decorrência de um traumatismo craniano causado por uma queda. Segundo o portal, a morte do guitarrista foi ocasionada por uma hemorragia cerebral decorrente de uma queda em seu estúdio no final de setembro. Frehley tinha 74 anos e faleceu na dia 16 de outubro. O legista do Condado de Morris, Nova Jersey, que emitiu o laudo oficial, afirmou que “Ace sofreu uma fratura na parte posterior do crânio, um hematoma subdural — um acúmulo de sangue formado entre a camada externa protetora do cérebro e o próprio cérebro — e um AVC. Sua morte foi considerada acidental”. A confirmação está alinhada com uma informação divulgada anteriormente pelo site TMZ. Poucas horas antes da confirmação da morte do guitarrista, uma fonte teria dito ao portal que Ace Frehley tinha sofrido uma hemorragia cerebral quando caiu no estúdio e estaria sendo mantido vivo por meio de aparelhos. Ace Frehley sofreu um acidente no final de setembro que foi descrito em comunicado oficial como “uma pequena queda”. Na semana seguinte, entretanto, toda a agenda de shows do guitarrista foi cancelada devido a “problemas médicos” não especificados. LEIA TAMBÉM: Ace Frehley deixa livro inédito que será lançado em 2026 Via: WikiMetal

Robert Plant vem ao Brasil como headliner do C6 Fest 2026
Robert Plant retorna ao Brasil com o projeto Robert Plant’s Saving Grace feat. Suzi Dian. O vocalista do Led Zeppelin se apresenta como headliner do C6 Fest, no Parque Ibirapuera, no domingo, 24 de maio de 2026. Clientes do C6 Bank terão pré-venda exclusiva nos dias 12 e 13 de novembro e 20% de desconto sobre o valor dos ingressos, incluindo meia-entrada, mediante compra com cartão de crédito do banco. A venda para o público em geral terá início no dia 14 de novembro através da plataforma Eventim. Os preços vão de R$ 1.060,00 a 300,00. Formada por Suzi Dian (vocal e acordeon), Matt Worley (banjo e arranjos de cordas), Oli Jefferson (bateria), Tony Kelsey (guitarrista) e Barney Morse-Brown (violoncelo), a banda acompanha Robert Plant desde 2019. O show conta com repertório baseado no disco de estreia Saving Grace, lançado em setembro. Como também resgata preciosidades do passado, entre releituras de Memphis Minnie, Blind Willie Johnson, Low e versões intimistas de clássicos do Led Zeppelin. C6 Fest chega à sua quarta edição consolidado como um reflexo pulsante do vasto mapa sonoro da cena contemporânea, em suas múltiplas expressões. Com sons que definem e desafiam o nosso tempo,o line-up de 28 atrações de quatro continentes foi cuidadosamente selecionado pelo time de curadores. O lineup conta com nomes como The xx, Matt Berninger (vocalista do The National), Paralamas do Sucesso e Nação Zumbi, Wolf Alice e mais. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Robert Plant explica porque não toca as músicas mais famosas do Led Zeppelin em seu show solo Via: WikiMetal

Entrevista: Five Finger Death Punch fala sobre novo álbum ‘BEST OF: VOLUME 2’
No final de outubro, o Five Finger Death Punch lançou o álbum BEST OF: VOLUME 2, com regravações de alguns dos principais sucessos da carreira. O projeto sucede o BEST OF: VOLUME 1, lançado em julho. Ambos os discos foram criados em resposta à venda dos masters originais das músicas do FFDP – feita sem o conhecimento da banda nem a oportunidade de reavê-los. Em vez de remixar ou remasterizar, o 5FDP transformou o contratempo em algo positivo ao regravar completamente os favoritos dos fãs ao longo de dois volumes – tanto como tributo às canções quanto aos fãs que os acompanharam por duas décadas. Conversamos com o guitarrista e membro fundador Zoltan, que falou sobre como Taylor Swift inspirou a banda a regravar seus maiores sucessos e expressou seu desejo de retornar ao Brasil. Wikimetal: O Five Finger Death Punch está regravando algumas de suas músicas porque suas masters foram vendidas sem o seu consentimento. Tenho certeza de que isso acontece muito na indústria musical, mas o exemplo mais famoso disso aconteceu há alguns anos com uma grande estrela pop, que é Taylor Swift. Vocês ouviram falar disso naquela época? Zoltan: Para quem vive na indústria musical há 20 anos, como nós, é de conhecimento geral que essas coisas acontecem. Não é nada estranho, só é algo que a população em geral não necessariamente sabe, mas isso acontece a portas fechadas. Gravadoras trocam catálogos de artistas, vendem catálogos de artistas. Como commodities. E você realmente não tem poder de decisão quanto a isso. Isso acontece. Não é nada criminoso porque são contratos, mas você meio que é forçado a essas situações e não tem o direito de opinar. A diferença é que, embora tenha acontecido no passado com muitos artistas e com um grande artista que todo mundo no planeta sabe que aconteceu, a maioria deles simplesmente não fez nada a respeito e eles simplesmente disseram: “Bem, é o que é. Aceito meu destino.” Mas quando aconteceu com a Taylor, ela reagiu de forma diferente. Ela disse: “Sabe de uma coisa? Não, eu não concordo com isso”. Então, a Taylor decidiu que iria regravar todo o seu catálogo e ela tinha uma base de fãs muito dedicada e esses fãs entenderam o que ela estava fazendo e deixaram de ouvir as versões antigas para ouvir as novas. Porque eles entenderam que isso é um jogo de xadrez que ela estava jogando. E isso deu esperança, eu acho, e uma visão, e uma espécie de exemplo para o resto da indústria. Então, agora isso acontece diariamente com os artistas e, quando aconteceu conosco, estávamos cientes do que ela fez. E o pensamento foi meio que, “Bem, você sabe o que temos em comum com a Taylor de certa forma? Somos artistas muito diferentes, mas temos uma base de fãs incrivelmente leal, assim como ela.” Então, por mais distantes que estejamos musicalmente e em termos de gênero, temos esse elemento em comum: nossos fãs são incrivelmente leais. Eles são como uma família. É por isso que sempre brincamos que o Five Finger Death Punch é a maior banda desconhecida, porque temos dezenas de milhões de fãs e eles são muito dedicados. Eles vêm a todos os shows, sabem cada palavra de cada letra, mas, fora isso, somos quase desconhecidos. Então, essa base de fãs nos seguirá até o fim do mundo. Então pensamos, “Podemos adotar essa abordagem. Vamos regravar como a Taylor fez, porque temos uma base de fãs que vai entender e vai acompanhar, e então podemos fazer a mesma coisa.”. E, novamente, o nosso antigo selo não fez nada criminoso. É só que… simplesmente não é tão justo assim. E o fato de eles nem terem nos contado, nós só descobrimos depois, nos deixou meio, “Sabe, pelo menos vocês poderiam ter nos dado uma chance ou nos contado ou nos envolvido nessa transação ou nos dado uma chance de recuperar nosso catálogo.” Não há nada de malicioso nisso porque é um jogo de xadrez. Eles fizeram uma jogada, uma jogada comercial. Não tenho nenhum sentimento negativo sobre isso. Ok, essa foi a sua jogada. Agora vamos fazer a nossa, certo? Foi mais ou menos assim que aconteceu. Mas como era nosso 20º aniversário de qualquer maneira, foi uma oportunidade perfeita para nós revisitarmos todo o nosso passado e poder dar algo aos fãs que formasse um compilado desses últimos 20 anos. Então talvez tenha sido um mal que veio para o bem. Agora nós voltamos e regravamos o catálogo. E não está necessariamente substituindo o que fizemos antes. Temos muito orgulho disso e esses momentos mágicos não podem ser recapturados. Mas quando vamos ao estúdio, essas músicas já estão escritas. Então, é mais uma performance porque nós já as escrevemos. Quando você escreve originalmente, cada detalhe importa. Nós já escrevemos isso, então agora vamos performá-lo. E quando o executamos em vez de escrevê-lo, tem uma energia diferente, uma energia performática. É mais próximo do show ao vivo. E isso nos dá um ângulo diferente. Então pensamos, “Sabe de uma coisa? Isso vai ser muito legal.” E foi assim que aconteceu. WM: Vocês lançaram uma nova versão de “The End” com o BABYMETAL. O que fez vocês pensarem nelas para participar dessa música e o que fez vocês pensarem que essa música específica merecia uma participação especial? Z: Enquanto revisitávamos esses últimos 20 anos, percebemos que temos uns 30 hits no Top 10, como singles de sucesso. Então, essas músicas são importantes para muita gente, é isso que faz um hit. Existe uma ideia de que a indústria musical pode tornar uma música um hit. Não, os fãs fazem isso. Então, isso é uma realidade. Isso significa que foi muito importante para muitos fãs. Cada álbum geralmente tem no máximo três singles que vão para as rádios e se tornam singles. Quando você tem quatro, já é mais do que o normal. E isso significa que você está indo muito bem. Mas as pessoas não têm realmente um quinto

EPICA adia turnê devido a problemas de saúde de Simone Simons
EPICA adiou a turnê asiática, anunciada para o início de dezembro de 2025, devido a problemas de saúde de Simone Simons. A banda fez um comunicado por meio das redes sociais, informando as novas datas da turnê, adiada para setembro de 2026. “Com grande pesar, informamos que tivemos que remarcar nossa próxima turnê asiática para setembro de 2026. Após enfrentar diversos problemas de saúde, os médicos aconselharam Simone a não fazer turnê até o final do ano. Por mais que nos doa, a saúde vem em primeiro lugar. Pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar.” Até o momento, não há mais detalhes sobre o estado de saúde da vocalista. Epica esteve no Brasil em setembro, promovendo seu mais recente álbum de estúdio, Aspiral. A banda passou por seis cidades brasileiras, acompanhada do grupo de symphonic death metal, Fleshgod Apocalypse. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Epica lança álbum ‘Aspiral’ e videoclipe de “Fight to Survive” Via: WikiMetal